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        <title>agropar</title>
        <description></description>
        <link>http://vs2.agropar.coop.br/</link>
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            <title>Convite - Seminário de Atualização na Cultura da Soja 2011</title>
            <link>http://vs2.agropar.coop.br/noticias/79-convite.html</link>
            <description><![CDATA[<p align="center"><strong><em>CONVITE<br /><br />SEMINÁRIO: ATUALIZAÇÃO NA CULTURADA SOJA 2011</em></strong></p>
<p><strong><em>Tema:</em></strong><em> O manejo sustentável a Agricultura Familiar</em></p>
<p><strong><em>Data:</em></strong><em> 04 de Agosto de 2011 ( Quinta-Feira)</em></p>
<p><strong><em>Local:</em></strong><em> Salão Paroquial Nossa  Senhora do Carmo – Assis Chateaubriand – Pr</em></p>
<p><strong><em>Objetivo:</em></strong><em> A cultura da soja, na maioria dos casos, tem sido cultivada na região adotando um sistema de manejo que segue padrões de escala de produção, reduzindo as margens para pequenas propriedades. Este evento se propõe a discutir um sistema de manejo no qual o produtor tenha um maior controle das etapas e insumos a serem utilizados, como forma de garantir renda e sem prejudicar o desenvolvimento de outras atividades na propriedade.</em></p>
<p><strong><em>Agenda:</em></strong></p>
<p><em>08:30m ás 09:00m – Recepção e Inscrições</em></p>
<p><em>09:00m ás 09:30m – Abertura</em></p>
<p><em>09:30m ás 10:30m – O desenvolvimento Rural Sustentável</em></p>
<p><em>                                     Professor Dr. Ronaldo Guedes de Lima – IFPR</em></p>
<p><em>10:30m ás 10:50m – Intervalo</em></p>
<p><em>10:50m ás 12:00m – As doenças da cultura da Soja “A convivência e o manejo”</em></p>
<p><em>                                   Engenheiro Agrônomo Msc. Jorge Gehller – EMATER</em></p>
<p><em>12:00m ás 13:30m – Almoço</em></p>
<p><em>13:30m ás 13:45m – Dinâmica</em></p>
<p><em>13:45m ás 15:00m – Os insetos na Cultura da Soja no enfoque do MIP</em></p>
<p><em>                                      Engenheiro Agrônomo Dr. Lauro Morales – EMATER</em></p>
<p><em>15:00m ás 16:30m – O Programa Acerte o Alvo</em></p>
<p><em>                                     Expectativa Climática para Safra 2011/2012</em></p>
<p><em>                                     Engenheiro Agrônomo Dr.Nelson Harger – EMATER</em></p>
<p><strong><em>PROMOÇÃO:</em></strong></p>
<p><em>                                       Sindicato dos  Trabalhadores Rurais de Assis Chateaubriand</em></p>
<p><em>                                     <strong>FETAEP e SENAR</strong></em></p>
<p><strong><em>PARCERIA:</em></strong></p>
<p><em>Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural – <strong>EMATER</strong></em></p>
<p><em>Cooperativa <strong>AGROPAR</strong></em></p>
<p><em>                              </em></p>]]></description>
            <author> ti.agropar@hotmail.com (Rafael)</author>
            <pubDate>Thu, 28 Jul 2011 13:35:12 GMT</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://vs2.agropar.coop.br/noticias/79-convite.html</guid>
        </item>
        <item>
            <title>Dia de Negócios Agropar e Baldan</title>
            <link>http://vs2.agropar.coop.br/noticias/78-dia-de-negocios-agropar-e-baldan.html</link>
            <description><![CDATA[<p>Dia de Negócios Agropar e Baldan</p>
<p><img alt="1" src="http://vs2.agropar.coop.br/images/stories/1.jpg" width="78" height="30" /></p>
<p>A Agropar - Cooperativa Agroindustrial do Médio Oeste do Paraná convida os associados para participarem do dia de negócios Agropar e Baldan, a ser realizado no dia 21/07/2011 das 08:00 ás 18:00 hs.</p>]]></description>
            <author> ti.agropar@hotmail.com (Rafael)</author>
            <pubDate>Tue, 19 Jul 2011 18:18:38 GMT</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://vs2.agropar.coop.br/noticias/78-dia-de-negocios-agropar-e-baldan.html</guid>
        </item>
        <item>
            <title>Trabalhe Conosco</title>
            <link>http://vs2.agropar.coop.br/trabalhe-conosco.html</link>
            <description><![CDATA[<p>{ckform frmTrabalhe}</p>]]></description>
            <author> rotadesign1@gmail.com (Administrator)</author>
            <pubDate>Tue, 19 Jul 2011 00:00:12 GMT</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://vs2.agropar.coop.br/trabalhe-conosco.html</guid>
        </item>
        <item>
            <title>BASF amplia oferta de soluções para a agricultura</title>
            <link>http://vs2.agropar.coop.br/noticias/67-basf-amplia-oferta-de-solucoes-para-a-agricultura.html</link>
            <description><![CDATA[<p><img class="imagemEsquerdaBorda" alt="fruta-morango" src="http://vs2.agropar.coop.br/images/stories/noticias/fruta-morango.jpg" height="150" width="200" />A Unidade de Proteção de Cultivos da BASF inova mais uma vez e disponibiliza mais duas soluções para o manejo fitossanitário em Hortifruti: o biofungicida Serenade® e o feromônio de confusão sexual Cetro®. Inicialmente, Serenade poderá ser utilizado nas culturas de cebola, maçã e morango. “O biofungicida oferece aos produtores vantagens e benefícios no controle de importantes doenças e terá papel importante em estratégias de programas inteligentes de controle de doenças da BASF”, explica o coordenador de Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos Biológicos da BASF para América Latina, Fabrizio Carbone Romano. Seu princípio ativo é uma bactéria gran-positiva Bacillus subtilis. Trata-se de um agente biológico não patogênico, comum no solo e na água. O produto tem como característica principal inibir o desenvolvimento de outros agentes biológicos nocivos às plantas e presentes na natureza.<br /><br />Indicado para o manejo de resistência de fungos e possibilitando flexibilidade de aplicação em intervalos mais curtos de pré-colheita e de reentrada no campo, Serenade®, além do excelente controle de doenças, ajuda a proporcionar elevada produtividade e melhor qualidade das lavouras, além de melhor gerenciamento dos limites máximos de resíduos. O produto já demonstrou seu amplo espectro de controle em mais de 50 culturas ao longo de seus mais de 6.000 testes de campo realizados pelo mundo. “O biofungicida adequa-se perfeitamente aos programas direcionados à cadeia de valor alimentar, desenvolvidos pela BASF. Com ele, reafirmamos nosso posicionamento como empresa líder em inovação e com foco no cliente, trazendo soluções para os produtores e consumidores” comenta o gerente de Marketing para Hortifruti da BASF, Eduardo Eugênio.<br /><br />A comercialização do Serenade® no Brasil é resultado da parceria entre a BASF e a empresa AgraQuest. O acordo prevê licença, fornecimento e distribuição do biofungicida para aplicações foliares e drench (colo da planta) em cultivos agrícolas de inúmeros países da Europa, África, Oriente Médio, Ásia e América Latina. Os direitos incluem a distribuição exclusiva em países não cobertos pelas atuais parcerias da AgraQuest.<br /><br />Já Cetro® é um ferômonio sintético com tecnologia desenvolvida pela BASF para o controle populacional da Mariposa Oriental ou Broca-dos-ponteiros (Grapholita molesta). O produto age causando desorientação ou confusão sexual dos machos interrompendo o seu ciclo e evitando a reprodução da praga. Seu uso é recomendado em pomares de maçã, pêssego, nectarina, ameixa, pêra entre outras frutas nas quais incide esta importante praga.<br /><br />Cetro® reproduz o efeito do feromônio sexual produzido pela fêmea de Grapholita molesta na natureza. Acondicionado em dispensers, permite uma homogênea distribuição no campo e a liberação controlada e uniforme do feromônio por toda a área. Com a confusão sexual dos machos estabelecida pelo feromônio nos pomares, a cópula não ocorre, interrompendo a reprodução, reduzindo a população da praga e, consequentemente, os prejuízos para o produtor. Esta é uma forma de proporcionar o aumento de rentabilidade, pois seu efeito duradouro mantém a população da praga sob controle até a fase da colheita.<br /><br />Dentre as vantagens de Cetro® vale ressaltar que o produto não gera resistência da praga, é de fácil aplicação e não causa efeitos negativos nos inimigos naturais. Outra vantagem está no fato do produto ajudar a proporcionar uma colheita de frutos mais sadios, que atendem às normas de tolerância de exportação.<br /><br />“Serenade® e Cetro® vão ao encontro das necessidades dos agricultores, com destaque aos produtores de maçã da região Sul do País, que respondem por quase 100% da produção nacional. Nosso objetivo com os dois lançamentos é fornecer alternativas viáveis que colaborem para agregar valor ao produto final”, argumenta Eduardo.<br /><br />Pesquisas apontam que a safra 2010/11 de maçã na Serra Catarinense foi altamente afetada pelo clima. A colheita dos 1,95 mil produtores da região de São Joaquim será de aproximadamente 387 mil toneladas, um volume 20% menor do que a estimativa inicial de 423,5 mil toneladas. “Daí a importância em oferecer soluções mais completas e que auxiliem o produtor em sua produtividade e rentabilidade” conclui Eduardo.<br /><br />O que se tem observado é que o consumo de frutas e hortaliças no mercado interno vem aumentando nos últimos tempos. Prova disso foi um estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que revelou que 18,9% da população já optam por cinco ou mais porções por dia, 2,6 vezes mais que há três anos.<br />Serenade® é marca registrada da AgraQuest, Inc., comercializada pela BASF.<br /><br />Restrições no Estado do Paraná:<br /><br />Cetro e Serenade, uso temporariamente restrito para o neste estado<br /><br />Os produtos Cetro e Serenade estão devidamente registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento sob os nº 03811 e 03911 respectivamente.<br /><br />- Aplique somente as doses solicitadas. Descarte corretamente as embalagens e restos de produtos. Incluir outros métodos de controle de doenças/pragas/plantas infestantes (ex.: controle cultural, biológico, etc) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados. Para maiores informações referente as recomendações de uso do produto e ao descarte correto de embalagens, leia atentamente o rótulo, a bula e o receituário agronômico do produto.<br /><br />As informações são da assessoria de imprensa da BASF.</p>]]></description>
            <author> rotadesign1@gmail.com (Administrator)</author>
            <pubDate>Tue, 21 Jun 2011 01:00:28 GMT</pubDate>
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            <title>Governo quer estimular recuperação de mata por produtor rural</title>
            <link>http://vs2.agropar.coop.br/noticias/66-governo-quer-estimular-recuperacao-de-mata-por-produtor-rural.html</link>
            <description><![CDATA[<p>O governo diz que vai se empenhar no Plano Agrícola e Pecuário 2011-2012, que será lançado nestaa sexta-feira pela presidente Dilma Rousseff em Ribeirão Preto (a313 km de SP), para estimular os produtores rurais a recuperar cerca de 1,5 milhão de hectares de áreas degradadas.<br /><br />A meta é que nos próximos dez anos sejam recuperados 15 milhões de hectares para produção.<br /><br />A intenção é elevar a produção agropecuária evitando mais avanço sobre áreas de florestas. Atualmente, o país tem cerca de 47 milhões de hectares ocupados com a agricultura e 170 milhões de hectares usados para a pecuária.<br /><br />Embora os dados em relação a áreas degradadas variem de acordo com os critérios usados para mensurá-las, técnicos do Ministério da Agricultura afirmam que elas somam pelo menos 30 milhões de hectares no país, o equivalente a mais de 60% das terras cultivadas com grãos.<br /><br />Os maiores potenciais de recuperação estão nos estados da Região Centro-Oeste, no Tocantins e no Pará.<br /><br />CRÉDITOS DO GOVERNO<br /><br />Para incentivar os produtores, o governo disponibilizará R$ 3,15 bilhões em créditos dentro do Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), criado na safra passada, mas ainda sem muita adesão.<br /><br />Além da recuperação de áreas degradadas, o chefe da Assessoria de Gestão Estratégica do Mapa, Derli Dossa, explica que o programa pretende financiar o plantio de 300 mil hectares de florestas. Em mais 550 mil hectares será financiado o plantio com fixação biológica de nitrogênio; em 800 mil hectares, o plantio direto na palha, e em 400 mil hectares, será feita a integração lavoura-pecuária-floresta.<br /><br />Para aumentar a popularidade e a procura pelo programa, Dossa destacou que o ministério investirá em várias frentes: divulgação na imprensa da importância de se reduzir as emissões de gases de efeito estufa, treinamento de 5.000 técnicos nesse modelo de agricultura, distribuição de material a todo o corpo técnico treinado, com acesso aos produtores, estudo dos estados com problemas e motivação de lideranças locais.<br /><br />"Um dos maiores problemas é falta de profissionais especializados em fazer projeto nesse tipo de produção para ter os recursos liberados", explicou Dossa, ressaltando a importância do treinamento de técnicos do ministério e superintendências regionais.<br /><br />As linhas de crédito do programa são diferenciadas, com as menores taxas da agricultura empresarial, 5,5% ao ano, e prazo de até 15 anos para pagar. O limite de financiamento para produtores é R$ 1 milhão.<br />Fonte: DA AGÊNCIA BRASIL</p>]]></description>
            <author> rotadesign1@gmail.com (Administrator)</author>
            <pubDate>Thu, 16 Jun 2011 22:39:18 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title>Produtores gaúchos conhecem técnicas de manejo para soja e arroz</title>
            <link>http://vs2.agropar.coop.br/noticias/65-produtores-gauchos-conhecem-tecnicas-de-manejo-para-soja-e-arroz.html</link>
            <description><![CDATA[<p><img class="imagemEsquerdaBorda" alt="soja" src="http://vs2.agropar.coop.br/images/stories/noticias/soja.jpg" height="150" width="200" />O Rio Grande do Sul se destaca pela produção agrícola, sendo maior produtor de arroz e o 3º maior produtor de soja do Brasil. Para esses agricultores, a BASF apresenta o Sistema AgCelence® Soja de Produtividade Top. O evento será realizado em Gramado-RS. entre os dias 20 e 22 de junho.<br /><br />O modelo de manejo desenvolvido no Brasil contribui para assegurar ao agricultor tanto o aumento em quantidade quanto melhora da qualidade do grão. Além do excelente controle fitossanitário, o manejo integrado com os produtos fungicida/inseticida Standak® Top, e os fungicidas Comet® e Opera®, aplicados sequencialmente, proporciona melhor relação de transformação da água, luz e nutrientes em energia e grãos. Estudos realizados no campo concluíram que, seguindo os procedimentos corretamente, os produtores podem obter o aumento de até 5% na produtividade da soja, que corresponde a algo em torno de três sacas a mais por hectare.<br /><br />Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Rio Grande do Sul é responsável por 63,53% da produção nacional de arroz. Sabendo da importância desse cultivo para a região, a BASF leva ao Seminário Cooplantio um portfólio completo de produtos que auxiliam a manter a qualidade da lavoura. Standak® é um inseticida empregado para o tratamento de sementes, enquanto o fungicida Brio® apresenta ação protetiva através da inibição da germinação dos esporos.<br /><br />Pra combater as principais plantas invasoras, a BASF traz os herbicidas Only®, Aura® 200 e Kifix®. O primeiro é empregado no Sistema de Produção Clearfield® para o controle do arroz vermelho. Já o Kifix® possui amplo espectro de controle das principais plantas daninhas infestantes da cultura, incluindo o arroz vermelho, apresentando flexibilidade na aplicação e efeito pré e pós-emergente das plantas infestantes. “Kifix® é uma alternativa eficaz para a cultura arrozeira no controle do arroz vermelho, além de ser altamente eficiente em relação a outras gramíneas infestantes”, assegura o gerente de Marketing Trigo e Arroz da BASF, Andreas Schultz<br /><br />O 26º Seminário Cooplantio é um dos maiores eventos do segmento realizados no Sul do País. Especialistas brasileiros e estrangeiros debaterão as últimas informações sobre os principais temas de interesse do produtor rural.</p>]]></description>
            <author> rotadesign1@gmail.com (Administrator)</author>
            <pubDate>Thu, 16 Jun 2011 22:38:21 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title>Brasil tem um dos menores investimentos com defensivos por área plantada</title>
            <link>http://vs2.agropar.coop.br/noticias/64-brasil-tem-um-dos-menores-investimentos-com-defensivos-por-area-plantada.html</link>
            <description><![CDATA[<p><img class="imagemEsquerdaBorda" alt="aviao-agro" src="http://vs2.agropar.coop.br/images/stories/noticias/aviao-agro.jpg" height="150" width="200" />Estudo revela que o mais recente estudo da consultoria alemã Kleffmann mostra que, entre os grandes países agrícolas, o Brasil apresenta um dos menores investimentos com defensivos por tonelada produzida e por área plantada.<br /><br />Um dos poucos países, entre os grandes produtores agrícolas, cuja competitividade tem condições de atender a demanda mundial por alimentos, fibras e energia renovável, o Brasil ainda se vê diante de um desafio: a necessidade de incrementar o uso de modernas tecnologias na produção rural. É o que revelam os recentes números, por exemplo, do mercado mundial de defensivos agrícolas. O estudo acaba de ser divulgado pela da consultoria alemã Kleffmann Group, líder mundial em pesquisas para o agronegócio.<br /><br />Segundo o levantamento entre os grandes países produtores, em 2004 o Brasil já detinha um dos melhores números em relação a produtividade por área plantada; naquele ano, o agricultor brasileiro apresentava um dos menores investimentos com defensivos por tonelada produzida e por área plantada.<br /><br />"De 2004 a 2007, entre os países maiores usuários de defensivos, o Brasil foi o que mais elevou a produção, sem aumentar a área plantada", observa Lars Schobinger, diretor-presidente da Kleffmann no Brasil.<br /><br />"Conseqüentemente, o uso relativo de defensivos, por área e principalmente por tonelada produzida, evoluiu menos que nos demais países."<br /><br />Expressivos ganhos de produtividade<br /><br />O indicador da sustentabilidade na produção agrícola brasileira se evidencia no seguinte dado: entre 2004 e 2009, o investimento em defensivos agrícolas registrou alta de apenas 1,5%, em dólar por tonelada de produto colhido. No mesmo período, o Brasil foi o que registrou a maior evolução na produção de alimentos, ampliando em 44,5% o volume. "Este incremento no Brasil se verificou mesmo com o país aumentando apenas 4% em área plantada. Portanto, o que ocorreu foi um expressivo ganho de produtividade", destaca Lars Schobinger.<br /><br />Ou seja, uma leitura superficial - quando não propositadamente distorcida - do mercado mundial de defensivos agrícolas tem levado à uma conclusão absolutamente equivocada: a de que o Brasil é o país que mais utiliza esses produtos. Não é o que dizem os números. Na verdade, o uso no Brasil é muito menor que o observado nos principais países agrícolas - mesmo sabendo-se que a agricultura brasileira, sob clima tropical, exige muito maior uso da tecnologia para controlar as pragas.<br /><br />E acordo com o levantamento da Klefflemann, quando se ordena os oito principais países pelo uso de defensivos por produto agrícola colhido, o ranking, em ordem decrescente, é o seguinte. Argentina; União Europeia; China; França; Rússia; Japão; Brasil e Estados Unidos.<br /><br />Tecnologias e recursos naturais<br /><br />O fato de os agricultores brasileiros estarem entre aqueles que confiam na tecnologia como fator vital de produtividade indica que o país começa a se preparar para liderar a agricultura mundial dentro de uma década, conforme prevê a FAO.<br /><br />De acordo com órgão, o Brasil é um dos poucos países, entre os grandes produtores agrícolas mundiais, cuja competitividade é capaz de superar o desafio de provera demanda de alimentos, fibras e energia nas próximas décadas. Para tanto, será indispensável o uso de recursos tecnológicos - como sementes, fertilizantes, defensivos, mecanização e informatização - que melhorem a produtividade e poupem recursos naturais.<br /><br />Agricultura tropical e controle de pragas<br /><br />Diferentes condições agronômicas, de clima e de tipos de culturas requerem diferentes manejos fitossanitários. Por exemplo, fungicidas são mais utilizados no norte da Europa na cultura de cereais, sob clima úmido e frio; já inseticidas são mais requisitados em climas quentes, onde existe maior diversidade de insetos pragas, como no Brasil. Pesquisadores e a comunidade científica, incluindo aqueles que atuam nos órgãos regulatórios dos governos, sabem bem dessa realidade na agricultura. Com números detalhados, eis o que comprovam:<br /><br />Segundo a Embrapa, a doença Ferrugem Asiática pode diminuir em até 80% a produtividade de uma lavoura. Na cultura do milho, a lagarta do cartucho representa um potencial de até 60% de perda na produção de grãos. Nos canaviais, a infestação de cupins pode causar danos de até 10 toneladas por hectare. No algodão, a virose Mosaico das Nervuras pode reduzir a produção em até 60%.</p>]]></description>
            <author> rotadesign1@gmail.com (Administrator)</author>
            <pubDate>Thu, 16 Jun 2011 22:36:17 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title>Dilma lança Plano Agrícola e Pecuário em Ribeirão nesta sexa-feira</title>
            <link>http://vs2.agropar.coop.br/noticias/63-dilma-lanca-plano-agricola-e-pecuario-em-ribeirao-nesta-sexa-feira.html</link>
            <description><![CDATA[<p><img class="imagemEsquerdaBorda" alt="foto-dilma" src="http://vs2.agropar.coop.br/images/stories/noticias/foto-dilma.jpg" height="150" width="200" />A presidente Dilma Rousseff vai estar em Ribeirão Preto nesta sexta-feira (17) para participar da cerimônia de lançamento do Plano Agrícola e Pecuário 2011/2012 pelo Ministério da Agricultura.<br /><br />As linhas de financiamento dos R$ 107 bilhões disponibilizados para a agricultura empresarial pelo governo vão ser detalhadas no evento, que está marcado para começar às 10h30 no Theatro Pedro II.<br /><br />A cidade foi escolhida para o lançamento por ser referência no setor de agronegócios e promover anualmente a feira Agrishow (evento mais importante do setor). Por enquanto não foi informado se a presidente vai visitar outros pontos da cidade.</p>]]></description>
            <author> rotadesign1@gmail.com (Administrator)</author>
            <pubDate>Thu, 16 Jun 2011 22:34:27 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title>Princípios</title>
            <link>http://vs2.agropar.coop.br/principios.html</link>
            <description><![CDATA[<p>Os princípios cooperativos são normas pelas quais as cooperativas colocam seus valores em prática, são os alicerces de funcionamento de uma cooperativa. Através deles estruturamos nosso Estatuto Social. Os princípios constantes da Declaração de Identidade, aprovada no Congresso e Assembléia Geral da Aliança Cooperativa Internacional – ACI, em 1995 são:</p>
<ul>
<li> Adesão Livre e Voluntária</li>
<li>Controle Democrático dos Sócios</li>
<li>Participação Econômica dos Sócios</li>
<li>Autonomia e Independência</li>
<li>Educação, Informação e Conhecimento</li>
<li>Cooperação entre Cooperativas</li>
<li>Preocupação com a Comunidade</li>
</ul>]]></description>
            <author> rotadesign1@gmail.com (Administrator)</author>
            <pubDate>Tue, 14 Jun 2011 22:36:15 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title>O Cooperativismo no Brasil</title>
            <link>http://vs2.agropar.coop.br/o-cooperativismo-no-brasil.html</link>
            <description><![CDATA[<p>Remontando no tempo, vamos encontrar em 1610, com a fundação das primeiras reduções jesuíticas no Brasil, o início da construção de um estado cooperativo em bases integrais. Por mais de 150 anos, esse modelo deu exemplo de sociedade solidária, fundamentada no trabalho coletivo, onde o bem-estar do indivíduo e da família se sobrepunha ao interesse econômico da produção. A ação dos padres jesuítas se baseou na persuasão, movida pelo amor cristão e no princípio do auxílio mútuo (mutirão), prática encontrada entre os indígenas brasileiros e em quase todos os povos primitivos, desde os primeiros tempos da humanidade.<br /><br />Porém, é em 1847 que situamos o início do movimento cooperativista no Brasil. Foi quando o médico francês Jean Maurice Faivre, adepto das idéias reformadoras do filósofo Francês Charles Fourier, fundou, com um grupo de europeus, nos sertões do Paraná, a colônia Tereza Cristina, organizada em bases cooperativas. Essa organização, apesar de sua breve existência, contribuiu na memória coletiva como elemento formador do florescente cooperativismo brasileiro.<br /><br />Contudo, para aprofundar-nos no desenvolvimento histórico do cooperativismo no Brasil, é necessário fazê-lo por ramos, ou seja, tipos de cooperativas, já que cada um teve a sua própria história, com dificuldades e sucessos distintos, dependendo, quase sempre, das facilidades ou obstáculos oferecidos pelo Governo.</p>]]></description>
            <author> rotadesign1@gmail.com (Administrator)</author>
            <pubDate>Tue, 14 Jun 2011 22:35:49 GMT</pubDate>
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