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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-785132171068070380</atom:id><lastBuildDate>Sat, 05 Nov 2011 17:48:05 +0000</lastBuildDate><category>acai</category><title>100% Amazonia</title><description>Bringing the Amazon to your door!</description><link>http://100amazonia.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (100% Amazonia)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>30</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/100Amazonia" /><feedburner:info uri="100amazonia" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:browserFriendly></feedburner:browserFriendly><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-785132171068070380.post-8869772955657258566</guid><pubDate>Mon, 02 May 2011 20:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-02T17:24:59.717-03:00</atom:updated><title>ÓLEOS AMAZÔNICOS - O ÓLEO DE AÇAÍ</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-08bPOGLkmwI/Tb8RgEM2VpI/AAAAAAAAAG8/51xwPXvN0gE/s1600/A%25C3%2587AI+OIL.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-08bPOGLkmwI/Tb8RgEM2VpI/AAAAAAAAAG8/51xwPXvN0gE/s320/A%25C3%2587AI+OIL.jpg" width="164" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;&lt;strong&gt;DADOS FÍSICO-QUÍMICOS E COMPOSIÇÃO GRAXA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;O óleo de açaí apresenta-se como um novo ativo cosmético, originário da Floresta Amazônica, que oferece inúmeros benefícios para a manutenção do equilíbrio cutâneo. Sua estrutura é principalmente composta por antocianinas, fitoesteróides, ácidos graxos essenciais (EFAs). O perfil em ácidos graxos do óleo de açaí o qualifica como um óleo comestível especial, principalmente pela presença do ácido linoléico (Omega 6) e ácido Oléico ( Omega 9 ), além de apresentar, predominantemente em sua composição, ácidos graxos monoinsaturados (de até 61%) e ácidos graxos poliinsaturados (de até 10,6%), ambos recomendados para prevenção de doenças cardiovasculares.&lt;/div&gt;&lt;div style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;Dentre os fitoesteróides presentes no óleo e açaí destacam-se o Beta-Sitosferol, o Stigmasterol e o Campesterol, sendo muito utilizados pela indústria cosmética, como preventivos do envelhecimento cutâneo, por promover o metabolismo celular e reduzir processos inflamatórios.&lt;br /&gt;
Não é por acaso que a cor do Açaí é semelhante à do vinho tinto. Responsável pela cor são as antocianinas, uma substância antioxidante, que ajuda no combate ao colesterol e aos radicais livres. Porém o açaí tem até 33 vezes mais antocianina que a uva.&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;&lt;strong&gt;UTILIZAÇÃO POPULAR&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;O fruto do açaí é utilizado para o preparo da bebida regional, o vinho de açaí, em referencia à cor vermelha roxa do vinho tinto de uva, e constitui um alimento que é consumido em grandes quantidades em toda a Amazônia. Estima-se que o consumo diário chega até 180 mil litros apenas em Belém. Devido ao seu alto valor nutritivo (teor calórico) o “vinho-do-açaí” faz parte da dieta da população, destacando-o como um alimento essencialmente energético, com um valor calórico superior ao do leite e um teor duplo de lipídios.&lt;/div&gt;&lt;div style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;O açaí como alimento propicia as seguintes vantagens para o corpo humano (valores por 100 g de polpa):&lt;br /&gt;
– Lipídios totais (48 g) e Potássio (932 mg) para produção de energia essencial;&lt;br /&gt;
- Proteínas para o desenvolvimento dos músculos (13.00 g);&lt;br /&gt;
- Fibras para a atividade das funções intestinais (3,15 g);&lt;br /&gt;
- Antocianinas para o controle do colesterol, responsável pela cor roxa do açaí (926 mg);&lt;br /&gt;
- Ferro para a oxigenação das células do sangue (2,6 mg);&lt;br /&gt;
- Vitamina E (α-Tocoferol 45 mg), antioxidante para a prevenção do câncer;&lt;br /&gt;
- Cálcio para o fortalecimento dos ossos, prevenindo contra a osteoporose (386 mg);&lt;br /&gt;
- Vitamina B1 para a maleabilidade do esqueleto e sua manutenção (0,25 mg).&lt;/div&gt;&lt;div style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;&lt;strong&gt;ECOLOGIA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;O açaí, Euterpe oleracea C. Martius, se encontra em toda a bacia Amazônica sendo particularmente abundante na sua parte oriental. É uma das palmeiras mais típicas do Pará, dominando a paisagem onde aparece, às vezes em formações quase puras, preferindo áreas alagadas e terras úmidas com alta regeneração natural. Existem duas principais variedades, a E. oleracea, que ocorre com maior freqüência no estuário do rio Amazonas, e a precatória, comum nas matas da Amazônia Ocidental (Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima). A E. oleraceae apresenta abundante perfilhação que sem manejo pode chegar até 20 estirpes, formando o que chama-se “touceira”. Esse fato a torna indiscutivelmente uma espécie ideal para a exploração racional e permanente do palmito e dos frutos. Deste modo, a remoção do palmito pode ser feita apenas de algumas estirpes selecionadas, ano após ano, sem matar aquele individuo que perfilharia novamente. Essa retirada de estirpes mais antigos corresponde a um manejo bem adequado à essa palmeira. Por outro lado, a variedade E. precatória cresce isolada sem formar perfilhações/touceiras, o que inibe a exploração concomitante do palmito e fruto.&lt;/div&gt;&lt;div style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;Em plantios racionais manejados, tanto em açaizais nativos da várzea como da terra firme, recomenda-se 400 touceiras por hectare com um espaçamento de 5 x 5 m entre elas. Estimando-se uma produção de 50 kg de frutos por touceira com 4 estirpes produzindo, é possível uma produção de 20 toneladas de frutos por hectare. Na várzea a produção é de até 30% a mais do que na terra firme. O óleo do açaí é extraído com um rendimento muito limitado, de apenas 1%, o que corresponde a 200 litros por hectare.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/785132171068070380-8869772955657258566?l=100amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://100amazonia.blogspot.com/2011/05/oleos-amazonicos-o-oleo-de-acai.html</link><author>noreply@blogger.com (100% Amazonia)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-08bPOGLkmwI/Tb8RgEM2VpI/AAAAAAAAAG8/51xwPXvN0gE/s72-c/A%25C3%2587AI+OIL.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-785132171068070380.post-8053022164359906404</guid><pubDate>Mon, 25 Apr 2011 20:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-25T17:41:13.309-03:00</atom:updated><title>ÓLEOS AMAZÔNICOS - A MANTEIGA DE CUPUAÇU</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-0-kw3m3YWSs/TbXb-qepIAI/AAAAAAAAAG4/iSi7yTdT03c/s1600/CUPUA%25C3%2587U+BUTTER.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-0-kw3m3YWSs/TbXb-qepIAI/AAAAAAAAAG4/iSi7yTdT03c/s1600/CUPUA%25C3%2587U+BUTTER.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;&lt;strong&gt;CARACTERÍSTICAS FÍSICO-QUÍMICAS E COMPOSIÇÃO DE GRAXAS&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;O óleo extraído das sementes do cupuaçu oferece propriedades fantásticas para a indústria cosmética. A manteiga de cupuaçu é um triglicerídio que apresenta uma composição equilibrada de ácidos graxos saturados e insaturados, o que confere ao produto um baixo ponto de fusão (aproximadamente 30°C) e aspecto de um sólido macio que se funde rapidamente ao entrar em contato com a pele. A manteiga de cupuaçu possui alto poder de absorção de água, aproximadamente 240% superior a da Lanolina, atuando como um substituto vegetal da mesma. Ela contém fitoesteróis (especialmente beta-sitosterol) que atuam a nível celular regulando o equilíbrio hídrico e a atividade dos lipídeos da camada superficial da pele. O alto poder de absorção da água da Manteiga de Cupuaçu pode ser atribuído às pontes de hidrogênio formadas entre as moléculas de água e os fitoesteróis. Os fitoesteróis tem sido utilizados no tratamento de dermatites e afecções por estimular o processo de cicatrização.&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;&lt;strong&gt;UTILIZAÇÃO POPULAR&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;Popularmente, do cupuaçu utiliza-se apenas a sua polpa para consumo, tanto na forma de sucos, sorvetes, cremes e doces. A remoção da polpa é uma operação trabalhosa e efetuada através de tesoura. Em algumas localidades as sementes são fermentadas, secas ao sol, torradas e trituradas no pilão e utilizadas como chocolate comum, também chamado de cupulate. Em geral, as sementes que representam um subproduto do processamento da polpa, são subutilizadas e dispensadas. Com o interesse crescente da indústria farmacêutica para obter a manteiga do cupuaçu, as indústrias e cooperativas de polpa de frutas começam a separar e beneficiar as sementes em maior quantidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;&lt;strong&gt;ECOLOGIA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;O cupuaçuzeiro é uma planta nativa da região Amazônica. É uma pequena árvore de 4 – 8 m (quando cultivado) ou de até 18 m de altura (nos indivíduos silvestres, na mata alta) e pertence à mesma família e gênero do cacau. A fruta é grande, em forma de cilindro com extremidades arredondadas, podendo atingir 30 cm de comprimento com média de 1,2 kg de peso. Na maturação, os frutos caem sem o pedúnculo, quando começam liberar o cheiro característico, o que indica a perfeita maturação dos mesmos. O fruto contém uma polpa suculenta e cremosa de sabor característico aderida à 20 a 30 sementes ovaladas grandes. A manteiga do cupuaçu, semelhante a “manteiga” do cacau, porém com qualidade superior, é extraída das sementes que contem aproximadamente 45 % de óleo.&lt;/div&gt;&lt;div style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;A produção em plantios comerciais inicia-se a partir do 3º ano e alcança em média 12 frutos por árvore. Recomenda-se o plantio de 180 plantas por hectare, que pode chegar a uma produtividade média de 2.148 frutos, que corresponde 990 kg de polpa e 443 kg de sementes (em média o fruto tem 38,4 % de polpa, 17,2 % de sementes e 44,4 % de casca). Em geral, com 1.000 kg de sementes frescas, se produz 135 kg de manteiga de cupuaçu.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/785132171068070380-8053022164359906404?l=100amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://100amazonia.blogspot.com/2011/04/oleos-amazonicos-manteiga-de-cupuacu.html</link><author>noreply@blogger.com (100% Amazonia)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-0-kw3m3YWSs/TbXb-qepIAI/AAAAAAAAAG4/iSi7yTdT03c/s72-c/CUPUA%25C3%2587U+BUTTER.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-785132171068070380.post-2843350690718915937</guid><pubDate>Wed, 20 Apr 2011 21:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-20T18:18:26.335-03:00</atom:updated><title>VÍDEO VIDA NA FLORESTA III</title><description>O vídeo vida na floresta III, mostra como surgiram os SAF's (Sistemas Agro-Florestais), dando como exemplo um que tem como seu responsável o extrativista Edimar Paulino, que da um depoimento lindo, exarcebando a floresta e como, junto a sua&amp;nbsp;família, cuida de sua&amp;nbsp;sobrevivência&amp;nbsp;sem prejudicar a natureza.&lt;br /&gt;
O vídeo mostra também o depoimento da extrativista Aline Leonardo, e é emocionate como ela sabe a importância do desenvolvimento sustentável na Amazônia, e que isso contribuirá positivamente para o crescimento do seu filho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object style="height: 390px; width: 640px;"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/7WMAgVJodGY?version=3"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/7WMAgVJodGY?version=3" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="640" height="390"&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/785132171068070380-2843350690718915937?l=100amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://100amazonia.blogspot.com/2011/04/video-vida-na-floresta-iii.html</link><author>noreply@blogger.com (100% Amazonia)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-785132171068070380.post-8622113901574236595</guid><pubDate>Tue, 19 Apr 2011 20:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-19T17:56:24.089-03:00</atom:updated><title>VÍDEO VIDA NA FLORESTA II</title><description>O vídeo vida na floresta parte II, mostra depoimentos de antigos seringueiros do acre que quando observaram que a extração do latéx não era mais rentável procuraram por outros meios de sobrevivência, partindo assim, para o extrativismo de insumos não madereiros da floresta, visto que estes trabalhadores sempre tiveram a&amp;nbsp;consciência&amp;nbsp;de que se desmatassem a floresta não teriam onde morar nem de onde tirar o seu sustento e o das suas famílias.&lt;br /&gt;
É realmente emocionante ver o amor que estes homens têm pela floresta amazônica e os planos que os mesmos fazem para suas vidas, sempre ressaltando a preservação desta tão rica biodiversidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object style="height: 390px; width: 640px;"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/s4ERhcW0yTo?version=3"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/s4ERhcW0yTo?version=3" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="640" height="390"&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/785132171068070380-8622113901574236595?l=100amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://100amazonia.blogspot.com/2011/04/video-vida-na-floresta-ii.html</link><author>noreply@blogger.com (100% Amazonia)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-785132171068070380.post-7811410007513415487</guid><pubDate>Thu, 14 Apr 2011 18:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-14T15:33:20.994-03:00</atom:updated><title>VÍDEO VIDA NA FLORESTA I</title><description>O vídeo Vida na Floresta parte I, mostra uma parte da&amp;nbsp;história&amp;nbsp;de um importante movimento no estado do Acre, quando os trabalhadores seringueiros se organizaram para impedir o avanço do desmatamento ocasionado pelo aumento da prática de pecuária.&lt;br /&gt;
Estes extrativistas usavam os "empates" como estratégia pacífica para&amp;nbsp;convencerem&amp;nbsp;os peões da não derrubada das árvores da floresta. O vídeo conta com o depoimento emocionante de Raimundo Barros, um dos líderes do movimento que junto ao seu primo Chico Mendes e outros habitantes locais, lutaram em favor da Preservação da Floresta Amazônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object style="height: 390px; width: 640px;"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3ASBsU-1rZI?version=3"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/3ASBsU-1rZI?version=3" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="640" height="390"&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/785132171068070380-7811410007513415487?l=100amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://100amazonia.blogspot.com/2011/04/video-vida-na-floresta-i.html</link><author>noreply@blogger.com (100% Amazonia)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-785132171068070380.post-6079711216478838499</guid><pubDate>Thu, 07 Apr 2011 21:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-07T18:37:34.102-03:00</atom:updated><title>VÍDEO PALESTRA SOBRE A RELAÇÃO DA AMAZÔNIA COM A ÁGUA</title><description>Interessantíssimo vídeo que mostra o cientista Antônio Donato Nobre dando uma palestra sobre água, e como a Amazônia tem um papel importantíssimo quando se fala a respeito da produção deste elemento vital para os seres vivos. Entre algumas curiosidades, o cientista explica que graças a esta biodiversidade tão rica que é a Amazônia, suas árvores evitam de tempestades até a formação de desertos no sul da Améria Latina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object style="height: 390px; width: 640px;"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/HYcY5erxTYs?version=3"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/HYcY5erxTYs?version=3" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="640" height="390"&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/785132171068070380-6079711216478838499?l=100amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://100amazonia.blogspot.com/2011/04/video-palestra-sobre-relacao-da.html</link><author>noreply@blogger.com (100% Amazonia)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-785132171068070380.post-8689995236711259793</guid><pubDate>Mon, 04 Apr 2011 19:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-04T16:16:55.620-03:00</atom:updated><title>ÓLEOS AMAZÔNICOS - O ÓLEO DE BURITI</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-K_UQIsI2f2c/TZoXPZK1bYI/AAAAAAAAAG0/B6BSRDH69Fo/s1600/BURITI+OIL.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-K_UQIsI2f2c/TZoXPZK1bYI/AAAAAAAAAG0/B6BSRDH69Fo/s320/BURITI+OIL.jpg" width="164" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;&lt;strong&gt;DADOS FÍSICO-QUÍMICOS E COMPOSIÇÃO GRAXA&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;O óleo de buriti é muito rico em ácido oléico (72,5%), um tipo de ácido graxo mono insaturado muito presente no azeite de oliva, que é associado a uma menor incidência de doenças coronarianas. Além disso, é considerado a fonte natural mais rica em betacaroteno (30 mg/100 gr de polpa), superando a cenoura em 5 vezes (6,6 mg/100 gr de polpa). No óleo de buriti a concentração é bem maior e alcance 118 miligramas/100 gr de óleo. O betacaroteno é um dos mais poderosos antioxidantes, conhecido por sua grande capacidade de renovação celular, funciona como um excelente esfoliante natural. Devido a sua capacidade de absorver radiações na faixa de luz visível e ultra-violeta. O óleo de buriti se torna para indústria cosmética, um eficiente filtro solar que diminui o ressecamento da pele. Em formulações anti-aging (rejuvenecedouras) aumenta a elasticidade da pele.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; font-family: arial, verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;UTILIZAÇÃO POPULAR&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;O buriti é uma palmeira com uso múltiplo. As folhas novas e os pecíolos (“braços”) são utilizados freqüentemente no artesanato, na confecção de cestarias, a polpa é transformada em suco chamado “vinho” e doce, que constituem alimentos bastante apreciados na região Amazônica. O óleo do buriti, que é comestível, é usado em frituras, e aplicado contra queimaduras (do sol) na pele, provocando alívio imediato e auxiliando na cicatrização. Devido ao seu poderoso efeito desintoxicante e antialérgico os caboclos tratam picadas de cobra e escorpião com a aplicação do óleo na ferida bem como na ingestão de meia colher. No tratamento de processos asmáticos é ingerida uma colher diariamente, ocasionando a diminuição da tosse e alivio na respiração.&lt;br /&gt;
Atualmente a polpa de buriti é comercializada nas feiras dos interiores dos municípios para fabricação de “vinho” que substitui o açaí na época do inverno amazônico, de janeiro a junho, quando na entressafra do açaí. Existem empresas que comercializam a polpa in natura para extração de óleos, e outras devido a polpa ser muito perecível preferem a polpa seca, que é denominada de farinha de buriti.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;ECOLOGIA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;O buriti pertence a família das palmáceas, (Mauritia vinifera e M. flexuosa) predomina numa extensa área que estende-se praticamente por todo o Brasil central e o sul da planície amazônica. Espécie de porte elegante, seu caule pode alcançar até 35 m de altura. Folhas grandes, formam uma copa arredondada. Flores de coloração amarelada, surgem de dezembro a abril. Seus frutos em forma elipsóide, castanho-avermelhado, possuem uma superfície revestida por escamas brilhantes. A polpa amarela cobre uma semente oval dura com amêndoa comestível. Frutifica de dezembro a junho. O buriti vive isoladamente ou em comunidades, que exigem abundante suprimento de água no solo. Por esta razão, terrenos de várzea e brejos, de solo fofo e úmido, onde se destacam, é indício seguro de que por ali existe um curso d'água. A dispersão das sementes é feita pelas águas que carregam e espalham as sementes da palmeira buriti. A palmeira é uma espécie dióica, que origina plantas masculinas ou femininas. Apenas aquelas com flores femininas produzem.&lt;br /&gt;
Em um hectare de área pode se encontrar em média 60 buritizeiros femininos e 80 buritizeiros masculinos. Um buritizeiro adulto produz em 200 kg de frutos, que podem ser transformados em 30 kg de farinha, da qual posteriormente podem ser extraídos de 5 a 6 litros de óleo (22% de óleo na farinha). Considerando uma média de 60 buritizeiros produzindo por hectare, pode-se estimar a obtenção de 300 a 360 litros de óleo. O ciclo produtivo se do buritizeiro ocorre a cada dois anos, porém existem comunidades produtoras que manejam seus buritizais, retiram cachos secos e pequenos, limpam os arredores de outros competidores naturais e desta forma tem um ano de pouca produtividade e outro de alta produtividade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/785132171068070380-8689995236711259793?l=100amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://100amazonia.blogspot.com/2011/04/oleos-amazonicos-o-oleo-de-buriti.html</link><author>noreply@blogger.com (100% Amazonia)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-K_UQIsI2f2c/TZoXPZK1bYI/AAAAAAAAAG0/B6BSRDH69Fo/s72-c/BURITI+OIL.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-785132171068070380.post-7182247145053135145</guid><pubDate>Wed, 30 Mar 2011 21:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-31T13:36:06.112-03:00</atom:updated><title>VÍDEO REEF - AJUDANDO AO DESENVOLVIMENTO DE COMUNIDADES CARENTES NA AMAZÔNIA</title><description>Este vídeo mostra a história de um projeto da&amp;nbsp;multi nacional&amp;nbsp;Reef, empresa de &lt;i&gt;sufwear &lt;/i&gt;que preza pela sustentabilidade sócio ambiental do planeta.&amp;nbsp;Tal projeto denominado de &lt;i&gt;"We heart collection"&lt;/i&gt; visa promover produtos a partir de insumos de comércio justo, assim ajudando várias comunidades carentes ao redor de todo o mundo, acreditando que podemos fazer da Terra um lugar melhor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltando seus olhos à Amazônia, a biodiversidade mais rica do planeta, a Reef idealizou uma linha de confecções de sandálias que utiliza como base sementes de Açaí,&amp;nbsp;que tem uma cadeia de produção sustentável &amp;nbsp;- ( Veja em nosso post -&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'Lucida Grande', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 16px;"&gt;&lt;a class="tweet-url web" href="http://bit.ly/eGdPh3" rel="nofollow" style="color: #038543; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;http://bit.ly/eGdPh3&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: 'Lucida Grande', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 16px;"&gt;)&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para tornar tal sonho realidade, a Reef precisava encontrar uma organização que trabalhasse com comércio justo no mercado do açaí, foi então que chegou a um parceiro da 100% Amazonia, a Açaí Roots, uma empresa formada por três garotos cariocas apaixonados pela Floresta Amazônica, que tem&amp;nbsp;como visão a prática do comércio justo, ajudando ao desenvolvimento de comunidades desta região que admiram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os garotos da Açaí Roots,&amp;nbsp;através da 100% Amazônia,&amp;nbsp;trabalham acima de tudo pelo desenvolvimento dos povos da floresta, promovendo a qualidade de vida e a felicidade desta população local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós ficamos muito felizes em ser parceiros de uma Empresa como a Açaí Roots que promove ações ajudando a populações carentes, como famílias que vivem em favelas de Salvador-BA, através do projeto Ritmos da Esperança, projeto este que foi contemplado com 100% das vendas das sementes utilizadas no projeto da Reef.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object style="height: 390px; width: 640px;"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/CqdActWLbc0?version=3"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/CqdActWLbc0?version=3" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="640" height="390"&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/785132171068070380-7182247145053135145?l=100amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://100amazonia.blogspot.com/2011/03/video-reef-ajudando-ao-desenvolvimento.html</link><author>noreply@blogger.com (100% Amazonia)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-785132171068070380.post-7161923127283050099</guid><pubDate>Wed, 23 Mar 2011 18:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-23T15:17:53.688-03:00</atom:updated><title>ÓLEOS AMAZÔNICOS - O ÓLEO DE ANDIROBA</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-xJocC-1b-1c/TYo4oF7kp6I/AAAAAAAAAGw/GaeMM07ZTAw/s1600/ANDIROBA+OIL.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://lh3.googleusercontent.com/-xJocC-1b-1c/TYo4oF7kp6I/AAAAAAAAAGw/GaeMM07ZTAw/s320/ANDIROBA+OIL.jpg" width="164" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 1; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 1; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;b&gt;Óleo de Andiroba&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 11.25pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Também conhecido como bálsamo de andiroba, o óleo de andiroba é obtido das sementes da Andiroba -&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Carapa guianensis&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;,&amp;nbsp;árvore de grande porte conhecida como rainha da floresta (pode chegar a 30 metros de altura)&amp;nbsp;encontrada desde o Paraguai até a América Central, ocorrendo principalmente em áreas úmidas da região amazônica&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 11.25pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;b&gt;Uso tradicional&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 11.25pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;O uso do óleo de andiroba remete aos índios brasileiros, como os Mundurukus que usavam o óleo na mumificação da cabeça de inimigos ou os Wayãpi e Palikur que,a ssim como outras etnias, usavam na remoção de carrapatos e piolhos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 11.25pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 11.25pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Da Andiroba urtiliza-se a casca e as folhas para o preparo de chá&amp;nbsp;&amp;nbsp;com poderosa ação diurética que limpa rins e bexiga,&amp;nbsp;contra febre e também como vermífugo.Em contato com os primeiros colonizadores os índios indicaram as diversas possibilidades de aplicações presentes ainda hoje nos estados da região Norte como combustível de iluminação, base para sabão caseiro, antiinflamatório, repelente de insetos, proteção de madeira contra cupim e muitas outras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 11.25pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Caboclos amazônicos fazem sabão medicinal com óleo de andiroba bruto, cinza e resíduos da casca de cacau e utilizam no tratamento de&amp;nbsp;picadas de animais venenosos como cobras, escorpiões, abelhas e aranhas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 11.25pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Usos não ligados a fins medicinais são como combustível para iluminação em áreas rurais e na fabricação de velas repelentes de insetos, cuja queima não produz fumaça tóxica ou fuligem, não tem cheiro e afasta mosquitos hematófagos, como por exemplo os gêneros&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Culex&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Aedes Anopheles&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;piuns&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;e borrachudos (resultado de pesquisas realizadas na Fiocruz).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 11.25pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;b&gt;Extração Ecológica&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 11.25pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 11.25pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-outline-level: 4; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;A andiroba floresce uma vez por ano, entre os meses de agosto e outubro, logo, não existe disponibilidade contínua de sementes.&amp;nbsp;O método de extração não afeta a árvore e é totalmente sustentável: é feita a coleta primitiva onde as sementes que caem das árvores e ficam boiando nos rios e igarapés são recolhidas, fervidas e armazenadas até a casca apodrecer;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 11.25pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-outline-level: 4; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Uma vez com as cascas podres, as sementes de andiroba são prensadas para extração do óleo. Cada árvore produz em média 200 quilos de sementes por ano, enquanto 6 quilos de sementes rendem 1 litro de óleo de andiroba, ou seja 33,3Lt de óleo anuais por árvore adulta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;b&gt;Fitoquímica&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 11.25pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;A extração do óleo de Andiroba feita a partir da compressão das sementes cozidas possui &amp;nbsp;rendimento de 1/6 do peso original.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 11.25pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;O óleo de andiroba tem uma composição média de:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 11.25pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;- ácido mirístico – 18%;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 11.25pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;- ácido palmítico – 9 a 12%;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 11.25pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;- ácido oleico – 56 a 59%;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 11.25pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;- ácido linoleico – 7,5 a 9,5% .&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 11.25pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;b&gt;Na Massoterapia&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 11.25pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Se você é amante de uma boa massagem, provavelmente já ouviu falar do óleo de andiroba.. o&amp;nbsp;uso do óleo em massagem deve-se a sua ação&amp;nbsp;antiinflamatória e cicatrizante, uma vez que a&amp;nbsp;ação do fitoativos presentes no óleo são potencializadas quando ele é aplicado junto com movimentos de massagem.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 11.25pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Assim, &amp;nbsp;além de ser relaxante, a massagem feita com óleo de andiroba apresenta como vantagens o alívio de dores (coluna, muscular e outras) e inflamações corporais localizadas.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;b&gt;Como fitocosmético&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-line-height-alt: 11.25pt; mso-outline-level: 4; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 11.25pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;Em formulaçõs de &amp;nbsp;fitocosméticos o óleo de andiroba é usado na concentração de&amp;nbsp;2 a 5%&amp;nbsp;em produtos de massoterapia, óleos corporais, cremes, hidratantes, xampus, condicionadores, loções e géis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 11.25pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;O uso do&amp;nbsp;óleo de Andiroba em&amp;nbsp;produtos para tratamento de cabelo, deve-se ao fato de deixar o cabelo sedoso e brilhoso.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/785132171068070380-7161923127283050099?l=100amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://100amazonia.blogspot.com/2011/03/oleos-amazonicos-o-oleo-de-andiroba_23.html</link><author>noreply@blogger.com (100% Amazonia)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh3.googleusercontent.com/-xJocC-1b-1c/TYo4oF7kp6I/AAAAAAAAAGw/GaeMM07ZTAw/s72-c/ANDIROBA+OIL.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-785132171068070380.post-2018818356284497896</guid><pubDate>Wed, 16 Mar 2011 19:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-16T16:09:53.178-03:00</atom:updated><title>Veja como o ciclo do Acai acontece / See how the cycle happens Acai</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-6ca46c7441eb366b" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/785132171068070380-2018818356284497896?l=100amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://100amazonia.blogspot.com/2011/03/veja-como-o-ciclo-do-acai-acontece-see.html</link><author>noreply@blogger.com (100% Amazonia)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-785132171068070380.post-1997777781494412520</guid><pubDate>Fri, 04 Mar 2011 19:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-04T16:21:13.794-03:00</atom:updated><title>UCUÚBA - FONTE DE BELEZA E SAÚDE PARA PELE</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Tnlz9tgTHew/TXE7SZLapuI/AAAAAAAAAGg/1A2Srda030A/s1600/ucu%25C3%25BAba-virola-sebifera.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="146" width="196" src="http://3.bp.blogspot.com/-Tnlz9tgTHew/TXE7SZLapuI/AAAAAAAAAGg/1A2Srda030A/s320/ucu%25C3%25BAba-virola-sebifera.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
A Ucuúba ( Virola sebifera ), conhecida popularmente como ucuúba vermelho, uma árvore de 5 a 30 m de altura da família das Myristicaceae encontrada em florestas perenifólias e cerrados desde a América Central até a América do Sul ( da Costa Rica ao norte do Brasil, na floresta Amazônica).  A Ucuúba produz frutos avermelhados, de forma oval com cerca de 10-15 mm de comprimento e 11 mm de diâmetro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MEDICINA TRADICIONAL E USO POPULAR:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Xamãs (líderes espirituias e curandeiros) dos povos indígenas da Amazônia usam a fumaça da casca interna do tronco da Ucuúba para tratar casos de febre. Acreditam também que cascas de virola cozidas são úteis para expulsar maus espíritos.&lt;br /&gt;
A Ucuuba também é usada popularmente por tribos do Amazonas e no nordeste brasileiro, onde a resina destas árvores, após fervida, seca e pulverizada é inalada como alucinógeno, proporcionando uma sensação semelhante à do chá Ayahuasca durante 4 a 6 horas.&lt;br /&gt;
O suco fresco de cor vermelha extraído da casca da Ucuúba é usado tradicionalmente para tratar abscessos , fleimões , paroníquias ( infecção da pele que rodeia a unha ), furúnculos , fissuras anais , infecções da glândula parótida , amigdalites , infecçõe bacterianas , entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A MANTEIGA DA UCUUBA:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As Sementes de ucuúba maduras são processadas para obter a gordura oleosa que torna-se rançosa facilmente devido ao seu alto ponto de fusão, resultando na manteiga de ucuuba de cor amarela e aroma singular ( lembra a noz-moscada ).&lt;br /&gt;
A Manteiga de Ucuúba possui propriedades similares às da manteiga de cacau e manteiga de karité.&lt;br /&gt;
É utilizada na produção de velas ( frequentemente associada com óleo de andiroba e ceras/resinas naturais) e em formulações de cosméticos como cremes corporais e sabonetes de ucuúba.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
COSMÉTICOS COM MANTEIGA DE UCUUBA:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As principais propriedades da manteiga de Ucuúba relacionadas com cosméticos são: cicatrizante, anti-séptica, hidratante ( alta capacidade de penetração na pele ) e revitalizante, devido ao poder renovador celular fantástico de seus fitoativos.&lt;br /&gt;
Por isso é indicada em formulações para tratamento de peles sensíveis, que necessitam de rápida cicatrização, como a pele oleosa e acneica ou para cuidar das rachaduras nos pés em particular nos calcanhares com resultados efetivos na hidratação de áreas ressecadas.&lt;br /&gt;
Outras aplicação da manteiga de ucuúba é em cremes para hidratação corporal ( hidratante e emoliente ).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PROPRIEDADES QUÍMICAS:&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Trimiristina&lt;br /&gt;
A casca da Ucuúba é rica em taninos e contém de 0,065% a 0,25% de alcalóides alucinógenos como dimetiltriptamina (DMT) e 5-MeO-DMT (poderoso psicodélico também encontrado em espécies de sapos psicoativas).&lt;br /&gt;
O suco da casca normalmente contém maior concentração de alcalóides (até 8%).&lt;br /&gt;
As sementes maduras são ricas em glicerídeos de ácidos graxos que são a base da manteiga de ucuuba usada em cosméticos, principalmente laurodimiristina e trimiristina.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/785132171068070380-1997777781494412520?l=100amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://100amazonia.blogspot.com/2011/03/ucuuba-fonte-de-beleza-e-saude-para.html</link><author>noreply@blogger.com (100% Amazonia)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-Tnlz9tgTHew/TXE7SZLapuI/AAAAAAAAAGg/1A2Srda030A/s72-c/ucu%25C3%25BAba-virola-sebifera.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-785132171068070380.post-2579225163743352243</guid><pubDate>Mon, 28 Feb 2011 20:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-28T17:09:47.443-03:00</atom:updated><title>AMAZONIAN OILS - COPAÍBA OIL RESIN / ÓLEOS AMAZÔNICOS - ÓLEO RESINA DE COPAÍBA</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-3JvRlFuj8Eg/TWv_xhyh_pI/AAAAAAAAAGY/ozp1eehK1-Q/s1600/o_copaiba.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="320" width="164" src="http://1.bp.blogspot.com/-3JvRlFuj8Eg/TWv_xhyh_pI/AAAAAAAAAGY/ozp1eehK1-Q/s320/o_copaiba.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
PHYSICAL AND CHEMICAL COMPOSITION AND GREASE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The chemical composition of the oil-resin of Copaiba can have about 72 sesquiterpenes (hydrocarbons) and 28 diterpenes (carboxylic acids). Diterpenes are assigned to the most therapeutic, scientifically proven. Is attributed to the sesquiterpene fraction responsible for the aroma of the oil-resin of Copaiba well as some properties such as anti-ulcer, antiviral and anti-rhinovirus. Researchers found that the Copaiba oil has anti-inflammatory action. This potential was shown to be twice that found in the diclofenac sodium, one of the most widely used drugs in the market.&lt;br /&gt;
A major problem of the commercialization of Copaiba oleoresin is the adulteration, usually with vegetable oil. Training workshops in small test volume is taught in communities and assimilated very well, with solutions prepared in laboratories that last up to one year. These simple tests can prevent the oil-contaminated resin are accepted associations and cooperatives that sell the oil without the need for a complete laboratory for analysis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
POPULAR USE &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The uses of traditional medicine for the oil-resin of Copaiba are many and show a wide variety of pharmacological properties. It is used as a healing and anti-inflammatory to treat respiratory infections and urinary tract. It is known as a natural antibiotic effective against gram-positive bacteria. In the industrial process-cosmetic is used as a fragrance component in perfumes and cosmetic preparations such as soaps and creams for its antibacterial properties, anti-inflammatory and emollient. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ECOLOGY&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
There are several species of Copaiba although presenting some differences, all are assigned to the same medical-cosmetic use. Copaiba tree is adapted to a wide variety of environments, forests occurs in both upland and in flooded areas, can reach 25 to 40 feet tall and live to 400 years. &lt;br /&gt;
The process of extracting the oil-resin of Copaiba is still handmade. With an awl, punch up the tree at 60 or 70 inches from the floor to the center of the stem. Then, there is a pipe underneath the hole to drain the oil to a container placed on the floor. Let the oil drain for a few days, and the final harvest, the hole is sealed with clay to prevent the infestation of the tree by fungi or termites. &lt;br /&gt;
It is recommended that the oil is extracted from trees over 10 years of age and with a diameter larger than 40 cm, in two or three collections per year. This extraction process is called rational. The average income of each adult tree is 0.5 to 2.0 liters per tree per collection during the period from 7 to 10 days of drip. &lt;br /&gt;
Germination is rapid, however, is a tree with slow growth rates reaching only 50 cm per year.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
**************************************************************************************************************************&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CARACTERÍSTICAS FÍSICO-QUÍMICAS E COMPOSIÇÃO DE GRAXAS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A composição química do óleo-resina de copaíba pode ter aproximadamente 72 sesquiterpenos (hidrocarbonetos) e 28 diterpenos (ácidos carboxílicos), sendo o óleo composto por 50% de cada tipo de terpenos. Aos diterpenos são atribuídas a maioria das propriedades terapêuticas, fato comprovado cientificamente. Aos sesquiterpenos é atribuída à fração responsável pelo aroma do óleo-resina de copaíba bem como algumas propriedades como anti-úlcera, antiviral e anti-rinovírus. Pesquisadores constataram que o óleo de copaíba apresenta ação antiinflamatória. Esse potencial se mostrou duas vezes maior que o encontrado no diclofenaco de sódio, um dos medicamentos mais utilizados no mercado.&lt;br /&gt;
Um dos principais problemas da comercialização do óleo resina de copaíba é a sua adulteração, geralmente com óleo vegetal. Em pequenas oficinas de capacitação o teste volumétrico é ensinado nas comunidades e muito bem assimilado, com soluções preparadas em laboratórios que duram até um ano. Estes testes simples podem evitar que o óleo-resina contaminado sejam aceitos nas associações e cooperativas que comercializam esse óleo sem a necessidade de um laboratório completo de analise.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
UTILIZAÇÃO POPULAR&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As utilizações da medicina tradicional para o óleo-resina de copaíba são muitas e indicam uma grande variedade de propriedades farmacológicas. É muito usado como cicatrizante e antiinflamatório para tratar infecções nas vias respiratórias e urinárias. É conhecido como um antibiótico natural altamente eficaz contra bactérias grama-positivas. No processo industrial-cosmético é utilizado como um componente de fragrância em perfumes e em preparações de cosméticos como sabões e cremes por suas propriedades antibactericidas, antiinflamatórias e emolientes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ECOLOGIA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem várias espécies de copaíba e embora apresentem algumas diferenças botânicas, todas são atribuídas à mesma utilização medicinal-cosmética. A árvore de copaíba é adaptada a uma grande variedade de ambientes, ocorre em florestas tanto de terra firme como nas áreas alagadas, pode alcançar de 25 a 40 metros de altura e viver até 400 anos. &lt;br /&gt;
O processo de extração do óleo-resina de copaíba ainda é artesanal. Com um furador, perfura-se a árvore a 60 ou 70 centímetros do chão, até o centro do caule. Em seguida, coloca-se um cano embaixo do orifício para que o óleo escoe até um recipiente colocado no chão. Deixa-se o óleo escorrer por alguns dias, e ao final da colheita, o orifício é vedado com argila para impedir a infestação da árvore por fungos ou cupins.&lt;br /&gt;
Recomenda-se que o óleo seja extraído de árvores com mais de 10 anos de idade e com um diâmetro maior do que 40 cm, em dois a três coletas por ano. Este processo é denominado extração racional. O rendimento médio de cada árvore adulta é de 0,5 a 2,0 litros por árvore por coleta, durante o período de 7 a 10 dias de gotejamento.&lt;br /&gt;
A germinação das sementes é rápida, porém, é uma árvore com taxas de crescimento lento alcançando apenas 50 cm por ano.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/785132171068070380-2579225163743352243?l=100amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://100amazonia.blogspot.com/2011/02/amazonian-oils-copaiba-oil-resin-oleos.html</link><author>noreply@blogger.com (100% Amazonia)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-3JvRlFuj8Eg/TWv_xhyh_pI/AAAAAAAAAGY/ozp1eehK1-Q/s72-c/o_copaiba.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-785132171068070380.post-8875063062696540976</guid><pubDate>Tue, 22 Feb 2011 21:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-22T18:14:39.963-03:00</atom:updated><title>AMAZONIAN OILS - TUCUMA SEED BUTTER / ÓLEOS AMAZÔNICOS - MANTEIGA DE TUCUMÃ</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-D9AJSygNlAc/TWQnNV9dbsI/AAAAAAAAAGQ/7qRGRmtwbpU/s1600/b_tucuma.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="221" width="263" src="http://1.bp.blogspot.com/-D9AJSygNlAc/TWQnNV9dbsI/AAAAAAAAAGQ/7qRGRmtwbpU/s320/b_tucuma.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PHYSICAL-CHEMICAL DATA AND GREASE COMPOSITION &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The Tucuma seed butter is ideal for cooking. Due to their low level of free acids the refining process becomes much simpler as compared to palm oil. The high concentration of lauric fatty acid (47%) of almond tucuma seed butter qualifies it with excellent properties for use in the saponification.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
POPULAR USE &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The tucumã has many uses, the stone is used in handicrafts, the leaves provide a very strong fiber, which is used in baskets, and the fruit pulp is eaten raw or in the form of a juice called "wine tucuma" which is macerated with water and still in the form of ice cream. The pulp is highly nutritious containing one of the highest concentrations of pro-vitamin A beta carotene (52 mg/100 g pulp), only level equal to the value of the pulp buriti. In comparison the concentration of beta carotene in carrots is 6.6 mg/100 g pulp. Its oil is used in cooking and massage. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ECOLOGY &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
This species is native to the Amazon region, possibly to the state of Para, which has its center of distribution, to French Guyana and Suriname. It is a characteristic palm upland high, low vegetation cover, or even open fields. In the Amazon we highlight two varieties tucumã, the tucumã-of-Para (Astocaryum vulgare) and the tucumã-of-Amazonas (Astocaryum tucumã). The tree of tucumã-of-Pará is smaller with 10 to 15 m high, regenerates easily by having multiple stems, while the tucumã-of-amazonas can reach 25 m in height and form a single trunk. Its fruits are larger and their flesh is more meaty, less fibrous and less sweet than the tucumã-of-Pará. &lt;br /&gt;
The fiber palm is considered a pioneer plant of aggressive growth, fire-resistant capacity to resprout after fire and, especially, that inhabits the forests and pastures. The strength of tucumã and high productivity make this species a solution for the production of biodiesel, since the operational costs of an orderly plantation is much smaller than the palm.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
********************************************************************************************************************************&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DADOS FÍSICO-QUÍMICOS E COMPOSIÇÃO GRAXA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O óleo de tucumã extraído da polpa contém 25,6 % de ácidos graxos saturados e 74,4% de insaturados, representados pelos ácidos graxos palmítico, esteárico, oléico e linoléico. Como ele é rico em ômega 3, 6 e 9, comporta-se como um excelente hidratante sendo empregado em produtos cosméticos para a hidratação da pele, loções corporais e produtos capilares para cabelos danificados. É também um excelente emoliente que apresenta alto poder de espalhabilidade. O valor do “beta caroteno” no óleo de tucumã é mais concentrado do que na polpa, atingindo o valor de 180 a 330 mg/100g de óleo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
UTILIZAÇÃO POPULAR&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tucumã possui muitas utilidades, o caroço é utilizado no artesanato, as folhas fornecem uma fibra bastante resistente, que é usado nas cestarias, e a polpa do fruto é consumida em natura ou em forma de um suco denominado “vinho de tucumã”, que é macerada com água e ainda em forma de sorvete. A polpa é altamente nutritiva contém um dos mais elevados concentrações de pro-vitamina A "beta caroteno" (52 mg/100 gr de polpa), valor só igualável à polpa do buriti. Em comparação a concentração de beta caroteno na cenoura é de 6,6 mg/100 gr de polpa. O óleo de tucumã é empregado na cozinha e em massagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ECOLOGIA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta espécie é nativa da região Amazônica, possivelmente do Estado do Pará, onde tem o seu centro de dispersão, até a Guiana Francesa e Suriname. É uma palmeira característica de terra firme alta, de cobertura vegetal baixa, ou mesmo de campo limpo. Na Amazônia se destacam duas variedades de tucumã, o tucumã-do-pará (Astocaryum vulgare) e o tucumã-do-amazonas (Astocaryum tucumã). A árvore do tucumã-do-pará é menor com 10 a 15 m de altura, regenera facilmente por perfilhar possuindo vários estipes, enquanto o tucumã-do-amazonas pode alcançar 25 m de altura e forma um tronco único. Seus frutos são maiores e a sua polpa é mais carnuda, menos fibrosa e menos adocicado do que o tucumã-do-pará.&lt;br /&gt;
A palmeira tucumã é considerada uma planta pioneira de crescimento agressivo, resistente ao fogo com capacidade de rebrotar após as queimadas e, principalmente, que habita as capoeiras e pastagens. As sementes demoram até 2 anos para germinar, crescem lentamente no campo e começam a produzir a partir do oitavo ano. É conhecida a existência de plantadores isolados de dendê (Elais guinensis) que já começam substituir o dendê por tucumã, mesmo sem ter apoio da pesquisa de melhoramento genético dessa espécie. A resistência do tucumã às doenças e a alta produtividade, fazem desta espécie uma solução para a produção de biodiesel, uma vez que os custos operacionais de um plantio ordenado é muito menor do que o do dendê.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/785132171068070380-8875063062696540976?l=100amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://100amazonia.blogspot.com/2011/02/amazonian-oils-tucuma-seed-butter-oleos.html</link><author>noreply@blogger.com (100% Amazonia)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-D9AJSygNlAc/TWQnNV9dbsI/AAAAAAAAAGQ/7qRGRmtwbpU/s72-c/b_tucuma.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-785132171068070380.post-445180330144015173</guid><pubDate>Wed, 16 Feb 2011 19:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-16T18:12:22.275-03:00</atom:updated><title>AMAZONIAN OILS - PRACACHY / ÓLEOS AMAZÔNICOS - PRACAXI</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-edgxeRaAXL0/TVw9q7HPCbI/AAAAAAAAAGA/ngRNix_H1VA/s1600/pracaxi.png" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="217" width="290" src="http://1.bp.blogspot.com/-edgxeRaAXL0/TVw9q7HPCbI/AAAAAAAAAGA/ngRNix_H1VA/s320/pracaxi.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PHYSICAL-CHEMICAL DATA &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pracachy oil contains the highest known concentration of behenic acid (19%), which is six times greater than that of groundnut oil, which is extracted and used in the cosmetics industry in products for hair and makeup because the Its excellent wetting properties. Studies have reported the insecticidal activity of the oil, specifically against the mosquito Aedes aegypti, which is the vector of yellow fever and dengue. Fractions isolated from oil pracachy are important bioactive compounds with anti-hemorrhagic activity. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
POPULAR USE &lt;br /&gt;
Pracachy oil is extracted by hand, by cooking the dry mass that is macerated in a pestle. It is used in the treatment of hair, adding shine and preventing falls. The inhabitants of the Amazon region make use of the peel and stem against from the effects of poisoning from bites from snakes and scorpions. Today the seeds are collected in rivers, streams and beaches, and dried in the sun and stored for trading.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ECOLOGY &lt;br /&gt;
Plant species is distributed throughout the Northern Brazil, Guyana, Trinidad and parts of Central America. The tree is medium size (8-14 m), commonly found in wetlands. It has a pod-shaped fruit with 20 to 25 cm in length, is curved and contains 4-8 seeds. One pound of seed is composed of about 35 pods, which contain about 30% oil, in dry basis. On the crop, occurs between 30 to 40 days. As the germination rate of seeds is relatively high, and its development in the floodplain is fast, and in the land too; The pracachy is well tolerated by selective pruning and because it is a legume is a good nitrogen fixation, and is a pioneer species that shows great potential for forest regeneration and recovery of degraded areas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
**************************************************************************************************************************&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DADOS FÍSICO-QUÍMICOS &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O óleo de pracachy contém a mais alta concentração conhecida do acido beênico (19%), que é 6 vezes maior do que a do óleo de amendoim, que é extraído e empregado na indústria cosmética, em produtos de maquiagem e para os cabelos devido as suas excelentes propriedades umectantes. Estudos relatam a atividade inseticida do óleo, especificamente contra o mosquito Aedes aegypti, que é o vetor da febre amarela e dengue. Frações isoladas do óleo de pracachy constituem importantes compostos bioativos com atividade anti-hemorrágica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
UTILIZAÇÃO POPULAR&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O óleo de pracachy é extraído de forma artesanal, por cozimento da massa seca que é macerada em pilão. É utilizado no tratamento do cabelo, facilitando o penteado, aumentando o brilho e evitando a queda. Os habitantes da região Amazônica fazem uso da casca e do caule contra os efeitos do envenenamento de picadas de cobras e escorpiões. Para isso, eles maceram a casca e aplicam sob a forma de emplastros no local da picada. Atualmente as sementes são recolhidas (catadas) em rios, praias e igarapés, sendo posteriormente secas ao sol e armazenadas para a comercialização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ECOLOGIA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espécie vegetal que encontra-se distribuída em todo o Brasil Setentrional, Guianas, Trinidad e algumas regiões da América Central. A árvore de pracachy é de tamanho médio (8 – 14 m), comumente encontrada em áreas inundáveis. Possui um fruto em forma de vagem com 20 a 25 cm de comprimento, é encurvado e contém de 4 – 8 sementes. Um quilo de sementes é composto por aproximadamente 35 vagens, as quais contêm cerca de 30 % de óleo, em base seca. No cultivo da planta, a emergência ocorre entre 30 a 40 dias com taxa de germinação das sementes relativamente alta, e o seu desenvolvimento na várzea é rápido Em terra firme o pracachy tolera bem a poda seletiva e por tratar-se de uma leguminosa é um bom fixador de nitrogênio, constituindo uma espécie pioneira que mostra um grande potencial na regeneração florestal e recuperação de áreas degradadas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/785132171068070380-445180330144015173?l=100amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://100amazonia.blogspot.com/2011/02/amazonian-oils-pracachy-oleos.html</link><author>noreply@blogger.com (100% Amazonia)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-edgxeRaAXL0/TVw9q7HPCbI/AAAAAAAAAGA/ngRNix_H1VA/s72-c/pracaxi.png" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-785132171068070380.post-5122660929349488478</guid><pubDate>Wed, 09 Feb 2011 19:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-09T16:51:10.405-03:00</atom:updated><title>Zé Cláudio - Coletor de Castanha - Falando de sustentabilidade, economia e do amor pela floresta. / Zé Cláudio - Nut Collector -  Speaking of sustainability, economy and the love for the forest.</title><description>&lt;object style="height: 390px; width: 640px"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/78ViguhyTwQ?version=3"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/78ViguhyTwQ?version=3" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="640" height="390"&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/785132171068070380-5122660929349488478?l=100amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://100amazonia.blogspot.com/2011/02/yfuyfcjgfuyfj.html</link><author>noreply@blogger.com (100% Amazonia)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-785132171068070380.post-8056227497140502239</guid><pubDate>Thu, 03 Feb 2011 22:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-07T10:32:51.256-03:00</atom:updated><title>Suco do camu-camu tem alto teor de vitamina C e é obtido em pó e microencapsulado / Camu-camu juice contains  highest levels of vitamin C. It can be microencapsulated and processed into  a fine powder.</title><description>Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) obtiveram do fruto amazônico camu-camu um suco desidratado e microencapsulado de sabor refrescante, com teor de vitamina C equivalente ao da acerola - 40 vezes superior ao da laranja. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vitamina C atua na prevenção de infecções gerais – aumenta a resistência natural do organismo - e é reconhecida no combate aos radicais livres causadores de envelhecimento e como auxiliar no fortalecimento do sistema imunológico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da vitamina C, esse fruto vermelho arroxeado contém outros antioxidantes, como as antocianinas, e teor elevado de potássio, o que sugere sua indicação para hipertensos porque proporciona um melhor balanceamento de sais no organismo, principalmente do cloreto de sódio (o sal de cozinha).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"O fruto não é consumido in natura devido ao sabor extremamente ácido, de modo que grandes quantidades apodrecem e se perdem no ambiente natural". O estudo tecnológico leva em conta a necessidade de diminuir a acidez no suco em pó para torná-lo mais palatável com a possibilidade de incluí-lo em outros alimentos como um enriquecedor de vitamina C.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas qual a melhor forma de garantir o seu teor de vitamina C? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A opção foi fazer a microencapsulação do suco por meio de um atomizador, normalmente usado por indústrias de laticínios e sucos. Para isso, o suco em pó foi levado ao aparelho misturado ao material encapsulante. Foram testadas a maltodextrina e a goma arábica - e escolhida esta última por proporcionar melhor resultado final, com menos alterações e com maior prazo de validade. Após a obtenção do pó, os pesquisadores avaliaram o produto durante 120 dias quando armazenado a temperaturas de 25ºC e 35ºC. Também foi testado o pó do suco sem encapsulante. Nesse caso, o pó escureceu e perdeu estabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A  possibilidade de aproveitamento industrial do camu-camu tem significado econômico para a região amazônica. É possível criar empregos para a colheita dos frutos nativos, o cultivo planejado e o processamento do suco do camu-camu microencapsulado.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A 100% Amazonia possui um projeto de parceria com comunidades amazônicas que colhem e cultivam o camu camu no estado do  Amazonas e no Pará,  exportando o pó e a polpa integral do camu camu. Desta maneira, procuramos uma maneira de contribuir para o desenvolvimento sócio-economico da região, através da geraCáo de renda para as populações ribeirinhas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
***************************************************************************************************************************&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Researchers at the University of Campinas (UNICAMP) are working on the microencapsulation of camu-camu, an Amazonian superfruit. The juice obtained has a refreshing flavor with vitamin C content equivalent to 40 times that of oranges.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vitamin C can prevent general infections, increasing the body's natural resistance, and is recognized to fighting free radicals that cause aging and to assist in strengthening the immune system.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
This purplish red fruit contains other antioxidants such as anthocyanins, and high levels of potassium, which should be recommended for hypertensive patients because it provides a better balance of body salts, mainly sodium chloride.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"The fruit is not eaten fresh because of the extremely acidic taste, so that large quantities rot and lose themselves in the natural environment." The technological study takes into account the need to reduce acidity in the juice powder to make it more palatable with the possibility of including it in other foods as an enriching vitamin C.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
But what is the best way to ensure your vitamin C?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The option was to a juice microencapsulation through an atomizer, normally used by the dairy and juice. For this, the juice powder was taken to the mixed device encapsulating material.  Maltodextrin and gum Arabic were tested - and the latter was chosen by providing a better end result, with fewer changes and greater shelf life. After obtaining the dust, the researchers evaluated the product for 120 days when stored at temperatures of 25 º C and 35 º C. We also tested the juice powder without encapsulanting. In this case, the powder became dark and lost stability.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The possibility of industrial use of camu-camu has economic significance for the Amazon region. You can create jobs for locals to harvest the fruit, the planned cultivation and processing of juice camu camu-microencapsulated.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
100% Amazonia has a partners with riverine communities who collect and cultivate camu camu in the states of Amazonas and Pará, exporting the pulp powder. Thus, we sought a way to contribute to the socioeconomic development of the region through the generation of income for traditional populations.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/785132171068070380-8056227497140502239?l=100amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://100amazonia.blogspot.com/2011/02/suco-do-camu-camu-tem-alto-teor-de.html</link><author>noreply@blogger.com (100% Amazonia)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-785132171068070380.post-4400396073273073438</guid><pubDate>Tue, 01 Feb 2011 19:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-01T18:49:50.459-03:00</atom:updated><title>NON-TIMBER FOREST PRODUCTS / PRODUTOS FLORESTAIS NÃO MADEREIROS</title><description>Understanding  NTFPs and people&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NTFPs are used and managed in complex socio-economic and ecological environments. In traditional forest communities, many NTFPs may be used for subsistence while others are the main or only source of income. Some NTFPs have significant cultural value, as totems, incense, and other ritual items. Others have important medicinal value and contribute to the community’s health and well-being.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
But as forest areas shrink, human populations grow, markets change, and traditional management institutions lose their authority, the sustainable production of many NTFPs is no longer assured. For example, as international rattan prices increased in the 1980s and ‘90s, commercial companies in Asia hired local people to harvest available resources. Widespread over-exploitation resulted and in many places the resource was destroyed, affecting the local biodiversity and leaving the people without an important source of income.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
While commercial NTFPs can be of considerable value to poor people, it is important to recognize the constraints that exist outside the mere collecting and harvesting of NTFPs. Poor people are poor because they have limited access to markets, insufficient capital and generally weak bargaining power. Some NTFPs may offer employment and income generating opportunities. But realizing this potential will require investing in other areas as well, such as micro-finance schemes, transport and training. It is also important to understand how the whole NTFP chain operates, from raw material production to the final market, to identify bottlenecks and understand their potential.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*****************************************************************************************************************************&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entendendo a relação entre PFNM e as comunidades&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PFNMs (Produtos Florestais Não Madereiros) são utilizados e geridos em complexos ambientes sócio-económicos e ecológicos. Em comunidades tradicionais da floresta, por exemplo, vários dos PFNMs podem ser utilizados para a subsistência, enquanto outros são os principais ou única fonte de renda. Como alguns produtos florestais não madeireiros com valor cultural significativo, como totens, incenso e outros itens de ritual. Já Outros têm valor medicinal e contribuem para a saúde da comunidade e o bem-estar da mesma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, como áreas de florestas encolhem, as populações humanas crescem, os mercados mudam, e as instituições tradicionais de gerenciamento perdem sua autoridade, a produção sustentável de produtos florestais não madeireiros não é garantida. Por exemplo, quando os preços internacionais aumentaram na década de 1980 e 90, as empresas comerciais na Ásia contrataram pessoas locais para coletar recursos disponíveis. Esta ação, generalizada como exploração em muitos lugares, fez com que o recurso fosse destruído, afetando a biodiversidade local e deixando as pessoas sem uma importante fonte de renda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PFNMs comercializados podem ser de valor considerável para as comunidades, o importante é reconhecer as limitações que existem fora da mera coleta e colheita de produtos florestais não madeireiros. As pessoas pobres, são pobres, porque têm acesso limitado aos mercados, capital insuficiente e, em geral, fraco poder de barganha. Alguns produtos florestais não madeireiros podem oferecer oportunidades de geração de emprego e renda. Mas a realização deste potencial exigirá investimentos em outras áreas também, como o financiamento de micro-sistemas, transporte e treinamento. Também é importante entender como a cadeia de PFNMs todo funciona, desde a produção de matérias-primas para o mercado final, para identificar gargalos e compreender o seu potencial. Gerando, assim, renda e crerscimento a estas comunidades das florestas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/785132171068070380-4400396073273073438?l=100amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://100amazonia.blogspot.com/2011/02/understanding-ntfps-and-people.html</link><author>noreply@blogger.com (100% Amazonia)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-785132171068070380.post-2643072825007203125</guid><pubDate>Thu, 27 Jan 2011 22:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-03T16:12:24.283-03:00</atom:updated><title>FORESTS AND NON-TIMBER FOREST PRODUCTS / PRODUTOS FLORESTAIS NÃO MADEREIROS</title><description>Non-timber forest products (NTFPs) are any product or service other than timber that is produced in forests. They include fruits and nuts, vegetables, fish and game, medicinal plants, resins, essences and a range of barks and fibres such as bamboo, rattans, and a host of other palms and grasses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Over the past two decades, governments, conservation and development agencies and non-government organisations have encouraged the marketing and sale of NTFPs as a way of boosting income for poor people in the tropics and encouraging forest conservation. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
But different users define NTFPs differently, depending on their interests and objectives. For us, the emphasis is on understanding how people use forest resources, and on helping to improve the contribution these resources make to the livelihoods of the world’s rural poor. Accordingly, we can use an inclusive definition of NTFPs — one that even encompasses wood products, such as those used for woodcarving or fuel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
100% Amazonia is dedicated to promoting the development of ingredients and products that use NTFPs as a core material, thus generating income and preserving the forest. Fruits such as acai, camu-camu, oils like andiroba, brazil nut, are NTFPs.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*********************************************************************************************************************************&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Produtos florestais não-madeireiros (PFNM) são qualquer produto ou serviço que não seja a madeira que é produzida nas florestas. Eles incluem frutos e nozes, legumes, peixe e caça, plantas medicinais, resinas, essências e uma série de cascas e fibras, tais como o bambu, rotins, e uma série de outras palmeiras e ervas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante as últimas duas décadas, os governos, agências de desenvolvimento e organizações não-governamentais têm incentivado a comercialização e venda de produtos florestais não madeireiros, como forma de impulsionar a renda das pessoas pobres dos trópicos e incentivar a conservação da floresta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas os usuários definem diferentes produtos florestais não madeireiros de forma diferente, dependendo de seus interesses e objetivos. Para nós, a ênfase está na compreensão de como as pessoas utilizam os recursos florestais, e no contributo para melhorar a contribuição desses recursos,e o que fazem para a subsistência de populações rurais pobres do mundo. Assim, podemos usar uma definição abrangente de PFNMs - que engloba ainda os produtos de madeira, tais como aqueles usados para talha ou combustível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
100% da Amazônia é dedicada a promover o desenvolvimento de ingredientes e produtos que utilizam PFNMs como um material do núcleo, gerando renda e preservação da floresta. Frutas como o açaí, o camu-camu, óleos como andiroba, castanha do Brasil, são produtos florestais não madeireiros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/785132171068070380-2643072825007203125?l=100amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://100amazonia.blogspot.com/2011/01/forests-and-non-timber-forest-products.html</link><author>noreply@blogger.com (100% Amazonia)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-785132171068070380.post-8258671466950831357</guid><pubDate>Thu, 20 Jan 2011 18:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-01-20T15:30:10.911-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">acai</category><title>Did you know? Some facts about Acai</title><description>There are two varieties of açaí tree? The Euterpe oleracea and Euterpe precatoria. Each one grows in a different region of the Amazon and they have different harvest periods.  The oleracea, native to the lowlands of the Amazon delta is the most consumed one. Ninety-five percent of all consumed açaí in Brazil and the world comes from this region. The Jussara palm, native to the Brazilian Atlantic forest, could also be used, but its exploration is not allowed by the Brazilian Environmental Agency.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   Did you know that the word “açaí” comes from the tupi language “ iwasai ” and means “fruit that cries”?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   Did you know that although açaí is a natural source of iron, it’s not bio-available for human consumption? How to make it bio-available? Simply add a few drops of lemon in your açaí.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   Did you know that the golden flecks you see on top of the açaí are the source of essential fatty acids, especially Omega 6 and 9? If you replace the potato chips for açaí, your HDL (good cholesterol) will thank you.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   Did you know that to make 5kg of açaí oil you need a ton of fruit? The acai oil is J a rich source of essential fatty acids. If you’re an Arabian sheik you can use the acai oil as a salad seasoning because it’s very expensive!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   Did you know that the “peconheiro”(cabloco that climbs on the açaí tree) climbs in more than 100 trees per Day? That’s our açaí promoting athletes in local communities! If you visit the harvesting areas in Abaetetuta, you will see the large amount of shaped bodies per square meter!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   If someone offers açaí in fresh fruit, be suspicious! Açaí is a fruit that turns sour really fast, because of their chemical compounds. That is the reason why we have to depulp it as soon as possible.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   And last but not least, if you want to be considered an açaí expert, NEVER ask the açaí processor to buy acai pulp. You can either tell him you want to buy acai or acai puree. The acai pulp only exists inside the depulping machine, but the depulped product is called açaí puree. Or simply say: Açaí!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/785132171068070380-8258671466950831357?l=100amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://100amazonia.blogspot.com/2011/01/did-you-know-some-facts-about-acai.html</link><author>noreply@blogger.com (100% Amazonia)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-785132171068070380.post-8632882666928426883</guid><pubDate>Wed, 08 Dec 2010 07:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-08T04:31:01.269-03:00</atom:updated><title>Dr. Mercola on anti-oxidants and acai frreze dried powder</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-b583ac0e25d6ff22" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;
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&lt;span style="background-color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/785132171068070380-8632882666928426883?l=100amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://100amazonia.blogspot.com/2010/12/dr-mercola-on-anti-oxidants-and-acai.html</link><author>noreply@blogger.com (100% Amazonia)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-785132171068070380.post-8632303414052337076</guid><pubDate>Tue, 07 Sep 2010 19:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-07T16:24:00.700-03:00</atom:updated><title>Alter Do Chão</title><description>&lt;a href='http://3.bp.blogspot.com/_FCwjExAuO8w/TIaRTwCzhLI/AAAAAAAAADg/R9XHt4Wrp2s/s1600/Alter+do+Chao+151.JPG'&gt;&lt;img src='http://3.bp.blogspot.com/_FCwjExAuO8w/TIaRTwCzhLI/AAAAAAAAADg/R9XHt4Wrp2s/s320/Alter+do+Chao+151.JPG' border='0' alt=''style='clear:both;float:left; margin:0px 10px 10px 0;' /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lugar lindo!&lt;div style='clear:both; text-align:LEFT'&gt;&lt;a href='http://picasa.google.com/blogger/' target='ext'&gt;&lt;img src='http://photos1.blogger.com/pbp.gif' alt='Posted by Picasa' style='border: 0px none ; padding: 0px; background: transparent none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: initial; -moz-background-origin: initial; -moz-background-inline-policy: initial;' align='middle' border='0' /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/785132171068070380-8632303414052337076?l=100amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://100amazonia.blogspot.com/2010/09/alter-do-chao.html</link><author>noreply@blogger.com (100% Amazonia)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_FCwjExAuO8w/TIaRTwCzhLI/AAAAAAAAADg/R9XHt4Wrp2s/s72-c/Alter+do+Chao+151.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-785132171068070380.post-2773684657246239012</guid><pubDate>Fri, 27 Aug 2010 05:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-27T02:38:10.617-03:00</atom:updated><title>Xingu River System</title><description>&lt;a href="http://www.sacredland.org/xingu-river-system/"&gt;Xingu River System&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/785132171068070380-2773684657246239012?l=100amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://100amazonia.blogspot.com/2010/08/xingu-river-system.html</link><author>noreply@blogger.com (100% Amazonia)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-785132171068070380.post-7890446775022481334</guid><pubDate>Fri, 27 Aug 2010 05:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-27T02:16:51.269-03:00</atom:updated><title>Concessões florestais avançam no Brasil</title><description>Por Sergio Adeodato&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao estilo de um lançamento imobiliário, o anúncio que o governo federal estampa em faixas e folhetos não poupa promessas para atrair investidores em suas florestas de domínio público: “Oportunidade de negócios no Oeste paraense; mais de 350 mil hectares para concessão; elevado potencial madeireiro; vias de escoamento pelo rio Tapajós e BR 230 (Transamazônica), garantia de suprimento sustentável; vetor de desenvolvimento e investimentos para a região”. O cenário da nova fronteira é a Floresta Nacional de Amana, na divisa do Pará com o Amazonas, onde 210 mil hectares de terras públicas estão abertos para exploração por madeireiras, mediante manejo florestal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lançado no mês de março em São Paulo na feira Brasil Certificado, onde o Serviço Florestal Brasileiro (FSB) dividiu espaço com estandes de empresas do setor, o edital de concessão prevê a divisão da área em cinco lotes. O investimento varia de R$ 2,8 milhões a R$ 12 milhões, com previsão de retorno entre cinco anos e meio e sete anos e meio -- tempo que pode diminuir a medida que as madeireiras beneficiam o recurso florestal e agregam valor aos produtos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A concessão de florestas públicas garante o acesso a terras legalizadas, sem o problema da insegurança jurídica e fundiária que hoje atrapalha os investimentos na Amazônia”, afirma Antonio Carlos Hummel, diretor geral do SFB. Para ele, é começo de uma virada de jogo, pois “tradicionalmente a região abastece a indústria madeireira com alto grau de ilegalidade e invasão de terras públicas”. Ele diz que o divisor de águas consistiu na suspensão dos planos de manejo em 2003 e no início da repressão e controle mais rígidos por parte do governo. A atividade madeireira se retraiu. "Como indicativo da nova realidade, em 2009 a produção despencou para 14 milhões de metros cúbicos, enquanto a média dos anos anteriores foi de 25 milhões”, ilustra Hummel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Madeireiras ilegais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Relatório ainda inédito do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) mostra que, com a redução da madeira ilegal, restaram apenas 30 das 260 madeireiras antes existentes na região da BR 163, entre Cuiabá (MT) a Santarém (PA), importante foco de desmatamento da Amazônia. “As concessões florestais surgem para mudar a lógica da ilegalidade e abastecer o mercado, embora os números sobre o potencial das áreas públicas até o momento abertas à exploração sejam muito inferiores à necessidade do consumo”, explica Hummel. O caminho, segundo ele, é longo. Há resistência por parte de madeireiros que desconfiam do novo modelo. “Muitos são médios e pequenos, que precisam de capacitação porque só sobreviverá quem trabalhar na legalidade”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A concessão da Floresta Nacional (Flona) de Amana é a terceira já lançada pelo governo federal, após a lei 11.284, de 2006, que regulamentou a atividade. A primeira foi a Flona de Jamari, em Rondônia, aberta para o corte de madeira em 2008. A área está com planos de manejo aprovados e hoje as três empresas vencedoras da concorrência -- a Amata, a Madeflona e a Sakura -- realizam os inventários das espécies, prevendo iniciar a exploração em julho. Na área estão sendo construídos alojamentos e postos de controle. As madeireiras têm direito a explorar a floresta por 40 anos, o que significa maior garantia para o investimento. Além do custo do edital e do valor equivalente ao primeiro ano de produção, as empresas pagam ao governo um aluguel com base no volume e no preço de mercado das espécies de madeira exploradas. Os cofres públicos, segundo conta do SFB, deverão arrecadar R$ 50 milhões por ano com um total de seis áreas concedidas nos próximos cinco anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A exploração terá impacto reduzido”, garante o pesquisador José Natalino Macedo, do SFB, lembrando que a legislação tem critérios de precaução, como o corte limitado a 25 metros cúbicos por hectare e a manutenção de 10% das árvores como portas-sementes. Além disso, só podem ser exploradas espécies com número superior a três exemplares por hectare. “Modelos matemáticos desenvolvidos pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) no Pará são capazes de prever a regeneração da floresta ao longo de 200 anos”, informa Macedo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas setores ligados à pesquisa científica e organizações não-governamentais ressalvam que uma avaliação totalmente segura levará tempo. Os critérios de exploração foram elaborados a partir de experiências de longo prazo no exterior. Na Amazônia brasileira, o manejo comercial da floresta para madeira começou em 1997. Como o ciclo de corte tem duração de 30 anos, só depois desse período seria possível obter uma análise conclusiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dez anos depois&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O manejo florestal decolou depois que o relatório “Acertando o Alvo”, divulgado em 2000 por organizações ambientalistas, apontou pela primeira vez na história a origem e o destino da madeira da Amazônia. Mostrou que 86% é consumida no mercado interno e a maioria provém de atividade ilegal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
”Dez anos depois, muita coisa mudou”, afirma Roberto Smeraldi, diretor da organização Amigos da Terra Amazônia Brasileira, co-autora do relatório. Entre os avanços, está a expansão da certificação -- o selo que diferencia para os compradores o produto obtido mediante critérios socioambientais. O preço da madeira legal mais que dobrou, tornando a sua exploração um bom negócio, desde que não exista concorrência desleal do produto clandestino. A concessão florestal, estima Smeraldi, incentivará práticas socioambientais para obtenção do selo. “Mas infelizmente até hoje nenhum metro cúbico de madeira foi efetivamente produzido nas áreas concedidas”, lamenta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A burocracia e o excesso de regras dificultam os investimentos no manejo florestal”, critica Mauro Armelin, coordenador do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável do WWF Brasil. Ele reclama que “o governo exerce controle em nível de detalhes, como as espécies devem ser exploradas, o que acaba empurrando os produtores para a ilegalidade”. As esperanças estão no mercado de REDD (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação), que deverá impulsionar o manejo florestal no país a partir desse ano. Em nível global, até 2012 estão previstos recursos de US$ 10 bilhões por ano para projetos de REDD, a maior parte em ambientes de floresta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após o término das consultas públicas em abril, o padrão brasileiro de critérios para REDD deverá ser aprovado no fim de maio. “Será a base socioambiental para orientar diferentes mecanismos, como o Fundo Amazônia, e as legislações federais e estaduais que estão sendo discutidas sobre o tema”, explica Maurício Voivodic, do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/785132171068070380-7890446775022481334?l=100amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://100amazonia.blogspot.com/2010/08/concessoes-florestais-avancam-no-brasil.html</link><author>noreply@blogger.com (100% Amazonia)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-785132171068070380.post-412452343664229378</guid><pubDate>Mon, 09 Aug 2010 03:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-09T00:27:34.508-03:00</atom:updated><title>Seasonal and interannual variability of climate and vegetation indexes across the Amazon</title><description>&lt;i&gt;Um artigo publicado nesta segunda-feira na revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos (PNAS) comprova que as florestas preservadas são mais resistentes à seca do que áreas já degradadas, mas demonstra também que existem limites para esta resistência. O estudo oferece uma explicação sobre as divergências entre resultados de campo e dados obtidos por sensoreamento remoto sobre a absorção de carbono na Floresta Amazônia em períodos de estiagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue abaixo o abstrato do estudo e olink de acesso:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Drought exerts a strong influence on tropical forest metabolism, carbon stocks, and ultimately the flux of carbon to the atmosphere. Satellite-based studies have suggested that Amazon forests green up during droughts because of increased sunlight, whereas field studies have reported increased tree mortality during severe droughts. In an effort to reconcile these apparently conflicting findings, we conducted an analysis of climate data, field measurements, and improved satellite-based measures of forest photosynthetic activity. Wet-season precipitation and plant-available water (PAW) decreased over the Amazon Basin from 1996−2005, and photosynthetically active radiation (PAR) and air dryness (expressed as vapor pressure deficit, VPD) increased from 2002–2005. Using improved enhanced vegetation index (EVI) measurements (2000–2008), we show that gross primary productivity (expressed as EVI) declined with VPD and PAW in regions of sparse canopy cover across a wide range of environments for each year of the study. In densely forested areas, no climatic variable adequately explained the Basin-wide interannual variability of EVI. Based on a site-specific study, we show that monthly EVI was relatively insensitive to leaf area index (LAI) but correlated positively with leaf flushing and PAR measured in the field. These findings suggest that production of new leaves, even when unaccompanied by associated changes in LAI, could play an important role in Basin-wide interannual EVI variability. Because EVI variability was greatest in regions of lower PAW, we hypothesize that drought could increase EVI by synchronizing leaf flushing via its effects on leaf bud development.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.pnas.org/content/early/2010/07/28/0908741107.abstract?etoc&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/785132171068070380-412452343664229378?l=100amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://100amazonia.blogspot.com/2010/08/seasonal-and-interannual-variability-of.html</link><author>noreply@blogger.com (100% Amazonia)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-785132171068070380.post-8410541980069995380</guid><pubDate>Sun, 08 Aug 2010 08:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-08T05:40:12.076-03:00</atom:updated><title>Acai is really a super fruit. But it is NOT intended for weigh loss, but for replacing bad cholesterol for the good one.</title><description>I live in the Amazon and take acai every day. I have also been working with the co-ops of acai pickers in the cities of Igarape-miri, Cameta and in the Island of Marajo. I have noticed that the caboclos from the Amazon who live in these areas have a very limited diet, which is based on acai, fish and tapioca. When the acai season ends, they replace acai for another oily fruit called buriti. Buriti is also a "superfruit" considering its carotenoids level can reach up to 20 times that of carrots. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
In these areas, you barely see fat people. Indeed, most of them work in the early morning collecting acai and have a relaxed life in the rest of the day. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
There has been a scientifical study conducted along 20 years by a very famous cardiologist who states that the level of coronary diseases in the regions is much lower compared to the rest of Brazil. Acai is a rich source of EFAs and HDL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Since 2002, the demand for acai has been increasing at unimaginable rates. Indeed, the price of the fruit has increased within 8 years, more than 600%. This means that the caboclos have now a fair income, and all the participants of the acai supply chain are making a better living. But this does not necessarily explain the high prices of acai in the US market. In my opinion, what explain the high prices of acai in the US market are the huge profits of the companies who are marketing it. In Brazil, you can get the daily recommended dosis of ORAC from acai at a cost of approximately USD 0,25. And it is all natural, no extract or worked out formulations that only God knows what is inside.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I would rather drink acai as taking acai pills. Just need to add the powder to any juice and you will see the results. But acai is not a miracle fruit. It can help you a lot, but a diet rich in fruits and vegetable is also necessary.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/785132171068070380-8410541980069995380?l=100amazonia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://100amazonia.blogspot.com/2010/08/i-live-in-amazon-and-take-acai-every.html</link><author>noreply@blogger.com (100% Amazonia)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>

