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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-38468372</atom:id><lastBuildDate>Wed, 07 Dec 2011 02:05:19 +0000</lastBuildDate><category>democracia</category><category>fisico</category><category>concordia</category><category>pecado</category><category>net</category><category>CEN</category><category>dogma</category><category>carlos leite ribeiro</category><category>de.sebastião</category><category>politica</category><category>mundo</category><category>vinho vadio</category><category>sobreviventes</category><category>1 de dezembro de 1640</category><category>daniel crista</category><category>d.afonsoIII</category><category>pesquisa</category><category>ditadura</category><category>natal</category><category>privacidade</category><category>amizades</category><category>literatura</category><category>armando figueiredo</category><category>restauração</category><category>internet</category><category>norte de africa</category><category>criança</category><category>amizade</category><category>prosadores</category><category>mouros</category><category>espanha</category><category>solidariedade</category><category>mentira</category><category>escritores</category><category>teatro da trindade</category><category>amigos</category><category>poesia</category><category>realidade</category><category>antepassados</category><category>bites</category><category>maldição</category><category>espirito</category><category>metaforas</category><category>amor</category><category>história de portugal</category><category>expressão</category><category>casebre</category><category>razão</category><category>lisboa</category><category>odio</category><category>sonetos</category><category>antiguidade</category><category>portugal</category><category>sublimação</category><category>globalização</category><category>dissertando</category><category>alma</category><category>liberdade</category><category>alcacer-quibir</category><category>portal cen</category><title>A VIDA POR UM PENSAMENTO</title><description>Poesias, cronicas, romances, criticas, divulgação cultural em suma a vida por um pensamento ou será um pensamento por uma vida?!</description><link>http://victorjeronimo.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (A VIDA POR UM PENSAMENTO)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>45</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/AVidaPorUmPensamento" /><feedburner:info uri="avidaporumpensamento" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38468372.post-7342317777118980044</guid><pubDate>Wed, 07 Oct 2009 10:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-07T07:21:57.397-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">poesia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">politica</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">prosadores</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">mundo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">globalização</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">escritores</category><title>Maus tempos se aproximam.</title><description>&lt;strong&gt;Maus tempos se aproximam.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Por Joaquim Evónio*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PORTUGAL: É entendimento geral que aos Poetas do Mundo cabe um importante papel na filosofia da Paz. Bom seria, parece-me, que essa missão se afastasse da apreciação de casos concretos actuais mais ou menos mediáticos, num distanciamento proporcionador de perspectiva, como fonte de pedagogia global e não como foco de incêndio de qualquer das partes em conflito.&lt;br /&gt;Maus tempos se aproximam. O optimismo ensina que amanhã pode ser sempre pior que hoje.&lt;br /&gt;A crise da globalização financeira, versão moderna que terá tido os seus primórdios nos salteadores de estrada escondidos nos pinhais doutros tempos, vai incrementar de modo significativo todos os conflitos, intra e extramuros. São presságios a desenvolver e investigar para fins cautelares.Afinal estão na moda palavras que pertenciam à reserva do léxico: proteccionismo, xenofobia, clientelismo, nepotismo, corrupção, egoísmo e etnocentrismo. Para já não falar na concepção antropocêntrica do Mundo.&lt;br /&gt;Políticos de todas as latitudes unem-se para salvar o umbigo próprio e o dos amigos cúmplices.&lt;br /&gt;Há uns meses tentei resumir essas preocupações no texto anexo: 'Neguentropia, Altermundialismo e Direitos Humanos'.&lt;br /&gt;Também me parece verdade que não vale tudo e que o próprio conflito gera regras para o seu exercício, abordagem a que dediquei algum tempo nos anos oitenta do século passado, sob o título: 'A Função Unificadora do Conflito' (ver em Ensaios)&lt;br /&gt;Votos de que a Paz Universal venha a tornar-se o cimento de toda a convivência entre pessoas, países e religiões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NEGUENTROPIA, ALTERMUNDIALISMO E DIREITOS HUMANOS.&lt;br /&gt;Por Joaquim Evónio*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase tudo está dito, de forma descritiva, interpretativa ou apologética, sobre os Direitos do Homem e respectivo Estatuto mas, como diria Pessoa, só falta cumprir... a Humanidade.&lt;br /&gt;Há pois que entender que o Espírito da Lei e a Consciência Ética deverão ser prevalecentes sobre o seu conteúdo, sob pena de não chegarmos a parte alguma e de contribuirmos para desacreditar a própria lei.&lt;br /&gt;Chamo assim a atenção para a moldura geral em que me parece deverem ser reiterados e repensados os Direitos Humanos.&lt;br /&gt;A globalização que ora percorre a Aldeia Mundial, em si própria, só se tornará perversa se assim o quisermos ou consentirmos.&lt;br /&gt;Reflictamos sobre a Morada em que vivemos para passar o testemunho.&lt;br /&gt;O Homem é o único ser vivo com capacidade para vencer volitivamente a 3.ª Lei da Termodinâmica. Situado num ecossistema de que também faz parte, tem capacidade para o alterar e instabilizar, tanto para o bem como para o mal.A Terra pertence igualmente a todos e não reconhece favoritos.&lt;br /&gt;Há pois que salvaguardar o planeta, nossa morada, de todas as ameaças que vimos acumulando. O diagnóstico está feito. Que esperam os grandes poderes que nos conduzem para o abismo?&lt;br /&gt;GLOLOC significa a preocupação com os grandes espaços e, simultaneamente, com as mais pequenas Comunidades. O Global e o Local terão de conviver em harmonia sinérgica.Cada comunidade, por mais pequena que seja, pode constituir-se como pólo de desenvolvimento cultural, no sentido civilizacional. O desenvolvimento não é um crescimento maior, mas uma mudança de sinal, baseada em alterações ou ajustamentos estruturais. E de mentalidade também.&lt;br /&gt;Quando gerimos comunidades e queremos salvaguardar um futuro próspero ou feliz, temos de tomar, hoje e antes que seja tarde, as devidas medidas estruturantes.Quem tem força para fazer a Guerra, terá de usá-la prioritariamente para fomentar ou instaurar a Paz.&lt;br /&gt;Haveremos de continuar a viver num contexto em que os factores geográficos são os mais estáveis, dando origem a diversas correntes geopolíticas.Pena que, como já alguém disse, o Homem tenha alcançado o domínio da técnica antes de atingir a dignidade humana.&lt;br /&gt;Cada país terá de aprender a encarar os outros países da mesma forma que o eu deve comunicar com o outro: de igual para igual. Trata-se apenas de transpor o conceito de Alteridade para o do convívio global. A isso se chama Altermundialismo.Nas relações bi ou multilaterais, necessário se torna esclarecer e fortalecer a identidade pessoal, bem como a identidade cultural das comunidades, pois só assim é possível compreender e respeitar o outro e as outras comunidades.&lt;br /&gt;Claro, o economicismo e as ciências físicas ter-se-ão sobreposto às humanas. Há que inverter o processo enquanto for tempo, o que quer dizer desde já.Ainda há dias li algures que para salvar o Homem o Mundo terá de deixar de ser antropocêntrico.&lt;br /&gt;As Ciências Sociais, ou Humanas, têm pois um grande papel a desempenhar neste mundo tecnocrático e economicista.Aqui chamaria a atenção para dois conceitos distintos: o de Comunidade e o de Sociedade. Gemeinshaft e Gesselshaft, como lhes chamou o sociólogo alemão Ferdinand Tönnies.Na Comunidade prevalecem as relações de vizinhança, na Sociedade as relações por divisão de trabalho.&lt;br /&gt;O Comércio Justo terá de ser uma realidade despida de qualquer hipocrisia ou proteccionismo. Estão em causa os magnos problemas da Humanidade. Há que praticar uma enculturação saudável e desinibida.&lt;br /&gt;Um dia, um conhecido prémio Nobel da Literatura disse que a melhor maneira de construir uma ponte era mostrar aos habitantes das duas margens que tinham vantagem em encontrar-se. E a ponte apareceria feita.&lt;br /&gt;Nós, poetas e prosadores, pensadores e filósofos de mar aos pés, seres de diálogo emocionados com a comunicação, somos verdadeiros construtores de pontes… E somos tantos… E elas serão tantas que todos esses tramos representarão nervuras virtuais percorrendo os céus, românicas ou góticas, desenhando uma abóbada virtual digna dum Nimeyer cósmico, apenas visível pelos iniciados que ali colocaram com acrisolado amor o tecido fino da palavra solidária!&lt;br /&gt;Poderemos então dizer, com toda a propriedade, que temos capacidade para construir uma autêntica Catedral, Mesquita ou Sinagoga sobre os Oceanos, porto-de-abrigo e de encontro depois de tanto navegar…&lt;br /&gt;E à Lusofonia, pelo seu reconhecido sentido ecuménico, estará certamente reservado um papel relevante na harmonização do mundo louco que ajudámos a edificar sobre as ruínas da dignidade humana.Os mares e oceanos, afinal, não passam de rios com as margens sedentas de pontes.&lt;br /&gt;A Humanidade terá de ter um futuro pacífico pois, se não for pacífico, também não será futuro.&lt;br /&gt;Isto se quisermos que os vindouros, e muitos deles já cá estão, propugnem a felicidade digna em vez da excelência enganadora.&lt;br /&gt;A comunicação será sempre um “equivalente funcional do espaço e do tempo”, como me ensinou uma vez o sociólogo Wolf Dombrowski, da Universidade Católica de Kiel. Muito mais em situação de emergência, em que a informação se torna essencial.&lt;br /&gt;No mundo globalizante em que vivemos, os traços fundamentais da soberania vão-se transmutando com o tempo. Mas a identidade não. A língua acabará por ser a sua marca mais perene, correspondendo à herança cultural profunda, depois do maior ou menor esbatimento de fronteiras ou união de economias que aparentem diluir a histórica geografia política.&lt;br /&gt;As línguas comportam-se como organismos vivos, através dum longo processo de construção, desconstrução e releitura espacial e temporal. O seu múnus, no entanto, parece projectar-se sempre na quase intemporalidade do futuro longínquo, expandindo as marcas indeléveis da sua origem.&lt;br /&gt;Se o mundo que Toynbee dividiu em duas eras históricas – pré e pós-gâmica – vier um dia a reconhecer-se numa bandeira comum, a esta não poderá faltar a presença da lusofonia, enquanto cimento e sinal de paz e união.E que a “Última flor do Lácio”, de Bilac, estenda as suas pétalas, quais velas donairosas, às catedrais, mesquitas e sinagogas de todo o mundo.&lt;br /&gt;Assim se cumpra a vontade dos Poetas do Quinto Império, que se dão as mãos, ondas, braços do oceano e se aprestam a navegar por esses mares sem fim, por mais desafiadoras e turbulentas que sejam as águas.Ainda vale a pena sonhar e, como “o trabalho não é uma alienação”, esperemos o dia em que capital e trabalho, irmanados nas suas responsabilidades e objectivos, se sentem amigavelmente num banco de jardim, admirem as flores e escrevam o Poema do Futuro.&lt;br /&gt;Um mundo global clama para uma pedagogia global que, junto de cada um de nós e de todos, evidencie e propugne os valores incontornáveis do ambiente e da identidade do eu e do outro, tudo projectado para a escala maior da Humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joaquim Evónio POETA del MUNDO:&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Muito obrigado pela sua visita.
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Volte sempre&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38468372-7342317777118980044?l=victorjeronimo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~4/hh8dK_PWUg4" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~3/hh8dK_PWUg4/maus-tempos-se-aproximam.html</link><author>noreply@blogger.com (A VIDA POR UM PENSAMENTO)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://victorjeronimo.blogspot.com/2009/10/maus-tempos-se-aproximam.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38468372.post-4562311878653465920</guid><pubDate>Fri, 27 Feb 2009 16:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-27T14:15:24.159-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">pesquisa</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">carlos leite ribeiro</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">portal cen</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">escritores</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">CEN</category><title>A LEALDADE</title><description>&lt;div&gt;Trancrevo com as devidas venias este magnifico trabalho do grande escritor português Carlos Leite Ribeiro&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;_________&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;LEALDADE&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 495px; CURSOR: hand; HEIGHT: 77px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.caestamosnos.org/carlosleiteribeiro/cbanner.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lealdade, é um dom que Deus deu a todos, embora nem todos saibam exercitá-lo. Lealdade, é a qualidade de ser sincero, fiel e leal. Lealdade, é um sinal de uma verdadeira amizade.Essa palavra Lealdade... &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Penso que Lealdade significa sermos verdadeiros com nós mesmos. Penso que significa sermos absolutamente fiéis à filosofia de vida que escolhemos. Penso que Lealdade significa sermos absolutamente leais aos nossos princípios e aos compromissos assumidos com outros, para podermos ser verdadeiros em relação ao que melhor há em nós. No entanto, vivemos num mundo cheio de males, mentiras, invejas e traições, procurando sempre elevar o nosso ego, mesmo traindo nossos ideais e o que é mais belo da amizade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Lealdade requer reflexão. Não é uma virtude fácil, nem uma questão de emoções nem de sentimentos. Inicialmente, é necessário reconhecer os vínculos implícitos em ser uma pessoa, um ser sociável com necessidade de melhorar e crescer durante toda a vida e de ajudar aos demais a fazer o mesmo. A pessoa humana não dispõe de uma maneira mais radical nem mais solene para comprometer-se que dizer “sim”. Às vezes se dá a palavra sem pensar bem nas consequências e nas possibilidades reais de cumprir, ou pior, sem intenção de cumprir com o dito. Só se é realmente leal quando se está sujeito a alguém ou a algo. Aí, onde mesmo um sonho pode ser senhor. Na sujeição de quem serve uma causa, na sujeição de quem se submete a um chefe, na sujeição à pessoa amada, na sujeição do sentimento e na sujeição do dever, no sacrifício da liberdade, da razão e do interesse. No desperdício e no desprezo do que está à vista e do que está à mão, é nesta desagradável situação que se acha ou não acha a lealdade. É por ser selvagem e servil, mas só a um senhor, que a Lealdade tem valor. É muito difícil ser-se leal, mas só porque é muito difícil seguirmos o coração. A Lealdade é um amor que esquece o mundo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Lealdade é um dos pilares que sustentam o real valor do homem. A Lealdade é a verdade do sentimento: é impossível ser desleal sem mentir à consciência, sem ludibriar a consciência alheia. A verdade básica da vida está no que as pessoas pensam e sentem a seu próprio respeito. Ao contrário dos animais, muita gente tenta enganar aos outros e até a si mesmos, sem perceber que agindo assim, só se prejudicam. As relações de amizade tornam-se mais reais quando as pessoas não mentem a si mesmas, embora a verdade, às vezes, se torne dura de ser aceita. Quanto mais esperta uma pessoa for, mas há de perceber que sendo leal, facilmente conseguirá da vida aquilo que deseja. Coloque a Lealdade e a confiança acima de qualquer coisa; não se alie aos moralmente inferiores; não tenha receio corrigir seus erros. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;De acordo com as definições mais comuns lealdade é : “propósito ou devoção de fidelidade a alguma pessoa ou causa”. Constitui algo que entregamos a terceiros por escolha e convicção. Em tese, ao leal importa a crença, a admiração e o apoio incondicional a outrem. Ser Leal é ser a favor da conformidade e consistência, agir de uma maneira sistemática e uniforme, e assumir responsabilidades. Se você reconhece as suas fragilidades, você é forte. Algumas amizades têm a duração de uma vida. Qual é o segredo? A resposta é muito simples: Lealdade. Essa é daquelas qualidades que mais encabeçam as listas de todas as pesquisas sobre o que as pessoas mais apreciam em seus amigos. Parece tão pouco, mas ser Leal é mais importante do que ser franco. Porque franqueza é dizer o que tem que ser dito. Lealdade é a capacidade de estar junto, haja o que houver, de ser honesto. Quantas amizades morreram por causa da deslealdade?! Lealdade é guardar segredos, nunca passá-los adiante. Trancar a sete chaves as confidências de quem um dia decidiu pensar em voz alta ao nosso lado. Os bons amigos fazem promessas e as mantêm vivas na mente, esforçando-se para cumpri-las. Ser Leal é assumir o amigo e andar com ele seja por onde for, porque nenhum caminho é longo demais quando um amigo nos acompanha.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro – Marinha Grande - Portugal&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Muito obrigado pela sua visita.
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Volte sempre&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38468372-4562311878653465920?l=victorjeronimo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~4/t0mIzp9amvU" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~3/t0mIzp9amvU/lealdade.html</link><author>noreply@blogger.com (A VIDA POR UM PENSAMENTO)</author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://victorjeronimo.blogspot.com/2009/02/lealdade.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38468372.post-3732497599685155789</guid><pubDate>Mon, 14 Apr 2008 00:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-13T21:39:58.919-03:00</atom:updated><title /><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt;UM PORTUGUÊS MODERNO&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt;Victor Jerónimo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt;Nasci numa família &lt;em&gt;monoparental&lt;/em&gt; ali prós lados da Laranjeira. Sou um produto dos tempos modernos sim senhor, não gostam? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt;Quando criança diziam que eu tinha um &lt;em&gt;comportamento disfuncional hiperactivo&lt;/em&gt;, na escola era uma criança de &lt;em&gt;desenvolvimento instável&lt;/em&gt;.  Olhem que coisa boa já não me chamavam burro nem traquinas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt;Lá em casa tinhamos &lt;em&gt;duas auxiliares de apoio doméstico&lt;/em&gt; a quem eu fazia a vida negra e quando a mamã chegava a casa cansada dos &lt;em&gt;colaboradores&lt;/em&gt; lá no &lt;em&gt;centro de decisão nacional&lt;/em&gt;, ficava toda feliz da vida ao ouvir as queixas das &lt;em&gt;auxiliares de apoio doméstico&lt;/em&gt;. Eu então pulava no sofá todo contente e dava gritos mais altos que o Tarzan em apoio à minha mãe, levando-me a que no dia seguinte o meu &lt;em&gt;comportamento disfuncional hiperactivo&lt;/em&gt; fosse ainda mais hiperactivo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt;Lá na Escola eu era o terror dos &lt;em&gt;auxiliares da acção educativa&lt;/em&gt;, riscando paredes, partindo vidros e fazendo com que eles corressem atrás de mim para eu parar com estas traquinices de menino de &lt;em&gt;desenvolvimento instável&lt;/em&gt;.Um dia fui com a mamã ao Porto de comboio,  fomos na classe &lt;em&gt;Conforto&lt;/em&gt; e apareceu por lá um &lt;em&gt;delegado de informação médica&lt;/em&gt; a fazer olhinhos à mamã.&lt;br /&gt; Quando chegamos ao Porto fiquei trancado no quarto a ver TV e a jogar "games" no "notebook" da mamã enquanto ela e o &lt;em&gt;delegado de informação médica&lt;/em&gt; estudavam qual o melhor medicamento para uma possível &lt;em&gt;interrupção voluntária da gravidez&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Fiquei todo lixado com essa estória de ficar ali encarcerado e quando voltamos a Lisboa fiz a vida negra à mamã para que ela não correspondesse aos olhinhos de um &lt;em&gt;técnico de vendas&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt;Como eu sofria de&lt;em&gt; iliteracia&lt;/em&gt;, na minha juventude &lt;em&gt;implementei&lt;/em&gt; um &lt;em&gt;grupo de jovens&lt;/em&gt; que desancavam à porrada outros &lt;em&gt;grupos de jovens&lt;/em&gt; lá na Praça Publica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt;Alguns anos mais e apaixonei-me por uma &lt;em&gt;senhora&lt;/em&gt; muito fina que tinha a profissão de &lt;em&gt;alterne&lt;/em&gt; e comecei a facturar em &lt;em&gt;politicas fracturantes&lt;/em&gt; para gáudio da minha conta bancária.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt;Hoje a minha postura é &lt;em&gt;pró-activa&lt;/em&gt; e mostrei a toda a gente que não sou um &lt;em&gt;invisualzinho &lt;/em&gt;da vida. Quando alguém me chateia faço-me &lt;em&gt;inauditivo&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Recife, 13.Abr.2008&lt;br /&gt; _____&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nota: &lt;em&gt;Baseado em um mail que circula na internet e cujo teor transcrevo aqui.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;PORTUGUÊS MODERNO&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A NOVA LÍNGUA PORTUGUESA&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Desde que os americanos se lembraram de começar a chamar aos pretos "afro-americanos", com vista a acabar com as raças por via gramaticalisto tem sido um fartote pegado!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- As criadas dos anos 70 passaram a "empregadas domésticas" e preparam-se agora para receber menção de "auxiliares de apoio doméstico" .&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- De igual modo, extinguiram-se nas escolas os "contínuos "passaram todos a "auxiliares da acção educativa".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Os vendedores de medicamentos, com alguma prosápia, tratam-se por "delegados de informação médica".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- E pelo mesmo processo transmudaram-se os caixeiros-viajantes em "técnicos de vendas".- O aborto eufemizou-se em "interrupção voluntária da gravidez";&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Os gangs étnicos são "grupos de jovens"&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Os operários fizeram-se de repente "colaboradores";&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- As fábricas, essas, vistas de dentro são "unidades produtivas"e vistas da estranja são "centros de decisão nacionais".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- O analfabetismo desapareceu da crosta portuguesa, cedendo o passo à "iliteracia" galopante.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Desapareceram dos comboios as 1.ª e 2.ª classes, para não ferir a susceptibilidade social das massas hierarquizadas, mas por imperscrutáveis necessidades de tesouraria continuam a cobrar-se preços distintos nas classes "Conforto" e "Turística".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- A Ágata, rainha do pimba, cantava chorosa: «Sou mãe solteira...» ; agora, se quiser acompanhar os novos tempos, deve alterar a letra dapungente melodia: «Tenho uma família monoparental...» - eis o novo verso da cançoneta, se quiser fazer jus à modernidade impante.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Aquietadas pela televisão, já se não vêem por aí aos pinotes crianças irrequietas e «terroristas»; diz-se modernamente que têm um "comportamento disfuncional hiperactivo"&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Do mesmo modo, e para felicidade dos "encarregados de educação" , os brilhantes programas escolares extinguiram os alunos cábulas; taisestudantes serão, quando muito, "crianças de desenvolvimento instável".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Ainda há cegos, infelizmente. Mas como a palavra fosse considerada desagradável e até aviltante, quem não vê é considerado "invisual=.(O termo é gramaticalmente impróprio, como impróprio seria chamar inauditivos aos surdos - mas o "politicamente correcto" marimba-separa as regras gramaticais...)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- As putas passaram a ser "senhoras de alterne".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Para compor o ramalhete e se darem ares, as gentes cultas da praça &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;desbocam-se em "implementações", "posturas pró-activas", "políticasfracturantes" e outros barbarismos da linguagem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- E assim linguajamos o Português, vagueando perdidos entre a correcção política» e o novo-riquismo linguístico. Estamos lixados com este "novo português"; não admira que o pessoal tenha cada vez mais esgotamentos e stress. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Já não se diz o que se pensa, tem de se pensar o que se diz de forma "politicamente correcta".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E na linha do modernismo linguístico, como se chama uma mulher que tenta destruir a educação em Portugal? Ministra !&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Muito obrigado pela sua visita.
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Volte sempre&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38468372-3732497599685155789?l=victorjeronimo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~4/ej6Q-CkV9pc" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~3/ej6Q-CkV9pc/um-portugus-moderno-victor-jernimo.html</link><author>noreply@blogger.com (A VIDA POR UM PENSAMENTO)</author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://victorjeronimo.blogspot.com/2008/04/um-portugus-moderno-victor-jernimo.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38468372.post-6657664333722941929</guid><pubDate>Thu, 28 Feb 2008 14:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-28T11:12:49.887-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">metaforas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sonetos</category><title>...não sei construir sonetos</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;...não sei construir sonetos&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Narcisos, não sei construir sonetos, imagino que existam pessoas que cresceram entre as métricas dos dois quartetos seguidos de dois tercetos, de modo geral contendo dez sílabas poéticas, entre as canções rítmicas dos ‘sonetos’ e seus contrapontos passo a passo pessoas se organizam: Vocábulo que deriva do latim "sonu", "suono" equivale a som no italiano.&lt;br /&gt;Existem pessoas que dizem detestar olhar para um quadro abstrato e/ou surreal apontando para algo como de lá, absolutamente nada se pudesse se retirar... Quando sinto necessidade de uma certa manutenção de idéias procuro minhas próprias respostas com os sonetistas: É belo, observar a inclusão de uma metáfora dentro de um soneto não nas extremidades mas sim no centro de uma das frases.Procurando rimar internamente em determinadas situações, cada qual veste a cor da roupa lhe agrada em um determinado dia, da mesma forma que considero um “borrão” poderá existir sempre algo, solto e implícito no interior de uma tela. Há sempre algo livre entre pingos de tintas e nas palavras milimetricamente organizadas.&lt;br /&gt;Existe uma ordem para tudo dentro da desordem e vice-versa.&lt;br /&gt;Ninguém lida com a Arte a toa, ninguém tira uma foto de uma paisagem por mero acaso. Pessoas sensíveis se alimentam de Arte, buscando compensações nos momentos singulares de guerra e paz equilibrando-se nos muros da Arte.&lt;br /&gt;Você pode escrever um soneto dentro de uma vontade inquebrantável desafiando a si mesmo: Encontrando uma forma de reforçar pensamentos que rodam em círculos ou demonstrar como se pode permanecer intacto dentro do caos.&lt;br /&gt;Um soneto pode ser um reflexo do Amor: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;Quem diz que Amor é falso ou enganoso&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Luís de Camões &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Quem diz que Amor é falso ou enganoso, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Ligeiro, ingrato, vão desconhecido, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Sem falta lhe terá bem merecido &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Que lhe seja cruel ou rigoroso. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Amor é brando, é doce, e é piedoso. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Quem o contrário diz não seja crido; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Seja por cego e apaixonado tido, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;E aos homens, e inda aos Deuses, odioso. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Se males faz Amor em mim se vêem; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Em mim mostrando todo o seu rigor, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Ao mundo quis mostrar quanto podia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Mas todas suas iras são de Amor; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Todos os seus males são um bem, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Que eu por todo outro bem não trocaria. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Até que ponto por aqui... não se tem: a reprodução ou representação de imagens do mundo visível? Da "arte não-representacional" ou "não-figurativa"... o amor é um elemento que gera "Distanciamento das aparências" em todos os aspectos.&lt;br /&gt;O amor acolhe pessoas, quando um determinado número de aves no céu passam a se juntar no fim do dia e contar uma as outras sobre seus “causos”, a árvore-mãe hospeda todos os pássaros tendo que ter uma dose a mais de disposição construtiva, seus galhos funcionam com um poleiro (já pensou o que é segurar uma dança de pernas e garras entre os saltos de trampolins aqui e acolá?), tendo sobre si diversas espécies, naturalmente, todos têm direito de ensaiar, desafinar, desabar e/ou cantar maviosamente nos galhos de uma árvore. Algumas aves efetuam passagens-relâmpagos pela árvore, outras cansam de ficar por lá, outras discutem até se matar, outras observam os movimentos, enquanto outras se alimentam outras decolam, espalhando sementes, e outras que ficam por lá vão tecendo novos ninhos...&lt;br /&gt;Penso que alguém que constrói um soneto de amor parte de um sentimento abstrato... quase palpável, navegando no imaginário procurando respostas no silêncio escova delicadamente palavras, procurando cheio de dedos atingir um alvo certo, passa pela “musicalização” dos sentimentos ao caçar-significações que se encaixem... isto é um dos dons de quem faz poesia, porém não basta escrever poesia, esta quando sentida algo Mágico chama atenção ao redor!&lt;br /&gt;Lindas!?! São as letras que passam a ser musicadas e como é belo poder ouvir um sonetto* musicado!!!&lt;br /&gt;Qualquer poesia sem sentimento verdadeiro funciona como uma carta falsa, como às vezes é mais fácil dizer um "te odeio", do que afirmar a meio mundo um: "eu te amo". Assim como nenhum filósofo não perde a oportunidade de (se) interrogar, pedreiros assentam tijolos, pintores pintam suas histórias, atores interpretam e confrontam partes de suas múltiplas facetas, alguns escritores se centram em heterônimos, cada qual instintivamente sabe como organizar sua fala.&lt;br /&gt;Um profissional bem resolvido sente prazer em executar seu ofício que resulta na meta atingida, assim como os bons amantes da Arte reforçam todos aspectos avaliando os ruins, também se constroem a valorização de novas LINHAS DA VIDA. A Arte provoca um BUM! Mesmo não existindo um estado de neutralidade, tudo é sim ou não, o caminho central está nas expressões da interpretação dos cantos das metáforas.&lt;br /&gt;A Arte pode jogar um sujeito para o estado de meditação que não deixa de ser um instante especial de “prece” de relig_ação com a Natureza, onde no meio das tempestades em pleno inferno, impulsiona alguém em minutos a sair do estado de dormência até alcançar um novo céu.&lt;br /&gt;Portanto, posso pensar que neste instante não tenho o dom da arte de construir um soneto, mas isto não quer dizer que eu não traga mais de um soneto dentro de mim, às vezes quem me garante que não sou um soneto ambulante? Ou não necessite do apoio de algo semelhante, noutras horas?!? A partir do instante que olho um retrato de um dos reflexos de meu estado interior, não se confunde, meu eu lírico de trova_dor... caminha com todas as formas de sons e de versos. Aí, talvez esteja o uso da luz, nesta minha forma abstrata de desmembrar os contornos das linhas que caminham no espaço do tempo, entre cores ganhando nova expressividade demarcando o respeito perante as texturas em mais de um território (isto, faz parte do viver e do ser de um ser intertextual no mundo das Letras).&lt;br /&gt;Ainda... não sei construir um sonetos, (os que tenho por aqui penso não estarem maduros para uma leitura), mas isto não me impede de querer e experimentar escrever ao menos um, cada qual pode admirar o faz e o que o outro faz, e se não o faz? Nem sempre existe a preguiça, ou uma crítica em torno de quem está se exprimindo, apenas a necessidade momentânea de se expressar.Às vezes, a vida de alguns pode se encontrar em um momento tão “metrificado”, que a saída encontrada é espalhar o aroma das rosas com espinhos e pétalas provocando alguma reação geral, o movimento de escuta e da indulgência para com o gosto dos outros se faz necessário em todas as horas, não é mesmo?&lt;br /&gt;Se lhe dei mais uma rosa do meu jardim, construa os “seus sonetos”, com o sorriso d'alma dos brancos narcisos! Até que ponto a influência de objetos da realidade, não tentam representar a imagem de nada? Eis a resposta no meio deste mosaico surreal, porque os sinos de John Donne também dobram por você.&lt;br /&gt;Nota do italiano sonetto* = soneto.&lt;br /&gt;Rosangela_AlibertiSão Paulo, 19.II.06&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Muito obrigado pela sua visita.
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Volte sempre&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38468372-6657664333722941929?l=victorjeronimo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~4/LzXkWmjjfN4" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~3/LzXkWmjjfN4/no-sei-construir-sonetos.html</link><author>noreply@blogger.com (A VIDA POR UM PENSAMENTO)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://victorjeronimo.blogspot.com/2008/02/no-sei-construir-sonetos.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38468372.post-3586816323958881693</guid><pubDate>Thu, 28 Feb 2008 13:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-28T10:06:20.305-03:00</atom:updated><title>PARÂMETROS LITERÁRIOS</title><description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;PARÂMETROS LITERÁRIOS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Daniel Cristal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chamar a atenção, não ofende; desenvolver teoria, não agride; sugerir não é insulto nenhum. Só será se o leitor, desejoso por polemizar, enfiar algum barrete pelo desleixo a que se vote, ou pela lassidão a que não reage. Porque pode retorquir na forma da polémica pacífica, mas sempre numa réplica que o dignifique aos olhos dos leitores em geral. Pois, mandar palpites, só o deve fazer nos jogos da sorte e do azar; do azar, sobretudo. Com muitas probabilidades de perder este jogo que emparceiramos, este que exige precisões de conceitos teóricos apurados, fundamentações, silogismos, estrutura crítica. Pode refutar, naturalmente, não esquecendo que, dos dados mal interpretados e mal desenvolvidos, serão espelhados na sua figura, e reverterão a seu crédito ou a seu débito, como se fossem estas as contas concretas, numa abstracção estética, que deve saldar no juízo literário final. É, por tudo isto, que vou espraiando a teoria que me serve de base, não tendo visto, até agora, algo de positivo ou verdadeiramente convincente, infelizmente para mim que sou ávido de mais avanços, com os quais eu pudesse aproveitar para melhorar o raciocínio fundamentado em parâmetros que vou (a)firmando. E, é, destarte, que volto à estesia poética:&lt;br /&gt;Para conter excessos, é preciso criar um molde ou um recipiente para que o conteúdo seja cont(en)ido com Beleza. É nessa forma estruturada que também se faz a Arte. Sem forma o que pode ser moldado, fica disforme, e a deformidade é contrária à Beleza. Os melhores poetas, e os estetas que os comentam, dizem, sempre que podem e querem isso mesmo, e os aprendizes têm muita dificuldades em entender esta constatação. Mas, é preciso que interiorizem o alcance do que esta asserção pretende abarcar. Os amestrados no ofício, sabem muito bem do que falo. É esse o primeiro passo para que a obra de Arte seja entendida na sua verdadeira dimensão. Tudo o que sai deste parâmetro, é desmedido, desregulado e enfatuado; cria, efectivamente, enfatuamento, ou, em poucas palavras: aparece distorcido, isto é, deficiente. A verdadeira genialidade está em criar regras próprias que possam ser notadas e exemplares em novas escolas a criar, pautando-se estas por um mundo novo que gera novas consciências, e, mesmo, imperceptivelmente, procuram mudar comportamentos, ideologias, filosofias; a alteração dos psico-arquétipos está ao alcance do artista genial, e creio ser este o maior desafio que se lhe depara, e até ter extinguido esta possibilidade, na concretização constante e porfiada dos objectivos que traçou para o seu percurso na Literatura. Alcançando-a, alcança o topo da sua mestria.&lt;br /&gt;Um precursor não é mais do que o que venho a afirmar há bastante tempo numa labuta permanente, porventura mal escutada; mas, continua e ainda não atingiu a meta final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2007.Portugal&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;_______&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;«A grandeza da alma não é evidente aos olhos de toda a gente. Essa grandeza é mais ou menos pequena, diante dos que possuem uma alma em grau mais ou menos reduzido.Quando alguém se manifesta em frente do que é superior e belo, espelha no comentário a sua própria alma; pela positiva se incorporar uma alma desenvolvida, ou pela negativa, se a tiver num plano subdesenvolvido. Com efeito, a grandeza da alma é sempre apreciada em conformidade com a dimensão anímica de cada um.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daniel Cristal&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Muito obrigado pela sua visita.
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Volte sempre&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38468372-3586816323958881693?l=victorjeronimo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~4/T8689st4-6U" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~3/T8689st4-6U/parmetros-literrios.html</link><author>noreply@blogger.com (A VIDA POR UM PENSAMENTO)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://victorjeronimo.blogspot.com/2008/02/parmetros-literrios.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38468372.post-6005029328328391529</guid><pubDate>Mon, 25 Feb 2008 17:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-25T23:00:47.224-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">privacidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">mentira</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">net</category><title>O DIREITO À PRIVACIDADE</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;O DIREITO À PRIVACIDADE&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Victor Jerónimo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das grandes máximas dos governos ditadores é tirar o direito à privacidade ao cidadão comum. Com isso o cidadão perde até o direito de pensar e se acaso ele pensa indivíduos especialmente treinados encarregam-se de lhe dar verdadeiros choques psicológicos ou medicamentosos para que a loucura se aposse do cidadão e assim &lt;em&gt;in extremis&lt;/em&gt; este perca o direito a pensar este se transforme num louco ou num vegetal.&lt;br /&gt;Nas democracias actuais passa-se quase o mesmo mas de forma mais subtil e democrata, tudo em nome da segurança nacional&lt;br /&gt;Mas o que me trás aqui é o direito inaliável que estes governos me dão à privacidade interpares, isto é entre cidadãos como eu.&lt;br /&gt;No dia-a-dia mesmo que não queira ouvir, ouço as "fofoquinhas" da vizinha do lado, dos passageiros nos autocarros e das próprias criadas que são pagas pelos patrões para estas o servirem mas que estas se encarregam de levar para fora tudo o que se passa na casa do patrão.&lt;br /&gt;É triste que assim seja pois que o cidadão comum ao agir assim está a abrir o procedente para que outro vá falar dele e lhe viole a privacidade.&lt;br /&gt;Os próprios mídias procuram cada dia mais noticias sensacionalistas para divulgar nos escaparates dos jornais e o cidadão habituado que está a isto vai agindo da mesma maneira na sua vivencia diária.&lt;br /&gt;Já não bastava este disse que não disse na vida real para assistirmos aqui na &lt;em&gt;net &lt;/em&gt;ao mesmo causo. Se eu escrevo para alguém é natural que o que eu lhe confio seja mantido em âmbito privado, não tendo essa mesma pessoa que repassar a outra o que lhe escrevi.&lt;br /&gt;Faz parte da educação e do estar bem para com os seus semelhantes.&lt;br /&gt;Mas hoje em dia tudo isso terminou, já não há mais privacidade e mesmo as leis que nos protegem não têm capacidade de actuação para resolver estes conflitos&lt;br /&gt;E os delatores (no meu tempo de juventude chamavam-se "bufos") sabendo disto continuam a actuar impunes e a divulgar o que é de âmbito privado de cada um.&lt;br /&gt;A &lt;em&gt;net&lt;/em&gt; transformou-se no maior vespeiro das maldades da humanidade, disso não tenhamos duvidas.&lt;br /&gt;É claro que há ainda alguns que prezam a privacidade e são os chamados “amigos” em quem ainda se pode confiar e desabafar, mas estes são pouquíssimos, uma jóia rara no meio da imundice.&lt;br /&gt;O que eu lamento mesmo aqui é que os poetas e escritores que têm o dom da pena e da palavra embarquem nestes chorrilhos próprios de seres ignóbeis e sem qualidade sentimental.&lt;br /&gt;É muito triste ver estes (poetas) alguns com grandes responsabilidades no meio literário, embarcarem nesta nau de imundice e colaborarem na divulgação do que se quer privado.&lt;br /&gt;Todos temos defeitos, nem um sequer os não tem mas o poeta devido à sua sensibilidade deveria saber separar o trigo do joio e actuar em plano elevado de espírito e postura perante os outros.&lt;br /&gt;Afinal o mundo tem os olhos postos neles e por isso estes deveriam ser motivo de exemplo para com o mais comum dos mortais.&lt;br /&gt;É muito triste e cada vez mais preocupante que assim não seja pois estas atitudes nos levam cada vez mais a fecharmo-nos em casulos e a nem nos nossos botões confiarmos.&lt;br /&gt;Não adianta pedir aqui que tentemos mudar estes estados até porque a falta de privacidade vem desde que o homem adquiriu o poder de pensar, cabe isso sim a cada um de nós termos muito, mas mesmo muito cuidado de saber o que falamos (escrevemos) e para quem o fazemos.&lt;br /&gt;A net deveria ser um polo de evolução da humanidade, infelizmente, por vezes, não o é e todos contribuímos para que assim não seja.&lt;br /&gt;O poeta que tem o dom da escrita e tem o poder de expressar em palavras os sentimentos e todo o mal que nos assola, prefere entrar na delação e tornar publico o que o seu semelhante lhe confidenciou em privado e muitas vezes usando palavras mínimas que depois são aproveitadas pelos grandes delatores para as transformarem à sua maneira.&lt;br /&gt;Haja juízo senhores e senhoras.&lt;br /&gt;É triste, muito triste e lamentável&lt;br /&gt;Recife, 25.Fev.2008&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Muito obrigado pela sua visita.
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Volte sempre&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38468372-6005029328328391529?l=victorjeronimo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~4/YvxxOCsrrTA" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~3/YvxxOCsrrTA/o-direito-privacidade.html</link><author>noreply@blogger.com (A VIDA POR UM PENSAMENTO)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://victorjeronimo.blogspot.com/2008/02/o-direito-privacidade.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38468372.post-4199574773638812726</guid><pubDate>Wed, 16 Jan 2008 01:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-01-15T23:12:12.707-03:00</atom:updated><title>EXAME DE 2007</title><description>&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;EXAME DE 2007 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Artigo de Daniel Cristal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Tudo o que previra realizar-se pela positiva em 2007, foi neste a concretização dessa previsão trabalhada: a notoriedade de uma obra feita paulatinamente, preserverante todavia, e teimosa na divulgação por este meio cibernáutico. Excedeu contudo as expectativas, ela colocou-me, como por artes mágicas, para culminar o trajecto, em todas as brochuras publicitárias do Teatro Trindade, nas suas vitrinas interiores e exteriores, nos placares das colunas dentro e fora, especialmente no seu frontispício virado para a Praça da Trindade desta Lisboa, emparceirado à observação geral por Baudelaire, Neruda, Pessoa e Florbela (*). Os intelectuais e universitários da cidade, especialmente aqueles que não perdem espectáculos culturais teatrais e outros tiveram ocasião de aproveitar para ouvir boa poesia com um bom «diseur». A Net também noticiou largamente este evento... Que felizardo me aconteceu ter sido durante no ano de 2007, nomeadamente de acordo com o que previra no final de 2006! Quem me lê conhece de certeza esse texto do final desse ano. Houve websites que continuaram a realçar a minha produção, porque bem vistas todas as coisas, são eles que excedem especialmente a sua grandeza, e vale a pena mencionar neste momento: Dor e Amor, Rogério Simões, Ecos da Poesia, Victor Jerónimo, Ver O Poema, o Liberal, Grace Spiller, Manuel Virgílio, AVSPE, Efigênia Coutinho, Mensageiros do Amor, Paulo Nunes, Sonetos.com, Bernardo Trancoso, e perdoem se me esqueci de mais algum. Claro que não menciono aqueles que desde o ano 2002, abriram as suas páginas para me acolher com orgulho e satisfação. Ainda que não os recorde pelos nomes aqui e agora, por não terem estado muito presentes em 2007, e porque seria uma lista longa de centenas de títulos, recordo-os, no entanto, de vez em quando, numa lista que tem como título Actualizações de Referências, e é enviada a centenas de listados nos meus grupos pessoais, e a outras entidades deste espaço virtual, organismos esses com uma enorme potência divulgadora mundial nas Literatura e Arte. Isto apenas quer dizer o que já disse Victor Jerónimo, e neste momento recordar com muita gratidão e honra: num lustro a Net proporcionou-me na forma modelar e revolucionária de ciber-escrita, a melhor, a mais convincente e grande viagem exemplar, transposta do mundo Virtual para o Real. Estou feliz por isso, ainda que esteja dependente de uma saúde fragilizada... por preocupações com o desgaste que o tempo vai cometendo sobretudo nas artérias do meu corpo. Não há dúvida que falta imprimir em papel a vasta obra já escrita, boa parte dela digitada. Este é o obstáculo que tenho de enfrentar e resolver em 2008. Porém, só acredito nele com uma boa base de apoio. E essa base encontra-se num mundo a conquistar: este, formado pelos apoios de pares, programação de saraus, encontros de poetas e um bom distribuidor de livros pelas bancas e livrarias.&lt;br /&gt;Para além dos obséquios proporcionados em 2007 pela AVSPE, Ecos da Poesia, Rogério Simões, Liberal de Cabo Verde, Mensageiros do Amor, Manoel Vergílio, Sonetos.com, Ver O Poema, Paralerepensar, Grace Spiller, Blocos On Line, e que tenho de agradecer muito reconhecido, devo agradecer muitíssimo, e insisto neste reconhecimento, também e especialmente a Victor Jerónimo, ao realçar a inteligente e perscrutante notícia no seu Blogue, aquando do evento VINHO VADIO, um marco decisivo. O programa estava á vista de todos os peões da Praça da Trindade e junto ao café «A Brasileira» no Chiado onde Fernando Pessoa está sentado num corpo de metal escurecido. Vejam a foto:(*) &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5155883672473125538" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_yOwvSZ9QkZs/R41g4hD_QqI/AAAAAAAACTU/K5NkQTxrF3M/s320/fernando_pessoa.png" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;O que mais ressalto neste evento é o facto de constar nele, sem que eu conhecesse a origem da escolha. O acontecimento do realizador ter seleccionado a minha poesia, talvez (e diria isto com convicção) julgando-me Autor falecido, de contrário teria negociado como lhe competia os direitos de autor, e certamente ao ter-me descoberto na Net, pelos poderosos motores de pesquisa mundial, foi o grande sinal de que a Internet começa a ter efeitos muito vastos quanto a audiências com um público leitor muito interessado em Literatura, especialmente a Poesia. O teste foi feito, foi totalmente positivo, excedeu todas as expectativas, e. por isso, outra fase me espera: a realidade livreira para a qual não me sinto nada calhado, por completa ignorância dos meandros que é preciso percorrer, e vencer. Anexo uma página da brochura publicitária do Teatro Trindade, cujos autores estavam expostos à leitura nas colunas do dito Teatro, tanto no seu interior como no exterior, e onde aparece a anunciação do VINHO SADIO (*)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5155889938830410482" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_yOwvSZ9QkZs/R41mlRD_QvI/AAAAAAAACT8/fua6oN-Mn6c/s400/teatro_da_trindade.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;DA INTERNET PARA O TEATRO TRINDADE EM APENAS UM LUSTRO - A GRANDE VIAGEM DE DANIEL CRISTAL(artigo publicado no Blog e mencionado por Daniel Cristal, neste artigo) &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;DA INTERNET PARA O TEATRO TRINDADE EM APENAS UM LUSTROA GRANDE VIAGEM DE DANIEL CRISTAL &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Falar de alguém da sua obra e da sua trajectória é-me extremamente difícil e por vezes essa análise pode ter pecadilhos involuntários, mas que são feitos de análise profunda do que tenho observado e visto.Armando Figueiredo com um altérnimo criado Daniel Cristal o homem escritor, poeta, contista, ensaísta e cronista laureado, deu um "salto" daqueles saltos que se dão sem se esperar, sem se contar com ele.Daniel Cristal que salta do espaço virtual para o espaço teatral, ou seja, da Internet para o espaço cultural da Lisboa cosmopolita. Analisando a sua trajectória veremos que Armando Figueiredo não era conhecido do vasto público lusófono nem sequer português. Era relativamente conhecido em alguns restritos espaços académicos, jornalísticos, isto porque investia muito pouco na conquista do espaço pertencente à Literatura, especialmente, à Poesia.Mas, hoje, a sua projecção da virtualidade para a realidade foi tal que não há nenhum espaço na Web onde não seja conhecido nesta específica área da Arte e do Saber. Armando Figueiredo versus Daniel Cristal passou do espaço virtual, chamado Internet, para a acção cultural do Teatro Trindade, que anima as noites poéticas de Lisboa neste mês de Novembro de 2007.Sem ter editado livros de papel que parecem não ser necessários para se estar nos grupos de vanguarda literária e ser bastante conhecido, citado e elogiado entre países separados por continentes, o seu percurso foi feito por empatias profundas geradas na Internet, nos chamados sites, websites, portais e blogues; efectivamente, pediram os seus donos, desde o aparecimento do Poeta na Web, poesias e textos seus para serem editados nos seus espaços pessoais, algunscolectivos, outros jornalísticos.Num lustro, desde a sua aparição na Net este Autor foi como um espectáculo humano numa viagem de comboio com passagem por muitas e variadas estações, com pessoas a entrar nele, a saudar, a dialogar e a conviver literariamente. Poucos se apearam, e, quando tiveram que sair, ficou na memória, na maior parte dos casos a afeição e admiração recíprocas. Realmente, o que mais primou neste convívio foi a empatia, e ela percorreu vincadamente e com elegância, todo este trajecto.Sei que o Autor se surpreendeu com este fenómeno, e não sabe se o há-de aproveitar para aceder ao público livreiro, mundo que nunca lhe interessou verdadeiramente, mas pensa que agora talvez seja oportuno e imperioso deixar algo que possa ser distribuído pelas Livrarias e Bibliotecas, aos leitores que o queiram guardar nas suas estantes para recordar, esses e outros leitores, que durante este lustro se tornaram leitores assíduos e fãs. O mundo leitor espera por Daniel Cristal e pela oportunidade de colocar na sua estante o(s) livro(s) há tanto esperado(s). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Victor Jerónimo&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vice-Presidente da Academia Virtual Sala de Poetas e Escritores (AVSPE)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Membro da Associação Portuguesa de Poetas (APP)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Membro do Movimento Poético Nacional - Brasil&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Editor e proprietário do Grupo Ecos da Poesia &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;BLOG:&lt;a href="http://victorjeronimo.blogspot.com/"&gt;http://victorjeronimo.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Muito obrigado pela sua visita.
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Volte sempre&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38468372-4199574773638812726?l=victorjeronimo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~4/AkEOClUS8fk" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~3/AkEOClUS8fk/exame-de-2007.html</link><author>noreply@blogger.com (A VIDA POR UM PENSAMENTO)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_yOwvSZ9QkZs/R41g4hD_QqI/AAAAAAAACTU/K5NkQTxrF3M/s72-c/fernando_pessoa.png" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://victorjeronimo.blogspot.com/2008/01/exame-de-2007.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38468372.post-8559297632421166310</guid><pubDate>Tue, 18 Dec 2007 03:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-12-18T00:16:24.574-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">natal</category><title>NATAL 2007</title><description>NATAL 2007&lt;br /&gt;Victor Jerónimo&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Muitos homens e mulheres têm passado pela minha vida. Com algumas centenas convivi dezenas de anos e bem poucos restaram no final.Os que restaram guardo-os no lado esquerdo do peito e cada um ocupa o seu lugar o carinho e a amizade que tenho para com eles.Os outros seguiram para outros lugares porque a vida não se compadece nem tem dó. É como os Natais, alguns ficaram bem aqui do lado esquerdo, principalmente aqueles em que a idade da razão ainda não havia chegado para compreender a vida, os outros, alguns, passaram-se foram-se no esquecimento.Esquecimento? Bem, se me lembro deles não ficaram tão esquecidos assim e isto porque a Lei da Polaridade nos ensina "Tudo é duplo, tudo tem dois pólos, tudo tem o seu oposto. O igual e o desigual são a mesma coisa. Os extremos se tocam. Todas as verdades são meias-verdades. Todos os paradoxos podem ser reconciliados "Porque tudo na vida é duplo tudo é igual apenas mudando a perspectiva com que encaramos o que nos rodeia.Os Natais e porque estamos nesta quadra, sempre serão iguais na comemoração do nascimento de um Deus-Menino e os comercias, sempre se preocuparão em usufruir o dinheiro que está nas algibeiras de cada um de nós e os pobres continuarão pobres, os mais afortunados talvez tenham uma sopa quente dada por alguma mão caridosa ou alguma instituição, os doentes continuarão nas suas camas de dor e alguns poderão ter a sorte de algum familiar ir dar-lhes um carinho com amor ou outros com menos amor apenas cumprindo o seu calvário, as guerras continuarão e homens, mulheres e crianças tombarão neste dia para sempre e cada vez sabendo menos pelo que morrem, os assassinos e ladrões continuarão assim como toda a corja que habita este mundo que lhes foi ofertado por um Ser Maior, mas que o homem tem destruído sistematicamente por ganância.Não pensem que escapam ao Juízo Final ou ao fim dos tempos, "Toda causa tem seu efeito, todo o efeito tem sua causa, existem muitos planos de causalidade mas nenhum escapa à Lei" Lei de Causa e Efeito,Cada um é responsável pelos seus actos e o que fizermos um pouco receberemos em dobro.É Natal no mundo cristão, para o resto do mundo o dia seguirá o seu curso sem manifestações natalícias e onde a heroicidade de cada um continuará a ser o seu viver.Que os meus amigos guardados do lado esquerdo do peito tenham um bom Natal e todos os outros o tenham por igual.Pelo menos que a recordação do verdadeiro Natal habite os seus corações."O que está em cima é como o que está embaixo. E o que está embaixo é como o que está em cima"&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;17.Dez.2007&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Muito obrigado pela sua visita.
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Volte sempre&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38468372-8559297632421166310?l=victorjeronimo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~4/Tlj6_uHH7-I" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~3/Tlj6_uHH7-I/natal-2007.html</link><author>noreply@blogger.com (A VIDA POR UM PENSAMENTO)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://victorjeronimo.blogspot.com/2007/12/natal-2007.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38468372.post-382590441354109869</guid><pubDate>Wed, 28 Nov 2007 02:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-27T23:54:55.847-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">de.sebastião</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">d.afonsoIII</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">norte de africa</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">restauração</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">espanha</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">portugal</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">lisboa</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">história de portugal</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">mouros</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">alcacer-quibir</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">1 de dezembro de 1640</category><title>A CULPA FOI DOS JESUÍTAS</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A CULPA FOI DOS JESUÍTAS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(sobre o primeiro de Dezembro de 1640)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Victor Jerónimo(*)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A perda da independência de Portugal em 1580 para os Espanhóis, obedeceu a uma série de factores onde estiveram inseridos a arrogância, má governação, igreja através dos Jesuítas e também a má sorte ou azar do Rei D. João III.&lt;br /&gt;Com efeito El-Rei D. Sebastião nasceu como “O Desejado” em 20 de Janeiro de 1554.&lt;br /&gt;Quando nasceu D. Sebastião neto de D. João III, a sucessão estava em perigo devido ao casamento da infanta D. Maria de Portugal com o príncipe D. Filipe de Castela pois as escrituras do casamento continham uma clausula que atribuía aos filhos deste matrimónio a herança da coroa portuguesa se a esta faltassem herdeiros.&lt;br /&gt;Os 10 filhos de D.João III morreram ainda o rei estava vivo e só um deles o Principe D. João que nasceu a 03 de Junho de 1537, chegou à adolescência.&lt;br /&gt;Seu pai para garantir a descendência, casou-o aos 15 anos com D. Joana, filha de Carlos V de Espanha, mas infelizmente também este faleceu em 02 de Janeiro de 1554, deixando a sua esposa gravida.&lt;br /&gt;Se acreditarmos em destino, veremos que Portugal tinha o seu traçado, desde há muito, pois o falecimento dos filhos do Rei D. João III assim como dos seus irmãos não augurava nada de bom para o país e havia que criar-se uma descendência com urgência. D. Sebastião com três anos e meio foi aclamado Rei de Portugal e quando chegou à adolescência, deveria ter assegurado esta e não ter-se metido em aventuras, esta deveria ter sido a sua maior procupação.&lt;br /&gt;O Império Português com dois séculos e meio estava em grave perigo e a pouca sorte do Rei D. João III agravou grandemente esta situação.&lt;br /&gt;D. Sebastião Rei de Portugal tinha uma saúde precária mas uma grande paixão: a guerra.&lt;br /&gt;O bom D. Aleixo de Menezes e os defeitos de Luís Gonçalves da Câmara, foram duas grandes influências na vida de D. Sebastião. D. Aleixo com os seus bons conselhos tentava que este não aceitasse os aduladores e aquando da sua morte em em 1569, deixou-lhe recomendações que ele nunca cumpriu. Aconselhava-lo entre várias coisas a que não se entregasse nas mãos dos fidalgos moços, mas passados alguns anos foi isso que fez.&lt;br /&gt;Luís Gonçalves da Câmara, era um caçador semi-selvagem que desprezava o amor e o perigo.&lt;br /&gt;Foi este que o impediu de deixar um herdeiro à coroa e de se salvar na derrota de Alcácer-Quibir, quando isso ainda era bem fácil.&lt;br /&gt;D. Sebastião foi também um escravo dos jesuítas, que tudo fizeram para que este desenvolvesse o fervor religioso, e tudo faziam para que se afastasse das mulheres, pois a influência destas, esposa ou amante, iria destruir para sempre a influência do confessor.&lt;br /&gt;Temos assim um rei efemeninado que fugia das mulheres e que para compensar dedicou-se à guerra.&lt;br /&gt;Foi dessa amizade e união que fez com jovens temerários do seu tempo e a arrogância de não ouvir os conselhos que recebia que levou o país à catastrofe.&lt;br /&gt;Com efeito este rei que nunca percorreu o país visitando os seus subditos e nunca convocou cortes só tinha como desejos a conquista do Norte de África aos Mouros.&lt;br /&gt;Desbaratou e arruinou os cofres do reino com a contratação de mercenários para formar o exercito, pediu ajuda a Espanha e com estes aventureiros e miseráveis partiu para a guerra em Junho de 1578.&lt;br /&gt;A organização de um exercito sem treino e sem objectivo patriótico foi o prenúncio do caos que levaria à estrondosa derrota de Portugal em Alcácer-Quibir.&lt;br /&gt;Um exercito cansado, esfomeado e sem um rei capaz de o dirigir sofre uma estrondosa derrota em 3 e 4 de Agosto, levando à morte, o Rei.&lt;br /&gt;A insensatez e a arrogância destruíram para sempre Portugal e este nunca mais conseguiu ter a estabilidade económica que viveu anteriormente.&lt;br /&gt;O tentar conquistar o Norte de África aos Mouros levou a que Portugal mergulhasse “para sempre” no abismo.&lt;br /&gt;A destruição de todo o exército em Alcacér Quibir, e a morte de D.Sebastião que não tinha herdeiros levou a que Portugal, dois anos depois entregasse o trono a Espanha.&lt;br /&gt;Em 1580, D.Filipe II Rei de Espanha e neto do Rei D. Manuel I apodera-se da corte portuguesa e em 1581 é aclamado Rei de Portugal nas cortes de Tomar.&lt;br /&gt;António Prior do Crato, neto (ilegítimo?) do Rei D.Manuel I ainda tentou a salvação tendo sido nomeado Rei pelo povo em 1580 no Castelo de Santarém, mas só governou 20 dias.&lt;br /&gt;Na batalha de Alcântara frente ao Duque de Alba, sofreu grande derrota tendo então transferido o governo para a Ilha Terceira, Açores até 1583 onde acabou por ser derrotado, sobretudo pelo apoio da nobreza tradicional e da burguesia de apoio a Filipe.&lt;br /&gt;D. António Prior do Crato foi o derradeiro príncipe da Casa de Avis e a História de Portugal comete uma grande injustiça por não o considerar como o décimo oitavo rei de Portugal com o titulo de El-Rei D. António I.&lt;br /&gt;Realmente sempre houve nobres e senhores em Portugal prontos a entregar a soberania em troca de umas moedas e umas “territas”.&lt;br /&gt;Como acontece ainda hoje a troco de uns Euritos, pensam que a salvação está em Espanha.&lt;br /&gt;Ou outros como o nosso premio Nobel da Literatura, por exemplo, mas isto será matéria para outro artigo.&lt;br /&gt;A dinastia dos Filipes, governou Portugal, durante sessenta anos e se considerarmos que houve realmente uma união Ibérica esta formou o maior Império que alguma vez existiu pois juntou territórios de quase todos os cantos do mundo, a saber:&lt;br /&gt;América Central,América do Sul, Estados Unidos da América (87% do território), Arizona, México, África (menos o Egito, Sudão), Índia (Baçaim, Calcutá, Calecute, Cannannore, Cochim, Colombo, Chinsura, Damão, Dio, Hughli, Galle, Goa, Jaffna, Maldivas, Masulipatam, Matar, Nagapatam, Ormuz, Pulicat, Serampore, Tranquebar, Tricomale, Filipinas, Ilhas Carolinas, Ilhas Marianas, Ilhas Marshall, Irão, (Bandar Abbas), Omã (Mazcate e Zanzibar), China (Macau), Indonésia (Bante, Flores, Java, Macassar, Molucas e Timor), Kiribati, Malásia, Palau, Singapura, Espanha, Itália, (região sul), Portugal, Alemanha, Áustria, Suíça, Liechtenstein, Bélgica, Países Baixos , Luxemburgo, República Checa, Eslovênia, França, (região leste), Itália, (região norte), Polónia (região oeste), Nova Guiné, num total de Área dos Territórios de 52.266.452 km2. &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(fonte Wikipédia)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Mas a perda da independencia portuguesa era um facto e o sonho de uma união Ibérica não poderia continuar.&lt;br /&gt;Até porque os Filipes não tinham capacidade para governar um Império tão vasto.&lt;br /&gt;O Rei Filipe II de Espanha comprometeu-se a respeitar os acordos portugueses as suas tradições e a seguir a Carta Manuelina, mas já o Rei Filipe IV desrespeitou todos esses acordos.&lt;br /&gt;Afinal o que se pode esperar de um povo que é dominado pelo seu inimigo, onde durante tantos anos muito sangue foi derramado para manter a soberania portuguesa?&lt;br /&gt;Filipe IV desrespeitou os privilégios da nobreza nacional agravando-os.&lt;br /&gt;O que esperavam? Não foram eles que anos antes tinham apoiado como seu salvador o jugo espanhol? Ah nobre povo português que tanto tens sofrido por mercê dos senhores que te têm governado.&lt;br /&gt;Com Filipe IV os impostos aumentaram e a população empobreceu; os burgueses ficaram afectados nos seus interesses comerciais e a nobreza ficou preocupada com a perda dos seus postos e rendimentos e o mais grave de tudo o Império Português começou a ser ameaçado por ingleses e holandeses perante a impotência dos governadores filipinos.&lt;br /&gt;Portugal achava-se envolvido nas controvérsias europeias que a coroa estava a atravessar, com muitos riscos para a manutenção dos territórios coloniais, com grandes perdas para os ingleses e, principalmente, para os holandeses em África (São Jorge da Mina 1637), no Oriente (Ormuz em 1622 e o Japão em 1639) e principalmente no Brasil (Salvador, Bahia em 1624; Recife, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Sergipe desde 1630). (¹)&lt;br /&gt;O descontentamento e o perigo de Portugal perder para sempre os seus territórios fez crescer o sentimento de revolta de alguns nobres portugueses, sobretudo pela Casa de Bragança.&lt;br /&gt;Foi também determinante no processo da revolta a intenção do Conde-Duque de Olivares em 1640 tentar usar tropas portuguesas nas zonas catalãs.&lt;br /&gt;Assim em 01 de Dezembro de 1640, em um sabado, tal como hoje, (2007) quarenta conjurados, donde se destacaram os fidalgos D. Antão de Almada, D. Miguel de Almeida e o Dr. João Pinto Ribeiro, foram ao Terreiro do Paço, Lisboa, mataram o secretário de Estado Miguel de Vasconcelos e aprisionaram a duquesa de Mântua, que governava Portugal em nome de seu primo, Filipe IV.&lt;br /&gt;Era a Restauração, iniciando-se a quarta dinastia com El-Rei D. João IV.&lt;br /&gt;Mas muitos dos rendimentos dos portugueses como os da Índia estavam perdidos para sempre e nunca mais Portugal voltou a ter as glorias da Dinastia de Avis.&lt;br /&gt;Que o dia que hoje se comemora (01 de Dezembro de 2007) seja de reflexão para todo o povo português e seus governantes e que a lição da história vivida pelos nossos antepassados não se repita com os chamados Iberistas que vêm em Espanha a salvação, quando se deviam preocupar em fazer de Portugal um país de respeito, entre as grandes nações.&lt;br /&gt;Nada é impossivel, tudo é possivel, basta haver o querer e a união do nosso nobre povo e dos seus governantes.&lt;br /&gt;Oxalá que D. Sebastião nunca regresse e ainda por cima numa manhã de nevoeiro &lt;em&gt;(crença do povo na época e que se mantám até hoje, para designar certos sebastianismos que continuam a grassar no bom Portugal)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;"Morro, mas morro com a Pátria", assim o afirmou Luiz Vaz de Camões, pouco antes do seu falecimento em 10 de Junho de 1580.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Os bons vi sempre passar&lt;br /&gt;No mundo graves tormentos;&lt;br /&gt;E para mais me espantar&lt;br /&gt;Os maus vi sempre nadar&lt;br /&gt;Em mar de contentamentos.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Luiz de Camões&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(¹)&lt;em&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Foi o Rei D. João III que se preocupou com o domínio do Brasil e o dividiu em capitanias-donatárias, as conhecidas capitanias hereditárias, estabelecendo um governo central em 1548.&lt;br /&gt;D. João III “Foi o verdadeiro criador do Brasil, que rapidamente se tornou o elemento fundamental do império português, assim o sendo até o início do século XIX” (Paulo Drumond Braga, op. cit, pg 145).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;(*) &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Victor Jerónimo é português e vive no Recife – Brasil.&lt;br /&gt;Este artigo foi escrito baseado em factos históricos e em conhecimentos que o autor tem sobre a História de Portugal.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Muito obrigado pela sua visita.
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Volte sempre&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38468372-382590441354109869?l=victorjeronimo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~4/Pd_ZI26uN0M" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~3/Pd_ZI26uN0M/culpa-foi-dos-jesutas.html</link><author>noreply@blogger.com (A VIDA POR UM PENSAMENTO)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://victorjeronimo.blogspot.com/2007/11/culpa-foi-dos-jesutas.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38468372.post-3704982767985618096</guid><pubDate>Sun, 11 Nov 2007 19:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-11T17:06:12.199-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">literatura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">poesia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">daniel crista</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">armando figueiredo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vinho vadio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">lisboa</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">teatro da trindade</category><title>DA INTERNET PARA O TEATRO TRINDADE EM APENAS UM LUSTRO - A GRANDE VIAGEM DE DANIEL CRISTAL</title><description>&lt;div align="justify"&gt;DA INTERNET PARA O TEATRO TRINDADE EM APENAS UM LUSTRO&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A GRANDE VIAGEM DE DANIEL CRISTAL &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Falar de alguém da sua obra e da sua trajectória é-me extremamente difícil e por vezes essa análise pode ter pecadilhos involuntários, mas que são feitos de análise profunda do que tenho observado e visto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Armando Figueiredo com um altérnimo criado  Daniel Cristal o homem escritor, poeta, contista, ensaísta e cronista laureado, deu um "salto" daqueles saltos que se dão sem se esperar, sem se contar com ele.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Daniel Cristal que salta do espaço virtual para o espaço teatral, ou seja, da &lt;em&gt;Internet&lt;/em&gt; para o espaço cultural da Lisboa cosmopolita. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Analisando a sua trajectória veremos que Armando Figueiredo não era conhecido do vasto público lusófono nem sequer português. Era relativamente conhecido em alguns restritos espaços académicos, jornalísticos, isto porque investia muito pouco na conquista do espaço pertencente à Literatura, especialmente, à Poesia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, hoje, a sua projecção da virtualidade para a realidade foi tal que não há nenhum espaço na &lt;em&gt;Web&lt;/em&gt; onde não seja conhecido nesta específica área da Arte e do Saber. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Armando Figueiredo versus Daniel Cristal passou do espaço virtual, chamado &lt;em&gt;Internet&lt;/em&gt;, para a acção cultural do Teatro Trindade, que anima as noites poéticas de Lisboa neste mês de Novembro de 2007.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sem ter editado livros de papel que parecem  não ser necessários para se estar nos grupos de vanguarda literária e ser bastante conhecido, citado e elogiado entre países separados por continentes, o seu percurso foi feito por empatias profundas geradas na Internet, nos chamados &lt;em&gt;sites&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;websites&lt;/em&gt;, portais e &lt;em&gt;blogues&lt;/em&gt;; efectivamente, pediram os seus donos, desde o aparecimento do Poeta na &lt;em&gt;Web&lt;/em&gt;, poesias e textos seus para serem editados nos seus espaços pessoais, alguns&lt;br /&gt;colectivos, outros jornalísticos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Num lustro, desde a sua  aparição na &lt;em&gt;Net&lt;/em&gt; este Autor foi como um espectáculo humano numa viagem de comboio com passagem por muitas e variadas estações, com pessoas a entrar nele, a saudar, a dialogar e a conviver literariamente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Poucos se apearam, e, quando tiveram que sair, ficou na memória, na maior parte dos casos a afeição e admiração recíprocas. Realmente, o que mais primou neste convívio foi a empatia, e ela percorreu vincadamente e com elegância, todo este trajecto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sei que o Autor se  surpreendeu com este fenómeno, e não sabe se o há-de aproveitar para aceder ao público livreiro, mundo que nunca lhe interessou verdadeiramente, mas pensa que agora talvez seja oportuno e imperioso deixar algo que possa ser distribuído pelas Livrarias e Bibliotecas, aos leitores que o queiram guardar nas suas estantes para recordar, esses e outros leitores, que durante este lustro se tornaram leitores assíduos e fãs. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O mundo leitor espera por Daniel Cristal e pela oportunidade de colocar na sua estante o(s) livro(s) há tanto esperado(s). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Victor Jerónimo&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Vice-Presidente da Academia Virtual Sala de Poetas e Escritores (AVSPE)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Membro da Associação Portuguesa de Poetas (APP)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Membro do Movimento Poético Nacional - Brasil&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Editor e proprietário do Grupo Ecos da Poesia&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Muito obrigado pela sua visita.
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Volte sempre&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38468372-3704982767985618096?l=victorjeronimo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~4/BEcx5St-EZw" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~3/BEcx5St-EZw/da-internet-para-o-teatro-trindade-em.html</link><author>noreply@blogger.com (A VIDA POR UM PENSAMENTO)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://victorjeronimo.blogspot.com/2007/11/da-internet-para-o-teatro-trindade-em.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38468372.post-8869386003114101275</guid><pubDate>Thu, 01 Nov 2007 14:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-01T11:39:22.792-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">amizades</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">alma</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">dissertando</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">internet</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">amigos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">fisico</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">net</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">bites</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">amor</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">espirito</category><title>DISSERTANDO</title><description>&lt;div align="justify"&gt;DISSERTANDO&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Victor Jerónimo&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Desde que foi descoberto um meio de o ser humano se comunicar à distância, este tem ampliado os seus conhecimentos de forma fantástica. Primeiro o telefone, depois os rádios amadores,&lt;br /&gt;lembram-se(?) e agora a &lt;em&gt;internet&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muito já escrevi sobre os seus perigos e que todos conhecemos, mas há as amizades, as grandes amizades, antes impensáveis entre duas pessoas que não se conheciam fisicamente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estes &lt;em&gt;bites&lt;/em&gt; mágicos têm-nos transportado aos pontos mais recônditos do planeta e tem-nos feito encontrar verdadeiras almas nobres, singulares, solitárias, mas almas que se encontram com a&lt;br /&gt;nossa e nos leva a criarmos uma amizade antes impensada nos meios tradicionais, ou que levariam anos a criarem-se.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Porque aqui estamos sós, como espectadores do mundo e onde temos o grande poder da comunicação, sentimo-nos libertos para escrevermos sobre o que nos apraz e nas amizades&lt;br /&gt;desenvolvermos esse bem de forma carinhosa e amiga. Basta que o caldo mágico esteja na medida certa e que esse bem da procura amiga esteja equitativo para os dois lados.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Neste meio de comunicação o ser humano doa-se no que de mais belo tem dentro de si, criando verdadeiros estágios de solidariedade, companheirismo e devoção.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A preocupação na doença, onde as rezas são um factor a ser estudado, a ansiedade da ausência do outro, o transportar-se em espírito e doação de palavras para ajudar o semelhante são casos&lt;br /&gt;bem concretos no quotidiano internáutico.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estas amizades evoluem para estados superiores e irmanam-se criando autênticos tratados de arte e gloria que elevados em espírito conduzem a plenitudes de bem estar, amor e carinho.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Amor? Ai o amor esse que provem de uma grande amizade, que é criado não através de desejos carnais mas espirituais e que é tão bem descrito nas religiões.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O amor e adoração que vem desde os primórdios da humanidade, de amarmos o inatingível, de amarmos o desconhecido, de amarmos o bem, é uma aplacação real na internet que não é nova, que sempre existiu, o amarmos o desconhecido.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muitas destas amizades e amores terminam quando as pessoas se conhecem fisicamente, mas a grande maioria prevalece.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando há o encontro físico e o olhar no espelho da alma, os olhos, logo ali ficamos a saber se valeu a pena e que vai valer a pena continuar essa amizade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ninguém está isento de defeitos, traumas, problemas muito graves, mas essa amizade nascida assim dificilmente se dissolve se tiver havido esse olhar d'alma.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Recife 01.Nov.2007&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Muito obrigado pela sua visita.
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Volte sempre&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38468372-8869386003114101275?l=victorjeronimo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~4/KOxPsjD2JV0" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~3/KOxPsjD2JV0/dissertando.html</link><author>noreply@blogger.com (A VIDA POR UM PENSAMENTO)</author><thr:total>5</thr:total><feedburner:origLink>http://victorjeronimo.blogspot.com/2007/11/dissertando.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38468372.post-3879787072597804473</guid><pubDate>Mon, 22 Oct 2007 00:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-21T21:18:43.645-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">maldição</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">concordia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">mentira</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">razão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">odio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">amor</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">dogma</category><title>PORQUE RAZÃO?</title><description>&lt;div align="justify"&gt;PORQUE RAZÃO?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Victor Jerónimo&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não sei, realmente não sei. Não sei que razão te assiste para assim comigo falares. Será que a tua razão permite a má educação? Ou será que a tua força da razão é diferente de tudo o que engloba os valores morais do mundo que nos rodeia? Realmente não sei porque razão te consideras o dono do mundo, o dono das pessoas, será que tu és dono do teu dono e a razão mais uma vez te assiste com paradigmas efusivos e balanceados em torpes designios? Porque a razão é tua e não minha ou do nosso semelhante?&lt;br /&gt;Porque razão te crês um ser superior e com a razão absoluta?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Será que a razão das razões podem acobertar toda a maldade, inveja, ódios assassinatos, roubos e até holocaustos?Porque a razão te assiste em tudo o que fazes e a razão dos homens não tem valor?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Porque razão o planeta Terra não pode ser um planeta de paz, amor, concordia resumindo um paraíso?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Que razão tens tu para dominares assim a maldade? Qual a razão que te assiste para em nome das tuas verdades abandonares assim o homem à sua mercê não cuidando dos rebanhos que tanto apregoaste?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Será que a razão a tua razão é  a razão que não nos assiste ao comungarmos o bem que queremos?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Porque razão me falas assim? Porque razão falas assim aos meus semelhantes?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Porque razão nos amaldiçoaste?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Porque razão... Porque razão... Porque razão...&lt;br /&gt;Recife 18.Out.2007&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Muito obrigado pela sua visita.
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Volte sempre&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38468372-3879787072597804473?l=victorjeronimo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~4/5_-78_-mxMg" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~3/5_-78_-mxMg/porque-razo.html</link><author>noreply@blogger.com (A VIDA POR UM PENSAMENTO)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://victorjeronimo.blogspot.com/2007/10/porque-razo.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38468372.post-3608100221338684096</guid><pubDate>Sun, 30 Sep 2007 15:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-09-30T12:15:04.476-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">amizade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">mentira</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">odio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">amor</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sublimação</category><title>O AMOR?</title><description>&lt;div align="justify"&gt;O AMOR?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Victor Jerónimo&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O amor? Ai o amor! Coitado do amor!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como palavra tem sido usado para todas as crenças, invejas e até maldades, mas raramente a sua essência é usada no que a palavra tem em si, O AMOR.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sinto-me desiludido e frustrado por ler e ouvir tantos a falarem do AMOR, multidões a apregoarem O AMOR e tão poucos a mostrarem O AMOR.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mostrarem? Bem, na verdade o amor não se mostra, pratica-se. O verdadeiro amor é humilde, envergonhado e só se mostra quando vemos o bem causado por ele e nunca quando alguém nos vem gritar que nos ama.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Amar é uma sublime doação ao nosso próximo, é saber dar sem a espera do receber é sublimar-nos perante o próximo de maneira a que este entenda que é amado verdadeiramente sem ser necessário dizermos que o amamos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vejamos quantos no mundo falam em amor e vejamos quantos verdadeiramente amam...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ver? É muito difícil ver o amor principalmente se ele não existir no nosso coração. Por isso todos falam em amor mas são cegos a este. Falam porque ouvem falar, falam porque sabem assim chegar mais próximo do coração da pessoa, falam para enganar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Utilizam a palavra AMOR sem nunca o terem sentido em seus corações e muitos pensam que o sentem, mas verdadeiramente nunca o conheceram.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Amar significa doar, darmos inclusivamente a vida pelo nosso semelhante.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E não sorria ao ler-me porque se o faz, você realmente não ama.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quantos pais deram a vida pelos filhos e quantos filhos deram a vida pelos pais, mas e aqueles que nem sequer conhecem o semelhante que salvaram e morreram na luta e salvamento deste?E escrevendo sobre o amor entre dois seres, o amor que nos leva a constituir família, o amor com que vivemos para sempre até que a morte nos separe?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ah, como esse amor existe cada vez menos e como cada vez há mais interesses obscuros numa relação onde falam em amor e este não existe nem nunca existirá, pois que o segredo está na grande e sublime AMIZADE.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muitos deram a vida por nós, mas tão poucos souberam compreender.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seria bom que todos tentássemos compreender o amor, seria bom e saudável para nós mesmos, seria bom que nos amassemos para entendermos o verdadeiro amor e depois o soubéssemos compartilhar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por favor, não me venha falar de amor, quando eu observo que a sua vida é de ódio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não seja mentiroso, ame-se primeiro, mostre por actos e não palavra o quanto ama e depois então falaremos de amor.&lt;br /&gt;Recife, 30.Set.2007&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Muito obrigado pela sua visita.
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Volte sempre&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38468372-3608100221338684096?l=victorjeronimo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~4/iNON1U4m__A" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~3/iNON1U4m__A/o-amor.html</link><author>noreply@blogger.com (A VIDA POR UM PENSAMENTO)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://victorjeronimo.blogspot.com/2007/09/o-amor.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38468372.post-5123722060571039109</guid><pubDate>Tue, 25 Sep 2007 14:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-09-25T11:23:14.734-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">expressão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">democracia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ditadura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">liberdade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">dogma</category><title>O DIREITO À LIVRE EXPRESSÃO</title><description>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;O DIREITO À LIVRE EXPRESSÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Victor Jerónimo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Quem tem o poder de decisão ou comando peca muitas vezes por uso ditatorial não respeitando o livre arbítrio de cada um e a liberdade de ideias ou dogmas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;É comum em democracia protestarmos quando um dirigente ou governante usa do seu poder "para calar" um determinado jornalista ou mesmo outro político, mas no nosso dia-a-dia&lt;br /&gt;usamos nós mesmos esse poder, se o tivermos, para calar uma determinada pessoa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;É óbvio que nada nos obriga a ouvir ou ler a quem não queremos e aqui entra a nossa liberdade de decisão mas não podemos calar quem numa comunidade usa essa expressão livre consagrada nas mais elementares constituições democráticas.Podemos impedir o acesso a determinada pessoa à nossa casa ou causa, porém não podemos calar quem o divulga ou nele fala.É esta a liberdade de cada um e da mais elementar justiça. Não podemos impor os nossos ideais porém podemo-nos recusar a aceitar os ideais de outros e isto numa sã confraternização entre pessoas dos mesmos objectivos ou não, sejam eles culturais ou políticos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;É necessário ter mito cuidado e ser muito objectivo por quem detém poderes ou governa causas. Estas minhas considerações baseiam-se dentro da liberdade de expressão, porém isso não é causa para que se aceite quem a use para usar palavreado calão ou de baixo teor linguístico, isto principalmente em locais culturais e onde cada um tem o poder da palavra e a sabe usar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Nada nem ninguém nos pode obrigar a conviver com quem não gostamos e se nos sentimos mal num agrupamento de pessoas ou clube, podemo-nos sempre afastar para não conviver com esse "douto ser" que nos causa repulsa, porém se detemos o poder de decisão podemos impedir o seu acesso à causa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Não podemos mesmo é cortar a voz a quem dele fala ou escreve pois aqui estaremos a usar poderes ditatoriais incompatíveis com uma democracia que se deseja sã.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Grupos, comunidades, clubes devem assim agir mas resguardando-se no dever e direito de partilhar as suas ideias e ideais comunicando o seu desagrado sobre alguém ou alguma causa que não partilha pois o direito e a expressão é livre para todos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;É certo que a ninguém é obrigatória a presença ou o compartilhamento de ideais que não são os seus mas também é certo que o uso da palavra falada e escrita é um bem maior ao qual temos direito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;E sobretudo não devemos colocar discussões privadas em causa no diálogo acerca de alguém de quem não gostamos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Os nossos pares não têm que suportar, nem têm que aceitar o que é do nosso foro intimo e particular mesmo que isso nos cause engulhos, é nosso dever nunca colocar na praça pública o que é de foro privado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;É certo que se uma das partes o colocar a outra terá que se defender ou acusar publicamente, mas isso será entrar em dogmas que geralmente não levam a alguma conclusão e que só&lt;br /&gt;deveriam na maioria das vezes e se por grande ofensa serem levadas a Tribunal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;São princípios elementares que nos governam e que a cada dia são mais esquecidos por nós, levando a que a partilha de causas que poderiam ser saudáveis se transformem muitas vezes em guerras sem sentido e onde na maioria das vezes os ditadores ganham.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Depois serão os anos de ignorância e de terror misturados com a proibição da livre expressão que poderiam ter sido evitados por esses mesmos "democratas" que não souberam ser cautelosos.Sei bem o quanto esta questão é controversa e o que aqui expus são apenas pensamentos e ideias de um pequeno escriba.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Que esta pequena leitura o ajude em algo ou causas bem mais positivas da sua vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Sejamos democratas com direito à liberdade de expressão, mas saibamos usar essa liberdade para não cairmos nas malhas da ditadura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;25.Set.2007&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Muito obrigado pela sua visita.
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Volte sempre&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38468372-5123722060571039109?l=victorjeronimo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~4/0H9f5W_gERg" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~3/0H9f5W_gERg/o-direito-livre-expresso.html</link><author>noreply@blogger.com (A VIDA POR UM PENSAMENTO)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://victorjeronimo.blogspot.com/2007/09/o-direito-livre-expresso.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38468372.post-6606568508441548241</guid><pubDate>Wed, 12 Sep 2007 12:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-09-12T09:03:51.550-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">criança</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">solidariedade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">realidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">casebre</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">pecado</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">espirito</category><title>VIDAS</title><description>&lt;strong&gt;VIDAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Cadernos Impolutos)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Victor Jerónimo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formando o caracter nas horas mortas constrangidas do tempo, aquele imberbe garoto pulsante de vida corria através das vielas nuas e escusas procurando alimento para os seus.&lt;br /&gt;A vida nunca lhe sorriu e o pouco tempo nesta vida já lhe havia ensinado que o mundo era cruel e fantamasgórico de caracteres e solidariedades.&lt;br /&gt;O nascer naquele casebre imundo e onde os ratos eram a sua companhia, moldou-lhe a preparação para a vida a que dificilmente iria construir na perfeição da honradez.&lt;br /&gt;Os seus brinquedos eram latas ferrujentas que o transportavam em sonhos próprios de criança e o levavam a mundos imaginários ora de dor ora de esperança, ora negro, ora azul punjente de um céu caiado de matizes.&lt;br /&gt;A fome negra que muitas vezes lhe corroia as entranhas ía-o preparando para a vida dura e carregada de dissabores, mas ao mesmo tempo inculcava-lhe outros valores desconhecidos.&lt;br /&gt;Aceitava tudo com um dom e maestria coisa ausente no mundo que o rodeava e os seus pensamentos vagueavam muitas vezes para flutuações de belos sonhos que o ajudavam a suportar a miséria em que vivia.&lt;br /&gt;Tinha um sorriso enigmático mesmo nas piores situações o que era motivo de admiração na sua família e amigos que o chamavam "cabeça no ar" na falta de outras explicações para este seu estado de alma.&lt;br /&gt;Prazenteiro ele evoluía muitas vezes para estados de alma próximos da plenitude e desejos especiais em encontros sublimes de espírito, num amor transcendente e evolutivo na escala espiritual.&lt;br /&gt;Nestes estados a fome era a sua companheira e a solidão, a prazenteria da sua pequena vida.&lt;br /&gt;Todo o mundo ao seu redor era inexistente e o recolhimento em si mesmo levava-o a estados próximos do extase.&lt;br /&gt;Grande de espírito, não dava valor às carnes e o seu aspecto franzino era tema de dó mesmo entre os miseráveis que o rodeavam.&lt;br /&gt;Porém seus olhos brilhavam, com aquele brilho especial, próprio das almas que vivem em paz consigo mesmas e encantava aos que não entendiam esse brilho.&lt;br /&gt;Ficavam fascinados por eles e por isso muitas vezes nem reparavam a miséria carnal que grassava naquele corpo miserável abandonado e esquecido.&lt;br /&gt;Quando corria nas vielas, roubando aqui e ali a alimentação necessária para o seu corpo franzino e para os seus, o espírito desprendia-se dele entregando-o aos males do mundo e fazendo-o olhar então a realidade que o cercava, tornando-o então e aos poucos violento na procura de bens essenciais à sua sobrevivência carnal.&lt;br /&gt;Nestes estágios da vida o menino franzino tornava-se em menino louco e de forças sobrenaturais que derrubavam tudo o que se interpusesse entre ele e a procura da sua sobrevivência.&lt;br /&gt;A falta de apoio moral e os ensinamentos dos que o rodeavam contribuíam para que neste estagio a sua sobrevivência aflorasse e o levava a cometimentos inglórios e crueis no mundo cruel do despotismo e da luta pela vida.&lt;br /&gt;No roubo não se importava em tirar a vida alheia e tudo levava de rompante, como tudo fosse só seu e a propriedade alheia lhe pertencesse em pleno direito.&lt;br /&gt;Porém quando se recolhia ao seu mundo a graça espiritual voltava e os seus olhos voltavam a brilhar nas contemplações.&lt;br /&gt;É assim que hoje esse menino já homem vive actualmente num cubículo de quatro metros quadrados, na contemplação espiritual que o ajuda a esquecer os crimes horrendos que sua carne cometeu no mundo dos homens.&lt;br /&gt;E assim ficará por toda a sua vida levando a que os outros seres que o rodeiam tenham por si um respeito ou medo próprios daqueles que sabem que sua liberdade terminou e agora há que espiar os pecados cometidos em liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recife, 23.Ago.2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Muito obrigado pela sua visita.
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Volte sempre&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38468372-6606568508441548241?l=victorjeronimo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~4/yzCUoHpT6OQ" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~3/yzCUoHpT6OQ/vidas.html</link><author>noreply@blogger.com (A VIDA POR UM PENSAMENTO)</author><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://victorjeronimo.blogspot.com/2007/09/vidas.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38468372.post-1147658781742661739</guid><pubDate>Wed, 12 Sep 2007 11:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-09-12T09:00:43.735-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sobreviventes</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">antepassados</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">antiguidade</category><title>SOMOS SOBREVIVENTES</title><description>&lt;strong&gt;SOMOS SOBREVIVENTES&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Victor Jerónimo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando tento olhar para o passado e procuro o sentir do viver a vida dos meus antepassados, quando leio a História e vejo tantos horrores, tantas desgraças, tantos ódios tantas maldades, eu sinto-me um sobrevivente.&lt;br /&gt;Tentar imaginar a vida dos nossos antepassados a partir dos nossos tetravós e recuando cada e cada vez mais no tempo fico a pensar como teriam sido as suas vidas.&lt;br /&gt;Para eu estar aqui neste momento a escrever e a tentar idealizar o que foi, como terá sido?&lt;br /&gt;Eu sinto-me tão pequeno, tão humilde, mas ao mesmo tempo sinto-me um vitorioso, que herdou o sangue, as células, a hereditariedade dos vencedores.&lt;br /&gt;Todos eles foram vencedores sem excepção e todos nós que estamos aqui hoje, somos a herança, somos os sobreviventes.&lt;br /&gt;Basta lermos artigos que nos contam como foi na antiguidade e se quisermos aprofundar, embrenhemo-nos na história, na arqueologia e em todas as matérias que nos levam cada vez mais além.&lt;br /&gt;É cada vez mais notório como as pessoas tentam saber de onde vieram, quem foi a sua ascendência, mas isso só nos leva até uma determinada escala da evolução.&lt;br /&gt;Tentemos recuar mais e mais e ficamos quase em letargia, ao tentar imaginar as cenas que se desenvolviam no quotidiano dos nossos antepassados.&lt;br /&gt;E imagino que todos eles terão morto o seu semelhante para poderem sobreviver ou quem sabe outras causas.&lt;br /&gt;Foi a esperteza, a vilania, a valentia que nos trouxe aqui.&lt;br /&gt;Somos herdeiros de todos os males que assolaram a humanidade ao longo da sua vida.&lt;br /&gt;Mortes, assassinatos, doenças uma luta constante na procura do sobreviver.&lt;br /&gt;Quantos filhos morreram e quantos pais pereceram para que chegassemos aqui.&lt;br /&gt;Temos uma pesada herança que devemos preservar, que nos foi legada por eles e é no conhecimento de causa e no sabermos que devemos partir à procura do bem.&lt;br /&gt;Nada está perdido e tudo está achado.&lt;br /&gt;Tudo? Nem tudo, Creio que muito há ainda a ser descoberto.&lt;br /&gt;Transportamos dentro de nós e em hereditariedade as doenças, a maldade, mas também a bondade, a experiência, tudo pronto a despontar assim estejam formadas as ocasiões para que despolete essa luz.&lt;br /&gt;Somos por isso e actualmente responsáveis pelo que fizermos e pelo que desejamos transmitir às gerações futuras, não só a nível físico mas sobretudo no espiritual, pois tudo fica gravado em nós e somos nós a transmitir aos nossos filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recife, 16.Jul.2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Muito obrigado pela sua visita.
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Volte sempre&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38468372-1147658781742661739?l=victorjeronimo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~4/HW_76e5dNnc" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~3/HW_76e5dNnc/somos-sobreviventes.html</link><author>noreply@blogger.com (A VIDA POR UM PENSAMENTO)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://victorjeronimo.blogspot.com/2007/09/somos-sobreviventes.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38468372.post-8041859655339152466</guid><pubDate>Sat, 07 Jul 2007 14:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-07-07T11:35:06.474-03:00</atom:updated><title>Semana Mundial do Meio Ambiente (2007) e NO RESCALDO DA SEMANA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE (2007)</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Semana Mundial do Meio Ambiente (2007)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Victor Jerónimo(*)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mais uma vez o homem se prepara para nos alertar que estamos doentes de tanto fumo e outros vis dejectos e que o nosso berço vai ficar moribundo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mais um ano de avisos e exigências, gritos de declamantes revoltados, jornais escrevendo revoltantes noticias, ambientalistas mostrando que só eles nos podem salvar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tudo uma panacéia para curar todos os males, como se fosse possível passar um esponja na sujidade e livrar-nos do juízo que se avizinha final.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A evolução do homem e a grande revolução industrial no século dezoito não foram planeadas para proteger a Terra, aliás pensava-se que vivíamos numa fonte inesgotável de recursos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tudo era fácil desde que o homem deixou de ter que lutar pela sua subsistência com a produção artesanal e se integrou nas empresas ou fabricas do senhor que possuía a maquina milagrosa da produção.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As Revoluções Burguesas são as responsáveis da passagem do capitalismo comercial a capitalismo industrial.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os grandes melhoramentos introduzidos por James Watt no aperfeiçoamento das maquinas a vapor, veio acelarar de forma irreversível a revolução industrial. A utilização indiscriminada do carvão foi o começo da poluição da Terra em alta escala.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O alastramento e o desenvolvimento a todos os continentes provocou o começo do aquecimento global mais tarde agravado de forma irreversível pelo uso indiscriminado do petróleo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os derivados do petróleo, principalmente os obtidos pela destilação atmosférica veio criar o ingrediente fatal para o aquecimento global; gasolina, oleo diesel, querosene, óleo combustível, lubrificantes, nafta, gasóleo, dissolventes, parafinas, alcatrão (asfalto) coque, xisto, fertilizantes e o famigerado plástico um horror de produtos altamente poluentes usados em queima, em gases poluidores ou dissolvidos na terra e nas águas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Grandes meios de transporte chamados petroleiros que têm destruído todo os grandes ecossistemas ainda virgens da poluição, nos grandes desastres em que estes se partem em duas, três, ou mais partes derramando todo o inferno destruidor que trazem alojado nas suas entranhas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Poluição dos rios até em áreas remotas como o Amazonas, alta degradação da terra de cultivo onde o uso do DDT foi tão grave que este foi proibido, o corte das grandes florestas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aletrina, Tetrametrina, Permetrina, Peroxido de Hidrogenio, Alcalinizantes, Sulfonato de Sódio, Solventes Minerais e todo um conjunto de nomes estranhos que nem temos a preocupação de ler, mas que entram em nossas casas como desinfectantes, inecticidas, lixívias, desodorizantes e muitos mais tudo produtos que causam hipersensibilidade cada vez maior ao homem no lidar o dia-a-dia com estes e que por força da sua fabricação já causou um dano trilhões de vezes maior ao nosso planeta.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todos estes produtos e muitos mais estão tão inseridos na nossa vida e têm nos dados grandes níveis de conforto que os nossos ancestrais nunca tiveram, que difícil vai ser tirá-los do nosso quotidiano.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todos sabemos que se tal acontecesse seria o caos final.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E os dirigentes de todas as nações têm melhor que nós a percepção dura do que se passa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os tratados firmados entre todos o países como o Tratado de Kyoto para a redução da emissão de gases que provocam o efeito estufa vem-nos mostrar que infelizmente os dirigentes de dois dos maiores países industrializados, USA e Austrália, não aderiram alegando problemas económicos.Como é falsa esta alegação. E os outros países que aderiram não terão o mesmo problema económico?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A politização do estado de saúde do nosso planeta vem mais uma vez mostrar-nos a falsidade, que sempre regeu o homem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há que criar comissões ou com qualquer outra designação, mas organizações que tenham o poder de controlar e criar medidas severas para com os países poluidores.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há que encontrar substitutos não poluentes como por exemplo o hidrogeneo que na sua combustão só emite água e calor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O homem tem essa grande capacidade de inovar e realmente temos assistido a grandes descobertas para esse melhoramento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Simplesmente o grande capital não permite a continuidade desses objectivos e só os irá apoiar quando encontrarem neles mais fontes inesgotáveis de receitas que possam substituir as que perderam como o esgotamento ou proibição da emissão de gases poluentes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há que começar já e não esperar pelas grandes catástrofes que se avizinham e que serão irreversíveis.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que está em causa é a sobrevivência da nossa espécie, é a sobrevivência de tudo o que tem vida no nosso amado planeta.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas se continuarmos assim este nosso planeta irá desaparecer, irá matar todo o ser vivente existente.Ele continuará até ao fim dos dias, mas será mais um planeta deserto no nosso sistema solar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(*) &lt;em&gt;Victor Jerónimo Membro 550 da APP - Associação Portuguesa de Poetas; e do GPL - Gabinete Português de Leitura de Pernambuco, Recife/Brasil.&lt;br /&gt;Vice-Presidente da AVSPE - Academia Virtual Sala de Poetas e Escritores.Esta crónica foi escrita especialmente para o Evento da Semana do Meio Ambiente realizada pela AVSPE.&lt;/em&gt; (&lt;a href="http://www.avspe.eti.br/eventos/ambiente/semanadomeioambiente.exe" target="_blank"&gt;http://www.avspe.eti.br/eventos/ambiente/semanadomeioambiente.exe&lt;/a&gt; )&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado no Jornal Mundo Lusíada &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.mundolusiada.com.br/COLUNAS/ml_artigo_222.htm"&gt;http://www.mundolusiada.com.br/COLUNAS/ml_artigo_222.htm&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NO RESCALDO DA SEMANA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE (2007)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Victor Jerónimo&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Termina hoje oficialmente a Semana Mundial do Meio Ambiente. Por todo o mundo, houve palestras, discussões, manifestações, alertas, plantio de arvores, mostras de arvores raras, tudo como forma de consciencializar as pessoas e mostrar-lhes o que já é óbvio (só não vê quem não quer) de que o nosso planeta está uma autentica lixeira.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E se você não acredita e é como S. Tomé, ver para crer, experimente ir para lugares inóspitos, daqueles onde só se chega de 4x4 e depois mais uma grande caminhada e garanto-lhe que alguma garrafinha ou saquinho de plástico você irá encontrar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Embora tudo seja discurso de circunstância e para a maioria dos políticos seja mais um item a cumprir na sua agenda, os gritos de alerta, manifestações, etc, etc, já são passos importantes para a consciencialização e há que realmente passar da palavra à pratica, começando já pelas escolas com disciplinas sobre o meio ambiente.Entretanto os G8 em Heiligendamm, Alemanha, fizeram um acordo para implementar cortes "substanciais" na emissão de gases do efeito estufa, conforme afirmou a chanceler (primeira-ministra) alemã, Angela Merkel."Em termos de alvos, concordamos com uma linguagem clara...que reconhece que os aumentos nas emissões de CO2 devem primeiro ser interrompidos e depois seguidos por reduções substanciais", disse Merkel a repórteres durante a reunião no balneário de Heiligendamm.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo ela, os países do G8 concordaram em "considerar" a meta dela de um corte de 50 por cento nas emissões até 2050. Mas os líderes não parecem ter se comprometido a metas específicas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os EUA têm resistindo às tentativas de Merkel - que comandou a cúpula - de fixar uma meta específica sobre os cortes necessários aos esforços para combater as perigosas alterações no clima.Mas o acordo, todavia, não estabelece metas especificas para a redução mas sim um principio não vinculativo, defendido pela União Europeia, Canadá e Japão, de que essa redução seja de 50 por cento até 2050.E os EUA não se vincularam totalmente entrando no acordo mas com reservas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um dos países mais poluidores do nosso planeta e que tem sofrido com as forças desenfreadas da natureza como os furacões entraram no acordo mas com reservas e propondo um novo ciclo de negociações sobre o clima.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas talvez eles tenham razão. A tentativa de construírem um escudo de defesa antimíssil que teria parte de seus componentes instalados no Leste Europeu vem nos mostrar que o nosso planeta pode virar em um segundo um planeta mais brilhante que mil sois.Recife, 08.Jun.2007&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Publicado no Jornal Mundo Lusíada &lt;a href="http://www.mundolusiada.com.br/COLUNAS/ml_artigo_235.htm"&gt;http://www.mundolusiada.com.br/COLUNAS/ml_artigo_235.htm&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Muito obrigado pela sua visita.
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Volte sempre&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38468372-8041859655339152466?l=victorjeronimo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~4/6FPufkLpb6c" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~3/6FPufkLpb6c/semana-mundial-do-meio-ambiente-2007-e.html</link><author>noreply@blogger.com (A VIDA POR UM PENSAMENTO)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://victorjeronimo.blogspot.com/2007/07/semana-mundial-do-meio-ambiente-2007-e.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38468372.post-2388911984792183466</guid><pubDate>Sat, 07 Jul 2007 13:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-07-07T11:02:08.385-03:00</atom:updated><title>NASCI TÃO LONGE</title><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.ecosdapoesia.net/agoraeparasempre/cronicas/image1.1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 567px; CURSOR: hand; HEIGHT: 385px; TEXT-ALIGN: center" height="292" alt="" src="http://www.ecosdapoesia.net/agoraeparasempre/cronicas/image1.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; (o texto foi baseado na foto inclusa e é parte integrante desta)&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;NASCI TÃO LONGE&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Victor Jerónimo&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E tu aí tão perto de todas as guerras, fazes-me sentir culpado das ameaças que não vivi.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É certo que a minha geração também sofreu na carne e no espírito os horrores das violações, das bombas, das minas, das balas perdidas na defesa de terras longínquas que diziam ser nossas e apenas porque tivemos o mérito de as descobrir ou terá sido achar? E tu aí tão perto de todas as guerras, fazes-me sentir culpado das ameaças que não vivi, dos sofrimentos sem fim, das bombas enviadas pelos céus de nações que se dizem amigas e que apenas procuram sugar o ouro da tua terra. Homens-bomba a que lhes foi ensinado que o paraíso espera recheado de coisas belas por eles. Até na morte há a ganância de conquistar esse paraíso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O uso indiscriminado das religiões onde nem uma se salva na procura da Paz terrena. O inculcar do sofrimento ao homem dizendo, pregando que isso é natural como se houvesse prazer no sofrimento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A educação prenhe de maldade que incute a um pequeno ser o ódio e o transforma numa maquina de matar, seja para roubar ou para salvação da alma, seja para matar a fome ou pelo simples prazer de matar. E tu aí tão perto de todas as guerras, fazes-me sentir culpado das ameaças que não vivi, da fome que não senti.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E com isso sinto-me um homem vil, déspota, com a desgraça lambendo-me as raízes do pensamento, porque não lutei, nem com as palavras. Cobarde acobertei-me nas asas do corvo e calado segui todos estes anos mirando os horrores à minha volta. Não gritei, não fiz ouvir a minha voz, não soube dizer &lt;strong&gt;Não&lt;/strong&gt;, não soube dizer &lt;strong&gt;BASTA&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E tu aí tão perto de todas as guerras com o teu corpo ardendo, com tua alma descendo aos infernos, não sabendo o porquê do que te fazem, já não acreditando no que te dizem. E tu aí sem saberes o porquê terminam com tua vida no fogo do inferno.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E eu que nasci tão longe miro em uma foto o teu ultimo sopro de vida. Com pena, com tristeza, talvez com um pouco de horror.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas que fazer? eu que nasci tão longe...&lt;br /&gt;Recife, 29 de Maio de 2007&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.ecosdapoesia.net/agoraeparasempre/cronicas/image1.1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Muito obrigado pela sua visita.
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Volte sempre&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38468372-2388911984792183466?l=victorjeronimo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~4/RJwqh_4ej2g" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~3/RJwqh_4ej2g/nasci-to-longe.html</link><author>noreply@blogger.com (A VIDA POR UM PENSAMENTO)</author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://victorjeronimo.blogspot.com/2007/07/nasci-to-longe.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38468372.post-403905362966956469</guid><pubDate>Sat, 07 Jul 2007 13:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-07-07T10:54:06.987-03:00</atom:updated><title>Letras sem nexo e num amplexo</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Letras sem nexo e num amplexo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Victor Jerónimo&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Eu gosto tanto de si", "tenho-lhe tanta amizade" e outros disparates que costumamos ler nesta net.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nada há de mais perigoso que as relações de amizade na net.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Andamos, vegetamos por aqui, queimando tempo e saúde numa ilusão que só termina com a morte.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A dedicação de uns é a paranóia destrutiva de outros. Quem aqui anda anos e anos seguidos vai conhecendo o género humano, acreditem bem melhor no que no real.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ponhamo-nos como integrantes activos de uma comunidade mas também como observadores. É essencial este observador, para não cairmos no jogo e no logro das seduções e leremos de pessoas que nunca sequer falaram conosco estas ou outras frases parecidas "Eu gosto tanto de si", "tenho-lhe tanta amizade". Se a nossa disposição estiver para o carente aceitamos imediatamente esta afirmação e tentamos mostrar que ainda gostamos mais. Mas se estivermos ali como observadores imediatamente nos aflorará um sorriso de pena acompanhado do inverso, do mal estar, quer dizer, não sabemos se havemos de rir ou chorar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta net está povoada de pessoas carentes, mas também de pessoas maldosas, de vigaristas, de mentirosos e até de assassinos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pessoas que inventam situações da sua vida que não têm nada a ver com a realidade, pessoas casadas que se dizem solteiras, operários que se dizem engenheiros, iletrados que se dizem doutores, não esquecendo os ditos jornalistas ou filhos destes que não passam de meros vendedores da banha da cobra.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E ai de quem entrar na net com boas intenções, pois seremos logo crucificados na primeira oportunidade e se nos mostramos bonzinhos ainda podemos levar o rotulo de paneleiro ou outro ainda bem pior.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há-os por aqui com capa de anjo mas prontos a saltarem e filarem a sua presa na primeira oportunidade e se não o conseguem vai de arranjar uma trama ou tramas para queimar esse individuo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois há que recolher as garras mostrar-se bonzinho e se souber escrever colocar alguns textos a circular sobre problemas psicológicos que atinjam o visado mas sem mostrar que é para ele.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No outro dia vi um paspalho por aí dizendo-se aviador de grandes rotas, que hoje está na América e amanha na China, mas será que o coitado leva o PC quando comanda o avião e está constantemente na net? Coitados dos passageiros ou coitados de nós que acreditamos nele.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E aquele solteirão que é casado há trintas e tantos e cheínho de filhos e netos?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se andamos tanto tempo aqui como ainda podemos ser enganados assim?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É a nossa disposição o nosso lado bom e carente que nos leva a este desplante muitos deles carnavalescos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muita seriedade há nesta net "felizmente" mas que aos poucos e poucos os levam a um afastamento parcial e muitas vezes total. Estes felizmente ou infelizmente vêm a ilusão em que andam e como a maldade e inveja aqui é tanta preferem afastar-se até porque o andar aqui periga e muito a saúde.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;São as inactividades totais de longas horas onde o que apenas mexe são as mãos e os olhos, é a leitura de tanto disparate e isto para não falar daqueles que algo inventam para destroçar as boas almas é o sentirmo-nos invejados.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Agora... fico-me por aqui.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;11.mai.2007&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Muito obrigado pela sua visita.
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Volte sempre&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38468372-403905362966956469?l=victorjeronimo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~4/Mug9nRCdl5k" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~3/Mug9nRCdl5k/letras-sem-nexo-e-num-amplexo.html</link><author>noreply@blogger.com (A VIDA POR UM PENSAMENTO)</author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://victorjeronimo.blogspot.com/2007/07/letras-sem-nexo-e-num-amplexo.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38468372.post-1867873942279646618</guid><pubDate>Sat, 07 Jul 2007 13:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-07-07T10:49:24.608-03:00</atom:updated><title>HIPOCRISIA?</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;HIPOCRISIA?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Victor Jerónimo&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em nome dos valores (?) da má educação, estamos actualmente a assistir a cenas deploráveis com o uso de palavras de má índole.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E por favor não proteste, porque corre o risco de ser chamado, hipócrita, ditador, censurador, etc.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bem sei que, a forma como o mundo se apresenta, a vontade é imensa de dar o nome aos bois, mas por favor, tenhamos maneiras, pois a educação continua a ser o maior valor que temos para transmitir aos nossos descendentes. Será isto hipocrisia?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em nome da arte maior das letras, as pessoas estão a permitir-se usar o calão e o mais grave, como acontece em todos os males deste mundo, as pessoas deixam-se arrastar ou ficam fechadas nos seus casulos com medo de protestar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se ao poeta tudo é permitido na arte de poetar, não quer dizer que numa mensagem ele faça uso dessa liberdade. É como um pintor pintar nus, mas não é porque os pinta que ele vai aparecer nu em publico.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Existe uma grande diferença na arte nobre de escrever e na de uma simples mensagem ou artigo, em que as expressões devem ser comedidas e não partirmos para um rol de ofensas a maioria das vezes sem necessidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E não estou a ser retrogrado ou de fora da época.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em tudo há ocasião e momento, mas não usemos essas ocasiões para ofendermos a quem não o devemos fazer.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mais grave ainda é quando essas ofensas partem de pessoas que têm uma responsabilidade no meio social onde estão inseridas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As pessoas chegaram ao ponto de já não se contentarem com ofensas pessoais e partem para a agressão através de palavras ao seu próprio país.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E vejamos que quem escreve um protesto não necessita de usar palavras de má educação, pois ao fazer isto está afinal a ser igual ao objecto do seu protesto, está a descer ao mesmo nível dele.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vejamos que a palavra escrita fere mil vezes mais que a palavra dita. Estamos em um meio literário e onde a ofensa não é necessária. Aliás quando ofendemos com palavras de má índole, estamos a usar palavras que significam muitos males e se rodearmos essas palavras e as transformarmos noutras estaremos a contribuir para o nosso próprio desenvolvimento pessoal.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É muito fácil usar uma palavra ofensiva, o difícil é darmos uma tradução a essa palavra.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vamos pois contribuir para o melhorar da comunicação entre os nossos semelhantes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;10.Fev.2007&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Muito obrigado pela sua visita.
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Volte sempre&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38468372-1867873942279646618?l=victorjeronimo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~4/0-RcjB7rf-c" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~3/0-RcjB7rf-c/hipocrisia.html</link><author>noreply@blogger.com (A VIDA POR UM PENSAMENTO)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://victorjeronimo.blogspot.com/2007/07/hipocrisia.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38468372.post-5980686151162026871</guid><pubDate>Sat, 07 Jul 2007 13:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-07-07T10:43:19.083-03:00</atom:updated><title>A MALDADE OU O PRINCIPIO DO FIM?</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A MALDADE OU O PRINCIPIO DO FIM?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Mensagem de Natal 2006&lt;br /&gt;Victor Jerónimo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este ano de 2006 irá ficar marcado como o apogeu da maldade ou o principio do fim?.Não o fim do mundo-globo, mas o fim do mundo que conhecemos e se transformou no apogeu da maldicência humana traduzida em palavras ou gestos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O mal é como um rastilho e quem o começa sabe bem que este se irá propagar rapidamente arrastando consigo outros pequenos rastilhos até à explosão final.Se o bem se propagasse com a mesma intensidade teríamos um mundo de Paz, mas tal não acontece.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O bem demora a construir e faz o homem desconfiar antes de avançar nesta senda, o bem torna as pessoas desconfiadas, antes deste se mostrar em toda a sua pujança.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Isto é o fruto de estarmos tão habituados ao mal que quando nos acenam com o bem, desconfiamos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As pessoas de boa vontade são tão assediadas pelo mal que terminam fechando-se em casulos para se defenderem. A maldade consegue retirar o poder da meditação, da verdade e da isenção.As maldades conseguem tirar-nos a capacidade de analisarmos com isenção o que se passa à nossa volta e consequentemente com o nosso semelhante. Esta é terreno fértil para muitas vezes defendermos o mal, na crença do bem, sem analisarmos profundamente a parte acusada levando-nos a atitudes impensadas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A maldade disfarça-se e se mostra nossa amiga para no tempo certo nos desferir o golpe e açoitar-nos com o descalabro próprio dos rancores e invejas há muito reprimidos nas suas almas sórdidas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todos somos responsáveis pelo que fazemos e mais cedo ou mais tarde pagamos no dobro o que fizemos. Pudesse o homem ter o bastão da verdade com certeza a maldade seria dominada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas infelizmente vem do fim dos tempos a pendência quase total da humanidade para o mal e agora estamos pagando bem caro os erros que cometemos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Filho contra pai, pai contra filho, irmão contra irmão" assim foi escrito e assim está a acontecer.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tudo vem do inicio dos tempos e na historia de Caim e Abel foi magnificamente descrito o que sempre aconteceu mas que agora atingiu proporções catastróficas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Crises de terror, violência, depressão tudo isso está a voltar e já nem as religiões conseguem apaziguar os corações, pois também elas foram acometidas do mesmo mal com a agravante de aos poucos estarem a infundir nas pessoas o terror, num retorno aos séculos passados, isto como se não bastasse todo o mal que nos aflige e preocupa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Poucas são as pessoas sensatas que se apercebem e se analisam tentando entender o que realmente de mau está a acontecer. Serão estas pessoas que talvez vão conseguir parar ou diminuir toda esta maldade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas cuidado com os falsos profetas pois no ordem da Criação só mesmo os limpos conseguirão entrar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Resta-nos a nós simples mortais esperar e meditar sem cessar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Que as tramas ditas espirituais ou de religião não impeçam essas pessoas de conquistar o bem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lembremo-nos que temos uma geração herdeira e que são eles o reflexo do nosso bem ou mal amanhã. Há que preparar-lhes o caminho para o bem e ensinar-lhes como se combate o mal.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E que este combater não seja de armas mas sim de ações e por isso há o dever de cada um de nós o começar na sua própria casa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Termino com duas grandes citações:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Quando as águas da enchente derrubam as casas, e o rio transborda arrastando tudo, quer dizer que há muitos dias começou a chover na serra, ainda que não nos déssemos conta”. Eraclio Zepeda&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto."(Senado Federal, RJ. Obras Completas, Rui Barbosa. v. 41, t. 3, 1914, p. 86)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Meditem e orem sem cessar neste Natal e que o ano de 2007 possa ser o começo do ano da verdade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Victor Jerónimo&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;20.Dez.2006&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Muito obrigado pela sua visita.
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Volte sempre&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38468372-5980686151162026871?l=victorjeronimo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~4/KhQdecOKfk8" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~3/KhQdecOKfk8/maldade-ou-o-principio-do-fim.html</link><author>noreply@blogger.com (A VIDA POR UM PENSAMENTO)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://victorjeronimo.blogspot.com/2007/07/maldade-ou-o-principio-do-fim.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38468372.post-3379902310959185616</guid><pubDate>Sat, 07 Jul 2007 13:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-07-07T10:35:54.805-03:00</atom:updated><title>RECORDAÇÕES</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;RECORDAÇÕES&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Victor Jerónimo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqueles três meses de ferias escolares eram sempre ansiados pela pequenada do meu tempo pelos chamados Lisboetas e onde muitos de nós íamos passar férias com os nossos avós noutra dimensão e onde a liberdade era quase uma constante.&lt;br /&gt;Tudo começava com os meus pais fazendo a malas cheias de roupas e cestos vazios a devolver aos meus avós que na retorna viriam carregados de produtos cultivados na santa terra, ou de enchidos feitos por eles que tão bem sabiam semear ou criar animais.&lt;br /&gt;Em dia aprazado lá íamos carregados de malas e cestos apanhar o autocarro da carreira 9 em direcção à estação de Santa Apolónia.&lt;br /&gt;Aqui havia as bichas intermináveis nas bilheteiras com sacos, malas, cestos, garrafões tudo à mistura propriedade dos viajantes que ansiavam por serem os primeiros a entrarem no comboio e apanharem o lugar que todos julgavam mais confortável na sua imaginação.&lt;br /&gt;Quando chegava a nossa vez o pai falava pro bilheteiro: "três de 3ª classe para o Fundão". E lá abalávamos com as pesadas malas quase em correria para a gare para apanharmos o comboio com duas horas de antecedência da hora da partida, este já com muita gente ocupando os seus melhores lugares, que são aqueles no meio da carruagem e onde o ponto de gravidade é menor e não balança tanto.&lt;br /&gt;As carruagens eram de madeira com bancos corridos e portas nas extremidades, por fora havia um degrau a todo o comprimento da carruagem por onde o revisor passava de compartimento em compartimento para picar os bilhetes.&lt;br /&gt;Cada carruagem tinha uma placa de madeira que mencionava o destino, pois quando chegávamos ao Entroncamento havia carruagens que se iriam separar, umas com destino à Guarda, outras para o Porto. Era a forma de economizar na época, no aproveitamento de um único comboio que a meio da viagem se partia em vários para outros destinos.&lt;br /&gt;Ocupávamos então os lugares que o meu pai achava serem os melhores. A mãe tirava uma manta da mala para colocar no banco e tornar mais confortável a viagem de nove horas em bancos de madeira.&lt;br /&gt;O pai arrumava as malas e os cestos que ocupavam quase a bagageira toda acima das nossas cabeças e quem viesse depois que se amanhasse.&lt;br /&gt;Ali ficávamos esperando pela 23 horas, hora da partida, que podia não ser, do comboio que iria percorrer ronceiramente quase 300 km.&lt;br /&gt;Entretanto o pai ficava à porta esperando encontrar alguém conhecido que fosse para o nosso compartimento e assim tornasse a viagem mais amena através de conversas e recordações.&lt;br /&gt;Então e com sorte o comboio partia no horário certo, apitando e muito lentamente aos poucos ía ganhando velocidade.&lt;br /&gt;Era então uma alegria sentir que finalmente iria para as ferias tão esperadas em casa dos meus avós.&lt;br /&gt;O comboio parava em toda as estações e apeadeiros, saíam volumes, entravam volumes, numa azafama constante de quem viaja “quase com a casa às costas” pois havia os que queriam mostrar que não eram tão pobres assim.&lt;br /&gt;Quando o comboio chegava ao Entroncamento ficava parado uma hora nessa estação para mudar de maquina eléctrica para maquina a carvão e conforme o comprimento deste levava uma maquina à frente e outra atrás pois a partir desta estação iríamos percorrer muitas subidas.&lt;br /&gt;Quando finalmente partíamos no meio de muita fumarada, entravamos na linha de sentido único que nos levaria ao Fundão. Aqui, mais paragens intermináveis em estações para aguardar o comboio que vinha em sentido inverso e muitas vezes atrasado ou então esperar um senhor importante que se tinha atrasado.&lt;br /&gt;Viajar nesta linha da Beira Baixa é contemplar uma bela paisagem que serpenteia pelas margens do Rio Tejo acima bordejando as suas águas.&lt;br /&gt;Num comboio antigo com luz quase inexistente e em noite de luar a minha atenção prendia-se nos reflexos da lua nas suas águas que distraíam a minha mente ansiosa em chegar ao destino.&lt;br /&gt;As conversas no compartimento diminuíam vencidas pelo cansaço e sono que a noite nos impunha e o comboio lá seguia ronceiro parando nas intermináveis estações e apeadeiros.&lt;br /&gt;Lá para as tantas a porta do compartimento era aberta pelo revisor que pedia os nossos bilhetes, examinava-os cuidadosamente, não fossem estes falsificados, picava-os e devolvia-nos muitas vezes sem um boa noite sequer. Lembro-me de um revisor o Sr. Paginha um senhor careca e muito simpático que quando fazia essa viagem demorava mais tempo a falar com o meu pai e em geral com os restantes passageiros. Homem evangélico preocupava-se em transmitir-nos palavras de amor e fé.&lt;br /&gt;Em Vila Velha de Rodão o comboio abandonava definitivamente o Tejo para começar a sua escalada em direção a Castelo Branco. O dia já começava a despontar e os olhos a clarear para mais um dia. O dia tão esperado da chegada.&lt;br /&gt;Até Castelo Branco muitas vezes o comboio não conseguia vencer as subidas e lá ficávamos parados à espera que outra maquina chegasse e nos empurrasse em direção ao nosso destino.&lt;br /&gt;Quando isso acontecia era o aproveitar para sairmos do comboio, esticar as pernas ou colher alguma fruta saborosa à beira da linha.&lt;br /&gt;Finalmente Castelo Branco, capital da Beira Baixa, a partir daqui era o contornar interminável da Serra da Gardunha onde o comboio segue interminavelmente por aldeias e aldeias, até chegar ao Fundão.&lt;br /&gt;Finalmente depois de 12 ou 14 horas, com horários que nunca eram cumpridos, chegávamos ao nosso destino, Fundão, capital da cereja, da Cova da Beira e de um dos vales mais férteis de Portugal, que tem como paisagem ao sul a Serra da Gardunha e ao Norte a Serra da Estrela.&lt;br /&gt;Havíamos chegado e minhas ansiadas ferias estavam a começar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12.Jul.2006&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Muito obrigado pela sua visita.
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Volte sempre&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38468372-3379902310959185616?l=victorjeronimo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~4/rfbYnYpjTLI" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~3/rfbYnYpjTLI/recordaes.html</link><author>noreply@blogger.com (A VIDA POR UM PENSAMENTO)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://victorjeronimo.blogspot.com/2007/07/recordaes.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38468372.post-1717075329745480642</guid><pubDate>Sat, 07 Jul 2007 13:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-07-07T10:33:52.434-03:00</atom:updated><title>O GAROTO</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O GAROTO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Victor Jerónimo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era um garoto imberbe que há pouco tinha deixado “os cueiros”. Não sabia nada da vida e muito menos de política, mas aqueles camaradas, eram tudo o que tinha na vida.&lt;br /&gt;Aos poucos, entre o verdadeiro e falso, foram fazendo dele um novo camarada. Verdadeiras sessões políticas até às tantas da manhã, em verdadeiras lavagens ao cérebro, foram fazendo dele um candidato a herói.&lt;br /&gt;Garoto imberbe, tornado membro do partido, na clandestinidade.&lt;br /&gt;Começou a distribuir panfletos pelas caixas do correio dos moradores da cidade. Falava em surdina com outras pessoas, mas sempre de olho bem aberto não fosse algum bufo passar e ouvir.&lt;br /&gt;Mais tarde começou a escrever para o jornal do partido na clandestinidade, artigos políticos, contra o governo. Começou então a ficar na mira da polícia. Um dia prenderam-no.&lt;br /&gt;Torturaram-no pelo sono, pela estátua, pela água, pelos choques elétricos. Mas sua boca permaneceu fechada. Não resistiu.&lt;br /&gt;Garoto imberbe que há pouco tinha deixado “os cueiros”, virou herói e... morreu.&lt;br /&gt;Com direito a notícia no jornal.&lt;br /&gt;Foi encontrado já sem vida, na Rua da Morte o Senhor Fulano de dezenove anos. A polícia pensa que foi assassinado numa rixa de bandos.&lt;br /&gt;Passaram os anos. Hoje o Sr Fulano nem recordado, é; aliás, um amigo que lhe restou recorda-o, mas não o pode provar. As poucas notícias acerca dele, pereceram num incêndio que houve lá no partido.&lt;br /&gt;Os camaradas... esses... hoje, governam o país e não têm tempo para recordações tão singelas.&lt;br /&gt;Coitado, devia ter tido mais cuidado, o garoto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lisboa, Dezembro/2003&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Muito obrigado pela sua visita.
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Volte sempre&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38468372-1717075329745480642?l=victorjeronimo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~4/gq5dfbicRew" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~3/gq5dfbicRew/o-garoto.html</link><author>noreply@blogger.com (A VIDA POR UM PENSAMENTO)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://victorjeronimo.blogspot.com/2007/07/o-garoto.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38468372.post-2930180934641944589</guid><pubDate>Sat, 07 Jul 2007 13:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-07-07T10:31:37.353-03:00</atom:updated><title>FANTASIA OU REALIDADE?</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;FANTASIA OU REALIDADE?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Victor Jerónimo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deambulando pela primeira vez aos cinquenta e três anos por terras da estranja como residente, tenho observado como o português é tratado pela Mãe-Pátria.&lt;br /&gt;Cinquenta e três anos foi o tempo que vivi em Portugal. Sendo cidadão português nado e criado na capital sempre me senti um previligiado, talvez porque a História de Portugal assim nos ensina desde pequeninos. Fomos donos de um vasto Império multiplicamo-nos pelo mundo, desbravamos o impossível para a época, fomos guerreiros, conquistadores, descobridores.&lt;br /&gt;“Demos novos mundos ao mundo” , alcançamos a glória e a riqueza. Perante um manancial de tantos feitos históricos seria normal que os actuais (presentes e passados) governos portugueses se sacrificassem pelo grande povo que têm.&lt;br /&gt;Mas não, eles atingem aquilo que o povo lhes dá, o poder, depois é vê-los quais andorinhas andarilhas por todo o mundo envaidecidos da sua soberba.&lt;br /&gt;Em todos os países que visitam há portugueses, isto porque não há um cantinho do mundo livre de portugueses, mas estes nunca são honrados nas suas mais pequenas necessidades. Quando o são, são-no não por mérito próprio mas porque a diplomacia assim o aconselha. Tudo isto era-me desconhecido, digamos eu já sabia um pouco por méritos de amigos meus em terras da estranja, mas como todo o português, aconchegado na Mãe-Pátria, pensava haver muito exagero.&lt;br /&gt;Não senhor, não há exagero e agora sei, pois o vejo in loco que esses amigos não me contaram tudo.&lt;br /&gt;Qualquer estrangeiro em Portugal é defendido pelos respectivos países de onde são originários tudo fazem para que esse cidadão seja bem tratado em Portugal, havendo muitas vezes grandes protestos diplomáticos, até por ninharias.&lt;br /&gt;O Português no estrangeiro não, não tem quase apoio nenhum dos nossos queridos Governos e escondendo-se em leis absurdas do país em que estão inseridos tudo fazem para dificultar a vida ao pobre cidadão português.&lt;br /&gt;Não entro em factos tão bem conhecidos de todos e esta crónica não é um protesto, antes sim um lamento de o nosso querido Povo, que luta e trabalha por melhor qualidade de vida, enriquece e faz enriquecer o país onde estão inseridos mas que não consegue ter em Portugal defesa ou ajuda por problemas muitas vezes tão fáceis de resolver e seja tão maltratado pelos nossos Governos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28.10.2004&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Muito obrigado pela sua visita.
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Volte sempre&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38468372-2930180934641944589?l=victorjeronimo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~4/5mMrCZVEQjo" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~3/5mMrCZVEQjo/fantasia-ou-realidade.html</link><author>noreply@blogger.com (A VIDA POR UM PENSAMENTO)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://victorjeronimo.blogspot.com/2007/07/fantasia-ou-realidade.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-38468372.post-9095542384472107015</guid><pubDate>Sat, 07 Jul 2007 13:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-07-07T10:26:57.708-03:00</atom:updated><title>DEFICIENTE</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;DEFICIENTE&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Victor Jerónimo&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Durante 45 anos usei daqueles óculos com lentes denominadas na gíria popular "fundo de garrafa". A minha alta miopia assim me obrigava a usar estes óculos. Por causa deles fui excluído socialmente em muitos locais, tendo mesmo dificuldade em ter um emprego ou mesmo um amigo. Aliás como muitos de nós somos alcunhados a minha alcunha era o "vidrinhos".Muitos dos chamados amigos eram-no por pena do coitadinho que usava aqueles óculos.Aos 45 anos e depois de três operações adquiri o estatuto de bonito e fui aos poucos sendo integrado socialmente.Hoje uso óculos normais ou por opção não os uso mesmo.Em virtude desta exclusão fui reparando no meu semelhante e nos que como eu estavam na mesma situação ou em situações deveras piores.Por um acaso do destino fiz amizade com o "José Manuel". Ele sofria de paralisia infantil nos membros inferiores e andava de muletas. Com ele e através dele aprendi muito sobre essa exclusão. Tínhamos então 15 anos e a sua postura perante a vida ensinou-me que eu não era um coitadinho e que podia lutar e vencer.Muitos anos mais tarde dei apoio em uma associação para crianças carenciadas e abandonadas. Muitas destas crianças eram deficientes e pude apreciar o quão de normais e lutadoras são essas crianças. Elas não tinham pai nem mãe mas perante a sociedade que as rodeava elas mostravam na sua inocência, a força e saber de verdadeiros lutadores.Actualmente muito tenho lido e observado sobre os protestos de pessoas nobres e que lutam pela integração na sociedade dessas crianças.Em boa verdade as pessoas estão cada vez mais introvertidas, fechando-se nos seus casulos e desaprendendo o bem maior da humanidade, o agir e tomar decisões comunitárias que começam logo no interagir com o vizinho, o amigo, o marido, o companheiro ou os filhos. Cada um de nós perdeu o dialogo construtivo com quem nos cercávamos levando às situações de solidão e carência que cada vez mais aflige cada um de nós.É na união, primeiro em casa, depois em comunidade que começa o desenvolvimento de uma nação e neste caso o desenvolvimento humano do carinho, amizade e de vermos como nossos iguais o deficiente que vive no nosso prédio ou na nossa rua.E esse desenvolvimento tem que começar logo de pequeninos, ensinando às nossas crianças que o deficiente é uma pessoa normal, mas que por força do destino nasceu ou ficou assim assim e como tal ele deve ser tratado não como um atrasado mas sim como alguém de muito valor na nossa sociedade.Se assim começarmos, estaremos a criar bases sólidas para que nas escolas lhes seja dado o devido valor, estaremos a criar bases sólidas para que certos governos se preocupem verdadeiramente com eles fazendo cumprir as leis e não as ter meramente escritas.Somos uma sociedade introvertida, mas queixamo-nos de todos os males que nos afligem, maus governos, maus amigos, maus companheiros, maus vizinhos e não olhamos para nós mesmos.Estamos sempre prontos a apontar defeitos nos outros, esquecendo-nos que nosso maior defeito reside em nós.Temos pena dos deficientes, porém confrontados directamente com eles não os ajudamos ou pior ainda adoptamos um sentimento de vergonha e culpa afastando-nos o mais rapidamente possível dele.Não conseguimos ter uma conversa com eles sem estarmos sempre a olhar para a sua deficiência.Sejamos capazes e humanos e olhemos à nossa volta. Sejamos reais e objectivos e tratemo-los com carinho, compreensão e real valor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Recife, 05.set.2005&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Muito obrigado pela sua visita.
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Volte sempre&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38468372-9095542384472107015?l=victorjeronimo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~4/5GtSZSQJUZ0" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AVidaPorUmPensamento/~3/5GtSZSQJUZ0/deficiente.html</link><author>noreply@blogger.com (A VIDA POR UM PENSAMENTO)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://victorjeronimo.blogspot.com/2007/07/deficiente.html</feedburner:origLink></item></channel></rss>

