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	<description>a porta para a agricultura e o mundo rural</description>
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	<title>Agroportal</title>
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	<item>
		<title>Governo dos Açores admite falta de solução imediata para algas invasoras</title>
		<link>https://www.agroportal.pt/governo-dos-acores-admite-falta-de-solucao-imediata-para-algas-invasoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 12:51:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo Regional dos Açores reconheceu que o Porto dos Carneiros, na Lagoa, continua a ser afetado pela acumulação de uma alga invasora, condicionando a atividade piscatória, e que tem &#8220;tentado encontrar uma rápida resolução&#8221; do problema. Em resposta a um pedido de esclarecimentos do Chega/Açores sobre a situação que, segundo o partido, se repete [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo Regional dos Açores reconheceu que o Porto dos Carneiros, na Lagoa, continua a ser afetado pela acumulação de uma alga invasora, condicionando a atividade piscatória, e que tem &#8220;tentado encontrar uma rápida resolução&#8221; do problema.</p>
<p>Em resposta a um pedido de esclarecimentos do Chega/Açores sobre a situação que, segundo o partido, se repete anualmente &#8220;sem solução definitiva&#8221;, dificultando a saída das embarcações para o mar, afetando o trabalho dos pescadores e prejudicando a imagem da infraestrutura portuária, o Governo reconheceu que a alga invasora “rugulopteryx okamurae” tem lançado “desafios ao nível da prevenção, deteção precoce e remoção da biomassa arrojada”, em especial nas zonas balneares e em áreas de maior impacto para as populações, como são os portos de pesca.</p>
<p>O executivo regional (PSD/CDS-PP/PPM) admitiu que não existe, para já, uma resolução definitiva para o problema, defendendo que o combate à espécie passa pela capacidade de se encontrar &#8220;um modelo que permita controlar/eliminar o foco do problema, algo que neste momento não é passível de resposta&#8221;.</p>
<p>“A nossa condição arquipelágica, com mais de cem zonas portuárias, uma extensa área de orla costeira e de zonas balneares, distribuídas por nove ilhas, condiciona e limita a ação nesta matéria”, lê-se na resposta assinada pelo secretário regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades, Paulo Estêvão.</p>
<p>Relativamente ao Porto dos Carneiros, o Governo Regional adiantou que a situação foi “devidamente identificada”, explicando que, além do aspeto visual, a acumulação de algas condicionou “a ação da atividade profissional de pesca naquela infraestrutura”, explicando que o fenómeno tem vindo &#8220;a agudizar-se com o surgimento da nova espécie&#8221; invasora.</p>
<p>No entanto, o Governo dos Açores garantiu que, “em sintonia” com a empresa pública Lotaçor [serviço de lotas dos Açores] e com o município da Lagoa, tem tentado encontrar “uma rápida resolução” para o problema.</p>
<p>Na resposta ao Chega/Açores, o Governo Regional esclareceu ainda que o contrato de comodato celebrado com a autarquia apenas atribui à empresa pública a responsabilidade pela limpeza e segurança da área das casas de aprestos cedida pelo município, não abrangendo especificamente a limpeza do porto de pesca.</p>
<p>Ainda assim, o executivo regional sublinhou que a Lotaçor tem assegurado &#8220;a limpeza ordinária e geral do porto e da zona das casas de aprestos&#8221;, através de um trabalhador, num &#8220;total de 17,5 horas por semana de 2.ª feira a 6.ª feira&#8221;.</p>
<p>Acresce a esta limpeza, a ação no restante porto de pescas da Lagoa, onde estão incluídos os cais de acostagem, rampas de varagem, instalações sanitárias e zona de operação do guincho, ao abrigo do contrato programa celebrado entre a Região, através da Secretaria Regional do Mar e das Pescas e a Lotaçor.</p>
<p>Ainda de acordo com o Governo açoriano, entre 2022 e abril de 2026, foram gastos cerca de 25 mil euros em operações de limpeza no porto, incluindo a remoção, transporte e deposição de algas.</p>
<p>O Governo destacou também que os custos associados à limpeza não foram superiores porque, até 2024, a Câmara Municipal da Lagoa, na ilha de São Miguel, colaborava no transporte e deposição das algas removidas, uma colaboração que, segundo o executivo, deixou de se verificar &#8220;nos últimos anos&#8221;.</p>
<p>O executivo garantiu que a empresa pública &#8220;tem cumprido (…) as suas obrigações contratualizadas&#8221;, que, &#8220;na maioria das vezes, vão além do serviço público para o qual esta entidade foi criada&#8221;.</p>
<p>Apesar de se tratar de &#8220;uma alga invasora sobre a qual pouco se conhece e que afeta diversas zonas costeiras, além dos Açores&#8221;, o Governo açoriano assegurou que continuará com &#8220;o seu papel de prevenção, deteção precoce e remoção da biomassa arrojada, promovendo o menor impacto possível na população&#8221;.</p>
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		<title>Levantamento &#8211; Licenciamento de Captações de Água &#8211; Campanha 2026</title>
		<link>https://www.agroportal.pt/levantamento-licenciamento-de-captacoes-de-agua-campanha-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ANPROMIS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 11:16:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
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					<description><![CDATA[Tendo em conta o trabalho colaborativo que temos vindo a construir com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), nomeadamente no nível do licenciamento dos Furos, Charcas, Poços e Captações dos Rios que se encontram por legalizar, vimos por este remeter o seguinte inquérito que agradecemos seja preenchido até ao próximo dia 27/06/2026. Importa referir que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tendo em conta o trabalho colaborativo que temos vindo a construir com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), nomeadamente no nível do licenciamento dos Furos, Charcas, Poços e Captações dos Rios que se encontram por legalizar, vimos por este remeter o seguinte inquérito que agradecemos seja preenchido <u>até ao próximo dia 27/06/2026</u>.</p>
<p>Importa referir que a informação constante neste inquérito é<strong> <u>confidencial</u></strong>, devendo ser preenchido um <strong><u>inquérito por “captação”</u></strong>.  <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScnLjCHLC5Zhjc_oHuk5eOsynzrqMffDGAlPWeYcDtgndMuYw/viewform?usp=dialog" target="_blank" rel="noopener nofollow">Preencha aqui o Inquérito</a>.</p>
<p><em>Fonte: ANPROMIS</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos conquista reconhecimento nacional e internacional com os seus azeites</title>
		<link>https://www.agroportal.pt/cooperativa-agricola-de-moura-e-barrancos-conquista-reconhecimento-nacional-e-internacional-com-os-seus-azeites/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agroportal]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 11:10:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
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					<description><![CDATA[ A Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos acumula distinções em Portugal, Londres, Berlim, Zurique e Tóquio em 2026 Os azeites da Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos voltam a destacar-se nos mais conceituados palcos nacionais e internacionais de avaliação de azeite virgem extra. Em 2026, a cooperativa conquistou distinções em cinco concursos de referência — [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong><strong><em>A Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos acumula distinções em Portugal, Londres, Berlim, Zurique e Tóquio em 2026</em></strong></p>
<p>Os <strong>azeites da Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos voltam a destacar-se nos mais conceituados palcos nacionais e internacionais</strong> de avaliação de azeite virgem extra. Em 2026, a cooperativa conquistou distinções em cinco concursos de referência — nacionais e internacionais —, reafirmando a qualidade e a consistência dos seus produtos junto dos mercados europeus e asiáticos.</p>
<p>No plano nacional, o <strong>Azeite Moura DOP</strong> arrecadou a <strong>Medalha de Ouro</strong> no <strong>Concurso Nacional de Azeites de Portugal</strong>, a principal competição de azeites do país, organizada pelo CEPAAL – Centro de Estudos e Promoção do Azeite do Alentejo.</p>
<p>A nível internacional, as distinções multiplicaram-se em quatro competições de prestígio.</p>
<p>No <strong><em>London International Olive Oil Competition 2026</em> (LIOOC)</strong>, o <strong>Azeite Moura DOP</strong> e o <strong>Azeite Seleção</strong> receberam <strong>Medalha de Prata</strong>, numa competição que reuniu centenas de produtores de todo o mundo.</p>
<p>No <strong><em>Berlin Global Olive Oil Awards 2026</em></strong>, um dos maiores concursos de azeite do mundo, com mais de 850 marcas participantes de 34 países, a cooperativa registou uma performance notável: o <strong>Azeite Galega</strong>, o <strong>Azeite Cobrançosa</strong> e o <strong>Azeite Moura DOP</strong> conquistaram <strong>Medalha de Prata</strong>, enquanto o <strong>Azeite Seleção</strong> se destacou com <strong>Medalha de Ouro</strong>.</p>
<p>No <strong><em>Olive Oil Award – Zurique 2026</em></strong>, organizado pela ZHAW e reconhecido pela rigorosa avaliação sensorial conduzida pelo <em>Swiss Olive Oil Panel</em> (SOP), o <strong>Azeite Seleção</strong> recebeu o prestigiado <strong>PUBLIC OLIO Award</strong> – o prémio do público, atribuído com base num teste de aceitação por consumidores finais, e que distingue os azeites com maior preferência popular.</p>
<p>Por fim, no <strong><em>Olive Japan 2026</em></strong>, a maior competição de azeite da Ásia e Oceânia, que este ano reuniu mais de 800 amostras de 29 países, a cooperativa somou novas distinções: <strong>Medalha de Prata</strong> para o <strong>Azeite Seleção</strong> e para o <strong>Azeite Moura DOP</strong>, e <strong>Medalha de Ouro</strong> para o <strong>Azeite Cobrançosa</strong>.</p>
<p><strong><em>&#8220;Estes resultados são o reflexo do trabalho diário de todos os colaboradores e olivicultores da Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos, bem como da qualidade incomparável da azeitona do Alentejo. Conquistar reconhecimento em Portugal, na Europa e até no Japão, na mesma época, é motivo de enorme orgulho para toda a cooperativa&#8221;</em></strong><strong>,</strong> afirma Helder Transmontano, diretor-geral da Cooperativa.</p>
<p><em>Fonte: Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos </em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nestlé Portugal reforça compromisso com a produção nacional e gera 971 milhões de euros para a economia portuguesa</title>
		<link>https://www.agroportal.pt/nestle-portugal-reforca-compromisso-com-a-producao-nacional-e-gera-971-milhoes-de-euros-para-a-economia-portuguesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agroportal]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 11:08:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
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					<description><![CDATA[Com uma operação robusta em Portugal, a Nestlé integra-se na produção nacional através das suas duas fábricas (Porto e Avanca), seis armazéns e uma rede de 982 fornecedores locais. Cadeia de valor nacional apoia cerca de 9.800 postos de trabalho e acrescenta 406 milhões de euros em VAB. Valor económico total gerado pela Nestlé representa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com uma operação robusta em Portugal, a Nestlé integra-se na produção nacional através das suas duas fábricas (Porto e Avanca), seis armazéns e uma rede de 982 fornecedores locais.</p>
<p>Cadeia de valor nacional apoia cerca de 9.800 postos de trabalho e acrescenta 406 milhões de euros em VAB.</p>
<p>Valor económico total gerado pela Nestlé representa 0,3% do PIB total do país.</p>
<p>A Nestlé Portugal divulga os resultados do “Relatório de Valor Económico da Nestlé &#8211; Portugal”, um estudo sobre o seu impacto socioeconómico no país, realizado pela PWC.</p>
<p>Neste estudo, o impacto económico da Nestlé em Portugal é medido somando os efeitos diretos, indiretos e induzidos ao longo da sua cadeia de valor. A análise revela que, em 2024, a empresa contribuiu com 971 milhões de euros em valor acrescentado bruto (VAB) para a economia portuguesa, apoiou 20.000 postos de trabalho (direta e indiretamente) e gerou 174 milhões de euros em contribuições fiscais para o Estado. No total, o valor económico gerado pela  Nestlé representa 0,3% do PIB total de Portugal.</p>
<p><strong>Presença local</strong></p>
<p>Desde a sua entrada no mercado português há mais de 100 anos, a Nestlé tem vindo a aprofundar as suas raízes no tecido económico e social português. E a sua dimensão na produção nacional assume um papel central nestes resultados.</p>
<p>A Nestlé tem uma presença descentralizada no país, composta por nove estruturas – Fábricas, Centros de Distribuição e Sede &#8211; que garantem a qualidade superior de todos os produtos fabricados e comercializados em Portugal. Conta com duas fábricas em Portugal, a de produção de Café no Porto (de marcas portuguesas como BUONDI, SICAL, TOFA e CHRISTINA) e a de produção de Cereais em Avanca (de marcas portuguesas, como CERELAC, NESTUM, MOKAMBO e PENSAL), seis armazéns, e uma rede de 982 fornecedores locais, que apoiam cerca de 9.800 postos de trabalho e geram 406 milhões de euros em VAB.</p>
<p>Já do Centro de Distribuição de Avanca, contíguo à fábrica, são expedidos todos os dias mais de 80% dos produtos que compõem o portefólio da Nestlé Portugal. As restantes estruturas, Campus Nestlé (a sede da empresa em Portugal) e delegações comerciais, dão todo o apoio necessário à gestão de marcas e à distribuição capilar dos produtos por todo o país.</p>
<p>Reforçando o seu compromisso com a economia nacional, a Nestlé Portugal adquire 60% das suas matérias-primas a fornecedores locais e acolhe um hub de serviços que atrai talento internacional, demonstrando o seu papel vital no fortalecimento da cadeia de abastecimento e no desenvolvimento do país.</p>
<p>&#8220;O ecossistema Nestlé tem um impacto multiplicador inegável, demonstrando o valor da nossa presença produtiva em Portugal. Por cada euro de valor que a empresa gera, são criados cinco euros adicionais na economia portuguesa e, por cada emprego direto na Nestlé, são apoiados outros seis postos de trabalho no país. Este é o resultado tangível do nosso investimento nas nossas equipas, numa vasta cadeia de valor e no apoio a centenas de fornecedores locais. O nosso compromisso para o futuro é claro: continuar a investir em crescimento sustentável e no fortalecimento da produção nacional, sendo um motor de impacto positivo para a economia e para a sociedade portuguesa&#8221;, refere Rachel Muller, Diretora Geral da Nestlé Portugal.</p>
<p><strong>Criação de valor partilhado social</strong></p>
<p>Além do impacto económico, a Nestlé reafirma o seu forte compromisso social. Em 2024, a empresa doou aproximadamente 458 mil euros em produtos alimentares e outras ajudas, e os seus colaboradores dedicaram mais de 2.500 horas a ações de voluntariado. A empresa desenvolve, de forma contínua, programas de grande impacto como o &#8220;Nestlé for Healthier Kids&#8221;, focado na literacia nutricional, a &#8220;Alliance for YOUth&#8221;, que promove a empregabilidade jovem, além de avançar com a transição da sua frota corporativa para veículos 100% elétricos e promover a sustentabilidade com práticas inovadoras de agricultura regenerativa.</p>
<p><em>Fonte: Nestlé Portugal </em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Boletim Mensal da Agricultura e Pescas – Junho de 2026</title>
		<link>https://www.agroportal.pt/boletim-mensal-da-agricultura-e-pescas-junho-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[INE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 10:23:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Sugeridas]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.agroportal.pt/?p=1252160</guid>

					<description><![CDATA[<p>O artigo foi publicado originalmente em INE: publicações.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>PREVISÕES AGRÍCOLAS<br />
</strong></p>
<p>As previsões agrícolas, em 31 de maio de 2026, apontam para um desenvolvimento globalmente favorável da maioria das culturas de primavera/verão, beneficiando das elevadas disponibilidades hídricas existentes e das condições meteorológicas observadas durante a primavera. Contudo, mantêm-se as perspetivas desfavoráveis para os cereais de outono/inverno para grão, enquanto nas pastagens e culturas forrageiras as temperaturas elevadas aceleraram a secagem do coberto vegetal, sobretudo nas regiões do Sul. Nas culturas frutícolas, as perspetivas permanecem globalmente favoráveis.</p>
<p><strong>GADO, AVES E COELHOS ABATIDOS</strong></p>
<p>O peso limpo total de gado abatido e aprovado para consumo em abril de 2026 totalizou 40 796 toneladas, o que correspondeu a um aumento de 3,0% (+15,5% em março), resultante do maior volume de abate de suínos (+8,4%). O peso limpo total de aves e coelhos abatidos e aprovados para consumo foi 34 529 toneladas, o que representou um aumento de 5,2% (+7,1% em março) devido ao maior volume de abate de galináceos (+4,5%), perus (+13,1%) e coelhos (+6,4%).</p>
<p><strong>PRODUÇÃO DE AVES E OVOS</strong></p>
<p>O volume de frango em registou um decréscimo de 6,9%, com 27 527 toneladas produzidas (-3,3% em março), tendo a produção em número de cabeças mostrado uma manutenção (-0,2% em março), resultante do menor peso médio dos animais ao abate. A produção de ovos de galinha para consumo aumentou 3,8% (+12,0% em março), contabilizando 11 713 toneladas.</p>
<p><strong>PRODUÇÃO DE LEITE E PRODUTOS LÁCTEOS</strong></p>
<p>A recolha de leite de vaca foi 171,9 mil toneladas, superior em 1,4% (+2,6% em março). O volume total de produtos lácteos teve um aumento de 13,0% (+5,6% em março), sustentado uma vez mais pela maior produção de leite para consumo (+14,2%), leites acidificados (+19,8%), manteiga (+10,7%) e leite em pó (+36,4%).</p>
<p><strong>PESCADO CAPTURADO</strong></p>
<p>O volume de capturas de pescado em Portugal diminuiu 3,7% (+17,6% em março), devido à menor captura de peixes marinhos e moluscos. Às 6 110 toneladas de pescado correspondeu uma receita que totalizou 26 883 mil euros, valor que representou um aumento de 3,4% (+18,5% em março).</p>
<p>O preço médio do pescado descarregado foi 4,18 Euros/kg, ou seja, apresentou um aumento de 7,3% (0,0% em março).</p>
<p><strong>PREÇOS E ÍNDICES DE PREÇOS AGRÍCOLAS</strong></p>
<p>Em maio de 2026, as variações mais significativas no índice de preços de produtos agrícolas no produtor foram observadas nos hortícolas frescos (+20,3%), azeite a granel (+15,0%), batata (+9,3%), ovinos e caprinos (+8,4%) e suínos (-25,1%).</p>
<p>Em comparação com o mês anterior, as variações de maior amplitude registaram-se na batata (+13,1%), nos hortícolas frescos (-19,0%) e nos bovinos (-14,9%).</p>
<p>Em março de 2026, o índice de preços de bens e serviços de consumo corrente (INPUT I) diminuiu 1,5%, enquanto o índice de preços de bens e serviços de investimento (INPUT II) aumentou 2,9%. Em relação ao mês anterior, o INPUT I e o INPUT II registaram acréscimos de 1,8% e 0,3%, respetivamente.</p>
<h2 style="text-align: center;"><a href="https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&amp;xpgid=ine_publicacoes&amp;PUBLICACOESpub_boui=441597077&amp;PUBLICACOESmodo=2">→ Consulte aqui os documentos ←</a></h2>
<p>O artigo foi publicado originalmente em <a href="https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&amp;xpgid=ine_publicacoes&amp;PUBLICACOESpub_boui=441597077&amp;PUBLICACOESmodo=2" target="_blank" rel="noopener nofollow">INE: publicações</a>.</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="GsAy2QbzpU"><p><a href="https://www.agroportal.pt/boletim-mensal-da-agricultura-e-pescas-maio-de-2026/">Boletim Mensal da Agricultura e Pescas &#8211; Maio de 2026</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="“Boletim Mensal da Agricultura e Pescas – Maio de 2026” — Agroportal" src="https://www.agroportal.pt/boletim-mensal-da-agricultura-e-pescas-maio-de-2026/embed/#?secret=dapt2ZyrrM#?secret=GsAy2QbzpU" data-secret="GsAy2QbzpU" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeto europeu INCREASE reforça proteção da diversidade das leguminosas alimentares na Europa</title>
		<link>https://www.agroportal.pt/projeto-europeu-increase-reforca-protecao-da-diversidade-das-leguminosas-alimentares-na-europa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agroportal]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 10:15:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.agroportal.pt/?p=1252167</guid>

					<description><![CDATA[O projeto europeu INCREASE &#8211; Intelligent Collections of Food Legumes Genetic Resources for European Agrofood Systems &#8211; chegou ao fim após seis anos de trabalho, deixando um legado significativo para a conservação da biodiversidade agrícola e para o desenvolvimento de sistemas alimentares mais sustentáveis. Um dos principais resultados: o INCREASE Web Portal, uma plataforma de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto europeu INCREASE &#8211; Intelligent Collections of Food Legumes Genetic Resources for European Agrofood Systems &#8211; chegou ao fim após seis anos de trabalho, deixando um legado significativo para a conservação da biodiversidade agrícola e para o desenvolvimento de sistemas alimentares mais sustentáveis. Um dos principais resultados: o INCREASE Web Portal, uma plataforma de acesso aberto que reúne dados de passaporte, fenotípicos e genómicos, sobre os recursos genéticos das leguminosas alimentares.</p>
<p>Financiado pela União Europeia através do programa Horizon 2020, o projeto reuniu 25 parceiros de 12 países, incluindo a Universidade Católica Portuguesa (UCP), com o objetivo de preservar e promover a utilização sustentável dos recursos genéticos de quatro leguminosas alimentares fundamentais: grão-de-bico, feijão comum, lentilha e tremocilha (lupino).</p>
<p>A Universidade Católica Portuguesa participou no consórcio através do Centro de Biotecnologia e Química Fina (CBQF) da Escola Superior de Biotecnologia. No âmbito do projeto, a equipa de investigadores caracterizou cerca de 1.300 amostras de feijão comum cultivadas em Espanha, Itália e Polónia ao longo de dois anos. As análises incluíram a avaliação do teor de proteína, compostos fenólicos, minerais essenciais, hidratos de carbono, óleo e humidade, contribuindo para o conhecimento da qualidade nutricional destas variedades e para o estudo das interações entre genótipo e ambiente.</p>
<p>“Um dos aspetos mais inspiradores do INCREASE foi a capacidade de envolver milhares de cidadãos na conservação da agrodiversidade europeia. Este projeto mostrou que a ciência participativa pode desempenhar um papel determinante na valorização dos recursos genéticos e na sensibilização da sociedade para a importância das leguminosas na alimentação e na sustentabilidade agrícola,” referiu Marta Vasconcelos, investigadora do Centro de Biotecnologia e Química Fina da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa e coordenadora do projeto em Portugal.</p>
<p>O projeto destacou-se pela sua forte componente de ciência cidadã. Através de uma aplicação móvel desenvolvida no âmbito da iniciativa, mais de 27 mil cidadãos europeus participaram na avaliação e conservação de variedades de feijão comum, cultivando plantas em jardins, escolas e espaços urbanos e partilhando observações com a comunidade científica. Este modelo foi possível graças a um enquadramento legal, incluindo o Standard Material Transfer Agreement (SMTA) para a troca rastreável de sementes, no âmbito do Tratado Internacional sobre os Recursos Fitogenéticos para a Alimentação e a Agricultura da FAO. Esta experiência foi distinguida com o Prémio da União Europeia para a Cidadania e Ciência, tornando-se uma referência internacional na promoção da participação pública na investigação científica.</p>
<p>Outro resultado em destaque foi a criação das chamadas “Coleções Inteligentes”, subconjuntos cuidadosamente selecionados de recursos genéticos que representam, de forma eficiente, a diversidade existente nos bancos de genes. Estas coleções combinam diversidade genética representativa, dados fenotípicos harmonizados (características observáveis das plantas) e informação genómica de alta resolução. “Para o feijão comum, por exemplo, foram geradas cerca de 8.000 linhas geneticamente estáveis, apoiadas por sequenciação genómica extensiva e ensaios de campo em múltiplos locais europeus,” esclareceu Marta Vasconcelos. No caso do lupino, trata-se da caracterização mais completa alguma vez realizada para esta cultura. Estes recursos permitem aos investigadores identificar, de forma muito mais eficiente, características genéticas importantes e desenvolver novas variedades adaptadas às condições ambientais em constante mudança.</p>
<p>Utilizando tecnologias avançadas de genómica e &#8220;ómicas&#8221;, o INCREASE identificou também regiões genéticas importantes em várias leguminosas. No grão-de-bico, regiões associadas à tolerância à seca, na lentilha, genes que ajudam as plantas a adaptarem-se a condições de altitude, no feijão comum, genes que conferem resistência a doenças. Combinando estes dados com novos métodos estatísticos, os cientistas conseguem agora identificar genes cujos efeitos dependem do ambiente em que a planta cresce. Esta informação alimenta modelos preditivos que permitem determinar quais as variedades mais adequadas a cada contexto, hoje e no futuro, face às alterações climáticas.</p>
<p>Embora o projeto tenha terminado em abril de 2026, os recursos genéticos, os dados científicos e as ferramentas desenvolvidas permanecerão disponíveis para investigadores, agricultores, melhoradores de plantas e bancos de genes em toda a Europa. A continuidade da comunidade criada em torno da iniciativa será assegurada pela associação Diversitas, criada para dar seguimento às atividades de conservação descentralizada e investigação participativa iniciadas pelo projeto.</p>
<p>Mais informações em <a href="https://www.pulsesincrease.eu/results/web-portal" target="_blank" rel="noopener">https://www.pulsesincrease.eu/results/web-portal</a></p>
<p><em>Fonte: Universidade Católica Portuguesa</em></p>
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		<title>Agroportal estabelece parceria com o SAPO</title>
		<link>https://www.agroportal.pt/agroportal-estabelece-parceria-com-o-sapo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agroportal]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 10:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Sugeridas]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
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					<description><![CDATA[O Agroportal e o SAPO estabeleceram uma parceria que permitirá disponibilizar conteúdos editoriais do Agroportal através dos canais do SAPO, reforçando a divulgação de informação especializada sobre agricultura, floresta, alimentação e desenvolvimento rural junto de um público mais vasto. Esta parceria representa um novo passo na missão do Agroportal de aproximar o setor agrícola da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Agroportal e o SAPO estabeleceram uma parceria que permitirá disponibilizar conteúdos editoriais do Agroportal através dos canais do SAPO, reforçando a divulgação de informação especializada sobre agricultura, floresta, alimentação e desenvolvimento rural junto de um público mais vasto.</p>
<p>Esta parceria representa um novo passo na missão do Agroportal de aproximar o setor agrícola da sociedade portuguesa, contribuindo para uma maior presença dos temas rurais e agroalimentares no espaço mediático nacional e para uma melhor compreensão da sua importância económica, social e ambiental.</p>
<blockquote><p>Para o SAPO, esta colaboração representa igualmente um reforço da sua oferta de conteúdos especializados nas áreas da agricultura, floresta, alimentação e desenvolvimento rural. Trata-se de uma aproximação natural fruto do interesse do SAPO pela agricultura que já vinha sendo construído através da publicação <a href="https://sapo.pt/tags/cronicas-rurais" target="_blank" rel="noopener">regular de artigos de opinião</a> de autores que também eram ligados ao Agroportal.</p>
<p>Para José Diogo Albuquerque, CEO do Agroportal, “esta parceria reforça a capacidade do Agroportal de levar os temas da agricultura, floresta e alimentação a mais portugueses. É também um reconhecimento do trabalho desenvolvido e do crescimento alcançado ao longo dos últimos anos.”</p></blockquote>
<h5><strong>Sobre o Agroportal</strong></h5>
<p>Fundado em 1999, o Agroportal é uma plataforma digital dedicada à agricultura, floresta, alimentação e desenvolvimento rural. Disponibiliza diariamente notícias, análises, opinião, eventos, emprego e informação especializada, contribuindo para uma melhor informação e ligação entre o setor e a sociedade.</p>
<p>Em 2025, o Agroportal registou 986.728 utilizadores e 2.575.042 visualizações de páginas, refletindo o crescimento e a relevância que tem vindo a consolidar ao longo dos últimos anos. Mais informações em <a href="https://www.agroportal.pt" target="_blank" rel="noopener">www.agroportal.pt</a> e no nosso <a href="https://www.agroportal.pt/wp-content/uploads/2026/03/Agroportal_RC25_compressed-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">relatório de 2025</a>.</p>
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		<title>Projeto que transforma crianças em agentes de mudança ambiental quer chegar a 35 mil alunos</title>
		<link>https://www.agroportal.pt/projeto-que-transforma-criancas-em-agentes-de-mudanca-ambiental-quer-chegar-a-35-mil-alunos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agroportal]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 09:59:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
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					<description><![CDATA[Programa &#8220;Educar para Reciclar – Heróis do Ambiente&#8221; já envolveu 12 mil alunos e respetivas famílias em oito municípios portugueses e prepara agora uma expansão nacional. Desenvolvida pela HardLevel – Energias Renováveis, empresa líder na Península Ibérica na gestão e pré-tratamento de Óleos Alimentares Usados (OAU), a iniciativa combina educação ambiental estruturada nas escolas, tecnologia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Programa &#8220;Educar para Reciclar – Heróis do Ambiente&#8221; já envolveu 12 mil alunos e respetivas famílias em oito municípios portugueses e prepara agora uma expansão nacional. Desenvolvida pela HardLevel – Energias Renováveis, empresa líder na Península Ibérica na gestão e pré-tratamento de Óleos Alimentares Usados (OAU), a iniciativa combina educação ambiental estruturada nas escolas, tecnologia IoT para recolha seletiva de resíduos e mobilização comunitária, com o objetivo de promover mudanças de comportamento duradouras em prol da sustentabilidade</p>
<p>Mais de 12 mil alunos, 45 escolas e oito municípios aderiram, no último ano letivo, ao programa &#8220;Educar para Reciclar – Heróis do Ambiente&#8221;, uma iniciativa pioneira da Hardlevel – Energias Renováveis, que pretende transformar crianças em verdadeiros agentes de mudança ambiental junto das suas famílias e comunidades. Um ano depois do arranque do projeto, o balanço realizado pelas direções escolares e autarquias parceiras é “unanimemente positivo”, levando já vários municípios portugueses e dezenas de estabelecimentos de ensino a manifestar interesse em integrar o programa e fazê-lo crescer exponencialmente no próximo ano letivo.</p>
<p>Desenvolvido pela Escola Ambiental HardLevel e suportado pela plataforma tecnológica Carbon Foote, o programa &#8220;Heróis do Ambiente&#8221; é muito mais do que um conjunto de ações de sensibilização. Trata-se de um ecossistema pedagógico, operacional e digital que acompanha crianças do 1.º ao 8.º ano de escolaridade ao longo do seu percurso escolar, promovendo a adoção de comportamentos ambientalmente responsáveis e incentivando a sua replicação no seio familiar e comunitário.</p>
<p>&#8220;As crianças não são apenas o futuro. São hoje um dos mais poderosos motores de mudança dentro das famílias. Se queremos alterar comportamentos ambientais, temos de começar onde tudo começa: na educação&#8221;, afirma Karim Karmali, fundador e CEO da HardLevel.</p>
<p>Portugal continua a registar um défice significativo na recolha doméstica de óleos alimentares usados, apesar das metas estabelecidas pelo Decreto-Lei n.º 102-D/2020. E muitos municípios continuam a enfrentar dificuldades na implementação de soluções eficazes que permitam aumentar as taxas de recolha e reciclagem destes resíduos.</p>
<p>Foi precisamente para responder a este desafio que a HardLevel decidiu, há um ano, dar um passo além da simples recolha e valorização de resíduos, apostando numa estratégia de educação ambiental de longo prazo. “Porque, tal como as sementes, as ideias precisam de tempo para germinar e dar frutos. Acreditamos que educar as crianças é a forma mais eficaz de construir uma cultura de sustentabilidade duradoura&#8221;, acrescenta o responsável.</p>
<p>Após o arranque nos concelhos de Guimarães, Ovar, Murtosa, Sever do Vouga, Albergaria-a-Velha, Oliveira do Bairro, Almada e, igualmente, no território servido pela Resialentejo &#8211; Tratamento e Valorização de Resíduos, os objetivos da iniciativa &#8211; uma solução inovadora que combina educação ambiental estruturada nas escolas, tecnologia Internet of Things (IoT), recolha seletiva de OAU e mobilização comunitária &#8211; são agora mais ambiciosos.</p>
<p>Segundo Karim Karmali, pretende-se doravante alcançar um total de 25 municípios, 120 escolas e abranger mais de 35.000 alunos e respetivos núcleos familiares. Um crescimento (de mais de 213% no número de concelhos, 167% de estabelecimentos de ensino e 192% de alunos) que será suportado pela versão atualizada da plataforma cloud da Escola Ambiental da Hardlevel e por novos conteúdos pedagógicos, também para o 5.º e 6.º anos de escolaridade.</p>
<p>“São ainda muitos os municípios que carecem de meios e metodologias eficazes para cumprir os desígnios legislativos, que impõem objetivos crescentes de reciclagem de óleos alimentares usados domésticos”, lembra o empresário, há 20 anos à frente da empresa pioneira na gestão inteligente de OAU em Portugal e Espanha.</p>
<p><strong>Rede da Hardlevel chega a mais de 100 municípios </strong><strong>e 10 mil restaurantes</strong></p>
<p>No domínio em que a Hardlevel atua, “dar o litro” tem um sentido literal e altamente impactante. Porque cada litro de óleos alimentares deitados pelo lava-loiças abaixo tem o poder de contaminar um milhão de litros de água, sobrecarregando sobremaneira, com gorduras de difícil tratamento, a tarefa das estações de tratamento de águas residuais (ETAR).</p>
<p>A Hardlevel aproxima-se da marca de um milhão de quilogramas de óleos alimentares usados recolhidos por ano, isto somente na componente doméstica, meta que prevê ultrapassar durante 2027, sustentada pela expansão da rede de oleões Smart S+ (sensorizados e com tecnologia IoT) e pelo impacto crescente do programa da Escola Ambiental.</p>
<p>A rede deste operador chega atualmente a mais de 100 municípios, servidos por aproximadamente 4.000 oleões, e processa ainda os óleos alimentares usados de cerca de 10 mil restaurantes. Os resíduos entram num circuito industrial de valorização que evita a emissão de cerca de 3.900 toneladas de CO₂ por ano — o equivalente a plantar 195.000 árvores.</p>
<p>“Registamos, na nossa operação, um crescimento de dois dígitos face ao ano anterior, tendência que se mantém em linha com as metas definidas no nosso roadmap estratégico 2025-2030”, revela o CEO da Hardlevel.</p>
<p><em>Fonte: HardLevel</em></p>
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		<title>Mais de 200 vinhos, música e atividades para toda a família: Dão Summer Edition arranca este sábado</title>
		<link>https://www.agroportal.pt/mais-de-200-vinhos-musica-e-atividades-para-toda-a-familia-dao-summer-edition-arranca-este-sabado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agroportal]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 09:56:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
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					<description><![CDATA[É já este fim-de-semana que o Solar do Vinho do Dão, em Viseu, recebe a primeira edição do Dão Summer Edition, uma iniciativa promovida pela Comissão Vitivinícola Regional do Dão (CVR Dão) que convida produtores, especialistas e consumidores a celebrarem os vinhos do Dão e de Lafões, num evento ao ar livre, pensado para toda [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É já este fim-de-semana que o Solar do Vinho do Dão, em Viseu, recebe a primeira edição do Dão Summer Edition, uma iniciativa promovida pela Comissão Vitivinícola Regional do Dão (CVR Dão) que convida produtores, especialistas e consumidores a celebrarem os vinhos do Dão e de Lafões, num evento ao ar livre, pensado para toda a família.</p>
<p>Nos dias 27 e 28 de junho, estarão em prova mais de 200 vinhos de 20 produtores das duas regiões vitivinícolas, num programa que inclui gastronomia, música ao vivo, DJ, provas comentadas, conversas temáticas e um espaço dedicado às crianças, permitindo que visitantes de todas as idades desfrutem da experiência.</p>
<p>Entre os destaques da programação está a prova especial “As Mulheres do Dão”, marcada para sábado, às 15h00, que será conduzida pela enóloga Mafalda Ortigão. Exclusiva para o público feminino, esta sessão pretende dar visibilidade ao trabalho desenvolvido por enólogas e produtoras da região.</p>
<p>Os vinhos de Lafões terão igualmente um lugar de destaque nesta primeira edição do Dão Summer Edition. A região estará representada pelos produtores Quinta do Gato e Chão de S. Francisco, que vão dar a conhecer os seus vinhos aos visitantes. Além disso, o programa integra duas Speed Tastings unicamente dedicadas a Lafões, uma orientada por Tiago Macena e outra por Constantino Ramos, uma oportunidade única para descobrir a identidade e o potencial desta denominação de origem.</p>
<p>A programação completa pode ser consultada no <a href="https://www.cvrdao.pt/" target="_blank" rel="noopener">site</a> da CVR Dão. Os bilhetes encontram-se disponíveis na <a href="https://www.ticketline.pt/evento/dao-summer-edition-105706" target="_blank" rel="noopener">Ticketline</a> e há condições especiais para a compra antecipada, até ao dia 26 de junho (cinco euros). Nos dias do evento, cada entrada custa oito euros e inclui um copo oficial e quatro senhas para utilização em provas de vinho ou nas Speed Tastings. As crianças e jovens até aos 18 anos têm entrada gratuita.</p>
<p>Adega de Mangualde, Adega de Penalva, Adega de Silgueiros, António Madeira, Cabriz / Casa de Santar, Caminhos Cruzados, Casa da Passarella, Chão da Quinta, Código Wines, Pedra Cancela, Quinta da Cerca e Quinta da Giesta 1884 vão estar presentes na estreia do Dão Summer Edition. Quinta da Rebôtea / Quinta Ponte Pedrinha, Quinta da Vegia / Quinta dos Roques, Quinta das Queimas, Quinta de Lemos, Quinta do Gato, Quinta do Sobral Santar, Quinta dos Carvalhais e Soito Wines também integram a lista de produtores confirmados.</p>
<p><em>Fonte: CVR Dão</em></p>
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		<title>UE: Portugal recebe 30 milhões de euros para apoiar agricultores afetados pela tempestade Kristin</title>
		<link>https://www.agroportal.pt/ue-portugal-recebe-30-milhoes-de-euros-para-apoiar-agricultores-afetados-pela-tempestade-kristin/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vida Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 09:31:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias apoios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os agricultores portugueses vão receber 30 milhões de euros da reserva agrícola da União Europeia (UE) para fazer face aos danos causados por fenómenos climáticos adversos. O apoio foi aprovado pelos Estados-Membros no âmbito de uma proposta da Comissão Europeia para mobilizar mais de 56 milhões de euros para cinco países.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os agricultores portugueses vão receber 30 milhões de euros da reserva agrícola da União Europeia (UE) para fazer face aos danos causados por fenómenos climáticos adversos. O apoio foi aprovado pelos Estados-Membros no âmbito de uma proposta da Comissão Europeia para mobilizar mais de 56 milhões de euros para cinco países.</p>
<p>De acordo com o comunicado de imprensa, além de Portugal, a Roménia receberá 14,8 milhões de euros, Chipre 4,6 milhões de euros, a Croácia 4,4 milhões de euros e a Eslovénia 2,8 milhões de euros.</p>
<p>Os fundos destinam-se a apoiar agricultores afetados por danos significativos em resultado de fenómenos climáticos adversos e catástrofes naturais ao longo de 2025 e no primeiro semestre de 2026. O apoio será dirigido a produtores de fruta, frutos de casca rija, vinha, olival e culturas aráveis, incluindo produtores pecuários mistos.</p>
<p>O orçamento atribuído por Bruxelas poderá ser complementado com fundos nacionais até 200%.</p>
<p>Em Portugal, o apoio surge na sequência da tempestade Kristin, que atingiu o país em janeiro e fevereiro de 2026. O fenómeno foi acompanhado por chuvas intensas, ventos fortes e inundações, causando danos em terrenos e infraestruturas agrícolas e perdas relevantes na produção.</p>
<p>No caso português, os setores elegíveis para apoio incluem culturas aráveis, azeite e azeitona de mesa, frutas e produtos hortícolas, vinho e pecuária.</p>
<p>A Roménia receberá apoio devido aos efeitos da seca severa e das vagas de calor registadas entre junho e agosto de 2025, que afetaram os rendimentos do milho e do girassol. No Chipre, a seca prolongada e o calor extremo a partir de maio de 2025 provocaram perdas na produção vegetal e aumentaram os custos com alimentação animal.</p>
<p>Na Croácia, a primavera e o verão de 2025 foram marcados por temperaturas negativas, precipitação excessiva e seca, com danos em culturas como fruta, vinha e beterraba sacarina. A Eslovénia foi afetada por geadas primaveris que prejudicaram a produção de maçã.</p>
<p>Segundo a nota de imprensa, as autoridades nacionais devem garantir que os agricultores recebem o apoio de forma célere. A ajuda deverá ser distribuída, o mais tardar, até 28 de fevereiro de 2027.</p>
<p>Após a aprovação pelos Estados-Membros, a Comissão Europeia adotará formalmente a proposta. O diploma será depois publicado no Jornal Oficial da UE e entrará em vigor no dia seguinte ao da publicação.</p>
<p>Os Estados-Membros abrangidos terão de notificar a Comissão sobre os detalhes de implementação das medidas, incluindo os critérios usados para determinar a concessão da ajuda individual, o impacto previsto, as previsões de pagamento por mês e o nível de apoio adicional a conceder.</p>
<p>A notificação deverá ainda incluir as ações previstas para evitar distorções de concorrência e sobrecompensações.</p>
<p>A Política Agrícola Comum 2023-2027 inclui uma reserva agrícola anual de, pelo menos, 450 milhões de euros para responder a perturbações de mercado ou a acontecimentos excecionais que afetem a produção ou a distribuição.</p>
<p>Segundo a Comissão Europeia, a frequência crescente de fenómenos climáticos adversos reforça a importância de melhorar as ferramentas de gestão de risco e de promover uma utilização mais ampla dessas soluções em toda a UE, em paralelo com medidas para aumentar a resiliência das explorações agrícolas.</p>
<p>O artigo foi publicado originalmente em <a href="https://www.vidarural.pt/destaques/portugal-agricultores-tempestade/" target="_blank" rel="noopener nofollow">Vida Rural</a>.</p>
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