<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0">

<channel>
	<title>Agência Publisher - Jornalismo Freelance</title>
	
	<link>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance</link>
	<description />
	<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 00:35:02 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.7</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/AgenciaPublisher" /><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="agenciapublisher" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item>
		<title>Especialistas internacionais debateram empreendedorismo em São Paulo</title>
		<link>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?p=165</link>
		<comments>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?p=165#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 00:12:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Marcos Rainho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?p=165</guid>
		<description><![CDATA[Pela primeira vez, São Paulo, estado que concentra 1/3 das empresas do país, sediou o Encontro Internacional de Empreendedores. Com tema Empreendedorismo e Inovação, a 13º edição do evento realizou-se no Centro de Exposições Imigrantes, nos dias 20, 21 e 22 de novembro, sob a organização do Sebrae-SP. Participaram mais de 2 mil convidados durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/wp-content/uploads/2008/11/entrepreneurship2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-168" title="entrepreneurship2" src="http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/wp-content/uploads/2008/11/entrepreneurship2.jpg" alt="" width="262" height="180" /></a>Pela primeira vez, São Paulo, estado que concentra 1/3 das empresas do país, sediou o Encontro Internacional de Empreendedores. Com tema Empreendedorismo e Inovação, a 13º edição do evento realizou-se no Centro de Exposições Imigrantes, nos dias 20, 21 e 22 de novembro, sob a organização do Sebrae-SP. Participaram mais de 2 mil convidados durante o evento que fez parte das comemorações oficiais da Semana Global de Empreendorismo que aconteceu, simultaneamente, em 60 países.</p>
<p>O evento, foi mediadopor Ethevaldo Siqueira jornalista especializado em tecnologia, colaborador do jornal O Estado de S.Paulo, Rádio CBN e Revista Época. Dentre os palestrantes estiveram presentes Rafael Alcaraz Rodrigues, da Universidade Monterrey, que abordou as experiências empreendedoras no México e Lesley Hetherington, da Universidade Strathclyde, as do Reino Unido. Aconteceu também um debate comandado por Carlos Vignolo (Universidade do Chile), Débora Streeter (Universidade Cornell – USA) e Steve Shiffmann, da Babson College (USA), um dos principais centros de estudo do empreendedorismo no mundo.</p>
<p>Os participantes do evento também conheceram as experiências de inovação do Google, com a palestra de Carlos Felix Ximenes e o modelo exclusivo de atuação da Disney World, com uma brasileira, especialista no assunto, Ginha Nader.</p>
<p>Durante o evento, o Sebrae-SP promoveu o XVI Encontro Latino-Americano do Empretec, um programa desenvolvido pela ONU para despertar empreendedorismo em países em desenvolvimento. No Brasil, o programa é aplicado há 18 anos e já formou mais de 100 mil empreendedores, dos quais 20 mil estão em São Paulo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?feed=rss2&amp;p=165</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Redes sociais atraem US$ 1,23 bilhão em 2007</title>
		<link>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?p=109</link>
		<comments>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?p=109#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2007 14:22:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Marcos Rainho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Redes Colaborativas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?p=109</guid>
		<description><![CDATA[ Fonte: Meio                     e Mensagem - 19/12/2007.

O                     novo relatório Social Network Marketing: Ad Spending and [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><em><img src="../../images/arrow5.gif" border="0" alt="" width="8" height="5" /> Fonte: <span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;">Meio                     e Mensagem - <span id="tbadmeldo107121" class="tbAdmEldoNao" style="font-family: Verdana; font-size: 8pt;">19/12/2007</span></span>.</em></p>
<p align="left">
<p><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;">O                     novo relatório Social Network Marketing: Ad Spending and                     Usage, publicado no final da semana passada pela                     especialista eMarketer, prevê que o investimento publicitário                     global em redes sociais crescerá dos US$ 480 milhões                     verificados em 2006 para US$ 1,23 bilhão em 2007 (avanço                     de 155%), saltando para US$ 2,15 bilhões em 2008 (75%). E,                     apesar da desaceleração dos ganhos anuais nos anos                     seguintes, o investimento total deverá atingir US$ 4,14                     bilhões em 2011.</span><br style="font-family: Verdana;" /> <br style="font-family: Verdana;" /> <span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;">Segundo                     a pesquisa, os Estados Unidos responderão por 74,8% (US$                     920 milhões) dos investimentos mundiais de 2007, mantendo a                     mesma proporção em 2008 (US$ 1,6 bilhão). Neste ano, 37%                     da população adulta do país usaram redes sociais ao menos                     uma vez por mês, um share que deverá crescer para para 49%                     em 2011 (entre os adolescentes a proporção será de 84%).                     O MySpace e o Facebook detêm uma fatia combinada de 70% de                     todo o investimento publicitário em redes sociais dos EUA,                     e continuam expandindo rapidamente a oferta de espaço                     publicitário (antes concentradas nas páginas de perfil)                     para as buscas, propaganda display, widgets e outros.</span><br style="font-family: Verdana;" /> <br style="font-family: Verdana;" /> <span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;">A                     metodologia da eMarketer inclui todos os sites onde o                     relacionamento social é a principal atividade, além das                     redes sociais de portais como Google, Yahoo e MSN, redes                     sociais de nicho dedicadas a hobbies ou interesses específicos                     e as patrocinadas por anunciantes. Os números envolvem                     tanto os investimento publicitário online quanto os custos                     de desenvolvimento do site ou da página de perfil. Mas os                     sites de conteúdo gerado por usuários que têm recursos de                     redes sociais, como YouTube, não são considerados.</span></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?feed=rss2&amp;p=109</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Links de Redes de Interesse dos profissionais de Comunicação</title>
		<link>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?p=105</link>
		<comments>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?p=105#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2007 13:14:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Marcos Rainho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Redes Colaborativas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?p=105</guid>
		<description><![CDATA[Links de Redes Colaborativas de interesse dos profissionais de comunicação (fonte: Rits):
 Fórum Social  Mundial
O Fórum Social Mundial é um espaço aberto de encontro para o aprofundamento da reflexão, o debate democrático de idéias, a formulação de propostas, a troca livre de experiências e a articulação para ações eficazes, de rede, entidades e movimentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: x-small;"><em>Links de Redes Colaborativas de interesse dos profissionais de comunicação (fonte: Rits):</em></span></p>
<p><em></em><img style="border: 0pt none;" src="http://agenciapublisher.com/images/arrow5.gif" border="0" alt="" width="8" height="5" /> <a href="http://www.forumsocialmundial.org.br/" target="blank"><strong>Fórum Social  Mundial</strong></a><br />
O Fórum Social Mundial é um espaço aberto de encontro para o aprofundamento da reflexão, o debate democrático de idéias, a formulação de propostas, a troca livre de experiências e a articulação para ações eficazes, de rede, entidades e movimentos da sociedade civil que se opõem ao neoliberalismo e ao domínio do mundo pelo capital e por qualquer forma de imperialismo, e estão empenhadas na construção de uma sociedade planetária centrada no ser humano. Já houve dois encontros do FSM (2001 e 2002). Hoje o FSM é um processo e tem se desenvolvido a cada dia a partir do estabelecimento de subredes temáticas e regionais em todo o mundo (Fóruns Sociais Regionais e Temáticos). A articulação de ações conjuntas e a produção de conteúdos fazem do website do FSM (<a href="http://www.forumsocialmundial.org.br/" target="blank">www.forumsocialmundial.org.br</a>) um espaço público e internacional de compartilhamento de informações para (inter)ações sociais.</p>
<p align="left"><span style="font-size: x-small;"><br />
</span><span style="font-size: x-small;"><img style="border: 0pt none;" src="http://agenciapublisher.com/images/arrow5.gif" border="0" alt="" width="8" height="5" /> </span><span style="font-size: x-small;"><strong><a href="http://www.rbc.org.br/" target="blank">RBC - Rede Brasil de Comunicação Cidadã</a></strong><br />
a Rede Brasil de Comunicação Cidadã (RBC) foi fundada em novembro de 2001 e visa a democratização dos meios de comunicação, em especial a expansão e o fortalecimento das rádios comunitárias, livres, educativas, universitárias; a discussão crítica a respeito da mídia (seu papel, sua influência, seus problemas); o fomento de uma cultura de responsabilidade. </span></p>
<p align="left"><span style="font-size: x-small;"><br />
</span><span style="font-size: x-small;"><img style="border: 0pt none;" src="http://agenciapublisher.com/images/arrow5.gif" border="0" alt="" width="8" height="5" /></span><span style="font-size: x-small;"> </span><span style="font-size: x-small;"><strong>Rede Ocara/CENAP (URL está provisoriamente em <a href="http://www.longoalcance.com.br/ocara" target="blank">www.longoalcance.com.br/ocara</a>)</strong><br />
A Rede Ocara é uma articulação de organizações que está desenvolvendo um sistema de comunicação de e para a sociedade civil organizada do Nordeste, com o objetivo de criar conteúdos (informação e conhecimentos) para as organizações interessadas e para o público em geral. </span></p>
<p align="left"><span style="font-size: x-small;"><br />
</span><span style="font-size: x-small;"><img style="border: 0pt none;" src="http://agenciapublisher.com/images/arrow5.gif" border="0" alt="" width="8" height="5" /></span><span style="font-size: x-small;"> <strong><a href="http://www.repea.org.br/" target="blank">Rede REPEA</a> - Rede  Paulista de Educação Ambiental</strong><br />
A REPEA é constituída pela articulação e cooperação entre pessoas, Ongs, instituições e educadores ambientais. A sua missão é socializar informações, experiências e ações voltadas à Educação Ambiental promovendo sua qualificação e fortalecimento no Estado de São Paulo. </span></p>
<p align="left"><span style="font-size: x-small;"><br />
</span><span style="font-size: x-small;"><img style="border: 0pt none;" src="http://agenciapublisher.com/images/arrow5.gif" border="0" alt="" width="8" height="5" /></span><span style="font-size: x-small;"> <strong><a href="http://www.rebea.org.br/" target="blank">Rede REBEA</a> - Rede  Brasileira de Educação Ambiental</strong><br />
A Rede Brasileira de Educação Ambiental é uma organização horizontal que reúne especialistas, pesquisadores, educadores ambientais, entidades governamentais e não governamentais que atuam na área de Educação Ambiental. Criada em 1992, completa 10 anos, sendo uma das redes mais antigas do país. Tem como objetivos a difusão da cultura organizacional em rede, o acompanhamento das políticas públicas relativas a EA, a produção e difusão de informação e a articulação dos educadores ambientais. Sua carta de princípios é o Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global&#8221;. É responsável pela realização do evento presencial Fórum de Educação Ambiental, de abrangência nacional. Está estruturada em elos regionais (regiões geográficas) e facilitadores. É membro do Grupo Gestor do SIBEA - Sistema Brasileiro de Informações sobre Educação Ambiental e Práticas Sustentáveis do MMA. </span></p>
<p align="left"><span style="font-size: x-small;"><br />
</span><a href="http://www.dhnet.org.br/" target="blank"><span style="font-size: x-small;"><img style="border: 0pt none;" src="http://agenciapublisher.com/images/arrow5.gif" border="0" alt="" width="8" height="5" /></span></a><span style="font-size: x-small;"> </span><span style="font-size: x-small;"><strong><a href="http://www.dhnet.org.br/" target="blank">DHnet</a> - Rede de Direitos Humanos &amp; Cultura</strong><br />
é produto de um grupo de ativistas de direitos humanos, que no ano de 1994 iniciaram estudos sobre Direitos Humanos e Realidade Virtual. Em 1º de maio de 1995, dia do Trabalho e da entrada oficial do Brasil na INTERNET, foi colocado no &#8220;ar&#8221; o BBS Direitos Humanos &amp; Cultura, que dois anos após, tornou-se a Rede DHnet, com os seguintes Macro-Temas: Direitos Humanos; Desejos Humanos; Cibercidadania; Memória Histórica; Educação &amp; Direitos Humanos e Arte &amp; Cultura. </span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?feed=rss2&amp;p=105</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Bibliografia</title>
		<link>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?p=100</link>
		<comments>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?p=100#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2007 13:06:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Marcos Rainho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Redes Colaborativas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?p=100</guid>
		<description><![CDATA[ Fonte: Rits.
Amaral,                     Vivianne
Desafios                     do trabalho em rede * . 2003 ; Artigo   [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><em><img style="border: 0pt none;" src="http://agenciapublisher.com/images/arrow5.gif" border="0" alt="" width="8" height="5" /> Fonte: <a href="http://rits.org.br">Rits</a>.</em></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Amaral,                     Vivianne</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1882&amp;Primeiro_Reg_pag=1&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">Desafios                     do trabalho em rede </a></span><span style="color: red;">*</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">.</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">2003</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Artigo                     ;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">responsável                     pela informação : <a href="http://www.rits.org.br/perfil/mostra_instituicao.cfm?codigo_instituicao=1&amp;dontshow=1&amp;CA=1451&amp;Primeiro_Reg_pag=1&amp;CABECALHO=&amp;ORIGEM=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;codigo_ots_origem=1" target="main">Rits                     - Redes</a></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Ayres,                     Bruno</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1885&amp;Primeiro_Reg_pag=1&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">Redes                     Organizacionais no Terceiro Setor - um olhar sobre suas                     articulações </a></span><span style="color: red;">*</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">.</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">2002</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Artigo                     ;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">responsável                     pela informação : <a href="http://www.rits.org.br/perfil/mostra_instituicao.cfm?codigo_instituicao=1&amp;dontshow=1&amp;CA=1451&amp;Primeiro_Reg_pag=1&amp;CABECALHO=&amp;ORIGEM=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;codigo_ots_origem=1" target="main">Rits                     - Redes</a></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Capra,                     Fritjof</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1155&amp;Primeiro_Reg_pag=1&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">A                     teia da vida</a> .</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">São                     Paulo</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Cultrix-                     Amana-Key</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">1996</span>.</p>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Capra,                     Fritjof</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1614&amp;Primeiro_Reg_pag=1&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">Conexões                     Ocultas</a> .</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">São                     Paulo</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Cultrix</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">2002</span>.</p>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Casarotto                     Filho , Nelson ; Pires, Luis Henrique</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1592&amp;Primeiro_Reg_pag=1&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">Redes                     de Pequenas e Médias Empresas e Desenvolvimento Local</a> .</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">São Paulo</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Atlas</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">1999.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Castells,                     Manuel</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1151&amp;Primeiro_Reg_pag=11&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">A                     sociedade em rede</a> .</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">São                     Paulo</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Paz e Terra</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">1999</span>.</p>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Castells,                     Manuel</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1587&amp;Primeiro_Reg_pag=11&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">Conference                     on Information Technologies and Social Development</a> .</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Geneva</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">1998</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Paper                     ;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">UNRISD                     ; Palais des Nations; responsável pela informação : <a href="http://www.rits.org.br/perfil/mostra_instituicao.cfm?codigo_instituicao=1&amp;dontshow=1&amp;CA=1451&amp;Primeiro_Reg_pag=11&amp;CABECALHO=&amp;ORIGEM=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;codigo_ots_origem=1" target="main">Rits                     - Redes</a></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Castells,                     Manuel</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1580&amp;Primeiro_Reg_pag=11&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">End                     of the Millenium</a> .</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Oxford</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Blackwell                     Publishers</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">2000</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Célia                     Regina Belizia Schlithler</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1880&amp;Primeiro_Reg_pag=11&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">O                     Processo de Formação de Facilitadores de Redes Sociais </a></span><span style="color: red;">*</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">.</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">2003</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Artigo                     ;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">responsável                     pela informação : <a href="http://www.rits.org.br/perfil/mostra_instituicao.cfm?codigo_instituicao=1&amp;dontshow=1&amp;CA=1451&amp;Primeiro_Reg_pag=11&amp;CABECALHO=&amp;ORIGEM=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;codigo_ots_origem=1" target="main">Rits                     - Redes</a></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Duarte,                     Jorge Carlos Silveira</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1684&amp;Primeiro_Reg_pag=11&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">redes                     Sociais: Uma estratégia de ação local para o                     desenvolvimento</a> </span><span style="color: red;">*</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">.</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">São Paulo</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">2000</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Outros                     ;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Senac-SP</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Eisenberg,                     José</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1718&amp;Primeiro_Reg_pag=11&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">Internet                     popular e democracia nas cidades</a> </span><span style="color: red;">*</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">.</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Belo                     Horizonte</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Universidade                     Federal de Minas Gerais</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Artigo ;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">responsável                     pela informação : <a href="http://www.rits.org.br/perfil/mostra_instituicao.cfm?codigo_instituicao=1&amp;dontshow=1&amp;CA=1451&amp;Primeiro_Reg_pag=11&amp;CABECALHO=&amp;ORIGEM=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;codigo_ots_origem=1" target="main">Rits</a></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Fachinelli,                     Ana C ; Marcon, Christian ; Moinet, Nicolas</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1655&amp;Primeiro_Reg_pag=11&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">A                     prática da gestão de redes: uma necessidade estratégica                     da Sociedade da Informação</a> </span><span style="color: red;">*</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">.</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">In: Revista                     Comciência . São Paulo</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Site Comciência</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">2002</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Artigo                     ;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">responsável                     pela informação : <a href="http://www.rits.org.br/perfil/mostra_instituicao.cfm?codigo_instituicao=1&amp;dontshow=1&amp;CA=1451&amp;Primeiro_Reg_pag=11&amp;CABECALHO=&amp;ORIGEM=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;codigo_ots_origem=1" target="main">Rits</a></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Lèbre,                     Andréa</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1161&amp;Primeiro_Reg_pag=21&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">Networking:                     como criar, manter e usufruir de sua rede de contatos</a> .</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Rio de                     Janeiro</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Qualitymark                     Editora</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">1999</span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">León,                     Osvaldo ; Burch, Sally ; Tamoyo, Eduardo</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1537&amp;Primeiro_Reg_pag=21&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">Movimientos                     sociales en la red</a> </span><span style="color: red;">*</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">.</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Quito</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Agencia                     latinoamerican de Infornación</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">2001</span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Lévy,                     Pierre</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1586&amp;Primeiro_Reg_pag=21&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">A                     inteligência Coletiva. Por uma antropologia do Ciberespaço</a> .</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">São                     Paulo</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">34 Letras</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">1994</span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Lévy,                     Pierre</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1583&amp;Primeiro_Reg_pag=21&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">As                     tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era                     da informática</a> .</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">São                     Paulo</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Editora 34</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">1997</span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Lévy,                     Pierre</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1585&amp;Primeiro_Reg_pag=21&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">Cibercultura</a> .</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">São                     Paulo</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Editora 34</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">1999</span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Lévy,                     Pierre</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1584&amp;Primeiro_Reg_pag=21&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">O                     que é o virtual?</a> .</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">São                     Paulo</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Editora 34</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">1996</span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Lipnack,                     Jessica ; Stamps, Jeffrey</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1150&amp;Primeiro_Reg_pag=21&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">Networks:                     redes de conexões - pessoas conectando-se com pessoas</a> .</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">São Paulo</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Aquariana</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">1992</span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Lipnack,                     Jessica ; Stamps, Jeffrey</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1248&amp;Primeiro_Reg_pag=31&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">Rede                     de informações</a> .</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">São                     Paulo</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Makron                     Books</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">1994</span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Mance,                     Euclides André</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1653&amp;Primeiro_Reg_pag=31&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">Redes                     de Colaboração Solidária &amp; Tecnologia da Informação</a> </span><span style="color: red;">*</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">.</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">In: Cepat                     Informa . Curitiba</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Centro de                     Pesquisa e Apoio aos Trabalhadores</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Número 68</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">2000</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Artigo                     ;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">responsável                     pela informação : <a href="http://www.rits.org.br/perfil/mostra_instituicao.cfm?codigo_instituicao=1&amp;dontshow=1&amp;CA=1451&amp;Primeiro_Reg_pag=31&amp;CABECALHO=&amp;ORIGEM=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;codigo_ots_origem=1" target="main">Rits</a></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Menezes,                     Marcos</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1883&amp;Primeiro_Reg_pag=31&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">As                     redes e o fim do patriarcado </a></span><span style="color: red;">*</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">.</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">2003</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Artigo                     ;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">responsável                     pela informação : <a href="http://www.rits.org.br/perfil/mostra_instituicao.cfm?codigo_instituicao=1&amp;dontshow=1&amp;CA=1451&amp;Primeiro_Reg_pag=31&amp;CABECALHO=&amp;ORIGEM=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;codigo_ots_origem=1" target="main">Rits                     - Redes</a></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Olave,                     Maria Elena León ; Amato Neto, João</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=2071&amp;Primeiro_Reg_pag=31&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">Redes                     de cooperação produtiva: uma estratégia de                     competitividade e sobrevivência para pequenas e médias                     empresas</a> </span><span style="color: red;">*</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">.</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">2001</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Paper                     ;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">responsável                     pela informação : <a href="http://www.rits.org.br/perfil/mostra_instituicao.cfm?codigo_instituicao=1&amp;dontshow=1&amp;CA=1451&amp;Primeiro_Reg_pag=31&amp;CABECALHO=&amp;ORIGEM=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;codigo_ots_origem=1" target="main">Rits                     - Redes</a></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Olivieri,                     Laura</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1878&amp;Primeiro_Reg_pag=31&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">A                     importância histórico-social das Redes</a> </span><span style="color: red;">*</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">.</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">2003</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Anais                     ;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">responsável                     pela informação : <a href="http://www.rits.org.br/perfil/mostra_instituicao.cfm?codigo_instituicao=1&amp;dontshow=1&amp;CA=1451&amp;Primeiro_Reg_pag=31&amp;CABECALHO=&amp;ORIGEM=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;codigo_ots_origem=1" target="main">Rits                     - Redes</a></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Olivieri,                     Laura</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1612&amp;Primeiro_Reg_pag=31&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">As                     Redes e a atualização da experiência democrática: ensaio                     em torno das proposições de comunidades virtuais de Pierre                     Lévy</a> </span><span style="color: red;">*</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">.</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Rio de                     Janeiro</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Rits</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">2002</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Artigo                     ;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">responsável                     pela informação : <a href="http://www.rits.org.br/perfil/mostra_instituicao.cfm?codigo_instituicao=1&amp;dontshow=1&amp;CA=1451&amp;Primeiro_Reg_pag=31&amp;CABECALHO=&amp;ORIGEM=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;codigo_ots_origem=1" target="main">Rits                     - Redes</a></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Olivieri,                     Laura ; Selaimen, Graciela ; Dimantas, Hernani ; Kobashi,                     Ricardo ; Vieira, Oscar vilhena</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1894&amp;Primeiro_Reg_pag=31&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">Manual                     de Redes Sociais</a> .</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">2002</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Livro                     ;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">responsável                     pela informação : <a href="http://www.rits.org.br/perfil/mostra_instituicao.cfm?codigo_instituicao=1&amp;dontshow=1&amp;CA=1451&amp;Primeiro_Reg_pag=31&amp;CABECALHO=&amp;ORIGEM=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;codigo_ots_origem=1" target="main">Rits                     - Redes</a></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Pedler,                     Mike</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1581&amp;Primeiro_Reg_pag=31&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">Issues                     in health development: Networked organisations - an overview</a> .</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">2001</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Revista                     ;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">HDA                     policy documents: Issues in health development; responsável                     pela informação : <a href="http://www.rits.org.br/perfil/mostra_instituicao.cfm?codigo_instituicao=1&amp;dontshow=1&amp;CA=1451&amp;Primeiro_Reg_pag=31&amp;CABECALHO=&amp;ORIGEM=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;codigo_ots_origem=1" target="main">Rits                     - Redes</a></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Serra,                     Fernando Antonio Ribeiro</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1664&amp;Primeiro_Reg_pag=41&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">Internet                     impõe dinamismo</a> </span><span style="color: red;">*</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">.</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">São Paulo</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Gazeta                     Mercantil</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">2001</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Artigo                     ;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">responsável                     pela informação : <a href="http://www.rits.org.br/perfil/mostra_instituicao.cfm?codigo_instituicao=1&amp;dontshow=1&amp;CA=1451&amp;Primeiro_Reg_pag=41&amp;CABECALHO=&amp;ORIGEM=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;codigo_ots_origem=1" target="main">Rits</a></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Whitaker,                     Francisco</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1657&amp;Primeiro_Reg_pag=41&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">REDE:                     UMA ESTRUTURA ALTERNATIVA DE ORGANIZAÇÃO </a></span><span style="color: red;">*</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">.</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Artigo                     ;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">responsável                     pela informação : <a href="http://www.rits.org.br/perfil/mostra_instituicao.cfm?codigo_instituicao=1&amp;dontshow=1&amp;CA=1451&amp;Primeiro_Reg_pag=41&amp;CABECALHO=&amp;ORIGEM=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;codigo_ots_origem=1" target="main">Rits</a></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Whitaker,                     Francisco</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1156&amp;Primeiro_Reg_pag=41&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">Rede:                     uma estrutura alternativa de organização</a> </span><span style="color: red;">*</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">.</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">In: Revista                     Mutações Sociais . Rio de Janeiro</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">CEDAC</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Número 3</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">1993</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Artigo                     ;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">responsável                     pela informação : <a href="http://www.rits.org.br/perfil/mostra_instituicao.cfm?codigo_instituicao=1&amp;dontshow=1&amp;CA=1451&amp;Primeiro_Reg_pag=41&amp;CABECALHO=&amp;ORIGEM=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;codigo_ots_origem=1" target="main">Rits                     - Redes</a></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Wurman,                     Richard Saul</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1162&amp;Primeiro_Reg_pag=41&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">Ansiedade                     de informação - Como transformar informação em compreensão</a> .</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">São                     Paulo</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Cultura                     Editores Associados</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">1991</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Livro                     ;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">responsável                     pela informação : <a href="http://www.rits.org.br/perfil/mostra_instituicao.cfm?codigo_instituicao=1&amp;dontshow=1&amp;CA=1451&amp;Primeiro_Reg_pag=41&amp;CABECALHO=&amp;ORIGEM=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;codigo_ots_origem=1" target="main">Rits                     - Redes</a></span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Serra,                     Fernando Antonio Ribeiro</span><br />
<span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><a href="http://www.rits.org.br/acervo/acervo_pesquisa_detalhe.cfm?CA=1664&amp;Primeiro_Reg_pag=41&amp;origem=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;CABECALHO=&amp;codigo_ots_origem=1">Internet                     impõe dinamismo</a> </span><span style="color: red;">*</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">.</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">São Paulo</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Gazeta                     Mercantil</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">2001</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Artigo                     ;</span> <span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">responsável                     pela informação : <a href="http://www.rits.org.br/perfil/mostra_instituicao.cfm?codigo_instituicao=1&amp;dontshow=1&amp;CA=1451&amp;Primeiro_Reg_pag=41&amp;CABECALHO=&amp;ORIGEM=../acervo/acervo_pesquisa_resultado.cfm&amp;codigo_ots_origem=1" target="main">Rits</a></span></p>
<p align="left">
<p align="left"><span style="font-family: verdana,arial,helvetica;">O                     asterisco <span style="color: red;"><strong>*</strong></span> indica que o                     documento está disponível para cópia (<em>download</em>)</span></p>
<p align="left">Atualização: Dezembro/2007</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?feed=rss2&amp;p=100</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Monitoramento e Avaliação de redes</title>
		<link>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?p=97</link>
		<comments>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?p=97#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2007 13:05:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Marcos Rainho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Redes Colaborativas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?p=97</guid>
		<description><![CDATA[ Coord. Carlos Antonio da Silva

Para o monitoramento de redes é necessário definir alguém                     ou um grupo que acompanhe a dinâmica da rede. Existem            [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><em><img src="../../images/arrow5.gif" border="0" alt="" width="8" height="5" /> Coord. Carlos Antonio da Silva</em></p>
<p align="left">
<p>Para o monitoramento de redes é necessário definir alguém                     ou um grupo que acompanhe a dinâmica da rede. Existem                     ferramentas apropriadas que mensuram de forma objetiva os                     movimentos dos participantes. Mesmo assim, é importante o                     diagnóstico humano, sensível às subjetividades.</p>
<p>É necessário notar que os participantes possuem valores                     e objetivos comuns, porém, dinâmicas diferenciadas de                     trabalho. O todo e os pontos da rede devem ser igualmente e                     paralelamente considerados. A complexidade organizacional de                     redes configura um aparente paradoxo: o todo é maior que as                     partes e as partes são maiores que o todo. Mas, esse                     paradoxo se desfaz na prática do trabalho em rede,                     residindo apenas no plano filosófico: as redes só existem                     quando suas células estão interagindo exponencialmente, em                     dinâmicas e lógicas não lineares. É o movimento                     entrecruzado e plural dos pontos que constitui e legitima a                     rede. Desse modo, existem indicadores para mensurar a rede                     em sua totalidade integradora e no âmbito de suas células.                     Uma avaliação deve considerar a lógica orgânica das                     redes: a um só tempo o todo e as partes.</p>
<p>Consolidar a Rede significa avançar em produção,                     disponibilização de informações e ampliação do                     espectro de atores e beneficiários reunidos através da                     iniciativa, para que os conhecimentos produzidos e                     apropriados possam ir além dos contornos institucionais já                     estabelecidos. A Rede ganha expressão e legitimidade na                     medida em que suscita o interesse dos integrantes originais                     e de novos atores em participar e contribuir para o seu                     desenvolvimento.</p>
<p>Haveria muitas formas de se avaliar as redes porque as                     avaliações sempre precisam conhecer a realidade                     pesquisada. No entanto, existem alguns indicadores básicos                     para o monitoramento de redes, conforme exemplificamos                     abaixo. Além disso, as informações apresentadas nos itens                     Fundamentos &amp; Paradigmas e Planejamento dessa seção do                     site Rits podem ajudar a sua avaliação. Uma forma mais básica                     porém eficaz de avaliar a nós mesmos ou os nossos projetos                     é o chamado check list: conferência de resultados a partir                     de rubricas planejadas.</p>
<p><strong>Participação:</strong> indica a consolidação do                     ambiente de rede - o reconhecimento, a utilidade e a                     legitimidade da rede, levando em conta as interações e a                     colaboração entre os atores.</p>
<p><strong>Geração e troca de conteúdos:</strong> indica a                     intensidade da produção e da troca de informações e                     conhecimentos.</p>
<p><strong>Interatividade e conectividade:</strong> indica se os                     fluxos de informação convergem para o todo e/ou suas                     ramificações de acordo com a intencionalidade da rede e os                     interesses dos integrantes.</p>
<p><strong>Adesão</strong> - ampliação da rede (novos atores)</p>
<p>Para se chegar aos indicadores, devemos fazer perguntas,                     que são variáveis de acordo com a realidade estudada, mas                     que podem se estruturar seguindo a linha dos exemplos                     abaixo:</p>
<p><strong>Quais são os objetivos da rede?</strong></p>
<p><strong>Que valores fundamentam a articulação?</strong></p>
<p><strong>Quando surgiu e como vem se desenvolvendo?</strong></p>
<p><strong>Como trabalha? Com que recursos?</strong> (exemplo: se                     organiza em Grupos de Trabalho, etc)</p>
<p><strong>Como os diversos pontos se comunicam e com que                     periodicidade?</strong> (exemplo: utilizam tecnologias de                     comunicação e informação, realizam encontros periódicos,                     etc)</p>
<p><strong>Existem pactos de convivência/padrões de                     relacionamento entre seus membros?</strong></p>
<p><strong>Os interesses, compromissos, atitudes e motivações                     visam o coletivo e a causa?</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?feed=rss2&amp;p=97</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Planejando a Rede</title>
		<link>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?p=94</link>
		<comments>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?p=94#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2007 12:53:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Marcos Rainho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Redes Colaborativas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?p=94</guid>
		<description><![CDATA[ Coord. Carlos Antonio da Silva

Segundo Bruno Ayres &#8221; Participar de uma Rede                     Organizacional envolve algo mais do que apenas trocar               [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><em><img style="border: 0pt none;" src="http://agenciapublisher.com/images/arrow5.gif" border="0" alt="" width="8" height="5" /> Coord. Carlos Antonio da Silva</em></p>
<p align="left">
<p>Segundo Bruno Ayres &#8221; Participar de uma Rede                     Organizacional envolve algo mais do que apenas trocar                     informações a respeito dos trabalhos que um grupo de                     organizações realiza isoladamente. Estar em rede significa                     realizar conjuntamente ações concretas que modificam as                     organizações para melhor e as ajudam a chegar mais                     rapidamente a seus objetivos.</p>
<p>Para que uma Rede Organizacional exerça todo o seu                     potencial é preciso que sejam criadas equipes de trabalho                     que atendam a alguns princípios:</p>
<ul>
<li>Existência de um <strong>propósito unificador:</strong> É o                         espírito de uma rede. Pode ser expressado como um alvo                         unificador e um conjunto de valores compartilhado pelos                         participantes, de forma esclarecedora, democrática e                         explícita.</li>
<li>Participantes Independentes: Fazer parte de uma rede não                         quer dizer deixar de lado sua independência. Ao contrário,                         uma rede requer participantes independentes, <strong>automotivados</strong>,                         não limitados por hierarquias. Cada participante possui                         talentos únicos, diferentes e valiosos para trazer ao                         grupo e para exercer sua criatividade é preciso                         independência. É o equilíbrio entre a independência                         de cada participante e a interdependência cooperativa                         do grupo que dá força motriz a uma rede;</li>
<li>Interligações voluntárias: Os participantes da rede                         se relacionam e realizam tarefas de forma <strong>voluntária                         e automotivada</strong>, podendo escolher seus interlocutores                         e optar por trabalhar em projetos que os ajudem a                         cumprir seus objetivos pessoais e organizacionais.</li>
<li>Multiplicidade de líderes: Uma rede possui menos                         chefes e mais líderes. Líderes podem ser                         caracterizados como pessoas que assumem e mantém                         compromissos, mas que também sabem atuar como                         seguidores se deixar ser liderado. Como cada                         participante traz seus talentos à rede, estes vão ser                         utilizados para a resolução dos complexos problemas                         trazidos pelo grupo. Descentralização, independência,                         diversidade e fluidez de lideranças são atestados de                         autenticidade de uma rede que visa a transposição de                         fronteiras.</li>
<li>Interligação e transposição de fronteiras: Redes                         pressupõem transposição de fronteiras, sejam elas                         geográficas, hierárquicas, sociais ou políticas. O                         alcance dos objetivos e propósitos são prioridades, não                         importa se para isso seja necessário que o gerente                         delegue uma tarefa ao diretor, ou se a pessoa que melhor                         complementa a sua aptidão para um determinado projeto                         esteja trabalhando a 2000km de distância.”</li>
</ul>
<p align="center"><img src="http://www.rits.org.br/images/grafico_redes.jpg" alt="planejamento gráfico" width="289" height="259" /></p>
<p><strong>5 perguntas básicas de planejamento:</strong> (As                     respostas dessas perguntas indicam alvo/meta; tarefa;                     atividades; tempo; equipe de trabalho).</p>
<ul><strong>por que?</strong> - indica necessidade motivadora, visão</p>
<p><strong>O que?</strong> - transforma o propósito em processos de                       trabalho (o que tem de ser feito para alcançar as metas)</p>
<p><strong>Como?</strong> - que atividades são necessárias para a                       realização das metas</p>
<p><strong>Quando?</strong> - quadro cronológico</p>
<p><strong>Quem?</strong> - equipes envolvidas</ul>
<p><strong>Animação de Redes</strong></p>
<p>Podem ser criadas articulações livres e específicas                     (partem dos participantes) para facilitar o desenvolvimento                     das tarefas. Vão depender da realidade da rede.</p>
<ul>
<li>Formação de Grupos de Trabalho para tratar de                         assuntos de interesse da Rede. Os Grupos de Trabalho são                         temáticos ou de execução de tarefas. Exemplos GT                         Conceitual, GT Integração e Participação, GT Captação                         de Recursos, GT Tecnologia, GT Mecanismos de                         Reconhecimento e Visibilidade, etc.</li>
<li>Criação dos Fóruns para encontros virtuais.<br />
Os Fóruns são encontros periódicos, em que temas                         relevantes são debatidos, buscando formas de                         compartilhamento de experiências e solução de                         problemas sociais. É um espaço onde se envolve toda a                         rede.</li>
<li>Encontros presenciais</li>
<li>Outras articulações pontuaisA Internet tem sido um importante recurso para as                         redes, representando um espaço de conexão entre as                         organizações, otimizando a sua comunicação e as                         possibilidades de colaborações.Quando as redes passam a operar também no âmbito da                         Internet, usufruem das facilidades que as tecnologias de                         comunicação e informação proporcionam websites,                         e-mails, chats, listas de discussão, teletrabalho,                         educação à distância, acesso a bancos de dados, comércio                         eletrônico etc</li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?feed=rss2&amp;p=94</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Tipologia das redes</title>
		<link>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?p=91</link>
		<comments>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?p=91#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2007 12:52:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Marcos Rainho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Redes Colaborativas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?p=91</guid>
		<description><![CDATA[ Coord. Carlos Antonio da Silva

As Redes do Terceiro Setor podem apresentar uma                     multiplicidade de formas, muitas vezes híbridas, a partir               [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><em><img style="border: 0pt none;" src="http://agenciapublisher.com/images/arrow5.gif" border="0" alt="" width="8" height="5" /> Coord. Carlos Antonio da Silva</em></p>
<p align="left">
<p>As Redes do Terceiro Setor podem apresentar uma                     multiplicidade de formas, muitas vezes híbridas, a partir                     de determinados tipos que se desdobram e modificam em graus                     diferenciados de multiplicação e especialização.                     Inicialmente, se identificam três categorias de redes no                     Terceiro Setor:</p>
<p><strong>Redes temáticas</strong><br />
São aquelas que se organizam em torno de um tema, segmento                     ou área de atuação das entidades e indivíduos                     participantes. A temática abordada é o fundamento desse                     tipo de rede, seja ela genérica (ex.: meio ambiente, infância)                     ou específica (ex.: reciclagem, desnutrição infantil).</p>
<p><strong>Redes regionais</strong><br />
As redes regionais têm em uma determinada região ou                     sub-região o ponto comum de aglutinação dos parceiros: um                     Estado, um conjunto de municípios, um bioma, uma cidade, um                     conjunto de bairros etc.</p>
<p><strong>Redes organizacionais</strong><br />
São, em geral, aquelas vinculadas a uma entidade                     supra-institucional - isto é, que congrega instituições                     autônomas filiadas (federações, confederações, associações                     de entidades, fóruns, etc.) - ou a organizações                     complexas, compostas, por exemplo, de várias unidades autônomas                     e/ou dispersas territorialmente.</p>
<p><span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;"><br />
</span></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?feed=rss2&amp;p=91</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Fundamentos e paradigmas das Redes</title>
		<link>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?p=85</link>
		<comments>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?p=85#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2007 12:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Marcos Rainho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Redes Colaborativas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?p=85</guid>
		<description><![CDATA[ Coord. Carlos Antonio da Silva
Uma atuação em rede supõe valores e a declaração dos                     propósitos do coletivo (missão): por que, para que e            [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><em><img style="border: 0pt none;" src="http://agenciapublisher.com/images/arrow5.gif" border="0" alt="" width="8" height="5" /> Coord. Carlos Antonio da Silva</em></p>
<p><span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica;">Uma atuação em rede supõe valores e a declaração dos                     propósitos do coletivo (missão): por que, para que e                     fundamentada em quê a rede existe? Há alguns parâmetros                     que norteiam a interação e devem ser considerados por quem                     queira trabalhar colaborativamente; uma espécie de <em>código                     de conduta</em> para a atuação em rede:</span></span></p>
<p><strong>Pactos e Padrões de Rede:</strong> sem intencionalidade                     uma rede não consegue ser um sistema vivo, mas apenas um                     amontoado de possibilidades (intencionalidade aqui não                     possui um sentido teleológico, muito pelo contrário, mas                     significa a declaração de suas intenções de rede). A                     comunicação e a interatividade se desenvolvem a partir dos                     pactos e dos padrões estabelecidos em comunidade. Uma rede                     é uma comunidade e, como tal, pressupõe identidades e                     padrões a serem acordados pelo coletivo responsável. É a                     própria rede que vai gerar os padrões a partir dos quais                     os envolvidos deverão conviver. É a história da                     comunidade e seus contratos sociais.</p>
<p><strong>Valores e objetivos compartilhados:</strong> O que une os                     diferentes membros de uma rede é o conjunto de valores e                     objetivos que eles estabelecem como comuns, interconectando                     ações e projetos.</p>
<p><strong>Participação:</strong> A participação dos integrantes                     de uma rede é que a faz funcionar. Uma rede só existe                     quando em movimento. Sem participação, deixa de existir.                     Ninguém é obrigado a entrar ou permanecer numa rede. O                     alicerce da rede é a vontade de seus integrantes.</p>
<p><strong>Colaboração:</strong> a colaboração entre os                     integrantes deve ser uma premissa do trabalho. A                     participação deve ser colaborativa!</p>
<p><strong>Multiliderança e horizontalidade:</strong> Uma rede não                     possui hierarquia nem chefe. A liderança provém de muitas                     fontes. As decisões também são compartilhadas.</p>
<p><strong>Conectividade:</strong> Uma rede é uma costura dinâmica                     de muitos pontos. Só quando estão ligados uns aos outros e                     interagindo é que indivíduos e organizações mantêm uma                     rede.</p>
<p><strong>Realimentação e Informação:</strong> Numa rede, a                     informação circula livremente, emitida de pontos diversos,                     sendo encaminhada de maneira não linear a uma infinidade de                     outros pontos, que também são emissores de informação. O                     importante nesses fluxos é a realimentação do sistema:                     retorno, feedback, consideração e legitimidade das fontes                     são essenciais para a participação colaborativa e até                     mesmo para avaliação de resultados e pesquisas.</p>
<p><strong>Descentralização e Capilarização:</strong> Uma rede                     não tem centro. Ou melhor, cada ponto da rede é um centro                     em potencial. Uma rede pode se desdobrar em múltiplos                     níveis ou segmentos autônomos - &#8220;filhotes&#8221; da                     rede -, capazes de operar independentemente do restante da                     rede, de forma temporária ou permanente, conforme a demanda                     ou a circunstância. Sub-redes têm o mesmo &#8220;valor de                     rede&#8221; que a estrutura maior à qual se vinculam.</p>
<p><strong>Dinamismo:</strong> Uma rede é uma estrutura plástica,                     dinâmica, cujo movimento ultrapassa fronteiras físicas ou                     geográficas. As redes são multifacetadas. Cada retrato da                     rede, tirado em momentos diferentes, revelará uma face                     nova.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?feed=rss2&amp;p=85</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Novas Tecnologias e Movimentos Sociais: do partido de Lênin às redes da sociedade civil e às comunidades virtuais</title>
		<link>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?p=82</link>
		<comments>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?p=82#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2007 12:38:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Marcos Rainho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Redes Colaborativas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?p=82</guid>
		<description><![CDATA[ Por Nilton Bahlis dos Santos*

 
Resumo
Os ativistas jovens dos movimentos sociais talvez não conheçam                     os livros de Lênin &#8220;Por onde começar?&#8221; e o            [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><em><img src="../../images/arrow5.gif" border="0" alt="" width="8" height="5" /> Por Nilton Bahlis dos Santos*</em></p>
<p align="left">
<span> </span></p>
<p><span><strong>Resumo</strong><br />
Os ativistas jovens dos movimentos sociais talvez não conheçam                     os livros de Lênin &#8220;Por onde começar?&#8221; e o                     &#8220;Que Fazer?&#8221;, referências inevitáveis no debate                     sobre organização partidária nos anos 1970/80. Neles, Lênin                     afirmava que um jornal era um importante instrumento de coesão                     político e ideológica e um organizador da ação partidária.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Em uma época onde a democracia inexistia e em que os                     trabalhadores não tinham acesso à informação, uma época                     de centralização absoluta do Estado, e, principalmente,                     quando a sociedade ainda não ganhara complexidade, parecia                     viável reunir organicamente os setores majoritários da                     população em torno de um único programa e de um plano de                     ação dirigido pela &#8220;teoria científica&#8221;.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Hoje, com a complexidade adquirida pela sociedade fica                     inviabilizada a estruturação hierárquica e centralizada                     dos movimentos. A rapidez com que se modificam o contexto                     político, as relações de forças e os interesses e dinâmicas                     dos diversos setores, desbordam qualquer possibilidade deles                     serem contidos neste tipo de estrutura.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Isto esta na raiz da crise com que convivemos dos                     organismos do Estado, e das organizações partidárias e                     sociais. As novas tecnologias e a Internet, porém,                     viabilizam formas de organização que permitem incorporar e                     conviver com a mais ampla diversidade; possibilitam a                     convergência das dinâmicas particulares e às vezes até                     contraditórias existentes dentro dos movimentos, e oferecem                     possibilidades e instrumentos efetivos para uma organização                     social que ganha a forma de rede e se apresenta através de                     uma multiplicidade de organizações civis e de comunidades                     virtuais.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span><strong>O Partido de Lênin: um Dispositivo de Interação                     Virtual</strong><br />
Os jovens militantes e ativistas dos movimentos sociais                     talvez não conheçam, mas os mais antigos certamente                     lembrarão dos livros de Lênin &#8220;Por onde começar?&#8221;                     e &#8220;Que fazer?&#8221;, referências inevitáveis quando                     se discutia a questão da organização partidária.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Nessas publicações, Lênin propunha a tomada de poder                     como objetivo estratégico e apontava a necessidade de                     construção de um partido de combate capaz de estruturar a                     ação política, consolidar alianças estratégicas e de                     longo prazo, e dirigir as classes trabalhadoras para o                     assalto ao poder:</span></p>
<p><span> </span></p>
<ul><span> <em>&#8220;Nos falamos de criar uma &#8217;sólida organização                       de combate&#8217; para atacar de frente, para assaltar ao                       absolutismo&#8221; (&#8230;) &#8220;A constituição de uma                       organização de combate e de agitação política são                       obrigatórias em qualquer circunstância (&#8230;) porque em                       um momento de explosão, de conflagração, será                       demasiado tarde para criar uma organização. Ela precisa                       já estar pronta, para desenvolver imediatamente sua                       atividade&#8221;. (Lênin, 1973, p. 14).</em> </span></ul>
<p><span> </span></p>
<p><span>Naquele momento, ele se colocava a questão de &#8220;por                     onde começar?&#8221; Deveria se começar por um jornal,                     respondia. Em uma época onde a democracia inexistia, onde                     os trabalhadores não tinham acesso à educação e quando a                     produção de informação era restrita, em uma época de                     centralização e absolutismo do Estado, e, principalmente,                     quando a sociedade ainda não ganhara complexidade com que                     convivemos hoje, a possibilidade de reunir de maneira orgânica                     e disciplinada setores significativos, hegemônicos e até                     majoritários da população, em torno de um único programa                     e plano de ação, orientado por uma &#8220;teoria científica&#8221;,                     parecia uma possibilidade real.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Naquelas condições, um jornal poderia ser um importante                     instrumento de coesão político e ideológica, e,                     principalmente, um organizador e instrumento para                     estruturar, no tempo e no espaço, a ação partidária e de                     massas:</span></p>
<p><span> </span></p>
<ul><span></p>
<li>O jornal pode ser &#8220;o ponto de partida de nossa                         atividade, o primeiro passo concreto para criação da                         organização desejada; o fio condutor, enfim, que nos                         permitirá expandir sem cessar esta organização em                         profundidade (&#8230;) para toda a Rússia&#8221; (Lênin,                         1973, p. 17).</li>
<li>Ele serve a generalização e globalização da luta:                         &#8220;precisamos um jornal, sem o que, toda a propaganda                         e agitação sistemática fiel aos princípios e                         abarcando todos os aspectos da vida, são impossíveis&#8221;.                         Este jornal complementa a &#8220;agitação fragmentária                         da ação pessoal, os panfletos e brochuras elaborados                         localmente, pela agitação generalizada e regular&#8221;                         (Lênin, 1973, p. 17).</li>
<li>O jornal poderia estruturar a ação revolucionária                         no tempo, pois &#8220;a freqüência e regularidade de                         produção e de aparição (e difusão do períódico)                         permite medir de forma mais exata o grau de organização                         atingido&#8230;&#8221;; e no espaço, pois estenderia a ação                         política no território, unificando a luta revolucionária                         em escala nacional. Permitiria superar a &#8220;dispersão,                         pois a imensa maioria dos social-democratas está                         absorvida por necessidades puramente locais que reduzem                         seus horizontes e a envergadura de seus esforços&#8230;&#8221;                         (Lênin, 1973, p. 17).</li>
<p></span></ul>
<p><span> </span></p>
<p><span>A forte presença de concepções estalinistas na tradição                     dos partidos comunistas durante um longo período, assim                     como de resto no conjunto da esquerda, terminaram por                     reduzir as concepções de Lênin a um aspecto de suas                     formulações: a importância do jornal como irradiador de                     posições e instrumento para a vanguarda introduzir, na                     classe operária, de &#8220;fora para dentro&#8221;, a consciência                     &#8220;para si&#8221;. Mas nas formulações acima podemos                     verificar que o Lênin que pretende é construir o que                     podemos chamar de um Dispositivo de Interação Virtual                     (DIV).</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>O Periódico criado para toda Rússia é antes de tudo                     uma &#8220;armadura&#8221;, uma Rede capaz de viabilizar a                     ligação entre todos os militantes e camadas avançadas do                     bloco de classes que se pretende construir, com extensão                     nacional, com o objetivo de assaltar o poder. Ao centrar                     suas forças na criação do Jornal periódico, ele não se                     preocupa apenas com as relações efetivas existentes entre                     os militantes daquele momento, mas com a criação de relações                     virtuais entre todos os ativistas potenciais, viabilizando a                     expansão ou retração do Partido nos diversos momentos do                     processo e para permitir que ele possa acaudilhar e dirigir                     as massas insurretas na hora decisiva.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Mas o que é um DIV? Conforme Navarro (1996) um DIV:</span></p>
<p><span> </span></p>
<ul><span> <em>Tipicamente permite estabelecer relações virtuais                       entre agentes: isto é, relações nas quais a interação                       entre os mesmos não chega a concretizar-se efetivamente,                       ficando somente incipiente e indefinida em sua                       complexidade real. São relações que se constituem numa                       espécie de &#8216;expectativa abstrata de interação&#8217;. (&#8230;)                       Na medida em que possibilitam, sustentam, fomentam e                       constrangem as interações virtuais, os DIV se convertem                       de maneira generalizada, num pressuposto de agenciamento                       dos indivíduos, formando um âmbito cada vez mais amplo                       de suas ações, onde a reificação das relações entre                       tais indivíduos resulta inevitável.</em> </span></ul>
<p><span> </span></p>
<p><span>O &#8220;Periódico para toda a Rússia&#8221;, proposto                     por Lênin, é um dispositivo especifico capaz de construir                     o Partido. E este Partido guardará uma similitude de                     estrutura e de características com o sistema e os fluxos de                     informação que serão criados por tal dispositivo. Como o                     Jornal (broadcast - de um para muitos), ele constrói relações                     centralizadas e hierarquizadas, de cima para baixo (ainda                     que pretenda também originar um feedback), através de uma                     cadeia de organismos que &#8220;representam&#8221; e acionam                     os níveis inferiores.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>A concepção de partido de Lênin em geral esteve                     associada ao partido operário, e, evidentemente, o fato de                     se tratar um tipo particular de partido, um partido                     conspirativo que pretende assaltar o poder, deixou suas                     marcas com tintas carregadas em suas formulações. Mas os                     traços fundamentais de seu Partido (além do caráter                     conspirativo) são os mesmos de qualquer partido                     republicano.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Temos uma concepção onde:</span></p>
<p><span> </span></p>
<ul><span> </span><span>1) O partido é a organização de uma classe ou fração                       de classe em torno de seus interesses e projetos mais                       gerais. A coerência deste partido se dá em torno de um                       projeto (enquanto uma formulação abstrata sobre sua                       possibilidade de exercer o poder) que corresponderia aos                       interesses do conjunto dessa classe (ou fração) em                       detrimento de outras:</span></p>
<p><span> </span><span>2) Este partido luta por sua hegemonia na sociedade                       atraindo algumas classes ou frações e golpeando outras;                       e, conquistado o poder, impõe seus interesses sobre o                       conjunto da sociedade;</span></p>
<p><span> </span><span>3) Do anterior se gera um potencial de alternância de                       poder e de hegemonia, por via eleitoral ou pela força,                       entre projetos de diferentes classes ou frações.</span></p>
<p><span> </span></ul>
<p><span> </span></p>
<p><span>A coerência necessária neste tipo de partido gera a                     reprodução deste modelo no interior dele próprio. Ele será                     dirigido por seus setores mais coesos, organizados e majoritários                     (no caso do partido leninista o proletariado industrial das                     grandes fábricas), que devem atrair ou neutralizar alguns                     setores e impor sua hegemonia sobre outros. Para manter a                     coerência e para que esta hegemonia possa resultar em uma ação                     centralizada, feito o debate, a minoria deve se colocar a                     disposição da maioria. Para impedir que as lutas internas                     sejam dilacerantes, surge o modelo do centralismo democrático.                     Todos podem defender seus interesses, mas definida a                     maioria, todos devem unificar sua ação em torno das posições                     da maioria.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Tal e qual um fractal, este modelo de organização política                     se reflete em todas os níveis e esferas da vida social                     construindo hierarquias e pirâmides por toda parte.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span><strong>Sistemas simples e Complexos</strong><br />
Na pesquisa feita para elaboração de nossa tese de                     doutorado (Santos, 2005) procuramos mostrar como as concepções,                     formas de organização e ação social podem ser                     consideradas como elementos de uma cultura determinada, que                     chamamos de &#8220;Ordem do Livro&#8221;. Esta cultura está                     estreitamente relacionada à construção da escrita e da                     Imprensa, e a irradiação de suas características                     cognitivas para todo o tipo de prática social. Procuramos                     então observar que o tipo de processamento que se                     estabelece a partir da escrita (de divisão em partes e                     recomposição do todo como soma das partes), e da análise                     como fonte originária da ciência, caracteriza um                     determinado sistema particular de informação: um sistema                     de informações finito, e que exatamente por ser finito                     pode ter uma organização e estrutura estável capaz de se                     estender no espaço e se desdobrar em um tempo absoluto.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>O que fazemos neste artigo é estender esta observação                     para o terreno político, mostrando que a democracia                     representativa é a expressão política desta cultura e                     que, ela esta condicionada pelas características                     particulares deste tipo de sistema. Em outras palavras, o                     modelo político representativo tem os mesmos condicionantes                     e constrições dos sistemas simples com sua estrutura hierárquica                     e causal.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Cabe ressaltar, no entanto, que esta estrutura hierárquica                     e causal só se torna possível enquanto encontra uma                     relativa estabilidade, isto é, quando as relações de forças                     apresentam características de continuidade. Ocorre, porém,                     que a complexidade das sociedades de hoje inviabiliza a                     estruturação hierárquica e centralizada permanente das                     organizações e movimentos, visto a rapidez com que se                     modifica o contexto político e as relações de forças.                     Assim conforme se caracteriza uma nova hegemonia, quando ela                     impulsiona seu projeto, o quadro de conjunto se modifica,                     pois as dubiedades passíveis de se manter no nível                     abstrato dos programas, quando colocadas em prática,                     provocam desdobramentos e conseqüências que levam a novos                     alinhamentos.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Qualquer observador atento ao quadro político pode                     verificar a rapidez com que as unanimidades, eleitorais ou                     de outro tipo, desmoronam após processos políticos                     intensos. Este desmoronamento é tanto mais avassalador                     quanto mais centralizado e abrupto foi seu desenlace.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>A complexidade e a diversidade, o interesse e as dinâmicas                     diferentes dos diversos setores, em um sistema complexo,                     desbordam qualquer possibilidade de serem estruturadas e                     contidas em estruturas centralizadas. Este é o elemento que                     parece estar na raiz das crises políticas e sociais dos                     organismos do Estado e das organizações partidárias que                     vivenciamos hoje em dia e de sua incapacidade de estabilização                     por períodos prolongados.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Na verdade, ainda que os Partidos sejam estruturados a                     partir de programas políticos gerais, sua ação política                     só ganha consistência prática ao nível das ações                     pontuais e localizadas. É neste nível que eles ganham                     materialidade e onde as ações políticas são                     constrangidas pelos agentes locais, ganhando nesse âmbito                     formas particulares.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>É de conhecimento público que as contradições entre o                     programa dos eleitos (assim como dos que assaltam o poder) e                     suas ações posteriores são mais freqüentes do que se                     poderia desejar. Se antes essa contradição não se                     mostrava explicita isto era fruto da generalidade dos                     programas, da pouca transparência da ação governamental,                     porque apenas eram visíveis as suas ações mais                     importantes e, principalmente, porque entre a formulação                     dos programas e seus desdobramentos decorriam grandes períodos                     de tempo.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Se antes eram raros os momentos que se abriam de intervenção                     política para o cidadão, determinado por processos                     eleitorais ou por situações revolucionárias, com o                     aumento da complexidade (determinado pela multiplicação de                     práticas e do grau de informação / consciência dos                     processos em curso) o terreno da disputa se desloca para a ação                     cotidiana que é onde se materializam as políticas.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>É essa a razão porquê, de algum tempo para cá,                     vivemos situações de abruptos desequilíbrios que não                     podem ser diretamente associados à estruturação de                     hegemonias políticas construídas em longos períodos de                     acumulação de forças. Vimos isto no caso da decomposição                     do bloco socialista ou na queda do muro de Berlim, onde o                     poder simplesmente desmoronou em lugar de ser assaltado por                     um partido estruturado.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Nos sistemas complexos, a modificação constante das                     relações permite que um processo menor e aparentemente                     secundário crie uma correlação de forças localizada,                     capaz de desequilibrar o conjunto do sistema, impossível de                     ser prevista, pois não obedece a relações causais. Nesta                     situação uma estrutura centralizada é incapaz de absorver                     e conviver com as dinâmicas dilacerantes que se manifestam,                     e encontrar um novo equilíbrio.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>A experiência das eleições espanholas de 2004 é                     sintomática. O sentimento da população de que o governo                     estava tentando enganá-la sobre os episódios ocorridos                     dias antes do escrutínio foi o mais importante fator para a                     decisão da população de varrer do poder o partido                     governista.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Alguns dias antes dessa eleição na Espanha ocorreu uma                     série de atentados a bomba na rede ferroviária, originando                     uma grande quantidade de mortos. O atentado era uma ação                     de resposta de estrangeiros muçulmanos ao envio de soldados                     espanhóis ao Iraque, mas o governo tentou responsabilizar o                     ETA pela ação levado por seus interesses eleitorais. A                     versão não se sustentou em função das prisões e outros                     indícios que se sucederam, mas preocupado em não atrair                     atenções para sua política belicista o governo tentou                     manter sua versão até depois das eleições, pois faltavam                     apenas algumas horas para elas. Formou-se então uma rede de                     comunicação da população, por celulares, onde, com a                     ampla circulação de informações, aconteceu um processo                     de sincronização de opiniões, criando-se um consenso na                     população sobre a manipulação do Governo. O resultado                     foi o repúdio popular e a derrota nas eleições. Até esse                     evento a vitória do governo era tida como inevitável.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Evidentemente que a participação da Espanha na invasão                     do Iraque era suficientemente importante para provocar                     descontentamento. Mas conforme as pesquisas mostravam, sua                     importância provavelmente não seria suficiente para                     decidir o voto popular. A percepção da intenção do                     governo de enganá-la, foi o fator aleatório que provocou                     uma sincronização de interesses diversos e onda capaz de,                     em questão de horas, modificar a situação de conjunto.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span><strong>Sistemas Dinâmicos e Complexidade</strong><br />
O tipo de processo descrito no tópico anterior entra em                     contradição com estruturas que se propõem ser permanentes                     e que estabelecem papeis e pesos determinados para os                     diferentes agentes do sistema. Em sistemas dinâmicos, como                     os sistemas complexos, os pesos e papéis dos diferentes                     atores encontram-se em constante modificação. O que em um                     momento é fonte de força, no momento seguinte é fonte de                     fragilidade, pois as cartas são constantemente                     embaralhadas.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Não é novidade a modificação que se verifica na situação                     de conjunto quando se realizam determinados objetivos estratégicos.                     Na própria experiência da revolução russa, como em todas                     revoluções socialistas, vemos uma situação que se                     repete. Se o partido revolucionário, com sua estrutura                     centralizada e hierárquica, é capaz de acaudilhar as                     massas e viabilizar sua insurreição, ao fazê-lo, no mesmo                     ato modifica estruturalmente o quadro de conjunto da correlação                     de forças. Na nova situação, a centralização torna o                     partido incapaz de se adaptar à nova situação onde                     &#8220;mil flores florescem&#8221; e onde se manifestam                     interesses específicos e contraditórios de cada setor da                     sociedade.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>A diferença é que antes este processo se desenvolvia em                     dezenas de anos. E então podíamos considerar que o partido                     é que tinha mudado (se degenerado) e não que ele perdera                     atualidade em uma nova situação criada. Agora, com o                     aumento da complexidade, quando o sistema e a produção de                     informações ganham características infinitas, este                     processo pode ocorrer em horas como vimos na Espanha.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Um problema complementar é que as contradições                     provocadas pelo crescimento da complexidade se reproduzem no                     interior dos próprios partidos e estruturas políticas. Se                     uma organização centralizada é capaz de estruturar um número                     limitado de elementos, quando tende ao infinito, a subdivisão                     sucessiva da sua estrutura em arvore é obrigada a se                     ampliar, aumentando à distância entre a topo e a base.                     Isto provoca um crescimento desproporcional desta cadeia                     causal em número e peso dos elementos intermediários. O                     peso da estrutura tende a ser cada vez maior, sugando e                     consumindo seus recursos e energias até que o sistema se                     esvai na manutenção da própria estrutura e desmorona sob                     seu próprio peso.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Os debates sobre corrupção, nepotismo e uso do poder                     para fins privados, assim como o aumento do custo da máquina                     administrativa, podem encontrar então um olhar particular.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Podemos dizer que o desperdício e a corrupção são o                     &#8220;custo&#8221; dos intermediários,devido ao tamanho e a                     hiper-centralização do sistema, condição da qual,                     aparentemente não se consegue fugir e onde, no máximo,                     conseguiremos identificar e reduzir o que é mais aberrante.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Estas observações nos levam a conclusão de que os                     partidos e os instrumentos de centralização do sistema político,                     tais como são concebidos, entram em contradição com as                     novas dinâmicas que vivem as sociedades de hoje e tendem a                     perder gradualmente sua força. Como exemplo, as formas                     tradicionais de democracia baseadas na representação e                     intermediações (por períodos duradouros), tendem a se                     mostrar incapazes de absorver e canalizar estas dinâmicas                     em constante mutação, em particular quando a informação                     é abundante.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>A perda de importância das organizações políticas                     gerais, que já vem ocorrendo, não significa, ao contrário                     do que dizem alguns, uma despolitização da sociedade. A prática                     política em um sistema complexo busca outros canais e se                     cola mais a dinâmica cotidiana. Ela se desloca para o                     terreno onde a política se materializa, isto é, no nível                     local, entendido como prática específica e não como algo                     espacial. Neste &#8220;lócus&#8221; é que os conflitos e                     interesses concretos tendem a se desenvolver e ser                     negociados. Isto aumenta a importância das organizações                     da sociedade civil que se transformam em espaço de ação                     política em torno de práticas específicas, viabilizando                     uma diversidade de tipos de ação, assim como de organizações                     que dão expressão à complexidade da vida social e                     permitem que ela se manifeste em sua diversidade.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Neste quadro as novas tecnologias, ao mesmo tempo em que                     aprofundam a complexidade, viabilizam a criação de novos                     tipos de Dispositivos de Interação Virtual mais adaptados                     às suas dinâmicas. A diferença dos DIVs anteriores,                     estruturados a partir da Imprensa, é que as novas                     tecnologias viabilizam sistemas complexos, descentralizados                     e interativos, onde o centro se desloca de um para outro                     ponto, a cada momento, dependendo dos processos e relações                     entre os diferentes agentes que se desenvolvem e se                     modificam constantemente.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Estes sistemas podem incorporar diferentes espaços e                     tempos e diferentes culturas. Enquanto nos sistemas simples                     a emulação se verifica pela competição e concorrência,                     nos sistemas complexos ela é emulada pela cooperação.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Ao contrário dos sistemas simples os sistemas complexos                     não podem ser descritos por uma racionalidade externa e                     superior a eles próprios, e não podem ser desmontados em                     partes e decompostos em relações causais com uma relativa                     permanência.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>As tentativas de submeter os sistemas complexos a uma                     iniciativa centralizada se dissipam, submetidas a uma                     multiplicidade de ações originadas nos processos de                     sincronização entre os seus infinitos agentes. As dinâmicas                     e características que assume o sistema, ao contrário do                     que ocorre nos sistemas simples onde parecem corresponder a                     uma cadeia de relações causais, são aqui frutos de                     processos emergentes cuja determinação se encontra em                     outro nível.</span></p>
<p><span> </span></p>
<ul><span> </span><span><em>Usamos aqui o conceito de emergência apontado por                       cientistas empenhados em entender sistemas que usam                       componentes relativamente simples para construir inteligência                       de nível mais alto, onde agentes locai desenvolvem ações                       seguindo regras simples que são capazes de gerar                       estruturas surpreendentemente complexas (Johnson, 2001).</em></span></p>
<p><span> </span><span><em>(Este tipo de sistemas) &#8220;resolvem problemas                       com o auxílio de massas de elementos simplórios, em vez                       de contar com uma única &#8216;divisão executiva inteligente&#8217;.                       São sistemas bottom-up (de baixo para cima), e não,                       top-down (de cima para baixo). Pegam seu conhecimento a                       partir de baixo. Em uma linguagem mais técnica, são                       sistemas adaptativos complexos que mostram comportamento                       emergente. Neles, os agentes que residem em uma escala                       começam a produzir comportamento que reside em uma escala                       acima deles: formigas criam colônias; cidadãos criam                       comunidades; um software simples de reconhecimento de padrões                       apreende como recomendar novos livros. O movimento de                       regras de nível mais baixo para a sofisticação de nível                       mais alto é o que chamamos de emergência&#8221; (p. 14)                       (Johnson, 2001).</em></span></p>
<p><span> </span></ul>
<p><span> </span></p>
<p><span>Estes processos emergentes criados por sociedades cada                     vez mais complexas, com suas características de                     auto-organização, entram em contradição com a dinâmica                     centralizada e hierarquizada das estruturas políticas da                     democracia representativa, originando graves crises, com                     confrontos e alternância entre processos de cima para baixo                     e processos emergentes.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>As novas tecnologias permitem a criação de dispositivos                     de interação que servem como base para que se desenvolvam                     novas formas de organização que possibilitam a incorporação                     e convivência da mais ampla diversidade, assim como a                     convergência das diferentes dinâmicas particulares e às                     vezes até contraditórias existentes dentro dos movimentos.                     Neste sentido, as novas tecnologias podem oferecer suporte e                     instrumentos efetivos de organização social.                     Evidentemente, que não será uma organização social hierárquica                     e centralizada , mas uma organização que ganha a forma de                     rede e que se apresenta como uma multiplicidade de organizações                     civis e de comunidades virtuais.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>As novas tecnologias, como o jornal de Lênin, podem                     estruturar uma ação política. Algumas experiências já                     mostram este potencial: iniciativas para dar uma maior                     transparência à ação política e administrativa, ao                     colocar certos serviços diretamente sob o olhar e ação do                     cidadão (prestação de contas sobre recursos, controle de                     suas informações, de sua situação e seus direitos nos                     diferentes setores do estado, plebiscitos, etc.), ou da                     compra de produtos e serviços para o estado através de                     pregões eletrônicos (que provocaram uma baixa de preços                     nas licitações). Mas, mais do que isso, elas viabilizam a                     constituição de comunidades virtuais, mecanismos                     interativos e redes que se expandem e se comprimem, se                     fundem e se dividem, suficientemente flexíveis para                     provocar sincronizações e absorver as contradições entre                     diferentes setores da população e se constituir em ações                     políticas muito superiores às forças que lhe deram                     origem, se transformando por isso mesmo em um imenso                     potencial regulador.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Nesses marcos torna-se necessário repensar, a partir de                     dinâmicas de baixo para cima, não apenas as organizações                     políticas, mas também as políticas públicas.</span></p>
<p><span><br />
</span></p>
<p><span><a name="01"></a>(<a href="../../novastecnologias.php#1v">*</a>) <em><a href="mailto:nilton-santos@cict.fiocruz.br">Nilton                     Bahlis dos Santos</a> é Pesquisador do Cais (Laboratório                     de Estudo e Pesquisa em Comunicação e Saúde do CICT -                     FIOCRUZ), especialista em processos complexos, Interação e                     Comunidades Virtuais e foi moderador da Comunidade                     Cris-Brasil.</em></span></p>
<p><span> </span></p>
<hr size="1" /><span> </span></p>
<p><span><strong>Bibliografia Citada:</strong></span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span><em>JOHNSON, Steven. Sistemas Emergentes. Madrid: Turner                     Publicaciones/ Fondo de Cultura Econômica, 2003. 260 pp.</em></span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span><em>LENIN, Vladimir. Par oú commencer? In V.Lènine -                     Oeuvres. Moscou V.5, 1973. 594 p.</em></span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span><em>NAVARRO, Pablo. Internet como dispositivo de interação                     virtual,1997. Disponível em: </em><a href="http://www.netcom.es/pnavarro/Publicaciones/InternetDispoInteracVirtua.html" target="_blank">http://www.netcom.es/pnavarro/Publicaciones/InternetDispoInteracVirtua.html</a> <em>Acesso em 5 de dezembro de 2004.</em></span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span><em>SANTOS, Nilton Bahlis dos. A Ciência da Informação                     e o Paradigma Holográfico: A Utopia de Vannevar Bush. Tese                     de Doutoramento em Ciência da Informação - Ibict/Ufrj.                     Orientador Aldo Barreto Rio de Janeiro, 2005. 185 p. Disponível                     em:</em> <a href="http://biblioteca.ibict.br/phl8/anexos/niltonsantos2005.pdf" target="_blank">http://biblioteca.ibict.br/phl8/anexos/niltonsantos2005.pdf</a>.</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?feed=rss2&amp;p=82</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>A importância histórico-social das Redes</title>
		<link>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?p=76</link>
		<comments>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?p=76#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2007 12:20:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Marcos Rainho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Redes Colaborativas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?p=76</guid>
		<description><![CDATA[ Por Laura Olivieri*

Redes são sistemas organizacionais capazes de reunir                     indivíduos e instituições, de forma democrática e                   [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><em><img style="border: 0pt none;" src="http://agenciapublisher.com/images/arrow5.gif" border="0" alt="" width="8" height="5" /> Por Laura Olivieri*</em></p>
<p align="left">
<p>Redes são sistemas organizacionais capazes de reunir                     indivíduos e instituições, de forma democrática e                     participativa, em torno de causas afins. Estruturas flexíveis                     e estabelecidas horizontalmente, as dinâmicas de trabalho                     das redes supõem atuações colaborativas e se sustentam                     pela vontade e afinidade de seus integrantes,                     caracterizando-se como um significativo recurso                     organizacional para a estruturação social.</p>
<p>A palavra rede é bem antiga e vem do latim retis,                     significando o entrelaçamento de fios com aberturas                     regulares que formam uma espécie de tecido. A partir da noção                     de entrelaçamento, malha e estrutura reticulada, a palavra                     rede foi ganhando novos significados ao longo dos tempos,                     passando a ser empregada em diferentes situações.</p>
<p>O conceito de rede transformou-se, nas últimas duas décadas,                     em uma alternativa prática de organização, possibilitando                     processos capazes de responder às demandas de                     flexibilidade, conectividade e descentralização das                     esferas contemporâneas de atuação e articulação social.</p>
<p>Paralelamente aos processos de globalização neo-liberal                     e, até mesmo, intrinsecamente aos movimentos dialéticos do                     próprio capitalismo, afirmavam-se, mundo afora, com a mesma                     intensidade da lógica dominante mas apenas sem o mesmo                     poder de mídia à época - fato que hoje está em modificação                     - movimentos locais, comunitários e de minorias como uma                     resposta muito clara de que a diversidade e as significações                     específicas existiam e reivindicavam um lugar no mundo, um                     topos.</p>
<p>Essa consciência tópica manifesta-se em sentimentos de                     pertencimento comunitários e nacionalistas -                     territorialidade e nação (com todas as dimensões orgânicas                     que o conceito de nação implica: história, cultura e                     limites geográficos) - mas também se identifica por                     identidades de grupos unidos por causas. Assim difusas                     territorialmente e identificadas por visões de mundo e                     valores alternativos, as pessoas se articulam socialmente e,                     para a conectividade e militância de seus movimentos, a                     internet se apresenta historicamente como um espaço                     privilegiado para a interação em rede. A internet pode ser                     considerada um importante meio de socialização e                     solidariedade horizontal se utilizada para a troca de                     informações e a articulação de movimentos resistentes e                     proponentes de ideologias, culturas e idéias alternativas                     para o mundo.</p>
<p>As proposições de se criar ou desenvolver comunidades                     de significação - virtual ou presencialmente estabelecidas                     - são respostas aos limites organizacionais de uma                     realidade complexificada com a globalização, seus efeitos                     e sua dialética. Em épocas de desterritorializações,                     universalizações e neo-liberalismos, uma espécie de                     contra cultura interna ao próprio sistema global, se afirma                     em torno de noções e valores históricos: comunidade, nação,                     diversidade, alteridade, humanismo, redes de colaboração,                     solidariedade, democracia, direitos econômicos, sociais e                     culturais (DESCs), etc. Filosoficamente essas características                     estão envoltas no princípio de imanência: os próprios                     sujeitos históricos organizam o porvir, a partir do exercício                     ativo de suas cidadanias.</p>
<p>O advento de um ciberespaço aponta para essa realidade                     em construção. Por se encontrar constantemente em definição,                     o ciberespaço é propício ao desenvolvimento criativo de                     possibilidades. Segundo Pierre Lévy (1994), o ciberespaço                     é um fenômeno decorrente de demandas sociais                     historicamente datadas na crise de paradigmas da virada do século                     XX para o XXI.</p>
<p>Nesse período de virada de século e de milênio, a                     sociedade civil potencializa sua organização em                     iniciativas, cujos atores envolvidos percebem a colaboração                     participativa como um meio eficaz de realizar transformações                     sociais. As instituições do terceiro setor têm procurado                     desenvolver ações conjuntas, operando nos níveis local,                     regional, nacional e internacional, contribuindo para uma                     sociedade mais justa e democrática. Para tanto, e a partir                     de diversas causas, a sociedade civil se organiza em redes                     para a troca de informações, articulação institucional e                     política e para a implementação de projetos comuns. As                     experiências têm demonstrado as vantagens e os resultados                     de ações articuladas e projetos desenvolvidos em parcerias                     e alianças.</p>
<p>A legitimidade histórica dessa forma de atuação indica                     a afirmação de sujeitos conscientes de suas identidades e                     seus valores, em pró-atividade pelas causas sociais,                     transformando uma cultura globalizada ao léu pela &#8220;mão                     invisível&#8221; do mercado em uma cultura de cidadãos                     ativos, capazes de se responsabilizar pela construção                     coletiva de uma sociedade desejada e possível. Cidadania                     ativa, desenvolvimento de comunidades, estabelecimento de                     interconexões e redes colaborativas são fenômenos dinâmicos                     de uma sociedade em busca de novas formas de organização e                     expressão.</p>
<p>Dessa forma, as redes apresentam uma solução viável e                     desejável aos cidadãos ativos e conscientes das                     necessidades de transformações do mundo. As redes                     possibilitam a articulação dos movimentos culturais e                     informacionais capazes de propor alternativas para a                     humanidade, fundamentadas em valores democráticos, como bem                     o demonstra o Fórum Social Mundial em suas três históricas                     edições.</p>
<p>Iniciativas como o FSM potencializam concretamente cidadãos                     e organizações para a construção coletiva de um mundo                     melhor, evidenciando que a utopia a que os desejos                     transformadores eram historicamente relegados cedeu lugar ao                     topos social da democracia, atualizada a partir das (inter)ações                     em rede. Na terceira edição do FSM, que acontece agora em                     2003 (de 23 a 28 de janeiro), em Porto Alegre, uma                     importante proposta vai se concretizar: a formação da Rede                     Social Mundial (RSM) que procurará interconectar as redes                     presentes no FSM. Assim, definindo-se como uma rede de redes                     alternativas à lógica neo-liberal, a RSM promete!<sup><strong>1</strong></sup></p>
<p>O crescimento dessa perspectiva da cidadania ativa e                     compartilhada também levou os brasileiros a elegerem um                     presidente que procurará desenvolver ainda mais essa                     potencialidade organizativa e propositiva dos movimentos                     sociais e governará em consonância com os interesses                     nacionais, representados em um Conselho de Desenvolvimento                     Econômico e Social que, em torno de um novo contrato                     social, procurará articular uma rede de ações                     colaborativas em prol do desenvolvimento da Nação                     brasileira.</p>
<p>Na prática, redes são comunidades de sentido, virtual                     ou presencialmente constituídas. E podem ter contornos                     nacionais, se compreendemos a Nação como uma grande                     comunidade. Uma comunidade é uma estrutura social                     estabelecida de forma orgânica, constituída a partir de                     dinâmicas coletivas e historicamente únicas. Sua própria                     experiência e cultura definem a identidade comunitária. A                     convivência entre os seus integrantes será definida a                     partir de pactos sociais ou padrões de relacionamento. Esse                     reconhecimento deve ser coletivo e será fundamental para os                     sentidos de pertencimento dos cidadãos e de desenvolvimento                     comunitário.</p>
<p><em>Referências bibliográficas:</em></p>
<p>Comitê Gaúcho do Fórum Social Mundial (ABONG-RS,                     ATTAC-RS, CIVES-RS, CUT-RS, COMITÊ AFRO-RS, MST-RS).                     Proposta da Rede Social Mundial. Porto Alegre: texto                     original repassado à Rits pela facilitação nacional da                     RSM, 2003.</p>
<p>Lévy, Pierre. A Inteligência Coletiva. Por uma                     antropologia do Ciberespaço. São Paulo: 34 Letras, 1994.</p>
<p><em>*Segunda versão do texto escrito para a publicação                     impressa Manual de Redes Sociais e Internet do Centro de                     Direitos Humanos (www.cdh.org.br)</em></p>
<p><em>Laura Olivieri coordena a área de Redes da RITS (Rede                     de Informações para o Terceiro Setor) - www.rits.org.br</em></p>
<p align="left"><sup><strong>1</strong></sup> A                     RSM é facilitada pelo comitê Gaúcho do FSM: ABONG-RS,                     ATTAC-RS, CIVES-RS, CUT-RS, COMITÊ AFRO-RS, MST-RS e terá                     suas proposições discutidas e legitimadas pelo público em                     seminário a ser realizado dias 24 e 25 de janeiro, durante                     o FSM, em Porto Alegre.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciapublisher.com/jornalismofreelance/?feed=rss2&amp;p=76</wfw:commentRss>
		</item>
	</channel>
</rss>
