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	<title>* -  Sindrome de Estocolmo - *  Agora na Coreia do Sul</title>
	
	<link>http://sindromedeestocolmo.com</link>
	<description>Coisas que eu penso. Podendo, sempre, mudar de idéia.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 02 Jan 2013 19:02:47 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Viva 2013 como se fosse Maio de 68</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jan 2013 19:02:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Abaixo a sociedade de consumo.&#8221; &#8220;Abaixo o realismo socialista. Viva o surrealismo.&#8221; &#8220;A ação não deve ser uma reação, mas uma criação.&#8221; &#8220;O agressor não é aquele que se revolta, mas aquele que reprime.&#8221; &#8220;Amem-se uns aos outros.&#8221; &#8220;O álcool mata. Tomem LSD.&#8221; &#8220;A anarquia sou eu.&#8221; &#8220;As armas da crítica passam pela crítica das [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone  wp-image-9661" alt="150241_315760531876345_613691039_n" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2013/01/150241_315760531876345_613691039_n.jpg" width="400" height="400" /></p>
<p>&#8220;Abaixo a sociedade de consumo.&#8221;<br />
&#8220;Abaixo o realismo socialista. Viva o surrealismo.&#8221;<br />
&#8220;A ação não deve ser uma reação, mas uma criação.&#8221;<br />
&#8220;O agressor não é aquele que se revolta, mas aquele que reprime.&#8221;<br />
&#8220;Amem-se uns aos outros.&#8221;<br />
&#8220;O álcool mata. Tomem LSD.&#8221;<br />
&#8220;A anarquia sou eu.&#8221;<br />
&#8220;As armas da crítica passam pela crítica das armas.&#8221;<br />
&#8220;Parem o mundo, eu quero descer.&#8221;<br />
&#8220;A arte está morta. Nem Godard poderá impedir.&#8221;<br />
&#8220;A arte está morta, liberemos nossa vida cotidiana.&#8221;<br />
&#8220;Antes de escrever, aprenda a pensar.&#8221;<br />
&#8220;A barricada fecha a rua, mas abre a via.&#8221;<br />
&#8220;Ceder um pouco é capitular muito.&#8221;<br />
&#8220;Corram camaradas, o velho mundo está atrás de vocês.&#8221;<br />
&#8220;A cultura é a inversão da vida.&#8221;<br />
&#8220;10 horas de prazer já.&#8221;<br />
&#8220;Proibido não colar cartazes.&#8221;<br />
&#8220;Abaixo do calçamento, está a praia.&#8221;<br />
&#8220;A economia está ferida, pois que morra!&#8221;<br />
&#8220;A emancipação do homem será total ou não será.&#8221;<br />
&#8220;O estado é cada um de nós.&#8221;<br />
“A humanidade só será feliz quando o último capitalista for enforcado com as tripas do último esquerdista.”<br />
&#8220;A imaginação toma o poder.&#8221;<br />
&#8220;A insolência é a nova arma revolucionária.&#8221;<br />
&#8220;É proibido proibir.&#8221;<br />
&#8220;Eu tinha alguma coisa a dizer, mas não sei mais o quê.&#8221;<br />
&#8220;Eu gozo.&#8221;<br />
&#8220;Eu participo. Tu participas. Ele participa. Nós participamos. Vós participais. Eles lucram.&#8221;<br />
&#8220;Os jovens fazem amor, os velhos fazem gestos obscenos.&#8221;<br />
&#8220;A liberdade do outro estende a minha ao infinito.&#8221;<br />
&#8220;A mercadoria é o ópio do povo.&#8221;<br />
&#8220;As paredes têm ouvidos. Seus ouvidos têm paredes.&#8221;<br />
&#8220;Não mudem de empregadores, mudem o emprego da vida.&#8221;<br />
&#8220;Nós somos todos judeus alemães.&#8221;<br />
&#8220;A novidade é revolucionária, a verdade, também.&#8221;<br />
&#8220;Fim da liberdade aos inimigos da liberdade.&#8221;<br />
&#8220;O patrão precisa de ti, tu não precisas do patrão.&#8221;<br />
&#8220;Professores, vocês nos fazem envelhecer.&#8221;<br />
&#8220;Quanto mais eu faço amor, mais tenho vontade de fazer a revolução. Quanto mais faço a revolução, mais tenho vontade de fazer amor.&#8221;<br />
&#8220;A poesia está na rua.&#8221;<br />
&#8220;A política se dá na rua.&#8221;<br />
&#8220;Os sindicatos são uns bordéis.&#8221;<br />
&#8220;O sonho é realidade.&#8221;<br />
&#8220;Só a verdade é revolucionária.&#8221;<br />
&#8220;Sejam realistas, exijam o impossível.&#8221;<br />
&#8220;Tudo é Dadá.&#8221;<br />
&#8220;Trabalhador: você tem 25 anos, mas seu sindicato é de outro século.&#8221;<br />
&#8220;Abolição da sociedade de classes.&#8221;<br />
&#8220;Abram as janelas do seu coração.&#8221;<br />
&#8220;A arte está morta, não consumamos o seu cadáver. &#8221;<br />
&#8220;Não nos prendamos ao espetáculo da contestação, mas passemos à contestação do espetáculo. &#8221;<br />
&#8220;Autogestão da vida cotidiana&#8221;<br />
&#8220;A felicidade é uma ideia nova.&#8221;<br />
&#8220;Teremos um bom mestre desde que cada um seja o seu.&#8221;<br />
&#8220;Camaradas, o amor também se faz na Faculdade de Ciências.&#8221;<br />
&#8220;Ainda não acabou!&#8221;<br />
&#8220;Consuma mais, viva menos.&#8221;<br />
&#8220;O discurso é contra-revolucionário. &#8221;<br />
&#8220;Escrevam por toda a parte!&#8221;<br />
&#8220;Abraça o teu amor sem largar a tua arma.&#8221;<br />
&#8220;Enraiveçam-se!&#8221;<br />
&#8220;Ser rico é se contentar com a pobreza?&#8221;<br />
&#8220;Um homem não é estupido ou inteligente: ele é livre ou não é.&#8221;<br />
&#8220;Adoro escrever nas paredes.&#8221;<br />
&#8220;Decretado o estado de felicidade permanente.&#8221;<br />
&#8220;Milionários de todos os países, unam-se, o vento está mudando.&#8221;<br />
&#8220;Não tomem o elevador, tomem o poder.&#8221;</p>
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		<title>Feliz 2013!!!</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Dec 2012 17:18:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise</dc:creator>
				<category><![CDATA[Celebrando]]></category>

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		<description><![CDATA[Gente, faz tanto tempo que não escrevo no blog, que nem sabia mais como fazer! mas aqui estou eu. Agradeço muitíssimo todas as mensagens lindas e carinhosas &#8211; e preocupadas! &#8211; que recebi. Está tudo bem. Tive uns probleminhas de saúde, sim, mas nada demais, estou muito melhor, depois conto tudo. Eu e Ted continuamos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-9657" alt="nyp" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2013/01/nyp.jpg" width="400" height="425" /></p>
<p>Gente, faz tanto tempo que não escrevo no blog, que nem sabia mais como fazer! mas aqui estou eu. Agradeço muitíssimo todas as mensagens lindas e carinhosas &#8211; e preocupadas! &#8211; que recebi. Está tudo bem. Tive uns probleminhas de saúde, sim, mas nada demais, estou muito melhor, depois conto tudo. Eu e Ted continuamos felizes da vida, morando em Seul, na Coreia do Sul. 2012 foi um ano muito bom pra mim, mas andei bloqueada pra escrever no blog, por várias razões. Uma resolução, para o ano que já começou, por aqui, é voltar a escrever, pelo menos, de vez em quando. Vamos ver se eu consigo cumprir. Desejo tudo de bom pra vocês, muita saúde, amor, alegrias, paz e realizações em 2013. Um beijão!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>As redes sociais vão às ruas. Como aproveitar melhor tanta energia? Marcha das Vadias e Mamaço.</title>
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		<comments>http://sindromedeestocolmo.com/2011/06/as-redes-sociais-vao-as-ruas-como-aproveitar-melhor-tanta-energia-marcha-das-vadias-e-mamaco/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 09:43:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise Arcoverde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Daqui da minha janelinha virtual, tenho observado um fenomeno interessante e, só ele, pra me fazer vencer a preguiça de escrever. Vocês perceberam como, ultimamente parece que as redes sociais estão fazendo as pessoas, finalmente, se apropriarem das suas causas, sem passar por grupos organizados? acho que isso é uma grande mudança, que introduz mais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-9603" style="margin-left: 12px; margin-right: 12px;" title="marcha1" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/06/marcha1.jpg" alt="" width="300" height="450" />Daqui da minha janelinha virtual, tenho observado um fenomeno interessante e, só ele, pra me fazer vencer a preguiça de escrever. Vocês perceberam como, ultimamente parece que as redes sociais estão fazendo as pessoas, finalmente, se apropriarem das suas causas, sem passar por grupos organizados? acho que isso é uma grande mudança, que introduz mais um desafio aos movimentos sociais. Como lidar com isso?</p>
<p>Estou fora do Brasil há 9 anos, mas a minha historia é de ativismo em defesa dos direitos da mulher e, mais especificamente, da amamentação. Como muitas amigas, atuei numa época em que a divulgação das nossas ideias e nossos eventos era feita ainda por correio ou telefone. A simples chegada do fax, foi um avanço difícil de se compreender, hoje em dia. A comunicação era difícil e, consequentemente, a participação e as decisões acabavam sendo mais centralizadas.</p>
<p>Em 1996, quando começamos a usar a internet, percebi, imediatamente, o potencial que essa ferramenta teria pros movimentos sociais. Nos organizamos em grupos virtuais e criamos nosso primeiro site, <strong>Amamentação Online</strong>, que está fora do ar, mas ajudou a milhares de mães por mais de 10 anos. Nessa época, também fiz várias palestras para ONGs sobre o uso da internet e dizia que todo mundo tinha que entrar, porque é o tipo de brincadeira que só tem graça, se a gente brinca junto.</p>
<p>Hoje, ainda que a situação não seja o ideal &#8211; sim, ainda existam muitas pessoas excluidas digitalmente &#8211; o cenário é muito diferente do que eu vivi e as facilidades na comunicação não deixam muita brecha para que grupos ou pessoas se considerem don@s dos movimentos. Daqui de longe, percebo muita gente com vontade de participar, opinar, refletir e essas pessoas encontram nas redes sociais como Facebook ou Twitter, o canal que escoa toda essa energia.</p>
<p>Por causa da minha história, dois eventos me chamaram atenção, recentemente. Os <strong>&#8220;Mamaços&#8221;</strong> e as<strong> &#8220;Marchas das Vadias&#8221;</strong>.</p>
<p><strong>Mamaço</strong></p>
<p><strong><img class="alignnone size-full wp-image-9604" style="margin-top: 12px; margin-bottom: 12px;" title="mamaco" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/06/mamaco.jpg" alt="" width="454" height="341" /><br />
</strong></p>
<p>O primeiro Mamaço aconteceu em São Paulo, quando um grupo de mulheres foi dar mamar no Espaço Itau Cultural, em apoio a uma mãe que havia sido impedida de dar o seio ao seu bebê no local, dias antes. (Nem quero falar sobre o absurdo que é a restrição da amamentação em locais públicos no Brasil, coisa que eu não via há 9 anos atrás, quando vivia aí, porque isso é assunto para outro dia).</p>
<p>Depois de São Paulo, o Mamaço se espalhou pelo Brasil, no Recife, Rio de Janeiro e outras cidades.  O que eu achei SENSACIONAL mesmo foi tudo ter partido de pessoas não vinculadas a nenhum grupo ou rede de amamentação, mas de mulheres que vivem ou viveram essa experiência de alguma forma e queriam se reunir para dar sua mensagem.</p>
<p>Já aconteceram eventos de &#8220;amamentação coletiva&#8221; no Brasil, organizado por grupos ou insituições médicas, mas essa foi a primeira vez (que eu saiba) que o evento aconteceu de forma completamente espontânea e ainda se reproduzindo em várias cidades.</p>
<p>É dificil alguém questionar o <strong>Mamaço</strong>, ou ser contra a amamentação. De uma forma geral, as reações foram as melhores, somente<a href="http://sindromedeestocolmo.com/2011/06/os-cretinos-do-cqc-e-suas-imbecilidades-sobre-a-amamentacao/" target="_blank"> os idiotas do <strong>CQC </strong>fizeram seus comentários misóginos de sempre</a>. Também, não dá pra se esperar nada melhor de um grupo que acha moderno ser racista, sexista, homofóbico e anti-semita&#8230; só não assistindo mesmo.</p>
<p><strong>Marcha das Vadias</strong></p>
<p><strong><img class="alignnone size-full wp-image-9605" title="marcha2" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/06/marcha2.jpg" alt="" width="454" height="256" /><br />
</strong></p>
<p>Como quase todo mundo já deve saber, a <strong>Slutwalk</strong> surgiu no Canadá, como uma resposta a um policial que foi pra televisão dizer que, para prevenir o estupro, as mulheres deveriam evitar se vestir como &#8220;vadias&#8221; ( <em>&#8220;women should avoid dressing like sluts&#8221;</em>).  A velha tendência de culpar a vítima. Indignadas, as canadenses foram às ruas, em protesto, e acabaram arrastando, espontaneamente, marchas na Inglaterra, Australia, EUA, India e no Brasil. Fora as que ainda vão aparecer.</p>
<p><img title="marcha3" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/06/marcha3.jpg" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p>No movimento feminista, nem todo mundo concorda com essa estratégia de se &#8220;ressignificar&#8221; e de se apropriar da palavra &#8220;vadia&#8221; (&#8220;slut&#8221;). Eu não tenho certeza mas, a princípio, gosto da idéia. Acho que é irônico e funciona bem. Mais ainda como uma estratégia de marketing, quantas marchas de protesto contra machismo são feitas todos os anos, sem ter nem um pouco da repercussão que essa está tendo?  Pelo menos, nunca se viu tanto &#8211; pelo mundo todo &#8211; cartazes com essas mensagens:</p>
<p><img title="niltinho" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/06/niltinho.jpg" alt="" width="454" height="303" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9615" title="marcha6" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/06/marcha6.jpg" alt="" width="454" height="304" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9616" title="marcha7" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/06/marcha7.jpg" alt="" width="454" height="368" /></p>
<p>As redes sociais tiveram um papel fundamental pra mobilização da Marcha, em todo mundo. E eu acho que meio que pegaram até as militantes do movimento de mulheres de surpresa, em alguns lugares.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-9608" style="margin-top: 12px; margin-bottom: 12px;" title="uol2" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/06/uol2.jpg" alt="" width="225" height="297" />No Recife, por exemplo, a <strong>Marcha</strong> foi organizada por duas pessoas que não têm histórico de participação em eventos feministas. Pra complicar, um deles é homem &#8211; chamado de Jesus e vestido a caráter &#8211; que (como soube depois) foi o portavoz do movimento, dando entrevistas e depoimentos.  Fiquei curiosa pra ver no que isso ia dar.</p>
<p>Nada contra ter homens em ações feministas, muito pelo contrário. Mas, não deixa de ser estranho o <strong>protagonismo</strong> de um deles numa marcha que visa denunciar o machismo como o verdadeiro culpado pela violência contra a mulher.</p>
<p>Com essa Marcha, foi apresentado às  feministas o desafio a que me refiro, nesse post, e que deveria ser discutido pelas amigas nas próximas reuniões do Fórum. <strong>Como lidar com a rapidez com que ações como essa se multiplicam na internet? qual nosso papel neles? como não comer mosca e, ao mesmo tempo, respeitar a expressão espontânea de apoio a uma causa que, afinal, não é somente nossa?</strong></p>
<p>No geral, acho que a Marcha foi um sucesso. Vi muitas fotos bonitas e, pra minha alegria, além da minha filha, tava todo mundo lá.</p>
<p>Gostei de reconhecer muitas amigas militantes do<strong> Forum de Mulheres de Pernambuco</strong>, como Suely, Marcia, Jô, as Loucas de Pedra Lilás e muitas outras. E foi bom demais ver, juntinho a elas, uma garotada nova, instigada, carregando cartazes muito legais.</p>
<p><img title="marcha4" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/06/marcha4.jpg" alt="" width="454" height="168" /></p>
<p>Aqui, do outro lado do mundo, fiquei assuntando como teria sido esse encontro de gerações. Sim, porque ali tinha mulheres que podem dar aula de teoria de gênero, que têm uma bagagem de experiência no movimento que as permite ver a Marcha das Vadias com olhos bem diferentes das meninas e meninos, que estão chegando agora.</p>
<p><img title="uol" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/06/uol.jpg" alt="" width="454" height="230" /></p>
<p>Claro que num evento convocado pela internet tem de tudo, talvez algumas pessoas não estivessem entendendo que aquela era uma ação feminista, mas não subestimaria os meninos e meninas, não. Acho que o pessoal pode não ter a base teórica, nem entender o que é feminismo, mas teve a vontade, a disposição de ir pra rua dizer que não se pode culpar a mulher por ser vitima de estupro. Só isso, valeu a pena.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-9610" style="margin-left: 12px; margin-right: 12px;" title="su2" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/06/su2.jpg" alt="" width="240" height="320" />Não li nada do que saiu nos jornais e nem vi na televisão as matérias sobre a Marcha. Não sei bem o que disse o Jesus. Claro que é uma pena que ele tenha encabeçado a Marcha. E esse é o maior desafio, na minha opinião, para os movimentos sociais. Como não &#8220;comer mosca&#8221; e tentar se integrar e participar da organização de eventos como esse, desde a origem. Pessoal, tem que ficar de olho nas redes sociais!</p>
<p>Mas, o que eu achei mais bonito mesmo foi a presença do movimento de mulheres na Marcha. Provavelmente, aquela foi a primeira vez em que elas participaram de uma ação feminista como coadjuvantes, sem ter tido nenhuma responsabilidade direta no ato. E mandaram muito bem. Demonstraram maturidade para levantar a bandeira com a garotada, respeitando seu ritmo e suas iniciativas, sem atropelá-los,  ainda que tenham percebido uns escorregões aqui e ali.</p>
<p>Certamente foi uma Marcha atípica pro Movimento. Além do Jesus e alguns rapazes fantasiados de mulher (o que nos pareceu muito esquisito), parece que uma das moças da organização chegou até a afirmar que não era feminista e fez duras criticas ao movimento. Bom, da mesma forma que não se nasce mulher, também não se nasce feminista.</p>
<p>Pode ter faltado a ela informação, reflexão, mas existia a intenção de defender o que nós defendemos. Falamos muito aqui no blog e em outros espaços sobre os mitos em relação ao feminismo. Não podemos culpabilizar ninguém por não entender o que nós somos. Cabe à gente incluir, estimular a reflexão e respeitar os processos de transformação de cada um(a).</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9611" title="niltinho2" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/06/niltinho2.jpg" alt="" width="454" height="238" /></p>
<p>Muitas vezes eu vi garotas chegarem aqui no <strong>Síndrome</strong>, dizendo que gostavam do que eu escrevia mas que ELAS não eram feministas. Meses depois começavam a entender que o feminismo não é essa coisa estereotipada que enfiam na cabeça da gente e mudaram de idéia. Sim, elas são feministas</p>
<p>Eu não nasci assim, aprendi (e todo dia aprendo mais) a me tornar uma feminista. Quando era adolescente, por exemplo, minha ídola já era Pagu, mas eu era &#8220;contra o aborto&#8221;, até entender que essa é um questão muito mais complexa, e hoje sou completamente favorável à sua descriminalização.  A gente aprende. Ou não. Mas quem já está na estrada há mais tempo tem mais é que ser tolerante.</p>
<p>Eu achei a Marcha das Vadias do Recife bem bacana e  um marco.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9612" title="bernardosoaresjc" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/06/bernardosoaresjc.jpg" alt="" width="454" height="295" /></p>
<p>Como estou escrevendo de fora, de longe, mas conhecendo bem as personagens, posso dizer que vi ali o momento em que o movimento historico, combativo e sedimentado se depara com a força da internet e da juventude que quer participar e, na minha opinião, se saiu muito bem. Respeitou e agregou.</p>
<p>Agora é se manter ligado para que essas meninas e meninos possam estar do lado da gente. Cada um(a) no seu ritmo, cada um(a) ao seu jeito, mas sempre com respeito e participação democrática.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vídeo da Marcha das Vadias em Recife:</p>
<p><object width="425" height="349"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/wNp4Z9O1Xig?version=3&amp;hl=en_US" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/v/wNp4Z9O1Xig?version=3&amp;hl=en_US" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fotos:</strong><em> </em></p>
<p><em> </em><em>1 &#8211; Lula Marques/Folhapress, </em></p>
<p><em>2 &#8211; Portal G1, </em></p>
<p><em>3 &#8211; Guardian,</em></p>
<p><em>4, 6, 7, 9 e 12 &#8211; Nilton Pereira,</em></p>
<p><em>5 &#8211;  R7,</em></p>
<p><em>8 e 10 &#8211;  UOL, </em></p>
<p><em>11 &#8211; Suely Oliveira e</em></p>
<p><em>13 &#8211;  Bernardo Soares.</em></p>
<p>Fora as quatro primeiras fotos, todas as outras sao da Marcha das Vadias do Recife.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Desigualdade cai entre Nordeste e SP</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 06:07:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Para especialistas, o aumento do mínimo e o Bolsa Família ajudam a explicar a redução das disparidades na última década. De 2000 a 2010, renda média subiu 3% em cidades paulistas e 46% nas maranhenses, mas discrepâncias persistem ANTÔNIO GOIS e PEDRO SOARES (RJ) SIMON DUCROQUET (SP) Ainda que disparidades regionais continuem gritantes, o Brasil [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Para especialistas, o aumento do mínimo e o Bolsa Família ajudam a explicar a redução das disparidades na última década. De 2000 a 2010, renda média subiu 3% em cidades paulistas e 46% nas maranhenses, mas discrepâncias persistem</em></p>
<p>ANTÔNIO GOIS e PEDRO SOARES (RJ)<br />
SIMON DUCROQUET (SP) </p>
<p>Ainda que disparidades regionais continuem gritantes, o Brasil ficou menos desigual na década passada. A divulgação dos dados do Censo Demográfico do IBGE esmiúça como o movimento afetou as cidades.</p>
<p>A comparação da renda média domiciliar per capita em 2000 e 2010 mostra, por exemplo, que municípios do Nordeste tiveram os maiores ganhos na renda por pessoa, enquanto cidades paulistas lideram a lista das que menos avançaram na década.</p>
<p>Considerando apenas os municípios com mais de 100 mil habitantes -os muito pequenos são mais sujeitos a variações-, entre os 50 que mais avançaram, metade são nordestinos e um paulista (Franco da Rocha).<br />
Já na lista dos 50 que menos avançaram, 36 são de São Paulo. Corrigindo os valores de 2000 pela inflação acumulada em dez anos pelo INPC (indicador do IBGE), 12 tiveram até mesmo pequena queda no rendimento médio. Nove entre eles são paulistas.</p>
<p>É natural que municípios mais pobres tenham margem maior para avançar mais. No entanto, isso nem sempre ocorreu num país que se acostumou com a desigualdade. Nos anos 80, por exemplo, São Paulo viu a renda média de seus domicílios subir 17%, enquanto o Maranhão avançou 7%.</p>
<p>Na década passada, os domicílios paulistas registraram o menor crescimento entre todas as unidades da federação (apenas 3%), enquanto nos maranhenses a variação foi de 46%.</p>
<p>Para João Saboia, professor do Instituto de Economia da UFRJ, a &#8220;melhora substancial na distribuição regional dos rendimentos&#8221; ocorreu graças especialmente ao desenvolvimento de programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, e ao aumento do salário mínimo, que variou 70% na década, descontada a inflação.</p>
<p>Pedro Herculano de Souza, do Ipea, explica que o Bolsa Família, apesar do baixo valor da transferência (varia de R$ 32 a R$ 242), tem impacto muito grande em cidades menores e nas quais a renda familiar é muito baixa.</p>
<p>Ele lembra que a Previdência Rural, cujo benefício é vinculado ao mínimo, incide mais nessas áreas.<br />
Segundo Claudio Dedecca, da Unicamp, o aumento do mínimo repercute mais no mercado de trabalho das cidades mais pobres, pois um contingente maior tem rendimentos vinculados a ele.</p>
<p>&#8220;A década foi marcada por ampliação da política social e crescimento de qualidade, graças à maior dispersão dos investimentos sobre o território nacional, beneficiando áreas mais pobres&#8221;, resume Lena Lavinas, da UFRJ.</p>
<p>Quando se analisa o crescimento em cada município, Sonia Rocha, pesquisadora do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade, lembra que é preciso considerar, no caso de regiões metropolitanas ou aglomerados urbanos, que a renda pode ser alta em função do dinamismo de cidades vizinhas.</p>
<p>Mas esse dinamismo, segundo ela, também pode ter efeito colateral. Ao atrair mais população, reduz a renda média da cidade.</p>
<p>Artigo publicado na Folha de São Paulo</p>
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		<title>Acho que vou ali, aprender a andar de bicicleta…</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 14:28:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise Arcoverde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p><object width="454" height="288"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/P_gmRyJkWyc?version=3&amp;hl=en_US"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/P_gmRyJkWyc?version=3&amp;hl=en_US" type="application/x-shockwave-flash" width="454" height="288" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Os cretinos do CQC e suas imbecilidades sobre a amamentação</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 08:33:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amamentação]]></category>

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		<description><![CDATA[Gente, voces nao assistem essa coisa podre, nao, neh? quando sai do Brasil isso nao existia e, obviamente, nunca vi um programa deles, mas cada vez que recebo o link pra uma cena, eh de morrer de raiva. Essas pessoas sao o retrato do que existe de pior, mais conservador, mais nojento na sociedade brasileira. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><script src="http://player.sambatech.com.br/current/samba-player.js?playerWidth=460&amp;playerHeight=340&amp;ph=3db7396dce64ca63cb5e8dc2e92d1151&amp;m=2c9f94b530439b9f01304436c059006e&amp;autoStart=false"></script></p>
<p>Gente, voces nao assistem essa coisa podre, nao, neh? quando sai do Brasil isso nao existia e, obviamente, nunca vi um programa deles, mas cada vez que recebo o link pra uma cena, eh de morrer de raiva. Essas pessoas sao o retrato do que existe de pior, mais conservador, mais nojento na sociedade brasileira.  CORRAM!</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Muito bacana</title>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 18:20:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise</dc:creator>
				<category><![CDATA[GLBTS]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Não Gosto dos Meninos from Mirada on Vimeo. Curta-metragem &#8220;Não Gosto dos Meninos&#8221;, inspirado no projeto internacional &#8220;It Gets Better&#8221;.  Esse merecia estar no kit anti-homofobia.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/24369234?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" width="400" height="225" frameborder="0"></iframe>
<p><a href="http://vimeo.com/24369234">Não Gosto dos Meninos</a> from <a href="http://vimeo.com/miradaimagem">Mirada</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p>Curta-metragem &#8220;Não Gosto dos Meninos&#8221;, inspirado no projeto internacional &#8220;It Gets Better&#8221;.  Esse merecia estar no kit anti-homofobia.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Cover Girl… Falso ou “verdadeiro”?</title>
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		<comments>http://sindromedeestocolmo.com/2011/05/cover-girl-falso-ou-verdadeiro/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 28 May 2011 05:23:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanhas Publicitárias]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu tenho pouquinhos cilios e sempre sonhei com aquelas pestanas longas e cheias. Quando era pequena, ficava morrendo de inveja da Barbarella e seus olhos integalaticos. Jah comprei de tudo, mas nunca encontrei nada que fizesse muita diferenca. O mais decepcionante, aqueles aparelhinhos &#8220;enroladores de cilios&#8221;, que as modelos juram que fazem milagres. Comprei um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-9559" title="cover1" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/05/cover1.jpg" alt="" width="454" height="310" /></p>
<p>Eu tenho pouquinhos cilios e sempre sonhei com aquelas pestanas longas e cheias. Quando era pequena, ficava morrendo de inveja da Barbarella e seus olhos integalaticos. Jah comprei de tudo, mas nunca encontrei nada que fizesse muita diferenca. O mais decepcionante, aqueles aparelhinhos &#8220;enroladores de cilios&#8221;, que as modelos juram que fazem milagres. Comprei um Shu Uemura, que aqui eh vendido nas farmacias e NADA. Continuo com uns meros fiozinhos sem graca, nos olhos.</p>
<p>Pra piorar, tenho alergia a quase tudo que coloco nos olhos, entao botar cilios falsos, nem pensar, dah arrepios soh de pensar na cola perto dos olhos. Preciso me conformar com o que eu tenho.</p>
<p>Agora, inveja a parte, sempre me irritaram essas propagandas que mostram cilios obviamente falsos como se fossem resultado de camadas de rimel. Jah tentei, colocava umas 5 camadas de rimel, intercadas com poh facial. Desnecessario dizer que ficava uma sujeira, mas nada parecido com as revistas.</p>
<p>Agora, a Cover Girl levou a cara de pau a outro nivel.</p>
<p>Nessa propaganda, a empresa &#8220;denuncia&#8221; que seus concorrentes usam cilios falsos pra promover seus produtos e coloca duas fotos, perguntando, se o volume dos cilios da modelo eh &#8220;falso ou verdadeiro?&#8221;.</p>
<p>Soh que, lendo aquelas letrinhas bem miudas, embaixo da foto,  a gente fica sabendo que <strong> foram aplicados alguns cilios na modelo da direita, o &#8220;verdadeiro&#8221;, antes de usar a mascara</strong>!!! <strong>WTF!</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9560" title="cover2" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/05/cover2.jpg" alt="" width="454" height="61" /></p>
<p>Eh o cumulo da cara de pau.</p>
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		<item>
		<title>Chomsky e as 10 Estratégias de Manipulação Midiática</title>
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		<comments>http://sindromedeestocolmo.com/2011/05/chomsky-e-as-10-estrategias-de-manipulacao-midiatica/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 May 2011 12:03:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanhas Publicitárias]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Velha Midia]]></category>

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		<description><![CDATA[Muito bom. Leiam, reflitam e compartilhem, querid@s. O lingüista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia: 1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO. O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-9550 alignright" style="margin: 6px 11px;" title="manipulacao-midiatica" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/05/manipulacao-midiatica.jpg" alt="" width="247" height="299" /></p>
<p><span style="color: #008080;"><strong>Muito bom. Leiam, reflitam e compartilhem, querid@s.</strong></span></p>
<p>O lingüista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:</p>
<p><strong>1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.</strong></p>
<p>O elemento  primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste  em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças  decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do  dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações  insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável  para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais,  na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da  cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos  verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real.  Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para  pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto  ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.</p>
<p><strong>2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.</strong></p>
<p>Este método  também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma  “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que  este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por  exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana,  ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o  mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou  também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal  necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos  serviços públicos.</p>
<p><strong>3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.</strong></p>
<p>Para fazer  com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la  gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira  que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram  impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo,  privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa,  salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que  haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só  vez.</p>
<p><strong>4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.</strong></p>
<p>Outra  maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la  como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no  momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício  futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é  empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem  sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã”  e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao  público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com  resignação quando chegue o momento.</p>
<p><strong>5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.</strong></p>
<p>A maioria da  publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos,  personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à  debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um  deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador,  mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se  dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos,  então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma  resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de  uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para  guerras tranqüilas”)”.</p>
<p><strong>6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.</strong></p>
<p>Fazer uso do  aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito  na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além  do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de  acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos  e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…</p>
<p><strong>7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.</strong></p>
<p>Fazer com  que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos  utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação  dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre  possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as  classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça  impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas  para guerras tranqüilas’)”.</p>
<p><strong>8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.</strong></p>
<p>Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…</p>
<p><strong>9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.</strong></p>
<p>Fazer o  indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria  desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas  capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o  sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera  um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua  ação. E, sem ação, não há revolução!</p>
<p><strong>10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.</strong></p>
<p>No  transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm  gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas  possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à  neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um  conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como  psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo  comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na  maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder  sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.institutojoaogoulart.org.br/noticia.php?id=1861">http://www.institutojoaogoulart.org </a>Via: <a href="http://centrodeestudosambientais.wordpress.com/2010/11/14/chomsky-e-as-10-estrategias-de-manipulacao-midiatica/">ongCEA</a><br />
</strong></p>
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		<item>
		<title>Aniversário de Buda, Seul, Coreia do Sul</title>
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		<comments>http://sindromedeestocolmo.com/2011/05/aniversario-de-buda-seul-coreia-do-sul/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 May 2011 08:44:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coreia do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Buda: &#8220;The mind is everything. What you think you become.&#8221; &#8220;A mente é tudo. O que você pensa, é o que você se torna.&#8221; http://local.daum.net/map/index.jsp?map_type=TYPE_MAP&#38;map_hybrid=false&#38;q=%EC%84%9C%EC%9A%B8%20%EC%A4%91%EA%B5%AC%20%EB%AA%85%EB%8F%992%EA%B0%80%2053-6&#38;urlX=496487&#38;urlY=1128234&#38;urlLevel=3]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-9532" title="lantern3" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/05/lantern3.jpg" alt="" width="454" height="303" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9533" title="lantern1" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/05/lantern1.jpg" alt="" width="454" height="303" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9534" title="lantern" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/05/lantern.jpg" alt="" width="454" height="303" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9536" title="lantern2" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/05/lantern2.jpg" alt="" width="454" height="353" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9535" title="lantern7" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/05/lantern7.jpg" alt="" width="454" height="303" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9538" title="lantern8" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/05/lantern8.jpg" alt="" width="454" height="303" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9540" title="lantern4" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/05/lantern41.jpg" alt="" width="454" height="303" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9541" title="lantern6" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/05/lantern6.jpg" alt="" width="454" height="303" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9542" title="lantern9" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/05/lantern9.jpg" alt="" width="454" height="319" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9544" title="lantern11" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/05/lantern11.jpg" alt="" width="454" height="346" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9545" title="lantern10" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/05/lantern10.jpg" alt="" width="454" height="341" /></p>
<p><strong>Buda:</strong></p>
<p><span class="body">&#8220;The mind is everything. What you think you become.&#8221;</span></p>
<p>&#8220;A mente é tudo. O que você pensa, é o que você se torna.&#8221;</p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 3195px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">http://local.daum.net/map/index.jsp?map_type=TYPE_MAP&amp;map_hybrid=false&amp;q=%EC%84%9C%EC%9A%B8%20%EC%A4%91%EA%B5%AC%20%EB%AA%85%EB%8F%992%EA%B0%80%2053-6&amp;urlX=496487&amp;urlY=1128234&amp;urlLevel=3</div>
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		<title>Nova York no Inverno</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Mar 2011 12:21:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise Arcoverde</dc:creator>
				<category><![CDATA[NYC]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Nova York]]></category>
		<category><![CDATA[trips]]></category>

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		<description><![CDATA[Querid@s, obrigada pelas mensagens. Tá tudo bem, de volta à Coreia, Só um resfriado chatíssimo. Vou voltando aos poucos. Por  enquanto, algumas imagens da minha passagem por Nova York, recentemente.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-9502" title="tablenyc2011_3" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/03/tablenyc2011_3.jpg" alt="" width="454" height="349" /><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-9503" style="margin-top: 4px; margin-bottom: 4px;" title="tablenyc2011_2" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/03/tablenyc2011_2.jpg" alt="" width="225" height="300" /><img class="alignnone size-full wp-image-9504" style="margin: 4px;" title="tablenyc2011_" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/03/tablenyc2011_.jpg" alt="" width="225" height="300" /><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-9505" title="tablenyc2011_1" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/03/tablenyc2011_1.jpg" alt="" width="454" height="330" /><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-9506" style="margin-top: 4px; margin-bottom: 4px;" title="tablenyc2011_8" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/03/tablenyc2011_8.jpg" alt="" width="225" height="300" /><img class="alignnone size-full wp-image-9507" style="margin: 4px;" title="tablenyc2011_7" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/03/tablenyc2011_7.jpg" alt="" width="225" height="300" /><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-9508" title="tablenyc2011_6" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/03/tablenyc2011_6.jpg" alt="" width="454" height="266" /><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-9514" style="margin-top: 4px; margin-bottom: 4px;" title="tablenyc2011_5" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/03/tablenyc2011_5.jpg" alt="" width="225" height="169" /><img class="alignnone size-full wp-image-9515" style="margin: 4px;" title="tablenyc2011_4" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/03/tablenyc2011_4.jpg" alt="" width="225" height="169" /><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-9516" title="tablenyc2011_22" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/03/tablenyc2011_22.jpg" alt="" width="454" height="340" /><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-9509" style="margin-top: 4px; margin-bottom: 4px;" title="tablenyc2011_23" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/03/tablenyc2011_23.jpg" alt="" width="454" height="341" /><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-9517" title="tablenyc2011_14" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/03/tablenyc2011_14.jpg" alt="" width="454" height="340" /><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-9511" style="margin-top: 4px; margin-bottom: 4px;" title="tablenyc2011_11" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/03/tablenyc2011_11.jpg" alt="" width="225" height="341" /><img class="alignnone size-full wp-image-9512" style="margin: 4px;" title="tablenyc2011_12" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/03/tablenyc2011_12.jpg" alt="" width="225" height="341" /><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-9518" title="tablenyc2011_20" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/03/tablenyc2011_20.jpg" alt="" width="225" height="168" /><img class="alignnone size-full wp-image-9519" style="margin-left: 4px; margin-right: 4px;" title="tablenyc2011_21" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/03/tablenyc2011_21.jpg" alt="" width="225" height="168" /><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-9521" style="margin-top: 4px; margin-bottom: 4px;" title="tablenyc2011_16" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/03/tablenyc2011_16.jpg" alt="" width="454" height="239" /></p>
<p>Querid@s, obrigada pelas mensagens. Tá tudo bem, de volta à Coreia, Só um resfriado chatíssimo. Vou voltando aos poucos. Por  enquanto, algumas imagens da minha passagem por Nova York, recentemente.</p>
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		<title>Oi-eu-aqui-traveiz</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Feb 2011 01:49:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise Arcoverde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Em Olinda, me acabando no frevo, tapioca, sol, agua de coco&#8230; Desculpem o desaparecimento e obrigada a todo mundo que se preocupou comigo. Tá tudo bem. Assim que der, conto as novidades.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-9494" title="blog5" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/02/blog5.jpg" alt="" width="445" height="308" /></p>
<p>Em Olinda, me acabando no frevo, tapioca, sol, agua de coco&#8230;</p>
<p>Desculpem o desaparecimento e obrigada a todo mundo que se preocupou comigo. Tá tudo bem. Assim que der, conto as novidades.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pra gente nunca esquecer</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Jan 2011 12:21:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise Arcoverde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Na epoca das eleicoes, fui chamada de infantil, ingenua, sentimental, piegas. Se preciso ser isso tudo pra me emocionar com D. Elzita e pra reconhecer o valor dos que lutaram, morreram e foram torturados pela ditadura militar, sou isso, e muito mais.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/jF8BZV8NU3w?rel=0" frameborder="0" allowFullScreen></iframe></p>
<p>Na epoca das eleicoes, fui chamada de infantil, ingenua, sentimental, piegas.  Se preciso ser isso tudo pra me emocionar com D. Elzita e pra reconhecer o valor dos que lutaram, morreram e foram torturados pela ditadura militar, sou isso, e muito mais.</p>
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		<pubDate>Tue, 11 Jan 2011 15:10:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise</dc:creator>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-9474" title="rosalux" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/01/rosalux.jpg" alt="" width="454" height="342" /></p>
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		<item>
		<title>Por que é que Dilma é Presidenta do Brasil?</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 09:26:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Brazil]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[PT]]></category>

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		<description><![CDATA[Há alguns dias, vem circulando, nas redes sociais, um belo trecho dessa entrevista de Pilar del Rios: Há um ano que é presidente da Fundação José Saramago&#8230; Presidenta!&#8230; Presidenta? Só os ignorantes é que me chamam presidente. A palavra não existia porque não havia a função, agora que existe a função há a palavra que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-9466" title="presidenta" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/01/presidenta.jpg" alt="" width="341" height="512" /></p>
<p>Há alguns dias, vem circulando, nas redes sociais, um belo trecho dessa <a href="http://fundjosesaramago.blogspot.com/2008/07/foi-o-livro-memorial-do-convento-que.html" target="_blank">entrevista de Pilar del Rios</a>:</p>
<blockquote><p><strong>Há um ano que é presidente da Fundação José Saramago&#8230;</strong><br />
<em>Presidenta!&#8230;</em></p>
<p><strong>Presidenta?</strong><br />
<em>Só  os ignorantes é que me chamam presidente. A palavra não existia porque  não havia a função, agora que existe a função há a palavra que denomina a  função. As línguas estão aí para mostrar a realidade e não para a  esconder de acordo com a ideologia dominante, como aconteceu até agora.  Presidenta, porque sou mulher e sou presidenta.</em></p>
<p><strong>Mas a palavra não existe!</strong><br />
<em>Porque  é que entre uma mulher e um animal tem primazia o género do animal?  Porque dizem &#8220;Vêm os dois&#8221; se é uma mulher e um cão quem vem? Em vez de  dizerem que não se pode dizer presidenta, mas ministra sim, solucionem  essa injustiça e canalhice. Que os doutos académicos resolvam um  conflito que tem séculos porque não têm sensibilidade para apreciar a  questão ou nem se aperceberam. Por isso, justificam com leis gramaticais  ou simplesmente silenciam e riem-se das pretensões da mulher porque se  acham superiores. Em quê?</em></p></blockquote>
<p style="text-align: left;">Muito bom.<em><br />
</em></p>
<p>Apesar do assunto já ter saturado (e eu estar muito ocupada, pra escrever mais), me deu vontade de dar meu pitaco. <strong>Eu gosto de Presidenta</strong>. Nem vou falar em questões gramaticais, Sírio Possenti (professor do Dep. de Linguística da Unicamp) fez isso brilhantemente <a href="http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4874411-EI8425,00-Feminino.html" target="_blank">nesse artigo aqui</a> (vale muito a leitura). E não me interessa se escreveram &#8220;presidente&#8221; na Constituição. PRESIDENTA existe e tá certo.</p>
<p>Acho boba é a resistência de algumas pessoas em dizer uma palavrinha tão simples: PRESIDENTA. Dilma já disse que é como quer ser chamada. Então, né? ela é a presidenta. E não é bobagem, falta de assunto, nem é &#8220;só uma letrinha&#8221;, como sempre, a forma como se usa o idioma é uma questão totalmente política e deve ser tratada assim.</p>
<p>Nunca tive problemas em dar o nome certo aos bois. Basta dizer como quer ser chamad@ e eu incorporo ao meu vocabulário. Me cansa o discurso enfadonho dos que acham que a vida ficou &#8220;chata&#8221; depois que se passou a pesar o que é &#8220;politicamente correto&#8221;. Essa conversa é coisa de quem tem preguiça de pensar e má vontade para colocar o respeito acima dos seus mau hábitos pessoais.</p>
<p>Presidenta é bacana. É legal. É uma celebração às mulheres. Quem reclama, parece mais é que está com mimimi porque perdeu a eleição.  Já foi.</p>
<p>Relaxem e curtam o prazer de dizer bem alto: nós temos uma (ótima) PRESIDENTA da República.</p>
<p>Desde o dia 01, eu dou um sorriso, toda vez em que  penso nisso  <img src='http://sindromedeestocolmo.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Só digo que ontem foi um dos dias mais emocionantes da minha vida</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Jan 2011 12:48:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>

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		<description><![CDATA[Pena de quem perdeu a oportunidade de viver esse momento histórico, plenamente.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-9456" title="hug" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/01/hug.jpg" alt="" width="430" height="462" /></p>
<p>Pena de quem perdeu a oportunidade de viver esse momento histórico, plenamente.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Le Monde: Dilma herda conquistas de Lula com desafio de superá-lo</title>
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		<comments>http://sindromedeestocolmo.com/2011/01/le-monde-dilma-herda-conquistas-de-lula-com-desafio-de-supera-lo/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 14:52:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>

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		<description><![CDATA[Artigo no jornal francês Le Monde de hoje (via UOL): Um operário, uma mulher. Pela segunda vez, a democracia brasileira, outrora violentada, hoje vibrante, inova com felicidade. No sábado, 1º de janeiro, o ex-metalúrgico Luís Inácio Lula da Silva cederá sua poltrona a sua sucessora, Dilma Rousseff, a ex-guerrilheira que se tornou economista e tecnocrata, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-9437" title="dl" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/01/dl.jpg" alt="" width="356" height="254" /></p>
<p><strong>Artigo no jornal francês Le Monde de hoje (<a href="http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/lemonde/2010/12/31/dilma-herda-conquistas-de-lula-com-desafio-de-supera-lo.jhtm" target="_blank">via UOL</a>):</strong></p>
<p>Um operário, uma mulher. Pela segunda vez, a democracia brasileira, outrora violentada, hoje vibrante, inova com felicidade. No sábado, 1º de janeiro, o ex-metalúrgico Luís Inácio Lula da Silva cederá sua poltrona a sua sucessora, Dilma Rousseff, a ex-guerrilheira que se tornou economista e tecnocrata, eleita há dois meses a primeira mulher presidente do Brasil.</p>
<p>Dilma, como todos a chamam, chega ao cargo supremo em um contexto bem mais invejável que o de 2002. Não tem necessidade, como então, de acalmar os meios empresariais que o sindicalista barbudo ainda assustava, apesar de suas promessas tranquilizadoras. Graças ao pragmatismo de Lula, nunca desmentido em oito anos, os capitais hoje afluem à Bolsa de São Paulo, para se investir ou especular.</p>
<p>A nova presidente se beneficia da herança de seu antecessor. Uma democracia consolidada, livre da inflação, com uma riqueza multiplicada pelo aumento da cotação das matérias-primas. Crescimento, emprego, consumo, moeda: os grandes indicadores do Brasil estão com sinal verde. Principalmente com um fabuloso tesouro petrolífero que dorme ao largo de suas costas.</p>
<p>Ao realismo econômico acrescenta-se uma relativa ousadia social. Graças ao ambiente de dinamismo e a uma série de ajudas familiares, 15 milhões de brasileiros nos últimos oito anos escaparam do desemprego, integraram a economia formal e deixaram de ser pobres ou muito pobres. Eles se uniram ao crescente exército das classes médias, ávidas por possuir, consumir e viver melhor.</p>
<p>Como todo empreendimento inacabado, o de Lula inclui sua parte sombria, onde Dilma Rousseff enfrentará seus maiores desafios. A educação continua medíocre e desigual. O sistema de saúde funciona em duas velocidades. A violência e a insegurança gangrenam as metrópoles. A corrupção e o nepotismo corroem a vida pública em um país onde a política é muitas vezes vista como um simples meio de enriquecer. As infraestruturas exigem um rápido desenvolvimento para enfrentar principalmente o desafio da Copa do Mundo de Futebol em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016.</p>
<p>Lula deixa para a nova presidente um país escutado e respeitado na arena internacional. O Brasil tornou-se um ator maior, que atrai muitos elogios e já algumas críticas, por exemplo sobre sua aproximação do regime de Teerã. Nesse campo, Dilma começou a fazer ouvir sua diferença, exprimindo com força sua preocupação pelos direitos humanos, em particular os das mulheres, no Irã e em outros lugares.</p>
<p>Rousseff deve seu destino glorioso ao apoio inflexível de seu mentor, do qual ela não possui nem o carisma nem os dons de tribuno, realmente ímpares. Ela terá sem dúvida intenção de emancipar-se aos poucos dessa tutela benfazeja. Professor de otimismo, Lula inflamou o moral da nação. Essa confiança coletiva beneficia sua protegida. Mais de quatro em cada cinco brasileiros preveem que Dilma governará tão bem quanto ou melhor que o presidente mais popular da história do Brasil. Cabe a ela não os decepcionar.</p>
<p>Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves</p>
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		<title />
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		<comments>http://sindromedeestocolmo.com/2011/01/9431/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 00:48:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise</dc:creator>
				<category><![CDATA[Celebrando]]></category>

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		<description />
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-9432" title="maffalda" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2011/01/maffalda.jpg" alt="" width="460" height="155" /></p>
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		<item>
		<title>O último dia do ano</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Dec 2010 19:22:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise</dc:creator>
				<category><![CDATA[Celebrando]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[O último dia do ano não é o último dia do tempo. Outros dias virão e novas coxas e ventres te comunicarão o [ calor da vida. Beijarás bocas, rasgarás papéis, farás viagens e tantas celebrações de aniversário, formatura, promoção, glória, [ doce morte com sinfonia e coral, que o tempo ficará repleto e não [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O último dia do ano<br />
não é o último dia do tempo.<br />
Outros dias virão<br />
e novas coxas e ventres te comunicarão o<br />
[ calor da vida.<br />
Beijarás bocas, rasgarás papéis,</p>
<div>farás viagens e tantas celebrações<br />
de aniversário, formatura, promoção, glória,<br />
[ doce morte com sinfonia e coral,<br />
que o tempo ficará repleto e não ouvirás o<br />
[ clamor,<br />
os irreparáveis uivos<br />
do lobo, na solidão.<br />
O último dia do tempo<br />
não é o último dia de tudo.<br />
Fica sempre uma franja de vida<br />
onde se sentam dois homens.<br />
Um homem e seu contrário,<br />
uma mulher e seu pé,<br />
um corpo e sua memória,<br />
um olho e seu brilho,<br />
uma voz e seu eco,<br />
e quem sabe até se Deus&#8230;<br />
Recebe com simplicidade este presente do<br />
[ acaso.<br />
Mereceste viver mais um ano.<br />
Desejarias viver sempre e esgotar a borra dos<br />
[ séculos.<br />
Teu pai morreu, teu avô também.<br />
Em ti mesmo muita coisa já expirou, outras<br />
[ espreitam a morte,<br />
mas estás vivo. Ainda uma vez estás vivo,<br />
e de copo na mão<br />
esperas amanhecer.<br />
O recurso de se embriagar.<br />
O recurso da dança e do grito,<br />
o recurso da bola colorida,<br />
o recurso de Kant e da poesia,<br />
todos eles&#8230; e nenhum resolve.<br />
Surge a manhã de um novo ano.<br />
As coisas estão limpas, ordenadas.<br />
O corpo gasto renova-se em espuma.<br />
Todos os sentidos alerta funcionam.<br />
A boca está comendo vida.<br />
A boca está entupida de vida.<br />
A vida escorre da boca,<br />
lambuza as mãos, a calçada.<br />
A vida é gorda, oleosa, mortal, sub-reptícia.</p>
<p><strong><em> &#8212; Carlos Drummond de Andrade</em></strong></p>
</div>
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		<title>A violência contra a mulher não é tabu, nem estereótipo, é CRIME. O caso Triton e o resultado do CONAR.</title>
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		<comments>http://sindromedeestocolmo.com/2010/12/a-violencia-contra-a-mulher-nao-e-tabu-nem-estereotipo-e-crime-o-caso-triton-e-o-resultado-do-conar/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Dec 2010 15:13:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanhas Publicitárias]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[CONAR]]></category>
		<category><![CDATA[Triton]]></category>

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		<description><![CDATA[Resolvi fechar 2010 falando de uma &#8220;conquista&#8221; nossa, ainda que capenga e atrasada (só tive acesso ao resultado final, essa semana). Em setembro de 2009, a Triton lançou essa campanha aí acima, que chocou muito a mim e amuita gente que frequenta o blog. Afinal, o que passa pela cabeça de uma pessoa que cria [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img title="triton2" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2009/09/triton2.jpg" alt="triton2" width="400" height="266" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6071" title="triton1" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2009/09/triton1.jpg" alt="triton1" width="300" height="466" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6072" title="triton3" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2009/09/triton3.jpg" alt="triton3" width="300" height="215" /></p>
<p>Resolvi fechar 2010 falando de uma &#8220;conquista&#8221; nossa, ainda que capenga e atrasada (só tive acesso ao resultado final, essa semana).</p>
<p>Em setembro de 2009, a <a href="http://triton.com.br/verao11/" target="_blank"><strong>Triton</strong></a> lançou essa campanha aí acima, que chocou muito a mim e amuita gente que frequenta o blog. Afinal, o que passa pela cabeça de uma pessoa que cria uma peça como essa (além de falta de criatividade e plágio do que existe de pior na moda internacional)?</p>
<p>Nos mobilizamos <a href="http://sindromedeestocolmo.com/2009/09/triton_promove_violencia_contra_a_mulher_-_e_nos_o_que_vamos_fazer/" target="_blank">nesse post aqui</a>, disponibilizamos o link para contato com o <strong>CONAR</strong>, que regula &#8220;informalmente&#8221; as propagandas no Brasil. Cerca de 40 pessoas reclamaram e &#8211; em maio de 2010 &#8211; <strong>a instituição</strong> <strong>decidiu &#8220;<em>pela alteração das imagens, ressaltando que devem  ser retiradas   todas as cenas que reflitam desrespeito, preconceito e violência  contra   a mulher&#8221;</em></strong>.</p>
<p>Vejam o resumo do caso, como publicado no site da <a href="http://www.conar.org.br" target="_blank">CONAR</a>:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em><strong>“Coleção Triton”</strong></em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Representação nº  236/09<br />
</em> <em>Autor: Conar, a partir de queixa de consumidor<br />
</em> <em>Anunciante: Triton<br />
</em> <em>Relatora: conselheira Cláudia Wagner<br />
</em> <em>Sexta Câmara<br />
</em> <em>Decisão: Alteração<br />
</em> <em>Fundamento: Artigos 1º, 2º, 6º, 14, 17, 19, 20, 21,  22, 26 e 50, letra “b” do Código</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Cerca de 40 consumidores, de  diversos Estados  brasileiros, reclamaram ao Conar da campanha da Triton  veiculada na  internet para divulgar a nova coleção da marca. O ponto  fundamental das  queixas é que os anúncios fazem apologia à violência contra a  mulher,  principalmente em relação às imagens apresentadas.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>A empresa contestou as  denúncias, justificando  tratar-se de uma campanha de visão artística e sem  qualquer tipo de  apologia à violência contra a mulher. Justifica ainda que a  tendência  mundial de provocar o público com imagens que brincam com tabus e  estereótipos  ganha as páginas das revistas de moda mais conceituadas do  mundo, obtendo  resultados razoáveis.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Para a relatora, os  consumidores reclamantes têm  razão. Ela observa, em seu parecer, que a referida  publicidade retrata  cenas desprezíveis do ponto de vista ético e moral, entre  elas, a  imagem que mostra um homem segurando um machado enquanto uma mulher   parece acariciá-lo, e a cena que exibe um rapaz demonstrando sua força  bruta  sobre a mulher enquanto expressa seu domínio sexual.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>A manifestação da relatora,  acatada por unanimidade,  foi pela alteração das imagens, ressaltando que devem  ser retiradas  todas as cenas que reflitam desrespeito, preconceito e violência  contra  a mulher.</em></p>
<p>É muito bom que a conselheira Cláudia Wagner tenha reconhecido que uma campanha como essa da <strong>Triton </strong>reflete &#8220;<em>desrespeito, preconceito e violência  contra  a mulher&#8221;</em> e a parabenizamos pela sua decisão.</p>
<p>Mas, fiquei irritada com a postura da empresa. Poderia ter reconhecido seu erro, imediatamente, ao receber tantas reclamações (que foram enviadas também ao site da <strong>Triton</strong>) e retirado a campanha do ar, sem tentar justificar o injustificável. Ao invés disso, alegou ao CONAR (como mostra o relatório acima), que era:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>&#8220;uma campanha de visão artística e sem  qualquer tipo de  apologia à  violência contra a mulher. Justifica ainda que a  tendência  mundial de  provocar o público com imagens que brincam com tabus e  estereótipos   ganha as páginas das revistas de moda mais conceituadas do  mundo,  obtendo  resultados razoáveis.&#8221;</em></p>
<p>Vender roupas às custas da exploração da imagem da  mulher sendo morta, violentada ou agredida, não tem nada de artístico ou provocador,  como querem que pareça, é somente misógino e sem imaginação.</p>
<p>Sim, a <strong>Triton</strong> macaqueou uma &#8220;tendência&#8221;, imbecil, anti-ética e que, de moderna, não tem nada.  Não é novidade a imagem da violência contra a mulher em campanhas da indústria da moda. Esses são alguns exemplos, sobre os quais já falamos muito aqui  no blog:</p>
<p><img title="stiletto2" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2010/08/stiletto21.jpg" alt="" width="349" height="489" /><br />
<em></em></p>
<p><a href="http://www.duncanquinn.com" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-4167" style="border: 0pt none;" title="duncanquinn" src="http://sindromedeestocolmo.com/wp-content/uploads/2008/07/duncanquinn.jpg" alt="" width="280" height="358" /></a></p>
<p><img src="http://www.sindromedeestocolmo.com/fotos/jimmy_choo.jpg" alt="jimmy_choo.jpg" width="309" height="417" /></p>
<p><img src="http://www.sindromedeestocolmo.com/fotos/vogue_vanity4.jpg" alt="vogue_vanity4.jpg" width="300" height="217" /></p>
<p><img src="http://www.sindromedeestocolmo.com/fotos/vogue_vanity1.jpg" alt="vogue_vanity1.jpg" width="300" height="218" /></p>
<p>Não é porque a <strong>Vogue</strong> publica um editorial como esse &#8220;<em>obtendo  resultados razoáveis&#8221; (<em>me pergunto quais e razoáveis para quem!</em>), </em>que vamos ser forçados a engolir essa mesma estupidez no Brasil.</p>
<p><strong>Ao contrário do que pensa a</strong> <strong>Triton</strong> <strong>(e, provavelmente, a Vogue)</strong>,  <strong><strong>a</strong> violência contra a mulher não é &#8220;tabu&#8221;, nem &#8220;estereótipo&#8221;, é CRIME.</strong></p>
<p>No mês passado, a UNESCO declarou que a violência contra a mulher está tomando dimensões epidêmicas, &#8220;uma em cada três mulheres no mundo foi objeto de violência física,  manteve relações sexuais forçadas ou foi vítima de maus tratos em sua  vida&#8221;.</p>
<p>No Brasil, mais de 2 milhões de mulheres são espancadas por ano, ou seja uma cada 15 segundos. A referência à violência contra a mulher, em outdoors, sites e revistas, para vender produtos não pode, jamais, ser considerada &#8220;brincadeira&#8221; ou &#8220;provocação&#8221;, como quis a <strong>Triton</strong>.</p>
<p>Repito, que bom que o <strong>CONAR</strong> reconheceu que estávamos cert@s de reclamar. Mas, francamente, <strong>de que adianta a proibição da propaganda</strong><strong> oito meses depois?</strong> àquela altura, a empresa já tinha veiculado as imagens à vontade, pelo  tempo que planejava, e deu sua contribuiçãozinha pra a glamourização da  mulher sendo assassinada (primeira foto), agredida e violentada.</p>
<p>Vamos continuar cobrando do <strong>Conar </strong>uma  posição, a cada vez que nos deparamos com uma propaganda racista ou  misógina, como foi o caso acima, vimos que é um caminho viável. Mas é necessário que esses processos sejam  agilizados, senão, a credibilidade da instituição também fica  seriamente abalada.</p>
<p><strong>Da minha parte, farei sempre boicote à Triton</strong>.  Tem tantas opções, pra quê escolher uma que explora irresponsávelmente e não leva a sério algo tão importante para as mulheres brasileiras?</p>
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