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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;Ck4MRng8fyp7ImA9WxBSEk8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-12574671</id><updated>2009-12-19T09:09:47.677-02:00</updated><title>Técnicas astrológicas antigas</title><subtitle type="html" /><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://astrosphera.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://astrosphera.blogspot.com/" /><link rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Dr. R</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06541817154862349528</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>288</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/2006Astrosphera" /><link rel="license" type="text/html" href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/" /><logo>http://creativecommons.org/images/public/somerights20.gif</logo><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com" /><entry gd:etag="W/&quot;DU8MQ30-cCp7ImA9WxNbF0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-12574671.post-2239420624513654990</id><published>2009-11-20T20:52:00.002-02:00</published><updated>2009-11-20T20:58:02.358-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-11-20T20:58:02.358-02:00</app:edited><title>do sumiço do autor</title><content type="html">Quem tem um feed do Asrosphera ou dá uma visitada esporádica aqui percebe que há um bom tempo eu não posto nada. Não se preocupem: minha vida digital continua, mas estou preocupado com novos projetos:&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Criar um domínio próprio de astrologia&lt;/strong&gt;. Para isso acontecer, estou estudando, (X)HTML, CSS e PHP. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Criar um software de Astrologia Clássica em Português&lt;/strong&gt;. Essa idéia eu tive ao perceber o bom trabalho do software morinus e a excelente biblioteca da linguagem de programação Python 2.6, que me mostrou ser mais fácil do que pensava programar. &lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;Entretanto, ambos os projetos levam tempo em demasia. Estudando continuamente, eles serão concluídos talvez daqui a dois anos. O projeto do site com domínio próprio ficará pronto bem antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que eu poderei postar alguma coisa aqui enquanto isso; leve em conta que os dois projetos acima são dispendiosos mas que no fim das contas todos se beneficiarão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12574671-2239420624513654990?l=astrosphera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/2006Astrosphera/~4/JIAlJ3zfQmo" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://astrosphera.blogspot.com/feeds/2239420624513654990/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12574671&amp;postID=2239420624513654990&amp;isPopup=true" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/2239420624513654990?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/2239420624513654990?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/2006Astrosphera/~3/JIAlJ3zfQmo/do-sumico-do-autor.html" title="do sumiço do autor" /><author><name>Dr. R</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06541817154862349528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="01358338263616676018" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total><feedburner:origLink>http://astrosphera.blogspot.com/2009/11/do-sumico-do-autor.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0cBQ384cSp7ImA9WxNQFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-12574671.post-9079027486336004790</id><published>2009-09-21T22:36:00.004-03:00</published><updated>2009-09-22T00:10:52.139-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-09-22T00:10:52.139-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Significadores" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="interpretação" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Bonatti" /><title>à procura de um significador</title><content type="html">&lt;div style="text-align: left;"&gt;Recentemente, estou revendo alguns livros da minha estante. Um deles que normalmente é injustiçado é Bonatti. Quando comecei a estudar Astrologia Medieval, Bonatti era minha grande referência por causa de Robert Zoller, o mentor do curso que fiz, o principal tradutor do autor italiano. Depois percebi que poderia adquirir as fontes nas quais Bonatti se baseou e ele foi ficando um pouco obsoleto... Um pouco, mas nem tanto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Talvez quando conhecer a obra de Omar de Tibérias, Bonatti seja definitivamente "sepultado". Isto porque grande parte do tratado de natividades de Bonatti é praticamente transcrito da obra de Omar. Enquanto não dispormos de um Omar mais acessível (porque aquele traduzido pelo Robert Hand é coisa rara de se encontrar), resta-nos ler a interpretação bonatiana do autor.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Hoje li o trecho onde Bonatti descreve como encontrar o &lt;i&gt;Alcocoden, &lt;/i&gt;o planeta que representa os anos de vida que o nativo terá &lt;i&gt;&lt;b&gt;se (e somente se&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; font-weight: normal; "&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;)&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; não experimentar antes uma direção primária com um planeta "assassino". Uma vez encontrado o Hyleg, o Alcocoden será o planeta que mantenha alguma dignidade no grau ocupado pelo anterior e que ao mesmo tempo o aspecte. Até aí, &lt;i&gt;so simple&lt;/i&gt;, mas veja que na prática não é bem assim e Bonatti nos fornece um algoritmo, típico dos autores medievais:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;blockquote&gt;"E se você souber do Hyleg e quiser conhecer o &lt;i&gt;al-k&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;&lt;i&gt;adukhadah&lt;/i&gt; (transliteração do árabe que em latim virou o nosso &lt;i&gt;Alcocoden&lt;/i&gt;), que é chamado de "divisor", você considerará os quatro significadores (a saber, o regente do domicílio do Hyleg. o senhor da exaltação, o Regente dos Termos e o Regente da Triplicidade) e aquele que você achar mais adequado, coloque-o como Alcocoden, começando pelo Regente dos Termos: Se você o encontrar projetando seus raios no termo (do Hyleg), ponha-o como Alcocoden. Se porém você não o encontrá-lo assim, olhe para o Regente do Domicílio e opere por ele da mesma forma que faria se fosse o Regente dos Termos."&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bonatti procede da mesma forma até o Regente da Face do grau ocupado pelo Hyleg. O mais interessante, porém, vem a seguir:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div&gt;"Se contudo todos aspectarem (o hyleg) igualmente, e um deles tiver mais dignidades que o outro, aquele que tiver duas será preferido àquele que tiver apenas uma. Se, contudo, todos forem igualmente fortes - em termos de dignidade ou testemunho (em outras palavras, se dois ou mais planetas tiverem o mesmo número de dignidades no grau do Hyleg - e note que Bonatti não dá peso às dignidades aqui) - será preferido aquele que estiver num ângulo ou num sucedente de um ângulo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se, porém, ambos estiverem num ângulo ou sucedente, será considerado &lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;Alcocoden &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;aquele que estiver mais próximo à cúspide do ângulo. Se, contudo, ambos estiverem próximos a um ângulo ou sucedente, aquele que estiver em sua própria dignidade será preferido ao invés daquele que estiver peregrino ou numa dignidade menor.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas se todos estiverem em iguais condições acerca das fortitudes previamente citadas, aquele que estiver oriental será o escolhido(...)"&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando estudava esses textos pela primeira vez, meu cérebro omitia algumas informações em detrimento de outras. Essa seleção sempre tendia a deturpar aquilo que lia, e portanto sempre é bom dispor do texto para relê-lo várias vezes. Essa é a chave para aprendermos Astrologia Medieval, e receio dizer que o fundamental não é ter várias traduções de vários autores, mas ler várias vezes as mesmas traduções de autores bem selecionados.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O texto acima faz menção ao &lt;i&gt;Alcocoden &lt;/i&gt; mas o estudante mais atento notará que ele pode se referir a qualquer coisa que quisermos analisar dentro de um mapa! Eis aí a grande importância desse trecho. Temos aí um Bonatti generoso em compartilhar seus métodos, sem hermetismo, sem textos "crípticos". Em verdade, a única coisa que ele manteve em segredo foi não confirmar que o raciocínio empregado para a escolha do &lt;i&gt;Alcocoden&lt;/i&gt; se aplica da mesma forma à escolha de qualquer significador numa natividade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu não sei se conseguirei passar a importância de se descobrir o método correto para a escolha de um significador. Dentro de um mapa astrológico, qualquer coisa que não seja um planeta (a saber, o sol, a lua, mercúrio, vênus, Marte, Júpiter e Saturno) dependerá de um. Em outras palavras, o ascendente, o lote da fortuna, o lote das crianças, a cúspide da casa 6, enfim, qualquer cúspide e qualquer lote dependem dos planetas para descrevê-los! Caso contrário, eles ficam se forma, sem definição. É pela análise da condição do planeta que significa o lote/casa que saberemos como são as coisas representadas por esse lote/casa. Por isso que é &lt;b&gt;premente&lt;/b&gt; sabermos como se elege um significador!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dito isto, resta-nos corrigir os erros do passado, que simplificavam erroneamente a questão. Eu já disse algumas vezes nesse blog que o regente mais poderoso de um grau é preferido sobre um regente mais fraco. Por hora, eu creio que isso seja parcialmente verdadeiro. Vamos supor o exemplo abaixo. Imagine que um lote ou cúspide de casa estivesse num grau que tivesse as seguintes dignidades:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Domicílio: Lua&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Exaltação: Júpiter&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Termo: Saturno&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Triplicidade: Vênus/Marte/Lua&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Face: Mercúrio.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O ponto é fictício e não me preocupei se as dignidades em questão existem ou não. De qualquer forma, imagine que a Lua - Regente domiciliar do ponto - aspecte-o, da mesma forma que Vênus, Saturno, Mercúrio e Marte. Ora, temos a nossa frente um caso de todos os regentes do ponto enviarem raios para ele, mas haverá apenas um planeta que definirá melhor a condição daquele ponto abstrato. Esse planeta sempre será aquele com maior número de dignidades, e no caso é a Lua, a despeito dela estar aflita e cadente!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mesmo que um planeta esteja fraco e aflito na figura, ele será preferido se tiver muitas dignidades no ponto que aspecta. Somente é considerada a força dos planetas em casos de "empate" de dignidades, como se pode perceber no trecho de Bonatti, no qual o autor só recorre à força de um planeta havendo condições de empate entre dois planetas que disputam a supremacia sobre o Hyleg:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;blockquote&gt;Se contudo todos aspectarem (o &lt;i&gt;hyleg&lt;/i&gt;) igualmente, e um deles tiver mais dignidades que o outro, aquele que tiver duas será preferido àquele que tiver apenas uma. &lt;b&gt;Se, contudo, todos forem igualmente fortes - em termos de dignidade ou testemunho  &lt;/b&gt;- s&lt;b&gt;erá preferido aquele que estiver num ângulo ou num sucedente de um ângulo&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Imagine que a Lua esteja em péssimas condições nesse mapa hipotético: aflita por dois maléficos, na Casa 12, conjunta ao nodo sul... Imagine a mesma coisa com todos os outros planetas, exceto Mercúrio: imagine ainda que Mercúrio esteja em excelente condição: angular, aspectado por benéficos, domiciliado... &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Diante dessas condições todas,  como proceder? Em pr&lt;/div&gt;&lt;div&gt;imeiro lugar, não é porque Mercúrio está excelente na figura e por ter dignidade de face no ponto analisado que ele deve ser escolhido, porque a dignidade de face é a única que Mercúrio têm no ponto em questão! Temos um caso mais simples do que parece, do ponto ter sua condição representada pelo planeta que mais tem dignidades nele, a saber, a Lua! Note que ela tem dignidade de domicílio e de triplicidade no ponto, enquanto mercúrio têm apenas dignidade de Face.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se sempre escolhêssemos o planeta em melhor estado para representar uma Casa/Lote/Hyleg, então seria uma festa e as nossas vidas seriam sempre a maravilha representada pelo planeta mais forte da nossa carta. Não é necessário ser muito experiente ou desiludido para concluirmos que um tipo de Astrologia feito dessa forma não corresponderia ao que vemos nas vidas das pessoas. O zodíaco é dividido em várias dignidades diferentes e sempre será fácil enfiar aquele planeta maravilhoso da sua carta como regente da face, da triplicidade, da dodekatemoria (e até da monomoria!) de qualquer casa. As coisas não são assim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Agora, imagine um ponto no qual tanto a Lua quanto mercúrio tivessem o mesmo número de dignidades e ambos aspectassem. Nesse caso - e somente nesse - seria imprescindível comparar a Lua e Mercúrio para julgar qual seria o mais forte. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ditas essas coisas, vamos ao "resumão" que Bonatti sugere para nós e que pode se aplicar à análise de qualquer ponto do mapa:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;Saber todos os planetas que regem um ponto&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ver quais dos planetas aspectam o ponto. &lt;i&gt;Dar importância aos aspectos com orbe inferior a três graus.&lt;/i&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Se mais de um planeta aspectar o ponto com grande proximidade mas se ambos tiverem apenas uma dignidade, preferir aquele com a dignidade mais importante; as dignidades mais importantes são o domicílio, a exaltação e os termos; as menos importantes são as triplicidades e as Faces.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Se mais de um planeta aspectar o ponto, preferir aquele que tiver mais dignidades nele; &lt;i&gt;considere a proximidade do aspecto como um critério de desempate: se dois planetas com dignidades importantes (domicílio, exaltação, termo são as mais importantes) no ponto o aspectarem, &lt;b&gt;prefira o que estiver mais próximo em aspecto. A mesma coisa com dois planetas com dignidades menos importantes.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Se mais de um planeta aspectar o ponto com proximidade e se ambos tiverem o mesmo número de dignidades, aí sim que devemos escolher o mais forte na figura: veja qual deles está angular, oriental, etc.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;br /&gt;O significador do ponto analisado será aquele que tiver mais "votos" conforme os critérios acima. O que parece ser um processo maçante na verdade se torna bem rápido no dia-a-dia. Vamos postar um exemplo para mostrar como vemos a questão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_EstatxQEtag/Srg3UlYM5LI/AAAAAAAAAaA/ir7FXod7YVE/s400/SFPage.jpg" style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 235px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5384114181291959474" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Vamos começar pelo Ascendente. Nessa figura, temos vários planetas que aspectam o Ascendente e muitos deles têm dignidade no grau que Ascende, 09° de Sagitário. A coisa se torna simples porque Júpiter é o planeta que rege o domicílio de Sagitário e aspecta o Ascendente com grande proximidade, portanto ele pode representar a dona do mapa em questão. Júpiter ocidental ao sol na casa 11 indica a busca por apoio financeiro e emocional da nativa em meados da sua vida, o que seria a realização de uma motivação de vida pelo fato de Júpiter reger o Ascendente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Os outros planetas que têm dignidade no Ascendente e que o aspectam se tornam participantes daquilo que Júpiter representa. Em outras palavras, eles não definem o que o Ascendente representa mas acrescentam detalhes. De qualquer forma, é Júpiter - o senhor do Ascendente - o planeta representa a nativa com mais exatidão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Se quiséssemos analisar o Lote da Fortuna na figura acima, notaremos que a Lua é o melhor significador da fortuna da nativa porque ela é o único planeta com alguma dignidade (triplicidade de água) em Peixes (signo da Fortuna) e que aspecta o Lote com maior proximidade. Note que o Sol faz uma oposição ao lote mas ele só seria preferido à lua se esta não aspectasse a Fortuna. Pela proximidade do seu aspecto, o sol é um participante naquilo que a lua descreve para o lote. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Uma lua angular e crescente representa propriedade em boa quantidade (angular), de natureza oscilante (lua) mas sempre crescente e de gosto bastante refinado, importante, sofisticado (regente da Lua é júpiter na XI). Como a Lua tem um testemunho sobre a Casa VIII e IX, ela descreve a forma como a nativa pode morrer e bem como suas viagens, mas também modos de aquisição. Seu dinheiro se originará em grande parte da justiça, lei e religião (casa 9), bem como de heranças (Casa 8). Soma-se a isso tudo que a Fortuna está na Casa Iv e portanto guarda grande relação com propriedades familiares.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Se Vênus aspectasse o lote da fortuna, ela seria preferida à Lua. Isto porque Vênus têm duas dignidades em Peixes, uma forte (exaltação) e uma fraca (triplicidade). De qualquer forma, Vênus está em Libra, um signo que não aspecta Peixes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Os exemplos que dei acima são didáticos, mas nem sempre a prática vai nos presentear com casos simples, sem contar os momentos em que vemos exceções à regra. Felizmente, tais momentos são raros, mas eles existem! Em verdade, não se tratam de exceções, mas sim de uma regra sobrepujando a outra. Já vi casos de um ponto ser aspectado com grande proximidade pelo regente da face e esse regente descreveu com uma grande clareza o que aquele ponto representava. Os regentes importantes do ponto (domicílio, exaltação) o aspectavam, mas eram mais distantes. A orbe é importante, e se for menor que três graus representa algo que quer chamar a nossa atenção.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Comece treinando e poste exemplos no nosso forum (veja o link ao lado).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12574671-9079027486336004790?l=astrosphera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/2006Astrosphera/~4/IeI58pKIQec" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://astrosphera.blogspot.com/feeds/9079027486336004790/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12574671&amp;postID=9079027486336004790&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/9079027486336004790?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/9079027486336004790?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/2006Astrosphera/~3/IeI58pKIQec/procura-de-um-significador.html" title="à procura de um significador" /><author><name>Dr. R</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06541817154862349528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="01358338263616676018" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_EstatxQEtag/Srg3UlYM5LI/AAAAAAAAAaA/ir7FXod7YVE/s72-c/SFPage.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://astrosphera.blogspot.com/2009/09/procura-de-um-significador.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0cHRn85fyp7ImA9WxNSFUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-12574671.post-2258853950058775188</id><published>2009-08-28T23:58:00.003-03:00</published><updated>2009-08-29T00:03:57.127-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-08-29T00:03:57.127-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Aversão" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Dodekatemoria" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Conceitos Básicos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Downloads" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Aspecto" /><title>Download - Conceitos Básicos de Astrologia Clássica</title><content type="html">Baixe aqui mais um artigo sobre a obra de Rhetorius. Nele disserto sobre os modos de se lidar com dois conceitos importantes:&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;A aversão&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Os aspectos Astrológicos&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Finalizando, vamos mostrar uma tabela com uma das maneiras de se calcular a Dodecatemoria.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:x-large;"&gt;&lt;a href="https://www.box.net/shared/ttfcufdl90"&gt;Download aqui.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12574671-2258853950058775188?l=astrosphera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/2006Astrosphera/~4/-goO8im12nk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="https://www.box.net/shared/ttfcufdl90" title="Download - Conceitos Básicos de Astrologia Clássica" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://astrosphera.blogspot.com/feeds/2258853950058775188/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12574671&amp;postID=2258853950058775188&amp;isPopup=true" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/2258853950058775188?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/2258853950058775188?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/2006Astrosphera/~3/-goO8im12nk/download-conceitos-basicos-de.html" title="Download - Conceitos Básicos de Astrologia Clássica" /><author><name>Dr. R</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06541817154862349528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="01358338263616676018" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total><feedburner:origLink>http://astrosphera.blogspot.com/2009/08/download-conceitos-basicos-de.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkAEQXs_eip7ImA9WxNSFUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-12574671.post-6208908112047382155</id><published>2009-08-24T10:46:00.005-03:00</published><updated>2009-08-28T23:58:20.542-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-08-28T23:58:20.542-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Rethorius" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="interpretação" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Downloads" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Termos" /><title>Download - A Astrologia de Rhetorius</title><content type="html">Estou muito feliz em ter percebido coisas que há muito tempo considerava mistérios. É com esse prazer que eu disponibilizo para download o artigo de 16 páginas chamado "A Astrologia de Rhetorius".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto usa a obra do Escritor Egípcio - que viveu no século VI da Era Cristã - para percebermos princípios de interpretação de um mapa, seja ele natal ou mundano. Também traz especulações acerca do papel dos Termos, dignidade planetária de significado confuso, que tende a ser erroneamente interpretada da mesma forma que os Signos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baixe já e comente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://www.box.net/shared/hzq82ck80k"&gt;Download Aqui.&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12574671-6208908112047382155?l=astrosphera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/2006Astrosphera/~4/ExjLs3izxlA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="https://www.box.net/shared/hzq82ck80k" title="Download - A Astrologia de Rhetorius" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://astrosphera.blogspot.com/feeds/6208908112047382155/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12574671&amp;postID=6208908112047382155&amp;isPopup=true" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/6208908112047382155?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/6208908112047382155?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/2006Astrosphera/~3/ExjLs3izxlA/download-astrologia-de-rhetorius.html" title="Download - A Astrologia de Rhetorius" /><author><name>Dr. R</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06541817154862349528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="01358338263616676018" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total><feedburner:origLink>http://astrosphera.blogspot.com/2009/08/download-astrologia-de-rhetorius.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A08FR38-eyp7ImA9WxNTFUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-12574671.post-2415475929461323865</id><published>2009-08-17T22:14:00.003-03:00</published><updated>2009-08-17T22:43:36.153-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-08-17T22:43:36.153-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Forum" /><title>Sabia que nós temos um fórum?!</title><content type="html">Esse fórum resistiu às baratas, aos ratos e aos cupins. Está aqui, de novo, sem nenhuma repaginação, mas agora recebe a graça excelsa do novo Twitter, onde aproveitei para divulgá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://astrosphera.forumbrasil.net/"&gt;http://astrosphera.forumbrasil.net/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está aí. O fórum serve para estudar Astrologia Clássica e Medieval. Qualquer discussão deve tentar se ater ao tema principal, não por ódio a temas paralelos, mas sim para tentarmos manter um dos poucos espaços de discussão desse estilo na língua Portuguesa. Existem CENTENAS de fóruns, comunidades e sites sobre Astrologia Contemporânea. A internet não tem fronteiras, então acho que precisamos do nosso humilde espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou moderador, mando e desmando, posso expulsar membros mas nunca precisei fazer isso. Tampouco me acho alguma figurona. Sou moderador para cortar pela raiz gente que atrapalhe a discussão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aos adversários da Astrologia: não percam seu tempo neste fórum. Nós nem sabemos direito o que estudamos, quanto mais rebater &lt;em&gt;disputatios&lt;/em&gt; filosóficas. Vocês se decepcionarão. &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12574671-2415475929461323865?l=astrosphera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/2006Astrosphera/~4/OyTMOcRfX7E" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://www.astrosphera.forumbrasil.net" title="Sabia que nós temos um fórum?!" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://astrosphera.blogspot.com/feeds/2415475929461323865/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12574671&amp;postID=2415475929461323865&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/2415475929461323865?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/2415475929461323865?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/2006Astrosphera/~3/OyTMOcRfX7E/sabia-que-nos-temos-um-forum.html" title="Sabia que nós temos um fórum?!" /><author><name>Dr. R</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06541817154862349528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="01358338263616676018" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://astrosphera.blogspot.com/2009/08/sabia-que-nos-temos-um-forum.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4DQng_fSp7ImA9WxNTFEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-12574671.post-2169817879361920853</id><published>2009-08-16T14:47:00.004-03:00</published><updated>2009-08-16T15:56:13.645-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-08-16T15:56:13.645-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Kenodromia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Lua" /><title>kenodromia - a Lua fora de curso</title><content type="html">&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_EstatxQEtag/SohIKiEGRII/AAAAAAAAAZ4/bb3kwLsXCeU/s1600-h/SFPage.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 219px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5370621901419201666" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_EstatxQEtag/SohIKiEGRII/AAAAAAAAAZ4/bb3kwLsXCeU/s400/SFPage.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Neste domingo (que para Valens seria uma terça-feira, dia de Marte), a Lua não entrará em contato com nenhum planeta pelos próximos 18 graus, excetuando-se os planetas modernos Urano, Netuno e Plutão. Essa situação é chamada por Anthiocus de Atenas de &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Kenodromia&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, um estado astrológico da Lua que equivale ao nosso moderno "&lt;em&gt;Lua Fora de Curso&lt;/em&gt;". A diferença entre ambos é que a kenodromia é muito mais rara de ser vista por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejamos o porquê. No conceito de Lua Fora de Curso como nós concebemos atualmente, a Lua deve sair de um signo sem fazer conexão (aspecto ou conjunção) com mais nenhum planeta, independentemente da distância. Esse conceito não exige que a Lua fique o Signo inteiro sem fazer aspecto. Se ela percorreu um Signo quase todo e não fará mais aspecto nenhum dentro desse, então isso é considerado como "Lua Fora ou Vazia de Curso".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Kenodromia, por outro lado, tem Na kenodromia, a Lua deve ficar um dia inteiro (isso mesmo, 24 horas) sem entrar em contato com planeta nenhum. Como disse anteriormente, a primeira situação é muito mais comum de se ver. Basta considerar que a Lua não fará mais nenhum aspecto dentro de um Signo para concluir que ela estará fora de curso. Na kenodromia, não é assim: requer-se que a Lua fique um dia sem contato com planeta algum. Anthiocus não leva em conta as Antiscias e Contra-Antiscias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mapa acima, vemos um exemplo de kenodromia. Ele mostra a hora exata do ingresso Lunar no Signo de Câncer. Ora, ao ingressar no Caranguejo, a Lua fará o seu próximo contato com Vênus, que será uma conjunção. Como o curso médio da Lua é o de 13° por dia, então concluímos que ela ficará até mais de um dia sem entrar em contato com planeta nenhum. Trata-se de uma situação muito mais rara que a Lua Fora de Curso dos Astrólogos Renascentistas e seguidores de Lilly.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como a Lua Fora de Curso, a Kenodromia era algo considerada ruim. A meu ver, isso depende enormemente do último contato que a Lua fez. Quando qualquer planeta se separa de outro, ele costuma levar "o cheiro" da experiência representada pelo planeta do qual se separou, da mesma forma que dois amantes guardam o cheiro um do outro em seus corpos (ui, que erótico).  Podemos até chamar esse "cheiro" de "disposição prévia". O grande mal da Kenodromia (ou da Lua Fora de Curso) é deixar as coisas estagnadas por um bom tempo, com a disposição do último planeta com a qual a Lua entrou em contato impregnada no luminar. Se o planeta anterior for um maléfico, aí não é nada bom, uma vez que a pessoa cujo mapa tem uma kenodromia ficará anos e anos sem mudar suas circunstâncias adversas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu mesmo nunca vi nenhum mapa com Kenodromia. Será que a pessoa não resistiu?! Para manter o mito de que a Astrologia Medieval é macabra... hehehe.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12574671-2169817879361920853?l=astrosphera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/2006Astrosphera/~4/fa6eVUGoXZo" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://astrosphera.blogspot.com/feeds/2169817879361920853/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12574671&amp;postID=2169817879361920853&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/2169817879361920853?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/2169817879361920853?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/2006Astrosphera/~3/fa6eVUGoXZo/kenodromia-lua-fora-de-curso.html" title="kenodromia - a Lua fora de curso" /><author><name>Dr. R</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06541817154862349528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="01358338263616676018" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_EstatxQEtag/SohIKiEGRII/AAAAAAAAAZ4/bb3kwLsXCeU/s72-c/SFPage.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://astrosphera.blogspot.com/2009/08/kenodromia-lua-fora-de-curso.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUUAQ3w-cCp7ImA9WxNTE00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-12574671.post-2850855949928570710</id><published>2009-08-14T23:52:00.006-03:00</published><updated>2009-08-15T00:34:02.258-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-08-15T00:34:02.258-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Semana" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Horas Planetárias" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vettius Valens" /><title>Os dias da semana estão errados?!</title><content type="html">Eu sou leigo em vários assuntos, e me arvoro em todos eles. Esse é o mal da Internet. São os tempos do kaliyuga... Mesmo assim, eu acho que sei um pouquinho mais de Astrologia do que o senso comum. Em se tratando da discussão da relação entre os planetas e os dias da semana, porém, a coisa deixa de ser Astrológica somente, para colocar em xeque as minhas habilidades matemáticas, que não são lá grande coisa. Portanto eu peço previamente perdão aos meus leitores caso cometa alguma gafe matemática. Peço as intervenções sempre convenientes de vocês se preciso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comecemos então. A primeira pergunta que eu me fiz foi a seguinte: desde quando os dias da semana são contados? Será que a sequência dos dias da semana foi interrompida em algum ano? Será que houve "saltos" similares àquele da transição do calendário Juliano para o Gregoriano? Procurei pela Internet em fontes confiáveis e nada de se obter resposta. Minha pergunta é simples mas parece que nem a Wikipedia deu jeito. A única certeza que tive foi que um imperador Romano chamado Diocletiano resolveu adotar os dias da semana e com isso eles são contados religiosamente até hoje. Eu respondi a parte da minha pergunta, isto é, os dias da semana são contados corretamente desde o século IV depois de Cristo, mesmo com a mudança do calendário Alexandrino para o Juliano e deste para o Gregoriano. Até aí, tudo bem, porém estamos falando de autores que viveram antes disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro autor a citar a semana de sete dias - com cada dia atribuído a um planeta - foi ninguém menos que Vettius Valens, que de vez em quando dá um oi para a gente nesse blog. Valens foi contemporâneo de Ptolomeu - em outras palavras, ele viveu antes de Diocletiano instituir a semana de sete dias. Antes dela, os Romanos viviam com sua semana de oito dias! Não se assuste muito, porque os chineses tinham semanas de 10 dias!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas essas informações trazem a tona conclusões interessantes. &lt;strong&gt;A primeira motivação de se estabelecer a semana como nós conhecemos hoje não é estatal nem política, mas sim Astrológica.&lt;/strong&gt; Os sete dias da semana foram um sistema concebido para atribuir a cada dia um planeta, com fins muito mais "místicos" do que propriamente um controle estatal do tempo, como é comum em todos os calendários. Em outras palavras: quando Valens ensina no seu livro a saber em qual dia da semana caiu 13 de Mequir, não é com nenhum propósito prático como seria nos dias de hoje, como quando você quer saber se dia 21 de agosto cai num sábado para marcar um churrasco. &lt;strong&gt;A razão era puramente Astrológica&lt;/strong&gt; porque a semana de sete dias ainda não era instituída como hoje como um organizador da vida humana! Não havia essa história de Domingo e Sábado livres!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí que voltamos para Valens. Nesse momento, é fundamental citar a Antologia, no primeiro livro, capítulo 9 - Acerca da Esfera de Sete Zonas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"Por exemplo, o quarto ano de Adriano, Décimo Terceiro dia de Mequir,&lt;br /&gt;primeira hora da noite(...) e assim chegamos ao dia de&lt;strong&gt; Hermes&lt;/strong&gt;"&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Quarta-feira é o dia de mercúrio (Hermes), que em espanhol soa mais próximo do planeta do que no Português: miércoles. Em outras palavras, no calendário Egípcio, 13 de Mechir do quarto ano do Imperador Adriano foi uma quarta-feira. Como podemos provar isso? Fui pelo mais simples e resolvi:&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;Converti a data acima para o calendário Gregoriano com um software simples e pequenino do &lt;a href="http://user.uni-frankfurt.de/~dalen/"&gt;Benno van Dalen&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fiz um mapa para aquela data e vi qual era o planeta regente do dia.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p&gt;A resposta: de acordo com o nosso Calendário Gregoriano, o dia em questão era uma... SEGUNDA-FEIRA, dia da Lua... &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se Valens estiver certo, então os dias da semana foram descontinuados da mesma forma que na transição do calendário Juliano para o Gregoriano. Pela lógica do autor, na madrugada de sexta para sábado em que escrevo esse texto, na verdade deveria ser a madrugada de Domingo para Segunda-Feira! &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não podemos ser muito empolgados com essa descoberta. Pode ser um dos incontáveis erros dos manuscritos da Antologia, até porque muitos trechos são repletos de erros dos copistas ou possuem grego corrompido pela ação do tempo. Por outro lado, Robert Hand e Robert Schmidt sequer acrescentam a esse trecho uma nota de rodapé dizendo que o grego está corrompido, ou que a contagem está errada. Infelizmente, ainda não encontrei uma outra data contemporânea a Valens para ver se há uma coerência, mas considero esse fenômeno interessante e digno de estudo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O fato dos dias da semana estarem errados pode trazer consequências interessantes para a nossa prática - nada de muito impactante, como seria grave mudar do zodíaco sideral para o tropical. Mesmo assim, as mudanças que esse conhecimento implicaria poderiam tornar muitas práticas Astrológicas mais efetivas, como as construções de mapas eletivos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Preciso terminar porque eu trabalho sábado, que para Valens é uma Segunda, dia da Lua...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12574671-2850855949928570710?l=astrosphera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/2006Astrosphera/~4/nhwLr2paEUg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://astrosphera.blogspot.com/feeds/2850855949928570710/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12574671&amp;postID=2850855949928570710&amp;isPopup=true" title="9 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/2850855949928570710?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/2850855949928570710?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/2006Astrosphera/~3/nhwLr2paEUg/os-dias-da-semana-estao-errados.html" title="Os dias da semana estão errados?!" /><author><name>Dr. R</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06541817154862349528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="01358338263616676018" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">9</thr:total><feedburner:origLink>http://astrosphera.blogspot.com/2009/08/os-dias-da-semana-estao-errados.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkENSXg_eip7ImA9WxJaE0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-12574671.post-4372620265171541633</id><published>2009-08-03T22:27:00.004-03:00</published><updated>2009-08-03T22:51:38.642-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-08-03T22:51:38.642-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Jesus Cristo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Abu Ma'shar" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Downloads" /><title>Download - O nascimento de Jesus.</title><content type="html">Como prometido no &lt;a href="http://astrosphera.blogspot.com/2009/08/vem-ai-revelacoes-sobre-o-nascimento-de.html"&gt;post anterior&lt;/a&gt;, baixe aqui o artigo de 9 páginas sobre o nascimento de Jesus, em PDF.&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a href="https://www.box.net/shared/5ilpj07l79"&gt;Download&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12574671-4372620265171541633?l=astrosphera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/2006Astrosphera/~4/qmGDkbEdirE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://astrosphera.blogspot.com/feeds/4372620265171541633/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12574671&amp;postID=4372620265171541633&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/4372620265171541633?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/4372620265171541633?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/2006Astrosphera/~3/qmGDkbEdirE/download-o-nascimento-de-jesus.html" title="Download - O nascimento de Jesus." /><author><name>Dr. R</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06541817154862349528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="01358338263616676018" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://astrosphera.blogspot.com/2009/08/download-o-nascimento-de-jesus.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CU4MQ3o5eip7ImA9WxJaEk0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-12574671.post-7767611122211044072</id><published>2009-08-02T05:50:00.003-03:00</published><updated>2009-08-02T06:06:22.422-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-08-02T06:06:22.422-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Jesus Cristo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Astrologia Mundana" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Grande Conjunção" /><title>Vem aí: revelações sobre o nascimento de Jesus</title><content type="html">No próximo post, falarei acerca das configurações Astrológicas que representam o nascimento de Jesus Cristo. Este seria uma introdução ao método que me levou às minhas conclusões atuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, apesar do nosso calendário sugerir que Cristo tenha nascido no primeiro ano da nossa Era, a informação é historicamente errada. Estudos Astrológicos de Johannes Kepler sobre a obra do historiador romano Flávio Josefo indicam a morte do Rei da Judéia - Herodes - no ano 4 antes de Cristo. Essa informação é baseada na descrição de uma pequena série de eclipses que antecederam a morte do rei, descritos por Flavio Josefo. Kepler concluiu que tais eclipses ocorreram entre 5 e 4 antes de Cristo. Essas informações foram obtidas no seguinte link:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anno_Domini#Sobre_a_data_do_nascimento_de_Jesus"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Anno_Domini#Sobre_a_data_do_nascimento_de_Jesus&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o leitor não conhece a história bíblica: Herodes era o Rei da Judéia contemporâneo ao nascimento de Jesus. Seguindo uma lógica simples, o rei Herodes não poderia ter morrido antes do nascimento do Messias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os historiadores acreditam que Jesus de Nazaré tenha nascido entre 8 e 4 antes de Cristo. Usando os princípios de delineação propostos por Abu Ma'shar no seu "Livro das Religiões e Dinastias", o leitor perceberá como a Astrologia corrobora com a história e vai além, estreitando o período de tempo em que o Messias poderia ter nascido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em breve...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12574671-7767611122211044072?l=astrosphera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/2006Astrosphera/~4/hVkSNaEu5Jk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://astrosphera.blogspot.com/feeds/7767611122211044072/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12574671&amp;postID=7767611122211044072&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/7767611122211044072?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/7767611122211044072?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/2006Astrosphera/~3/hVkSNaEu5Jk/vem-ai-revelacoes-sobre-o-nascimento-de.html" title="Vem aí: revelações sobre o nascimento de Jesus" /><author><name>Dr. R</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06541817154862349528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="01358338263616676018" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://astrosphera.blogspot.com/2009/08/vem-ai-revelacoes-sobre-o-nascimento-de.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkcAQ3YyeSp7ImA9WxJaEEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-12574671.post-3676346859368993197</id><published>2009-07-30T22:50:00.005-03:00</published><updated>2009-07-31T00:14:02.891-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-31T00:14:02.891-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ars Astri" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Abu Ma'shar" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Steven Birchfield" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Grande Conjunção" /><title>Conjunções Júpiter-Saturno.</title><content type="html">As grandes conjunções Júpiter-Saturno indicam grandes mudanças na humanidade e nos países nos quais ela acontece. Abu Mashar diz que essas conjunções são mais importantes nos países representados pelo signo da conjunção, mas é claro que não nos restringimos somente a eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso, porém, mostrar que as conjunções Júpiter-Saturno não são todas iguais. Existem conjunções mais importantes: são aquelas que ocorrem nas mudanças de triplicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece complicado, mas não é. Se você notar a sequência das conjunções, elas apresentam um comportamento mais ou menos regular. As conjunções apresentam uma sequência de 12 a 13 vezes num mesmo elemento - chamado também de triplicidade - e em seguida passam para a triplicidade seguinte. A ordem é sempre a seguinte: fogo - terra - ar - água, bem como no zodíaco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teoricamente, as mudanças de triplicidade ocorrem a cada 240 anos. Teoricamente também, a conjunção volta ao mesmo elemento a cada 960 anos. Por que teoricamente? O que acontece nos céus não é nada regular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você perceber, as conjunções tem um comportamento muito irregular em algumas épocas. Quando há a mudança de triplicidade, a conjunção seguinte tende a voltar ao elemento anterior. Por exemplo, no ano 26 antes de Cristo, a triplicidade mudou da Água para o Fogo. A grande conjunção ocorreu em Leão. A próxima conjunção a essa ocorreu no ano 7 depois de Cristo, e ela ocorreu no signo de Peixes, que pertence à triplicidade que imperava antes da conjunção ocorrer em Leão. Essa irregularidade é típica das mudanças de triplicidade da série de conjunções. Eu poderia citar diversos outros exemplos, mas esse é suficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os antigos Astrólogos tinham dificuldade no cálculo das conjunções com a mesma exatidão que temos hoje, então criaram um método que foge da realidade acima, mas que se baseia numa filosofia que valoriza a perfeição, mais do que a irregularidade. Eles criaram o conceito de "&lt;strong&gt;conjunções médias&lt;/strong&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se tratava de aproximação. Kusyar ibn Labban e Abu Mashar sabiam que as conjunções médias não correspondiam à realidade, mas eles queriam estabelecer um grau de prioridade: com tantas conjunções acontecendo numa ordem irregular, em qual delas devemos nos basear? Daí que o conceito de conjunção média foi importante, embora surreal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para encontrarmos as conjunções médias, deve-se estabelecer uma data em particular para começar a contar intervalos de 19,8613 anos, que separam as conjunções e que são contadas a partir de Áries. A próxima conjunção se encontra a 242,4214° de longitude da conjunção anterior, o que dá aproximadamente nove signos de distância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual a consequência mais imediata de se traçar períodos regulares de conjunções sem se preocupar com o que realmente acontece nos céus? É evidente que as conjunções acabam por não coincidirem com o que se observa na realidade... Isso pode ser uma aberração, mas alguns astrólogos atualmente consideram que não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Steven Birchfield considera que uma conjunção que marque a mudança de triplicidade só será importante se ela ocorrer tanto no zodíaco tropical quanto nas conjunções médias. Isso muda - e muito - o julgamento. Antes de conhecer o conceito de conjunções médias, eu concluí que a conjunção júpiter-Saturno em Libra no ano de 1981 seria uma mudança de triplicidade, pois antes dela as conjunções aconteciam em signos de terra. Segundo a ordem das conjunções médias, essa conjunção não seria tão importante porque ela não coincide com a mudança de triplicidade da série da conjunção média. Por essa série, a conjunção de 1981 não existiu. Pela média, houve uma conjunção em 1980, no signo de Leão. Ainda seguindo as conjunções médias, o ano de 2040 que será importante, por ter uma mudança de triplicidade do fogo para a Terra, dessa vez no signo de Virgem. Essa conjunção coincide com outra - no zodíaco tropical - que ocorrerá em Libra, e mais uma vez o que acontece no zodíaco sideral coincide com as conjunções médias...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que fazer com toda essa informação? Agora que sabemos das conjunções médias, como devemos proceder? No presente momento, minha opinião é que o zodíaco sideral possa fornecer respostas muito interessantes para Astrologia mundial. Fora isso, de nada adianta saber dessa idéia se ela não funciona...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As conjunções que marcam as mudanças de triplicidade representam o nascimento de uma nova religião, ou mudanças sobre a religião anterior. Uma religião, mais do que uma prática espiritual, representa os princípios que norteiam uma nação e seus dirigentes. De acordo com a doutrina de Abu mashar, antes de uma dinastia nova assumir o poder, uma nova religião surge, que define os princípios da dinastia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes do estado ser laico, havia uma grande ligação entre a religião e o estado. Até hoje, alguns países vivem em regime de Teocracia, mas de um modo geral os estados contemporâneos não possuem uma religião, mas sim princípios filosóficos, econômicos e científicos. Essa é a nova religião da maioria dos países, iniciada com o Iluminismo. Steven chama essa religião de Democracia moderna. (Eu a chamo de Capitalismo, mas isso seria errado porque o Socialismo Soviético experimentou princípios comuns ao capitalismo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Abu Ma'shar, o nascimento de profetas é mostrado pela presença de Júpiter, Saturno ou Marte no eixo 3-9 do mapa da conjunção que marca a mudança de triplicidade. Alguns autores acham que temos de erguer um mapa exato para a conjunção, mas a maioria dos registros históricos consistiam em cartas de ingresso do Sol em 00°Áries para o ano em que ocorre a conjunção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu confesso ao leitor que fiz mapas de ingresso do Sol em 00° Áries para Jerusalém, nos anos 25 e 7 antes de Cristo, mas não achei nenhuma evidência de um nascimento de um Messias. Nas Cartas de Ingresso dos anos em questão, não havia nenhum dos planetas citados nas Casas 3 ou 9, tanto no zodíaco sideral quanto no tropical. Isso me fez desanimar um pouco sobre os princípios que estava seguindo, com a esperança de que acharia algo significativo. O autor do blog Ars Astri (em latim, a arte dos astros) lança um mapa para a hora exata em que ocorre a conjunção em Peixes, no zodíaco tropical, no ano 7 antes de Cristo, como a representante do nascimento de um líder religioso (que Abu Ma'Shar chama de "profeta"). Nesse mapa, há de fato a presença de um dos planetas superiores no eixo 3-9, e o autor conseguiu até mesmo estimar uma data de nascimento de Jesus Cristo! &lt;a href="http://arsastri.blogspot.com/2009/07/using-great-conjunction-to-presage.html"&gt;&lt;strong&gt;Veja com seus próprios olhos no link.&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o autor estiver certo, então devemos usar um mapa para o momento em que a conjunção fica exata (e não a carta de ingresso), e ignorar o fato de que a conjunção em Peixes não marca uma mudança de triplicidade. Isso foge um pouco dos princípios e mostra uma tendência a tentar explicar tudo que acontece, extrapolando um pouco com as regras. Se os princípios estiverem errados, então isso será uma oportunidade de aprendermos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12574671-3676346859368993197?l=astrosphera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/2006Astrosphera/~4/d9nCJ8Sf6jk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://astrosphera.blogspot.com/feeds/3676346859368993197/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12574671&amp;postID=3676346859368993197&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/3676346859368993197?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/3676346859368993197?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/2006Astrosphera/~3/d9nCJ8Sf6jk/conjuncoes-jupiter-saturno.html" title="Conjunções Júpiter-Saturno." /><author><name>Dr. R</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06541817154862349528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="01358338263616676018" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://astrosphera.blogspot.com/2009/07/conjuncoes-jupiter-saturno.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0YGRngyeyp7ImA9WxJbGU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-12574671.post-2958341520895390984</id><published>2009-07-30T00:56:00.003-03:00</published><updated>2009-07-30T01:45:27.693-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-30T01:45:27.693-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Zodíaco Sideral" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Abu Ma'shar" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Bola" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Steven Birchfield" /><title>o celeuma tropical versus sideral mais uma vez</title><content type="html">Recentemente tenho lido discussões na internet sobre o uso do zodíaco sideral em Astrologia Mundial. Isso só vem a confirmar algumas dúvidas que tinha sobre a utilidade desse zodíaco na nossa prática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saber qual zodíaco usar é um problema historicamente recente, e por isso não temos uma maneira pré-estabelecida pelos Astrólogos medievais. Na idade média, o movimento de precessão ainda não tinha separado drasticamente o zodíaco tropical do sideral. Havia diferenças, mas em média a maioria dos planetas ainda estariam no mesmo signo em ambos os zodíacos. No nosso caso, a precessão atinge proporções sérias demais para comprometer o julgamento do Astrólogo a depender do zodíaco que ele utiliza. No zodíaco tropical, tenho Ascendente Áries. No sideral, Peixes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem muitas justificativas a favor e contra os dois zodíacos e vou rebatê-las aqui uma a uma, de modo a perpetuar a confusão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Os hindus usam o zodíaco sideral e regências da mesma forma que nós; logo, ou nós estamos errados, ou eles estão"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;ERRADO. Apesar dos hindus usarem o zodíaco sideral, eles dão muitos significados diferentes para cada casa, o que torna a comparação entre os dois sistemas em muitos casos impossível. Por exemplo, para eles a Casa IX representa o Pai, enquanto para nós tradicionalmente é a Casa IV. Em outros casos, porém, há similaridades, como no uso da Casa VII para representar a esposa. Nesses casos, o argumento acima ainda nos perturba, &lt;strong&gt;porém apesar de termos um planeta diferente em cada sistema a reger a mesma casa, o modo como esse planeta é analisado em cada sistema também é muito diferente&lt;/strong&gt;. Os hindus usam aspectos de um modo diferente do nosso, as dignidades e a força de um planeta igualmente são mensuradas de outro modo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentar criticar um sistema baseado no outro é como criticar a forma das bananas baseado na forma das laranjas. Eu posso dizer que uma banana é feia me baseando no que seria o conceito de uma "banana ideal", mas não posso dizer a mesma coisa comparando banana com laranja!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"O zodíaco tropical é correto porque leva em conta as estações do ano"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;DEPENDE. Taí um bom argumento, se levarmos em conta o viés "humoral" da Astrologia: os gregos impregnaram a Astrologia com conceitos filosóficos da sua época, sendo um deles a noção das qualidades primitivas, que formam os quatro elementos de Empédocles. Desde Ptolomeu temos percebido uma correlação entre fenômenos naturais e ciclos celestes, sendo essa correlação estabelecida num referencial zodiacal fixo. Abu Mashar também foi um Astrólogo que colocou vários conceitos Aristotélicos e Neo-Platônicos nos seus livros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baseado nas proposições acima, o uso do zodíaco tropical, fixo, nos é sugerido. É desse zodíaco que se partem todas as relações de regência dos planetas. É baseado nos solstícios e nos equinócios que o esquema de regências foi estabelecido, já em Ptolomeu, o que nos deixa ainda mais inclinados ao uso do zodíaco tropical.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até aí, tudo bem, mas Ptolomeu não é mais uma grande referência para Astrologia. Com tudo que sabemos de Valens e companhia, pra que depositar todas as fichas em Ptolomeu? Todos os contemporâneos de Ptolomeu consideram as estrelas que formam a constelação do signo como uma descrição importante do signo. Isso sugere que o conceito de signo deles levava em conta também a constelação, o que é compreensível, uma vez que no primeiro século depois de Cristo tanto as constelações quanto os signos tropicais estavam bem mais alinhados do que hoje em dia. Em outras palavras: para eles, não fazia diferença! Repito que este problema filosófico é típico do nosso século.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Se você analisar um mapa com um zodíaco diferente e trabalhar com as mesmas técnicas, pode chegar a resultados parecidos."&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;CORRETO. Se Morin de Villefranche pegasse um mapa sem saber que ele era sideral ou tropical, poderia acertar do mesmo jeito em muitos casos. Afinal de contas, uma das máximas morinianas é:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div align="center"&gt;Posição é mais importante que regência.&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;Em outras palavras: eu tenho Saturno na minha Casa VII, independentemente do zodíaco que adotar. No tropical, eu tenho Saturno em Libra; no sideral, em Virgem, todavia, é indubitável que Saturno está na Casa VII! A posição de Saturno é muito mais importante do que a regência dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você usar Lotes Gregos (também chamados de Partes Árabes), note que eles terão os mesmos posicionamentos por Casa em ambos os zodíacos. A única coisa que será diferente são as regências sobre as partes, mas meus estudos recentes concluem que os aspectos próximos entre um planeta e a Parte/Lote são importantíssimos em definir as condições sobre as quais operam os significados da parte, mais do que o regente. Eis a surpresa: os aspectos que a Parte recebe são idênticos nos dois sistemas na maioria dos casos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante dos argumentos acima, não importará muito o zodíaco que você usar se você levar em conta a posição dos planetas nas Casas e os seus aspectos em mapas natais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deu pra ver que a disputa acima é acirrada, e que nós temos de pesquisar, "meter a mão na massa" para saber o que seria melhor para nós quanto a esse problema da contemporaneidade, o celeuma "tropical versus sideral".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns astrólogos pararam de brigar com esse conflito. Por diversos anos, físicos também discutiram se a luz seria onda ou partícula, um dilema que foi selado pela natureza dual da luz. no caso do problema zodiacal, essa pode ser uma solução. A pergunta que deixo para o leitor é:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;"Será que cada zodíaco serve para propósitos&lt;br /&gt;diferentes e podem ser usados em conjunto?"&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Dois astrólogos contemporâneos de técnicas completamente diferentes têm respondido a essa pergunta calculando para o nativo dois mapas: um sideral, outro tropical, sendo que cada um deles se destina a propósitos diferentes. Steven Birchfield usa o zodíaco tropical na interpretação natal e o sideral para interpretar direções primárias. Ele tem reportado que o uso do zodíaco sideral nas primárias tem rendido resultados consistentes. Nesse método inovador, ele usa as regências dos planetas no zodíaco sideral, coisa que deixou a todos de queixo caído. Antônio Harres, mais conhecido como Bola, afirma que usa uma roda dupla, com os zodíacos sideral e tropical. Os dois Astrólogos acima têm abordagens diferentes, mas achei interessante que tiveram a mesma solução para esse dilema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante algum tempo, vocês viram que eu especulei sobre o uso do zodíaco sideral para interpretação natal medieval, coisa da qual desisti ao ver colegas com resultados estupendos (Steven incluído) obtidos pelo zodíaco tropical. Em Astrologia também há formadores de opinião, e baseados na grande experiências desses praticantes ocasionalmente norteio minhas decisões técnicas. Por ora, ainda uso o zodíaco tropical, mas agora voltei um pouco o olhar para o sideral.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12574671-2958341520895390984?l=astrosphera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/2006Astrosphera/~4/V72HhTQso3E" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://astrosphera.blogspot.com/feeds/2958341520895390984/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12574671&amp;postID=2958341520895390984&amp;isPopup=true" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/2958341520895390984?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/2958341520895390984?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/2006Astrosphera/~3/V72HhTQso3E/o-celeuma-tropical-versus-sideral-mais.html" title="o celeuma tropical versus sideral mais uma vez" /><author><name>Dr. R</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06541817154862349528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="01358338263616676018" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total><feedburner:origLink>http://astrosphera.blogspot.com/2009/07/o-celeuma-tropical-versus-sideral-mais.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0EDSXc5eip7ImA9WxJWGEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-12574671.post-5299894708366750155</id><published>2009-06-25T00:04:00.003-03:00</published><updated>2009-06-25T00:14:38.922-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-06-25T00:14:38.922-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Achados da Prática" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Partes Árabes." /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Lotes" /><title>Achados na Prática 2</title><content type="html">Mais um lançamento da série "Achados na Prática". Nesta segunda edição, apresento o esboço de uma sistematização da aplicação dos Lotes Helênicos, vulgarmente conhecidos como Partes Árabes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo toma como exemplo o mapa de um menino de três anos de idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="https://www.box.net/shared/jkr3rm9qht"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Download&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;A série Achados na Prática consiste em casos reais que foram descobertos na minha experiência com amigos ou clientes, com a devida permissão de terem seus mapas publicados, eventualmente sem os seus dados natais.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12574671-5299894708366750155?l=astrosphera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/2006Astrosphera/~4/2y1VfaBDP7c" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="https://www.box.net/shared/jkr3rm9qht" title="Achados na Prática 2" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://astrosphera.blogspot.com/feeds/5299894708366750155/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12574671&amp;postID=5299894708366750155&amp;isPopup=true" title="5 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/5299894708366750155?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/5299894708366750155?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/2006Astrosphera/~3/2y1VfaBDP7c/achados-na-pratica-2.html" title="Achados na Prática 2" /><author><name>Dr. R</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06541817154862349528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="01358338263616676018" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">5</thr:total><feedburner:origLink>http://astrosphera.blogspot.com/2009/06/achados-na-pratica-2.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0UMQn0-fSp7ImA9WxJXFko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-12574671.post-606933692100624926</id><published>2009-06-10T18:20:00.007-03:00</published><updated>2009-06-10T21:14:43.355-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-06-10T21:14:43.355-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Dawr" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Astrologia Mundana" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Livro das Religiões e Dinastias" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Abu Ma'shar" /><title>O início</title><content type="html">Num saber que depende de uma estrutura circular como a Astrologia, define-se arbitrariamente um começo, pela óbvia razão de que um círculo não tem início nem fim. Em algum lugar do zodíaco, o começo tem de ser fincado, a fim de tudo se referendar nele. E na Astrologia Mundial? Existe algum começo? Existe um mapa fidedigno para nos basearmos como um início?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há propriamente um mapa de início do mundo no qual podemos nos basear com segurança. Há sim, um mapa mítico chamado de &lt;em&gt;Thema Mundi&lt;/em&gt; que, em latim, nada mais é do que o tema ou carta do mundo. Essa carta, longe de ser um registro celeste remoto, apenas contém inúmeras razões para se entender as relações entre os signos e dos planetas, coisa que não quero abordar nesse artigo. Mais interessante é perceber na Astrologia Mundial um começo do qual se parta para se tirar conclusões técnico-práticas, sendo esse começo escolhido sem uma razão claramente demonstrável nos textos, mas que é freqüentemente citado pelos autores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abu Ma'Shar, no seu &lt;em&gt;Livro das Religiões e Dinastias&lt;/em&gt;, define um começo dos estudos Astrológicos acerca das coisas mundanas a partir de um evento de grandes proporções e que encontra indício em inúmeras culturas. Esse evento, longe de ser o começo do mundo, é tomado pelos astrólogos e pelas religiões - notadamente o cristianismo - como um "recomeço" da humanidade. Falo do &lt;strong&gt;dilúvio&lt;/strong&gt;: período, segundo a Bíblia, de quarenta dias e quarenta noites de chuvas ininterruptas que inundaram o mundo conhecido, exterminando os animais superiores - incluindo grande parte dos humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo um saber cíclico, fica difícil estabelecer na Astrologia um começo sem que haja um grande ciclo marcado por algum evento celeste. Alguns autores usam esse argumento como prova de que não é possível fazer Astrologia Mundial sem os planetas Urano, Netuno e Plutão - dados os seus grandes ciclos - mas isso está longe de ser verdade. De acordo com os autores medievais, podemos escolher ao longo da história da humanidade qualquer evento de grandes proporções e com algum registro evidente de ter acontecido próximo ao retorno das conjunções Júpiter-Saturno no signo de Leão, o que ocorre em média a cada &lt;strong&gt;960 anos&lt;/strong&gt;.O dilúvio ocorre 247 anos após a grande conjunção Júpiter-Saturno em Leão de 3651 a.C.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sabemos muito acerca do dilúvio, a não ser que ele é descrito por inúmeras culturas do Norte da África, Mediterrâneo e Oriente Médio. Há inclusive historiadores cristãos que defendem registros do dilúvio entre os índios mesoamericanos. De qualquer forma, parece que Abu Ma'shar se fia nesse evento como um dos poucos marcos de um passado obscuro, sem registros. Antes do dilúvio, ele apenas cita a criação de Adão como um fato marcante! Nós, então, sabemos menos ainda, pois não se trata de colhermos dados numa história natural da Terra, e sim cultural, coisa que em culturas antigas era transmitido oralmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que a maioria dos autores de astrologia atualmente ignoram a existência desse referencial primário da Grande Conjunção em Leão, mas Abu Mashar o leva em conta na hora de prognosticar, e ele o faz utilizando uma espécie de "profecção mundial" chamada de &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Dawr&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (palavra árabe que representa "revolução").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para entendermos o D&lt;em&gt;awr&lt;/em&gt;, é necessário saber que ele é iniciado a partir de uma grande conjunção em Leão, mediante algum evento significativo que coincida aproximadamente com aquele evento celeste. &lt;strong&gt;Em tese, o &lt;em&gt;Dawr &lt;/em&gt;começa no Ascendente da carta de ingresso da conjunção de Leão&lt;/strong&gt; - um grande problema pois, em se tratando de um evento de proporções mundiais, qual seria o local para situar uma carta de ingresso? Abu Ma'Shar conta a &lt;em&gt;Dawr&lt;/em&gt; a partir de Áries que, curiosamente, é onde ele crê que ocorre a conjunção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixemos essa dúvida reservada para outro instante e nos voltemos para a &lt;em&gt;Dawr&lt;/em&gt;. Assim como a profecção, ela se desloca pelos signos na sua ordem zodiacal conhecida, porém ao invés de dar a cada signo 1 ano (como na profecção natal), cada signo recebe &lt;strong&gt;360 anos&lt;/strong&gt;. Cada &lt;em&gt;Dawr&lt;/em&gt; pode ser divida em 4 quartos, que Abu Mashar divide regularmente em 90 anos, mas as regras para se escolher um regente para essas quartos são confusas e pouco discorridas pelo autor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ao contrário da profecção, a Dawr não tem como regente o senhor domiciliar do signo&lt;/strong&gt;. O regente é dado pela ordem caldaica a partir da primeira &lt;em&gt;Dawr&lt;/em&gt;, contada em Áries. Em outras palavras, a Dawr começa com Áries - Saturno e vai na seguinte ordem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Áries - Saturno&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Touro - Júpiter&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Gêmeos - Marte&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Câncer - Sol&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Leão - Vênus&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Virgem - Mercúrio&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Libra - Lua&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Escorpião - Saturno&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;...e assim sucessivamente. Para que Saturno - Áries se repita novamente, são ao todo mais de oitenta combinações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abu Ma'Shar crê que a grande conjunção ocorre em Áries a cada 960 anos, &lt;strong&gt;sendo que ele começa o &lt;em&gt;Dawr&lt;/em&gt; a partir de Áries&lt;/strong&gt;, o que está muito longe da realidade constatada em qualquer zodíaco, incluindo os siderais. Umar é mais consistente nesse ponto e afirma o que nós sabemos ao consultarmos as efemérides da NASA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sabemos se há no discurso de Abu Ma'Shar uma falha teórica ou se é proposital que se parta de Áries o &lt;em&gt;Dawr&lt;/em&gt;. Eu prefiro pensar que sim, pois Abu Ma'Shar era um excelente Astrólogo e Umar foi anterior a ele e sabia que a grande conjunção parte de &lt;strong&gt;Leão&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A regra &lt;strong&gt;teórica&lt;/strong&gt; para o &lt;em&gt;Dawr&lt;/em&gt; depende, portanto, de se considerar o ano da &lt;strong&gt;conjunção que representa o dilúvio&lt;/strong&gt; - que ocorreu mais de duzentos anos antes da enchente - como um início de um ciclo que perduraria até hoje! Entretanto, &lt;strong&gt;na prática&lt;/strong&gt;, Abu Ma'Shar não usa a conjunção representante do dilúvio como um recomeço, pois ele dá a essa época uma &lt;em&gt;Dawr&lt;/em&gt; diferente de Saturno-Áries, que seria teoricamente a primeira. Abu crê que a Dawr ativada no dilúvio era &lt;strong&gt;Saturno-Câncer&lt;/strong&gt;, a sexagégima Dawr a partir de Saturno-Áries! Em outras palavras, Abu Ma'shar considera que houve um evento mais importante do que o dilúvio, no qual ele se baseia para contar um ciclo de Dawrs que passa pelo dilúvio e vale até a ascensão da religião islâmica, no século quatro depois de Cristo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do dilúvio, houve outras conjunções em Leão, mas o autor árabe não as leva em conta. Ele analisa a ascensão do Islam ainda levando em conta a conjunção do dilúvio! Se levarmos em conta que Abu Mashar praticamente ignorou as conjunções em Leão/Áries (como preferir) que se sucederam àquela do dilúvio como princípios do dawr, porque temos de considerá-las?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A consequência mais séria do uso da conjunção do dilúvio é a definição de um planeta que represente o Islamismo. Por Vênus reger a &lt;em&gt;Dawr&lt;/em&gt; do momento em que o Islã surge, ela é o planeta escolhido. Algumas pessoas acham que Vênus não pode representar o islã porque ela é um planeta feminino e o Islã é reconhecido por reprimir o feminino, se o compararmos à cultura ocidental. O problema é que a escolha de um significador na Astrologia Medieval tem como razões questões meramente técnicas, sendo somente a partir dessas questões é que podemos chegar a alguma interpretação. Logo, a única e suficiente razão para Vênus ser a significadora do Islamismo é o fato dela ser a regente do Dawr que opera no momento da ascensão do Islã, partindo como base de cálculo o 64° &lt;em&gt;Dawr&lt;/em&gt; de Saturno em Câncer, aquele do dilúvio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais estudos sobre Astrologia Mundial vêm por aí...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12574671-606933692100624926?l=astrosphera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/2006Astrosphera/~4/pJaEVQWEurI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://astrosphera.blogspot.com/feeds/606933692100624926/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12574671&amp;postID=606933692100624926&amp;isPopup=true" title="5 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/606933692100624926?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/606933692100624926?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/2006Astrosphera/~3/pJaEVQWEurI/o-inicio.html" title="O início" /><author><name>Dr. R</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06541817154862349528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="01358338263616676018" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">5</thr:total><feedburner:origLink>http://astrosphera.blogspot.com/2009/06/o-inicio.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0UCRHsyeip7ImA9WxJQGU0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-12574671.post-5728200212451398604</id><published>2009-06-01T20:02:00.003-03:00</published><updated>2009-06-01T21:07:45.592-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-06-01T21:07:45.592-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Astrologia Mundana" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Brasil" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Grande Conjunção" /><title>A grande conjunção de 1961</title><content type="html">Esse artigo surgiu de uma curiosidade minha para investigar melhor um período negro na história do nosso país: a ditadura militar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em se tratando de grandes mudanças políticas, eu sempre penso nas conjunções Júpiter-Saturno, chamadas popularmente de &lt;strong&gt;Grandes Conjunções&lt;/strong&gt;. Meu primeiro impulso foi ir em busca de um livro que tenho na minha estante e procurar qual conjunção ocorre mais próxima da Revolução de 1964, fato que marcou o início da hegemonia dos militares. Eis que eu encontro, dia 19 de Fevereiro de 1961, às 0:03h, Júpiter e Saturno a formar uma conjunção exata nos céus, especificamente em 25 Capricórnio 12'. Essa é a informação que consta na página 91 do livro "&lt;em&gt;Tables of Planetary Phenomena - Second Edition&lt;/em&gt;", produzido pelo memorável Neil F. Michelsen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa conjunção me parece muito importante porque ela acontece num momento no qual o Brasil, dentro de poucos anos, mudará de regime político, adentrando uma ditadura que durará até quatro anos depois da próxima conjunção Júpiter-Saturno, que ocorreu no signo de Libra e marca a mudança de triplicidade das conjunções, passando da terra para o ar. Mais importante ainda para mim é que a conjunção ocorre no signo de Capricórnio, que nada mais é do que o Ascendente da Carta de Ingresso do ano da Independência do país. Essa evidência fala a favor de adotarmos um Ascendente Capricórnio para o país, pois dentre várias conjunções, aquela que ocorreu em Capricórnio coincidiu com esse significativo divisor de águas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analisando a conjunção, algumas coisas vêm à tona. Os próximos 20 anos seriam difíceis, marcados por ordem exacerbada e repressão porque Saturno está mais forte que Júpiter na conjunção, além deste se encontrar em queda. Saturno teria completo domínio da situação por estar no seu domicílio. Júpiter seria recebido por Saturno, o que melhora o estado do planeta, porém todos os ideais Jupiterianos de liberdade e igualdade estariam na dependência da repressão do grande maléfico. Saturno, por outro lado, está dignificado num signo bestial, frio e seco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É senso comum que um maléfico tem o seu potencial destrutivo abrandado se poscionado em seu próprio domicílio. Isso é uma verdade clara e comprovada pela experiência, que não deve ser subestimada frente ao senso comum que impera a respeito da ditadura militar. Aqui devemos ser racionais e concluir apenas algumas coisas, mesmo assim contrariando o sendo hegemônico da imprensa. Somos bombardeados de informações apontando que a ditadura é ruim, mas a pergunta que não quer calar é: ruim para quem? O povo brasileiro tinha ainda uma grande porcentagem de analfabetos e de gente abaixo da linha da pobreza. Essas pessoas não tinham recursos para concluir que a ditadura era ruim. Essa é uma conclusão digna de um público mais esclarecido, e aqui temos as classes que mais sofreram durante o período de repressão: os estudantes, a imprensa e a classe intelectual brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, a ditadura foi responsável por alguns dos horrores que marcam a história do nosso país, como por exemplo epidemias, cuja notificação pela imprensa era proibida pelo ministério da saúde, a fim de não causar pânico e passar a falsa ideação de que tudo estava sob controle. O que estou querendo enfatizar é que o regime militar, à parte das atrocidades já conhecidas por nós, não piorou as condições socioeconômicas da população: &lt;strong&gt;a ditadura foi uma crise na democracia do país, mas não podemos dizer o mesmo em se tratando da economia.&lt;/strong&gt; Nesta dimensão, ao contrário, o Brasil experimentou uma expansão econômica às custas de um grande endividamento, cujas consequências seriam sentidas não naquele momento, mas na próxima conjunção, ocorrida no signo de Libra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda é precoce para falarmos em alguma coisa, mas fica aqui duas hipóteses:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;Encontramos mais uma evidência de que o Ascendente do Brasil é Capricórnio;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Quando Saturno predomina na Grande Conjunção e está em bom estado cósmico, os governos investem na estrutura do país de um modo mais intenso. Nessa conjunção, o país experimentou construções faraônicas, como a Ponte Presidente Costa e Silva, mais conhecida como Ponte Rio-Niterói.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maiores detalhes sobre a conjunção serão catalogados estudando a carta de ingresso do ano em que ela ocorreu, além de outros detalhes que serão explicitados em outros artigos.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12574671-5728200212451398604?l=astrosphera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/2006Astrosphera/~4/KbHoodvVry0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://astrosphera.blogspot.com/feeds/5728200212451398604/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12574671&amp;postID=5728200212451398604&amp;isPopup=true" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/5728200212451398604?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/5728200212451398604?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/2006Astrosphera/~3/KbHoodvVry0/grande-conjuncao-de-1961.html" title="A grande conjunção de 1961" /><author><name>Dr. R</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06541817154862349528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="01358338263616676018" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total><feedburner:origLink>http://astrosphera.blogspot.com/2009/06/grande-conjuncao-de-1961.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEYARnk7cCp7ImA9WxJRGEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-12574671.post-201677546778624758</id><published>2009-05-20T13:46:00.006-03:00</published><updated>2009-05-20T14:55:47.708-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-05-20T14:55:47.708-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Almuten Figuris" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Paulo Silva" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Astrologia Mundana" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Abu Ma'shar" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Yuzuru" /><title>A Carta de início do Brasil.</title><content type="html">Qual seria o mapa que representa o Brasil? Com inúmeros momentos de importância histórica, fica difícil num primeiro momento identificarmos o instante ideal que marca o nascimento da nação brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa dificuldade é muito maior em se tratando da astrologia moderna, pelo que parece. Persegue-se com avidez o instante inicial de um país, cidade ou estado. Lembro-me de uma palestra na qual o Astrólogo relatou que teve de consultar o Arquivo Geral da Marinha para saber qual era a luminosidade do Sol no instante em que Estácio de Sá chegou na Baía de Guanabara, a fim de saber qual seria a hora certa em que o desbravador vislumbrou pela primeira vez o território carioca. Os antigos, por outro lado, tinham uma maneira mais simples de ver as coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Independentemente da hora em que foi fundado o país, a Carta de Ingresso do ano em que o país foi criado deve ser consultada. Chamaremos esse mapa de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Carta de Início&lt;/span&gt;. Ela é a raiz de todas as outras cartas que se seguirão a esta, e será utilizada para se saber quais serão os significadores de cada componente do país: o governante, o povo, os ministros, comerciantes, artistas, etc. Esse procedimento é muito importante porque em alguns continentes (como a Europa) os países são muito pequenos e acabam por ter no mesmo ano Cartas de Ingresso anuais muito parecidas, pois não se muda muito a latitude. Esses países, porém, foram criados em épocas diferentes e, com isso, terão Cartas de Início radicalmente diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do mais, dentro das Cartas de Início há uma preciosa informação. São nelas onde nós devemos procurar qual é o signo que representa o país ou nação. Esse signo é tão simplesmente o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ascendente da Carta de Início&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns autores entram em contradição com essa regra (mesmo defendendo-a nos seus escritos) e consideram o Ascendente da cidade ou país como sendo aquele do instante que o "rei senta no trono" ou outra coisa equivalente a essa. Por exemplo, &lt;a href="http://yuzuru.wordpress.com/2009/03/31/fundacao-de-bagda/"&gt;no blog do yuzuru você verá o mapa da fundação de Bagdá&lt;/a&gt;. Esse mapa representa o instante em que a cidade foi fundada, fruto de uma eleição astrológica. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os autores consideram o signo que representa Bagdad como sendo Sagitário porque esse era o Ascendente não da Carta de Ingresso, mas sim da eleição astrológica.&lt;/span&gt; Essa, contudo, parece ser uma exceção à regra estipulada por Abu Ma'shar e outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do signo que representa um país, é necessário sabermos o planeta representante da nação. Esse não será necessariamente o regente do Signo Ascendente da Carta de Início, e sim "o planeta mais proeminente nos locais mais importantes da figura". Aqui alguns autores consideram essa descrição como sendo o já conhecido Almuten Figuris, cujo método pode ser encontrado no site de &lt;a href="http://www.astrologiamedieval.com/Almutem.htm"&gt;Paulo Silva&lt;/a&gt;. Com base nesses dois princípios, vamos postar aqui a carta de ingresso do ano em que o Brasil se viu independente, com localização na então capital desde que a corte aqui chegou, em 1808: o Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_EstatxQEtag/ShQ6C1fWY_I/AAAAAAAAAZw/FZ8rRpUmgds/s1600-h/SFPage.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 252px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_EstatxQEtag/ShQ6C1fWY_I/AAAAAAAAAZw/FZ8rRpUmgds/s400/SFPage.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5337955278733599730" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Se os autores medievais estiverem certos, o signo que representa o Brasil é &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Capricórnio&lt;/span&gt;. O planeta mais importante do mapa - obtido pelo cálculo do Almuten Figuris - é &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Saturno&lt;/span&gt;. Aqui pode soar uma coincidência, mas nem sempre o regente do signo Ascendente será o planeta representante do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo dito essas tortuosas linhas acima, vamos entrar na polêmica. A primeira delas é considerar errado o que se diz em Astrologia Medieval porque contraria as concepções da  típicas da Astrologia Moderna. Veja o que eu quero dizer em algumas paráfrases do que leio na internet:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"O Brasil é um país com um povo criativo, mas ao mesmo tempo com baixa estima. Essas coisas são melhor representadas pelo signo de Virgem, domicílio onde o Sol se encontrava no instante da Independência."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu acredito que Peixes seria o melhor Ascendente do Brasil porque é um país com misticismo, compreensão, criatividade, emocionalismo etc."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu acredito que Aquário é o Ascendente do Brasil porque temos tolerância às diferenças e o país sempre foi vanguarda artística e em algumas tecnologias, até mesmo se comparado a alguns países desenvolvidos"&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Esse é o senso comum astrológico acerca do Brasil. Diante desse modo de produção de conhecimento Astrológico, é claro que o Ascendente Capricórnio detectado na Carta de Início proposta é um absurdo. Vejamos a reação que essa proposição pode causar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"Nossa, Capricórnio! Não tem nada a ver com o Brasil! Signo austero, fechadão... Nada a ver! Capricórnio tem mais a ver com a Inglaterra, Alemanha... Brasil não!"&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;O eterno choque entre as técnicas modernas e medievais pode ser evitado se considerarmos que cada uma busca coisas diferentes. Abu Ma'shar e outros Astrólogos não estavam preocupados com a identidade de um povo ou esses conceitos abstratos que povoam a Astrologia Mundial contemporânea. O que eles queriam era descobrir qual signo e qual planeta deflagrariam eventos na nação com sua mudança de estado celeste! Se Capricórnio e Saturno estiverem aflitos, será que o Brasil sofrerá?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco importa a identidade do país pelo signo que o representa! Esse conhecimento tem como única importância saber quando o país será afligido ou bonificado. Talvez essa identidade seja descoberta na Carta de Início do país, quando analisada completamente. Aí saberemos as tendências dos governantes, reis, ministros, da classe intelectual, etc. As tendências mostradas na Carta de Início serão marcadas de um modo indelével na identidade do país - nossos políticos safados que o digam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande parte da minha decepção com a Astrologia Moderna teve início na área Mundana. Nos meus cinco anos de estudo, encontrei poucos Astrólogos se engajando em fazer previsões - sejam elas acertadas ou não. A prática usual é descobrir configurações celestes que representam aquilo que já aconteceu. Astrologia Mundana moderna tem sido apenas uma linguagem: não tem demonstrado grande potencial preditivo, fica restrita àquilo que ela consegue ver: os ciclos de Urano, Netuno e Plutão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12574671-201677546778624758?l=astrosphera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/2006Astrosphera/~4/opFioWse-QA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://astrosphera.blogspot.com/feeds/201677546778624758/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12574671&amp;postID=201677546778624758&amp;isPopup=true" title="6 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/201677546778624758?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/201677546778624758?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/2006Astrosphera/~3/opFioWse-QA/carta-de-inicio-do-brasil.html" title="A Carta de início do Brasil." /><author><name>Dr. R</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06541817154862349528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="01358338263616676018" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_EstatxQEtag/ShQ6C1fWY_I/AAAAAAAAAZw/FZ8rRpUmgds/s72-c/SFPage.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">6</thr:total><feedburner:origLink>http://astrosphera.blogspot.com/2009/05/carta-de-inicio-do-brasil.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DE8DSHw-eyp7ImA9WxJTF0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-12574671.post-8038293676596881168</id><published>2009-04-26T15:16:00.010-03:00</published><updated>2009-04-26T17:14:39.253-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-04-26T17:14:39.253-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Praga" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Relógio Astronômico" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ascensões" /><title>Voltando do Leste Europeu...</title><content type="html">Não deu tempo de avisar aos leitores, mas no dia 11 de abril eu me casei e logo em seguida parti para uma lua de mel pelo leste europeu. Vi, de um modo bem &lt;span style="font-style: italic;"&gt;en passant&lt;/span&gt;, Viena, Budapeste e Praga. Nesta última cidade, há um objeto de grande interesse meu cuja foto será postada aqui para que entendamos um conceito astrológico importante. Antes disso, uma introduçãozinha sobre aquela estonteante cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_EstatxQEtag/SfS2tKTNw7I/AAAAAAAAAZA/KjrTdQPBvcA/s1600-h/Hans_von_Aachen_003.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 252px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_EstatxQEtag/SfS2tKTNw7I/AAAAAAAAAZA/KjrTdQPBvcA/s320/Hans_von_Aachen_003.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5329085146061456306" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;É impossível não me identificar com Praga. Um dos seus reis tem o mesmo nome que eu. Não bastasse isso, ele tinha grande afinidade pela Astrologia e pela Alquimia. &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rodolfo_II_da_Germ%C3%A2nia"&gt;Rodolfo II&lt;/a&gt;, imperador do Sacro Império Romano-Germânico, que transferiu a capital do império de Viena para Praga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rei místico foi conhecido pelos ataques de melancolia e pela falta de experiência política - perdeu a Áustria, a Morávia e a Hungria em 1608 para o Arquiduque Matias, vencedor dos Turcos. De educação católica, Rodolfo II era tolerante ao culto protestante, dando a eles liberdade de culto com algumas restrições. Tudo isso você pode ler na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rodolfo_II_da_Germ%C3%A2nia"&gt;Wikipedia&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_EstatxQEtag/SfS4o8eYbJI/AAAAAAAAAZQ/_l5RP8aSwqw/s1600-h/Viena-Budapeste-Praga+257.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px; height: 133px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_EstatxQEtag/SfS4o8eYbJI/AAAAAAAAAZQ/_l5RP8aSwqw/s200/Viena-Budapeste-Praga+257.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5329087272653974674" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Depois de 1597, sua saúde declinou e o rei se trancou em Hradcany (o castelo de Praga, uma coleção de prédios e a Catedral de São Vitor. Pronuncia-se &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Rádtchani&lt;/span&gt;), começando seu fascínio pela Astrologia e Alquimia. Patrocinou Tycho Brahe e Johannes Kepler (com seus trocentos tipos de aspectos astrológicos além dos Ptolomaicos...).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_EstatxQEtag/SfS50sgxUYI/AAAAAAAAAZY/LunCU4AX30I/s1600-h/Viena-Budapeste-Praga+010.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_EstatxQEtag/SfS50sgxUYI/AAAAAAAAAZY/LunCU4AX30I/s400/Viena-Budapeste-Praga+010.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5329088574039085442" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Na corte ao redor do castelo, construiu umas casinhas para abrigar servos e alquimistas, que perseguiam com avidez fórmulas para fabricar ouro de metais e para o elixir da Longa Vida. Tempos depois, uma dessas casas abrigou Franz Kafka, que nela escreveu alguns contos e poemas. Hoje a casa vende pilhas para máquinas fotográficas, livros e lembrancinhas do Kafka para turistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_EstatxQEtag/SfS6bjAov3I/AAAAAAAAAZg/a4U86rq6lMI/s1600-h/Viena-Budapeste-Praga+299.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 300px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_EstatxQEtag/SfS6bjAov3I/AAAAAAAAAZg/a4U86rq6lMI/s400/Viena-Budapeste-Praga+299.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5329089241503285106" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Praga tem muita coisa interessante a ser vista, mas a que tem maior importância para o blog é o Relógio Astronômico. Apesar da evidente inspiração astrológica, o relógio não é criação de Rodolfo II, precedendo-o alguns séculos. Até hoje, o relógio sofreu inúmeras reformas e implementações. Sofreu avarias na Segunda Guerra Mundial, em seguida o seu mecanismo foi finalmente desvendado e ele funciona ininterruptamente desde 1948.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_EstatxQEtag/SfS7iNPoDJI/AAAAAAAAAZo/y7CHnWXA6CQ/s1600-h/Viena-Budapeste-Praga+300.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_EstatxQEtag/SfS7iNPoDJI/AAAAAAAAAZo/y7CHnWXA6CQ/s400/Viena-Budapeste-Praga+300.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5329090455431285906" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Originalmente, o relógio era composto apenas pelo mostrador das horas (foto acima), com os signos e os luminares. Mais tarde, adicionaram acima do mostrador os doze apóstolos (que aparecem nas duas janelinhas toda vez que uma hora se completa) e abaixo uma "mandala" com os doze meses do ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez você esteja notando que os signos têm tamanhos diferentes no mostrador. Perceba que de Virgem a Peixes, os tamanhos de cada signo diminuem, enquanto de Leão a Áries eles são maiores. Isso é um conceito astrológico muito importante. Se você entendê-lo, vai começar a ver o céu como ele realmente é, e não como está nos mapas impressos pelos softwares de Astrologia. Humildemente, eu tentarei mostrar no próximo post as Ascensões dos signos, mas agora eu direi algumas palavras breves para vocês meditarem sobre o tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto mais perto do Equador Terrestre, mais "iguais" são os tamanhos dos signos: eles ficam mais parecidos com os signos que você vê nos mapas que eu posto no blog e que são produzidos com o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;software&lt;/span&gt; Solar Fire. Quanto mais longe do Equador, maior a diferença de tamanho dos signos, o que faz com que eles se apresentem de forma semelhante aos signos do relógio de Praga. Isso acontece porque as estações do ano mudam a duração dos dias e das noites, mas no Equador essa diferença inexiste. Perceba que os signos que marcam o outono e o inverno em Praga (de Libra a Peixes) são menores que os signos que marcam a primavera e o verão (Áries a Virgem) . Isso acontece porque quando o Sol está neles e se encontra acima do horizonte, os dias são menores do que as noites. Por conseguinte, o "arco" que o Sol completa acima do horizonte durante os dias de outono e inverno tem de ser menor. Como o arco que o Sol faz ao longo do ano nada mais é do que o Zodíaco, então temos de dar um tamanho menor aos signos que o Sol percorre durante o inverno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, eu vou tentar dizer mais coisas sobre isso no próximo post porque esse conceito é muito interessante e pode ser usado em previsão. Até!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12574671-8038293676596881168?l=astrosphera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/2006Astrosphera/~4/kH-HHn5RynM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://astrosphera.blogspot.com/feeds/8038293676596881168/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12574671&amp;postID=8038293676596881168&amp;isPopup=true" title="11 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/8038293676596881168?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/8038293676596881168?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/2006Astrosphera/~3/kH-HHn5RynM/voltando-do-leste-europeu.html" title="Voltando do Leste Europeu..." /><author><name>Dr. R</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06541817154862349528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="01358338263616676018" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_EstatxQEtag/SfS2tKTNw7I/AAAAAAAAAZA/KjrTdQPBvcA/s72-c/Hans_von_Aachen_003.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">11</thr:total><feedburner:origLink>http://astrosphera.blogspot.com/2009/04/voltando-do-leste-europeu.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEcHRnw_fSp7ImA9WxVaFUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-12574671.post-3165716282874480347</id><published>2009-04-12T23:12:00.007-03:00</published><updated>2009-04-13T00:07:17.245-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-04-13T00:07:17.245-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Testemunho" /><title>Aspectos segundo a Astrologia Helênica</title><content type="html">Nesse post, eu falarei acerca do modo como os Astrólogos Helênicos analisavam aspectos. Você, que acompanha o blog, perceberá que eu entrarei em contradição clara com as minhas afirmativas dos artigos anteriores, mas não fique pensando que mudei de idéia. Aqui, estou na posição de mostrar diferentes pontos de vista, mais do que fazer uma escolha precipitada. Afinal de contas, como dizia o apóstolo Paulo (com as minhas palavras):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Examine tudo, e retenha o que for bom.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;É com esse espírito que vamos começar a perceber como os helenistas viam os aspectos. O autor mais importante e claro desse tema é Antíoco de Atenas. Eu não tenho nenhum livro dele, mas fuçando um ou outro texto na internet de Robert schmidt - a principal "figuraça" do estudo da Astrologia Grega na contemporaneidade - você aprende algumas coisinhas bem interessantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, vamos nos acostumar com toda a terminologia que eles usavam - e que foi traduzida por Schmidt de um modo bem cuidadoso, para tentar preservar o sentido mais perto possível do intento original. Eu não poderia começar esse estudo de uma forma diferente senão apontando o significado do termo em inglês "figure"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Figure ("figura")&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os planetas que fazem uma figura são aqueles que estão em signos que formam figuras geométricas exatas - quadrados, triângulos equiláteros, hexágonos e a oposição, que é uma exceção a esse raciocínio - , sendo que um planeta se aplica ao outro, ou seja, o planeta mais rápido tem menos graus do que o planeta mais lento. &lt;strong&gt;É importante frisar que a aplicação é uma condição &lt;em&gt;sinequanon&lt;/em&gt; para que ocorra uma figura, pois isso indica que os planetas hão de se encontrar um dia, aí sim completando um aspecto&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplo: &lt;em&gt;Venus em 02 Sagitário, Saturno em 22 de Peixes&lt;/em&gt;. Aqui, Vênus e Saturno estão em signos que fazem uma quadratura. Como Vênus é o planeta mais rápido e tem menos graus, ele se aplica a Saturno. Como Sagitário e Peixes são signos que formam o lado de um quadrado (pois ficam distantes 90 graus um do outro), temos então uma figura. &lt;strong&gt;Essa figura, porém, não pode ainda ser chamada de aspecto&lt;/strong&gt;. Vejamos o por quê disso na explicação do termo "aspectos"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aspectos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para que uma figura seja chamada de aspecto, é necessário uma distância mínima de &lt;strong&gt;3 graus&lt;/strong&gt; entre os dois planetas. Isso se aproxima enormemente do que chamaríamos de "orbe da Astrologia Moderna", que dá uma distância média para a configuração entre dois planetas. Na Astrologia Medieval, essa distância depende da orbe de luz dos dois planetas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplo: &lt;em&gt;Vênus em 20 de Sagitário, Saturno em 22 de Peixes&lt;/em&gt;. Aqui sim, podemos dizer que &lt;strong&gt;Vênus aspecta Saturno, e vice-versa, pois a distância entre ambos é menor ou igual a 3 graus absolutos&lt;/strong&gt;. No outro exemplo, eles apenas formavam a figura de um quadrado. Além do mais, o aspecto é aplicativo. Veremos mais a frente que os autores helênicos puristas não consideravam aspectos separativos. &lt;strong&gt;Sendo assim, toda vez que eu me referir a "aspecto" nesse artigo, eu estarei me referindo aos aspectos aplicativos com orbe de 3 graus.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Finalizando a explicação do termo "aspecto", vou abordar sobre o que seria uma heresia há alguns anos atrás. Segundo Schmidt, os autores toleravam aspectos entre signos que não formavam figuras! Esse seria o moderno "aspecto fora de signo" ou "trígonos fora de elemento". Em outras palavras: Touro sempre faz trígono com Capricórnio e ambos são signos de Terra, mas um planeta em 00 Touro pode fazer um aspecto com outro planeta em 29 de Sagitário, mesmo que estejam "fora de elemento", se - e somente se - fosse respeitada a orbe de 3 graus. O que eu disse para o trígono se aplica a outros aspectos. Nada de novo para Astrólogos Modernos, não?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo que foi escrito acima é usado para dizermos que um planeta testemunha outro. E esse será o último termo que tentaremos descrever abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Testemunho&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A noção de testemunho foi abordada em diversos artigos desse blog. O significado de 'testemunho' que eu darei aqui será aquele que podemos encontrar nas obras de Astrólogos Helênicos, principalmente de Antíoco de Atenas. Nos meus outros artigos, ela pode diferir um pouco do que pretendo dizer aqui. Clique no marcador "testemunho" abaixo e você me entenderá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A noção de testemunho é simples. Quando um planeta aspecta ou faz uma figura com o outro, dizemos que um testemunha o outro. Se estou analisando Saturno, e percebo que Vênus faz uma quadratura aplicativa a ele, então eu digo que há um testemunho de Vênus sobre Saturno, e vice-versa (dependerá se estou analisando Vênus ou Saturno).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O testemunho apenas significa que um planeta tem algo a dizer sobre o outro. Assim sendo, Vênus diz que, nas questões saturninas, há algum elemento sexual, feminino ou artístico - significados Venusianos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os testemunhos podem ser fortes ou fracos. Quando um planeta faz uma figura com o outro, temos aí um testemunho fraco. Quando há um aspecto (atenção! sempre aplicativo!), o testemunho é forte. O tipo de aspecto (quadratura, oposição, etc) apenas diz como há a interação entre ambos os planetas - e aqui há pouquíssima diferença do que os árabes e modernos dizem, portanto não discorrerei sobre o óbvio ululante. O que vale a pena ser dito é enfatizar o que é um testemunho do que não é - e aí, quem pegar livros de Astrologia Helênica com mais de 3-4 anos vai estar &lt;strong&gt;&lt;em&gt;out to date&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; do que é dito hoje!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando começou todo o frisson sobre Astrologia Helênica, todos achavam que Astrólogos como Valens e Antíoco consideravam qualquer tipo de aspecto - bastaria que os planetas estivessem em signos que se aspectassem para considerá-los. Hoje em dia, a comunidade Astrológica que é encabeçada por Robert Schmidt - principal tradutor vivo dos autores gregos - discorda dessa abordagem. Atualmente, eles defendem que um planeta está em testemunho quando ele faz uma figura ou um aspecto aplicativo, &lt;strong&gt;desconsiderando os aspectos separativos&lt;/strong&gt;. Dessa forma, não será qualquer aspecto que seria considerado, o que é um alivio para nós, já que isso reduz em muito o número de aspectos válidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos dar um exemplo de aspecto que não são considerados testemunhos (&lt;strong&gt;segundo as leituras de Schmidt&lt;/strong&gt;): Vênus 23 Sagitário, Saturno 20 de Peixes. Apesar de estarem próximos, o aspecto é separativo e isso não conta como um testemunho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Okay, esse último exemplo foi polêmico. Talvez você esteja pensando: mas eu já vi pessoas com aspectos separativos próximos como o anterior que funcionam! Essa é também a minha dúvida. Não darei uma resposta definitiva para isso agora. Apenas direi que os gregos não estavam muito preocupados com efeitos psicológicos (embora alguns aspectos indicassem predileção comportamental do nativo por uma ou outra atividade, como Lua-mercúrio representando a busca por atividades intelectuais). A astrologia deles era preditiva, não comportamental. Lembre-se de que, na Astrologia Horária, os aspectos separativos não contam como realizadores de uma questão. Eles indicam eventos que já aconteceram.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12574671-3165716282874480347?l=astrosphera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/2006Astrosphera/~4/K2PnyBHr1UE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://astrosphera.blogspot.com/feeds/3165716282874480347/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12574671&amp;postID=3165716282874480347&amp;isPopup=true" title="8 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/3165716282874480347?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/3165716282874480347?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/2006Astrosphera/~3/K2PnyBHr1UE/aspectos-segundo-astrologia-helenistica.html" title="Aspectos segundo a Astrologia Helênica" /><author><name>Dr. R</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06541817154862349528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="01358338263616676018" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">8</thr:total><feedburner:origLink>http://astrosphera.blogspot.com/2009/04/aspectos-segundo-astrologia-helenistica.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0IEQ38yeyp7ImA9WxVbFEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-12574671.post-6112649643489517325</id><published>2009-03-30T23:09:00.004-03:00</published><updated>2009-03-31T00:18:22.193-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-03-31T00:18:22.193-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Firdaria" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="interpretação" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Abu Ma'shar" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Bonatti" /><title>A Firdaria e suas surpresas - Parte 2.</title><content type="html">&lt;blockquote&gt;Vamos continuar aqui a segunda parte do artigo, tentando manter ainda a mesma objetividade e didática do anterior.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;Como calcular sua Firdaria?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você não tem o Solar Fire (5 em diante) nem o Janus (3 em diante), a Firdaria é calculada inteiramente de graça nesse site:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://firdaria.com/calculator.php"&gt;http://firdaria.com/calculator.php&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta colocar sua data de nascimento e dizer se você nasceu de dia ou de noite. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Atenção redobrada se você nasceu quando o Sol nascia ou estava se pondo&lt;/span&gt;: nesse caso, veja se o grau do Sol está abaixo ou acima do eixo Ascendente-Descendente. Se estiver acima, você nasceu de dia; abaixo, de noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas atenção! Você se lembra de que existem dois tipos de Firdaria? Pois é, o site acima calcula somente a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Firdaria ensinada por Bonatti,&lt;/span&gt; que coloca os períodos dos nodos sempre depois do período de Marte. Nada de Abu Ma'shar... E qual seria a diferença prática entre os dois tipos de Firdarias? A única diferença ocorre em mapas noturnos:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Na Firdaria noturna de Bonatti,&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; os períodos dos nodos em mapas diurnos aparecem aos 39 anos.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Na Firdaria de Abu Ma'shar, os períodos dos nodos são &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;sempre a partir dos 70 anos, seja o mapa diurno ou noturno.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Essa diferença gera uma discrepância que só mesmo a prática pode corrigir, mostrando-nos o que é certo. As concordâncias, porém, são muitas: se o mapa for diurno, tanto Abu Ma'shar quanto Bonatti são idênticos. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Se o mapa for noturno, ambos concordarão até os 39 anos da pessoa.&lt;/span&gt; Assim, a única preocupação será com a pessoa que nasceu de noite e tem mais de 39 anos de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu prefiro a Firdaria ensinada por Abu Ma'shar. Não é que eu seja chato por usar uma coisa que é difícil de se conseguir, mas eu considero que Bonatti entendeu as coisas de um modo errôneo. Entre acreditar num sucessor ou num predecessor, prefira o último.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Robert Zoller, porém, discorda de mim e crê que Bonatti está certo. Quem sou eu perante Zoller... São 30 anos de Astrologia contra apenas 6.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passadas as observações metodológicas, vamos aprender a interpretar a Firdaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Como interpretar esse sistema?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você acha que eu aprendi a Firdaria no meu curso de Astrologia Medieval, está enganado. Eles dizem como funciona, mostram exemplos delineados em frases enigmáticas, mas não abrem muito o jogo, deixando o estudante meio desnorteado. Cabe a você perceber como a coisa é sistematizada, e aí é que são elas. Estudar a Firdaria é como observar animais selvagens na mata. Pouco a pouco, você consegue perceber alguma ordem no caos, e as coisas ficam mais domináveis. Evidentemente, nem todo o comportamento animal é previsível, e com a Firdaria é a mesma coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira coisa errada é pensar que a Firdaria Marte-Mercúrio terá os mesmos eventos da Firdaria Mercúrio - Marte. Aqui, a ordem dos fatores alterará o produto! Isto porque, em cada exemplo, os planetas assumem papéis diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu costumo chamar o planeta principal de "regente" e o outro de "participante". Isso é uma coisa minha, que tem uma função didática clara. Se eu chamasse os planetas de "Regente" e de "Sub-Regente", daria a impressão de que eles fazem a mesma coisa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu digo "Marte-Mercúrio", quer dizer que Marte é o regente, enquanto Mercúrio é o participante. Em outras palavras: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;dentro do grande período de Marte, Mercúrio assume temporariamente a distribuição.&lt;/span&gt; Há uma "regra de nomenclatura" implícita no discurso da maioria dos Astrólogos Medievais de que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;o planeta que vem primeiro na frase é o Regente, enquanto o segundo é o participante. &lt;/span&gt;Parece boçal, mas vamos treinar um pouco:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Marte-Mercúrio&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Regente: Marte&lt;br /&gt;Participante: Mercúrio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mercúrio - Marte&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Regente: Mercúrio&lt;br /&gt;Participante: Marte&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Agora que vocês já sabem quem é quem, aí vai uma regra geral para Firdarias:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;O Regente representa a matéria, que toma a forma pelo Participante.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;Abstrato demais? Veja um exemplo do meu mapa, recente até.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de 2007, eu passei a viver a Firdaria &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Mercúrio-Marte&lt;/span&gt;. No meu mapa natal, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mercúrio&lt;/span&gt; está em queda e em detrimento, na Casa 12 (internações) e rege as Casas 3 (vizinhos, amigos, estudos, viagem) e 6 (doença).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Marte&lt;/span&gt; no meu mapa está em detrimento e retrógrado na Casa 6 (doença), no sétimo signo, e rege as Casas 1 (meu corpo e minha mente) e 8 (angústia, inativação, morte).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mercúrio é a matéria&lt;/span&gt;: conteúdos mercuriais serão materializados de uma forma &lt;span style="font-style: italic;"&gt;provocada&lt;/span&gt; por Marte. Como Marte no meu mapa é significador claro de acidentes, ele faz com que Mercúrio tome uma forma conivente com a ação marcial - claramente agressiva. Assim sendo, Mercúrio virou internações e doença, porque ele ocupa a Casa 12 e rege a Casa 6.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A interpretação acima ocorreu quase ao pé da letra: no ano de 2007, eu me acidentei e, em decorrência disso, tive duas longas internações, decorrentes da infecção da fratura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, a Firdaria de Mercúrio não foi só desgraça. Ela pode, a depender do planeta participante, adquirir uma outra forma, mais branda e mais positiva. Se o participante for um benéfico em bom estado, ele vai causar uma expressão mais positiva no regente. Se o participante for um maléfico em mal estado, a coisa degringola como no meu caso, que foi extremo porque Mercúrio no meu mapa está bem fraco e de péssima qualidade, assim como Marte - e é claro que a força tanto do regente principal quanto do participante é importante!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos dar um outro exemplo, para facilitar. Quando a Firdaria Mercúrio-Saturno ficou ativada, eu iniciei meu interesse por Astrologia e me envolvi com algumas mulheres de um modo mais intenso do que o "meu" normal. Isso porque Mercúrio está determinado a estudos (regente da casa 3) e ele adquire a forma de Saturno, sendo Saturno um importante significador de estudos no meu mapa (já que o regente da Casa 9 - Júpiter - não aspecta a Casa 9, enquanto Saturno o faz). Mercúrio-Saturno é uma combinação comum em mapas de Astrólogos tradicionais; embora eu não tenha esse aspecto no meu mapa natal, foi nessa Firdaria que me interessei por Astrologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quanto às mulheres em Mercúrio-Saturno? Isso é mais fácil de explicar. Saturno no meu mapa está na Casa 7 (parceiras). A forma de expressão Saturnina no meu mapa fez com que a matéria mercurial se expressasse como intrigas, segredos e experimentação (mercúrio na Casa 12) ligados a relacionamentos (Casa 7). Quando ligado a sexo, Mercúrio quer experimentar (embora isso não seja um pressuposto para afirmar homossexualidade - um hetero tímido pode descobrir o sexo e isso ser uma experimentação pra ele, que sequer tinha coragem de mostrar seu desejo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem outras dicas que eu dou sobre a Firdaria porque ela também consegue prever eventos bastante concretos, como o nascimento de filhos ou a morte de parentes. No primeito texto em pdf da série Achados na Prática eu mostrei um caso no qual eu consegui prever o nascimento de uma criança apenas com a interpretação natal e a Firdaria. Naquele texto, você notará que é importante saber a interpretação natal. Sabendo o que cada planeta representa com exatidão em seu mapa, fica mais fácil prever com a Firdaria. Portanto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Sua desenvoltura com a Firdaria será tanto maior quanto for a sua habilidade na interpretação da Astrologia medieval Natal.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Se você ignora Astrologia Natal medieval, vai achar a Firdaria uma porcaria. Cada vez mais que eu estudo, consigo tornar a Firdaria mais e mais previsível. Existem casos excepcionais que eu falarei numa segunda oportunidade. Estou pensando em escrever outro artigo para complementar esse, mas a idéia central está aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interpretando a Firdaria corretamente, com apenas uma folha de papel você dirá ao seu cliente a biografia dele. Esse é o poder da Astrologia Medieval: numa época na qual os cálculos matemáticos eram mais simples e maçantes, construía-se sistemas poderosos, não dependentes de matemática avançada, capazes de prever a vida inteira da pessoa usando apenas a figura natal. Nada daqueles relatórios enormes de trânsitos, progressões secundárias e Revoluções Solares.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12574671-6112649643489517325?l=astrosphera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/2006Astrosphera/~4/d83FIYZBNf0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://astrosphera.blogspot.com/feeds/6112649643489517325/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12574671&amp;postID=6112649643489517325&amp;isPopup=true" title="5 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/6112649643489517325?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/6112649643489517325?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/2006Astrosphera/~3/d83FIYZBNf0/firdaria-e-suas-surpresas-parte-2.html" title="A Firdaria e suas surpresas - Parte 2." /><author><name>Dr. R</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06541817154862349528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="01358338263616676018" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">5</thr:total><feedburner:origLink>http://astrosphera.blogspot.com/2009/03/firdaria-e-suas-surpresas-parte-2.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4MQ344cCp7ImA9WxVbEE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-12574671.post-6813185243718974785</id><published>2009-03-25T21:17:00.006-03:00</published><updated>2009-03-25T21:56:22.038-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-03-25T21:56:22.038-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="orbe" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Aspecto" /><title>"Aspectos" de um modo geral.</title><content type="html">Os aspectos são um item da Astrologia que pode ser consideravelmente fácil ou consideravelmente difícil. Eu sugiro que você comece pelo mais simples e depois complique. Tomemos um aspecto como exemplo: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vênus em trígono com Saturno&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;um aspecto nem sempre é recíproco&lt;/span&gt;. No aspecto acima, Saturno pode aspectar vênus, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;mas o contrário pode não acontecer&lt;/span&gt;. Dependerá da distância que há entre um planeta e outro. Se a distância que Vênus tiver de Saturno for superior a orbe de Vênus, então dizemos que Vênus não está unida (do inglês "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;joined to&lt;/span&gt;") a Saturno. Simultaneamente, se a distância entre ambos for inferior à orbe de Saturno, dizemos que Saturno está unido a Vênus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como pode um planeta se unir a outro, enquanto o outro não se une a ele?! Na Astrologia Medieval, cada planeta tem a sua orbe, e é ela quem determina a influência de um planeta sobre o outro. Depois de um certo tempo, passou-se a considerar as orbe dos dois planetas em aspecto, mas isso não era a teoria inicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O que é uma orbe?&lt;/span&gt; A grosso modo, uma orbe é um "halo de luz" que circunda o grau exato do planeta. Abaixo eu indico as orbes mais comuns de todos os planetas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sol:&lt;/span&gt; 15 graus atrás, 15 graus a frente.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Lua:&lt;/span&gt; 12 graus atrás, 12 graus a frente.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Saturno e Júpiter: &lt;/span&gt;9 graus atrás, 9 graus a frente.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Marte:&lt;/span&gt; 8 graus atrás, 8 graus a frente.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vênus e Mercúrio: &lt;/span&gt;7 graus atrás, 7 graus a frente.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;Diante desses valores, voltemos ao aspecto de trígono Vênus-Saturno. Um trígono exato tem 120 graus; isso aconteceria se Vênus e Saturno estivessem no mesmo grau e minuto absolutos, como por exemplo, Saturno em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;9&lt;/span&gt; de libra e Vênus em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;9&lt;/span&gt; de Aquário, porém &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;as orbes de ambos possibilitam uma tolerância maior a distâncias maiores os graus&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;exatos de um aspecto&lt;/span&gt;. Num trígono, Saturno ainda aspecta quem estiver num intervalo de distância dele entre &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;111 e 129 graus&lt;/span&gt; (120 + ou - 9); Vênus, por outro lado, tolera menos: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;113 a 127 graus&lt;/span&gt; (120 + ou - 7) .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usando as margens de tolerância acima, vejamos se Vênus estivesse a 17 de Aquário e Saturno estivesse ainda em 9 de Libra. Nesse mesmo exemplo, Vênus é influenciada por Saturno de maneira irrecíproca, o que faz com que voltemos à provação do início do artigo:&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;A distância entre Vênus e Saturno é de 128 graus. Nessa distância, Vênus ainda está na orbe de luz dianteira de Saturno, que mede 9 graus (128 é contido em 129). &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Por outro lado, Saturno não está mais na orbe de luz traseira de Vênus, que mede apenas 7 graus, ultrapassando-a em 1 grau (128 é maior que 127).&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Diante do exposto, podemos concluir que, no exemplo acima, Saturno é unido a Vênus, porém Vênus não está unida a Saturno.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;Talvez você esteja se perguntando a relevância prática disso. É simples. Se o exemplo acima estivesse num mapa à sua frente, toda vez que você analisasse uma casa regida por Vênus, a influência de Saturno não seria notada, já que no caso acima Vênus não está unida a Saturno. Por outro lado, nas Casas regidas por Saturno, notaríamos uma influência Venusiana pois a orbe Saturnina faz com que este se una a Vênus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O parágrafo acima dá a dica sobre o melhor modo inicial de ver os aspectos: ignore detalhes de aplicação e separação e se concentre nas orbes. Deixe isso para um segundo momento (logo logo, isso lhe será quase instantâneo). Por intermédio das orbes, veja qual planeta está unido a qual. Depois de fazer isso, quando você analisar uma casa, saberá qual planeta influencia o regente dela. Use a princípio os significados essenciais do planeta, e misture-os à casa que ele influencia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, se estou analisando as casas de Saturno, Vênus influenciará os assuntos Saturninos com questões ligadas a mulheres, sexo, ornamentos, beleza, estética, cuidados maternos. É claro que isso não mudará completamente a Saturno, porque ele é um maléfico que, a depender do mapa que você analisar, representará coisas diametralmente opostas a Vênus. Na verdade, a melhor coisa é analisar o que é gerado pela &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"mistura Vênus-Saturno"&lt;/span&gt;, que produz coisas que no final não são inteiramente Venusianas, tampouco inteiramente Saturninas. Todas essas coisas serão ligadas à casa regida por Saturno, e portanto devem ser adaptadas ao que a Casa representa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda no exemplo acima, se quiséssemos analisar as Casas regidas por Vênus, não levaríamos em conta o que Saturno representa, uma vez que Vênus não está a unida a Saturno. É assim que os autores antes da Renascença viam as orbes, e parece um pouco chocante para o raciocínio contemporâneo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse artigo se concentrou no mais difícil, mas é claro que muitos aspectos são recíprocos. É o que aconteceria no exemplo acima, se Saturno estivesse na orbe de vênus e vice-versa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12574671-6813185243718974785?l=astrosphera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/2006Astrosphera/~4/Cj69tk8xWGU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://astrosphera.blogspot.com/feeds/6813185243718974785/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12574671&amp;postID=6813185243718974785&amp;isPopup=true" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/6813185243718974785?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/6813185243718974785?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/2006Astrosphera/~3/Cj69tk8xWGU/aspectos-de-um-modo-geral.html" title="&quot;Aspectos&quot; de um modo geral." /><author><name>Dr. R</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06541817154862349528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="01358338263616676018" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total><feedburner:origLink>http://astrosphera.blogspot.com/2009/03/aspectos-de-um-modo-geral.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0UAQHo-eSp7ImA9WxVUFUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-12574671.post-3633249390537345630</id><published>2009-03-19T22:36:00.002-03:00</published><updated>2009-03-19T23:14:01.451-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-03-19T23:14:01.451-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Firdaria" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Abu Ma'shar" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Bonatti" /><title>A Firdaria e suas surpresas</title><content type="html">A &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Firdaria &lt;/span&gt;consiste numa divisão de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;75 anos&lt;/span&gt; de vida a cada um dos sete Planetas e os nodos lunares. Uma vez completada essa divisão, repete-se o esquema desde o início até a morte da pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diferença entre a Firdaria e os outros tipos de divisões dos tempos é que a nela há uma ordem fixa para dois tipos de mapa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Para mapas &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;diurnos&lt;/span&gt; (Sol acima do Horizonte), inicia-se a disposição dos anos com o Sol.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Para mapas &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;noturnos&lt;/span&gt; (Sol abaixo do Horizonte), inicia-se a disposição dos anos com a Lua. &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;Depois de cada um dos luminares dispor da infância, a disposição planetária se segue nessa ordem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mapas Diurnos:&lt;/span&gt; Sol &gt; Vênus &gt; Mercúrio &gt; Lua &gt; Saturno &gt; Júpiter &gt; Marte &gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Nodo Norte &gt; Nodo Sul.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mapas Noturnos: &lt;/span&gt;Lua &gt; Saturno &gt; Júpiter &gt; Marte &gt; Sol &gt; Vênus &gt; Mercúrio &gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Nodo Norte &gt; Nodo Sul.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Perceba uma coisa: a ordem dos planetas é fácil de ser entendida: eles aparecem numa ordem decrescente de velocidade e de distância da Terra - o que é tradicionalmente chamado de "&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ordem Caldaica&lt;/span&gt;". Quando a divisão chega no astro mais rápido - a Lua - ela imediatamente segue com o astro visível mais distante da Terra, Saturno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma outra distribuição além desta, mas eu optei pela Firdaria acima ensinada por Abu Ma'shar. De qualquer forma, aí vai as duas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;A Firdaria ensinada por &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Bonatti&lt;/span&gt; tem sempre os períodos do nodos lunares &lt;span style="font-style: italic;"&gt;fixados depois de Marte&lt;/span&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A Firdaria ensinada por &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Abu Ma'shar&lt;/span&gt; coloca os nodos sempre no final de cada distribuição dos outros planetas. em outras palavras: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;os nodos só assumem sempre depois que todos os planetas visíveis já foram ativados&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Mais uma coisa: cada grande período de um planeta é dividido em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;subperíodos&lt;/span&gt;, que seriam melhor chamados de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;participantes&lt;/span&gt;. O primeiro participante sempre é o regente principal da Firdaria, e os outros planetas se seguem na ordem caldaica. Por exemplo: o período de Marte inicia-se com o Mesmo Marte sendo ao mesmo tempo Principal e Participante. Quando esse subperíodo se acaba, quem assumirá a Firdaria de Marte é o Sol, imediatamente inferior a ele na tal ordem Caldaica, e assim sucessivamente até Marte acabar com a distribuição. Pra você entender, ficaria mais ou menos assim:&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;Marte-&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Marte&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Marte-&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sol&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Marte-&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Vênus&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Marte-&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mercúrio&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Marte-&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lua&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Marte-&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Saturno&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Marte-&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Júpiter&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;Já deu pra ver que os nodos lunares não entram como participantes... Eles só entram como Regentes Principais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com base no que foi exposto, só nos resta entender como a Firdaria funciona, a parte mais difícil do texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como isso tudo funciona? É o que veremos no próximo post.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12574671-3633249390537345630?l=astrosphera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/2006Astrosphera/~4/gtEaluBTCog" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://astrosphera.blogspot.com/feeds/3633249390537345630/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12574671&amp;postID=3633249390537345630&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/3633249390537345630?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/3633249390537345630?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/2006Astrosphera/~3/gtEaluBTCog/firdaria-e-suas-surpresas.html" title="A Firdaria e suas surpresas" /><author><name>Dr. R</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06541817154862349528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="01358338263616676018" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://astrosphera.blogspot.com/2009/03/firdaria-e-suas-surpresas.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0MBQnY_eip7ImA9WxVUFE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-12574671.post-3778449816277588765</id><published>2009-03-19T00:49:00.005-03:00</published><updated>2009-03-19T01:04:13.842-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-03-19T01:04:13.842-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Filhos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Casa V" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Achados da Prática" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Lotes" /><title>Achados na Prática - clique aqui para download</title><content type="html">A série "&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Achados da Prática&lt;/span&gt;" consiste em relatos de Casos nos quais vemos o funcionamento da Astrologia Medieval.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, eu disponibilizo o primeiro estudo em PDF do caso de uma nativa no qual acertei a data da concepção do seu filho. Trata-se de um rico estudo com esclarecedoras notas de Rodapé nas quais eu sistematizo o procedimento para se prognosticar filhos com base no mapa natal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Download pode ser obtido no título ou na frase abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-size:130%;" &gt;&lt;a href="https://www.box.net/shared/227cgmehvg"&gt;Download.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12574671-3778449816277588765?l=astrosphera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/2006Astrosphera/~4/LsrG-E7R3X0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="https://www.box.net/shared/227cgmehvg" title="Achados na Prática - clique aqui para download" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://astrosphera.blogspot.com/feeds/3778449816277588765/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12574671&amp;postID=3778449816277588765&amp;isPopup=true" title="6 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/3778449816277588765?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/3778449816277588765?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/2006Astrosphera/~3/LsrG-E7R3X0/achados-na-pratica-download-de-arquivo.html" title="Achados na Prática - clique aqui para download" /><author><name>Dr. R</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06541817154862349528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="01358338263616676018" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">6</thr:total><feedburner:origLink>http://astrosphera.blogspot.com/2009/03/achados-na-pratica-download-de-arquivo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUMNRXY8eip7ImA9WxVUEEU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-12574671.post-6638196359066002506</id><published>2009-03-14T23:26:00.004-03:00</published><updated>2009-03-15T00:24:54.872-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-03-15T00:24:54.872-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Retorno da Virtude" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Steven Birchfield" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Horária" /><title>Aspectos: ame-os ou deixe-os.</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para mim, os aspectos astrológicos sempre foram como um flerte com uma mulher. Seus sinais me eram difíceis de serem decifrados. Hoje nem tanto, mas ainda persistem dificuldades nesse jogo de sedução. Digamos que eu esteja numa certa altura da noite na qual já sei que foi uma cantada e consegui beijar a moça, mas ainda não sei &lt;span style="font-style: italic;"&gt;até onde devo ir&lt;/span&gt; no primeiro encontro: essa é a minha principal pergunta hoje, mas creio que pouco-a-pouco essa dúvida não persistirá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saltando do erotismo para a dúvida de um nerd Astrológico: é relevante considerar numa leitura aspectos com orbe (muito) larga?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma resposta fácil para essa pergunta: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;sim&lt;/span&gt;. O grande problema é saber como. Muitas respostas não acabam com os problemas que as originaram...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, deixe-me ser bem claro: falo de aspectos daqueles &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;encontrados em natividades&lt;/span&gt;. Se você pensa que os aspectos são tratados mesma forma tanto em horária quanto em natal, pode estar perdendo uma boa oportunidade de explorar as curvas dessa mulher que é o mapa natal.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Nessa altura do campeonato, percebo que o post está bem chauvinista. Desculpas às leitoras (e leitores &lt;span style="font-style: italic;"&gt;gays&lt;/span&gt;) fiéis. Tentem inverter o gênero ao lerem, por favor.&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pode ser absurdo para muita gente mas alguns autores interpretam os mapas natais de um modo diferente das horárias, especialmente no que tange ao tema dos aspectos.&lt;/span&gt; Em comunicação recente com Steven Birchfield, (após oferendas e preces a Lorde Ganesha para que Steven tire um tempinho livre para tirar uma dúvida) ele deu uma olhadinha no meu mapa e interpretou aspectos de um modo curioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Talvez o leitor esteja se indagando porque cito tanto o nome de Steven nesse blog. Na verdade, ele é um dos Astrólogos mais generosos e mais práticos que existem na cena da Astrologia Tradicional atual. Ele aplica teorias de livros de mil anos atrás nos mapas de pessoas que vivem hoje em dia e quase tudo funciona tão claro como cristal. Não seria insensato eu me refendar a ele nos meus momentos de dúvida...&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez, minha natividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_EstatxQEtag/Sbxsde1CALI/AAAAAAAAAY4/hlnuQHAjpag/s1600-h/SFPage.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 252px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_EstatxQEtag/Sbxsde1CALI/AAAAAAAAAY4/hlnuQHAjpag/s400/SFPage.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5313240914137841842" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Minha dúvida se originara de uma confusão. Eu queria interpretar meu mapa como se fosse uma horária: só a aplicação mais imediata de um planeta para o outro era válida. Por esse viés, vejamos como seria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comecemos pela minha Lua em Touro, que nunca me decepcionou. A aplicação mais imediata da minha Lua seria com Júpiter em Escorpião. Como Júpiter está retrógrado, ele retorna a luz da Lua a ela mesma e, como o retorno ocorre nos ângulos, ele é com benefício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de Júpiter retornar sua luz, a Lua continua sua trajetória à procura da próxima aplicação. Antes de conversar com Steven, eu já fazia isso porque considerava que o retorno de luz nos ângulos como algo que possibilitasse um novo encontro. de planetas .  Depois de Júpiter, a lua lançará seus raios a Vênus, que a receberá em seu signo, Touro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a recepção de Vênus à Lua, eu achei que a questão acabava por aqui. De acordo com Steven, não. Como sou nada imprevisível, talvez você esteja pensando que eu concordei com ele. Na verdade, eu não sabia no que acreditar, até que, um dia desses, meditabundo como eu, tive um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;insightzinho &lt;/span&gt;mixuruca que talvez tenha valido a pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Quando nós estudamos uma horária, há uma finalidade clara no mapa em questão. &lt;/span&gt;Se eu quero saber se vou me casar, o mapa deve responder claramente. Essa resposta clara implica &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;interromper em algum momento a análise da figura horária&lt;/span&gt;! Caso contrário, observe como seria a consulta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Astrólogo: &lt;/span&gt;Bom, você é a Lua. Ela se aplica ao regente da casa 5 em mal estado: não há casamento...&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cliente:&lt;/span&gt; (snif).&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Astrólogo:&lt;/span&gt;... Mas depois da Lua se aplicar ao regente da Casa 5, ela se separa dele e se aplica ao regente da Casa 7! Você vai se casar!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cliente:&lt;/span&gt; Nossa! Que bom!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Astrólogo: &lt;/span&gt;Mas, espere! Após se separar do regente da Casa 7, a Lua muda de signo e se aplica ao regente da Casa 12, então você não se casará!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cliente:&lt;/span&gt; (visivelmente aborrecido).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-style: italic;"&gt;Por questões de espaço, a conversa foi editada e acaba por aqui.&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;No julgamento de uma horária, os Astrólogos Clássicos procuravam por métodos de finalizar uma questão. Caso contrário, eles nunca saberiam qual seria a resposta certa para a pergunta do cliente - coisa que poderia render pena de morte em alguns reinos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis que encontro Steven interpretando aspectos mapas natais de um modo diferente. Demorei a perceber o porquê, mas agora ficou mais claro. Depois da Lua ter sido recebida por Vênus, ela vai se aplicar a Mercúrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interpretar tudo isso pode ser até fácil. No meu caso, a Lua tem a ver - dentre outras coisas -  com finanças. Suas sucessivas aplicações a Júpiter, Vênus e Mercúrio refletem momentos diferentes nos quais meu dinheiro pode ter aumento ou diminuição. Tudo depende dos planetas envolvidos. No último caso, Mercúrio em Peixes em queda e em detrimento na Casa 12 é ruim para meu dinheiro. Posso ter muitos gastos com internações (casa 12), mas também com irmãos, vizinhos e a aplicação da Lei (casa 3, regida por mercúrio), doenças e pessoas pobres (casa 6).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar dessa técnica levemente diferente, Steven e muitos outros astrólogos ainda usam a aplicação mais evidente - aquela que vai acontecer logo no céu - entre dois planetas como sendo a mais importante da vida de uma pessoa. Essa técnica exposta mostra apenas todas as aplicações possíveis que um planeta pode fazer ao longo da vida de alguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma horária tem uma finalidade clara. Um mapa natal, não. Aliás, saber qual é a finalidade do mapa natal é tarefa do Astrólogo, e pode demorar a vida inteira para que o dono do mapa descubra...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12574671-6638196359066002506?l=astrosphera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/2006Astrosphera/~4/Q9xTCa5gLM0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://astrosphera.blogspot.com/feeds/6638196359066002506/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12574671&amp;postID=6638196359066002506&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/6638196359066002506?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/6638196359066002506?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/2006Astrosphera/~3/Q9xTCa5gLM0/aspectos-ame-os-ou-deixe-os.html" title="Aspectos: ame-os ou deixe-os." /><author><name>Dr. R</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06541817154862349528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="01358338263616676018" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_EstatxQEtag/Sbxsde1CALI/AAAAAAAAAY4/hlnuQHAjpag/s72-c/SFPage.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://astrosphera.blogspot.com/2009/03/aspectos-ame-os-ou-deixe-os.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0AHRn44fCp7ImA9WxVVF0Q.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-12574671.post-8259508422594500862</id><published>2009-03-09T18:57:00.007-03:00</published><updated>2009-03-11T15:22:17.034-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-03-11T15:22:17.034-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ptolomeu" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Paulus Alexandrinus" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Casa V" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Casa VII." /><title>De volta a ativa... Uma pequena dica por hoje</title><content type="html">Tenho o prazer de informar aos amigos leitores que estou em casa novamente. Não tive osteomielite. Sinto dores em toda a minha cintura escapular devido às muletas, pois perdi o costume de usá-las. Devido a isso, caminhar pequenas distâncias é difícil porque minhas costas doem. Nada que um relaxante muscular não dê jeito. Longe disso ser uma reclamação, apenas expressa meu alívio em perceber que a área da cirurgia está livre de qualquer complicação terrível. Assim que puder, postarei uma foto para que vocês entendam que diabos foi a minha cirurgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivo um período da minha vida que serve para aprender o quão difícil pode ser um período planetário de dois planetas maléficos em detrimento e cadentes dos ângulos. Vivo a Firdaria Mercúrio-Marte e senti no rasgar da minha carne o quanto a Astrologia Medieval é competente para &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;descrever&lt;/span&gt; as circunstâncias de vida e do meu corpo físico. Essa Firdaria terminará aproximadamente em junho. Do jeito que as coisas funcionaram, talvez acabará com ela o meu martírio de internações, antibióticos e junto disso tudo toda minha lassidão - provocada, segundo a medicina chinesa, por quatro cirurgias em um ano aproximadamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que gostaria de falar é uma dica rápida - que poderia ser dada pelo podcast -  mas tenho vontade de escrevê-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O mapa todo está certo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando comecei a estudar Astrologia Clássica, percebi inúmeras indicações contraditórias da mesma coisa. Num mesmo mapa, percebi que Vênus dava apenas um Casamento, enquanto a Lua ou o regente da Casa VII possibilitavam três. Diante desse quadro, vinha a mim a pergunta: qual sinal é o mais correto? Da Lua, de Vênus, do Regente da VII ou do regente da Parte do Casamento?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Eu demorei a perceber que todos os sinais eram corretos! &lt;/span&gt;Uma pessoa com todas as configurações acima não se restringirá a apenas um Casamento! &lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Interpretar o mapa assim fica mais divertido porque nós gastamos considerável energia mental em perceber o que é o correto. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O grande problema nisso é que o mapa todo é correto, e não apenas um pedacinho dele. Não devemos crer que o mapa é contraditório porque tudo que estiver escrito nele há de acontecer, ainda que por pouco tempo. &lt;/span&gt;Pensando desse modo, a neurose obsessiva de "filtrar a informação correta" vai embora. A interpretação vira um passeio no parque. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejamos um exemplo. Uma pessoa pode ter Vênus em signo fixo, mas cadente e aflita por maléficos; por outro lado, ela pode ter o regente da Casa VII em bom estado e numa Casa angular. Longe de termos de escolher entre um e outro, Vênus dirá acerca de um relacionamento (pois está em signo fixo) que pode durar pouco tempo (signo cadente) e que não foi oficial (maléficos em aspecto com Vênus em Casa cadente). Por outro lado, o regente da Casa VII em excelente estado sugere que, em algum momento da vida desse nativo, houve um casamento bom e lucrativo. Um casamento nos moldes ditos "oficiais" da sociedade e com o qual ele lucrou e foi feliz, posto que o regente da Casa VII está numa Casa angular e domiciliado/exaltado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, essa combinação aparentemente "contraditória" pode se manifestar de um modo diferente na vida do cliente mas, só de você percebê-la valerá a pena. Com o tempo, os clientes lhe revelarão como posicionamentos como esses podem acontecer, mas em tempo algum você fará "previsões depois do fato" &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;se levar em conta que todos os fatores acontecem sem se anularem&lt;/span&gt;. Essa pessoa pode ter um bom casamento mas em alguma época da sua vida ter cometido adultério, ou simplesmente ter passado por um período com um relacionamento polêmico que não durou muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perceba nessa abordagem que todos os planetas representam alguma coisa em algum tempo da vida.  Para saber quando eles acontecerão, usamos de alguns parâmetros. Um planeta oriental ao Sol geralmente representa coisas mais cedo na vida. Um planeta ocidental ao sol, coisas mais tardias. Com esse simples método podemos posicionar grosseiramente quando os planetas acontecem na vida da pessoa. A "sintonia fina" do método é dada pelas técnicas preditivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falamos de Casamento, mas a mesma coisa pode ocorrer em se tratando de crianças. Ptolomeu e Paulus Alexandrinus propõem que benéficos nas Casas IV, V, X e XI representam crianças para o nativo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;se &lt;/span&gt;estiverem em signos férteis, mas isso não acontece em vários mapas de pessoas com filhos. Nesse caso, o que ocorre? Simplesmente existem outras técnicas além dessa... A seguir, apresento algumas alternativas:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;A Parte dos Filhos pode fazer aspecto com algum planeta benéfico, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ainda que este não esteja numa das Casas citadas (IV, V, X, XI)&lt;/span&gt;. Já vi benéficos na 12 representarem filhos para uma pessoa porque todos eles faziam uma quadratura com a Parte dos Filhos. Como eles estavam numa das piores Casas do mapa, o nativo viu a morte de alguns filhos. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sinais aparentemente contrários revelam uma história muito mais complexa do que simplesmente dizer que um anula o outro!&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O regente da Casa V (que representa crianças) pode simplesmente fazer aspecto com um benéfico. Quanto mais fértil o benéfico for (e isso depende do signo no qual ele se posicionar), mais filhos ele representará. Benéficos em signos de água geralmente dão filhos pra caramba, principalmente se for Júpiter. Aliás, Júpiter é exceção a regra: na maioria dos signos, ele dá filhos pra caramba. Certo professor meu tem Júpiter em trígono com a Parte dos Filhos e tem cinco filhos, um número crítico pra nossa sociedade de natalidade controlada.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Essas foram algumas dicas que podem ser usadas para qualquer área da vida. Quando você pegar um bom livro de Astrologia Medieval, há de entender o porquê desse post. Os autores costumam usar de várias técnicas e significadores para o mesmo assunto. Apenas faça como eles e não se restrinja.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12574671-8259508422594500862?l=astrosphera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/2006Astrosphera/~4/bT1eHmg0Ato" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://astrosphera.blogspot.com/feeds/8259508422594500862/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12574671&amp;postID=8259508422594500862&amp;isPopup=true" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/8259508422594500862?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/8259508422594500862?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/2006Astrosphera/~3/bT1eHmg0Ato/de-volta-ativa-uma-pequena-dica-por.html" title="De volta a ativa... Uma pequena dica por hoje" /><author><name>Dr. R</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06541817154862349528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="01358338263616676018" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total><feedburner:origLink>http://astrosphera.blogspot.com/2009/03/de-volta-ativa-uma-pequena-dica-por.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0MBSH0_cSp7ImA9WxVXGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-12574671.post-6783481155887356895</id><published>2009-02-17T21:24:00.007-03:00</published><updated>2009-02-17T22:10:59.349-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-02-17T22:10:59.349-03:00</app:edited><title>Aviso aos navegantes</title><content type="html">Queria informar aos leitores que no dia &lt;span style="font-style: italic;"&gt;18 de fevereiro às 14:00h&lt;/span&gt; eu me internarei para me submeter a uma cirurgia de correção de um desvio da minha tíbia direita - fruto de uma fratura e duas cirurgias de lavagem para tratamento de duas osteomielites. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se tudo der certo após a cirurgia, eu ficarei no mínimo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;duas semanas&lt;/span&gt; de repouso, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;talvez&lt;/span&gt; longe dos computadores para qualquer atividade ligada a Astrologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas semanas em casa será o tempo mínimo suficiente, se tudo der certo. Caso contrário - ou seja, se a medula da tíbia tiver sua infecção disseminada pela terceira vez - pode ser mais tempo - e o pior, dentro de um hospital, tomando de 28 a 36 dias de Oxacilina endovenosa, até que todas as veias dos meus braços estejam obstruídas, como foi nas outras vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não fiz horárias para saber do meu futuro: seguirei o conselho de Masha'Allah - não farei horárias para os meus propósitos individuais. Ao invés disso, ouvirei o judeu Ibn Ezra:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"A &lt;span style="font-style: italic;"&gt;oitava regra&lt;/span&gt; é universal e ocorre pela força da alma, isto é, pela sabedoria. Se, de fato, o nativo for instruído em Astronomia e ele notar na sua Revolução do Ano que  sofrerá uma doença por Calor, sendo o momento em que ela ocorrerá quando Marte chegar ao grau do seu Ascendente então, de fato, ele se preservará de qualquer comida quente antes do advento da doença e beberá líquidos gelados; e quando Marte chegar ao grau do Ascendente ele terá moderado o seu corpo com o contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma [ocorrerá] com aquele que tiver fé em Deus de todo seu coração. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Deus, de fato, mudará o círculo&lt;/span&gt; (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Deus enim mutabit circuitum&lt;/span&gt;) e antes d'Ele as operações das causas que foram preparadas e assim o nativo é salvo do dano que viria devido à sua natividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há razão em ter dúvidas se um homem é mais preservado pelo conhecimento da Astronomia. De fato, tem havido muita tribulação devida a qual o julgamento da Astronomia como tem sido propagado - bem como o do adivinhador - estão comprometidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em verdade, feliz é o homem que tem o seu coração em perfeição com o Senhor"&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Orem por mim, e Deus mudará o círculo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12574671-6783481155887356895?l=astrosphera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/2006Astrosphera/~4/J7FcKDTfJxs" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://astrosphera.blogspot.com/feeds/6783481155887356895/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12574671&amp;postID=6783481155887356895&amp;isPopup=true" title="9 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/6783481155887356895?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/6783481155887356895?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/2006Astrosphera/~3/J7FcKDTfJxs/aviso-aos-navegantes.html" title="Aviso aos navegantes" /><author><name>Dr. R</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06541817154862349528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="01358338263616676018" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">9</thr:total><feedburner:origLink>http://astrosphera.blogspot.com/2009/02/aviso-aos-navegantes.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEYESHg7cSp7ImA9WxVXFEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-12574671.post-7569832809892182180</id><published>2009-02-12T13:11:00.003-02:00</published><updated>2009-02-12T13:21:49.609-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-02-12T13:21:49.609-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Podcast" /><title>Agora o Astrosphera tem Podcast!</title><content type="html">Recentemente eu comprei um gravador de voz com o propósito de gravar as interpretações dos meus clientes. Subitamente, veio-me o insight de criar um Podcast.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um Podcast seria, a grosso modo, um programa de rádio "uploadeado" para Internet. Existem rádios na Internet e o Podcast seria um aperfeiçoamento: A sutil diferença é que você pode ouvir o mesmo "programa" quantas vezes quiser. Nas rádios de Internet, geralmente não há esse controle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Podcast do Astrosphera eu gravarei dicas e percepções minhas sobre Astrologia Clássica e Medieval. Pode ocorrer de um Podcast explicar melhor alguns posts escritos. Finalizando, alguns terão dicas sobre os &lt;span style="font-style: italic;"&gt;softwares&lt;/span&gt; de Astrologia e seus benefícios. A proposta é abordar superficialmente coisas que não chego a falar sempre no blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o Podcast está na barra lateral do blog (abaixos dos anúncios do Google) você pode ouvir sempre um podcast novo assim que entrar aqui clicando na setinha "play". Outra opção assinar o Podcast e colocá-lo na barra de favoritos. Assim você poderá ouvir o que há de novo sem ter de entrar no meu blog. Você pode assinar o Podcast clicando no quadrado da barra lateral ou &lt;a href="http://www.gcast.com/u/Astrosphera/main"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro Podcast contém dicas preliminares sobre o aprendizado da Astrologia Clássica. Espero que gostem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12574671-7569832809892182180?l=astrosphera.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/2006Astrosphera/~4/p7tktLvyZhc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://www.gcast.com/u/Astrosphera/main" title="Agora o Astrosphera tem Podcast!" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://astrosphera.blogspot.com/feeds/7569832809892182180/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12574671&amp;postID=7569832809892182180&amp;isPopup=true" title="7 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/7569832809892182180?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/12574671/posts/default/7569832809892182180?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/2006Astrosphera/~3/p7tktLvyZhc/agora-o-astrosphera-tem-podcast.html" title="Agora o Astrosphera tem Podcast!" /><author><name>Dr. R</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06541817154862349528</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="01358338263616676018" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">7</thr:total><feedburner:origLink>http://astrosphera.blogspot.com/2009/02/agora-o-astrosphera-tem-podcast.html</feedburner:origLink></entry></feed>
