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	<title>Agroportal</title>
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	<description>a porta para a agricultura e o mundo rural</description>
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	<title>Agroportal</title>
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	<item>
		<title>Mau tempo: Vale do Tejo ainda &#8220;muito fragilizado&#8221; sete meses após Kristin</title>
		<link>https://www.agroportal.pt/mau-tempo-vale-do-tejo-ainda-muito-fragilizado-sete-meses-apos-kristin/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 13:07:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Sugeridas]]></category>
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					<description><![CDATA[Sete meses após a passagem da tempestade Kristin, agricultores do vale do Tejo afirmam que persistem danos por reparar e falta coordenação entre entidades, considerando que a região permanece &#8220;muito fragilizada&#8221; perante novos fenómenos meteorológicos extremos. O presidente da Associação de Agricultores do Ribatejo, Luís Seabra, considerou, em declarações à agência Lusa, que &#8220;no terreno&#8221; existe [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="text-paragraph">Sete meses após a passagem da tempestade Kristin, agricultores do vale do Tejo afirmam que persistem danos por reparar e falta coordenação entre entidades, considerando que a região permanece &#8220;muito fragilizada&#8221; perante novos fenómenos meteorológicos extremos.</p>
<p class="text-paragraph">O presidente da Associação de Agricultores do Ribatejo, Luís Seabra, considerou, em declarações à agência Lusa, que &#8220;no terreno&#8221; existe &#8220;muito pouca ação&#8221; e os produtores permanecem numa situação de ‘stand-by’, sem informação clara sobre o levantamento dos danos ou sobre as intervenções previstas.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Vejo muito pouca ação no terreno, vejo muito pouca informação a dizer o que é que se levantou e o que é que se vai fazer&#8221;, afirmou.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo o dirigente associativo, continuam a decorrer processos de levantamento e análise dos prejuízos apresentados pelos agricultores junto das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR), mas muitos produtores não conhecem ainda o resultado das candidaturas nem os montantes de apoio a receber.</p>
<p class="text-paragraph">Na sua opinião, muitos produtores continuam sem respostas definitivas relativamente aos prejuízos sofridos, num contexto que descreve como “marcado pela falta de informação”, “pela demora dos processos” e pela “ausência de intervenções estruturais” visíveis no terreno.</p>
<p class="text-paragraph">Luís Seabra defendeu que o Governo e os organismos envolvidos deveriam divulgar um “ponto de situação detalhado sobre os danos identificados”, bem como os processos analisados e os apoios atribuídos.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Seria importante dizer o que é que foi levantado, o que é que está analisado e o que é que está pago&#8221;, sustentou.</p>
<p class="text-paragraph">O responsável alertou também para situações em que os prejuízos apenas se tornaram evidentes meses depois da tempestade, durante o decorrer das campanhas agrícolas.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo explicou, em vários casos os danos inicialmente declarados revelaram-se mais extensos à medida que os agricultores regressaram aos terrenos” e retomaram os trabalhos agrícolas.</p>
<p class="text-paragraph">“Há determinados danos que só se vieram a constatar mais tarde, nomeadamente, durante a campanha&#8221;, referiu, considerando que os prejuízos identificados numa fase posterior devem ser reportados e avaliados pelas entidades competentes.</p>
<p class="text-paragraph">Entre os problemas que permanecem por resolver, Luís Seabra apontou constrangimentos em infraestruturas consideradas fundamentais para a atividade agrícola.</p>
<p class="text-paragraph">Como exemplo, referiu as limitações de circulação impostas em várias pontes no distrito de Santarém, onde se mantém um condicionamento de trânsito para veículos com mais de 20 toneladas, obrigando os produtores a percursos alternativos para o transporte das colheitas.</p>
<p class="text-paragraph">O dirigente assinalou também a situação dos diques de proteção contra cheias na Vala da Azambuja, onde afirma subsistirem danos reparados apenas “de forma provisória”, em obras feitas pelos próprios agricultores, sem que exista ainda clareza sobre quem assumirá os respetivos custos.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Se [as reparações provisórias] não fossem feitas pelos agricultores, a terra estava inundada&#8221;, afirmou.</p>
<p class="text-paragraph">Luís Seabra criticou ainda aquilo que considera ser uma falta de responsabilização das várias entidades envolvidas na gestão e recuperação do território.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo o dirigente associativo, os agricultores deparam-se frequentemente com respostas distintas de organismos como a Infraestruturas de Portugal, autarquias, forças de segurança e entidades ambientais, sem que seja claro quem assume a responsabilidade pela resolução dos problemas.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Quem é que manda? Quem é que governa? Quem é que se responsabiliza?&#8221;, questionou, apontando a necessidade de uma maior articulação entre municípios, autoridades de proteção civil, organismos do Estado e associações representativas dos agricultores.</p>
<p class="text-paragraph">O presidente da Associação de Agricultores do Ribatejo alertou também para o que considera ser uma degradação progressiva de algumas infraestruturas hidráulicas e de proteção contra cheias, apontando a falta de manutenção ao longo dos anos.</p>
<p class="text-paragraph">Como exemplo, referiu a situação da Vala de Azambuja, onde, segundo disse, existem problemas antigos que continuam por resolver, tornando o território mais vulnerável perante fenómenos meteorológicos extremos.</p>
<p class="text-paragraph">Apesar dos problemas, o dirigente associativo referiu que as culturas de regadio &#8220;estão a correr relativamente bem&#8221;, embora persistam preocupações relacionadas com infraestruturas degradadas e com os efeitos acumulados dos fenómenos meteorológicos extremos.</p>
<p class="text-paragraph">“Os agricultores têm uma grande capacidade de reconstruir e voltar à luta&#8221;, observou Luís Seabra, referindo que apesar das dificuldades disse não ter conhecimento de um abandono significativo da atividade agrícola na região.</p>
<p class="text-paragraph">Há sete meses, vários temporais, com destaque para as depressões Kristin, Leonardo e Marta, atingiram o território continental em três semanas, a partir do final de janeiro, causando pelo menos 19 mortos, mais de metades deles durante trabalhos de recuperação, várias centenas de feridos, desalojados e deslocados, sobretudo em 90 municípios nas regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo.</p>
<p class="text-paragraph">Mais de 35 mil habitações foram afetadas no todo do país, um número superior a um milhão de pessoas ficaram sem eletricidade, meio milhão de clientes sem telecomunicações, mais de 18 mil sinistros ou ocorrências de emergência foram registadas até ao fim da primeira quinzena de fevereiro e foram apresentadas mais de 200 mil participações de sinistros.</p>
<p class="text-paragraph">Os prejuízos estimados são superiores a 5,3 mil milhões de euros.</p>
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		<title>Doença de Newcastle identificada em aves mortas de seis ilhas dos Açores</title>
		<link>https://www.agroportal.pt/doenca-de-newcastle-identificada-em-aves-mortas-de-seis-ilhas-dos-acores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 12:23:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Sugeridas]]></category>
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					<description><![CDATA[A doença de Newcastle foi identificada em aves selvagens mortas nas ilhas Graciosa, Terceira, Pico, São Miguel, Santa Maria e Faial, afetando particularmente pombos e rolas, revelou hoje o Governo dos Açores (PSD/CDS-PP/PPM). Em resposta a um requerimento do BE, o executivo açoriano adiantou que os “primeiros relatos” sobre a morte de pombos aconteceram em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A doença de Newcastle foi identificada em aves selvagens mortas nas ilhas Graciosa, Terceira, Pico, São Miguel, Santa Maria e Faial, afetando particularmente pombos e rolas, revelou hoje o Governo dos Açores (PSD/CDS-PP/PPM).</p>
<p class="text-paragraph">Em resposta a um requerimento do BE, o executivo açoriano adiantou que os “primeiros relatos” sobre a morte de pombos aconteceram em junho na Graciosa, tendo sido “implementadas medidas de vigilância e acompanhamento”.</p>
<p class="text-paragraph">De acordo com a resposta do Governo Regional, datada de segunda-feira, foi registada “mortalidade de aves selvagens nas ilhas Graciosa, Terceira, Pico, São Miguel, Santa Maria e Faial” devido àquela doença.</p>
<p class="text-paragraph">“Até à data de referência, todos os resultados concluídos relativos a amostras de pombos-da-rocha e rolas-turcas remetidas para pesquisa específica foram positivos para o vírus da doença de Newcastle. (…) Em sentido distinto, todos os resultados concluídos em aves de capoeira foram negativos para a doença de Newcastle”, detalha o Governo açoriano no documento publicado terça-feira pela Assembleia Regional e consultado hoje pela agência Lusa.</p>
<p class="text-paragraph">O executivo açoriano recorda que o risco da doença de Newcastle para a “população em geral é considerado baixo”, já que a “infeção humana é rara e habitualmente ligeira, estando sobretudo associada a contacto direto e próximo com aves infetadas”.</p>
<p class="text-paragraph">“O Governo Regional mantém o compromisso de atuar com transparência, rigor e lealdade institucional perante a população e as entidades direta ou indiretamente envolvidas. Os resultados laboratoriais validados têm sido comunicados à medida que são conhecidos”, destacou.</p>
<p class="text-paragraph"> Os Açores proibiram a 13 de agosto a caça ao pombo e a realização de feiras com aves após ter sido detetada a doença de Newcastle, que apresenta “baixo risco” para os humanos, mas exige “cuidados”, segundo o Governo Regional.</p>
<p class="text-paragraph">“Esta semana foi detetado o vírus da doença de Newcastle em aves selvagens, nomeadamente na rola turca e no pombo-das-rochas. Como foi detetado no pombo-das-rochas, e para evitar qualquer transmissão e possibilidade de infeção no âmbito da alimentação, porque o pombo é usado na alimentação humana, nós proibimos a caça até se verificarem condições”, afirmou à agência Lusa o secretário da Agricultura e Alimentação do Governo dos Açores, António Ventura.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo a publicação em Jornal Oficial, a proibição ao exercício da caça ao pombo-das-rochas, também conhecido por pombo comum, entra em vigor na sexta-feira e por tempo indeterminado em todas as ilhas da região.</p>
<p class="text-paragraph">“É uma doença que é muito viral para as aves e muito contagiosa entre aves. Tem efeitos no rendimento dos produtores das aves domésticas. Apresenta um baixo risco para a população, mas tem risco”, alertou o secretário regional.</p>
<p class="text-paragraph">A doença de Newcastle (DN), também conhecida por pseudopeste aviária, é bastante viral entre as aves e afeta todas as espécies avícolas, com “especial incidência para a galinha e o peru”, segundo a página da Direção-Geral da Alimentação e Veterinária.</p>
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		<item>
		<title>“Já não basta dizer que o azeite faz bem à saúde, é preciso prová-lo: nós fomos para a Escócia demonstrá-lo”</title>
		<link>https://www.agroportal.pt/ja-nao-basta-dizer-que-o-azeite-faz-bem-a-saude-e-preciso-prova-lo-nos-fomos-para-a-escocia-demonstra-lo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SIC Notícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 10:23:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
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					<description><![CDATA[Vacinas contra a malária, produção de células cardíacas e criação de mini-tumores cerebrais para testes são alguns dos projetos em que o [&#8230;] Continue a ler este artigo no SIC Notícias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="snippet">Vacinas contra a malária, produção de células cardíacas e criação de mini-tumores cerebrais para testes são alguns dos projetos em que o [&#8230;]</p>
<h2 class="snippet">Continue a ler este artigo no <a href="https://sicnoticias.pt/podcasts/liga-dos-inovadores/2026-08-26-ja-nao-basta-dizer-que-o-azeite-faz-bem-a-saude-e-preciso-prova-lo-nos-fomos-para-a-escocia-demonstra-lo-2b4e1271" target="_blank" rel="noopener">SIC Notícias.</a></h2>
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			</item>
		<item>
		<title>FAO defende maior peso da horticultura em dietas saudáveis e sistemas alimentares sustentáveis</title>
		<link>https://www.agroportal.pt/fao-defende-maior-peso-da-horticultura-em-dietas-saudaveis-e-sistemas-alimentares-sustentaveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vida Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 09:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
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					<description><![CDATA[A agricultura deve dar maior prioridade à produção de alimentos diversificados e nutritivos, além de garantir volumes suficientes para abastecer a população, [&#8230;] Continue a ler este artigo no Vida Rural.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="snippet">A agricultura deve dar maior prioridade à produção de alimentos diversificados e nutritivos, além de garantir volumes suficientes para abastecer a população, [&#8230;]</p>
<h2 class="snippet">Continue a ler este artigo no <a href="https://www.vidarural.pt/producao/fao-horticultura-agricultura/" target="_blank" rel="noopener nofollow">Vida Rural.</a></h2>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cotações – Coelhos – 17 a 22 de agosto de 2026</title>
		<link>https://www.agroportal.pt/cotacoes-coelhos-17-a-22-de-agosto-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[GPP]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 08:31:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotações PT]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
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					<description><![CDATA[As cotações médias nacionais, mais frequentes, do coelho vivo (2,2 a 2,5 kg) e do coelho abatido (1,1 a 1,3 kg) mantêm-se estáveis pela décima sexta semana consecutiva. A oferta supera ligeiramente a procura, que se mantém fraca. Manutenção das cotações na Bolsa de Loncun. → Aceda aqui ao documento ← Cotações – Coelhos – [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As cotações médias nacionais, mais frequentes, do coelho vivo (2,2 a 2,5 kg) e do coelho abatido (1,1 a 1,3 kg) mantêm-se estáveis pela décima sexta semana consecutiva.</p>
<p>A oferta supera ligeiramente a procura, que se mantém fraca. Manutenção das cotações na Bolsa de Loncun.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1263705 size-full" src="https://www.agroportal.pt/wp-content/uploads/2026/08/image_2026-08-26-1.png" alt="" width="941" height="265" srcset="https://www.agroportal.pt/wp-content/uploads/2026/08/image_2026-08-26-1.png 941w, https://www.agroportal.pt/wp-content/uploads/2026/08/image_2026-08-26-1-300x84.png 300w, https://www.agroportal.pt/wp-content/uploads/2026/08/image_2026-08-26-1-768x216.png 768w, https://www.agroportal.pt/wp-content/uploads/2026/08/image_2026-08-26-1-60x17.png 60w, https://www.agroportal.pt/wp-content/uploads/2026/08/image_2026-08-26-1-750x211.png 750w" sizes="(max-width: 941px) 100vw, 941px" /></p>
<h2 style="text-align: center;"><a href="https://www.agroportal.pt/wp-content/uploads/2026/08/coelhos_News34.pdf" target="_blank" rel="noopener nofollow">→ Aceda aqui ao documento ←</a></h2>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="U5QfUewsvx"><p><a href="https://www.agroportal.pt/cotacoes-coelhos-10-a-16-de-agosto-de-2026/">Cotações – Coelhos – 10 a 16 de agosto de 2026</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="“Cotações – Coelhos – 10 a 16 de agosto de 2026” — Agroportal" src="https://www.agroportal.pt/cotacoes-coelhos-10-a-16-de-agosto-de-2026/embed/#?secret=GG5n5tmhtp#?secret=U5QfUewsvx" data-secret="U5QfUewsvx" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cotações – Coelhos – 10 a 16 de agosto de 2026</title>
		<link>https://www.agroportal.pt/cotacoes-coelhos-10-a-16-de-agosto-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[GPP]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 08:27:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotações PT]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
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					<description><![CDATA[As cotações médias nacionais, mais frequentes, do coelho vivo (2,2 a 2,5 kg) e do coelho abatido (1,1 a 1,3 kg) mantêm-se estáveis pela décima quinta semana consecutiva. A oferta supera ligeiramente a procura, que se mantém fraca. Manutenção das cotações na Bolsa de Loncun. → Aceda aqui ao documento ← Cotações – Coelhos – [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As cotações médias nacionais, mais frequentes, do coelho vivo (2,2 a 2,5 kg) e do coelho abatido (1,1 a 1,3 kg) mantêm-se estáveis pela décima quinta semana consecutiva.</p>
<p>A oferta supera ligeiramente a procura, que se mantém fraca. Manutenção das cotações na Bolsa de Loncun.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-1263702 size-full" src="https://www.agroportal.pt/wp-content/uploads/2026/08/image_2026-08-26.png" alt="" width="941" height="265" srcset="https://www.agroportal.pt/wp-content/uploads/2026/08/image_2026-08-26.png 941w, https://www.agroportal.pt/wp-content/uploads/2026/08/image_2026-08-26-300x84.png 300w, https://www.agroportal.pt/wp-content/uploads/2026/08/image_2026-08-26-768x216.png 768w, https://www.agroportal.pt/wp-content/uploads/2026/08/image_2026-08-26-60x17.png 60w, https://www.agroportal.pt/wp-content/uploads/2026/08/image_2026-08-26-750x211.png 750w" sizes="(max-width: 941px) 100vw, 941px" /></p>
<h2 style="text-align: center;"><a href="https://www.agroportal.pt/wp-content/uploads/2026/08/coelhos_News33.pdf" target="_blank" rel="noopener nofollow">→ Aceda aqui ao documento ←</a></h2>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="GvKji3snvQ"><p><a href="https://www.agroportal.pt/cotacoes-coelhos-03-a-09-de-agosto-de-2026/">Cotações – Coelhos – 03 a 09 de agosto de 2026</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="“Cotações – Coelhos – 03 a 09 de agosto de 2026” — Agroportal" src="https://www.agroportal.pt/cotacoes-coelhos-03-a-09-de-agosto-de-2026/embed/#?secret=gUQE1o2rXg#?secret=GvKji3snvQ" data-secret="GvKji3snvQ" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lactogal: Gigante do leite português investe milhões</title>
		<link>https://www.agroportal.pt/lactogal-gigante-do-leite-portugues-investe-milhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SAPO]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 08:09:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
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					<description><![CDATA[Nasceu da união de três cooperativas numa altura em que o sector leiteiro português enfrentava transformações. Três décadas depois, a Lactogal é [&#8230;] Continue a ler este artigo no SAPO.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="snippet">Nasceu da união de três cooperativas numa altura em que o sector leiteiro português enfrentava transformações. Três décadas depois, a Lactogal é [&#8230;]</p>
<h2 class="snippet">Continue a ler este artigo no <a href="https://sapo.pt/artigo/lactogal-gigante-do-leite-portugues-investe-milhoes-6a8e9f7e3cfbb46eafe17ebe" target="_blank" rel="noopener nofollow">SAPO</a>.</h2>
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			</item>
		<item>
		<title>Com chuva a vindima também se faz e inclui lanche, vinho e convívio</title>
		<link>https://www.agroportal.pt/com-chuva-a-vindima-tambem-se-faz-e-inclui-lanche-vinho-e-convivio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 08:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Sugeridas]]></category>
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					<description><![CDATA[Vindimar com chuva “é o pior”, mas “com chuva a vindima também se faz”, sem dispensar &#8220;a pausa&#8221; que é lanche, vinho e convívio nas 700 parcelas de minifúndio de uva Alvarinho produzidas para o Soalheiro, em Melgaço. Cheira a hortelã a vindima que se faz no centro da vila, no jardim de &#8220;quatro a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="text-paragraph">Vindimar com chuva “é o pior”, mas “com chuva a vindima também se faz”, sem dispensar &#8220;a pausa&#8221; que é lanche, vinho e convívio nas 700 parcelas de minifúndio de uva Alvarinho produzidas para o Soalheiro, em Melgaço.</p>
<p class="text-paragraph">Cheira a hortelã a vindima que se faz no centro da vila, no jardim de &#8220;quatro a cinco mil metros&#8221; de Manuel Alves, professor reformado de 78 anos, um dos 200 viticultores a produzir uva para o vinho Soalheiro, entre abóboras e girassóis: &#8220;Sem a vinha, criavam-se silvas, era preciso pagar para as tirar. Assim fico com vinho em casa e pelo menos um baguinho dos meus vai estar por aí&#8221;, nas garrafas da marca que exporta 40% da produção para 55 países e tem uma faturação anual de 7,5 milhões de euros.</p>
<p class="text-paragraph">A mulher, Elsa Alves, também ex-docente, só aparece vinda da cozinha pelas 11:00, após três horas de queijos, rissóis, chamuças, folhados doces e salgados, bifanas e bifes de frango, “tudo feito em casa” para servir quem trabalhou, a acompanhar com o vinho da colheita do ano anterior, “too much (demasiado)” para o casal belga que pagou para viver a experiência e se surpreende com a abundância.</p>
<p class="text-paragraph">“Como estamos a falar de minifúndio, a vindima faz-se muito com a família e os amigos. Portanto, é uma forma de agradecimento à mesa. A pausa é sempre com produtos locais, um bom presunto, bolinhos de bacalhau, tudo o que estamos habituados a comer. A vindima é um esforço, mas também uma celebração”, descreve Maria João Cerdeira, coproprietária da Quinta de Soalheiro, situada no distrito de Viana do Castelo, depois de distribuir generosos pedaços de pão com presunto.</p>
<p class="text-paragraph">O quilo da uva Alvarinho “chega a ser pago a 1,30 euros”, pelo que é “rentável cultivar vinha num jardim”, ou na “manta de retalhos” que são as 700 parcelas de diferentes dimensões e localizações dos produtores do Soalheiro, num total de 100 hectares.</p>
<p class="text-paragraph">Mais de 50 anos depois de o pai de Maria João ter plantado a primeira vinha contínua de Alvarinho, são produzidos “10 mil quilos de uva” por cada hectare, com a marca a dar “suporte técnico” e a partilhar algumas máquinas com os viticultores.</p>
<p class="text-paragraph">“É para todos trabalharmos para o mesmo. Assim conseguimos que as pessoas não vão para o litoral, que seja rentável ficar cá. Conseguimos manter os nossos costumes e as nossas tradições e que a geração vindoura tenha orgulho da viticultura”, sustenta.</p>
<p class="text-paragraph">Chove copiosamente ao fim desta manhã de outono em agosto na vindima “mais precoce de sempre” – começou no dia 11 -, porque “a uva é para retirar quando está pronta” e os &#8220;controlos de maturação arrancam em julho&#8221;, observa a coproprietária, juntamente com a mãe.</p>
<p class="text-paragraph">“Vindimar com calor é difícil. Vindimar com chuva é o pior. Mas com chuva a vindima também se faz”, garante.</p>
<p class="text-paragraph">A dificuldade é que a água entra pelos braços levantados para cortar os cachos e desliza pelo tronco até às pernas, exemplifica Maria João, gesticulando, à chuva, com uma capa enfiada à pressa por cima da t-shirt já noutra parcela de vinha, esta longe do centro, com um total de oito hectares, &#8220;algo raro&#8221; na região.</p>
<p class="text-paragraph">Patrícia Ferreira, de 38 anos, está protegida com um fato de borracha amarelo de carapuço. O trabalho arrancou às 07:00 e prolonga-se “até às três da tarde”, com ou sem água a cair do céu.</p>
<p class="text-paragraph">“Que remédio, tenho dois filhos para acabar de criar”, justifica.</p>
<p class="text-paragraph">Desde os 12 ou 13 anos que vindima. “Fazia-me falta o dinheiro. Fui criada com a minha avó, que não me podia dar para as minhas coisas, e tive que trabalhar”, acrescenta.</p>
<p class="text-paragraph">Não é difícil, segundo explica: “Pega numa tesourinha numa mão e, na outra mão, o cacho. É cortar e botar para a giga [cesto para apanhar e transportar as uvas]. Depois vem o trator recolher e vai no camião do sr. Nuno para a adega”.</p>
<p class="text-paragraph">Diz que não é um trabalho duro, antes “um desporto” que se “faz bem”.</p>
<p class="text-paragraph">Alice Afonso, de 60 anos, torce o nariz, considera que “é um bocado duro” e diz que “fica a doer um bocadinho os braços e a cervical, de estar a olhar para cima”.</p>
<p class="text-paragraph">Mas adora: “Quando uma pessoa está mais deprimida isto alivia muito o stress. A gente anda por aqui, o ar é puro. E na vindima é o convívio, a gente conhece pessoas, faz amizades. É muito bom”, resume.</p>
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		<title>Mais de 1,19 milhões de moçambicanos assistidos com alimentos ou produção agrícola</title>
		<link>https://www.agroportal.pt/mais-de-119-milhoes-de-mocambicanos-assistidos-com-alimentos-ou-producao-agricola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 06:13:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 1,19 milhões de pessoas receberam assistência alimentar ou apoio à produção agrícola em Moçambique no primeiro semestre de 2026, segundo um relatório do Food Security Cluster, que aponta persistentes necessidades humanitárias. O Food Security Cluster (FSC), mecanismo de coordenação da resposta à insegurança alimentar liderado pelo Programa Mundial de Alimentação (PMA) e pela [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 1,19 milhões de pessoas receberam assistência alimentar ou apoio à produção agrícola em Moçambique no primeiro semestre de 2026, segundo um relatório do Food Security Cluster, que aponta persistentes necessidades humanitárias.</p>
<p class="text-paragraph">O Food Security Cluster (FSC), mecanismo de coordenação da resposta à insegurança alimentar liderado pelo Programa Mundial de Alimentação (PMA) e pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), indica que 1.194.281 pessoas foram assistidas no país entre janeiro e junho, num contexto de múltiplas crises.</p>
<p class="text-paragraph">Acrescenta que a intervenção envolveu um quadro em que 1,71 milhões de pessoas necessitavam de assistência humanitária urgente e proteção em 2026, incluindo 977.110 afetadas pelo conflito armado no norte, sobretudo em distritos de Cabo Delgado, e 733.518 pelas cheias no sul, essencialmente na província de Gaza.</p>
<p class="text-paragraph">Refere que a insegurança alimentar continua a ser uma preocupação crítica em Moçambique, com 2,09 milhões de pessoas a enfrentarem níveis elevados de insegurança alimentar aguda, classificados na Fase 3 (Crise) ou superior da Escala Integrada de Classificação da Segurança Alimentar (IPC), incluindo 148 mil moçambicanos já na Fase 4 (Emergência).</p>
<p class="text-paragraph">Na assistência alimentar de emergência, os parceiros humanitários apoiaram 586.123 beneficiários únicos, sendo 93,87% da meta definida de 624.397 pessoas, segundo o relatório.</p>
<p class="text-paragraph">Contudo, assinala limitações na resposta prestada, salientando que, &#8220;em termos das quantidades distribuídas, os parceiros cobriram apenas 16,16% das necessidades das pessoas-alvo e apenas 13,91% das necessidades das pessoas efetivamente alcançadas&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Só em junho, a assistência alimentar chegou a 420.185 pessoas, através de operações conduzidas por oito organizações em resposta simultânea ao conflito armado no norte e às inundações. Desse apoio, 44,37% foi fornecido em géneros alimentares e 55,63% através de transferências monetárias e vales.</p>
<p class="text-paragraph">Na área da agricultura e meios de subsistência, 130.152 pessoas receberam apoio no primeiro semestre, correspondendo a 17,33% da meta anual de 751.232 beneficiários.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;O componente de Agricultura e Meios de Subsistência está muito abaixo da meta, tendo alcançado apenas 17,33% desde o início do ano. Esperamos que os resultados da época agrícola contribuam para melhorar a cobertura nos próximos meses&#8221;, assinala o relatório.</p>
<p class="text-paragraph">Entre janeiro e junho, os parceiros distribuíram 35,42 toneladas de sementes de milho, feijão e culturas hortícolas, 8.826 utensílios agrícolas, incluindo regadores e enxadas, e prestaram formação a 21.440 pessoas em boas práticas agrícolas e gestão pós-colheita, entre outras áreas.</p>
<p class="text-paragraph">O relatório destaca igualmente o recurso crescente a transferências monetárias, que beneficiaram 668.095 pessoas no primeiro semestre, através da distribuição de 9,57 milhões de dólares (8,2 milhões de euros), sobretudo nas províncias de Cabo Delgado, Nampula, Sofala e Gaza.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo o documento, 589.305 pessoas receberam apoio monetário no âmbito da assistência alimentar e outras 78.790 através de programas de agricultura e meios de subsistência.</p>
<p class="text-paragraph">O documento atribui parte das dificuldades de resposta ao défice de financiamento da operação humanitária, com o FSC a estimar necessidades de 223,25 milhões de dólares (191 milhões de euros) em 2026, tendo garantido apenas 17% desse valor até junho.</p>
<p class="text-paragraph">Apesar de os parceiros terem alcançado quase 94% da meta de beneficiários na assistência alimentar, o FSC alerta que as necessidades continuam muito superiores aos recursos disponíveis, num contexto em que milhões de pessoas permanecem afetadas pela insegurança alimentar, pelo conflito armado e pelos impactos das cheias.</p>
<p class="text-paragraph">O documento alerta que as necessidades deverão manter-se elevadas nos próximos meses, recordando que as projeções mais recentes apontavam para até 2,67 milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar aguda, incluindo cerca de 170 mil em risco de atingir a fase de emergência.</p>
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		<title>Problemas detetados na Barragem de Fagilde preocupam autarca de Viseu: &#8220;Até quando vai ser considerada segura?&#8221;</title>
		<link>https://www.agroportal.pt/problemas-detetados-na-barragem-de-fagilde-preocupam-autarca-de-viseu-ate-quando-vai-ser-considerada-segura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Expresso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 06:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas]]></category>
		<category><![CDATA[Sugeridas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Barragem de Fagilde, no rio Dão, tem mais de 40 anos e apresenta um problema que se prolonga há décadas: a [&#8230;] Continue a ler este artigo no Expresso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="snippet">A Barragem de Fagilde, no rio Dão, tem mais de 40 anos e apresenta um problema que se prolonga há décadas: a [&#8230;]</p>
<h2 class="snippet">Continue a ler este artigo no <a href="https://expresso.pt/sociedade/2026-08-26-problemas-detetados-na-barragem-de-fagilde-preocupam-autarca-de-viseu-ate-quando-vai-ser-considerada-segura--0cb8f147" target="_blank" rel="noopener nofollow">Expresso</a>.</h2>
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