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	<title>A Vida Como A Vida Quer</title>
	
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	<description>by @samegui</description>
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		<creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.0/</creativeCommons:license><image><link>http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.0/</link><url>http://creativecommons.org/images/public/somerights20.gif</url><title>Some Rights Reserved</title></image><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" href="http://feeds.feedburner.com/AVidaComoAVidaQuer" type="application/rss+xml" /><feedburner:emailServiceId>AVidaComoAVidaQuer</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com" /><item>
		<title>O que fazer com as crianças neste sábado?</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 14:19:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sam Shiraishi</dc:creator>
				<category><![CDATA[agenda cultural]]></category>

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		<description><![CDATA[Li no Guia da Folha Online listou peças teatrais e atividades para entreter os pequenos neste sábado na capital paulista:
O que mais me chamou atenção foi o 1º Festival Municipal de Circo. Eu não fui ao circo de criança, era uma imagem longínqua e talvez por isso continue a ser mítica para mim. Este evento, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_10719" class="wp-caption alignnone" style="width: 350px"><img class="size-full wp-image-10719" title="união da palhaçaria paulista circo" src="http://www.samshiraishi.com/wp-content/uploads/2009/11/união-da-palhaçaria-paulista-circo.jpg" alt="Palhaços no Palhaçaria Paulistana" width="340" height="264" /><p class="wp-caption-text">Palhaços no Palhaçaria Paulistana</p></div>
<p>Li no Guia da Folha Online listou peças teatrais e atividades para entreter os pequenos neste sábado na capital paulista:</p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;">O que mais me chamou atenção foi o <a href="http://www.prefeitura.sp.gov.br/portal/a_cidade/noticias/index.php?p=12389" target="_blank">1º Festival Municipal de Circo</a>. Eu não fui ao circo de criança, era uma imagem longínqua e talvez por isso continue a ser mítica para mim. Este evento, promovido pela </span><span style="font-weight: normal;"><span style="font-weight: normal;">União da tradicional Palhaçaria Paulist</span></span><span style="font-weight: normal;">ana, está em sua 4ª edição, e traz a Sampa uma mostra competitiva de apresentações circenses. Na ocasião também será inaugurado o Centro de Memória do Circo, na galeria Olido, com debates e palestras. De  segunda a domingo: 10h, 12h, 14h e 18h, no Vale do Anhangabaú, s/ nº &#8211; Centro. Informações no fone 3868-4172.</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;">Tem mais duas experiências circenses na cidade: <span id="more-10711"></span>Circus &#8211; A Nova Turnê, <span style="font-weight: normal;">um espetáculo que recria o maravilhoso mundo do circo em quadros curtos e engraçados. Dentro de uma linha em voga no momento, na montagem a palavra é substituída pelo gesto do clown e pela trilha musical circense com manipulação que acontece à vista do público sem truques nem efeitos especiais. A apresentação aconte no Centro da Cultura Judaica (R. Oscar Freire, 2.500,  Pinheiros. Informações no fone 3065-4333). Hoje às 18h. </span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;">É de Clown também o &#8220;Le Cirque Magique, que traz 12 cenas que remetem ao universo circense, num espetáculo une palhaços, acrobatas, mágicos, trapezistas, atirador de facas, malabaristas, equilibristas, domador de leões, tecido flutuador e homem-bala. Com Rico Malta, Odilon Mendes e Francisco Catalan, concepção e direção de Francisco Catalan, é indicado para crianças acima de 2 anos. No Ruth Escobar (Sala Miriam Muniz, rua dos Ingleses, 209, Morro dos Ingleses,  informações no fone 3289-2358). Sábado e domingo, às 16h, com ingressos a R$ 20.</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Oficina de HQ com Daniel Warren do Art Attack</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 14:16:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sam Shiraishi</dc:creator>
				<category><![CDATA[HQ]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[agenda cultural]]></category>

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		<description><![CDATA[Da categoria imperdível: o apresentador do programa Art Attack da Disney, Daniel Warren, vai ensinar a produzir sua própria história em quadrinhos. As crianças podem levar suas revistinhas em quadrinhos antigas, para serem reaproveitadas enquanto aprendem um pouco da técnica das HQs. Acontece hoje às 15h no Centro da Cultura Judaica (R. Oscar Freire, 2.500, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da categoria imperdível: o apresentador do programa <a href="http://www.disney.com.br/DisneyChannel/Programas/show_45.html" target="_blank">Art Attack da Disney</a>, Daniel Warren, vai ensinar a produzir sua própria história em quadrinhos. As crianças podem levar suas revistinhas em quadrinhos antigas, para serem reaproveitadas enquanto aprendem um pouco da técnica das HQs. Acontece hoje às 15h no Centro da Cultura Judaica (R. Oscar Freire, 2.500, Pinheiros. Informações no fone 3065-4333).</p>
<p><img class="size-full wp-image-10715 alignleft" title="DanielWarren (1)" src="http://www.samshiraishi.com/wp-content/uploads/2009/11/DanielWarren-1.jpg" alt="DanielWarren (1)" width="210" height="237" />Li uma entrevista dele, na época da estreia de sua peça <a href="http://entretenimento.r7.com/agenda-cultural/agenda-cultural/noticias/apresentador-daniel-warren-do-disney-channel-protagoniza-peca-infantil-no-teatro-tom-jobim-20091031.html" target="_blank">Semeador de Ideias no Rio</a>, no qual ele contava como o trabalho com crianças surgiu. Ele é um dos grandes heróis dos meus filhos, que são literalmente viciados em Art Attack!  Gostei das suas palavras:</p>
<blockquote><p><em>“Nunca planejei trabalhar com crianças, foi um processo que aconteceu naturalmente na minha vida. Sou professor há 12 anos, dou aulas de teatro e realizo oficinas de arte. Sempre me interessei pela parte artística, mas também pela educação. Acredito que, por conta disso, comecei a trabalhar com crianças. Trabalhar com crianças é um desafio. É difícil mantê-las entretidas por mais tempo, mas o retorno é muito bacana”. </em></p></blockquote>
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		<title>Acesso em reverso: Seminário Internacional sobre Cultura e Acessibilidade</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 17:21:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sam Shiraishi</dc:creator>
				<category><![CDATA[agenda cultural]]></category>
		<category><![CDATA[preconceito]]></category>

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		<description><![CDATA[Filósofos, artistas, educadores, agentes e gestores culturais, além do público interessado, estarão reunidos na próxima semana (25 a 27/11) no Centro Cultural São Paulo (rua Vergueiro, 1000, São Paulo, SP) para debater aspectos filosóficos, históricos e empíricos da noção geral de &#8220;cultura de acessibilidade&#8221; e seus desdobramentos em diferentes esferas da cultura e da ciência.
Participam do seminário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_10667" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img class="size-medium wp-image-10667" title="CCSP biblioteca gibiteca.bmp" src="http://www.samshiraishi.com/wp-content/uploads/2009/11/CCSP-biblioteca-gibiteca.bmp-400x299.jpg" alt="Acessibilidade da Gibiteca Henfil no CCSP" width="400" height="299" /><p class="wp-caption-text">Acessibilidade da Gibiteca Henfil no CCSP</p></div>
<p>Filósofos, artistas, educadores, agentes e gestores culturais, além do público interessado, estarão reunidos na próxima semana (25 a 27/11) no Centro Cultural São Paulo (rua Vergueiro, 1000, São Paulo, SP) para debater aspectos filosóficos, históricos e empíricos da noção geral de &#8220;cultura de acessibilidade&#8221; e seus desdobramentos em diferentes esferas da cultura e da ciência.</p>
<blockquote><p><em>Participam do seminário <span id="more-10661"></span>Nicolau Sevcenko (professor de história da cultura USP), Peter Pál Pelbart (filósofo), Euler Sandeville Jr. (arquiteto e arte-educador), Caro Howell (diretora do núcleo de educação da Whitechapell Gallery), Francesc Aragall (especialista internacional em acessibilidade e diretor da Fundação Design for All em Barcelona), Pazé (artista plástico), Lucia Reily (especialista em educação inclusiva e educação para as artes) e Antonio Espinosa Ruiz (especialista em acessibilidade física e intelectual ao patrimonio cultural).</em></p></blockquote>
<p>Para se inscrever basta <a href="http://www.centrocultural.sp.gov.br/acessibilidade" target="_blank">preencher ficha disponível no site</a> até 22 de novembro. As vagas serão preenchidas por meio de seleção e o resultado será divulgado no site do CCSP, a partir do dia 23 de novembro.</p>
<p>Vale lembrar que o CCSP tem um trabalho importante no sentido de facilitar o acesso e possibilitar maior inclusão de pessoas com deficiência a todos os seus espaços, à programação e aos acervos.<!--more--></p>
<div id="attachment_10668" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img class="size-medium wp-image-10668" title="CCSP biblioteca gibiteca-1.bmp" src="http://www.samshiraishi.com/wp-content/uploads/2009/11/CCSP-biblioteca-gibiteca-1.bmp-400x297.jpg" alt="Biblioteca Braile no CCSP" width="400" height="297" /><p class="wp-caption-text">Biblioteca Braile no CCSP</p></div>
<blockquote><p><em>A proposta do Centro Cultural São Paulo para acessibilidade é o programa Livre Acesso, orientado por sua própria missão, que é a de promover o livre acesso aos livros, aos espetáculos, aos shows, às exposições, ao lazer, promovendo assim a integração das linguagens artísticas, das práticas culturais e do conhecimento. Para tanto, Livre Acesso não só investe na infra-estrutura como também tem um propósito poético, de ampliação e potencialização da sensibilidade, da percepção e do conhecimento.</em></p>
<p><em>O início dessa reestruturação deu-se com a mudança da Biblioteca Louis Braille para a Praça das Bibliotecas, o que permitiu, sem rodeios, que a cegueira conviva, lado a lado, com outras coleções que, juntas, fazem do Centro Cultural a segunda maior biblioteca de São Paulo. Essa e outras reconfigurações nos espaços do CCSP permitem que os deficientes interajam não só com os demais usuários como com outras atividades que são promovidas em seus vários espaços culturais. O prédio foi adaptado, várias melhorias foram realizadas, inclusive a instalação de piso tátil. Recebemos apoio de várias entidades, entre elas a Fundação Dorina Nowill e Laramara &#8211; Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual -, mas foi com a consolidação da parceria com a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida e Instituto Vivo que Acesso ampliou o seu escopo: novos equipamentos que promovem a inclusão do deficiente foram adquiridos, como uma cabine de tradução para que deficientes visuais possam assistir a peças de teatro, espetáculos de dança e cinema, um vídeo ampliador, audiolivros e os softwares Magic e Openbook, aumentando, assim, a oferta de serviços, sempre com o propósito de ampliar nossa missão de interface sociocultural.</em></p></blockquote>
<p>No dia 21/11, Dia Nacional da Pessoa com Deficiência, o local terá atividades especiais para todos os públicos.</p>
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		<title>Clementina de Jesus: Cantar era seu sonho!</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 14:01:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sam Shiraishi</dc:creator>
				<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[preconceito]]></category>

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		<description><![CDATA[“Ela virou letra de música, enredo de samba e foi homenageada por muitos cantores”
Gostaria de homenagear no Mãe com filhos uma figura neste dia da Consciência Negra e encontrei na imagem de Clementina de Jesus. (e a homenagem é republicada aqui porque merece ser replicada!)
Nascida em Valença, Rio de Janeiro, ela conheceu a música ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/blog/sintoniamusical/?id=819297"><img class="size-full wp-image-10708 alignleft" style="margin: 10px;" title="clementina_de_jesus" src="http://www.samshiraishi.com/wp-content/uploads/2009/11/clementina_de_jesus.jpg" alt="clementina_de_jesus" width="300" height="424" /></a>“Ela virou letra de música, enredo de samba e foi homenageada por muitos cantores”</em></p>
<p>Gostaria de homenagear no Mãe com filhos uma figura neste dia da Consciência Negra e encontrei na imagem de <a href="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/blog/sintoniamusical/?id=819297" target="_blank">Clementina de Jesus</a>. <span style="text-decoration: line-through;">(e a homenagem é republicada aqui porque merece ser replicada!)</span></p>
<blockquote><p><em>Nascida em Valença, Rio de Janeiro, ela conheceu a música ainda pequenina, quando a mãe entoava cantigas de ninar para fazê-la dormir. Um pouco mais crescida, cantava e dedilhava a viola do pai&#8230; trazia na cor de sua pele a magia e o ritmo da África, transformando-se, mais tarde, num elo entre as duas culturas.</em></p>
<p><em>Melodias como “Eu não sou daqui, Marinheiro só. Eu não tenho amor, Marinheiro só”<span id="more-10685"></span>, “Deus vos salve, casa santa, onde Deus fez a morada. Onde está o cálice bento e a hóstia consagrada?”, estão presentes na obra, motivando-nos a conhecer a música e a poesia presentes na voz de Clementina.</em></p></blockquote>
<p>Ensaboa Mulata, que eu conheci numa gravação de Marisa Monte, é uma canção que demonstra o que Clementina e sua geração de negros brasileiros teve que vencer!</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/mTSXjgs0kYU&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/mTSXjgs0kYU&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Essa mulher, que mostrava as suas raízes por onde passava, teve uma difícil trajetória: somente aos 63 anos ela obteve seu reconhecimento, cantando o que mais gostava: samba, jongos, corimás, modas, entre outros ritmos com influência africana.</p>
<p>Soube um pouco mais dela em Em Cantar era seu sonho<!--more--> (lançamento infantojuvenil da Paulus) escrito por Lúcia Fidalgo, que apresenta às crianças a vida de Clementina. uma biografia, conta de seu casamento, nascimento da sua filha, trabalho como doméstica, além da dificuldade de conseguir realizar seu grande sonho, que era se dedicar à música. Lúcia Fidalgo ainda destaca que Clementina gravou com diversos artistas, como João Bosco, Milton Nascimento, Paulinho da Viola e Alceu Valença.</p>
<p>Cantar era seu sonho pertence à coleção Brasileirinhos, reconhecida por incentivar a valorização da cultura brasileira entre crianças e jovens. Além de Clementina de Jesus, a coleção apresenta diversas personalidades inspiradoras das artes em nosso país, como Tarsila do Amaral, Carlos Drummond de Andrade, Machado de Assis, Paulo Freire.</p>
<p>P.S. Quem escreveu e ilustrou?</p>
<ul>
<li>Lúcia Fidalgo é escritora, contadora de histórias do Grupo Morandubetá, bibliotecária, mestra em Educação, professora na Universidade Santa Úrsula e pesquisadora do Aleph-UFF. Nasceu no Rio de Janeiro e desde pequena gosta de ler, contar e ouvir suas histórias, que hoje ela compartilha com seus leitores. Lúcia foi autora revelação no ano de 1997, com o livro Menino Bom, prêmio recebido da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.</li>
<li>Robson Araújo é carioca, mas mora entre as montanhas de Minas Gerais, na cidade de Betim. Além de ilustrador, é caricaturista. Em 1997, recebeu a menção de “Ilustrador Revelação” da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil. Vários de seus trabalhos receberam a menção “Altamente Recomendável” da mesma fundação. Grande parte desses trabalhos foram selecionados para participar do catálogo brasileiro para a feira de Bolonha – Itália. Como caricaturista, participou de vários salões de humor do país. Em 1992, recebeu a menção honrosa da mostra de caricaturas promovida pelo jornal Yomiuri Shimbun, do Japão.</li>
</ul>
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		<title>Pílulas de Cultura Feira Preta</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 02:17:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sam Shiraishi</dc:creator>
				<category><![CDATA[agenda cultural]]></category>

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		<description><![CDATA[O projeto Pílulas de Cultura Feira Preta, em parceria com o Centro Cultural da Espanha, comemorou a Semana da Consciência Negra, integrando a Programação Especial de Fim de Ano do CCSP. No dia 17 o músico senegalês Zal Idrissa Sissokho tocou kora, um instumento milenar conhecido como harpa africana com 21 cordas. Zé Benedito e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_10683" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-10683 " title="zal idrissa sissokho" src="http://www.samshiraishi.com/wp-content/uploads/2009/11/zal-idrissa-sissokho.jpg" alt="zal idrissa sissokho" width="400" height="280" /><p class="wp-caption-text">O músico senegalês Zal Idrissa Sissokho e o kora. </p></div>
<p>O projeto Pílulas de Cultura Feira Preta, em parceria com o Centro Cultural da Espanha, comemorou a Semana da Consciência Negra, integrando a Programação Especial de Fim de Ano do CCSP. No dia 17 o músico senegalês Zal Idrissa Sissokho tocou kora, um instumento milenar conhecido como harpa africana com 21 cordas. Zé Benedito e convidados abriram o show, que contou com intervenção de artes visuais de Guilherme Scabim, discotecagem de DJ MF e performances de dança de Vanessa Soares.</p>
<p>Na mesma linha, neste sábado acontece no CCSP a oficina <a href="http://www.centrocultural.sp.gov.br/programacao_cursoseoficinas.asp#cursosbrinquedos" target="_blank">Brinquedos e Brincadeiras dos Meninos do Brasil</a> <span id="more-10681"></span>com a pesquisadora Renata Meirelles, que vem trabalhando há mais de 10 anos em diversas regiões brasileiras, com ênfase na Amazônia. A atividade é para educadores e trará presentação de  filmes, fotos, práticas de jogos e brincadeiras, além de confecção de brinquedos e abrir espaço para relatos e discussões.</p>
<p>E no domingo, 22/11, é a vez de receber as velhas guardas da Camisa Verde e Branco e da Rosas de Ouro para apresentação no projeto Um <a href="http://www.centrocultural.sp.gov.br/batuque/" target="_blank">Batuque Memorável</a> no Samba Paulistano. Este projeto foi contemplado pelo edital Prêmio Pesquisador 2008 do Centro Cultural São Paulo, e tem como foco preservar a memória do samba da cidade.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="225" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7644744&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="225" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7644744&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>E acontece também neste domingo, às 14h30 (na Sala de Leitura infanto-juvenil da Biblioteca Sérgio Milliet), mais uma edição da contação de histórias especial do mês da consciência negra, Um Canto de África com Grupo Sansakroma sem fronteira. Os escritores e contadores de histórias Julio D&#8217;Zambê (pedagogo, arte-educador, escritor, músico percussionista e contador de histórias) e Débora D&#8217;Zambê (pedagoga, arte-educadora, escritora e ilustradora, flautista e contadora de histórias), fundadores do projeto Sansakroma sem fronteira, fazem uma viagem por terras africanas a partir de cantos e contos. No repertório estão as histórias Nzuá e o Arco-Íris, Ahí viene El Congo, El sabor de África, Bintu e seus Quatro Birotes, O rei Preto de Ouro Preto, Como o criador fez surgir o homem na terra e outras histórias da tradição Zulu, A semente que veio da África, Como as histórias se espalharam pelo mundo, Por que o Cachorro corre atrás do Gato e outras histórias da tradição oral africana.</p>
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		<title>É uma hipocrisia negar patrocínio na web, diz @marcelotas</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 18:24:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sam Shiraishi</dc:creator>
				<category><![CDATA[bombou na web]]></category>
		<category><![CDATA[midia social]]></category>
		<category><![CDATA[midia tradicional]]></category>

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		<description><![CDATA[
“Está na hora de parar de achar que as coisas são de graça na internet. Patrocínio é muito importante até para a liberdade de expressão. Vamos parar de hipocrisia.”


Estas frases foram ditas por Marcelo Tas (apresentador do programa CQC) no Webinar, evento virtual realizado nesta quarta-feira (18/11) pelo Comunique-se.&#8221;
Se você não entendeu, vale lembrar: o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: center;"><em>“Está na hora de parar de achar que as coisas são de graça na internet. Patrocínio é muito importante até para a liberdade de expressão. Vamos parar de hipocrisia.”</em></p>
</blockquote>
<p><img class="size-full wp-image-10703 alignleft" title="twitter marcelo tas.bmp" src="http://www.samshiraishi.com/wp-content/uploads/2009/11/twitter-marcelo-tas.bmp.jpg" alt="twitter marcelo tas.bmp" width="246" height="354" /></p>
<p>Estas frases foram ditas por Marcelo Tas (apresentador do programa CQC) no Webinar, evento virtual realizado nesta quarta-feira (18/11) pelo <a href="http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&amp;p2=idnot%3D54234%26Editoria%3D8%26Op2%3D1%26Op3%3D0%26pid%3D22767188544%26fnt%3Dfntnl" target="_blank">Comunique-se</a>.&#8221;</p>
<p>Se você não entendeu, vale lembrar: o perfil de Tas no Twitter é patrocinado pela Xtreme da Telefônica. Mas ele garante que não existe nenhuma interferência editorial. “Eu tenho uma mídia e eu tenho uma opinião”.</p>
<p>Gostei também porque Tas defendeu o incentivo do uso de redes sociais nas faculdades de comunicação<span id="more-10702"></span>, relembrando que</p>
<blockquote><p><em>“Tem muitas faculdades de jornalismo que proíbem o uso do Twitter, Facebook, Orkut, isso é uma loucura. Não que deva liberar geral, mas você tem que observar as redes, como elas funcionam”.</em></p></blockquote>
<p>E sobre o uso das redes sociais pelas empresas:</p>
<blockquote><p><em>“Não basta abrir um Twitter, se a empresa não for usar. O negócio é encarar com seriedade&#8221;.</em></p></blockquote>
<p>Para ele, as emissoras de TV ainda estão aprendendo a usar a web, e que a audiência é muito ágil.</p>
<p>P.S. Para quem não assistiu e para quem quer ver de novo o bate-papo com Marcelo Tas, clique <a href="http://webcall.riweb.com.br/webinar/20091118/playback/passo2.asp">aqui</a>.</p>
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		<title>Sustentabilidade na prática: caminhos e desafios</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 09:53:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sam Shiraishi</dc:creator>
				<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[
Nesta quinta, das 9h às 11h, eu estarei novamente participando ao vivo de um videochat apresentado por Laura Oltramare, Superintendente de Desenvolvimento Sustentável do O debate, que tratará de Sustentabilidade na Prática: Caminhos e Desafios, nos leva a pensar nos desafios do dia-a-dia ao trabalhar com temas relacionados à diversidade e conceitos e práticas na área de investimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-10700" title="pratica sustentavel" src="http://www.samshiraishi.com/wp-content/uploads/2009/11/pratica-sustentavel.jpg" alt="pratica sustentavel" width="500" height="375" /></p>
<p>Nesta quinta, das 9h às 11h, eu estarei novamente participando ao vivo de um videochat apresentado por Laura Oltramare, Superintendente de Desenvolvimento Sustentável do<a href="http://www.gruposantanderbrasil.com.br/"></a> O debate, que tratará de <a href="http://sustentabilidade.bancoreal.com.br/cursos/CursoOnline.aspx?ID=9">Sustentabilidade na Prática: Caminhos e Desafios</a>, nos leva a pensar nos desafios do dia-a-dia ao trabalhar com temas relacionados à diversidade e conceitos e práticas na área de investimento social privado.</p>
<p>Estará lá comigo a educadora @<a href="http://cybelemeyer.com.br/falandosobre/?p=1095" target="_blank">CybeleMeyer</a>, que recentemente organizou a <a href="http://cybelemeyer.com.br/falandosobre/?p=985">Blogagem Coletiva</a> que focou a Educação Financeira Infantil –  e foi tão bem sucedida que mesmo após o <a>encerramento do prazo</a> as pessoas continuaram a postar seus artigos, demonstrando o quão comprometidas estão com o assunto.<span id="more-10671"></span> O evento é parte do curso Sustentabilidade na Prática – Caminhos e Desafios, que acompanho no blog <a href="http://www.sucessonews.com.br/saiba-mais-sobre-diversidade-e-investimento-social-privado/" target="_blank">Sucesso News</a>.  <a style="color: #666666; text-decoration: underline; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; font-weight: bold; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://sustentabilidade.bancoreal.com.br/cursos/cursoonlinelog.aspx?ID=9">Confira a programação completa aqui</a>.</p>
<p>E se você também tem vontade de participar, para assistir presencialmenteos participantes devem entrar em <a href="http://www.fnq.org.br/site/cursoId=222/586/default.aspx" target="_blank">http://www.fnq.org.br/site/cursoId=222/586/default.aspx</a> e se inscrever!</p>
<p><a href="http://webcast4.isat.com.br/fnq/?Palestra_ID=1585" target="_blank"><img style="padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;" title="sustentabilidade e investimento social" src="http://www.radarverde.com.br/wp-content/uploads/2009/11/sustentabilidade-e-investimento-social.jpg" alt="sustentabilidade e investimento social" width="440" height="640" /></a></p>
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		<title>Seminário da Diversidade Cultural</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 14:51:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sam Shiraishi</dc:creator>
				<category><![CDATA[agenda cultural]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta terça e quarta acontece em Sampa um encontro para difusão do conteúdo da &#8220;Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais&#8220;. Promoção da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (SID/MinC),  em parceria com o o Itaú Cultural e  o Observatório da Diversidade Cultural, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta terça e quarta acontece em Sampa um encontro para difusão do conteúdo da &#8220;<a href="http://www.brasilia.unesco.org/.../diversidadecultural/conv-diversidade" target="_blank">Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais</a>&#8220;. Promoção da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (SID/MinC),  em parceria com o o Itaú Cultural e  o Observatório da Diversidade Cultural, o Seminário da Diversidade Cultural busca difundir <a href="http://unesdoc.unesco.org/images/0015/001502/150224POR.pd" target="_blank">o conteúdo e os objetivos da Convenção</a>, em especial no que diz respeito aos gestores públicos e privados de cultura, em todos os níveis da Federação. Adotada pela Assembleia Geral da Unesco em outubro de 2005 e promulgada no Brasil em agosto de 2007, é um documento jurídico essencial para as políticas públicas de cultura no país e nos outros 102 que o adotaram.</p>
<p>O evento conta com quatro mesas, ministradas por palestrantes de diversos setores culturais brasileiros: <span id="more-10662"></span></p>
<ul>
<li>A Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, com Giselle Dupin, coordenadora da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural e membro da delegação brasileira no Comitê Intergovernamental da Convenção</li>
<li>Proteger e Promover a Diversidade Cultural, com Américo Córdula, secretário da identidade e da diversidade cultural do Ministério da Cultura, Hirton Fernandes, coordenador de culturas populares da Secretaria de Cultura da Bahia, e André Sturm, coordenador da Unidade de Fomento e Difusão de Produção Cultural da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo</li>
<li>Diversidade Cultural e Sociedade Civil, com José Márcio Barros, do Observatório da Diversidade Cultural, Azelene Inácio Kaingang, socióloga indígena, João Batista da Luz, da Comunidade Quilombola dos Arturos/MG, e Renata Katsue Yuba, da Comunidade Japonesa Yuba/SP</li>
<li>Diversidade Cultural e Desenvolvimento, com Aline Cáceres, da Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento, Juliana Flory Gonçalves da Motta, da ONG Pombas Urbanas/SP, e Rosa Acevedo Marin, membro do Projeto Nova Cartografia Social dos Povos e Comunidades Tradicionais do Brasil/PA</li>
</ul>
<p>O evento, que também tem apresentações culturais, acontece no Itaú Cultural(Av Paulista 149 &#8211; Paraíso &#8211; São Paulo &#8211; SP) e tem <a href="blogs.cultura.gov.br/diversidadecultura" target="_blank">transmissão ao vivo pela internet</a>.</p>
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		<item>
		<title>Juntos somos ótimos</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 14:29:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sam Shiraishi</dc:creator>
				<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[preconceito]]></category>
		<category><![CDATA[sam]]></category>

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		<description><![CDATA[*
O livro de leitura da classe do meu filho mais velho no mês passado tratava da inclusão. Juntos Somos Ótimos, de Franz-joseph Huyaning e Verena Ballhaus (Editora Scipione), retratava uma sala de aula inclusiva daquelas de novela do Manoel Carlos. Cito-o a propósito porque um dos personagens era portador da síndrome de Down, assim como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_10654" class="wp-caption alignnone" style="width: 363px"><img class="size-full wp-image-10654" title="clarinha menina down novela das oito manoel carlos juntos somos otimos" src="http://www.samshiraishi.com/wp-content/uploads/2009/11/clarinha-menina-down-novela-das-oito-manoel-carlos-juntos-somos-otimos.jpg" alt="Clarinha, interpretada por Joana Mocarzel, portadora de Síndrome de Down, e Francisco, personagem de Gabriel Kaufman, seu irmão na trama. " width="353" height="300" /><p class="wp-caption-text">Clarinha, interpretada por Joana Mocarzel, portadora de Síndrome de Down, e Francisco, personagem de Gabriel Kaufman, seu irmão na trama. </p></div>
<p>*</p>
<p>O livro de leitura da classe do meu filho mais velho no mês passado tratava da inclusão. Juntos Somos Ótimos, de Franz-joseph Huyaning e Verena Ballhaus (Editora Scipione), retratava uma sala de aula inclusiva daquelas de novela do Manoel Carlos. Cito-o a propósito porque um dos personagens era portador da síndrome de Down, assim como a Clarinha, personagem de uma das novelas ambientadas naquele Leblon dos sonhos de novela das oito.</p>
<p>Infelizmente os bairros, mesmo o Leblon, não são assim tão gentis com as pessoas diferentes e nem todas as escolas aceitam e atendem bem alunos de inclusão. Na escola dos meus filhos não há um sequer com dificuldade de locomoção (pudera, a escola tem vários andares só escadas para transpô-los), tampouco alunos com dificuldade de aprendizado. Mas conviver com o diferente não é fácil. <span id="more-10591"></span><img class="size-thumbnail wp-image-10655 alignright" title="juntos somos otimos livros de inclusao social na escola" src="http://www.samshiraishi.com/wp-content/uploads/2009/11/juntos-somos-otimos-livros-de-inclusao-social-na-escola-150x150.jpg" alt="juntos somos otimos livros de inclusao social na escola" width="150" height="150" />Como a personagem Sabrina que no livro acostumou-se a ajudar a cadeirante Bianca a ir ao banheiro no recreio, na escola antiga meu filho já foi a dupla de uma colega com diagnóstico grave de hiperatividade.  Confesso que quando a mãe me contou, em meio a agradecimentos pela ajuda dele, eu fiquei num misto de orgulho dele (por ajudar tanto e ainda ser bom aluno) e de indignação com a escola que &#8220;se livrou&#8221; de um problema usando meu filho como assistente da regente da classe.</p>
<p>Ainda assim, eu repetiria várias vezes a experiência porque foi muito boa para a construção do caráter do meu filho. E deve ter sido importante para a colega. É importantíssimo que a capacidade de absorver o &#8220;diferente&#8221; e conviver de fato com ele &#8211; não só aceitar, fingir que não vê ou não criticar &#8211; é uma das habilidades que precisamos ensinar aos nossos filhos e que poderá ser até um dos diferenciais para eles no mercado de trabalho, na vida em familia, enfim, lhes dará capacidade de enriquecer no mais importante dos capitais: o humano.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AVidaComoAVidaQuer/~4/YGVKGz5R9uk" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Smartphone para os nativos digitais</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 21:21:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sam Shiraishi</dc:creator>
				<category><![CDATA[geek]]></category>
		<category><![CDATA[publieditorial]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>

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		<description><![CDATA[
Existe um um celular criado para jovens conectados a redes sociais e que se preocupam com o planeta?
O smartphone para nativos digitais é o MotoCubo. Primeiro vi no trânsito (aliás, carro em Sampa, com o congestionamento, é um lugar ótimo para a gente ver propaganda, né?) e adorei os widgets para redes sociais, mas, especialmente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.vivo.com.br/motocubo/"><img class="alignnone size-medium wp-image-10647" title="Motocubo (1)" src="http://www.samshiraishi.com/wp-content/uploads/2009/11/Motocubo-1-400x315.jpg" alt="Motocubo (1)" width="400" height="315" /></a></p>
<p>Existe um um celular criado para jovens conectados a redes sociais e que se preocupam com o planeta?</p>
<p>O smartphone para nativos digitais é o <a href="http://www.vivo.com.br/motocubo" target="_blank">MotoCubo</a>. Primeiro vi no trânsito <span style="text-decoration: line-through;">(aliás, carro em Sampa, com o congestionamento, é um lugar ótimo para a gente ver propaganda, né?)</span> e adorei os widgets para redes sociais, mas, especialmente, eu achei que era tão a cara dos meus filhos. Eu sei, pareço uma pessoa fora da realidade por pensar que meninos pequenos usariam um smartphone. Mas a verdade é que estes celulares inteligentes que &#8220;conectam com o mundo&#8221; com apenas um toque são feitos exatamente para esta nova geração.</p>
<p>Digo isso porque eu os vejo usando. <span id="more-10645"></span>Outro dia o Giorgio, ainda com seis anos, estava conversando com um amigo nosso num evento, contando animado de um site de jogos infantis que ele ama. Como não conseguia explicar bem, o que ele fez? Pediu para nosso amigo emprestar o celular 3G dele (um modelo que ele nunca tinha usado) e acessou o site em segundos. Simples assim. Aliás, como tudo que esta geração faz com tecnologia, né?</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/07G-_MmLFI0&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/07G-_MmLFI0&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>E me chama atenção a relação que eles têm com a informação. Se pode ser agora, porque ser depois? Se podemos estar online o tempo todo, porque anotar num papel o que a gente vai fazer em seguida? Além do mais, convenhamos (e mesmo eu e minha coleção de post-its admito) que usar papel é uma coisa ultrapassada e, como falo para os meninos, &#8220;de quem não ama o planeta&#8221;. Meus filhos é que me pegam no pé com o descarte adequado de baterias, com a separação do lixo e tantas coisas mais&#8230; aí ponto de novo para o MotoCubo.</p>
<p>Ele vem com aplicativos que permitem acessar o Orkut e o Facebook, deixando-os em contato com todo mundo &#8211; não só os amigos, mas sob o controle dos pais também a toda hora e em qualquer lugar, o que torna tudo bem mais divertido &#8211; e sob controle, né? Para ajudar nesta navegação toda, tem teclado completo e tela ampla, com configuração de e-mails fácil e um formato de exibição de mensagens SMSN no formato de conversa.</p>
<p>Tudo funciona com um clique, até o envio de fotos e videos feitas coma câmera (de 2 mega). Meus filhos estão tão habituados a isso que geralmente os filmes que eu faço deles no parquinho, no clube, na praia, chegam aos avós e amigos antes que a gente volte para casa! Eles nem pensam que pode ser diferente &#8211; e não pode mesmo, aqui em casa não tem mais cabo para subir fotos, videos, para as conexões com o mundo.</p>
<p>Eu sei, fiquei meio entusiasmada demais? Nem cheguei a falar as coisas de que mais gostei para mim! MP3 player, rádio FM com RDS e gravador de áudio, Moto ID (que reconhece a música tocada no ambiente), Last.fm, Miomi (que permite que você descubra o nome de uma música apenas cantando um trecho dela) e Google Maps. E para quando eu tenho que levar os guarda-costas mirins comigo em eventos, o celular ainda traz instalado dois jogos que eu gosto e que permito que eles usem: The Sims 2 e Spore. <span style="text-decoration: line-through;">(E pensando nos jogos, admita, não é tão menos compensador financeiramente do que dar para os filhos um nintendo DS!)</span></p>
<p>E a parte sustentável? Bom, esta é a que nos redime do consumismo de trocar de aparelho: 25% do material do <a href="http://www.submarino.com.br/produto/11/21613774/motocubo+a45+eco+desbloqueado+gsm+cam+2.0mp+mp3+bluetooth?franq=255470" target="_blank">Motocubo A45 Eco</a> é feito de garrafas plásticas recicladas. Além disso, 70% do aparelho é reciclável, com certificado de neutralização de carbono emitido pela Carbonfund.org &#8211; a Motorola compensará todo o carbono emitido na fabricação, distribuição e uso do celular com investimentos em projetos de preservação, reflorestamento e energia renovável.</p>
<p><img style="border: 0px initial initial;" title="artigopatrocinado" src="http://www.samshiraishi.com/wp-content/uploads/2009/05/artigopatrocinado.gif" alt="artigopatrocinado" width="280" height="48" /></p>
<p>P.S. Motorola é a marca de celulares favorita do Gui (embora patrocine &#8220;outro time&#8221;) e foi também a marca do meu primeiro aparelho, lá nos idos da década de 1990.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AVidaComoAVidaQuer/~4/23bizxRqJrk" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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