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	<title>Adventure Zone</title>
	
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	<description>Seu site de aventuras, viagens, bike e montanhismo!</description>
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		<title>Roberta Borsari é a primeira brasileira a surfar de SUP em Galápagos</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 18:32:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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<p>A pioneira chega ao arquipélago equatoriano com o<strong> Stand Up Paddle</strong> e abre portas para a regulamentação do esporte nas ilhas</p>
<p><strong>Roberta Borsari </strong>é a primeira brasileira a surfar nas ondas do arquipélago de Galápagos, no Equador, em um <strong>Stand Up Paddle</strong> (SUP) no início do ano. A conquista foi grande, pois o local é conhecido pelas fortes ondas. “O surfe com SUP nas ilhas foi um desafio para mim, pois é o fundo é de pedra, as ondas correm rápidas e próximas às rochas. Fui com a intenção de evoluir a minha performance, surfei lá a minha maior onda até o momento e voltei muito satisfeita”, comenta Roberta.</p>
<div id="attachment_6232" class="wp-caption aligncenter" style="width: 710px"><img class="size-full wp-image-6232" title="11" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/11.jpg" alt="" width="700" height="522" /><p class="wp-caption-text">Roberta Borsari em Galápagos</p></div>
<p>Na viagem, a atleta remou ao lado de incríveis paisagens em suas travessias de SUP, que chegaram a 20 quilômetros de distância. Tubarões, tartarugas e leões marinhos foram alguns dos companheiros encontrados durante essas grandes remadas nesse cenário paradisíaco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com a visita às ilhas, a atleta também impulsionou a prática do esporte nas praias do <strong>Parque Nacional de Galápagos</strong> abrindo as negociações para regulamentação do SUP no local. “O Parque Nacional de Galápagos é referência mundial em preservação e é importante que todos os visitantes estejam informados sobre as regras de visitação de cada local e a prática esportiva”, ressalta Borsari.</p>
<div id="attachment_6233" class="wp-caption aligncenter" style="width: 710px"><img class="size-full wp-image-6233" title="13" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/13.jpg" alt="" width="700" height="425" /><p class="wp-caption-text">Roberta Borsari é a primeira brasileira a surfar de SUP em Galápagos</p></div>
<p>Em contato direto com a diretoria, Roberta propôs ações e colabora com informações sobre o Stand Up para que haja a possibilidade de todos os praticantes conhecerem as águas da região. Roberta explica: “como o SUP é um esporte novo por lá, ele está enquadrado dentro das regras do caiaque, mas a ideia é fazer uma regulamentação própria”.</p>
<p>Galápagos é um complexo de ilhas vulcânicas localizado no Oceano Pacífico, a mil quilômetros da costa do Equador, que é reconhecido por sua rica fauna com espécies endêmicas. O local também é famoso por ter sido utilizado como fonte de pesquisa para o estudo da evolução das espécies pelo naturalista Charles Darwin. Ainda hoje é considerado um dos maiores exemplos da teoria evolucionista das espécies por sua grande gama de animais únicos.</p>
<p>“Saí de Galápagos muito satisfeita. Evolui meu surfe, contribuí para a normatização do esporte no Parque e ainda fiz os treinamentos para o projeto SUPtravessias ”, ressalta Borsari. O projeto SUPtravessias da aventureira tem o objetivo apresentar as ilhas do litoral norte paulista e suas histórias e a rotina das comunidades locais.</p>
<div id="attachment_6234" class="wp-caption aligncenter" style="width: 710px"><img class="size-full wp-image-6234" title="7" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/7.jpg" alt="" width="700" height="522" /><p class="wp-caption-text">Roberta Borsari </p></div>
<p><strong>Roberta Borsari</strong> alcança mais essa conquista após um 2011 cheio de grandes realizações em que se destacam o seu 5º lugar no ranking sul-americano de kayaksurf na categoria masculina, quarto lugar no Festival de Santa Cruz, na Califórnia – EUA, em condições pós-tsunami e ser a primeira mulher a surfar a pororoca de caiaque no rio Araguari, no Amapá.</p>
<p>Mais informações sobre o esporte e a atleta podem ser obtidas em www.robertaborsari.com e www.suptravessias.com.br.</p>
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		<title>Floresta da Tijuca – História</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 09:20:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elque Silva</dc:creator>
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<p>Muitos já ouviram falar na Floresta da Tijuca, mas poucos a conhecem. Ela é a terceira maior área verde urbana do Brasil e fazia parte de diversas fazendas de café que existiam no Rio de Janeiro. Na época do segundo reinado ocorreu um grande reflorestamento, ordenado por D Pedro II, iniciativa pioneira na América Latina, pois foi constatado que as fazendas de café estavam acabando com a água potável da cidade, que na época era a capital do império. Houve uma enorme desapropriação desde 1854 de diversos sítios, terrenos e fazendas aonde as nascentes dos rios estavam.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6179" title="Floresta da Tijuca década de 20" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Floresta-da-Tijuca-década-de-20.jpg" alt="" width="450" height="336" /></p>
<p>Esse trabalho, muito bem planejado, foi confiado ao barão Archer, que com alguns escravos começou o reflorestamento em 1861. Durante 13 anos de trabalho duro foram plantadas milhares de mudas de espécies nativas da Mata Atlântica, dentre as mudas algumas espécies exóticas foram inseridas na floresta o que causou alguns problemas, pois elas acabaram prejudicando a flora nativa. Um bom exemplo disso são as jaqueiras, que hoje são consideradas pragas. Sua fauna, com o reflorestamento, também ficou muito variada. É perfeito para se apreciar diversos pássaros, répteis, insetos e mamíferos.</p>
<p>A Floresta da Tijuca possui recantos e atrativos históricos que merecem ser visitados, como: a Cascatinha, a Capela Mayrink, o Mirante Excelsior, o Barracão, a Gruta Paulo e Virgínia, o Lago das Fadas, a Vista Chinesa e o Açude da Solidão. Ela se tornou área de recreação e de esportes dos moradores, com suas diversas áreas de lazer, grutas, cachoeiras, montanhas, locais para ciclismo, corrida e vias de escalada. Suas trilhas e vias são muito conhecidas.</p>
<p>Hoje a floresta faz parte do Parque Nacional da Tijuca (PNT) que engloba diversas áreas verdes da cidade do Rio. O PNT foi criado em 1961 e é o parque nacional mais visitado do Brasil.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6180" title="parque-nacional-tijuca" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/parque-nacional-tijuca-2.jpg" alt="" width="450" height="336" /></p>
<p>Todo o parque é um ponto de encontro de montanhista. Suas trilhas e vias tem diversas variantes, desde super fáceis a sinistramente pesadas. Todas as empresas de turismos (trilhas, city tour e jepp tour) estão todo fim de semana nos pontos turísticos principais.<br />
Quem é o do Rio ou virá, eu recomendo conhecer, pelo menos, uma das áreas.  O Parque funciona diariamente das 8h as 17h, e até as 18h no verão. A sede tá localizada na Estrada da Cascatinha, 850 &#8211; Alto da Boa Vista &#8211; RJ</p>
<p>Mais informações acessem o site: <a href="http://www.parquedatijuca.com.br"target="_blank" title="este link abre uma nova janela">PARQUE NACIONAL DA TIJUCA</a></p>
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		<title>Dando uma banda pelo sul</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 11:39:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eliseu Frechou</dc:creator>
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<div id="attachment_6205" class="wp-caption aligncenter" style="width: 500px"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/dando-uma-banda-pelo-sul/dsc_8783" rel="attachment wp-att-6205"><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/DSC_8783.jpg" alt="" width="490" height="735" class="size-full wp-image-6205" /></a><p class="wp-caption-text">Artur numa das trilhas em El Bosón</p></div>
<p>Em setembro passado, numa das pedaladas pela Mantiqueira com o Vitor e o Artur, tivemos a idéia de este ano irmos pedalar na Patagônia. Planejávamos uns dias na região de Bariloche (Argentina) e outros mais na região do Paine (Chile).<br />
A primeira parte foi excepcional, já na segunda, tivemos o azar de estarmos na região durante um mega incêncio que detonou grande parte do Parque Torres Del Paine e consequentemente fechou uma parte da área de visitação. Pois bem&#8230; aproveitamos mais tempo na Argentina e fizemos outros programas.</p>
<p>Para quem quer conhecer uma Patagônia mais “amigável” do que a região do Fitz Roy, Torres Del Paine ou Ushuaia, a porção norte é ideal. Bariloche é uma cidade turística com opções para todos os gostos. Dá para pedalar, caminhar, escalar, fazer rafting e o que mais você quiser nos meses de verão.</p>
<p>Em minha opinião, o melhor é sempre se munir das infos principais e depois descobrir os detalhes por conta própria, deixando tempo livre para descobertas, ao invés de ir para uma viagem com o programa todo preenchido com sugestões de outros.</p>
<p>Outra parada que fizemos foi El Bolsón, uma cidadezinha onde o turismo de montanha também é forte. Há caminhadas maravilhosas e alguns points de escalada que não conhecemos, mas que pelas fotos que vi, devem valer a pena. A dica em El Bolsón são as caminhadas nas montanhas que fazem divisa como Chile. Nesses rolês você pode contar com abrigos de montanha que na maior parte das vezes são equipados para receber montanhistas e então você pode dispensar a barraca. Muitos deles ou pelo menos parte de vários, você pode fazer de bicicleta. Fizemos o Cajón Del Azul e ficamos de queixo caído com  o point. Fiz um relato mais completo em meu blog da <a href="http://espn.estadao.com.br/eliseufrechou/post/235620_ROLES+PATAGONICOS+CAJON+DEL+AZUL">ESPN</a>.</p>
<div id="attachment_6210" class="wp-caption aligncenter" style="width: 500px"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/dando-uma-banda-pelo-sul/dsc_8794" rel="attachment wp-att-6210"><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/DSC_8794.jpg" alt="" width="490" height="327" class="size-full wp-image-6210" /></a><p class="wp-caption-text">Vitor e Artur atravessando o rio Azul em El Bolsón</p></div>
<p>Outra área na qual pedalamos foi San Martin de los Andes, mais ao norte de Bariloche. O lugar parece a Califórnia. Verdade. Até o cheiro lembra as florestas de pinheiros da Sierra Nevada. San Martin também é muito bem estruturada para atender ao turista. Pedalamos pouco pela cidade, mas a região de Quila Quina mereceu nossa atenção. Há um pedal de 27km que sai do Camping do Parque e termina no Lago Escondido, que é obrigatório. Quila Quina é um dos núcleos mais afastados do centro da cidade e é bem tranqüilo, e apesar de você ter que encarar cerca de 14km em estrada de terra (de poeira, na verdade) vale a pena.</p>
<p>Agradecemos à <a href="http://www.liofoods.com.br">Liofoods</a> que nos proporcionou as refeições liofilizadas, que são comida de verdade a um peso irreal, e ideais para os rolês.</p>
<div id="attachment_6220" class="wp-caption aligncenter" style="width: 500px"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/dando-uma-banda-pelo-sul/dsc_9091" rel="attachment wp-att-6220"><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/DSC_9091.jpg" alt="" width="490" height="327" class="size-full wp-image-6220" /></a><p class="wp-caption-text">Quila Quina em San Martin de los Andes</p></div>
<p><div id="attachment_6211" class="wp-caption aligncenter" style="width: 500px"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/dando-uma-banda-pelo-sul/dsc_9115" rel="attachment wp-att-6211"><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/DSC_9115.jpg" alt="" width="490" height="735" class="size-full wp-image-6211" /></a><p class="wp-caption-text">Não dá pra pedalar? Então empurra que a gente chega onde queremos.</p></div><br />
<a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/dando-uma-banda-pelo-sul/patrocinadores2011-2" rel="attachment wp-att-6212"><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/patrocinadores2011.jpg" alt="" width="490" height="187" class="aligncenter size-full wp-image-6212" /></a></p>
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		<title>Caminho de Santiago – check list</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 13:22:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deuter]]></category>
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		<category><![CDATA[Sea to Summit]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>
		<category><![CDATA[Caminho de Santiago]]></category>
		<category><![CDATA[check list]]></category>
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		<category><![CDATA[futura pro 34 sl]]></category>
		<category><![CDATA[geane derosso chu]]></category>

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		<description><![CDATA[Iniciei o Caminho de Santiago de Compostela em 18 de Maio de 2011, saindo de St. Jean Pied-de-Port, na França, em companhia da minha mãe. Percorremos cerca de 850km a... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/caminho-de-santiago-check-list">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p>Iniciei o <strong>Caminho de Santiago de Compostela </strong>em 18 de Maio de 2011, saindo de St. Jean Pied-de-Port, na França, em companhia da minha mãe. Percorremos cerca de 850km a pé (a medição das distâncias varia muito entre um guia e outro), passando por campos, montanhas e plantações, pequenas vilas e grandes cidades, com o clima variando entre sol escaldante, frio, vento e chuva. Tivemos sorte em termos sido muito bem orientadas quanto ao equipamento para a viagem, pois não sobrou nem faltou nada. Tudo foi bem escolhido, de acordo com a necessidade. Fizeram a diferença a leveza, impermeabilidade, praticidade, secagem rápida e conforto dos equipamentos, que, assim como nós, passaram por uma prova de fogo no Caminho.</p>
<div id="attachment_6190" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6190" title="Caminho de Santiago 2 - arq. Geane Derosso Chu" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Caminho-de-Santiago-2-arq.-Geane-Derosso-Chu.jpg" alt="" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">Caminho de Santiago - por Geane Derosso Chu</p></div>
<div id="attachment_6195" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6195" title="Caminho de Santiago 3 - arq. Geane Derosso Chu" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Caminho-de-Santiago-3-arq.-Geane-Derosso-Chu.jpg" alt="" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">Caminho de Santiago - por Geane Derosso Chu</p></div>
<p>Listamos abaixo tudo que havia nas mochilas, caso alguém precise de referências. O material coube com folga nas mochilas <strong>Deuter Futura Pro 34L</strong> que levamos, sobrando algum espaço para comida e extras que surgiram durante a viagem. Conhecemos peregrinos de todas as partes do mundo no nosso caminho, cada um com seu objetivo, seu modo de caminhar e seus costumes, mas todos especiais a ponto de sentirmos falta deles agora que estamos em casa. A chegada em<strong> Santiago de Compostela</strong> aconteceu em 14 de Junho, após 28 dias de caminhada.</p>
<div id="attachment_6192" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6192" title="Caminho de Santiago 4 - arq. Geane Derosso Chu" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Caminho-de-Santiago-4-arq.-Geane-Derosso-Chu1.jpg" alt="" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">Caminho de Santiago - por Geane Derosso Chu</p></div>
<div id="attachment_6193" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6193" title="Caminho de Santiago - arq. Geane Derosso Chu" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Caminho-de-Santiago-arq.-Geane-Derosso-Chu.jpg" alt="" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">Caminho de Santiago - por Geane Derosso Chu</p></div>
<div id="attachment_6194" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6194" title="Caminho de Santiago 5 - arq. Geane Derosso Chu" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Caminho-de-Santiago-5-arq.-Geane-Derosso-Chu.jpg" alt="" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">Caminho de Santiago - por Geane Derosso Chu</p></div>
<p>Foi maravilhoso saber que cumprimos nosso objetivo, mas a melhor parte foi perceber que a chegada era apenas uma parte da jornada, nem melhor nem pior, comparada a todas as experiências que vivemos durante o Caminho. Após alguns meses em casa já estamos com vontade de arrumar as mochilas e ir novamente, atravessar a Espanha de Leste a Oeste a pé! Por que não?</p>
<p>LISTA DE EQUIPAMENTOS<br />
•         Mochila Deuter Futura Pro 34L;<br />
•         3 camisetas de secagem rápida – manga curta;<br />
•         1 camiseta de secagem rápida – manga longa;<br />
•         1 calça/bermuda leve;<br />
•         1 calça leve;<br />
•         1 bermuda de lycra;<br />
•         1 segunda pele de caminhada;<br />
•         1 capa de chuva;<br />
•         Roupa íntima (5 peças de cada);<br />
•         4 pares de meias Lorpen (a marca faz muita diferença, pois não forma bolhas nos pés);<br />
•         1 saco de dormir Deuter Dreamlite 500;<br />
•         1 par de botas para caminhada (já amaciadas);<br />
•         1 par de chinelos;<br />
•         1 par de sandálias tipo papete;<br />
•         Câmera fotográfica;<br />
•         Canivete;<br />
•         Lanterna de cabeça;<br />
•         1 canga de praia;<br />
•         1 toalha de banho (de secagem rápida e leve);<br />
•         Material de higiene (em frascos pequenos);<br />
•         Sabão de roupas líquido;<br />
•         Alguns grampos para roupa (ou alfinetes de segurança);<br />
•         Bloco para anotações e caneta;<br />
•         Primeiros – socorros</p>
<p><a href="geane_iav@hotmail.com" target="_blank"><em>Por Geane Derosso Chu</em></a></p>
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		<title>Downhill na Estrada da Morte – Bolívia</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 10:03:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elque Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bike]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[bolivia]]></category>
		<category><![CDATA[carretera de la muerte]]></category>
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		<category><![CDATA[estrada da morte]]></category>
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<p>O nome Estrada da Morte é merecido. Estreita, de terra, com um precipício que termina na mata e paredão de pedra do lado oposto. Ela é considerada uma das estradas mais perigosas do mundo. Essa é a Yungas Road, que liga La Paz a Coroico, também conhecida como Estrada da Morte ou Carretera de la Muerte.</p>
<p>Em 1996 foi inaugurada uma nova estrada, mais segura e ampla. Por essa nova estrada passam a grande parte do tráfego boliviano, porém a estrada da morte é muito usada na época da colheita e escoamento da plantação de coca, em sua grande maioria feitas naquela região. Em boa parte do ano  a &#8220;carretera de la muerte&#8221; é amplamente usada pelos bikers e viajantes aventureiros.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5690" title="estrada da morte" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0470.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p>Downhill significa descida, ou seja, downhill de bike na estrada da morte, é descer uma das estradas mais perigosas do mundo em alta velocidade!! Adrenalina pura!!<br />
Esse passeio é um clássico para quem vai a La Paz. O trecho começa em La Cumbre (4.700m) e termina em Yolosa (1.185m). A empresa mais conhecida e recomendada em La Paz para esse passeio é a <a href="http://www.thedeathroad.com"target="_blank" title="este link abre uma nova janela">El Solario</a> &#8211; Calle Murillo 776, centro, La Paz &#8211; são dados 3 opções de bikes, simples, médias e profissionais.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5694" title="downhill" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0460.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p>Eu fiz a descida de carro, pois não sei andar de bicicleta (revelando segredos&#8230;kkkk)<br />
A descida divide-se em duas parte: uma no asfalto e a outra na parte antiga da estrada da morte de terra. A logística de apoio é muito boa: bicicletas reserva e até algumas peças simples.<br />
São em média 3 carros de apoio e 4 guias treinados que acompanham o grupo.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5695" title="primeira parte estrada da morte" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0452.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0467.jpg" alt="" title="segunda parte estrada da morte" width="640" height="480" class="aligncenter size-full wp-image-5699" /></p>
<p>A adrenalina, mesmo estando de carro, é incrível. Passar tão rente a um precipício, que não se vê o fundo, torcendo para que não venha um outro veículo em direção contrária.</p>
<p>São feitas várias paradas para fotos e explicações, pois cada trecho tem sua particularidade e o modo de pilotar a bike muda um pouco. </p>
<p>A mudança climática é impressionante, pois saímos no frio e ar rarefeito dos 4700m de atitude e terminamos no calor e altitude de 1.182m. Não damos valor ao ar que respiramos até ser muito difícil de tê-lo. Em La Paz até o fato de subir uma simples ladeira termina o fôlego e em Yolosa  parece nossa casa!</p>
<p><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0482.jpg" alt="" title="downhill" width="640" height="480" class="aligncenter size-full wp-image-5703" /></p>
<p>A Estrada da Morte é diferente, surpreendente e recarrega o nível de adrenalina. Quem faz o downhill com o El Solario ainda ganha uma camiseta que diz: &#8220;eu fiz isso e ainda estou vivo&#8221;.<br />
Mesmo tendo feito de carro dá para tirar onda! Eu indico que todos que forem a La Paz, façam o downhill da estrada da morte.</p>
<p><img src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/IMG_0531.jpg" alt="" title="camiseta el solario" width="640" height="480" class="aligncenter size-full wp-image-5704" /></p>
<p>Um pequeno vídeo feito de dentro do carro de apoio que acompanha as bikes.</p>
<p><center><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/IwNs-sMN4TM"frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
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		<title>Verão, chuvas e as trombas d’água…</title>
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		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/verao-chuvas-e-as-trombas-dagua#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 19:46:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Nery</dc:creator>
				<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>
		<category><![CDATA[cachoeira]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>
		<category><![CDATA[trombas d'água]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>

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		<description><![CDATA[Verão chegando e o pessoal entrando de férias da faculdade ou colégio e indo se aventurar por aí, quem sabe até curtir uma cachoeira ou um banho de rio em... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/verao-chuvas-e-as-trombas-dagua">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p style="text-align: justify;">Verão chegando e o pessoal entrando de férias da faculdade ou colégio e indo se aventurar por aí, quem sabe até curtir uma cachoeira ou um banho de rio em algum lugar legal deste nosso país&#8230; Legal, nada melhor que uma boa cachoeira! Só tenha cuidado porque a brincadeira pode ficar feia! Neste período do ano costumamos ter chuvas intensas que podem causar um fenômeno conhecido como &#8220;tromba d&#8217;água&#8221;, um rápido aumento do volume de água em um rio/cachoeira a ponto de tornar impossível se manter na água ou mesmo nas margens com segurança.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma vez eu estava com um grupo de amigos em uma cachoeira na Serra dos Órgãos quando começou a chuviscar e notamos um leve aumento no volume da cachoeira, como éramos experientes resolvemos abandonar o local o mais rápido possível, até por que estávamos com um grupo de adolescentes, um agravante para a situação caso fossemos pegos de surpresa. No caminho de volta encontramos com um grupo de jovens que estava indo para a cachoeira de onde saímos &#8211; e mesmo com a chuva eles insistiram e ir até lá. No dia seguinte ficamos sabendo por funcionários do PNSO que um dos rapazes deste grupo sofreu uma queda e fraturou uma perna (se não me engano), porém o resgate dos bombeiros não conseguiu chegar até eles durante a noite, justamente por que o nível do rio que cruza a trilha estava mais alto e com mais correnteza do que o fluxo normal, isso fez com que o resgate do acidentado só fosse feito por completo no dia seguinte&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Se o nível do rio estivesse normal o resgate poderia ter chegado até o grupo sem problemas, porém devido a chuva que atingia a serra os rios estavam muito acima dos seus níveis normais e isso dificultou a chegada. No dia seguinte todos estavam bem e foram resgatados, mas esse é um caso de sorte. Já ouvi muitos relatos de pessoas que não tiveram chances e foram arrastadas rio abaixo pela força da água&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Esse texto é um alerta para todos aqueles que pretendem curtir uma cachoeira ou rio agora nesse verão. Em caso de chuva, ainda que fraca, saia das margens do rio ou da cachoeira e busque abrigo em um ponto mais alto ou mesmo abandone o local e retorne. Lembre-se que não adianta nada deixar a cachoeira e esquecer que no meio do caminho existe um rio para ser cruzado. A regra é simples, saia e retorne tão logo a chuva comece, se houverem rios no meio do caminho passe por todos antes que o nível suba. Caso você se depare com algum rio onde o volume de água já subiu muito não tente atravessá-lo, busque abrigo em algum local alto e afastado das margens e aguarde a redução do volume de água para cruza-lo, se for o caso acione o resgate.</p>
<p style="text-align: justify;">Um grande problema que facilita os acidentes com trombas d&#8217;água é que em muitos casos a chuva não cai onde as pessoas estão, mas no alto da serra onde estão as nascentes dos rios a chuva pode estar caindo em grande volume, isso dificulta muito a prevenção para que é leigo e está ali brincando. Procure observar o tempo nas montanhas ao redor antes de ir para uma cachoeira ou rio e em caso de dúvidas é melhor adiar o passeio do que ser pego de surpresa, principalmente se de onde você estiver não for possível observar as montanhas ao redor (situação bem comum no caso das cachoeiras).</p>
<p>Fiquem com um exemplo do aumento da força da água no Rio Guandu&#8230;</p>
<p><center><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/7gI-V8rvjvA" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
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		<title>Panqueca Doce – Cozinha na Mochila</title>
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		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/panqueca-doce-cozinha-na-mochila#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 10:25:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elque Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outdoor Gourmet]]></category>
		<category><![CDATA[carol emboava]]></category>
		<category><![CDATA[cozinha na mochila]]></category>
		<category><![CDATA[cozinha outdoor]]></category>
		<category><![CDATA[panqueca]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais uma vez trazemos uma receita prática, rápida e deliciosa do Cozinha na Mochila, da aventureira Carol Emboava. Dessa vez apresentamos a receita de uma panqueca doce, perfeita para o... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/panqueca-doce-cozinha-na-mochila">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p>Mais uma vez trazemos uma receita prática, rápida e deliciosa do <a title="este link abre uma nova janela" href="http://www.cozinhanamochila.co.br" target="_blank"><strong>Cozinha na Mochila</strong></a>, da aventureira <strong>Carol Emboava</strong>.</p>
<p>Dessa vez apresentamos a receita de uma panqueca doce, perfeita para o café da manhã ou para o lanche, seja na trilha ou em casa.</p>
<h2>Post Cozinha na Mochila</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5724" title="panqueca-doce-2" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/panqueca-doce-2.gif" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p>Essa receita de panqueca não leva ovos e é muito prática para carregar por vários dias na mochila, já que os ingredientes secos ficam misturados e prontos num saquinho. No dia de preparar é só acrescentar água e óleo e fritar numa frigideira antiaderente. Além de ser muito saborosa.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5725" title="panqueca-doce-3" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/panqueca-doce-3.gif" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p>Em casa:<br />
4 colheres (sopa) de farinha de trigo<br />
2 colheres (sopa) de leite em pó<br />
2 colheres (sopa) de açúcar<br />
1 colher (café) de canela<br />
1 pitada de sal</p>
<p>Apenas misture todos os ingredientes e guarde num saquinho bem fechado.</p>
<p>Em campo:<br />
100 ml de água<br />
2 colheres (sopa) de óleo de canola</p>
<p>Numa caneca misture o conteúdo do saquinho com a água e o óleo. A massa fica com uma consistência de massa de bolo, cremosa. Despeje pequenas porções da massa até cobrir o fundo de uma frigideira antiaderente. Frite dos dois lados até que esteja ligeiramente dourada.<br />
Se preferir pode rechear com ingredientes de sua preferência, como doce de leite, granola, nutella, ioio-cream ou o que mais agradar seu paladar e a sua imaginação permitir. Coloque esses ingredientes nos práticos potinhos de kinder-ovo.</p>
<p>Veja também a versão da <a title="este link abre uma nova janela" href="http://www.cozinhanamochila.com.br/panqueca-salgada/" target="_blank"><strong>panqueca salgada aqui</strong></a>!</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5726" title="panqueca-doce-1" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/panqueca-doce-1.gif" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p>Rendimento: 4 panquecas</p>
<p>Boas aventuras e bom apetite!</p>
<p><em><strong>Quer conhecer mais receitas e dicas? Visite o site <a title="este link abre uma nova janela" href="http://www.cozinhanamochila.co.br" target="_blank">Cozinha na Mochila</a><a></a>.</strong></em></p>
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		<item>
		<title>Jambo! Kilimanjaro o primeiro desafio</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/AdventureZone/~3/6cgdZmkxFP0/jambo-kilimanjaro-o-primeiro-desafio</link>
		<comments>http://www.adventurezone.com.br/blog/jambo-kilimanjaro-o-primeiro-desafio#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 12:11:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deuter]]></category>
		<category><![CDATA[Escalada]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[7 cumes]]></category>
		<category><![CDATA[Ayesha Zangaro]]></category>
		<category><![CDATA[Kilimanjaro]]></category>
		<category><![CDATA[Uhuru Peak]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de sair de Moshi, a cidadezinha em que ficamos hospedados, eu estava bem animada para começar tudo logo. Não sabia o que esperar na verdade, mas sabia que ia ser bom…... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/jambo-kilimanjaro-o-primeiro-desafio">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p style="text-align: justify;">Depois de sair de Moshi, a cidadezinha em que ficamos hospedados, eu estava bem animada para começar tudo logo. Não sabia o que esperar na verdade, mas sabia que ia ser bom…</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6151" title="Ayesha Zangaro 6" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Ayesha-Zangaro-61.jpg" alt="" width="480" height="640" /></p>
<p style="text-align: justify;">No primeiro dia de caminhada passamos por plantações de milho e de batata e todos que passavam nos cumprimentavam com seu simpático “JAMBO”. Pouco antes de entrarmos na floresta original da região encontramos algumas crianças muito fofas (e bem sujinhas) correndo ali. Já o primeiro habitante original dessa nova vegetação foi o tão famoso macaco Colobus, que nos deu o prazer de sua presença logo depois, rs.</p>
<p style="text-align: justify;">Todo o caminho fomos ouvindo “pole pole”, uma expressão que é para andar devagar, calma. No fim do dia não aguentava mais ouvir isso, principalmente por causa de uma inesperada chuva perto do acampamento. Chegamos molhados, mas pelo menos chegamos. Com as barraquinhas montadas só tive que entrar e trocar de roupa no <strong>Sekimba Camp</strong>, à 2.800m. Caiu mais uma chuvinha mais tarde e depois saímos para ver o por do sol em um lugar um pouco mais para cima.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6152" title="Ayesha Zangaro  2" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Ayesha-Zangaro-2.jpg" alt="" width="479" height="640" /></p>
<p style="text-align: justify;">Acabei acordando até antes da hora por causa do desconforto dentro da barraca. Mais para frente notei que a pior coisa para mim era ir dormir; queria ficar o máximo de tempo acordada. Tomamos café na barraca refeitório, que estava enfeitada com as comidas muito bem feitas. Duffles fechados, mochilas arrumadas, últimos preparativos para sair. Menos de 5 minutos antes de começarmos a caminhada a Andrea, nossa guia, nos alcançou, ela tinha ficado para trás pra resolver um problema com a bagagem dela. O primeiro tempo do dia foi todo ocupado com as discussões sobre o que tinha acontecido, o que devia ser feito, etc, etc. A mala dela além de ter atrasado alguns dias para chegar, quando chegou a abriram e roubaram todo o equipamento de montanha!</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6153" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Ayesha-Zangaro-4.jpg" alt="" width="640" height="479" /></p>
<p style="text-align: justify;">Acordar no outro dia foi tão fácil quanto antes, sair da barraca era uma felicidade muito grande haha. Saímos rumo ao <strong>acampamento Mawenzi</strong>, à 4300m! Voltamos de uma caminhada de aclimatação e já fomos tomar chá. Um frio do inferno e ficamos na barraca refeitório mesmo e o resto de nós ficou conversando por ali. De filosofias a histórias de vida, demos muitas risadas juntos. Preciso falar que o céu visto daquela altitude é maravilhoso! Igualzinho ao do Brasil, em questão de constelações e tudo, mas acho que o céu mais lindo que já vi.</p>
<p style="text-align: justify;">Dia antes de atacar o cume (MEDO!). Na nossa frente o que nos esperava era uma planície enorme! O nosso ponto de referencia de onde passaríamos a noite era longe pra caramba! Muito sol, paramos de hora em hora para beber água e descansar. Foi uma manhã bem cansativa e minhas forças estavam se esvaindo quando chegamos ao tão esperado School Hut, à 4700m.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6155" title="Ayesha Zangaro 5" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Ayesha-Zangaro-5.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p style="text-align: justify;">As 6h da tarde todos abrindo seus sleepings, trocando de roupa, colocando segunda pele e todas as outras roupas que tínhamos para enfrentar o frio da madrugada… Já me deu a maior reviravolta na barriga só de ver o pessoal todo se arrumando e animado para sair!</p>
<p style="text-align: justify;">Demorei a cair no sono, em parte por causa da altitude, outra parte por conta da ansiedade… Afinal em pouquíssimas horas estaria saindo para o meu PRIMEIRO cume! Mas o cansaço dominou e apaguei totalmente!  Meus pais sairiam uma hora antes, para termos mais chance de estar na mesma hora no cume. Desliguei tão completamente do mundo de noite que não cheguei nem a ouvir eles saindo.</p>
<p style="text-align: justify;">Acordei uma hora depois, acho que eram 23h30’. Não estava com o menor estomago para tomar sopa, e tomei só duas tigelas com chá. O nervosismo estava chegando perto e o medo de andar de noite não estava ajudando. Lá fora só dava para ver algumas luzinhas bem ao longe e as sombras se mexendo… Cada segundo eu me convencia mais que aquilo era loucura. Mas quer saber, qual é a graça de não se arriscar? Acho que na montanha mais do que em qualquer outro lugar, seus sentimentos afloram muito mais fácil e tudo é muito mais emocionante. Vale muito mais a pena. Mas vou deixar essas reflexões e o que tirei dos meus monólogos noturnos para depois.</p>
<p style="text-align: justify;">Parávamos de hora em hora, para comer algum doce e descansar. Na primeira parada meus nervos já estavam em frangalhos, e minha visão embaçou. O que me ajudou ali foram as estrelas, aquele céu maravilhoso que se estendia como um tapete sobre nós, as estrelas se mostravam com tanta intensidade… e tentei me encher daquele brilho que elas mostravam, que para mim representava o número de pessoas que correm atrás de seus sonhos ou que acreditam em algo e só o que falta é acharem o caminho para encontrar o que procuram. Eu estava no meu caminho, não precisava me preocupar.</p>
<p style="text-align: justify;">O frio aumentava cada vez mais e a única imagem que vinha na minha cabeça era o cume, aquela plaquinha que indicava o tal <strong>Uhuru Peak</strong>. Mas não o cume realmente como ele é, e sim um lugar quente, agradável e protegido do vento, onde eu só me preocuparia com aproveitar o premio que a montanha estava me dando.</p>
<p style="text-align: justify;">Horas mais frias da madrugada here we come! Depois das quatro da manhã olhava de minuto em minuto para trás para ver se o sol estava nascendo. Minha tosse que me acompanhou desde o Brasil até o fim da viagem começou a me incomodar mais. O ritmo continuava o mesmo, mas fazia tempo que eu estava andando no automático, sem prestar muita atenção em nada. Sentia minhas pernas cansadas e uma dor no fundo da cabeça, como se o ar estivesse congelando tudo por dentro. Aliás, esse foi um dos meus problemas depois, como tinha emprestado meu gorro para a minha mãe, tive que usar meu buff como gorro e fiquei sem nada para cobrir a boca. Claro que podia ter pedido emprestado, mas nem me passou pela cabeça que era tão importante. A trilha passou a ficar mais acidentada, com muitas pedras e alguns degraus chatos de subir… Eu tentava já não levantar muito os pés para não fazer força e desisti do rest pace, adotado pelo resto do grupo, logo no começo, porque me dava muito frio.</p>
<p style="text-align: justify;">Chegamos ao<strong> Gilman’s Point</strong>, 5685m perto do amanhecer. Ali é o ponto onde muitos desistem por causa do frio e do cansaço. De um lado conseguimos ver o sol nascendo e do outro a cratera do vulcão começava a ser iluminada. Recomeçamos a andar o mais rápido possível para não ficarmos muito tempo parados. O sol devagarzinho dava o ar da sua graça, mas ainda tínhamos quase uma hora até o verdadeiro cume. A surpresa do ano para todos foi a neve que tinha lá em cima. Nos últimos anos as neves eternas do<strong> Kilimanjaro</strong> vinham derretendo e havia tempo que a cratera não ficava branca. Isso fez com que tudo lá em cima ficasse lindo! Muito mais bonito do que vi ultimamente em fotos. Mas por outro lado tivemos que passar em algumas partes cobertas de gelo. Eram partes pequenininhas, mas mesmo assim eu nunca tinha andado nessas condições e fiquei meio nervosa, o que não ajudou minhas pernas, que já estavam bambas de cansaço.</p>
<p style="text-align: justify;">Paramos em um lugar sem vento para tirar algumas fotos e continuamos a andar. Pensei que era mais perto, mas estava demorando tanto para chegar. Tudo bem, tudo bem, liguei o automático mais uma vez. Quando olhei para cima de novo faltavam mais ou menos 200m para a tão esperada plaquinha, rs. Meu cérebro se apressou em pensar com alguma racionalidade e me veio de novo aquele pensamento de o que eu estou fazendo aqui. Vim atrás dessa placa, num frio do inferno, depois de ter passado uma noite horrivelmente cansativa, o que estou fazendo aqui?</p>
<p style="text-align: justify;">Mas quer saber, valeu a pena. Vale a pena saber que sonhar é mais do que meio caminho andado para conseguir o se quer. Vale a pena conhecer os limites do corpo humano. Vale a pena acreditar em si mesmo. Vale a pena se arriscar para correr atrás dos seus sonhos, do que aprendi com uma pessoa maravilhosa, vale a pena ir atrás do seu Everest.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-6156" title="Ayesha Zangaro 3" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Ayesha-Zangaro-3.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p style="text-align: justify;">Às 7h30’ do dia 9 de Março de 2011 eu cheguei ao topo da África, ao <strong>Uhuru Peak</strong>, o Pico da Liberdade. Me tornei a brasileira mais jovem a atingir tal feito, e talvez uma das latino americanas mais novas também. Mas foi o que tanto falamos durante a expedição; o cume foi mais um presente, um prêmio extra para tudo o que ganhamos passando este tempo na montanha. Cada cume tem uma mensagem a passar, diferente para cada pessoa, quer ela chegue ao topo ou não. O esforço feito para chegar ali, a força demonstrada para buscar o que se quer é o que realmente chamo de obstáculos superados.</p>
<p>por <a href="ayeshazangaro@hotmail.com" target="_blank">Ayesha Zangaro</a></p>
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		<title>1º etapa de expedição na Ruta 40</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 08:38:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bike]]></category>
		<category><![CDATA[Escalada]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Cerro Penitentes]]></category>
		<category><![CDATA[Cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Jorge Kaiser]]></category>
		<category><![CDATA[Patagônia]]></category>
		<category><![CDATA[Ruta 40]]></category>

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<p>Os números impressionam e até assustam. Foram 23 dias, 1200km percorridos de bicicleta entre Mendoza e junin de Los Andes (na Patagônia), três montanhas escaladas, temperaturas que variaram de -18 a +42 graus. A travessia concluída no último dia , porém, representa &#8216;apenas&#8217; um terço do objetivo traçado pelo ciclista e montanhista <strong>Jorge Kaiser Junior</strong>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6133" title="1º etapa de expedição na Ruta 40 - 4" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/1º-etapa-de-expedição-na-Ruta-40-4.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p>O expedicionário pretende concluir, em mais duas expedições, o percurso completo da <strong>Ruta 40</strong> na Argentina &#8211; missão esta nunca antes realizada por um brasileiro. A mítica rodovia tem 5200km e cruza o pais entre La Quiaca e Cabo Virgens. Acompanhado somente de sua mountain bike com rodas 29 polegadas, Kaiser carregou cerca de 35kg de equipamentos, como barraca , fogareiro, acessórios de montanhismo, comida desidratada, etc. Além do planejamento e condicionamento físico em  dia, o atleta cita como fundamental. &#8220;<em>Tem que estar focado e saber lidar com a situação</em>&#8220;. afirma, lembrando que passou dias sem encontrar ninguém pelo caminho. O inesperado calor e vento forte surpreederam, mas nada se comparou aos transtornos causados pelos trechos da estrada onde era cascalhos &#8220;<em>Tive quatro pneus furados em um mesmo dia e meus bagageiros quebraram</em>&#8221; , observa.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6134" title="1º etapa de expedição na Ruta 40" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/1º-etapa-de-expedição-na-Ruta-401.jpg" alt="" width="480" height="640" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Tempestade impede a escalada do Lanin</strong></em></p>
<p>Logo na chegada  Mendoza, <strong>Jorge Kaiser</strong> realizou um trekking de aclimatação e escalou o Cerro Penitentes, que fica quase em frente ao Aconcágua e tem 4351m. No primeiro trecho de pedalad até San Carlos, encontrou dois americanos e um alemão, com quem seguiu durante os primeiros dias. Cerca de 700km depois, Kaiser alcançou Chos Malal, onde escalou o Cerro de la Virgen. Apos outros quatro dias de paisagens exuberantes, chegou a Junin de Los Andes para enfrentar o Vulcão Lanin. A montanha fica na divisa da Argentina com o Chile e possui 3776m.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6135" title="1º etapa de expedição na Ruta 40 - 2" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/1º-etapa-de-expedição-na-Ruta-40-2.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6136" title="1º etapa de expedição na Ruta 40 - 5" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/1º-etapa-de-expedição-na-Ruta-40-5.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6137" title="1º etapa de expedição na Ruta 40 - 3" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/1º-etapa-de-expedição-na-Ruta-40-3.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p>&#8221; P<em>eguei uma tempestade e fui obrigado a parar de subir com 2600m</em>&#8221; , conta. &#8220;<em>Correu tudo como planejado e agora é só preparar a próxima expedição</em>&#8221; , conclui.</p>
<p>Mais detalhes: <a href="http://ruta40debicleta.blogspot.com" target="_blank">ruta40debicleta.blogspot.com</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Corrida de Montanha La Mission – Geovane Rento</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 10:17:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corrida de Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Deuter]]></category>
		<category><![CDATA[Lorpen]]></category>
		<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[Sea to Summit]]></category>
		<category><![CDATA[Adventura]]></category>
		<category><![CDATA[Cordilheira dos Andes]]></category>
		<category><![CDATA[corrida de aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Corrida de Montanha La Mission]]></category>
		<category><![CDATA[deuter]]></category>
		<category><![CDATA[Geovane Rento]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; La Misión não é apenas uma corrida de montanha é uma experiência extraordinária de quatro dias e 3 três noites atravessando as florestas patagônicas onde é testada a força,... <span class="meta-more"><a href="http://www.adventurezone.com.br/blog/corrida-de-montanha-la-mission-geovane-rento">Continue lendo &#187;</a></span>]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>La Misión</strong> não é apenas uma corrida de montanha é uma experiência extraordinária de quatro dias e 3 três noites atravessando as florestas patagônicas onde é testada a força, estratégia, planejamento e autossuficiência dos atletas.</p>
<p>Em 2011 tem sua 7a. Edição disputada entre os dias 12 e 15 de dezembro por 160km de trilhas e caminhos na Cordilheira dos Andes, cruzando rios e riachos, subindo e descendo montanhas e contornando lagos.</p>
<p>A <strong><a href="http://www.adventura.com.br " target="_blank">Adventura</a></strong> aceitou o desafio e está patrocinando junto com a<strong> Deuter</strong>, <strong>Lorpen</strong> e <strong>Sea toSummit</strong> um atleta brasileiro: <strong>Geovane Rento</strong>.</p>
<div id="attachment_6112" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="size-full wp-image-6112" title="Giovane Rento - La Misión" src="http://www.adventurezone.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Giovane-Rento-La-Misión-.jpg" alt="" width="640" height="480" /><p class="wp-caption-text">Giovane com o material que vai usa na corrida</p></div>
<p>A largada já foi dada. Acompanhe Geovane PC a PC e vamos torcer por este atleta brasileiro! (<a href="http://lamisionrace.com.ar/inscripciones/ranking/index_result.php?menu=ficha&amp;sm=3&amp;sm2=973">http://lamisionrace.com.ar/inscripciones/ranking/index_result.php?menu=ficha&amp;sm=3&amp;sm2=973</a> )</p>
<p>Ao retornar vamos marcar um encontro na<strong> <a href="http://www.adventura.com.br" target="_blank">Adventura</a></strong> para conhecer um pouco das experiências vividas nesta grande jornada.</p>
<p><em>Equipe Adventura</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AdventureZone/~4/RYusIY3jilc" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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