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Essa é a primeira usina produtora de etanol do Sistema &lt;a href="http://www.blogger.com/www.petrobras.com.br" target="_blank"&gt;Petrobras&lt;/a&gt;, que adquiriu 40,4% do capital da unidade da Total Agroindústria Canaviera, por meio de sua subsidiária &lt;a href="http://www.petrobrasbiocombustivel.com.br/" target="_blank"&gt;Petrobras Biocombustíveis&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O investimento é de R$ 150 milhões e integra o Planejamento Estratégico da &lt;a href="http://www.petrobras.com.br/" target="_blank"&gt;Petrobras&lt;/a&gt; para a produção de biodiesel e etanol até 2013 que soma R$ 5 bilhões. Com o aporte de capital, a capacidade de produção da usina passará de 100 milhões de litros para 204 milhões de litros de etanol por ano, já em 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A meta da &lt;a href="http://www.petrobras.com.br/" target="_blank"&gt;Petrobras&lt;/a&gt; é chegar ao fim do ano com uma produção de 750 milhões de litros de etanol, volume que deve passar para 4 bilhões de litros em 2013. "O crescimento será com a participação em empreendimentos já em operação e em novos projetos que a empresa pretende desenvolver nos próximos meses", disse o presidente da &lt;a href="http://www.petrobrasbiocombustivel.com.br/" target="_blank"&gt;Petrobras Biocombustíveis&lt;/a&gt;, Miguel Rosseto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A unidade de Bambuí será modernizada e vai duplicar a sua capacidade de estocagem e deve aumentar a área plantada dos atuais 8 mil hectares para 30 mil hectares, além de contratar aproximadamente 1 mil novos funcionários até 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ELEVAÇÃO NA PRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a conclusão das obras de duplicação da Usina de Biodiesel de Candeias, na Bahia, prevista para agosto de 2010, a &lt;a href="http://www.petrobras.com.br/" target="_blank"&gt;Petrobras&lt;/a&gt; aumentará em 33% a capacidade de produção de biodiesel de suas três unidades: a de Montes Claros (MG), a de Quixadá (CE) e a de Candeias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A capacidade de produção conjunta das três usinas passará dos atuais 326 milhões de litros para 434 milhões de litros por ano, até o final de 2010, após a conclusão das obras na Bahia. A outras duas usinas produzem, cada uma, 108 milhões de litros anuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Planejamento Estratégico da &lt;a href="http://www.petrobras.com.br/" target="_blank"&gt;Petrobras&lt;/a&gt; prevê ainda a construção de uma usina de grande porte na Região Norte do Brasil até 2012, que poderá para processar 120 milhões de litros de biodiesel por ano – o que vai dobrar a capacidade de produção da estatal nos próximos três anos. Para isso, a estatal vai transformar uma das suas duas unidades experimentais localizadas em Guamaré, no Rio Grande do Norte, em usina industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os próximos cinco anos, já foram aprovados pela companhia investimentos de R$ 1 bilhão, destinados ao desenvolvimento de tecnologias em biocombustíveis, a serem implementadas pelo Centro de Pesquisas da estatal, na Ilha do Fundão, e também por outras instituições de pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A intenção da estatal brasileira de energia de se tornar uma das cinco maiores produtoras de biodiesel do mundo levou a estatal a concluir, em novembro do ano passado, o primeiro negócio para produção em parceria com a iniciativa privada, com a aquisição de 50% da Usina de Marialva, em Maringá, no norte do Paraná, do grupo BSBios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O início da produção, que será de 120 milhões de litros por ano, está previsto para o segundo semestre de 2010. Esse volume representa 60% da demanda atual do estado do Paraná, que é de 200 milhões de litros por ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A produção de biodiesel da &lt;a href="http://www.petrobras.com.br/" target="_blank"&gt;Petrobras&lt;/a&gt; em 2009 evitou a emissão na atmosfera de 320 mil toneladas de dióxido de carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/" target="_blank"&gt;Agência Brasil&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nielmar de Oliveira - Repórter&lt;br /&gt;Rivadavia Severo e Juliana Andrade - Edição&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Links referenciados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.petrobrasbiocombustivel.com.br/" target="_blank"&gt;Petrobras Biocombustíveis&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/www.petrobras.com.br" target="_blank"&gt;Petrobras&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/" target="_blank"&gt;Agência Brasil&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/544844640953138155-6674133042438633134?l=alcoolbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AlcoolNoBrasil/~4/KcRsBAWbqu4" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AlcoolNoBrasil/~3/KcRsBAWbqu4/petrobras-comeca-produzir-etanol.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://alcoolbrasil.blogspot.com/2010/04/petrobras-comeca-produzir-etanol.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-544844640953138155.post-8871259787215107189</guid><pubDate>Mon, 05 Apr 2010 12:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-05T09:39:51.059-03:00</atom:updated><title>Usina poderam comprar produtos de outras usinas</title><description>A partir da safra 2010/11, os produtores brasileiros de etanol poderão comercializar sua produção entre si, de acordo com resolução da Agência Nacional de Petróleo Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o que deve contribuir para reduzir a volatilidade de preços do produto junto ao consumidor final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o diretor técnico da União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica), Antonio de Padua Rodrigues, esta medida vai permitir que empresas mais capitalizadas comprem o produto das empresas menores para armazenar para a entressafra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oferta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, estas empresas maiores poderão evitar uma oferta expressiva de etanol durante a safra, fazendo com que os preços caiam para abaixo do custo de produção, e forte alta na entressafra. “Esta medida será mais eficaz que os programa de armazenagem do governo para equilibrar o mercado e reduzir a volatilidade”, explica Pádua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://tribunadonorte.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/SQco2DY6S6I/AAAAAAAADXw/I8wwt2LLDEs/s200/Tribuna+do+Norte.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262219598693551010" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/544844640953138155-8871259787215107189?l=alcoolbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AlcoolNoBrasil/~4/frqBRgtGSBw" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AlcoolNoBrasil/~3/frqBRgtGSBw/usina-poderam-comprar-produtos-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/SQco2DY6S6I/AAAAAAAADXw/I8wwt2LLDEs/s72-c/Tribuna+do+Norte.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alcoolbrasil.blogspot.com/2010/04/usina-poderam-comprar-produtos-de.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-544844640953138155.post-8613628319238189700</guid><pubDate>Tue, 23 Mar 2010 14:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-23T11:54:02.668-03:00</atom:updated><title>Cana e soja atraem a alemã Lanxess para a co-geração</title><description>A alemã &lt;a href="http://www.lanxess.com.br/" target="_blank"&gt;Lanxess&lt;/a&gt; investe em co-geração de energia no Brasil, na Índia e na Bélgica. No exterior, os projetos envolvem soja e gás natural ecológico. No Brasil, o grupo instalou em Porto Feliz, no interior paulista, uma usina com capacidade de gerar, a partir do bagaço da cana-de-açúcar, 4,5 megawatts. Ao todo, a empresa deve injetar 25 milhões de euros (US$ 33,8 milhões). Só no País já foram investidos 8 milhões de euros (US$ 10,8 milhões).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Marcelo Lacerda, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chief_executive_officer" target="_blank"&gt;Chief Executive Officer (CEO)&lt;/a&gt; da Lanxess, a quantidade de dióxido de carbono (CO2) emitida é igual à absorvida pelas plantações de cana durante o cultivo. "Nossa meta é reduzir até 2012 em 80% as emissões de gases causadores do efeito estufa", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 2007 a 2009, de acordo com levantamento realizado nas 43 unidades do grupo, espalhadas por 23 países, as emissões anuais das plantas já foram reduzidas em quase 60%. Na usina brasileira, a redução será de 44 mil toneladas métricas de gás carbônico por ano. Segundo Lacerda, esse volume deve diminuir a praticamente zero as emissões da planta. "O que sobra é uma cinza irrisória que vira adubo para a própria cana", afirma o executivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A energia ecológica será destinada à própria produção de pigmentos de óxido de ferro, comercializados mundialmente como bayferrox ou pó xadrez, como é conhecido na região de Porto Feliz. "A ideia não é vender energia. Mesmo a folga de 20% será usada na planta", afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da fábrica em Porto Feliz, segundo Lacerda, a Lanxess possui mais três usinas no País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dados da companhia apontam que os volumes da principal unidade da empresa, localizada em Krefeld-Uerdingen, na Alemanha, o qual possui a maior planta mundial de produção de óxido de ferro, com as plantas de Jinshan, na China, e de Porto Feliz somam uma produção de 350 mil toneladas métricas do pigmento por ano. O produto é enviado a indústrias do ramo da construção civil e automotivo, além de fábricas de tintas e revestimentos, e linha industrial de plástico e papel. "O óxido de ferro também é utilizado em pastilhas de freio e airbags", afirma Lacerda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das novas usinas, duas serão implantadas na Índia, uma em Nagta, a base de soja, que deve entrar em operação no segundo semestre deste ano, e outra em Jhagadia, com inauguração prevista para o fim do ano. Esta última produzirá resinas de troca iônica, a partir de energia gerada com gás natural ecológico. Em Nagta, a planta gera 4 megawatts e até 45 toneladas métricas de vapor por hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Bélgica, o fornecimento de energia da unidade, localizada em Zwijndrecht, será realizado, também este ano, em cooperação com o fornecedor belga Electrabel. O objetivo da parceria é colocar em funcionamento uma usina de co-geração para fornecer eletricidade para as fábricas de borracha da Lanxess.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Lacerda, a previsão de redução de dióxido de carbono gira em torno de 80 mil toneladas métricas por ano, e como no site brasileiro, deve operar com eficiência de 90%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Antuérpia já funciona uma das primeiras plantas de co-geração da área portuária da empresa. A Lanxess foi fundada em 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do Brasil, Índia e Bélgica, a empresa atua também na Austrália, Espanha, Reino Unido, Rússia e Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avanço&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Lacerda, a Lanxess estima um crescimento anual de pelo menos 10%. Os países que mais estão rendendo frutos são o Brasil, Rússia, Índia e China, que juntos foram responsáveis por 20,1% do faturamento do grupo em 2009, um aumento de 16,1% se comparado a 2008. O faturamento combinado atingiu 1,02 bilhão de euros (US$ 1,38 bilhão). "A previsão é de avançar dois dígitos por ano", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Axel Heitmann, presidente do Conselho de Administração da empresa, o grupo também sofreu com a crise econômica mundial em 2009, devido a fraca demanda global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano passado, a Lanxess somou um faturamento global da ordem de 5,06 bilhões de euros (US$ 6,8 bilhões), 23,1% menor que no acumulado do ano anterior, e um lucro líquido de 40 milhões de euros (US$ 54,1 milhões), ante os 183 milhões de euros (US$ 247,7 milhões) de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A região da América Latina computou 515 milhões de euros (US$ 697,1 milhões), 28,9% a menos que em 2008, o que responde por 10,2% do faturamento total do grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2009, a Lanxess também reduziu custos, com o programa Challenge 09-12, na ordem de 170 milhões de euros (US$ 230,1 milhões). A líder em especialidades químicas computou um volume de vendas de 6,58 bilhões de euros (US$ 8,91 bilhões em 2008). &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alécia Pontes&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.dci.com.br/"target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="" src=" http://bp2.blogger.com/_JNSg0ssSpzg/RaUEeLHDhQI/AAAAAAAAADM/M-Qi97kQuRk/s400/DCI.bmp"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Da Agência &lt;a href="http://www.udop.com.br/"target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt=""src="http://bp2.blogger.com/_JNSg0ssSpzg/RmWf0ROSP-I/AAAAAAAABIg/LPZ51x6-vEU/s320/Logo_Jornal+UDOP.bmp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/544844640953138155-8613628319238189700?l=alcoolbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AlcoolNoBrasil/~4/NCwMLoggvl4" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AlcoolNoBrasil/~3/NCwMLoggvl4/cana-e-soja-atraem-alema-lanxess-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><media:thumbnail url="http://bp2.blogger.com/_JNSg0ssSpzg/RmWf0ROSP-I/AAAAAAAABIg/LPZ51x6-vEU/s72-c/Logo_Jornal+UDOP.bmp" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alcoolbrasil.blogspot.com/2010/03/cana-e-soja-atraem-alema-lanxess-para.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-544844640953138155.post-3649651091015963139</guid><pubDate>Tue, 23 Mar 2010 13:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-23T10:53:25.903-03:00</atom:updated><title>Queda acelerada por conta de especulação</title><description>O mercado de açúcar em NY fechou a semana registrando queda nos meses que servem de fixação para a safra 2010/2011. O maio/2010 teve queda de 22 dólares por tonelada na semana, enquanto o julho e outubro de 2010, tiveram quedas de 12 e 7 dólares por tonelada respectivamente. A partir do último, todos os demais meses fecharam em alta comparativamente à semana anterior. Houve uma inflexão acentuada da curva de preços. A diferença entre o maio de 2010 e o maio de 2011 baixou de 251 para 115 pontos, ou seja, 30 dólares por tonelada. A pressão, como demonstram os números, ocorreu principalmente nos meses de vencimento mais curto. Isso se deve à demanda apenas? Vejamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1º de fevereiro passado, quando o contrato de açúcar em NY com vencimento para maio/2010 atingiu a máxima de 29 centavos de dólar por libra-peso, havia uma posição de contratos de opções em aberto nas puts (opções de venda) de 116.000 lotes entre os preços de exercício de 16 e 27 centavos de dólar por libra-peso. Esse volume equivale a 6.000.000 de toneladas. Muitas dessas puts vendidas faziam parte de uma das pontas de operação especulativa de compra de açúcar quando o mercado futuro estava apontando para o alto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os especuladores compravam as calls (opções de compra) financiando a operação com a venda das puts (opções de venda). Essa estratégia funciona razoavelmente bem se as coisas caminharem para a direção imaginada, ou seja, com o mercado subindo. Se o mercado continuasse a subir, os especuladores ganhariam com a valorização das calls compradas, enquanto as puts vendidas perderiam seu valor. Quando ocorre um desarranjo como o visto nos últimos pregões, ou seja, com o mercado despencando, o especulador se vê com o risco de ser exercido na put vendida, isto é, ficar comprado num mercado em queda acelerada. Para estancar ou limitar esse prejuízo iminente ele tem que vender futuros. Ao fazê-lo, empurra as cotações mais para baixo ainda, numa bola de neve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só para se ter uma idéia do tamanho da encrenca, nas puts com preço de exercício de 23 centavos de dólar por libra-peso para vencimento maio/2010, havia uma posição em aberto de 10.500 lotes (533.000 toneladas), desencadeando vendas de futuros quando o mercado se aproximava dos 23 centavos de dólar por libra-peso em 1º de março; depois, no preço de exercício de 22 havia mais 13.000 lotes (660.000 toneladas); e no preço de exercício de 20, mais 18.500 lotes (940.000 toneladas) e assim vai. Cada nova queda alimentava novos ajustes de posição pelo delta e conseqüentemente pressionava mais o mercado, obrigando a novos ajustes, que continuavam pressionando o mercado, e assim vai. Enquanto esse expurgo não terminar, o mercado não vai retomar a alta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fundamentos do açúcar teriam mudado tanto assim? Assumindo uma simetria nos exageros altistas que fizeram o mercado de açúcar negociar acima dos 25 centavos de dólar por libra-peso que era considerado o topo (no maio), e chegou a 29 centavos, se a oscilação do pêndulo for a mesmo para a recente baixa, de 17,66 podemos inferir que o mercado deve voltar ao nível de 20,50. Acho palatável ainda, pelas seguintes razões: não sabemos como a safra do Centro-Sul vai iniciar, se teremos chuvas iguais ao do ano passado, se a extensão da produção indiana vai se confirmar, enfim, muitas questões sem resposta. Uma coisa parece consenso: os 29 centavos que vimos no maio ficarão mais distantes, como o sonho de uma noite de verão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;John Arnold, considerado um dos mais brilhantes traders de energia, e o segundo mais jovem bilionário americano, responsável pelo sucesso do seu fundo Centaurus, cuja posição especulativa no mercado de energia fez com que a Amaranth desaparecesse, tem uma frase básica para explicar seu sucesso: "Eu tento comprar as coisas sempre que elas negociam abaixo do preço que nossa análise considera justo e vende-las sempre que nossa análise mostra que a curva de preços no futuro está acima do valor que consideramos justo". Simples assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora compare essa análise com uma recente que circulou nas agências de notícias, acerca de um fundo que busca recursos de pessoas físicas no Brasil cujo gestor afirma que quem decide quando e onde aplicar o dinheiro é o computador, que analisa e dispara as ordens de compra, sem interferência dos humanos. O fundo opera também nas commodities agrícolas. Imagino que deva ter um robô vestido de bispo para quem o investidor insatisfeito possa fazer suas reclamações. Pode escrever aí. Ainda vamos ouvir muito falar dessas operações. Para o bem e para o mal. Quando os derivativos de crédito surgiram, ai de quem falasse contra. Deu no que deu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rumores de mercado na semana deram conta que uma trading que apostava suas fichas na ascensão do mercado de açúcar, teria perdido dezenas de milhões de dólares em suas posições compradas no físico e no futuro. O mercado dá, o mercado tira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a queda do etanol no mercado interno, a margem líquida (depois do custo financeiro) tanto do anidro quanto do hidratado já está no território negativo, com ambos negociando abaixo do custo de produção estimado em R$ 0,9021 e 0,8660 respectivamente. A estimativa de margem operacional líquida para as usinas, baseada no fechamento, é de US$ 7,80 por tonelada de cana moída, antes do custo financeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Fundo Fictício da Archer Consulting, zeramos a posição do straddle de 27,50 no maio, recomprando 1.360 lotes da call (opção de compra) pagando 4 pontos e 1.000 da put (opção de venda), pagando 783 pontos. Também compramos 744 lotes nos futuros ao preço de 19,71, zerando a posição. Iniciamos uma nova posição vendendo 1.000 lotes de straddle do julho, coletando um prêmio de 3,46 centavos de dólar por libra-peso. Encerramos a semana com mais um prejuízo de US$ 177.195,97 e um ganho acumulado de US$ 4.178.947,82, com retorno anualizado de 289,24 %. Vamos zerar o delta da posição, vendendo na segunda-feira 636 calls (opções de compra) de preço de exercício 20,00 centavos de dólar por libra-peso no julho/2010. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arnaldo Luiz Corrêa, diretor da Archer Consulting&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.brasilagro.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_JNSg0ssSpzg/RthlfweBmiI/AAAAAAAAB0c/ZgfOSFWkxco/s200/Brasil%40gro.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Da Agência &lt;a href="http://www.udop.com.br/"target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt=""src="http://bp2.blogger.com/_JNSg0ssSpzg/RmWf0ROSP-I/AAAAAAAABIg/LPZ51x6-vEU/s320/Logo_Jornal+UDOP.bmp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/544844640953138155-3649651091015963139?l=alcoolbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AlcoolNoBrasil/~4/PWaLCgrTTS8" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AlcoolNoBrasil/~3/PWaLCgrTTS8/queda-acelerada-por-conta-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><media:thumbnail url="http://bp2.blogger.com/_JNSg0ssSpzg/RthlfweBmiI/AAAAAAAAB0c/ZgfOSFWkxco/s72-c/Brasil%40gro.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alcoolbrasil.blogspot.com/2010/03/queda-acelerada-por-conta-de.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-544844640953138155.post-6367246763024509901</guid><pubDate>Mon, 22 Mar 2010 16:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-22T13:23:00.655-03:00</atom:updated><title>Soro do leite pode se transformar em etanol</title><description>18/03/10 - O soro de leite pode se transformar em etanol, de acordo com um estudo que está adiantado na Universidade Norte do Paraná, em Londrina. Os pesquisadores trabalham na avaliação do teor de álcool que o soro produz e esperam ativar um projeto piloto com o produto no ano que vem. &lt;a href="http://materiaprimas.blogspot.com/2010/03/soro-do-leite-pode-se-transformar-em.html"&gt;Veja aqui a reportagem completa.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Canal Rural&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/544844640953138155-6367246763024509901?l=alcoolbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AlcoolNoBrasil/~4/6MkI6-GZHGc" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AlcoolNoBrasil/~3/6MkI6-GZHGc/soro-do-leite-pode-se-transformar-em.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alcoolbrasil.blogspot.com/2010/03/soro-do-leite-pode-se-transformar-em.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-544844640953138155.post-5683315044682252335</guid><pubDate>Mon, 22 Mar 2010 16:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-22T13:11:40.658-03:00</atom:updated><title>Biocombustíveis: Alavanca para o desenvolvimento</title><description>Argumentamos neste espaço que a agroindústria brasileira é muito mais sofisticada do que geralmente se pensa, utilizando o caso da cadeia da cana-de-açúcar como exemplo. O olhar antigo que vê no setor apenas pobreza e baixa produtividade foi e continua sendo superado pelo desenvolvimento de um complexo produtivo único, tropical, de grandes proporções, inovador, dinâmico e fortemente integrado às áreas industriais e de serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa construção demandou quatro décadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ponto de partida foi a existência de uma farta disponibilidade de terra. Estima-se que, mesmo hoje, exista uma área a ser aproveitada superior a 100 milhões de hectares na região do Cerrado (fora da região da Floresta Amazônica, portanto), além de uma enorme área de pastagens de baixa produtividade, que já estão sendo convertidas para lavoura. Sobre essa base, o avanço da pesquisa consolidou-se pelo desenvolvimento generalizado do Sistema de Plantio Direto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tecnologia. Clima tropical requer proteção do solo; entretanto, o cultivo tradicional e o modelo de mecanização a ele atrelado mostrou-se inadequado nesse regime climático. O plantio direto, juntamente com nutrição de plantas e desenvolvimento genético garantiu um expressivo aumento da produtividade da agricultura na região central do País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O domínio tecnológico da agricultura, em ambiente tropical, permitiu que a natural abundância de solo, luminosidade, temperatura e água fossem utilizadas para elevar a produtividade da agricultura. Além disso, novas tecnologias continuam a ser desenvolvidas, tanto pelo setor público como pelo setor privado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como resultado do plantio direto, duas safras passaram a ser cultivadas no mesmo ano; foi também possível desenvolver sistemas de integração de lavoura e pecuária, alternando verão e inverno ou fazendo rotação entre anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesses sistemas há um impacto direto na qualidade da produção de carne, pois o processamento da safra resulta em subprodutos que podem ser utilizados em rações de confinamento, semiconfinamento ou suplementação a pasto o que amplia a produtividade da pecuária junto com técnicas de melhoramento genético, liberando áreas para a agricultura. Por exemplo, a expansão da cana-de-açúcar na região noroeste do Estado de São Paulo tem sido feita, essencialmente na área de antigos pastos. Milhões de hectares adicionais de pastos serão liberados nos próximos anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualificação. Em paralelo a esse avanço tecnológico, o setor agropecuário e o Estado investiram fortemente no desenvolvimento de recursos humanos tanto em nível médio como superior. Em meio a uma escassez generalizada de mão de obra qualificada, que se observa no País, o setor agropecuário é, talvez, o mais bem servido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diversificação. Um aspecto interessante do agronegócio brasileiro é o amplo número de produtos estruturados em uma cadeia completa. Açúcar e álcool, laranja, café, soja, algodão, madeira, frutas, tomate, carnes, leite, ovos, flores e hortaliças encontram-se presentes no País. Essa diversificação garante estabilidade ao sistema. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Demais nota-se que o Brasil tem, além da diversificação das exportações, um grande mercado interno para esses produtos. Apenas no caso do trigo ainda dependemos de grandes volumes de importação, o que joga a favor da segurança alimentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queda de preços. O mais espetacular resultado dessa evolução foi uma queda persistente no custo real da alimentação. Juarez Rizzieri e eu mostramos, em pesquisa para a Embrapa, que o custo no varejo de São Paulo de uma ampla cesta de alimentos caiu pouco mais de 5% ao ano, em termos reais, entre 1975 e 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa situação perdura até hoje, reforçando a capacidade de compra das populações de baixa e média renda, em termos de produtos industriais de consumo. No caso brasileiro é falso que exista uma dicotomia entre a produção de alimentos e de energia. Artefatos como deserto verde, "não como eucalipto", etc. são apenas pobres argumentos ideológicos, úteis apenas para certos grupos extorquirem dinheiro público. Ademais, o setor não deve e não precisa destruir a floresta tropical para crescer e produzir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fertilizantes. O tamanho do sistema agropecuário brasileiro implicou também o desenvolvimento de uma significativa indústria de insumos como fertilizantes, defensivos, sementes, suplementos, rações, produtos veterinários e outros. Assim como uma indústria de equipamentos, tratores e implementos de grande proporção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessas áreas também nota-se um fluxo de inovações tecnológicas muito significativas que permitem projetar continuidade da elevação da produtividade do sistema como um todo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inovação. Finalmente, assim como mostramos no caso da cana-de-açúcar na última coluna aqui publicada, essas cadeias produtivas estão cada vez mais longas, integrando agricultura, indústria e serviços. Novos produtos seguem sendo pesquisados e lançados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas como exemplos recentes lembro aqui os aviões movidos a etanol e lançamentos próximos na área de motores (a MWM e a AGCO/Delphi trabalham independentemente para lançar motores que combinam etanol e biodiesel e etanol e diesel), a utilização de biodiesel em locomotivas (Vale) e em plásticos (além daqueles oriundos da cana) biodegradáveis, como o Ecobrás, um copolímero obtido de um poliéster biodegradável certificado e fabricado pela Basf e um polímero vegetal desenvolvido pela Corn Products e produzido no Brasil. Este pode ser usado para produção de peças injetáveis, filmes, bobinas e sacolas plásticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em resumo, a expansão do conhecimento e da inovação, de um amplo setor industrial e de serviços sofisticados é parte integrante, e não antagônica, do crescimento do agronegócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ademais, o Brasil é o único país do mundo que pode elevar de forma significativa a produção de alimentos, energia e fibras em prazo relativamente curto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exportações. Existe hoje uma grande oportunidade para o agronegócio brasileiro que decorre de três fatores: da entrada no mercado de consumo de alimentos de centenas de milhões de pessoas na Ásia; da demanda de biocombustíveis e, finalmente, da crescente demanda por parte da indústria química (plásticos, solventes, especialidades). Apenas para lembrar, a rede de supermercados Carrefour pretende abolir as sacolas plásticas de sua operação mundial em pouco mais de três anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora não tenha sido tratado aqui, é sabido que a evolução da renda real dos consumidores brasileiros, nos últimos anos, tem sido positiva em todas as faixas de renda, levando a uma crescente massificação do mercado interno de produtos industriais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aproveitamento das oportunidades de exportação abertas ao agronegócio e aquelas dadas pelo mercado doméstico de produtos industriais são duas alavancas fundamentais do desenvolvimento brasileiro. Cabe a nós aproveitá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para tanto é fundamental reverter a perda de competitividade que vem ocorrendo pela deterioração da infraestrutura, pela escassez de mão de obra qualificada, pela elevação dos custos da energia elétrica e do gás natural para a indústria, pelas disfunções do sistema tributário, pela piora na regulação econômica, e etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Câmbio. Pedir uma intervenção que coloque o dólar a R$ 2,40 é uma solução aparentemente fácil, mas que alterna o impossível (imaginar que podemos nos transformar numa China) e o fracasso, como no caso da Argentina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltaremos a isso no nosso próximo encontro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Economista da MB Associados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.estadao.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5449997585960401810" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S6JH7dnn-5I/AAAAAAAAEsU/39ZoySac_PQ/s200/Estadao+003.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; - José Roberto Mendonça de Barros&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/544844640953138155-5683315044682252335?l=alcoolbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AlcoolNoBrasil/~4/Q7YxnetuJmc" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AlcoolNoBrasil/~3/Q7YxnetuJmc/biocombustiveis-alavanca-para-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S6JH7dnn-5I/AAAAAAAAEsU/39ZoySac_PQ/s72-c/Estadao+003.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alcoolbrasil.blogspot.com/2010/03/biocombustiveis-alavanca-para-o.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-544844640953138155.post-9184774316114746864</guid><pubDate>Thu, 18 Mar 2010 17:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-18T14:08:56.398-03:00</atom:updated><title>Bertin vai assumir o controle da Infinity Bio-Energy</title><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Produtora de açúcar e álcool está em recuperação judicial, com dívida de mais de R$ 700 milhões&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O Grupo Bertin vai assumir o controle da produtora de açúcar e álcool Infinity Bio-Energy Brasil, que está em recuperação judicial. O acordo, assinado há alguns dias, deve ser divulgado hoje. A Infinity tem atualmente cinco usinas em operação, e sua dívida supera os R$ 700 milhões. O plano de recuperação judicial da empresa, aprovado em dezembro, já previa a entrada de novos sócios ou a venda de ativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Bertin fundiu no ano passado suas operações de alimentos e lácteos com a JBS Friboi, criando a maior empresa de carnes do mundo. Mas manteve algumas operações separadas, como a área de biodiesel, a de construção e a de infraestrutura. Com a Infinity, a produção de álcool ganha mais força dentro do grupo, que já é sócio da Usina São Fernando, em Mato Grosso do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final de fevereiro, a Agência Estado informou que a Infinity preparava um aumento de capital de R$ 180 milhões, operação que seria avaliada em uma assembleia geral extraordinária de acionistas marcada para 22 de março. Os R$ 180 milhões de aumento de capital correspondem exatamente ao valor líquido que a companhia pretendia receber pela venda da Usina Naviraí (Usinavi), em Mato Grosso do Sul, ou ainda a ser obtido por meio de um empréstimo, pelo qual a usina seria dada como garantia. A Usinavi foi a única das cinco usinas controladas pela Infinity que não foi dada como garantia aos credores que aprovaram o plano de recuperação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A usina tem capacidade de moagem de 3,2 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, é a maior unidade industrial da Infinity no País e foi a primeira adquirida pela companhia, em setembro de 2006. Antes mesmo da aprovação da recuperação judicial, a Infinity já negociava a venda da usina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;POLO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da Usina Naviraí, a Infinity criou um polo nas divisas de Minas Gerais, Bahia e Espírito Santo, com três unidades em operação ? Alcana, Cridasa e Disa ? e ainda possui a Usina Paraíso, em São Sebastião do Paraíso, no Sul de Minas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O plano de recuperação judicial da previa, além de uma reestruturação e da venda de ativos, o pagamento de dívidas de valores iguais ou inferiores a R$ 1,5 mil logo após a homologação do acordo. Os credores com garantias reais serão pagos em dez anos, com o desembolso previsto para começar cinco anos após a homologação judicial. Os credores trabalhistas devem ser pagos em até um ano. Para os credores que não possuem garantias está previsto um desconto de 50% no valor de seus créditos e opção pelo recebimento em dez anos e meio, ou em cronograma de pagamentos mensais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.estadao.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5449997585960401810" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S6JH7dnn-5I/AAAAAAAAEsU/39ZoySac_PQ/s200/Estadao+003.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/544844640953138155-9184774316114746864?l=alcoolbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AlcoolNoBrasil/~4/-uMos-WiVOI" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AlcoolNoBrasil/~3/-uMos-WiVOI/bertin-vai-assumir-o-controle-da.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S6JH7dnn-5I/AAAAAAAAEsU/39ZoySac_PQ/s72-c/Estadao+003.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alcoolbrasil.blogspot.com/2010/03/bertin-vai-assumir-o-controle-da.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-544844640953138155.post-3497320076126442099</guid><pubDate>Thu, 18 Mar 2010 15:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-18T13:09:56.892-03:00</atom:updated><title>Produtores ouvem propostas da Embrapa e Petrobras para darem guinada em produção agrícola</title><description>40 produtores da região de Aracaju/SE ouvem propostas de empresas como Embrapa e Petrobras para darem guinada em produção agrícola no município.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último dia 5 aconteceu no Auditório do Conselho Tutelar de Divina Pastora o 1° Workshop de Agricultura Familiar e Produção de Biocombustível. A Prefeitura Municipal através da Secretaria de Agricultura, Irrigação e Abastecimento realizou um debate entre a comunidade de agricultores e instituições como Petrobras, Instituto de Tecnologia e Pesquisa – ITP – e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa Tabuleiros Costeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Idealizado pelo secretário da pasta, Heldimar Bezerra, o Workshop visou apresentar à população quais culturas tem a possibilidade de serem plantadas com sucesso e, desta forma, gerar renda. O ITP foi a primeira instituição a se apresentar, representada pelo professor e sociólogo Geraldo Viana que mostrou a opção de se trazer uma usina de biocombustível para o município produzido a partir do plantio de sorgo sacarino, uma espécie similar à cana-de-açúcar.&lt;br /&gt;A vinda de tal usina já está sendo negociada, num investimento de cerca de R$ 400 mil, orçamento considerado baixo para a quantidade que será produzida diariamente e para a renda mensal que cada trabalhador receberá, algo estimado em torno de R$ 600. A Usina produzirá dois tipos de álcool, o hidratado a 94°, utilizado para limpeza e o de 55°, para combustíveis.&lt;br /&gt;Após a fala de Geraldo, o analista de transferência de tecnologia da Embrapa Tabuleiros Costeiros Alexandre Tommasi afirmou que Sergipe é um dos 43 centros de pesquisas ecorregionais do Brasil, caracterizadas por oferecer potencial para a geração de tecnologias, adaptadas a cada região. Reforçou a conexão entre as pesquisas feitas com o meio produtivo onde estavam para que, desta forma, pudessem chegar ao mercado e ao produtor rural. E, somente depois da apresentação da missão e objetivos da Embrapa é que Alexandre entrou no assunto de real interesse da comunidade presente.&lt;br /&gt;Foram apresentados à comunidade de agricultores alguns projetos com oleaginosas como Girassol em Sergipe, cuja adaptabilidade à região nordeste é grande e tem se tornado a menina dos olhos de produtores rurais Brasil afora. É um excelente produto para ser transformado em biodiesel, combustível ambientalmente correto e em alta. &lt;br /&gt;Além do Girassol, uma das propostas da Embrapa é reativar o plantio de mandioca incentivando a caracterização e o desenvolvimento de técnicas de cultivo. Também serão identificadas outras culturas que mais se adequam à região para, a partir daí, se iniciar o plantio como por exemplo, de variações da mandioca de polpa amarelada, mais rica em vitamina A e milho.&lt;br /&gt;Ashton Vital, assessor técnico da Petrobrás Biocombustível, tomou a palavra logo ao final da palestra de Tommasi para falar sobre o programa desenvolvido por esta empresa na área de Agricultura Familiar, embasada por lei no tripé das responsabilidades social, ambiental e mercadológica. Produtores rurais que fizerem acordo com a Petrobras, terão seus produtos comprados por ela. A empresa petrolífera já contempla seis mil famílias em 33 municípios sergipanos com esta ideia de alto rendimento e cultivo rápido (100 dias).&lt;br /&gt;Ao final das apresentações, as empresas convidadas e os agricultores presentes iniciaram um debate para determinar quais culturas seriam implantadas no município. Decidiram, entusiasmados com a iniciativa da Secretaria de Agricultura do Município, pelo plantio de mandioca, aipim, feijão, milho, sorgo sacarino, hortaliças, girassol e cana-de-açúcar. “Ver as instituições e a Prefeitura se articulando já é animador e traz esperança de uma produção agrícola que traga mais desenvolvimento para o município”, disse Reginaldo Almeida, representante do assentamento do MST em Divina Pastora.&lt;br /&gt;Os agricultores José de França e José Rodrigues não negam a grande disposição que possuem em rever as terras locais produzindo várias culturas. “Estamos endividados e não tivemos sucesso no plantio de mandioca no passado. Mas a história agora é diferente. Queremos plantar e estamos com saúde e disposição”, comemoram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.faxaju.com.br/viz_conteudo.asp?codigo=1632010115021136"&gt;Plenaria&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/544844640953138155-3497320076126442099?l=alcoolbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AlcoolNoBrasil/~4/YSyK9BrILhw" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AlcoolNoBrasil/~3/YSyK9BrILhw/produtores-ouvem-propostas-da-embrapa-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alcoolbrasil.blogspot.com/2010/03/produtores-ouvem-propostas-da-embrapa-e.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-544844640953138155.post-5848929766437789472</guid><pubDate>Mon, 15 Mar 2010 17:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-15T14:34:43.866-03:00</atom:updated><title>Baixa do petróleo faz etanol perder espaço</title><description>A queda acentuada dos preços do petróleo acendeu uma luz amarela para a competitividade do álcool combustível em relação à gasolina. Os vários projetos de novas usinas no Brasil, a grande maioria deles sustentados pela crescente demanda global por álcool, poderão ser colocados em xeque, caso as cotações do petróleo recuem ainda mais ou persistam nesses atuais patamares. Nos últimos sete dias, o barril do petróleo caiu abaixo de US$ 50 duas vezes. O consenso no mercado é de que os projetos de álcool no país são viáveis economicamente com o barril até US$ 40.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www2.thetoptips.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;img style="WIDTH: 139px; HEIGHT: 42px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5448914720791481826" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S55vEagsTeI/AAAAAAAAEsE/vMx5V0_TZlQ/s200/Ibama+Nota+Verde.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/544844640953138155-5848929766437789472?l=alcoolbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AlcoolNoBrasil/~4/dQZ5LyDrPbQ" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AlcoolNoBrasil/~3/dQZ5LyDrPbQ/baixa-do-petroleo-faz-etanol-perder.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S55vEagsTeI/AAAAAAAAEsE/vMx5V0_TZlQ/s72-c/Ibama+Nota+Verde.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alcoolbrasil.blogspot.com/2010/03/baixa-do-petroleo-faz-etanol-perder.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-544844640953138155.post-5542958041404990197</guid><pubDate>Mon, 15 Mar 2010 17:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-15T14:32:55.169-03:00</atom:updated><title>Brasil em duas rodas com etanol</title><description>A Honda reunirá em Brasília concessionários do país inteiro para apresentar um lançamento que vinha sendo mantido em segredo: o primeiro modelo de moto movida a etanol e a gasolina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www2.thetoptips.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;img style="WIDTH: 139px; HEIGHT: 42px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5448914720791481826" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S55vEagsTeI/AAAAAAAAEsE/vMx5V0_TZlQ/s200/Ibama+Nota+Verde.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/544844640953138155-5542958041404990197?l=alcoolbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AlcoolNoBrasil/~4/DzMbGM35nXU" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AlcoolNoBrasil/~3/DzMbGM35nXU/brasil-em-duas-rodas-com-etanol.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S55vEagsTeI/AAAAAAAAEsE/vMx5V0_TZlQ/s72-c/Ibama+Nota+Verde.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alcoolbrasil.blogspot.com/2010/03/brasil-em-duas-rodas-com-etanol.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-544844640953138155.post-3552298756805287229</guid><pubDate>Mon, 15 Mar 2010 17:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-15T14:24:37.072-03:00</atom:updated><title>ADM negocia a compra da Unialco</title><description>A ADM, gigante americano do setor agrícola, negocia a compra das usinas da Unialco, de Luiz Guilherme Zancaner. O grupo tem interesse especial na unidade de Guararapes, no interior de SP, que está avaliada em R$ 310 mi, e na de Aparecida do Taboado, em MS, estimada em R$ 170 mi. O sucesso da operação depende da avaliação das dívidas da Unialco e da capacidade de Zancaner de convencer seus sócios a também vender suas participações para a ADM. Oficialmente, as empresas não se manifestam sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www2.thetoptips.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S55h053jfZI/AAAAAAAAErk/-1czOqZQ8-4/s320/TheTopTips.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5448900160679804306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/544844640953138155-3552298756805287229?l=alcoolbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AlcoolNoBrasil/~4/bh7H_PZ9sB4" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AlcoolNoBrasil/~3/bh7H_PZ9sB4/adm-negocia-compra-da-unialco.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S55h053jfZI/AAAAAAAAErk/-1czOqZQ8-4/s72-c/TheTopTips.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alcoolbrasil.blogspot.com/2010/03/adm-negocia-compra-da-unialco.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-544844640953138155.post-4439528583899015523</guid><pubDate>Mon, 15 Mar 2010 17:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-15T14:14:20.664-03:00</atom:updated><title>IBAMA cria uma “nota verde” para os carros</title><description>&lt;p&gt;A &lt;a href="http://servicos.ibama.gov.br/ctf/publico/sel_marca_modelo_rvep.php" target="_blank"&gt;Nota Verde&lt;/a&gt;, criada pelo Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores, varia numa escala de 0 a 10. Quanto maior a nota de um carro, menor o seu índice de emissão de CO, hidrocarbonetos e NOx. Os dados disponíveis referem-se a modelos produzidos em 2008 e estão de fora os carros a álcool. O &lt;a href="http://lista10.org/carros/os-10-carros-menos-poluentes-do-brasil/" target="_blank"&gt;site Lista10 publicou o Top 10&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;Ford Focus – 9,4 pontos&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Honda New Fit EX – 9,2&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Nissan Tiida – 9,2&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Honda New Fit LXL – 9,1&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ford Edge – 9,1&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Honda New Fit LX – 9,1&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Chrysler PT Cruiser – 9&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fiat Uno – 9&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fiat Uno Way – 8,9&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Honda Civic LXS – 8,8 &lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;a&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/544844640953138155-4439528583899015523?l=alcoolbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AlcoolNoBrasil/~4/82ReyjsXQC8" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AlcoolNoBrasil/~3/82ReyjsXQC8/ibama-cria-uma-nota-verde-para-os.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alcoolbrasil.blogspot.com/2010/03/ibama-cria-uma-nota-verde-para-os.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-544844640953138155.post-6364038170753209639</guid><pubDate>Mon, 15 Mar 2010 16:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-15T14:04:03.228-03:00</atom:updated><title>Carros Flex-Fuel reduz a emissão de CO2 no Brasil em 35 milhões de ton</title><description>De 2003 até 2008 os carros deixaram de emitir na atmosfera 35 milhões de toneladas de CO2, graças ao uso do álcool nos carro flex. Os dados foram apresentados em São Paulo pelo governador José Serra na abertura do Ethanol Summit, um dos principais encontros sobre o etanol no mundo. O evento foi organizado pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar. Se 10% da gasolina do mundo tivesse álcool em sua formulação, deixariam de ser emitidos por ano 530 milhões de toneladas de CO2. O Brasil é o único país a misturar até 25% de etanol à gasolina, além de produzir 90% dos carros com motor flex.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www2.thetoptips.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S55h053jfZI/AAAAAAAAErk/-1czOqZQ8-4/s320/TheTopTips.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5448900160679804306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/544844640953138155-6364038170753209639?l=alcoolbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AlcoolNoBrasil/~4/UihMB1m7Dg0" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AlcoolNoBrasil/~3/UihMB1m7Dg0/carros-flex-fuel-reduz-emissao-de-co2.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S55h053jfZI/AAAAAAAAErk/-1czOqZQ8-4/s72-c/TheTopTips.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alcoolbrasil.blogspot.com/2010/03/carros-flex-fuel-reduz-emissao-de-co2.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-544844640953138155.post-1427660316947652821</guid><pubDate>Mon, 15 Mar 2010 16:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-15T14:03:57.537-03:00</atom:updated><title>Exportação de álcool seria o novo café do Brasil?</title><description>As exportações brasileiras totais de álcool cresceram 70,9% em volume e 98,7% em faturamento no primeiro semestre de 2007, informou o Departamento de Açúcar e Álcool do Ministério da Agricultura. Os Estados Unidos seguem como o principal destino do álcool brasileiro, sendo responsável por 29,6% do total exportado. As exportações para a Europa subiram 119,5% em volume, se comparados os dois primeiros semestres de 2006 e 2007. Para o Japão as exportações subiram quase 30%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www2.thetoptips.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S55h053jfZI/AAAAAAAAErk/-1czOqZQ8-4/s320/TheTopTips.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5448900160679804306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/544844640953138155-1427660316947652821?l=alcoolbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AlcoolNoBrasil/~4/LmhWe_5S--s" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AlcoolNoBrasil/~3/LmhWe_5S--s/exportacao-de-alcool-seria-o-novo-cafe.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S55h053jfZI/AAAAAAAAErk/-1czOqZQ8-4/s72-c/TheTopTips.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alcoolbrasil.blogspot.com/2010/03/exportacao-de-alcool-seria-o-novo-cafe.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-544844640953138155.post-1817815525245401040</guid><pubDate>Mon, 15 Mar 2010 16:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-15T14:03:51.311-03:00</atom:updated><title>Abastecer com gasolina ou álcool?</title><description>Para usuário de carro flex, abastecer com álcool só tem vantagem se o preço corresponder a no máximo 70% do valor da gasolina. Isso porque o álcool faz com que o carro tenha um rendimento, em média, 30% menor. Para saber se é vantajoso abastecer, o motorista deve dividir o preço do álcool pela gasolina e o resultado não pode ultrapassar 0,7.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www2.thetoptips.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S55h053jfZI/AAAAAAAAErk/-1czOqZQ8-4/s320/TheTopTips.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5448900160679804306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/544844640953138155-1817815525245401040?l=alcoolbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AlcoolNoBrasil/~4/_KDAovU4M30" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AlcoolNoBrasil/~3/_KDAovU4M30/abastecer-com-gasolina-ou-alcool.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S55h053jfZI/AAAAAAAAErk/-1czOqZQ8-4/s72-c/TheTopTips.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alcoolbrasil.blogspot.com/2010/03/abastecer-com-gasolina-ou-alcool.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-544844640953138155.post-4512256596363764702</guid><pubDate>Mon, 15 Mar 2010 16:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-15T14:03:42.935-03:00</atom:updated><title>Investimento em álcool chegará a US$ 19 bi até 2012</title><description>Com o \”boom\” do álcool no mundo, o setor sucroalcooleiro do Brasil recebe novos investimentos, que contarão com forte financiamento estatal. Serão aplicados US$ 19 bilhões até 2012 em pelo menos 86 novas usinas e ampliações; já os empréstimos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) somarão até R$ 10 bilhões no período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 2002 a 2005, o setor investiu menos de um terço do valor previsto para os próximos anos, US$ 6,2 bilhões. Se saírem do papel, os projetos vão gerar 400 mil empregos e aumentar em 114% a produção de álcool até 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www2.thetoptips.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S55h053jfZI/AAAAAAAAErk/-1czOqZQ8-4/s320/TheTopTips.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5448900160679804306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/544844640953138155-4512256596363764702?l=alcoolbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AlcoolNoBrasil/~4/wfCfrtjqSpI" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AlcoolNoBrasil/~3/wfCfrtjqSpI/investimento-em-alcool-chegara-us-19-bi.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S55h053jfZI/AAAAAAAAErk/-1czOqZQ8-4/s72-c/TheTopTips.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alcoolbrasil.blogspot.com/2010/03/investimento-em-alcool-chegara-us-19-bi.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-544844640953138155.post-8825635940511014681</guid><pubDate>Thu, 04 Mar 2010 20:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-04T17:07:07.623-03:00</atom:updated><title>Bagaço de cana vira matéria-prima para etanol de segunda geração</title><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S5ASfgHP-jI/AAAAAAAAErM/ImXMMQKj5Rs/s1600-h/Classificador-pneumatico.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 178px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5444872281896516146" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S5ASfgHP-jI/AAAAAAAAErM/ImXMMQKj5Rs/s200/Classificador-pneumatico.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Grupo de pesquisa na Unicamp desenvolve equipamento para fazer a separação das partes do bagaço de cana-de-açúcar, facilitando a obtenção do etanol celulósico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O bagaço da cana-de-açúcar, um subproduto do processo de produção do açúcar e do etanol, é reaproveitado principalmente para gerar energia elétrica, por meio de sua queima nas próprias usinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas pesquisadores brasileiros estão desenvolvendo novos usos para o resíduo, abrindo caminho para sua utilização com uma finalidade ainda mais nobre - na produção de biocombustíveis de segunda geração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Matéria-prima nobre&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O potencial para o uso do bagaço de cana para produzir o chamado etanol de segunda geração é enorme, especialmente por causa da grande disponibilidade desta matéria-prima. O volume desse subproduto representa cerca de um terço da produção de cana-de-açúcar no Brasil, que vem batendo recordes a cada ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A safra de 2009, anunciada este mês pelo Ministério da Agricultura, ultrapassa 600 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, o que representa em torno de 200 milhões de toneladas de bagaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhorias genéticas obtidas em laboratório também contribuem para aumentar a biomassa do vegetal. Isso refletirá em plantas de maior porte e, consequentemente, com mais bagaço no fim do processo convencional de produção de açúcar e de etanol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Hidrólise da celulose&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi pensando em dar um tratamento preliminar a esse rejeito que pesquisadores da Faculdade de Engenharia Agrícola da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), coordenados pelo professor Luis Augusto Barbosa Cortez, desenvolveram um equipamento capaz de separar esse material heterogêneo em partes semelhantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a última moenda da cana, o bagaço torna-se praticamente um pó formado de partículas e fibras de vários tamanhos. A porção mais dura dessa mistura é rica em lignina e oriunda da parte externa do caule, sendo praticamente seca. Já o material mais mole é úmido e deriva do interior da planta. Essa é a melhor parte para entrar no processo de produção de etanol, por ser rica em celulose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A lignina é mais difícil de degradar, por isso a parte de dentro, com menor teor de lignina, é a ideal para ser submetida à hidrólise", explicou Cortez, referindo-se ao processo que quebra o açúcar da celulose e o transforma em álcool.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A lignina é um agregador que oferece resistência à quebra das moléculas. Quanto menos lignina contiver o material, mais fácil é o processo de obtenção do álcool celulósico", explicou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, a classificação do bagaço obtida por meio da tecnologia desenvolvida pelo grupo da Feagri tende a ganhar cada vez mais importância à medida que avançam as pesquisas sobre a nova geração do etanol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Classificador pneumático&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desafio dos pesquisadores foi criar uma tecnologia para classificar de maneira contínua e automática essas diferentes partes do bagaço da cana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isso, o grupo contou com a participação do professor Guillermo Roca, da Universidade de Oriente, em Cuba, que veio ao Brasil para participar do projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram os trabalhos de Roca que estabeleceram os princípios gerais para construção do invento, um tipo de classificador pneumático. Nele, o bagaço é inserido por um orifício diagonal, localizado em sua parte superior, e empurrado por uma válvula rotativa sobre um fluxo constante de ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"As partículas grossas são então depositadas no fundo, as de tamanho médio ficam em um coletor na parte intermediária do dispositivo e as menores e mais leves são levadas pelo ar por um tubo curvo até um depósito mais alto", explicou Cortez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não é preciso preparar o bagaço antes de colocá-lo na máquina", ressaltou. Isso faz seu custo operacional ser interessante à indústria. Mesmo antes de se começar a produção do etanol de celulose, a separação do bagaço pode melhorar a qualidade dos vários destinos que esse subproduto tem recebido. A parte seca do bagaço, por exemplo, proporciona uma queima mais uniforme e eficiente para produzir energia termelétrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Outras aplicações do homogeneizador&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto a tecnologia não estiver pronta para a indústria, o bagaço continuará sendo empregado na produção de ração animal, fertilizante e, principalmente, de material de queima para alimentar caldeiras geradoras de energia elétrica dentro das usinas. Para isso, ele não recebe nenhum tratamento. "Ele não é sequer secado antes de ser queimado, o que diminui a eficiência da queima", disse Cortez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se iniciar a segunda geração do etanol, a parte mais valorizada do bagaço será retirada do depósito inferior do classificador desenvolvido na Unicamp. Por meio de análises, o grupo averiguou que a fração mais grossa tem maior teor de celulose e quantidades menores de lignina, sendo a mais apropriada para a produção do álcool.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da indústria sucroalcooleira, o homogeneizador poderá ser útil em qualquer ramo de atividade que necessite separar materiais sólidos granulados heterogêneos. Por exemplo, grãos moídos na indústria alimentícia, hidrato de cal, na área de mineração, e o pó resultante da moagem de pedras, na construção civil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A eficiência e a versatilidade do equipamento motivaram o depósito do pedido de patente por meio da agência de inovação Inova Unicamp.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.inovacaotecnologica.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/SJseQ3yGJ3I/AAAAAAAADTA/wuOLlU5uR3A/s200/Inova%C3%A7%C3%A3o+Tecnol%C3%B3gica.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/544844640953138155-8825635940511014681?l=alcoolbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AlcoolNoBrasil/~4/oPq7TdsqPaU" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AlcoolNoBrasil/~3/oPq7TdsqPaU/bagaco-de-cana-vira-materia-prima-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S5ASfgHP-jI/AAAAAAAAErM/ImXMMQKj5Rs/s72-c/Classificador-pneumatico.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alcoolbrasil.blogspot.com/2010/03/bagaco-de-cana-vira-materia-prima-para.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-544844640953138155.post-4562406806354428654</guid><pubDate>Thu, 04 Mar 2010 19:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-04T17:03:15.981-03:00</atom:updated><title>Laboratório de bioetanol de segunda geração é inaugurado em Campinas</title><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S5ARiPmxjzI/AAAAAAAAErE/HkDmlThCbE4/s1600-h/Laboratorio+Campinas.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 133px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5444871229493317426" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S5ARiPmxjzI/AAAAAAAAErE/HkDmlThCbE4/s200/Laboratorio+Campinas.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;O novo laboratório visa resolver os gargalos com o objetivo de tornar o Brasil capaz de fornecer, em 2025, etanol para substituir 10% da gasolina utilizada no mundo.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Etanol de celulose&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inaugura nesta sexta-feira (22), às 15h30, no Polo II de Alta Tecnologia, em Campinas, o Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo laboratório trabalhará focado na pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&amp;amp;I) do ciclo cana-de-açúcar/etanol para a produção, em larga escala, do chamado álcool de 2ª geração ou etanol celulósico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a nova unidade, o Brasil entrará definitivamente na corrida mundial em busca do etanol de celulose, considerado o combustível do futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Patrocinado pelo Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), o empreendimento conta com recursos iniciais de R$ 69 milhões e será coordenado pelo professor Marco Aurélio Pinheiro Lima, do Departamento de Eletrônica Quântica do Instituto de Física Gleb Wataghin (IFGW) da Unicamp.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Ambiente industrial de pesquisa&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A missão do CTBE, detalhada por Marco Aurélio em coletiva à imprensa nesta quinta-feira (21), será desenvolver um pacote tecnológico que não apenas seja capaz de extrair o combustível da biomassa de cana-de-açúcar, mas que também seja viável economicamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O Centro quer criar um ambiente industrial de pesquisa, um ambiente que possa trazer processos de sucesso da universidade para uma escala intermediária entre o laboratório e a indústria", explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criação do CTBE surgiu a partir de estudo iniciado em 2005 a pedido MCT e coordenado por Rogério Cezar Cerqueira Leite, professor emérito da Unicamp e pesquisador do Núcleo de Planejamento Energético da Unicamp (Nipe). O trabalho detectou os gargalos em um cenário que projeta o país para fornecer, em 2025, etanol para substituir 10% da gasolina utilizada no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Demanda de ciência&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Há alguns anos foi feito um estudo sobre a possibilidade de o Brasil fazer o escalonamento de produção de etanol. E a pergunta feita na época é se seria possível o Brasil substituir 10% da gasolina mundial por álcool brasileiro. O estudo apontou que sim, mas existem gargalos no ciclo que demandam ciência para resolver. E por essa razão a ideia de trazer um laboratório como esse para dentro dessa estrutura. Essa estrutura tem capacidade para fazer o aprofundamento científico necessário para vencer esses gargalos", contextualizou Marco Aurélio Pinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CTBE desenvolverá, ainda de acordo com ele, tecnologia eficiente e sustentável de conversão da biomassa da cana-de-açúcar em energia química renovável. Para isso, contará com uma ampla infraestrutura de pesquisa e desenvolvimento (P&amp;amp;D), com destaque para a Planta Piloto para Desenvolvimento de Processos (PPDP). A PPDP permitirá o escalonamento de tecnologias relacionadas à produção de etanol a partir do bagaço de cana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Centro multidisciplinar&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marco Aurélio Pinheiro ressalta que o CTBE insere-se no cenário de P&amp;amp;D como um Centro que abre as portas para outras instituições, convidando pesquisadores de diversos setores a encontrar soluções para o desenvolvimento do bioetanol de cana-de-açúcar em todo seu ciclo produtivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haverá também interface com a indústria que poderá desenvolver pesquisa no ambiente do laboratório com todos os direitos garantidos e sustentados pela Lei de Inovação. "Esse é um projeto com as características de uma política de estado", afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a coletiva, o diretor científico do CTBE, Marcos Silveira Buckeridge, do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP), apresentou a cadeia de produção do etanol de 2ª geração nos laboratórios científicos do novo centro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sobre o Etanol de Celulose&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O etanol de celulose é produzido a partir da transformação de biomassa em açúcar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda matéria vegetal é constituída de lignocelulose, um conjunto de polímeros formado por celulose, hemicelulose e lignina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A celulose e a hemicelulose podem gerar etanol celulósico. Antes da fermentação, porém, é preciso quebrar suas cadeias químicas para obter o açúcar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As duas técnicas mais conhecidas são as hidrólises enzimática e ácida. Na primeira, mais lenta, uma enzima faz a quebra; na segunda, a tarefa fica a cargo de um ácido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Localização privilegiada&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a criação deste novo laboratório nacional com foco no ciclo cana-de-açúcar/etanol, o MCT decidiu reestruturar o campus de pesquisa, situado ao lado da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), criando o Centro Nacional de Pesquisa em Energia de Materiais (CNPEM).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CNPEM passa a abrigar, além do CTBE, o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), o Laboratório Nacional de Biociências (LNBio) e o Laboratório de Nanotecnologia Cesar Lattes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CTBE conta com a parceria científica do LNLS e do LNBio. O LNLS é pioneiro no Hemisfério Sul e único na América Latina a possuir uma Fonte de Luz Síncrotron, tecnologia que permite conhecer a estrutura tridimensional e química da matéria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o LNBio atua no desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação em biociências. Na interação com o CTBE, desenvolve pesquisas avançadas em estrutura e função de biomoléculas, como as enzimas necessárias ao processo de produção de etanol de 2ª geração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.inovacaotecnologica.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/SJseQ3yGJ3I/AAAAAAAADTA/wuOLlU5uR3A/s200/Inova%C3%A7%C3%A3o+Tecnol%C3%B3gica.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/544844640953138155-4562406806354428654?l=alcoolbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AlcoolNoBrasil/~4/Ui-cvD6PScg" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AlcoolNoBrasil/~3/Ui-cvD6PScg/laboratorio-de-bioetanol-de-segunda.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S5ARiPmxjzI/AAAAAAAAErE/HkDmlThCbE4/s72-c/Laboratorio+Campinas.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alcoolbrasil.blogspot.com/2010/03/laboratorio-de-bioetanol-de-segunda.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-544844640953138155.post-2956959430302464515</guid><pubDate>Wed, 03 Mar 2010 15:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-03T12:36:34.914-03:00</atom:updated><title>EUA reconhecem etanol brasileiro como biocombustível avançado</title><description>Biocombustível Avançado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Agência Norte-Americana de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês) anunciou que o etanol brasileiro de cana-de-açúcar reduz as emissões de gases de efeito estufa (GEE) em 61% em relação à gasolina – o que o caracteriza como um “biocombustível avançado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O reconhecimento da EPA abre o mercado norte-americano e mundial para o etanol brasileiro e deverá contribuir para a redução das tarifas de importação impostas ao produto pelo governo dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais pesquisas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os pesquisadores, isso aumenta ainda mais a necessidade de investimentos em pesquisas relacionadas ao biocombustível no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O governo dos Estados Unidos reconheceu algo que já estava bem claro para a comunidade científica. Trata-se de uma excelente notícia para o etanol brasileiro porque a disponibilidade de um biocombustível avançado e comercialmente viável é um elemento importante para a estratégia norte-americana de redução de emissões de GEE [gases de efeito estufa],” disse Luís Augusto Barbosa Cortez, professor Engenharia Agrícola da Unicamp.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“No entanto, a provável abertura do mercado criará uma demanda que só poderá ser suprida se tivermos um grande avanço tecnológico”, complementa ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais álcool com a mesma cana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Cortez, a necessidade de aumento da produção poderá ter tal magnitude que somente seria possível de ser realizada com investimentos em pesquisa para o aprimoramento do etanol de primeira geração e para o desenvolvimento da produção de etanol celulósico – que deverá aumentar a produtividade sem expansão da área plantada de cana-de-açúcar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Essa boa notícia precisa ser acompanhada de investimentos para que o etanol tenha melhores indicadores, como custo de produção, redução de consumo de fertilizantes, produtividade agroindustrial, condições de trabalho no campo e redução de queimadas. A sustentabilidade do etanol tem que ser considerada em suas dimensões ambientais, sociais e econômicas”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consumo mínimo de biocombustíveis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com avaliação feita pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), a decisão da EPA abre o mercado para a entrada de 15 a 40 bilhões de litros de etanol brasileiro nos Estados Unidos até 2022. A nova legislação norte-americana estabelece que o consumo mínimo de biocombustíveis deve ser de mais de 45 bilhões de litros anuais e, até 2022, esse volume deverá ser elevado para até 136 bilhões de litros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A decisão não abre o mercado apenas nos Estados Unidos, mas em todo o mundo, porque a EPA é reconhecida em todos os países e o etanol brasileiro provavelmente ganhará importância nas estratégias de redução de emissões de todos eles”, disse Cortez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pesquisador também coordena estudos sobre expansão da produção de etanol no Brasil visando à substituição de 10% da gasolina no mundo em 2025 por etanol de cana-de-açúcar, feitos pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) e pelo Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Energético (Nipe), da Unicamp.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é um biocombustível avançado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ser considerado um biocombustível avançado, o etanol deve reduzir as emissões de GEE em pelo menos 40% em relação à gasolina. Artigos científicos indicaram que a redução do etanol brasileiro variava entre 60% e 90%, dependendo da metodologia de estudo. O etanol de milho norte-americano, em comparação, produz redução de cerca de 15%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Que eu saiba, por esse critério, não há nenhum outro biocombustível avançado comercialmente viável. O biodiesel europeu, que tem melhor desempenho, proporciona reduções na faixa de 20% a 30%. Os norte-americanos têm esperanças de conseguir essa classificação para o etanol de segunda geração, mas ele ainda não é comercial e quando estiver sendo produzido ainda será muito caro”, afirmou Cortez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Protecionismo incoerente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor da Unicamp explica que o reconhecimento da EPA certamente ajudará a derrubar a tarifa de importação do etanol brasileiro nos Estados Unidos, que está estabelecida até o fim de 2010 em US$ 0,54 por galão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tarifa, estabelecida para proteger os produtores de etanol de milho nos Estados Unidos, é considerada um grande obstáculo para o produto brasileiro. Mas, segundo o cientista, o ideal é que elas sejam diminuídas gradativamente, com a criação de tarifas diferenciadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Com essas tarifas eles protegem os fazendeiros, mas não reduzem as emissões o suficiente. Esse protecionismo é incoerente com as estratégias ambientais e deverá ser revisto. Mas é preciso que essa redução aconteça paulatinamente para que a indústria brasileira tenha tempo para se preparar para a imensa demanda que será gerada. Se a redução for repentina, isso poderá levar ao desabastecimento”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desproporção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O reconhecimento da EPA do etanol brasileiro como biocombustível avançado não basta para que ele seja integrado à estratégia norte-americana, segundo Cortez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Para optar de fato pelo nosso etanol, eles precisarão analisar se o Brasil é um fornecedor seguro. O único jeito de garantir isso é aumentar a produção. Hoje, sabemos que uma simples alta na exportação do açúcar já é capaz de afetar o fornecimento de etanol no Brasil”, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cortez ressalta que hoje os Estados Unidos consomem cerca de 560 bilhões de litros de etanol por ano, enquanto o Brasil consome aproximadamente 40 milhões de litros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se o mercado norte-americano começar a demandar uma quantidade importante como 5 ou 10 bilhões de litros por ano, isso vai afetar significativamente o mercado brasileiro. Esse mercado é muito sensível ao preço do açúcar em nível internacional e ao consumo de álcool em nível interno”, destacou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fábio de Castro – Agência Fapesp – 05/02/2010&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/544844640953138155-2956959430302464515?l=alcoolbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AlcoolNoBrasil/~4/VkDMVxiGVQs" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AlcoolNoBrasil/~3/VkDMVxiGVQs/eua-reconhecem-etanol-brasileiro-como.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alcoolbrasil.blogspot.com/2010/03/eua-reconhecem-etanol-brasileiro-como.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-544844640953138155.post-6494106703305859524</guid><pubDate>Wed, 08 Jul 2009 15:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-08T12:54:57.198-03:00</atom:updated><title>Etanol, não é BomBril, mas tem mil e uma utilidades</title><description>07/07/09 - O etanol ainda desponta como a principal fonte de energia renovável no mundo, mas ainda há impasses que impedem a viabilização do combustível como uma mercadoria global. Em 2009, as exportações brasileiras devem cair 20%, para 4 bilhões de litros. Como o país se preparou para um boom de exportações nesta década, há excesso de capacidade instalada, grandes usinas de cana-de-açúcar em dificuldade, atraso no pagamento de fornecedores e muitas fusões e aquisições à vista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expectativa para o etanol no mercado interno, entretanto, é bem melhor. A quebra da safra de açúcar na Índia deve elevar os preços. Com isso, os usineiros brasileiros aumentarão a produção de açúcar e reduzirão a de etanol - beneficiando também os preços do combustível. No longo prazo, porém, o setor aposta nas exportações e também no desenvolvimento de novos usos para o etanol no mercado interno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O setor de transporte é o que mais apresenta possibilidades de inovação. Hoje o país conta com cerca de 37 mil postos de abastecimento com ao menos uma bomba de etanol e 97% dos automóveis produzidos permitem o uso desse combustível. Os modelos flex fluel somarão 75% da frota em 2020. Mas aos poucos outros segmentos se rendem ao uso do etanol. Veja abaixo cinco novos usos do combustível:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geração de energia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A principal novidade sobre o uso do etanol é uma iniciativa da Petrobras. No fim de junho, a empresa brasileira anunciou que iniciará em dezembro testes com o uso do combustível renovável em sua termoelétrica localizada em Juiz de Fora, Minas Gerais, para geração de energia. Será a primeira do mundo a apostar nessa tecnologia. A unidade - adquirida pela Petrobras em 2007 - é movida a gás e passa por um processo de conversão desde abril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o projeto, foram destinados 11 milhões de reais na troca dos equipamentos que permitem o recebimento, o armazenamento e a movimentação do etanol. Por enquanto, apenas uma das duas turbinas em operação na termoelétrica vai funcionar com a nova tecnologia. Sozinha, ela deve gerar cerca de 42 megawatts de potência, o suficiente para abastecer uma cidade de 800.000 habitantes. O projeto de conversão de térmicas da empresa de gás natural para etanol começou a ser desenhado há dois anos pelo setor de abastecimento da Petrobras, que visava exportar etanol para o Japão utilizar em usinas térmicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Plástico verde"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos grandes vilões combatidos cada vez mais pelos ambientalistas é o plástico. Só no Brasil foram produzidos 5,14 milhões de toneladas de plástico em 2008 - 17,5% no setor alimentício, 15,6% na construção civil (PVC para tubos e conexões) e 14,5% em embalagens. Para a produção dessa quantidade de plástico foram necessários 36 milhões de barris de petróleo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para diminuir as emissões da queima de combustíveis fósseis utilizados na fabricação do material, a petroquímica brasileira Braskem, do grupo Odebrecht, surpreendeu quando começou a desenvolver um plástico com o etanol da cana-de-açúcar há dois anos. "O principal motivo é uma demanda crescente de mercado por materiais sustentáveis", diz Antônio Queiroz, diretor de competitividade e inovação da Braskem. A empresa já tem parceria com a marca de brinquedos Estrela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O "plástico verde" é um polietileno de alta densidade - uma das resinas mais utilizadas em embalagens flexíveis. "Com o etanol, o nível de impurezas mais baixo melhora o processo de polimerização", explica Antônio. Apesar de haver um custo 30% maior na produção do novo plástico, a empresa espera, no longo prazo, recuperar os investimentos feitos agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A produção comercial do produto em escala industrial está prevista para o final de 2010, quando a planta industrial em Triunfo, Rio Grande do Sul, produzirá 200 mil toneladas por ano. A planta terá 500 milhões de reais em investimentos. A empresa também está desenvolvendo tecnologia para a produção de polipropileno a partir do etanol, que deve chegar ao mercado nos próximos três anos. O plástico rígido é largamento utilizado na indústria automobilística para a fabricação de parachoques e painéis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ônibus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A capital paulista conta com uma frota de quase 42 000 ônibus movidos a gasolina e diesel, responsáveis pela emissão de toneladas de gás carbônico. Mas isso pode mudar em breve. São Paulo será a primeira cidade a ter uma frota de ônibus movidos a etanol. Hoje, a cidade conta com apenas um veículo movido a etanol, homologado pela EMTU, que circula desde dezembro de 2007. Ele trafega no corredor entre os bairros de Jabaquara e São Mateus, que tem 33 quilômetros de extensão e transporta seis milhões de passageiros por mês. O segundo veículo começará a circular em agosto, pela SPTrans numa linha da Avenida Paulista, na região central da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Outros estados como Recife e Rio de Janeiro já mostraram interesse pelo projeto", diz a engenheira Silvia Velázques, integrante da equipe do Centro Nacional de Referência em Biomassa (Cenbio), da Universidade de São Paulo, onde o projeto é testado desde 2005. Segundo ela, a prefeitura de São Paulo está cada vez mais envolvida nas negociações para ampliar a frota. A Cetesb e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente concordaram recentemente em realizar os testes de emissão e acompanhar o desenvolvimento do projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A iniciativa faz parte do projeto Best - BioEtanol para o Transporte Sustentável - da União Europeia, coordenado pela prefeitura de Estocolmo, que destinou cerca de 230 mil reais para o projeto no Brasil. Além de São Paulo, pioneira nas Américas, o projeto funciona em outras locais: Estocolmo (Suécia), Madri e País Basco (Espanha), Roterdã (Holanda), La Spezia (Itália), Somerset (Reino Unido), Nanyang (China), Dublin (Irlanda).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dois anos o Cenbio firmou parceria com a Scania Latin América que importou o chassi e o motor da Suécia, com a Marcopolo que projetou o veículo e forneceu a carroceria, e com a Unica que fornece o etanol. A ideia, no entanto, é trazer a produção para a unidade brasileira da Scania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O principal fator que levou a implantação do projeto na capital é a preservação do meio ambiente. De acordo com o Cenbio, o motor do novo ônibus reduz em 92% a de monóxido de carbono, e em até 100% a de óxido de enxofre e dióxido de carbono - um dos principais responsáveis pelo aquecimento global. Além disso, a Câmara de São Paulo aprovou no início de junho a Política Municipal de Mudanças Climáticas, que estabelece como meta para 2012 a redução de 30% das emissões de gases de efeito estufa na cidade, o que incentivará o uso do transporte coletivo, entre outras medidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O principal problema é que o custo de operação do ônibus movido a álcool calculado pelo Cenbio é 6% a 7% mais alto do que os veículos que usam diesel. Essa variação ocorre porque, apesar de o etanol ser em torno de 50% mais barato (sem considerar a inclusão de aditivos), o consumo do combustível renovável nesse tipo de ônibus é cerca de 60% maior em relação ao derivado de petróleo. "O próximo passo é trabalhar para conseguir reduzir essa diferença de consumo, o que deixa mais caro o custo de operação", diz Silvia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Etanol para duas rodas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os carros flex não serão mais os únicos a contar com a tecnologia que permite optar entre gasolina e álcool. Agora, a frota de 11,6 milhões de motos no país também poderá ser substituída por modelos flex. A montadora japonesa Honda, líder no mercado brasileiro de motocicletas, lançou em março a primeira moto bicombustível do mundo. O desenvolvimento da CG 150 Titan Mix, voltada para o mercado brasileiro, acompanha a estratégia mundial da Honda voltada para a preservação do meio ambiente, com a criação de novas tecnologias ecologicamente responsáveis. A disponibilidade do etanol em todo o território nacional e a aceitação do público com os modelos flex foram fatores decisivos no desenvolvimento do novo modelo. As pesquisas, realizadas entre 2006 e 2009, foram uma parceria entre as unidades da Honda no Brasil e no Japão. A finalização do projeto aconteceu do Brasil, com o apoio da equipe brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com pesquisas realizadas pela montadora com proprietários da CG 150 Titan, a maioria dos entrevistados compraria uma motocicleta bicombustível. Entre as vantagens citadas pelos usuários, as principais são a possibilidade de escolha do combustível e a economia de dinheiro. A moto flex custa 300 reais a mais que a versão gasolina, mas o proprietário economizaria cerca de 1 000 reais por ano abastecendo com álcool. Por isso outros fabricantes poderiam seguir a tendência da Honda. Desde o lançamento em março, foram vendidas 53 547 motos flex e a montadora espera fechar o ano com vendas de 164 000 unidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Honda, que não divulgou a quantia investida no projeto, disse que o custo de produção é maior devido à presença de oito itens específicos não presentes na versão a gasolina como bico de injeção com mais furos, gerador mais potente, bomba de combustível com tratamento anti-corrosão e tela anti-chama no tanque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voando a álcool&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem as aeronaves escaparam do uso do etanol como combustível. Porém, a utilização para voos transatlânticos ainda está distante. O que se tem hoje é um uso em larga escala na agricultura. O mercado de aviação agrícola brasileiro é o segundo maior do mundo e cerca de 75% da frota de aeronaves é do modelo Ipanema - desenvolvido há 37 anos pela Neiva, subsidiária da Embraer localizada no município de Botucatu, no interior de São Paulo. Do total de 1.000 unidades da aeronave em operação, 257 são movidas a etanol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ideia surgiu por conta de uma demanda de mercado por combustíveis renováveis. O modelo movido a etanol começou a ser planejado em 2002 e foi concluído dois anos depois. A Ipanema é a primeira aeronave do mundo certificada para voar com etanol. A equipe técnica da Neiva também converte o motor das aeronaves movidas a diesel para o etanol - já são 183 convertidas. A Embraer espera entregar até o final do ano mais 32 modelos - cada unidade avaliada em 642 000 reais - e 30 kits de conversão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de ser utilizada na indústria agrícola, principalmente na pulverização de defensivos, a Ipanema também pode ser usado no combate a incêndios e a vetores e larvas. O menor preço do álcool reduz os custos de operação e manutenção e tem um impacto muito menor sobre o meio ambiente. O motor movido a álcool permite um aumento de cerca de 5% na potência, melhorando o desempenho geral do avião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande desvantagem do avião da Embraer é que o volume de etanol consumido é muito superior ao do querosene de aviação. Ficaria inviável construir um tanque maior para compensar a diferença. "Ainda é preciso desenvolver tecnologias para voos mais longos. Em grandes altitudes o etanol pode congelar e há também a baixa autonomia do combustível", diz Almir Borges, diretor da unidade de Botucatu da Embraer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ipanema, de apenas 7,43 metros de comprimento, pode voar numa altitude de até 1.800 metros. O tanque de 264 litros permite apenas uma viagem de pouco mais de duas horas. O Airbus, modelo mais utilizado para viagens transatlânticas, tem capacidade de voar por quase 12 horas antes de precisar abastecer. Porém, a tecnologia do Ipanema já é um passo de aprimoramento. Resta saber quando haverá tecnologia para permitir que grandes aeronaves utilizem o etanol em voos de grande distância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcio Orsolini&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0893/tecnologia/m0129252.html" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/SJmbFn_QGBI/AAAAAAAADS4/CqMD1bVgg9k/s200/Exame.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/544844640953138155-6494106703305859524?l=alcoolbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AlcoolNoBrasil/~4/2U_t1y4YrDs" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AlcoolNoBrasil/~3/2U_t1y4YrDs/etanol-nao-e-bombril-mas-tem-mil-e-uma.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/SJmbFn_QGBI/AAAAAAAADS4/CqMD1bVgg9k/s72-c/Exame.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://alcoolbrasil.blogspot.com/2009/07/etanol-nao-e-bombril-mas-tem-mil-e-uma.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-544844640953138155.post-4410445372486661989</guid><pubDate>Thu, 23 Apr 2009 16:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-23T13:57:27.784-03:00</atom:updated><title>Braskem inicia obra da fábrica de plástico de etanol</title><description>A Braskem lançou hoje a pedra fundamental do Projeto de Polietileno Verde no Pólo Petroquímico de Triunfo (RS). O evento simboliza o início das obras da primeira unidade industrial do mundo a utilizar etanol de cana-de-açúcar para a produção em escala comercial de eteno e polietileno de origem 100% renovável &lt;br /&gt;O investimento total será de aproximadamente R$ 500 milhões. O projeto prevê a construção de uma planta de eteno (matéria-prima para o polietileno) a partir do etanol. A unidade terá capacidade para produzir 200 mil toneladas/ano de eteno, que serão transformadas em volume equivalente de polietileno em unidades industriais já existentes no próprio Pólo de Triunfo. A partida da nova planta está prevista para o quarto trimestre de 2010 e o início da operação comercial, para o começo de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto do Polietileno Verde consumirá cerca 470 milhões de litros de etanol/ano, volume que inicialmente será adquirido em outras regiões, transportado por cabotagem até o terminal Santa Clara, em Triunfo, e dali transferido para a fábrica por dutos. O investimento no Projeto de PE Verde integra um novo ciclo de investimento da Braskem no Rio Grande do Sul de cerca de RS 1 bilhão nos próximos três anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.gazetamercantil.com.br/investnews" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_JNSg0ssSpzg/RnqJMxOSQ0I/AAAAAAAABPY/N_5pxDE1SOE/s400/InvestNews.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Da: &lt;a href="http://www.canaoeste.com.br" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_JNSg0ssSpzg/SGqC2WKMf8I/AAAAAAAADLc/ItFZkujqRCU/s200/Canaoeste.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/544844640953138155-4410445372486661989?l=alcoolbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AlcoolNoBrasil/~4/clTfYt46buI" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AlcoolNoBrasil/~3/clTfYt46buI/braskem-inicia-obra-da-fabrica-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><media:thumbnail url="http://bp1.blogger.com/_JNSg0ssSpzg/RnqJMxOSQ0I/AAAAAAAABPY/N_5pxDE1SOE/s72-c/InvestNews.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alcoolbrasil.blogspot.com/2009/04/braskem-inicia-obra-da-fabrica-de.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-544844640953138155.post-4719298154236645546</guid><pubDate>Thu, 23 Apr 2009 16:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-23T13:56:13.819-03:00</atom:updated><title>Mais álcool, menos vinhaça</title><description>Pesquisadores da academia e da iniciativa privada descobriram uma maneira de reduzir pela metade a quantidade de vinhaça resultante da produção de etanol. A vinhaça é o principal resíduo da indústria da cana - uma mistura de água com matéria orgânica e sais que não pode ser despejada nos rios. A solução desenvolvida pelos cientistas foi duplicar o teor alcoólico dos tanques de fermentação, o que permite produzir mais álcool (e menos vinhaça) de um mesmo volume de açúcar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, a maioria das usinas trabalha com um teor alcoólico de 8% nos tanques. Mais do que isso e as leveduras responsáveis pela fermentação morrem intoxicadas no tanque. O resultado é que para cada 1 litro de álcool são produzidos até 12 litros de vinhaça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a vinhaça é rica em potássio - e como a legislação proíbe o despejo no meio ambiente -, as usinas reaproveitam o líquido como adubo, que é lançado sobre as plantações de cana em sistemas de irrigação. O problema é que, como a quantidade de vinhaça é muito grande, o custo de dispersão no campo torna-se também muito alto. Para evitar esse custo, muitas empresas acabam lançando a vinhaça sobre áreas menores, mais próximas da usina. Isso causa uma concentração elevada do resíduo, que pode contaminar águas subterrâneas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo novo processo, o teor alcoólico da fermentação chega a 16%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, é possível injetar um caldo de cana mais concentrado (com mais açúcar) nas dornas, sem matar as leveduras. O resultado final da fermentação é mais álcool e menos vinhaça no tanque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O volume do resíduo cai pela metade - 6 litros de vinhaça por litro de álcool -, com o dobro da concentração de potássio. Assim, torna-se economicamente viável transportar e espalhar a vinhaça por uma área maior, com menos impacto sobre o meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Em vez de dez caminhões, você precisa de cinco", resume Luiz Carlos Basso, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP). Ele é um dos cientistas parceiros da consultoria Fermentec, que financia e coordena a pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da empresa, Henrique Amorim, disse que a economia para a indústria - se todas as usinas do País adotassem a tecnologia - poderia passar de R$ 1 bilhão por ano, somadas as reduções de custo no setor agrícola (R$ 670 milhões) e industrial (R$ 425 milhões). Como há menos água misturada ao álcool no final da fermentação, explica ele, as usinas gastam menos para evaporar o combustível e separar uma coisa da outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A principal adaptação para trabalhar com o teor alcoólico de 16% é o controle da temperatura de fermentação. "Descobrimos que a levedura tem um sinergismo com a temperatura. Para compensar o efeito do teor alcoólico maior, reduzimos a temperatura (de 33°C para 27°C)", diz Amorim. O processo requer a instalação de máquinas de resfriamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa é feita há quatro anos em escala piloto na Usina da Pedra, em Serrana (SP). Mais três cientistas da USP e da Universidade Federal de Santa Catarina participam do projeto. O processo não pôde ser patenteado, segundo Amorim, porque já foi apresentado em uma reunião aberta em 2008. &lt;br /&gt;Herton Escobar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.estadao.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="" src=" http://bp0.blogger.com/_JNSg0ssSpzg/RaUD_rHDhPI/AAAAAAAAADE/-uZb6rz540o/s400/logo_estadao.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da: &lt;a href="http://www.canaoeste.com.br" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_JNSg0ssSpzg/SGqC2WKMf8I/AAAAAAAADLc/ItFZkujqRCU/s200/Canaoeste.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/544844640953138155-4719298154236645546?l=alcoolbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AlcoolNoBrasil/~4/AYsvfX10TCQ" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AlcoolNoBrasil/~3/AYsvfX10TCQ/mais-alcool-menos-vinhaca.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><media:thumbnail url="http://bp1.blogger.com/_JNSg0ssSpzg/SGqC2WKMf8I/AAAAAAAADLc/ItFZkujqRCU/s72-c/Canaoeste.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alcoolbrasil.blogspot.com/2009/04/mais-alcool-menos-vinhaca.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-544844640953138155.post-6753719130411555062</guid><pubDate>Wed, 01 Apr 2009 18:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-01T15:03:41.291-03:00</atom:updated><title>Álcool de cana lança 73% menos CO2 que a gasolina</title><description>Na corrida mundial pelos biocombustíveis, o etanol brasileiro ganha mais alguns pontos. Pesquisa da Embrapa revela que o álcool de cana-de-açúcar emite menos 73% de dióxido de carbono (CO2) do que a gasolina, como mostra matéria de Carlos Albuquerque publicada nesta quarta-feira no jornal O Globo. O trabalho, que analisou todas as etapas de produção dos dois combustíveis, com clara vantagem para o etanol, mostra também que, se a queima do solo fosse eliminada do processo de colheita de cana, a diminuição das emissões do principal gás causador do efeito estufa, seria ainda maior. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como não adianta termos uma fonte de energia renovável se emitirmos grandes quantidades de CO2 no processo, decidimos aprofundar o estudo do balanço energético em torno dessa produção e calcular o seu custo ambiental. E ele mostrou-se bastante favorável ao etanol brasileiro - explica Segundo Urquiaga, um dos quatro pesquisadores da Embrapa Agrobiologia que realizaram o estudo.. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pesquisadores avaliaram a quantidade de gases de efeito estufa produzida desde a preparação do solo para o plantio da cana-de-açúcar até o transporte do etanol produzido para o posto e a queima do combustível. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Para isso, contamos com dados obtidos junto às usinas e empresas que produzem o etanol, que nos informaram os custos de materiais como cimento e ferro cromado, por exemplo, além de quanto gastam com máquinas e para transportar o produto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mesma avaliação foi feita com a gasolina: os pesquisadores da Embrapa consideraram a emissão dos gases do efeito estufa, desde a extração do petróleo até a combustão do produto nos motores dos veículos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na parte final do estudo, já de posse desses dados, foram avaliados os desempenhos de dois carros, um movido à gasolina pura e outro movido a álcool, num percurso de 100 quilômetros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado da comparação - levando em conta os custos da produção - mostrou que houve redução de 73% das emissões de CO2 com o carro a álcool em comparação com o veículo que usava gasolina pura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://oglobo.globo.com/" target="_blank"&gt;&lt;img style="margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_JNSg0ssSpzg/ReL98lynQbI/AAAAAAAAAsw/6o_Otoy6EZE/s400/Logo_Jornal+Globo+On+Line.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;Da: &lt;a href="http://www.canaoeste.com.br" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_JNSg0ssSpzg/SGqC2WKMf8I/AAAAAAAADLc/ItFZkujqRCU/s200/Canaoeste.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/544844640953138155-6753719130411555062?l=alcoolbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AlcoolNoBrasil/~4/0biLVusE1Z8" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AlcoolNoBrasil/~3/0biLVusE1Z8/alcool-de-cana-lanca-73-menos-co2-que.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><media:thumbnail url="http://bp1.blogger.com/_JNSg0ssSpzg/ReL98lynQbI/AAAAAAAAAsw/6o_Otoy6EZE/s72-c/Logo_Jornal+Globo+On+Line.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alcoolbrasil.blogspot.com/2009/04/alcool-de-cana-lanca-73-menos-co2-que.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-544844640953138155.post-8986292060934541730</guid><pubDate>Fri, 27 Mar 2009 14:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-27T11:06:10.263-03:00</atom:updated><title>Preço de exportação de etanol supera o do mercado interno</title><description>Os preços do álcool no mercado interno caíram tanto nesta entressafra, que desde o final da semana passada está compensando às usinas venderem ao recessivo mercado americano do que no Brasil. Depois de meses sem negócios, foram fechadas exportações de cerca de 30 milhões de litros aos Estados Unidos entre a última sexta-feira e ontem, a US$ 315 o metro cúbico, o equivalente a R$ 0,708 por litro (ao câmbio de R$ 2,25). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O valor é, pelo menos, 5% maior do que o valor que vinha sendo negociado no mercado interno (R$ 0,67). Mas se considerar o preço da última sexta-feira do indicador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP) (R$ 0,6396), exportar aos Estados Unidos está 10% mais vantajoso do que vender no mercado brasileiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mudança de rumo no mercado de curto prazo do álcool se deveu a uma série de fatores. Segundo Tarcilo Rodrigues, da Bioagência, tradings que realizou as operações de venda aos EUA, a combinação de preços baixos no Brasil com a recuperação das cotações da gasolina nos Estados Unidos, foi decisiva para a abertura antecipada da "janela de exportação", que normalmente ocorre no verão americano, a partir de maio. "Se essa condição persistir, há potencial de exportação de 200 milhões de litros no mês de abril", acrescenta Rodrigues. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Miguel Biegai, da Safras &amp; Mercado, explica que o galão de gasolina (3,785 litros) foi negociado ontem a US$ 1,60 no mercado americano (Nymex), valor 6% acima de 6 de março. Com isso, o etanol também reagiu. De US$ 1,32 na primeira semana do mês, o preço do galão de etanol na Bolsa de Chicago (CBOT) fechou ontem em US$ 1,49, alta de 12,8%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da melhora no mercado americano, as expectativas são de menor exportação de etanol neste ano. A estimativa da Bioagência é de cerca de 3,3 bilhões de litros sejam embarcados na próxima safra para Estados Unidos, Ásia, Europa e África. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, em plena entressafra no Centro Sul do Brasil, o álcool no mercado cai interno pela sexta semana consecutiva, queda que só se equipara aos níveis da entressafra de 2004, quando o litro do hidratado chegou a valor R$ 0,32. "Naquele ano, havia uma forte expectativa de que a produção de álcool na safra seguinte seria muito grande, e as usinas começaram a vender o produto com receio de os preços despencarem mais à frente", recorda Antônio de Pádua Rodrigues, diretor-técnico da União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com quatro usinas em recuperação judicial e mais de uma dezena em dificuldades financeiras, o setor sucroalcooleiro do Brasil vive séria crise de crédito. Para fazerem caixa, muitas eliminaram a entressafra, não pararam para manutenção e continuaram a moagem de cana e a produção de álcool. Outras anteciparam em mais de um mês o início da nova safra. A estimativa do mercado é de que 16 usinas sequer pararam de moer e outras 20 já iniciaram a safra 2009/10, com mais de um mês de antecedência. A primeira usina do Centro Sul do País a iniciar a safra 2009/10 foi a Pau D‘Alho, de Ibirabema (SP). A usina começou a moer cana em 13 de fevereiro, antes do carnaval, após 45 dias de manutenção em seus equipamentos, tempo que normalmente é de 100 a 120 dias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, Marcos Jank, presidente da Unica, pondera que, apesar da queda do preço, os fundamentos para o etanol continuam positivos, pois não há um excesso de oferta do produto, mas uma venda excessiva para fazer caixa. Ele espera que a distorção seja corrigida na próxima safra, com a liberação de recursos para estocagem. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) anunciou no início do mês a aprovação de uma linha de R$ 2,5 bilhões de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para estocagem de 5 bilhões de litros na safra 2009/10. A expectativa do setor é que os recursos estejam disponíveis a partir de maio deste ano. A medida pode até refletir em um equilíbrio maior no mix de produção da próxima safra, que tende a ser mais açucareiro, por conta das altas cotações internacionais desta commodity. "A medida permitirá que a próxima safra não seja tão açucareira, pois passa a ser interessante a estocagem do etanol com financiamento público", diz Jank. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda não foram definidas quais as instituições financeiras que vão operar a linha, mas a expectativa do setor é que não seja somente o Banco do Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.gazetamercantil.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="" src=" http://photos1.blogger.com/blogger2/6296/3590/200/gazetamercantil.gif"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/544844640953138155-8986292060934541730?l=alcoolbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AlcoolNoBrasil/~4/rfx56BuUxK4" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AlcoolNoBrasil/~3/rfx56BuUxK4/preco-de-exportacao-de-etanol-supera-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alcoolbrasil.blogspot.com/2009/03/preco-de-exportacao-de-etanol-supera-o.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-544844640953138155.post-6332313613427557597</guid><pubDate>Fri, 27 Mar 2009 14:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-27T11:04:34.126-03:00</atom:updated><title>União Européia investirá 1,6 milhões de euros em pesquisa de bioetanol no Brasil</title><description>A &lt;a href="http://www.novozymes.com.br/" target="_blank"&gt;Novozymes Latin America&lt;/a&gt;, fabricante de enzimas industriais, instalada em Araucária – PR, juntamente com a Universidade Federal do Paraná e o Centro de Tecnologia Canavieira, de Piracicaba – SP, faz parte de um grupo de cinco parceiros que receberão 1,6 milhões de euros para a pesquisa e desenvolvimento do bioetanol de segunda geração. O álcool fabricado a partir do bagaço de cana-de-açúcar, hoje usado somente na produção de energia elétrica. O projeto, que envolve a Novozymes da Dinamarca, dos Estados Unidos e a Universidade de Lund, na Suécia, incluem a construção de um novo laboratório de pesquisa e desenvolvimento na Novozymes de Araucária, Região Metropolitana de Curitiba. O objetivo do contrato de dois anos com a UE é desenvolver uma tecnologia de biocombustível limpo e com boa relação custo-benefício. Esta é a maior ação em pesquisas já feita pela Novozymes, com a participação de cerca de 150 funcionários trabalhando em várias partes do mundo para a conversão da biomassa em etanol. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Até 2010 a Novozymes vai disponibilizar em grande escala enzimas para fazer a conversão da biomassa obtida de resíduos agrícolas em etanol” declarou Steen Skjold-Jørgensen, vice-presidente de pesquisa e desenvolvimento da Novozymes na Dinamarca. “Já estamos bastante adiantados, mas com este apoio da UE iremos trabalhar para obter mais usando menos. Com o atual bioetanol, obtido da cana-de-açúcar nós podemos reduzir as emissões de gases de efeito estufa em até 90%, comparado com a gasolina. Ao utilizarmos o derivado de bagaço, podemos aumentar o rendimento por acre em cerca de 50%”, afirmou Jørgensen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Estamos satisfeitos com o interesse e o apoio que a União Européia está dando para este projeto, o que seguramente irá acelerar as nossas metas para a conversão do bagaço de cana-de-açúcar em etanol a preços competitivos”, disse Nilson Boeta, diretor do CTC. “Com o apoio de 160 usinas sucroalcoleiras e 20 mil plantadores de cana-de-açúcar, o projeto pretende desenvolver um processo integrado às plantas existentes já em funcionamento em todo o Brasil, e alavancar o enorme potencial energético que já está disponível naqueles locais”, explicou Boeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano passado o Brasil produziu 23 bilhões de litros de bioetanol derivado de cana-de-açúcar. Cerca de 3,8 bilhões de litros foram exportados e os 19,2 bilhões restantes foram usados para abastecer o setor de transporte brasileiro. Noventa por cento dos carros novos no Brasil utilizam o sistema flex que permite que os veículos funcionem com misturas que contêm até 100% de bioetanol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.paranashop.com.br/home/index.php"&gt;Portal Paranashop&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/544844640953138155-6332313613427557597?l=alcoolbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AlcoolNoBrasil/~4/5uxwK4TYGGI" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/AlcoolNoBrasil/~3/5uxwK4TYGGI/uniao-europeia-investira-16-milhoes-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alcoolbrasil.blogspot.com/2009/03/uniao-europeia-investira-16-milhoes-de.html</feedburner:origLink></item><language>en-us</language><media:rating>nonadult</media:rating></channel></rss>

