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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-7972950207494457409</atom:id><lastBuildDate>Thu, 16 Feb 2012 12:17:22 +0000</lastBuildDate><category>Manuel Alegre</category><category>Tina Fey</category><category>eutanásia</category><category>Acordo ortográfico</category><category>Diplomacia</category><category>Liberalismo</category><category>Portugal</category><category>Governo</category><category>Jogos Olímpicos</category><category>mar</category><category>Eleições EUA</category><category>Lusofonia</category><category>Poesia</category><category>defesa dos consumidores</category><category>Globalização</category><category>Deus</category><category>Estado</category><category>Londres 2012</category><category>Ciência</category><category>vida</category><category>fotografia</category><category>Partidos</category><category>Política Externa</category><category>Angola</category><category>vanguarda</category><category>Igualdade</category><category>Obama</category><category>ambiente</category><category>PS</category><category>ZON</category><category>Economia</category><category>indústria</category><category>Magalhães</category><category>competitividade</category><category>Lisboa</category><category>Corrupção</category><category>automóveis</category><category>juventude</category><category>África</category><category>Venezuela</category><category>Crise Social</category><category>Chavez</category><category>Portugal Telecom</category><category>Crise Financeira</category><category>Ética</category><category>Grécia</category><category>EUA</category><category>futuro</category><category>Sarah Palin</category><title>Ad confessionem</title><description>João Ribeiro</description><link>http://adconfessionem.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (JM)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>247</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/AdConfessionem" /><feedburner:info uri="adconfessionem" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7972950207494457409.post-898114961124096248</guid><pubDate>Mon, 06 Feb 2012 00:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-06T08:16:56.565+08:00</atom:updated><title>Chef Marcelo</title><description>O inef&amp;#225;vel Professor Marcelo est&amp;#225; a perder qualidades! Deve ter sido o &amp;#250;nico portugu&amp;#234;s que n&amp;#227;o compreendeu o que o L&amp;#237;der do PS disse sobre o Memorando. Vamos ajud&amp;#225;-lo: o L&amp;#237;der do PS disse que n&amp;#227;o negociou nem assinou o Memorando, que discorda de partes do seu conte&amp;#250;do, mas que continuar&amp;#225; a honrar, em nome de Portugal, o compromisso assumido pelo Governo anterior. &lt;br&gt;O Professor Marcelo continua um especialista em gastronomia: depois de ter enganado Paulo Portas com a famosa vichyssoise desenvolve os seus dotes culin&amp;#225;rios com a teoria do souffl&amp;#233;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7972950207494457409-898114961124096248?l=adconfessionem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AdConfessionem/~3/2431ufp538o/chef-marcelo.html</link><author>noreply@blogger.com (JM)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://adconfessionem.blogspot.com/2012/02/chef-marcelo.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7972950207494457409.post-7886671758380670396</guid><pubDate>Fri, 13 Jan 2012 12:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-13T20:51:31.737+08:00</atom:updated><title>Da inconsistência mental</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma; font-size: 11px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-size: 1.05em; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;O Sr. Dr. Catroga é um bom economista mas não é por esse mérito que tem dado nas vistas nos últimos anos. O Sr. Dr. Catroga merece-me o maior respeito. Guardo sempre o maior respeito pelas pessoas de maior idade. É apenas lamentável que haja ainda quem se ache acima dos outros. É a arrogância de classe e a petulância de casta que se reconhecem e que se pensava afastadas da sociedade portuguesa mas que demonstra bem o nosso crónico défice de igualdade, a subserviência cínica reinante (bem personificada por alguns jornalistas e comentadores) e os falhanços do 25 de Abril.&lt;o:p style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-size: 1.05em; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Há argumentos e argumentos. O Sr. Dr. Catroga tem currículo: é inegável; alguém que foi ministro das Finanças, e que tem experiência na gestão de diversos negócios, poderia, em tese, assumir quaisquer responsabilidades na EDP. Mas considerar que a sua escolha é natural, para além de revelar elevada e saudável autoestima é uma&amp;nbsp;&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;blague&lt;/em&gt;&amp;nbsp;de algumas pessoas de direita que se consideram quase predestinadas para algumas funções. As mesmas que reagem epidermicamente às pessoas de esquerda que ocupam esses lugares, sugerindo que há quase uma usurpação de direitos ou que as pessoas de esquerda têm que se comportar como as de direita nesses cargos. O argumento supremo do desplante desenvergonhado é o que defende os chorudos salários com a função redistributiva associada aos impostos que paga. É um ultraje aos portugueses. Aos portugueses que ganham o salário mínimo com o seu trabalho. Aos portugueses da classe média que pagam os seus impostos. Aos trabalhadores da EDP. Aos portugueses que veem cortados os seus salários com a proclamação sempre repetida do “temos que empobrecer” do Primeiro-Ministro.&lt;o:p style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-size: 1.05em; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;O Sr. Dr. Catroga tem um percurso de admirável consistência na sua independência. Tanto foi gestor de topo no antigo regime, como foi nomeado por Governos PS, como serviu governos e candidaturas do PSD. Como negociou o calendário de privatização da empresa à qual supervisionava a estratégia.&amp;nbsp;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Como escreveu um programa eleitoral com compromissos de inegável impacto na faturação da empresa que supervisionava. Já para não falar da sua posição conhecida e antiga contra a privatização da EDP (talvez porque receasse perder acesso à mesma sem os obscuros caminhos que ligam a direita dos negócios ao Estado – suprema ironia...). Agora é usado para “comunicar” melhor com o regulador. Sempre desconfiei dessas consistências de quem tem convicções compatíveis com tudo e com todos. Gosto mais de gente com convicções consistentes do que com independências consistentes (estas rendem mais...). Admira-me que só ele não perceba a gravidade das suas atitudes e declarações. Vejo, contudo, uma vantagem nesta polémica: fica claro para os portugueses a razão do afã da direita dos interesses e dos negócios sempre que se fala em privatizações. A entrevista do Sr. Dr. Catroga foi um verdadeiro tratado sobre a chamada democratização da economia defendida pelo Primeiro-Ministro: rasgar todos os sistemas de escrutínio público escondendo-se na “liberdade” (insultando a palavra) despudorada dos ditos “privados” e tornando acessível aos poderes financeiros o domínio das dinâmicas económicas e sociais – condicionando assim a democracia e a política. Como aconteceu no BPN. Seria importante para a sanidade nacional evitar um novo BPN. Não queremos ficar sem luz em Portugal. Num momento em que se aumenta a factura da eletricidade, em que se ouve os Srs. Drs. Catroga da vida defenderem diariamente austeridade em cima de austeridade (aparentemente, só para os outros), os portugueses sentem que há pessoas ligadas aos partidos do governo e à direita dos negócios que estão imunes à crise e ao aumento da eletricidade.&lt;o:p style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-size: 1.05em; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Não há refúgio possível no argumento do passado. Em democracia os julgamentos políticos são feitos em eleições. Esse julgamento já foi feito pelos portugueses. Esse argumento não impedirá o PS de denunciar tudo o que deva ser denunciado. Não passa de uma técnica de retórica que descredibiliza a política e os políticos.&lt;o:p style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-size: 1.05em; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Por estas razões, e houvesse vergonha, o Sr. Dr. Catroga recusaria o convite que tem em cima da mesa. Perdeu qualquer condição objectiva para liderar a empresa que me factura mensalmente a eletricidade. Contrato que reavaliarei.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7972950207494457409-7886671758380670396?l=adconfessionem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AdConfessionem/~3/QmJLnfBV9lc/da-inconsistencia-mental.html</link><author>noreply@blogger.com (JM)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://adconfessionem.blogspot.com/2012/01/da-inconsistencia-mental.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7972950207494457409.post-327169969451971936</guid><pubDate>Fri, 02 Dec 2011 17:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-03T01:46:57.369+08:00</atom:updated><title>Vertrag von Lissabon R.I.P.</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; line-height: 14px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h6 class="uiStreamMessage" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:1}" style="color: black; font-weight: normal; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; word-break: break-word; word-wrap: break-word;"&gt;&lt;span class="messageBody" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:3}"&gt;&lt;div class="text_exposed_root text_exposed" id="id_4ed90e8d5b0f64559054281" style="display: inline; text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Merkel falou na véspera do Congresso do SPD. Onde estarei amanhã. Há muito tempo que a esquerda europeia reconhece como inevitável uma maior integração fiscal. Também há vários meses o SG do PS defende a revisão dos tratados. Antes da Alemanha, de França ou da Comissão. Sim à revisão dos tratados mas para garantir maior governabilidade económica na UE, para reforçar papel do BCE e para emissão de&lt;span class="text_exposed_show" style="display: inline;"&gt;Eurobonds. A revisão dos tratados não pode ser apenas um meio para proteger interesses financeiros e económicos alemães - servindo de desculpa para adiamento de medidas imediatas. Tem que ser meio para reforçar democraticidade deste novo patamar de integração (orçamental e fiscal). Qualquer reforço de integração fiscal e orçamental tem que ser acompanhado de igual integração política e de maior controlo democrático - eleição directa de um dos órgãos de governação e reforço do papel do Parlamento Europeu. A revisão dos tratados não pode ser desculpa para adiar medidas urgentes: reforço do FEEF, cooperacao reforçada na zona euro em termos fiscais e de governação, reforço do orçamento da UE e emissão de Eurobonds (para financiar dívida e investimento). O governo está completamente fora do debate. O PS convocou uma Comissão Política Nacional para a próxima segunda-feira para discutir situação europeia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7972950207494457409-327169969451971936?l=adconfessionem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AdConfessionem/~3/FiUE_oVYCBs/vertrag-von-lissabon-rip.html</link><author>noreply@blogger.com (JM)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://adconfessionem.blogspot.com/2011/12/vertrag-von-lissabon-rip.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7972950207494457409.post-8666813225329510936</guid><pubDate>Wed, 23 Nov 2011 15:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-23T23:14:06.059+08:00</atom:updated><title>Há outro caminho!</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-mC1CTs6aeCE/Ts0No_HUAqI/AAAAAAAAAxI/f1pfLv0u-54/s1600/as_1363_p7.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://1.bp.blogspot.com/-mC1CTs6aeCE/Ts0No_HUAqI/AAAAAAAAAxI/f1pfLv0u-54/s640/as_1363_p7.jpg" width="457" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7972950207494457409-8666813225329510936?l=adconfessionem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AdConfessionem/~3/N4u6A5AVoE4/ha-outro-caminho.html</link><author>noreply@blogger.com (JM)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-mC1CTs6aeCE/Ts0No_HUAqI/AAAAAAAAAxI/f1pfLv0u-54/s72-c/as_1363_p7.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://adconfessionem.blogspot.com/2011/11/ha-outro-caminho.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7972950207494457409.post-5510995465779064248</guid><pubDate>Fri, 18 Nov 2011 12:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-18T20:08:26.150+08:00</atom:updated><title>Os riscos de maturidade da nossa democracia</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;       &lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:DocumentProperties&gt;   &lt;o:Revision&gt;0&lt;/o:Revision&gt;   &lt;o:TotalTime&gt;0&lt;/o:TotalTime&gt;   &lt;o:Pages&gt;1&lt;/o:Pages&gt;   &lt;o:Words&gt;345&lt;/o:Words&gt;   &lt;o:Characters&gt;1967&lt;/o:Characters&gt;   &lt;o:Company&gt;Partido Socialista&lt;/o:Company&gt;   &lt;o:Lines&gt;16&lt;/o:Lines&gt;   &lt;o:Paragraphs&gt;4&lt;/o:Paragraphs&gt;   &lt;o:CharactersWithSpaces&gt;2308&lt;/o:CharactersWithSpaces&gt;   &lt;o:Version&gt;14.0&lt;/o:Version&gt;  &lt;/o:DocumentProperties&gt;  &lt;o:OfficeDocumentSettings&gt;   &lt;o:AllowPNG/&gt;  &lt;/o:OfficeDocumentSettings&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;  &lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:TrackMoves/&gt;   &lt;w:TrackFormatting/&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:DoNotPromoteQF/&gt;   &lt;w:LidThemeOther&gt;PT&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:LidThemeAsian&gt;JA&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:LidThemeComplexScript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;    &lt;w:SplitPgBreakAndParaMark/&gt;    &lt;w:EnableOpenTypeKerning/&gt;    &lt;w:DontFlipMirrorIndents/&gt;    &lt;w:OverrideTableStyleHps/&gt;    &lt;w:UseFELayout/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;m:mathPr&gt;    &lt;m:mathFont m:val="Cambria Math"/&gt;    &lt;m:brkBin m:val="before"/&gt;    &lt;m:brkBinSub m:val="&amp;#45;-"/&gt;    &lt;m:smallFrac m:val="off"/&gt;    &lt;m:dispDef/&gt;    &lt;m:lMargin m:val="0"/&gt;    &lt;m:rMargin m:val="0"/&gt;    &lt;m:defJc m:val="centerGroup"/&gt;    &lt;m:wrapIndent m:val="1440"/&gt;    &lt;m:intLim m:val="subSup"/&gt;    &lt;m:naryLim m:val="undOvr"/&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" DefUnhideWhenUsed="true"
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&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Nos últimos 40 anos muito dos nossos destinos individuais foi determinado por cumplicidades informais, mais ou menos legítimas, e muito para além do nosso conhecimento. Ex-colegas de faculdade (e há 40 anos não eram muitos), ex-colegas de clandestinidade, ex-colegas de movimentos reaccionários e revolucionários, contraditórios entre si (as juventudes partidárias de então), familiares mais ou menos amigos, concorrentes de heranças e fortunas, irmãos de irmandades identificados com grandíssimos princípios e sem traficância, foram todos moldando a sociedade à sua imagem e semelhança.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Muito pouco resultou da vontade democrática e legítima. E muito do que resultou dessa vontade democrática e legítima agravou défices e dívida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;As tensões actuais da sociedade portuguesa (e apenas naquilo que é nacional, filtrando a torrente internacional) tem muito a ver com uma transição geracional para gente com novas legitimidades e merecedoras de desconfiança. Ou porque não pertencem a nenhuma das categorias referidas acima ou porque nem sequer são filhos de membros das ditas categorias dominantes da sociedade portuguesa. Isso provoca medo, insegurança e desconfiança. Os protagonistas que têm sido dominantes, e que nalguns casos conseguem prolongar essa dominância com os seus filhos, assegurando-lhes formação e percurso profissional imune à crítica da normalidade (porque eles próprios conceptualizam e determinam o que é normal e portanto banal), vêm-se cercados por novos protagonistas não filiados. Em filiações que interessem, que eles conheçam, que controlem, mais ou menos conscientemente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Estamos no meio da ponte: pessoalidade endogeneizada versus impessoalidade legítima.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O passo em frente para consolidar a nossa democracia, para que seja verdadeira democracia, é algo que deve romper com a pessoalidade endogeneizada na sociedade e induzida pela dominância. O reforço das instituições com a sua imunização às rotações de pessoas, a formalização de comportamentos que assegurem verdadeira igualdade de oportunidades de acesso, a destruição de critérios informais ocultos sob aparente credibilidade através da denúncia são essenciais para uma nova fase da democracia representativa. A verdade e a transparência são instrumentos essências dessa evolução. Sem moralismos nem generalizações e calúnias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;!--EndFragment--&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7972950207494457409-5510995465779064248?l=adconfessionem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AdConfessionem/~3/nTFDf270bO4/os-riscos-de-maturidade-da-nossa.html</link><author>noreply@blogger.com (JM)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://adconfessionem.blogspot.com/2011/11/os-riscos-de-maturidade-da-nossa.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7972950207494457409.post-2056510358790559336</guid><pubDate>Thu, 17 Nov 2011 10:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-17T19:42:27.447+08:00</atom:updated><title>A margem orçamental demonstrada contra a "malabarice" do Governo</title><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="mobile-photo" style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ldTstUr9YMw/TsTkCeSsheI/AAAAAAAAAww/E8FDn0AxJoA/s1600/INFOGRAFIA_OE2012_2-1-781509.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5675912161536017890" src="http://4.bp.blogspot.com/-ldTstUr9YMw/TsTkCeSsheI/AAAAAAAAAww/E8FDn0AxJoA/s320/INFOGRAFIA_OE2012_2-1-781509.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="mobile-photo" style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-8goEaymnFuE/TsTkChgFiZI/AAAAAAAAAw4/agfxecmd1Sg/s1600/INFOGRAFIA_OE2012_2-2-782593.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5675912162397489554" src="http://2.bp.blogspot.com/-8goEaymnFuE/TsTkChgFiZI/AAAAAAAAAw4/agfxecmd1Sg/s320/INFOGRAFIA_OE2012_2-2-782593.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7972950207494457409-2056510358790559336?l=adconfessionem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AdConfessionem/~3/dYmu6cXqHTU/margem-orcamental-demonstrada-contra.html</link><author>noreply@blogger.com (JM)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-ldTstUr9YMw/TsTkCeSsheI/AAAAAAAAAww/E8FDn0AxJoA/s72-c/INFOGRAFIA_OE2012_2-1-781509.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://adconfessionem.blogspot.com/2011/11/margem-orcamental-demonstrada-contra.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7972950207494457409.post-250346415180193524</guid><pubDate>Thu, 17 Nov 2011 00:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-17T08:35:04.401+08:00</atom:updated><title>Relações Externas ou Negócios Estrangeiros</title><description>A diferen&amp;#231;a fundamental entre a diplomacia tradicional e a diplomacia econ&amp;#243;mica &amp;#233; a transpar&amp;#234;ncia. Institucionalizou-se a transac&amp;#231;&amp;#227;o informal e fechada de informa&amp;#231;&amp;#227;o. Deixou de pertencer a um grupo reduzido de pessoas e passou a ser gerida por uma parte do Estado mais escrutin&amp;#225;vel, sendo disponibilizada a todos os empres&amp;#225;rios. Essa foi uma conquista do anterior governo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7972950207494457409-250346415180193524?l=adconfessionem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AdConfessionem/~3/tGoLTBlnvmo/relacoes-externas-ou-negocios.html</link><author>noreply@blogger.com (JM)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://adconfessionem.blogspot.com/2011/11/relacoes-externas-ou-negocios.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7972950207494457409.post-7078498719386717659</guid><pubDate>Wed, 16 Nov 2011 16:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-17T00:30:11.483+08:00</atom:updated><title>Surpresa</title><description>Ter&amp;#225; sido a primeira confer&amp;#234;ncia de imprensa de V&amp;#237;tor Gaspar em que n&amp;#227;o foi anunciado um aumento de impostos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7972950207494457409-7078498719386717659?l=adconfessionem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AdConfessionem/~3/nfo-LlAaDjo/surpresa.html</link><author>noreply@blogger.com (JM)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://adconfessionem.blogspot.com/2011/11/surpresa.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7972950207494457409.post-1162867152497125948</guid><pubDate>Tue, 19 Jul 2011 10:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-19T18:45:36.926+08:00</atom:updated><title>Dr. Jekyll Pacheco, historiador, e Mr. Hyde Pereira, comentador, e as reminiscências ideológicas da Prova Geral de Acesso</title><description>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial; font-size: small; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;Pacheco Pereira persiste em ignorar as suas competências como historiador sempre que actua como comentador. O populismo de quem parece líder sindical dos comentadores brilhantes&amp;nbsp;&lt;a _fcksavedurl="http://abrupto.blogspot.com/2011/07/coisa-esta-esboroar-se-ha-um-ciclo-de.html" href="http://abrupto.blogspot.com/2011/07/coisa-esta-esboroar-se-ha-um-ciclo-de.html" style="color: black; text-decoration: underline;"&gt;destila ódio sobre os Partidos e as Juventudes partidárias&lt;/a&gt;. É uma causa comum a independentes (alguns, nem todos, em bom rigor, são dos mais carreiristas dos últimos 35 anos apenas fiéis à avença perene e imunes a qualquer programa político) e a comentadores (todos seguramente escolhidos exclusivamente com base em&amp;nbsp;&lt;i&gt;castings&lt;/i&gt;&amp;nbsp;de mérito sem nenhum recurso a qualquer ligação familiar, maoista ou amigalhaça de pós-prec). As Juventudes Partidárias tiveram o seu contexto histórico e a sua importância na consolidação da democracia. Sobretudo nos anos 80 e no início dos anos 90. Foram decisivas e pioneiras em várias causas, onde não vi nem ouvi Pacheco Pereira (mas o arquivo histórico na TSF do&amp;nbsp;&lt;i&gt;Flashback,&lt;/i&gt;&amp;nbsp;que eu ouvia religiosamente, poderá desmentir-me): o combate à elitista Prova Geral de Acesso (essa grande prova de mérito…), o fim do serviço militar obrigatório (algo sobre o que começo a ter dúvidas, mas que deixarei para outra ocasião), a primeira campanha em Portugal de sensibilização sobre a SIDA, a primeira distribuição gratuita de preservativos em universidades e bares, a interrupção voluntária da gravidez, o associativismo juvenil, a oposição à prisão perpétua no Estatuto do Tribunal Penal Internacional, a auto-determinação de Timor-Leste (muito antes das elites e das manifestações de rua), o voto aos 16 anos, o fim dos estágios não-remunerados, etc.. Concordarei que, na última década, e perante uma progressiva qualificação e autonomia dos nossos jovens, viram a sua condição questionada e merecem discussão. Mas chega de branquear e generalizar. Pacheco Pereira revela uma assustadora ausência de perspectiva histórica. As juventudes partidárias não passam de novas configurações, um pouco mais massificadas, de antigos mecanismos de absorção das energias políticas juvenis: PCP, PCP m-l (Pacheco), mocidade portuguesa (vários…), MES (Sampaio), MUD juvenil (Soares), MRPP (Barroso), MID (Santana) ou JUC (Guterres). E por elas passaram bem mais pessoas do que aquelas que Pacheco tenta diminuir, apesar de muitos o esconderem: na JSD (Portas e Sócrates) e na JS (Seguro, Costa e Assis). São tempos diferentes, são causas diferentes, mas são linguagens e construções sociais idênticas. Como bem disse o José Adelino Maltez “sempre preferi gente desta&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 14px;"&gt;[das juventudes partidárias]&lt;/span&gt;&amp;nbsp;a tipos que só foram para a política na pretensa maturidade da tecnocracia ou da conveniência de gabinete. Sem paradoxo, não há liberdade.” Nesta coisa do comentário, sem ter ainda estatuto de comentador, convém citar as fontes – virá o tempo, ou não, em que terei direito a verborreia unicamente fundada na minha autoproclamada idiotice – pela qual se paga bem em Portugal e até aparece na televisão…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;O historiador Pacheco também saberá que o caciquismo é anterior aos Partidos. Já havia caciquismo no Império (no nosso e nos outros) antes de haver democracia ou partidos. É, aliás, uma das nossas mais notáveis exportações para o Brasil que o converteu em coronelismo…Será justo e historicamente correcto afirmar que o caciquismo não é resultado dos partidos e das carreiras que “lá se fazem” (tanto quanto sei, segundo a lei dos partidos, relativamente à qual não se conhece qualquer proposta de alteração ao Deputado Pacheco Pereira, os carreiristas estão sujeito a regras democráticas, eleições, votos e coisas do género). Considerar os quase 500.000 portugueses que militam em partidos como o “povo miúdo cacicado”, o pior da sociedade, os arregimentáveis, os destituídos de sentido crítico, os que têm menos autonomia na expressão da sua vontade, os mais iletrados, os menos sérios, ou é ingenuidade, ou é racismo social. Mas é coerente com a ideia dos revolucionários profissionais e da vanguarda esclarecida… Os Partidos têm os mesmos problemas que a sociedade portuguesa. Pode parecer redutor mas não deixa de ser um facto: os problemas dos partidos são reflexos dos problemas da nossa estrutura social (desigualdade de oportunidades e pouca transparência na mobilidade social). E não o contrário. Estou de acordo com PP quando diz que o “poder dos pais abre caminho à carreira dos filhos”. Estou totalmente de acordo. Mas isso não é um problema exclusivo dos Partidos ou das Jotas, é um problema do país. Discutamos, pois, o favorecimento, o mérito e o carreirismo em Bancos (falidos e por falir), em grupos económicos ou em escritórios de advogados. O novo ciclo político no PS deverá, necessariamente, romper com métodos e práticas no país e no partido – defendendo dentro do Partido o que defende para o país. Sob pena de sucumbir na desilusão da rotativa das esperanças frustradas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;Também discordo quando PP ironiza sobre as qualificações académicas de alguns políticos. A ausência ou aquisição tardia de qualificações académicas não impediu Jacques Delors, Lula, John Major e duas ou três gerações de políticos escandinavos de serem dos melhores políticos internacionais. E seria bom não abrir este debate, sobretudo para os que na minha geração olham, de baixo para cima, para tantos&amp;nbsp;&lt;i&gt;licenciados de secretaria&lt;/i&gt;&amp;nbsp;da geração de Pacheco Pereira em lugares de notabilíssima importância, até em órgãos de soberania, sem que daí advenha qualquer denúncia ou indignação – deve ser aquilo a que se chama&amp;nbsp;&lt;i&gt;gestão de silêncios&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;É natural que os partidos sejam mais lentos na adaptação das suas estruturas (porque mais representativas da sociedade, com mais lastro, com maior dimensão, mais fundeado nas ganas da condição nacional…) a mecanismos mais informais e flexíveis, adaptados a outros níveis de autonomia individual, possíveis e fáceis no cosmopolitismo de gente mais autónoma que circula nas elites citadinas. Mas não é com adjectivos e generalizações que se pode discutir, seriamente, o problema. Como seria profundamente injusta qualquer generalização relativamente aos comentadores da geração de Pacheco deste género: no pós-prec, decidiram, entre si, que sectores da sociedade ocupariam e têm vindo a proteger-se, pela calada, com tiques de clandestinidade, a si e aos seus filhos e afilhados, sem nunca revelarem os seus mecanismos de solidariedade, sentindo-se cada vez mais ameaçados por uma nova geração que já não lhes deve nada e que rapidamente os colocará na prateleira da história pitoresca de quem renegou aquilo em que acreditava na sua burguesa juventude. E, pelos vistos, acreditavam apenas porque tinham livros em casa e não porque sofriam injustiças.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7972950207494457409-1162867152497125948?l=adconfessionem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AdConfessionem/~3/oumxDY-3iSU/dr-jekyll-pacheco-historiador-e-mr-hyde.html</link><author>noreply@blogger.com (JM)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://adconfessionem.blogspot.com/2011/07/dr-jekyll-pacheco-historiador-e-mr-hyde.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7972950207494457409.post-5137283067303493481</guid><pubDate>Wed, 13 Jul 2011 15:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-13T23:43:17.536+08:00</atom:updated><title>A inteligência táctica de Daniel Oliveira e o T de SWOT</title><description>&lt;div style="color: black; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="BlogTextBody" id="plcRoot_Layout_pageContent_SabadoOnline_Body_partPlaceholder_Layout_zoneBlogList_pageplaceholderSubContent_partPlaceholder_Layout_BlogZone_Blog_BlogCommentRepeater1_Repeater1_ctl00_BlogPostBody" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;A vitória de António José Seguro é a maior ameaça do momento ao Bloco de Esquerda. Nenhuma análise capitalista de SWOT ao Bloco de Esquerda escaparia à inclusão de Seguro no quadradinho das ameaças. Só Daniel Oliveira o compreendeu e tenta, com&lt;a href="http://arrastao.org/2307059.html" style="color: black; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: underline;"&gt;evidente e surpreendente desespero&lt;/a&gt;, tal qual pé-de-cabra, abrir um espaço entre o Bloco e AJS, um espaço para si. Devo declarar que o espaço de Daniel Oliveira é muito semelhante ao meu. Partilhamos muitas amarras e muitas marés. Mas chega a ser de partir o coração ler os esforços de diminuição conjunta de Assis e Seguro. Afinal Assis não é assim tão bom pelo que, necessariamente, Seguro não é assim tão mau. Nivelemos e confundamos... Importa, contudo, ser rigoroso. O entusiasmo de quem busca um bloco renovado de esquerdas, resistente a um PS marcadamente de Esquerda que acabará por inutilizar o Bloco, aproveitando alguns dos seus melhores e lúcidos para o Laboratório de Ideias, não justifica inverdades. Daniel Oliveira fala de um “euroconformismo que dominou o partido, incluindo estes dois candidatos,” e que “basta recordar a recusa do PS em debater o trágico Tratado Lisboa”. Não, não basta. Também é necessário recordar que António José Seguro defendeu nos órgãos nacionais do PS a realização do referendo e votou a favor dessa proposta na Assembleia da República. Como o Bloco fez, como o PCP fez. Como o eleitorado mais à esquerda queria.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;A segunda crítica, forte e adjectivada, é sobre um suposto vazio político. Recordemos as propostas mais concretas da Moção de António José Seguro (pública e publicada): Eurobonds; governação política da UE;&lt;span style="color: #1d1d1b; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Código de Ética para o exercício dos cargos partidários e públicos; definição de regras de transparência e registo da actividade dos lóbis; revisão da lei eleitoral para a Assembleia da República (criação de círculos eleitorais de menor dimensão ou de círculos uninominais, neste caso, com a criação de um círculo nacional que garanta a proporcionalidade); princípio da liberdade de votos dos deputados do PS (com valor estrutural muito superior à ideia de primárias…); alteração do sistema de governo das autarquias locais assegurando a formação de executivos municipais homogéneos; Laboratório de Ideias (sendo um projecto inédito em Portugal já tem lastro no PSF, algo que quem quer saber, sabe…); amplo debate nacional sobre a organização e funcionamento interno do PS (esse debate terá início no Congresso Nacional e decorrerá até Março de 2012 e pretende discutir a organização das estruturas distritais e regionais, o funcionamento dos órgãos, os métodos de trabalho, o acesso à informação, a comunicação, a transparência do sistema eleitoral interno e igualdade de condições para as candidaturas, sistema de quotização, o financiamento das campanhas internas, a natureza dos Congressos em articulação com o sistema das directas, o método de escolha dos candidatos para cargos políticos, incluindo a possibilidade da introdução das primárias, entre os militantes);&amp;nbsp;&lt;span style="color: #1d1d1b; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;especial atenção sobre a negociação das perspectivas financeiras para o período 2014-2020 devidamente ajustadas à situação nacional e em defesa clara do princípio da coesão; defesa de políticas de industrialização de nova geração; primado das pessoas sobre os mercados; regulação e fiscalização rigorosa e estreita dos mercados financeiros; fim dos paraísos fiscais; a língua como recurso estratégico e como prioridade política, orçamental e diplomática.&lt;o:p style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Talvez haja um vazio político – mas o vazio político que vejo é o de ideias atacáveis pelo Bloco de Esquerda. A maior parte destas ideias também foi defendida por Daniel Oliveira nos últimos anos. Há, portanto, uma nova oportunidade à esquerda. Há um novo patamar de integração à esquerda totalmente disponível. Sabemos que só o António José Seguro, dentro e fora do Partido, pode alcançá-lo. Daniel Oliveira também o sabe. O que não saberá responder é à pergunta que muitas portuguesas e muitos portugueses farão depois da eleição do António José Seguro: para que serve o Bloco de Esquerda?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7972950207494457409-5137283067303493481?l=adconfessionem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AdConfessionem/~3/CyhWY7t64i4/inteligencia-tactica-de-daniel-oliveira.html</link><author>noreply@blogger.com (JM)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://adconfessionem.blogspot.com/2011/07/inteligencia-tactica-de-daniel-oliveira.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7972950207494457409.post-431902659116511643</guid><pubDate>Fri, 15 Apr 2011 13:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-15T21:04:09.071+08:00</atom:updated><title>O Congresso foi um Comício "e não podia ser de outra maneira"</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma; font-size: 12px; "&gt;A Marta gostava, seguramente, que lhe respondesse ou comentasse o &lt;a href="http://www.sabado.pt//Multimedia/FOTOS/-spam---b--Politica---b----spam-/Fotogaleria-(4).aspx?time=2011414112851705&amp;amp;clientcache=0&amp;amp;clientcache=0" style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-decoration: underline; color: rgb(0, 0, 0); font-size: 1.05em; "&gt;artigo de ontem&lt;/a&gt;. Não o vou fazer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma; font-size: 12px; "&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Prefiro antes comentar o cinismo que dominou o pós -congresso. Também dela. Também meu.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Rezam as crónicas e os panfletos que se tratou de um Comício e não de um Congresso. É verdade. E poderia ter sido de outra forma? Não. E foi legítimo? Foi. A maioria dos mais estratosféricos dirigentes falou no Comício/Congresso, legitimando, portanto, o seu conteúdo e a sua forma. Isto não é uma crítica, bem pelo contrário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguém de bom senso poderia pensar que a dois meses de umas eleições legislativas, tão importantes para o país, o PS abdicaria do direito de transmitir ao país a sua estratégia alinhada e ainda por cima com a força legitimadora de um Congresso? Eu compreendo que isso incomode os nossos adversários. Mas "não podia ser de outra maneira".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E, só sendo um comício, é que não merece outros reparos bem fundados nos princípios da igualdade, da equidade, da proporcionalidade...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São tempos da Forma e não do conteúdo. Estes tempos estão para lá do PS, dos Partidos, da Política, da Sociedade, de Portugal e da Europa. São resultados objectivos da sociedade pós-industrial. Penso ser muito saudável andar por aí tanta ansiedade por conteúdos e por ordem programática - eu vivo constantemente nessa ansiedade. Mas as coisas têm o seu tempo, sem com isso dizer que os homens e as mulheres não definam esse tempo. O tempo chegará. E não será o tempo desejado se for apenas resultado de encomenda dos insatisfeitos e dos adversários.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7972950207494457409-431902659116511643?l=adconfessionem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AdConfessionem/~3/fYMrKUPEeQs/o-congresso-foi-um-comicio-e-nao-podia.html</link><author>noreply@blogger.com (JM)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://adconfessionem.blogspot.com/2011/04/o-congresso-foi-um-comicio-e-nao-podia.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7972950207494457409.post-8100097219758952836</guid><pubDate>Fri, 08 Apr 2011 18:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-09T02:37:09.742+08:00</atom:updated><title>Um desafio ao Sérgio Sousa Pinto, à Jamila Madeira, ao Pedro Nuno Santos, ao Duarte Cordeiro e ao Pedro Alves</title><description>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma; font-size: 12px; "&gt;O facto político mais importante dos últimos dias não é o "render de Portugal". É o diálogo estabelecido entre PCP e BE. A discussão sobre uma convergência das esquerdas impõe-se. Um Congresso de um Partido Socialista que passe ao lado deste facto não será um Congresso mas um mero comício com écras de "Clap Now".&lt;br /&gt;Estamos perto da vertigem inevitável de uma renovação geracional e os últimos 5 Secretários-Gerais da JS têm capacidades pessoais e intelectuais excepcionais e são incontornáveis num debate sério sobre o futuro da esquerda portuguesa (partindo do princípio que o PS fará parte desse futuro).&lt;br /&gt;Pelo que o desafio é simples: suscitem este debate no Congresso e trabalhem na construção de uma plataforma informal de diálogo com militantes e dirigentes do PCP e do BE, da mesma geração. Pedro Nuno Santos, por ser Presidente de uma importante Federação do PS, deve liderar o processo. Discutir o papel de Portugal na União Europeia e o próprio futuro da União, consolidar uma ou duas ideias fundamentais sobre os sectores estratégicos da economia e alinhar estratégias para a Saúde e Educação são passos acessíveis e decisivos para travar a maior ofensiva internacional de sempre dos poderes conservadores, orientados pelo lucro e pela ideia lírica da obrigatoriedade PIBesca da felicidade.&lt;br /&gt;Hoje, como ontem, há milhares de militantes que vos respeitam e esperam liderança. Seria desapontante que qualquer um de vós se limitasse no Congresso a pronunciar "a defesa da nação Portugal".&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7972950207494457409-8100097219758952836?l=adconfessionem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AdConfessionem/~3/WN8DQMHZA_4/um-desafio-ao-sergio-sousa-pinto-jamila.html</link><author>noreply@blogger.com (JM)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://adconfessionem.blogspot.com/2011/04/um-desafio-ao-sergio-sousa-pinto-jamila.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7972950207494457409.post-8702838864607558610</guid><pubDate>Fri, 04 Mar 2011 15:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-04T23:17:09.947+08:00</atom:updated><title>Por que razão a Esquerda deve viabilizar a revisão constitucional das Direitas</title><description>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Não deve viabilizar &lt;i&gt;tout&lt;/i&gt; &lt;i&gt;court&lt;/i&gt;. Mas deve viabilizar tudo aquilo que permita ao PPD/PSD e ao CDS/PP defenderem aquilo em que acreditam sem o constante fantasma da inconstitucionalidade – e governarem em conformidade. Tenho orgulho na nossa Constituição. Acredito que, no essencial, foi decisiva para a vertigem do desenvolvimento dos últimos 30 anos. Mas, neste momento, é o principal motor &lt;i&gt;do bloco central de interesses&lt;/i&gt; e da confusão partidária que baralha as escolhas políticas dos portugueses muito materializadas nas expressões “eles-são-todos-iguais” ou “não-há-diferenças-entre-esquerda-e-direita” ou “PS-e-PSD-são-iguais” ou “eles-até-são-todos- amigos-e-sócios”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Sempre que as Direitas governam, metade do debate político centra-se na inconstitucionalidade das suas propostas e das suas acções. Isto não serve a Esquerda. A Esquerda, para se consolidar como projecto alternativo, e necessariamente de vanguarda, necessita de se confrontar com a realidade não mitigada das políticas de Direita – que devem ser protagonizadas por quem melhor as protagoniza, i.e., pelos partidos de Direita. Permitir ao PPD/PSD e CDS/PP (quatro partidos?) governar com a liberdade das suas convicções contribuirá para que não façam política em que não acreditam virada para o &lt;i&gt;centrão&lt;/i&gt; e com laivos de socialismo (que camufla o populismo e o assistencialismo das personagens mais radicais).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Essa nova liberdade da Direita (que não tem) facilitaria muito o trabalho às Esquerdas. Deixemos a Direita governar à Direita. Permitiria ao PS trazer o centro do seu discurso &lt;i&gt;mais para cá&lt;/i&gt; da linha do centro. Permitiria mais diálogo e mais plataformas de entendimento entre sectores do PS e sectores do BE (na geração não traumatizada por circunstâncias pós-25 de Abril). Permitiria que o PPD se revelasse. Ou até, quem sabe, permitiria uma reconfiguração partidária que juntasse o PSD ao PS (há muita gente de esquerda no PSD que ali foi parar por razões históricas, sociais, locais, familiares) e o PPD ao CDS/PP. Mas, sobretudo, permitiria aos portugueses serem confrontados com escolhas claras que, em cada momento, podem ser decisivas para o futuro do país e que traduzam uma maior correspondência democrática entre o que querem e o que recebem politicamente – a estratégia política do centrão resulta sempre em promessas que as condições do bloco central de interesses não deixam cumprir. E promessas por cumprir degradam a legitimidade democrática favorecendo os poderes informais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Em todo o caso, esta revisão constitucional não está a ser suficientemente debatida com o poder constituinte: com os portugueses. O debate eleitoral de 2009 não confrontou as propostas que estão em cima da mesa. Essa razão é suficiente para minar a legitimidade dos Deputados para decidirem entre si e entre colegas de hemiciclo uma alteração à Constituição da República. Reduzir a revisão constitucional a grupos de “sábios” (quase-profissionais de revisões constitucionais) sem amplo envolvimento das universidades, dos sindicatos, das associações sectoriais, das ordens profissionais é mais um golpe no regime. Não sei se sobrou dinheiro do orçamento das comemorações do centenário da república – se sobrou, celebre-se verdadeiramente a República debatendo a Constituição em todas as suas dimensões com plenários populares, com um episódio especial no Morangos com Açúcar, com audições parlamentares abertas a qualquer grupo de cidadãos, com sites interactivos para recepção de propostas e, no limite, consoante o rumo do debate, com referendos sobre as questões mais controvertidas. Na sociedade das autonomias individuais e das legitimidades pulverizadas não há outra forma de debater uma verdadeira Constituição nacional. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7972950207494457409-8702838864607558610?l=adconfessionem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AdConfessionem/~3/556-nvVBVx0/por-que-razao-esquerda-deve-viabilizar.html</link><author>noreply@blogger.com (JM)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://adconfessionem.blogspot.com/2011/03/por-que-razao-esquerda-deve-viabilizar.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7972950207494457409.post-7918757495004762286</guid><pubDate>Tue, 18 Jan 2011 10:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-01-18T18:36:44.043+08:00</atom:updated><title>Cavaco, rosto do Portugal pouco competitivo e pouco recomendável</title><description>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Cavaco é um verdadeiro português: cultiva a simplicidade, a humildade, a discrição relativamente a “assuntos de dinheiro”, fala da terra e dos avós com nostalgia, é pouco dado a viagens e estrangeirices, ampara amigos e família, tem orgulho no que a história escrita lhe diz que a raça fez, enaltece a maneira “especial” dos portugueses fazerem as coisas, é avesso ao conflito e à confrontação de ideias, não fala de futebol nem de política.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: small; "&gt;Essa sua condição de síntese de uma portugalidade em vias de extinção ainda rende votos em determinados escalões etários. Por estas razões, o voto nestas eleições presidenciais é bem mais importante do que aparenta. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: small; "&gt;Votar Cavaco é prolongar a portugalidade que quero superar. Votar Cavaco é reduzir o país à sua condição de periferia, de eterna nostalgia pelo passado e de provincianismo elevado a nacionalismo.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: small; "&gt;As limitações que as condições económicas e sociais têm imposto à afirmação de uma dimensão moral superior do português não devem impedir-nos de exigir a quem nos representa a exemplaridade dessa desejável dimensão moral.Cavaco vive com o remorso de ter cedido à facilidade dos corredores do verdadeiro poder (o financeiro) entre 1996 e 2006. Não pode ignorá-lo e não devemos esquecer. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: small; "&gt;Ainda tenho esperança que a boa moeda expulse a má moeda (a moeda da especulação, dos negócios entre amigos, da rentabilização de capital simbólico e político).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7972950207494457409-7918757495004762286?l=adconfessionem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AdConfessionem/~3/VcYdO-lekMM/cavaco-rosto-do-portugal-pouco.html</link><author>noreply@blogger.com (JM)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://adconfessionem.blogspot.com/2011/01/cavaco-rosto-do-portugal-pouco.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7972950207494457409.post-6430415830918129718</guid><pubDate>Mon, 30 Aug 2010 13:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-30T21:38:31.681+08:00</atom:updated><title>Swedish Town House</title><description>&lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/veerlesblog/~3/HUm-frSnm8I/swedish_town_house"&gt;Swedish Town House&lt;/a&gt;: "You don't always have to own a big house to create a spacious feeling. It is always fascinating to see how architects are able to create something really cool with limited space. Just like designers, they are also problem solvers and have to work within boundaries. The house in this post is built on a 75 square meter small site.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Swedish Town House by Elding Oscarson&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;A 75 meter small site isn't a lot to play with, and the site is narrow too. Swedish architect firm &lt;a href="http://eldingoscarson.com/"&gt;Elding Oscarson&lt;/a&gt; solved these problems beautifully. This town house is found in Landskrona, Sweden. I love the layering of modern and traditional architecture. The new house respects the old by not copying it or getting in the way of it. Old and new can coexist. It takes clarity to achieve that. The town house has three thin slabs that are projected into the open volume, softly dividing its functions. The continuous interior space is opening up to the street, to an intimate garden, and to the sky. I've asked Jonas Elding two questions about it:&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Was it easy to get a permit for this project? Because the house is so different from what is there already.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;It was not so difficult to get a permit, because the city architect was very open minded and devoted to his work, and really tried to understand what we were trying to do.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;What where the main criteria that had to be considered when starting the project?&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;We wanted to create a roomy and bright feeling despite the narrow and only 75 square meter small site.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h4&gt;Elding Oscarson&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Elding Oscarson is a young office run by Johan Oscarson and Jonas Elding. They have an office in Stockholm, covering both Swedish and international architecture, from museums to private houses, interiors, furniture and product design.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Photos by Åke E:son Lindman.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://images.veerle.duoh.com/uploads/home-slideshow-images/townhouse-landscape1.jpg" alt="Swedish town house" width="520" height="370" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://images.veerle.duoh.com/uploads/home-slideshow-images/townhouse-landscape2.jpg" alt="Swedish town house" width="520" height="370" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://images.veerle.duoh.com/uploads/home-slideshow-images/townhouse-landscape3.jpg" alt="Swedish town house" width="520" height="370" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://images.veerle.duoh.com/uploads/home-slideshow-images/townhouse-landscape4.jpg" alt="Swedish town house" width="520" height="370" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://images.veerle.duoh.com/uploads/home-slideshow-images/townhouse-portrait1.jpg" alt="Swedish town house" width="520" height="650" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://images.veerle.duoh.com/uploads/home-slideshow-images/townhouse-portrait2.jpg" alt="Swedish town house" width="520" height="650" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://images.veerle.duoh.com/uploads/home-slideshow-images/townhouse-portrait3.jpg" alt="Swedish town house" width="520" height="650" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://images.veerle.duoh.com/uploads/home-slideshow-images/townhouse-portrait4.jpg" alt="Swedish town house" width="520" height="650" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://images.veerle.duoh.com/uploads/home-slideshow-images/townhouse-portrait5.jpg" alt="Swedish town house" width="520" height="650" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://images.veerle.duoh.com/uploads/home-slideshow-images/townhouse-portrait6.jpg" alt="Swedish town house" width="520" height="650" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://images.veerle.duoh.com/uploads/home-slideshow-images/townhouse-portrait7.jpg" alt="Swedish town house" width="520" height="650" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://images.veerle.duoh.com/uploads/home-slideshow-images/townhouse-portrait8.jpg" alt="Swedish town house" width="520" height="650" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/veerlesblog/~4/HUm-frSnm8I" height="1" width="1" /&gt;"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7972950207494457409-6430415830918129718?l=adconfessionem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AdConfessionem/~3/5ZOkbf_0TIw/swedish-town-house.html</link><author>noreply@blogger.com (JM)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://adconfessionem.blogspot.com/2010/08/swedish-town-house.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7972950207494457409.post-7458148527382266294</guid><pubDate>Mon, 23 Aug 2010 13:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-23T21:19:02.835+08:00</atom:updated><title>The Two Story, Climb Inside Bookshelf Tower</title><description>&lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/apartmenttherapy/main/~3/4n2pQ_TbAJo/the-two-story-climb-inside-bookshelf-tower-125062"&gt;The Two Story, Climb Inside Bookshelf Tower&lt;/a&gt;: "&lt;div style="width:525px"&gt; &lt;div style="text-align:center;padding-bottom:4px"&gt;  &lt;a href="http://www.apartmenttherapy.com/chicago/inspiration/the-two-story-climb-inside-bookshelf-tower-125062"&gt;&lt;img alt="" src="http://s3.amazonaws.com/atimg/1706962/bs0_rect540.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="margin-top:20px;width:400px;margin:0 auto;text-align:center"&gt;&lt;a href="http://www.apartmenttherapy.com/chicago/inspiration/the-two-story-climb-inside-bookshelf-tower-125062?image_id=1706962"&gt;&lt;img alt="" src="http://s3.amazonaws.com/atimg/1706962/bs0_square72.jpg" style="padding:4px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.apartmenttherapy.com/chicago/inspiration/the-two-story-climb-inside-bookshelf-tower-125062?image_id=1706882"&gt;&lt;img alt="" src="http://s3.amazonaws.com/atimg/1706882/bookshelf1_square72.jpeg" style="padding:4px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.apartmenttherapy.com/chicago/inspiration/the-two-story-climb-inside-bookshelf-tower-125062?image_id=1706892"&gt;&lt;img alt="" src="http://s3.amazonaws.com/atimg/1706892/bookshelf2_square72.jpg" style="padding:4px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.apartmenttherapy.com/chicago/inspiration/the-two-story-climb-inside-bookshelf-tower-125062?image_id=1706902"&gt;&lt;img alt="" src="http://s3.amazonaws.com/atimg/1706902/bookshelf3_square72.jpg" style="padding:4px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;The Ark, designed by Rintala Eggertsson Architects is a book lovers dream - the ultimate bookshelf, one that you can literally climb inside and spend the day in. Talk about getting lost in a good book!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.apartmenttherapy.com/chicago/inspiration/the-two-story-climb-inside-bookshelf-tower-125062"&gt;Read Full Post&lt;/a&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/apartmenttherapy/main/~4/4n2pQ_TbAJo" height="1" width="1" /&gt;"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7972950207494457409-7458148527382266294?l=adconfessionem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AdConfessionem/~3/NYWBmm22q9U/two-story-climb-inside-bookshelf-tower.html</link><author>noreply@blogger.com (JM)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://adconfessionem.blogspot.com/2010/08/two-story-climb-inside-bookshelf-tower.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7972950207494457409.post-2166357036750685974</guid><pubDate>Tue, 01 Jun 2010 11:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-01T19:57:09.662+08:00</atom:updated><title>Hipocrisias Legislativas (1)</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ax19iLWtoSw/TAT0HMlALLI/AAAAAAAAAtg/oYUkApy26qk/s1600/ypm15_humphrey4.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 314px; height: 234px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ax19iLWtoSw/TAT0HMlALLI/AAAAAAAAAtg/oYUkApy26qk/s400/ypm15_humphrey4.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5477771451262053554" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  color: rgb(102, 102, 102); font-family:'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:13px;"&gt;&lt;div class="posttext"&gt;&lt;p  style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; color: rgb(102, 102, 102);  font-weight: normal; text-align: justify; font-size:13px;"&gt;&lt;span style="  ;font-family:arial, helvetica, sans-serif;font-size:small;"&gt;É necessário rever, com coragem, a legislação que regula os gabinetes ministeriais. Para racionalizar, para moralizar. Está tão desactualizada que gerou perversidades e manipulações permitindo a cada cabeça diferente sentença. Essa fraqueza tem beneficiado os oportunistas e prejudicado os cumpridores. A base é de 1988. Há gabinetes que se substituem à alta administração pública: nalguns casos por necessidade, noutros por falta de sentido de Estado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family:arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a href="http://terceiroestado.blogs.sapo.pt/"&gt;(Terceiro Estado)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7972950207494457409-2166357036750685974?l=adconfessionem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AdConfessionem/~3/V1xeUVWBCGo/hipocrisias-legislativas-1.html</link><author>noreply@blogger.com (JM)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_ax19iLWtoSw/TAT0HMlALLI/AAAAAAAAAtg/oYUkApy26qk/s72-c/ypm15_humphrey4.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://adconfessionem.blogspot.com/2010/06/hipocrisias-legislativas-1.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7972950207494457409.post-1320210002965625288</guid><pubDate>Thu, 08 Apr 2010 16:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-09T00:25:54.909+08:00</atom:updated><title>E fazer este exercício por cá...?</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ax19iLWtoSw/S74Df80F7sI/AAAAAAAAAtY/IruCssdTdWk/s1600/Blog_YouGov_Cutting_Spending_April_2010.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 230px; height: 310px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ax19iLWtoSw/S74Df80F7sI/AAAAAAAAAtY/IruCssdTdWk/s400/Blog_YouGov_Cutting_Spending_April_2010.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5457803645855067842" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small; color: rgb(102, 102, 102); "&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;(via &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.economist.com/blogs/democracyinamerica/2010/04/economistyougov_polling" style="color: rgb(211, 18, 18); text-decoration: underline; "&gt;The Economist&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;)&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:180%;color:#900C0C;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7972950207494457409-1320210002965625288?l=adconfessionem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AdConfessionem/~3/bUeCT91LFcU/e-fazer-este-exercicio-por-ca.html</link><author>noreply@blogger.com (JM)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_ax19iLWtoSw/S74Df80F7sI/AAAAAAAAAtY/IruCssdTdWk/s72-c/Blog_YouGov_Cutting_Spending_April_2010.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://adconfessionem.blogspot.com/2010/04/e-fazer-este-exercicio-por-ca.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7972950207494457409.post-7314055859855648434</guid><pubDate>Wed, 07 Apr 2010 10:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-07T18:21:56.479+08:00</atom:updated><title>Não é a Igreja que está mal...</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ax19iLWtoSw/S7xcWwzsujI/AAAAAAAAAtQ/-9kwaa2xHT4/s1600/thisidontbelieve.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 248px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ax19iLWtoSw/S7xcWwzsujI/AAAAAAAAAtQ/-9kwaa2xHT4/s320/thisidontbelieve.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5457338394594818610" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(102, 102, 102); "&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;(cartoon via &lt;/span&gt;&lt;a class="entry-source-title" href="http://www.google.com/reader/view/feed/http%3A%2F%2Fwww.atheistcartoons.com%2F%3Ffeed%3Drss2" target="_blank" style="color: rgb(144, 12, 12); text-decoration: underline; font-weight: normal; padding-top: 2px; padding-right: 4px; padding-bottom: 2px; padding-left: 4px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;atheistcartoons.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small; color: rgb(102, 102, 102); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; "&gt;Um dos temas que mais anima alguns dos meus serões colectivos é a Religião (sim, um daqueles temas que se dizia às criancinhas para não discutir). Eu, laico e, confesso, por vezes anti-clerical no calor da discussão, triunfo sempre com o bem útil relativismo que ainda não me cansei de usar - e uso-o com algum cinismo se o whisky for bom. Mas o mais curioso destas discussões é que acabo sempre a defender a Igreja. A Igreja é o que é. Não é um Partido político. Não é um clube de amigos. Não é uma seita da circunstância histórica. A sua doutrina não se altera ao sabor de sondagens. O seu sentido estático é intrínseco à sua condição de doutrina omnisciente. Quem não compreende isso não é bom católico e deve abandonar o catolicismo. Podem sempre juntar-se a mim no eterno medo da falta de fé com toda a sua adrenalina.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7972950207494457409-7314055859855648434?l=adconfessionem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AdConfessionem/~3/sn2CMKR6vkI/nao-e-igreja-que-esta-mal.html</link><author>noreply@blogger.com (JM)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_ax19iLWtoSw/S7xcWwzsujI/AAAAAAAAAtQ/-9kwaa2xHT4/s72-c/thisidontbelieve.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://adconfessionem.blogspot.com/2010/04/nao-e-igreja-que-esta-mal.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7972950207494457409.post-35530446665725781</guid><pubDate>Tue, 06 Apr 2010 10:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-06T18:58:11.136+08:00</atom:updated><title>A bandeirada de Valença: uma oportunidade</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ax19iLWtoSw/S7sTaTwEXEI/AAAAAAAAAtI/CkRRX0h4gL0/s1600/485x400.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 330px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ax19iLWtoSw/S7sTaTwEXEI/AAAAAAAAAtI/CkRRX0h4gL0/s400/485x400.gif" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5456976716188900418" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="  color: rgb(102, 102, 102); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;A &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.publico.pt/Sociedade/bandeiras-espanholas-em-valenca-contra-fecho-do-sap_1430948" target="_blank" style="color: rgb(211, 18, 18); text-decoration: underline; font-weight: normal; padding-top: 2px; padding-right: 4px; padding-bottom: 2px; padding-left: 4px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;bandeirada de Valença&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; é uma grande oportunidade para o reforço do projecto europeu. Faz sentido uma decisão de planeamento social moldada por linhas fronteiriças imaginárias? Faz sentido haver uma política de saúde para Valença completamente independente da política de saúde para Tui? Em meu entender, não. É, aliás, a total negação do projecto de integração europeu. Pelo que este fenómeno de "patriotismo que se vende por mais horas de atendimento permanente", para além de ser paradigmático do nosso percurso histórico colectivo (no que isso tem de bom e de mau), é uma oportunidade para se discutir com Espanha, no quadro europeu, desassombradamente, a criação de projectos-piloto para centros de saúde/hospitais, prisões, universidades e centrais energéticas com financiamento/gestão conjuntos nas zonas fronteiriças o que poderá contribuir para redefinição de centralidades ibéricas e reforço da coesão social e económica da Península.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7972950207494457409-35530446665725781?l=adconfessionem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AdConfessionem/~3/Lcu4XOMIm2I/bandeirada-de-valenca-uma-oportunidade.html</link><author>noreply@blogger.com (JM)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_ax19iLWtoSw/S7sTaTwEXEI/AAAAAAAAAtI/CkRRX0h4gL0/s72-c/485x400.gif" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://adconfessionem.blogspot.com/2010/04/bandeirada-de-valenca-uma-oportunidade.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7972950207494457409.post-4666763680331412728</guid><pubDate>Mon, 05 Apr 2010 15:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-05T23:48:56.623+08:00</atom:updated><title>One of These Things is Not Like the Others</title><description>(via &lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; border-collapse: collapse; color: rgb(102, 102, 102); "&gt;&lt;span class="entry-source-title-parent"&gt;&lt;a class="entry-source-title" target="_blank" href="http://www.google.com/reader/view/feed/http%3A%2F%2Feconomistsview.typepad.com%2Feconomistsview%2Fatom.xml" style="color: rgb(34, 68, 187); text-decoration: none; "&gt;Economist's View&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;span class="entry-author-parent"&gt;by &lt;span class="entry-author-name"&gt;Mark Thoma)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;a href="http://economistsview.typepad.com/.a/6a00d83451b33869e20133ec39cc71970b-popup" style="display:inline;text-decoration:none"&gt;&lt;img alt="Recessions" src="http://economistsview.typepad.com/.a/6a00d83451b33869e20133ec39cc71970b-500wi" style="border:0px solid #b9b9b9;width:475px" title="Recessions" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: -webkit-xxx-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/EconomistsView/~4/W-dM7kROw2U" height="1" width="1" /&gt;"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7972950207494457409-4666763680331412728?l=adconfessionem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AdConfessionem/~3/sCTvzMa1KOA/one-of-these-things-is-not-like-others.html</link><author>noreply@blogger.com (JM)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://adconfessionem.blogspot.com/2010/04/one-of-these-things-is-not-like-others.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7972950207494457409.post-264937499388694859</guid><pubDate>Wed, 17 Mar 2010 18:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-18T02:34:42.457+08:00</atom:updated><title>Em nome do processo democrático.</title><description>&lt;span class="Apple-style-span"   style="  color: rgb(51, 51, 51); font-family:'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif;font-size:11px;"&gt;&lt;h3 class="UIIntentionalStory_Message" ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:&amp;quot;msg&amp;quot;}"  style="text-align: justify; color: rgb(51, 51, 51); margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-weight: normal; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; font-size:13px;"&gt;&lt;span class="UIStory_Message"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;O programa de privatizações proposto e outras "&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://dn.sapo.pt/bolsa/interior.aspx?content_id=1520911"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;medidas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;" justificam um Congresso Extraordinário. Ou se mudam as bases programáticas do Partido ou se contesta as propostas do Ministro das Finanças. Se não é possível nem cumprir o programa de Governo nem cumprir as bases programáticas do Partido que o suporta, então justi&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="text_exposed_show" style="display: inline; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;fica-se sair da governação. Ou então reduzimos a democracia a mero projecto de conquista e manutenção factual e pragmática de poder. É legítimo que assim seja - mas tal tem que ser devidamente legitimado. E essa discussão não existiu em nenhum órgão do PS.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7972950207494457409-264937499388694859?l=adconfessionem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AdConfessionem/~3/vdpJMaZrcdo/em-nome-do-processo-democratico.html</link><author>noreply@blogger.com (JM)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://adconfessionem.blogspot.com/2010/03/em-nome-do-processo-democratico.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7972950207494457409.post-5725278288992906532</guid><pubDate>Mon, 11 Jan 2010 14:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-11T22:30:23.142+08:00</atom:updated><title>O quadrilema da escolha real</title><description>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; color: rgb(51, 51, 0); "&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 8px; margin-left: 10px; color: rgb(51, 51, 51); font-size: 13px; font-weight: normal; text-align: justify; "&gt;Nunca fui entusiasta do político Manuel Alegre. Votei Mário Soares nas últimas Presidenciais. Sou agora confrontado com um complexo panorama político que impõe escolhas claras. Este é o ano das Presidenciais. É o ano da reconfiguração dos dois grandes blocos ideológicos. É o ano das escolhas que determinarão a próxima década e a forma como a sociedade portuguesa se estrutura para responder aos permanentes desafios que o seu contexto de desenvolvimento suscita (não são novos nem velhos, nem mais nem menos, são o que são e têm que ser).&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 8px; margin-left: 10px; color: rgb(51, 51, 51); font-size: 13px; font-weight: normal; text-align: justify; "&gt;Manuel Alegre é o candidato da esquerda – é incontornável. Qualquer outra candidatura à esquerda seria táctica e, como tal, oportunista e irresponsável. Nem qualifico hipóteses de candidatura que, apesar de contarem com eventuais apoios de sectores da direcção nacional do PS, nunca seriam de esquerda. A nossa República tem feito escolhas interessantes e, reconhecidamente, há sempre uma encarnação do ser português nos nossos Presidentes. Os traços que predominam, num ou noutro Presidente, são, sobretudo, as nossas características menos conseguidas ou os nossos complexos mais evidentes. Mas reconhece-se sempre uma legítima encarnação das nossas insuficiências numa projectada figura semi-paternal. Isso e um país dorido provocam sempre desvios monárquicos – e, não raras vezes, o PR é tratado, e sentido, como Rei.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 8px; margin-left: 10px; color: rgb(51, 51, 51); font-size: 13px; font-weight: normal; text-align: justify; "&gt;É este o meu quadrilema: o reconhecimento do necessário e histórico carácter conservador de um Presidente em Portugal (com maior ou menor aparência de progressismo); a acusação permanente que fiz a Manuel Alegre de conservadorismo mascarado de patriotismo, todavia encarnando os «valores» portugueses - e o que eu detesto estas ligações em razão da nacionalidade; a inexistência de alternativas (que mesmo existindo, para corresponder aos meus anseios, nunca seria vencedor); e a necessidade imperiosa de reconfigurar a esquerda portuguesa recentrando o PS mais à esquerda e absorvendo o que de bom possa ter o BE em novas gerações de dirigentes socialistas.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 8px; margin-left: 10px; color: rgb(51, 51, 51); font-size: 13px; font-weight: normal; text-align: justify; "&gt;É neste contexto que um apoio a um candidato presidencial (eventual) deve transcender a própria relação estabelecida entre o apoiante e o apoiado (afectiva, ideológica, pessoal, política, etc..) e fundar-se em opções que protagonizem o aprofundamento de uma visão ideológica da sociedade.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 8px; margin-left: 10px; color: rgb(51, 51, 51); font-size: 13px; font-weight: normal; text-align: justify; "&gt;Nesse sentido, e também porque estive na &lt;a href="http://adconfessionem.blogspot.com/2008/12/eu-fui.html" style="color: rgb(153, 0, 0); text-decoration: underline; font-weight: bold; font-size: 12px; padding-top: 2px; padding-right: 4px; padding-bottom: 2px; padding-left: 4px; "&gt;Aula Magna em Dezembro de 2008&lt;/a&gt;, se Alegre avançar, serei seu apoiante e pugnarei para que o PS o apoie sem reserva mental.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7972950207494457409-5725278288992906532?l=adconfessionem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AdConfessionem/~3/o9f-CO3IOm4/o-quadrilema-da-escolha-real.html</link><author>noreply@blogger.com (JM)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://adconfessionem.blogspot.com/2010/01/o-quadrilema-da-escolha-real.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7972950207494457409.post-6377252414827989394</guid><pubDate>Thu, 07 Jan 2010 17:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-08T01:08:48.942+08:00</atom:updated><title>For the record</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ax19iLWtoSw/S0YTotODBdI/AAAAAAAAAs4/7NRw1xiugeo/s1600-h/6a00d83451c45669e20120a7a8552a970b-500wi.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 296px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ax19iLWtoSw/S0YTotODBdI/AAAAAAAAAs4/7NRw1xiugeo/s400/6a00d83451c45669e20120a7a8552a970b-500wi.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5424044391268550098" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a href="http://andrewsullivan.theatlantic.com/the_daily_dish/2010/01/for-the-record.html"&gt;Aqui&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7972950207494457409-6377252414827989394?l=adconfessionem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AdConfessionem/~3/lH12ebMc6EI/for-record.html</link><author>noreply@blogger.com (JM)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_ax19iLWtoSw/S0YTotODBdI/AAAAAAAAAs4/7NRw1xiugeo/s72-c/6a00d83451c45669e20120a7a8552a970b-500wi.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://adconfessionem.blogspot.com/2010/01/for-record.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7972950207494457409.post-5158415120283236259</guid><pubDate>Fri, 11 Dec 2009 19:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-12T03:24:27.844+08:00</atom:updated><title>O país das coincidências.</title><description>Casamento entre pessoas do mesmo sexo, visita papal, estandartes vermelhos com menino Jesus, Prémio Pessoa 2009...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7972950207494457409-5158415120283236259?l=adconfessionem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AdConfessionem/~3/9Y87j3dKqJA/o-pais-das-coincidencias.html</link><author>noreply@blogger.com (JM)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://adconfessionem.blogspot.com/2009/12/o-pais-das-coincidencias.html</feedburner:origLink></item></channel></rss>

