<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-8452787497183165828</atom:id><lastBuildDate>Fri, 08 Nov 2024 14:58:45 +0000</lastBuildDate><category>Pintura</category><category>Cinema</category><category>Proposta de leitura</category><category>Reflexões</category><category>Vamos ao Teatro</category><title>AGUA LEVE</title><description>Pintura&#xa;Escultura&#xa;Música&#xa;Cinema&#xa;Comunicação</description><link>http://agualeve.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Manuel Almeida)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>32</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8452787497183165828.post-7905310586715819419</guid><pubDate>Sun, 16 Aug 2009 15:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-16T16:04:28.908+01:00</atom:updated><title>AGORA ESTOU NO SAPO.</title><description>&lt;a href=&quot;http://www.agualeve.blogs.sapo.pt/&quot;&gt;MUDAMOS DE CASA&lt;/a&gt;.</description><link>http://agualeve.blogspot.com/2009/08/agora-estou-no-sapo.html</link><author>noreply@blogger.com (Manuel Almeida)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8452787497183165828.post-7658291802229309421</guid><pubDate>Fri, 14 Aug 2009 12:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-14T19:52:12.388+01:00</atom:updated><title>Temos estratégias para a Crise ?</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigz2i_VAJ_AvNt7zHCyA3rUgXRjUhyphenhyphenBcxo3MBv30kGjg3o1xVYb-6OuQwUI_z0xpjldr325JE_qv94yWKCAgBsJhAnjlUQ1lL395IiQu1iwPRbMay1gPe0BQxhaJEr9Q1p01g2w1lA6g8J/s1600-h/Pintura+Manuel+Almeida+021.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 290px; height: 320px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigz2i_VAJ_AvNt7zHCyA3rUgXRjUhyphenhyphenBcxo3MBv30kGjg3o1xVYb-6OuQwUI_z0xpjldr325JE_qv94yWKCAgBsJhAnjlUQ1lL395IiQu1iwPRbMay1gPe0BQxhaJEr9Q1p01g2w1lA6g8J/s320/Pintura+Manuel+Almeida+021.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5369894015520628818&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A crise começa a tomar conta da vida dos portugueses e um certo sentimento de impotência e preocupação entra todos os dias nos telejornais que abrem com notícias de fecho de empresas e cortes de postos de trabalho numa escalada de que não há memória. As filas nos Centros de Emprego, os pedidos de apoio junto de instituições de solidariedade são a demonstração inequívoca da gravidade do problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As (melhores) perspectivas avançam já que ainda este ano teremos cerca de 10% da população activa em situação de desemprego. O cenário de uma crise prolongada, que afecta de forma transversal toda a sociedade, vai exigir medidas sociais excepcionais de apoio aos desempregados e ás empresas e uma especial atenção às famílias com mais carências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a crise também pode ser vista como uma situação de oportunidade, e não como uma desgraça. Porque temos pela frente uma boa oportunidade para mudar o rumo dos acontecimentos, enfrentar as nossas fragilidades e acima de tudo fazer as reformas sucessivamente adiadas, muitas vezes por inércia, outras por comprometimento político ou até por falta de coragem. Sabemos todos que muitas vezes só mudamos por força dos acontecimentos e a resistência a mudar de vida é sempre difícil. Mas é útil que se reflita sobre este momento e principalmente sobre o que precisamos de fazer – de mudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O país precisa de mudar a estrutura produtiva, a qualificação das pessoas, estabelecer metas, definir rumos, criar uma estratégia e assumir responsabilidades. A falta de estratégia é, regra geral, a verdadeira razão para a crise nas empresas e nas próprias sociedades. Esta não é excepção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O último relatório do FMI aponta que o esforço financeiro feito pelas economias mais ricas para combater a actual crise vai chegar a 3,6% do PIB. Questiona-se já se estas medidas de aumento da despesa pública terão eficácia, quando a dívida pública cresce a ritmos comparáveis aos tempos da II Guerra Mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro-ministro britânico Gordon Brown defendeu perante o Congresso norte-americano que o mundo deve &quot;aproveitar a oportunidade&quot; criada pela actual crise financeira e conseguir &quot;que o futuro trabalhe a nosso favor&quot;. &quot;Devemos sucumbir a uma corrida para o fundo e ao proteccionismo, que a história nos diz que no final não protege ninguém? Não. Devemos ter confiança para aproveitar a oportunidade à nossa frente e fazer com que o futuro trabalhe a nosso favor&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Os meus antecessores Winston Churchill, Tony Blair e Margaret Thatcher vieram em tempo de Guerra para falar de Guerra. A minha mensagem é sobre uma economia global em crise e um planeta em perigo&quot;, disse Brown. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gordon Brown sublinhou que em tempos de paz as crises são uma tarefa dos Governos, como representantes das pessoas, como última linha de defesa das pessoas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta mensagem é oportuna para perceber a dimensão da crise mas também para que a política ganhe um padrão ético mais exigente e que seja um referencial claro de credibilidade e geradora de confiança, quando urge transmitir a verdade e mobilizar os cidadãos para as soluções dos problemas sem o facilistismo que  temos de não querer ver a realidade e alguma “capacidade genética” de “resolvermos as coisas”, como o demonstra os últimos anos da nossa história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel Almeida&lt;br /&gt;Março 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado in Portal Lisboa.net</description><link>http://agualeve.blogspot.com/2009/08/temos-estrategias-para-crise.html</link><author>noreply@blogger.com (Manuel Almeida)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigz2i_VAJ_AvNt7zHCyA3rUgXRjUhyphenhyphenBcxo3MBv30kGjg3o1xVYb-6OuQwUI_z0xpjldr325JE_qv94yWKCAgBsJhAnjlUQ1lL395IiQu1iwPRbMay1gPe0BQxhaJEr9Q1p01g2w1lA6g8J/s72-c/Pintura+Manuel+Almeida+021.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8452787497183165828.post-6456561975202323675</guid><pubDate>Fri, 14 Aug 2009 12:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-14T19:59:17.514+01:00</atom:updated><title>A importância da comunicação</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhHusX1MMGpxPVfFwdm0plpxxKqWg4WXUQ6grWtGvRs5hDaOOE69B5rhxv0_x6VSTRz8OD6EHrNUrrLx-Irwqvi8y4xhyphenhyphen60X501wpCxJ-M2Xx9CAXMPlhYyAej0iJJ75TdiU1JeV7JSXehb/s1600-h/Pintura+Manuel+Almeida+094.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 187px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhHusX1MMGpxPVfFwdm0plpxxKqWg4WXUQ6grWtGvRs5hDaOOE69B5rhxv0_x6VSTRz8OD6EHrNUrrLx-Irwqvi8y4xhyphenhyphen60X501wpCxJ-M2Xx9CAXMPlhYyAej0iJJ75TdiU1JeV7JSXehb/s320/Pintura+Manuel+Almeida+094.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5369895947359302066&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;- A propósito de ter a coragem de dizer a verdade &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos tempos tem sido comum assistir-se a comunicações institucionais, políticas ou pessoais em que se diz o que não se pretendia ou, pior, diz-se o que as pessoas não compreendem. Ás vezes, alguém vem dizer que afinal o problema é “apenas” a falta de coragem para dizer a verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falar de comunicação é quase sempre um acto individual. E isso significa falar não só de qualidades pessoais, de atitude, de comportamentos mas também da capacidade de criar atenção, satisfação, motivação e entusiasmo. Sabendo que a mensagem dirigida deve ter em conta estes pressupostos, mas também o meio económico, social e político envolvente em que a pessoa se insere, ela deve essencialmente dirigir-se aos valores e interesses pessoais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daniel Goleman, autor da inteligência emocional, comentava numa entrevista a propósito da comunicação organizacional que a agressividade e a competição feroz dentro das empresas tão em voga nos anos 80/90, foi sendo substituída por uma atitude humanizadora, porque se deram conta que os resultados não dependem somente dos factores mecânicos e de competências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há, contudo, inúmeros obstáculos à prática eficaz da comunicação, no contexto das organizações ou no exercício do poder, sendo os mais comuns os que se relacionam com a posição hierárquica – falar mais e ouvir menos – resistência ao contraditório, tendência a confundir o exercício da autoridade e o direito à palavra, como se a livre expressão de outras opiniões constituísse uma ameaça à liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também a sobrevalorização da racionalidade económica, dos calendários de gestão, dos (curtos) ciclos políticos e dos objectivos imediatos tendem a constituir um entrave à comunicação, muitas vezes justificada pela optimização dos meios, da urgência e da busca de “eficácia”. Não ficam de fora, naturalmente, as culturas organizacionais ancoradas no autoritarismo e na norma, cuja dificuldade em comunicar é assumida como regra de gestão e de poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esquece-se que a autoconsciência é o elemento essencial da inteligência emocional e o sentimento a mola impulsionadora das nossas decisões, muitas vezes percepcionadas por sinais intuitivos vindos daquilo a que António Damásio chama de “balizadores somáticos”. Esta espécie de mensagem que nos alerta para o perigo potencial funciona também como despertador para as novas oportunidades e novos desafios. Contudo é o equilíbrio e o controlo dos sentimentos (nos valores e significados que encerram) a chave para o bem estar emocional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é este bem estar emocional aliado à capacidade de reconhecer as nossas próprias emoções, a chave de ignição capaz de criar um sentimento positivo, novas atitudes, enfrentar as dificuldades, assumir as responsabilidades para ultrapassar os obstáculos e trabalhar todo o nosso potencial de desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas para isso é necessário definir préviamente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que queremos fazer e onde queremos chegar, tanto do ponto de vista pessoal como profissional, já que ambas as dimensões estão interligadas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Qual é a nossa ambição, assumindo a responsabilidade da nossa atitude, dos nossos comportamentos e valores;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Saber em que situação nos encontramos e o que devemos fazer para avançar na direcção pretendida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Definir uma boa política de comunicação implica desenhar uma metodologia de trabalho e estabelecer um sistema de comunicação que permita o fluxo de informação em todos os sentidos (ascendente, descendente, horizontal e  transversal), e a utilização dos instrumentos adequados a saber:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Produzir ideias claras, utilizando uma linguagem que facilite a recepção&lt;br /&gt;  da mensagem, tanto na forma como no conteúdo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ter a coragem de dizer a verdade, ao mesmo tempo que se mobilizam&lt;br /&gt;  as pessoas para as causas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Promover uma atitude positiva, virada para o futuro e agregadora de&lt;br /&gt;  soluções e não de problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A assimilação, o entendimento e a utilização da informação ao longo dos tempos, foi responsável pelo desenvolvimento humano e permitiu-nos comunicar interna e externamente, multiplicando exponencialmente o conhecimento, a cultura e a relação entre os povos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabendo que, em parte, “os factores determinantes da comunicação residem na sociedade e no mundo que nos rodeia, e não no próprio processo” acreditamos que o processo de comunicação – dizer a verdade - ajudará não só a tornar esse processo mais eficaz, mas sobretudo pode ser o caminho para encontrar novas soluções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Publicado em Portal Lisboa.net, Rubrica: Mercado e Sociedade, Manuel Almeida, Fevereiro 2009&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;</description><link>http://agualeve.blogspot.com/2009/08/importancia-da-comunicacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Manuel Almeida)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhHusX1MMGpxPVfFwdm0plpxxKqWg4WXUQ6grWtGvRs5hDaOOE69B5rhxv0_x6VSTRz8OD6EHrNUrrLx-Irwqvi8y4xhyphenhyphen60X501wpCxJ-M2Xx9CAXMPlhYyAej0iJJ75TdiU1JeV7JSXehb/s72-c/Pintura+Manuel+Almeida+094.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8452787497183165828.post-979826654358081963</guid><pubDate>Fri, 14 Aug 2009 12:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-14T20:20:04.587+01:00</atom:updated><title>AS EMPRESAS COMUNICAM?</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1vd0mz7Mkg3vcspnyuywjvqFB3yhtMyacJ8c6jG3_qagD37RePKo-ju_nj2SPLlrLi-V2hrb2ZVPF5ebsVlUIRwflwz_oMMQcoJlBX_A1v_IHawjRRwz3i2z4wSMYP0K4xE7ELXg_H0CZ/s1600-h/Pintura+Manuel+Almeida+089.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 194px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1vd0mz7Mkg3vcspnyuywjvqFB3yhtMyacJ8c6jG3_qagD37RePKo-ju_nj2SPLlrLi-V2hrb2ZVPF5ebsVlUIRwflwz_oMMQcoJlBX_A1v_IHawjRRwz3i2z4wSMYP0K4xE7ELXg_H0CZ/s320/Pintura+Manuel+Almeida+089.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5369901385326709682&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;“Se tiver uma questão importante a comunicar, não tente ser subtil nem esperto. Utilize um malho. Dê-lhe um golpe certeiro. Depois, volte e dê-lhe outro. Em seguida, dê-lhe um terceiro, daqueles valentes”&lt;br /&gt;                                            &lt;strong&gt; &lt;em&gt;Winston Churchill (1874-1965), estadista&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comunicação organizacional tem desempenhado um papel fundamental no desenvolvimento das empresas e tem sido a expressão de um novo tipo de gestão nas relações sociais, conciliando elevada autonomia, participação, conhecimento e responsabilidade entre os seus membros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que subsistam vários modelos de comunicação organizacional e alguma resistência à forma como os mesmos devem ser implementados existe, contudo, um princípio comum a todos eles e que tem estado no centro das atenções: a necessidade de motivar as pessoas para os resultados e para os objectivos de desenvolvimento das organizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este princípio como afirmou Druker não é apanágio apenas das empresas mas da própria sociedade organizacional em que vivemos e da necessidade de assumirem responsabilidades sociais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas há épocas em que as notícias parecem contrariar estes princípios, pondo em causa todo o processo de comunicação, a sua credibilidade e mesmo a confiança que a sociedade legitimou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Longe vão os tempos em que os gestores estavam apenas disponíveis para falar uns com os outros, instalados longe dos grandes “palcos de guerra”.Todos perceberam, de forma distinta, que a verdadeira comunicação se faz no terreno, em todos os sentidos, com todos os públicos e tem de ser gerida em antecipação e com agilidade para poder ser competitiva e eficaz num mercado global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os tempos de mudança que vivemos são também um momento muito importante de reflexão sobre os “resultados imediatos”, os “prémios extraordinários”, obtidos trimestre a trimestre, das estratégias do curto prazo e da exaltação do poder assente em best-sellers automáticos e discursos assumidos como evangelhos instantâneos do sucesso (agora sabe-se, em muitos casos, construído sobre falsas premissas). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os negócios de maturação lenta e pequenos nichos de mercado, que no passado não eram tolerados, são agora a prioridade de qualquer empresa, independentemente da sua dimensão e organização. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também a comunicação massificada e hierarquizada ao nível dos grandes grupos veio a revelar-se, em muitos casos, desajustada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta alteração ocorre porque o mundo dos negócios é dinâmico e não admite eternamente “reengenharias” de processos “criativos”, nem regras definitivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, a prioridade é o futuro em que todos têm que ser ágeis, mas também eticamente responsáveis pelos seus actos. Por isso as qualidades pessoais mais valorizadas assentam cada vez mais na coragem, na ética, na inovação, na sensibilidade, na competência e na capacidade de comunicar não apenas ao nível dos grupos mas individualmente com todos os stakeholders.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gestão dos processos de negócio, a divulgação de informação relevante e a performance empresarial são cada vez mais um acto de comunicação sujeita à interpretação dos mercados e da sociedade que os legitima ou sanciona e cujas consequências e impacto a todos interessa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rubrica:MERCADO E SOCIEDADE,Opinião de Manuel Almeida, publicado in Portal Lisboa.net, Janeiro 2009</description><link>http://agualeve.blogspot.com/2009/08/as-empresas-comunicam.html</link><author>noreply@blogger.com (Manuel Almeida)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1vd0mz7Mkg3vcspnyuywjvqFB3yhtMyacJ8c6jG3_qagD37RePKo-ju_nj2SPLlrLi-V2hrb2ZVPF5ebsVlUIRwflwz_oMMQcoJlBX_A1v_IHawjRRwz3i2z4wSMYP0K4xE7ELXg_H0CZ/s72-c/Pintura+Manuel+Almeida+089.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8452787497183165828.post-6051033637339117252</guid><pubDate>Fri, 09 Jan 2009 00:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-13T00:30:23.025+00:00</atom:updated><title>Poesia Contemporânea</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5289085803658393938&quot; style=&quot;FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 145px; CURSOR: hand; HEIGHT: 169px&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh_3NZ5rS6KowyGu4BD95RdKxZxgKE9SnONLrwARr7aDuNKWFcKO1RBiDN0FLt4S8DN4q7r_NHg4uT0-JBJgl644S5Ro3jtSXKbO8XY2P0Ayd6gAgKMRLF1ldgm4tfMp6eqSx3EqAy-Bq__/s320/entre+o+sono+e+o+sonho.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;Para quem gosta de poesia fica a sugestão do lançamento próximo da obra “ENTRE O SONO E O SONHO” – Antologia de Poetas Contemporâneos, com a chancela da Chiado Editora.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Desta obra fazem parte 3 poemas do Água Leve! &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Os direitos de autor vão ser doados à Fundação Santo António Maria Claret, uma fundação com um papel fundamental no apoio à infância, 3.ª idade, e cidadãos portadores de&lt;br /&gt;deficiência.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;O livro tem o seu lançamento agendado para Sábado, dia 31 de Janeiro, no bar Onda Jazz, em Alfama, Lisboa.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;A Chiado Editora é uma jovem casa de edição, fundada por três escritores, que em pouco mais de dois anos se tornou numa editora de referência no âmbito da criação literária em Portugal. A partir de 2008, a Chiado Editora expandiu a sua linha editorial, acrescentando às colecções já existentes (Viagens na Ficção e Prazeres Poéticos) oito novas colecções: Passos Perdidos, Teatro Brutal, A Contraio Sensu, Mundo Fanstástico, Ecos da História, Sentido Oculto, Orgia Filosófica e Biblioteca Liberal - tornando-se assim numa editora &quot;plural como o Universo&quot;. Dentro do grupo editorial detentor da Chiado Editora, uma outra chancela, a &lt;a href=&quot;http://www.luzdasletras.com/&quot;&gt;Luz das Letras Editores&lt;/a&gt;, tem especial vocação para edição de autores portugueses ainda desconhecidos, assim como para a edição de autores estrangeiros pouco divulgados entre nós. Ambas as editoras, no seu conjunto, são uma casa de edição de referência, tanto para leitores como para autores. &lt;/div&gt;</description><link>http://agualeve.blogspot.com/2009/01/poesia-contempornea.html</link><author>noreply@blogger.com (Manuel Almeida)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh_3NZ5rS6KowyGu4BD95RdKxZxgKE9SnONLrwARr7aDuNKWFcKO1RBiDN0FLt4S8DN4q7r_NHg4uT0-JBJgl644S5Ro3jtSXKbO8XY2P0Ayd6gAgKMRLF1ldgm4tfMp6eqSx3EqAy-Bq__/s72-c/entre+o+sono+e+o+sonho.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8452787497183165828.post-6116296065249245478</guid><pubDate>Fri, 31 Oct 2008 00:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-31T00:43:27.943+00:00</atom:updated><title>Miguel Esteves Cardoso, o “MEC”</title><description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Mergulhei na &lt;strong&gt;Câmara de Comuns&lt;/strong&gt; e não resisti a incluir este excerto do &lt;strong&gt;João Gomes&lt;/strong&gt; sobre o &lt;strong&gt;MEC&lt;/strong&gt;, também a propósito da entrevista desta semana à revista Sábado. Com a devida vénia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Temos ideias muito diferentes, mas ao mesmo tempo muito iguais. Basta sermos portugueses, perdermos dois minutos a pensarmos sobre Portugal e descobrimos que cada um de nós tem um bocadinho de MEC e mais desconcertante do que isso, descobrimos que o próprio MEC tem um bocadinho de cada português. Lembrarmos a Noite da Má Língua na Sic, o velho Independente, as candidaturas monárquicas do final da década de 80 ao parlamento europeu, a revista Kapa e tudo o resto onde esteve, passou e brilhou Miguel Esteves Cardoso. Isto faz-nos ansiar um regresso. Nunca é tarde.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem ainda não leu aqui fica um dos mais brilhantes textos do Miguel Esteves Cardoso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;color:#000099;&quot;&gt;O Elogio do Amor.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&quot;Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo.&lt;br /&gt;O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em &quot;diálogo&quot;. O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam &quot;praticamente&quot; apaixonadas.Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do &quot;tá bem, tudo bem&quot;, tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida,o nosso &quot;dá lá um jeitinho sentimental&quot;. Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A &quot;vidinha&quot; é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor éa nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende.O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a Vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Miguel Esteves Cardoso, Expresso.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://agualeve.blogspot.com/2008/10/miguel-esteves-cardoso-o-mec.html</link><author>noreply@blogger.com (Manuel Almeida)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8452787497183165828.post-7033036578518472759</guid><pubDate>Wed, 17 Sep 2008 01:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-17T02:41:26.729+01:00</atom:updated><title></title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdsdo6DcpB8jDk8EL4CjxwhZQUuZYU6DZz9NlTMw3dV5U0NOznMo6eQTlginXP1RratqVeh-ACF4r7hvJrwWAbSLvfAZabBO_Yp0f2JffH0EInsoiIia1db8Tc4eYi9wJPOrbbOF1CdsSH/s1600-h/logo_peq_sem_com.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5246794280409868674&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdsdo6DcpB8jDk8EL4CjxwhZQUuZYU6DZz9NlTMw3dV5U0NOznMo6eQTlginXP1RratqVeh-ACF4r7hvJrwWAbSLvfAZabBO_Yp0f2JffH0EInsoiIia1db8Tc4eYi9wJPOrbbOF1CdsSH/s400/logo_peq_sem_com.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;color:#990000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Nasceu um novo projecto&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;font-size:85%;color:#990000;&quot;&gt;O Portal Lisboa é um novo projecto on-line dedicado à cidade de Lisboa. Nascido a 1 de Setembro, disponibiliza a todos os visitantes e residentes de Lisboa, uma panóplia de informação. Aqui pode ter acesso às câmaras de trânsito, aos restaurantes, médicos, farmácias de serviço, meteorologia, espectáculos e cinemas, entre muitas outras coisas.O Portal Lisboa aposta ainda na nova web 2.0, funcionando como uma nova comunidade on-line, onde os membros do portal, após registo gratuito, podem participar em fóruns de discussão on-line, trocar mensagens entre si e falarem em tempo real no chat.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgPwYLpYw-EXtYQ_l08NMl9kT8QOfBsKOFE9V12mVMp4tPfimDx4HQ3u5idbhAgN2R7IiCFJRjpqjvR4be05xtNhEI8F4MqeP22vm3MmdwBe84tsnOafa7rzVd9W0xgUZsiR558cpRIt2_K/s1600-h/joao.bmp&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5246795622426974050&quot; style=&quot;FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 105px&quot; height=&quot;141&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgPwYLpYw-EXtYQ_l08NMl9kT8QOfBsKOFE9V12mVMp4tPfimDx4HQ3u5idbhAgN2R7IiCFJRjpqjvR4be05xtNhEI8F4MqeP22vm3MmdwBe84tsnOafa7rzVd9W0xgUZsiR558cpRIt2_K/s320/joao.bmp&quot; width=&quot;176&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Coluna do Director&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;font-size:85%;&quot;&gt;Nasceu hoje, no primeiro dia do mês de Setembro, o Portal Lisboa, novo espaço informativo sobre a capital do nosso país. Aqui vão poder consultar tudo o que interessa sobre a nossa cidade, com um especial destaque para o sector cultural, sendo que os nossos utilizadores terão acesso a todo o cartaz cultural da cidade, bem como ao que de bom se publica ao nível literário e músical no nosso país. Paralelamente, têm acesso a uma base de dados de empresas de Lisboa, onde constam todos os restaurantes, farmácias, estabelecimentos de ensino superior e muitas outras instituições.O Portal Lisboa é um projecto contemporâneo, ciente da responsabilidade de se querer afirmar na nova web 2.0. Desta forma, todo o portal viverá imenso dos seus utilizadores, desde já convidados a consultarem e colocarem classificados, participarem nas mais variadas salas do fórum, interagirem no nosso Chat e registarem-se para terem acesso a todas as funcionalidades do nosso portal, a maior comunidade virtual de Lisboa.Todo este projecto pode definir-se desta forma: tudo o que interessa sobre Lisboa num único sítio. Neste sentido, podem ter acesso à programação televisiva, às câmaras de trânsito em Lisboa, às farmácias de serviço actualizadas diariamente, às últimas notícias da nossa cidade e às mais importantes crónicas políticas. Paralelamente, o Portal Lisboa desenvolveu um sistemas de parcerias com importantes órgãos de comunicação, de âmbito nacional, o que faz com que os utilizadores do portal possam ter acesso a alguns conteúdos informativos do mesmo, actualizados diariamente.Resta-me desejar uma boa passagem pelo Portal Lisboa e aconselhar todos os utilizadores a voltarem, novas funcionalidades vão estar activas dia após dia. Tudo sobre Lisboa à distância de um clique.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.portallisboa.net/&quot;&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;</description><link>http://agualeve.blogspot.com/2008/09/nasceu-um-novo-projecto-o-portal-lisboa.html</link><author>noreply@blogger.com (Manuel Almeida)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdsdo6DcpB8jDk8EL4CjxwhZQUuZYU6DZz9NlTMw3dV5U0NOznMo6eQTlginXP1RratqVeh-ACF4r7hvJrwWAbSLvfAZabBO_Yp0f2JffH0EInsoiIia1db8Tc4eYi9wJPOrbbOF1CdsSH/s72-c/logo_peq_sem_com.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8452787497183165828.post-8327168589066617705</guid><pubDate>Wed, 17 Sep 2008 00:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-17T01:44:58.994+01:00</atom:updated><title></title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj6xpoE_UG_toO7EihpBAJy9TvMwOl16MbxR4_sbLu0xDE2VS60KRh_IQaW7q3elKNRdkE6nWar3NFwf2wjl9bj1r5Fe_jM8Xg8uCF-6b6ROG-2gIIwZlV86y1N0qsataT-x0hwFR-z2dbI/s1600-h/1cfc5029-ee54-48a9-804e-dc6fbd44c2ae.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5246784771790751714&quot; style=&quot;FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj6xpoE_UG_toO7EihpBAJy9TvMwOl16MbxR4_sbLu0xDE2VS60KRh_IQaW7q3elKNRdkE6nWar3NFwf2wjl9bj1r5Fe_jM8Xg8uCF-6b6ROG-2gIIwZlV86y1N0qsataT-x0hwFR-z2dbI/s320/1cfc5029-ee54-48a9-804e-dc6fbd44c2ae.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;color:#660000;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Lizz Wright &quot;Uma das mais promissoras novas vozes do ano&quot;, &quot;um talento em ebulição&quot; segundo o US Today&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;color:#660000;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;- A voz revelação da Soul e da Rhythm&amp;amp;Blues&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Com apenas 28 anos, Lizz Wright é hoje um dos novos grandes nomes da cena jazz mundial. A sua biografia é semelhante à maioria das cantoras negras norte americanas. Nascida numa pequena cidade (Hahira - E.U.A.), segunda de três filhos, tudo começou na infância quando, com o seu irmão e a sua irmã, formou um trio gospel que actuava na igreja onde o seu pai (pastor da Holiness Church) era pianista e director artístico. Em 99, a sua voz quente chama a atenção com as suas actuações num Jazz Club. Em 2002 integra uma série de espectáculos de tributo à grande Billie Holiday. Os álbuns Salt, o primeiro, e Dreaming Wide Awake catapultaram-na para o estatuto de estrela jazz a nível mundial, sendo o veículo perfeito para Lizz dar largas ao seu talento tanto como cantora como compositora. A sua expressividade e virtuosismo não pararam de surpreender desde então, assim como não parou o seu processo de criação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um convite para as noites de verão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visite&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;: &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.lizzwright.net/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;http://www.lizzwright.net/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt; ou &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.myspace.com/lizzwright&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;www.myspace.com/lizzwright&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agualeve.blogspot.com/2008/09/lizz-wright-euauma-das-mais-promissoras.html</link><author>noreply@blogger.com (Manuel Almeida)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj6xpoE_UG_toO7EihpBAJy9TvMwOl16MbxR4_sbLu0xDE2VS60KRh_IQaW7q3elKNRdkE6nWar3NFwf2wjl9bj1r5Fe_jM8Xg8uCF-6b6ROG-2gIIwZlV86y1N0qsataT-x0hwFR-z2dbI/s72-c/1cfc5029-ee54-48a9-804e-dc6fbd44c2ae.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8452787497183165828.post-4907781204833934112</guid><pubDate>Tue, 08 Apr 2008 21:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-08T23:21:46.338+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Proposta de leitura</category><title>Siddhartha, de Hermann Hesse</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEipAdYwAR6f0kXjuKS4wEqoqbXEXR63iYPt-WsqrwEM0nlIbVf1yL3-uoxjHByx0nigsrSr5IqUOGuBjY8dk6WaCck9dkBwjo8DZfH006fXsbSEa_iwXsqxPLXJHOXBYT8Eh7tqnEh03wCz/s1600-h/herman+hesse.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5187003095788198322&quot; style=&quot;FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEipAdYwAR6f0kXjuKS4wEqoqbXEXR63iYPt-WsqrwEM0nlIbVf1yL3-uoxjHByx0nigsrSr5IqUOGuBjY8dk6WaCck9dkBwjo8DZfH006fXsbSEa_iwXsqxPLXJHOXBYT8Eh7tqnEh03wCz/s400/herman+hesse.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEih2gZiLZhEakUrFavR_JWIzTs0C4ahY9DayyDONq5q9TxSpfXk9qSKKCUtenZrD9d4OtM8TNyJcTdZfTw91bQSkQX17SCc6znu9uDjLTa8BpzKZVkuAHR4yVv69m5nCrXLJUGbbVQfg8bb/s1600-h/herman+hesse.jpg&quot;&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Dentro de nós, escondidos atrás dos gestos e palavras, existem sentimentos que muitas vezes não conhecemos não sabemos qual a extensão das suas raízes nem a razão da sua origem. Assim como muitos de nós, Siddartha sai à procura do seu caminho e da harmonia interior.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Trebuchet MS;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Trebuchet MS;&quot;&gt;O autor, Hermann Hesse, nasceu em 1877, em Calw (Alemanha), filho de missionários protestantes. Cedo entra em choque com os pais, que queriam o filho pastor; não se submete à disciplina da escola e foge para a Suíça onde adquire a nacionalidade suiça em 1923.&lt;br /&gt;O jovem escritor casa-se, mas continua revoltado contra o meio burguês e as convenções sociais - como se lê em Gertrud (1910). Muda-se para a Índia e conhece o budismo, que adoptaria pelo resto da vida.&lt;br /&gt;Após o início da Primeira Guerra Mundial, em 1914, engaja-se em actividades contra o militarismo alemão. Em 1919, publica Demian, influenciado pelas ideias do psicanalista Carl G. Jung.&lt;br /&gt;Sidarta é de 1922. Sem encontrar a solução para seus problemas na Índia, conta a história de sua vida em O Lobo da Estepe (1927). Em 1943, publica O Jogo das Contas de Vidro, romance utópico, situado no ano de 2200.&lt;br /&gt;É considerado um dos maiores escritores deste século, igualando-se a contemporâneos ilustres como Thomas Mann e Franz Kafka. Laureado com o Prémio Nobel em 1946, as suas obras estão traduzidas em mais de 30 idiomas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agualeve.blogspot.com/2008/04/siddhartha-de-hermann-hesse.html</link><author>noreply@blogger.com (Manuel Almeida)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEipAdYwAR6f0kXjuKS4wEqoqbXEXR63iYPt-WsqrwEM0nlIbVf1yL3-uoxjHByx0nigsrSr5IqUOGuBjY8dk6WaCck9dkBwjo8DZfH006fXsbSEa_iwXsqxPLXJHOXBYT8Eh7tqnEh03wCz/s72-c/herman+hesse.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8452787497183165828.post-2676185285478839742</guid><pubDate>Tue, 08 Apr 2008 21:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-08T22:57:35.202+01:00</atom:updated><title>Exposição de Julião Sarmento</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiRj0thSB6CmwpHSPJL7ES33TtZ_I1jrZhF7I_xwSgHzGztiw4W1ayOdMMaAlcq6xg9Q9HGKShKCMewEXsIF1AoIaGZPmKKyAUD5dpAMnGcEXy8j71zS_ngR9vy62iJteNZfb41a4-nuKIc/s1600-h/E_JuliaoSarmento02.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5186996790776207762&quot; style=&quot;FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiRj0thSB6CmwpHSPJL7ES33TtZ_I1jrZhF7I_xwSgHzGztiw4W1ayOdMMaAlcq6xg9Q9HGKShKCMewEXsIF1AoIaGZPmKKyAUD5dpAMnGcEXy8j71zS_ngR9vy62iJteNZfb41a4-nuKIc/s320/E_JuliaoSarmento02.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;Trabalhos inéditos de Julião Sarmento que inauguram uma nova fase de criação. Até 3 de Maio na Cristina Guerra Contemporary Art, em Lisboa. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;A novidade destas pinturas de Julião Sarmento prende-se com o facto de não utilizarem elementos figurativos, tão habituais na sua obra, mas sim manchas de cor que se relacionam com o uso da linguagem - legendas, excertos precisos de textos, escolhidos minuciosamente pelo autor. Outra novidade é o uso que faz da serigrafia - as peças apresentadas são, apesar da utilização do processo mecânico, obras únicas. A par do referido é também apresentada uma escultura - uma figura de mulher sem face (recorrente no seu trabalho) sentada numa cadeira, frente a uma mesa de grandes dimensões, e na proximidade de um espelho. S.Po. (PÚBLICO)&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;</description><link>http://agualeve.blogspot.com/2008/04/exposio-de-julio-sarmento.html</link><author>noreply@blogger.com (Manuel Almeida)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiRj0thSB6CmwpHSPJL7ES33TtZ_I1jrZhF7I_xwSgHzGztiw4W1ayOdMMaAlcq6xg9Q9HGKShKCMewEXsIF1AoIaGZPmKKyAUD5dpAMnGcEXy8j71zS_ngR9vy62iJteNZfb41a4-nuKIc/s72-c/E_JuliaoSarmento02.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8452787497183165828.post-4614443932798464694</guid><pubDate>Tue, 08 Apr 2008 21:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-08T22:52:20.483+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cinema</category><title>NUNCA É TARDE DEMAIS</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh4wKkuxJUsrk36FqDCUhy9voltFwxWMZiAPI4mofEwqZQy36MonWqEf2Xhtt93FmUAs3hxIZpFF0vcSmmXSGOucGLhmKui1SY2JECDvpGE-4NHM4jNVwwbkDmsNGqcdqT0VKIoVvx6ebpl/s1600-h/nunca_e_tarde_demais.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5186995025544649090&quot; style=&quot;FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh4wKkuxJUsrk36FqDCUhy9voltFwxWMZiAPI4mofEwqZQy36MonWqEf2Xhtt93FmUAs3hxIZpFF0vcSmmXSGOucGLhmKui1SY2JECDvpGE-4NHM4jNVwwbkDmsNGqcdqT0VKIoVvx6ebpl/s320/nunca_e_tarde_demais.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;O executivo multimilionário Edward Cole (Jack Nicholson) e o mecânico Carter Chambers (Morgan Freeman) vivem em mundos muito diferentes, mas, numa reviravolta do destino, os seus destinos cruzam-se. Estavam num quarto de hospital quando descobriram ter duas coisas em comum: o desejo de gastar o tempo que lhes resta a fazer tudo aquilo que sempre desejaram e a necessidade inconsciente de se aceitar tal como são. Juntos embarcam numa viagem única, tornando-se amigos e aprendendo a viver a vida no seu melhor, com sensatez e humor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;O prazer de ver juntos dois magníficos actores: JACK NICHOLSON e MORGAN FREEMAN.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&quot;Nunca É Tarde Demais&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&quot;, filme de Rob Reiner&lt;br /&gt;com Jack Nicholson, Morgan Freeman, Sean Hayes, Beverly Todd, Rob Morrow, MaShae Alderman, Verda Bridges e Lauren Cohn&lt;br /&gt;(Estados Unidos 2007)&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;</description><link>http://agualeve.blogspot.com/2008/04/nunca-tarde-demais.html</link><author>noreply@blogger.com (Manuel Almeida)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh4wKkuxJUsrk36FqDCUhy9voltFwxWMZiAPI4mofEwqZQy36MonWqEf2Xhtt93FmUAs3hxIZpFF0vcSmmXSGOucGLhmKui1SY2JECDvpGE-4NHM4jNVwwbkDmsNGqcdqT0VKIoVvx6ebpl/s72-c/nunca_e_tarde_demais.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8452787497183165828.post-6958034001419912825</guid><pubDate>Tue, 08 Apr 2008 21:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-08T22:40:10.770+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Vamos ao Teatro</category><title>&quot;Onde Vamos Morar&quot;, de José Maria Vieira Mendes, para ver em Lisboa no Convento das Mónicas</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhoPNKIVkMR6LNhu-D4fdgQNVBumcF0vVvhfeM9u2MujLg7aUL4UJVkj2GrVX8bzv0-5trdWpfC0F223l5GBU8G02mSq723iu4MLqAAIb_gwlFuth1DZZ5X8XgudqDwgtzuRkYGodNozo96/s1600-h/onde+vamos+morar.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5186992126441724274&quot; style=&quot;FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhoPNKIVkMR6LNhu-D4fdgQNVBumcF0vVvhfeM9u2MujLg7aUL4UJVkj2GrVX8bzv0-5trdWpfC0F223l5GBU8G02mSq723iu4MLqAAIb_gwlFuth1DZZ5X8XgudqDwgtzuRkYGodNozo96/s320/onde+vamos+morar.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;A sugestão é também a oportunidade de rever Sérgio Goidinho de regresso aos palcos (do teatro), o tema é actual e encerra a dicotomia do personagem que se interroga, vive e procura a vida no que ela encerra de descoberta dos lugares que nos cercam. De novo pais e de novo filhos: Américo é o pai, doente e solitário; Vítor, o seu filho, casado com Gabriela, que o deixa para partir em viagem. Patrícia, a irmã de Gabriela, vive na casa da infância, vazia, agora que os pais morreram. Gustavo regressou depois de vinte anos fora do país e procura uma casa onde ficar e o pai que já há muito não via. Mas encontra apenas Vânia, a sua meia-irmã, que está ainda no princípio. E por último Mário, que trabalha como estafeta para uma florista incompetente que se engana sucessivamente na morada dos clientes. Sete personagens deambulam pelas suas histórias e cruzam-se umas com as outras, numa teia irregular e esburacada que a todos une. Gente que entra e sai numa cidade onde muita coisa se esconde ou não se vê, onde as ruas ficam desertas à noite e por onde passa um comboio que não se sabe para onde vai. Desencontros, partidas e abandonos. Uma peça sobre a morte, sim, o escuro, claro, mas também sobre a distância, o regresso, o esquecimento e a procura de uma morada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agualeve.blogspot.com/2008/04/onde-vamos-morar-de-jos-maria-vieira.html</link><author>noreply@blogger.com (Manuel Almeida)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhoPNKIVkMR6LNhu-D4fdgQNVBumcF0vVvhfeM9u2MujLg7aUL4UJVkj2GrVX8bzv0-5trdWpfC0F223l5GBU8G02mSq723iu4MLqAAIb_gwlFuth1DZZ5X8XgudqDwgtzuRkYGodNozo96/s72-c/onde+vamos+morar.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8452787497183165828.post-1436386175965922295</guid><pubDate>Tue, 08 Apr 2008 21:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-08T22:27:35.740+01:00</atom:updated><title>CRÍTICA DO CONTEMPORÂNEO, CONFERÊNCIAS INTERNACIONAIS - Serralves 2008</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEihinBF8FBuAuqxNVp7w2OdWEunFl_1aWVCZFA-CWcbyF3NkyzXzWa6ayXD5Z9uJqLFLeUNQn14EXqPRj8Cc3FA11CEymzBbE4lcFHz2QCYtPK-u38epjlqNqH5lBdhl4GACa1Y3PdOcSXc/s1600-h/confint2008site753_1203412731.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5186988230906386786&quot; style=&quot;FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEihinBF8FBuAuqxNVp7w2OdWEunFl_1aWVCZFA-CWcbyF3NkyzXzWa6ayXD5Z9uJqLFLeUNQn14EXqPRj8Cc3FA11CEymzBbE4lcFHz2QCYtPK-u38epjlqNqH5lBdhl4GACa1Y3PdOcSXc/s400/confint2008site753_1203412731.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;Trazer à Palavra A Política, na eventualidade “de uma leitura dos acontecimentos do nosso tempo, de um traçar de uma cartografia das tonalidades políticas, sociais e afectivas que nos governam”, e “ajudar a perceber as transformações, as inflexões e as linhas de fuga que ocorrem em vários planos da nossa realidade — é este o objectivo do primeiro módulo do Ciclo de Conferências “Crítica do Contemporâneo” 2008.&lt;br /&gt;O Ciclo de Conferências “Crítica do Contemporâneo”, que decorre desde Março, traz à Palavra Os Políticos, projectivos na obra e no pensamento, gestores de incerteza na decisão e, porque capazes de análise orgânica da contingência na contingência, sujeitos da história, porventura da cultura. Sobretudo Políticos reconhecidos neste papel e conscientes do mesmo, capazes de uma reflexão crítica sobre a realidade social, cultural e política, forjada numa sólida cultura e numa praxis exigente. Os conferencistas convidados têm obra de referência, evocada, citada e discutida, onde se confronta a contingência dos acontecimentos do nosso tempo, procurando traçar uma cartografia das tonalidades afectivas, políticas e sociais que nos governam e ajudar a perceber as transformações, as inflexões e as linhas de fuga que ocorrem em vários planos da nossa realidade. Enraízam o seu pensamento nos acontecimentos do presente e na contingência do nosso tempo e definem uma actualidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;09 ABR (Qua), 21h30FERNANDO HENRIQUE CARDOSO (Brasil)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&quot;O mundo contemporâneo e a política nos próximos 20 anos&quot;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;30 ABR (Qua), 21h30MICHEL ROCARD (França)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&quot;O mundo contemporâneo e a política nos próximos 20 anos&quot;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;07 MAI (Qua), 21h30FEDERICO MAYOR (Espanha)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&quot;O mundo contemporâneo e a política nos próximos 20 anos&quot;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agualeve.blogspot.com/2008/04/crtica-do-contemporneo-conferncias.html</link><author>noreply@blogger.com (Manuel Almeida)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEihinBF8FBuAuqxNVp7w2OdWEunFl_1aWVCZFA-CWcbyF3NkyzXzWa6ayXD5Z9uJqLFLeUNQn14EXqPRj8Cc3FA11CEymzBbE4lcFHz2QCYtPK-u38epjlqNqH5lBdhl4GACa1Y3PdOcSXc/s72-c/confint2008site753_1203412731.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8452787497183165828.post-8593417494963437066</guid><pubDate>Tue, 08 Apr 2008 20:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-08T22:13:17.936+01:00</atom:updated><title>ALVESS em Serralves até 20 de Abril</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;Manuel Alvess é um artista pouco conhecido do grande público português, que tem em Serralves a primeira apresentação antológicaa da sua obra. Afastado de Portugal desde os anos 60, este artista tem vivido em Paris onde  foi acolhido e admirado por outros artistas portugueses que aí residiam, como Lourdes Castro ou René Bertholo. As suas primeiras obras são telas vazias onde o desenho aparece através do uso de fechos éclair ou da abertura de buracos no tecido. Faz performances, produz projectos mail art e inventa um conjunto de objectos de medida não funcionais, como o seu elástico e flexível “seizimètre”. A suas obras têm um carácter de intervenção crítico nas referências estruturais e de referência à vida prática. A exposição é comissariada por João Fernandes e Sandra Guimarães. A ver no Museu de Serralves até 20 de Abril.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agualeve.blogspot.com/2008/04/alvess-em-serralves-at-20-de-abril.html</link><author>noreply@blogger.com (Manuel Almeida)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8452787497183165828.post-8239156600307839737</guid><pubDate>Tue, 11 Mar 2008 23:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-12T00:21:33.865+00:00</atom:updated><title>Haruki Murakami - O convite à leitura</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg3WzE7RhmOKeGNtkNYGnutslDBjt38fqPGEKJsG4QAtZ0PIQqqVWEGIrG3w9aWADPNCdBjr9xIMj0okvZ0ijEXb9KfXRt44kh8ueXSXFThWHTPQOIPGsNG6qg-0ykNVgghajAkYJ029DQp/s1600-h/kafka+murakami.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5176643243848083330&quot; style=&quot;FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg3WzE7RhmOKeGNtkNYGnutslDBjt38fqPGEKJsG4QAtZ0PIQqqVWEGIrG3w9aWADPNCdBjr9xIMj0okvZ0ijEXb9KfXRt44kh8ueXSXFThWHTPQOIPGsNG6qg-0ykNVgghajAkYJ029DQp/s400/kafka+murakami.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi9U_CXQvVWxwcB3Yf2ijQZH94cvYTEDUByBeOHYKZeH5AnuXiPrKT_T-EnFik9x9z7u1pIqjyjztkcSGlRbZa1PylhtflkbRfuSHxccprAcqSNl1S4r_h2lEt-p51NuKQcmGqarrRT1A6V/s1600-h/kafka+murakami.jpg&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A obra Kafka à Beira-Mar, de Haruki Murakami narra as aventuras (e desventuras) de duas estranhas personagens, cujas vidas, correndo lado a lado ao longo do romance, acabarão por revelar-se repletas de enigmas e carregadas de mistério. São elas Kafka Tamura, que foge de casa aos 15 anos, perseguido pela sombra da negra profecia que um dia lhe foi lançada pelo pai, e de Nakata, um homem já idoso que nunca recupera de um estranho acidente de que foi vítima quando jovem, que tem dedicado boa parte da sua vida a uma causa- procurar gatos desaparecidos.&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Neste romance os gatos conversam com pessoas, do céu cai peixe, um chulo faz-se acompanhar de uma prostituta que cita Hegel e uma floresta abriga soldados que não sabem o que é envelhecer desde os dias da Segunda Guerra Mundial. Assiste-se, ainda, a uma morte brutal, só que tanto a identidade da vítima, como a do assassino, permanecerão um mistério.&lt;br /&gt;Trata-se, no caso, de uma clássica (e extravagante) história de demanda e, simultaneamente, de uma arrojada exploração de tabus, só possível graças ao enorme talento de um dos maiores contadores de histórias do nosso tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haruki Murakami é um dos mais populares escritores japoneses, nascido em Kyoto em 1949. Cresceu em Kobe, cidade portuária que lhe rendeu uma visão de mundo cosmopolita, um dos pilares de sua obra. A sua vida universitária foi caótica e intensa, incluindo uma participação activa nos protestos contra a guerra do Vietnam. Formou-se em dramaturgia clássica no Departamento de Literatura da Universidade de Waseda. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O seu pai era filho de um monge budista e a sua mãe vinha de uma família de comerciantes de Osaka. Ambos ensinavam literatura japonesa. Estudou literatura grega na Universidade de Waseda (Soudai), onde conheceu a sua mulher Yoko. Ainda nos tempos de juventude o seu primeiro trabalho foi numa loja de discos (exactamente como acontece com um dos personagem principais, Toru Watanabe do livro Norwegian Wood). Antes de terminar os estudos, Murakami abriu um bar de jazz &quot;Peter Cat (Gato Pedro)&quot; em Tóquio, que funcionou entre 1974 e 1982. Em 1986, após o enorme sucesso do seu romance &quot;Norwegian Wood&quot;, uma história subtil, encantadora, profunda e muito sensual de um amor destinado à tragédia. Deixa o Japão para viver na Europa e América, mas regressou ao seu país em 1995. Em Portugal foram publicadas as seguintes obras: - Norwegian Wood (2004) - Sputnik, Meu Amor (2005) - Crónica do Pássaro de Corda (2006) - Kafka à Beira-Mar (2006) - Underground - O Atentado de Tóquio e a Mentalidade Japonesa (2006).&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agualeve.blogspot.com/2008/03/haruki-murakami-o-convite-leitura.html</link><author>noreply@blogger.com (Manuel Almeida)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg3WzE7RhmOKeGNtkNYGnutslDBjt38fqPGEKJsG4QAtZ0PIQqqVWEGIrG3w9aWADPNCdBjr9xIMj0okvZ0ijEXb9KfXRt44kh8ueXSXFThWHTPQOIPGsNG6qg-0ykNVgghajAkYJ029DQp/s72-c/kafka+murakami.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8452787497183165828.post-3501626215112521400</guid><pubDate>Tue, 11 Mar 2008 22:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-11T23:09:28.379+00:00</atom:updated><title>Manuel Vilarinho e Verónica Leonor na Cooperativa Árvore</title><description>&lt;div&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEikKNJ71QDKaE34OELMyU2SEnL_c9tBdQv6ydONgruaLBxmOVNRspkvE6b3aY9eXrRgpOi62ZnSLxAKW-tVGISGkzNI76fIlZaRO-Ia2QFh6Irq119LgPhgncVETK44wAeZLKdcb7zQoc_g/s1600-h/1204718924manuel_vilarinho_200.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5176623959444924226&quot; style=&quot;FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEikKNJ71QDKaE34OELMyU2SEnL_c9tBdQv6ydONgruaLBxmOVNRspkvE6b3aY9eXrRgpOi62ZnSLxAKW-tVGISGkzNI76fIlZaRO-Ia2QFh6Irq119LgPhgncVETK44wAeZLKdcb7zQoc_g/s320/1204718924manuel_vilarinho_200.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; A Galeria Árvore inaugurou no passado dia 6 de Março duas exposições: &lt;div&gt;&quot;MANUEL VILARINHO - PINTURA E DESENHO 2001/2006&quot; e Jóias de VERÓNICA LEONOR. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até 25 de Março de 2008.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;MANUEL VILARINHO - &quot;Manuel Vilarinho - Pintura e desenho 2001/2006&quot; - Exposição de desenho e pintura&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&quot;(...)Agora, num momento em que a máquina já não se prefigura como sinónimo absoluto de progresso, e como que num regresso a um tempo que aposta na diversidade de experiências temporais, o que corporiza a organização das paisagens de Manuel Vilarinho é o passeio, o lento saborear do visível, embora completado pela fugacidade de quem passa de carro numa estrada e apreende, em brevíssimos instantes, as informações visuais que sobressaem da massa da paisagem natural. &quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Emília Ferreira, in catálogo de exposição individual, Casa da Cerca, Almada,2006&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEixcxxXfW325ClE9ACbJ1BFaqOh7EeHy3I4hVWPzID_Dtkwa-tLFoy2JZsLzMQ93vlGPi5Csvzqqn89mnxS8LAbu8lUv4WVg28U7nC6oS3UOvSij78Ph6Q2Jqo8kbmUGi-qspwoBopM4nHO/s1600-h/1204719071prata_e_dourado_01_200.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5176624174193289042&quot; style=&quot;FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEixcxxXfW325ClE9ACbJ1BFaqOh7EeHy3I4hVWPzID_Dtkwa-tLFoy2JZsLzMQ93vlGPi5Csvzqqn89mnxS8LAbu8lUv4WVg28U7nC6oS3UOvSij78Ph6Q2Jqo8kbmUGi-qspwoBopM4nHO/s320/1204719071prata_e_dourado_01_200.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;VERÓNICA LEONOR - Exposição de jóias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&quot;[...] A joalharia, hoje, ganhou uma dimensão imagética que ultrapassa a função formal e social a que estava presa. Liberta dos materiais ricos: Ouro, prata e pedras preciosas, democratiza-se e comunga dos tempos primordiais em que o osso, a fibra vegetal, o barro ou a pedra comum serviam o objectivo imediato de ornamentar, significar ou simbolizar.Espírito e matéria conjugam-se e o uso reinventa-se em associações inesperadas para o próprio autor.&lt;br /&gt;Verónica Leonor compreendeu essa metamorfose do acto de adornar. Espírito inquieto, os seus olhos brilham diante de uma pedra de cor e brilho inesperado, seja ela preciosa ou comum. As suas mãos movem-se em movimentos finos e acariciadores quando torce um fio a que quer dar forma. Vi-a deslumbrada e ávida de conhecimento, perante jóias marroquinas, turcas, indianas. Ansiosa em descobrir os mistérios que determinaram a sua existência, dos ritos e rituais em que se envolveram. [...]&quot;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Excerto de texto de Luísa Gonçalves, in catálogo da exposição, Árvore, 2008&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agualeve.blogspot.com/2008/03/manuel-vilarinho-e-vernica-leonor-na.html</link><author>noreply@blogger.com (Manuel Almeida)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEikKNJ71QDKaE34OELMyU2SEnL_c9tBdQv6ydONgruaLBxmOVNRspkvE6b3aY9eXrRgpOi62ZnSLxAKW-tVGISGkzNI76fIlZaRO-Ia2QFh6Irq119LgPhgncVETK44wAeZLKdcb7zQoc_g/s72-c/1204718924manuel_vilarinho_200.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8452787497183165828.post-2549507249018251744</guid><pubDate>Tue, 11 Mar 2008 21:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-12T00:24:26.973+00:00</atom:updated><title>Stacey Kent ao vivo em Portugal</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiysVCkYPpmA_AesqoX64G3JfE1DWdw58qcdSBW5vEaM-wBIEPnhAi05rqcX8FuFiu2yGdMTJPIElhzLjbNN49J-myI8RDKdkEF0ru2dk_9f6ZG-A4jk1ZUxkPpKHq7I1wq_jNd1P-mu9Dx/s1600-h/stacey.bmp&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5176615846251702066&quot; style=&quot;FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiysVCkYPpmA_AesqoX64G3JfE1DWdw58qcdSBW5vEaM-wBIEPnhAi05rqcX8FuFiu2yGdMTJPIElhzLjbNN49J-myI8RDKdkEF0ru2dk_9f6ZG-A4jk1ZUxkPpKHq7I1wq_jNd1P-mu9Dx/s320/stacey.bmp&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; A cantora de jazz Stacey Kent está de regresso a Portugal. A sua digressão passa a 11 Março pela Casa da Música no Porto, a 12 Março no Teatro Micaelense, a 14 Março no Centro Cultural de Belém Grande Auditório e no dia 15 Março no Cine-Teatro de Alcobaça. &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Depois de um memorável concerto em 2007, Stacey Kent apresenta o seu novo trabalho discográfico &quot;Brekfast on The Mornung Tram&quot;. Acompanham a cantora James Tomlison, saxofone tenor, Art Hirahara, piano, David Chambarlain, contrabaixo e Matthew Skelton, bateria Vencedora de variadíssimos prémios, incluindo o British Jazz Award em 2001 e o BBC Jazz Award, na categoria de “Melhor Vocalista Feminina”, em 2002, Stacey Kent é reconhecida como uma das vozes mais relevantes do jazz feminino actual. Jay Livingston, compositor três vezes galardoado com um Óscar, escreveu sobre ela: “Stacey Kent é uma verdadeira revelação. Actualmente, não há ninguém a cantar como ela. Tem o estilo dos gigantes, como Billie Holiday e Ella Fitzgerald, e canta as palavras como Nat King Cole – limpa, clara e com uma dicção perfeita.” &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O seu novo trabalho apresenta a mais ecléctica escolha musical da cantora, com destaque para a presença do escritor Kazuo Ishigo como letrista de várias composições proporcionando uma maior relevância a Stacey enquanto contadora de estórias. Stacey Kent fala orgulhosamente dos seus seis Best Selling Albums, dos variadíssimos prémios, incluindo o British Jazz Award em 2001, o BBC Jazz Award na categoria de «Melhor Vocalista Feminina», o Backsatge Bistro Award em 2004 e dos fans que lhe permitem esgotar salas em todo o mundo. O seu penúltimo trabalho, «The Boy Next Door», teve direito a um lançamento em grande estilo com um ano inteiro em tourné com mais de 250 apresentações, incluindo o Carnegie Hall em Nova Iorque e um mês inteiro de espectáculos esgotados na famosa Oak Romm no Algonquin Hotel. Disco de Prata em França três meses após o seu lançamento, permaneceu nas tabelas da Billboard americana durante 35 semanas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Discografia só para relembrar: Breakfast on the Morning Tram (2007) Collection (2007) Boy Next Door (2003) In Love Again (2003) Dreamsville (2001) Let Yourself Go (2000) Close your Eyes (1997).&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agualeve.blogspot.com/2008/03/stacey-kent-ao-vivo-em-portugal.html</link><author>noreply@blogger.com (Manuel Almeida)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiysVCkYPpmA_AesqoX64G3JfE1DWdw58qcdSBW5vEaM-wBIEPnhAi05rqcX8FuFiu2yGdMTJPIElhzLjbNN49J-myI8RDKdkEF0ru2dk_9f6ZG-A4jk1ZUxkPpKHq7I1wq_jNd1P-mu9Dx/s72-c/stacey.bmp" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8452787497183165828.post-4654081260401430193</guid><pubDate>Mon, 25 Feb 2008 22:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-25T22:10:37.558+00:00</atom:updated><title>Tributo a Álvaro Lapa</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgdToYAYBkCH604AwlbDDioag-c2ZXUYPpFT1SckPURo6t4hhAnwmR72ipvVipecR3mWcB4m-gVQnV_IQXn9dXew_ySAOMMZhKiwurci5jFoVglmQ8Kvo9_9p-xrq2uzgcHMmjDZreZ6gqT/s1600-h/alvaro-lapa.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5171043226650862242&quot; style=&quot;FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 167px; CURSOR: hand; HEIGHT: 261px&quot; height=&quot;281&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgdToYAYBkCH604AwlbDDioag-c2ZXUYPpFT1SckPURo6t4hhAnwmR72ipvVipecR3mWcB4m-gVQnV_IQXn9dXew_ySAOMMZhKiwurci5jFoVglmQ8Kvo9_9p-xrq2uzgcHMmjDZreZ6gqT/s320/alvaro-lapa.jpg&quot; width=&quot;174&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Exposição “Tributo a Álvaro Lapa&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Álvaro Lapa é hoje considerado um dos pintores mais importantes da história da arte contemporânea portuguesa, com fortes ligações à consagrada &quot;Escola do Porto&quot;, onde foi durante muitos anos Professor e de que é oriundo também, desde a génese da sua carreira, o pintor Domingos Pinho. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A presente mostra é um tributo à obra de Álvaro Lapa, a partir da qual é possível constatar o carácter imaginativo e prodigioso que emprega em cada uma das telas, com predomínio num tipo de linguagem expressionista e abstracta, que congrega pintura e escrita. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Patentes de 1 de Março a 30 de Abril - Galeria Nasoni, Rua Galeria de Paris, 80, Porto&lt;/div&gt;</description><link>http://agualeve.blogspot.com/2008/02/tributo-lvaro-lapa.html</link><author>noreply@blogger.com (Manuel Almeida)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgdToYAYBkCH604AwlbDDioag-c2ZXUYPpFT1SckPURo6t4hhAnwmR72ipvVipecR3mWcB4m-gVQnV_IQXn9dXew_ySAOMMZhKiwurci5jFoVglmQ8Kvo9_9p-xrq2uzgcHMmjDZreZ6gqT/s72-c/alvaro-lapa.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8452787497183165828.post-5632840243954324232</guid><pubDate>Mon, 25 Feb 2008 21:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-25T22:03:26.943+00:00</atom:updated><title>JÚLIO POMAR - CADEIA DA RELAÇÃO</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgrI2n9AHRywBTWf1zdNc-cEvdCXNu00fOjLqCdj-orU_GdBkgyJPeDuBnc30iEJKctlYkRamdDc4l56YMFghTzdysH6uf0fNEAwuXCLI092V320UFt_CjqKfVI4gG7ZDBO7YPlCuVBBgqA/s1600-h/pomar753_1202911940.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5171039794971992722&quot; style=&quot;FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 349px; CURSOR: hand; HEIGHT: 106px&quot; height=&quot;64&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgrI2n9AHRywBTWf1zdNc-cEvdCXNu00fOjLqCdj-orU_GdBkgyJPeDuBnc30iEJKctlYkRamdDc4l56YMFghTzdysH6uf0fNEAwuXCLI092V320UFt_CjqKfVI4gG7ZDBO7YPlCuVBBgqA/s320/pomar753_1202911940.jpg&quot; width=&quot;293&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exposição de JÚLIO POMAR - CADEIA DA RELAÇÃO&lt;br /&gt;de 22 Fev a 20 Abr 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Júlio Pomar é um dos artistas portugueses mais reconhecidos, com uma obra extremamente diversificada, desenvolvida ao longo de mais de 50 anos de trabalho. “Cadeia da Relação” é uma exposição focada na evidência dos materiais e nas suas relações estruturantes da composição do quadro ou do objecto. A exposição parte das primeiras experiências do artista (datadas das décadas de 60 e 70) no domínio da colagem e da “assemblage” e dos seus quadros resultantes de um confronto entre a tela crua e a cor para demonstrar como, desde então até à sua obra mais recente, estes processos e técnicas são indissociáveis da interrogação e das práticas da pintura na obra de Júlio Pomar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comissário: João Fernandes&lt;br /&gt;Produção: Museu de Serralves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visitas guiadas à exposição:&lt;br /&gt;6 de Março, 18h30, por João Fernandes&lt;br /&gt;10 de Abril, 18h30, por Alexandre Pomar (a confirmar)&lt;br /&gt;Local: Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Rua D. João de Castro, 210&lt;br /&gt;Horário: de Terça a Domingo, das 10h00 às 19h00.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mais informação: &lt;a href=&quot;http://www.serralves.pt/&quot;&gt;http://www.serralves.pt/&lt;/a&gt;</description><link>http://agualeve.blogspot.com/2008/02/jlio-pomar-cadeia-da-relao.html</link><author>noreply@blogger.com (Manuel Almeida)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgrI2n9AHRywBTWf1zdNc-cEvdCXNu00fOjLqCdj-orU_GdBkgyJPeDuBnc30iEJKctlYkRamdDc4l56YMFghTzdysH6uf0fNEAwuXCLI092V320UFt_CjqKfVI4gG7ZDBO7YPlCuVBBgqA/s72-c/pomar753_1202911940.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8452787497183165828.post-8101325378607345110</guid><pubDate>Mon, 25 Feb 2008 21:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-25T21:49:02.380+00:00</atom:updated><title>O Crocodilo que Voa</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjpPEMiQiDj1BayaLxANnNabMZj5HtAu_MqSrkGFRqsv7EkPw80y4PyjE6xT65fPI998r2kH5nW-lX5TinXToc99azEmk1I438WD6rM1nruKTT3QPkVI-ClCrn1bz6Kfj7Mky5G7mjG7IHI/s1600-h/crocodilo.gif&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5171036861509329538&quot; style=&quot;FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjpPEMiQiDj1BayaLxANnNabMZj5HtAu_MqSrkGFRqsv7EkPw80y4PyjE6xT65fPI998r2kH5nW-lX5TinXToc99azEmk1I438WD6rM1nruKTT3QPkVI-ClCrn1bz6Kfj7Mky5G7mjG7IHI/s320/crocodilo.gif&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistas a Luis Pacheco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O Crocodilo que Voa, livro em que João Pedro George reune entrevistas dadas por Luiz Pacheco de 1992 para cá, saíu finalmente em edição da Tinta da China.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Confissões e provocações numa antologia de entrevistas a Luiz Pacheco que Pedro Mexia faz a sua crítica no Público:&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&quot;Estas entrevistas a Luiz Pacheco valem, cito J.P. George: &quot; (...) pela agilidade mental ou pelo implacável sentido da lógica, pela sinceridade desarmante ou pelo desapego de quem não quer ser correcto ou bem-comportado; (...) pelas intervenções cómicas, o humor negro, o absurdo, o sarcasmo, a picardia, o cepticismo de quem viu e viveu muito (...) (pág. 11). Como é inevitável, há aqui bastantes repetições, cansativas numa leitura seguida, mas também surpreendentes desmontagens das categorias de &quot;maldito&quot; e &quot;libertino&quot; (ambas próprias de outras épocas e outros costumes) e uma ausência de auto-complacência que leva o escritor a reconhecer que a sua Obra se reduz a uns &quot;textos soltos&quot;. Que no entanto contam muito mais que o espectáculo (reconhecidamente divertido) da língua solta. &quot;&lt;/div&gt;</description><link>http://agualeve.blogspot.com/2008/02/o-crocodilo-que-voa.html</link><author>noreply@blogger.com (Manuel Almeida)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjpPEMiQiDj1BayaLxANnNabMZj5HtAu_MqSrkGFRqsv7EkPw80y4PyjE6xT65fPI998r2kH5nW-lX5TinXToc99azEmk1I438WD6rM1nruKTT3QPkVI-ClCrn1bz6Kfj7Mky5G7mjG7IHI/s72-c/crocodilo.gif" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8452787497183165828.post-4805209347313852481</guid><pubDate>Tue, 19 Feb 2008 00:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-12T01:23:33.047+00:00</atom:updated><title>Paulo Teixeira Pinto - A forma de pintar as palavras</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiw7PdXE6M_Cun8RWRo3x9j5Ixx_D3Rmi5-i4Xk1ZM6mK9I2gRbbSLrP9jWdIQApEMfLZSzLJtuTFLMRyDIHJlbiGZJLiRcY99JjLjiS-UXgs7RXFKJ83D2hPGhRdahbUAG7PYlS1atxr6p/s1600-h/ptpinto.jpg&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5168489074024440386&quot; style=&quot;FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 188px; CURSOR: hand; HEIGHT: 217px&quot; height=&quot;303&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiw7PdXE6M_Cun8RWRo3x9j5Ixx_D3Rmi5-i4Xk1ZM6mK9I2gRbbSLrP9jWdIQApEMfLZSzLJtuTFLMRyDIHJlbiGZJLiRcY99JjLjiS-UXgs7RXFKJ83D2hPGhRdahbUAG7PYlS1atxr6p/s320/ptpinto.jpg&quot; width=&quot;277&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;É uma personalidade ímpar que revela grande paixão pelas artes da palavra e da pintura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;Recentemente resolveu voltar a abraçar uma das causas que mais o entusiasma: a causa monárquica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&quot;Assim como as palavras verdade e silêncio se escrevem com todas as letras de todos os verbos de todas as línguas da vida&quot;. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;Vai escrever poesia, pintar e diz não contar voltar à vida política.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Trebuchet MS;&quot;&gt;Contudo, sendo uma personalidade polémica, mas agregadora, vai naturalmente introduzir várias questões no debate cívico. Pela sua frontalidade e acutilância algumas delas acabarão por ter leitura política, outras acabarão por constituir tema de reflexão, o que faz bem a Portugal. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;O seu nome é Paulo Teixeira Pinto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agualeve.blogspot.com/2008/02/forma-de-pintar-as-palavras.html</link><author>noreply@blogger.com (Manuel Almeida)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiw7PdXE6M_Cun8RWRo3x9j5Ixx_D3Rmi5-i4Xk1ZM6mK9I2gRbbSLrP9jWdIQApEMfLZSzLJtuTFLMRyDIHJlbiGZJLiRcY99JjLjiS-UXgs7RXFKJ83D2hPGhRdahbUAG7PYlS1atxr6p/s72-c/ptpinto.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8452787497183165828.post-44789516587313846</guid><pubDate>Tue, 19 Feb 2008 00:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-19T00:36:49.222+00:00</atom:updated><title>Cinema</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjaiaryq9l1qX4vGphFdlZtNxc5Qy4vvB2-HHMXVKV9quKecub94EECgrVLrb3dK8QaKqZdUgORAfwI9Pjk8K9n_2bxK3_5fk8Fq3lq1sE0BwkXOA9Go7WCeuepb6L1aMg3RzNH71tv711n/s1600-h/expiaÃ§Ã£o.bmp&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5168480685953311266&quot; style=&quot;FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 153px; CURSOR: hand; HEIGHT: 251px&quot; height=&quot;294&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjaiaryq9l1qX4vGphFdlZtNxc5Qy4vvB2-HHMXVKV9quKecub94EECgrVLrb3dK8QaKqZdUgORAfwI9Pjk8K9n_2bxK3_5fk8Fq3lq1sE0BwkXOA9Go7WCeuepb6L1aMg3RzNH71tv711n/s320/expia%C3%A7%C3%A3o.bmp&quot; width=&quot;182&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&quot;Expiação&quot;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;Juntos pelo amor. Separados pelo medo. Redimidos pela esperança. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;Realização: Joe Wright&lt;br /&gt;Com: Keira Knightley, James McAvoy, Saoirse Ronan, Romola Garai, Vanessa Redgrave, Brenda Blethyn&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;Reino Unido/França, 2007&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&lt;br /&gt;No dia mais quente do Verão de 1935, Briony Tallis, uma jovem de 13 anos, vê a sua irmã mais velha, Cecilia (Keira Knightley), despir as suas roupas e mergulhar na fonte do jardim da sua casa de campo.Junto a Cecilia, está o filho do caseiro, Robbie Turner (James McAvoy), um amigo de infância que, tal como com a irmã de Briony, se diplomou recentemente em Cambridge.&lt;br /&gt;No final desse dia, a vida dos três personagens terá mudado para sempre. Robbie e Cecilia terão ultrapassado uma fronteira, da qual nunca antes tinham ousado sequer aproximar-se, e ter-se-ão tornado vítimas da imaginação vívida da jovem. Briony, por seu lado, terá cometido um terrível crime, que procurará expiar toda a sua vida…&lt;br /&gt;Da equipa responsável pelo sucesso mundial «Orgulho e Preconceito», o aclamado realizador Joe Wright e o produtor Paul Webster reúnem-se para esta adaptação do best-seller de Ian McEwan. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjNx6cpWm7nLw2ZyIjPhgn3MgBPlAamF3Mh37tLrB7Jz4RRGWxMDVGUbr7da606OPxmQcUxymXsOL3t1cFqfV-PDWm6Zd43KXIwSWh3EIzk0s3GwqthmZviS1a43Jy-hfjIYPk1zRQ3ONYn/s1600-h/palma+de+ouro.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5168480922176512562&quot; style=&quot;FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand&quot; height=&quot;167&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjNx6cpWm7nLw2ZyIjPhgn3MgBPlAamF3Mh37tLrB7Jz4RRGWxMDVGUbr7da606OPxmQcUxymXsOL3t1cFqfV-PDWm6Zd43KXIwSWh3EIzk0s3GwqthmZviS1a43Jy-hfjIYPk1zRQ3ONYn/s320/palma+de+ouro.jpg&quot; width=&quot;119&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&quot;4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias&quot;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Trebuchet MS;&quot;&gt;De: Cristian Mungiu, com: Anamaria Marinca, Laura Vasiliu, Vlad Ivanov&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;1987, Roménia, alguns anos antes da queda do Comunismo. Ottila e Gabita, colegas de universidade, partilham um quarto num dormitório de estudantes. Gabita está grávida e o aborto é um crime. As duas raparigas pedem então ajuda a um tal de Senhor Batonementtebé para resolverem o problema. Mas não estão preparadas para o que acontecerá a seguir.&lt;br /&gt;Vencedor da Palma de Ouro em Cannes 2007 e nomeado para o Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro, &quot;4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias&quot; é mais uma prova da vitalidade do cinema contemporâneo romeno que nos últimos anos tem arrecadado as principais distinções nos festivais internacionais de cinema. É o primeiro de um projecto de vários filmes que visam traçar uma história subjectiva do Comunismo, não falando directamente do período, mas deixando antevê-lo a partir de histórias e opções pessoais que as personagens experenciam.&lt;br /&gt;PÚBLICO &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agualeve.blogspot.com/2008/02/cinema.html</link><author>noreply@blogger.com (Manuel Almeida)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjaiaryq9l1qX4vGphFdlZtNxc5Qy4vvB2-HHMXVKV9quKecub94EECgrVLrb3dK8QaKqZdUgORAfwI9Pjk8K9n_2bxK3_5fk8Fq3lq1sE0BwkXOA9Go7WCeuepb6L1aMg3RzNH71tv711n/s72-c/expia%C3%A7%C3%A3o.bmp" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8452787497183165828.post-785237334879791440</guid><pubDate>Mon, 18 Feb 2008 23:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-18T23:50:02.436+00:00</atom:updated><title>José Luis Peixoto - O grande desafio</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhDAXKPCw6XK2mXzyEX769cBhzwRp-5ATtpRSa-aouLi_DlFE1b1-gkaocO6jxNqRu6XetP3JZJZE4Xc2GyFO-KTkqEsfJMVg3Vxso0VmhDSN2ZdPbFak8gKC0_y3deaYQ9gucusWc0UIjy/s1600-h/nenhum+olhar.bmp&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5168471224140358162&quot; style=&quot;FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand&quot; height=&quot;284&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhDAXKPCw6XK2mXzyEX769cBhzwRp-5ATtpRSa-aouLi_DlFE1b1-gkaocO6jxNqRu6XetP3JZJZE4Xc2GyFO-KTkqEsfJMVg3Vxso0VmhDSN2ZdPbFak8gKC0_y3deaYQ9gucusWc0UIjy/s320/nenhum+olhar.bmp&quot; width=&quot;183&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;O seu objectivo mais importante é ser lido. As suas raízes estão ligadas à terra, aos hábitos de quem respira a vida em todas as latitudes. O seu Alentejo rural encerra o princípio, a matéria prima que tranforma numa linguagem invulgar de humildade, bondade e alegria de viver. Da sua persistência, luta e querer constrói os caminhos que quer partilhar, os encontros multiplos que a vida pode dar para encontrar os outros e a si mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;José Luis Peixoto tornou-se universal. Os seus livros já estão editados em França, Itália, Holanda, Espanha, República Checa, Bulgária, Croácia, Turquia, Finlândia, Brasil, Hungria, Reino Unido e chega agora aos Estados Unidos com a prestigiada chancela Nan A.Talese/Doubkeday. Apenas para recodar: &lt;strong&gt;&quot;Morreste-me&quot;&lt;/strong&gt; uma belíssima elegia em prosa sobre a morte do pai; &lt;strong&gt;&quot;Nenhum olhar&quot;,&lt;/strong&gt; um dos mais importantes romances da última década; &lt;strong&gt;&quot;Uma Casa na Escuridão&quot;&lt;/strong&gt; em 2002, &lt;strong&gt;&quot;Cemitério de Pianos&quot;,&lt;/strong&gt; obra de 2006, dois títulos distribuídos avulso com outras publicações:&lt;strong&gt; &quot;Minto áté ao Dizer que Minto&quot;&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;&quot;Hoje Não&quot;.&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&quot;Cal&quot;&lt;/strong&gt; é o seu último livro publicado pela Bertrand. Como ele diz na entrevista publicada no Expresso de 16 de Fevereiro: &quot;Começa agora o desafio&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agualeve.blogspot.com/2008/02/jos-luis-peixoto-o-grande-desafio.html</link><author>noreply@blogger.com (Manuel Almeida)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhDAXKPCw6XK2mXzyEX769cBhzwRp-5ATtpRSa-aouLi_DlFE1b1-gkaocO6jxNqRu6XetP3JZJZE4Xc2GyFO-KTkqEsfJMVg3Vxso0VmhDSN2ZdPbFak8gKC0_y3deaYQ9gucusWc0UIjy/s72-c/nenhum+olhar.bmp" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8452787497183165828.post-5386095889374689606</guid><pubDate>Wed, 13 Feb 2008 23:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-13T23:16:42.315+00:00</atom:updated><title>MUDE Asks Questions</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjpmsVnyuEmCguQWgSlVEeSp8cjHhppnQfW5CxGpll1Pyhk6ktoViFh1faz_vC478qMlylN7NthRG3R-D9mutLdSAYlbeUh82-XsCYixuVkPDdLtDwzh_2O0JEzo-9v68T2MtFe4tGBjg6I/s1600-h/Mude.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5166606692937818450&quot; style=&quot;FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjpmsVnyuEmCguQWgSlVEeSp8cjHhppnQfW5CxGpll1Pyhk6ktoViFh1faz_vC478qMlylN7NthRG3R-D9mutLdSAYlbeUh82-XsCYixuVkPDdLtDwzh_2O0JEzo-9v68T2MtFe4tGBjg6I/s320/Mude.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;font-size:130%;&quot;&gt;Inspired Lisbon&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;font-size:78%;&quot;&gt;Local:Lisboa, &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://lazer.publico.clix.pt/artigo.asp?id=11575&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;font-size:78%;&quot;&gt;Palácio Valadares&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;font-size:78%;&quot;&gt; - Largo do Carmo, 32&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;font-size:78%;&quot;&gt;Horários:De 13-02-2008 a 17-02-2008;Quarta das 21h00 às 02h00 (dia 13);Quinta e sexta das 11h00 às 02h00 (dias 14 e 15);Sábado das 11h00 às 04h00 (dia 16);Domingo das 11h00 às 20h00 (dia 17).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Trebuchet MS;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;Parte integrante do evento Inspired Lisbon, que se propõe pensar o design, esta exposição surge de um desafio - 6 temas foram lançados a 6 criadores para que formulassem 6 questões a partir de 6 peças da Colecção de Design e Moda de Francisco Capelo. De 13 a 17 de Fevereiro no Palácio Valadares, em Lisboa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&quot;O que é um objecto &quot;de design&quot;? E uma colecção destes objectos?&quot; foi a pergunta que deu origem a MUDE Asks Questions - uma exposição das 6 &quot;questões&quot; levantadas por 6 criadores convidados e 6 peças da Colecção Francisco Capelo. Os 6 escolhidos foram: Boca do Lobo, Cristina Filipe, Filipe Faísca, Jorge Moita, Lidija Kolovrat e Miguel Rios. No dia da inauguração Bárbara Coutinho, directora do futuro Museu do Design e da Moda (Colecção Francisco Capelo) irá conduzir a conversa com os criadores, que abordará a questão central e os temas lançados aos 6 autores como ponto de partida: Tradição e Modernidade; Novas Atitudes e Novos Materiais; Design Social e Responsabilidade Ética; Design/ Artesanato/ Arte; Cultura Global/Soluções Individuais e Re-Design. A Colecção Francisco Capelo, não envolve apenas objectos (cerca de 1000) - parte mais conhecida da sua colecção por ter estado exposta de 1999 a 2006 no Centro Cultural de Belém - mas também uma extensa e importante colecção de Alta Costura (cerca de 1200 peças). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Inspired Lisbon pretende lançar durante 5 dias questões pertinentes sobre o estado do design - &quot;Se o design é por natureza uma disciplina que procura resolver problemas, o que acontece quando são os próprios designers e outros profissionais criativos a colocar questões sobre o presente, e o futuro, das nossas sociedades?&quot;. Esta é a pergunta que dá o mote mas existem muitas outras questões - &quot;No mundo (do design) globalizado, onde estão as nossas raízes?&quot;, &quot;Como se pode manifestar o mundo digital no mundo físico?&quot; ou &quot;O que fazer com o património industrial moderno esquecido, ou em ameaça, de muitos países europeus?&quot;, são algumas delas, que nas diversas conferências, debates, palestras, workshops, performances, exibição de documentários e na referida exposição, terão lugar de discussão e reflexão por nomes nacionais e internacionais como Fernando Brízio, Maxim Velcovský ou Aram Bartholl. S.Po. (PUBLICO)&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;</description><link>http://agualeve.blogspot.com/2008/02/mude-asks-questions.html</link><author>noreply@blogger.com (Manuel Almeida)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjpmsVnyuEmCguQWgSlVEeSp8cjHhppnQfW5CxGpll1Pyhk6ktoViFh1faz_vC478qMlylN7NthRG3R-D9mutLdSAYlbeUh82-XsCYixuVkPDdLtDwzh_2O0JEzo-9v68T2MtFe4tGBjg6I/s72-c/Mude.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8452787497183165828.post-220476997912058202</guid><pubDate>Tue, 12 Feb 2008 01:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-13T23:43:01.821+00:00</atom:updated><title>Exposição de Fernando Lanhas no Porto</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiGZQgLDV3hTeyu8k0zBWTDaFweFyohKSJHzuSU2WXynjgmsNUK095EzpcizRg35Ps_5jqyzztsRCmvVe1na6x-qxDu4P0htz-LvpbYosGkMHknJropAQYO8L3b0zR-TqUuYznzsqOmAcat/s1600-h/689.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5166612856215888242&quot; style=&quot;FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 257px; CURSOR: hand; HEIGHT: 171px&quot; height=&quot;198&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiGZQgLDV3hTeyu8k0zBWTDaFweFyohKSJHzuSU2WXynjgmsNUK095EzpcizRg35Ps_5jqyzztsRCmvVe1na6x-qxDu4P0htz-LvpbYosGkMHknJropAQYO8L3b0zR-TqUuYznzsqOmAcat/s320/689.jpg&quot; width=&quot;285&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fernando Lanhas &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&lt;strong&gt;na Galeria de Arte&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;do Jornal de Notícias&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:trebuchet ms;&quot;&gt;Está patente na Galeria de Arte do &quot;Jornal de Notícias&quot;, no Porto, a exposição &quot;Fernando Lanhas, hoje&quot;, que dá a conhecer mais de uma dezena de obras do multifacetado artista portuense. Nascido em 1923, o pintor, arquitecto e poeta, junta-se ao leque de notáveis nomes das artes plásticas que têm passado pelo espaço expositivo do JN, que reabriu as suas portas ao público fez ontem precisamente um ano. A mostra pode ser visitada até ao dia 1 de Março.A exposição é composta por 15 óleos sobre tela e um desenho, obras executadas nos últimos cinco anos. À excepção do desenho, &quot;Cristo&quot;, todas as peças pertencem à colecção do artista e estão em depósito no Museu de Serralves, cujo director é o comissário desta mostra. Segundo João Fernandes, o conjunto agora exibido &quot;mantém a fidelidade&quot; à linguagem com que o artista abriu a abstracção em Portugal, nos anos 40, mas com uma vertente nova &quot;A abertura da paleta a novas cores&quot;.&lt;/span&gt;</description><link>http://agualeve.blogspot.com/2008/02/est-patente-na-galeria-de-arte-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Manuel Almeida)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiGZQgLDV3hTeyu8k0zBWTDaFweFyohKSJHzuSU2WXynjgmsNUK095EzpcizRg35Ps_5jqyzztsRCmvVe1na6x-qxDu4P0htz-LvpbYosGkMHknJropAQYO8L3b0zR-TqUuYznzsqOmAcat/s72-c/689.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>