<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3339473353441424887</id><updated>2026-04-11T04:16:54.602-03:00</updated><title type='text'>ADVOGADO ESPECIALIZADO EM DIREITO HOMOAFETIVO</title><subtitle type='html'>Este blog tem o propósito de orientar direitos relacionados à união estável homoafetiva, contrato de união estável homoafetiva, adoção por casais homoafetivos, partilha de bens, legislação e jurisprudência pátria e outros direitos que envolvem a relação de pessoas do mesmo sexo, seja por meio de demandas judiciais ou extrajudiciais. &#xa;O escritório conta com total privacidade, já que esta preparado para atender somente com horário pré-agendado e diretamente com o advogado.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Geraldo de Oliveira de Francisco Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14677443714838484147</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5YPoaK3wxpZ_WZ8OQZNwzErjx8otnHFP5Gd4ZBrYiumJMSULWJZjoBiUU3CLH5tW9dUUK73Y2rkler7J0-qV0uJYO8t4PJBixtMndsBJ48S9TpgZBmL6a3gz4BTKwSQ/s1600/*'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>49</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3339473353441424887.post-2224828366717038346</id><published>2013-06-06T21:39:00.004-03:00</published><updated>2013-06-06T21:39:44.951-03:00</updated><title type='text'>Cartórios de todo o País não podem mais se recusar a celebrar casamentos civis entre casais do mesmo sexo.</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: HelveticaNeueLTStd-Lt, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Cartórios de todo o País não podem mais se recusar a celebrar casamentos civis entre casais do mesmo sexo ou deixar de converter união estável homoafetiva em casamento, sob pena de serem acionados judicialmente. A mudança ocorre depois que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) publicou a Resolução n. 175, que proíbe as autoridades competentes a se recusarem a habilitar, celebrar casamento civil ou converter união estável em casamento entre pessoas de mesmo sexo. Vale lembrar que as atividades dos cartórios são fiscalizadas pelo Poder Judiciário.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: HelveticaNeueLTStd-Lt, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: HelveticaNeueLTStd-Lt, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Segundo o conselheiro do CNJ Guilherme Calmon, o cartório que descumprir a decisão poderá responder a processo administrativo. “Nesse caso, a pessoa deve levar o caso ao juiz corregedor da comarca responsável por aquele cartório, para que ele determine ao registrador a celebração do casamento”, explicou. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: HelveticaNeueLTStd-Lt, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Dependendo do estado, um órgão formado por desembargadores que têm competência para avaliar a decisão do juiz corregedor em âmbito administrativo pode rever a decisão. O cidadão ainda pode recorrer na esfera judicial, na vara de registros públicos, para que a decisão seja apreciada. O caso pode chegar ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e seguir até o Supremo Tribunal Federal (STF), para análise da constitucionalidade da decisão.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: HelveticaNeueLTStd-Lt, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 20px;&quot;&gt;
A Constituição Federal, em seu artigo 226, reconhece a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar e afirma que a lei deve facilitar sua conversão em casamento. Em 2011, quando o STF decidiu pela legalidade da união estável entre casais do mesmo sexo no Brasil, os direitos reservados a casais heterossexuais foram estendidos à parceria homossexual. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: HelveticaNeueLTStd-Lt, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 20px;&quot;&gt;
“A decisão do Supremo abriu, indiretamente, a possibilidade de conversão em casamento da união estável entre casais homoafetivos, mas o casamento entre homossexuais ainda não é consenso entre os magistrados”, ressalva o professor e especialista em Direito Civil e juiz do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJBA), Pablo Stolze.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: HelveticaNeueLTStd-Lt, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Diferenças&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;– Casamento e união estável geram diferentes direitos aos cidadãos. O casamento, por exemplo, muda o&amp;nbsp;&lt;em&gt;status&lt;/em&gt;&amp;nbsp;civil dos envolvidos – sejam eles solteiros, viúvos ou divorciados – para casados. Já a união estável não modifica o estado civil das pessoas, que seguem na nova condição com o&amp;nbsp;&lt;em&gt;status&lt;/em&gt;&amp;nbsp;civil anterior à união. Outro efeito que o casamento gera diz respeito à herança.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: HelveticaNeueLTStd-Lt, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Em caso de falecimento de um dos parceiros, em uma união estável, o outro membro não é considerado herdeiro necessário, como são os filhos, por exemplo. Já com o casamento, o cônjuge adquire esse direito automaticamente. Ainda em relação aos direitos patrimoniais, em uma união estável, os parceiros só passam a adquirir direito à divisão de bens após determinado período de convivência (aproximadamente cinco anos). No casamento, esse direito é imediato, ainda que o casamento tenha duração de horas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: HelveticaNeueLTStd-Lt, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Antes da publicação da Resolução CNJ n. 175, a conversão da união estável em casamento já vinha ocorrendo em algumas localidades. Segundo levantamento preliminar da Associação de Notários e Registradores do Brasil (Anoreg-BR), cerca de 1.200 casais do mesmo sexo registraram suas uniões nos principais cartórios de 13 capitais no último ano.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: HelveticaNeueLTStd-Lt, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: HelveticaNeueLTStd-Lt, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;em&gt;&lt;/em&gt;Fonte:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Agência CNJ de Notícias&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;www.geraldodeoliveira.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/feeds/2224828366717038346/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2013/06/cartorios-de-todo-o-pais-nao-podem-mais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/2224828366717038346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/2224828366717038346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2013/06/cartorios-de-todo-o-pais-nao-podem-mais.html' title='Cartórios de todo o País não podem mais se recusar a celebrar casamentos civis entre casais do mesmo sexo.'/><author><name>Geraldo de Oliveira de Francisco Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14677443714838484147</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5YPoaK3wxpZ_WZ8OQZNwzErjx8otnHFP5Gd4ZBrYiumJMSULWJZjoBiUU3CLH5tW9dUUK73Y2rkler7J0-qV0uJYO8t4PJBixtMndsBJ48S9TpgZBmL6a3gz4BTKwSQ/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3339473353441424887.post-6296287151380762395</id><published>2013-06-06T21:20:00.003-03:00</published><updated>2013-06-06T21:20:49.194-03:00</updated><title type='text'>Resolução do CFM nº 2.103/2013 - Normas éticas para utilização das técnicas de Reprodução Assistida</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;RESOLUÇÃO CFM Nº 2.013/2013&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;(Publicada no D.O.U. de 09 de maio de
2013, Seção I, p. 119)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;Adota as normas éticas para a utilização
das técnicas&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;de reprodução assistida, anexas à presente
resolução,&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;como dispositivo deontológico a ser
seguido pelos&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;médicos e revoga a Resolução CFM nº
1.957/10.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA, no uso das
atribuições conferidas pela Lei nº&amp;nbsp;3.268, de 30 de setembro de 1957,
alterada pela Lei nº 11.000, de 15 de dezembro de&amp;nbsp;2004, regulamentada pelo
Decreto nº 44.045, de 19 de julho de 1958, e Decreto n° 6.821,&amp;nbsp;de 14 de
abril de 2009, e CONSIDERANDO a importância da infertilidade humana como um
problema de saúde,&amp;nbsp;com implicações médicas e psicológicas, e a
legitimidade do anseio de superá-la;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;CONSIDERANDO que o avanço do conhecimento
científico já permite solucionar vários&amp;nbsp;casos de problemas de reprodução
humana;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;CONSIDERANDO que o pleno do Supremo
Tribunal Federal, na sessão de julgamento de&amp;nbsp;5.5.2011, reconheceu e
qualificou como entidade familiar a união estável homoafetiva&amp;nbsp;(ADI 4.277 e
ADPF 132);&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;CONSIDERANDO a necessidade de harmonizar o
uso destas técnicas com os princípios&amp;nbsp;da ética médica;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;CONSIDERANDO, finalmente, o decidido na
sessão plenária do Conselho Federal de&amp;nbsp;Medicina realizada em 16 de abril
de 2013, RESOLVE:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;Art. 1º Adotar as normas éticas para a
utilização das técnicas de reprodução assistida,&amp;nbsp;anexas à presente
resolução, como dispositivo deontológico a ser seguido pelos médicos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;Art. 2º Revoga-se a Resolução CFM nº
1.957/10, publicada no D.O.U. de 6 de janeiro de&amp;nbsp;2011, Seção I, p. 79, e
demais disposições em contrário.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;Art. 3º Esta resolução entra em vigor na
data de sua publicação.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;Brasília, 16 de abril de 2013.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;ROBERTO LUIZ D’AVILA HENRIQUE BATISTA E
SILVA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;Presidente Secretário-geralSGAS 915 Lote
72 | CEP: 70390-150 | Brasília-DF | FONE: (61) 3445 5900 | FAX: (61) 3346 0231|
http://www.portalmedico.org.br&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;NORMAS ÉTICAS PARA A UTILIZAÇÃO DAS
TÉCNICAS DE&amp;nbsp;REPRODUÇÃO ASSISTIDA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;I - PRINCÍPIOS GERAIS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;1 - As técnicas de reprodução assistida
(RA) têm o papel de auxiliar a resolução dos&amp;nbsp;problemas de reprodução
humana, facilitando o processo de procriação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;2 - As técnicas de RA podem ser utilizadas
desde que exista probabilidade efetiva de&amp;nbsp;sucesso e não se incorra em
risco grave de saúde para a paciente ou o possível&amp;nbsp;descendente, e a idade
máxima das candidatas à gestação de RA é de 50 anos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;3 - O consentimento informado será
obrigatório para todos os pacientes submetidos às&amp;nbsp;técnicas de reprodução
assistida. Os aspectos médicos envolvendo a totalidade das&amp;nbsp;circunstâncias
da aplicação de uma técnica de RA serão detalhadamente expostos, bem&amp;nbsp;como
os resultados obtidos naquela unidade de tratamento com a técnica proposta.
As&amp;nbsp;informações devem também atingir dados de caráter biológico, jurídico,
ético e&amp;nbsp;econômico. O documento de consentimento informado será elaborado
em formulário&amp;nbsp;especial e estará completo com a concordância, por escrito,
das pessoas a serem&amp;nbsp;submetidas às técnicas de reprodução assistida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;4 - As técnicas de RA não podem ser
aplicadas com a intenção de selecionar o sexo&amp;nbsp;(presença ou ausência de
cromossomo Y) ou qualquer outra característica biológica do&amp;nbsp;futuro filho,
exceto quando se trate de evitar doenças ligadas ao sexo do filho que venha
a&amp;nbsp;nascer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;5 - É proibida a fecundação de oócitos
humanos, com qualquer outra finalidade que não a&amp;nbsp;procriação humana.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;6 - O número máximo de oócitos e embriões
a serem transferidos para a receptora não&amp;nbsp;pode ser superior a quatro.
Quanto ao número de embriões a serem transferidos faz-se as&amp;nbsp;seguintes
recomendações: a) mulheres com até 35 anos: até 2 embriões; b) mulheres entre
36 e 39 anos: até 3 embriões; c) mulheres entre 40 e 50 anos: até 4 embriões;
d)&amp;nbsp;nas situações de doação de óvulos e embriões, considera-se a idade da
doadora no&amp;nbsp;momento da coleta dos óvulos.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;7 - Em caso de gravidez múltipla,
decorrente do uso de técnicas de RA, é proibida a&amp;nbsp;utilização de
procedimentos que visem a redução embrionária.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;II - PACIENTES DAS TÉCNICAS DE RA &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;1 - Todas as pessoas capazes, que tenham
solicitado o procedimento e cuja indicação&amp;nbsp;não se afaste dos limites desta
resolução, podem ser receptoras das técnicas de RA&amp;nbsp;desde que os
participantes estejam de inteiro acordo e devidamente esclarecidos sobre
a&amp;nbsp;mesma, de acordo com a legislação vigente.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;2 - É permitido o uso das técnicas de RA
para relacionamentos homoafetivos e pessoas&amp;nbsp;solteiras, respeitado o
direito da objeção de consciência do médico.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;III - REFERENTE ÀS CLÍNICAS, CENTROS OU
SERVIÇOS QUE APLICAM TÉCNICAS&amp;nbsp;DE RA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;As clínicas, centros ou serviços que
aplicam técnicas de RA são responsáveis pelo&amp;nbsp;controle de doenças
infectocontagiosas, coleta, manuseio, conservação, distribuição,&amp;nbsp;transferência
e descarte de material biológico humano para a paciente de técnicas de
RA,&amp;nbsp;devendo apresentar como requisitos mínimos:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;1 - um diretor técnico responsável por
todos os procedimentos médicos e laboratoriais&amp;nbsp;executados, que será,
obrigatoriamente, um médico registrado no Conselho Regional de&amp;nbsp;Medicina de
sua jurisdição;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;2 - um registro permanente (obtido por
meio de informações observadas ou relatadas por&amp;nbsp;fonte competente) das
gestações, nascimentos e malformações de fetos ou recém nascidos, provenientes
das diferentes técnicas de RA aplicadas na unidade em apreço,&amp;nbsp;bem como dos
procedimentos laboratoriais na manipulação de gametas e embriões;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;3 -
um registro permanente das provas diagnósticas a que é submetido o
material&amp;nbsp;biológico humano que será transferido aos pacientes das técnicas
de RA, com a&amp;nbsp;finalidade precípua de evitar a transmissão de doenças;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;4 - Os registros deverão estar disponíveis
para fiscalização dos Conselhos Regionais de&amp;nbsp;Medicina.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;IV - DOAÇÃO DE GAMETAS OU EMBRIÕES&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;1 - A doação nunca terá caráter lucrativo
ou comercial.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;2 - Os doadores não devem conhecer a
identidade dos receptores e vice-versa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;3 - A idade limite para a doação de
gametas é de 35 anos para a mulher e 50 anos para o&amp;nbsp;homem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;4 - Obrigatoriamente será mantido o sigilo
sobre a identidade dos doadores de gametas e&amp;nbsp;embriões, bem como dos
receptores. Em situações especiais, as informações sobre doadores, por
motivação médica, podem ser fornecidas exclusivamente para médicos,&amp;nbsp;resguardando-se
a identidade civil do doador.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;5 - As clínicas, centros ou serviços que
empregam a doação devem manter, de forma&amp;nbsp;permanente, um registro de dados
clínicos de caráter geral, características fenotípicas e&amp;nbsp;uma amostra de
material celular dos doadores, de acordo com a legislação vigente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;6 - Na região de localização da unidade, o
registro dos nascimentos evitará que um(a)&amp;nbsp;doador(a) tenha produzido mais
que duas gestações de crianças de sexos diferentes,&amp;nbsp;numa área de um milhão
de habitantes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;7 - A escolha dos doadores é de
responsabilidade da unidade. Dentro do possível, deverá&amp;nbsp;garantir que o
doador tenha a maior semelhança fenotípica e imunológica e a máxima&amp;nbsp;possibilidade
de compatibilidade com a receptora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;8 - Não será permitido ao médico
responsável pelas clínicas, unidades ou serviços, nem&amp;nbsp;aos integrantes da
equipe multidisciplinar que nelas prestam serviços, participarem como&amp;nbsp;doadores
nos programas de RA. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;9 - É permitida a doação voluntária de
gametas, bem como a situação identificada como&amp;nbsp;doação compartilhada de
oócitos em RA, onde doadora e receptora, participando como&amp;nbsp;portadoras de
problemas de reprodução, compartilham tanto do material biológico quanto&amp;nbsp;dos
custos financeiros que envolvem o procedimento de RA. A doadora tem
preferência&amp;nbsp;sobre o material biológico que será produzido.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;V - CRIOPRESERVAÇÃO DE GAMETAS OU EMBRIÕES&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;1 - As clínicas, centros ou serviços podem
criopreservar espermatozoides, óvulos e&amp;nbsp;embriões e tecidos gonádicos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;2 - O número total de embriões produzidos
em laboratório será comunicado aos&amp;nbsp;pacientes, para que decidam quantos
embriões serão transferidos a fresco, devendo os&amp;nbsp;excedentes, viáveis,
serem criopreservados.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;3 - No momento da criopreservação os
pacientes devem expressar sua vontade, por&amp;nbsp;escrito, quanto ao destino que
será dado aos embriões criopreservados, quer em caso de&amp;nbsp;divórcio, doenças
graves ou falecimento de um deles ou de ambos, e quando desejam&amp;nbsp;doá-los.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;4 - Os embriões criopreservados com mais
de 5 (cinco) anos poderão ser descartados se&amp;nbsp;esta for a vontade dos
pacientes, e não apenas para pesquisas de células-tronco,&amp;nbsp;conforme
previsto na Lei de Biossegurança.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;VI - DIAGNÓSTICO GENÉTICO PRÉ-IMPLANTAÇÃO
DE EMBRIÕES&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;1 - As técnicas de RA podem ser utilizadas
acopladas à seleção de embriões submetidos&amp;nbsp;a diagnóstico de alterações
genéticas causadoras de doenças.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;2 - As técnicas de RA também podem ser
utilizadas para tipagem do sistema HLA do&amp;nbsp;embrião, com o intuito de
seleção de embriões HLA-compatíveis com algum filho(a) do&amp;nbsp;casal já afetado
por doença, doença esta que tenha como modalidade de tratamento&amp;nbsp;efetivo o
transplante de células-tronco ou de órgãos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;3 - O tempo máximo de desenvolvimento de
embriões &quot;in vitro&quot; será de 14 dias. VII - SOBRE A GESTAÇÃO DE
SUBSTITUIÇÃO (DOAÇÃO TEMPORÁRIA DO ÚTERO)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;As clínicas, centros ou serviços de
reprodução humana podem usar técnicas de RA para&amp;nbsp;criarem a situação
identificada como gestação de substituição, desde que exista um&amp;nbsp;problema
médico que impeça ou contraindique a gestação na doadora genética ou em&amp;nbsp;caso
de união homoafetiva.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;1 - As doadoras temporárias do útero devem
pertencer à família de um dos parceiros num&amp;nbsp;parentesco consanguíneo até o
quarto grau (primeiro grau – mãe; segundo grau – irmã/avó; terceiro grau – tia;
quarto grau – prima), em todos os casos respeitada a idade&amp;nbsp;limite de até
50 anos.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;2 - A doação temporária do útero não
poderá ter caráter lucrativo ou comercial.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;3 - Nas clínicas de reprodução os
seguintes documentos e observações deverão constar&amp;nbsp;no prontuário do
paciente:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;- Termo de Consentimento Informado
assinado pelos pacientes (pais genéticos) e pela&amp;nbsp;doadora temporária do
útero, consignado. Obs.: gestação compartilhada entre&amp;nbsp;homoafetivos onde
não existe infertilidade;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;- relatório médico com o perfil
psicológico, atestando adequação clínica e emocional da&amp;nbsp;doadora temporária
do útero;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;- descrição pelo médico assistente,
pormenorizada e por escrito, dos aspectos médicos&amp;nbsp;envolvendo todas as
circunstâncias da aplicação de uma técnica de RA, com dados de&amp;nbsp;caráter
biológico, jurídico, ético e econômico, bem como os resultados obtidos
naquela&amp;nbsp;unidade de tratamento com a técnica proposta;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;- contrato entre os pacientes (pais
genéticos) e a doadora temporária do útero (que&amp;nbsp;recebeu o embrião em seu
útero e deu à luz), estabelecendo claramente a questão da&amp;nbsp;filiação da
criança;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;- os aspectos biopsicossociais envolvidos
no ciclo gravídico-puerperal;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;- os riscos inerentes à maternidade;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;- a impossibilidade de interrupção da
gravidez após iniciado o processo gestacional, salvo&amp;nbsp;em casos previstos em
lei ou autorizados judicialmente;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;- a garantia de tratamento e
acompanhamento médico, inclusive por equipes&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;multidisciplinares, se necessário, à mãe
que doará temporariamente o útero, até o&amp;nbsp;puerpério;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;- a garantia do registro civil da criança
pelos pacientes (pais genéticos), devendo esta&amp;nbsp;documentação ser
providenciada durante a gravidez;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;- se a doadora temporária do útero for
casada ou viver em união estável, deverá&amp;nbsp;apresentar, por escrito, a
aprovação do cônjuge ou companheiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;VIII - REPRODUÇÃO ASSISTIDA POST-MORTEM&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;É possível desde que haja autorização
prévia específica do(a) falecido(a) para o uso do&amp;nbsp;material biológico
criopreservado, de acordo com a legislação vigente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;IX - DISPOSIÇÃO FINAL&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;Casos de exceção, não previstos nesta
resolução, dependerão da autorização do&amp;nbsp;Conselho Regional de Medicina.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS DA RESOLUÇÃO CFM nº
2.013/13&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;No Brasil, até a presente data não há
legislação específica a respeito da reprodução assistida.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;Transitam no Congresso Nacional, há anos,
diversos projetos a respeito do assunto, mas nenhum&amp;nbsp;deles chegou a
termo.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;Considerando as dificuldades relativas ao
assunto, o Conselho Federal de Medicina produziu&amp;nbsp;uma resolução – Resolução
CFM nº 1.957/10 – orientadora dos médicos quanto às condutas a&amp;nbsp;serem
adotadas diante dos problemas decorrentes da prática da reprodução
assistida,&amp;nbsp;normatizando as condutas éticas a serem obedecidas no exercício
das técnicas de reprodução&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;assistida.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;A Resolução CFM nº 1.957/10 mostrou-se
satisfatória e eficaz, balizando o controle dos&amp;nbsp;processos de fertilização
assistida. No entanto, as mudanças sociais e a constante e rápida&amp;nbsp;evolução
científica nessa área tornaram necessária a sua revisão.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;Uma insistente e reiterada solicitação das
clínicas de fertilidade de todo o país foi a abordagem&amp;nbsp;sobre o descarte de
embriões congelados, alguns até com mais de 20 (vinte) anos, em abandono&amp;nbsp;e
entulhando os serviços. A comissão revisora observou que a Lei de Biossegurança
(Lei no&amp;nbsp;11.105/05), em seu artigo 5º, inciso II, já autorizava o descarte
de embriões congelados há 3 (três)&amp;nbsp;anos, contados a partir da data do
congelamento, para uso em pesquisas sobre células- tronco. A&amp;nbsp;proposta é
ampliar o prazo para 5 (cinco) anos, e não só para pesquisas sobre
células-tronco.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;Outros fatores motivadores foram a falta
de limite de idade para o uso das técnicas e o&amp;nbsp;excessivo número de
mulheres com baixa probabilidade de gravidez devido à idade, que&amp;nbsp;necessitam
a recepção de óvulos doados.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;Esses aspectos geraram dúvidas crescentes
oriundas dos Conselhos Regionais de Medicina,&amp;nbsp;provocando a necessidade de
atualizações.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;O somatório dos fatores acima citados foi
estudado pela comissão, em conjunto com&amp;nbsp;representantes da Sociedade
Brasileira de Reprodução Assistida, da Federação Brasileira das&amp;nbsp;Sociedades
de Ginecologia e Obstetrícia e da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana
e&amp;nbsp;Sociedade Brasileira de Genética Médica, sob a coordenação do
conselheiro federal José Hiran&amp;nbsp;da Silva Gallo.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;Esta é a visão da comissão formada, que
trazemos à consideração do plenário do Conselho&amp;nbsp;Federal de Medicina.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;Brasília-DF, 16 de abril de 2013.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;JOSÉ HIRAN DA SILVA GALLO&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt;&quot;&gt;Coordenador da Comissão de Revisão da
Resolução CFM nº 1.358/92 – Reprodução Assistida&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;www.geraldodeoliveira.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/feeds/6296287151380762395/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2013/06/resolucao-do-cfm-n-21032013-normas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/6296287151380762395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/6296287151380762395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2013/06/resolucao-do-cfm-n-21032013-normas.html' title='Resolução do CFM nº 2.103/2013 - Normas éticas para utilização das técnicas de Reprodução Assistida'/><author><name>Geraldo de Oliveira de Francisco Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14677443714838484147</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5YPoaK3wxpZ_WZ8OQZNwzErjx8otnHFP5Gd4ZBrYiumJMSULWJZjoBiUU3CLH5tW9dUUK73Y2rkler7J0-qV0uJYO8t4PJBixtMndsBJ48S9TpgZBmL6a3gz4BTKwSQ/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3339473353441424887.post-2223286544123541292</id><published>2012-08-28T18:40:00.002-03:00</published><updated>2012-08-30T20:28:48.943-03:00</updated><title type='text'>JUSTIÇA CONVERTE EM CASAMENTO UNIÃO ESTÁVEL ENTRE DOIS HOMENS</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;border-color: black -moz-use-text-color; border-style: solid none; border-width: 1pt medium; padding: 4pt 0cm;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;border: medium none; margin-bottom: 0.0001pt; padding: 0cm; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;border: 1pt none windowtext; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; padding: 0cm; text-transform: uppercase;&quot;&gt;8/07/2012&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-transform: uppercase;&quot;&gt;&amp;nbsp;-&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;border: 1pt none windowtext; padding: 0cm;&quot;&gt;JUSTIÇA CONVERTE EM CASAMENTO UNIÃO ESTÁVEL
ENTRE DOIS HOMENS&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 15.75pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 1pt none windowtext; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt; padding: 0cm;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O
juiz Frederico dos Santos Messias, da 4ª Vara Cível da Comarca de Santos,
homologou ontem (17) a conversão de união estável em casamento entre dois
homens.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Os requerentes protocolaram a
solicitação em que afirmavam viver em união estável. O Ministério
Público&amp;nbsp;manifestou-se quanto à impossibilidade de se deferir a conversão.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Segundo o juiz Frederico dos
Santos Messias,&amp;nbsp;“em que pese se tratar de procedimento de natureza
administrativa, está sob a condução de magistrado investido da função
jurisdicional, cabendo-lhe velar pela observância da legalidade no que toca aos
requisitos da habilitação”.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Na sentença, o magistrado
argumentou: “cabe relevar, por ser importante, que a entidade familiar formada
a partir de uma união homoafetiva sempre mereceu a proteção conferida pelo
artigo 226, &#39;caput&#39;, da Constituição Federal, mesmo antes das decisões
proferidas pelos Tribunais Superiores, na medida em que somente fizeram
reconhecer o preexistente caráter familiar do relacionamento homoafetivo”.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O magistrado afirmou ainda:
“...Por que tratar diferente os iguais? Sim, porque não vislumbro diferença
substancial entre relacionamentos formados por pessoas do mesmo sexo ou por
pessoas de sexos diferentes. Ofende o princípio da dignidade humana a decisão
judicial que se propõe omissa ao argumento da falta de lei. As relações
estáveis homoafetivas têm direito ao casamento e não se revela consentâneo com
o espírito da igualdade, impregnado no Texto Constitucional, impedir o
casamento baseado no amor”.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O juiz concluiu: “por fim,
anoto que estamos diante de uma nova geração, com valores e conceitos diversos
das gerações anteriores, que muitas das vezes oprimiam os relacionamentos
homoafetivos, cabendo-nos agora a função de nos educarmos e de educarmos nossos
filhos a aprender conviver com uma nova família, que em nada difere do modelo
até então conhecido, pois que todas são baseadas no princípio da afetividade”.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 15.75pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 1pt none windowtext; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt; padding: 0cm;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Comunicação
Social TJSP – SO (texto) /&amp;nbsp;AC (foto ilustrativa)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 15.75pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 1pt none windowtext; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt; padding: 0cm;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;mailto:imprensatj@tjsp.jus.br&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #900000; text-decoration: none;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;imprensatj@tjsp.jus.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;www.geraldodeoliveira.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/feeds/2223286544123541292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2012/08/justica-converte-em-casamento-uniao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/2223286544123541292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/2223286544123541292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2012/08/justica-converte-em-casamento-uniao.html' title='JUSTIÇA CONVERTE EM CASAMENTO UNIÃO ESTÁVEL ENTRE DOIS HOMENS'/><author><name>Geraldo de Oliveira de Francisco Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14677443714838484147</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5YPoaK3wxpZ_WZ8OQZNwzErjx8otnHFP5Gd4ZBrYiumJMSULWJZjoBiUU3CLH5tW9dUUK73Y2rkler7J0-qV0uJYO8t4PJBixtMndsBJ48S9TpgZBmL6a3gz4BTKwSQ/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3339473353441424887.post-5229755141846602702</id><published>2012-08-28T18:38:00.002-03:00</published><updated>2012-08-28T18:38:33.039-03:00</updated><title type='text'> JUSTIÇA AUTORIZA REGISTRO COM DUPLA MATERNIDADE</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;border-bottom: solid black 1.0pt; border-left: none; border-right: none; border-top: solid black 1.0pt; mso-border-bottom-alt: solid black .75pt; mso-border-top-alt: solid black .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 4.0pt 0cm 4.0pt 0cm;&quot;&gt;

&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;border: none; margin-bottom: 0.0001pt; padding: 0cm; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;border: 1pt none windowtext; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; padding: 0cm; text-transform: uppercase;&quot;&gt;29/05/2012&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; text-transform: uppercase;&quot;&gt;&amp;nbsp;-&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;border: none windowtext 1.0pt; mso-border-alt: none windowtext 0cm; padding: 0cm;&quot;&gt;JUSTIÇA AUTORIZA REGISTRO COM DUPLA
MATERNIDADE&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 1pt none windowtext; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt; padding: 0cm;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A
Justiça de Jacareí acolheu ontem (29) pedido de duas mulheres para que criança
gerada por fertilização&amp;nbsp;&lt;i&gt;in vitro&lt;/i&gt;&amp;nbsp;possa ser registrada com
“dupla maternidade”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 1pt none windowtext; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt; padding: 0cm;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;As
requerentes são casadas formalmente e se submeteram ao procedimento em que
coletaram os óvulos de ambas. Eles foram fertilizados por sêmen doado, sendo
então formados embriões viáveis, transferidos para o útero de uma delas. Os
embriões foram escolhidos pelos médicos em razão da maior viabilidade da
gravidez, pouco importando de qual das duas eram provenientes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 1pt none windowtext; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt; padding: 0cm;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Diante
da peculiaridade do caso, o oficial de Registro Civil e das Pessoas Naturais e
de Interdições e Tutelas de Jacareí consultou o juiz corregedor permanente da
comarca, Fernando Henrique Pinto, sobre a lavratura do registro de nascimento
da criança.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 1pt none windowtext; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt; padding: 0cm;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;De
acordo com o magistrado, havendo viabilidade jurídica da união estável e do
casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, e sendo comum o uso de técnicas de
reprodução assistida por casais heterossexuais, “nada impede – nem pode
impedir, sob pena de violação dos princípios constitucionais – que as
requerentes, civilmente casadas, tenham acesso e façam uso das mesmas técnicas
científicas, para gerar desejados descendentes”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 1pt none windowtext; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt; padding: 0cm;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Fernando
Henrique também menciona que outras decisões judiciais já reconheceram a “dupla
maternidade” e destaca que, se houver ineditismo no caso, seria o
reconhecimento originário pelo próprio Registro Civil das Pessoas Naturais, sem
a necessidade de processo de adoção. A decisão determina ainda a complementação
do registro de nascimento da criança, para fazer constar como mães, tanto a
mulher que a gerou quanto a mulher cônjuge da gestante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 1pt none windowtext; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt; padding: 0cm;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Comunicação
Social TJSP – CA (texto) / AC (foto ilustrativa)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border: 1pt none windowtext; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt; padding: 0cm;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;mailto:imprensatj@tjsp.jus.br&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #900000; text-decoration: none; text-underline: none;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;imprensatj@tjsp.jus.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;www.geraldodeoliveira.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/feeds/5229755141846602702/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2012/08/justica-autoriza-registro-com-dupla.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/5229755141846602702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/5229755141846602702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2012/08/justica-autoriza-registro-com-dupla.html' title=' JUSTIÇA AUTORIZA REGISTRO COM DUPLA MATERNIDADE'/><author><name>Geraldo de Oliveira de Francisco Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14677443714838484147</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5YPoaK3wxpZ_WZ8OQZNwzErjx8otnHFP5Gd4ZBrYiumJMSULWJZjoBiUU3CLH5tW9dUUK73Y2rkler7J0-qV0uJYO8t4PJBixtMndsBJ48S9TpgZBmL6a3gz4BTKwSQ/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3339473353441424887.post-4200055395040580576</id><published>2012-08-28T17:40:00.002-03:00</published><updated>2012-08-28T17:40:49.853-03:00</updated><title type='text'>Decisão do CRPS concede salário-maternidade para segurado em união homoafetiva</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;topoImpressaoNoticia&quot; style=&quot;background-color: #f9f7f7; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img alt=&quot;Previdência Social&quot; src=&quot;http://www.previdencia.gov.br/images/topo_nome_mps.gif&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id=&quot;noticia&quot; style=&quot;background-color: #f9f7f7; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.previdencia.gov.br/vejaNoticia.php?id=47415#&quot; style=&quot;color: #006666; font-weight: bold; text-decoration: none;&quot; title=&quot;BENEFÍCIOS: Decisão do CRPS concede salário-maternidade para segurado em união homoafetiva&quot;&gt;BENEFÍCIOS: Decisão do CRPS concede salário-maternidade para segurado em união homoafetiva&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;resumoNoticia&quot; style=&quot;color: #006699; font-size: 10px;&quot;&gt;
Segurado será informado por carta da decisão do CRPS&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;horaNoticia&quot; style=&quot;font-size: 11px;&quot;&gt;
28/08/2012 - 12:26:00&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;conteudoNoticia&quot; id=&quot;detalhe&quot; style=&quot;color: #006699; padding-left: 10px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;Da Redação (Brasília) - Uma decisão inédita, no âmbito da Previdência Social, marcou o julgamento da 1ª Câmara de Julgamentos do Conselho de Recursos da Previdência Social (CRPS), nesta terça-feira (28). Pela primeira vez, um homem que tem uma união homoafetiva e adotou uma criança terá direito ao salário-maternidade, concedido pelo CRPS. A decisão, unânime entre os conselheiros, foi baseada nas análises da Constituição Brasileira e do Estatuto da Criança e Adolescência (ECA), que garantem o direito da criança aos cuidados da família, e na concessão do benefício pelo INSS a uma segurada que também mantem união homoafetiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No pleito, o segurado, que mora no Rio Grande do Sul, argumentou que, perante a Constituição, todos são iguais e a não decisão favorável pelo benefício seria um caso de discriminação, por já ter sido favorável para a união entre duas mulheres. Ele participou do julgamento por videoconferência. &quot;Eu e meu companheiro queremos ter o mesmo direito de cuidar de nosso filho, assim como as duas mulheres tiveram. Além disso, os cuidados e atenção são um direito da criança, não meu ou do meu companheiro. Quem sabe com essa decisão outras crianças possam ter o mesmo direito.&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2008, o INSS concedeu o salário-maternidade para um pai solteiro. Neste mês, a Justiça de Campinas (SP) determinou a concessão da licença-maternidade a um pai solteiro, similar à licença-maternidade concedida à mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o presidente do CRPS, Manuel Dantas, o fato do segurado manter uma relação homoafetiva não interferiu no julgamento do caso. O que foi levado em conta é a concessão de salário-maternidade para um homem. A decisão, porém, vale apenas para o caso específico. Para que todos os homens tenham direito, o INSS teria que mudar as normas que regem a concessão do benefício. &quot;Enquanto as normas não forem alteradas, as pessoas precisarão entrar com recursos. Contudo, o CRPS, em suas decisões, reflete o pensamento da sociedade, já que é composto por ela. É uma oportunidade da Previdência Social avançar na legislação e se adequar aos anseios da sociedade&quot;, disse Manuel Dantas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a decisão do CRPS, o INSS deverá mandar uma carta comunicando a decisão ao segurado e a concessão do benefício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O salário-maternidade é devido às seguradas empregadas, trabalhadoras avulsas, empregadas domésticas, contribuintes individuais, facultativas e seguradas especiais, por ocasião do parto, inclusive o natimorto, aborto não criminoso, adoção ou guarda judicial para fins de adoção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Informações para a Imprensa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Silvia Pacheco&lt;br /&gt;(61) 2021-5109&lt;br /&gt;Ascom/MPS&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br class=&quot;Apple-interchange-newline&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;www.geraldodeoliveira.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/feeds/4200055395040580576/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2012/08/decisao-do-crps-concede-salario.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/4200055395040580576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/4200055395040580576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2012/08/decisao-do-crps-concede-salario.html' title='Decisão do CRPS concede salário-maternidade para segurado em união homoafetiva'/><author><name>Geraldo de Oliveira de Francisco Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14677443714838484147</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5YPoaK3wxpZ_WZ8OQZNwzErjx8otnHFP5Gd4ZBrYiumJMSULWJZjoBiUU3CLH5tW9dUUK73Y2rkler7J0-qV0uJYO8t4PJBixtMndsBJ48S9TpgZBmL6a3gz4BTKwSQ/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3339473353441424887.post-675632194842292950</id><published>2012-08-24T19:21:00.004-03:00</published><updated>2012-08-30T22:46:30.338-03:00</updated><title type='text'>União homoafetiva - Corregedoria do Espírito Santo define procedimento para casamentos homoafetivos</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3 id=&quot;chapeu&quot; style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #555555; font-family: Arial, sans-serif; font: inherit; margin: 0px 0px 5px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;b&gt;União homoafetiva -&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;letter-spacing: -0.05em;&quot;&gt;&lt;b&gt;Corregedoria do Espírito Santo define procedimento para casamentos homoafetivos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style=&quot;letter-spacing: -0.05em;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h2 id=&quot;titulo&quot; style=&quot;background-color: white; border: 0px; font-family: Arial, sans-serif; font: inherit; letter-spacing: -0.05em; margin: 0px 0px 30px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #999999; line-height: 18px;&quot;&gt;quinta-feira, 23/8/2012&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div id=&quot;texto&quot; style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font: inherit; line-height: 16pt; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin-bottom: 20px; margin-top: 20px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin-bottom: 20px; margin-top: 20px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin-bottom: 20px; margin-top: 20px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin-bottom: 20px; margin-top: 20px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin-bottom: 20px; margin-top: 20px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;No último dia 15, a Corregedoria Geral de Justiça do ES publicou o ofício-circular 52/12&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;(&lt;em style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;v. abaixo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;, que recomenda aos oficiais do registro civil o procedimento a ser seguido nos casos de habilitação para casamento de nubentes homoafetivos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin-bottom: 20px; margin-top: 20px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin-bottom: 20px; margin-top: 20px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;_______&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;
&lt;blockquote style=&quot;border: 0px; font-size: 16px; font: inherit; margin: 0px 0px 0px 30px; padding: 0px; quotes: none; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin-bottom: 20px; margin-top: 20px; padding: 0px; text-align: center; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Estado do Espírito Santo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Poder Judiciário&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Corregedoria Geral da Justiça&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin-bottom: 20px; margin-top: 20px; padding: 0px; text-align: center; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;OFÍCIO-CIRCULAR Nº 59/2012&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;border: 0px; font-size: 16px; font: inherit; margin: 0px 0px 0px 30px; padding: 0px; quotes: none; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;blockquote style=&quot;border: 0px; font-size: 16px; font: inherit; margin: 0px 0px 0px 30px; padding: 0px; quotes: none; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;blockquote style=&quot;border: 0px; font-size: 16px; font: inherit; margin: 0px 0px 0px 30px; padding: 0px; quotes: none; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;blockquote style=&quot;border: 0px; font-size: 16px; font: inherit; margin: 0px 0px 0px 30px; padding: 0px; quotes: none; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;blockquote style=&quot;border: 0px; font-size: 16px; font: inherit; margin: 0px 0px 0px 30px; padding: 0px; quotes: none; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;blockquote style=&quot;border: 0px; font-size: 16px; font: inherit; margin: 0px 0px 0px 30px; padding: 0px; quotes: none; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin-bottom: 20px; margin-top: 20px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;EMENTA&lt;/strong&gt;: Procedimento de habilitação para casamento de nubentes homoafetivos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin-bottom: 20px; margin-top: 20px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;O Excelentíssimo Senhor Desembargador CARLOS HENRIQUE RIOS DO AMARAL, Corregedor-Geral da Justiça do Estado do Espírito Santo, no exercício de suas atribuições legais, e&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin-bottom: 20px; margin-top: 20px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;CONSIDERANDO&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;ser a Corregedoria Geral da Justiça órgão de fiscalização, disciplina e orientação administrativa das atividades do foro extrajudicial;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin-bottom: 20px; margin-top: 20px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;CONSIDERANDO&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;as decisões exaradas pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento da ADPF e ADIN 4277, reconhecendo como entidade familiar a união entre pessoas do mesmo sexo;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin-bottom: 20px; margin-top: 20px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;CONSIDERANDO&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;o entendimento exarado pelo Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp 1183378;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin-bottom: 20px; margin-top: 20px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;RESOLVE&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin-bottom: 20px; margin-top: 20px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;RECOMENDAR&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;aos oficiais do registro civil de pessoas naturais que unifiquem o procedimento de habilitação para o casamento civil, nos termos da legislação aplicável aos casamentos heteroafetivos, sendo incabível qualquer distinção no procedimento em razão do sexo dos nubentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin-bottom: 20px; margin-top: 20px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Publique-se. Registra-se. Cumpra-se.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin-bottom: 20px; margin-top: 20px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;De Nova Venécia para Vitória/ES, 15 de agosto de 2012&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin-bottom: 20px; margin-top: 20px; padding: 0px; text-align: center; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border: 0px; font: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Desembargador Carçps Henrique Rios do Amaral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corregedor-Geral da Justiça&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
FONTE:&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI162454,71043-Corregedoria+do+ES+define+procedimento+de+habilitacao+para+casamentos&quot; style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; line-height: 16pt;&quot;&gt;http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI162454,71043-Corregedoria+do+ES+define+procedimento+de+habilitacao+para+casamentos&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 16pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;www.geraldodeoliveira.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/feeds/675632194842292950/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2012/08/uniao-homoafetiva-corregedoria-do.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/675632194842292950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/675632194842292950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2012/08/uniao-homoafetiva-corregedoria-do.html' title='União homoafetiva - Corregedoria do Espírito Santo define procedimento para casamentos homoafetivos'/><author><name>Geraldo de Oliveira de Francisco Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14677443714838484147</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5YPoaK3wxpZ_WZ8OQZNwzErjx8otnHFP5Gd4ZBrYiumJMSULWJZjoBiUU3CLH5tW9dUUK73Y2rkler7J0-qV0uJYO8t4PJBixtMndsBJ48S9TpgZBmL6a3gz4BTKwSQ/s1600/*'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3339473353441424887.post-2986297255769092490</id><published>2012-08-02T17:02:00.005-03:00</published><updated>2012-08-02T17:02:54.997-03:00</updated><title type='text'>Juiz homologa habilitação de casamento entre duas mulheres</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div id=&quot;titulo_noticia_ler&quot; style=&quot;background-color: white; color: #333333; float: left; line-height: 25px; width: 600px;&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;titulo_noticia_data&quot; style=&quot;float: left; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; padding-bottom: 20px; width: 300px;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span class=&quot;corpo_12_cinza&quot; id=&quot;tx1&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;Publicada em 02/08/2012&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id=&quot;titulo_noticia_acessos&quot; style=&quot;float: left; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; padding-bottom: 20px; text-align: right; width: 300px;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;corpo_12_vermelho&quot; style=&quot;color: #cc0000; font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;h3 style=&quot;color: #006699; margin: 0px; padding-bottom: 0px; padding-top: 10px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, Times New Roman, serif; font-size: large;&quot;&gt;Juiz homologa habilitação de casamento entre duas mulheres&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div id=&quot;texto_noticia_ler&quot; style=&quot;background-color: white; color: #333333; float: left; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 25px; padding-bottom: 10px; padding-top: 15px; text-align: justify; width: 600px;&quot;&gt;
&lt;span id=&quot;tx2&quot;&gt;O juiz Alexandre Guimarães Gavião Pinto, titular da Vara de Família, da Infância, da Juventude e do Idoso de Itaguaí, homologou a habilitação de um casamento homoafetivo firmado entre duas mulheres,&amp;nbsp;moradoras da cidade. A decisão foi proferida no dia 24 de julho e permite as duas contrair matrimônio pelo regime de comunhão universal de bens, de acordo com o pacto antenupcial já lavrado no Ofício de Notas de Itaguaí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o juiz, a matéria é polêmica, mas deve ser tratada sob o ponto de vista jurídico, a fim de assegurar garantias e prerrogativas legítimas previstas na Constituição Federal a uma minoria que ao longo da história da humanidade vem lutando pela conquista de direitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;“Inicialmente, mister se faz salientar que, a ainda polêmica, para certa parcela da sociedade, questão relacionada aos direitos civis homoafetivos, não pode, em hipótese alguma, ser analisada e dirimida sob a ótica religiosa ou meramente superficial, profundamente maculada por preconceitos milenares e posturas marcantemente discriminatórias, que não mais se sustentam num moderno Estado Democrático de Direito”, afirmou o juiz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Ele disse também que os direitos humanos fundamentais são definidos como direitos e garantias do ser humano, que tem como escopo o direito a sua dignidade, por meio da proteção contra o arbítrio do poder estatal e o estabelecimento de condições mínimas de vida e desenvolvimento da personalidade humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;“A questão da possibilidade do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo se relaciona intimamente, não só com os direitos fundamentais acima tratados, mas também com os próprios direitos humanos”, ressaltou o magistrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Na decisão, o juiz Alexandre Guimarães lembrou ainda que a ingerência do Estado na vida privada dos cidadãos é inconstitucional e desumana, “não podendo o direito ao casamento civil suportar restrições por parte do legislador ordinário, como já vem se posicionando, ainda que de maneira extremamente discreta, a jurisprudência pátria e os arestos dos tribunais superiores, o que inclui os &amp;nbsp;Colendos Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;De acordo com ele, as uniões homoafetivas se enquadram no conceito de família conjugal traçado na Constituição Federal. “O amor existente numa família composta por consortes do mesmo sexo é tão relevante quanto o amor evidenciado numa família de consortes de sexo diverso, almejando, da mesma forma, o casal homoafetivo uma comunhão plena de vida e de destinos livremente escolhidos e trilhados em conjunto, de forma pública e solidária, continua e duradoura, o que revela que o hodierno conceito de família se baseia no amor incondicional e no louvável afeto que, aliado à publicidade, durabilidade e continuidade da união estabelecida, independe de o casal ser de sexos diferentes ou idênticos, até porque as famílias legitimamente formadas não podem mais ficar à margem da sociedade, com a exclusão dos direitos e legítimas prerrogativas de seus membros”, destacou.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id=&quot;tx&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: TJRJ - Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro - 01/08/2012&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;www.geraldodeoliveira.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/feeds/2986297255769092490/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2012/08/juiz-homologa-habilitacao-de-casamento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/2986297255769092490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/2986297255769092490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2012/08/juiz-homologa-habilitacao-de-casamento.html' title='Juiz homologa habilitação de casamento entre duas mulheres'/><author><name>Geraldo de Oliveira de Francisco Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14677443714838484147</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5YPoaK3wxpZ_WZ8OQZNwzErjx8otnHFP5Gd4ZBrYiumJMSULWJZjoBiUU3CLH5tW9dUUK73Y2rkler7J0-qV0uJYO8t4PJBixtMndsBJ48S9TpgZBmL6a3gz4BTKwSQ/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3339473353441424887.post-7099439267588277365</id><published>2012-07-31T21:39:00.001-03:00</published><updated>2012-07-31T21:39:15.938-03:00</updated><title type='text'>TJ-SP sinaliza a juízes que união estável entre pessoas do mesmo sexo pode ser transformada em casamento</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;hd&quot;&gt;
      &lt;div class=&quot;categorias&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://blogs.estadao.com.br/roldao-arruda/categoria/direitos-civis/&quot; rel=&quot;category tag&quot; title=&quot;Ver todos os posts em Direitos Civis&quot;&gt;Direitos Civis&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://blogs.estadao.com.br/roldao-arruda/categoria/diversidade/&quot; rel=&quot;category tag&quot; title=&quot;Ver todos os posts em Diversidade&quot;&gt;Diversidade&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;data&quot;&gt;
31.maio.2012 23:20:13&lt;/div&gt;
&lt;h1&gt;
TJ-SP sinaliza a juízes que união estável entre pessoas do mesmo sexo pode ser transformada em casamento&lt;/h1&gt;
&lt;/div&gt;
O Conselho Superior da Magistratura do Tribunal de Justiça de 
São Paulo indicou,&amp;nbsp;nesta quinta-feira, 31, que os pedidos de conversão 
de união estável entre pessoas do mesmo sexo&amp;nbsp;devem&amp;nbsp;ser aceitos por 
juízes de primeira instância. A decisão foi tomada no julgamento de um 
recurso&amp;nbsp;apresentado pelo casal&amp;nbsp;Charles Bulhões e Cauê Ricarte, de Bauru,
 interior de São Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os dois vivem juntos, mas, ao tentarem a conversão de sua união&amp;nbsp;em 
casamento, foram barrados pelo juiz de primeira instância. 
Ele&amp;nbsp;recorreram e o Conselho, por unanimidade, reconheceu seu direito.&lt;br /&gt;

A decisão foi baseada&amp;nbsp;no acórdão do Supremo Tribunal Federal (STF), 
que, em maio de 2011 reconheceu a união estável entre pessoas do mesmo 
sexo. De acordo com explicações do advogado Paulo Iotti, que atuou na 
defesa do casal de Bauru, “o STF estendeu à união homoafetiva as mesmas 
regras e as mesmas consequências da união heteroafetiva previstas na 
Constituição e no Código Civil”. Uma dessas regras, continuou ele, é que
 as pessoas que vivem em união estável podem convertê-la em casamento.&lt;br /&gt;

“As regras foram estabelecidas de maneira clara”, acrescentou 
Iotti.&amp;nbsp;”O efeito vinculante é obrigatório. Por mais que um juiz de 
primeira instância discorde, não pode decidir em sentido contrário. 
Quando isso ocorrer, o casal pode apelar.”&lt;br /&gt;

O inteiro teor da decisão do Conselho ainda não foi divulgado. No 
encontro,&amp;nbsp;os desembargadores limitaram suas manifestações ao efeito 
vinculante da decisão do STF, referindo-se também a uma decisão adotada 
no Superior Tribunal de Justiça (STJ) na mesma direção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: http://blogs.estadao.com.br/roldao-arruda/tj-sp-sinaliza-a-juizes-que-uniao-estavel-entre-pessoas-do-mesmo-sexo-pode-ser-transformada-em-casamento/ &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;www.geraldodeoliveira.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/feeds/7099439267588277365/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2012/07/tj-sp-sinaliza-juizes-que-uniao-estavel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/7099439267588277365'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/7099439267588277365'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2012/07/tj-sp-sinaliza-juizes-que-uniao-estavel.html' title='TJ-SP sinaliza a juízes que união estável entre pessoas do mesmo sexo pode ser transformada em casamento'/><author><name>Geraldo de Oliveira de Francisco Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14677443714838484147</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5YPoaK3wxpZ_WZ8OQZNwzErjx8otnHFP5Gd4ZBrYiumJMSULWJZjoBiUU3CLH5tW9dUUK73Y2rkler7J0-qV0uJYO8t4PJBixtMndsBJ48S9TpgZBmL6a3gz4BTKwSQ/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3339473353441424887.post-3061589307314050010</id><published>2012-07-19T16:42:00.002-03:00</published><updated>2012-07-19T16:42:25.228-03:00</updated><title type='text'>União estável homoafetiva é convertida em casamento no RJ</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 22.5pt; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 18pt; letter-spacing: -0.6pt;&quot;&gt;União estável homoafetiva é convertida em casamento no RJ&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 16.0pt; margin-bottom: 15.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 15.0pt; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;A 8ª câmara Cível do TJ/RJ decidiu, por
unanimidade, converter em casamento a união estável homoafetiva de um casal que
vive junto há oito anos. O pedido de conversão, feito em outubro de 2011, foi
indeferido pelo juízo de Direito da vara de Registros Públicos da capital.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14.5pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 16.0pt; margin-bottom: 15.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 15.0pt; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;O relator do processo, desembargador Luiz Felipe
Francisco, afirmou que o ordenamento jurídico não veda expressamente o
casamento entre pessoas do mesmo sexo e que, &quot;portanto, ao se enxergar uma
vedação implícita ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, estar-se-ia
afrontando princípios consagrados na Constituição da República, quais sejam, os
da igualdade, da dignidade da pessoa humana e do pluralismo&quot;.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14.5pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 16.0pt; margin-bottom: 15.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 15.0pt; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;O desembargador acrescentou que, se a Constituição
Federal determina que seja facilitada a conversão da união estável em
casamento, e se o STF determinou que não fosse feita qualquer distinção entre
uniões hétero e homoafetivas, &quot;não há que se negar aos requerentes a
conversão da união estável em casamento, máxime porque consta dos autos a prova
de convivência contínua, estável e duradoura&quot;.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14.5pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 16.0pt; margin-bottom: 15.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 15.0pt; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&quot;Ressalte-se, por oportuno, que o Direito não
é estático, devendo caminhar com a evolução dos tempos, adaptando-se a uma nova
realidade que permita uma maior abrangência de conceitos, de forma a permitir
às gerações que nos sucederão conquistas dos mais puros e lídimos ideais&quot;,
concluiu Francisco.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14.5pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 16.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 22.5pt; margin-right: 11.25pt; margin-top: 0cm; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt; text-indent: -18.0pt; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Symbol; font-size: 10pt;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt; line-height: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;u&gt;&lt;span style=&quot;border: 1pt none windowtext; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; padding: 0cm;&quot;&gt;Processo&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;:
0007252-35.2012.8.19.0000&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14.5pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
FONTE: &lt;span style=&quot;color: black; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI154052,91041-Uniao+estavel+homoafetiva+e+convertida+em+casamento+no+RJ&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;www.geraldodeoliveira.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/feeds/3061589307314050010/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2012/07/uniao-estavel-homoafetiva-e-convertida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/3061589307314050010'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/3061589307314050010'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2012/07/uniao-estavel-homoafetiva-e-convertida.html' title='União estável homoafetiva é convertida em casamento no RJ'/><author><name>Geraldo de Oliveira de Francisco Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14677443714838484147</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5YPoaK3wxpZ_WZ8OQZNwzErjx8otnHFP5Gd4ZBrYiumJMSULWJZjoBiUU3CLH5tW9dUUK73Y2rkler7J0-qV0uJYO8t4PJBixtMndsBJ48S9TpgZBmL6a3gz4BTKwSQ/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3339473353441424887.post-2362574199888440014</id><published>2012-05-31T19:05:00.002-03:00</published><updated>2012-08-30T22:50:54.969-03:00</updated><title type='text'>JUSTIÇA AUTORIZA REGISTRO COM DUPLA MATERNIDADE</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style=&quot;border-bottom-color: black; border-bottom-style: solid; border-top-color: black; border-top-style: solid; border-width: 1px 0px; clear: both; font-family: Arial, Helvetica, Palatino, Garamond, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; margin: 20px 0px 25px; padding: 5px 0px; text-align: -webkit-auto; text-transform: uppercase; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;border-bottom: solid black 1.0pt; border-left: none; border-right: none; border-top: solid black 1.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 70.8pt; mso-border-bottom-alt: solid black .75pt; mso-border-top-alt: solid black .75pt; mso-element: para-border-div; padding: 4.0pt 0cm 4.0pt 0cm;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;border: none; margin-bottom: 0.0001pt; padding: 0cm; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;border: 1pt none windowtext; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; padding: 0cm;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
29/05/2012&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;-&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;border: none windowtext 1.0pt; mso-border-alt: none windowtext 0cm; padding: 0cm;&quot;&gt;JUSTIÇA AUTORIZA REGISTRO COM
DUPLA MATERNIDADE&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 70.8pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt; font-weight: normal;&quot;&gt;A Justiça de Jacareí acolheu ontem (29) pedido de duas mulheres para que
criança gerada por&amp;nbsp;fertilização&amp;nbsp;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;border: none windowtext 1.0pt; mso-border-alt: none windowtext 0cm; padding: 0cm;&quot;&gt;in vitro&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;possa
ser registrada com “dupla maternidade”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 70.8pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt; font-weight: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;As requerentes são
casadas formalmente e se submeteram ao procedimento em que coletaram os óvulos
de ambas. Eles foram fertilizados por sêmen doado, sendo então formados
embriões viáveis,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 70.8pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt; font-weight: normal;&quot;&gt;transferidos para o útero de uma delas. Os embriões foram escolhidos
pelos médicos em razão da maior viabilidade da gravidez, pouco importando de
qual das duas eram provenientes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 70.8pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt; font-weight: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Diante da peculiaridade
do caso, o oficial de Registro Civil e das Pessoas Naturais e de&amp;nbsp;Interdições
e Tutelas de Jacareí consultou o juiz corregedor permanente da comarca,
Fernando Henrique Pinto, sobre a lavratura do registro de nascimento da
criança.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 70.8pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt; font-weight: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;De acordo com o
magistrado, havendo viabilidade jurídica da união estável e do casamento civil entre
pessoas do mesmo sexo, e sendo comum o uso de técnicas de reprodução assistida
por casais heterossexuais, “nada impede – nem pode impedir, sob pena de
violação dos princípios constitucionais –&amp;nbsp;que as requerentes, civilmente
casadas, tenham acesso e façam uso das mesmas técnicas científicas, &amp;nbsp;para
gerar desejados descendentes”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 70.8pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt; font-weight: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Fernando Henrique também
menciona que outras decisões judiciais já reconheceram a “dupla maternidade” e
destaca que, se houver ineditismo no caso, seria o reconhecimento originário pelo
próprio Registro Civil das Pessoas Naturais, sem a necessidade de processo de
adoção.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 70.8pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;A decisão determina ainda a complementação do registro de nascimento da
criança, para fazer constar como mães, tanto a mulher que a gerou quanto a
mulher cônjuge da gestante.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 70.8pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 70.8pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Comunicação Social TJSP
–&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #900000; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;mailto:imprensatj@tjsp.jus.br&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: blue;&quot;&gt;imprensatj@tjsp.jus.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 70.8pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 70.8pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;FONTE:&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.tjsp.jus.br/Institucional/CanaisComunicacao/Noticias/Noticia.aspx?Id=14400&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: blue;&quot;&gt;http://www.tjsp.jus.br/Institucional/CanaisComunicacao/Noticias/Noticia.aspx?Id=14400&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/h2&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;www.geraldodeoliveira.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/feeds/2362574199888440014/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2012/05/justica-autoriza-registro-com-dupla.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/2362574199888440014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/2362574199888440014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2012/05/justica-autoriza-registro-com-dupla.html' title='JUSTIÇA AUTORIZA REGISTRO COM DUPLA MATERNIDADE'/><author><name>Geraldo de Oliveira de Francisco Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14677443714838484147</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5YPoaK3wxpZ_WZ8OQZNwzErjx8otnHFP5Gd4ZBrYiumJMSULWJZjoBiUU3CLH5tW9dUUK73Y2rkler7J0-qV0uJYO8t4PJBixtMndsBJ48S9TpgZBmL6a3gz4BTKwSQ/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3339473353441424887.post-6666636162481523751</id><published>2012-04-18T19:53:00.002-03:00</published><updated>2012-04-18T19:53:38.828-03:00</updated><title type='text'>Juiz reconhece fim de união homoafetiva</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #5f6a79; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 7.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;01-04-2012 08:00&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Juiz reconhece fim de união homoafetiva&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 9.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #5f6a79; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp;A união de
cerca de cinco anos entre duas mulheres foi legalmente resolvida por uma
decisão do juiz Genil Anacleto Rodrigues Filho, 26ª Vara Cível de Belo
Horizonte, em sentença publicada no último dia 22 de março.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 9.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #5f6a79; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Em sua sentença, o
juiz julgou parcialmente procedente o pedido de uma delas, que pretendia ter
reconhecida a união, de fato já desfeita, para requerer os bens a que
acreditava ter direito. Com base nas provas apresentadas, a relação homoafetiva
foi reconhecida, homologada e finalmente dissolvida pelo juiz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 9.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #5f6a79; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;A mulher que entrou
com a ação de reconhecimento e dissolução de união estável, com partilha de
bens, alegou que estabeleceu uma relação homoafetiva com a outra de julho de
1995 até 2002. Naquele período, afirmou que adquiriu com a companheira um
apartamento no bairro Santo Branca, onde residiam, e ainda um veículo Ford
Pampa. Pretendia receber o automóvel e quase R$ 32 mil, referentes ao imóvel,
mais a quantia de sua valorização.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 9.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #5f6a79; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Já a outra mulher
negou a existência do relacionamento estável e afirmou que inexistia “a figura
jurídica da união estável homoafetiva”. Negou compartilhar os mesmos objetivos
da outra mulher, alegando que a relação delas “não era pública, não foi
duradoura e não foi estabelecida com o objetivo de constituição de família”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 9.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #5f6a79; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Reconheceu que
utilizou o nome da outra para aquisição do imóvel “apenas por conveniência”,
mas que o bem foi adquirido com recursos próprios, sendo que a entrada do
imóvel foi paga com recursos seus oriundos de uma rescisão trabalhista, e o
financiamento foi quitado através de débito em conta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 9.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #5f6a79; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;O juiz Genil
Anacleto destacou diversas jurisprudências, com destaque para julgamento
recente do STF, que reconheceu “inexistir impossibilidade” de se reconhecer a
união estável entre pessoas do mesmo sexo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 9.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #5f6a79; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Concordando que os
homossexuais &quot;possuem direito de receber igual proteção tanto das leis
como da ordem político-jurídica instituída&quot; e que é
&quot;inaceitável&quot; qualquer forma de discriminação, o juiz passou a
analisar a existência da união homoafetiva entre as mulheres.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 9.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #5f6a79; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Citando documentos
e os depoimentos de testemunhas colhidos em audiência na 26ª Vara Cível e no
fórum de Pará de Minas, o juiz concluiu que as &quot;testemunhas ouvidas foram
uníssonas&quot; em afirmar que, de fato, as mulheres tiveram um relacionamento
homoafetivo e viveram cerca de cinco anos em união estável.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 9.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #5f6a79; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Comprovada a união
estável, o juiz considerou o regime de comunhão parcial de bens para, com base
nos comprovantes de depósitos apresentados pela mulher que entrou com a ação,
reconhecer-lhe o direito a 8,69% do valor do imóvel, correspondente a
prestações do imóvel pagas conjuntamente durante a convivência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 9.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #5f6a79; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Quanto ao veículo,
considerou comprovado que foi adquirido a partir da venda de um veículo
adquirido antes da união, não reconhecendo, portanto, o direito de partilha
desse bem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 9.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #5f6a79; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Por ser de primeira
instância, essa decisão está sujeita a recurso&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 9.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #5f6a79; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Processo nº:
024.08.264081-4&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 9.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #5f6a79; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #5f6a79; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Fonte:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #5f6a79; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp;TJMG - &lt;i&gt;A
Justiça do Direito Online&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;FONTE: &lt;a href=&quot;http://www.correioforense.com.br/noticia/idnoticia/68326/titulo/Juiz_reconhece_fim_de_uniao_homoafetiva.html&quot;&gt;http://www.correioforense.com.br/noticia/idnoticia/68326/titulo/Juiz_reconhece_fim_de_uniao_homoafetiva.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;www.geraldodeoliveira.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/feeds/6666636162481523751/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2012/04/juiz-reconhece-fim-de-uniao-homoafetiva.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/6666636162481523751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/6666636162481523751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2012/04/juiz-reconhece-fim-de-uniao-homoafetiva.html' title='Juiz reconhece fim de união homoafetiva'/><author><name>Geraldo de Oliveira de Francisco Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14677443714838484147</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5YPoaK3wxpZ_WZ8OQZNwzErjx8otnHFP5Gd4ZBrYiumJMSULWJZjoBiUU3CLH5tW9dUUK73Y2rkler7J0-qV0uJYO8t4PJBixtMndsBJ48S9TpgZBmL6a3gz4BTKwSQ/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3339473353441424887.post-7174086058330227158</id><published>2012-04-18T19:52:00.004-03:00</published><updated>2012-04-18T19:52:39.739-03:00</updated><title type='text'>TJCE decide que garçom cearense tem direito a utilizar sobrenome do companheiro suíço</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #5f6a79; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 7.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;18-04-2012 10:32&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;TJCE decide que garçom cearense tem direito a
utilizar sobrenome do companheiro suíço&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 9.0pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 9.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #5f6a79; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;A 8ª Câmara Cível
do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) decidiu que o garçom cearense F.S.M.
pode usar o sobrenome do companheiro, o suíço H.U.. A decisão, proferida nesta
terça-feira (17/04), teve como relatora a desembargadora Maria Iraneide Moura
Silva.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 9.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #5f6a79; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Segundo os autos, o
brasileiro foi trabalhar na Suíça em 2000, iniciando, no mesmo ano,
relacionamento com H.U.. Em 2003, passou a morar com o companheiro e, em junho
de 2007, formalizou a união, de acordo com a legislação daquele país.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 9.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #5f6a79; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Também requereu na
Justiça cearense a inclusão do sobrenome de H.U. em seu registro civil. Em maio
de 2008, o Juízo da 1ª Vara dos Registros Públicos da Comarca de Fortaleza
negou o pedido, afirmando que a legislação brasileira não reconhecia a
legalidade e legitimidade da união entre casais do mesmo sexo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 9.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #5f6a79; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Insatisfeito, o
garçom ingressou com apelação (nº 0068725-55.2007.8.06.0001) no TJCE. Ao
analisar o caso, a 8ª Câmara Cível, por unanimidade de votos, reformou a
sentença e determinou a inclusão do sobrenome do companheiro no registro civil
de F.S.M..&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 9.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #5f6a79; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;De acordo com a
desembargadora Maria Iraneide Moura Silva, na época da sentença, somente era
reconhecida a união estável entre homem e mulher. “O Supremo Tribunal Federal
reconheceu como entidade familiar a união entre pessoas do mesmo sexo, com a
observância dos requisitos para a constituição da união estável entre homem e
mulher, proclamando também, com eficácia vinculante, que os mesmos direitos e
deveres dos companheiros nas uniões estáveis heteroafetivas estendam-se aos companheiros
na união estável entre pessoas do mesmo sexo”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 9.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #5f6a79; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Para a relatora, a
inclusão do sobrenome de companheiros em união estável, seja de casais
homossexuais ou heterossexuais, é um direito que, “em razão da recente decisão
do STF, restou estendido a todos os que se enquadram nessa situação, em razão
da aplicabilidade dos princípios constitucionais da igualdade, da dignidade da
pessoa humana, da liberdade e da busca da felicidade”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 9.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #5f6a79; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Maria Iraneide
Moura Silva afirmou ainda que a decisão do STF, do dia 5 de maio de 2011,
representa um importante passo contra a discriminação, “rompendo paradigmas e
elevando a questão ao direito maior de valorização da dignidade do ser humano”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.5pt; margin-bottom: 9.0pt;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #5f6a79; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Fonte:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #5f6a79; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp;TJCE&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br /&gt;
&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: #5f6a79; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;A Justiça do Direito Online&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;color: #5f6a79; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.correioforense.com.br/noticia/idnoticia/68678/titulo/TJCE_decide_que_garcom_cearense_tem_direito_a_utilizar_sobrenome_do_companheiro_suico__.html&quot;&gt;http://www.correioforense.com.br/noticia/idnoticia/68678/titulo/TJCE_decide_que_garcom_cearense_tem_direito_a_utilizar_sobrenome_do_companheiro_suico__.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;www.geraldodeoliveira.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/feeds/7174086058330227158/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2012/04/tjce-decide-que-garcom-cearense-tem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/7174086058330227158'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/7174086058330227158'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2012/04/tjce-decide-que-garcom-cearense-tem.html' title='TJCE decide que garçom cearense tem direito a utilizar sobrenome do companheiro suíço'/><author><name>Geraldo de Oliveira de Francisco Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14677443714838484147</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5YPoaK3wxpZ_WZ8OQZNwzErjx8otnHFP5Gd4ZBrYiumJMSULWJZjoBiUU3CLH5tW9dUUK73Y2rkler7J0-qV0uJYO8t4PJBixtMndsBJ48S9TpgZBmL6a3gz4BTKwSQ/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3339473353441424887.post-3067479026701464878</id><published>2012-03-21T20:39:00.001-03:00</published><updated>2012-08-28T17:03:32.466-03:00</updated><title type='text'>Entrevista concedida a Rádio Justiça do Supremo Tribunal Federal - STF</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Tema:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Direito Homoafetivo&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Data:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Segunda-Feira (19/03/2012) às 17 horas&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Entrevistado:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Geraldo de Oliveira de Francisco Júnior&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;h1 style=&quot;color: black; font-family: Tahoma; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;h1 style=&quot;color: black; font-family: Tahoma; font-size: 16px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;
Justiça na Tarde - Entrevistas&lt;/h1&gt;
&lt;br style=&quot;color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot; /&gt;
&lt;h3 style=&quot;clear: left; color: black; font-family: Arial; font-size: 14px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Sinopse&lt;/b&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div style=&quot;color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Repercussão das principais decisões do STF e temas em pauta no judiciário de todo o país.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h3 style=&quot;clear: left; color: black; font-family: Arial; font-size: 14px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Ficha Técnica&lt;/b&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div style=&quot;color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Apresentação:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Valter Lima&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;Contato: justica.tarde@stf.jus.br&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;
&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Ernandes Almeida&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;
Produtor Rádio Justiça&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Link da entrevista:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.radiojustica.jus.br/radiojustica/exibirHome!downloadArquivo.action?downloadConteudo=202964&quot; style=&quot;background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #1155cc; font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 15px; text-align: -webkit-auto;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.radiojustica.jus.&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;br/radiojustica/exibirHome!&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;downloadArquivo.action?&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;downloadConteudo=202964&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;www.geraldodeoliveira.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/feeds/3067479026701464878/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2012/03/entrevista-concedida-radio-justica-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/3067479026701464878'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/3067479026701464878'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2012/03/entrevista-concedida-radio-justica-do.html' title='Entrevista concedida a Rádio Justiça do Supremo Tribunal Federal - STF'/><author><name>Geraldo de Oliveira de Francisco Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14677443714838484147</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5YPoaK3wxpZ_WZ8OQZNwzErjx8otnHFP5Gd4ZBrYiumJMSULWJZjoBiUU3CLH5tW9dUUK73Y2rkler7J0-qV0uJYO8t4PJBixtMndsBJ48S9TpgZBmL6a3gz4BTKwSQ/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3339473353441424887.post-8620194927570762128</id><published>2012-03-17T14:37:00.001-03:00</published><updated>2012-03-17T14:37:11.448-03:00</updated><title type='text'>ACORDÃO SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA - INEXISTÊNCIA DE VEDAÇÃO EXPRESSA A QUE SE HABILITEM PARA O CASAMENTO PESSOAS DO MESMO SEXO.</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
Superior Tribunal de Justiça&lt;br /&gt;
RECURSO ESPECIAL Nº 1.183.378 - RS (2010/0036663-8)&lt;br /&gt;
RELATOR : MINISTRO LUIS FELIPE SALOMÃO&lt;br /&gt;
RECORRENTE : K R O&lt;br /&gt;
RECORRENTE : L P&lt;br /&gt;
ADVOGADO : GUSTAVO CARVALHO BERNARDES E OUTRO(S)&lt;br /&gt;
RECORRIDO : MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL&lt;br /&gt;
EMENTA&lt;br /&gt;
DIREITO DE FAMÍLIA. CASAMENTO CIVIL ENTRE PESSOAS DO&lt;br /&gt;
MESMO SEXO (HOMOAFETIVO). INTERPRETAÇÃO DOS ARTS.&lt;br /&gt;
1.514, 1.521, 1.523, 1.535 e 1.565 DO CÓDIGO CIVIL DE 2002.&lt;br /&gt;
INEXISTÊNCIA DE VEDAÇÃO EXPRESSA A QUE SE HABILITEM&lt;br /&gt;
PARA O CASAMENTO PESSOAS DO MESMO SEXO. VEDAÇÃO&lt;br /&gt;
IMPLÍCITA CONSTITUCIONALMENTE INACEITÁVEL.&lt;br /&gt;
ORIENTAÇÃO PRINCIPIOLÓGICA CONFERIDA PELO STF NO&lt;br /&gt;
JULGAMENTO DA ADPF N. 132/RJ E DA ADI N. 4.277/DF.&lt;br /&gt;
1. Embora criado pela Constituição Federal como guardião do&lt;br /&gt;
direito infraconstitucional, no estado atual em que se encontra a&lt;br /&gt;
evolução do direito privado, vigorante a fase histórica da&lt;br /&gt;
constitucionalização do direito civil, não é possível ao STJ&lt;br /&gt;
analisar as celeumas que lhe aportam &quot;de costas&quot; para a&lt;br /&gt;
Constituição Federal, sob pena de ser entregue ao jurisdicionado&lt;br /&gt;
um direito desatualizado e sem lastro na Lei Maior. Vale dizer, o&lt;br /&gt;
Superior Tribunal de Justiça, cumprindo sua missão de&lt;br /&gt;
uniformizar o direito infraconstitucional, não pode conferir à lei&lt;br /&gt;
uma interpretação que não seja constitucionalmente aceita.&lt;br /&gt;
2. O Supremo Tribunal Federal, no julgamento conjunto da ADPF&lt;br /&gt;
n. 132/RJ e da ADI n. 4.277/DF, conferiu ao art. 1.723 do Código&lt;br /&gt;
Civil de 2002 interpretação conforme à Constituição para dele&lt;br /&gt;
excluir todo significado que impeça o reconhecimento da união&lt;br /&gt;
contínua, pública e duradoura entre pessoas do mesmo sexo&lt;br /&gt;
como entidade familiar , entendida esta como sinônimo perfeito de&lt;br /&gt;
família .&lt;br /&gt;
3. Inaugura-se com a Constituição Federal de 1988 uma nova fase&lt;br /&gt;
do direito de família e, consequentemente, do casamento,&lt;br /&gt;
baseada na adoção de um explícito poliformismo familiar em que&lt;br /&gt;
arranjos multifacetados são igualmente aptos a constituir esse&lt;br /&gt;
núcleo doméstico chamado &quot;família&quot;, recebendo todos eles a&lt;br /&gt;
&quot;especial proteção do Estado&quot;. Assim, é bem de ver que, em 1988,&lt;br /&gt;
não houve uma recepção constitucional do conceito histórico de&lt;br /&gt;
casamento, sempre considerado como via única para a&lt;br /&gt;
constituição de família e, por vezes, um ambiente de subversão&lt;br /&gt;
dos ora consagrados princípios da igualdade e da dignidade da&lt;br /&gt;
pessoa humana. Agora, a concepção constitucional do casamento&lt;br /&gt;
Documento: 18810976 - EMENTA / ACORDÃO - Site certificado - DJe: 01/02/2012 Página 1 de 3&lt;br /&gt;
Superior Tribunal de Justiça&lt;br /&gt;
- diferentemente do que ocorria com os diplomas superados -&lt;br /&gt;
deve ser necessariamente plural, porque plurais também são as&lt;br /&gt;
famílias e, ademais, não é ele, o casamento, o destinatário final da&lt;br /&gt;
proteção do Estado, mas apenas o intermediário de um propósito&lt;br /&gt;
maior, que é a proteção da pessoa humana em sua inalienável&lt;br /&gt;
dignidade.&lt;br /&gt;
4. O pluralismo familiar engendrado pela Constituição -&lt;br /&gt;
explicitamente reconhecido em precedentes tanto desta Corte&lt;br /&gt;
quanto do STF - impede se pretenda afirmar que as famílias&lt;br /&gt;
formadas por pares homoafetivos sejam menos dignas de&lt;br /&gt;
proteção do Estado, se comparadas com aquelas apoiadas na&lt;br /&gt;
tradição e formadas por casais heteroafetivos.&lt;br /&gt;
5. O que importa agora, sob a égide da Carta de 1988, é que essas&lt;br /&gt;
famílias multiformes recebam efetivamente a &quot;especial proteção&lt;br /&gt;
do Estado&quot;, e é tão somente em razão desse desígnio de especial&lt;br /&gt;
proteção que a lei deve facilitar a conversão da união estável em&lt;br /&gt;
casamento, ciente o constituinte que, pelo casamento, o Estado&lt;br /&gt;
melhor protege esse núcleo doméstico chamado família .&lt;br /&gt;
6. Com efeito, se é verdade que o casamento civil é a forma pela&lt;br /&gt;
qual o Estado melhor protege a família, e sendo múltiplos os&lt;br /&gt;
&quot;arranjos&quot; familiares reconhecidos pela Carta Magna, não há de&lt;br /&gt;
ser negada essa via a nenhuma família que por ela optar,&lt;br /&gt;
independentemente de orientação sexual dos partícipes, uma vez&lt;br /&gt;
que as famílias constituídas por pares homoafetivos possuem os&lt;br /&gt;
mesmos núcleos axiológicos daquelas constituídas por casais&lt;br /&gt;
heteroafetivos, quais sejam, a dignidade das pessoas de seus&lt;br /&gt;
membros e o afeto.&lt;br /&gt;
7. A igualdade e o tratamento isonômico supõem o direito a ser&lt;br /&gt;
diferente, o direito à auto-afirmação e a um projeto de vida&lt;br /&gt;
independente de tradições e ortodoxias. Em uma palavra: o direito&lt;br /&gt;
à igualdade somente se realiza com plenitude se é garantido o&lt;br /&gt;
direito à diferença . Conclusão diversa também não se mostra&lt;br /&gt;
consentânea com um ordenamento constitucional que prevê o&lt;br /&gt;
princípio do livre planejamento familiar (§ 7º do art. 226). E é&lt;br /&gt;
importante ressaltar, nesse ponto, que o planejamento familiar se&lt;br /&gt;
faz presente tão logo haja a decisão de duas pessoas em se unir,&lt;br /&gt;
com escopo de constituir família, e desde esse momento a&lt;br /&gt;
Constituição lhes franqueia ampla liberdade de escolha pela&lt;br /&gt;
forma em que se dará a união.&lt;br /&gt;
8. Os arts. 1.514, 1.521, 1.523, 1.535 e 1.565, todos do Código Civil&lt;br /&gt;
de 2002, não vedam expressamente o casamento entre pessoas&lt;br /&gt;
do mesmo sexo, e não há como se enxergar uma vedação&lt;br /&gt;
implícita ao casamento homoafetivo sem afronta a caros&lt;br /&gt;
princípios constitucionais, como o da igualdade, o da não&lt;br /&gt;
discriminação, o da dignidade da pessoa humana e os do&lt;br /&gt;
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Superior Tribunal de Justiça&lt;br /&gt;
pluralismo e livre planejamento familiar.&lt;br /&gt;
9. Não obstante a omissão legislativa sobre o tema, a maioria,&lt;br /&gt;
mediante seus representantes eleitos, não poderia mesmo&lt;br /&gt;
&quot;democraticamente&quot; decretar a perda de direitos civis da minoria&lt;br /&gt;
pela qual eventualmente nutre alguma aversão. Nesse cenário, em&lt;br /&gt;
regra é o Poder Judiciário - e não o Legislativo - que exerce um&lt;br /&gt;
papel contramajoritário e protetivo de especialíssima importância,&lt;br /&gt;
exatamente por não ser compromissado com as maiorias&lt;br /&gt;
votantes, mas apenas com a lei e com a Constituição, sempre em&lt;br /&gt;
vista a proteção dos direitos humanos fundamentais, sejam eles&lt;br /&gt;
das minorias, sejam das maiorias. Dessa forma, ao contrário do&lt;br /&gt;
que pensam os críticos, a democracia se fortalece, porquanto esta&lt;br /&gt;
se reafirma como forma de governo, não das maiorias ocasionais,&lt;br /&gt;
mas de todos.&lt;br /&gt;
10. Enquanto o Congresso Nacional, no caso brasileiro, não&lt;br /&gt;
assume, explicitamente, sua coparticipação nesse processo&lt;br /&gt;
constitucional de defesa e proteção dos socialmente vulneráveis,&lt;br /&gt;
não pode o Poder Judiciário demitir-se desse mister, sob pena de&lt;br /&gt;
aceitação tácita de um Estado que somente é &quot;democrático&quot;&lt;br /&gt;
formalmente, sem que tal predicativo resista a uma mínima&lt;br /&gt;
investigação acerca da universalização dos direitos civis.&lt;br /&gt;
11. Recurso especial provido.&lt;br /&gt;
ACÓRDÃO&lt;br /&gt;
Prosseguindo no julgamento, a Turma, por maioria, rejeitou a questão de&lt;br /&gt;
ordem, suscitada pelo Sr. Ministro Marco Buzzi, para submeter o julgamento do feito à&lt;br /&gt;
Segunda Seção. Vencidos na questão de ordem os Srs. Ministros Marco Buzzi e Raul&lt;br /&gt;
Araújo.&lt;br /&gt;
No mérito, após o voto-vista do Ministro Marco Buzzi, dando provimento ao&lt;br /&gt;
recurso, acompanhando o Relator, e a retificação do voto do Sr. Ministro Raul Araujo,&lt;br /&gt;
para não conhecer do recurso, divergindo do Relator, a Turma, por maioria, deu&lt;br /&gt;
provimento ao recurso especial, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator.Votou&lt;br /&gt;
vencido, no mérito, o Sr. Ministro Raul Araújo.&lt;br /&gt;
O Sr. Ministro Marco Buzzi (voto-vista), a Sra. Ministra Maria Isabel Gallotti e&lt;br /&gt;
o Sr. Ministro Antonio Carlos Ferreira votaram com o Sr. Ministro Relator.&lt;br /&gt;
Brasília (DF), 25 de outubro de 2011(Data do Julgamento)&lt;br /&gt;
MINISTRO LUIS FELIPE SALOMÃO&lt;br /&gt;
Relator&lt;br /&gt;
Documento: 18810976 - EMENTA / ACORDÃO - Site certificado - DJe: 01/02/2012 Página 3 de 3&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;www.geraldodeoliveira.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/feeds/8620194927570762128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2012/03/acordao-supremo-tribunal-de-justica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/8620194927570762128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/8620194927570762128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2012/03/acordao-supremo-tribunal-de-justica.html' title='ACORDÃO SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA - INEXISTÊNCIA DE VEDAÇÃO EXPRESSA A QUE SE HABILITEM PARA O CASAMENTO PESSOAS DO MESMO SEXO.'/><author><name>Geraldo de Oliveira de Francisco Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14677443714838484147</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5YPoaK3wxpZ_WZ8OQZNwzErjx8otnHFP5Gd4ZBrYiumJMSULWJZjoBiUU3CLH5tW9dUUK73Y2rkler7J0-qV0uJYO8t4PJBixtMndsBJ48S9TpgZBmL6a3gz4BTKwSQ/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3339473353441424887.post-918715248366279743</id><published>2012-03-17T14:33:00.000-03:00</published><updated>2012-03-17T14:33:03.018-03:00</updated><title type='text'>Processo sobre união homoafetiva concomitante com união estável tem repercussão geral</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div id=&quot;barraTitulo&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: url(http://www.stf.jus.br/portal/util/imagem/barraTitulo.gif); background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat no-repeat; color: #385260; font-family: Arial; font-size: 16px; font-weight: bold; height: 37px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; position: relative; vertical-align: top;&quot;&gt;
Notícias STF&lt;a href=&quot;http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=202820#&quot; id=&quot;imprimir&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: url(http://www.stf.jus.br/portal/util/imagem/header/menuBotao.gif); background-origin: initial; background-position: -464px 0px; background-repeat: no-repeat no-repeat; border-bottom-color: rgb(212, 212, 212); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-image: initial; border-left-color: rgb(212, 212, 212); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(212, 212, 212); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(212, 212, 212); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; color: #066194; height: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 20px; position: absolute; right: 2px; text-decoration: none; top: -5px; vertical-align: top; width: 20px;&quot;&gt;Imprimir&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #385260; font-family: tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: top;&quot;&gt;Sexta-feira, 16 de março de 2012&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #385260; font-family: tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #385260; font-family: tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: top;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: top;&quot;&gt;Processo sobre união homoafetiva concomitante com união estável tem repercussão geral&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;float: left; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;
O&amp;nbsp;Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a existência de repercussão geral na questão constitucional alusiva à&amp;nbsp;possibilidade de reconhecimento jurídico de uniões estáveis concomitantes (sendo uma delas de natureza homoafetiva e outra, de natureza heteroafetiva), com o consequente rateio de pensão por morte. O processo é um Agravo em Recurso Extraordinário (ARE 656298) contra decisão do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe (TJ-SE), que negou seguimento a recurso extraordinário de uma das partes.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;
Ao decidir apelação cível, o TJ-SE decidiu pela impossibilidade de reconhecimento da relação homoafetiva diante da existência de declaração judicial de união estável entre o falecido e uma mulher em período concomitante. Segundo o acórdão (decisão colegiada) da corte sergipana, o ordenamento jurídico pátrio “não admite a coexistência de duas entidades familiares, com características de publicidade, continuidade e durabilidade visando à constituição de família”, situação considerada análoga à bigamia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;
Ao interpor o agravo, a parte suscita a presença de repercussão geral da questão e, no mérito, alega que a decisão do TJ-SE violou o inciso III do artigo 1º da Constituição da República e os princípios da dignidade da pessoa humana e da igualdade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;
O relator do agravo, ministro Ayres Britto, considerou que a matéria constitucional discutida no caso se encaixa positivamente no disposto no parágrafo 1º do artigo 543-A do Código de Processo Civil, que fixa como requisito para a repercussão geral a existência de questões relevantes do ponto de vista econômico, político, social ou jurídico que ultrapassem os interesses subjetivos da causa. Ficaram vencidos os ministros Marco Aurélio e Cezar Peluso.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: smaller; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: top;&quot;&gt;CF/AD//GAB&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: smaller; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: top;&quot;&gt;FONTE:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=202820&quot;&gt;http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=202820&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: smaller; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: top;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;www.geraldodeoliveira.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/feeds/918715248366279743/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2012/03/processo-sobre-uniao-homoafetiva.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/918715248366279743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/918715248366279743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2012/03/processo-sobre-uniao-homoafetiva.html' title='Processo sobre união homoafetiva concomitante com união estável tem repercussão geral'/><author><name>Geraldo de Oliveira de Francisco Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14677443714838484147</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5YPoaK3wxpZ_WZ8OQZNwzErjx8otnHFP5Gd4ZBrYiumJMSULWJZjoBiUU3CLH5tW9dUUK73Y2rkler7J0-qV0uJYO8t4PJBixtMndsBJ48S9TpgZBmL6a3gz4BTKwSQ/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3339473353441424887.post-7173965180201093126</id><published>2012-01-19T11:02:00.003-02:00</published><updated>2012-01-19T11:02:50.748-02:00</updated><title type='text'>Em decisão inédita, Brasil concede residência permanente a marido gay</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt;&quot;&gt;Em decisão
inédita, Brasil concede residência permanente a marido gay&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;16/11/2011 - 19:36h&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Symbol; font-size: 14pt;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;*&quot; height=&quot;16&quot; src=&quot;file:///C:\Users\GERALD~1\AppData\Local\Temp\msohtmlclip1\01\clip_image001.gif&quot; width=&quot;16&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt;&quot;&gt;Brasília, 16/11/2011 (MJ) - A Secretaria Nacional
de Justiça do Ministério da Justiça, por meio do seu Departamento de
Estrangeiros, concedeu, pela primeira vez, residência permanente a um
estrangeiro no Brasil, com base em casamento entre parceiros do mesmo sexo. O
casal, formado por um brasileiro e um cubano, naturalizado espanhol, mora em
Araçatuba, interior de São Paulo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt;&quot;&gt;A partir de agora, outras decisões como essa serão
adotadas pelo Ministério da Justiça com finalidade de reunião familiar. “Somos
pioneiros no Mercosul nessa decisão e isso pode servir de exemplo para outros
países do Bloco (Mercosul)”, explica a diretora do Departamento de
Estrangeiros, Izaura Miranda.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt;&quot;&gt;Até agora, a residência permanente só era concedida
para fins de reunião familiar, cônjuge, filhos, ascendentes ou irmãos
dependentes, transformação de residência provisória, de&amp;nbsp; temporária,
de&amp;nbsp; refúgio ou de asilo político ou quando atende a interesse nacional
(caso de investidores, empresários, pesquisadores).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt;&quot;&gt;O estrangeiro com união homoafetiva estável que
deseja ficar no país precisa se encaixar em alguns critérios, dentre eles, não
ter antecedentes criminais e comprovar a união estável ou o casamento. “O
Estado é laico e tem o dever de dar proteção jurídica a todos e todas, sem
qualquer discriminação”, afirma o secretário Nacional de Justiça, Paulo Abrão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt;&quot;&gt;Com a residência permanente em mãos, o estrangeiro
pode viver no Brasil por tempo indeterminado. Tem direito a trabalhar, acesso a
serviços de saúde&amp;nbsp; e a benefícios previdenciários. Depois de quatro anos
no Brasil, pode pedir a naturalização, que lhe dá o direito a votar, prestar
concurso público e obter um passaporte brasileiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt;&quot;&gt;A decisão do Ministério da Justiça seguiu
entendimento recente do Supremo Tribunal Federal (STF), que, em maio, permitiu
a união estável entre homossexuais. Com ela, eles têm direitos como herança,
comunhão parcial de bens, pensão alimentícia e previdenciária, licença médica,
inclusão do companheiro como dependente em planos de saúde, entre outros
benefícios.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt;&quot;&gt;União estável&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt;&quot;&gt;Quando o pedido de residência permanente é com base
em união estável, lavrada em Cartório, o processo tramita pelo Conselho
Nacional de Imigração – CNIg.&amp;nbsp; O inglês David Harrad possui residência
permanente com base em união estável com o paranaense Toni Reis. Desde 1992
eles estão juntos, mas em todo esse tempo ele ficou parte do período irregular
no Brasil e chegou até a ser preso pela Polícia Federal. Em 2005, David
conseguiu a residência permanente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt;&quot;&gt;Para Toni Reis, que também é presidente da
Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais
(ABGLT), a decisão do MJ é um avanço. “Essa é uma longa caminhada para a
conquista da cidadania plena da nossa comunidade. Num prazo de 10 anos acredito
que teremos a igualdade de direitos. Fico feliz pelo reconhecimento das
autoridades”, afirmou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt;&quot;&gt;Segundo Toni, hoje 10 países reconhecem o casamento
gay e 24, a união estável entre parceiros do mesmo sexo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt;&quot;&gt;O cubano Yoan Rodriguez também conseguiu a
residência permanente com base na união estável com o médico Julio Leite,
carioca e morador de Brasília. Os dois se conheceram há dois anos na Venezuela
e em setembro de 2010 registraram a união estável. Em março de 2011, Rodriguez
foi contemplado com a residência permanente concedida pelo Conselho Nacional de
Imigração. Agora o próximo desafio será a revalidação do diploma de Yoan, que
também é médico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt;&quot;&gt;“Como ele já morava fora de Cuba, resolvemos que
seria mais fácil construir nossa vida aqui, então ele veio inicialmente com
visto de turista e depois entramos com o processo para pedido de residência
permanente”, explicou Julio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;FONTE: http://portal.mj.gov.br/estrangeiros/data/Pages/MJA5F550A5ITEMID49EE728FD86146489AF986BBD3762677PTBRNN.htm&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;www.geraldodeoliveira.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/feeds/7173965180201093126/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2012/01/em-decisao-inedita-brasil-concede.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/7173965180201093126'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/7173965180201093126'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2012/01/em-decisao-inedita-brasil-concede.html' title='Em decisão inédita, Brasil concede residência permanente a marido gay'/><author><name>Geraldo de Oliveira de Francisco Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14677443714838484147</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5YPoaK3wxpZ_WZ8OQZNwzErjx8otnHFP5Gd4ZBrYiumJMSULWJZjoBiUU3CLH5tW9dUUK73Y2rkler7J0-qV0uJYO8t4PJBixtMndsBJ48S9TpgZBmL6a3gz4BTKwSQ/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3339473353441424887.post-4612388521423654170</id><published>2011-12-13T10:17:00.000-02:00</published><updated>2011-12-13T10:17:16.254-02:00</updated><title type='text'>Resolução de concessão de visto temporário ou permanente, ou de autorização de permanência, ao companheiro ou companheira, em união estável, sem distinção de sexo.</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14.0pt;&quot;&gt;Resolução Normativa nº 77/2008 do Conselho
Nacional de Imigração, de 29 de janeiro de 2008&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Dispõe sobre
critérios para a concessão de visto temporário ou permanente, ou de autorização
de permanência, ao companheiro ou companheira, em união estável, sem distinção
de sexo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;O CONSELHO
NACIONAL DE IMIGRAÇÃO, instituído pela Lei nº 6.815, de 19 de agosto de 1980 e
organizado pela Lei nº 10.683, de 28 de maio de 2003, no uso das atribuições
que lhe confere o Decreto nº 840, de 22 de junho de 1993, resolve:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Art. 1º - As
solicitações de visto temporário ou permanente, ou de autorização de permanência
para companheiro ou companheira, em união estável, sem distinção de sexo, deverão
ser examinadas ao amparo da Resolução Normativa nº 27, de 25 de novembro de
1998, relativa às situações especiais ou casos omissos, e da Resolução
Normativa nº 36, de 28 de setembro de 1999, sobre reunião familiar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Art. 2º - A
comprovação da união estável poderá ser feita por um dos seguintes &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;documentos:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;I - atestado
de união estável emitido pelo órgão governamental do país de procedência do chamado;
ou&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;II -
comprovação de união estável emitida por juízo competente no Brasil ou
autoridade correspondente no exterior.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Art. 3º - Na
ausência dos documentos a que se refere o art. 2º, a comprovação de união estável
poderá ser feita mediante apresentação de:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;I - certidão
ou documento similar emitido por autoridade de registro civil nacional, ou equivalente
estrangeiro;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;II –
declaração, sob as penas da lei, de duas pessoas que atestem a existência da
união estável; e&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;III – no
mínimo, dois dos seguintes documentos:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;a) comprovação
de dependência emitida por autoridade fiscal ou órgão correspondente à Receita
Federal;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;b) certidão de
casamento religioso;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;c) disposições
testamentárias que comprovem o vínculo;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;d) apólice de
seguro de vida na qual conste um dos interessados como instituidor do seguro e
o outro como beneficiário;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;e) escritura
de compra e venda, registrada no Registro de Propriedade de Imóveis, em que constem
os interessados como proprietários, ou contrato de locação de imóvel em que
figurem como locatários; e&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;f) conta
bancária conjunta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Parágrafo
único. Para efeito do disposto nas alíneas de “b” a “f” do inciso III deste
artigo, será exigido o tempo mínimo de um ano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Art. 4º - O
chamante deverá apresentar ainda:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;I -
requerimento contendo o histórico da união estável;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;II - escritura
pública de compromisso de manutenção, subsistência e saída do território nacional,
caso necessário, em favor do chamado, lavrada em cartório;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;III -
comprovação de meios de subsistência do chamante ou do estrangeiro chamado, com
fonte no Brasil ou no exterior, suficientes para a manutenção e subsistência de
ambos, ou contrato de trabalho regular, ou ainda, de subsídios provenientes de
bolsa de estudos, além de outros meios lícitos;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;IV - cópia
autenticada do documento de identidade do chamante;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;V - cópia
autenticada do passaporte do chamado, na íntegra;VI - atestado de bons
antecedentes expedido pelo país de origem ou de residência habitual do chamado;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;VII -
comprovante de pagamento da taxa individual de imigração; e&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;VIII -
declaração, sob as penas da lei, do estado civil do estrangeiro no país de
origem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Parágrafo
único. A critério da autoridade competente, o chamante poderá ser solicitado a apresentar
outros documentos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Art. 5º - Os
documentos emitidos no exterior deverão estar legalizados pela repartição consular
brasileira no país e traduzidos por tradutor juramentado no Brasil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Art. 6º - Caso
necessário, o Conselho Nacional de Imigração solicitará ao Ministério da Justiça
a realização de diligências.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Art. 7º - No
caso de visto permanente ou de autorização de permanência, o estrangeiro continuará
vinculado à condição que permitiu sua concessão pelo prazo de dois anos,
devendo tal condição constar em seu passaporte e Cédula de Identidade de
Estrangeiro (CIE).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;§ 1º - O
portador do registro permanente vinculado previsto no caput poderá requerer permanência
por prazo indeterminado mediante comprovação da continuidade da união estável.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;§ 2º -
Decorrido o prazo a que se refere o caput caberá ao Ministério da Justiça
decidir quanto à permanência por prazo indeterminado do estrangeiro no País.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;§ 3º - A
apresentação do requerimento de que trata o § 1º, após vencido o prazo previsto
no caput, sujeitará o chamado à pena de multa prevista no inciso XVI do art.
125, da Lei nº 6.815, de 1980, alterada pela Lei nº. 6.964, de 09 de dezembro
de 1981.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Art 8º - Esta
Resolução Normativa entra em vigor na data de sua publicação, não se aplicando
aos processos já em tramitação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Art. 9º - Fica
revogada a Resolução Administrativa nº 05, de 03 de dezembro de 2003.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Publicada no
DOU n° 27, de 11 de fevereiro de 2008, Seção I, página 81.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Palatino Linotype&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;Paulo Sérgio de Almeida,
Presidente do Conselho&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;www.geraldodeoliveira.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/feeds/4612388521423654170/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2011/12/resolucao-de-concessao-de-visto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/4612388521423654170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/4612388521423654170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2011/12/resolucao-de-concessao-de-visto.html' title='Resolução de concessão de visto temporário ou permanente, ou de autorização de permanência, ao companheiro ou companheira, em união estável, sem distinção de sexo.'/><author><name>Geraldo de Oliveira de Francisco Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14677443714838484147</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5YPoaK3wxpZ_WZ8OQZNwzErjx8otnHFP5Gd4ZBrYiumJMSULWJZjoBiUU3CLH5tW9dUUK73Y2rkler7J0-qV0uJYO8t4PJBixtMndsBJ48S9TpgZBmL6a3gz4BTKwSQ/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3339473353441424887.post-2320338304855685397</id><published>2011-12-07T15:46:00.001-02:00</published><updated>2011-12-07T15:48:20.289-02:00</updated><title type='text'>Leia a íntegra do Parecer do Ministério Público favorável ao casamento homossexual em Bragança Paulista</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-outline-level: 1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #505050; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 19.5pt;&quot;&gt;Leia a
íntegra do Parecer do Ministério Público favorável ao casamento homossexual em
Bragança Paulista&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-outline-level: 2;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-outline-level: 2;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #5f5f5f; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #3e5b16;&quot;&gt;2ª VRP-SP: Habilitação para Casamento.
Conversão de...&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #3e5b16;&quot;&gt;Juíza autoriza casamento&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #3e5b16; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #3e5b16;&quot;&gt;homossexual em
Bragança...&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #3e5b16;&quot;&gt;Leia a íntegra da decisão dajuíza
que autorizou o casa...&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Protocolo nº 1016/2011&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SAO PAULO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Autos nº 1016/11&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;4º Promotoria de justiça da Comarca de Bragança
Paulista &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;�&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;- SP&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;PARECER DO MINISTÉRIO PÚBLICO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Meritíssima Juíza:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Márcio Aparecido de Oliveira e
Anderson Luis Pinzan&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;, já qualificados
nos autos, ajuizaram o presente &lt;u&gt;pedido de conversão de união estável em
casamento.&lt;/u&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Instruíram o pedido com escritura
pública lavrada em 30 de outubro de 2009, perante o 2º Tabelionato de Notas e
Protesto de Atibaia/ SP [livro nº 859, páginas 134/135], no qual declararam
viver em&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;união estável&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;desde 11 de junho de 2005 [fls. 05/05vº].&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Foi publicado edital e cumpridas
todas as formalidades legais para habilitação a casamento, não havendo
impugnações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;O pedido foi instruído com declaração
de duas testemunhas, no sentido de que os requerentes&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&quot;vivem em união estável e duradoura&quot;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;[fls.06].&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;É o relatório do necessário.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Opino .&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Respeitados entendimentos contrários,
até porque, a questão jurídica ora em análise é extremamente controvertida, não
vislumbro óbice legal a pretensão deduzida neste procedimento de habilitação em
trâmite perante o Cartório de Pessoas Naturais de Bragança Paulista, pelas
razões abaixo expostas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Inicialmente, observa-se que,
conforme pedido expresso dos requerentes, estes pretendem a&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;conversão&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;da alegada união
estável em casamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Dispõe o art.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/823945/constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988&quot; title=&quot;Artigo 226 do Constituição da Republica Federativa do Brasil 1988&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #3e5b16;&quot;&gt;226&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;,&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/823945/constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988&quot; title=&quot;Parágrafo 3 do Artigo 226 do Constituição da Republica Federativa do Brasil 1988&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #3e5b16;&quot;&gt;§ 3º&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, da&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/823945/constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988&quot; title=&quot;Constituição da Republica Federativa do Brasil 1988&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #3e5b16;&quot;&gt;Constituição Federal&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;,
que a lei deve facilitar a conversão da união estável em casamento. Nestes
termos:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&quot;Art. 226. A família, base da
sociedade, tem especial proteção do Estado. § 3º. Para efeito da proteção do
Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade
familiar,&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&quot;devendo a lei
facilitar sua conversão em casamento&quot;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;(grifo nosso).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;E ainda, proclama o art.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/1028078/c%C3%B3digo-civil-lei-10406-02&quot; title=&quot;Artigo 1726 do Código Civil - Lei 10406/02&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #3e5b16;&quot;&gt;1.726&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;do&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/1028078/c%C3%B3digo-civil-lei-10406-02&quot; title=&quot;Código Civil - Lei 10406/02&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #3e5b16;&quot;&gt;Código Civil&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;que&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&quot;a união estável poderá converter-se em casamento&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;, mediante pedido dos companheiros ao juiz e assento de registro
Civil&quot;(grifo nosso).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;A questão da possibilidade ou não da
conversão de união estável homoafetiva em casamento, como já dito, é
controvertida e gera posicionamentos diversos entre os juristas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Todavia, em que pese estar contido no
art.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/1028078/c%C3%B3digo-civil-lei-10406-02&quot; title=&quot;Artigo 1723 do Código Civil - Lei 10406/02&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #3e5b16;&quot;&gt;1.723&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;do&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/1028078/c%C3%B3digo-civil-lei-10406-02&quot; title=&quot;Código Civil - Lei 10406/02&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #3e5b16;&quot;&gt;Código Civil&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;ser requisito para
configuração da união estável a diversidade de sexos, no dia 05 de maio de 2011
a Supremo Tribunal Federal [STF] reconheceu a união estável homoafetiva,
equiparando-a a entidade familiar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Tendo em vista que a&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/823945/constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988&quot; title=&quot;Constituição da Republica Federativa do Brasil 1988&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #3e5b16;&quot;&gt;Constituição Federal&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;determina a facilitação pela lei da conversão da união estável em
casamento, conforme o disposto no art. supra transcrito, do mesmo modo que a
igualdade de sexos não é impedimento para configuração da união estável
conforme declarou o STF com força vinculante, forçoso convir que não há razão
jurídica para impedir ou obstar a conversão da união homoafetiva em casamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Isto porque o não reconhecimento da
entidade familiar homoafetiva de acordo com o entendimento esposado pelo STF,
afronta os princípios constitucionais da igualdade, da liberdade e , sobre
tudo, da dignidade da pessoa humana, na medida em que impede a união legal de
duas pessoas, ainda que do mesmo sexo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Assim, em que pese à alegação da
corrente contrária sobre a inconstitucionalidade da decisão do STF, entendo que
não há argumentos jurídicos suficientes que impeçam o deferimento da pretensão
dos habilitantes, nem mesmo a impossibilidade de procriação natural da união
homoafetiva, eis que fato biológico e incontroverso, para aqueles que defende
que a finalidade da família, assim reconhecida pela&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/823945/constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988&quot; title=&quot;Constituição da Republica Federativa do Brasil 1988&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #3e5b16;&quot;&gt;Constituição Federal&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;como base da sociedade, é a procriação como forma de garantir a
perpetuação da espécie e dos membros natos de uma nação, é óbice ao deferimento
da pretensão deduzida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Em relação a este argumento,
especificamente, entendo que o fundamento da criação de uma entidade familiar
não é a procriação propriamente dita, apenas, mas principalmente o afeto que
une duas pessoas, ainda que do mesmo sexo, com objetivo de vida comum. Ademais,
a seguir tal raciocínio casais heterossexuais geneticamente impotentes para a
procriação seria impedidos de se casar, o que a evidência, é absurdo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Outrossim, não será pelo fato de o
Estado permitir a união estável homoafetiva e sua conversão em casamento que a
família, tida como base da sociedade, deixará de ser protegida conforme
proclama o art.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/823945/constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988&quot; title=&quot;Artigo 226 do Constituição da Republica Federativa do Brasil 1988&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #3e5b16;&quot;&gt;226&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;,&quot;caput&quot;,
da&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/823945/constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988&quot; title=&quot;Constituição da Republica Federativa do Brasil 1988&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #3e5b16;&quot;&gt;Constituição Federal&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Todavia, vale ressaltar que ainda que
seja possível a conversão da união estável homoafetiva em casamento, entendo
que o casamento homoafetivo sem prévia união estável NAO é possível, ante o
preconizado pelo STF, e diante da ausência de legislação especifica a respeito
do assunto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Nestes termos, com fundamento em todo
acima exposto, manifesto-me pela homologação da pretensão deduzida neste
procedimento, de forma a se converter em casamento, pelo regime da comunhão
parcial de bens a união estável dos habilitantes, os quais adotarão
reciprocamente o patronímico do outro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Bragança Paulista, 13 de julho de 2001.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Kelly Cristina Avares Fedel&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Promotora de Justiça&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Caroline Faria Chaib&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Estagiária do Ministério Público&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 15.0pt;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Autor:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Assessoria de
Imprensa&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-right: -.05pt; text-align: justify;&quot;&gt;
FONTE: http://arpen-sp.jusbrasil.com.br/noticias/2780658/leia-a-integra-do-parecer-do-ministerio-publico-favoravel-ao-casamento-homossexual-em-braganca-paulista&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;www.geraldodeoliveira.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/feeds/2320338304855685397/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2011/12/leia-integra-do-parecer-do-ministerio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/2320338304855685397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/2320338304855685397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2011/12/leia-integra-do-parecer-do-ministerio.html' title='Leia a íntegra do Parecer do Ministério Público favorável ao casamento homossexual em Bragança Paulista'/><author><name>Geraldo de Oliveira de Francisco Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14677443714838484147</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5YPoaK3wxpZ_WZ8OQZNwzErjx8otnHFP5Gd4ZBrYiumJMSULWJZjoBiUU3CLH5tW9dUUK73Y2rkler7J0-qV0uJYO8t4PJBixtMndsBJ48S9TpgZBmL6a3gz4BTKwSQ/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3339473353441424887.post-3023655562522027076</id><published>2011-10-25T21:50:00.001-02:00</published><updated>2011-10-25T21:50:54.496-02:00</updated><title type='text'>Quarta Turma admite casamento entre pessoas do mesmo sexo</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
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Quarta Turma admite casamento entre pessoas do mesmo sexo &lt;/h3&gt;
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&lt;/div&gt;
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DECISÃO &lt;/div&gt;
&lt;span class=&quot;titulo_texto&quot;&gt;Quarta Turma admite casamento entre pessoas do mesmo sexo&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;conteudo_texto&quot;&gt;
Em decisão inédita, a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), por maioria, proveu recurso de duas mulheres que pediam para ser habilitadas ao casamento civil. Seguindo o voto do relator, ministro Luis Felipe Salomão, a Turma concluiu que a dignidade da pessoa humana, consagrada pela Constituição, não é aumentada nem diminuída em razão do uso da sexualidade, e que a orientação sexual não pode servir de pretexto para excluir famílias da proteção jurídica representada pelo casamento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O julgamento estava interrompido devido ao pedido de vista do ministro Marco Buzzi. Na sessão desta terça-feira (25), o ministro acompanhou o voto do relator, que reconheceu a possibilidade de habilitação de pessoas do mesmo sexo para o casamento civil. Para o relator, o legislador poderia, se quisesse, ter utilizado expressão restritiva, de modo que o casamento entre pessoas do mesmo sexo ficasse definitivamente excluído da abrangência legal, o que não ocorreu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Por consequência, o mesmo raciocínio utilizado, tanto pelo STJ quanto pelo Supremo Tribunal Federal (STF), para conceder aos pares homoafetivos os direitos decorrentes da união estável, deve ser utilizado para lhes franquear a via do casamento civil, mesmo porque é a própria Constituição Federal que determina a facilitação da conversão da união estável em casamento”, concluiu Salomão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu voto-vista, o ministro Marco Buzzi destacou que a união homoafetiva é reconhecida como família. Se o fundamento de existência das normas de família consiste precisamente em gerar proteção jurídica ao núcleo familiar, e se o casamento é o principal instrumento para essa opção, seria despropositado concluir que esse elemento não pode alcançar os casais homoafetivos. Segundo ele, tolerância e preconceito não se mostram admissíveis no atual estágio do desenvolvimento humano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Divergência &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os ministros Antonio Carlos Ferreira e Isabel Gallotti já haviam votado com o relator na sessão do dia 20, quando o julgamento começou. O ministro Raul Araújo, que também acompanhou o relator na sessão da semana passada,&amp;nbsp;retificou seu voto. Segundo ele, o caso envolve interpretação da Constituição Federal e, portanto, seria de competência do STF. Para o ministro, o reconhecimento à união homoafetiva dos mesmos efeitos jurídicos da união estável entre homem e mulher, da forma como já decidido pelo STF, não alcança o instituto do casamento. Por isso, ele não conheceu do recurso e ficou vencido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raul Araújo defendeu – em apoio&amp;nbsp;a proposta de Marco Buzzi – que o julgamento do recurso fosse transferido para a Segunda Seção do STJ, que reúne as duas Turmas responsáveis pelas matérias de direito privado, como forma de evitar a possibilidade de futuras decisões divergentes sobre o tema no Tribunal. Segundo o ministro, a questão tem forte impacto na vida íntima de grande número de pessoas e a preocupação com a “segurança jurídica” justificaria a cautela de afetar o caso para a Segunda Seção. A proposta, porém, foi rejeitada por três a dois. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O recurso foi interposto por duas cidadãs residentes no Rio Grande do Sul, que já vivem em união estável e tiveram o pedido de habilitação para o casamento negado em primeira e segunda instância. A decisão do tribunal gaúcho afirmou não haver possibilidade jurídica para o pedido, pois só o Poder Legislativo teria competência para insituir o casamento homoafetivo. No recurso especial dirigido ao STJ, elas sustentaram não existir impedimento no ordenamento jurídico para o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Afirmaram, também, que deveria ser aplicada ao caso a regra de direito privado segundo a qual é permitido o que não é expressamente proibido.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;conteudo_texto&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;em&gt;A Quarta Turma concluiu o julgamento na sessão desta terça-feira (25). &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;conteudo_texto&quot;&gt;
Fonte:&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;conteudo_texto&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=103687&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #015782;&quot;&gt;http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=103687&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;www.geraldodeoliveira.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/feeds/3023655562522027076/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2011/10/quarta-turma-admite-casamento-entre.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/3023655562522027076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/3023655562522027076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2011/10/quarta-turma-admite-casamento-entre.html' title='Quarta Turma admite casamento entre pessoas do mesmo sexo'/><author><name>Geraldo de Oliveira de Francisco Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14677443714838484147</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5YPoaK3wxpZ_WZ8OQZNwzErjx8otnHFP5Gd4ZBrYiumJMSULWJZjoBiUU3CLH5tW9dUUK73Y2rkler7J0-qV0uJYO8t4PJBixtMndsBJ48S9TpgZBmL6a3gz4BTKwSQ/s1600/*'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3339473353441424887.post-4453531822051306732</id><published>2011-10-25T16:09:00.001-02:00</published><updated>2011-10-25T16:09:58.520-02:00</updated><title type='text'>Quarta Turma retoma hoje julgamento sobre casamento civil entre pessoas do mesmo sexo</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;padding-bottom: 10px;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;titulo_texto&quot; style=&quot;color: #9d362e; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px; font-weight: bold; margin-left: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 5px; padding-top: 5px; text-align: left; text-decoration: none;&quot;&gt;Quarta Turma retoma hoje julgamento sobre casamento civil entre pessoas do mesmo sexo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;conteudo_texto&quot; style=&quot;color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px; text-align: justify; text-decoration: none;&quot;&gt;A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ)&amp;nbsp;deve retomar nesta terça-feira (25) o julgamento do pedido de habilitação para o casamento civil de duas mulheres. É a primeira vez que&amp;nbsp;o tribunal analisa a questão.&amp;nbsp;O ministro Marco Buzzi, que pediu vista do processo na última quinta-feira, informou que já concluiu o voto e o levará para a sessão nesta terça-feira. A reunião da Quarta Turma começa às 14h.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Buzzi é o último ministro a votar. O relator do caso, ministro Luis Felipe Salomão votou a favor do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. O voto foi acompanhado pelos ministros Raul Araújo, Isabel Gallotti e Antonio Carlos Ferreira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O recurso em julgamento foi interposto por duas cidadãs residentes no Rio Grande do Sul, que tiveram o pedido de habilitação para o casamento negado em primeira e segunda instância. A decisão do tribunal gaúcho afirmou não haver possibilidade jurídica para o pedido. No recurso especial, elas sustentaram não existir impedimento no ordenamento jurídico para o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Afirmaram, também, que deveria ser aplicada ao caso a regra de direito privado de que é permitido o que não é expressamente proibido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seu voto, o ministro Salomão ressaltou que um dos objetivos fundamentais da República, motivo da própria existência do Estado, é promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação. “É importante ressaltar, ainda, que o planejamento familiar se faz presente tão logo haja a decisão de duas pessoas em se unir, com escopo de constituir família, e desde esse momento a Constituição lhes franqueia ampla liberdade de escolha pela forma em que se dará a união”, afirmou.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;conteudo_texto&quot; style=&quot;color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px; text-align: justify; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;conteudo_texto&quot; style=&quot;color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px; text-align: justify; text-decoration: none;&quot;&gt;Fonte:&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;conteudo_texto&quot; style=&quot;color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px; text-align: justify; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=103676&quot;&gt;http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=103676&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;www.geraldodeoliveira.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/feeds/4453531822051306732/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2011/10/quarta-turma-retoma-hoje-julgamento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/4453531822051306732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/4453531822051306732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2011/10/quarta-turma-retoma-hoje-julgamento.html' title='Quarta Turma retoma hoje julgamento sobre casamento civil entre pessoas do mesmo sexo'/><author><name>Geraldo de Oliveira de Francisco Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14677443714838484147</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5YPoaK3wxpZ_WZ8OQZNwzErjx8otnHFP5Gd4ZBrYiumJMSULWJZjoBiUU3CLH5tW9dUUK73Y2rkler7J0-qV0uJYO8t4PJBixtMndsBJ48S9TpgZBmL6a3gz4BTKwSQ/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3339473353441424887.post-4344726802251376981</id><published>2011-10-21T15:22:00.001-02:00</published><updated>2011-10-21T15:22:29.291-02:00</updated><title type='text'>Casamento civil homoafetivo tem quatro votos favoráveis e julgamento é interrompido</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;ultima_atualizacao_texto&quot; style=&quot;color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 9px; padding-bottom: 0px; padding-left: 5px; padding-right: 5px; padding-top: 5px; text-align: right; text-decoration: none;&quot;&gt;20/10/2011&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;&quot;&gt;- 18h24&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;padding-bottom: 10px;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;tipo_texto&quot; style=&quot;color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 9px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 5px; padding-top: 5px; text-align: left; text-decoration: none;&quot;&gt;EM ANDAMENTO&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;titulo_texto&quot; style=&quot;color: #9d362e; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px; font-weight: bold; margin-left: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 5px; padding-top: 5px; text-align: left; text-decoration: none;&quot;&gt;Casamento civil homoafetivo tem quatro votos favoráveis e julgamento é interrompido&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;conteudo_texto&quot; style=&quot;color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px; text-align: justify; text-decoration: none;&quot;&gt;Se é verdade que o casamento civil é a forma pela qual o Estado melhor protege a família, e sendo múltiplos os arranjos familiares reconhecidos pela Carta Magna, tal opção não poderá ser negada a nenhuma família, independentemente da orientação sexual dos participantes, pois as famílias constituídas por pares homoafetivos detêm os mesmos princípios daquelas constituídas por casais heteroafetivos, que são a dignidade das pessoas e o afeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O entendimento do ministro Luis Felipe Salomão, relator do processo que discute a possibilidade de habilitação de pessoas do mesmo sexo para o casamento, foi seguido por três ministros da Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O julgamento foi interrompido pelo pedido de vista do ministro Marco Buzzi, último a votar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O processo trata de duas cidadãs do Rio Grande do Sul que recorreram ao STJ, após terem o pedido de habilitação para o casamento negado na primeira e na segunda instância. A decisão do tribunal gaúcho afirmou não haver possibilidade jurídica para o pedido. No recurso especial, elas sustentaram não existir impedimento no ordenamento jurídico para o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Afirmaram, também, que deveria ser aplicada ao caso a regra de direito privado de que é permitido o que não é expressamente proibido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seu voto, o ministro Salomão afirmou que a dignidade da pessoa humana não é aumentada nem diminuída em razão do concreto uso da sexualidade das pessoas, salvo quando é usada com intenção de negar a dignidade e a liberdade de outro, como ocorre nos casos de crimes sexuais. “O sexo, entendido como gênero&amp;nbsp;– e, por consequência, a sexualidade, o gênero em uma de suas múltiplas manifestações –, não pode ser fator determinante para a concessão ou cassação de direitos civis, porquanto o ordenamento jurídico explicitamente rechaça esse fator de discriminação”, observou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ministro lembrou que um dos objetivos fundamentais da República, motivo da própria existência do Estado, é promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação. “É importante ressaltar, ainda, que o planejamento familiar se faz presente tão logo haja a decisão de duas pessoas em se unir, com escopo de constituir família, e desde esse momento a Constituição lhes franqueia ampla liberdade de escolha pela forma em que se dará a união”, asseverou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo observou o relator, a interpretação do Tribunal de Justiça do Rio Grande Sul (TJRS) para os artigos 1.514, 1.521, 1.523, 1.535 e 1.565 do Código Civil de 2002 não foi a mais acertada. “Os mencionados dispositivos não vedam expressamente o casamento entre pessoas do mesmo sexo, e não há como enxergar vedação implícita ao casamento homoafetivo sem afronta a caros princípios constitucionais, como o da igualdade, o da não discriminação, o da dignidade da pessoa humana e os do pluralismo e livre planejamento familiar”, acrescentou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o relator, o legislador poderia, se quisesse, ter utilizado expressão restritiva, de modo a impedir que a união entre pessoas do mesmo sexo ficasse definitivamente excluída da abrangência legal, o que não ocorreu. “Por consequência, o mesmo raciocínio utilizado, tanto pelo STJ quanto pelo STF, para conceder aos pares homoafetivos os direitos decorrentes da união estável, deve ser utilizado para lhes franquear a via do casamento civil, mesmo porque é a própria Constituição Federal que determina a facilitação da conversão da união estável em casamento”, concluiu Salomão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/download.wsp?tmp.arquivo=2249&quot; style=&quot;color: #2465a4; font-family: &#39;trebuchet ms&#39;, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-decoration: underline;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Acesse aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;a íntegra do voto do ministro Salomão.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;conteudo_texto&quot; style=&quot;color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px; text-align: justify; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;conteudo_texto&quot; style=&quot;color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px; text-align: justify; text-decoration: none;&quot;&gt;Fonte:&lt;/div&gt;&lt;a href=&quot;http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=103594&quot;&gt;http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=103594&lt;/a&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;conteudo_texto&quot; style=&quot;color: #595656; font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px; text-align: justify; text-decoration: none;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;www.geraldodeoliveira.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/feeds/4344726802251376981/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2011/10/casamento-civil-homoafetivo-tem-quatro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/4344726802251376981'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/4344726802251376981'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2011/10/casamento-civil-homoafetivo-tem-quatro.html' title='Casamento civil homoafetivo tem quatro votos favoráveis e julgamento é interrompido'/><author><name>Geraldo de Oliveira de Francisco Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14677443714838484147</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5YPoaK3wxpZ_WZ8OQZNwzErjx8otnHFP5Gd4ZBrYiumJMSULWJZjoBiUU3CLH5tW9dUUK73Y2rkler7J0-qV0uJYO8t4PJBixtMndsBJ48S9TpgZBmL6a3gz4BTKwSQ/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3339473353441424887.post-4019049016380511071</id><published>2011-10-20T03:23:00.001-02:00</published><updated>2011-10-20T03:23:48.882-02:00</updated><title type='text'>STJ julgará casamento entre homossexuais</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;STJ julgará casamento entre homossexuais&lt;/h1&gt;&lt;div class=&quot;texto&quot; id=&quot;texto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) deve analisar amanhã se é  possível o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. O julgamento vai  um pouco além do que já foi decidido em maio pelo Supremo Tribunal  Federal (STF), que equiparou juridicamente a união homoafetiva à união  estável entre homem e mulher. &lt;br /&gt;
A decisão do STF teve impacto não  apenas sobre discussões de partilha de bens, pagamento de pensão e  herança, mas abriu espaço também para a adoção, mudança de nome e até  para o casamento civil. O casamento, que possui regras distintas da  união estável, estabelece direitos mais amplos aos casais. &lt;br /&gt;
A  questão será julgada pela 4ª Turma do STJ. O caso foi parar na Justiça  porque duas mulheres do Rio Grande do Sul requereram em cartório a  habilitação para o casamento. Como o pedido foi negado, elas entraram no  Judiciário sob o argumento de que não há impedimentos legais para o  casamento entre pessoas do mesmo sexo. &lt;br /&gt;
A Vara de Registros  Públicos e de Ações Especiais da Fazenda Pública da comarca de Porto  Alegre negou o pedido. O juiz entendeu que o casamento no &lt;a href=&quot;http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/1027027/c%C3%B3digo-civil-lei-10406-02&quot; id=&quot;citacaoLegis&quot; title=&quot;Código Civil - Lei 10406/02&quot;&gt;Código Civil&lt;/a&gt;  seria possível apenas entre homem e mulher. O Tribunal de Justiça do  Rio Grande do Sul (TJ-RS) manteve a sentença. &quot;Ao contrário de alguns  países, como é o caso, da Bélgica, da Holanda e da Espanha, e atualmente  o Estado de Massachussetts, nos Estados Unidos, que preveem o casamento  homossexual, o direito brasileiro não prevê o casamento entre pessoas  do mesmo sexo&quot;, decidiu o TJ-RS. &lt;br /&gt;
As mulheres recorreram ao STJ alegando que a decisão violaria o artigo &lt;a href=&quot;http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/1027027/c%C3%B3digo-civil-lei-10406-02&quot; id=&quot;citacaoLegis&quot; title=&quot;Artigo 1521 do Código Civil - Lei 10406/02&quot;&gt;1.521&lt;/a&gt; do &lt;a href=&quot;http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/1027027/c%C3%B3digo-civil-lei-10406-02&quot; id=&quot;citacaoLegis&quot; title=&quot;Código Civil - Lei 10406/02&quot;&gt;Código Civil&lt;/a&gt;  de 2002. O dispositivo elenca quem não poderia se casar, como irmãos,  pais e filhos, mas não faz referência a pessoas do mesmo sexo. Assim,  elas alegam que deve ser aplicada a regra segundo a qual, no direito  privado, o que não é expressamente proibido é permitido, conclusão que  autorizaria as duas a se habilitarem para o casamento. O Ministério  Público Federal opinou, em parecer sobre o assunto, pelo não provimento  do recurso. O número desse processo não é divulgado em razão de sigilo  judicial. &lt;br /&gt;
A advogada da área de família Maria Berenice Dias, do  Maria Berenice Dias Advogados, afirma que o STJ, ao cumprir o que já foi  decidido pelo Supremo, deveria confirmar a possibilidade de casamento  civil entre pessoas do mesmo sexo. Isso porque os ministros do STF, ao  admitirem a união estável e todos os efeitos decorrentes disso, já  autorizam de forma indireta o casamento civil. Maria Berenice afirma que  já obteve mais de 12 decisões judiciais que converteram uniões estáveis  homoafetivas em casamento civil. &quot;Nada impede que os homossexuais  casem. Tanto que em Petrópolis, no Rio de Janeiro, haverá um casamento  coletivo.&quot; &lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;margin-top: 20px;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Autor: &lt;/strong&gt;Fonte: Valor Econômico&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;www.geraldodeoliveira.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/feeds/4019049016380511071/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2011/10/stj-julgara-casamento-entre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/4019049016380511071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/4019049016380511071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2011/10/stj-julgara-casamento-entre.html' title='STJ julgará casamento entre homossexuais'/><author><name>Geraldo de Oliveira de Francisco Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14677443714838484147</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5YPoaK3wxpZ_WZ8OQZNwzErjx8otnHFP5Gd4ZBrYiumJMSULWJZjoBiUU3CLH5tW9dUUK73Y2rkler7J0-qV0uJYO8t4PJBixtMndsBJ48S9TpgZBmL6a3gz4BTKwSQ/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3339473353441424887.post-3201032660469498223</id><published>2011-09-27T18:12:00.000-03:00</published><updated>2011-09-27T18:12:48.147-03:00</updated><title type='text'>Jeronymo Villas Boas contrariou a decisão do Supremo Tribunal Federal de aceitar a união estável de pessoas de mesmo sexo.</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;materia-titulo&quot; style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 12px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;h1 class=&quot;entry-title&quot; style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 2.67em; font-weight: bold; letter-spacing: -1px; margin-bottom: 0.25em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&#39;Eles não são uma família&#39;, diz juiz que anulou casamento gay&lt;/h1&gt;&lt;div style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #666666; font-family: inherit; font-size: 1.5em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Jeronymo Villas Boas contrariou a decisão do Supremo Tribunal Federal de aceitar a união estável de pessoas de mesmo sexo.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;materia-corpo&quot; id=&quot;materia-corpo&quot; style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; clear: both; font-family: inherit; font: normal normal normal 14px/18px Arial, Helvetica, sans-serif; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 10px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; margin-bottom: 20px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;fotoMateria box330&quot; style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; float: left; font-family: inherit; font-size: 14px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; margin-right: 16px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; width: 330px; zoom: 1;&quot;&gt;&lt;div id=&quot;gmcembed_wrapper_0&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: black; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; height: 240px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; width: 320px;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;wm-poster-wrapper&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: black; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; height: 240px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; width: 320px;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;wm-poster-inner-wrapper&quot; style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; cursor: pointer; font-family: inherit; font-size: 14px; height: 240px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; position: relative; text-align: center; width: 320px;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;wm-poster-play&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: url(http://s.videos.globo.com/p2/i/play.png); background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: no-repeat no-repeat; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; display: block; font-family: inherit; font-size: 14px; height: 98px; left: 101.5px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; opacity: 0.6; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; position: absolute; top: 71px; width: 117px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;img class=&quot;wm-poster-image&quot; src=&quot;http://s01.video.glbimg.com/x240/1547052.jpg&quot; style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; height: 240px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; visibility: visible; width: 320px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; margin-bottom: 20px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;O juiz de Goiás que mandou anular um casamento gay deu uma entrevista exclusiva ao Fantástico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma assinatura histórica. Se dependesse do casal homossexual que casou em Goiás duraria para sempre. “Foi aquela muvuca no cartório porque foi a primeira do Brasil”, contou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas durou pouco mais de um mês. A primeira união estável entre pessoas de mesmo sexo foi anulada por um juiz em Goiânia. “Ele comparou o nosso ato para o cartório como um ato criminoso, de um roqueiro que tira a roupa durante um show no palco”, diz o jornalista Léo Mendes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Odílio e Léo foram ao Rio de Janeiro fazer outra escritura de união estável. “Sim! E não já juiz nesse país que irá nos separar”, disse Léo, no momento do sim.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;&quot;&gt;A cerimônia se transformou em um protesto coletivo: 43 casais homossexuais firmaram compromisso em cartório, inclusive, Odílio e Léo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;materia-corpo&quot; style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; clear: both; font-family: inherit; font: normal normal normal 14px/18px Arial, Helvetica, sans-serif; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 10px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 14px; margin-bottom: 20px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Mas eles nem precisavam ter viajado. A corregedora de Justiça de Goiás Beatriz Figueiredo Franco anulou a sentença do juiz e deu validade ao primeiro documento assinado pelo casal. “Eu achei por bem tornar sem efeito a decisão, dado o alcance administrativo que esta significava”, diz a corregedora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Fantástico foi a Goiás encontrar o juiz Jeronymo Villas Boas que contrariou a decisão do Supremo Tribunal Federal de aceitar a união estável de pessoas de mesmo sexo. A equipe de reportagem chegou no momento em que ele recebia a notificação da corregedoria, revendo a sentença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Perguntado sobre se não teria medo de uma punição, ele responde: “Medo não faz parte do meu vocabulário”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem é o juiz que discordou do Supremo Tribunal Federal?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Repórter: O senhor é homofóbico?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Juiz: De modo algum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mineiro de Uberaba, 45 anos, casado, pai de dois filhos e vice-presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros. Jeronymo Villas Boas é juiz há 20 anos e diz que se baseou na lei para tomar sua decisão. “O que neste ato pretenderam os dois declarantes é obter a proteção do Estado como entidade familiar. Os efeitos jurídicos que se extrairia disso são efeitos jurídicos de proteção da família. Eles não são uma família”, afirma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele argumenta que se ateve ao conceito de família definido pela Constituição brasileira: “Declara no artigo 16 que constitui família o núcleo formado entre homem e mulher. E dá a esse núcleo uma proteção especial como célula básica da sociedade. Família é aquele núcleo capaz de gerar prole”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o juiz, a união estável de pessoas de mesmo sexo contraria esse conceito constitucional. Na opinião dele, casais gays não teriam como constituir nem família nem estado. “Se você fizer um experimento, levando para uma ilha do Pacífico dez homossexuais e ali eles fundarem um Estado, sob a bandeira gay, e tentarem se perpetuar como Estado, eu acredito que esse Estado não subsistiria por mais de uma geração”, argumenta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A posição do juiz vai contra a interpretação do Supremo Tribunal Federal sobre o que é uma família. O ministro-relator Ayres Britto disse que a Constituição apenas silencia e, portanto, não proíbe a união homoafetiva. Em linguagem poética, o relatório dele, aprovado por unanimidade, diz que família é um núcleo doméstico baseado no afeito. E que os “insondáveis domínios do afeto soltam por inteiro as amarras desse navio chamado coração”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde o ano passado, o juiz Jeronymo Villas Boas é também pastor da Igreja Assembleia de Deus, que frequenta toda semana. Para os que o acusam de fundamentalismo religioso, Jeronymo Villas Boas diz que já tomou decisões contra a sua própria igreja, negando pedidos de isenção de impostos. E afirma ter outras inspirações: “As pessoas, talvez, possam querer me criticar porque eu tenho uma forte influência marxista”, diz o juiz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De Marx, o fundador do comunismo, a Martin Luther King, de quem tem um imenso painel. “O Martin Luther King foi um defensor da igualdade racial, mas também foi um defensor da família”, ele destaca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em uma biblioteca contígua ao gabinete dele, Jeronymo mostra à equipe de Vinicius de Moraes, ao famoso ensaio do psicanalista Roberto Freire sobre o desejo, e até uma bíblia em hebraico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diz que lê de tudo, sem preconceito. Mas não nega a influência de seus princípios religiosos. “A Constituição brasileira foi escrita sob a proteção de Deus. Querer que um juiz, que professa a fé evangélica, não decida questões que envolva conflitos, muitas vezes, de natureza política, social ou religiosa é negar a independência do juiz”, ele pondera.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E afirma que vai tomar a mesma decisão sempre que houver casos semelhantes. “Já solicitei de todos os cartórios que me remetam os atos que foram praticados a partir de maio deste ano para análise”, avisa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O repórter pergunta se ele sabe que irá enfrentar uma briga e Jeronymo responde: “Não há problema. Se o juiz tiver medo de decidir, tem que deixar a magistratura. Juiz medroso ou covarde não tem condição de vestir a toga”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já quando perguntado sobre o que fará se for enquadrado pelos superiores, argumenta: “Eu tenho direito de defesa. Se me punirem sem o direito de defesa, nós entramos no regime de exceção”, afirma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, se diz perplexo com a atitude de Villas Boas. Para o ministro, nenhum juiz está acima das orientações do Supremo. “No meu modo de ver, a reiteração dessa prática por esse magistrado vai revelar a postura ostensiva de afronta à Suprema corte. Isso efetivamente vai desaguar em um processo disciplinar junto ao Conselho Nacional de Justiça”, alerta Fux.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FONTE:&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1665790-15605,00-ELES+NAO+SAO+UMA+FAMILIA+DIZ+JUIZ+QUE+ANULOU+CASAMENTO+GAY.html&quot;&gt;http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1665790-15605,00-ELES+NAO+SAO+UMA+FAMILIA+DIZ+JUIZ+QUE+ANULOU+CASAMENTO+GAY.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;www.geraldodeoliveira.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/feeds/3201032660469498223/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2011/09/jeronymo-villas-boas-contrariou-decisao.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/3201032660469498223'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/3201032660469498223'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2011/09/jeronymo-villas-boas-contrariou-decisao.html' title='Jeronymo Villas Boas contrariou a decisão do Supremo Tribunal Federal de aceitar a união estável de pessoas de mesmo sexo.'/><author><name>Geraldo de Oliveira de Francisco Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14677443714838484147</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5YPoaK3wxpZ_WZ8OQZNwzErjx8otnHFP5Gd4ZBrYiumJMSULWJZjoBiUU3CLH5tW9dUUK73Y2rkler7J0-qV0uJYO8t4PJBixtMndsBJ48S9TpgZBmL6a3gz4BTKwSQ/s1600/*'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3339473353441424887.post-4217054228235863701</id><published>2011-07-29T13:41:00.001-03:00</published><updated>2011-07-29T13:41:25.132-03:00</updated><title type='text'>Ministro Celso de Mello cassa decisão que não reconheceu união estável homoafetiva</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-outline-level: 1; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 19.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-font-kerning: 18.0pt; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;Ministro Celso de Mello cassa decisão que não reconheceu união estável homoafetiva&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-outline-level: 2; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-outline-level: 2; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-outline-level: 2; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;Extraído de:&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;Supremo Tribunal Federal&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;&amp;nbsp;- 26 de Julho de 2011&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), em decisão proferida em 01/07/2011, cassou decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) que não reconheceu a existência de união estável homoafetiva para fins de pagamento de benefício previdenciário de pensão por morte.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;Ao analisar o caso, o ministro lembrou o recente entendimento do Supremo que reconheceu a união estável entre pessoas do mesmo sexo como entidade familiar. A decisão unânime foi tomada no dia 5 de maio deste ano, no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4277 e da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 132.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;Ao assim decidir sobre a questão, o Pleno desta Suprema Corte proclamou que ninguém, absolutamente ninguém, pode ser privado de direitos nem sofrer quaisquer restrições de ordem jurídica por motivo de sua orientação sexual, lembrou o decano do STF.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;Segundo ele, com esse julgamento, deu-se um passo significativo contra a discriminação e contra o tratamento excludente que têm marginalizado, injustamente, grupos minoritários em nosso país, permitindo-se, com tal orientação jurisprudencial, a remoção de graves obstáculos que, até agora, inviabilizavam a instauração e a consolidação de uma ordem jurídica genuinamente justa, plenamente legítima e democraticamente inclusiva.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;O ministro Celso de Mello lembrou que ele próprio já havia reconhecido a relevância e a possibilidade constitucional do reconhecimento da união homoafetiva como entidade familiar, em decisão individual na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 3300, de que foi relator, de autoria de associações paulistas que defendem os direitos de&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;gays&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;, lésbicas e bissexuais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;A decisão do decano foi tomada em fevereiro de 2006 e determinou a extinção do processo por razões técnicas. No entanto, ele ressaltou a importância de o STF discutir e julgar a legitimidade constitucional do tema em um outro tipo de processo, como, segundo sugeriu, a arguição de descumprimento de preceito fundamental (ADPF).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;Na decisão atual, tomada no início de julho no Recurso Extraordinário (RE) 477554/MG, de que também é relator, o ministro Celso de Mello apontou, como fundamento de sua manifestação, o reconhecimento do afeto como valor jurídico impregnado de natureza constitucional, que consolida, no contexto de nosso sistema normativo,&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;um novo paradigma&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;no plano das relações familiares, justificado pelo advento da&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/823945/constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988&quot; title=&quot;Constituição da Republica Federativa do Brasil 1988&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;Constituição Federal&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;de 1988.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;Tenho por fundamental, ainda, na resolução do presente litígio, o reconhecimento de que assiste, a todos, sem qualquer exclusão,&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;o direito à busca da felicidade&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;, verdadeiro postulado constitucional implícito, que se qualifica como expressão de uma ideia-força que deriva do princípio da essencial dignidade da pessoa humana, acrescentou em sua decisão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;Ele ressaltou ainda que&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;o direito à busca da felicidade&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;se mostra gravemente comprometido quando o Congresso Nacional, influenciado por correntes majoritárias, omite-se na formulação de medidas destinadas a assegurar, a grupos minoritários, a fruição de direitos fundamentais, dentre os quais, na linha dos&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;Princípios de Yogyakarta&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;(proclamados em 2006), o direito de&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;qualquer&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;pessoa de constituir família, independentemente de sua orientação sexual ou identidade de gênero.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;O ministro Celso de Mello enfatizou, de outro lado, na decisão de 01/07/2011, que o Supremo Tribunal Federal, ao julgar a controvérsia em questão, exerceu, uma vez mais,&lt;i&gt;típica função contra majoritária&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;, que se mostra própria e inerente ao órgão incumbido da prática da jurisdição constitucional.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;Para o ministro Celso de Mello, embora o princípio majoritário desempenhe importante papel nos processos decisórios, não pode ele, contudo, legitimar, na perspectiva de uma &lt;i&gt;concepção material de democracia constitucional&lt;/i&gt;, a supressão, a frustração e aniquilação de direitos fundamentais, como o livre exercício da igualdade e da liberdade, sob pena de descaracterização da própria essência que qualifica o Estado democrático de direito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;Ele destacou que é essencial assegurar que as minorias possam exercer em plenitude os direitos fundamentais a todos garantidos, sob pena de se reduzir o regime democrático a uma categoria político-jurídica meramente conceitual ou formal.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;Ninguém&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;se sobrepõe,&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;nem mesmo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;os grupos majoritários,&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;aos princípios superiores&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;consagrados pela&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/823945/constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988&quot; title=&quot;Constituição da Republica Federativa do Brasil 1988&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;Constituição&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;da República, concluiu o decano do Supremo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;A decisão do ministro Celso de Mello, ao dar provimento ao recurso extraordinário, restabeleceu a sentença do juiz de primeira instância da comarca de Juiz de Fora, em Minas Gerais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.jusbrasil.com.br/noticias/2785448/ministro-celso-de-mello-cassa-decisao-que-nao-reconheceu-uniao-estavel-homoafetiva&quot;&gt;http://www.jusbrasil.com.br/noticias/2785448/ministro-celso-de-mello-cassa-decisao-que-nao-reconheceu-uniao-estavel-homoafetiva&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 10.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-themecolor: text1;&quot;&gt;RR/AD//GCM&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;www.geraldodeoliveira.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/feeds/4217054228235863701/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2011/07/ministro-celso-de-mello-cassa-decisao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/4217054228235863701'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/4217054228235863701'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2011/07/ministro-celso-de-mello-cassa-decisao.html' title='Ministro Celso de Mello cassa decisão que não reconheceu união estável homoafetiva'/><author><name>Geraldo de Oliveira de Francisco Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14677443714838484147</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5YPoaK3wxpZ_WZ8OQZNwzErjx8otnHFP5Gd4ZBrYiumJMSULWJZjoBiUU3CLH5tW9dUUK73Y2rkler7J0-qV0uJYO8t4PJBixtMndsBJ48S9TpgZBmL6a3gz4BTKwSQ/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3339473353441424887.post-1919590399436932189</id><published>2011-07-26T17:47:00.001-03:00</published><updated>2011-07-26T17:47:39.660-03:00</updated><title type='text'>Juíza de Santa Catarina se casa com uma mulher</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 12.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;A juíza Sônia Maria Mazzetto Moroso, titular da 1ª Vara Criminal de Itajaí (SC), assinou no sábado (17/6) o documento que a torna casada com a servidora pública municipal Lilian Regina Terres. Esta é a primeira união civil homoafetiva registrada em Santa Catarina, após a decisão do Supremo Tribunal Federal, segundo noticiado pelo site&amp;nbsp;&lt;i&gt;Espaço Vital&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 12.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;A primeira do Brasil ocorreu em Goiânia, no dia 9 de maio, entre Liorcino Mendes e Odílio Torres. Até o casamento da juíza Sônia, ninguém da magistratura brasileira tinha assumido publicamente ser homossexual&lt;i&gt;.&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 12.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&quot;É a primeira pelo menos no estado de Santa Catarina e eu sou a primeira juíza brasileira a assumir&quot;, comemorou Sônia.&amp;nbsp;Ela e Lilian já tinham um relacionamento estável antes da união oficial. O casal se uniu no dia 29 de maio do ano passado, numa cerimônia abençoada pela religião umbandista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 12.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;O juiz Roberto Ramos Alvim, da Vara de Família da comarca, autorizou o casamento civil das duas mulheres. O ato foi, então, celebrado no Cartório Heusi.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 12.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Familiares e amigos delas acompanharam a cerimônia. Rafaello, filho da juíza Sônia, também estava presente e ansioso pela união. &quot;O meu filho me chama de mãe e se dirige à Lilian como mamusca&quot;, conta Sônia. Com o casamento, Lilian e Sônia decidiram acrescentar os sobrenomes uma da outra, ficando Sônia Maria Mazzetto Moroso Terres e Lilian Regina Terres Moroso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 12.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.conjur.com.br/2011-jul-19/juiza-santa-catarina-assume-homossexualismo-casa&quot;&gt;http://www.conjur.com.br/2011-jul-19/juiza-santa-catarina-assume-homossexualismo-casa&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.5pt; margin-bottom: 12.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Revista&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;Consultor Jurídico&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;, 19 de julho de 2011&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;www.geraldodeoliveira.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/feeds/1919590399436932189/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2011/07/juiza-de-santa-catarina-se-casa-com-uma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/1919590399436932189'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3339473353441424887/posts/default/1919590399436932189'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://advogadodireitohomoafetivo.blogspot.com/2011/07/juiza-de-santa-catarina-se-casa-com-uma.html' title='Juíza de Santa Catarina se casa com uma mulher'/><author><name>Geraldo de Oliveira de Francisco Junior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14677443714838484147</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5YPoaK3wxpZ_WZ8OQZNwzErjx8otnHFP5Gd4ZBrYiumJMSULWJZjoBiUU3CLH5tW9dUUK73Y2rkler7J0-qV0uJYO8t4PJBixtMndsBJ48S9TpgZBmL6a3gz4BTKwSQ/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>