<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-1675082148884402937</atom:id><lastBuildDate>Wed, 09 Oct 2024 14:13:37 +0000</lastBuildDate><category>Ciência da Gestão</category><category>Ensino</category><category>Opinião</category><category>Auto-interesse</category><category>Perfil do Administrador</category><category>Previsão</category><category>Debate</category><category>Marketing</category><category>Auto-ajuda</category><category>Comportamento</category><category>Empresas</category><category>Estratégia</category><category>TGA Ensino</category><title>Aflições de um administrador</title><description></description><link>http://aflicoesadm.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Carlos Landivar)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>36</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1675082148884402937.post-1206848722485338288</guid><pubDate>Sun, 27 May 2012 18:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-27T11:16:32.492-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Auto-ajuda</category><title>Autoajuda no ensino da Administração</title><description>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Eu tenho total desapreço pelo
o que se classificam como autoajuda. Não acredito em fórmulas mágicas, “os 7
passos para o sucesso”, ou que, se você pensar positivamente aquilo que quer, o
universo “conspirará a seu favor”.&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com.br/2009/11/o-sr-adujd-ou-o-vies-da-confirmacao.html&quot;&gt;Em um texto em 2009&lt;/a&gt;, eu escrevi
sobre uma, dentre as várias falácias da autoajuda: &lt;b&gt;o viés confirmatório&lt;/b&gt;. Ou
seja, você (ser humano) sempre buscará fontes que confirmem aquilo que
acredita, mesmo estando errado. Se uma pessoa inspirada escreve ou diz algo
sobre como ter sucesso, muito provavelmente ela esteja sendo vítima dessa
falácia; as pessoas que seguirem seus passos, não terão o sucesso garantido
conforme elas afirmam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Se autoajuda somente
figurasse entre os livros dedicados às pessoas como indivíduos, “tudo bem”; se
você é ingênuo o suficiente para dar créditos à eles, o problema ainda é só seu.
No entanto, infelizmente essa onda também é muito impregnada ao mundo
corporativo; creio que muitas vezes iludindo os estudantes de como é ser um
administrador, e deixando em segundo plano, as técnicas que ele realmente
precisará com muito trabalhado duro, para tentar alcançar algo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Um recente post do blog &lt;a href=&quot;http://www.autoatrapalha.com.br/2012/05/autoajuda-corporativa.html&quot;&gt;AutoAtrapalha&lt;/a&gt;, dedicado a discutir sobre as “armadilhas da autoajuda”, discorreu
sobre o autoajuda nas organizações. Muitas empresas dedicam &lt;b&gt;tempo, dinheiro,
recursos&lt;/b&gt;, para trazer um palestrante motivacional, que durante uma hora e meia,
discursa &quot;como a vida é bela e precisa ser vivida&quot;; &quot;como alcançar seus sonhos&quot;; &quot;como amar seus colegas&quot;; e segundo o artigo, nada ou quase nada entendem de
&lt;b&gt;vendas, balanços, marketing, planejamento estratégico ou cadeia de suprimentos, &lt;/b&gt;por exemplo.
Ao sair da palestra, é como receber uma injeção de ânimo: tudo é lindo; tudo
vai mudar a partir de agora. No outro dia, parece desaparecer tudo aquilo, e a
vida no trabalho volta a mesma coisa, e o pior, com os problemas ainda
persistindo: &lt;b&gt;vendas caindo, clientes insatisfeitos, fornecedores atrasados&lt;/b&gt;,
etc. &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgHKw41r9oQuZrgLOAnZLqlmEPwpuhKkryek3-BZXOyn5mX7xRWsDTHSTtQW58y1A-TMP2Qxa-im4MijX2D4s48tzelR2BLNQEWDMLIYLOFEVeP4GM4SDxEc9lCc9tjKNcdnmOrwIkJdZay/s1600/1275597878_98101888_1-Fotos-de--EMPREGADA-DE-LIMPEZA-1275597878.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgHKw41r9oQuZrgLOAnZLqlmEPwpuhKkryek3-BZXOyn5mX7xRWsDTHSTtQW58y1A-TMP2Qxa-im4MijX2D4s48tzelR2BLNQEWDMLIYLOFEVeP4GM4SDxEc9lCc9tjKNcdnmOrwIkJdZay/s1600/1275597878_98101888_1-Fotos-de--EMPREGADA-DE-LIMPEZA-1275597878.jpg&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;No ensino da administração,
as coisas não são muito diferentes. Eu me lembro que logo no primeiro ano da
faculdade, muito se falava sobre os &quot;líderes vencedores&quot;, como os funcionários se
sentiam bem trabalhando nessas empresas, como era tudo perfeito. Eu me lembro de
uma história assim: perguntaram para uma funcionária que trabalhava nos
serviços gerais de uma grande e importante organização, sobre o que ela fazia
na empresa, qual a sua contribuição; ela, &lt;b&gt;varrendo o chão&lt;/b&gt;, não titubeou ao
&lt;b&gt;declarar a missão da empresa!&lt;/b&gt; Eu sei que os professores falaram isso em sala de
aula muito provavelmente para reforçar o conceito que toda a organização, e não
só o alto escalão, devem ter sobre a missão. Por
outro lado, vamos encarar de fato as coisas: a história serve muito mais como “motivação”
de como construir uma organização vencedora, que realmente a &lt;b&gt;discussão profunda
dos aspectos relacionados a administração&lt;/b&gt;. E tinha muito mais histórias:
era o vendedor de frutas que conseguiu construir um supermercado; era o camelô que
abriu uma grande rede varejista, etc.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Dois pontos sobre isso: 1) somente
contar boas histórias de sucesso, sem a discussão sobre como a pessoa
conquistou, que técnicas gerenciais utilizou, torna-se um tanto vago; é aquele
efeito: o estudante anima-se com a administração, &lt;b&gt;mas no outro dia volta a sua
velha rotina e dificuldades de sempre&lt;/b&gt;; 2)&lt;b&gt; quantos feirantes e camelôs você
conhece que deu certo?&lt;/b&gt; Esses são os pontos fora da curva, e estudá-los e
utilizá-los como modelos de administração, não é adequado. Ao contrário, deve-se
estudar a média, o que 99% da turma irão encontrar como dificuldade nas
carreiras nas organizações. Por favor, deixem a autoajuda apenas no campo
individual (se um pedido desse pode ser considerado bom).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Para finalizar, ilustro esse
texto com um emblemático diálogo entre o Chaves e o Quico. Chaves estava saindo
da vila devido a uma dívida, e Quico não hesitou “motivar” o amigo com uma
linda história:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Quico&lt;/b&gt;: - Chaves, não fique
triste, você irá conseguir dinheiro. Por que você não começa um negócio como
engraxate? Eu conheço um homem que ficou milionário começando como engraxate!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Chaves&lt;/b&gt;: - Sério? Como isso
aconteceu?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Quico&lt;/b&gt;: - Bom, esse homem
comprou uma caixa de engraxate, juntou dinheiro, e comprou outra caixa de
engraxate e conseguiu um ajudante! Depois de um tempo, ele comprou mais outra
caixa de engraxate e mais um ajudante. Não muito tempo depois ele comprou mais
uma caixa de engraxate, e contratou um terceiro ajudante! Depois de mais um
tempo ainda, o homem comprou um bilhete de loteria, foi sorteado, e ficou
milionário!&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Risadas a parte, perceba que o&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;homem da história trabalhou duro, e &lt;/span&gt;&lt;b&gt;é esse trajeto que as histórias
dos professores devem permear&lt;/b&gt;, e não o simples fato dele ter sido “engraxate e
hoje um milionário” que apesar de motivacional e um teor de &quot;ele era engraxate e conseguiu vencer, você poderá conseguir muito mais&quot;, os aspectos relvantes da administração que devem ser ressaltados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;!--more--&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/&quot;&gt;Aflições de um Administrador&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://aflicoesadm.blogspot.com/2012/05/autoajuda-no-ensino-da-administracao.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Landivar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgHKw41r9oQuZrgLOAnZLqlmEPwpuhKkryek3-BZXOyn5mX7xRWsDTHSTtQW58y1A-TMP2Qxa-im4MijX2D4s48tzelR2BLNQEWDMLIYLOFEVeP4GM4SDxEc9lCc9tjKNcdnmOrwIkJdZay/s72-c/1275597878_98101888_1-Fotos-de--EMPREGADA-DE-LIMPEZA-1275597878.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1675082148884402937.post-7070009219032226829</guid><pubDate>Mon, 21 May 2012 12:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-27T11:16:41.658-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ensino</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Previsão</category><title>A boa ciência em administração</title><description>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Há algum tempo &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com.br/2010/01/ensino-da-administracao-baseado-em.html&quot;&gt;eu escrevi&lt;/a&gt; uma prévia sobre a fragilidade da
prática em administração, muitas vezes, não ser &lt;b&gt;entendida, ensinada e aplicada
por circunstâncias.&lt;/b&gt; Em muitos casos, afirmam-se correlações como algo certo, e
induz que essa dinâmica deve ocorrer mediante algum ato oriundo dessa
correlação que a empresa praticar. Por exemplo: há uma correlação aparente em
estabelecer que “empresas de sucesso tiveram CEOs da própria empresa”.
Portanto, a organização estabelece uma política de nomear para esse cargo apenas
recursos humanos de dentro da empresa, e sabe que terá mais chance de sucesso,
porque existe essa correlação. Mas será mesmo? Quando essas empresas não dão certas,
colocam a culpa no caráter imprevisível, intuitivo e aleatório das práticas de
administração. Concordo, em partes, com essas características, mas concordo
também que a &lt;b&gt;correlação não é um instrumento inato para predizer algum
comportamento&lt;/b&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Na verdade, a relação de causa e efeito é a que mais se aproxima
de uma correta previsão, essa precisa ser encarada como a boa ciência em
administração. Veremos a seguir como se constrói essa “boa ciência”; o objetivo
também é que esse texto se torne um guia para vocês leitores tentarem
diferenciar um “bom” e “ruim” livro de administração.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: right; margin-left: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcR5ol_cOcN5fxDewaa_uyJf_GZhaItX-lwtWTRrj9GzMeQc-fflMqS4xOZlXaSz2ICyLMX2ukHN33Hitz27OFj3BbyS1WgNuaJYEtxwAFM5VG2oD3Tc_WsxjvDLkCmPTCOrnS_DdXkq3f/s1600/precipicio%5B2%5D.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcR5ol_cOcN5fxDewaa_uyJf_GZhaItX-lwtWTRrj9GzMeQc-fflMqS4xOZlXaSz2ICyLMX2ukHN33Hitz27OFj3BbyS1WgNuaJYEtxwAFM5VG2oD3Tc_WsxjvDLkCmPTCOrnS_DdXkq3f/s320/precipicio%5B2%5D.jpg&quot; width=&quot;258&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Não caia no precipício da administração!&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;As teorias sólidas possuem um caráter fundamental entre as
mesmas: tem o poder de prever um fenômeno. Veja por exemplo a Lei da Gravidade:
prevemos que, se dermos um passo à beira do precipício, a queda é inevitável. O
processo de construção das mesmas inicia-se com a descrição de um fato que se
pretende compreender. Por exemplo: um fenômeno de interesse em administração
são as iniciativas de gestores em busca do sucesso e os resultados de suas
ações. O problema da ciência em administração começa aí; muitos pesquisadores
observam alguns casos de sucesso, e afirmam em seguida, que essa é uma &lt;b&gt;prática
viável para as demais empresas &lt;/b&gt;(a chamada falácia da generalidade). Qual o
problema disso?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: left; margin-right: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiFihGF1rQ8GUh7SpbqcWyhXLVrKEajUGWVz6AQ7dD3bgE9VnHvG6sGPVFz2PlzoD-MFADORZh-1WaHaT9c1iqKNheyazdGxwVH56tJGMF5GJ9-Yxv0J_rkncGuHwroUKvJa1zMYaaB-U7J/s1600/08120302_blog.uncovering.org_stringfellow.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;213&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiFihGF1rQ8GUh7SpbqcWyhXLVrKEajUGWVz6AQ7dD3bgE9VnHvG6sGPVFz2PlzoD-MFADORZh-1WaHaT9c1iqKNheyazdGxwVH56tJGMF5GJ9-Yxv0J_rkncGuHwroUKvJa1zMYaaB-U7J/s320/08120302_blog.uncovering.org_stringfellow.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Mecânica dos fluídos que tornou o voo possível&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O problema reside no segundo processo da construção da
ciência: categorizar os fenômenos, ou seja, classificá-los mediante suas
circunstâncias; esse é a fase mais importante do processo. Veja por que:
antigamente os aviadores acreditavam que só poderiam voar se tivesses asas,
devido alta correlação que encontraram em seres que voam e ter asas. Mas, um
voo só foi possível quando entenderam os mecanismos, ou seja, &lt;b&gt;descobriram o que
realmente causa um voo possível&lt;/b&gt;. Se ficassem somente na correlação, voar não
seria viável. O que quero dizer é: apesar de alta correlação de “empresas de
sucesso ter um CEO de dentro da empresa”, isso não determina, de fato, o
sucesso da mesma. Deve-se haver um sistemático entendimento para abordar a
causa e seu respectivo efeito de uma determinada ação sobre um fenômeno. Em
outras palavras: quais circunstâncias um CEO de dentro ou de fora da empresa, é
favorável? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;E por fim estabelece uma teoria que dê conta da
previsibilidade do fenômeno. Uma boa teoria, além de estabelecer quais
circunstâncias determinadas ações serão mais prováveis de dar certo, também
devem responder quando as mesmas &lt;b&gt;não irão ser bem sucedidas&lt;/b&gt;. Por isso os
pesquisadores em gestão estão inclinando suas pesquisas a responderem quando
determinada prática consolidada na administração, não surtirá o efeito
desejável. Por exemplo: sabe-se da importância da reengenharia como processo de
inovar a sua empresa, mas, e quando essa prática não atingir os objetivos
ancorados em sua teoria? Portanto, estudam-se os &lt;i&gt;“outliers” &lt;/i&gt;da amostra (às vezes, tão rejeitados pelos
pesquisadores). Outra questão: por que eu acho que o livro de Jim Collins &lt;b&gt;não é
definido&lt;/b&gt; como uma boa ciência de gestão? Porque várias das empresas
consideradas como “excelentes” pelo autor, e passíveis de seguidores, hoje
morreram, ou não são tão “excelentes” assim. Fica entendido que as causas que
levaram ao sucesso dessas empresas, não eram realmente &lt;b&gt;causas&lt;/b&gt;, e sim
&lt;b&gt;correlações&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Mediante esse pequeno esboço do funcionamento da ciência,
espero que tanto eu como você aplique nas leituras e aulas sobre administração;
e que não caiamos na falácia da generalidade. Se você ler ou ouvir, por
exemplo, que &quot;hoje em dia a terceirização é a melhar prática administrativa para
manter-se competitivo&quot;, não hesite em&lt;b&gt; perguntar ou questionar:&lt;/b&gt; mas em qual circunstância a
empresa precisa se encontrar para que a terceirização seja realmente eficaz?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/&quot;&gt;Aflições de um Administrador&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://aflicoesadm.blogspot.com/2012/05/boa-ciencia-em-administracao.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Landivar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcR5ol_cOcN5fxDewaa_uyJf_GZhaItX-lwtWTRrj9GzMeQc-fflMqS4xOZlXaSz2ICyLMX2ukHN33Hitz27OFj3BbyS1WgNuaJYEtxwAFM5VG2oD3Tc_WsxjvDLkCmPTCOrnS_DdXkq3f/s72-c/precipicio%5B2%5D.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1675082148884402937.post-8311954390717336319</guid><pubDate>Tue, 08 May 2012 04:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-27T11:17:00.634-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">TGA Ensino</category><title>História no ensino em Administração</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Uma das primeiras disciplinas ministrada nos cursos de
Administração é “Teoria Geral da Administração”, a famosa TGA, tão conhecida
por nós administradores. Dias atrás, pensava e refletia sobre como é ensinado
esse corpo teórico, tão importante à formação na área. E deparei-me com a
seguinte questão: o conteúdo apresentado em sala de aula diz respeito ao &lt;b&gt;ensino
dos processos administrativos propriamente ditos&lt;/b&gt;, ou limitam-se, apenas, a
exposição &lt;b&gt;histórica do pensamento administrativo&lt;/b&gt;?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: right; margin-left: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigYKnO0RS3duamffgbX58Ib8WnKifexL-fYiAlE2WQcHeqEUiZzZt92qTZ0_DhGuEO1FrzgJwwMNjk-iIYEMrUpvtNKiVjgmmsNFXPqmLSVi9a8utjmJYRbJm4JG0xj4gsSQbdqidML5_G/s1600/darwin-.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;261&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigYKnO0RS3duamffgbX58Ib8WnKifexL-fYiAlE2WQcHeqEUiZzZt92qTZ0_DhGuEO1FrzgJwwMNjk-iIYEMrUpvtNKiVjgmmsNFXPqmLSVi9a8utjmJYRbJm4JG0xj4gsSQbdqidML5_G/s320/darwin-.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;Estudam o darwianismo mas, e a evolução?&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
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&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Essa questão surgiu a partir da leitura do artigo &lt;a href=&quot;http://biologiaevolutiva.wordpress.com/2012/04/29/ensinando-evolucao-a-historia-vem-por-ultimo/&quot;&gt;“Ensinando evolução: a história vem por último”&lt;/a&gt;; de acordo com o texto, em todos os
materiais pesquisados pelo autor disponíveis para ensino médio e cursinhos
pré-vestibulares no Brasil, dá-se ênfase quase total ao &lt;b&gt;ensino da evolução no
âmbito histórico&lt;/b&gt;, negligenciando (ou deixando para segundo plano) o &lt;b&gt;ensino da
ciência da evolução &lt;/b&gt;aos estudantes. Senão, vejamos: de acordo com o artigo, os
livros sobre o tema iniciam falando sobre as concepções da evolução anteriores
ao século XIX, depois aborda sobre Lamarck, em seguida discorre sobre a obra e
vida de Darwin, para finalizar com alguns conceitos sobre neodarwinismo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;É fato que a história é fator determinante para os estudos
das ciências, mas parar somente aí, é que reside a limitação do ensino em
determinados temas. Segundo o autor, por que os livros de ecologia, por
exemplo, não iniciam seus cursos falando da história de seus pensadores
(Haeckel, Enton ou Odum)? Ao contrário, os tópicos já iniciam discutindo sobre habitat,
nicho e fluxo energético. A ilustração é pertinente: na biologia, somente “evolução”
é ensinada através da história. Para o autor, um plano de aula factível com o
propósito real de ensinar a ciência da evolução seguiria os seguintes tópicos:
1) Genética básica: genes, alelos e reservatório gênico; 2) Mudanças
Adaptativas: seleção; 3) Mudanças não adaptativas: deriva; 4) Especiação; 5)
Homologias e Analogias; 6) História da biologia evolutiva (aqui sim caberia a
história de Darwin, Lamarck...). Percebem a diferença entre uma concepção de
ensino e outra? Mesmo sendo leigo, é visível que na segunda abordagem
ensina-se, de fato, a ciência da evolução. Mas voltemos ao nosso “mundo”: e em administração?
O ensino é histórico ou realmente aborda-se a ciência da administração aos
iniciantes da área?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Minha opinião é que há, felizmente, um &lt;b&gt;misto&lt;/b&gt; dos dois. No
entanto, na minha experiência como aluno, afirmo que a perspectiva histórica do
ensino frequentemente toma as rédeas da aula e, assim como na evolução, os
discentes aprendem as teorias da administração inseridas apenas no seu &lt;b&gt;contexto
histórico&lt;/b&gt;.&amp;nbsp;Apesar da cronologia e nomenclatura diferir entre manuais, as
chamadas escolas da Administração obedecem basicamente às seguintes abordagens:
Abordagem Clássica; Abordagem Humanista; Abordagem Neoclássica; Abordagem
Estruturalista; Abordagem Comportamental; Abordagem Sistêmica; Abordagem Contingencial*;
e abordagens pós contingencias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh4hjm6A-d75VJjYw9-bLwGlK9z4MV4zciN42CmSbLsCGsvEHSSYTHYfAaiZB2fZW83vySpaTyzRJ_l8VwxtX0zZDA5dFenmsbgFth4pO9fJpWHQPX4ca1KxpKIWJ1YBv_IRNFRbTLt1Iah/s1600/200px-Frederick_Winslow_Taylor_crop.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh4hjm6A-d75VJjYw9-bLwGlK9z4MV4zciN42CmSbLsCGsvEHSSYTHYfAaiZB2fZW83vySpaTyzRJ_l8VwxtX0zZDA5dFenmsbgFth4pO9fJpWHQPX4ca1KxpKIWJ1YBv_IRNFRbTLt1Iah/s1600/200px-Frederick_Winslow_Taylor_crop.jpg&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;Como analogia, estudamos o taylorismo ou os princípios da Administração Científica?&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;São familiares as expressões dos tópicos acima para os
administradores, mas, saber exatamente&lt;b&gt; quais os processos administrativos
enfatizados por cada escola&lt;/b&gt;, e mais, saber o &lt;b&gt;ambiente social, política e
econômico da época&lt;/b&gt;, os quais influenciam diretamente as práticas em
administração de empresas naquele período, apesar de serem abordados no conteúdo do pensamento administrativo, talvez seja menos frequente no repertório de administradores. Discorrer sobre a
história de Taylor, Fayol, Weber, entre outros, não é suficiente. Uma ação mais
contributiva ao entendimento da ciência da administração é internalizar “como e
porque” as escolas adotaram as práticas que emergiram nos processos
empresariais.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/&quot;&gt;Aflições de um Administrador&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://aflicoesadm.blogspot.com/2012/05/historia-no-ensino-em-administracao.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Landivar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigYKnO0RS3duamffgbX58Ib8WnKifexL-fYiAlE2WQcHeqEUiZzZt92qTZ0_DhGuEO1FrzgJwwMNjk-iIYEMrUpvtNKiVjgmmsNFXPqmLSVi9a8utjmJYRbJm4JG0xj4gsSQbdqidML5_G/s72-c/darwin-.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1675082148884402937.post-4278574644663162462</guid><pubDate>Wed, 28 Mar 2012 04:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-27T11:17:15.474-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comportamento</category><title>Agora eu me lembro...</title><description>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Tive o prazer de terminar de ler “A Arte e a Ciência de Memorizar Tudo” de Joshua Foer. Basicamente a história narra, em primeira pessoa, a condição do autor de jornalista que cobriu um Campeonato Mundial de Memória, para um Campeão Nacional (EUA) da arte de memorizar! Todo esse feito dentro de um período de 1 ano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O livro é um bálsamo de informações sobre memória. Para quem está acostumado a ver esses tipos de assuntos em classificações de auto-ajuda, irá ter uma agradável surpresa: o autor lança mão de conceitos científicos, levantamento de estudos e pesquisas sérias do tema, que envolvem a Psicologia, Neurociência etc; tudo a respeito do cérebro e a relação com a memória.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;Parece uma coisa que não nos preocupamos muito, mas como anda sua memória? Eu me lembro de quando mais jovem (parece papo de idoso), eu saber o número dos telefones de várias pessoas na cabeça, hoje seu o meu e da minha namorada apenas (e somente seu celular, não me pergunte o da casa). Vivemos num mundo onde a memória se externalizou: celulares, tablets, pcs, post-its, livros, enciclopédias etc. Tudo está ao nosso alcance, basta acessar e teremos a informação que precisamos. Então, dar-se o trabalho de memorizar para quê?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhRqPpd2tMUwTNvIQ2yImlUXQWLE2jHweJIfTfK0U1bGEzWilPAjeYnjycbQWez8TvcFQHzDqUpLVpmABtbh2wFhmO9jwKvXOF7c1bZ65lh5RglAwvHXrBl_8FukFHzcp2nFD2qjwPunjiW/s1600/sofista+pregando2.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;244&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhRqPpd2tMUwTNvIQ2yImlUXQWLE2jHweJIfTfK0U1bGEzWilPAjeYnjycbQWez8TvcFQHzDqUpLVpmABtbh2wFhmO9jwKvXOF7c1bZ65lh5RglAwvHXrBl_8FukFHzcp2nFD2qjwPunjiW/s320/sofista+pregando2.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;Na antiguidade clássica, a memória era um bem único e precioso que as pessoas cultivavam. Existiam os memorizadores profissionais; aquelas pessoas que declamavam poesias, leis do rei, códigos de conduta; tudo usando unicamente a “cabeça”. Em meados do século IX, a memorização tomou contornos repudiáveis à aprendizagem. Educadores anunciavam a memória para o subúrbio, e apregoavam o entendimento e a centralidade do saber no aluno. Até os dias atuais, na escola, a memória é mal vista. Lembra-se dos professores quando falavam: - “Não decore, entenda!” – tornando a tarefa quase impossível para os inúmeros elementos da tabela periódica, ou lembrar-se das datas mais importantes da Guerra do Paraguai. No entanto, uma escola americana, cujos alunos receberam o carinhoso apelido de “O Décimo Talentoso”, o professor faz questão de ensinar as técnicas de memorização aos alunos, e fazerem os mesmos reterem os acontecimentos necessários à aprendizagem. Seu lema é: “Eu sei que os alunos precisam aprender a pensar, mas eles não irão conseguir pensar a partir do nada. Eles precisam, primeiramente, das informações retidas na memória”. Os alunos formados nessa escola são os melhores dos inúmeros testes que fazem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;Esse é o ponto: não é simplesmente decorar por decorar, através de repetição. Se você pegar uma lista de 20 palavras para memorizar apenas por repetição; ao recitá-las, duvido muito que chegará à sétima palavra. Dentre os objetivos do livro e o mais importante para mim foi descobrir o poder das técnicas de memorização.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiZnp__qskfxK9Ni0Vusl2cIWsMvsUSmlBHEwrzxCD0Gm9iX87c1u4UFnblkfEaS-f45NWZrPvrhaWB0RAf2XxnyGA06xA4G84GE8G_WTDu68Jy_Xhq_NhkeIMfIxyppjUKm07XKtnv1JCY/s1600/image_preview.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;210&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiZnp__qskfxK9Ni0Vusl2cIWsMvsUSmlBHEwrzxCD0Gm9iX87c1u4UFnblkfEaS-f45NWZrPvrhaWB0RAf2XxnyGA06xA4G84GE8G_WTDu68Jy_Xhq_NhkeIMfIxyppjUKm07XKtnv1JCY/s320/image_preview.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;A mais importante e utilitária técnica foi o chamado “Palácio da Memória”. A técnica consiste em visualizar um lugar que lhe seja muito familiar (sua própria casa, por exemplo). Feche os olhos; certamente você se lembra, com todos os detalhes, os cômodos da casa, os objetos despendidos no local etc. A memorização consiste em você projetar uma imagem daquilo que queira lembrar (e uma imagem mais bizarra possível), e coloque em um dos lugares do seu palácio da memória. Irei explicar dando um exemplo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Eu estava estudando sobre Orçamento Público (um tema novo para mim) para uma prova, e precisava lembrar as classificações que a despesa e a receita podem ter. Resolvi testar a técnica do palácio da memória, e ficou mais ou menos assim: no orçamento público, as despesas podem ser classificadas em institucional, função-programa, por elementos, e econômicas. Já as receitas são classificadas em econômicas, por fontes, e por origem. Abri um palácio da memória que é o departamento no qual estudo (passei quatro anos de graduação e dois de mestrado lá, conheço bem o lugar). Iria começar pelas despesas, então, logo na entrada do departamento, imaginei o símbolo da UFMS, uma “instituição”, que me fazia lembrar “institucional”. Virando a direita, no anfiteatro, imaginei um homem perguntando para quem chegasse: - Qual a sua “função”? Não, não, aqui é palestra do “programa” de mestrado. Ou seja, lembrava da segunda classificação que é função-programa. Para lembrar-me da classificação por elementos, na porta da sala do meu orientador imaginei um policial saindo e gritando: - Esse aqui é o “elemento”, esse aqui é o “elemento”! Pronto, assim eu lembrava da classificação. Finalizando as classificações por despesa, a econômica era assim: havia um porteiro no hall das salas dos professores, e eu perguntava se lá era o curso de Economia. Ele respondia que não, lá era Administração (realmente, o curso de Economia ficava &amp;nbsp;“para lá”).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Fechava assim as classificações das despesas. Ainda faltava os da receita, ficou mais fácil ainda de lembrar, vejam só: quando o cara anterior me falava que Economia “ficava para lá”, quando eu chegava no local certo, perguntava para outra pessoa se lá era mesmo Economia e ela me confirmava. A primeira classificação ok. A segunda, por fontes, imaginei eu na porta da sala de aula do mestrado, e os professores cobrando aos alunos: -Precisa por “fontes”, precisa por ‘fontes”! E a terceira classificação, por origem, eu chegava no estacionamento do prédio, e de repente se abria na terra a invasão de alienígenas, era a “origem” da Terra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Tudo isso parece uma grande besteira, mas justifico apoiando-me no livro que não é. Isso que eu fiz são poucas coisas para memorizar, certamente por repetição você conseguiria, mas com o pesar de um futuro muito próximo você já tenha esquecido tudo. Essa é outra vantagem do palácio da memória, a sua retenção dura muito mais tempo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Faça esse teste também, utilize seus palácios da memória, exercite sua mente. Trabalho, faculdade, e na vida, você irá se beneficiar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/&quot;&gt;Aflições de um Administrador&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://aflicoesadm.blogspot.com/2012/03/agora-eu-me-lembro.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Landivar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhRqPpd2tMUwTNvIQ2yImlUXQWLE2jHweJIfTfK0U1bGEzWilPAjeYnjycbQWez8TvcFQHzDqUpLVpmABtbh2wFhmO9jwKvXOF7c1bZ65lh5RglAwvHXrBl_8FukFHzcp2nFD2qjwPunjiW/s72-c/sofista+pregando2.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1675082148884402937.post-1743299445125818855</guid><pubDate>Sat, 10 Mar 2012 16:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-27T11:16:18.774-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Debate</category><title>Comentando a um post sobre Capitalismo</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Acabo de ler o post do meu amigo &lt;a href=&quot;https://twitter.com/#!/andrecent&quot;&gt;André Centeno&lt;/a&gt; &lt;a href=&quot;http://novainspiracao.blogspot.com/2012/03/capitalismo-perverso.html&quot;&gt;&quot;Capitalismo Perverso&quot;&lt;/a&gt;, e como o comentário ficou extensivo, irei publicá-lo aqui no meu blog. Segue abaixo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&quot;Fala André, tranquilo? Primeiramente quero dizer que sou seu fã mano, compartilho das várias idéias que você tem, mas essa, eu terei que discordar. Vamos lá:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;- A tese principal do texto é que o &quot;Capitalismo é injusto&quot;. Pois bem, você escreve dois principais argumentos para isso: 1) &quot;cria a ilusão de que todos, sem exceção, podem enriquecer&quot;; 2) &quot;só é pobre quem quer, quem não se esforça, quem é desinteressado&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Primeiro ponto é que eu não sei da onde você tirou que o capitalismo prega essas coisas; suponho que tenha aprendido em livros de auto-ajuda como citou &quot;Pai rico pai pobre&quot;, ou de um pastor (como vc disse), essas coisas.... Cara, esquece disso, e não se baseia por essas referências. Isso aí é balela da auto-ajuda, sem fundamento nenhum. É óbvio que a pessoa apenas &quot;querer&quot; ficar rica (o famoso poder do pensamento positivo), não quer dizer que irá ficar. É certeza também que existem muitas pessoas que se esforçam, que se interessam, fazem tudo, mas não dão certo na vida, e continuam pobres. Nós acreditamos só no Pai rico pai pobre, nos que deram certo, nos que contaram a história de sucesso; os milhares fracassados estão ocultos no cemitério, ninguém quer saber deles.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Ou seja, assim como você, eu não acredita nessas premissas, mas discordamos do ponto fundamental: você acredita que a causa disso é o sistema capitalista ser &quot;perverso&quot;; eu discordo dessa perversidade, e vou mais longe: afirmo que o capitalismo é inerente a natureza humana; irei explicar melhor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Nós humanos temos o extinto de comercializar, de adquirir riquezas e posses; o capitalismo foi um sistema &quot;criado&quot; (adaptado) por nós mesmos, afim de achar a melhor maneira de produzir eficientemente. Veja por exemplo a explosão da produtividade, da riqueza dos países, riqueza per capita, etc que vislumbramos a partir do início do século XIX, tudo se deve a forma que o capitalismo opera. Malthus havia previsto a escassez de comida pois estávamos utilizando toda a extensão da terra para produzir, e a população crescia muito, exponencialmente. Mas ele estava errado, não ficamos sem comida, ele não contava com a produtividade, em &quot;fazer mais com menos&quot;, tipicamente conceitos do capitalismo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Mas eu não quero levar essa discussão para esse campo, dizendo que o capitalismo é &quot;bom&quot; ou &quot;ruim&quot; (relação que você fez, dizendo que o mesmo é&amp;nbsp; ruim&quot;) portanto, talvez o que estou escrevendo aqui não tenha sentido para ir contra seu texto, pois eu não quero entrar nesse mérito (acho que não tem como); afirmo apenas que o capitalismo não é bom nem ruim; é o sistema que melhor adapta as nossas necessidades. Não existe o fim do capitalismo, ele se auto-organiza, e sai diferente das várias crises que já passou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Como disse, o capitalismo (liberal, democrático, empreendedor) faz parte da natureza humana; mesmo com todas as suas imperfeições. O que temos que fazer é discipliná-lo (regulamentá-lo), criar regras&amp;nbsp; partir de seus efeitos &quot;ruins&quot; e &quot;intoleráveis&quot;. Ex. todos sabemos que a crise de 2008 foi causada, grosso modo, pela falta de regulação aos bancos que emprestavam crédito as pessoas comprares suas casas. Faltou regulação, pois não é errado emprestar dinheiro para comprar casas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Vamos abordar um pouco dos problemas que você citou:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;1) sobre o valor do salário mínimo; das pessoas não conseguirem viver com o mesmo; falta de oportunidade em realizar cursos, mesmo gratuitos: concordo contigo em todos esses fatos, mas não creio que isso é causado pelo &quot;sistema capitalista&quot;; está relacionado a políticas públicas, ao Estado Democrático que vivemos. Ou seja, é a forma de governo e suas decisões é que influenciarão os pontos que você citou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;2) sobre a estatística que você menciona a respeito de para cada brasileiro que se torna milionário, outras tantos não conseguem, ficam na abaixo da linha da pobreza, etc: primeiro ponto é que você utiliza exceções para justificar a regra. Utilizar dados de quantas pessoas se tornam milionárias, não ajuda a demonstrar o quanto estamos no caminho errado, pois ficar milionário é exceção. Nunca teremos oportunidades exatamente iguais para todos; nunca todos poderão atingir o patrimônio de um milhão; e por vários motivos, mas resumidamente é que temos capacidade, recursos, circunstância e SORTE diferentes. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Para citar outro ponto, o que você me diz, dos milhões de brasileiros que subiram de classe social nos últimos anos? Creio que esse dado é fundamental, mas não vejo no seu texto. Ou seja, as pessoas, na média, estão ficando mais ricas, com mais poder de compras. Cenário esse que vai de encontro com seu argumento anterior.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;E por fim, quero dizer sobre sua ênfase em &quot;temos que criar um sistema melhor&quot;. Vou citar uma afirmação que acho ser oportuna: &quot;toda vez que um cérebro peregrino inventa uma nova forma de organização, termina em porcaria&quot;. Todos sabem do insucesso do socialismo ao ser implantado em alguns países (vide união soviética), e suas premissas de igualdade para todos, o Estado controlando tudo, etc. Sucumbiram a natureza humana: adquirir riqueza, posse, ou seja, estava fadado ao fracasso. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;É claro que todos queriam que fosse diferente: ninguém pobre; ninguém passando fome; todos confortavelmente nas suas casas, com emprego, etc. Mas não é assim, e hoje, a melhor forma (independente se e boa ou ruim) de satisfazer nossa natureza humana econômica, é o capitalismo. Talvez Karl Marx foi um evoluído, quando concordou que o socialismo era a melhor forma de sistema econômico com oportunidades iguais para todos. Ele mesmo disse que para isso, para vivermos o socialismo, teríamos que passar pelo capitalismo, ou seja, será que a sociedade evoluirá ao ponto se adaptar ao socialismo? Quem sabe... Hoje, pragmaticamente falando, o capitalismo é melhor sistema econômico que dispusemos&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/&quot;&gt;Aflições de um Administrador&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://aflicoesadm.blogspot.com/2012/03/comentando-um-post-sobre-capitalismo.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Landivar)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1675082148884402937.post-1528775658743340454</guid><pubDate>Sat, 11 Jun 2011 04:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-27T11:21:29.432-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Opinião</category><title>Eu odeio heróis</title><description>&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Quando eu digo heróis, eu não estou me referindo as pessoas que são merecidamente reconhecidas pelas coisas que fizeram (e somente pelas coisas que fizeram), acho importante e isso deve ser preservado. A crítica aos heróis aqui são àquelas pessoas, conhecidas, cuja a sociedade lhe atribui o honroso status de: &quot;me sigam, pois eu tenho um algo a mais&quot;. Vamos aos casos:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: right; margin-left: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://bubblegumers.files.wordpress.com/2010/10/che-guevara.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;http://bubblegumers.files.wordpress.com/2010/10/che-guevara.jpg&quot; width=&quot;151&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Che Guevera (fâ do Marx)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;1) Os heróis do socialismo: para os possíveis leitores que desconheça (&lt;strike&gt;eu soube disse há uma semana&lt;/strike&gt;), Marx fazia oposição clara quanto ao curso da história ser determinada por heróis, ou seja, não os dava o mínimo crédito. Segundo a filosofia marxista, a história era determinada por acidentes, sob uma evolução, atribuindo-a um caráter determinístico (isso aconteceu porque tinha que acontecer). O papel de um herói como &quot;causador&quot; da transformação histórica não era considerado. Por que então Che Guevera e outros líderes socialistas são tão venerados como os &quot;revolucionários&quot;, e com isso seguidos e respeitados?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: right; margin-left: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhgEL8ShVyfb6sjyVh881xGtsIkpqty6EkLn8PB86L7iui6C057_6hXQKJlf1jYZNw9Y0JJfwXyFamxtCzZMyUGXtvLZBG2RTxVIvCDdrYI81mqMAOgtvI_Qi1M0gIVeaDvb2H6LUAyovyH/s1600/_Paulo_Coelho.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhgEL8ShVyfb6sjyVh881xGtsIkpqty6EkLn8PB86L7iui6C057_6hXQKJlf1jYZNw9Y0JJfwXyFamxtCzZMyUGXtvLZBG2RTxVIvCDdrYI81mqMAOgtvI_Qi1M0gIVeaDvb2H6LUAyovyH/s200/_Paulo_Coelho.jpg&quot; width=&quot;166&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Paulo Coelho e sua &quot;magia&quot;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;2) Os heróis na auto-ajuda: é comum ver endeusamento nesse campo. O cara escreve algo da vida dele e simplesmente supõe que é a maneira correta de se fazer as coisas e divulga para todo mundo. O que você pensaria? &quot;Esse caro tá louco! Não sabe nada de mim, e vem querer falar alguma coisa....&quot; Não você não pensa assim, você na verdade compra o livro porque no título tá estampado: &quot;APRENDA A SER FELIZ: 87 LIÇÕES PARA SUA VIDA&quot;; você não resiste e paga para ver (afinal, está na merda... e quem não está?). Durante a leitura as coisas vão se &quot;revelando&quot; (- Meu Deus, era disse que eu precisava!) mas, esses &quot;ensinamentos&quot; possuem o péssimo hábito de... sumir. Sim, eles somem, e depois de uma semana, você volta para sua vida que &quot;um dia irá mudar&quot;, pois &quot;eu sou um vencedor&quot;, &quot;eu posso&quot;, &quot;o universo conspira ao meu favor&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: left; margin-right: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.willowcreek.com/events/leadership/2010/imgs/biopics/jim_collins.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;http://www.willowcreek.com/events/leadership/2010/imgs/biopics/jim_collins.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Jim Collins (&quot;Empresas feitas&quot;... para morrer!)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;3) Os heróis da Administração: toda ciência tem seus pais, e isso está longe da crítica proposta agora. Os heróis da administração a que me refiro são os famosos &quot;gurus&quot;, que transformam a administração mais em show, do que em ciência; mais em carisma, do que em método.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: right; margin-left: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://globodicas.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Despedida-do-Ronaldo-Fenomeno-na-Selecao-Brasileira-Fotos-1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;151&quot; src=&quot;http://globodicas.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Despedida-do-Ronaldo-Fenomeno-na-Selecao-Brasileira-Fotos-1.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Ronaldo (eu não chorei)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;4) Os heróis da atualidade: quem viu todo o alvoroço em cima do Ronaldo (dito Fenômeno) e aprovou, não está no seu juízo perfeito. O cara ter jogado um bom futebol, isso é inegável, mas estar de acordo e até chorar junto com o Casa Grande é pedir para ter ódio de você.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A lista se estende e pode ser aplicada a inúmeras outras coisas. Mas só essas quatro já fornece a justificativa que eu gostaria de colocar, do porque eu odeio heróis: eles são frutos da irrealidade; o que uma pessoa realmente é, está longe do que pensam ou querem que elas sejam&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/&quot;&gt;Aflições de um Administrador&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://aflicoesadm.blogspot.com/2011/06/eu-odeio-herois.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Landivar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhgEL8ShVyfb6sjyVh881xGtsIkpqty6EkLn8PB86L7iui6C057_6hXQKJlf1jYZNw9Y0JJfwXyFamxtCzZMyUGXtvLZBG2RTxVIvCDdrYI81mqMAOgtvI_Qi1M0gIVeaDvb2H6LUAyovyH/s72-c/_Paulo_Coelho.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1675082148884402937.post-6702227961365520521</guid><pubDate>Fri, 11 Feb 2011 04:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-27T11:22:30.492-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Auto-interesse</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comportamento</category><title>Comportamentos inatos (ou não tão inatos assim)</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;s&gt;Motivado pelo reprise de &quot;O Clone&quot;,&lt;/s&gt; estou terminando o livro &quot;Genoma&quot; do autor Matt Ridley. Um livro antigo (10 anos), mas com uma abordagem super interessante sobre o projeto do &lt;b&gt;mapeamento genético&lt;/b&gt; (assunto que bombava na época). Entre várias discussões, o livro apresenta característica técnicas (biológicas) do funcionamento dos cromossomos, DNA, genes, e todos assuntos envolvidos como proteínas, enzimas, mutações, etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Mas o mais interessante é o&lt;b&gt; aspecto filosófico&lt;/b&gt; que a obra nos fornece com relação a vida, a ciência, e como nós as compreendemos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Talvez o que mais me intrigou no texto é referente a nova abordagem que se abre com a descoberta das estruturas e funções genéticas: a ciência social do século XX buscava entender os &lt;b&gt;meios pelos quais nossos comportamentos são influenciados pelo ambiente&lt;/b&gt; (é fácil verificar isso, por exemplo nas abordagens educacionais); hoje o que se observa é uma mudança gradual partindo do lado oposto: &lt;b&gt;identificar o quanto os meios ambientais são afetados pelas nossas características inatas.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Afim de combater o determinismo ambiental e defender as características com que as pessoas já nascem, o livro cita algumas refutações:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjdX1hZ6myCuYScxmDAIv45Xk3CZFB_hqbeHGWIRsS0aWtEGsCm9CR2CP7qBTfoU2e-dWe5aqb_dMH-TXCPPA0odTj_NFSg2MBtrR3AMWTqQbW4pjXFeXQqe6iQ_06ENJHfA85iujz8d2Xp/s400/01.bmp&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjdX1hZ6myCuYScxmDAIv45Xk3CZFB_hqbeHGWIRsS0aWtEGsCm9CR2CP7qBTfoU2e-dWe5aqb_dMH-TXCPPA0odTj_NFSg2MBtrR3AMWTqQbW4pjXFeXQqe6iQ_06ENJHfA85iujz8d2Xp/s200/01.bmp&quot; width=&quot;192&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;1ª) &lt;b&gt;A derrocada da teoria freudiana&lt;/b&gt;: isso ocorre, segundo o livro, quando houve o relato de uma paciente que se curou em &lt;b&gt;3 semanas tomando Prozac&lt;/b&gt; que em &lt;b&gt;20 anos de terapia freudiana&lt;/b&gt;; especula-se que a mesma entrou com uma ação na justiça contra seu terapeuta. Aliado a este fato, o autor do livro mostra ainda um &lt;b&gt;erro de interpretação freudiana com relação a causa da homosexualidade masculina&lt;/b&gt;. Na visão de Freud, um garoto tem propensão em ser homosexual quando &lt;b&gt;há um distanciamento paterno e uma super proteção materna (fatores ambientais)&lt;/b&gt;; o autor rebate que não, na verdade, devido ao &lt;b&gt;garoto desde cedo apresentar características afeminadas (fatores inatos)&lt;/b&gt;, o pai se afasta e mãe, como forma de compensação, lhe dedica mais atenção. Há um livro muito sério, publicado na França, que acusa a Sigmund Freud de mentiroso e compara a &lt;b&gt;capacidade de cura da psicanálise freudiana&lt;/b&gt; como um tratamento &lt;b&gt;homeopático&lt;/b&gt;*.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;2ª) &lt;b&gt;A derrocada do marxismo,&lt;/b&gt; com a &amp;nbsp;queda do Muro de Berlim. O ambiente não exerceria o que a teoria propunha: a subserviência ao estado todo poderoso não era possível.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;3ª) &lt;b&gt;A derrocada do behaviorismo&lt;/b&gt; com a experiência em &lt;b&gt;Wisconsin&lt;/b&gt;. Nela os&lt;b&gt; fatores ambientais&lt;/b&gt; não foram &lt;b&gt;determinantes ao comportamento &lt;/b&gt;de filhotes de macacos órfãos. A experiência consistia em condicionar o comportamento da amamentação dos filhotes através de um arame e outro objetivo que saia o leite. Os macacos órfãos &lt;b&gt;não &quot;aprenderam&quot;&lt;/b&gt; tal comportamento, o que levaram a crer que o aconchego materno é um c&lt;b&gt;omportamento inato&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;4ª) &lt;b&gt;A derrocada da teoria que a linguagem é puramente cultural&lt;/b&gt;, ou seja, totalmente influenciada pelo meio em que se vive. Ao contrário, o que pesquisas recentes comprovaram foi que o &lt;b&gt;comportamento da linguagem&lt;/b&gt;, ou melhor dizendo, &lt;b&gt;a estrutura básica da compreensão linguística&lt;/b&gt;, é uma característica inata, já nascemos sabendo tal estrutura, não importa de qual raça ou região você veio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Na realidade, uma boa parte do livro o autor tenta nos mostrar esse &lt;b&gt;&quot;outro lado da moeda&quot;&lt;/b&gt; com relação aos nossos comportamentos, que nem tudo é influenciado pelo ambiente, g&lt;b&gt;rande parte das vezes você já nasce assim e não tem poder de alterar nada&lt;/b&gt; (assim como doenças genéticas), o que está escrita nos genes, é a previsão (certa) do seu futuro. Mas é claro que não se resume apenas a isso, ouso arriscar que nos dias de hoje, 10 anos depois que o livro foi lançado, ainda não temos uma compreensão certa e definitiva sobre os genes e a sua influência, o próprio autor declara o quão perigoso é catalogar um &quot;&lt;b&gt;gene de alguma coisa&quot;.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Numa segunda parte do livro, a obra caminha mais para uma &lt;b&gt;interação da influência genética com a influência do ambiente.&lt;/b&gt; Nas palavras do autor: &quot;o genoma é tão complicado e indeterminado quanto a vida comum, pois ele nada mais é que a vida comum&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;****&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;*&quot;&lt;i&gt;L&lt;/i&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 14px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;i&gt;e Crépuscule d&#39;une idole, l&#39;affabulation freudienne&lt;/i&gt;&quot; (&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 14px; line-height: 18px;&quot;&gt;O Crepúsculo de um Ídolo, a Fábula Freudiana) - de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 14px; line-height: 18px;&quot;&gt;Michel Onfra&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px;&quot;&gt;y.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/&quot;&gt;Aflições de um Administrador&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://aflicoesadm.blogspot.com/2011/02/comportamentos-inatos-ou-nao-tao-inatos.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Landivar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjdX1hZ6myCuYScxmDAIv45Xk3CZFB_hqbeHGWIRsS0aWtEGsCm9CR2CP7qBTfoU2e-dWe5aqb_dMH-TXCPPA0odTj_NFSg2MBtrR3AMWTqQbW4pjXFeXQqe6iQ_06ENJHfA85iujz8d2Xp/s72-c/01.bmp" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1675082148884402937.post-8381767088857277995</guid><pubDate>Thu, 30 Dec 2010 22:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-27T11:23:24.153-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Debate</category><title>Debate (parte II)</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_gElXusFL_hI/TJJECldtSNI/AAAAAAAAJLc/hLR4ItoLB4E/s1600/debate2.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;152&quot; n4=&quot;true&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_gElXusFL_hI/TJJECldtSNI/AAAAAAAAJLc/hLR4ItoLB4E/s200/debate2.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Há alguns meses eu tive a feliz (ou infeliz? hehe) idéia de escrever&amp;nbsp;negativamente sobre o texto&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&quot;Pequenas empresas, grandes negócios: a fé&amp;nbsp;e as performances profissionais&quot; do Flávio Cavalcanti (ver abaixo) e me surpreerdi pelo o mesmo ter sido lido e posteriormente debatido com o próprio autor, obrigado Flávio. Não quero que esse debate seja por vaidade, uma vez que amadureci algumas idéias desde que entrei no mestrado, e confesso que escrevi coisas que talvez não escreveria hoje, mas tudo é um processo de aprendizagem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Apesar de achar que cometi realmente erros quando critiquei a primeira vez seu artigo, no geral ainda&amp;nbsp;não concordo com ele, pelas razão a seguir:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Primeiramente você deixa claro que fé não&amp;nbsp;está relacionada com&amp;nbsp;religiosidade. Você escreve: &quot;entendo que alguém que crê na existência de algo maior, tem a sensação de conforto no processo profissional, busca algo além do mundano&quot;. Bom, quem lê de primeira essa afirmação aposto que acredita que tem tudo a ver com Deus e religiosidade, mas como você diz que não tem, suponho que esse &quot;algo maior&quot; seja um projeto, um propósito, etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Na minha opinião, o que menos eu concordo no seu texto e em vários outros com assuntos correlatos é a questão da GENERALIZAÇÃO. Na sua resposta e no seu texto original você coloca a questão dos funcionários fiéis (os que tem fé), no qual os mesmos obedecem regras e princípios sem questionamentos (e o senhor complementa que na figura de pesquisador, não acontece contigo).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Na verdade esse é meu principal questionamento, e você, ao longo das sus respostas, fala que eu interpreto mal o seu texto, e me propõe uma releitura. Exemplo: quando eu escrevi sobre a &quot;contratação de um arquiteto pela sua fé&quot;, ou quando falo que o funcionário sem fé é um &quot;desordeiro-insubordinável&quot;; eu sei que você em nenhum momento disse isso no texto original, mas fez parecer ao leitores (pelo menos para mim) que o contrário&amp;nbsp;era a verdade, ou seja, apresentou que ao se contratar um profissional deve-se SEMPRE levar consideração a sua fé; ou que os colaboradores sem fé, são os ÚNICOS que obedecem as regras e processos de uma empresa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Você chama minha atenção sobre a Administração não ser científica e&amp;nbsp;não&amp;nbsp;poder ser&amp;nbsp;provada, e deixa transparecer que eu acredito nisso: tudo que é científico PRECISA ser provado, como matemática. Mas é claro que eu sei que nem todo conhecimento dito &quot;científico&quot; precisa ser provado com fórmulas matemáticas. Sabemos que existem princípios, teorias científicas, baseadas em evidências, que não são enquadradas em modelos numéricos, mas recebem a titulação de realidade científica não falseada até o momento. Um exemplo é a Teoria da Evolução,&amp;nbsp;e você está errado quando diz &quot;comprovadamente equivocada&quot; (não vou entrar no mérito dessa discussão, mas não &lt;strong&gt;acreditar&lt;/strong&gt; por suas convicções pessoais na seleção natural é uma coisa, mas dizer que é comprovadamente equivocada é outra bem diferente: me diga autores que afirmam isso que eu te digo outros tantos que falam ao contrário, ou seja, estudiosos se divergem sim, mas a teoria da evolução ainda sustenta evidências científicas até hoje que sustentam sua verdade e realidade sobre a vida).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Outra grande discordância é você querer correlacionar as atividades das empresas no último trimestre com a religião dos seus proprietários. E esse ponto não só eu mas alguns dos comentaristas do texto no site administradores.com também discordaram. Primeiro: no começo você não disse que fé não tinha nada a ver com religião? Realmente não entendo. Posso fazer uma contribuição que não fiz no primeiro texto? Muito mais relevante que&amp;nbsp;tentar encontrar correlação dessa variável (religiosidade dos proprietários), sugiro ler o trabalho de Chistensen sobre modelos de liderança para tipos diferentes de empresas caso ainda não tenha lido. Muito mais importante em saber se o proprietário tem ou não religião, é&amp;nbsp;saber sobre quando um líder precisa ser carismático ou autoritário por exemplo (sim as vezes é preciso, discordando de alguns textos lidos no curso de Administração como &quot;Líder Servidor&quot; por exemplo, que prega a liderança apenas servidora, e somente essa dá certo, GENERALIZAÇÃO novamente). Muito legal saber, baseado em evidências, que modelos de liderança sugerem que determinadas empresas otimizem suas chances de sucesso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Bom é isso, no geral esses são os dois principais ataques ao seu texto: generalização e correlacionar algo que não existia. Mas ponho a mão à palmatória quando você apresenta a importância do subjetivo, do lúdico, do feeling, da intuição, das pessoas, etc no processo gerencial, confesso que realmente esse seja o único diferencial potenciador do sucesso empresarial. E realmente isso não tem fórmula matemática, não é receita de bolo, mas felizmente temos publicações relevantes não apenas baseadas em crenças ou realidades administrativas pessoais, mas estudos sistemáticos baseados em evidências gerenciais (vide o estudo acima sobre liderança).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Um abraço, e obrigado mais um vez!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/&quot;&gt;Aflições de um Administrador&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://aflicoesadm.blogspot.com/2010/12/debate-parte-ii.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Landivar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_gElXusFL_hI/TJJECldtSNI/AAAAAAAAJLc/hLR4ItoLB4E/s72-c/debate2.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1675082148884402937.post-6200905779619303900</guid><pubDate>Sat, 15 May 2010 01:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-27T11:24:24.681-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Debate</category><title>Debate</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Sim eu sei, nunca mais escrevi, nunca mais dei o ar da graça aqui do blog.&amp;nbsp;Peço desculpas se alguém esteve visitando o blog. Bom, a minha aparição por aqui foi motivada por um&amp;nbsp;estímulo legal, diferente, mas legal. Se trata de uma resposta de um autor cujo&amp;nbsp;artigo eu critiquei aqui no blog no dia 05/11/2009.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A crítica que escrevi está como título &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/2009/11/por-favor-fujam-disso.html&quot;&gt;&quot;Por favor, fujam disso!&quot;&lt;/a&gt;, e se tratava do texto do &lt;a href=&quot;http://twitter.com/flavicavalcante&quot;&gt;Flávio Alexandre Cavalcanti&lt;/a&gt;, que ele escreveu para o site Administradores.com com o título: &lt;a href=&quot;http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/pequenas-igrejas-grandes-negocios-a-fe-e-as-performances-profissionais/35375/&quot;&gt;&quot;Pequenas empresas, grandes negócios: a fé&amp;nbsp;e as performances profissionais&quot;&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://adrianobachega.files.wordpress.com/2009/09/marketing-debate.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;http://adrianobachega.files.wordpress.com/2009/09/marketing-debate.jpg&quot; width=&quot;320&quot; wt=&quot;true&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Basicamente ele fala da fé das pessoas no desempenho de uma empresa. E argumentei contra isso&lt;/strong&gt;. Eu me sinto muito honrado que ele tenha tido a disposição em replicar o que eu escrevi, discordando da maioria das coisas, e justificando. Quando eu escrevi isso eu não pensava em atingir ninguém, muito menos o próprio autor, o que me deixa lisongiado dele estar promovendo um debate.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Então o&amp;nbsp;Profº Flávio Alexandre me mandou um e-mail argumentando sobre o que eu escrevi.&amp;nbsp;A seguir transcrevo&amp;nbsp;sua fala&amp;nbsp;em vermelho, e escrevo&amp;nbsp;logo abaixo em azul:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Caros Colegas, bom dia!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;Ótimo que o assunto esteja sendo debatido, pelo Leandro e Rodolfo. Acho sadio e louvável tal comportamento. Assim proponho uma releitura ao Carlos. Mas antes questiono: estamos debatendo por melhorias em um idéia ou por vaidade. Dado que se for a segunda opção não perdamos nosso tempo. Não nenhum motivo para isso.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;Partindo da premissa anterior: quando proponho o aspecto fé, demonstro claramente que isso NÃO SIGNIFICA religiosidade. Fé é acreditar de forma inabalável em algo. E essa é uma característica profissional que nós CEO de grandes empresas buscamos. Mas vamos por partes:&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Você cita &quot;sua baixa confiabilidade (seria zero?) de ser um curso científico.&quot; Desde quando Gestão é um processo científico? Tofler, Senge, Prahallad, Hammel... nenhum percebe como cientificista. Até mesmo porque Quando fazendo um BSC, um Planejamento Estratégico, um CRM, uma roteirização logística, uma contratação e outros processos, TODOS ENVOLVEM UMA DECISÃO FINAL que é baseado em FEELING (Qual ciência existe no Feeling?). Qual ciência exise em criar cenários futuros (SWOT)? Essas são ferramentas que dão subsídio para uma decisão pessoal, mas são apenas subsídios, importantes, mas subsídios. Por isso nossa ciência Social Aplicada, nenhuma máquina jamais a fará. Caso contráriemos conceitos subjetivos como fé teríamos uma ciência bruta não seriam necessárias pessoas apenas cálculos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Você usou uma falácia mal estruturada quando propõe a contratação de um arquiteto pela sua Fé. Não citei isso, algo que me preocupa vindo de um aluno de mestrado. Mas vamos por uma luz sobre o problema meu amigo. Não escolho profissionais por sua fé, mas entendendo que alguém que crê na existência de algo maior, tem uma sensação de &#39;conforto&#39; no seu processo profissional, pois busca algo além do mundano. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Novamente você &#39;interpreta mal&#39; uma colocação &quot;se a pessoa não tem religião ela será uma &quot;desordeira-insubordinável&quot;&quot; Em momento algum do texto disse isso até mesmo pelo fato de Ser Ateu. Entretanto como cientísta preciso de princípios para acreditar em algo, explicações, dados... e muitos dos fiéis não! Algo que no meu caso, a frente de uma empresa de 6 mil funcionários, funciona de uma forma interessante. Afinal imagine ter que explicar estratégia empresarial para todos os funcionários da sua empresa? Algumas vezes eles devem usar o mesmo conceito de crer sem ver para continuar &#39;rolando a bola&#39;. Imagine a demora na movimentação estratégica de uma empresa que &#39;explica tudo, para todos&#39;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Achei legal sua colocação &quot;outra que eu não tenho um mínimo de conhecimento argumentativo para ir contra ou a favor nesse assunto; minha intenção é explicar que Administração de Empresas é um curso superior, logo é ensinado como científico, e logo sabemos que científico é uma série de conhecimentos que façam alguma coisa no mundo real (pense no remédio pra dor de cabeça que você toma, é científico porque traz resultados: elimina a dor)&quot;. mas me questiono as teorias de Mayo, as aplicações de Baldwining, As experiência de Scott ... onde todas demonstraram a força do efeito PLACEBO na gestão. Caro colegas, gestão não é matemática. O elemento Lúdico, Fantasioso e Invisível tem seu espaço. Atente para isso. Me explica uma coisa? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Só é ciência o que você pode provar? Kepler nunca provou seus experimentos. Einstein Idem. Socrates menos. Gallileu também não provou. Ou seja, estavam errados ? (Falacia). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Nesse momento seu texto me agrada... &quot;Mediante isso, por que precisamos envolver assuntos não-científicos com Administração? Sempre é assim, por que não existe isso para um farmacêutico, ou um biomédico? Por que não tentam correlacionar a fé deles com a performance de seus trabalhos?&quot; RESPONDENDO: Pq gestão é um processo aplicado a pessoas essas não são exatas. Risos!!! Pq assuntos não científicos (até então) como motivação, percepção, comprometimento, criatividade... não são variáveis matemáticas e são a única vantagem competitiva valorosa no mercado (Porter). Sobre os Farmaceuticos não correlacionarem, solicito que reveja o conceito de Saúde do PAIM (o mais aceito pela OMS). Quem envolve fé, religiosidade, &#39;axé&#39;... Risos. O problema do ocidental Carlos é que nós fechamos em nossas ciências buscando o cientificismo... O menor índice de infecção hospitalar do mundo é na Medicina Chinesa, o menor índice de morte em pós operatório é com o uso da acumpuntura... Pq eliminamos 5000 anos de &#39;ciência&#39; oriental pelo simples fato de não podermos explicar ainda? E o cientificismo deu asas a Darwin (comprovadamente equivocado), A PLUTÂO (planeta que virou lua, ao conceito de Tempos e movimento dos Gilbert... E nem por isso você hoje é escolhido por sua aptidão física (Taylor).&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Sua Frase me intriga: &quot;Acreditar de forma inabalável não resolve nada em situações difíceis de uma empresa&quot; Tem certeza disso? Eu respeito, mas não concordo. Fale isso para os executivos que continuaram na Parmalat depois da crise. Se você não acredita de forma inabalável que pode pode melhorar o Ensino da Gestão o que está fazendo em um mestrado? É pelo Título? Acho sinceramente Carlos que isso falta as pessoas. Paixão... temos muitas pessoas que estão professores e poucas que são. Tem que acreditar de forma inabalável em algo maior para continuar no duro sacerdócio que é ser docente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Você cita &quot;é muito pior ir contra a lógica, qual o sentido de insistir em algo que foi logicamente diagnosticado que não terá sucesso? É essa o tipo de idéias que os administradores precisam ter? De serem irracionais, porém muito perseverantes?&quot; PERGUNTO: Quem determina o que é lógico? O Comum? Quantos foram contra o &#39;comum&#39; e estavam certos? Em momento nenhum de meu texto defendo a irracionalidade, outra má interpretação sua. Afinal ter fé não ser irracional, pois o conceito de Razão vem de reor, ou seja, determino, estabeleço, e portanto julgo, estimo. Ou seja tudo parte da interpretação das pessoas e não de um código matemático. Portanto um elemento não científico. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Lendo essa colocação: &quot;E para fechar (para dar um ar &quot;científico&quot; no artigo), ele sugere uma opção&quot;. Caro Amigo, não busco dar ar científico a um texto de site. Para isso existem as revistas científicas que recebem meus artigos. Não busco &#39;cientifizar&#39; nada. Proponho humildemente outros estudos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Quando eu cito sobre analisar as atividades de empresas no último trimestre correlacionando com as religiões de seus proprietários. Proponho uma análise que você conhece e nasce na visão da Ètica protestante do Capitalismo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Preciso falar mais alguma? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Na sua finalização senti um requinte: &quot;O texto é muito prejudicial do começo ao fim,&quot; Prejudicial para quem? Abrir um debate é prejudicial para quem? Para quem quer padronizar seus alunos. E não é esse o caminho. Imagine quantos debates enfrentamos todos os dias em sala de aula? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Você questiona &quot;qual correlação que ele quer encontrar nisso?&quot; Alguma ou nenhuma, tanto faz. Proponho um debate. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&quot;Ele acha que então os administradores necessariamente precisão de uma religião para exercer seu trabalho de forma eficaz? Que absurdo!&quot; Não falei sobre isso, simplesmente comparei a visão que tenho sobre profissionais munidos de Fé e profissionais desprovidos da mesma. E mais uma vez você concluiu equivocadamente Risos!!! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&quot;Onde você, caro leitor, encontra isso em disciplinas seriamente estudadas? Não existe, isso deve acabar, pelo bem do ensino do ADMINISTRAÇÃO, fico aqui o meu protesto CONTRA esse artigo.&quot; RESPONDENDO VOCÊ:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Hoje os cursos de gestão não trabalham. O conceito de SAUDE PESSOAL e de acordo com o a OMS o número de infartos em profissionais gestores cresce 3 VEZES mais rápido que em outras profissiões.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Os cursos de Administração não trabalham o equilíbrio emocional dos alunos e esse é um dos maiores problemas organizacionais modernos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Os cursos de Administração não trabalham as subjetividades do mercado, bem como conceitos de poder, política... &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Os cursos de Administração não trabalham o desenvolvivmento das criatividades dos profissionais, seja pela criação ou pela crítica. Vemos esse caso aqui, onde nada no seu site foi criado por você apenas criticado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Os cursos de Administração não trabalham o fracasso com o discente (falado no ENANGRAD 2009). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Os calendários de provas não preparam os alunos para mudanças constantes e sem aviso do mercado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;As provas decorebas, não ensiam a pesquisar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O cientificismo descaracteriza a relação pessoal que a base dos problemas, logo das soluções. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Os cursos não preparam o Discente para vida organizacional, pessoal e social... E por isso proponho a mudança. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Agora vamos a nossa história. Fico feliz das minhas opiniões te impactarem, seja de forma negativa ou positiva. Mas solicito que haja um mínimo de educação e polimento ao tratar de cientista para cientista. Frases como &quot;isso é ridiculo&quot; soam mal. Como desrespeitosas e seu intento não foi esse. Mas solicito que você reveja as colocações. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Me deixo 100% ao dispor para debates sobre quaisquer temas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Abraços &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;Flávio Alexandre Cavalcante&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: blue;&quot;&gt;Como vocês podem ver, são argumentos muito&amp;nbsp;bem estruturados, sequencias e de relevância. Às vezes há um tom hostil, e não encaro isso como poblema, pois fui também hostil quando escrevi. O fato é que eu precisaria me preparar para analisar todas as questões que ele colocou, pois&amp;nbsp;só tenho&amp;nbsp;um mapa de conhecimento na minha mente, para aprofundar precisarei recorrer às fontes. Como eu escrevi em nov/2009, e só agora, em maio/2010, ele está levantando essas questões, me permito também de um tempo para essa tréplica. Assim que julgar ter pontos relevantes, concordando ou não com ele, eu posto meu&amp;nbsp;texto aqui.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: blue;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: blue; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Por enquanto é isso, um abraço a quem leu e em especial ao Flávio Alexandre Cavalcanti por nos permitir um pouco do acesso ao seu conhecimento teórico e profissional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/&quot;&gt;Aflições de um Administrador&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://aflicoesadm.blogspot.com/2010/05/debate.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Landivar)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1675082148884402937.post-2892114498992317669</guid><pubDate>Sun, 28 Feb 2010 00:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-27T11:25:23.476-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ensino</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Opinião</category><title>Por favor, fujam disso! (2)</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Hoje quero dar uma dica às avessas, ou seja, o que não se deve ler quando tratamos sobre Administração. É o site &lt;a href=&quot;http://www.bizrevolution.com.br/&quot;&gt;http://www.bizrevolution.com.br/&lt;/a&gt;, do &lt;a href=&quot;http://www.bizrevolution.com.br/quemsomos.html&quot;&gt;Ricardo Jordão Magalhães&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;É uma típica leitura&amp;nbsp;motivacional e&amp;nbsp;espiritual de um cara que acha que possue um mantra superior ao do resto dos mortais, e com&amp;nbsp;isso na cabeça, escreve no campo da administração as bobeiras que quiser.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;E claro que ele acha nessa área, terreno fértil para sua &quot;consultoria&quot; empresarial. Numa área onde a auto-ajuda reina,&amp;nbsp; onde gurus detém de um poder ridículo para mostrar os caminhos da sua empresa, onde literaturas de estratégia são comparadas&amp;nbsp;as éspecies&amp;nbsp;mais remotas do&amp;nbsp;reino animal:&amp;nbsp;a inteligência dos golfinhos, a coragem dos&amp;nbsp;leões, a percepção das águias, entre outros. Coisas que meu sobrinho, que ainda vai nascer, acharia interessante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Ele não se intromente no campo da medicina, ou&amp;nbsp;da engenharia por exemplo, e por quê? Porque há estudos sérios, de causa-e-efeito, na área. Não é qualquer &quot;inspiração&quot; fora do normal que é utilizada para ensinar alguma coisa. Tudo é avaliado e validado. Não é esse oba-oba que corre no mundo dos negócios. Onde o fora da média, o sensacional, o inspirador, o revolucionário,&amp;nbsp;é que tem chance; se você não for assim, já está morto, não tem chance! Método para fazer determinada coisa? Para quê? Dá muito trabalho desenvolver um.... Vamos ficar no campo seja-um-vencedor-o-universo-está-a-seu-favor, porque é muito mais legal de se ouvir, e consequentemente rende muito mais dinheiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;***&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Eu já escrevi um &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/2009/11/por-favor-fujam-disso.html&quot;&gt;&quot;Por favor, fujam disso!&quot;&lt;/a&gt; aqui no blog. Pelo jeito isso vai virar uma série&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/&quot;&gt;Aflições de um Administrador&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://aflicoesadm.blogspot.com/2010/02/hoje-quero-dar-uma-dica-as-avessas-ou.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Landivar)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1675082148884402937.post-5253293115801910993</guid><pubDate>Fri, 29 Jan 2010 22:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-27T11:26:06.831-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ensino</category><title>Ensino da administração baseado em circunstâncias</title><description>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 45.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Possuímos uma recente história sobre o ensino da administração no país. Se compararmos com demais profissões como engenharia ou medicina, qual possuem uma vasta trajetória de conhecimento empírico adquirido ao longo dos anos, elas já estabelecem um conjunto de conhecimento codificado que é possível ser repassado aos estudantes. Muita coisa em administração está sendo codificado agora, ainda existem muitos palpites e orientações difusas à realidade de uma empresa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 45.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O problema central reside na elaboração de conteúdos e teorias para todas as circunstâncias das empresas. Lembremos que um médico não trata uma doença genericamente, ou seja, prescreve determinado tratamento para todos os tipos de problemas, tudo depende. Com o ensino da administração, a lógica precisa ser a mesma, declarações como: “dar autonomia a ponta da operação é sempre melhor para as empresas”; “terceirizar é o caminho para as empresas modernas”; são comuns na literatura de negócios. Percebamos que tais declarações, como inúmeras outras, não estão erradas, mas fora de contexto, pois, na maioria das vezes, não é explicado em quais circunstâncias uma empresa precisa estar para ter êxito com tal orientação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 45.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Com isso identificamos um problema: o ensino da administração é muito pouco voltado para as circunstâncias, em contraste com várias outras disciplinas nas áreas de engenharia ou biológicas, por exemplo, que utilizam esse princípio como algo fundamental. Sabemos também que o curso de Administração de Empresas é caracterizado nas ciências humanas, ou seja, há de ser levar em consideração tal fato, e pesquisar até que ponto um ensino baseado em circunstâncias é apropriado e correto ao curso. Mas, levantando a literatura de negócios a respeito do assunto, fica claro que tal conceito ainda é novo, mas com eficácia e precisão muito mais apurado comparado ao ensino tradicional com afirmações genéricas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 45.0pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/&quot;&gt;Aflições de um Administrador&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://aflicoesadm.blogspot.com/2010/01/ensino-da-administracao-baseado-em.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Landivar)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1675082148884402937.post-8307317382521831978</guid><pubDate>Wed, 13 Jan 2010 16:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-27T11:26:44.965-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Perfil do Administrador</category><title>Os administradores em Avatar</title><description>&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;No post anterior eu disse a respeito do auto-interesse identificado no filme AVATAR, e mais ou menos expliquei o que eu acho sobre o tema.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Porém ainda no filme, eu não tinha parado para refletir, e sendo um &lt;b&gt;administrador aflito,&lt;/b&gt; deveria ser a primeira questão a me ocorrer: a demonização que o roteiro faz das &lt;b&gt;empresas capitalista que só querem a destruição e aos administradores, também horrendos.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Mas o ótimo&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://blog.kanitz.com.br/page/2/&quot;&gt;Stephen Kanitz&lt;/a&gt;&amp;nbsp;me alertou para esse fato e reproduzo aqui no blog também.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhFHV1CRDxEkkKkp-tZcCO-ESCaReSDaggxvBsnxXIHWkhQz30JYbGfRi_c43wKA0gXE4ya500OBVJqHy0jTDYgiHz5Rs5FpLO089ED5xOZLhQSOvyQIPk5EW5eGDT8jImOlYPsBvRuaHzy/s1600-h/zz7ee12626.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;179&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhFHV1CRDxEkkKkp-tZcCO-ESCaReSDaggxvBsnxXIHWkhQz30JYbGfRi_c43wKA0gXE4ya500OBVJqHy0jTDYgiHz5Rs5FpLO089ED5xOZLhQSOvyQIPk5EW5eGDT8jImOlYPsBvRuaHzy/s320/zz7ee12626.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Isso é uma ofensa direta a nós administradores, e simplesmente não falamos nada, e na maioria das vezes concordamos com o filme. Retratam &lt;b&gt;o administrador no filme como um bobão&lt;/b&gt;, cujo a função &lt;b&gt;é apenas dar ordens&lt;/b&gt;. Segundo Kanitz, o AVATAR é mais um daqueles filmes que querem transmitir a idéia ridícula que &lt;b&gt;as empresas são apenas organizações que querem matar seus clientes com seus produtos&lt;/b&gt;, que fazem tudo sem escrúpulos em busca do lucro a qualquer preço (escrevi algo nesse sentido no post &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/2009/12/assisti-bob-esponja-e-virei-capitalista.html&quot;&gt;&quot;Assisti Bob Esponja e virei capitalista&quot;&lt;/a&gt;).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Precisamos nos atentar para esses fatos também, se quisermos a profissão de administração melhor reconhecida no nosso meio. Precisamos defender aquilo no qual somos formados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://aflicoesadm.blogspot.com/2010/01/os-administradores-em-avatar.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Landivar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhFHV1CRDxEkkKkp-tZcCO-ESCaReSDaggxvBsnxXIHWkhQz30JYbGfRi_c43wKA0gXE4ya500OBVJqHy0jTDYgiHz5Rs5FpLO089ED5xOZLhQSOvyQIPk5EW5eGDT8jImOlYPsBvRuaHzy/s72-c/zz7ee12626.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1675082148884402937.post-8810016566621198559</guid><pubDate>Sat, 09 Jan 2010 00:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-27T11:27:30.495-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Auto-interesse</category><title>O auto-interesse em Avatar</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Assisti a alguns dias atrás o filme AVATAR. Muitos já devem tê-lo assistido. No entanto, o que me surpreendeu foi o grande número de pessoas que analisaram o filme, tanto do ponto de vista técnico, ou seja, roteiro, fotografia, direção, trilha sonora; quanto do aspecto, vamos dizer, &lt;b&gt;subjetivo da coisa&lt;/b&gt;, ou seja, sobre a verdade que o filme transmite, ou qual sua relação com o real comportamento humano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.aceshowbiz.com/images/news/00028241.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;179&quot; src=&quot;http://www.aceshowbiz.com/images/news/00028241.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Partindo desse aspecto do filme (o não técnico), vi um bom texto do cantor da banda &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Detonautas_Roque_Clube&quot;&gt;Detonautas Roque Club&lt;/a&gt;, o &lt;a href=&quot;http://bloglog.globo.com/ticosantacruz/&quot;&gt;Tico Santa Cruz&lt;/a&gt;. Para quem o leu também, notaram que o artista julga a película como uma obra prima. Segundo ele, &lt;b&gt;o filme nos passa a verdade identidade do ser humano: egoísta e desprezível&lt;/b&gt;. Isso porque na história, os seres humanos querem uma grande riqueza material (uma pedra me parece) mas que estão no domínio de um povo não humanos, que são espiritualizados e de princípios coletivos. Os seres humanos, através de uma tecnologia superior, criam avatares, que nada mais são que criaturas semelhantes ao povo dono dessa riqueza. Através desses avatares, eles infiltram na comunidade do &quot;povo diferente&quot;, tentando aprender sua cultura e língua, para a partir daí, tentarem convencê-los a abandonar suas casas. Caso contrário, os seres humanos iriam destruí-las a força para ficarem com aqueles pedras (riquezas).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O Tico (permita-me a intimidade), remete uma analogia da história do filme com o processo de colonização do &quot;nosso mundo&quot;. Ele cita exemplos às colonizações realizadas na América Latina, e a recente realizada pelos Estados Unidos sobre a Ásia. Quase no final do texto, o cantor escreve no seu blog: &lt;b&gt;&quot;Saí de lá torcendo pelo fim do mundo e achando os humanos um bando de criaturas desprezíveis&quot;.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Bom caro Tico, mudarmos uma &lt;b&gt;característica evolucionária&lt;/b&gt; como essa não vamos conseguir. Longe de ser um terrorista e levantar a bandeira da destruição das minorias, quero ressaltar que o causador principal do conflito do filme nada mais é que uma&amp;nbsp;intrínseca característica da natureza humana: &lt;b&gt;o auto-interesse&lt;/b&gt;. Teorizar sobre o problema e dizer que tal atitude do ser humano é errada, que precisamos mudar, que precisamos de uma revolução, ou chamar a raça humana de &quot;bando de criaturas desprezíveis&quot; não resolve em nada o problema. Identificar que o auto-interesse é fato nos seres humanos (mesmos nos mais evoluidos, ou mais inteligentes se quiserem) é fácil, &lt;b&gt;e condenar essa atitude além de fácil é boba&lt;/b&gt;. Todos (quando digo todos me refiro a média - sempre haverá &quot;um especial&quot;, que é diferente, mas nos basearmos na análise a partir dessas pessoas é errado, pois elas são minoria) apontamos para esse lado egoísta, de auto-interesse, &lt;b&gt;sempre buscamos a maior fatia do bolo&lt;/b&gt;, isso é fato, querer mudar isso é impossível. Então o que faremos? Regulamentação, precisamos de &quot;coisas&quot; que regulamentem nossas atitudes, precisamos domesticar nossos auto-interesses.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/&quot;&gt;Aflições de um Administrador&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://aflicoesadm.blogspot.com/2010/01/o-auto-interesse-em-avatar.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Landivar)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1675082148884402937.post-6128451405990269962</guid><pubDate>Sat, 02 Jan 2010 02:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-27T11:28:11.177-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Opinião</category><title>&quot;Isto é uma vergonha&quot;: Boris Casoy e os garis</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Começo o ano escrevendo sobre algo &lt;b&gt;lamentável&lt;/b&gt;. Me refiro a declaração preconceituosa e vergonhosamente vazada em rede nacional, do jornalista &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Boris_Casoy&quot;&gt;Boris Casoy&lt;/a&gt; no programa Jornal da Band, apresentado por esse emissora. O programa estava sendo exibido no último dia do ano de 2009, e entre seus intervalos, pessoas desejavam aos&amp;nbsp;telespectadores, votos de feliz ano novo. No entanto, em um desses intervalos, dois garis também declararam seus votos de ano novo para a câmera, mas o apresentador acima, ciente de que o jornal não estava sendo transmitido e portanto o áudio desligado, fez as infelizes (como ele mesmo disse depois) afirmações: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&quot;Que merda, dois lixeiros desejando felicidades, (...) do alto das suas vassouras, (...) o mais baixo da escala de trabalho&quot;,&lt;b&gt; tudo sendo dito em tom de ironia e superioridade&lt;/b&gt;; quando em seguida ele é&amp;nbsp;interrompido por alguém da produção, exclamando: &quot;deu pau, deu pau! (...)&quot;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Arrotos,&amp;nbsp;flatulência&amp;nbsp;e nudez acidental; embriagues; declarações&amp;nbsp;gramaticalmente prejudicadas; afirmações sobre um assunto no qual é ignorante; entre várias outras situações, costuma ser rotineiro nas manchetes de sites e outros veículos de comunicação &lt;span style=&quot;text-decoration: line-through;&quot;&gt;que não tem nada melhor para fazer&lt;/span&gt; especializados nesse tipo de assunto quando o protagonista é um famoso. Temos vários casos desses tipos de gafes, e até é divertido muitas vezes, trás os artistas para mais perto da nossa realidade: de simples trabalhadores anônimos nesse mundo cruel e injusto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://veja.abril.com.br/250697/imagens/televisao1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;151&quot; src=&quot;http://veja.abril.com.br/250697/imagens/televisao1.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Mas o ato do senhor Casoy não foi digno de diversão. Não se trata apenas de um deslize, um descuido ou escorregadela qualquer como nos casos acima, se trata, na minha opinião, &lt;b&gt;de um ato criminoso&lt;/b&gt;, pois é declaradamente &lt;b&gt;uma afirmação preconceituosa a uma classe de trabalhadores&lt;/b&gt;. Sendo um crime, ele deveria ser passível de punição ao infrator, nesse caso, ao jornalista Boris pelo ato discriminatório sobre os garis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Sobre esse assunto, eu li algo assim: &quot;não sejam falso moralistas, vocês dizem e até fazem coisas piores, ele (o Boris) teve o azar de cair em rede nacional&quot;. Não meu amigo, eu não digo essas coisas, e acredito que a maioria das pessoas também não dizem. &lt;b&gt;Realmente é verdade o falso moralismo que encontramos de pessoas que julgam determinadas ações de uma outra pessoa&lt;/b&gt;. Mas como eu disse antes, eu não vejo esse episódio como uma simples &quot;gafe de um famoso qualquer&quot;, &lt;b&gt;vejo como um crime&lt;/b&gt;. Porém o apresentador não disse aquelas miseráveis palavras abertamente e voluntariamente, nós só ficamos sabendo por um descuido do tele jornal, ou seja, apenas um pedido de desculpa dele irá resolver judicialmente essa questão, ficando ele isento de qualquer punição (suponho eu).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;No entanto, mesmo que judicialmente ele não sofra nada, esse post têm um único objetivo: &lt;b&gt;enfatizar a canalhice que esse senhor agora representa&lt;/b&gt;. Essa superioridade que ele supõe possuir para ter dito algo nesse sentido sobre os garis, &lt;b&gt;mostra o quanto ele é miserável e digno de pena&lt;/b&gt;. Talvez eu esteja exagerando, e como todos nós temos defeitos e virtudes, eu deveria ser mais maleável com ele... Não! O blog é meu, e superioridade é algo que odeio enxergar em outra pessoa. Se eu estou sendo injusto com ele, paciência! Repúdio a declaração do Boris Casoy!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Logo abaixo eu coloquei dois vídeos: o primeiro é ele falando esse absurdo, e o segundo ele pedindo desculpas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;object height=&quot;344&quot; width=&quot;425&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/O0vtk2C2Vxc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;&quot;&gt;&lt;/param&gt;
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&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;No título, o &quot;Isto é uma vergonha&quot; está com aspas pois &lt;b&gt;é um dos bordões do próprio jornalista&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Eu disse nesse post que &quot;o ato do senhor Casoy não foi digno de diversão&quot;. Volto atrás, na vida tudo precisamos olhar o humor da coisa, não? Aí vai o que o &lt;a href=&quot;http://kibeloco.com.br/kibeloco/2010/01/01/mais-baixo-que-o-mais-baixo-parte-2/&quot;&gt;Kibeloco publicou sobre o assunto&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/&quot;&gt;Aflições de um Administrador&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://aflicoesadm.blogspot.com/2010/01/isto-e-uma-vergonha-boris-casoy-e-os.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Landivar)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1675082148884402937.post-5748542700281276561</guid><pubDate>Thu, 31 Dec 2009 00:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-27T11:28:54.433-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Empresas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ensino</category><title>A história da empresa</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Olá pessoal! Este é o ultimo post do ano. Esse blog foi criado há aproximadamente dois meses, praticamente um feto, mas que já me trouxe algumas alegrias. &lt;b&gt;O blog é sobre o ensino de administração&lt;/b&gt;, e portanto, a princípio continuarei com os temas relacionados à administração. Mas vou deixar acontecer, vou escrevendo, vou errando muito e acertando algumas vezes, e deixar os temas desenrolarem sozinhos. Ano novo, todos temos muitas expectativas de acontecimentos, vamos ver o que nos espera. Mas chega de conversa e o assunto de hoje começa no próximo parágrafo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O meu mentor para assuntos de administração, o &lt;a href=&quot;http://colunas.epocanegocios.globo.com/ideiaseinovacao&quot;&gt;Clemente Nobrega&lt;/a&gt;, disse certa vez que para o estudo de administração, o&lt;b&gt;&amp;nbsp;essencial é estudarmos contabilidade e a história das empresas&lt;/b&gt;, de como ela surgiu e como ela se tornou isso que é hoje. E como todo mentor, damos um crédito considerável pelo o que eles dizem, então eis o que eu acho sobre essas duas disciplinas na graduação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiGLtT7MbGwSomF2BE3pOaoS6ssH7F7jL4h9ztkbj3pE4BxRBeQIqH07eEXqwhxn78FcsTR4mVtsbrB-2njkVu_OE4pYShpuRAw6xKrn9Wx1WynhiGBAGLiS1iZJDo5TYlxHWRDFV2mhI8/s1600/20071009111037contabilidade2.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiGLtT7MbGwSomF2BE3pOaoS6ssH7F7jL4h9ztkbj3pE4BxRBeQIqH07eEXqwhxn78FcsTR4mVtsbrB-2njkVu_OE4pYShpuRAw6xKrn9Wx1WynhiGBAGLiS1iZJDo5TYlxHWRDFV2mhI8/s200/20071009111037contabilidade2.jpg&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Pela proposta curricular do curso, &lt;b&gt;a matéria contabilidade&lt;/b&gt; é ministrada no seu âmbito gerencial, financeira, de custos (me fazem lembrar outras nomenclaturas?). Vemos análise do balanço patrimonial, aprendemos a fazer balancetes, razonetes, fluxo de caixa. Aprendemos os princípios da contabilidade; determinar os custos de um produto ou serviço, entre várias outras coisas. Acredito que contabilidade, &lt;b&gt;a nível de administração&lt;/b&gt;, estamos bem servidos, &lt;b&gt;a proposta curricular acerta no conteúdo e na maneira que os assuntos são dados em sala de aula.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.mediabistro.com/fishbowlny/original/0118walmart.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;150&quot; src=&quot;http://www.mediabistro.com/fishbowlny/original/0118walmart.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;No entanto nos deparamos sobre a história das empresas, de como ela foi criada, do por que ela existiu e hoje é tão essencial nas nossas vidas &lt;b&gt;*&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;e simplesmente concluímos que esse assunto não é tratados nos cursos de administração em geral&lt;/b&gt;. Não falo em Teoria Geral da Administração, sobre as várias escolas, desde a científica, passando por Fayol, a humanística, as escolas&amp;nbsp;contingências, a burocracia, ou seja, esse &lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;text-decoration: line-through;&quot;&gt;tedioso&lt;/span&gt; assunto, que considero importante, &lt;b&gt;mas que não é a história da empresa.&lt;/b&gt; Quando me refiro a esse assunto, quero dizer que não nos é repassado, por exemplo, o por que da mudança do modelo agrícola de produção, para os pequenos armazéns? Qual a dinâmica desse processo? E dos armazéns às pequenas lojas? Das pequenas lojas que atendiam aos clientes de uma pequena região às grandes lojas, aos grandes varejos de auto-atendimento de hoje? Ou seja, todas essas mudanças envolvem várias lições para nós administradores, &lt;b&gt;saber a história de determinada coisa, pode nos revelar alguns padrões que com certeza serão úteis ao nos depararmos com a realidade de hoje&lt;/b&gt;, no nosso caso, estando ciente da história das empresas, saberemos identificar acontecimentos que ocorreram no passado, e hoje exerce a mesma influência nas empresas; para um gestor, essa informação é&amp;nbsp;valiosíssima.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Mas para você, administrador aflito, nem tudo está perdido, mesmo que não tivemos essa informação na faculdade, &lt;b&gt;ainda há tempo de aprendê-la com bons livros&lt;/b&gt;. E ai vai uma dica: em &lt;i&gt;&lt;a href=&quot;http://www.submarino.com.br/produto/1/214051/companhia,+a&quot;&gt;A Companhia, de John Mickletwaith e Adrian Wooldridge&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;, nos trás a história das organizações de forma muito bem apurada e explicada, segundo o Clemente, um ótimo livro sobre assunto. Ainda não li, mas já gostei, ele está na fila do próximo que eu vou ler.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;****&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;* No post &lt;i&gt;&lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/2009/11/o-conceito-de-valor-na-empresas.html&quot;&gt;O conceito de valor nas empresas&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; desse blog, eu me refiro a Ronald Coase, que ganhou um Nobel de economia respondendo uma simples pergunta:&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #333333; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;por que existem as empresas? E naturalmente entra no tema desse post, vale a pena dar uma conferida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/&quot;&gt;Aflições de um Administrador&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://aflicoesadm.blogspot.com/2009/12/historia-da-empresa.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Landivar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiGLtT7MbGwSomF2BE3pOaoS6ssH7F7jL4h9ztkbj3pE4BxRBeQIqH07eEXqwhxn78FcsTR4mVtsbrB-2njkVu_OE4pYShpuRAw6xKrn9Wx1WynhiGBAGLiS1iZJDo5TYlxHWRDFV2mhI8/s72-c/20071009111037contabilidade2.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1675082148884402937.post-4059345457968246099</guid><pubDate>Thu, 24 Dec 2009 17:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-27T11:29:21.146-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Empresas</category><title>Ela irá morrer</title><description>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Antes de mais nada um Feliz Natal a todos, e ótimo Ano Novo também, boas festas!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Talvez o que eu tenho a dizer hoje não seja encarado exatamente como um presente de Natal, mas é um fato, que muitos não se dão conta, ou preferem não acreditar. Estou falando da empresa privada, mais exatamente que &lt;b&gt;elas são criadas para morrer.&lt;/b&gt; Soa meio com tom de terror, ou “não era isso que eu esperava ouvir”, e muitos podem até criticar. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Mas se olharmos mais atentamente, essa condição existe em praticamente em todos os setores da economia, muito na vida social, e para não dizer na biológica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://dorescapitais.files.wordpress.com/2008/09/placa.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://dorescapitais.files.wordpress.com/2008/09/placa.jpg&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O processo de nascer, crescer e morrer são inerentes a nós seres vivos. Similarmente também, aprendemos na escola de administração a vida de um produto no mercado: &lt;b&gt;tem sua fase de início, de crescimento, estabilidade, e posterior morte&lt;/b&gt;. Isso realmente é verídico, portanto, se você ler algo sobre “como-criar-crescimento-sustentável-duradouro-na-sua-organização”, desconfie. Repito, empresas são feitas para morrer, isso irá acontecer, quer você queira quer não. Como exemplo veja que as 500 maiores empresas listadas em 1950 nos EUA, quarenta anos depois apenas 74 delas continuavam nessa lista, as outras ou encolheram, sofreram fusões, ou faliram.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.cicgaribaldi.com.br/upload/pagina/00022gd-1212000374.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;http://www.cicgaribaldi.com.br/upload/pagina/00022gd-1212000374.jpg&quot; width=&quot;162&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Com esse cenário, qual a minha motivação de empreender, de ter uma própria empresa pelo resto da vida, de deixar um patrimônio duradouro aos meus filhos? Isso que eu disse não pode ser encarado como desmotivação para empreender, &lt;b&gt;na verdade precisa ser entendido como um estímulo&lt;/b&gt;. Mais uma vez os EUA, o país possui o maior índice de empreendedores, e observando veremos que o mesmo é a nação mais rica do mundo, justamente por essa dinâmica estar incrustada na cultura da população:&lt;b&gt; a tentativa e erro&lt;/b&gt;. O fracasso é visto como aprendizagem, isso surge oportunidades para os grandes saírem e os pequenos entrarem, isso que gira a economia, e é um dos motivos para a riqueza de um país. O socialismo é muito bem teorizado sobre as condições iguais para todos, sobre a proteção às empresas do seu país, porém &lt;b&gt;anula totalmente essa dinâmica&lt;/b&gt;. Nesse sentido o capitalismo está na frente e acerta no seu modelo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Acredito que uma boa dica é você, que está abrindo ou trabalha em uma empresa privada qualquer, não acreditar no seu sustento duradouro por muito tempo, você deve ter em mente que não pode exercer um controle de maneira a não deixar a empresa morrer, ela precisa morrer, outros estão na fila, outras idéias, outros modos de se fazer alguma coisa. Você deve continuamente estar atento a este fato, não se acomode achando que seu sucesso é eterno, pois são justos nesses momentos que a “realidade” bate na sua porta, e se você estiver despreparado, o tombo machucará muito mais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/&quot;&gt;Aflições de um Administrador&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://aflicoesadm.blogspot.com/2009/12/ela-ira-morrer.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Landivar)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1675082148884402937.post-2575038688259000792</guid><pubDate>Thu, 17 Dec 2009 21:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-27T11:30:28.398-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ciência da Gestão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marketing</category><title>O que os clientes querem com o milk shake</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Consideraremos, como primeira lei da nossa ciência da gestão a &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/2009/11/dinamica-de-christensen-inercia-das.html&quot;&gt;Inércia das Estabelecida&lt;/a&gt;s. Entender a dinâmica que ocorre nesse contexto é muito importante para você &lt;b&gt;prever o que ocorrerá com determinada inovação no mercado&lt;/b&gt;.&amp;nbsp;Agora falaremos sobra marketing para circunstância, ou se preferir a segunda lei da ciência da gestão. Já dei uma introdução no assunto com o post &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/2009/11/comprando-um-furo-na-parede.html&quot;&gt;&quot;Comprando um furo na parede&quot;&lt;/a&gt;, hoje tentarei aprofundar um pouco mais fornecendo um exemplo simples mais que ilustrará muito bem o conceito de marketing &quot;por circunstâncias&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Vou dar um PS aqui: quando eu chamo &quot;lei&quot; me refiro que determinada teoria se repete sistematicamente no mundo corporativo, ou seja, saberemos quando adotar e em qual momento adotar determinada medida.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Entendermos como os clientes vivem suas vidas, ou identificar a tarefa a ser realizada por eles quando os mesmos adquirem os produtos, é a chave para o bom marketing. Veja que identificar tais clientes, enquadrando-os em segmentos por atributos, é o primeiro passo apenas. Hoje, é cada vez mais verídico, não podermos afirmar &lt;b&gt;o comportamento de determinado segmento construíd&lt;/b&gt;&lt;b&gt;o&lt;/b&gt;, por vários motivos como: o fácil acesso para informações, globalização, internet, etc. &lt;b&gt;As pessoas cada vez mais se diferenciam&lt;/b&gt;, mesmo estando no mesmo padrão &quot;geográfico, demográfico, social e psicológico&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O mesmo vale para entendermos os nossos competidores. Se você vende DVD, não são apenas outros aparelhos de DVD que são seus competidores, &lt;b&gt;e sim tudo que cumprir as mesmas tarefa a ser realizada que as pessoas buscam ao comprar o produto&lt;/b&gt;. Como assim? Bom, muitas pessoas compram um DVD para relaxar e se divertirem, sozinho ou com os amigos; um vídeo game cumpriria exatamente essa tarefa: &lt;b&gt;relaxar e se divertir&lt;/b&gt;. Outro exemplo: quando eu trabalhava numa instituição de ensino para cursos profissionalizantes, identifiquei três tarefas que a escola cumpria para seus clientes: 1ª) &quot;colocação no mercado de trabalho&quot;, as pessoas que buscavam essa tarefa estavam desempregadas e queriam uma qualificação; 2ª) &quot;desejo de ter seu próprio negócio&quot;, os clientes tinham essa vontade, de serem empreendedores; e 3ª) &quot;hobby&quot;, por simplesmente as pessoas estarem em casa sem fazer muita coisa de interessante, mas tinham o sonho de aprenderem determinada função que fornecíamos em nossos cursos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Veja que segmentar esses exemplos apenas por atributos: mulheres, casadas, com filhos, com faixa de renda de tal a tal, com nível médio de instrução, que são donas de casa, e blá blá blá, não teríamos essa identificação acima descrita. E veja também que a &lt;b&gt;comunicação também deverá ser para cada tarefa a ser realizada&lt;/b&gt;. Eu identifiquei, no caso da escola em que trabalhava, que a comunicação que abordasse &lt;b&gt;testemunhos positivos de outros alunos&lt;/b&gt; da escola para a circunstância &quot;colocação no mercado de trabalho&quot; teria um papel mais relevante; se tivesse &lt;b&gt;informações básicas de constituição de uma empresa&lt;/b&gt;, ou o &lt;b&gt;endereço do Sebrae&lt;/b&gt;, seria ótimo para a circunstância &quot;desejo de ter seu próprio negócio&quot;; e apelar &lt;b&gt;para o lúdico&lt;/b&gt;, ou a marca da instituição ser reconhecida como&lt;b&gt; parte de um sonho para as pessoas&lt;/b&gt;, estaria de acordo com a circunstância &quot;hobby&quot;. Três segmentações, três tarefas a serem realizadas, que requer &lt;b&gt;três comunicações diferentes&lt;/b&gt;; com certeza isso traria muito mais resultados que uma única comunicação para todos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://pat.feldman.com.br/wp-content/uploads/2009/05/milkshake.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;http://pat.feldman.com.br/wp-content/uploads/2009/05/milkshake.jpg&quot; width=&quot;130&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Mas nem todas as vezes &lt;b&gt;as circunstâncias que vive os clientes é relativamente fácil de se detectar&lt;/b&gt; como no exemplo anterior, e o pior, muitas vezes, &lt;b&gt;nem mesmo eles sabem&lt;/b&gt;. Caberá ao observador, ou pesquisador esse diagnóstico, e não a &quot;pesquisa de mercado&quot; atribuída. Veja esse exemplo real: uma cadeia de &lt;i&gt;fast food&lt;/i&gt; estava perdendo vendas em &lt;i&gt;milk shake&lt;/i&gt; e decidiu contratar uma agência de pesquisas para circunstâncias (sim elas existem). Pesquisadores instalaram-se por vários dias na lanchonete observando os clientes, e descobriram o seguinte: no período da manhã, &quot;engravatados&quot; compravam &lt;i&gt;milk shakes&lt;/i&gt; pois dali, teriam uma viagem considerável até os seus trabalhos, &lt;b&gt;e para tapiar a fome, e matar o tédio da viagem&lt;/b&gt;, a companhia dessa bebida era uma boa opção. Qualquer outra coisa que cumpra a tarefa &quot;tapiar a fome e matar o tédio&quot;, estava concorrendo com os &lt;i&gt;milk shakes&lt;/i&gt;, mas por exemplo, cachorro quente é um concorrente, mas ele suja fácil, emporcalha a roupa e o carro, ou um pãozinho, mas ele também esfarela todo o carro, ou talvez uma banana, mas ela é de fácil&amp;nbsp;absorção e não tão gostosa, portanto &lt;i&gt;milk shake&lt;/i&gt; era a melhor opção. O que a lanchonete tinha que fazer para essa circunstância? Deixar a &lt;b&gt;bebida mais viscosa&lt;/b&gt;, estudar &lt;b&gt;colocar pedacinhos de frutas&lt;/b&gt;, ou seja, tudo para que o processo &lt;b&gt;de degustação seja mais demorado possível&lt;/b&gt;. No período da noite, os pesquisadores identificaram outra situação: famílias, com seus pais exaustos e filhos pequenos, também pediam um &lt;i&gt;milk shake&lt;/i&gt; para seus pimpolhos, com o único intuito: &lt;b&gt;amenizar a culpa deles de estarem fora o dia todo trabalhando e não darem a devida atenção para eles&lt;/b&gt;. Mas poxa vida, os pais estavam cansados, estressados, o que eles mais queriam era que aquele &lt;i&gt;milk shake&lt;/i&gt; acabasse logo para todos poderem voltar para casa logo. Nesse circunstância, a lanchonete deveria fazer a bebida &lt;b&gt;mais fina e menor&lt;/b&gt;, para acabar mais rápido, e talvez colocar &lt;b&gt;copos com desenhos animados&lt;/b&gt;, seria um ótimo atrativo para as crianças.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Agora você acha mesmo, se numa pesquisa convencional de mercado, os clientes falariam que seus desejos eram realmente esses: &lt;b&gt;&quot;tapiar a fome e matar o tédio&quot; e &quot;amenizar a culpa com relação aos filhos&quot;&lt;/b&gt;. Acho muito difícil, principalmente com relação a segunda circunstância. Portanto fica aqui a dica, olhe sempre para a situação em que os clientes vivem suas vidas quando compram seus produtos, e não apenas para o segmento por atributos. Depois de identificado essas circunstâncias, também comunique para elas. E a maneira mais provável de conseguir essas informações? Por meio da observação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/&quot;&gt;Aflições de um Administrador&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://aflicoesadm.blogspot.com/2009/12/o-que-os-clientes-querem-com-o-mik.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Landivar)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1675082148884402937.post-6232887403399429125</guid><pubDate>Mon, 14 Dec 2009 16:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-27T11:31:22.924-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Perfil do Administrador</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Previsão</category><title>Pergunte ao seu taxista</title><description>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Em 04.11.2009, alguns “especialistas” de futebol lançaram suas predições sobre o resultado final do Campeonato Brasileiro de 2009 por meio de um simulador de classificação, no qual foi divulgado em um &lt;a href=&quot;http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/Brasileirao/Serie_A/0,,MUL1365058-9827,00-SIMULADORES+DOS+COMENTARISTAS+PALPITES+DIFERENTES+SOBRE+O+CAMPEAO+DE.html&quot;&gt;site&lt;/a&gt; de grande prestígio. Eis as suas profecias: três times apareceram como prováveis campeões: o São Paulo, Palmeiras e Atlético-MG, &lt;b&gt;este apontado como o provável vencedor do Brasileirão&lt;/b&gt; (!).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.cruzeiroec.com.br/1/gaylos/chora.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;http://www.cruzeiroec.com.br/1/gaylos/chora.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Bom, creio que todos devem saber, inclusive aqueles que não acompanham jogos pela TV, que o Flamengo levou o &lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;text-decoration: line-through;&quot;&gt;penta&lt;/span&gt;&amp;nbsp;hexacampeonato para a casa. E para os mais desavisados, o clube São Paulo ficou na quarta posição do campeonato (droga), e o provável campeão, Atlético-MG, segundo os especialistas, &lt;b&gt;empacou o sexto lugar&lt;/b&gt; (nem libertadores vão pegar ano que vem). O que eu quero dizer com isso? Bom é bastante óbvio até, a nossa incapacidade de &lt;b&gt;realizar diagnósticos&lt;/b&gt;, em determinadas áreas, &lt;b&gt;ou prever &lt;/b&gt;determinada ocorrência, &lt;b&gt;é ridícula&lt;/b&gt;. Vamos analisar (superficialmente) o problema do especialista.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Responda rápido: numa futura cirurgia cerebral, você preferiria ter ela realizada por um jornalista da área de ciências, ou por um neurocirurgião diplomado? Por outro lado, você preferiria ouvir uma previsão econômica de um jornalista da área de economia, ou por alguém com pós doutorado em finanças? Enquanto a primeira pergunta está muito clara a resposta que seria o neurocirurgião, &lt;b&gt;na segunda ela não é tão óbvia assim&lt;/b&gt;. Veja que muitas pessoas escolheriam uma opção, e muitas outras escolheriam a outra opção, não há um consenso. E por quê? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Entre outros fatores, essa diferença acontece pelo &lt;b&gt;movimento que ocorre em cada área&lt;/b&gt;. As de pouco movimento, ou seja, áreas que requerem mais técnica, ou &lt;b&gt;“saber como”&lt;/b&gt;, parece haver efetivamente especialistas. Em situações de muito movimento, em que o importante é &lt;b&gt;“saber o quê”&lt;/b&gt;, ou o conhecimento precisa estar sempre renovável, ou são profissões que baseiam suas funções na previsão de futuros por meio de dados do passado não-repetitível, tendem a não possuir especialistas no sentido literal da palavra. (no final do post coloquei alguns exemplos de profissões para as duas áreas)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://coisasqueeuodeio.files.wordpress.com/2009/02/curso-taxista-1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;133&quot; src=&quot;http://coisasqueeuodeio.files.wordpress.com/2009/02/curso-taxista-1.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Sendo assim, qual a função de especialistas para áreas de movimento elevado? Eu não quero entrar no mérito, ou muito menos desrespeitar tais profissionais, porém existem estudos que indicam que o conhecimento adquirido a mais (para ser formar especialistas) por tais profissionais, &lt;b&gt;não exerce um efeito mais relevante&lt;/b&gt; comparado a uma pessoa recém graduada, por exemplo. Em alguns casos, como eu acredito ser no exemplo dos “especialistas em futebol”, o problema é mais agravante. Uma brincadeira é você ouvi-los e comparar seus diagnósticos com a opinião do seu taxista (com todo respeito a classe), veja que o “rigor” a que se conclui uma previsão será praticamente o mesmo. E se fosse para apostar, ficaria com o taxista, ele, humildemente, palpitaria o que achava, não teria excesso de conhecimento (ou o problema do excesso de informação como disse num &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/2009/12/planejar-para-que.html&quot;&gt;post anterior&lt;/a&gt;), suas chances seriam relativamente maiores, &lt;b&gt;sem ser especialista de nada.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;E o que me deixa mais indignado, é a cara de pau desses especialistas que prevêem a todo o momento; jornalistas publicam em &lt;span style=&quot;text-decoration: line-through;&quot;&gt;importantes&lt;/span&gt;&amp;nbsp;sites, revistas, jornais e TV; muitas pessoas pagam para ouvi-los, e quando temos efetivamente o resultado (muito distante das suas previsões), eles não aparecem com um pedido de desculpa, ou não nos dizem o porquê de tal discrepância, ou se dizem, colocam culpas no simulador, ou em alguma &lt;b&gt;influência não possível de ser manipulada&lt;/b&gt;. Nunca é culpa deles, eles não se dão conta da própria natureza do trabalho: &lt;b&gt;nós simplesmente não podemos prever&lt;/b&gt;. Mas é difícil acreditar nisso, nós sempre buscaremos &lt;b&gt;explicações para tudo&lt;/b&gt;, os “especialistas” sempre terão seu espaço.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;****&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Alguns exemplos de profissões de baixo movimento: médicos, pilotos de provas, contadores, físicos, astrônomos, engenheiros, mestres enxadristas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;De profissões de elevado movimento: economistas, previsores financeiros e de futebol (como vimos), cientistas políticos, jornalistas, várias áreas da administração. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgOrjColx6gDgPSHf6l0-ZiUVdduutUjyx7JNokDvr_7n0obkhyphenhyphenEveRk2t-jg62a1ACrttJjkXpMQaqJw899qHSNcP1nz60zfFuIFWCwb16tgc-9IO1MXz1YMlOPFzSJbOGelPrn5CbZ_6w/s1600/exame_03_de_dezembro_de_2008_thumb.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgOrjColx6gDgPSHf6l0-ZiUVdduutUjyx7JNokDvr_7n0obkhyphenhyphenEveRk2t-jg62a1ACrttJjkXpMQaqJw899qHSNcP1nz60zfFuIFWCwb16tgc-9IO1MXz1YMlOPFzSJbOGelPrn5CbZ_6w/s200/exame_03_de_dezembro_de_2008_thumb.jpg&quot; width=&quot;155&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;* A revista exame fez uma reportagem de capa sobre esse assunto, cujo título foi “Para que servem os analistas”. Foi discutido principalmente a recente crise financeira mundial, e o porquê dos “especialistas” não preverem e não dizerem nada, ou seja, &lt;b&gt;eles sabiam tanto quanto nós sobre o que iria acontecer: nada.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/&quot;&gt;Aflições de um Administrador&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://aflicoesadm.blogspot.com/2009/12/pergunte-ao-seu-taxista.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Landivar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgOrjColx6gDgPSHf6l0-ZiUVdduutUjyx7JNokDvr_7n0obkhyphenhyphenEveRk2t-jg62a1ACrttJjkXpMQaqJw899qHSNcP1nz60zfFuIFWCwb16tgc-9IO1MXz1YMlOPFzSJbOGelPrn5CbZ_6w/s72-c/exame_03_de_dezembro_de_2008_thumb.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1675082148884402937.post-4631059258195642632</guid><pubDate>Thu, 10 Dec 2009 19:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-27T11:32:05.969-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Opinião</category><title>Assisti Bob Esponja e virei capitalista</title><description>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Existem muitas coisas legais e com conteúdo na internet. Nela podemos encontrar informações, respostas, soluções e questionamentos para diversas coisas que procuramos; e o &lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;text-decoration: line-through;&quot;&gt;viciado&lt;/span&gt; blogueiro aqui permanece estático por várias horas em frente ao monitor interagindo com esse mundo virtual. Porém, como nada são flores e tudo existe o lado ruim, e no caso da internet esse lado está excessivamente maior, nos deparamos com muita coisa&lt;b&gt; ruim.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiE53oSxhS1GpJSINnvaknRX3hkYFS2UD4VPeobr-7X2ZygOTzLqrReULaBZazY2ap-rGTkmqCNFXYlTL02Ub0y8gtzQc7qdbcF5IToRGUewZ1OgFk1HkawjwsHktxUAMI7T_fuZ-j8nHc/s1600/bob_esponja_ok.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiE53oSxhS1GpJSINnvaknRX3hkYFS2UD4VPeobr-7X2ZygOTzLqrReULaBZazY2ap-rGTkmqCNFXYlTL02Ub0y8gtzQc7qdbcF5IToRGUewZ1OgFk1HkawjwsHktxUAMI7T_fuZ-j8nHc/s200/bob_esponja_ok.png&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Recebi o link de uma monografia (e pasmem que foi publicada), cujo título foi “O merchandising capitalista no desenho Bob Esponja” de autor Wilker de Jesus Lira. No começo achei, pelo título, que era alguma brincadeira de um site de comédia, ou algo parecido, mas não! Realmente foi um trabalho de conclusão de curso para o diploma de Comunicação Social – Jornalismo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O trabalho inteiro desenrola por uma suposta &lt;b&gt;conspiração&lt;/b&gt; do desenho animado Bob Esponja para instigar nossas inocentes crianças a, desde cedo, se &lt;b&gt;influenciarem pela ideologia maléfica do capitalismo&lt;/b&gt;. Ele cita vários episódios em que o personagem principal nunca reclama dos salários, trabalha até mais tarde, as vezes paga para trabalhar, considera seu chefe um ídolo, ou seja, seu maior prazer é o trabalho e ganhos materiais; segundo o autor do trabalho, todo o desenho é baseado nisso, não há amor, não há família.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Existem dois pontos que acho muito infeliz nesse trabalho: primeiro é o &lt;b&gt;real&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;“efeito”&lt;/b&gt; de influenciar as pessoas através do desenho, no caso as crianças, mas que deixarei o assunto para um outro post; o segundo, aí falarei sobre ele, é com relação &lt;b&gt;a exaltação inocente&lt;/b&gt; &lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;text-decoration: line-through;&quot;&gt;(para não dizer burra)&lt;/span&gt; sobre a &lt;b&gt;conspiração que a sociedade burguesa exerce aos trabalhadores&lt;/b&gt;, nesse caso, fazendo que desde pequenos passemos a adotar sem muita escolha, pois somos bombardeados com isso &lt;b&gt;propositalmente&lt;/b&gt;, a iminente e diabólica &lt;b&gt;ação do capitaslismo&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A riqueza que possuímos hoje no mundo, elevou-se de tal maneira que a conhecemos hoje (não sei quantos quatrilhões!?), graças a esse sistema capitalista. Não quero defender nenhuma ideologia (não as suporto, tento ser pragmático ao máximo), não quero afirmar que é o único sistema de economia possível, mas sim que &lt;b&gt;é o melhor que possuímos&lt;/b&gt;, pois ele traduz uma necessidade básica da natureza humana: &lt;b&gt;o instinto de comercializar&lt;/b&gt;. Porém, o que eu gostaria de destacar realmente, é essa idéia que se tem de conspiração, de através de um &lt;b&gt;propósito planejado&lt;/b&gt; e com um objetivo, empresas, instituições, governos, ou no caso, desenhos animados, &lt;b&gt;exercerem de forma não explicita&lt;/b&gt; (não está evidente, só a minoria consegue ver, afinal é uma conspiração!) seus ideais. E as pessoas que discordam sobre determinada idéia supostamente divulgada, encontram planos maléficos desses veiculadores para a dissemir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Finalizando, idéias como essa, ou o homem não foi a Lua, a Aids não mata, o Triângulo das Bermudas, guaraná Kuat causa câncer, a música da Xuxa de trás para frente é o próprio coisa ruim cantando, são idéias válidas só no ambiente humorístico, como piadas...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://virtualbooks.terra.com.br/osmelhoresautores/O_merchandising_capitalista_no_Desenho_Bob_Esponja.htm&quot;&gt;Aqui&lt;/a&gt; está o link, como e-book, da monografia&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/&quot;&gt;Aflições de um Administrador&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://aflicoesadm.blogspot.com/2009/12/assisti-bob-esponja-e-virei-capitalista.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Landivar)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiE53oSxhS1GpJSINnvaknRX3hkYFS2UD4VPeobr-7X2ZygOTzLqrReULaBZazY2ap-rGTkmqCNFXYlTL02Ub0y8gtzQc7qdbcF5IToRGUewZ1OgFk1HkawjwsHktxUAMI7T_fuZ-j8nHc/s72-c/bob_esponja_ok.png" height="72" width="72"/><thr:total>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1675082148884402937.post-7194125258113453483</guid><pubDate>Tue, 08 Dec 2009 00:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-27T11:32:57.807-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ciência da Gestão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Previsão</category><title>Planejar... para que?</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Vou sair um pouco do tema &quot;Ciência da Gestão&quot;, mais especificamente falando sobre a teoria da disrupção, e falar sobre planejamento, em um aspecto interessante do seu uso: &lt;b&gt;o excesso de informação.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.linkportal.com.br/releases/paginas/images/planejamento.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;http://www.linkportal.com.br/releases/paginas/images/planejamento.jpg&quot; width=&quot;307&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Estava conversando com uma amiga (administradora também), e falávamos sobre planejar algo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;. A questão era a seguinte: por que quando você planeja muito, as coisas não dão certo (ou não tão certo), e quando você decide de última hora, por exemplo, as coisas fluem corretamente? Chegamos a uma conclusão (de uma conversa de MSN, nada testado) que realmente quando você planeja muito, as coisas tendem a sair dos eixos, ou em outras palavras, saem diferentes daquilo que você planejou. E terminamos esse assunto envergonhados, pois um administrador não poderia falar uma coisa dessas, ele deve sempre ser a favor do &quot;&lt;b&gt;poder planejamento&lt;/b&gt;&quot;.... Será mesmo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Diante desse raciocínio, quero expor um ponto ligado ao planejamento empresarial e costumado ser exaltados por todos os profissionais da administração: &lt;b&gt;o excesso de informação sobre seu negócio, em muitos casos, é prejudicial&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Antes que você feche essa página, indignado com que eu disse, deixa tentar me explicar. O excesso de informação sobre determinada coisa, causa um sintoma pouco identificável (e&amp;nbsp;difícil&amp;nbsp;de concordar) que é o &lt;b&gt;distanciamento ao conhecimento real&lt;/b&gt; daquela determinada coisa. Veja como exemplo dessa afirmação a história de &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Arist%C3%B3teles_Onassis&quot;&gt;Aristóteles Onassis&lt;/a&gt;. Ele foi um dos primeiros magnatas midiatizados que se tem notícias. Dono de uma frota naval, casou-se com Jacqueline Kennedy, viúva do presidente americano Jonh F. Kennedy. Vamos ao ponto principal: Onassis era um homem de negócios, mas diferentemente do que se pensa, o sentido literal da palavra &quot;trabalho&quot; não era muito seu lema. O império que ele tinha de navios, lhe obrigava a ter uma&amp;nbsp;monitoração&amp;nbsp;diária (pelo que se pensa usualmente), mas não, nem escrivaninha, muito menos um escritório ele se prestava a ter, ao contrário, possuia um pequeno caderno de anotações onde constava, segundo ele, &lt;b&gt;todas as informações necessárias para o andamento do seu negócio&lt;/b&gt;. Ele passou sua vida tentando socializar com ricos e famosos e colecionar mulheres. Geralmente acordava meio dia, e se tinha algum problema, chamava seus advogados às 2h30 da manhã para um drink e discutir o problema. Um típico &lt;i&gt;bon vivante&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.dohler.com.br/revistadohler15/imagens/hidrante.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;http://www.dohler.com.br/revistadohler15/imagens/hidrante.jpg&quot; width=&quot;212&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Onassis é o contra ponto de uma situação intrigante: qual é a real eficácia de estarmos &quot;antenados&quot; 24 horas por dia, recebendo toda a informação possível? Será mesmo que quanto mais informação, melhor? Testes empíricos de psicólogos nos mostrou que uma &lt;b&gt;quantidade excessiva de informação é sim prejudicial&lt;/b&gt;, senão vejamos: mostre a dois grupos de pessoas uma imagem borrada de um hidrante para que não descubram qual a figura no início. Para um grupo aumente a resolução, lentamente, em dez etapas. Para o outro grupo, aumente a resolução mais rápido, em cinco etapas apenas. Para os dois grupos, pare na mesma resolução, onde as duas imagens são &lt;b&gt;idênticas&lt;/b&gt;. Verificou-se que o grupo que obteve a melhora da resolução mais rapidamente (em cinco etapas) identificou a imagem (o hidrante) &lt;b&gt;mais rapidamente&lt;/b&gt; que ao outro grupo. Moral da história? Quando você é exposto a várias informações (processo lento em dez etapas por exemplo), é aumentado o estímulo em &lt;b&gt;teorizar&lt;/b&gt;, em &lt;b&gt;formular hipóteses sobre determinada coisa&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;e consequentemente fugindo da verdadeira coisa&lt;/b&gt;. Sendo assim, é muito melhor você ler uma revista mensal, a um jornal diariamente, ou estar a todo instante lendo &quot;informações&quot; na internet; você assimilará muito mais conhecimento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Muito longe de afirmar que o &lt;b&gt;planejamento seja desnecessário&lt;/b&gt;, quero apenas mostrar o outro lado da moeda, e apostar que sejamos sensatos, e não depositarmos todas as fichas no &quot;poder da informação&quot;. Sejamos mais &lt;i&gt;bon vivante&lt;/i&gt;, não seja um executivo chato, não encare a ânsia de informação uma filosofia de vida e tome mais drinks às 2h30 da madrugada....&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;****&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A idéia central desse post, bem como o experimento psicológico é baseado no &quot;A lógica do Cisne Negro&quot; do Nassim Taleb.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/&quot;&gt;Aflições de um Administrador&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://aflicoesadm.blogspot.com/2009/12/planejar-para-que.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Landivar)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1675082148884402937.post-250445259289088097</guid><pubDate>Fri, 04 Dec 2009 00:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-27T11:33:34.568-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ciência da Gestão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ensino</category><title>Disrupção</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Você gestor, provavelmente está em uma das duas situações: ou de uma empresa estabelecida ou disruptiva. E o que vem a ser &lt;b&gt;disruptiv&lt;/b&gt;&lt;b&gt;a&lt;/b&gt;? No post sobre a &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/2009/11/dinamica-de-christensen-inercia-das.html&quot;&gt;Dinâmica de Cristensen (Inércia das estabelecidas)&lt;/a&gt;, fiz um resumo sobre o que acontece frequentemente no mundo dos négocios: empresas estabelecidas, em um determinado mercado, sofrem muitos abalos ou até mesmo falem suas atividades. E desvendamos, em geral, o motivo. Acontece que empresas entrantes, novas, atacam o mercado por &quot;baixo&quot;, e elas são as próprias &lt;b&gt;disruptivas.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.institutoinovacao.com.br/imagens_internas/artigos/501disrupcao.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.institutoinovacao.com.br/imagens_internas/artigos/501disrupcao.jpg&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Um determinado produto (ou serviço, ou a combinação dos dois) em um mercado tem uma &lt;b&gt;evolução&lt;/b&gt;. Ele começa não sendo &quot;bom o suficiente&quot;. O mercado em geral possui dois tipos de clientes: &lt;b&gt;menos exigentes e mais exigentes, entre esses dois tipos está a camada dos consumidores reais, os que compram o seu produto&lt;/b&gt;. Ele vai evoluindo com o tempo, primeiramente atendendo aos clientes &lt;b&gt;menos exigentes.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;O tempo vai passando, e ele vai evoluindo sua performance, até ele atingir os &lt;b&gt;mais exigentes&lt;/b&gt;. Seu produto, nesse estágio, está &lt;b&gt;&quot;bom o suficiente&quot;&lt;/b&gt;. Porém o tempo continua, e seu produto vai &quot;melhorando&quot; (inovações mantenedoras) cada vez mais, fazendo com que até os clientes mais exigentes fiquem&amp;nbsp;&lt;b&gt;&quot;superservidos&quot;&lt;/b&gt;. Esse é o momento perfeito da disrupção, o momento do surgimento de empresas que entrarão atendendo aos clientes que estão se sentindo &lt;b&gt;&quot;superservidos&quot;&lt;/b&gt; e que &lt;b&gt;mudariam tranquilamente de empresa&lt;/b&gt; por um preço mais baixo, ou qualquer outra conveniência que estiver inserida; e aos clientes que ainda não compravam (não consumo) aos produtos das estabelecidas por considerarem muito caro, ou de&amp;nbsp;difícil&amp;nbsp;acesso, ou de difícil manuseio.&amp;nbsp;A principio, o produto da empresa disruptiva, &lt;b&gt;seguirá os mesmos passos&lt;/b&gt; descritos no inicio do parágrafo, até atingir uma performance semelhante ou superior aos da estabelecida. Nesse ponto &lt;b&gt;o ciclo continua&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Para não ficar só no &quot;blá blá blá&quot;, vamos ver alguns (existem inúmeros) exemplos desse tipo de empresa e atuação: o rádio de pilha atacou o rádio de mesa a válvula, e acabou com ele. O ensino a distância está atacando o ensino tradicional. O auto-serviço nos supermercados atacou por baixo o varejo que usava atendentes de balcão. O e-mail atacou o correio por baixo. A Gol está atacando por baixo a Varig/TAM. Os carros elétricos atacarão por baixo carros movidos a motor por explosão. A listá é infinita, está em qualquer época e em quase todos tipos de mercados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.smallbusinesscomputing.com/img/2007/08/0829xerox.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;199&quot; src=&quot;http://www.smallbusinesscomputing.com/img/2007/08/0829xerox.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;As empresas disruptivas devem realmente começar atacando &quot;por baixo&quot;, para as&lt;b&gt; camadas menos exigente&lt;/b&gt; do mercado, pois se elas quisessem competir de&lt;b&gt; igual com uma já estabelecida&lt;/b&gt;, certamente iria quebrar a cara. Veja por exemplo: mesmo duas empresas já fortes e estabelecidas como a IBM e Kodak tentaram atacar a Xerox e entrar no negócio dela, &lt;b&gt;mas não havia nada que a IBM ou a Kodak fazia, que a Xerox não sabia&lt;/b&gt;. Perderam muito dinheiro, e não tiraram a Xerox do mercado. Quem derrubou ela tempos depois foi a empresa Canon com suas &lt;b&gt;copiadoras de mesa&lt;/b&gt;, disrupção clássica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Mas então todas as estabelecidades estão fadadas ao fracasso? Uma hora ele virá bater na sua porta? Veremos mais para frente que não, e como elas podem se proteger do &quot;ataque&quot; iminente da disrupção. O que não pode acontecer é as &lt;b&gt;e&lt;/b&gt;&lt;b&gt;stabelecidas atacarem elas mesmos com produtos disruptivos&lt;/b&gt;. Lembrem-se que eu disse que elas sempre procurarão fazer iniciativas que &lt;b&gt;mantenha ou superem a margem histórica de receita&lt;/b&gt;. Elas não poderão, simplesmente, montar um produto &quot;não tão bom o suficiente&quot;, na sua linha de montagem e estrutura de custos usual (que é de produtos &quot;bons o suficiente&quot;). Elas não terão estômago para aguentar o aumento dos custos, e a receita baixa que irão conseguir. Empresas estabelecidas, a princípio, fazem apenas&lt;b&gt; inovações denominadas &quot;mantenedoras&quot;, ou seja, apenas mantém aquilo que já vem ganhando&lt;/b&gt;. Por isso o produto fica super servido aos clientes, veja: a planilha de Excel, por exemplo, tem tanta função que se o usuário usar apenas 15% dos recursos, será muito. O mesmo acontece com os carros, é tanta &quot;funcionalidade&quot; que implementam a cada novo modelo, que a satisfação marginal é muito menor que o valor pago pelo produto. Isso abre oportunidades, como já disse, a empresas que oferecem produtos para clientes que não querem tanta &quot;função&quot;, querem só construir uma tabelinha simples no caso do Excel, ou um carrinho para andar na cidade, no caso do automóvel.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Essa distinção, a disrupção, empresas mantenedoras, abre oportunidades de um ensino para a Administração de Empresas mais&amp;nbsp;circunstancial, ou seja, alguns conceitos que estudamos não servirão para os dois tipos de empresas por simplesmente elas estarem com motivações diferentes, a princípio. Essa teoria foi formulado por Chrisntensen no seu primeiro livro em 1997, e teve uma continuação em 2003. Nesse mesmo ano eu entrei na faculdade e nunca ouvi falar da teoria durante todo o curso, uma vergonha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/&quot;&gt;Aflições de um Administrador&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://aflicoesadm.blogspot.com/2009/12/disrupcao.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Landivar)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1675082148884402937.post-8119819508839582344</guid><pubDate>Thu, 03 Dec 2009 22:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-04T17:44:24.527-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marketing</category><title>Palestra sobre Marketing com Clemente Nobrega</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://marketingintegrado.files.wordpress.com/2009/04/o-poder-do-marketing.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://marketingintegrado.files.wordpress.com/2009/04/o-poder-do-marketing.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
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Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/&quot;&gt;Aflições de um Administrador&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://aflicoesadm.blogspot.com/2009/12/palestra-sobre-marketing-com-clemente.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Landivar)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1675082148884402937.post-441486247409769283</guid><pubDate>Mon, 30 Nov 2009 23:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-27T11:34:44.330-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ciência da Gestão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ensino</category><title>Dinâmica de Christensen (Inércia das estabelecidas)</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Vamos começar a colocar a mão na massa. Vamos efetivamente construir, de forma consistente, nossa ciência da gestão. Até aqui detalhamos o conceito de valor e suas aplicações, formulamos perguntas que precisarão ser respondidas, falamos um pouco de Porter e sua influência no modelo de estratégia por circunstância de se ensinar em gestão (um dos poucos teóricos da administração que se prestou a isso), e por último, esboçamos o conceito de marketing também por circunstância (veja os posts anteriores).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Agora é hora de falarmos em Clayton Christensen, e é baseado no seu modelo de teoria, que daqui para frente iremos estudar. Dizem que ele um cara tímido, não-guru (&lt;span style=&quot;text-decoration: line-through;&quot;&gt;ótimo&lt;/span&gt;), não-show-business (&lt;span style=&quot;text-decoration: line-through;&quot;&gt;ótimo elevado ao quadrado&lt;/span&gt;), mas um pesquisador fantástico como iremos atestar. Vale um parêntese aqui: &lt;b&gt;pouco importa quais são seus atributos&lt;/b&gt;; Charles Darwin foi um grande (o maior?) cientista com sua teoria da evolução, mas era atormentado e meio &quot;deprê&quot;. Albert Eisten e sua teoria da relatividade, nada tem a ver com os pitacos em política que ele já fez (há um escrito seu defendendo o socialismo digno de pena, digitem no google). Quero dizer que a &lt;b&gt;ciência verdadeira não dá a mínima pelos atributos do cientista&lt;/b&gt; (tão diferente dos atuais modelos do perfil dos administrares que superestimam os atributos), apenas sua consistência através do experimento e sua validação no mundo real. Veremos que o modelo de Christensen é o mais elegante em termos de administração.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;No passado, ele foi um empreendedor não muito bem sucedido no ramo de tecnologia (minicomputadores). Lá, presenciou diversas vezes o mesmo padrão acontecer: executivos endeusados durante anos como sinônimo de bom gestor, de ter conseguido fazer daquela empresa uma potência, vez ou outra, ser chamados de estúpidos e sem competência, quando elas, invariavelmente fracassavam. Como isso poderia ocorrer? Será mesmo que os executivos sofrem dessas mudanças de competência de forma tão surpreendente assim, e de uma hora para outra? Christensen não aceitou esse tese de &quot;gestor estúpido&quot;; &lt;b&gt;deveria haver ali uma dinâmica de as empresas agirem, &lt;/b&gt;e essa dinâmica, que vos apresento agora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Empresas estabelecidas, que dominam um mercado, obedecem um princípio: &lt;b&gt;sempre irão tomar iniciativas que mantenha ou superem a margem histórica de receita da mesma&lt;/b&gt;. Não haverá nenhum louco que apresente uma nova tecnologia por exemplo, que deixará os acionistas mais pobres. O gestor será demitido. Essas empresas também, sempre focam nos seus &lt;b&gt;clientes tradicionais&lt;/b&gt;; aumentar o valor que esses clientes percebem, é um dos objetivos da empresa. E não está errado, é o mais &quot;lógico&quot; a se fazer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.weno.com.br/blog/archives/inercia_ferias.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;192&quot; src=&quot;http://www.weno.com.br/blog/archives/inercia_ferias.gif&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Porém essa dinâmica não para aí. Com esse tipo de atitude, as empresas estabelecidas abrem precedentes para o surgimento de&amp;nbsp;empresas novas, a princípio pequenas, que não possuem a margem financeira ($$) das grandes, e que irão atuar na oferta de&lt;b&gt; produtos de qualidade não tão boa e nem tão sofisticada como os da estabelecida.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Logicamente, que os clientes tradicionais citados acima,&amp;nbsp;&lt;b&gt;não irão comprar dessas empresas&lt;/b&gt; (devido a oferta não ser tão boa, ainda). Os entrantes trabalharão para &lt;b&gt;os consumidores que se sentem excessivamente servidos&lt;/b&gt;, que irão mudar de produto numa boa, por um preço mais baixo, mesmo ele ainda não sendo tão bom quanto o da estabelecida. Além deles, as novas empresas (que chamaremos mais tarde de &lt;b&gt;disruptivas&lt;/b&gt;) também atenderão a um &lt;b&gt;novo mercado&lt;/b&gt;, ou seja, as pessoas que &lt;b&gt;não consumiam&lt;/b&gt; os produtos das estabelecidas por acharem &lt;b&gt;caros, de difícil acesso ou complicados demais&lt;/b&gt;. As estabelecidas, a princípio, não se preocuparão muito, irão pensar: &lt;b&gt;&quot;Ei, essas &quot;empresinhas novas&quot; estão vendendo para esses clientes, mas os nossos tradicionais, de que vem a nossa quase totalidade da receita, não compram deles, então não precisaremos fazer nada... Ou seja, ficarão &lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;inertes.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Pensamento errado se analisarmos o que virá depois: esses produtos inicialmente não tão bons e nem tão sofisticados, &lt;b&gt;com o passar do tempo&lt;/b&gt;,&lt;b&gt; começam a melhorar&lt;/b&gt;, a tal ponto de serem semelhantes aos da empresas estabelecidas, e como consequencia natural, &lt;b&gt;os clientes tradicionais começarão a comprar das &quot;entrantes&quot;&lt;/b&gt; (nesse contexto já estabelecidas) e as empresas que primeiramente não ligaram para as &quot;empresinhas novas&quot;, ou perderão muita margem de receita, ou pior, fatalmente falirão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Resumidamente, essa é a dinâmica descrita, testada e organizada pelo (grande) Christensen.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://aflicoesadm.blogspot.com/2009/11/dinamica-de-christensen-inercia-das.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Landivar)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1675082148884402937.post-1946695712852270911</guid><pubDate>Fri, 27 Nov 2009 23:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-27T11:35:25.631-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ciência da Gestão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ensino</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marketing</category><title>Comprando um furo na parede</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Você precisa colocar aquele quadro tão bonito que comprou naquela galeria de arte. Precisa de um prego, um simples prego resolve o problema. Você certamente se dirigi a loja de pregos, e compro esse produto tão &lt;b&gt;necessário&lt;/b&gt; nesse momento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Olhando mais atentamente para esse caso, você compra &lt;b&gt;um furo na parede&lt;/b&gt; na verdade, &lt;b&gt;uma solução para seu problema: colocar o quadro bonito à mostra para todos verem&lt;/b&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Esse é a proposta que o marketing nos traz. O ponto de partida de tudo é o valor que a empresa oferece, &lt;b&gt;o marketing é fazer com que esse valor seja conhecido e comprado&lt;/b&gt;. E o ponto central desse texto, é mostrar que o marketing não deve ser baseado apenas em necessidades e desejos,&lt;b&gt; mas em necessidades e desejos da circunstância dos clientes&lt;/b&gt;. A circunstância desse exemplo do início, era um furo na parede.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://farm4.static.flickr.com/3102/2577101439_0ef9bfa22b.jpg?v=0&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;http://farm4.static.flickr.com/3102/2577101439_0ef9bfa22b.jpg?v=0&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Não levando em consideração a teoria de &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Abraham_Maslow&quot;&gt;Maslow&lt;/a&gt;, &lt;b&gt;não temos necessidades e desejos inerentes, soltos e independentes de um contexto&lt;/b&gt;. Todos eles são&amp;nbsp;construídos&amp;nbsp;a partir de uma determinada realidade, de uma determinada &lt;b&gt;circunstância&lt;/b&gt;. Um exemplo: ninguém acordou um dia precisando de um carro, mas quando Henry Ford tornou-os acessível para todos, os desejos e necessidades das pessoas tornaram-se reais quanto a aquisição dos carros. Ainda nos carros, depois de algum tempo, Ford se apego demais ao seu produto, não queria acreditar que deveria fazer mudanças em seu sucesso da linha T, mas os desejos e necessidades das pessoas mudaram, uma vez que grande parte das pessoas já tinham seus carros, eles começaram a ver status em utilizar automóveis. O grande mestre não foi capaz de identificar isso, mas &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/General_Motors&quot;&gt;Alfred Sloan&lt;/a&gt; (outro grande mestre), o CEO da GM da época, consegui e trabalhou em modelos de carros segmentados para as diversas circunstâncias: carros luxuosos com preços altíssimos, carros com custo mais baixos, entre outros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Quero explicar que, marketing não é apenas foco no cliente, &lt;b&gt;é foco no cliente baseado em circunstâncias&lt;/b&gt;. As escolas de administração nos enchem de Kotler, de desenvolver a segmentação de clientes por base em atributos (geográfico, demográfico, psicológico, social, etc), partindo do pressuposto que: &lt;b&gt;se os clientes estiverem enquadrados em um determinado segmento, eles irão se comportar, em geral, da mesma forma&lt;/b&gt;. Veremos que não. Podemos afirmar que muitos estarão em circunstâncias diferentes, e consequentemente &lt;b&gt;terão necessidades e desejos diferentes&lt;/b&gt;. Isso na verdade não é nada novo, é antigo pacas. O cambista irá aumentar o preço dos ingressos assim que verificar que o jogo já começou; aparelhos de ar condicionado são mais caros no verão; o preço do estacionamento sobre quando as vagas estão esgotando. Ou seja, em todas essas situações, alguma ação é colocada em prática baseado no contexto que a pessoa está inserida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Todo o planejamento, todas as ações de marketing, devem ser tomadas a partir desse conceito: necessidades e desejos por circunstância dos clientes. Medidas como: preço, ponto de venda, promoção, propaganda, publicidade, pós venda; tudo deve ser baseado em circunstância.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;&lt;hr &#39;style: color blue&#39; /&gt; 
Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/&quot;&gt;Aflições de um Administrador&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://aflicoesadm.blogspot.com/2009/11/comprando-um-furo-na-parede.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Landivar)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1675082148884402937.post-4516304997898425334</guid><pubDate>Wed, 25 Nov 2009 18:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-07-27T11:35:47.956-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ciência da Gestão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Estratégia</category><title>Estratégia de Porter, conceitos baseados em circunstâncias</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Michael Porter e sua teoria, é uma das poucas coisas científicas e &lt;b&gt;por circunstância&lt;/b&gt; que a administração possui. Formulada na década de 70, ela é tão influente hoje como foi no seus primórdios. Porter analisou a indústria de forma brilhante Extremamente acadêmico, ele esboçou as estratégias e as forças que influenciam os setores de negócios, tudo dependendo do tipo de empresa que você atua, e não uma forma genérica para tudo, como estamos acostumados a aprender.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Para tanto, não importa qual modelo de negócios que você está inserido, seu potencial de lucro é determinado pelas cinco forças seguintes:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;1 - A intensidade da competição (é jogo bruto ou de cavalheiros?);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;2 - As barreiras à entrada para novos competidores (é preciso de muita grana para entrar nesse jogo?);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;3 - A ameaça de surgirem produtos ou serviços que substituam os seus (pode aparecer algum tipo de &quot;borracha sintética&quot; ou &quot;plástico&quot; para eliminar a demanda pelo material que você produz?);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;4 - O poder de barganha dos fornecedores (você está preso a um punhado de países árabes para suprir suas necessidades de combustível?) e&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;5 - O poder de barganha dos clientes (é fácil meus clientes me abandonarem e correrem para o competidor?)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href=&quot;http://gestao.files.wordpress.com/2008/03/692px-cinco_forcas_de_porter.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;276&quot; src=&quot;http://gestao.files.wordpress.com/2008/03/692px-cinco_forcas_de_porter.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Analisar essas forças revela o que determina a lucratividade média do setor, &lt;b&gt;e te permite prever com certa clareza, o que poderá ocorrer no futuro&lt;/b&gt; (isso é método científico). Vejamos, por exemplo, o mercado farmacêutico: anteriormente, poucas empresas comandavam o setor, a entrada para novos concorrentes era baixíssima devido ao alto custo para se fabricar um remédio (alta tecnologia), com isso os consumidores não tinham muitas escolhas a não ser pagarem um produto muito caro. Hoje não, com o advento dos genéricos, quebra de patentes e biotecnologias, a entrada para novos competidores tornou-se alta,&amp;nbsp;corroendo&amp;nbsp;portanto a lucratividade do setor. Os consumidores que gostaram dessa vez.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Então é sempre assim, economicamente para a empresa, e sem muito delongas, o cenário ideal para elas são: quanto menos poder de barganha os fornecedores tiverem, melhor;&amp;nbsp;quanto menos poder de barganha os clientes tiverem, melhor;&amp;nbsp;quanto menos intensa for a rivalidade entre as empresas, melhor; quanto menor a ameaça de aparecerem produtos/serviços substitutos, melhor; e quanto maiores as barreiras à entrada de competidores , melhor. Basicamente é isso. Aquela conversa de &quot;estamos felizes porque os clientes vão sair ganhando&quot;, é balela, &lt;b&gt;a empresa sempre irá querer sair ganhando&lt;/b&gt;, caso contrário sua lucratividade diminui, simples assim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Continuando a luz de Porter, até hoje categorizamos os modelos estratégicos, genericamente em dois tipos: &quot;você pode obter vantagem tendo custos mais baixos que seus concorrentes&quot; ou &quot;você pode trabalhar fazendo-se perceber tão melhor que seus concorrentes que uma parte do mercado vai se dispor a pagar mais para ter você. São as chamadas as &quot;&lt;b&gt;custos baixos&quot; e &quot;diferenciação&quot;&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Mas hoje, esses conceitos não são tão nítidos como já foi um dia. Como já vimos, o valor migra com uma velocidade cada vez maior, influenciado principalmente por tecnologias. Com isso, a&amp;nbsp;dinâmica&amp;nbsp;das empresas também sofrem alterações, e como consequência, &lt;b&gt;esses dois modelos de negócios genéricos tendem a se confundir&lt;/b&gt;. Senão, vejamos: os carros japoneses da década de 70-80, eram mais baratos, mas eram considerados tão bom/sofisticados quanto um equivalente da GM ou Ford. E o Submarino? Eles trabalham a partir de custos baixos (produtos com ofertas sempre menor que o da concorrência), mas também são diferentes na forma da compra e entrega dos seus produtos, e em vários aspectos dos seus serviços. Isso parece uma tendência geral.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Além de identificar essa tendência, cabe a nossa &quot;formulanda&quot; Ciência da Gestão, a seguinte pergunta: no meu caso, no modelo de negócios e setor em que atuo, &lt;b&gt;qual melhor estratégia?&lt;/b&gt; a custo baixo ou diferenciação? Mais uma pergunta para nossa ciência dar conta, se não for assim, é mais um motivo de aflição para os administradores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Quero reforçar que, apesar desse conceito de estratégias tenderem a se confundirem como eu disse, não é minha intenção afirmar que você deve ser tudo para todos, muito pelo contrário, &lt;b&gt;você nunca irá ser tudo&lt;/b&gt;, focalize no motivo pelo qual sua empresa foi criada, e trabalhe nele. Veja que eu sofri no curso de Administração, pelo o professor ter me dado uma resposta genérica como essas. Veja &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/2009/11/problemas-que-vi-no-curso.html&quot;&gt;aqui.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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Este artigo pertence ao &lt;a href=&quot;http://aflicoesadm.blogspot.com/&quot;&gt;Aflições de um Administrador&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;/div&gt;</description><link>http://aflicoesadm.blogspot.com/2009/11/estrategia-de-porter-conceitos-baseados.html</link><author>noreply@blogger.com (Carlos Landivar)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>