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	<title>Agroportal</title>
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	<description>a porta para a agricultura e o mundo rural</description>
	<lastBuildDate>Mon, 22 Jun 2026 15:44:31 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Agroportal</title>
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	<item>
		<title>UE atribui mais de 56 milhões de euros em apoios de emergência a agricultores em Portugal, Roménia, Chipre, Croácia e Eslovénia</title>
		<link>https://www.agroportal.pt/ue-atribui-mais-de-56-milhoes-de-euros-em-apoios-de-emergencia-a-agricultores-em-portugal-romenia-chipre-croacia-e-eslovenia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agroportal]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 15:40:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias apoios]]></category>
		<category><![CDATA[Sugeridas]]></category>
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					<description><![CDATA[Hoje, os Estados-Membros aprovaram a proposta da Comissão Europeia para mobilizar mais de 56 milhões de euros da reserva agrícola. Os agricultores de Portugal receberão 30 milhões de euros, os da Roménia 14,8 milhões de euros, os de Chipre 4,6 milhões de euros, os da Croácia 4,4 milhões de euros e os da Eslovénia 2,8 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-path-to-node="3">Hoje, os Estados-Membros aprovaram a proposta da Comissão Europeia para mobilizar mais de 56 milhões de euros da reserva agrícola. Os agricultores de Portugal receberão 30 milhões de euros, os da Roménia 14,8 milhões de euros, os de Chipre 4,6 milhões de euros, os da Croácia 4,4 milhões de euros e os da Eslovénia 2,8 milhões de euros.</p>
<p data-path-to-node="4">Estes fundos irão apoiar os agricultores afetados por danos significativos decorrentes de fenómenos climáticos adversos. O apoio será direcionado aos produtores de fruta, frutos de casca rija, vinha, olival e culturas aráveis, incluindo produtores pecuários mistos. O orçamento atribuído pode ser complementado com fundos nacionais até 200%.</p>
<p data-path-to-node="5">Ao longo de 2025 e no primeiro semestre de 2026, os agricultores destes países testemunharam danos significativos e sofreram perdas económicas devido a fenómenos climáticos adversos e catástrofes naturais.</p>
<p data-path-to-node="6">Portugal foi atingido pela Tempestade Kristin em janeiro e fevereiro de 2026, com chuvas intensas, ventos fortes e inundações que causaram estragos e destruíram terrenos e infraestruturas agrícolas. Isto resultou em perdas consideráveis para a produção agrícola.</p>
<p data-path-to-node="7">Na Roménia, a seca severa e as vagas de calor repetidas entre junho e agosto de 2025 afetaram os rendimentos do milho e do girassol. Chipre registou uma seca prolongada e calor extremo a partir de maio de 2025, o que levou a grandes perdas na produção vegetal, bem como a custos mais elevados com a alimentação dos animais. Na Croácia, a primavera e o verão de 2025 trouxeram temperaturas negativas, bem como precipitação excessiva e seca, danificando culturas como a fruta, a vinha e a beterraba sacarina. A Eslovénia sofreu geadas primaveris que danificaram a produção de maçã.</p>
<p data-path-to-node="8">Os setores agrícolas e as culturas elegíveis para apoio incluem:</p>
<ul data-path-to-node="9">
<li>
<p data-path-to-node="9,0,0"><b data-path-to-node="9,0,0" data-index-in-node="0">Em Portugal:</b> culturas aráveis, azeite e azeitona de mesa, frutas e produtos hortícolas, vinho e pecuária;</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="9,1,0"><b data-path-to-node="9,1,0" data-index-in-node="0">Na Croácia:</b> ameixas, avelãs, vinhas, luzerna e beterraba sacarina;</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="9,2,0"><b data-path-to-node="9,2,0" data-index-in-node="0">Em Chipre:</b> citrinos, bananas, figos, romãs, figos-da-índia, vinhas, azeite e azeitona de mesa, cereais, culturas forrageiras, apicultura e pecuária (bovinos, ovinos e caprinos);</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="9,3,0"><b data-path-to-node="9,3,0" data-index-in-node="0">Na Roménia:</b> girassol e milho;</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="9,4,0"><b data-path-to-node="9,4,0" data-index-in-node="0">Na Eslovénia:</b> maçãs.</p>
</li>
</ul>
<p data-path-to-node="10">As autoridades nacionais devem garantir que os agricultores recebam o apoio rapidamente, devendo a ajuda ser distribuída, o mais tardar, até 28 de fevereiro de 2027.</p>
<h3 data-path-to-node="11">Próximos passos</h3>
<p data-path-to-node="12">Após a aprovação de hoje por parte dos Estados-Membros, a Comissão adotará a sua proposta. Esta será depois publicada no <i data-path-to-node="12" data-index-in-node="121">Jornal Oficial da União Europeia</i> e entrará em vigor no dia seguinte ao da sua publicação.</p>
<p data-path-to-node="13">Os Estados-Membros em causa deverão notificar a Comissão, sem demora, sobre os detalhes da implementação das medidas. Estes incluem os critérios utilizados para determinar a concessão da ajuda individual, o impacto previsto da medida, as previsões de pagamentos discriminadas por mês e o nível de apoio adicional a conceder. A notificação deve também incluir as ações planeadas para evitar distorções de concorrência e sobrecompensações.</p>
<h3 data-path-to-node="14">Contexto</h3>
<p data-path-to-node="15">A Política Agrícola Comum para 2023-2027 inclui uma reserva agrícola de, pelo menos, 450 milhões de euros por ano para fazer face a perturbações de mercado ou a acontecimentos excecionais que afetem a produção ou a distribuição. Dada a frequência crescente de fenómenos climáticos adversos, a Comissão sublinhou a importância de reforçar as ferramentas de gestão de riscos e de promover a sua utilização mais ampla em toda a UE, a par de medidas pró-ativas para abordar as causas profundas e melhorar a resiliência das explorações agrícolas.</p>
<p data-path-to-node="15"><em>Fonte: Comissão Europeia</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Positive start to the EU rice campaign</title>
		<link>https://www.agroportal.pt/positive-start-to-the-eu-rice-campaign/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Comissão Europeia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 14:41:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.agroportal.pt/?p=1252014</guid>

					<description><![CDATA[<p>Positive start to the EU rice campaign</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>In short</h2>
<p>Growing conditions across Europe remain generally favourable, with winter crops approaching maturity and summer crops developing well in most regions. EU yield forecasts point to yields just above the five-year average, but below last year’s figures, with only minor revisions compared with last month.</p>
<p>However, the dry spring and the heatwave in May have reduced winter crop yield prospects in parts of western, central and eastern Europe. Concerns are also increasing for summer crops where soil moisture reserves remain depleted while water demand is rising. High temperatures and limited rainfall forecast until the end of June across much of western and central Europe will intensify crop water stress and can threaten the yield potential.</p>
<p>This edition includes a dedicated rice analysis. The 2026 rice campaign has started smoothly across the main producing regions, with favourable yield prospects at the EU level.</p>
<h2>Areas of concern</h2>
<p>The main concerns relate to persistent crop water stress in western, central and eastern Europe, which has already reduced winter crop yield expectations in several regions and raises concerns for summer crops as water demand increases.</p>
<h3>Persistent spring dryness reduces winter crop yield expectations in western, central and eastern Europe</h3>
<p>Persistent rainfall deficits since spring have depleted soil moisture reserves across several regions. The impacts on winter crops are now evident, and concerns are increasing for summer crops.</p>
<ol>
<li><strong>Central-western France:</strong> The hot spell in late May, combined with low soil moisture levels, impacted reproductive stages and has thus reduced winter crop yield expectations.</li>
<li><strong>Southern Czechia, western Slovakia, most of Hungary and westernmost Romania:</strong> Prolonged dryness and reduced soil moisture availability have negatively affected winter crop development, reducing yield expectations. Although recent rainfall partly alleviated the soil water deficit, summer crops may soon suffer from the forecast hot and dry weather.</li>
<li><strong>Western Ukraine and central Ukraine:</strong> Persistent rainfall deficits since spring have limited soil moisture and reduced winter crop yield expectations.</li>
<li><strong>South-western Germany and easternmost France:</strong> Low soil moisture levels, combined with forecast heat and limited rainfall, raise concerns for summer crops, particularly maize and sugar beet. Winter crops are less exposed, as they are already approaching maturity.</li>
</ol>
<h3>Heat and water stress reduce winter crop yield potential in parts of Italy</h3>
<ol start="5">
<li><strong>Central Italy:</strong> A hot spell in late May accelerated grain filling of winter cereals, reducing yield expectations, but they still remain above the five-year average.</li>
<li><em><strong>Sicilia</strong></em><strong>:</strong> Hot and dry conditions during May compromised the final stages of durum wheat, slightly reducing the very good yield expectations.</li>
</ol>
<h3>Previously reported impacts</h3>
<ol start="7">
<li><strong>Spain</strong>: In<em> Castilla y León,</em> the unfavourable emergence of winter crops led to limited biomass accumulation (May bulletin), with irreversible yield losses.</li>
<li><strong>Hungary and western Romania, Poland, Czechia and Lithuania</strong>: Late frost events impacted rapeseed flowering and winter crops growth (May bulletin).</li>
</ol>
<h2> 2026 JRC MARS Bulletin survey</h2>
<p>The JRC invites readers to participate in its annual user survey on the MARS Bulletin. Your feedback helps us improve the relevance, clarity and usefulness of our analyses and supports the future development of the Bulletin. The survey takes only a few minutes to complete.</p>
<p><a class="ecl-link ecl-link--primary" href="https://ec.europa.eu/eusurvey/runner/2026JRCMARSBulletinSurvey%20" target="_blank" rel="noopener">Take the survey</a></p>
<p>O artigo foi publicado originalmente em <a href="https://joint-research-centre.ec.europa.eu/jrc-news-and-updates/positive-start-eu-rice-campaign-2026-06-22_en" target="_blank" rel="noopener nofollow">JRC</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mau tempo: Comissário europeu diz que 30 ME para agricultores são promessa cumprida</title>
		<link>https://www.agroportal.pt/mau-tempo-comissario-europeu-diz-que-30-me-para-agricultores-sao-promessa-cumprida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 14:17:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias apoios]]></category>
		<category><![CDATA[Sugeridas]]></category>
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					<description><![CDATA[O comissário europeu para a Agricultura, Christophe Hansen, disse hoje à Lusa que a mobilização de 30 milhões de euros para os agricultores afetados pelo mau tempo é uma promessa cumprida por Bruxelas. “Ainda me lembro dos agricultores que conheci em Portugal após a tempestade Kristin, onde as inundações causaram danos significativos nas terras agrícolas, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O comissário europeu para a Agricultura, Christophe Hansen, disse hoje à Lusa que a mobilização de 30 milhões de euros para os agricultores afetados pelo mau tempo é uma promessa cumprida por Bruxelas.</p>
<p>“Ainda me lembro dos agricultores que conheci em Portugal após a tempestade Kristin, onde as inundações causaram danos significativos nas terras agrícolas, nas infraestruturas e na produção. Disse-lhes, na altura, que não estavam sozinhos e que a União Europeia estaria ao lado de Portugal”, recordou, acrescentando que, hoje, o executivo comunitário está “ a cumprir essa promessa”.</p>
<p>“Embora nenhuma medida isolada possa compensar totalmente a escala das perdas sofridas, nem substituir tudo o que foi destruído, a Comissão Europeia vai mobilizar 30 milhões de euros da reserva de crise para o setor agrícola, de forma a apoiar os agricultores portugueses afetados pelas cheias” causadas pela pelo ‘comboio de tempestades’, salientou o comissário europeu para a Agricultura.</p>
<p>“Este financiamento irá ajudá-los a retomar a sua atividade, a reconstruir o que foi perdido e a dar alívio onde este é mais necessário”, disse ainda.</p>
<p>Recorde-se que Hansen visitou, em fevereiro, as áreas afetadas pelas tempestades, com destaque para a Kristin.</p>
<p>O comissário referiu ainda que a UE deve continuar a reforçar as ferramentas de resposta a crises, tanto a nível nacional como europeu — incluindo na futura Política Agrícola Comum —, “uma vez que os desastres relacionados com o clima se estão a tornar mais frequentes e severos por toda a Europa”.</p>
<p>Pelo menos 19 pessoas morreram em Portugal entre o final de janeiro e o início de março na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que fizeram também várias centenas de feridos, desalojados e deslocados. Mais de metades das mortes foram registadas em trabalhos de recuperação.</p>
<p>Os temporais, que atingiram o território continental durante cerca de três semanas, sobretudo nas regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo, provocaram a destruição total ou parcial de milhares de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias, com prejuízos superiores a cinco mil milhões de euros.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mau tempo: Bruxelas dá &#8216;luz verde&#8217; a apoio de 30 ME para agricultores portugueses</title>
		<link>https://www.agroportal.pt/mau-tempo-bruxelas-da-luz-verde-a-apoio-de-30-me-para-agricultores-portugueses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 14:13:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias apoios]]></category>
		<category><![CDATA[Sugeridas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comité de Gestão para a Organização Comum dos Mercados Agrícolas aprovou hoje um apoio de 30 milhões de euros para os agricultores portugueses afetados pelas tempestades que atingiram o país no início do ano. Na sexta-feira, o ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes, tinha anunciado que a votação deste apoio iria ocorrer [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comité de Gestão para a Organização Comum dos Mercados Agrícolas aprovou hoje um apoio de 30 milhões de euros para os agricultores portugueses afetados pelas tempestades que atingiram o país no início do ano.</p>
<p>Na sexta-feira, o ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes, tinha anunciado que a votação deste apoio iria ocorrer esta semana.</p>
<p>Fonte oficial do ministério adiantou à Lusa que o Comité de Gestão para organização Comum dos Mercados Agrícolas – Questões Horizontais, órgão da União Europeia que auxilia a Comissão Europeia, já deu “luz verde” à atribuição desta ajuda.</p>
<p>Os agricultores afetados pelas tempestades que atingiram o país no início do ano vão ter assim acesso a um apoio de 30 milhões de euros, na sequência de ter sido solicitado a Bruxelas o acionamento da reserva agrícola, conforme avançou à Lusa José Manuel Fernandes, em 12 de junho.</p>
<p>De acordo com o executivo, a Comissão Europeia reconheceu “a justeza e fundamentação” do pedido apresentado por Portugal, dando o apoio máximo possível.</p>
<p>O valor em questão provém da reserva agrícola, que é um instrumento financeiro da Política Agrícola Comum (PAC), destinado a responder às perturbações do mercado, flutuações de preços e crises que afetam tanto a produção como a distribuição de alimentos.</p>
<p>Este instrumento conta com uma dotação de 450 milhões de euros anuais, a que os 27 Estados-membros podem aceder.</p>
<p>O projeto de regulamento de execução já previa um pacote extraordinário de apoio, destinado, além de Portugal, à Croácia, Chipre, Roménia e Eslovénia.</p>
<p>O documento estipulou que Portugal fica com a maior fatia deste pacote europeu, ou seja, 30 milhões de euros.</p>
<p>Seguem-se a Roménia (14,8 milhões de euros), Chipre (4,6 milhões de euros), Croácia (4,6 milhões de euros) e a Eslovénia (2,8 milhões de euros).</p>
<p>O Governo tem flexibilidade para definir os setores prioritários.</p>
<p>Em comunicado, José Manuel Fernandes disse que esta decisão representa o “reconhecimento justo das necessidades do país e da solidez técnica” do pedido apresentado por Portugal.</p>
<p>O titular da pasta da Agricultura assegurou ainda que estão a ser utilizadas todas as fontes possíveis para apoiar os agricultores.</p>
<p>Segundo os dados do executivo, os apoios mobilizados para responder aos efeitos das tempestades ultrapassam os 623 milhões de euros na área da agricultura e floresta.</p>
<p>Portugal foi atingido por um comboio de tempestades entre o final de janeiro e meados de fevereiro que afetou, sobretudo, a região Centro do país.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Kiwa torna-se Organismo Notificado para sustentabilidade ambiental</title>
		<link>https://www.agroportal.pt/kiwa-torna-se-organismo-notificado-para-sustentabilidade-ambiental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agroportal]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 14:04:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.agroportal.pt/?p=1252038</guid>

					<description><![CDATA[A Kiwa foi reconhecida como Organismo Notificado para a sustentabilidade ambiental ao abrigo do Regulamento dos Produtos de Construção (CPR) da União Europeia, assinalando um marco relevante para o setor da construção e para o reforço das práticas sustentáveis no mercado europeu. Este reconhecimento consolida o papel da Kiwa como parceiro de confiança na validação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Kiwa foi reconhecida como Organismo Notificado para a sustentabilidade ambiental ao abrigo do Regulamento dos Produtos de Construção (CPR) da União Europeia, assinalando um marco relevante para o setor da construção e para o reforço das práticas sustentáveis no mercado europeu.</p>
<p>Este reconhecimento consolida o papel da Kiwa como parceiro de confiança na validação e verificação de Declarações Ambientais de Produto (DAP) e reforça a sua experiência como Organismo Notificado no âmbito do CPR.</p>
<p>Num mercado cada vez mais exigente, onde a credibilidade dos dados ambientais depende de validação independente, trabalhar com um Organismo Notificado como a Kiwa torna-se necessário para assegurar uma verificação credível e em conformidade com os requisitos necessários à marcação CE, de acordo com o novo enquadramento regulamentar.</p>
<p>Com este reforço de competências, a Kiwa posiciona-se como parceiro estratégico para apoiar o setor na resposta às crescentes exigências de sustentabilidade.</p>
<p><strong>Um novo papel no âmbito do CPR</strong></p>
<p>Com a atualização do Sistema de Avaliação e Verificação (AVS), e a introdução do novo Sistema 3+, passa a ser obrigatória a verificação e validação dos impactes ambientais declarados para produtos abrangidos pelo CPR.</p>
<p>Neste contexto, enquanto Organismo Notificado, a Kiwa passa a assegurar:</p>
<ul>
<li>Auditorias iniciais aos locais de produção;</li>
<li>Validação e verificação dos dados ambientais das empresas;</li>
<li>Avaliação da metodologia de cálculo dos impactes ambientais;</li>
<li>Verificação da origem e qualidade dos dados.</li>
</ul>
<p>Este novo enquadramento contribui para um maior rigor da informação ambiental associada aos produtos de construção, promovendo mais transparência e confiança no mercado.</p>
<p><em>Fonte: Kiwa Portugal</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Ouro que Nasce das Adversidades</title>
		<link>https://www.agroportal.pt/o-ouro-que-nasce-das-adversidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agroportal]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 13:50:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.agroportal.pt/?p=1252004</guid>

					<description><![CDATA[A Aromáticas Vivas voltou a destacar-se na 13.ª edição do Concurso Nacional de Ervas Aromáticas Tradicionais Portuguesas, uma iniciativa organizada pelo CNEMA, Centro Nacional de Exposições e Mercados Agrícolas, em parceria com a Qualifica. Nesta edição, a empresa sediada em Viana do Castelo e líder do mercado nacional de ervas aromáticas em vaso, conquistou três [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Aromáticas Vivas voltou a destacar-se na 13.ª edição do Concurso Nacional de Ervas Aromáticas Tradicionais Portuguesas, uma iniciativa organizada pelo CNEMA, Centro Nacional de Exposições e Mercados Agrícolas, em parceria com a Qualifica. Nesta edição, a empresa sediada em Viana do Castelo e líder do mercado nacional de ervas aromáticas em vaso, conquistou três medalhas, reforçando o seu posicionamento de excelência no setor.</p>
<p>Esta premiação assume um significado ainda mais especial num ano particularmente desafiante, marcado pelas sucessivas tempestades que assolaram o país e que provocaram avultados prejuízos para as empresas e particulares. A Aromáticas Vivas foi uma das empresas afetadas por estas condições meteorológicas, tendo enfrentado dificuldades significativas na sua atividade.</p>
<p>A 7 de Fevereiro, a tempestade Marta destruiu uma parte significativa de uma das suas estufas de vidro, comprometendo a produção da erva aromática produzida nessa mesma infraestrutura, o Manjericão. O Manjericão é a variedade com maior volume de produção da empresa, que conta com uma produção anual de aproximadamente 1.7 milhões de vasos, é também aquela que mais vezes alcançou um lugar no pódio do Concurso Nacional de Ervas Aromáticas Tradicionais Portuguesas.</p>
<p>Apesar desta calamidade que causou danos de, aproximadamente, meio milhão de euros, a Aromáticas Vivas demonstrou resiliência e capacidade de superação. Decidiu levar a concurso o Manjericão, aromática que foi fortemente afetada por esta adversidade, e que, por sua vez, se distinguiu com excelência, conquistando a medalha de ouro.</p>
<p>As outras duas premiações foram atribuídas às variedades aromáticas Poejo e Alecrim, uma medalhada com ouro e outra com prata, respetivamente. O Poejo voltou a repetir o feito alcançado em 2018, ano da sua primeira participação, somando agora a segunda medalha de ouro. Esta erva aromática caracteriza-se pelo seu aroma e sabor mentolado, forte e refrescante. Tradicionalmente utilizada na região do Alentejo, combina muito bem com açordas, fruta, sopas e infusões. É também conhecido como um ótimo calmante e indicado no combate de insónias, no alívio da tosse e da dor de garganta.</p>
<p>Já o Alecrim, com o 3º lugar no nosso pódio, é uma das aromáticas mais utilizadas pelos portugueses, nomeadamente, nos assados e grelhados de carnes e peixes. Caracteriza-se pelo seu aroma intenso e agradável, associado também a benefícios na memória e na concentração.</p>
<p>A cerimónia de entrega de prémios decorreu no dia 7 de junho na Feira Nacional de Agricultura (FNA), em Santarém, onde a Aromáticas Vivas também marcou presença com o seu habitual stand de exposição. O propósito deste concurso passa por valorizar e promover as ervas aromáticas tradicionais, genuínas e exclusivamente produzidas em Portugal, destacando os melhores produtores nacionais destes produtos.</p>
<p>Desta forma, estas condecorações vêm reforçar a notoriedade da maior produtora nacional de ervas aromáticas frescas em vaso. No ano em que assinalou o seu 17.º aniversário, perspetiva-se um ano de mudança, estando em curso um projeto de requalificação de algumas infraestruturas internas. Projeta-se, ainda, o crescimento e consolidação da sua posição no mercado, apostando não só nas ervas em vaso, mas também no incremento da quota de mercado de ervas cortadas, microgreens e flores comestíveis.</p>
<p><em>Fonte: Aromáticas Vivas</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Produtores de leite preocupados com falta de apoios, importação e “guerra de preços&#8221;</title>
		<link>https://www.agroportal.pt/produtores-de-leite-preocupados-com-falta-de-apoios-importacao-e-guerra-de-precos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 13:46:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.agroportal.pt/?p=1252020</guid>

					<description><![CDATA[A associação dos Produtores de Leite de Portugal (APROLEP) mostrou-se hoje preocupada com a situação do setor, seja pela falta de apoios após a guerra no Irão, a importação vinda da Europa ou a “guerra de preços” nos hipermercados. Após uma “fase de alguma estabilidade”, a guerra no Irão fez com que “os preços subissem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A associação dos Produtores de Leite de Portugal (APROLEP) mostrou-se hoje preocupada com a situação do setor, seja pela falta de apoios após a guerra no Irão, a importação vinda da Europa ou a “guerra de preços” nos hipermercados.</p>
<p>Após uma “fase de alguma estabilidade”, a guerra no Irão fez com que “os preços subissem bastante”, com “as rações com um aumento à volta de 40 euros por tonelada”, diz o presidente da APROLEP, Miguel Silva.</p>
<p>“Neste momento, algumas fábricas até impõem alguns limites a nível de aquisição, dependendo da disponibilidade dos produtos. Estamos numa situação complicada, porque não controlamos os preços a que vendemos. Se entrarmos numa guerra de preços nos hipermercados, isso pode pôr as produções leiteiras em causa”, explica.</p>
<p>Miguel Silva falava à margem de uma ação da associação na rua de Santa Catarina, no Porto, durante a qual entregaram leite de produção nacional a quem passava, tentando sensibilizar para a qualidade e a valorização dos produtos portugueses.</p>
<p>Apesar de existirem “alguns apoios específicos”, o do gasóleo, de 10 cêntimos, “ainda não foi pago, está a decorrer a fase de candidatura”, e “fala-se num apoio para adubos, mas não se viu nada de concreto”.</p>
<p>“Neste momento, ainda não se viu nada, nem suficiente nem insuficiente”, critica.</p>
<p>Além das dificuldades do contexto de guerra, a elevada “importação de queijo em barra”, entre outras, tem prejudicado os produtores nacionais, num contexto em que há excesso produtivo no continente europeu.</p>
<p>As “guerras de preços no leite” voltam a prejudicar o setor, denuncia, uma “luta do passado que durou bastantes anos” e que agora recrudesce, após “um período de alguma acalmia”.</p>
<p>“Estas guerras de preço não ajudam ninguém, porque no fim de contas quem paga a fatura é o produtor. Obviamente, é muito fácil fazer guerra sem pagar a fatura. Os produtores vão sentir isso no bolso, o que porá em causa muitas das produções leiteiras”, admite.</p>
<p>Por outro lado, todo este conjunto de queixas resulta num “decréscimo bastante acentuado de produtores”, estimando a APROLEP em 1.400 no continente e mais 1.500 nos Açores, por um “valor bastante limitado” de rentabilidade do negócio que faz muitos desistirem.</p>
<p>Questionado sobre o que pode o Governo fazer para aumentar a resiliência do setor, simplifica: “que tudo o que fosse anunciado fosse cumprido”.</p>
<p>“Olhando para Espanha, vemos apoios muito maiores ao gasóleo. Nós temos 10 cêntimos, para serem pagos sabe-se lá quando, com regras um pouco estranhas. O apoio à adubação estará a funcionar em Espanha, e aqui não há nada em concreto”, refere.</p>
<p>O presidente da APROLEP deixou ainda um alerta ao Governo Regional dos Açores, que “tem um papel a cumprir” para evitar “uma corrida até ao fundo para ver quem chega lá primeiro”.</p>
<p>“Apoiar a produção sem tentar influenciar para que essa produção seja valorizada, produzir por produzir&#8230; no fim, acaba por inundar o mercado, causa-nos problemas bastante graves, e nessa guerra perdem os produtores”, lamenta.</p>
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		<title>Lei da Biotecnologia: A Europa deve focar-se nas necessidades reais e não no &#8220;hype&#8221; biotecnológico</title>
		<link>https://www.agroportal.pt/lei-da-biotecnologia-a-europa-deve-focar-se-nas-necessidades-reais-e-nao-no-hype-biotecnologico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Farm Europe]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 13:14:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.agroportal.pt/?p=1251996</guid>

					<description><![CDATA[<p>In a letter sent today to Executive Vice-President Stéphane Séjourné ahead of the forthcoming Biotech Act II, and to the Members of the EP committee on Public Health after the publication of the Draft Report on the Biotech Act I, Eat Europe and Farm Europe welcomed the European Commission’s ambition to strengthen Europe’s biotechnology sector [&#8230;]</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Numa carta enviada hoje ao Vice-Presidente Executivo, Stéphane Séjourné, antes da publicação da futura Lei da Biotecnologia II (Biotech Act II), e aos deputados da comissão de Saúde Pública do Parlamento Europeu, após a publicação do Projeto de Relatório sobre a Lei da Biotecnologia I (Biotech Act I), a Eat Europe e a Farm Europe saudaram a ambição da Comissão Europeia de reforçar o setor da biotecnologia na Europa, instando simultaneamente os decisores políticos a concentrarem o apoio nas aplicações que possam trazer benefícios tangíveis para a sociedade, o ambiente e a economia europeia.</p>
<p>As duas organizações manifestam um forte apoio à ambição da Lei da Biotecnologia II de desenvolver, em particular, cadeias de valor de base biológica que possam contribuir para a autonomia estratégica da Europa, para a competitividade industrial, para os objetivos da economia circular e para a redução da dependência dos recursos fósseis.</p>
<p>A carta destaca a necessidade de uma estratégia da UE mais forte e coerente para as indústrias de base biológica, observando que, embora alguns Estados-Membros promovam ativamente soluções de base biológica, os quadros regulamentares e os incentivos de mercado permanecem fragmentados e, frequentemente, colocam estas inovações em desvantagem face às alternativas já estabelecidas.</p>
<p>Relativamente aos novos alimentos e aos alimentos produzidos através de processos biotecnológicos avançados, incluindo a fermentação de precisão e a produção celular, tanto no âmbito das atuais negociações sobre a Lei da Biotecnologia I como na futura proposta da Lei da Biotecnologia II, as organizações apelam a uma abordagem prudente e baseada na ciência.</p>
<p>&#8220;O debate sobre a biotecnologia é cada vez mais movido por promessas do que por resultados demonstrados. A Europa deve focar-se em responder a necessidades reais e imediatas, em vez de se deixar guiar pelo hype da biotecnologia. A biotecnologia industrial já pode contribuir para reduzir a nossa dependência dos recursos de base fóssil e apoiar a transição para uma economia mais sustentável. Em contrapartida, muitas das alegações associadas às tecnologias de novos alimentos carecem de uma validação científica robusta e não justificam financiamento público ou um tratamento regulamentar preferencial. As aplicações biotecnológicas no setor dos novos alimentos devem, por isso, ser sujeitas a normas de avaliação particularmente rigorosas, comparáveis às aplicadas no setor farmacêutico&#8221;, afirmou Luigi Scordamaglia, Presidente da Eat Europe.</p>
<p>Embora, infelizmente e de forma inadequada, existam tentativas em curso nas discussões do Parlamento Europeu sobre a Lei da Biotecnologia I para incluir os &#8220;novos alimentos e alimentos inovadores&#8221;, a Eat Europe e a Farm Europe sublinham que as provas existentes sobre os impactos na saúde a longo prazo e o desempenho ambiental da fermentação de precisão e das tecnologias de alimentos cultivados continuam incompletas e levantam sérias dúvidas. As avaliações de sustentabilidade atuais baseiam-se frequentemente em pressupostos relativos à futura escalabilidade industrial, consumo de energia, impacto no ambiente e nos sistemas de produção que ainda não foram totalmente demonstrados.</p>
<p>Por este motivo, as organizações defendem que os regimes de apoio público ou as medidas específicas de auxílios de Estado para estas tecnologias alimentares seriam prematuros na ausência de provas científicas robustas, independentes e transparentes que confirmem os benefícios alegados.</p>
<p>A carta sublinha ainda a importância estratégica da agricultura europeia para garantir a segurança alimentar e a resiliência.</p>
<p>A Eat Europe e a Farm Europe apelam, por isso, à Comissão Europeia para que garanta que a Lei da Biotecnologia II seja estruturada em torno de princípios claros de sustentabilidade, segurança, evidência científica e responsabilidade tecnológica, preservando simultaneamente os elevados padrões da Europa na proteção da saúde humana, do ambiente e dos consumidores.</p>
<p>&#8220;A segurança alimentar não pode ser reduzida à capacidade industrial de fabricar ingredientes em instalações tecnológicas. A soberania alimentar da Europa foi construída sobre um setor agrícola produtivo, enraizado nas comunidades rurais de todo o continente. Os agricultores devem continuar a estar no centro do sistema alimentar europeu.</p>
<p>A Europa pode e deve tornar-se um líder global na biotecnologia. Mas a liderança não passa por correr atrás de todas as modas tecnológicas. Significa direcionar a inovação para onde esta traga um valor público claro, benefícios ambientais mensuráveis e uma maior autonomia estratégica&#8221;, concluiu Yves Madre, Presidente da Farm Europe.</p>
<p>O artigo foi publicado originalmente em <a href="https://www.farm-europe.eu/news/biotech-act-europe-must-focus-on-real-needs-not-biotech-hype/" target="_blank" rel="noopener nofollow">Farm Europe</a>.</p>
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		<title>STIHL apresenta nova geração de equipamentos a bateria</title>
		<link>https://www.agroportal.pt/stihl-apresenta-nova-geracao-de-equipamentos-a-bateria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agroportal]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 13:06:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a chegada da primavera e dos dias mais longos, cresce também a vontade de voltar a aproveitar jardins, terraços e espaços exteriores. A pensar num consumidor cada vez mais atento ao conforto, à praticidade e à sustentabilidade, a STIHL apresenta uma nova gama de equipamentos a bateria desenvolvida para simplificar a manutenção doméstica sem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a chegada da primavera e dos dias mais longos, cresce também a vontade de voltar a aproveitar jardins, terraços e espaços exteriores. A pensar num consumidor cada vez mais atento ao conforto, à praticidade e à sustentabilidade, a STIHL apresenta uma nova gama de equipamentos a bateria desenvolvida para simplificar a manutenção doméstica sem esforço, sem fios e com muito menos ruído.</p>
<p>Entre aparadores de relva, corta-sebes, sopradores, corta-relvas, ferramentas de poda e soluções de limpeza, esta gama foi pensada para responder às necessidades do utilizador particular que procura desempenho, facilidade de utilização e maior conforto no dia a dia. Silenciosos, leves e intuitivos, os equipamentos permitem preparar jardins e espaços exteriores para o verão de forma mais prática e sustentável.</p>
<p>Integrados nos sistemas de bateria AK e AS da marca, vários modelos partilham a mesma bateria, oferecendo maior versatilidade e conveniência. A ausência de emissões diretas, a reduzida necessidade de manutenção e a ergonomia pensada para utilização doméstica reforçam o posicionamento desta nova geração de equipamentos STIHL como uma solução moderna e eficiente para o cuidado dos espaços exteriores.</p>
<p><strong>STIHL RMA 235</strong></p>
<p>Um corta-relva compacto pensado para a nova geração de jardins urbanos</p>
<p>O STIHL RMA 235 é um corta-relva compacto a bateria, concebido para pequenos jardins, destacando-se pela mobilidade, facilidade de utilização e funcionamento silencioso. Integrado no sistema AK da STIHL, permite partilhar a bateria com outros equipamentos da marca.<br />
Leve e compacto, foi desenvolvido para facilitar o transporte e o manuseamento em espaços reduzidos. A reduzida necessidade de manutenção e a ausência de combustível tornam-no uma alternativa prática e mais sustentável aos modelos a gasolina.</p>
<p><strong>STIHL HSA 50</strong></p>
<p>O aliado silencioso para sebes perfeitas e acabamentos precisos</p>
<p>O STIHL HSA 50 é um corta-sebes a bateria desenvolvido para a manutenção prática e eficiente de jardins residenciais. Integrado no sistema de baterias AK da STIHL, alia desempenho, conforto e baixo nível de ruído, permitindo trabalhar com maior comodidade em ambientes urbanos.</p>
<p>Com uma construção equilibrada e ergonómica, o HSA 50 facilita o manuseamento mesmo em utilizações prolongadas. A lâmina de dupla face assegura cortes precisos e um acabamento uniforme em trabalhos horizontais e verticais. PVPR – 169€</p>
<p><strong>STIHL BGA 50</strong></p>
<p>Potência silenciosa para manter os espaços exteriores impecáveis</p>
<p>O STIHL BGA 50 é um soprador de folhas a bateria pensado para a limpeza prática de espaços exteriores residenciais. Integrado no sistema AK da STIHL, combina potência, leveza e facilidade de utilização, oferecendo maior versatilidade ao utilizador.</p>
<p>O design ergonómico e equilibrado facilita o manuseamento durante a utilização, enquanto a força de sopro eficiente permite remover folhas e pequenos detritos de forma rápida e confortável. O funcionamento silencioso e sem emissões diretas reforça o seu posicionamento como uma solução moderna e mais sustentável. PVPR – 149€</p>
<p><strong>STIHL RE 110</strong></p>
<p>A força da alta pressão para uma limpeza eficiente e sem complicações</p>
<p>A STIHL RE 110 é uma lavadora de alta pressão concebida para trabalhos exigentes de limpeza em ambiente doméstico. Desenvolvida para limpar eficazmente superfícies exteriores, veículos ou mobiliário de jardim, combina desempenho, robustez e facilidade de utilização.</p>
<p>Com soluções práticas de transporte e arrumação, a RE 110 proporciona uma experiência intuitiva e confortável. A potência de limpeza e a durabilidade fazem deste modelo uma solução versátil para tarefas regulares de manutenção exterior. PVPR – 249€</p>
<p><strong>STIHL ASA 20</strong></p>
<p>Mais precisão, menos esforço na poda do dia a dia</p>
<p>O STIHL ASA 20 é um tesourão de poda a bateria desenvolvido para tornar os trabalhos de poda mais rápidos, precisos e confortáveis. Integrado no sistema AS da STIHL, combina um design compacto e ergonómico com tecnologia de corte assistido, reduzindo o esforço físico da poda manual tradicional.</p>
<p>Pensado para a manutenção de jardins, árvores e arbustos, oferece cortes limpos e consistentes, com funcionamento silencioso e sem emissões diretas, ideal para ambientes residenciais. PVPR – 179€</p>
<p><strong>STIHL FSA 57</strong></p>
<p>Leveza, silêncio e precisão para cuidar do jardim sem esforço</p>
<p>O STIHL FSA 57 é um aparador de relva a bateria pensado para jardins domésticos, combinando leveza, conforto e facilidade de utilização. Integrado no sistema de baterias AK da STIHL, permite utilizar a mesma bateria em diferentes equipamentos da marca, oferecendo maior conveniência ao utilizador. O funcionamento silencioso e sem emissões diretas torna-o especialmente indicado para zonas residenciais.</p>
<p>Com um design ergonómico, haste e punho ajustáveis sem ferramentas e peso reduzido, o FSA 57 garante maior conforto durante a utilização. A cabeça de corte de fácil carregamento simplifica ainda mais a manutenção do equipamento.</p>
<p>PVPR – 179€</p>
<p><strong>STIHL GTA 26</strong></p>
<p>A mini podadora compacta que simplifica os trabalhos de poda</p>
<p>O STIHL GTA 26 é uma mini podadora a bateria compacta e versátil, ideal para pequenos trabalhos de poda e manutenção no jardim. Integrado no sistema de baterias AS da STIHL, destaca-se pela mobilidade, facilidade de utilização e precisão de corte.</p>
<p>Com um design ergonómico e compacto, permite realizar cortes rápidos e seguros em ramos e pequenas peças de madeira. O funcionamento silencioso e a reduzida necessidade de manutenção tornam-no especialmente prático para utilização doméstica. PVPR – 169€</p>
<p><em>Fonte: STIHL </em></p>
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		<title>Florida avança com plantação de 300 mil árvores de citrinos geneticamente editadas</title>
		<link>https://www.agroportal.pt/florida-avanca-com-plantacao-de-300-mil-arvores-de-citrinos-geneticamente-editadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vida Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 13:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Florida, nos EUA, vai avançar com a plantação de mais de 300 mil árvores de citrinos editadas geneticamente em pomares comerciais, para avaliar a sua resposta ao huanglongbing, também conhecido como HLB ou “greening” dos citrinos.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Florida, nos EUA, vai avançar com a plantação de mais de 300 mil árvores de citrinos editadas geneticamente em pomares comerciais, para avaliar a sua resposta ao <em>huanglongbing</em>, também conhecido como HLB ou “greening” dos citrinos.</p>
<p>A informação foi avançada pela Citrus Industry Magazine, que adianta que as árvores, editadas com recurso a CRISPR, já tinham apresentado resultados promissores em ensaios anteriores. O CRISPR é uma tecnologia de edição genética que permite alterar partes específicas do ADN de forma precisa.</p>
<p>Ainda segundo a publicação norte-americana especializada em citrinos, a doença é uma das mais graves a atingir as árvores de citrinos e o impacto na Florida tem sido acentuado.</p>
<p>Depois de uma produção quase recorde em 2003/2004, o setor entrou numa queda prolongada, marcada por furacões, doenças e pela redução da área de produção. Em 2002/2003, a Florida produziu cerca de 251 milhões de caixas de citrinos. Para 2025/2026, a estimativa desce para 13,9 milhões.</p>
<p>A passagem de árvores de citrinos editadas geneticamente dos ensaios para os pomares comerciais representa uma nova fase na resposta à doença. A intenção é perceber se as árvores conseguem manter, em condições reais de produção, o desempenho observado em testes anteriores.</p>
<p>A <em>Citrus Research and Field Trial Foundation</em>, conhecida pela sigla CRAFT, é a entidade que coordena os ensaios em pomares comerciais na Florida. Os projetos decorrem nas principais regiões de produção de citrinos e os dados serão recolhidos durante seis a oito anos, para avaliar quais as soluções mais eficazes contra o HLB.</p>
<p>Desde 2019, o CRAFT canalizou mais de 85 milhões de dólares para apoiar produtores envolvidos nestes ensaios, avança a publicação.</p>
<p>A Universidade da Florida participa neste trabalho através de uma plataforma criada com a indústria para acelerar o desenvolvimento de novas plantas com recurso a edição genética, melhoramento de precisão e inteligência artificial (IA). O objetivo é identificar materiais mais tolerantes ao HLB e avaliá-los em conjunto com produtores.</p>
<p>Além da produção de árvores mais tolerantes, a biotecnologia também está a ser usada no diagnóstico da doença. O Serviço de Investigação Agrícola do Departamento de Agricultura dos EUA comunicou, em 2021, o desenvolvimento de um sistema baseado em CRISPR capaz de identificar a bactéria causadora do HLB com uma sensibilidade entre 100 e 1000 vezes superior à do método habitualmente utilizado.</p>
<p>O artigo foi publicado originalmente em <a href="https://www.vidarural.pt/producao/florida-citrinos/" target="_blank" rel="noopener nofollow">Vida Rural</a>.</p>
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