<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3215746911206546828</id><updated>2025-02-13T14:49:25.737-03:00</updated><title type='text'>Alexandre Buffa</title><subtitle type='html'>Um Blog destinado a mostrar o quanto o Nosso Recife é Especial. Capital do Estado de Pernambuco, localizado no litoral nordestino, banhado pelo oceano Atlântico e cortado pelos rios Capibaribe e Beberibe, conhecido como a &quot;Veneza Brasileira&quot;, por conta de seus rios, pontes e canais.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>ALEXANDRE BUFFA BELTRAME</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15715934432193272202</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaemsrNsTnFtDaQjXHtRFeZ5LcKjdzE1FAZieSq47KjLIzJuzYLFllu8FaPEOAxNB1GBewN8CalMUZlKYgVbLdq4uxEdUJYrZ3Y2_gRLwVx79wKGaoAwq3-VCNZT7tag/s220/20190322_153527409_iOS.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>30</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3215746911206546828.post-3749537189167732258</id><published>2012-10-14T09:49:00.001-03:00</published><updated>2023-02-02T19:36:29.465-03:00</updated><title type='text'>Um Caminhar pela História do Recife - Parte 03</title><content type='html'>&lt;b&gt;3ª parte composta pelo: Mercado de São José, Basílica de Nossa Senhora da Penha, Igreja de Santa Rita de Cássia, Igreja de São José do Ribamar.&lt;/b&gt;
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&lt;b&gt;1–Mercado de São José&lt;/b&gt;
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É um dos vinte e quatro mercados públicos do Recife.  Localizado no bairro de São José, é o mais antigo edifício pré-fabricado em ferro no Brasil, com a mesma estrutura neoclássica dos mercados europeus do século XIX.
O local onde foi montado o Mercado de São José abrigava antes o Sítio dos Coqueiros, depois chamado Largo da Ribeira do Peixe. No começo do século XIX, o governador de Pernambuco Dom Tomaz José de Melo ordenou a construção, no largo, do Mercado da Ribeira do Peixe, onde eram comercializadas várias mercadorias para o consumo da cidade do Recife.
Em 1891, a Câmara de Vereadores do Recife encomendou o projeto de um mercado para a região. Foi projetado pelo engenheiro da Câmara Municipal do Recife, J. Louis Lieuthier, em 1871, que se inspirou no mercado de Grenelle em Paris, e construído pelo engenheiro francês Louis Léger Vauthier, bem conhecido dos pernambucanos. Chegou aqui em 1839, aos 24 anos, com um diploma da Escola Politécnica de Paris de engenheiro de pontes e calçadas, trazido pelo atual presidente da província Francisco do Rego Barros, o Conde da Boa vista. Participou de forma ativa de vários projetos como o Teatro Santa Isabel e construção e reconstrução de edifícios e estradas. Vauthier passou mais seis anos e voltou a Paris por causa da deposição do Conde, em 1846.
O Conde da Boa vista queria realmente transformar Pernambuco numa Paris. Tinha decidido modernizar e higienizar Recife, trazendo muitos engenheiros, matemáticos, construtores de pontes, edifícios públicos, obras hidráulicas e topográficas da Europa. A cidade ganhava vida e um progresso nunca antes visto. A província de Pernambuco despontara como uma das mais importantes do Império Português. Em 1865, foi designado presidente da Província do Rio grande do Sul, acumulando as funções de comandante das Armas, estando àquela província já envolvida na Guerra do Paraguai.
A obra do Mercado de São José começa em 1872 e vai até 7 de setembro de 1875, sendo inaugurado por João Pedro Carvalho de Morais, o atual presidente da província, e assim chamado por ter sido edificado no bairro de São José.  Passou desde a sua criação por algumas reformas, como a de 1906, cujas obras duraram dez meses e a de 1941, quando foram colocados os cobogós de cimento, em substituição às venezianas de madeira e vidro. Ambas modificaram a sua feição original, mas deixaram intacta sua estrutura de ferro. Em 1985, o projeto de restauração do Mercado foi apresentado à imprensa. A obra seria resultado de uma parceria entre a Prefeitura da Cidade do Recife e o IPHAN, a ser executada com o financiamento da Caixa Econômica Federal. Em novembro de 1989, com a restauração quase concluída e quando já se anunciava a sua inauguração, um grande incêndio destruiu o pavilhão norte do Mercado. Pela primeira vez, em 114 anos de existência, o São José fechava as suas portas. Vieram tempos difíceis para os comerciantes que ali trabalhavam e para os frequentadores, tão acostumados ao burburinho característico do lugar. Somente em 1994, com os trabalhos de recuperação totalmente concluídos, o Mercado foi reinaugurado e Recife teve de volta um dos seus mais belos monumentos históricos, lugar de uma estonteante diversidade de sons, cheiros e cores; palco de histórias e memórias da cultura pernambucana.
Em 17 de dezembro de 1973, o Mercado de São José foi tombado pelo IPHAN e, assim, considerado Patrimônio Histórico Nacional. Ele passou a ser reconhecido como um monumento nacional, que integra o patrimônio cultural do Brasil, pois se constitui num já raro exemplar da arquitetura típica do ferro no século XIX.
Antigamente, lá se apresentavam mágicos, acrobatas, ventríloquos, ouviam-se sons de pandeiros, zabumbas, cavaquinhos e sanfonas e havia muitos tipos populares, hoje, em grande parte, ausentes do local. O Mercado já foi o maior centro no Recife de cantadores, emboladores e da literatura de cordel.
Hoje, quem visita o Mercado, além de apreciar uma bela arquitetura que ocupa uma área de 3.541 metros quadrados com seus dois pavilhões, 545 boxes cobertos e 80 compartimentos na sua área externa, além de 24 outros destinados a peixes, 12 a crustáceos e 80 para carnes e frutas, é também, um local onde se encontra o melhor do artesanato regional, folhetos de cordel, ervas medicinais, artigos para cultos afro-brasileiros, como um lugar para os amantes da culinária nordestina. É lá que se pode apreciar o sarapatel, a macaxeira com carne de charque, a galinha à cabidela, a tapioca, o queijo coalho assado na brasa, e tantas outras iguarias. Importante centro de abastecimento do bairro de São José e um ponto de atração turística na cidade do Recife. 
Enfim, quem passeia pelas ruas do Mercado de São José tem a oportunidade de conhecer um belo patrimônio histórico e de assistir a uma grande exposição da cultura pernambucana.  
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&lt;b&gt;2 – Basílica de Nossa Senhora da Penha&lt;/b&gt;
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A Basílica de Nossa Senhora da Penha, da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, constitui um imponente edifício na paisagem urbana no Bairro de São José – fortemente marcada pela presença das torres sineiras altas e delgadas e da enorme cúpula do transcepto, símbolos de uma forte religiosidade – que norteou a configuração urbana do início da formação da cidade do Recife. 
A volumetria da Basílica destaca-se no contexto pela sua monumentalidade e singularidade que, além da pertinência como elemento arquitetônico, o partido de planta em cruz, ao gosto românico, coroa a devoção religiosa cristã tão forte. A origem da localização da Igreja da Penha remonta a um pequeno oratório situado em “Fora de Porta de Santo Antônio”, correspondendo, com uma pequena diferença, ao terreno onde hoje está erguida a construção contemporânea. Sua construção iniciou-se em 1870. É o único templo recifense em estilo coríntio, o orago foi instituído em 1655 pelos franciscanos capuchinhos franceses Cyrillo, Fabiano e Antônio e ampliado em 16 de abril do mesmo ano, em um terreno doado por Belchior Alves Camello e sua mulher Joanna Bezerra. A localização antiga projetava a igreja à frente, onde hoje está situada a Praça Dom Vital, marcando a diferença dos processos construtivos da edificação. Fundando a igreja e o convento sob a invocação do Espírito Santo. Concluída a igreja, o quadro da Virgem da Penha foi introduzido, rememorando a devoção fervorosa dos habitantes no antigo oratório. Com o passar do tempo, a igreja e o convento passaram a ser conhecidos pelo nome da Virgem, esquecendo-se a invocação do Espírito Santo.
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&lt;b&gt;3 - Igreja de Santa Rita de Cássia&lt;/b&gt;
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Os irmãos da ordem de Santa Rita de Cássia recorreram a José César de Menezes, capitão-general e governador de Pernambuco, a fim de obterem um terreno para a construção da igreja que foi atendida por José Marques do Vale, sargento-mor da capitania de Pernambuco e um abastado colono que também fez uma doação, no dia 12 de abril de 1783, de um grande terreno, na rua da Praia dos Coqueiros, no bairro de São José (rua que é chamada, hoje, de Santa Rita). Assim no dia 17 de dezembro de 1783, a pedra fundamental foi lançada no templo e as obras da igreja puderam ser concluídas em 1784.
A Irmandade de Santa Rita de Cássia, em agradecimento ao governador José César de Menezes, mandou gravar as armas daquele capitão-general no átrio da capela-mor. E, em 1790, de acordo com a exigência feita pelo doador do terreno do templo, foram bentas e depositadas em seus altares as imagens de São José e de Nossa Senhora da Conceição; bem como mais duas imagens: São Caetano e do Coração de Jesus. A torre e os últimos detalhes da fachada, por sua vez, só puderam ser concluídos em 1831. O responsável pela pintura dos painéis internos da igreja foi o artista Sebastião Canuto da Silva Tavares. Vê-se, também, sobre a porta principal, um emblema com cruz e cordeiro.
O templo foi reformado entre 1868 e 1870; depois, em 1889, após a ocorrência de um grande incêndio. As imagens do templo foram recolhidas na Igreja de São José do Ribamar. Como por milagre, a imagem de Santa Rita de Cássia, que estava presente na capela-mor, saiu ilesa do incêndio, contribuindo para aumentar, ainda mais, a fé de todos os seus devotos.
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&lt;b&gt;4 - Igreja de São José do Ribamar&lt;/b&gt;
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Um dos prédios mais antigos da capitania de Pernambuco, situado no bairro de São José, a igreja de São José do Ribamar começou como uma modesta capelinha, fruto da iniciativa de carpinteiros e marceneiros do Recife. O surgimento desse templo, portanto, representou uma obra de devoção popular. O prédio foi levantado sob o signo de São José dos Carpinteiros - o seu padroeiro - que exercia essa mesma profissão. A fundação da igreja, propriamente dita, foi no dia 6 de junho de 1752, quando o provisor do bispado de Olinda, acatando o patrimônio da Irmandade, como estando em condições regulares, aforou &quot;um terreno situado nas terras do Curado, na Rua Julião de França, fora da Porta de Santo Antônio&quot;. Os trabalhos começaram em 1756, que ficou inacabada até 1788, quando o governador D. Tomás José de Melo convidou os negociantes locais a fim de participarem de um leilão público. Devido à adulação de certos negociantes, algumas peças leiloadas alcançavam preços bastante elevados, chegando a serem arrematadas mais de duas vezes. Isto porque os arrematantes, após adquiri-los, deixavam os objetos, novamente, para o acervo de São José. Foi dessa maneira que se teve recursos e deu andamento às obras da igreja. O prédio, no entanto, só ficou pronto em 1797.
Em 1902, a igreja ficou mais imponente, ainda: ganhou torres, um frontispício mais austero, e ornamentos, com símbolos relacionados ao trabalho em madeira - pregos, martelos, esquadros, compassos, e outros -, para deixar em evidência, eternamente, a profissão dos seus fundadores. A despeito de possuírem um grande valor histórico, as talhas, os ornamentos, as imagens, os quadros, e os capitéis, não se encontram em bom estado de conservação. No forro do teto de madeira é possível apreciar um grande painel emoldurado, com a imagem de São José, tendo em seu contorno doze medalhões com o busto dos apóstolos, em vulto natural. Estão presentes, ainda, as Irmandades de Nossa Senhora da Luz, Nossa Senhora do Bom Parto e Senhor Bom Jesus dos Aflitos. No muro do adro, são belas as tochas de pedra, com suas labaredas espessas. Observa-se, na fachada, um belo trabalho feito com mosaicos em cores azul e branca, e dispostos em um semicírculo. A obra é uma criação do artista pernambucano Francisco Brennand.
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FONTES CONSULTADAS:
HÉLIO, Mário. Pesquisador quer vida nova para o Mercado de São José. Jornal do Commercio, Recife, 7 set. 1995. Caderno C, p.1.
FRANCA, Rubem. Monumentos do Recife. Recife: Secretaria de Educação e Cultura, 1977.
SANTOS, José Batista dos. Pernambuco histórico, turístico, folclórico. [Recife: s. n.], 1989. p.283-284.
SILVA, Geraldo Gomes da. O Mercado de São José e sua arquitetura. Arquivos, Recife, n.2, p. 137-188, dez. 1977.
GASPAR, Lúcia. Mercado de São José. Pesquisa Escolar On-Line, Fundação Joaquim Nabuco, Recife. 2011.
VAINSENCHER, Semira Adler. Arquivo Público Estadual de Pernambuco.
REVISTA DO ARQUIVO PÚBLICO, Recife, 1º semestre, 1946.
ILVA, Leonardo Dantas. Pernambuco preservado: histórico dos bens tombados no Estado de Pernambuco.  Recife: [s. n.], 2002. 266 p.
MENEZES, José Luiz Mota; REINAUX, Marcílio. Palácio da Justiça. 2. ed. rev. e ampl.Recife: Gráfica e Editora Liceu, 1997.





</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/feeds/3749537189167732258/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2012/10/um-caminhar-pela-historia-do-recife.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/3749537189167732258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/3749537189167732258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2012/10/um-caminhar-pela-historia-do-recife.html' title='Um Caminhar pela História do Recife - Parte 03'/><author><name>ALEXANDRE BUFFA BELTRAME</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15715934432193272202</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaemsrNsTnFtDaQjXHtRFeZ5LcKjdzE1FAZieSq47KjLIzJuzYLFllu8FaPEOAxNB1GBewN8CalMUZlKYgVbLdq4uxEdUJYrZ3Y2_gRLwVx79wKGaoAwq3-VCNZT7tag/s220/20190322_153527409_iOS.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhrUl62dzKJ9xZiaoyHRNEJqobIejTGpIaBqg5LWoiGTzR22doIBMav_b2-5GCuKRuHDYPXkI0AtqerDcUjz1woKyskPR7GAB9SQ_J6oOS72ZHel8YTFzNoYDT0PzZhV4Kej8kvJymTYQxm/s72-c/Bairros+de+Santo+Ant%25C3%25B4nio+e+S%25C3%25A3o+Jos%25C3%25A9+-+Parte+3.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3215746911206546828.post-8873858385702230063</id><published>2012-09-22T23:08:00.001-03:00</published><updated>2012-10-14T08:07:17.393-03:00</updated><title type='text'>Um Caminhar pela História do Recife - Parte 02</title><content type='html'>&lt;b&gt;2ª parte composta pelo: Gabinete Português de Leitura, Jornal do Commércio, Arquivo Público Estadual, Praça Dezessete, Igreja do Espirito Santo, Fórum Thomaz de Aquino:&lt;/b&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
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&lt;b&gt;1 - Gabinete Português de Leitura&lt;/b&gt;
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Em meados do século XIX, a maioria dos jovens portugueses que vinha ao Recife era originária das aldeias e muitos chegavam aqui analfabetos e desinformados, em busca de melhores condições de vida. Os que já haviam conseguido uma boa posição, sentindo-se responsáveis pelos outros, tiveram então a ideia de criar um local onde todos pudessem se encontrar para trocar informações sobre as famílias que haviam ficado em Portugal, receber cartas e ler jornais e livros portugueses. Procurando uma solução, o Comendador Miguel José Alves, na época, Chanceler do consulado de Portugal no estado, foi o primeiro a pensar na possibilidade de em Gabinete Português de Leitura em Pernambuco. Porém, se ao Comendador cabe o mérito da elaboração da ideia, coube ao cirurgião e jornalista João Vicente Martins a honra de fundar, em 3 de novembro de 1850, constituir a primeira diretoria, reunir os primeiros associados e viabilizar a instalação, em 15 de agosto de 1851, do Gabinete Português de Leitura de Pernambuco, em seu primeiro endereço, na Rua da Cadeia Velha, Recife. Em 1909 o Gabinete Português de Leitura fixou-se definitivamente no local onde tem a sede atualmente na Rua Imperador D. Pedro II, 290, num terreno que comprou em esquina com a Rua Siqueira de Campos e onde construiu o majestoso prédio. Localizado em área grande valor histórico e arquitetônico perto da Capela Dourada e ao Palácio do Campo das Princesas, o Gabinete Português de Leitura tem um salão que é aberto para conferências literárias ou científicas e no seu hall pintores costumam fazer exposições. O Gabinete é um dos monumentos mais importantes da presença portuguesa no Recife.
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&lt;b&gt;2 - Jornal do Commércio&lt;/b&gt;
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Fundado em 3 de abril de 1919 pelo jornalista, empresário e político paraibano Francisco Pessoa de Queiroz. É parte integrante do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação, um conglomerado de veículos de comunicação que conta ainda com a TV Jornal, Rádio Jornal, JC/CBN Recife e o JC OnLine (todos situados no Recife),além dos veículos localizados no interior do Estado como a TV Jornal Caruaru e a rede Rádio Jornal (presente em Caruaru, Garanhuns, Limoeiro, Pesqueira, Petrolina). Figura entre os periódicos de maior credibilidade do Brasil e já conquistou ao longo de sua história muitos dos principais prêmios nacionais destinados ao setor de comunicação, como o Esso Regional Nordeste, Fiat Allis, Vladimir Herzog, Imprensa Embratel, Unisys e José Reis de divulgação científica, entre outros. A publicação também é recordista absoluta do Prêmio Cristina Tavares, maior reconhecimento jornalístico pernambucano, com dezenas de troféus em texto, arte, foto e desenho. Entre os reconhecimentos mundiais, estão o Prêmio Desertificação: Uma Ameaça Global, conferido pela ONU, o da International Library of Photography e vários reconhecimentos no News Page Design (que elege as melhores capas de jornais do mundo).
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&lt;b&gt;3 - Arquivo Público Estadual&lt;/b&gt;
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Quando o Palácio do Campo das Princesas foi reformado, no ano de 1922, foram jogados milhares de documentos (considerados apenas como &quot;papéis velhos&quot;) no rio Capibaribe, que pertenciam ao acervo histórico do Estado, e que vinham sendo arquivados desde a administração do Conde da Boa Vista, ano de 1842. Diante da própria necessidade, foi no governo do Desembargador José Neves Filho - interventor federal no Estado de Pernambuco -, no dia 4 de dezembro de 1945, que o Arquivo Público Estadual (APE) foi criado, mediante o Decreto-Lei 1.265. Isto pretendeu dar um basta à destruição dos documentos do Governo, e abrir um espaço para todos os indivíduos que desejassem consultá-los. O acervo vem crescendo desde sua criação, com conteúdo diversificado, que mostra a história de várias formas, por jornais, manuscritos, fotos, livros e outros. Destaque para os documentos manuscritos do período colonial (séc. XVI a XIX), e mais de 12 mil títulos de jornais e obras raras dos séculos XVI a XX.
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&lt;b&gt;4 - Praça Dezessete&lt;/b&gt;
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Fica entre as ruas do Imperador, São José e a margem do Rio Capibaribe, Recife, num local antes denominado Pátio do Colégio, porque era vizinho ao Colégio dos Jesuítas. Depois da expulsão dos holandeses, o governo da Capitania instalou-se ali e o local passou a ser chamado de Pátio do Palácio. Foi denominada, também, Praça Pedro II e, finalmente, passou a Praça Dezessete, numa referência ao movimento republicano de 1817. Em 1846, foi instalada na praça uma fonte de mármore, com estátua de índia representando a nação brasileira, fabricada em Gênova, Itália. Estão registrados nessa praça: o feito de Santos Dumont, inventor do avião, e a travessia aérea do Atlântico Sul, realizada por aviadores portugueses que chegaram ao Recife a 05/06/1922. Também existe ali uma imagem de Ícaro, figura da mitologioa grega cujo pai (Dédalo) chega à Sicília com asas artificiais, enquanto ele afogou-se no Mar Egeu.
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&lt;b&gt;5 -  Igreja do Espirito Santo&lt;/b&gt;
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Na gestão do presidente da província de Pernambuco, José Bento da Cunha e Figueiredo (1852-1856), a Irmandade do Divino Espírito Santo, ciente de que o presidente tinha interesse em restaurar a abandonada igreja do antigo Colégio dos Jesuítas a ele se dirigiu através de ofício para solicitar a entrega daquele templo à Irmandade. O pedido enumerava algumas condições, entre elas restaurar a Igreja com a invocação e título do Divino Espírito Santo. Em 10 de julho de 1855, José Bento despachou o ofício concordando com a solicitação desde que as instalações do segundo andar do Colégio, onde funcionara a cadeia, fossem reformadas para abrigar o Tribunal da Relação. A Irmandade concordou e, em 27 de julho de 1855, o presidente da província ordenou ao presidente da Comissão de Higiene Pública a entrega das chaves da Igreja do antigo Colégio à Irmandade do Divino Espírito Santo. Dessa forma, e realizados os consertos mais urgentes, em 8 de setembro de 1855 “transladou a Irmandade do Divino Espírito Santo da Igreja da Conceição dos Militares para a sua própria, o seu divino padroeiro, em solene procissão, conduzido o S.S. (Santíssimo) sob o palio e exposto no trono do Espírito Santo durante o Te Deum, ao recolher da procissão” (PIO, 1960, p. 33).
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&lt;b&gt;6 - Fórum Thomaz de Aquino&lt;/b&gt;
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Registra a história que o Tribunal de Justiça de Pernambuco passou a existir mediante o alvará de D. João VI, de 6 de fevereiro de 1821. À época, foi denominado Tribunal da Relação de Pernambuco e instalou-se num espaço dentro do antigo Colégio dos Jesuítas do Recife, em 13 de agosto de 1822. A sede do Tribunal foi transferida algumas vezes: do Colégio dos Jesuítas passou para o imóvel do antigo Erário (demolido em 1840), depois para o Palácio do Governo, em 12 de julho de 1838. Voltou para o Colégio dos Jesuítas, funcionou na Cadeia Velha, na rua do Imperador, até a sua extinção em 8 de janeiro de 1892, data em que fora criado o Superior Tribunal de Justiça. A partir de então, funcionou num prédio que ficava entre o atual Arquivo Público e a Secretaria da Fazenda até ocupar o imponente Palácio da Justiça, localizado na esquina da Rua do Imperador Pedro II, com frente para o jardim da Praça da República.
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FONTES CONSULTADAS:
VAINSENCHER, Semira Adler. Arquivo Público Estadual de Pernambuco.
REVISTA DO ARQUIVO PÚBLICO, Recife, 1º semestre, 1946.
ILVA, Leonardo Dantas. Pernambuco preservado: histórico dos bens tombados no Estado de Pernambuco.  Recife: [s. n.], 2002. 266 p.
MENEZES, José Luiz Mota; REINAUX, Marcílio. Palácio da Justiça. 2. ed. rev. e ampl.Recife: Gráfica e Editora Liceu, 1997.

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&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjLbEoyIYK0jfPFSnj6Ouvm3u6tfFst_S0m2NzwHssr9ZlV7YF2s8FeJnGj-afGKLQeTao51ruu_MiBuqfbSQZCpToY2BklmQo55yPwYgI7UEXmyjNWcg1_-7LZ5aeVej_6ZTD0YT12w65k/s1600/Divisor.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left:1em; margin-right:1em&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;16&quot; width=&quot;144&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjLbEoyIYK0jfPFSnj6Ouvm3u6tfFst_S0m2NzwHssr9ZlV7YF2s8FeJnGj-afGKLQeTao51ruu_MiBuqfbSQZCpToY2BklmQo55yPwYgI7UEXmyjNWcg1_-7LZ5aeVej_6ZTD0YT12w65k/s320/Divisor.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Antes da Invasão holandesa, à capitania de Pernambuco, a Ilha de Antônio Vaz era pouco ocupada, ali havia apenas o convento Franciscano no norte da Ilha, e uns poucos moradores. Diante da invasão, em 1630, o convento foi ocupado, passando a ser chamado de Forte Ernesto. Em 1630, quando se iniciou o domínio holandês, Diederick van Waerdenburch, o comandante das forças holandesas de terra, ordenou a construção de um forte na ponta sul da Ilha de Antônio Vaz, conhecido até os dias de hoje como Forte das Cinco Pontas. Quando Maurício de Nassau (Johan Maurits van Nassau-Siegen, 1604-1679) chegou ao Recife, em 1637, tratou de reforçar o sistema de defesa da ilha bem como de encomendar o plano urbanístico da Mauritzstadt (Cidade Maurícia), de autoria de Pieter Post. A Ilha de Antonio Vaz e a Cidade Maurícia constituiriam a área de expansão da cidade do Recife. A Cidade Maurícia (a oeste) e a Cidade do Recife (a leste) foram ligadas por uma ponte, construída em 1642, hoje chamada de Ponte Maurício de Nassau. Outras obras foram planejadas e executadas na Ilha de Antonio Vaz durante o período nassoviano, como a drenagem dos terrenos, canais, diques, palácios (Friburgo e Boa Vista), jardins (botânico e zoológico), museu natural, observatório astronômico, organização de serviços públicos como o de bombeiros e de coleta de lixo.
Nos séculos subsequentes à ocupação holandesa o bairro prosseguiu seu desenvolvimento urbano, tendo se tornado a parte mais importante da cidade fora o porto. Nele desenvolveram-se todas as atividades citadinas de que são exemplos alguns edificios notáveis, como o Palácio do Governo, o Teatro de Santa Isabel, o Palácio da Justiça, o Mercado de São José, a Casa de Detenção e vários outros edifícios da administração pública estadual, federal e municipal. Na ilha de Antonio Vaz também há grande quantidade de edificios privados, como sedes de bancos e casas comerciais. Grande parte de seu patrimônio arquitetônico está nas igrejas, como a Concatedral de São Pedro dos Clérigos, a Capela Dourada e o Convento Franciscano, Basílica de Nossa Senhora do Carmo, Igreja de Nossa Senhora da Conceição dos Militares. Urbanisticamente o bairro preservou alguns pátios (pátio de São Pedro, pátio do Terço, pátio do Livramento) e a orientação predominante norte-sul de suas principais vias.
No século XX o bairro passou por diversas modificações urbanas modernizadoras que descaracterizaram seu aspecto original. Foram abertas, entre os anos de 1940 e 1970, as Avenidas Guararapes, Dantas Barreto e Nossa Senhora do Carmo, a descaracterização espacial da Praça do Diário (onde está instalado o Diario de Pernambuco), a construção da Avenida Sul e do Viaduto das Cinco Pontas. Essas intervenções urbanas transformaram radicalmente o caráter residencial do bairro. Hoje a população residente está estabelecida majoritariamente no bairro do Coque. 
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*&lt;i&gt; Como se caracteriza em uma região com inúmeras edificações importantes para a Cidade do Recife vamos subdividi-la em várias partes para poder contar de uma forma coerente e segura para a compreensão de todos a nossa história.&lt;/i&gt;
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&lt;b&gt;1ª parte composta pela: Praça da República e suas principais Edificações, e o Quarteirão Franciscano:&lt;/b&gt;
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&lt;b&gt;1- Praça da República&lt;/b&gt;
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Encontra-se no extremo norte do bairro, na Ilha de Antônio Vaz, sendo margeada noroeste, norte e nordeste pelo ponto de junção dos rios Capibaribe e Beberibe.
A Praça já teve várias denominações. O conde Maurício de Nassau construiu ali o Palácio de Friburgo, ou Palácio das Torres. Com sua destruição, no século XVIII, o local passou a ser denominado como Campo do Palácio Velho. Depois, quando a tesouraria da Capitania de Pernambuco ali se instala, onde antes era o Palácio das Torres, passou a ser chamado de Campo do Erário. Durante a Revolução de 1817, passou a ser denominado de Campo da Honra.  Foi ali, sob esta denominação, que foram executados: Antônio Henrique Rabelo; padre Antônio Pereira de Albuquerque; Amaro Coutinho; Domingos Teotônio Jorge; José de Barros Lima (o Leão Coroado); José Peregrino Xavier de Carvalho; e o Vigário Tenório.
Com a construção do Palácio do Governo, mudou a denominação para Largo do Palácio. Esta denominação mudou, com a visita de Dom Pedro II, para Campo das Princesas e finalmente, com a Proclamação da República, tomou a atual denominação de Praça da República.
Nessa Praça estão localizadas várias edificações históricas como: O Palácio do Campo das Princesas, sede do Governo Estadual; O Teatro de Santa Isabel; O Palácio da Justiça; O Liceu de Artes e Ofícios de Pernambuco; dentre outros. 
Existem ali também belas estátuas de Deusas que simbolizam as guardiãs do lugar. São elas:  Ceres, a Deusa da fertilidade; Diana, Deusa da Caça; Flora, Deusa das Flores; Juno, rainha dos deuses do Olimpo, protetora das mulheres e o casamento; Minerva, Deusa das artes e Ciências; Níobe, Vesta e Têmis, que são consideradas as Deusas da justiça.
Também se encontra um centenário baobá que dizem que foi fonte de inspiração a Antoine de Saint-Exupéry, ao escrever O pequeno príncipe. 
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&lt;b&gt;2 - Palácios Campo das Princesas&lt;/b&gt;
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O Palácio do Campo das Princesas é a sede administrativa do estado de Pernambuco. Idealizado desde 1786 pelo governador José César de Meneses, foi construído em meados do século XIX, quando, em 1841, o então governador Francisco do Rego Barros, futuro Conde da Boa Vista, mandou o engenheiro Firmino Herculano de Morais Âncora construir o Palácio Provincial que a República transformaria em Palácio do Estado.
Em 1859 sofreu uma reforma para hospedar o imperador Dom Pedro II, a imperatriz Dona Teresa Cristina de Bourbon-Duas Sicílias e suas filhas, ocasião em que recebeu o nome de Campo das Princesas, inicialmente dado ao jardim onde as princesas brincavam, depois estendendo-se a denominação ao Palácio. No ano de em 1920, o prédio foi amplamente reformado, ocasião em que se construiu mais um pavimento, a fim de abranger todo o corpo do edifício, dando-lhe mais amplitude. Tais obras foram concluídas somente em 1922, durante o governo interino de Severino Pinheiro, devido à morte do governador José Rufino Bezerra Cavalcanti. Entre 1926 e 1930, no governo de Estácio Coimbra o palácio foi remodelado, decorado e mobiliado. No ano de 1967, o palácio chegou a servir de sede para o governo da República, na época do presidente Arthur da Costa e Silva e do governador Nilo de Sousa Coelho. Destaque para o estilo neoclássico, para o prédio com 3 pavimentos e para o interior com cadeiras, sofás e poltronas à Luís XVI.
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&lt;b&gt;3 – Teatros Santa Isabel&lt;/b&gt;
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A ideia de construir um teatro público no Recife foi do então presidente da província de Pernambuco, Francisco do Rego Barros, barão, visconde e depois conde da Boa Vista. Em 30 de abril de 1839, ele assinou a Lei número 74, autorizando a construção de um teatro público para a cidade. A província não dispunha, na época, de profissionais qualificados, como engenheiros e arquitetos, nem sequer pedreiros ou carpinteiros especializados. Os poucos engenheiros que existiam tinham formação militar e para viabilizar o seu projeto de governo, Rego Barros promoveu a vinda de inúmeros profissionais europeus, engenheiros, matemáticos, técnicos e operários, entre eles, Louis Léger Vauthier, o engenheiro responsável pela execução do projeto do novo teatro, que chegou ao Recife, em setembro de 1840. O primeiro projeto elaborado por Vauthier, cujo orçamento era de 400 contos, foi rejeitado devido ao seu alto custo. O projeto definitivo, estimado em 240 contos, foi aprovado em fevereiro de 1841, sendo as obras iniciadas no mês de abril. O local escolhido foi o então chamado Campo do Erário, onde só havia areia. Atualmente é a Praça da República.
Durante todo o período de construção era chamado de Teatro de Pernambuco. Só pouco antes da sua inauguração, em 18 de maio de 1850 o seu nome foi mudado para Teatro de Santa Isabel, em homenagem à Princesa Isabel, filha do Imperador Pedro II. A sugestão para a homenagem partiu do então governador da Província de Pernambuco, Honório Hermeto Carneiro Leão, o Marquês do Paraná. A peça apresentada no dia da inauguração foi O Pajem de Aljubarrota, do escritor português Mendes Leal.
O Teatro de Santa Isabel era a grande casa de espetáculos da cidade, lugar de divertimento, convivência social e também de exercício da cidadania. Segundo Joaquim Nabuco, foi no Santa Isabel que se ganhou a causa da abolição da escravatura no Brasil, referindo-se a seus discursos e eventos lá realizados. Em 1859, o teatro recebeu seu mais ilustre convidado, o Imperador Pedro II, que, visitando as províncias do Norte, passou seu aniversário no Recife e foi ali homenageado com um espetáculo de gala.
No dia 19 de setembro de 1869, o teatro foi quase que totalmente destruído por um incêndio, que deixou de pé apenas as paredes laterais, o alpendre e o pórtico, sendo construído, em madeira, como uma substituição temporária, no Campo das Princesas, o Pavilhão Santa Isabel. A orientação vinha de Louis Léger Vauthier, que, mesmo estando em Paris, teve as suas recomendações respeitadas pelo engenheiro José Tibúrcio Pereira de Magalhães, responsável pelas obras de reconstrução do teatro. O Santa Isabel foi reinaugurado no dia 16 de dezembro de 1876. Houve algumas obras de restauração nos anos de 1970 e 1977 e entre 1983 e 1985 inúmeros benefícios foram realizados no Teatro. Em 2000 foi iniciada outra reforma que exigiu intervenções para assegurar a preservação do prédio, retomar algumas feições originais, dar mais segurança aos seus frequentadores e mais espaços e recursos para a realização dos espetáculos. Dessa última reforma, a Fundação Joaquim Nabuco participou através do trabalho de técnicos do seu Laboratório de Pesquisa, Conservação e Restauração de Documentos e Obras de Arte - Laborarte. Um exemplo de arquitetura neoclássica predominante no século XIX brasileiro.
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&lt;b&gt;4 – Liceus de Artes e Ofícios&lt;/b&gt;
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O Liceu teve assentada a primeira pedra em 23 de abril de 1871 e foi inaugurado em 1880, como sede da Escola de Ofícios mantida pela Sociedade dos Artistas Mecânicos e Liberais de Pernambuco, que ministrava aos interessados aulas de desenho, arquitetura, aritmética e primeiras letras. Extinto em 1950, desde 1970 seu acervo e o prédio, localizado na Praça da República, estão sob a guarda da Universidade Católica de Pernambuco, quando foi reativado oferecendo cursos técnicos em administração e contabilidade. O início do convênio com a Secretaria de Educação foi por volta dos anos 80, passando a funcionar como uma escola filantrópica, mantida pela Unicap, instituição ligada à Companhia de Jesus. A Unicap através de convênio firmado com a Secretaria de Educação de Pernambuco passa a receber os professores da rede.
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&lt;b&gt;5 – Palácios da Justiça&lt;/b&gt;
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Sua pedra fundamental foi lançada em 2 de julho de 1924, pelo governador do Estado e juiz federal Sérgio Loreto, dentro das comemorações do primeiro centenário da Confederação do Equador. O projeto para a construção, em estilo eclético, aprovado em 1924 pelo engenheiro-chefe das Obras Complementares do Porto, é do arquiteto italiano, formado pela Escola de Belas Artes de Paris, Giácomo Palumbo (1891-1966), com a colaboração de Evaristo de Sá. Foi o quarto projeto apresentado. O primeiro, no ano de 1917, do arquiteto Heitor Mello, professor da Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro. O segundo, de Giácomo Palumbo, em estilo Luiz XVI, em dimensões menores que o projeto aprovado; e o terceiro, do arquiteto e pintor Henrique Moser. A sua construção levou cerca de seis anos para ser concluída (foi inaugurado em 7 de setembro de 1930, no governo de Estácio Coimbra) e teve momentos de paralisação: em 29 de dezembro de 1926, com obras reiniciadas em 7 de março de 1928. Inclusive, quando do reinício dos trabalhos o projeto fora reelaborado pelo próprio arquiteto Palumbo, a pedido da Diretoria de Obras Públicas que assumira os trabalhos. Entretanto, no governo de Carlos de Lima Cavalcanti o Palácio foi totalmente concluído onde houve a aquisição do mobiliário e o acabamento final nos ambientes do edifício. Na fachada, em frente à cúpula, encontram-se dois grupos de esculturas alegóricas a justiça e à lei, intitulados “A Justiça e a Família” e “A Justiça e o Homem”, do artista pernambucano Bibiano Silva. São também de sua autoria os bustos dos juristas pernambucanos Francisco de Paula Batista e Gervásio Pires, localizados na Sala dos Passos Perdidos. Da sua inauguração até os nossos dias, o interior do Palácio, no que se refere aos ambientes e seus usos, sofreu muitas modificações. 
O local onde foi erguido pertenceu antes ao Palácio de Friburgo, que servia como palácio de despachos do Conde Maurício de Nassau, conhecido também como Palácio das Torres que em 1770 foi demolido e construído o Erário Régio este também demolido em 1840. 
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&lt;b&gt;6 – Quarteirão Franciscano&lt;/b&gt;
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São edificações religiosas católicas pertencentes à Ordem Franciscana. Do complexo de edifícios, além do Convento e da Igreja, fazem parte a Capela Dourada e o Museu Franciscano de Arte Sacra.
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&lt;b&gt;* Convento de Santo Antônio&lt;/b&gt;
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É uma das construções mais antigas ainda existentes na cidade do Recife. Sua origem remonta a 28 de outubro de 1606, data em que os frades resolveram erguer um convento na Ilha dos Navios para atender à população próxima ao porto. A ilha mais tarde veio a receber o nome de Ilha de Antônio Vaz, e desenvolveu-se no atual bairro de Santo Antônio. O terreno de 56 braças para a construção foi doado por um senhor de engenho chamado Marcos André, e em 1613 já se registra como terminado um oratório com hospital anexo, dedicados ao Padroeiro do Recife. Durante o período da dominação holandesa o edifício foi transformado em fortaleza, sendo acrescidos de muralhas, baluartes e demais apetrechos militares, recebendo o nome de Forte Ernestus. Depois, durante algum tempo foi votado à Igreja Anglicana, para atendimento dos oficiais da Companhia das Índias Ocidentais. Com a retirada dos holandeses o local passou novamente à propriedade dos Franciscanos, sendo restaurado e aumentado de uma enfermaria. 
Além de sua importância histórica o convento possui grande interesse artístico, apresentando inúmeras obras de arte, mobiliário esculpido em jacarandá e objetos sacros diversos. Destacam-se os painéis de azulejos da portaria e sobretudo do claustro. Perfazem painéis de grandes dimensões com cenas variadas, ilustrando episódios bíblicos como o Dilúvio, a morte de Adão, o sacrifício de Isaac, a expulsão do Éden e outras mais. Também existe uma rara série de azulejos, cujo conjunto inclui material originário de Delft e crê-se que seja remanescente do antigo Forte Ernestus e do Palácio de Friburgo, erguido por Maurício de Nassau a pouca distância dali, com cerca de 900 peças instaladas como friso no exterior da sacada do piso superior do claustro, cada uma com uma figura individualizada, datando de entre 1630 e 1650. Na capela do convento também existe azulejaria digna de nota, ilustrativa do Rosário de Nossa Senhora, e um púlpito obra de Francisco Manuel Béranger, do início do século XIX, além de mobiliário de bela feição.
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&lt;b&gt;* Igreja de Santo Antônio&lt;/b&gt;
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A presente Igreja de Santo Antônio é a sucessora do primitivo oratório erguido junto com o convento no século XVII. No início século XVIII o oratório foi substituído por uma igreja maior, novamente remodelada entre 1753 e 1770, o que lhe emprestou o seu atual estilo rococó. A fachada se eleva sobre uma portada de pedra com cinco grandes arcos redondos, continuando acima apenas sobre os três centrais, com janelões emoldurados em pedra esculpida com ornamentos e volutas, encimadas por óculos redondos, dos quais o central é maior. A cornija de separação do nível superior tem um arco no centro e decai em suave curva até as extremidades, onde se encontra com contrafortes em volutas que sobem dos arcos extremos do térreo. O frontão que coroa o conjunto tem elegante desenho com grandes volutas floreadas, o brasão da Ordem ao centro e um cruz de arremate, além de pináculos em forma de labareda na base. Recuado em relação ao corpo da igreja está o campanário, à esquerda, com um coruchéu em bulbos octogonais superpostos revestido de azulejos.
O interior, de nave única, preserva uma série de painéis de azulejos representando cenas da vida de Santo Antônio ao longo das paredes laterais e junto ao piso, e mostra algumas tribunas, um púlpito à direita e um teto em abóbada de berço (com pinturas de Sebastião Canuto da Silva Tavares) de onde pendem grandes candelabros. Bancadas e um corredor central conduzem até o fundo da igreja, cuja parede é completamente recoberta de talha rococó de refinado desenho. Nesta parede duas capelas secundárias se apegam ao arco do cruzeiro, dedicadas à Virgem Maria e São Francisco, respectivamente à esquerda e à direita, ladeando a capela-mor, em um nicho recuado. Seu retábulo ostenta um grande crucifixo rodeado de resplendor, tendo aos lados dois pares de colunas de capitel coríntio e fuste salomônico em uma e canelado em outra, além de estatuária menor, e um grande frontão ricamente lavrado. Acima, o teto da capela-mor é também em abóbada de berço revestida de azulejaria policroma em motivos florais.
Anexa à igreja está a Capela Dourada, separada da nave por um grande arco gradeado, à esquerda. Na sacristia se guarda grande quantidade de objetos preciosos de culto e outras obras de arte, como mobiliário setecentista com ornamentação de prata, obra do mestre entalhador José Gomes de Figueiredo, além de lavatórios e pinturas a óleo. Atrás da sacristia existe um pequeno cemitério, onde se eleva um cruzeiro de pedra instalado em 1840. No século XIX, a Igreja de Santo Antônio abrigou o &quot;cemitério dos infamantes&quot; ou &quot;da vergonha&quot;, onde eram sepultados indigentes, escravos e mártires de revoluções, como os da Revolução Pernambucana, de 1817.
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&lt;b&gt;* Capela Dourada&lt;/b&gt;
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A construção da capela foi fruto de uma iniciativa dos Irmãos da Venerável Ordem Terceira de São Francisco das Chagas, criada em Recife no século XVI. Sendo abastados muitos de seus membros, decidiram erguer uma capela para os noviços da Ordem. A pedra fundamental foi lançada em 13 de maio de 1696 pelo Capitão General Caetano de Melo Castro, sendo mestre-construtor o Capitão Antônio Fernandes de Matos. A capela foi aberta ao público em 15 de setembro de 1697, com missa presidida pelo Comissário Visitador Frei Jerônimo da Ressurreição, embora ainda não estivesse inteiramente terminada, permanecendo em obras até 1724. Nascendo em uma época de grande prosperidade na região, ao longo do tempo a capela recebeu melhorias e rica decoração barroca, e sua condição atual data basicamente dos séculos XVII e XVIII. Seu nome deriva da grande quantidade de ouro empregada na cobertura da exuberante talha de madeira que forra praticamente todo os espaços das paredes, altares e teto. A sua construção e decoração contou com a participação de diversos artistas de importância na região. O teto com os arcos externo, do cruzeiro e da capela-mor, bem como mobiliário auxiliar, são obra de Luís Machado, do século XVII. O teto é dividido em caixotões para painéis pintados a óleo, com cenas diversas. A capela-mor, com um nicho central para um grande crucifixo e nichos laterais para São Cosme e São Damião, foi entalhada por Antônio Martins Santiago em 1698, e foi dourada por Manuel de Jesus Pinto em 1799. Ao longo das paredes laterais existe uma série de painéis de azulejos, altares menores com importante estatuária, dos quais se destacam o de Santa Isabel, o do Cristo atado à coluna, e o do Senhor dos Passos (com uma imagem de roca em tamanho natural com incrustações de rubis), e dezenas de painéis pintados representando santos e personificações das virtudes da Fé, Esperança, Caridade e Constância. As pinturas foram executadas entre os séculos XVIII e XIX pelos mestres José Ribeiro de Vasconcelos (entre 1759 e 1761), José Pinhão de Matos e João Vital Correia (em 1864), sendo dignas de maior atenção duas, de grandes dimensões, junto às bancadas, representando a prisão e morte de mártires franciscanos, cujos algozes, curiosamente, tiveram suas faces apagadas e riscadas, em data desconhecida, pela indignação de algum devoto. Na sacristia existe ainda mobiliário esculpido em jacarandá, datando de 1762, além de uma mesa de mármore e de um lavabo importados de Estremoz.
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&lt;b&gt;* Museu Franciscano de Arte Sacra&lt;/b&gt;
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O museu foi fundado em 28 de setembro de 1974 pelo irmão Fernando Pio dos Santos, e está instalado nas dependências da Ordem Terceira de São Francisco do Recife, das quais também faz parte a famosa Capela Dourada. O museu possui um acervo variado que inclui paramentos litúrgicos, mobiliário entalhado, peças de culto em metais preciosos como ostensórios, turíbulos, tocheiros e candelabros, estatuária barroca e outros objetos.
Dentre suas peças mais importantes estão a primeira imagem do Sagrado Coração de Jesus de Pernambuco, trazida pelo padre Gabriel Malagrida; uma imagem de Nossa Senhora do Bom Conselho que estava no oratório da Faculdade de Direito do Recife; uma de Nossa Senhora da Conceição de autoria de João Pereira, que foi muito venerada enquanto esteve na desaparecida igreja da Madre de Deus; uma série de imagens da Procissão das Cinzas, vindas de Lisboa em 1709; um altar entalhado e dourado de 1804, com imagens de São Francisco das Chagas recebendo os estigmas de Jesus Cristo; uma Nossa Senhora das Mercês, um Crucifixo de 1751, e um Cristo glorioso.
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FONTES CONSULTADAS:
MENEZES, José Luiz Mota; REINAUX, Marcílio. Palácio da Justiça. 2. ed. rev. e ampl.Recife: Gráfica e Editora Liceu, 1997.
BARBOSA, Antônio. Relíquias de Pernambuco: guia aos monumentos históricos de Olinda e Recife. São Paulo: Fundo Educativo Brasileiro, 1983 .
 FRANCA, Rubem. Monumentos do Recife. Recife: Secretaria de Educação e Cultura, 1977.
 SILVA, Leonardo Dantas. Pernambuco preservado: histórico dos bens tombados no Estado de Pernambuco. Recife: [s. n.], 2002.
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&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
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O Recife nasceu em um pedaço de terra circundado de manguezais e pelo Oceano Atlântico onde havia uma barreira de arrecifes, se tornando local ideal para a construção de um porto. Foi criado na primeira metade do século XVI, construído para escoar Pau Brasil e os produtos da atividade agro açucareira de Olinda, que era a capital pernambucana na época. 
Houve em seguida a necessidade da construção de depósitos para armazenar as mercadorias e casas residenciais para os trabalhadores portuários, criando assim, a comunidade que se chamava de “Ribeira do Mar dos Arrecifes dos Navios”. Inicialmente foi crescendo desordenadamente, as abertura de ruas obedecia apenas à vontade dos que ali se fixavam aos poucos o pequeno povoado, que durante quase 300 anos foi porto de Olinda, cresceu e se tornou a grande cidade do Recife.
Hoje a “Ribeira do Mar”, onde o Recife nasceu, é o chamado Bairro do Recife Antigo.
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;

&lt;b&gt;1-Ponte Giratória&lt;/b&gt;

&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
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Foi construída na bacia defronte da antiga “Barreta”. A “Barreta” era a passagem natural das barcaças e outras embarcações do mesmo porte, único meio de transporte que se destinava aos cais interiores ou fluviais do Recife, como o da Alfândega, José Mariano e o do Colégio.
A sua construção foi determinada quando da modernização do porto do Recife, em 1920. Na ocasião, ficou constatada a necessidade de uma ponte rodoferroviária, de vão central giratório, na embocadura do rio Capibaribe com o Beberibe, para favorecer a passagem das embarcações veleiras e para dar passagem ao transporte ferroviário para o porto do Recife.         A Ponte era formada de três lances: dois fixos e um que girava. Este último deixava, ao girar, duas passagens para o trânsito marítimo.
Com a implantação e a ampliação gradativa do sistema de transporte rodoviário no Estado o tráfego de embarcações foi diminuindo. A Ponte que fora construída em ferro, apresentou problemas na maquinaria e a função primeira da Ponte Giratória – dar passagem a grande número de barcaças que aportavam no porto do Recife aos poucos, caiu em desuso, assim, teve que ser desmontada e em seu lugar foi construída outra ponte, ampla e de cimento armado, que foi inaugurada, em 1971, com o nome de Ponte 12 de Setembro.
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;

&lt;b&gt;2-Cais e Paço Alfândega&lt;/b&gt;

&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
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É um verdadeiro retrato da memória urbana da cidade do Recife. Localizado às margens do Rio Capibaribe, no coração do Recife antigo, sua construção data de 1732. Neste local, funcionou, desde a ocupação holandesa, o Porto de Recife, considerado no século XVIII o porto mais movimentado das Américas. O prédio que abrigou durante quase 100 anos o Convento dos padres da Ordem de São Felipe Néri (Convento dos Oratorianos), a partir de 1826, passou a funcionar como sede da Alfândega.  Muito tempo depois, com a mudança do porto para beira-mar, foi doado à Santa Casa de Misericórdia, tendo passado por vários usos, de cooperativa e armazém de produtos a estacionamento.
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;

&lt;b&gt;3-Igreja da Madre de Deus&lt;/b&gt;

&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
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É um dos mais importantes templos católicos do Recife. Foi o Capitão Antônio Fernandes de Matos que iniciou sua construção, em 1679. Situa-se na Rua Madre de Deus, no Bairro do Recife, ao lado do Paço Alfândega. A pedra fundamental da Igreja da Madre de Deus foi erguida em 16 de julho de 1706 e sua construção terminou em 24 de março de 1720, apresentando em sua fachada esculturas em pedras dos arrecifes e uma estátua de São Felipe de Néri, em tamanho natural. Nele abriga, além de uma obra em talha, algumas imagens que pertenceram à primitiva igreja do Corpo Santo, demolida em 1913, quando das obras de modernização do porto. Sofreu incêndio em 1971 e passou por profunda reforma em 1975. Nessa igreja é venerada a imagem do Senhor do Bom Jesus dos Passos, obra de um dos maiores escultores de imagens sacras, o pernambucano Manuel da Silva Amorim.
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;

&lt;b&gt;4-Ponte Maurício de Nassau&lt;/b&gt;

&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
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A ponte teve sua construção iniciada em 1640 pelo arquiteto Baltazar de Affonseca, por ordem do conde Maurício de Nassau, feita em madeira, e inaugurada em 28 de fevereiro de 1644, sendo considerada a primeira ponte de grande porte do Brasil e a mais antiga da América Latina. Sua construção foi criticada pela Companhia Neerlandesa das Índias Ocidentais por ter sido considerada dispendiosa demais para uma Colônia. A inauguração se deu no dia 28 de fevereiro de 1643 e a ponte foi chamada à época de Ponte do Recife. Nas suas cabeceiras havia dois arcos: o arco da Conceição, do lado do bairro do Recife, e o arco de Santo Antônio do lado do bairro homônimo.
A ponte sofreu reformas em 1683 e 1742 e foi substituída por uma ponte completamente de ferro em 1865 tendo recebido, no ato da reinauguração, o nome de Ponte Sete de Setembro. A segunda ponte teve pouca durabilidade, pois a maresia corroeu o ferro da estrutura. Em 1917, a ponte foi reconstruída, dessa vez com a estrutura de concreto armado. Durante a obra de reconstrução foram retirados os arcos que existiam na ponte original, e, no ato da reinauguração, recebeu o nome que tem atualmente. Nas colunas da ponte atual há quatro grandes estátuas de bronze e duas placas com os dizeres:
“Na entrada desta ponte, a primeira feita no Brasil e levantada neste local por Maurício de Nassau, o fundador da cidade, existiu o arco da Conceição, com uma das portas que se fechava, edificada em 1645 e demolida em 1913, por exigência do trânsito”.
As estátuas ali colocadas são:
Uma mulher usando capacete à Minerva, em atitude de quem discursa;
A deusa Deméter-Ceres, padroeira dos campos cultivados;
Uma mulher com uma torre na cabeça e coroa de louros, com o caduceu de Mercúrio na mão direita, tendo aos pés um canhão e sacos de mercadorias;
A estátua da Justiça, com espada e balança.
Atualmente a ponte serve ao trânsito de carros e interliga a Avenida Marquês de Olinda à Rua Primeiro de Março.
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;

&lt;b&gt;5-Ponte Buarque de Macedo&lt;/b&gt;

&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
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É conhecida como a ponte mais extensa da cidade. O seu nome é uma homenagem ao político e engenheiro pernambucano, Manuel Buarque de Macedo (1837-1881). Teve sua construção iniciada em madeira, em 16 de janeiro de 1882, sob a administração do engenheiro Alfredo Lisboa, e inaugurada em 20 de janeiro de 1890, com o nome do ministro pernambucano Buarque de Macedo, que autorizou a sua construção. Foi reconstruída em 1922, no governo de José Rufino Bezerra Cavalcanti e reinaugurada em 1923, na administração do governo sucessor Sergio Loreto. Ligando a Av. Rio Branco à Praça da República, sobre a junção dos rios Capibaribe e Beberibe.
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&lt;b&gt;6-Praça do Marco Zero&lt;/b&gt;

&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
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Praça Rio Branco - A praça é famosa por abrigar o Marco Zero do Recife, desse ponto a cidade começou a se expandir, aterrando aquelas águas que lhe renderiam comparações com Veneza e as terras da Holanda. Sendo também o ponto inicial das estradas do estado de Pernambuco. Em 1938 uma estátua do Barão de Rio Branco foi erguida e servia de vigia silencioso do ponto central da cidade daí veio o atual nome da praça. O local costumava abrigar árvores de grande porte e banquinhos que servia de parada estratégica para admirar uma extensa muralha de arrecifes naturais, com mais de seis quilômetros de comprimento, que faz contato direto com o Oceano Atlântico. O ambiente é composto pelo Porto do Recife, pelo Terminal Marítimo de Passageiros e pelo Parque de Esculturas Francisco Brennand, além de diversos casarões históricos. Em 1999 a praça que existia no local recebeu modificações, sendo a escultura do Barão do Rio Branco transferida para poucos metros do local original e recebendo uma rosa dos ventos impressa no chão, de autoria do artista plástico Cícero Dias, passando a ser uma área aberta para a realização de eventos, atualmente serve como palco de comemorações e apresentações artísticas.
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&lt;b&gt;7-Parque das Esculturas&lt;/b&gt;

&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
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O Parque das Esculturas de Francisco Brennand, situado no molhe dos arrecifes, em frente ao Marco Zero, sendo esses recifes de coral existentes na área que deram nome à cidade e foi exatamente ali, no local formado por um porto natural, que ela começou. Foi criado um Parque com cinquenta esculturas em bronze, representando ovos, tartarugas, maçaricos e pelicano; a Coluna de Cristal, que mede 32 metros de altura e foi feita em concreto, cerâmica e elementos esculturais de bronze; e cinco esculturas em cerâmica, entre sereias e uma meia coluna.
O artista - Francisco de Paula Coimbra de Almeida Brennand é um dos mais importantes artistas plásticos brasileiros vivos. Nasceu em 11 de junho de 1927, no Recife, Pernambuco. Trabalha com diversos suportes, sendo mais conhecido pelo seu trabalho como escultor e ceramista e possui trabalhos espalhados pelo Brasil e pelo exterior.
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&lt;b&gt;8-Sinagoga Kahal Zur Israel&lt;/b&gt;

&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEghr905e65hjdxSW7ybXCmhi_SCDTkxe-hSC6ij9WN-tR1IklYz3_pucp4Zns2vNFx56amrU9izSJc3p1ACh_QRrRr4QFD3LDOsgMRB4zOCFlzJyzTqx6eB51Q1hyphenhyphenuo0nTSa5gQgsnL-p8A/s1600/Sinagoga_Kahal_Zur_Israel_grd.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEghr905e65hjdxSW7ybXCmhi_SCDTkxe-hSC6ij9WN-tR1IklYz3_pucp4Zns2vNFx56amrU9izSJc3p1ACh_QRrRr4QFD3LDOsgMRB4zOCFlzJyzTqx6eB51Q1hyphenhyphenuo0nTSa5gQgsnL-p8A/s320/Sinagoga_Kahal_Zur_Israel_grd.jpg&quot; width=&quot;214&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
A Kahal Zur Israel (Congregação Rochedo de Israel) foi à primeira sinagoga das Américas. Funcionou em Pernambuco durante o período de dominação holandesa (1630 a 1657). Durante esse período emigraram para o Recife milhares de judeus de origem portuguesa, refugiados nos Países Baixos, que vieram para a então colônia holandesa atraídos pela liberdade de culto religioso. Seu primeiro rabino foi o luso-holandês Isaac Aboab da Fonseca (1605-1693). Derrotados na Batalha dos Guararapes, as famílias judias retornaram para a Holanda a bordo do navio Valk. O desembarque ocorreu em Nova Amsterdã, atual Nova York, onde os judeus formaram a Congregação Shearit Israel, a primeira comunidade judaica da América do Norte. O material arqueológico datado do século XVII, foi recentemente identificado pelo Iphan e pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE. Como comprovação da existência e funcionamento da Congregação, foi identificada a construção de uma piscina com sete degraus - um &quot;mikvê&quot; - utilizada em rituais de banho de purificação. A fachada do prédio data do século XIX e, atualmente, abriga o Centro Cultural Judaico de Pernambuco. 
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;

&lt;b&gt;9-Rua do Bom Jesus&lt;/b&gt;

&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
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Desde o tempo da ocupação holandesa, a Rua do Bom Jesus era a mais importante do Bairro do Recife, possivelmente em decorrência de seu traçado natural de velha estrada, que conduzia viajantes procedentes de Olinda. Inicialmente, ficou conhecida como Rua do Bode (Bockestraet). Durante do domínio holandês, tornou-se a via predileta dos israelitas, passando a ser chamada Rua dos Judeus. Quando eles deixaram Pernambuco, foi denominada de Rua da Cruz. Há indicações de que, nesse período, também teve o nome de Rua dos Mercadores, porém apenas no trecho da Rua da Cadeia e da Siculé, atualmente Marques de Olinda e Barbosa Lima, respectivamente. Em 1870, foi aprovado pelo Conselho Municipal o nome de Bom Jesus, proposto pelo Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano. A Rua do Bom Jesus vai da Avenida Marques de Olinda até a praça Artur Oscar.
Entre 1636 e 1654, existiu na rua a primeira sinagoga das Américas – aKahal Zur Israel (Rocha de Israel) – localizada nos prédios nºs 197 e 203. No término da rua, situava-se a Porta da Terra (Lantpoort), uma das portas da cidade no período holandês. No local, no dia 26 de janeiro de 1654, houve a rendição do governo flamengo. Esta Porta se transformou no Arco do Bom Jesus e foi demolida por &quot;exigência do trânsito&quot;, em 1850. Também funcionaram ali a tradicional Botija Francesa, fundada em 1821, o Café Chileno, ponto de reunião de pessoas importantes, e o Hotel e Restaurante Europeu, que fez grande sucesso.
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;

&lt;b&gt;10-Praça do Arsenal da Marinha&lt;/b&gt;

&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
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Também conhecida como Arthur Oscar é uma construção de 1870, foi chamada inicialmente de Praça Voluntários da Pátria e localizada no bairro do Recife Antigo, abriga o busto do almirante de Tamandaré, &quot;Patrono da Marinha Brasileira&quot;. Seu nome foi dado em homenagem ao general que comandou a quarta e última expedição contra o Arraial de Canudos. Possui em seu entorno a Rua do Bom Jesus, antiga Rua dos Judeus; a Torre Malakoff, batizada com o nome de uma das torres da fortaleza de Sebastopol, durante a Guerra da Criméia (1853-1855); e uma grande concentração da arquitetura do século XVIII.
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;


&lt;b&gt;11-Torre Malakoff&lt;/b&gt;

&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjrruXdvqQYxED8oZkT56ecNJ2Ta0PGe4BSgSxDiKLF9BgnxtpXY8ncXmaZnSYC0Zrk7Flz9CyH4NBkFpPGN-qNCMy1jAOKGUOu7bkHq_1tGY3LqIOCsu3pJoH8raEFUxNiQa8R9_X_hQ2y/s1600/MALAKOFF.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;223&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjrruXdvqQYxED8oZkT56ecNJ2Ta0PGe4BSgSxDiKLF9BgnxtpXY8ncXmaZnSYC0Zrk7Flz9CyH4NBkFpPGN-qNCMy1jAOKGUOu7bkHq_1tGY3LqIOCsu3pJoH8raEFUxNiQa8R9_X_hQ2y/s320/MALAKOFF.jpg&quot; width=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Um decreto provincial de 01 de janeiro de 1834 criava o Arsenal da marinha, tendo o projeto arquitetônico sido feito em 1837. Em 1853 foi iniciada a construção do então chamado Portão Monumental do arsenal da Marinha, na proximidade do Porto do Recife.
Na época da sua construção, havia muita notícia veiculada pelo Diário de Pernambuco a respeito da Guerra da Criméia, com destaque para o foco de resistência em defesa da colina e da torre fortificada de Malakoff, o que gerou grande interesse no Recife e em todo o Estado de Pernambuco. Segundo o médico e historiador Pedro Veloso Costa, o batismo da torre com o nome Malakoff foi dado pela própria população, que na época acompanhava a longínqua batalha pelo jornal. Quando os arsenais da Marinha foram extintos com o início da República, a Torre foi transferida para o patrimônio do Porto, sendo depois abandonada e ameaçada de extinção. A população, sob a liderança de instituições literárias e culturais do Recife, mobilizou-se contra a demolição, utilizando como exemplo a própria resistência de Malakoff na Guerra da Criméia, sendo então, utilizada como centro de irradiação da Cultura na cidade. Ali funcionou, por algum tempo, um observatório astronômico.
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;

&lt;b&gt;12-Estação do Brum&lt;/b&gt;

&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
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Foi construída em 1889 e inaugurada em 1881, próxima à Fortaleza do Brum, daí seu nome e o trecho Brum a Pau D&#39;Alho foi aberto no dia 24 de outubro de 1881. Até cerca de 1930, a estação era ligada tanto com a estação de Encruzilhada, seguindo dali para o norte e para a Paraíba, quanto com o porto, ao sul, e com a estação de Cinco Pontas. Por volta de 1932, os trens de passageiros não saíam mais de Brum, mas de Cinco Pontas, indo encontrar a linha Norte fora da cidade do Recife. A linha de Brum a Camaragibe foi retirada e os trens que seguiam para a Paraíba passaram a fazê-lo através de uma nova ligação entre a antiga Central de Pernambuco, que partia de Coqueiral, nesta linha, até encontrar Camaragibe. Embora não constem mais trens de passageiros partindo do Brum até Camaragibe pela linha antiga desde pelo menos 1932, as estações do trecho - Brum, Encruzilhada e Arraial ainda são citadas no Guia Geral de 1960, o que leva a crer que até essa época a linha e as estações ainda existiam. O prédio da estação ainda existe, na avenida Alfredo Lisboa. É sede do chamado Memorial da Justiça no Recife, tombado pelo FUNDARPE desde 2001. 
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;

&lt;b&gt;13-Forte do Brum&lt;/b&gt;

&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
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O Forte do Bom Jesus, conhecido hoje como o Forte do Brum, foi construído pelos donatários da capitania de Pernambuco, no século XVI, para segurança e proteção da barra do porto e da povoação do Recife. Sua construção foi necessária, pois a era alvo de ataques de piratas ingleses e franceses, por ter sido uma das capitanias mais prosperas e que produzia e comercializava produtos nativos como o pau-brasil, algodão e açúcar.
Erguido pelos holandeses em uma posição estratégica, que oferecia vantagens defensivas, o Forte do Brum, foi equipado com sete canhões de metais, sendo dois canhões de 24 libras, um de dezoito, um de dezesseis e um de dez libras, além de duas bombardas. Com a expulsão dos holandeses, em 1654, o Forte retorna à administração da Capitania de Pernambuco e mais uma vez passa por reformas. No projeto de reconstrução, foi edificada uma capela sob a invocação de São João Batista do Brum, que determinou a sua nova denominação: Forte de São João Batista do Brum.
O Forte do Brum é um monumento que testemunhou inúmeros acontecimentos históricos, invasões, revoluções, registrados em Pernambuco, no Brasil e no mundo. No dia 19 de dezembro de 1985, o Governo Federal, através da Portaria Ministerial n. 1240, autorizou a criação do Museu Militar do Forte do Brum (MMFB), em homenagem ao soldado nordestino. O Museu foi inaugurado no dia 05 de janeiro de 1987, como um espaço de visitação turística e um local para estudo e reflexão.
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;

&lt;b&gt;14-Ponte do Limoeiro&lt;/b&gt;

&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
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A primeira ponte erguida neste local era de metal, construída em 1881 para dar passagem aos trens de uma estrada de ferro, a chamada linha norte do Estado, explorada pela Great Western, que se destinava à cidade de Limoeiro possuindo apenas os trilhos nos dormentes e não havia passagem para pedestres.  O Governo Provincial, desde 1868, previa muito lucro no transporte ferroviário do açúcar pernambucano entre o Recife e a cidade de Limoeiro, uma vez que, no percurso planejado, havia muitos engenhos e fazendas de gado. Foi substituída por outra, construída em concreto pela Empresa Christian Nielsen, e inaugurada no dia 30 de julho de 1966 pelo Senador Pessoa de Queiroz, na administração do prefeito Augusto Lucena. Fica sobre o rio Beberibe que une o bairro do Brum ao de Santo Amaro, e a Rua Cais do Apolo à Av. Norte.
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;

&lt;b&gt;15-Cruz do Patrão&lt;/b&gt;

&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
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Construída no istmo que liga o Recife à Olinda, está localizada ao norte do Forte do Brum e ao sul do Forte do Buraco, edificado pelos holandeses no século XVII e hoje desaparecido. Trata-se de uma pesada e alta coluna dórica, feita de alvenaria, com seis metros de altura e dois de diâmetro, tendo em cima uma cruz de pedra.  A cruz original era de madeira e teria sido construído no início do século XIX, possivelmente em 1814, para servir de baliza às embarcações que entravam no porto do Recife. O nome indica patrão-mor, mestre de barco. Segundo a tradição, o local é tido como mal-assombrado, porque era onde se enterravam escravos que morriam ao chegar da África. 
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;

&lt;b&gt;FONTES:&lt;/b&gt;

CAVALCANTI, Carlos Bezerra. O Recife e seus bairros. Recife: Câmara Municipal, 1998. 166 p. il.
GONÇALVES, Fernando Antônio. O Capibaribe e as Pontes: dos ontens bravios aos futuros já chegados. Recife: Comunigraf, 1997. 86 p.
MELLO, Virgínia Pernambucano de. As pontes do Recife. Recife: Água Marinha Mídia Educacional, 2003. [CD-ROM]. Patrocínio de NC Energia-Grupo Neoenergia.
Livro Trilhas do Recife, de João Braga
FRANCA, Rubem. Monumentos do Recife: estátuas e bustos, igrejas e prédios, lápides, placas e inscrições históricas do Recife. Recife: Secretaria de Educação e Cultura, 1977.382p.
CARTA DE FLORENÇA, 1981. In CURRY, Isabele (org.). Cartas patrimoniais. Rio de Janeiro, IPHAN, Edições do Patrimônio, 2000. 
FARIAS, Abelardo Cabral. Praça de Casa Forte. Redescoberta e resgate. Monografia do curso de Engenharia Florestal, UFRPE, 1997. 
MARX, Roberto Burle. Arte e paisagem. São Paulo, Nobel, 1987.
KAHAL Zur Israel: Congregação Rochedo de Israel: resgate da memória da 1a. Sinagoga das Américas. Recife: Fundação Safra/Centro Cultural Judaico de Pernambuco, 2001.
KAUFMAN, Tânia Neumann. Passos perdidos – História recuperada: a presença judaica em Pernambuco. Recife: Edição do Autor, 2000.
LARGMAN, Esther Regina. Judeus nos trópicos: a comunidade judaica da Bahia de 1912 a 1945. Morashá, São Paulo,a. 10, n. 36, p.49-53, mar. 2002.
Site </content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/feeds/4872055051425407186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2012/04/um-caminhar-pela-historia-do-recife_30.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/4872055051425407186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/4872055051425407186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2012/04/um-caminhar-pela-historia-do-recife_30.html' title='Um Caminhar pela História do Recife - Parte 01'/><author><name>ALEXANDRE BUFFA BELTRAME</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15715934432193272202</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaemsrNsTnFtDaQjXHtRFeZ5LcKjdzE1FAZieSq47KjLIzJuzYLFllu8FaPEOAxNB1GBewN8CalMUZlKYgVbLdq4uxEdUJYrZ3Y2_gRLwVx79wKGaoAwq3-VCNZT7tag/s220/20190322_153527409_iOS.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj7UTBzPPj-4XDCkCu9z2VWy3ZfoqVW3fpu-HkwY0d-UvOHskhaVX0gyjjtseOKvutwKgyM1nIsjmp2Y3sQ-mLz_buRzZV-xpC_EXQGkDDzTYGCPPAABirRAJJQPML1wTiEOsmf59saZtk0/s72-c/Ribeira+do+Mar+-+Mapa.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3215746911206546828.post-7679194142427684611</id><published>2012-01-30T22:51:00.000-03:00</published><updated>2012-01-30T22:51:26.517-03:00</updated><title type='text'>Avenida Caxangá</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;O nome Caxangá não tem uma origem muito clara. Alguns
autores afirmam que se trata de uma corruptela da palavra tupi caa-çan-áb, que
significa mata estendida ou caa-çang-guá, mato do vale dilatado ou ainda
caa-ciangá, mato da madrasta ou da madrinha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Segundo Pereira da Costa, a Avenida Caxangá, ou como era
chamada estrada de Paudalho teve sua construção iniciada em 1833, tendo o
engenheiro francês Louis Léger Vauthier, em 1843, que relatou inúmeras vantagens
de se ter estradas no Recife. Começava no largo da Madalena e se dirigia para
Caxangá, e foi então somente que pela primeira vez apareceu nesta Província uma
estrada regularmente construída.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi45VX6aKC0kxmOmwV6f1u-JaPesHDw73crwwGopMFRz3sSswi8HnKe_hXdSV-XBQPFwsiklUl8gGua-qCKhjBgX3s1JAUtKWyh8D-sar2GgZL36quAxIVSxZo9IPtcTUUgpynbPf4m_kTL/s1600/Av+Caxang%C3%A1+02+-+1940.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;201&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi45VX6aKC0kxmOmwV6f1u-JaPesHDw73crwwGopMFRz3sSswi8HnKe_hXdSV-XBQPFwsiklUl8gGua-qCKhjBgX3s1JAUtKWyh8D-sar2GgZL36quAxIVSxZo9IPtcTUUgpynbPf4m_kTL/s320/Av+Caxang%C3%A1+02+-+1940.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Em 1842, foi concluído o primeiro trecho da Estrada do
Paudalho, que antes era um caminho de onde saiam diversas ramificações para os
engenhos de açúcar e as povoações locais. Anteriormente, no local, nunca tinham
chegado carros, só se conseguia circular cavalos. A via sempre passou por
várias mudanças na sua estrutura e na sua denominação. Foi também chamada de
Estrada do Ambolê, mas sempre se constituiu numa artéria importante da cidade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;A inauguração do calçamento da Avenida Caxangá foi ao dia 25
de maio de 1940 e em 1845, foi construída a ponte pênsil de Caxangá, sobre o
rio Capibaribe, sendo essa a primeira no Brasil, ampliando assim o caminho para
o interior de Pernambuco e ampliando e muito o desenvolvimento socioeconômico
da região.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;No tempo do Estado Novo, na administração do prefeito Novaes
Filho, foi pavimentada com paralelepípedos rejuntados com cimento sobre
concreto, alargada por meio de aterros e protegida por obras-de-arte
(estruturas como bueiros, pontes, viadutos, muros de arrimo, necessárias à
construção de estradas).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiKU7xodoluxjWA4kHcGQzTGpQEss3BSE-rb03p50e3Kc1XCSU7GrjkDkeGtgrjfNC8bn88c2a9gUTGkY_V6PoHRXnowZcSUpNjZqbdCjyEPlh4zooQV02Xc8Bo30QoL72AT_nl2VFajQRr/s1600/Av+Caxang%C3%A1+01+-+1960.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;296&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiKU7xodoluxjWA4kHcGQzTGpQEss3BSE-rb03p50e3Kc1XCSU7GrjkDkeGtgrjfNC8bn88c2a9gUTGkY_V6PoHRXnowZcSUpNjZqbdCjyEPlh4zooQV02Xc8Bo30QoL72AT_nl2VFajQRr/s320/Av+Caxang%C3%A1+01+-+1960.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Na terceira gestão do prefeito Pelópidas Silveira, em 1966, a
Avenida Caxangá foi novamente ampliada e houve a inauguração de uma segunda
faixa de rolamento em cimento armado, evento que contou com a presença do então
presidente da República Marechal Humberto Castelo Branco.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Sendo considerado um dos corredores de tráfego de veículos e
de transporte coletivos mais importantes da zona oeste da cidade, é uma das
avenidas mais longas do mundo em linha reta com cerca de 6 km de extensão. Tem
início na Praça João Alfredo, onde se encontra o Sobrado da Madalena, do antigo
engenho da Madalena, que deu origem e nome ao bairro, atravessa os bairros do Bongi,
San Martin, Cordeiro, Iputinga, Engenho do Meio, Cidade Universitária, Várzea e
terminando no bairro do Caxangá, na Ponte da Caxangá (Ponte Marechal Castello
Branco), sobre o Rio Capibaribe. Também liga alguns municípios da região
metropolitana como: São Lourenço e Camaragibe.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2BKXjyzGKDnF9EAsnAfSm6s2vvpwkjqLxRzUXkTt8JR94aCtSitfGpmZk6ODtV1O0ph50swrHQumpAk8ra03ofV-iwK754h5rVq6b-Xx-pm3SZDhG57OD-lQHfr2MmhT0iy6d2ZOo_T-F/s1600/Av+Caxang%C3%A1+03+-+2011.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;239&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2BKXjyzGKDnF9EAsnAfSm6s2vvpwkjqLxRzUXkTt8JR94aCtSitfGpmZk6ODtV1O0ph50swrHQumpAk8ra03ofV-iwK754h5rVq6b-Xx-pm3SZDhG57OD-lQHfr2MmhT0iy6d2ZOo_T-F/s320/Av+Caxang%C3%A1+03+-+2011.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Depois de ter sido criado o corredor exclusivo de ônibus
pelo centro da avenida, foi aumentada sua capacidade e hoje faz parte do
projeto do Corredor Leste-Oeste do Recife. Foi também modernizada a parte de
semáforos, eliminando-se os sinais de três tempos, o que permite maior fluidez
no trânsito, de cerca de 40 mil veículos diários.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Atualmente, com as edificações e a arborização, além do
trânsito intenso ao longo do dia, já não é mais possível visualizar os
extremos. Porém, até os anos 1970, estando o observador no centro da ponte da
Caxangá, podia ver perfeitamente o Sobrado da Madalena, distante 6 km.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;O comércio ao longo da via é bastante diversificado:
farmácias, bancos, padarias, casas de peças de automóveis, armazéns de material
de construção, postos de gasolina, havendo, no entanto, uma predominância de
lojas para revenda de veículos e casas funerárias. Alguns acreditam que a
quantidade de mortuárias se deve ao fato de haver vários hospitais nas
proximidades, como o Barão de Lucena (na própria Avenida); o Getúlio Vargas, no
Cordeiro e o Hospital das Clínicas, que pertence à Universidade Federal de
Pernambuco e fica na Cidade Universitária.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Além de igrejas e colégios, ficam localizados na Avenida
Caxangá o Parque Antônio Coêlho (Parque de Exposição do Cordeiro), da
Secretaria de Produção Rural e Reforma Agrária, do Governo do Estado de
Pernambuco, e o Caxangá Golf Country Club, fundado em 7 de outubro de 1928 e
denominado originalmente de The Pernambuco Golf Club. Localizado onde existia
antigamente a casa-grande do Engenho Poeta, o Clube fundado pelo inglês George
A. D. Litle possui o único campo de golf da cidade e uma grande pista de
hipismo denominada Maurício de Nassau.&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;FONTES CONSULTADAS:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;AVENIDA Caxangá ganha nova sinalização. Disponível em:
&amp;lt;http://www.dpnet.com.br/anteriores/1998/05/05/urbana7_0.html &amp;gt; Acesso
em: 5 jun. 2007&amp;gt;. Acesso em: 5 jun. 2007.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;CAVALCANTI, Carlos Bezerra. O Recife e seus bairros. Recife:
Câmara Municipal, 1998.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;______. O Recife e suas ruas: “se essas ruas fossem minhas”.
Recife: Edificantes, 2002.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;COSTA, Francisco Augusto Pereira da. Anais pernambucanos.
Recife: Arquivo Público Estadual, 1962.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 9.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;LIVRO azul: indicador comercial e profissional. Recife:
[s.n.], 1941.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/feeds/7679194142427684611/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2012/01/avenida-caxanga.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/7679194142427684611'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/7679194142427684611'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2012/01/avenida-caxanga.html' title='Avenida Caxangá'/><author><name>ALEXANDRE BUFFA BELTRAME</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15715934432193272202</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaemsrNsTnFtDaQjXHtRFeZ5LcKjdzE1FAZieSq47KjLIzJuzYLFllu8FaPEOAxNB1GBewN8CalMUZlKYgVbLdq4uxEdUJYrZ3Y2_gRLwVx79wKGaoAwq3-VCNZT7tag/s220/20190322_153527409_iOS.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi45VX6aKC0kxmOmwV6f1u-JaPesHDw73crwwGopMFRz3sSswi8HnKe_hXdSV-XBQPFwsiklUl8gGua-qCKhjBgX3s1JAUtKWyh8D-sar2GgZL36quAxIVSxZo9IPtcTUUgpynbPf4m_kTL/s72-c/Av+Caxang%C3%A1+02+-+1940.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3215746911206546828.post-8895236940671471703</id><published>2011-12-11T17:45:00.002-03:00</published><updated>2023-02-03T12:16:40.642-03:00</updated><title type='text'>Homenagem ao dia da minha Profissão</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 16pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Arquitetura&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjNGj0Ql0ZdqtV53rCnKNPAOAU_9LwmUtDeQkI7mdGnuR_i8CLQH9ZTG3_cSY_4Axaev4n9ZXclarD68rPaEXQqBg3NKphlAf9gV29hOrK3arerblHL-Y_wwRu6zeLP4iyu00li1Yl_VF7x/s1600/Arquitetura.jpg&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjNGj0Ql0ZdqtV53rCnKNPAOAU_9LwmUtDeQkI7mdGnuR_i8CLQH9ZTG3_cSY_4Axaev4n9ZXclarD68rPaEXQqBg3NKphlAf9gV29hOrK3arerblHL-Y_wwRu6zeLP4iyu00li1Yl_VF7x/s320/Arquitetura.jpg&quot; width=&quot;233&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 16pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
A arquitetura do grego αρχή [arkhé] significando
&quot;primeiro&quot; ou &quot;principal&quot; e τέχνη [tékhton] significando
&quot;construção&quot; refere-se à arte ou a técnica de projetar e edificar o
ambiente habitado pelo ser humano. Neste sentido, a arquitetura trata
destacadamente da organização do espaço e de seus elementos: em última
instância, a arquitetura lidaria com qualquer problema de agenciamento,
organização, estética e ordenamento de componentes em qualquer situação de
arranjo espacial. No entanto, normalmente a arquitetura associa-se diretamente
ao problema da organização do homem no espaço e principalmente no espaço
urbano.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
A arquitetura como atividade humana existe desde que o homem
passou a se abrigar das intempéries. Uma definição mais precisa da área envolve
todo o projeto do ambiente construído pelo homem, o que engloba desde o desenho
de mobiliário até o desenho da paisagem, da cidade e da região. Neste percurso,
o trabalho de arquitetura passa necessariamente pelo desenho de edificações,
como prédios, casas, igrejas, palácios, entre outros edifícios. Segundo este
ponto de vista, o trabalho do arquiteto envolveria, portanto, toda a escala da
vida do homem, desde a manual até a urbana.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Arquitetura é música petrificada&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 9pt; line-height: 115%;&quot;&gt;(Johann Wolfgang von Goethe)&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; line-height: 115%;&quot;&gt;O espaço
interno como protagonista da arquitetura&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Primeiramente, a arquitetura se manifesta de dois modos
diferentes: a atividade como arte, o campo de trabalho do arquiteto e o
resultado físico sendo o conjunto construído de um arquiteto, de um povo e da
humanidade como um todo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
A arquitetura enquanto atividade é um campo
multidisciplinar, incluindo em sua base a matemática, as ciências, as artes, a
tecnologia, as ciências sociais, a política, a história, a filosofia, entre
outros. Sendo uma atividade complexa, é difícil concebê-la de forma precisa, já
que a palavra tem diversas acepções e a atividade tem diversos desdobramentos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Atualmente, o mais antigo tratado arquitetônico de que se
tem notícia, e que propõe uma definição de arquitetura, é o do arquiteto romano
Marco Vitrúvio Polião. Em suas palavras: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;i&gt;&quot;A arquitetura é
uma ciência, surgindo de muitas outras, e adornada com muitos e variados
ensinamentos: pela ajuda dos quais um julgamento é formado daqueles trabalhos
que são o resultado das outras artes.&quot;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
A definição de Vitrúvio, apesar de inserida em um contexto
próprio, constitui a base para praticamente todo o estudo feito desta arte, e
para todas as interpretações até a atualidade. Ainda que diversos teóricos,
principalmente os da modernidade, tenham conduzido estudos que contrariam
diversos aspectos do pensamento vitruviano, este ainda pode ser sintetizado e
considerado universal para a arquitetura, principalmente quando interpretado,
de formas diferentes, para cada época, seja a atividade, seja o patrimônio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Vitrúvio declara que um arquiteto deveria ser bem versado em
campos como a música, a astronomia, etc. A filosofia, em particular,
destaca-se: de fato quando alguém se refere à &quot;filosofia de determinado
arquiteto&quot; quer se referir à sua abordagem do problema arquitetônico. O
racionalismo, o empirismo, o estruturalismo, o pós-estruturalismo e a
fenomenologia são algumas das direções da filosofia que influenciaram os
arquitetos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
A interpretação de Leonardo da Vinci do homem de Vitrúvio.
Esta obra sintetiza uma série de ideais a respeito da relação do homem com o
universo. Da mesma forma, ela está associada à arquitetura, tanto quanto um
instrumento de projeto quanto como um símbolo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A obra de
Vitrúvio &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Definem-se quatro os elementos fundamentais da arquitetura:
a firmitas (que se refere à estabilidade, ao carácter construtivo da
arquitetura/resistência), a utilitas (que originalmente se refere à comodidade
e ao longo da história foi associada à função e ao utilitarismo), a venustas
(associada à beleza e à apreciação estética) e o decorum (associado à dignidade
da arquitetura, à necessidade de rejeição dos elementos supérfluos e ao
respeito das tradições/ordens arquitetônicas).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Desta forma, e segundo este ponto de vista, uma construção
passa a ser chamada de arquitetura quando, além de ser firme e bem estruturada
(firmitas), tem que possuir uma função (utilitas), respeitar as ordem clássicas
(decorum) e for, principalmente, bela (venustas). Há que se notar que Vitrúvio
contextualizava o conceito de beleza segundo os conceitos clássicos. Portanto,
a venustas foi, ao longo da história, um dos elementos mais polémicos das
várias definições da arquitetura.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Definição
moderna&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Uma definição precisa de arquitetura é impossível, como já
foi ressaltada dada a sua amplitude. Como as demais artes e ciências, ela passa
por mudanças constantes. No entanto, o excerto a seguir, escrito por Lúcio
Costa, costuma gozar de certa unanimidade quanto à sua abrangência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;i&gt;&quot;Arquitetura é
antes de mais nada construção, mas, construção concebida com o propósito
primordial de ordenar e organizar o espaço para determinada finalidade e
visando a determinada intenção. E nesse processo fundamental de ordenar e
expressar-se ela se revela igualmente e não deve se confundir com arte
plástica, porquanto nos inumeráveis problemas com que se defronta o arquiteto,
desde a germinação do projeto, até a conclusão efetiva da obra, há sempre, para
cada caso específico, certa margem final de opção entre os limites - máximo e
mínimo - determinados pelo cálculo, preconizados pela técnica, condicionados
pelo meio, reclamados pela função ou impostos pelo programa, - cabendo então ao
sentimento individual do arquiteto, no que ele tem de artista, portanto,
escolher na escala dos valores contidos entre dois valores extremos, a forma
plástica apropriada a cada pormenor em função da unidade última da obra
idealizada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;i&gt;A intenção plástica
que semelhante escolha subentende é precisamente o que distingue a arquitetura
da simples construção.&quot;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Esta definição é entendida como um consenso, pois ela resume
praticamente toda uma metade de século de pensamento arquitetônico: a visão de
Lúcio Costa sintetiza as várias teorias propostas por arquitetos pertencentes à
arquitetura moderna. Dado que o moderno procurou se colocar não como mais um
entre vários estilos, mas como efetivamente a arquitetura, e sua visão de mundo
tornaram-se predominante, ela tornou-se por fim um consenso. A teorização
proposta pela arquitetura moderna engloba, no entanto, também toda a
arquitetura produzida antes dela, já que ela manifesta claramente que a
arquitetura surge de um programa, incorporando as variáveis sociais, culturais,
económicas e artísticas do momento histórico. Na medida em que os momentos
históricos são heterogêneos, a definição moderna da arquitetura não ilegítima
nenhuma outra manifestação histórica, mas ativamente combate a cópia de outros
momentos históricos no momento contemporâneo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Quando se pensa em algum tipo de classificação dos
diferentes produtos arquitetônicos observados no tempo e no espaço, é muito
comum, especialmente por parte de leigos, diferenciar os edifícios e sítios
através da ideia de que eles possuem um estilo diverso um do outro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Tradicionalmente, a noção de estilo envolve a apreensão de certo
conjunto de fatores e características formais dos edifícios: ou seja, a
definição mais primordial de estilo é aquela que o associa à forma da arquitetura,
e principalmente seus detalhes estético-construtivos. A partir desta noção,
parte-se então, naturalmente, para a ideia de que diferentes estilos possuem
diferentes regras. E, portanto, estas regras poderiam ser usadas em casos
específicos. A arquitetura, enquanto profissão, segundo este ponto de vista,
estaria reduzida a uma simples reunião de regras compositivas e sua
sistematização.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Esta é uma ideia que, após os vários movimentos modernos da
arquitetura e mesmo os pós-modernos, que voltaram a debater o estilo tornou-se
ultrapassada e apaixonadamente combatida. A arquitetura, pelo menos no plano
teórico e acadêmico, passou a ser entendida através daquilo que efetivamente a
define: o trabalho com o espaço habitável. Aquilo que era considerado estilo passou
a ser chamado simplesmente de momento histórico ou de escola. Apesar de ser uma
ruptura aparentemente banal, ela se mostra extremamente profunda na medida em
que coloca uma nova variável: se não valem mais as definições historicistas e
estilísticas da arquitetura, o estilo deixa de ser um modelo amplamente copiado
e passa a ser a expressão das interpretações individuais de cada arquiteto ou
grupo de arquitetos, daquilo que ele considera como arquitetura.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Portanto, se é possível falar em um estilo histórico
(barroco, clássico, gótico, etc.), também torna-se possível falar em um estilo
individual (arquitetura Wrightiana, Corbuseana, etc).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 9pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 9pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 16pt; line-height: 24px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;b style=&quot;font-size: medium; line-height: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 16pt; line-height: 24px;&quot;&gt;Arquiteto&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEinO3U3iZiAx-pxx0h0cizou7cUyF6W5eKxZCK8szDHvsV7uK3o74jRL0sQLK7phKCM0EG2YfiOCI8LSytDhTWbJ44xS9eGAn0weRIkoodl39t1KtzE2QEH7gJOLPbdJ5t1SOhGq6-oUmGp/s1600/Arquiteto.png&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEinO3U3iZiAx-pxx0h0cizou7cUyF6W5eKxZCK8szDHvsV7uK3o74jRL0sQLK7phKCM0EG2YfiOCI8LSytDhTWbJ44xS9eGAn0weRIkoodl39t1KtzE2QEH7gJOLPbdJ5t1SOhGq6-oUmGp/s320/Arquiteto.png&quot; width=&quot;259&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;line-height: normal;&quot;&gt;Um arquiteto é o profissional responsável pelo projeto,
supervisão e execução de obras de arquitetura. Embora esta seja sua principal
atividade, o campo de atuação de um arquiteto envolve todas as áreas correlatas
ao controle e desenho do espaço habitado, como o urbanismo, o paisagismo, e
diversas formas de design.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;




&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Na maior parte dos países do mundo a legislação exige que
para que alguém possa ser considerado um arquiteto, este deve possuir um
diploma de nível superior.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
A palavra arquiteto vem do grego arkhitektôn que significa
&quot;o construtor principal&quot; (arqui = principal / tectônica = construção)
ou &quot;mestre de obras&quot;. A compreensão desta etimologia, porém, pode ser
expandida na medida em que a palavra arché deixa de ser entendida como
&quot;principal&quot; e passa a ser analisada como &quot;princípio&quot;. Desta
forma, o arquiteto seria o construtor primordial e fundamental, seu próprio
arquétipo: ou seja, o arquiteto é o construtor ideal. Existe também outra
interpretação onde o significado do prefixo &quot;arch&quot; &quot;arq&quot;
pode ser entendido &quot;mais que&quot; ou &quot;além de&quot; assim
&quot;arquiteto&quot; é &quot;mais que construtor&quot; e &quot;arquitetura&quot;
é &quot;mais que construção&quot;. Existe ainda a associação de
&quot;tectum&quot; com &quot;pedra&quot; e seria então aí depois a associação
com construção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Até ao Renascimento, não havia distinção entre a atividade
de projeto e a execução do mesmo, estando todas as atividades subordinadas à
mesma figura: o mestre-construtor. A partir deste momento, o arquiteto surge
como figura solitária, separando-se o intelectual do operário, de forma que a
palavra passa a assumir os sentidos que possui atualmente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Profissão No
Brasil&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
A profissão de arquitetura no Brasil é regularizada e
fiscalizada pelo Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia e
pelos seus Conselhos Regionais (CREAs), os quais determinam que apenas
profissionais que possuam o diploma de bacharelado em Arquitetura e Urbanismo
podem exercer a profissão e autodenominar-se arquitetos e urbanistas. A
profissão é regulamentada como sendo a de Arquiteto e Urbanista, não sendo
reconhecida por parte do Conselho e, em extensão, por parte do poder público a
formação separada das duas disciplinas. Os primeiros CREAs foram fundados na
década de 1930, juntamente da regulamentação da profissão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
O sistema de regulamentação profissional foi oficializado em
1933, através da fundação do primeiro CREA no Rio de Janeiro. Porém, a profissão
existe formalmente no país desde a fundação da Escola Nacional de Belas Artes,
também no Rio de Janeiro, no início do século XIX. Anteriormente, não existia
formação oficial de arquitetos no país, de forma que os profissionais
existentes ou haviam estudado na Europa ou foram aprendizes de Corporações de
Ofícios ou de indivíduos isolados existiram também os autodidatas, como
Aleijadinho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Histórico da
profissão no Brasil&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Embora existam indivíduos, como Aleijadinho, que na história
da arquitetura brasileira formaram-se arquitetos por autodidatismo ou por
formas de aprendizado que não a formação acadêmica, a consolidação do
profissional arquiteto e urbanista no Brasil se deu efetivamente com a
consolidação das escolas de arquitetura. Durante o século XIX, a maior parte
dos profissionais possuía formação de engenheiro-arquiteto, figura profissional
histórica, relacionada com a arquitetura eclética, como o paulista Ramos de
Azevedo cuja formação se deu na Bélgica. Arquitetos formados no contexto das
escolas de Belas-Artes eram relativamente poucos, devido à atuação isolada da
Escola Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Durante a década de 1930 a profissão passou por um primeiro
momento de valorização com a criação dos CREAs (Conselhos regionais de Engenharia
e Arquitetura). A partir da década de 1950 consolidam-se as escolas de
arquitetura e urbanismo, cujos currículos eram influenciados pela arquitetura
moderna, e elas se difundiram nas décadas seguintes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
A atuação profissional passou por diferentes perfis durante
este percurso. Até meados da década de 1970 o arquiteto caracterizava-se
essencialmente como profissional liberal, trabalhando em autonomia ou em
sociedade em escritórios ou ateliês. A partir daí há um aumento do número de
profissionais que se tornam trabalhadores assalariados, envolvidos com o
contexto do milagre econômico, da burocracia estatal do Regime Militar e das
grandes empresas de engenharia que foram criadas pelas novas demandas surgidas
com os investimentos governamentais em infraestrutura. Com a crise econômica
surgida na década de 1980 e o desmonte das estruturas estatais, tal contexto
sofrerá igualmente um desmonte.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Nas décadas de 1980 e 90 surgiram também formas de atuação
relacionadas com cooperativas de arquitetos e organizações não governamentais.
A atuação liberal, porém, é considerado um mercado saturado nas grandes
metrópoles.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 9pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 9pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Fontes&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 9pt; line-height: 115%;&quot;&gt;COLL, César,
TEBEROSKY, Ana. Aprendendo Arte. São Paulo: Ática, 2000.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 9pt; line-height: 115%;&quot;&gt;LEMOS, Carlos
A. C. O que é Arquitetura. São Paulo: Brasiliense, 2003.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 9pt; line-height: 115%;&quot;&gt;GOITIA,
Fernando Chueca. (Org.). História Geral da Arte: Arquiterura I. Espanha: Ed.
Del Prado, 1995.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 9pt; line-height: 115%;&quot;&gt;COSTA, Lúcio,
Arquitetura; São Paulo: José Olympio, 2002.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 9pt; line-height: 115%;&quot;&gt;RASMUSSEN,
Esteen Eiler; Arquitetura vivenciada; São Paulo: Martins Fontes, 2002.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 9pt; line-height: 115%;&quot;&gt;ZEVI, Bruno;
Saber ver a arquitetura; São Paulo: Martins Fontes, 2002&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 9pt; line-height: 115%;&quot;&gt;ARGAN, Giulio
Carlo; Arte moderna; São Paulo: Companhia das Letras, 1998.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 9pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 9pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/feeds/8895236940671471703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/12/homenagem-ao-dia-da-minha-profissao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/8895236940671471703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/8895236940671471703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/12/homenagem-ao-dia-da-minha-profissao.html' title='Homenagem ao dia da minha Profissão'/><author><name>ALEXANDRE BUFFA BELTRAME</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15715934432193272202</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaemsrNsTnFtDaQjXHtRFeZ5LcKjdzE1FAZieSq47KjLIzJuzYLFllu8FaPEOAxNB1GBewN8CalMUZlKYgVbLdq4uxEdUJYrZ3Y2_gRLwVx79wKGaoAwq3-VCNZT7tag/s220/20190322_153527409_iOS.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjNGj0Ql0ZdqtV53rCnKNPAOAU_9LwmUtDeQkI7mdGnuR_i8CLQH9ZTG3_cSY_4Axaev4n9ZXclarD68rPaEXQqBg3NKphlAf9gV29hOrK3arerblHL-Y_wwRu6zeLP4iyu00li1Yl_VF7x/s72-c/Arquitetura.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3215746911206546828.post-5730030962443569438</id><published>2011-11-26T21:06:00.002-03:00</published><updated>2023-02-03T12:19:52.835-03:00</updated><title type='text'>Homenagem</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Homenagem Justa aos três grandes times do estado, que nesse
ano foram mais que vitoriosos!&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5h0VOzWxU9DM9UKzaDqzHuQoKSZ3VfXm-sBZLWIQwwP5nPxRZgNPdAlTCtjlD4At76hQLbinUih6ujlrrv017KS__Y9KhIqV_m5hASfPBs3nC7l0OdMJZb5A5ugR1opwGIkZS9TJJHIAt/s1600/Clubes.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;223&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5h0VOzWxU9DM9UKzaDqzHuQoKSZ3VfXm-sBZLWIQwwP5nPxRZgNPdAlTCtjlD4At76hQLbinUih6ujlrrv017KS__Y9KhIqV_m5hASfPBs3nC7l0OdMJZb5A5ugR1opwGIkZS9TJJHIAt/s320/Clubes.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Longe de qualquer rivalidade pudemos concluir que o ano de
2011 foi o ano de Pernambuco, nesse ano a gente pode observar um clube de massa
e do povo sair da última divisão do campeonato brasileiro e vencer um título regional depois de anos de sofrimento e consecutivos rebaixamentos além de
conseguir uma vitória importante sobre um dos maiores clubes do mundo (São
Paulo) com cerca de 50 mil espectadores e de vencer três vezes o seu principal
rival mesmo com toda diferença financeira das equipes, claro que estamos
falando do &lt;b&gt;Santa Cruz&lt;/b&gt;. Podemos
também observar um clube que há anos não consegue um título importante, mesmo assim formou um elenco de série A e conseguiu finalizar uma competição
disputadíssima que é a série B sem perder um jogo em casa que no caso é o &lt;b&gt;Náutico&lt;/b&gt;. E por último pudemos observar
um clube que não conseguiu durante o ano demonstrar um futebol há altura do
elenco que tem, mesmo assim, conquistou uma classificação que poderíamos
apontar como histórica, na raça e na vontade se fomos levar as circunstâncias que o &lt;b&gt;Sport&lt;/b&gt; passava no campeonato.
Então, mais uma vez podemos ver que essa classificação do &lt;b&gt;Santa Cruz&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Náutico &lt;/b&gt;e &lt;b&gt;Sport&lt;/b&gt; apesar da rivalidade foi um ponto
para Pernambuco, um salto para mostrar para tudo e para todos lá fora que aqui
ainda existe futebol.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b&gt;Parabéns, Pernambuco&lt;/b&gt;, enfim esse ano é só alegria para a
torcida do nosso estado, se divirtam e comemorem sem violência e muita PAZ!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjO_HN_xZb5O48Up7a7r8hf2lfWLa6n6dGaGAxNEZyAPFvVDrjHjkOOyrnsZTEQ8kgXLgi4hOFRCIm5Le6vlmnSwrqjCJqIfnmGOkOQ0NScJZK-UNBKWS5Q9flZNhA25svilZsJbaIAyhfw/s1600/Santa_Cruz_Futebol_Clube.png&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjO_HN_xZb5O48Up7a7r8hf2lfWLa6n6dGaGAxNEZyAPFvVDrjHjkOOyrnsZTEQ8kgXLgi4hOFRCIm5Le6vlmnSwrqjCJqIfnmGOkOQ0NScJZK-UNBKWS5Q9flZNhA25svilZsJbaIAyhfw/s200/Santa_Cruz_Futebol_Clube.png&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Santa Cruz Futebol Clube&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;O Santa, como é chamado, ostenta entre as suas principais
conquistas, 25 títulos estaduais (dentre os 25 títulos possui 3
Super-Campeonatos, sendo o único Tri-Super Campeão pernambucano), 1 Taça
Norte-Nordeste e o prêmio de Fita Azul do Brasil em 1980, já tendo sido
semifinalista do Campeonato Brasileiro na década de 1970, sua fase áurea.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Possui rivais históricos, como o Sport Club do Recife, com o
qual protagoniza o Clássico das Multidões; o Clube Náutico Capibaribe, com quem
disputa o Clássico das Emoções; e o América, contra quem joga o Clássico da
Amizade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Tendo sido criado por um grupo de 11 meninos do Recife, a
ideia do nome &quot;Santa Cruz&quot; adveio em razão do pátio da Igreja de
Santa Cruz, onde este grupo de jovens, com idades entre 14 e 16 anos, costumava
jogar futebol - afinal, naquela época não existiam campos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Os fundadores do clube reuniram-se na Rua da Mangueira n° 2,
distrito da Boa Vista, por volta das 19 horas. Estiveram presentes os senhores
Quintino Miranda Paes Barreto, José Luiz Vieira, José Glacério Bonfim, Abelardo
Costa, Augusto Flankin Ramos, Orlando Elias dos Santos, Alexandre Carvalho,
Oswaldo dos Santos Ramos e Luiz de Gonzaga Barbalho Uchôa Dornelas Câmara.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;O primeiro adversário do Santa Cruz foi o Rio Negro, na
campina do Derby, onde foi atraído um bom público para ver jogar o &quot;time
dos meninos&quot;. O time, apesar de acostumado a jogar somente nas ruas, não
estranhou o campo e conseguiu uma fácil vitória pelo placar de 7 a 0. A equipe
era formada por: Waldemar Monteiro; Abelardo Costa e Humberto Barreto; Raimundo
Diniz, Osvaldo Ramos e José Bonfim; Quintino Miranda, Sílvio Machado, José
Vieira, Augusto Ramos e Osvaldo Ferreira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;O Rio Negro, não conformado com a goleada sofrida, pediu
revanche, chamando o jogo para o seu campo, localizado na Rua São Borja,
impondo ainda uma condição: o centroavante Sílvio Machado, do Santa Cruz, não
poderia atuar, porque tinha sido o melhor jogador em campo na primeira partida,
tendo marcado 5 dos 7 gols do Santa Cruz. O time tricolor aceitou a condição e
escalou Carlindo para substituir o seu artilheiro. Ao final do jogo, o placar
apontava 9 a 0 para o Santa Cruz, tendo Carlindo assinalado seis gols.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Treinando sempre com a bola que José Luis Vieira ajudou a
comprar por 8.500 réis, o Santa viria depois a conquistar mais uma sensacional
vitória sobre um time famoso da cidade, na época: o Western Telegraph Company,
composto exclusivamente por jogadores ingleses que trabalhavam no Recife.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Como não podia ser diferente, o Santa Cruz passou por
momentos de crises e, em um desses momentos, mais precisamente em 1914, foi
proposto por um dos fundadores em uma reunião, o gasto dos únicos seis mil réis
existentes em caixa na compra de uma máquina elétrica de fazer caldo de cana (o
que era sucesso na época, na Rua da Aurora). Foi quando Alexandre de Carvalho
deu um murro em cima da mesa, evitando com esse gesto de revolta o fechamento
do clube.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Como foi fundado por representantes da classe média, o Santa
Cruz sempre foi um clube popular, aceitando inclusive negros no time (o
primeiro foi Teófilo Batista de Carvalho, conhecido popularmente por Lacraia),
coisa rara nesta época. Era mais um passo para a popularização do clube, numa
época em que o futebol ainda era um esporte fechado, praticado por rapazes da
elite ou por funcionários das várias companhias inglesas que funcionavam na
cidade do Recife.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Logo, os torcedores pernambucanos tomaram conhecimento das
façanhas de Pitota e Tiano (o médico Martiniano Fernandes), que em dado momento
tornou-se para os recifenses mais importante do que Santos Dumont, o pai da
aviação. No dia 30 de janeiro de 1919, Dumont transitava pela capital
pernambucana, mas a cidade só comentava sobre a vitória tricolor sobre o Botafogo
– a primeira de um time do Nordeste sobre uma equipe do Rio de Janeiro – por 3
a 2. Tiano marcou dois gols e o &quot;Jornal Pequeno&quot;, da segunda-feira,
31, dizia: &quot;O Botafogo Futebol Clube é derrotado pelos &quot;meninos&quot;
cá de casa pelo escore de 3 a 2&quot;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;O clube entrou na Liga em 1917 e chegou às finais, mas
perdeu para o Flamengo-PE. Em 1931, mais precisamente a 13 de dezembro, o Santa
fazia seu pavilhão espraiar-se por todo Pernambuco, quando, depois de uma bela
campanha, derrotava o Torre por 2 a 0, gols de Valfrido e Estêvão e sagrava-se
campeão estadual pela primeira vez. Entre os campeões, duas figuras lendárias
no futebol pernambucano: o centroavante Tará e Sherlock. Os heróis do primeiro
título do Santa foram: Dada, Sherlock e Fernando; Doía, Julinho e Zezé;
Walfrido, Aluízio, Neves, Tara, Lauro e Estevão, João Martins e Popó. Este time
conseguiu também o título de 1935.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Na década de 1970, a torcida tricolor teve mais um motivo
para comemorar: a inauguração do Arruda. O estádio, cujo terreno havia sido posto
à venda em 1952 pelo proprietário do terreno, recebeu o nome de José do Rego
Maciel, por ter sido este o prefeito na época em que o Santa recebeu da
prefeitura a posse definitiva do terreno, em 1954. Somente em 1965, com a venda
de cadeiras cativas e títulos patrimoniais é que o Tricolor começou a construir
seu estádio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Em 1980, o Santa conquistou o título de Fita Azul do Brasil,
que foi dado pela CBF ao Santa Cruz por ter feito uma excursão no exterior sem
perder nenhuma partida. A excursão aconteceu durante o mês de março e o time
tricolor enfrentou adversários do Oriente Médio (Seleções de diversos países
como Kuait, Catar, Arábia) e da Europa (Paris Saint-Germain e Seleção da
Romênia).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Nos anos 1980 os tricolores foram campeões da década,
levantando o Campeonato Pernambucano por quatro vezes, em 1983 (Tri
Supercampeonato), em 1986, em 1987 e em 1990, último ano desta década.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Considerada a maior torcida do Nordeste e uma das maiores
torcidas do Brasil, a torcida do Santa Cruz ficou bastante conhecida no País,
pela fama de apaixonada pelo clube, em 2007, o Santa Cruz caiu para Série C,
com uma média de público de 28mil torcedores, no ano seguinte em 2008 na Série
C, o Tricolor teve uma média de 22mil, e mais uma vez o clube rebaixado para a
Série D em 2009, a média do Santa Cruz foi de 38mil, a segunda maior média de
público do País em toda as divisões, em 2010 o time jogou a Série D, e teve uma
média de 30mil torcedores, a maior média de público do País, em 2011 a torcida
do Santa deu show, com os maiores públicos do Brasil o Tricolor mostra para o
Brasil que tem uma das melhores torcida que um clube pode ter.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhKg14yfzAgepn36G5NcfNfAMU4QF7BqcBQtwU5n1-G0sJYaed0BZhugsvg6ia-mTci4yVr9DUwIj_BOESDEk_tyDo1UZW9IROvF2tzuuQg_ysNiVcw5Egyb07bxlfl4BOQeyq1qH5XZzt0/s1600/Clube_Nautico_Capibaribe_logo.png&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhKg14yfzAgepn36G5NcfNfAMU4QF7BqcBQtwU5n1-G0sJYaed0BZhugsvg6ia-mTci4yVr9DUwIj_BOESDEk_tyDo1UZW9IROvF2tzuuQg_ysNiVcw5Egyb07bxlfl4BOQeyq1qH5XZzt0/s1600/Clube_Nautico_Capibaribe_logo.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Clube Náutico Capibaribe&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Apesar de a data oficial de fundação ser 7 de abril de 1901,
já se falava no Clube Náutico Capibaribe desde o século anterior, quando dois
grupos rivais de remadores recifenses se uniram. No início de tudo, em 1897, um
grupo de rapazes amantes do remo, comandados por João Victor da Cruz Alfarra,
alugava barcos da antiga Lingueta, saindo em pequenas excursões até a antiga
Casa de Banhos do Pina. Essas viagens alcançavam até o bairro de Apipucos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Quando, depois de terminada a revolta dos Canudos, os
recifenses preparavam-se para receber as tropas pernambucanas comandadas pelo
general Artur Costa, uma vasta programação foi preparada para a recepção aos
soldados. João Alfarra e alguns dos seus companheiros de proeza pelo Capibaribe
foram encarregados de preparar a parte náutica da recepção, e ficou marcada uma
grande regata para o dia 21 de novembro de 1897. Essa competição despertou o
interesse dos recifenses, que sentiram a necessidade de fazer outras promoções
do gênero. O remo começou a ganhar novos adeptos e, no ano seguinte, empregados
dos armazéns das ruas Duque de Caxias e Rangel formaram uma agremiação, à qual
deram o nome de Clube dos Pimpões. Os componentes do outro grupo, o que tinha
brilhado na regata da recepção às tropas de Canudos, animaram-se e houve uma
série de combates entre as duas turmas, em 1898, na Casa de Banhos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;No final de 1898, ficou acordada a fundação de uma outra
sociedade, que congregaria os dois grupos antes mencionados: o Clube Náutico
Capibaribe. Em fins de 1899, por decisão dos seus dirigentes, o clube passou
por um processo de reorganização, mas manteve a fidelidade aos esportes
náuticos. Nessa ocasião, seu nome foi mudado para Recreio Fluvial. Mas a nova
denominação não foi do agrado de todos, resultando que, no início de 1901, foi
restaurado o nome anterior – Clube Náutico Capibaribe. E, em 7 de abril de
1901, João Alfarra convocou todos os ligados ao remo para uma solenidade na
qual seria lavrada e registrada a primeira ata da agremiação, data que ficou
reconhecida oficialmente como a fundação do clube. O documento histórico recebeu
a assinatura de todos os presentes - de Antônio Dias Ferreira, presidente da
reunião, de Piragibe Haghissé, secretário, e de João Victor da Cruz Alfarra,
líder do grupo e pai da ideia. As primeiras cores adotadas pelo clube foram o
azul e o branco.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;O futebol só apareceu no clube a partir de 1905. Só no ano
seguinte, um grupo de ingleses formou o primeiro time. Suas atividades,
entretanto, limitavam-se aos domingos, no campo de Santana ou na campina do
Derby.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Nessa época, o Náutico ficou conhecido como &quot;Clube dos
Brancos&quot;, por não permitir negros e mestiços vestindo sua camisa - fato
que, assim como em outros clubes brasileiros de origem aristocrática, seria
totalmente abolido anos depois.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;No Jornal Pequeno de 12 de maio de 1909 encontra-se a
primeira referência ao futebol do Náutico:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Consta-nos que os rapazes do Náutico tratam de formar um
eleven para bater-se com os do Sport Club&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;A 21 de junho de 1909, o mesmo jornal publicou o seguinte
texto:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Houve ontem no magnífico ground do Derby o primeiro
match-training dos estimados rapazes do Club Náutico. Às 5 horas da manhã lá
estavam já todos os moços que deviam tomar parte no jogo, alegres e prontos
para entrar em combate. Foram logo designados os lugares dos jogadores que
tomaram lugar no match-training e dado início ao jogo. Pertencem a este team os
arrojados footballers: R. Maunsell, Hermann Ledebour, João Drayer e Artur
Ludgren. Os ensaios terminaram pouco depois das 8 horas da manhã, deixando a
melhor impressão ao sr. R. Maunsell instructor dos moços. Serviu referee o
senhor Hermann Ledebour. Damos parabéns aos rapazes do Náutico pelo bonito
começo no foot-ball.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;O Náutico jogou com King (goleiro), Avila (lateral direito),
Smith (zagueiro central), Ivatt (quarto zagueiro), Cook (lateral esquerdo),
Ramage (cabeça-de-área), H. Grant (meia-direita), Thomas (meia-esquerda),
Américo Silva (ponta-direita), Maunsell (centro-avante) e João Maia
(ponta-esquerda).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Em 1914, foi criada a Liga Recifense de Futebol, mas o
Náutico não fez parte dela. Os seus jogadores procuraram ingressar nos outros
clubes que se haviam filiado. O clube João de Barros, atual América, foi o que
mais ganhou com a evasão dos jogadores do Náutico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Em 1915, porém, sentiu-se a necessidade de criar uma nova
entidade para orientar o futebol da cidade. Foi fundada dessa maneira a Liga
Sportiva Pernambucana, à qual o Náutico se filiou. Com isso, os jogadores
voltaram, mas o clube se manteve sem muito interesse até chegar à fase do
profissionalismo, quando logo conseguiu ser campeão, em 1934, repetindo o feito
em 1939, ano em que foi fundado o Estádio dos Aflitos. Nesta época brilhou
Fernando Carvalheira, segundo maior artilheiro da história do Timbu até hoje,
com 185 gols, além de ser o maior artilheiro em clássicos contra o Sport e
terceiro maior em clássicos contra o Santa Cruz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;O tempo e a história encarregar-se-iam de provar que aquela
decisão de se dedicar com mais interesse ao futebol havia sido uma decisão
sábia: o Náutico, um clube laureado nas regatas desde os primeiros tempos,
seria, com o passar dos anos, vitorioso também no futebol - pioneiro em
Pernambuco em jogos pelo exterior, primeiro tetra, primeiro penta, primeiro e
exclusivo hexacampeão pernambucano entre 1963 e 1968. Foi ainda vice-campeão da
Taça Brasil em 1967, conseguindo uma participação na Copa Libertadores da
América.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Na história da Taça Brasil, o Náutico chegou entre os quatro
primeiros colocados por cinco vezes, ficando apenas atrás do Santos neste
quesito. Nas seis edições em que participou deste torneio, o Náutico disputou
38 jogos, com 19 vitórias, 6 empates, 13 derrotas, 62 gols a favor e 46 contra.
O vice-campeonato de 1967 foi a melhor colocação, com o Timbu ficando 2 vezes
em terceiro e outras 2 em quarto, além do sétimo lugar em 1964, na colocação
menos brilhante do Náutico na Taça do Brasil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Considerando a terceira colocação na Copa do Brasil de 1990,
por seis vezes o Náutico ficou entre os quatro mais bem colocados de torneios
disputados em formato de copas nacionais, melhor performance de um clube do
Nordeste, considerando este parâmetro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Na principal competição sul-americana, o Náutico foi
eliminado por um erro da Conmebol, que não havia autorizado duas substituições
por jogo naquele ano, regra já estipulada pela FIFA e usada no Brasil pela CBD.
O treinador do Náutico, para gastar tempo, substituiu um atleta quando o time
já tinha a vitória garantida contra o Deportivo português, da Venezuela, e
acabou acarretando a eliminação da equipe, com a perda dos pontos da partida,
após o jogo. A equipe venezuelana acabou, então, por ganhar a vaga do Náutico
no grupo e se classificar para a fase seguinte.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Na década de 1960, a melhor de sua história, o Náutico
conquistaria também o título de Tricampeão da Copa Norte em 1965, 1966 e 1967,
além de Campeão dos Campeões da Copa Norte em 1966. Um dos principais
responsáveis por essas grandes conquistas do Náutico foi o atacante Silvio
Tasso Lasalvia, o Bita, maior artilheiro da história do Timbu com 221 gols
marcados em 319 jogos entre 1962 e 1971. Uma de suas grandes partidas foi contra
o Santos de Pelé, no Estádio do Pacaembu, pela Taça Brasil de 1966, quando o
Náutico venceu o Santos por 5 a 3, quando Bita marcou quatro gols. O alvi-rubro
se manteria invicto em seu estádio por 85 jogos, com 70 vitórias e 15 empates
entre 29 de novembro de 1963 e 30 de março de 1969.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgJNwwtK2KMvhyphenhyphenFkKyw7EdDLJB9NXUPsBI4q0f23ffQtBbdil_1lxYepJmD2oV76y64ond8G_nGFwsacT0rE-_j7dCXhuDlc1cmdt44Y4c7J-2ZMGUuqIKAcJC6VXfkDIDH75wi1t72fU8y/s1600/Sport_Club_do_Recife.png&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgJNwwtK2KMvhyphenhyphenFkKyw7EdDLJB9NXUPsBI4q0f23ffQtBbdil_1lxYepJmD2oV76y64ond8G_nGFwsacT0rE-_j7dCXhuDlc1cmdt44Y4c7J-2ZMGUuqIKAcJC6VXfkDIDH75wi1t72fU8y/s1600/Sport_Club_do_Recife.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Sport Club do Recife.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Guilherme de Aquino Fonseca, fundador do Sport Club do
Recife, era integrante de uma rica família pernambucana. Seu pai, João d&#39;Aquino
Fonseca e sua mãe Maria Eugênia Regadas Aquino Fonseca era exigente quanto a
conduta e caráter dos filhos, então, mandou Guilherme à Inglaterra para
realizar seus estudos. Ele estudou na Universidade de Cambridge onde se formou
engenheiro. Quando da Europa voltou, no ano de 1903, trouxe, além de sua
formação, a paixão pelo futebol que era, àquela época, um esporte de elites.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;A partir dos primeiros contatos com a bola, o jovem
recifense começou a sonhar alto. Ao voltar, prometia a ele mesmo, que fundaria
um clube de futebol, que mais tarde, viria a ser o Sport, e, com a habilidade
latina, seria possível jogar melhor que os ingleses. Em breve, também poderiam
existir vários outros clubes, e o futebol ganharia popularidade rapidamente,
pensava Guilherme, que, com seu próprio dinheiro, comprou bolas, apitos e todo
tipo de material necessário para a prática do esporte.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Em 13 de maio de 1905, ao meio-dia, no salão da Associação
dos Empregados do Comércio do Recife, era fundado o Sport Club do Recife. Junto
com o clube, nascia também o futebol pernambucano, já que não há registros de
qualquer time de futebol no estado antes da fundação do Leão da Ilha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Dias depois da fundação, mais precisamente em 28 de maio,
foi formada a primeira diretoria do Sport, com a seguinte formação:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Presidente - Elysio Alberto Silveira, Vice-presidente -
Boaventura Alves Pinho, 1º Secretário - Mário Sette, 2º Secretário - Frederico
Rúfilo de Oliveira, Tesoureiro - Oscar Torres, Procurador - Alberto Amorim,
Diretor de Esportes Terrestres - Guilherme de Aquino Fonseca, Diretor de
Esportes Marítimos - Paulino de Miranda, Diretor da Tuna Musical - Carlos
Meneses.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Guilherme de Aquino Fonseca, deixou o seguinte depoimento
sobre o processo de fundação do Sport Club do Recife:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Nessa época, eu havia instalado um estabelecimento de modas,
para ambos os sexos, com o maior luxo da cidade, denominado de Casa Metrópole e
situado na antiga Rua Nova. Ali reuniam-se os grupos que discutiam a
organização de um clube, tornando-se o ponto predileto dos portmen, como bem
diz o Mário Sette, nosso primeiro secretário, no seu livro Maxambombas e
Maracatus. Era o viveiro das ideias esportivas. Foi, afinal, o Sport Club do
Recife, o nosso grande baluarte, organizado e, podemos dizer, fundado nesse
estabelecimento comercial que, produzindo esse acontecimento, terminou sendo
fechado, por isso que, moço como era (20 anos), tendo uma criação fidalga, a
desconhecer o valor do dinheiro, deixei de ter as necessárias cautelas
financeiras, desviando os meus cuidados e as minhas atenções da parte comercial
para me entregar de corpo e alma ano nosso clube. Não seria lógico e decente a
fundação de uma agremiação esportiva nos fundos de uma loja, pelo que obtivemos
a gentil e generosa aquiescência do presidente da Associação dos Empregados do
Recife, a fim de que os seus salões e dependências fossem abertas para honrar a
primeira assembleia de instalação e fundação do Sport Club do Recife.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;O clube tem um grande patrimônio, com uma estrutura formada
por estádio multe equipado, centro de treinamento e garagem de remo. O Complexo
Esportivo da Ilha do Retiro, com área total de 14 hectares (140.000 m²), abriga
sede social, campo principal e auxiliar, apart-hotel com 12 apartamentos para
concentração dos profissionais, alojamento para concentração das categorias de
base, tribuna de honra, sala de imprensa, vestiários, parque aquático, parque
de tênis, quadras de basquete, handebol, hóquei, futsal, vôlei, entre outros
esportes. O Estádio da Ilha do Retiro, pela sua estrutura, localização, e por
obedecer a padrões FIFA, é considerado o melhor estádio do Nordeste. O
Rubro-negro também possui o CT do Leão, centro de treinamento esportivo
destinado ao elenco profissional, às categorias de base e ao futebol feminino;
além de uma tradicional garagem de remo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;No futebol, é dono de cinco títulos com chancela da CBD/CBF,
referente aos anos de 1968, 1987, 1990, 2000 e 2008; sendo 3 nacionais e 2
regionais. Suas maiores glórias são o Campeonato Brasileiro de 1987 e a Copa do
Brasil de 2008. Além de ser Bicampeão Nacional de elite, o Sport possui um
título Brasileiro da Série B de 1990, é Campeão do Norte-Nordeste de 1968,
Bicampeão do Nordeste em 1994 e 2000, e 39 vezes Campeão Pernambucano, sendo o
maior vencedor da competição nos séculos XX e XXI, e maior detentor de títulos
do estado. Além do futebol profissional, O Leão também possui tradição no
futebol de categorias de base, no futebol feminino, e nos esportes olímpicos
(em modalidades como remo, natação, hóquei, basquete, futsal, vôlei, tênis de
mesa, taekwondo, judô, atletismo etc.), acumulando conquistas regionais,
nacionais e internacionais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;O Rubro-negro é intitulado pela FIFA como um Clube Clássico
brasileiro, sul-americano e mundial, fazendo parte do hall de grandes clubes
desta federação futebolística internacional. No Ranking da CBF está na 16ª
posição; no Ranking da CONMEBOL detém a 59ª posição, figurando em ambos, como o
clube nordestino mais bem colocado do Brasil e da América, respectivamente. Tem
uma rivalidade histórica com o Clube Náutico Capibaribe, donde o confronto
entre ambos é conhecido como o Clássico dos Clássicos, sendo este o terceiro
clássico mais antigo do país; com o Santa Cruz Futebol Clube, cujo confronto é
denominado de Clássico das Multidões; e com o América Futebol Clube, onde duela
no Clássico dos Campeões.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/feeds/5730030962443569438/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/11/homenagem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/5730030962443569438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/5730030962443569438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/11/homenagem.html' title='Homenagem'/><author><name>ALEXANDRE BUFFA BELTRAME</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15715934432193272202</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaemsrNsTnFtDaQjXHtRFeZ5LcKjdzE1FAZieSq47KjLIzJuzYLFllu8FaPEOAxNB1GBewN8CalMUZlKYgVbLdq4uxEdUJYrZ3Y2_gRLwVx79wKGaoAwq3-VCNZT7tag/s220/20190322_153527409_iOS.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5h0VOzWxU9DM9UKzaDqzHuQoKSZ3VfXm-sBZLWIQwwP5nPxRZgNPdAlTCtjlD4At76hQLbinUih6ujlrrv017KS__Y9KhIqV_m5hASfPBs3nC7l0OdMJZb5A5ugR1opwGIkZS9TJJHIAt/s72-c/Clubes.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3215746911206546828.post-6297657429123099445</id><published>2011-11-16T22:49:00.001-03:00</published><updated>2011-11-16T22:59:14.322-03:00</updated><title type='text'>Praia de Boa Viagem</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjsayiNR2JcOLYZkL4tvrr8kuNaBssHLiPUJFwKGRwEP-WoWLdLv-NcvmLdUjdPP8W5e5essU2IalzqT30CXW9-fwJImbsOz35kS2mcqO6PXZ3jMNjgc0UZMpSA-Yt7UHklsAMoGppQxJpZ/s1600/Boa+Viagem+04.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;150&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjsayiNR2JcOLYZkL4tvrr8kuNaBssHLiPUJFwKGRwEP-WoWLdLv-NcvmLdUjdPP8W5e5essU2IalzqT30CXW9-fwJImbsOz35kS2mcqO6PXZ3jMNjgc0UZMpSA-Yt7UHklsAMoGppQxJpZ/s200/Boa+Viagem+04.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Ponto de encontro de várias tribos – crianças, jovens e
idosos de todas as classes sociais -, sendo a praia urbana mais Conhecida da
cidade do Recife. Tendo aproximadamente sete quilômetros (7 km) de extensão de
areias claras, coqueiros e um mar de águas verdes, é delimitada pela Praia do
Pina em um lado e pela praia de Piedade do outro. A maior parte da praia de Boa
Viagem é protegida por uma barreira de recifes naturais, os quais deram nome à
cidade.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;No extenso calçadão, há quiosques padronizados, pista de Cooper,
chuveiros, quadras de vôlei e equipamentos para musculação.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgP7L5MVUzgBJGifwgJ9eve4m6uHp-ExGrcr-D1RlcFzzj0s6ddLtTOdm6OP6ORlIqytZpOMmPntDOQoV7JqOWaRNBfg0CZ-YVzBII3xGWRobemghfP_MXN-Jn5aOQLSRSlLf2yw_QdSxM_/s1600/Boa+Viagem+03.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;141&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgP7L5MVUzgBJGifwgJ9eve4m6uHp-ExGrcr-D1RlcFzzj0s6ddLtTOdm6OP6ORlIqytZpOMmPntDOQoV7JqOWaRNBfg0CZ-YVzBII3xGWRobemghfP_MXN-Jn5aOQLSRSlLf2yw_QdSxM_/s200/Boa+Viagem+03.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Na maré baixa, formam-se várias piscinas naturais ao longo
da praia; também durante a maré baixa, é possível andar sobre os recifes, que
são relativamente planos e largos (mas escorregadios). Quando a maré sobe, os
arrecifes ficam completamente cobertos pela água.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgLWOR4r6WJU2FuBl5YIyCo5bDKk8r1PKsxdGm4-xjfLpB6gEHJ0z2YI5V79Rho1R8zsQX6HJBRL0_JA9XwvTDChC4Hxo3wJOm_B6ofz8tg3gdzYQQCS8GYe_esiDfYwAfaAC0qDaMSBvnY/s1600/Boa+Viagem+05.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;97&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgLWOR4r6WJU2FuBl5YIyCo5bDKk8r1PKsxdGm4-xjfLpB6gEHJ0z2YI5V79Rho1R8zsQX6HJBRL0_JA9XwvTDChC4Hxo3wJOm_B6ofz8tg3gdzYQQCS8GYe_esiDfYwAfaAC0qDaMSBvnY/s200/Boa+Viagem+05.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Um dos pontos mais concorridos da praia é o trecho entre as
ruas Félix de Brito e Melo e Antônio Falcão, em frente ao Edifício Acaiaca onde
se encontram moradores das proximidades e os turistas que ficam nos diversos
hotéis e pousadas da Região. É o trecho preferido para práticas de caminhada; é
a área mais bem equipada e mais bem policiada de Boa Viagem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjqWmrqwa42DbKKd0HbUcfXZuuJll6IqK7aXGyUfmCuRs_K1SHQQ3EN4nUZ-PxtfJaRqxGJqSAJeMVd54sTAwIkRpUfQwwdQSr29kWB3f5MZiAv95PVwQ9WYXu4ezVRk_-99S8-6-2H3wHr/s1600/Boa+Viagem+06.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjqWmrqwa42DbKKd0HbUcfXZuuJll6IqK7aXGyUfmCuRs_K1SHQQ3EN4nUZ-PxtfJaRqxGJqSAJeMVd54sTAwIkRpUfQwwdQSr29kWB3f5MZiAv95PVwQ9WYXu4ezVRk_-99S8-6-2H3wHr/s200/Boa+Viagem+06.JPG&quot; width=&quot;149&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Atualmente é proibida a prática de esportes náuticos e surf.
Com a construção do porto de Suape o ecossistema foi afetado a ponto de fazer
com que tubarões procurem comida perto da orla, ocasionando ataques até mesmo
fatais. Por esse fato as autoridades não recomendam o banho além dos recifes, embora
tenha sido autorizada no início de 2006 a instalação de uma rede de proteção
contra os tubarões. Hoje em dia os ataques são mais raros, e normalmente só
acontecem em alto-mar.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/feeds/6297657429123099445/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/11/praia-de-boa-viagem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/6297657429123099445'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/6297657429123099445'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/11/praia-de-boa-viagem.html' title='Praia de Boa Viagem'/><author><name>ALEXANDRE BUFFA BELTRAME</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15715934432193272202</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaemsrNsTnFtDaQjXHtRFeZ5LcKjdzE1FAZieSq47KjLIzJuzYLFllu8FaPEOAxNB1GBewN8CalMUZlKYgVbLdq4uxEdUJYrZ3Y2_gRLwVx79wKGaoAwq3-VCNZT7tag/s220/20190322_153527409_iOS.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjsayiNR2JcOLYZkL4tvrr8kuNaBssHLiPUJFwKGRwEP-WoWLdLv-NcvmLdUjdPP8W5e5essU2IalzqT30CXW9-fwJImbsOz35kS2mcqO6PXZ3jMNjgc0UZMpSA-Yt7UHklsAMoGppQxJpZ/s72-c/Boa+Viagem+04.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3215746911206546828.post-7319400821867075463</id><published>2011-09-13T22:14:00.003-03:00</published><updated>2023-02-03T12:20:19.201-03:00</updated><title type='text'>Rua da Aurora</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg-DvHa2x8M3B7RC7_lSNQt5ASgF72KL95p43_5ovSReGJIeK-PZJSEK0TRs6PzabEnZLTmLRx1FJvB4ryIhr_7zIrCrOgnKgH2-Wnsw-d-hRIGcW0yrCJAPdh_QzONbsEWLLl_tYbQcdGa/s1600/Rua+da+Aurora+01.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;128&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg-DvHa2x8M3B7RC7_lSNQt5ASgF72KL95p43_5ovSReGJIeK-PZJSEK0TRs6PzabEnZLTmLRx1FJvB4ryIhr_7zIrCrOgnKgH2-Wnsw-d-hRIGcW0yrCJAPdh_QzONbsEWLLl_tYbQcdGa/s200/Rua+da+Aurora+01.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Ao longo da margem esquerda do rio Capibaribe, no bairro da
Boa Vista, onde antigamente só existia um pântano de propriedade do comerciante
Casimiro Antônio Medeiros, sendo este o primeiro a construir naquelas terras,
vencendo os alagados que lá existiam.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Toda a região foi aterrada e, em 1806, nascia a Rua da
Aurora. &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Após a Lei do Ventre Livre, teve
o nome modificado para Rua Visconde do Rio Branco, mas o nome que ficou mesmo
foi o de Cais da Aurora ou Rua da Aurora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Tem este nome porque todas as suas casas são voltadas para o
leste, a nascente é a primeira a receber os raios do sol (aurora). Começa na Rua
da Imperatriz na Ponte da Boa Vista e vai até a Avenida Norte na Ponte de
Limoeiro, já no bairro de Santo Amaro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;No número 31, funcionou durante muitos anos a famosa
sorveteria Gemba, já na esquina com a Av. Conde da Boa Vista, fica o Edifício
Duarte Coelho, onde está localizado o cinema São Luiz, um dos mais tradicionais
e antigos da cidade. Até 1936, o Clube Internacional do Recife funcionava no
prédio número 265, como na Rua funcionou, também, a garagem de remo do Clube
Náutico Capibaribe, o Clube Esportivo Almirante Barroso, a Prefeitura do Recife,
o Banco Central e a Fábrica Progresso, antigamente denominada Fábrica Aurora,
que fabricava entre outras coisas pregos e lança-perfumes, fundada em 1879, que
ficava localizada no final da rua, ao pé da ponte do Limoeiro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjDhvIJV_bG0baETthKuB_CzK017_NTNwr3oN4aqDRlUn7VVv7lVUtYRtaOwEVGv67PIst2RUEz4ZwXiJIanoE1r7m-mLBZqY9Mioeu2XyQMyfrxtAbL331N-4nUDm4cmQPIRin6e_Ys3E5/s1600/Rua+da+Aurora+02.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;128&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjDhvIJV_bG0baETthKuB_CzK017_NTNwr3oN4aqDRlUn7VVv7lVUtYRtaOwEVGv67PIst2RUEz4ZwXiJIanoE1r7m-mLBZqY9Mioeu2XyQMyfrxtAbL331N-4nUDm4cmQPIRin6e_Ys3E5/s200/Rua+da+Aurora+02.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Nos casarios que ficam entre a Avenida Conde da Boa Vista e
a Rua Princesa Isabel, projetado pelo engenheiro José Mamede Alves Ferreira, é
um cartão postal do Recife. Moravam conhecidas famílias pernambucanas onde há
vários prédios de estilo neoclássico, com destaque para os da Secretaria de
Segurança Pública, antiga residência do presidente da Província de Pernambuco,
Francisco do Rego Barros, o Conde da Boa Vista. Este trecho é fonte de
inspiração para vários pintores e poetas, como: Carlos Pena Filho, Joaquim
Cardozo, Manuel Bandeira, Mauro Mota e Carlos Moreira.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi4Fq-La259gpA2N7kYlJnJ8drkyGNGhvOEqgriuE_uBVUBGt7ocUqsIKcu7rfclJvJGth5bPA6D6cclUB31PC6QQc7StEG3DEqzxCNCSHrzFm-1iGvzwY-FnDeiXhVclEquwUYg8bddGL0/s1600/Rua+da+Aurora+04.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;149&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi4Fq-La259gpA2N7kYlJnJ8drkyGNGhvOEqgriuE_uBVUBGt7ocUqsIKcu7rfclJvJGth5bPA6D6cclUB31PC6QQc7StEG3DEqzxCNCSHrzFm-1iGvzwY-FnDeiXhVclEquwUYg8bddGL0/s200/Rua+da+Aurora+04.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Outros dois pontos em
grande destaque é o da Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco, que
desde 1948, por sugestão do deputado Tabosa de Almeida, tem o nome de Palácio
Joaquim Nabuco e o Ginásio Pernambucano, que estão em pleno funcionamento até
hoje.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;


&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit; font-size: x-small;&quot;&gt;FONTES
CONSULTADAS:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit; font-size: x-small;&quot;&gt;FRANCA,
Rubem. Monumentos do Recife. Recife: Governo de Pernambuco. SEC, 1977.
p.137-147.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit; font-size: x-small;&quot;&gt;MONTENEGRO,
Olívio. Memórias do Ginásio Pernambucano. Recife: Assembleia Legislativa de
Pernambuco, 1979.&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 9pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/feeds/7319400821867075463/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/09/rua-da-aurora.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/7319400821867075463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/7319400821867075463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/09/rua-da-aurora.html' title='Rua da Aurora'/><author><name>ALEXANDRE BUFFA BELTRAME</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15715934432193272202</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaemsrNsTnFtDaQjXHtRFeZ5LcKjdzE1FAZieSq47KjLIzJuzYLFllu8FaPEOAxNB1GBewN8CalMUZlKYgVbLdq4uxEdUJYrZ3Y2_gRLwVx79wKGaoAwq3-VCNZT7tag/s220/20190322_153527409_iOS.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg-DvHa2x8M3B7RC7_lSNQt5ASgF72KL95p43_5ovSReGJIeK-PZJSEK0TRs6PzabEnZLTmLRx1FJvB4ryIhr_7zIrCrOgnKgH2-Wnsw-d-hRIGcW0yrCJAPdh_QzONbsEWLLl_tYbQcdGa/s72-c/Rua+da+Aurora+01.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3215746911206546828.post-4278587329874697674</id><published>2011-08-12T22:35:00.001-03:00</published><updated>2023-02-03T12:22:18.133-03:00</updated><title type='text'>Cinemas de Recife</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;O primeiro cinema do Recife foi o Pathé, localizado na Rua Nova (antiga Barão da Vitória), nº 45, inaugurado no dia 27 de julho de 1909. Possuía 320 cadeiras e um camarote para autoridades e pessoas importantes. Seus sócios-proprietários eram Antônio Jovino da Fonseca e Francisco Guedes Pereira. Os filmes exibidos pertenciam à Pathé-Frères, fundada por Charles Pathé. As sessões aconteciam no horário das 12h às 16h e das 18h às 22h.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;A partir de 1910, passou a exibir, além de filmes, alguns flagrantes locais filmados pela própria empresa. Menos de quatro meses depois surgiu um novo cinema na cidade: o Royal, também situado na Rua Nova, nº 47, pertencente à firma Ramos &amp;amp; Cia. Os dois cinemas passaram a disputar o público recifense. O Royal exibia sete filmes, o Pathé colocava oito na sua programação. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;O Pathé, no entanto, fechou antes de 1920. O Royal teve uma vida de mais de 40 anos. Fechou suas portas no dia 1º de julho de 1954. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhbCSSwBZq7ka8A_C8euWlhfvvQQ2CN0CTD_bDJot9hPFka6aNQo2QOp40dg_NVgrUoIOdK6iiYMQjtz2Y22yK0iu1xwGKfvPj5elyFMnTlslmnSTWLd_UBTfz8FBc8DI2oFmJNykohpW2P/s1600/Cinemas+-+Caf%25C3%25A9+Lafayette+Meados+do+S%25C3%25A9culo+XX.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;121&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhbCSSwBZq7ka8A_C8euWlhfvvQQ2CN0CTD_bDJot9hPFka6aNQo2QOp40dg_NVgrUoIOdK6iiYMQjtz2Y22yK0iu1xwGKfvPj5elyFMnTlslmnSTWLd_UBTfz8FBc8DI2oFmJNykohpW2P/s200/Cinemas+-+Caf%25C3%25A9+Lafayette+Meados+do+S%25C3%25A9culo+XX.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;O Royal foi um dos mais tradicionais cinemas da cidade, sendo considerado o templo sagrado do cinema pernambucano, na década de 1920, quando pertencia ao português Joaquim Matos. Nos lançamentos dos filmes do Ciclo do Recife, como Retribuição, jurando vingar, Herói do século XX, Aitaré da Praia e A filha do Advogado, o cinema era todo enfeitado com bandeirolas, folhas de canela no chão e a patrocinava a exibição de bandas de música para o seu público. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;No dia 26 de junho de 1910, foi inaugurado na rua da Imperatriz, nº 59, o teatro e cinema Helvética, de propriedade de Girot &amp;amp; Cia. “Um cassino familiar”, como gostavam de apregoar seus donos, que ajustava sua programação exibindo, além de concertos de variedades, filmes nos fins de semana. Possuía uma orquestra regida pelo maestro Dinis e servia sorvetes e refrescos em mesas colocadas no jardim, ao lado da sala de projeções. Em 1930, o Helvética passou a ser um centro de diversões chamado de Centre Goal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;O Polytheama, localizado na Rua Barão de São Borja, no bairro da Boa Vista, foi inaugurado em 25 de outubro de 1911, sob a direção do escritor Eustórgio Vanderley. Era chamado pelos estudantes da época de “Polypulgas”. Em 1932, passou a pertencer à empresa de Luiz Severiano Ribeiro. Nessa época também existia um cinema ao ar livre, o Siri, que projetava anúncios e filmes intercalados, de um sobrado para uma tela. Localizado na Praça da Independência, foi fechado pela Polícia no governo Dantas Barreto, “a bem da moral”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;A partir de 1913, o Teatro de Santa Isabel funcionou também como cinema e era considerado na época o melhor do Recife, o que possuía a “projeção mais clara, fixa e nítida” entre os cinemas da cidade. A primeira sessão ocorreu no dia 14 de junho de 1913, em grande estilo, com a inauguração no Recife, de um novo cinematógrafo, um aparelho inventado em 1895 pelos irmãos Lumière, capaz de produzir numa tela o movimento, por meio de uma sequência de fotografias. Havia sessões noturnas diárias e matinês aos sábados e domingos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Comodidade e conforto eram as vantagens apontadas pelo público diante dos concorrentes. Mesmo sem possuir iluminação elétrica, que só foi instalada três anos depois, era considerado o cinema “mais confortável e higiênico do Brasil”. Podia-se assistir a uma série de dez filmes, com direito à banda de música no intervalo das exibições, nas instalações luxuosas do teatro, por apenas três mil réis, dez vezes menos do que se pagava por um espetáculo de ópera.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgY251Zd-VH14USltAyebQ3qIVSA-cpH4jGyBWqZ58IAyNkVgmC3r7ONpxrxbN5rnxA88kkBg9rBla9r2vh71WMEZqt9f-dyS_8mOArljfYfmGQ0KphOY7Auhs240sUNCtfdOtf3zOQw41d/s1600/Cinemas+-+Cine+Moderno+inaugurado+em+1913.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;150&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgY251Zd-VH14USltAyebQ3qIVSA-cpH4jGyBWqZ58IAyNkVgmC3r7ONpxrxbN5rnxA88kkBg9rBla9r2vh71WMEZqt9f-dyS_8mOArljfYfmGQ0KphOY7Auhs240sUNCtfdOtf3zOQw41d/s200/Cinemas+-+Cine+Moderno+inaugurado+em+1913.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;O Moderno, que a partir de 1915 passou a funcionar também como cinema, foi inaugurado como teatro, em 15 de maio de 1913, no bairro de Santo Antônio. Seus primeiros proprietários foram o coronel Agostinho Bezerra da Silva Cavalcanti e Carneiro da Cunha &amp;amp; Cia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;O Teatro do Parque, localizado na Rua do Hospício, nº 81, foi inaugurado no dia 24 de agosto de 1915 e passou a funcionar também como cinema a partir de 1921. Construído pelo Comendador Bento Luís de Aguiar, foi arrendado por Luiz Severiano Ribeiro em 1929, que no dia 24 de março de 1930, inaugurou naquela casa de espetáculos o cinema sonoro no Recife, com o filme A divina dama. Em 1915, surgiu ainda na cidade o Cine Ideal, localizado no Pátio do Terço, nº 61, no bairro de São José. Este cinema tinha uma particularidade: possuía 250 assentos de primeira classe e 217 de segunda classe.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjXOZt2kmrmQF3_lg9japto3Mvb-ndCYhCK_7pw_9qn8kYHV-MdnRans-xQcQ9B6hHReE6GInkSQ_6_gqG3LO8de_2nLo44see5lXpfT9vrVCYFWtUQXzg-duTRsXa2f1pp47m1xg4iFST6/s1600/Cinemas+-+Cine+Gl%25C3%25B3ria.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjXOZt2kmrmQF3_lg9japto3Mvb-ndCYhCK_7pw_9qn8kYHV-MdnRans-xQcQ9B6hHReE6GInkSQ_6_gqG3LO8de_2nLo44see5lXpfT9vrVCYFWtUQXzg-duTRsXa2f1pp47m1xg4iFST6/s200/Cinemas+-+Cine+Gl%25C3%25B3ria.jpg&quot; width=&quot;150&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;O cinema Glória, famoso pelas suas sessões da tarde, ficava situado na Rua Direita, nº 127, também no bairro de São José e sua inauguração ocorreu no dia 4 de setembro de 1926, com a exibição do filme “Flores, mulheres e perfumes”. Tinha como seu maior público os frequentadores do Mercado de São José e da Praça Dom Vital. Em 1922, o Recife contava ainda com o cinema Brasil, na Rua Imperial, o São José, no pátio do Mercado de São José e, em 1932, funcionavam ainda os cinemas de bairros: Espinheirense, Encruzilhada, Pina e Central.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Na década de 1930, foi inaugurado na Rua Visconde de Irajá, no bairro da Torre, o Cine Torre, que teve grande movimentação de público, mas só sobreviveu até o final dos anos 1960. Na década de 1940, foram inaugurados no Recife os cinemas Art Palácio e Trianon, no centro da cidade, mas ambos depois de uma fase áurea de público fecharam suas portas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi-JyZH2kp6UlEcukWsMbUWXg1NnTiSXUJCGcIXqoEFVso8FWehJVJucn4qTFAfHBBc9JokWKvBdDeuGavHgCF1d7SHRoGgccj_HAzSMyiwATmL5eJxv_Xv42fGtGMpHbOEkokOTPUPg_EL/s1600/Cinemas+-+S%25C3%25A3o+Luiz+01.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;114&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi-JyZH2kp6UlEcukWsMbUWXg1NnTiSXUJCGcIXqoEFVso8FWehJVJucn4qTFAfHBBc9JokWKvBdDeuGavHgCF1d7SHRoGgccj_HAzSMyiwATmL5eJxv_Xv42fGtGMpHbOEkokOTPUPg_EL/s200/Cinemas+-+S%25C3%25A3o+Luiz+01.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;O cinema São Luiz, pertencente ao grupo de Luiz Severiano Ribeiro, foi inaugurado no térreo do Edifício Duarte Coelho, no dia 7 de setembro de 1952, com modernas e luxuosas instalações. Foi palco de grandes eventos, lançamentos de filmes e era um local muito frequentado pela sociedade recifense. No dia 3 de outubro de 1953, à meia-noite, realizou-se a estreia nacional do filme pernambucano, O canto do mar, dirigido pelo cineasta Alberto Cavalcanti. Cinemas mais recentes como o Veneza, na Rua do Hospício e o Astor e o Ritz, localizados próximos ao Parque 13 de Maio, também tiveram sua época na cidade, mas já faz algum tempo, fecharam suas portas. O progresso, o advento da televisão, do videocassete e do DVD interromperam a trajetória de crescimento das salas de projeção na cidade e foram os responsáveis pelo fechamento de muitos cinemas da cidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Em 1968, existiam em Pernambuco cerca de 101 cinemas, sendo 28, só na cidade do Recife. Hoje, só sobrevivem salas de projeção de filmes em shopping centers da cidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit; font-size: x-small;&quot;&gt;Fonte:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit; font-size: x-small;&quot;&gt;GASPAR, Lúcia. Cinemas antigos do Recife. Pesquisa Escolar On-Line, Fundação Joaquim Nabuco, Recife. 2011.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/feeds/4278587329874697674/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/08/cinemas-de-recife.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/4278587329874697674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/4278587329874697674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/08/cinemas-de-recife.html' title='Cinemas de Recife'/><author><name>ALEXANDRE BUFFA BELTRAME</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15715934432193272202</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaemsrNsTnFtDaQjXHtRFeZ5LcKjdzE1FAZieSq47KjLIzJuzYLFllu8FaPEOAxNB1GBewN8CalMUZlKYgVbLdq4uxEdUJYrZ3Y2_gRLwVx79wKGaoAwq3-VCNZT7tag/s220/20190322_153527409_iOS.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhbCSSwBZq7ka8A_C8euWlhfvvQQ2CN0CTD_bDJot9hPFka6aNQo2QOp40dg_NVgrUoIOdK6iiYMQjtz2Y22yK0iu1xwGKfvPj5elyFMnTlslmnSTWLd_UBTfz8FBc8DI2oFmJNykohpW2P/s72-c/Cinemas+-+Caf%25C3%25A9+Lafayette+Meados+do+S%25C3%25A9culo+XX.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3215746911206546828.post-3710673506532149007</id><published>2011-06-29T21:57:00.001-03:00</published><updated>2023-02-03T12:22:51.262-03:00</updated><title type='text'>Locais Interessantes em Recife - parte 3</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEicbwZ77SYWmWs2f0ROnNjfaqmDhtAULdtzjAtSIHNSkgRD75wHk4VhAXXTMZUcPl8zwHE8B-eae1E879zuLjyzvfD7kLiWhHGnp1ajsnO_bn1N7y1dvg3NEcjYjaUi-ttZhk4g9NyCx8bJ/s1600/Funda%25C3%25A7%25C3%25A3o+Gilberto+Freire.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;133&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEicbwZ77SYWmWs2f0ROnNjfaqmDhtAULdtzjAtSIHNSkgRD75wHk4VhAXXTMZUcPl8zwHE8B-eae1E879zuLjyzvfD7kLiWhHGnp1ajsnO_bn1N7y1dvg3NEcjYjaUi-ttZhk4g9NyCx8bJ/s200/Funda%25C3%25A7%25C3%25A3o+Gilberto+Freire.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;Fundação Gilberto Freire&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Hoje funcionando como museu, a casa da Fundação Gilberto abriga o legado intelectual do mestre Apipucos, produzido e reunido por ele.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Endereço: Rua Dois Irmãos, 320 – Apipucos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh40otHVTHSZWcub4dQK2FtPc5aVlVRNxeMc37_ZGuSGHp9-q5UPTldxCkZyb0JadFW9k7ads_4oF48CWpyZna7VrPw5xCzlXuyHoRVU7hzWOzOCSiIJ31A73qcsTM-IPSdbiE5A-OwyKYu/s1600/Parque+da+Jaqueira.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;133&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh40otHVTHSZWcub4dQK2FtPc5aVlVRNxeMc37_ZGuSGHp9-q5UPTldxCkZyb0JadFW9k7ads_4oF48CWpyZna7VrPw5xCzlXuyHoRVU7hzWOzOCSiIJ31A73qcsTM-IPSdbiE5A-OwyKYu/s200/Parque+da+Jaqueira.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;Parque da Jaqueira&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;O Parque da Jaqueira se destaca pela grandiosidade das coisas. Pista de cooper de 1.000 m, ciclovia de 1.100 m, pista de bicicross de 400 m, pista de patinação de 600 m. Localizado em área nobre, diversos eventos são realizados em seu interior, que também abriga a Capela de Nossa Senhora da Conceição, em estilo barroco. Essencial para quem quer manter a forma, quem é adepto a esportes radicais. Possui ainda diversas árvores frutíferas e ornamentais, playground, área verde e vários jardins projetados pelo paisagista Carlos Belani.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Endereço: Avenida Rui Barbosa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj6snOXP3pH0VzK2CGR7J4mAmBNsm0ix5_x70Cb2zNnXSv9BZD9ci2E8_dneod0dTYYZGC7LUuAlvWZUF-hI0DlZzaalAZI19PkMV2Nohfhgc0Koyg1Im7Bn5rOzNayr8AprPvuNz9NdvPf/s1600/Ponte+Limoeiro.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;133&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj6snOXP3pH0VzK2CGR7J4mAmBNsm0ix5_x70Cb2zNnXSv9BZD9ci2E8_dneod0dTYYZGC7LUuAlvWZUF-hI0DlZzaalAZI19PkMV2Nohfhgc0Koyg1Im7Bn5rOzNayr8AprPvuNz9NdvPf/s200/Ponte+Limoeiro.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;Ponte Limoeiro&lt;span style=&quot;mso-tab-count: 1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Através da ponte Maurício de Nassau, a primeira ponte em grandes dimensões do Brasil, erguida pelo governante do Brasil Holandês de mesmo nome em 1644, podemos vislumbrar a paisagem do Rio Capibaribe e sobre o seu leito as pontes 12 de setembro (construída no local da primitiva ponte Giratória), Buarque de Macedo e, já no extremo norte da ilha do Recife, a ponte do Limoeiro (por onde passavam os trilhos da estrada de ferro do Limoeiro). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Endereço: Centro de Recife.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhn0dTUO_Yk-UxmzfHT8TNWRNxPfZMlHZPRA6QBOdkoG5kNW-Sxy1hpqEtbrptEa5JB1_uw9GiKsoCYuephQqSnq7nzPw9RfAPFvG25aeDHFJxas8_rpquYQzv2XO3akESYhLBoFVJEN_3j/s1600/Pra%25C3%25A7a+de+Apipucos.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;133&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhn0dTUO_Yk-UxmzfHT8TNWRNxPfZMlHZPRA6QBOdkoG5kNW-Sxy1hpqEtbrptEa5JB1_uw9GiKsoCYuephQqSnq7nzPw9RfAPFvG25aeDHFJxas8_rpquYQzv2XO3akESYhLBoFVJEN_3j/s200/Pra%25C3%25A7a+de+Apipucos.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;Praça de Apipucos&lt;span style=&quot;mso-tab-count: 1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Na Praça de Apipucos, encontramos um dos mais conservados conjuntos arquitetônicos que, com sua igreja e o açude a formar um grande lago, bem retratam a paisagem característica das povoações localizadas na zona rural do Recife do século XIX. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQTXkScG4Vy_e3FaeMWMd5Kcog5AXybSyMkFszQbZGVFxkANlBl1vBLxCwhArbFddlA_m77FEOFMWjtT0nWIEJEfd4-TMyJpIqgWgCVKzSbRPbjtB_RFDFXdYBS_qP91MUU8LUNTzxl_Cb/s1600/Recife+Antigo.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;133&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQTXkScG4Vy_e3FaeMWMd5Kcog5AXybSyMkFszQbZGVFxkANlBl1vBLxCwhArbFddlA_m77FEOFMWjtT0nWIEJEfd4-TMyJpIqgWgCVKzSbRPbjtB_RFDFXdYBS_qP91MUU8LUNTzxl_Cb/s200/Recife+Antigo.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;Recife Antigo&lt;span style=&quot;mso-tab-count: 1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;A capital pernambucana está em constante efervescência, assim como o ritmo que a consagrou – o frevo, capitaneada pela revitalização do Bairro do Recife, área onde teve início a formação da cidade. Uma das maiores realizações do então prefeito do Recife, Jarbas Vasconcelos, foi a revitalização do Recife Antigo. Com apoio da iniciativa privada, os casarões do século passado foram restaurados, assim como o calçamento, a iluminação e o ajardinamento, sem desrespeitar a arquitetura e a tradição do bairro. O local foi tombado e elevado à condição de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, para nascer com um novo conceito em matéria de serviços, comércio e lazer, abrigando em casarões centenários um complexo de bares, boates, galerias e casas de show. O bairro foi refúgio dos primeiros judeus a chegarem à América e o maior centro econômico de Pernambuco até o início do século. De portas abertas todos os dias da semana, com muitos restaurantes abrindo para almoço, o Recife Antigo é o point da juventude nas sextas e sábados à noite e uma ótima pedida de happy-hour para executivos do centro de Recife. O bairro também oferece aos visitantes a oportunidade de se ter uma bela visão das pontes que cruzam o Capibaribe, por onde são realizados passeios de catamarã à noite ou de dia, saindo do Marco Zero.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgY1D_ADTT0hXN_qkhsXUnk1IwV-PSopExb77pXExlFCQRlWbKENT-aNDjJ3yEaP5uDj63SKlMfyCrtt_Yil41hyphenhyphen110SN5V5zNC6GxpBrV4pYvKPusVgekoN3CKGf0IgkczoJj_OssO4KaM/s1600/Teatro+Santa+Isabel.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgY1D_ADTT0hXN_qkhsXUnk1IwV-PSopExb77pXExlFCQRlWbKENT-aNDjJ3yEaP5uDj63SKlMfyCrtt_Yil41hyphenhyphen110SN5V5zNC6GxpBrV4pYvKPusVgekoN3CKGf0IgkczoJj_OssO4KaM/s200/Teatro+Santa+Isabel.jpg&quot; width=&quot;155&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;Teatro Santa Isabel&lt;span style=&quot;mso-tab-count: 1;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Em homenagem à princesa Isabel, nasce em 18 de maio de 1850 mais um teatro em Recife, em estilo neoclássico: Teatro Santa Isabel. A riqueza impera no seu interior, com seu salão nobre, espelhos de cristal, jarros franceses e telas do pintor Murilo La Greca. Mas você não pode deixar de ver um objeto em especial, o único móvel original: um piano no palco que escapou do incêndio de 1869.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Endereço: Praça da República, s/n, Santo Antônio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/feeds/3710673506532149007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/06/locais-interessantes-em-recife-parte-3.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/3710673506532149007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/3710673506532149007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/06/locais-interessantes-em-recife-parte-3.html' title='Locais Interessantes em Recife - parte 3'/><author><name>ALEXANDRE BUFFA BELTRAME</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15715934432193272202</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaemsrNsTnFtDaQjXHtRFeZ5LcKjdzE1FAZieSq47KjLIzJuzYLFllu8FaPEOAxNB1GBewN8CalMUZlKYgVbLdq4uxEdUJYrZ3Y2_gRLwVx79wKGaoAwq3-VCNZT7tag/s220/20190322_153527409_iOS.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEicbwZ77SYWmWs2f0ROnNjfaqmDhtAULdtzjAtSIHNSkgRD75wHk4VhAXXTMZUcPl8zwHE8B-eae1E879zuLjyzvfD7kLiWhHGnp1ajsnO_bn1N7y1dvg3NEcjYjaUi-ttZhk4g9NyCx8bJ/s72-c/Funda%25C3%25A7%25C3%25A3o+Gilberto+Freire.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3215746911206546828.post-1477820196435160516</id><published>2011-06-22T22:34:00.001-03:00</published><updated>2023-02-03T12:26:06.706-03:00</updated><title type='text'>Uma Pausa Para o São João</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgdHukf6FkfzhXmkC91_5eJz-3iz8p_k8xn86Mfvff0dEWZ43lnv8hE3IVCS2GThlPo_B5oH9mrYRREwmc4P7FmAWgxX5zBhafq9JwY7VDcWF_oux5NyRSxBDKPvqMO5cMJlFpIJuPchLOS/s1600/festa-s%25C3%25A3o-jo%25C3%25A3o.jpg&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;213&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgdHukf6FkfzhXmkC91_5eJz-3iz8p_k8xn86Mfvff0dEWZ43lnv8hE3IVCS2GThlPo_B5oH9mrYRREwmc4P7FmAWgxX5zBhafq9JwY7VDcWF_oux5NyRSxBDKPvqMO5cMJlFpIJuPchLOS/s320/festa-s%25C3%25A3o-jo%25C3%25A3o.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;Origem da fogueira&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;De origem europeia, as fogueiras juninas fazem parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício de verão. Assim como a cristianização da árvore pagã &quot;sempre verde&quot; em árvore de natal, a fogueira do dia de &quot;Midsummer&quot; (25 de dezembro) tornou-se, pouco a pouco na Idade Média, um atributo da festa de São João Batista, o santo celebrado nesse mesmo dia. Ainda hoje, a fogueira de São João é o traço comum que une todas as festas de São João europeias (da Estônia a Portugal, da Finlândia à França). Uma lenda católica cristianizando a fogueira pagã estival afirma que o antigo costume de acender fogueiras no começo do verão europeu tinha suas raízes em um acordo feito pelas primas Maria e Isabel. Para avisar Maria sobre o nascimento de São João Batista e assim ter seu auxílio após o parto, Isabel teria de acender uma fogueira sobre um monte.junio Camargo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;O uso de balões&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;O uso de balões e fogos de artifício durante o São João no Brasil, está relacionado com o tradicional uso da fogueira junina e seus efeitos visuais. Este costume foi trazido pelos portugueses para o Brasil, e ele se mantém em ambos lados do Atlântico, sendo que é na cidade do Porto, em Portugal, onde mais se evidência. Fogos de artifício manuseados por pessoas privadas e espetáculos pirotécnicos organizados por associações ou municipalidades tornaram-se uma parte essencial da festa no Nordeste, em outras partes do Brasil e em Portugal. Os fogos de artifício, segundo a tradição popular, servem para despertar São João Batista. Em Portugal, pequenos papéis são atados no balão com desejos e pedidos. Os balões serviam para avisar que a festa iria começar; eram soltos de cinco a sete balões para se identificar o início da festança. Os balões, no entanto, constituem atualmente uma prática proibida por lei em muitos locais, devido ao risco de incêndio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Durante todo o mês de junho é comum, principalmente entre as crianças, soltar bombas, conhecidas por nomes como traque, chilene, cordão, cabeção-de-negro, cartucho, treme-terra, rojão, Buscapé, cobrinha, espadas-de-fogo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;O mastro de São João&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;O mastro de São João, conhecido em Portugal também como o mastro dos Santos Populares, é erguido durante a festa junina para celebrar os três santos ligados a essa festa. No Brasil, no topo de cada mastro são amarradas em geral três bandeirinhas simbolizando os santos. Tendo hoje em dia uma significação cristã bastante enraizada e sendo, entre os costumes de São João, um dos mais marcadamente católico, o levantamento do mastro tem sua origem, no entanto, no costume pagão de levantar o &quot;mastro de maio&quot;, ou a árvore de maio, costume ainda hoje vivo em algumas partes da Europa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Além de sua cristianização profunda em Portugal e no Brasil, é interessante notar que o levantamento do mastro de maio em Portugal é também erguido em junho e a celebrar as festas desse mês — o mesmo fenômeno também ocorrendo na Suécia, onde o mastro de maio, &quot;majstången&quot;, de origem primaveril, passou a ser erguido durante as festas estivais de junho, &quot;Midsommarafton&quot;. O fato de suspender milhos e laranjas ao mastro de São João parece ser um vestígio de práticas pagãs similares em torno do mastro de maio. Em Lóriga a tradição do Cambeiro é celebrada em janeiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Hoje em dia, um rico simbolismo católico popular está ligado aos procedimentos envolvendo o levantamento do mastro e os seus enfeites.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;A Quadrilha&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;A quadrilha brasileira tem o seu nome de uma dança de salão francesa para quatro pares, a &quot;quadrille&quot;, em voga na França entre o início do século XIX e a Primeira Guerra Mundial. A &quot;quadrille&quot; francesa, por sua parte, já era um desenvolvimento da &quot;contredanse&quot;, popular nos meios aristocráticos franceses do século XVIII. A &quot;contredanse&quot; se desenvolveu a partir de uma dança inglesa de origem campesina, surgida provavelmente por volta do século XIII, e que se popularizara em toda a Europa na primeira metade do século XVIII.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;A &quot;quadrille&quot; veio para o Brasil seguindo o interesse da classe média e das elites portuguesas e brasileiras do século XIX por tudo que fosse a última moda de Paris (dos discursos republicanos de Gambetta e Jules Ferry, passando pelas poesias de Victor Hugo e Théophile Gautier até a criação de uma academia de letras, dos belos cabelos cacheados de Sarah Bernhardt até ao uso do cavanhaque).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Ao longo do século XIX, a quadrilha se popularizou no Brasil e se fundiu com danças brasileiras pré-existentes e teve subsequentes evoluções (entre elas o aumento do número de pares e o abandono de passos e ritmos franceses). Ainda que inicialmente adotada pela elite urbana brasileira, esta é uma dança que teve o seu maior florescimento no Brasil rural (daí o vestuário campesino), e se tornou uma dança própria dos festejos juninos, principalmente no Nordeste. A partir de então, a quadrilha, nunca deixando de ser um fenômeno popular e rural, também recebeu a influência do movimento nacionalista e da sistematização dos costumes nacionais pelos estudos folclóricos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;O nacionalismo folclórico marcou as ciências sociais no Brasil como na Europa entre os começos do Romantismo e a Segunda Guerra Mundial. A quadrilha, como outras danças brasileiras tais que o pastoril, foi sistematizada e divulgada por associações municipais, igrejas e clubes de bairros, sendo também defendida por professores e praticada por alunos em colégios e escolas, na zona rural ou urbana, como sendo uma expressão da cultura cabocla e da república brasileira. Esse folclorismo acadêmico e ufano explica duma certa maneira o aspecto matuto rígido e artificial da quadrilha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;No entanto, hoje em dia, essa artificialidade rural é vista pelos foliões como uma atitude lúdica, teatral e festiva, mais do que como a expressão de um ideal folclórico, nacionalista ou acadêmico qualquer. Seja como for, é correto afirmar que a quadrilha deve a sua sobrevivência urbana na segunda metade do século XX e o grande sucesso popular atual aos cuidados meticulosos de associações e clubes juninos da classe média e ao trabalho educativo de conservação e prática feito pelos estabelecimentos do ensino primário e secundário, mais do que à prática campesina real, ainda que vivaz, porém quase sempre desprezada pela cultura citadina.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Desde o século XIX e em contato com diferentes danças do país mais antigas, a quadrilha sofreu influências regionais, daí surgindo muitas variantes:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&quot;Quadrilha Caipira&quot; (São Paulo)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&quot;Saruê&quot;, corruptela do termo francês &quot;soirée&quot;, (Brasil Central)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&quot;Baile Sifilítico&quot; (Bahia)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&quot;Mana-Chica&quot; (Rio de Janeiro)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&quot;Quadrilha&quot; (Sergipe)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&quot;Quadrilha Matuta&quot;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Hoje em dia, entre os instrumentos musicais que normalmente podem acompanhar a quadrilha encontram-se o acordeão, pandeiro, zabumba, violão, triângulo e o cavaquinho. Não existe uma música específica que seja própria a todas as regiões. A música é aquela comum aos bailes de roça, em compasso binário ou de marchinha, que favorece o cadenciamento das marcações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Em geral, para a prática da dança é importante a presença de um mestre &quot;marcante&quot; ou &quot;marcador&quot;, pois é quem determina as figurações diversas que os dançadores devem desenvolver. Termos de origem francesa são ainda utilizados por alguns mestres para cadenciar a dança.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Os participantes da quadrilha, vestidos de matuto ou à caipira, como se diz fora do Nordeste (indumentária que se convencionou pelo folclorismo como sendo a das comunidades caboclas), executam diversas evoluções em pares de número variável. Em geral o par que abre o grupo é um &quot;noivo&quot; e uma &quot;noiva&quot;, já que a quadrilha pode encenar um casamento fictício. Esse ritual matrimonial da quadrilha liga-a às festas de São João europeias que também celebram aspirações ou uniões matrimoniais. Esse aspecto matrimonial juntamente com a fogueira junina constituem os dois elementos mais presentes nas diferentes festas de São João da Europa e outros países na minha cidade de almenar atanbem é muito populosa com grandes festas de quadrilha&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;Outras danças e canções&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;No nordeste brasileiro, o forró assim como ritmos aparentados tais que o baião, o xote, o reisado, o samba-de-coco e as cantigas são danças e canções típicas das festas juninas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;Costumes populares&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;As festas juninas brasileiras podem ser divididas em dois tipos distintos: as festas da Região Nordeste e as festas do Brasil caipira, ou seja, nos estados de São Paulo, Paraná (norte), Minas Gerais (sobretudo na parte sul) e Goiás.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;No Nordeste brasileiro se comemora, com pequenas ou grandes festas que reúnem toda a comunidade e muitos turistas, com fartura de comida, quadrilhas, casamento matuto e muito forró. É comum os participantes das festas se vestirem de matuto, os homens com camisa quadriculada, calça remendada com panos coloridos, e chapéu de palha, e as mulheres com vestido colorido de chita e chapéu de palha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;No interior de São Paulo ainda se mantêm a tradição da realização de quermesses e danças de quadrilha em torno de fogueiras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Em Portugal há arraiais com foguetes, assam-se sardinhas e oferecem-se manjericos, as marchas populares desfilam pelas ruas e avenidas, dão-se com martelinhos de plástico e alho-poró nas cabeças das pessoas principalmente nas crianças e quando os rapazes se querem meter com as raparigas solteiras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;No nordeste brasileiro, O forró assim como ritmos aparentados tais que o baião, o xote, o reisado samba-de-coco e as cantigas são danças e canções típicas das festas juninas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;Simpatias, sortes e adivinhas para Santo Antônio&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;O relacionamento entre os devotos e os santos juninos, principalmente Santo Antônio e São João, é quase familiar: cheio de intimidades, chega a ser, por vezes, irreverente, debochado e quase obsceno. Esse caráter fica bastante evidente quando se entra em contato com as simpatias, sortes, adivinhas e acalantos feitos a esses santos:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Confessei-me a Santo Antônio,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;confessei que estava amando.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Ele deu-me por penitência&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;que fosse continuando.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Os objetos utilizados nas simpatias e adivinhações devem ser virgens, ou seja, estar sendo usados pela primeira vez, senão… nada de a simpatia funcionar! A seguir, algumas simpatias feitas para Santo Antônio:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Moças solteiras, desejosas de se casar, em várias regiões do Brasil, colocam um figurino do santo de cabeça para baixo atrás da porta ou dentro do poço ou enterram-no até o pescoço. Fazem o pedido e, enquanto não são atendidas, lá fica a imagem de cabeça para baixo. E elas pedem:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Meu Santo Antônio&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Para arrumar namorado ou marido, basta amarrar uma fita vermelha e outra branca no braço da imagem de Santo Antônio, fazendo a ele o pedido. Rezar um Pai-Nosso e uma Salve-Rainha. Pendurar a imagem de cabeça para baixo sob a cama. Ela só deve ser desvirada quando a pessoa alcançar o pedido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;No dia 13, é comum ir à igreja para receber o &quot;pãozinho de Santo Antônio&quot;, que é dado gratuitamente pelos frades. Em troca, os fiéis costumam deixar ofertas. O pão, que é bento, deve ser deixado junto aos demais mantimentos para que estes não faltem jamais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Em Lisboa, é tradicional uma cerimónia de casamento múltiplo do dia de Santo António, em que chegam a casar-se 200 a 300 casais ao mesmo tempo. Esta &quot;tradição&quot; começou nos anos do salazarismo, e desapareceu com a revolução de 74. Voltou a reaparecer há uns anos, promovida por uma cadeia de televisão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/feeds/1477820196435160516/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/06/uma-pausa-para-o-sao-joao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/1477820196435160516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/1477820196435160516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/06/uma-pausa-para-o-sao-joao.html' title='Uma Pausa Para o São João'/><author><name>ALEXANDRE BUFFA BELTRAME</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15715934432193272202</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaemsrNsTnFtDaQjXHtRFeZ5LcKjdzE1FAZieSq47KjLIzJuzYLFllu8FaPEOAxNB1GBewN8CalMUZlKYgVbLdq4uxEdUJYrZ3Y2_gRLwVx79wKGaoAwq3-VCNZT7tag/s220/20190322_153527409_iOS.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgdHukf6FkfzhXmkC91_5eJz-3iz8p_k8xn86Mfvff0dEWZ43lnv8hE3IVCS2GThlPo_B5oH9mrYRREwmc4P7FmAWgxX5zBhafq9JwY7VDcWF_oux5NyRSxBDKPvqMO5cMJlFpIJuPchLOS/s72-c/festa-s%25C3%25A3o-jo%25C3%25A3o.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3215746911206546828.post-6021926096080056627</id><published>2011-06-22T21:43:00.001-03:00</published><updated>2023-02-03T12:27:33.225-03:00</updated><title type='text'>Locais Interessantes em Recife - parte 2</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiVmrQjPprGlcse3wCmd-UCJRKOywUmwXWKNRaeZq3JdKu2f30a4UCpWFjM95jjXZ2cSPlBCTQWwC-XsWsK3RfsFqRo8-l8nkuEFvJX_qHt1uSuBPFKIi88lNalFM2DqyknhKMHxIZyQbtw/s1600/Igreja+de+S%25C3%25A3o+Pedro.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;133&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiVmrQjPprGlcse3wCmd-UCJRKOywUmwXWKNRaeZq3JdKu2f30a4UCpWFjM95jjXZ2cSPlBCTQWwC-XsWsK3RfsFqRo8-l8nkuEFvJX_qHt1uSuBPFKIi88lNalFM2DqyknhKMHxIZyQbtw/s200/Igreja+de+S%25C3%25A3o+Pedro.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;Igreja de São Pedro&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;A Catedral de São Pedro dos Clérigos é composta em sua volta por um casario colonial dos séculos XVIII e XIX. Construída entre 1728 e 1759 guarda características interessantes da época.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiyx6rPwyMJLOkzJYfdOewEcGlWZcE6DbpMM5z0R2dV8yU3LsthLXvr2yVUPa53TEnDN2To4enO5WZgLDszXupjqiT1EPkx6clZyq61Y7JphyrCuXBjrVFfeNL3biTK7rkWXd1J76LG6WBl/s1600/Igreja+S%25C3%25A3o+Jos%25C3%25A9+do+Ribamar.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiyx6rPwyMJLOkzJYfdOewEcGlWZcE6DbpMM5z0R2dV8yU3LsthLXvr2yVUPa53TEnDN2To4enO5WZgLDszXupjqiT1EPkx6clZyq61Y7JphyrCuXBjrVFfeNL3biTK7rkWXd1J76LG6WBl/s200/Igreja+S%25C3%25A3o+Jos%25C3%25A9+do+Ribamar.jpg&quot; width=&quot;155&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;Igreja São José do Ribamar&lt;span style=&quot;mso-tab-count: 1;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Pela rua ao lado do Convento da Penha, chega-se ao Pátio de São José do Ribamar, dominado por sua singular igreja construída pelos artífices do Recife, marceneiros, pedreiros, carpinteiros e tanoeiros, entre 1752 e 1778, em terreno sujeito à invasão das águas das marés altas de agosto. A construção da igrejinha em pedra e cal só foi permitida pelo bispo de Olinda, em 6 de junho de 1752, na condição de ser o seu piso interior levantado pelo menos cinco degraus acima do leito da rua. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Endereço: Bairro de São José: Rua de São Pedro, s/nº.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjJRNbIC3Y4BFeLHl2aOeufthpe6fcT089X-43YY0UCnP19uFuaEMeO5wpmw1UZkxadDpXQr642N0bDxCUpxI9g-G9uzoGFkn6ghqHrJTEJrUjhJnlVGou8j_3WecW7LE1ZXJvkwLs-0kSw/s1600/Museu+do+Homem+do+Nordeste.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;133&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjJRNbIC3Y4BFeLHl2aOeufthpe6fcT089X-43YY0UCnP19uFuaEMeO5wpmw1UZkxadDpXQr642N0bDxCUpxI9g-G9uzoGFkn6ghqHrJTEJrUjhJnlVGou8j_3WecW7LE1ZXJvkwLs-0kSw/s200/Museu+do+Homem+do+Nordeste.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;Museu do Homem do Nordeste&lt;span style=&quot;mso-tab-count: 1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;A história dos índios, da época colonial no Nordeste e do Brasil holandês é resgatada neste museu que é referência cultural em Pernambuco. Aqui, você encontra representativos ícones da economia informal, do artesanato, das manifestações populares e da religiosidade intensa do nordestino. Integrado ao Instituto de Documentação da Fundação Joaquim Nabuco, o Museu do Homem do Nordeste ainda possui elementos do Carnaval e do candomblé.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Endereço: Avenida 17 de Agosto, 2187 - Casa Forte &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Visitação: 3ª, 4ª e 6ª, das 11h às 17h; 5ª, das 8h às 17h; sáb. e dom., das 13h às 17h.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh-g98oyeMxzSQ9FU7MYP8rT-kGk40TbsMa_ToaANQo-KvptKWvi9G1p2kiN96NHdMupu4gsYEU7y63ihxDmVxyX7qLzP2bm9ttcuIP89gpdSqMRXOUEwE7fZ0QJFxH222dHDPJpNieqb_4/s1600/Parque+13+de+Maio.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;133&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh-g98oyeMxzSQ9FU7MYP8rT-kGk40TbsMa_ToaANQo-KvptKWvi9G1p2kiN96NHdMupu4gsYEU7y63ihxDmVxyX7qLzP2bm9ttcuIP89gpdSqMRXOUEwE7fZ0QJFxH222dHDPJpNieqb_4/s200/Parque+13+de+Maio.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;Parque 13 de Maio&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Projetado pelo Engenheiro Domingos Ferreira, o Parque 13 de Maio é o maior parque planejado do Estado de Pernambuco. É no seu interior que fica o prédio da Câmara Municipal do Recife. Construído em 1939, foi palco de grandes manifestações após a queda do Estado Novo. As atrações são diversas: acácias, flamboyants, pau-d&#39;arco, árvores frutíferas, brinquedos, minizoológico que faz a festa das crianças, espaço para namoros, fontes luminosas, bancos de pedra, bustos em bronze, esculturas de Abelardo da Hora, um pernambucano que retratou figuras típicas do parque, como o vendedor do caldo de cana e os cantadores de viola.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Endereço: Entre as ruas Princesa Isabel, João Lira, Hospício e a Saudade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgTLgAvvW5TR5Gm574TwZyVH8Hy4Cw6YyuCQKCQC6ftRTAKu2TPwImIOHqMbbaouialNfxnfmKo2g3Fe4VG3GdKitEIPdvinEgx5jyhStNEvIiZ-mKE80JFEy9xEOTupVxgiGANzOfj4eDJ/s1600/Ponte+da+Boa+Vista.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;133&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgTLgAvvW5TR5Gm574TwZyVH8Hy4Cw6YyuCQKCQC6ftRTAKu2TPwImIOHqMbbaouialNfxnfmKo2g3Fe4VG3GdKitEIPdvinEgx5jyhStNEvIiZ-mKE80JFEy9xEOTupVxgiGANzOfj4eDJ/s200/Ponte+da+Boa+Vista.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;Ponte da Boa Vista&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Ligando o bairro de Santo Antônio ao da Boa Vista, através da rua Nova e Imperatriz, a ponte da Boa Vista é de ferro batido e ladeada por trilhos que se encaixam em losangos azuis. Reestruturada em 1967, trata-se de um lugar especial aos habitantes do Recife, que a atravessam todos os dias. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Endereço: entre as ruas Nova, em Santo Antônio, e Imperatriz, na Boa Vista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgg5534xkQ8IoXxXWUmkqWo9vpmzD6v5QLPU_R71DxDpTHLtpGvIgs1TAriJzUdduQpjdiVlxzSMenuggYWGJ5XxwmMTuPmYYZQWXXyQdgYNgjTjad5URXWgoNK0P4K4lyTAy0U3XuiyAtJ/s1600/Pra%25C3%25A7a+da+Rep%25C3%25BAblica00.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;133&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgg5534xkQ8IoXxXWUmkqWo9vpmzD6v5QLPU_R71DxDpTHLtpGvIgs1TAriJzUdduQpjdiVlxzSMenuggYWGJ5XxwmMTuPmYYZQWXXyQdgYNgjTjad5URXWgoNK0P4K4lyTAy0U3XuiyAtJ/s200/Pra%25C3%25A7a+da+Rep%25C3%25BAblica00.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;Praça da República&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Bem no meio do Palácio da Justiça e do Palácio do Campo das Princesas, esta praça é cercada também pelos rios Capibaribe e Beberibe. Possui três jardins com palmeiras imperiais e oito esculturas de divindades clássicas: Juno, Diana, Ceres, Flora, Minerva, Niobe, Vesta e Têmis. Há ainda a fonte luminosa, no centro, e as figuras femininas das três graças (filhas de Vênus): Eufrosina/alegria, Tália/verdejante e Aglaé/esplendor. Tem também o Teatro Santa Isabel, inaugurado em 1850.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Endereço: Bairro de Santo Antônio, s/n.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjxWej2hAhsGCb5poUIt7qmFD3tQW7ZL-xyGSCVTHts443SBhXtnwSLsOT45A3xoPAwDTShEvd2oMZOb0npz2BW4L5YaAk4Yz0EZ1cLYa2A-XIRDzexzhAfMFyFitXx4OKtzlU76IirCYnW/s1600/Quartel+do+Derby.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;133&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjxWej2hAhsGCb5poUIt7qmFD3tQW7ZL-xyGSCVTHts443SBhXtnwSLsOT45A3xoPAwDTShEvd2oMZOb0npz2BW4L5YaAk4Yz0EZ1cLYa2A-XIRDzexzhAfMFyFitXx4OKtzlU76IirCYnW/s200/Quartel+do+Derby.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;Quartel do Derby&lt;span style=&quot;mso-tab-count: 1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;O largo palacete de dois pavimentos abriga este quartel, construído em 1924, em estilo eclético. Tendo funcionado como mercado público, hoje pertence à Polícia Militar, sendo também palco da tradicional Missa do Galo no Natal. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Endereço: Entre a Avenida Agamenon Magalhães e a Rua Amaro Bezerra, no Derby. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Visitação: 3ª a 6ª, das 7h às 13h. 2ª, das 13h às 17h.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEij4GAwr05lt-anYeVFuwV2KYfTSNy8rxE1OZNOHeomsUYhkriFvlgJ1RL7BINy1Jrwh9GfJVDplfcwahcvWAqxTH-x0SObnjjv42ZPMKcc75-o9LpvRzfQXVkRAg3R0UMp5fAQIJfjMrrH/s1600/Rua+do+Bom+Jesus.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;133&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEij4GAwr05lt-anYeVFuwV2KYfTSNy8rxE1OZNOHeomsUYhkriFvlgJ1RL7BINy1Jrwh9GfJVDplfcwahcvWAqxTH-x0SObnjjv42ZPMKcc75-o9LpvRzfQXVkRAg3R0UMp5fAQIJfjMrrH/s200/Rua+do+Bom+Jesus.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;Rua do Bom Jesus&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Nela, entre 1636 e 1654, funcionou a primeira sinagoga das Américas, a Zur Israel (Pedra de Israel), que se localizava nos prédios de números 197 e 203, onde pregava o erudito rabino Izaque Aboab da Fonseca, autor do primeiro texto literário em hebraico do Novo Mundo e fundador da monumental Sinagoga Portuguesa de Amsterdam. O conjunto, que ainda conserva as mesmas confrontações e traçados de 1635, quando da construção das primeiras residências e lojas dos judeus de Maurícia naquele local, foi objeto de recente restauração a cargo da Fundação Roberto Marinho, em parceria com a Prefeitura da Cidade do Recife e Tintas Ypiranga, dentro do projeto &quot;Cores da Cidade&quot;. Hoje, com o seu casario pintado com cores vibrantes, ressaltando os detalhes das fachadas em estilo eclético, a Rua do Bom Jesus, juntamente com as demais que ficam em seu entorno, tornou-se um dos pontos de encontro da cidade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Endereço: Recife Antigo.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/feeds/6021926096080056627/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/06/locais-interessantes-em-recife-parte-2.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/6021926096080056627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/6021926096080056627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/06/locais-interessantes-em-recife-parte-2.html' title='Locais Interessantes em Recife - parte 2'/><author><name>ALEXANDRE BUFFA BELTRAME</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15715934432193272202</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaemsrNsTnFtDaQjXHtRFeZ5LcKjdzE1FAZieSq47KjLIzJuzYLFllu8FaPEOAxNB1GBewN8CalMUZlKYgVbLdq4uxEdUJYrZ3Y2_gRLwVx79wKGaoAwq3-VCNZT7tag/s220/20190322_153527409_iOS.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiVmrQjPprGlcse3wCmd-UCJRKOywUmwXWKNRaeZq3JdKu2f30a4UCpWFjM95jjXZ2cSPlBCTQWwC-XsWsK3RfsFqRo8-l8nkuEFvJX_qHt1uSuBPFKIi88lNalFM2DqyknhKMHxIZyQbtw/s72-c/Igreja+de+S%25C3%25A3o+Pedro.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3215746911206546828.post-7694497976746275958</id><published>2011-06-18T22:55:00.001-03:00</published><updated>2023-02-03T12:28:08.977-03:00</updated><title type='text'>Locais Interessantes em Recife - parte 1</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhC5n4gZEprQPW_SzSLMq85WsmLgSK9kTvRY8xawOGijNfZxK8hL_D2s_giIhIjdV61p8HdYRM20vZd6CKqGmTJhcuUwjeKDyDFA8IyBRTa141S-OKVpDhmALMaYJg-OUb5BMC9pHjKQlGw/s1600/C%25C3%25A2mara+Municipal.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;133&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhC5n4gZEprQPW_SzSLMq85WsmLgSK9kTvRY8xawOGijNfZxK8hL_D2s_giIhIjdV61p8HdYRM20vZd6CKqGmTJhcuUwjeKDyDFA8IyBRTa141S-OKVpDhmALMaYJg-OUb5BMC9pHjKQlGw/s200/C%25C3%25A2mara+Municipal.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Câmara Municipal&lt;span style=&quot;mso-tab-count: 1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;O surgimento da Câmara Municipal do Recife está diretamente vinculado ao nascimento da própria vila do Recife. O motivo dessa coincidência reside no fato de que as câmaras municipais se constituíam numa velha instituição administrativa da Coroa Portuguesa e, quando os lusitanos colonizaram o Brasil, trouxeram para cá todas as suas instituições. Assim sendo, no momento da criação de uma nova vila, a lei obrigava a que se tomassem as seguintes providências: inaugurar o Pelourinho e convocar os cidadãos locais (chamados na época &quot;homens bons&quot;) para eleger os primeiros vereadores. O nome Pelourinho tem sua origem na bola que encimava a coluna de alvenaria (em latim, denominada de &quot;pirorium&quot;) e que era construída sobre um pedestal, com escadaria feita de pedras. Erguido na praça principal da vila, o Pelourinho era uma espécie de marco ou emblema da administração, servindo também como local de castigo aos criminosos e escravos fugitivos.&amp;nbsp;Bairro: Centro&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj3HcL12htj3FJXNLTctqainQmNDiq3RgjnEFPJLrNCAj2jmNURet8txh5n3Fxzry0V1NVpNzQYhgK0JVql_lABMH1lErJZ8kUs-p5MfKsbdIs4ii6EWS4M056me3mdq5RyXP-zm5EmxuUk/s1600/Igreja+Madre+de+Deus.jpg&quot; style=&quot;clear: left; display: inline; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj3HcL12htj3FJXNLTctqainQmNDiq3RgjnEFPJLrNCAj2jmNURet8txh5n3Fxzry0V1NVpNzQYhgK0JVql_lABMH1lErJZ8kUs-p5MfKsbdIs4ii6EWS4M056me3mdq5RyXP-zm5EmxuUk/s200/Igreja+Madre+de+Deus.jpg&quot; width=&quot;155&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Igreja Madre de Deus&lt;span style=&quot;mso-tab-count: 1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Continuando o nosso passeio, é hora de se conhecer a igreja da Madre de Deus, na rua do mesmo nome, cuja construção obedece ao traçado do mestre-pedreiro Antônio Fernandes de Matos, que, em 1679, contratou suas obras com os padres da Congregação do Oratório de São Felipe de Neri. A construção do templo, no entanto, só veio a ser concluída em 1720, apresentando em sua bela fachada esculturas em pedras dos arrecifes e uma estátua de São Felipe de Néri, em tamanho natural. Uma visita ao seu interior é imperdível, particularmente por nele abrigar, além de uma monumental obra em talha, algumas imagens que pertenceram à primitiva igreja do Corpo Santo, demolida em 1913, quando das obras de modernização do porto.&amp;nbsp;Endereço: Rua Madre de Deus, - Bairro do Recife.&amp;nbsp;Visitação: 3ª a 6ª, das 8h às 12h e das 14h às 17h; sáb. e dom., das 9h às 12h.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj-K7zjmn16ZYrAtTdcOYyRNJc1xd4BsHAo0xkpqOrNQd4Fvr7oTSpLDUrwQPLkf3RjDa4iadeOnCaMcJecJ0ZiHPUjYQYHxLNCHHuQWThXEk7BLJKUm7_8Ghj4I0adRJZ0GuFcUZ9kqUQ1/s1600/Capela+Nossa+Senhora+da+Jaqueira.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;133&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj-K7zjmn16ZYrAtTdcOYyRNJc1xd4BsHAo0xkpqOrNQd4Fvr7oTSpLDUrwQPLkf3RjDa4iadeOnCaMcJecJ0ZiHPUjYQYHxLNCHHuQWThXEk7BLJKUm7_8Ghj4I0adRJZ0GuFcUZ9kqUQ1/s200/Capela+Nossa+Senhora+da+Jaqueira.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Capela Nossa Senhora da Jaqueira&lt;span style=&quot;mso-tab-count: 1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Pequena capela em meio a um parque, com altar-mor dourado e bonitos azulejos portugueses. Endereço: Entre a Av. Rui Barbosa e a Rua do Futuro no Parque da Jaqueira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhBaUfdbyBHS0TY1QREsublcsaJCP-zTUDGYtmxauxL9qj7rOGVvQkP_iX2VVi_kBBpFW5Ds91C1YXqTe-mCQCEw52e3FMIsoEpPztR3-OEZxqU4KY9xvljzslmmoVim8pD2a41WCnH3KkQ/s1600/Museu+do+Estado+de+Pernambuco.jpg&quot; style=&quot;clear: left; display: inline; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;133&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhBaUfdbyBHS0TY1QREsublcsaJCP-zTUDGYtmxauxL9qj7rOGVvQkP_iX2VVi_kBBpFW5Ds91C1YXqTe-mCQCEw52e3FMIsoEpPztR3-OEZxqU4KY9xvljzslmmoVim8pD2a41WCnH3KkQ/s200/Museu+do+Estado+de+Pernambuco.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Museu do Estado de Pernambuco&lt;span style=&quot;mso-tab-count: 1;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Um casarão do início do século XIX mantém instalado desde 1929 o Museu do Estado de Pernambuco. É aqui que grande parte da história da integração racial e artística da nossa gente está presente. Cercado por jardins, o museu expõe permanentemente um acervo de quase 12 mil peças. Destaque para os quadros a óleo que relatam a Insurreição Pernambucana, além de objetos e móveis coloniais, pré-históricos e indígenas. A visitação pode ser feita de terça a sexta, das 9 às 18h.&amp;nbsp;Endereço: Avenida Rui Barbosa, 960 – Graças.&amp;nbsp;Visitação: 3ª a 6ª, das 9h às 17h30; sáb. e dom., das 14h às 17:30h.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhF0zumkWCFkXVxc-KzxaHTziAys009bN5OkafKChbAd7yqeNXEkv3BXwz9fQicGXA685x7SJymGZeQv-dIW7_xTHqXzuX5sdHtIenU75qkm6VJY9nhiogArkpaC_KqrcJ-_ns7YyWkHV_k/s1600/Pal%25C3%25A1cio+Campo+das+Princesas.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;133&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhF0zumkWCFkXVxc-KzxaHTziAys009bN5OkafKChbAd7yqeNXEkv3BXwz9fQicGXA685x7SJymGZeQv-dIW7_xTHqXzuX5sdHtIenU75qkm6VJY9nhiogArkpaC_KqrcJ-_ns7YyWkHV_k/s200/Pal%25C3%25A1cio+Campo+das+Princesas.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Palácio Campo das Princesas&lt;span style=&quot;mso-tab-count: 1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Em 1859, visitam Pernambuco o imperador Dom Pedro II e sua mulher, a imperatriz Teresa Cristina. Foi por causa desta ocasião e em homenagem às filhas do imperador que o Palácio Campo das Princesas recebeu este nome, edificação esta construída em 1841, pelo conde da Boa Vista. Destaque para o estilo neoclássico, para o prédio com 3 pavimentos e para o interior com cadeiras, sofás e poltronas à Luís XVI. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Endereço: Praça da República, s/n - Santo Antônio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEggcq66l_gY0rAVBYOgjUJJH0HMU49Fh9p46CBw7rub5ptH6godZ7s-QCxR7Z6Ng73GQK6VQiIa9eJjkTjGZZUCSVwuokdn1HoNgLDoEFoefsvoDZ26Ao8gFW4Mjmh3vc6-4SfFZ6KV1Vqd/s1600/Parque+Dois+Irm%25C3%25A3os.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;133&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEggcq66l_gY0rAVBYOgjUJJH0HMU49Fh9p46CBw7rub5ptH6godZ7s-QCxR7Z6Ng73GQK6VQiIa9eJjkTjGZZUCSVwuokdn1HoNgLDoEFoefsvoDZ26Ao8gFW4Mjmh3vc6-4SfFZ6KV1Vqd/s200/Parque+Dois+Irm%25C3%25A3os.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Parque Dois Irmãos&lt;span style=&quot;mso-tab-count: 1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;A Natureza tem seu lugar de destaque no Parque Dois Irmãos. São 387 hectares de Mata Atlântica e 14 hectares de Horto Zoobotânico. E ainda conta com 600 animais silvestres, Museu de Ciências Naturais e trilhas ecológicas.&amp;nbsp;Endereço: Praça Faria Neves, Dois Irmãos, s/n.&amp;nbsp;Visitação: 3ª a dom., das 8h às 17:30h.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgEBKaOMeG3iSsIywvAv8KvyDEnvWOtFDORygbZR3FKT3rJ0ftLHG2-2SqA1ZV728i8C-fUCz-S5mfL5xWEabffafKJaeT4oq3QJtxt3HJiRVvfBM1i75ywYUwWjM6HMW0clnMNZhyhTNg8/s1600/Ponte+Velha.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;133&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgEBKaOMeG3iSsIywvAv8KvyDEnvWOtFDORygbZR3FKT3rJ0ftLHG2-2SqA1ZV728i8C-fUCz-S5mfL5xWEabffafKJaeT4oq3QJtxt3HJiRVvfBM1i75ywYUwWjM6HMW0clnMNZhyhTNg8/s200/Ponte+Velha.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Ponte Velha&lt;span style=&quot;mso-tab-count: 1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Na saída da Casa da Cultura, já no Cais da Detenção, podemos apreciar a ponte Velha, toda em ferro fundido, através da qual se atinge a Rua Velha, uma das mais antigas do bairro da Boa Vista.&amp;nbsp;Bairro: Centro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiZRZLHTQN-nmwCjtKpB7_VVHQNUQtsunACguNgBPWPmiNI4L-51_kBvRzeiDXe8SmGvrQD7oQ9wJQ5VJAcpT2vTBCqa6QinmdLQLNudEKX7WQajB67RAFb1UWcbQvdM44vZoUUhS7ziMlq/s1600/Rua+Aurora.jpg&quot; style=&quot;clear: left; display: inline; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;133&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiZRZLHTQN-nmwCjtKpB7_VVHQNUQtsunACguNgBPWPmiNI4L-51_kBvRzeiDXe8SmGvrQD7oQ9wJQ5VJAcpT2vTBCqa6QinmdLQLNudEKX7WQajB67RAFb1UWcbQvdM44vZoUUhS7ziMlq/s200/Rua+Aurora.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Rua Aurora&lt;span style=&quot;mso-tab-count: 1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Às margens do rio Capibaribe, destaca-se mais um cartão postal da cidade: o conjunto arquitetônico da Rua da Aurora, reunindo casarões do século XIX. Há muitos outros monumentos históricos espalhados pela cidade, o que faz qualquer turista ficar maravilhado com seus passeios por ruas antigas, estreitas e cheias de história e romantismo Endereço: Margem esquerda do Rio Capibaribe, no bairro de Boa Vista.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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No começo do século XIX, o governador de Pernambuco Dom Tomaz José de Melo ordenou a construção, no largo, do Mercado da Ribeira do Peixe, onde eram comercializadas várias mercadorias para o consumo da cidade do Recife.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Em 1891, a Câmara de Vereadores do Recife encomendou o projeto de um mercado para a região. Foi projetado pelo engenheiro da Câmara Municipal do Recife, J. Louis Lieuthier, em 1871, que se inspirou no mercado de Grenelle em Paris, e construído pelo engenheiro francês Louis Léger Vauthier, bem conhecido dos pernambucanos. Chegou aqui em 1839, aos 24 anos, com um diploma da Escola Politécnica de Paris de engenheiro de pontes e calçadas, trazido pelo atual presidente da província Francisco do Rego Barros, o Conde da Boa vista. Participou de forma ativa de vários projetos como o Teatro Santa Isabel e construção e reconstrução de edifícios e estradas. Vauthier passou mais seis anos e voltou a Paris por causa da deposição do Conde, em 1846.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;O Conde da Boa vista queria realmente transformar Pernambuco numa Paris. Tinha decidido modernizar e higienizar Recife, trazendo muitos engenheiros, matemáticos, construtores de pontes, edifícios públicos, obras hidráulicas e topográficas da Europa. A cidade ganhava vida e um progresso nunca visto. A província de Pernambuco despontara como uma das mais importantes do Império português. Em 1865, foi designado presidente da Província do Rio grande do Sul, acumulando as funções de comandantes das Armas, estando àquela província já envolvida na Guerra do Paraguai.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjCcdaVcZlz55AC3DCZdhrJDqXOKXhzgo6lVnTzzaRgJ8vT4AYvo8XVf5Fq5VzRWuGoqNmeS0bkZU8U0iNZg6eX7M8HbVJwLJp2cj0iGD9srNh4V2FcZxZDHFAwFzCJDzKtoU5CKCGaGg94/s1600/Mercado+de+S%25C3%25A3o+Jos%25C3%25A9+02.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;149&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjCcdaVcZlz55AC3DCZdhrJDqXOKXhzgo6lVnTzzaRgJ8vT4AYvo8XVf5Fq5VzRWuGoqNmeS0bkZU8U0iNZg6eX7M8HbVJwLJp2cj0iGD9srNh4V2FcZxZDHFAwFzCJDzKtoU5CKCGaGg94/s200/Mercado+de+S%25C3%25A3o+Jos%25C3%25A9+02.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;A obra do Mercado de São José começa em 1872 e vai até 7 de setembro de 1875, sendo inaugurado por João Pedro Carvalho de Morais, o atual presidente da província, e assim chamado por ter sido edificado no bairro de São José. &lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Passou desde a sua criação por algumas reformas, como a de 1906, cujas obras duraram dez meses e a de 1941, quando foram colocados os cobogós de cimento, em substituição às venezianas de madeira e vidro. Ambas modificaram a sua feição original, mas deixaram intacta sua estrutura de ferro. Em 1985, o projeto de restauração do Mercado foi apresentado à imprensa. A obra seria resultado de uma parceria entre a Prefeitura da Cidade do Recife e o IPHAN, a ser executada com o financiamento da Caixa Econômica Federal. Em novembro de 1989, com a restauração quase concluída e quando já se anunciava a sua inauguração, um grande incêndio destruiu o pavilhão norte do Mercado. Pela primeira vez, em 114 anos de existência, o São José fechava as suas portas. Vieram tempos difíceis para os comerciantes que ali trabalhavam e para os frequentadores, tão acostumados ao burburinho característico do lugar. Somente em 1994, com os trabalhos de recuperação totalmente concluídos, o Mercado foi reinaugurado e Recife teve de volta um dos seus mais belos monumentos históricos, lugar de uma estonteante diversidade de sons, cheiros e cores; palco de histórias e memórias da cultura pernambucana.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Em 17 de dezembro de 1973, o Mercado de São José foi tombado pelo IPHAN e, assim, considerado Patrimônio Histórico Nacional. Ele passou a ser reconhecido como um monumento nacional, que integra o patrimônio cultural do Brasil, pois se constitui num já raro exemplar da arquitetura típica do ferro no século XIX.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Antigamente, lá se apresentavam mágicos, acrobatas, ventríloquos, ouviam-se sons de pandeiros, zabumbas, cavaquinhos e sanfonas e havia muitos tipos populares, hoje, em grande parte, ausentes do local. O Mercado já foi o maior centro no Recife de cantadores, emboladores e da literatura de cordel.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjbypEHjCtMLLevMdzZVelmQn71KV1LoPP9CFiVU4wf0rr54UMPZYwGuUtgRvZVUtEV9D0601QzldZyXxxbkOxGyGTYEfuvQEV1oDBTBi38xTABTBTUVyxL_r0LGhk8E1u-sY91AT_c5pTj/s1600/Mercado+de+S%25C3%25A3o+Jos%25C3%25A9+04.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjbypEHjCtMLLevMdzZVelmQn71KV1LoPP9CFiVU4wf0rr54UMPZYwGuUtgRvZVUtEV9D0601QzldZyXxxbkOxGyGTYEfuvQEV1oDBTBi38xTABTBTUVyxL_r0LGhk8E1u-sY91AT_c5pTj/s200/Mercado+de+S%25C3%25A3o+Jos%25C3%25A9+04.jpg&quot; width=&quot;135&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Hoje, quem visita o Mercado, além de apreciar uma bela arquitetura que ocupa uma área de 3.541 metros quadrados com seus dois pavilhões, 545 boxes cobertos e 80 compartimentos na sua área externa, além de 24 outros destinados a peixes, 12 a crustáceos e 80 para carnes e frutas, é também, um local onde se encontra o melhor do artesanato regional, folhetos de cordel, ervas medicinais, artigos para cultos afro-brasileiros, como um lugar para os amantes da culinária nordestina. É lá que se pode apreciar o sarapatel, a macaxeira com carne de charque, a galinha à cabidela, a tapioca, o queijo coalho assado na brasa, e tantas outras iguarias. Importante centro de abastecimento do bairro de São José e um ponto de atração turística na cidade do Recife.&amp;nbsp;Enfim, quem passeia pelas ruas do Mercado de São José tem a oportunidade de conhecer um belo patrimônio histórico e de assistir a uma grande exposição da cultura pernambucana.&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit; font-size: x-small;&quot;&gt;FONTES CONSULTADAS: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit; font-size: x-small;&quot;&gt;HÉLIO, Mário. Pesquisador quer vida nova para o Mercado de São José. Jornal do Commercio, Recife, 7 set. 1995. Caderno C, p.1.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit; font-size: x-small;&quot;&gt;SANTOS, José Batista dos. Pernambuco histórico, turístico, folclórico. [Recife: s. n.], 1989. p.283-284.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit; font-size: x-small;&quot;&gt;SILVA, Geraldo Gomes da. O Mercado de São José e sua arquitetura. Arquivos, Recife, n.2, p. 137-188, dez. 1977.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit; font-size: x-small;&quot;&gt;GASPAR, Lúcia. Mercado de São José. Pesquisa Escolar On-Line, Fundação Joaquim Nabuco, Recife. 2011.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit; font-size: x-small;&quot;&gt;NASCIMENTO, Sinésio Roberto de.&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mercado de São José:&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;história e cultura popular. Recife: Fundação de Cultura da Cidade do Recife, 2005.&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit; font-size: x-small;&quot;&gt;SILVA, Geraldo Gomes da. O Mercado de São José. Recife: Fundação de Cultura Cidade do Recife, 1985. 82 p. il. (Coleção monumentos do Recife, v. 3).&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;SMITH, Robert Chester. O Mercado de Peixe da Vila do Recife. In: _____. Igrejas, casas e móveis: aspectos de arte colonial &lt;/span&gt;brasileira. Recife: UFPE; Rio de Janeiro: IPHAN, 1979.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/feeds/8686840927539425454/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/05/mercado-de-sao-jose.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/8686840927539425454'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/8686840927539425454'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/05/mercado-de-sao-jose.html' title='Mercado de São José'/><author><name>ALEXANDRE BUFFA BELTRAME</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15715934432193272202</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaemsrNsTnFtDaQjXHtRFeZ5LcKjdzE1FAZieSq47KjLIzJuzYLFllu8FaPEOAxNB1GBewN8CalMUZlKYgVbLdq4uxEdUJYrZ3Y2_gRLwVx79wKGaoAwq3-VCNZT7tag/s220/20190322_153527409_iOS.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5oWMpPHw9tPZFq5XJYEKhCJK3_31iLetwbbg99PmEC8NsF1F-sSKx0MaJjmlu6TEaKo8IB-tWsWBHksI3ddgYeszsTypQm1htHX0I2C6otxXKtTFYsl87W7F7sVD48apU4F0sRRlpagsF/s72-c/Mercado+de+S%25C3%25A3o+Jos%25C3%25A9+01.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3215746911206546828.post-6889386146530121406</id><published>2011-04-24T10:02:00.006-03:00</published><updated>2023-02-03T15:44:07.315-03:00</updated><title type='text'>Casa da Cultura</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;133&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEieHqHte9_XLRM-UeAkGFXHrJ4NvJjjm3poGZLQ1gSZl3rtZ8G0woD-VUnKJirQpchxn02nATD2eDFUUqg6eKhKCkez-BRdX18QYwFMXupt4h6pKV684crt6OY8-gJSi1FfcpIyQ62CNv8E/s200/Casa+da+Cultura+02.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEieHqHte9_XLRM-UeAkGFXHrJ4NvJjjm3poGZLQ1gSZl3rtZ8G0woD-VUnKJirQpchxn02nATD2eDFUUqg6eKhKCkez-BRdX18QYwFMXupt4h6pKV684crt6OY8-gJSi1FfcpIyQ62CNv8E/s1600/Casa+da+Cultura+02.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Havia a necessidade de uma nova cadeia para Recife, e, em 1848 o governo da Província de Pernambuco encarregou o engenheiro Mamede Alves Ferreira de criar o projeto, ele também assina os projetos do Ginásio Pernambucano e do Hospital Pedro II.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhOj5aG3Yxp7HsfSD7DBMh3SCXqaSJjuPM5HxMWHWJ1GsAi_4QXREP6kVaDWAQrJnKP-yU2jsbf6O8Ru7sPIHP0oWGrTAsJYjIoTvSaYVilsV8BRXEe16rvTiasJpYEclBSEZ03nBvUgZ1u/s1600/Casa+da+Cultura+03.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;150&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhOj5aG3Yxp7HsfSD7DBMh3SCXqaSJjuPM5HxMWHWJ1GsAi_4QXREP6kVaDWAQrJnKP-yU2jsbf6O8Ru7sPIHP0oWGrTAsJYjIoTvSaYVilsV8BRXEe16rvTiasJpYEclBSEZ03nBvUgZ1u/s200/Casa+da+Cultura+03.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;A obra se inicia em 1850, e o projeto tem como ponto fundamental a criação de um único&amp;nbsp;compartimento central de controle, onde as celas dos detentos foram dispostas de uma maneira que elas pudessem ser vigiado a partir desse centro, um dos modelos de penitenciária mais moderna existente na época. Com 8.400 metros quadrados de área construída e 6.000 metros quadrados de pátio externo, o prédio terminou de ser construído em 1867, com um custo total de 800 mil contos de réis ao governo de Pernambuco. Tendo uma forma de cruz, foi criado com quatro raios, Norte, Sul, Leste e Oeste e cada um com três pavimentos que se dirige para o ponto central da cadeia que é coberto por uma grande cúpula metálica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Em 15 de março de 1973, a Casa de Detenção do Recife foi fechada pelo então governador Eraldo Gueiros Leite, sendo os detentos transferidos para outros presídios do Estado, especialmente para a Penitenciária Agrícola de Itamaracá. Sendo assim, posto em prática a antiga ideia que já existia do então Chefe da Casa Civil Francisco Brennand, de transformá-la numa casa que abrigasse toda a produção cultural do estado, criando assim em Pernambuco uma instituição similar aos centros de educação nas áreas de literatura, teatro, música e artes plásticas que estavam sendo criados na França pelo escritor André Malraux. Essa Transformação do antigo complexo neoclássico foi elaborada pela arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi, juntamente com Jorge Martins Junior e em 14 de abril de 1976, a Casa da Cultura foi inaugurada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj-tbZwETglkTszLAy3uBtfJ_qEgNKx9I6on2NDyHtK_DgIHnC6My-LGsTjgshSSzyuMheXxz1cokCDXTkXO5T_Dr97LO5xuvV4vyYL41SgZ4NIYrcwkApautmUPGO_VpzPOw1tvGBxqYsi/s1600/Casa+da+Cultura+01.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj-tbZwETglkTszLAy3uBtfJ_qEgNKx9I6on2NDyHtK_DgIHnC6My-LGsTjgshSSzyuMheXxz1cokCDXTkXO5T_Dr97LO5xuvV4vyYL41SgZ4NIYrcwkApautmUPGO_VpzPOw1tvGBxqYsi/s1600/Casa+da+Cultura+01.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;133&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj-tbZwETglkTszLAy3uBtfJ_qEgNKx9I6on2NDyHtK_DgIHnC6My-LGsTjgshSSzyuMheXxz1cokCDXTkXO5T_Dr97LO5xuvV4vyYL41SgZ4NIYrcwkApautmUPGO_VpzPOw1tvGBxqYsi/s200/Casa+da+Cultura+01.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Hoje, o local é um centro de cultura regional e ponto turístico obrigatório da cidade. Suas antigas celas são ocupadas por lojas de artesanato, livraria e lanchonetes. É um espaço para shows e representações folclóricas regionais e abriga também o Museu do Frevo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Conservando as suas características originais, a Casa da Cultura foi tombada como monumento histórico de Pernambuco pela FUNDARPE, através do Decreto 6.687, de 3 de setembro de 1980. &lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Considerada “A Fortaleza do Artesanato, Cultura e Turismo, em Recife”.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Calibri;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;o:p&gt;  &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Referências Bibliográficas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  CARRAZONE, Erica. Brennand e a Casa da Cultura. Suplemento Cultural D.O PE, Recife, ano 10, p. 9, jan. 1997.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  FRANCA, Rubem. Monumentos do Recife. Recife: Secretaria de Educação e Cultura de Pernambuco, 1977. p. 112.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  SOUSA, Alberto. O classicismo arquitetônico no Recife imperial. João Pessoa: UFPB, Editora Universitária; Salvador: Fundação João Fernandes da Cunha, 2000. p. 86-98.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  ACADEMIA Brasileira de Letras: os acadêmicos. Disponível em: http://www.academia.org.br/. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  BLOCH, Israel; ABREU, Alzira Alves de (Coord.). Dicionário histórico-biográfico brasileiro: 1930-1983. Rio de janeiro: Forense Universitária; FGV/CPDOC; Finep, 1984. v. 2.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  Fonte: GASPAR, Lúcia. Casa da Cultura (Recife, PE). Pesquisa Escolar On-Line, Fundação Joaquim Nabuco, Recife. Disponível em: http://www.fundaj.gov.br&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/feeds/6889386146530121406/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/04/casa-da-cultura.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/6889386146530121406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/6889386146530121406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/04/casa-da-cultura.html' title='Casa da Cultura'/><author><name>ALEXANDRE BUFFA BELTRAME</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15715934432193272202</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaemsrNsTnFtDaQjXHtRFeZ5LcKjdzE1FAZieSq47KjLIzJuzYLFllu8FaPEOAxNB1GBewN8CalMUZlKYgVbLdq4uxEdUJYrZ3Y2_gRLwVx79wKGaoAwq3-VCNZT7tag/s220/20190322_153527409_iOS.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEieHqHte9_XLRM-UeAkGFXHrJ4NvJjjm3poGZLQ1gSZl3rtZ8G0woD-VUnKJirQpchxn02nATD2eDFUUqg6eKhKCkez-BRdX18QYwFMXupt4h6pKV684crt6OY8-gJSi1FfcpIyQ62CNv8E/s72-c/Casa+da+Cultura+02.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3215746911206546828.post-2357673002547785924</id><published>2011-04-13T22:47:00.002-03:00</published><updated>2023-02-03T12:29:44.520-03:00</updated><title type='text'>Teatro de Santa Isabel</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjf_aCFZ0pn-ADivBxTdS4AgSKTchXYnaDx6OT8b5-D4hXVq84hNLWfGG_RqbSRln3SkjIpO8R_5ROfbMvjbNKXGn7BXDz2DLZJuhxuIUGgjPfBPIzqf9-YPjU98JiqFjpO-6J607hg5k-m/s1600/teatro-santa-isabel-01.jpg&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;216&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjf_aCFZ0pn-ADivBxTdS4AgSKTchXYnaDx6OT8b5-D4hXVq84hNLWfGG_RqbSRln3SkjIpO8R_5ROfbMvjbNKXGn7BXDz2DLZJuhxuIUGgjPfBPIzqf9-YPjU98JiqFjpO-6J607hg5k-m/s400/teatro-santa-isabel-01.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Francisco do Rego Barros, Conde da Boa Vista e presidente da província entre 1837 e 1844 quis construir o primeiro Teatro público no Recife, recém-saída da época colonial período cheio de mudanças na mentalidade e nos hábitos sociais que justificavam um desejo, cada vez mais acentuado, de contato social e busca de divertimento. Tinha uma proposta modernizadora de construção de estradas, pontes e edifícios públicos e tinha como objetivo não só dotar a cidade da infraestrutura necessária, mas também incrementar a economia provincial, como também aproximá-la dos padrões estéticos europeus, mostrando uma cidade próspera e civilizada, que valorizava a cultura como um todo. Seu realizador foi o engenheiro francês Louis Léger Vauthier sendo essa a obra de maior importância dentro do projeto de modernização idealizado por Rego Barros para Pernambuco e considerado por muitos como o mais belo edifício teatral do império. Essa iniciativa de Pernambuco, em 1840, serviu de exemplo para outras capitais que, estimuladas pelo prestígio da província pernambucana e pelo incremento das atividades artísticas e sociais constatadas, adotaram iniciativa semelhante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqrJB8MK_hQWB9xWBh99LbSJgZKmDzkSxL-Eu-w5to4sL4OHxm_u0w2w-DatJkBzdM6IvrsQIdPX7i-LVryVerFyxGB0gpyKzS5qEIVpS5XjgRha2GgjPLrcgVU_YzeOR2r8PzPCx_dc9G/s1600/teatro-santa-isabel-03.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;192&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqrJB8MK_hQWB9xWBh99LbSJgZKmDzkSxL-Eu-w5to4sL4OHxm_u0w2w-DatJkBzdM6IvrsQIdPX7i-LVryVerFyxGB0gpyKzS5qEIVpS5XjgRha2GgjPLrcgVU_YzeOR2r8PzPCx_dc9G/s320/teatro-santa-isabel-03.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Homenageando a Princesa Isabel, o teatro foi inaugurado em 18 de maio de 1850 com o drama O Pajem D’Aljubarrota, de Mendes Leal, escritor português dos mais encenados na primeira metade do século. Sua história tem páginas repletas de óperas, dramas, concertos, comédias, torneios de oratórias, solenidades cívicas e políticas, bailes, festas e jantares. Tendo ainda o privilégio de ser, junto com o Palácio do Campo das Princesas e o Palácio da Justiça de Pernambuco, parte dos belíssimos exemplares da arquitetura neoclássica que emolduram a histórica Praça da República, bem no coração da Ilha de Santo Antônio no centro do Recife. Além do hall, camarins, palco, galerias, o teatro oferece entre suas belas instalações o Salão Nobre, local perfeito para realização de saraus literários e concertos de câmara, assim como a cafeteria com design atual e detalhes de época. O teatro também é sede da Orquestra Sinfônica do Recife. É hoje um dos 14 teatros-monumento do país reconhecido como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, título que ganhou em 1949. O teatro tem sido um palco para o Recife, em todos os aspectos: políticos, sociais e culturais. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhRxs9lrSEpJMnzGHKeK7CAfEsxQheViN8oqW6Zr5uo3adlHv8Qj7k69FQ1LBspomaWhPo6Nxs4eVkDaLy3HvPLQRec65WIBchYYgYiRPVNC09CFzy2nzeovtNxmYuJ6G5d9T7s5heZB31k/s1600/teatro-santa-isabel-02.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;168&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhRxs9lrSEpJMnzGHKeK7CAfEsxQheViN8oqW6Zr5uo3adlHv8Qj7k69FQ1LBspomaWhPo6Nxs4eVkDaLy3HvPLQRec65WIBchYYgYiRPVNC09CFzy2nzeovtNxmYuJ6G5d9T7s5heZB31k/s200/teatro-santa-isabel-02.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;A arquitetura neoclássica do início do século XIX está agora aliada à modernidade. A reforma fez uso da tecnologia que permitiu inovações na estrutura do Teatro e conforto para os espectadores. A arquitetura original está preservada, mas novos recursos tecnológicos foram implantados. O Teatro de Santa Isabel alia tradição e modernidade na vida cultural da capital Pernambuco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;  &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Referências Bibliográficas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  ARRAIS, Isabel Concessa. Teatro de Santa Isabel. Recife: Fundação de Cultura Cidade do Recife, 2000. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  BORGES, Geninha da Rosa. Teatro de Santa Isabel: nascedouro &amp;amp; permanência. Recife: Cepe, 2000. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  TEATRO Santa Isabel: documentos para a sua história: 1838-1850. Recife: Prefeitura Municipal. Diretoria de Documentação e Cultura, 1950.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit; font-size: x-small;&quot;&gt;  Fonte: GASPAR, Lúcia. Teatro Santa Isabel. Pesquisa Escolar On-Line, Fundação Joaquim Nabuco, Recife.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Calibri;&quot;&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/feeds/2357673002547785924/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/04/teatro-de-santa-isabel.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/2357673002547785924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/2357673002547785924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/04/teatro-de-santa-isabel.html' title='Teatro de Santa Isabel'/><author><name>ALEXANDRE BUFFA BELTRAME</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15715934432193272202</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaemsrNsTnFtDaQjXHtRFeZ5LcKjdzE1FAZieSq47KjLIzJuzYLFllu8FaPEOAxNB1GBewN8CalMUZlKYgVbLdq4uxEdUJYrZ3Y2_gRLwVx79wKGaoAwq3-VCNZT7tag/s220/20190322_153527409_iOS.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjf_aCFZ0pn-ADivBxTdS4AgSKTchXYnaDx6OT8b5-D4hXVq84hNLWfGG_RqbSRln3SkjIpO8R_5ROfbMvjbNKXGn7BXDz2DLZJuhxuIUGgjPfBPIzqf9-YPjU98JiqFjpO-6J607hg5k-m/s72-c/teatro-santa-isabel-01.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3215746911206546828.post-2852948159058166708</id><published>2011-04-02T23:00:00.003-03:00</published><updated>2023-02-03T15:43:40.818-03:00</updated><title type='text'>Bairro do Recife</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;O Recife nasceu em um pedaço de terra circundado de manguezais e pelo Oceano Atlântico onde havia uma barreira de arrecifes, se tornando local ideal para a construção de um porto.&amp;nbsp;Foi criado na primeira metade do século XVI, construído para escoar pau brasil e os produtos da atividade agro açucareira de Olinda, que era a capital pernambucana na época. Houve em seguida a necessidade da construção de depósitos para armazenar as mercadorias e casas residenciais para os trabalhadores portuários, criando assim, a comunidade que se chamava de Arrecife dos Navios. Inicialmente foi crescendo desordenadamente, as aberturas de ruas obedeciam apenas à vontade dos que ali se fixavam.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjV6p8frAGO0hXfDf3C8ioK2iHoeIMMU7PIaJQwfs69pQaWdD4Pv7L-hEPIsk_yehUHVV57cA1U4uZjbVwXA9EnjoaNLV6Bok9ycxQLwmtNehoQZlEjWgzb8T1gBO-kEwHZkuoiHWbFX-WH/s1600/Bairro+do+Recife+02.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjV6p8frAGO0hXfDf3C8ioK2iHoeIMMU7PIaJQwfs69pQaWdD4Pv7L-hEPIsk_yehUHVV57cA1U4uZjbVwXA9EnjoaNLV6Bok9ycxQLwmtNehoQZlEjWgzb8T1gBO-kEwHZkuoiHWbFX-WH/s1600/Bairro+do+Recife+02.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;150&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjV6p8frAGO0hXfDf3C8ioK2iHoeIMMU7PIaJQwfs69pQaWdD4Pv7L-hEPIsk_yehUHVV57cA1U4uZjbVwXA9EnjoaNLV6Bok9ycxQLwmtNehoQZlEjWgzb8T1gBO-kEwHZkuoiHWbFX-WH/s200/Bairro+do+Recife+02.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;A partir do domínio holandês, com o conde Maurício de Nassau em 1637, a comunidade passou a ter algum planejamento e ao fim desse domínio em 1654 já contava com 300 prédios - entre os quais a Casa da Câmara, a Igreja do Corpo Santo, a Cadeia e vários Armazéns. Em 1709 a Coroa Portuguesa permitiu instalar no local a Vila de Santo Antônio do Recife, mas só se concretizaria depois de uma guerra civil com Olinda. E em 1918 foi inaugurado o Porto do Recife o que deu um impulso ao desenvolvimento econômico do bairro. O auge do bairro foi entre as décadas de 1950 e 1970 com uma movimentada fase do porto que servia de grande centro comercial e importante ponto de embarque e desembarque de mercadorias para todo o Nordeste brasileiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;No início dos anos 80 começou as operações do Porto de Suape, deixando o Porto do Recife em segundo plano, e o bairro caiu no abandono que passou a abrigar apenas escritórios contábeis ou de representação, como também, os bordéis recifenses. Seus moradores migraram para outras regiões do Recife, e com o passar do tempo o conjunto arquitetônico da região foi se deteriorando. Só a partir de 1990 é que tiveram início à os projetos de recuperação arquitetônica do casario do bairro do Recife, que passaria a contar com vários prédios históricos restaurados, e outros trechos do casario em recuperação e, pelo menos, três polos de lazer consolidados. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi0IZCQr2F_DoQ-gXt1Q8go2uCt8JJm70iHboBIPdXjDL214V49ryc73W2edcEOf7Mo3WChb0ZZWP32DBe239LjygRWR3fX0mT0lvpWNwvZXjPki2290KsACE7YaIrAhig-eZgUzfl_O2Q1/s1600/Bairro+do+Recife+01.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi0IZCQr2F_DoQ-gXt1Q8go2uCt8JJm70iHboBIPdXjDL214V49ryc73W2edcEOf7Mo3WChb0ZZWP32DBe239LjygRWR3fX0mT0lvpWNwvZXjPki2290KsACE7YaIrAhig-eZgUzfl_O2Q1/s1600/Bairro+do+Recife+01.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;131&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi0IZCQr2F_DoQ-gXt1Q8go2uCt8JJm70iHboBIPdXjDL214V49ryc73W2edcEOf7Mo3WChb0ZZWP32DBe239LjygRWR3fX0mT0lvpWNwvZXjPki2290KsACE7YaIrAhig-eZgUzfl_O2Q1/s200/Bairro+do+Recife+01.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Hoje o Recife Antigo está voltado para abrigar grandes escritórios, bancos e um polo tecnológico. Existindo também um projeto de reutilização dos antigos armazéns para a criação de espaços voltados para o incremento turístico da cidade, onde a prefeitura, como também o governo do estado, está pondo grandes programações turístico-culturais no bairro para incentivar o reuso local e incrementar novamente a vida do principal bairro da cidade do Recife.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Referências Bibliográficas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  Recife Antigo por Eduardo Camões. Art Collection Editora, Relatório 86/87 do Moinho Recife.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  Nordeste Histórico e Monumental - Clarival do Prado Valladares vol.III, Velhas Fotografias Pernambucanas - Gilberto Ferrez, Bairro do Recife - Porto de Muitas Histórias;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  Recife de Ontem e Hoje de Edvaldo Arlégo, Jornal do Commercio de 01 de novembro de 1995;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  Xangô de Baker Street - Jô Soares, O Príncipe de Nassau - Paulo Setúbal, A ilha do dia anterior - Umberto Eco, Tempo dos Flamengos - José Antônio Gonçalves de Mello;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  Anais Pernambucanos - Pereira da Costa;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  Recife do Corpo Santo - Vanildo Bezerra Cavalcanti, Atlas Histórico Cartográfico do Recife - José Luiz Mota Menezes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/feeds/2852948159058166708/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/04/bairro-do-recife.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/2852948159058166708'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/2852948159058166708'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/04/bairro-do-recife.html' title='Bairro do Recife'/><author><name>ALEXANDRE BUFFA BELTRAME</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15715934432193272202</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaemsrNsTnFtDaQjXHtRFeZ5LcKjdzE1FAZieSq47KjLIzJuzYLFllu8FaPEOAxNB1GBewN8CalMUZlKYgVbLdq4uxEdUJYrZ3Y2_gRLwVx79wKGaoAwq3-VCNZT7tag/s220/20190322_153527409_iOS.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjV6p8frAGO0hXfDf3C8ioK2iHoeIMMU7PIaJQwfs69pQaWdD4Pv7L-hEPIsk_yehUHVV57cA1U4uZjbVwXA9EnjoaNLV6Bok9ycxQLwmtNehoQZlEjWgzb8T1gBO-kEwHZkuoiHWbFX-WH/s72-c/Bairro+do+Recife+02.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3215746911206546828.post-7943111636571577396</id><published>2011-03-24T23:30:00.003-03:00</published><updated>2023-02-03T15:43:18.557-03:00</updated><title type='text'>Praças do Recife</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Podemos até criar hoje um blog só para falar das belas praças que existem em Recife, são inúmeras e cada uma possui uma peculiaridade histórica de sua criação. É fabuloso enumerar várias praças como: a Praça de Casa Forte; A Praça Euclides da Cunha, conhecida como Praça do Internacional; Praça Ministro Salgado Filho, também conhecida como Praça do Aeroporto, todas criadas pelo Arquiteto e Paisagista Burle Marx; Praça de Apipucos; Praça Beira-Rio; Praça Fleming; Praça do Largo da Paz; Praça do Parque Amorim; Praça do Parnamirim; Sítio da Trindade; Parque Treze de Maio; Praça da Jaqueira; dentre muitas outras. Contudo foi feito um pequeno resumo e destaque em algumas outras praças que mistura um pouco da história de todas já citadas, um pouco da arquitetura, do urbanismo, da cultura e das crendices de nossa cidade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Calibri;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj0LXxqOYbE1r6rtzXgwLTA_-WZ8pKO9dI9ESleZ7lgjEllPe9OBisEO3V9XSDDVKzCw_dsFvtUf7bl8mwzoKk9OKHYpd4ZLry0IIIGTJqAhW43Rgkj3jQOycF6FIVuwT_7YloC_V-mUkZo/s1600/Pra%25C3%25A7a+da+Rep%25C3%25BAblica02.jpg&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;131&quot; r6=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj0LXxqOYbE1r6rtzXgwLTA_-WZ8pKO9dI9ESleZ7lgjEllPe9OBisEO3V9XSDDVKzCw_dsFvtUf7bl8mwzoKk9OKHYpd4ZLry0IIIGTJqAhW43Rgkj3jQOycF6FIVuwT_7YloC_V-mUkZo/s200/Pra%25C3%25A7a+da+Rep%25C3%25BAblica02.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;Praça da República -&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; É uma importante praça situada no bairro de Santo Antônio, ficando no extremo norte do bairro, na Ilha de Antônio Vaz, sendo margeada pelos rios Capibaribe e Beberibe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Ao seu redor estão as edificações do Palácio do Campo das Princesas, sede do governo estadual; O Teatro de Santa Isabel; O Palácio da Justiça e o antigo Liceu de Artes e Ofícios de Pernambuco. Possui várias estátuas de Deusas que são as guardiãs do lugar (Ceres, a Deusa da fertilidade; Diana, Deusa da Caça; Flora, Deusa das Flores; Juno, rainha dos deuses do Olimpo, protetora das mulheres e o casamento; Minerva, Deusa das artes e Ciências; e Níobe, Vesta e Têmis, que são consideradas as Deusas da justiça). Possuindo também um centenário baobá, que diz a história, foi fonte de inspiração a Antoine de Saint-Exupéry, para escrever O pequeno príncipe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;O conde Maurício de Nassau construiu na praça o Palácio de Friburgo, ou Palácio das Torres. Com sua destruição, no século XVIII, o local passou a ser denominado Campo do Palácio Velho, depois, quando a tesouraria da Capitania de Pernambuco foi transferida para a praça o Palácio das Torres passou a ser chamado de Campo do Erário e durante a Revolução de 1817, passou a ser chamado de Campo da Honra. Com a construção do Palácio do Governo, passou a ser denominado de Largo do Palácio e por fim mudou o nome para Campo das Princesas, com a visita de Dom Pedro II.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhP0ukDbUY0DoX34PQ7GHfz5n4lTOeOai2gCZzo8ebFUpiVfEfjfdQRWNLi7H_BGMsTzOrtg_nwM8QtRmL8yQdtGQPHEhSBpv0fQU59vSuB5zk6mF0Lid3MFDP5WiGEXunbcKx8RSJnfhpH/s1600/Praca+do+Encanamento.jpg&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;149&quot; r6=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhP0ukDbUY0DoX34PQ7GHfz5n4lTOeOai2gCZzo8ebFUpiVfEfjfdQRWNLi7H_BGMsTzOrtg_nwM8QtRmL8yQdtGQPHEhSBpv0fQU59vSuB5zk6mF0Lid3MFDP5WiGEXunbcKx8RSJnfhpH/s200/Praca+do+Encanamento.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;Praça do Entroncamento -&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt; &lt;/span&gt;A praça ganhou o nome de &quot;entroncamento&quot; porque costumava abrigar o cruzamento de três antigas estradas de ferro do trem urbano (Maxabombas) a do Arraial, a da Várzea e a de Dois Irmãos, esse nome Entroncamento foi colocada pela população recifense. &lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Existe em seu centro uma fonte de ferro, em estilo neoclássico, apresentando uma coluna esguia, com folhas e flores, e uma mulher e gárgulas, mais no alto, de onde escoa água e a seu redor pode ser apreciado um círculo de palmeiras. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;A Praça foi inaugurada pelo Prefeito Antônio Correia de Góis em 19 de outubro de 1925, com o nome oficial de Praça Correia de Araújo, uma homenagem a um governador que Pernambuco teve em 1896. Próximo da Praça encontra-se o Palácio de São José dos Manguinhos, no bairro das Graças, que serviu de residência oficial, durante muitos anos, do falecido Arcebispo de Olinda e Recife, Dom Hélder Câmara, e, ao seu lado, está a Capela de São José dos Manguinhos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Hoje, constitui um dos locais mais pitorescos da cidade. Na época do Natal, a praça se transforma numa explosão de luzes e cores que encanta crianças e adultos&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg5Rh-KKn8WUnZi3HRE2cXvX2bfpTBcvq-6-Yx-O1hvRnaNbafrI6WOkvsCikpm8IPLvRleHj00EQ2t9uRTEZNv0Bh2Q4VG4N61t0oLL_-lL3AdFIIX5p9CxvBNV5VqCcoNrRRqVq9kfUlu/s1600/pra%25C3%25A7a+do+arsenal.jpg&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;131&quot; r6=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg5Rh-KKn8WUnZi3HRE2cXvX2bfpTBcvq-6-Yx-O1hvRnaNbafrI6WOkvsCikpm8IPLvRleHj00EQ2t9uRTEZNv0Bh2Q4VG4N61t0oLL_-lL3AdFIIX5p9CxvBNV5VqCcoNrRRqVq9kfUlu/s200/pra%25C3%25A7a+do+arsenal.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;&lt;b&gt;Praça Arsenal da Marinha - &lt;/b&gt;Também&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;conhecida como Arthur Oscar é u&lt;/span&gt;ma construção de 1870, foi chamada inicialmente de Praça Voluntários da Pátria e localizada no bairro do Recife Antigo, abriga o busto do almirante de Tamandaré, &quot;Patrono da Marinha Brasileira&quot;. Seu nome foi dado em homenagem ao general que comandou a quarta e última expedição contra o Arraial de Canudos. Possui em seu entorno a Rua do Bom Jesus, antiga Rua dos Judeus; a Torre Malakoff, batizada com o nome de uma das torres da fortaleza de Sebastopol, durante a Guerra da Criméia (1853-1855); e uma grande concentração da arquitetura do século XVIII.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjU8Caxg-eh2x4sUpcVzfPfmeJtGLtH_7JfQVaUf4C4S0f-GLykfn5aHHXxvjyFJnIxvHP8z9VY-FCo2Up8Pf8aTMnv8Qz5UiBLisnfTFYapZMqQd50h_VqfXay2IzIO0VL_jcCgkkbgJED/s1600/pra%25C3%25A7a+chora+menino.jpg&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; r6=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjU8Caxg-eh2x4sUpcVzfPfmeJtGLtH_7JfQVaUf4C4S0f-GLykfn5aHHXxvjyFJnIxvHP8z9VY-FCo2Up8Pf8aTMnv8Qz5UiBLisnfTFYapZMqQd50h_VqfXay2IzIO0VL_jcCgkkbgJED/s200/pra%25C3%25A7a+chora+menino.jpg&quot; width=&quot;150&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;Praça Chora Menino -&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; Sabe-se que um rico colono João Velho Barreto, no começo do século XVII, possuía uma grande extensão de terras que se chamava de Mondego, tendo o nome origem portuguesa. Nesse sítio havia uma estrada aberta em linha reta, cujo primeiro trecho é designado de Rua do Mondego onde é construído um dos primeiros prédios imponentes da cidade, com dois pavimentos, também é erguida uma capela, sob a invocação da Sacra Família e de São João. Essas obras começam em 1755, porém só são concretizadas em 1888. Por ter servido de residência temporária do governador pernambucano general Luís do Rego Barreto (1817-1821) o prédio foi apelidado de Palácio do Mondego. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;No ano de 1831 trouxe muitas comoções políticas, no Estado de Pernambuco como também em todo Brasil. Aqui ocorre a histórica Setembrizada, empreendida por soldados rasos insubordinados, que arrombam, saqueiam e cometem inúmeras atrocidades em casas particulares e estabelecimentos comerciais, essas lutas duraram três dias (14, 15 e 16 de setembro de 1831), deixando muitos mortos, sendo os indisciplinados no final vencidos. As vítimas, que foram muitas, ganharam sepulturas exatamente no sítio do Mondego e foi a partir daí que as pessoas começaram a falar que o lugar havia se tornado mal-assombrado. Através de um fato verídico acabou se criando uma lenda, por intermédio da imaginação popular que espalhou a estória que a noite, quem passasse por aquele sítio, ouvia um choro de menino e foi a partir de então que começou a chamar o pedaço de terra Praça Chora Menino.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjf4VltAbdFpAsa4uX7AEVwK2uL7ZfdQI74s_2iHHKqQFcSyj8GybimwuWqBEft6k0j7Zek2cTo-c2CmSQT2G12J4bAyNSqwP9CocmB-XBNLZahVXOrHRPcssEpfHfX7U71U0h_KprB0mWb/s1600/Praca+do+carmo.jpg&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;150&quot; r6=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjf4VltAbdFpAsa4uX7AEVwK2uL7ZfdQI74s_2iHHKqQFcSyj8GybimwuWqBEft6k0j7Zek2cTo-c2CmSQT2G12J4bAyNSqwP9CocmB-XBNLZahVXOrHRPcssEpfHfX7U71U0h_KprB0mWb/s200/Praca+do+carmo.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;Praça do Carmo -&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt; &lt;/span&gt;A Praça em Recife é finalizada no final do século XVII e fica diante da Basílica e do Convento de Nossa Senhora do Carmo que foi construída em 1687, possui traços barrocos, com seu altar dourado e com a imagem da padroeira Nossa Senhora do Carmo, em tamanho natural que se destaca pela sua imponência, o altar principal abriga valiosas coroas de ouro e pedras preciosas e foi neste convento que Frei Caneca ordenou-se sacerdote, localizado no bairro de Santo Antônio, na Avenida Dantas Barreto; demasiado a Rua da Aurora, com seus casarões refletidos no Rio Capibaribe. Hoje em dia, é palco da anual festa em homenagem à padroeira Nossa Senhora do Carmo, que acontece no mês de julho. Nesta época, costuma abrigar parque de diversões e barraquinhas de comidas, bebidas e artigos religiosos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg_zz3xZKeAhe10xcwuH5AH3ZfOfRgHwkMRw9g9-Lamv4RaF4n_YsyLIJoFDGPcq1nd8TaHp7lrgS0CAUw-TT39mb2DIWWl97gMzzZfO0iIzcN2mtAR8E2Pj5OQry2L8ttU-BGM6d1afQlv/s1600/pra%25C3%25A7a+do+derby.jpg&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;150&quot; r6=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg_zz3xZKeAhe10xcwuH5AH3ZfOfRgHwkMRw9g9-Lamv4RaF4n_YsyLIJoFDGPcq1nd8TaHp7lrgS0CAUw-TT39mb2DIWWl97gMzzZfO0iIzcN2mtAR8E2Pj5OQry2L8ttU-BGM6d1afQlv/s200/pra%25C3%25A7a+do+derby.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;Praça do Derby - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;O bairro do Derby é criado no final do Século XIX, quando ainda se chamava de Estância, em referência à estância de Henrique Dias. Em 1888 foi construída uma pista de corrida de cavalos, da Sociedade Hípica Derby Club. Com o fim do hipódromo, Delmiro Gouveia construiu em seu local um mercado que foi destruído por um incêndio em 1900, depois de restaurado, em 1924, passou a ser o Quartel da Polícia Militar de Pernambuco. Na frente do quartel, em 1925 foi construída a Praça do Derby, na administração do prefeito Antônio de Góis, com um projeto de paisagismo moderno, antecedia a atuação do arquiteto Burle Marx (1935) nas praças Euclides da Cunha, de Casa Forte e Ministro Salgado Filho. No mesmo período foi construído o Hotel Internacional, onde tempos depois foi construída a Faculdade de Medicina do Recife, e que hoje se encontra o Memorial da Medicina de Pernambuco.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Cortada por ruas e avenidas, a praça está dividida em duas partes. A primeira, onde está o parque infantil, fica em frente ao quartel; do outro lado, fica a &quot;ilha do amor&quot;, com canteiros, coreto semicircular e estátuas; e em uma das extremidades encontra-se o &quot;monumento ao policial militar tombado no cumprimento ao dever&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgICQ5hrjeSoIywNbrZ2Q332YbADeOcUgdcujDjCpsLokbC4hxrSC46cHQObRJjLJqBzyscPtV71emHAG5is5tgabV_jhCLRGUCK0pGr-PW3b9ehK1nGyzkjN2hvvceZ6iZbEGfdceI6p0_/s1600/Pra%25C3%25A7a+Maciel+Pinheiro02.jpg&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;140&quot; r6=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgICQ5hrjeSoIywNbrZ2Q332YbADeOcUgdcujDjCpsLokbC4hxrSC46cHQObRJjLJqBzyscPtV71emHAG5is5tgabV_jhCLRGUCK0pGr-PW3b9ehK1nGyzkjN2hvvceZ6iZbEGfdceI6p0_/s200/Pra%25C3%25A7a+Maciel+Pinheiro02.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;Praça Maciel Pinheiro - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;Localizada no final da Rua do Hospício, entre as ruas Imperatriz e Velha, no bairro da Boa Vista. Era conhecida como Praça da Boa Vista até 1869, depois em 1870 ficou sendo chamada de Praça Conde D&#39;Eu (Luís Felipe Gastão de Orleans), francês naturalizado brasileiro, esposo da &lt;span face=&quot;&amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;&quot; style=&quot;color: black; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial;&quot;&gt;princesa Isabel, que substituiu Caxias no comando das tropas da Guerra do Paraguai. Com a &lt;/span&gt;vitória das tropas brasileiras na guerra a &lt;span face=&quot;&amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;&quot; style=&quot;color: black; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial;&quot;&gt;praça muda o nome para Maciel Pinheiro em 1889, como forma de comemoração.&lt;/span&gt; Ao lado da praça, fica a Igreja do Santíssimo Sacramento, Matriz da Boa Vista, do século XIX.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgGvgBKFtZ5bjqRg72JLKOpONcBeLuK_pIC9HpoS-Zn7zhMt9krEL4z68-nJ4CfJCpeqHgoM9OybJbPK0ZfNAEriYlJHzeq1Yr1TvFAkxAi8UmWlyihLe4jurjJp0RB1deeDO5xGjGeyxzJ/s1600/Praca+do+Marco+Zero.jpg&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;123&quot; r6=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgGvgBKFtZ5bjqRg72JLKOpONcBeLuK_pIC9HpoS-Zn7zhMt9krEL4z68-nJ4CfJCpeqHgoM9OybJbPK0ZfNAEriYlJHzeq1Yr1TvFAkxAi8UmWlyihLe4jurjJp0RB1deeDO5xGjGeyxzJ/s200/Praca+do+Marco+Zero.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;Praça Rio Branco -&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; A praça é famosa por abrigar o Marco Zero do Recife, desse ponto a cidade começou a se expandir, aterrando aquelas águas que lhe renderiam comparações com Veneza e as terras da Holanda. Sendo também o ponto inicial das estradas do estado de Pernambuco. Em 1938 uma estátua do Barão de Rio Branco foi erguida e servia de vigia silencioso do ponto central da cidade dai veio o atual nome da praça. O local costumava abrigar árvores de grande porte e banquinhos que servia de parada estratégica para admirar uma extensa muralha de arrecifes naturais, com mais de seis quilômetros de comprimento, que faz contato direto com o Oceano Atlântico. O ambiente é composto pelo Porto do Recife, pelo Terminal Marítimo de Passageiros e pelo Parque de Esculturas Francisco Brennand, além de diversos casarões históricos. Em 1999 a praça que existia no local recebeu modificações, sendo a escultura do Barão do Rio Branco transferida para poucos metros do local original e recebendo uma rosa dos ventos impressa no chão, de autoria do artista plástico Cícero Dias, passando a ser uma área aberta para a realização de eventos, atualmente serve como palco de comemorações e apresentações artísticas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Referências Bibliográficas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  CARTA DE FLORENÇA, 1981. In CURRY, Isabele (org.). Cartas patrimoniais. Rio de Janeiro, IPHAN, Edições do Patrimônio, 2000. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  FARIAS, Abelardo Cabral. Praça de Casa Forte. Redescoberta e resgate. Monografia do curso de Engenharia Florestal, UFRPE, 1997. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  MARX, Roberto Burle. Arte e paisagem. São Paulo, Nobel, 1987. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  SÁ CARNEIRO, Ana Rita; MESQUITA, Liana. Espaços livres do Recife, Prefeitura do Recife/UFPE, 2000. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  SITTE, Camillo. A construção das cidades segundo seus princípios artísticos. São Paulo, Ática, 1992.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  MADRUGA, P. R. de A. et al. Ambiência - Revista do Setor de Ciências Agrárias e Ambientais V. 3 N. 1 jan./abr. 2007.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  LLARDENT, L. R. A. Zonasverdes y espaços livres en la ciudad. Madri: Closas Orcoyen, 1982. 538p.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  LIMA, A. M. L. P. et al. Problemas de utilização na conceituação de termos como espaços livres, áreas verdes e correlatos. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ARBORIZAÇAO URBANA, 2, 1994. São Luiz/MA. Anais...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  São Luiz: Imprensa EMATER/MA, 1994. p. 539 – 533.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  ALVAREZ, I.A. et al. Arborização urbana do centro de Petrolina – PE.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/feeds/7943111636571577396/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/03/pracas-do-recife.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/7943111636571577396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/7943111636571577396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/03/pracas-do-recife.html' title='Praças do Recife'/><author><name>ALEXANDRE BUFFA BELTRAME</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15715934432193272202</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaemsrNsTnFtDaQjXHtRFeZ5LcKjdzE1FAZieSq47KjLIzJuzYLFllu8FaPEOAxNB1GBewN8CalMUZlKYgVbLdq4uxEdUJYrZ3Y2_gRLwVx79wKGaoAwq3-VCNZT7tag/s220/20190322_153527409_iOS.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj0LXxqOYbE1r6rtzXgwLTA_-WZ8pKO9dI9ESleZ7lgjEllPe9OBisEO3V9XSDDVKzCw_dsFvtUf7bl8mwzoKk9OKHYpd4ZLry0IIIGTJqAhW43Rgkj3jQOycF6FIVuwT_7YloC_V-mUkZo/s72-c/Pra%25C3%25A7a+da+Rep%25C3%25BAblica02.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3215746911206546828.post-323521751275994854</id><published>2011-03-17T11:57:00.003-03:00</published><updated>2023-02-03T15:42:14.994-03:00</updated><title type='text'>O bairro da Boa Vista</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;O Recife nas décadas de 50 e 60 passava por grandes modificações principalmente na arquitetura, tendo grandes influências da França com as ideias de Le Corbusier e as inovações art déco. No início do século XX o Bairro sofre profundas modificações onde o processo de urbanização aumenta, atingindo em cheio a estética do bairro, como também a mentalidade das pessoas. O Recife e o Bairro da Boa Vista deveriam mostrar a todo o país que era moderno. Nesse mesmo período se observa um grande êxodo da população em direção às novas povoações nos subúrbios da cidade, onde se criavam Estradas, novos mercados, postos de saúde e grupos escolares, enquanto a iniciativa privada providenciava o sistema de transporte e de abastecimento da cidade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Sigismundo Gonçalves, Governador desta época, promoveu diversas reformas no bairro como o alargamento da Rua Sete de Setembro e da Rua do Hospício, o calçamento da Rua da Imperatriz, o novo ajardinamento da Praça Maciel Pinheiro e o beneficiamento do Caminho Novo, atual Conde da Boa Vista. Essas mudanças feitas pelo poder público ou pela iniciativa privada deram às devidas respostas as demandas do novo Recife. No ano de 1909 é convidado o então sanitarista Saturnino de Brito para executar os trabalhos de saneamento do Recife e esse projeto se inicia na cidade em 1910. A partir desse momento a cidade perde a sua aparência colonial e passa a ter o desenho de uma cidade moderna, tendo largas avenidas bem no estilo Paris de ser, o que implicou em algumas destruições de marcos histórico como o cais, os arcos de Santo Antônio e da Conceição e sobrados coloniais, para dar lugar à construção de edifícios modernos. Como consequência há uma evasão dos moradores antigos e, desta forma, são estabelecidos os mocambos que configurariam o grande contraponto à nova paisagem do bairro no século XX. Esse novo Plano de Saneamento do Recife serviu como um marco na história do urbanismo e do paisagismo da cidade como um todo, onde começou a se definir os espaços livres destinados a parques e praças, prevendo a expansão da cidade segundo uma orientação voltada à higiene, ao conforto e a estética.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;clear: right; cssfloat: right; float: left; margin-bottom: 1em; text-align: left;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;border: currentcolor; text-align: center;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;border: currentcolor;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhz-11Em1To_G2KK-5yqJ-_p3a0O9bO6h41ykDBn-A8YwvKBD_cPksDo5Q-gzsC9Mdx3mw8obb2_rsBzBtUPq-165FY5OPHrgFOzY_xZInuNNMb0vwztWyttv2qIn3cDMIqm3CTBUrLpYH9/s1600/Edif+Pirapama.jpg&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; r6=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhz-11Em1To_G2KK-5yqJ-_p3a0O9bO6h41ykDBn-A8YwvKBD_cPksDo5Q-gzsC9Mdx3mw8obb2_rsBzBtUPq-165FY5OPHrgFOzY_xZInuNNMb0vwztWyttv2qIn3cDMIqm3CTBUrLpYH9/s200/Edif+Pirapama.jpg&quot; width=&quot;155&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;border: currentcolor; text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Edif. Pirapama (1956)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: left; text-align: left;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;border: currentcolor; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiGIjCQwNPKroomxUW8IlfBIU__cdQB9AxI7rpUCP0Ggjqd3dXD8y0089CV1KMTEmwv3JsXgSW6jJ6u4vSWyTI3pHvvkSIaMDYIGySYVfes1-SqjHe3ggzp_0hJLQJG5Dhgv6Si6QBi0OCO/s1600/edif+Rio+Branco.jpg&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; r6=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiGIjCQwNPKroomxUW8IlfBIU__cdQB9AxI7rpUCP0Ggjqd3dXD8y0089CV1KMTEmwv3JsXgSW6jJ6u4vSWyTI3pHvvkSIaMDYIGySYVfes1-SqjHe3ggzp_0hJLQJG5Dhgv6Si6QBi0OCO/s200/edif+Rio+Branco.jpg&quot; width=&quot;150&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;border: currentcolor; text-align: center;&quot;&gt;Edif. Barão do Rio Branco (1968)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;border: currentcolor; margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;border: currentcolor;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Nesta época foi quando existiu uma das principais transformações no bairro, além da pavimentação e melhoria de algumas vias, tivemos a abertura da Rua José de Alencar e Marquês do Amorim, com o loteamento do sítio que ainda existente na região, onde os novos edifícios construídos vieram dar uma nova concepção para uso e formas já existentes no bairro. Com o decorrer dos anos e aumento da atividade comercial, as casas localizadas no bairro deixaram de ser bem-vistas como moradia para a classe média existente e fazendo com que procurassem cada vez mais os novos empreendimentos imobiliários da cidade, dando como exemplo o mais novo e moderno bairro do Derby, já para a classe de pouca renda, entretanto, as tais casas ainda eram muito atrativas, justificando assim a uma mudança no quadro habitacional do bairro e no seu nível de renda.&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Com a influência da “Belle Époque” ocorre não só mudanças arquitetônicas, como também mudanças na postura e na forma de pensar das pessoas. Começou e investigar quais seriam as necessidades que deveriam ser utilizadas por essa nova civilização e com isso se vê nesse período a necessidade de expulsão dos bêbados, desocupados, ambulantes, loucos e prostitutas do centro do Recife, pois se queria dar um ar moderno e acreditava que estes desocupados manchariam a reputação e imagem da cidade. O advento da modernidade exigia pessoas mais educadas e que se comportassem de maneira “correta” e “decente” perante a sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;border: currentcolor; margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;border: currentcolor;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Portanto o bairro como a própria cidade do Recife teve grandes mudanças influenciadas pelas características da modernidade que se vingava no Brasil nesse período, principalmente no que diz respeito às novas formas de construção, influenciadas por Lúcio Costa, Luiz Nunes, e outros grandes nomes da arquitetura nacional, e que se fortaleceu por aqui entre os anos 50 a 70, através dos arquitetos Acácio Gil Borsoi e Delfim Amorim, como demonstrado no artigo anterior.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;border: currentcolor; margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;border: currentcolor;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;A falta de preservação e manutenção desse patrimônio é acabar de vez com uma parte importante da nossa história, não se deve utilizá-lo só como base de estudos, mas é necessário que a população esteja ciente da importância destes bens para que possamos salvá-los e resguardá-los. A sua preservação é a nossa identidade como povo brasileiro e pernambucano.&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Referências&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  AMORIM, Luiz. Obituário arquitetônico: Pernambuco modernista. [Recife: O autor], 2007.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  BERNARDINO, Iana Ludermir. Morar no centro: Estratégias de incentivo ao uso habitacional do sítio histórico da Boa Vista. Trabalho de conclusão de curso, Arquitetura, Universidade Federal de Pernambuco, 2008.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  BEZERRA, Vanildo. Recife de Corpo Santo. Recife, Companhia Editora de Pernambuco, 1977.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  CARNEIRO, Ana Rita Sá; Pontual, Virgínia (organizadoras). História e Paisagem: ensaios urbanísticos do Recife e de São Luís. Recife: Bagaço, 2005&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  DELFIM Amorim: Arquiteto. 1. ed. Recife: Instituto de Arquitetos do Brasil, 1991.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  MELLO, Evaldo Cabral de. Aspectos da descaracterização do Recife. Recife: Edição do Grêmio Literário Ruy Barbosa, 1951.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  MOREIRA, Fernando Diniz (organizador). Arquitetura Moderna no Norte e Nordeste do Brasil: universalidade e diversidade. Recife: FASA, 2007.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  NASLAVSKY, Guilah. Arquitetura Moderna em Pernambuco entre 1945-1970: uma Produção com Identidade Regional? In: 5º Seminário Docomomo Brasil, 2003.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  Arquitetura moderna em Pernambuco, 1951-1972: as contribuições de Acácio Gil Borsoi e Delfim Fernandes Amorim. Tese (Doutorado)- Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo, São Paulo (2004).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  PEREIRA, José Nilson de Andrade. Conjunto urbano Santa Cruz- são Gonçalo: plano para conservação. Monografia do curso de Especialização em conservação e restauro de monumentos e conjuntos históricos. Vol I.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  RODRIGUES, Rodrigo José Cantarelli. De arruados dispersos a uma formação singular: diretrizes para o Tombamento Federal do bairro da Boa Vista. Trabalho de conclusão de curso, Arquitetura, Universidade Federal de Pernambuco, 2006.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  PONTUAL, Virgínia. Uma cidade e dois prefeitos: Narrativas do Recife nas décadas de 1930 a 1950. Recife: Editora da UFPE, 2001.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  PROENÇA, Graça. História da Arte. São Paulo: Ática, 2007.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  ROCHA, Edileusa (Org.) Guia do Recife: arquitetura e paisagismo. Recife: Ed. dos autores, 2004.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Arial;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Arial;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/feeds/323521751275994854/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/03/o-bairro-da-boa-vista.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/323521751275994854'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/323521751275994854'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/03/o-bairro-da-boa-vista.html' title='O bairro da Boa Vista'/><author><name>ALEXANDRE BUFFA BELTRAME</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15715934432193272202</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaemsrNsTnFtDaQjXHtRFeZ5LcKjdzE1FAZieSq47KjLIzJuzYLFllu8FaPEOAxNB1GBewN8CalMUZlKYgVbLdq4uxEdUJYrZ3Y2_gRLwVx79wKGaoAwq3-VCNZT7tag/s220/20190322_153527409_iOS.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhz-11Em1To_G2KK-5yqJ-_p3a0O9bO6h41ykDBn-A8YwvKBD_cPksDo5Q-gzsC9Mdx3mw8obb2_rsBzBtUPq-165FY5OPHrgFOzY_xZInuNNMb0vwztWyttv2qIn3cDMIqm3CTBUrLpYH9/s72-c/Edif+Pirapama.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3215746911206546828.post-3506218342503658551</id><published>2011-03-14T23:20:00.004-03:00</published><updated>2023-02-03T15:40:54.874-03:00</updated><title type='text'>Arquitetura Moderna em Pernambuco entre 1945-1970.</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Os principais arquitetos que atuam em Pernambuco nesse período são Acácio Gil Borsoi (formado em 1949 na FNA) e Delfim Fernandes Amorim (formado na Escola do Porto em 1947). Ambos ensinaram na Escola de Belas Artes de Pernambuco e são responsáveis pela formação dos principais arquitetos que atuam nas capitais do Nordeste. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Nos anos 50, Borsoi influenciado pelos mestres cariocas (Oscar Niemeyer e Lúcio Costa), é o principal representante em Pernambuco dessa escola carioca, já Delfim Fernandes Amorim, tendo emigrado ainda sob influência tardia do racionalismo moderno de origem corbusieriana é levado pela Arquitetura Moderna Brasileira. Contudo, ambos nesse período buscam relações mais estreitas com o meio e a cultura local. No final da década, os mestres tomam caminhos distintos e individuais: Acácio Gil Borsoi envereda por expressões brutalistas adequadas ao clima tropical e aos materiais regionais; ao passo que Delfim Amorim desenvolve um verdadeiro tipo de casas unifamiliares com telhados em laje de concreto pouco inclinadas cobertas com telhas cerâmicas. Os arquitetos pernambucanos: Vital Pessoa de Melo, Reginaldo Esteves, Waldecy Fernandes Pinto, Marcos Domingues da Silva, Jarbas Guimarães, Wandenkolk Tinoco e outros projetam exemplares das casas de Amorim, que se tornou uma marca registrada da arquitetura pernambucana entre aproximadamente 1962-1966. Portanto, o tipo inspirado na casa rural do período colonial disseminou-se em Recife ganhando sua versão regional, mais leve, com varandas, amplos telhados e generosos beirais. Esta tendência transforma-se quase em uma moda nesse período.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border: currentcolor;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿Em meados dos anos 60, alguns arquitetos pernambucanos buscam novos paradigmas e uma relação mais próxima ao brutalismo internacional. Acácio Gil Borsoi introduz esses elementos de expressão brutalista em suas obras, fruto do contato direto com a arquitetura inglesa, escandinava e americana. Os edifícios Santo Antônio (1960) e Guajirú (1962) são pioneiros nesta linguagem. Delfim Fernandes Amorim em conjunto com Marcos Domingues, Florismundo Lins e Carlos Corrêa Lima também incorpora elementos desta linguagem no Seminário Regional do Nordeste (1962). Quando alia a estética brutalista à liberdade formal da Arquitetura Brasileira. Outros seguidores dessa nova tendência são arquitetos que compõem uma nova geração (1968): Glauco Campello, Armando Holanda, Wandenkolk Walter Tinoco, Hélvio Polito, Vital Pessoa de Melo, Frank Svenson e Marcos Domingues da Silva, entre outros. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border: currentcolor;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;﻿﻿﻿﻿﻿﻿ &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&amp;lt;&amp;gt;&amp;lt;&amp;gt;&amp;lt;&amp;gt;&amp;lt;&amp;gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&amp;lt;&amp;gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgSerQ3FbJZ3YkTuAJpIYXuDV-APRO19I_JQQLsHNqVOHTzrIOfExxL9jVfv2o4Kyi0o80XrE4FMG_tdghbtGYMoM875EDMkicSJMezNiMsm914BZbox5R9naFJFDTFjEwm5fThqSJu9Psd/s1600/edf+Rio+Branco.jpg&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; q6=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgSerQ3FbJZ3YkTuAJpIYXuDV-APRO19I_JQQLsHNqVOHTzrIOfExxL9jVfv2o4Kyi0o80XrE4FMG_tdghbtGYMoM875EDMkicSJMezNiMsm914BZbox5R9naFJFDTFjEwm5fThqSJu9Psd/s1600/edf+Rio+Branco.jpg&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt; &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&amp;lt;/&amp;gt;&amp;lt;&amp;gt;&amp;lt;&amp;gt;&amp;lt;&amp;gt;&amp;lt;&amp;gt;&amp;lt;&amp;gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Delfim Fernandes Amorim &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&amp;lt;/&amp;gt;&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEidiD8jIpCgCo-HgOR7z4QgmFrt48mrEgiIU0i-MKERzn5Zrh0a1UI-s4gzS5KeAT87LnjkT4l0jpKZGkItrPTsjsEYy1khy0FNCOgbO3jhNLUM25JHOZfVF30rPDEoCGtqZNxJO3loPE1g/s1600/Ac%25C3%25A1cio+Gil+Borsoi.jpg&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;179&quot; q6=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEidiD8jIpCgCo-HgOR7z4QgmFrt48mrEgiIU0i-MKERzn5Zrh0a1UI-s4gzS5KeAT87LnjkT4l0jpKZGkItrPTsjsEYy1khy0FNCOgbO3jhNLUM25JHOZfVF30rPDEoCGtqZNxJO3loPE1g/s320/Ac%25C3%25A1cio+Gil+Borsoi.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit; font-size: small;&quot;&gt;Acácio Gil Borsoi &lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style=&quot;border: currentcolor;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Tanto na obra de Acácio Gil Borsoi como na obra tardia de Delfim Amorim evidenciam-se as expressões brutalistas: os jogos de volumes e recortes são explorados segundo diferentes funções, assim como as cobertas extremamente inclinadas contrastando com as cobertas horizontais, a busca de expressividade nos elementos estruturais e construtivos tais como pilares, vigas, gárgulas, caixas d’água, plasticamente explorados através do uso do concreto aparente; a utilização dos materiais rústicos e naturais tais como o tijolo cerâmico, a madeira, a pedra, superfícies revestidas de azulejos ou por pastilhas. O respeito aos rigores do clima tropical está presente na utilização dos peitoris e bandeiras ventiladas, de esquadrias com venezianas em madeira rústica, de elementos vazados sabiamente explorados e de grandes beirais. Os telhados bruscamente inclinados cobertos com telhados cerâmicas ou de fibrocimento contrastam com as lajes planas em concreto armado ou com as cobertas planas em estruturas de madeira com telhas de cimento amianto. Essas&lt;/span&gt;&amp;nbsp;produções são importantes no âmbito nacional devido às suas semelhanças aos modelos paradigmáticos da Arquitetura Moderna Brasileira, estes exemplares urgem de atitudes mais enfáticas no campo da preservação uma vez são importantes documentos de nossa identidade regional. É provável que esses princípios arquitetônicos, tecnológicos e sociais não sejam suficientes para fundamentar uma escola autóctone e autônoma, mas demonstra claramente que existiu uma tentativa de se criar dentro da arquitetura nacional uma tendência que marcasse o regionalismo local. Evidentemente, esta não é uma pesquisa conclusiva na qual se busca atingir verdades incontestáveis, mas é uma discussão inicial que aborda o tema de forma exploratória e se enriquece pela geração de novos questionamentos.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;border: currentcolor; clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: black; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Arial,Bold&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Referências Bibliográficas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;border: currentcolor; clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit; font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;AMORIM, Luiz. Delfim Amorim. Construtor de uma linguagem –síntese. &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: black; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Arial,Bold&amp;quot;;&quot;&gt;AU Documento&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;, São Paulo; nº 24.jun.jul. /89; pp.: 94-97.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;border: currentcolor; clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;AMORIM, Luiz Manuel do Eirado. &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: black; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Arial,Bold&amp;quot;;&quot;&gt;Escola do Recife: três paradigmas do objeto arquitetônico e seus paradoxos. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;São Paulo: Vitruvius, 2001. Disponível em: &lt;a href=&quot;http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq012/bases/03tex.asp&quot;&gt;http://&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq012/bases/03tex.asp&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: blue; font-family: inherit; font-size: x-small;&quot;&gt;www.Vitruvius.com.br/arquitextos/arq012/bases/03tex.asp&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;border: currentcolor; clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;BENÉVOLO, Leonardo. &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: black; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Arial,Bold&amp;quot;;&quot;&gt;História da Arquitetura Moderna&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;. São Paulo: Ed. Perspectiva S.A., 1989. 813 p.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;border: currentcolor; clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;BRUAND, Yves. &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: black; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Arial,Bold&amp;quot;;&quot;&gt;Arquitetura Contemporânea no Brasil. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;São Paulo: Perspectiva, 1981.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;border: currentcolor; clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;COUTINHO, Aluízio Bezerra. &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: black; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Arial,Bold&amp;quot;;&quot;&gt;O problema da Habitação Higiênica nos países quentes em face da “Arquitetura Viva”. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Tese de doutoramento. Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Oficina Alba Gráficas, 1930.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;border: currentcolor; clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;FRAMPTON, Kenneth. &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: black; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Arial,Bold&amp;quot;;&quot;&gt;História Crítica de la Arquitectura Moderna&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;. Barcelona: Editorial Gustavo Gili S.A.,1983.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;border: currentcolor; clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: black; mso-ansi-language: EN-US;&quot;&gt;GOODWIN, Philip L. &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: black; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Arial,Bold&amp;quot;;&quot;&gt;Brazil Builds. Architecture. New and Old. 1652-1942&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: black; mso-ansi-language: EN-US;&quot;&gt;. New York, 1943.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;border: currentcolor; clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;HOLANDA, Armando. &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: black; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Arial,Bold&amp;quot;;&quot;&gt;Roteiro para construir no Nordeste&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;. Mestrado em Desenvolvimento Urbano. Recife: Universidade Federal de Pernambuco, 1976.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;border: currentcolor; clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;MONTANER, Joseph Maria. &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: black; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Arial,Bold&amp;quot;;&quot;&gt;Después del Movimento Moderno: Arquitectura de la Segunda Mitad del Siglo XX&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;. Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 1992.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;border: currentcolor; clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: black; mso-ansi-language: EN-US;&quot;&gt;MINDLIN, Henrique. &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: black; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Arial,Bold&amp;quot;;&quot;&gt;Modern Architecture in Brazil&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: black; mso-ansi-language: EN-US;&quot;&gt;. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Rio de Janeiro/ Amsterdam. Colibri, 1956.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;border: currentcolor; clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;SEGAWA, Hugo, &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: black; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Arial,Bold&amp;quot;;&quot;&gt;Arquiteturas no Brasil 1900-1990&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;. São Paulo: EDUSP, 1997.224 p.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;border: currentcolor; clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;SILVA, Geraldo Gomes da. Marcos da Arquitetura Moderna em Pernambuco. SEGAWA, Hugo (ed.) &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: black; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Arial,Bold&amp;quot;;&quot;&gt;Arquiteturas no Brasil/Anos 80&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;. São Paulo:1988. pp.19-27. Delfim Amorim. &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: black; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Arial,Bold&amp;quot;;&quot;&gt;AU Documento&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;, São Paulo; nº 57.dez.94/jan./95, pp.71-79.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;border: currentcolor; clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;SILVA, Geraldo Gomes da et alli. &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: black; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Arial,Bold&amp;quot;;&quot;&gt;DELFIM Amorim Arquiteto&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;. Recife, Instituto dos Arquitetos do Brasil/Departamento Pernambuco (IAB-PE), 1981.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;border: currentcolor; clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: black; mso-ansi-language: EN-US;&quot;&gt;TAFURI, Manfredo/ DALCO, Francesco. &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: black; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Arial,Bold&amp;quot;;&quot;&gt;Modern Architecture. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: black; mso-ansi-language: EN-US;&quot;&gt;New York: Rizzoli, 1986.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;border: currentcolor; clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;TOSTÕES, Ana. &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: black; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Arial,Bold&amp;quot;;&quot;&gt;Os Verdes Anos na Arquitetura Portuguesa dos Anos 50. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Porto: Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto, 1997.349p.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;border: currentcolor; clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;border: currentcolor; clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;border: currentcolor; clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/feeds/3506218342503658551/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/03/arquitetura-moderna-em-pernambuco-entre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/3506218342503658551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/3506218342503658551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/03/arquitetura-moderna-em-pernambuco-entre.html' title='Arquitetura Moderna em Pernambuco entre 1945-1970.'/><author><name>ALEXANDRE BUFFA BELTRAME</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15715934432193272202</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaemsrNsTnFtDaQjXHtRFeZ5LcKjdzE1FAZieSq47KjLIzJuzYLFllu8FaPEOAxNB1GBewN8CalMUZlKYgVbLdq4uxEdUJYrZ3Y2_gRLwVx79wKGaoAwq3-VCNZT7tag/s220/20190322_153527409_iOS.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgSerQ3FbJZ3YkTuAJpIYXuDV-APRO19I_JQQLsHNqVOHTzrIOfExxL9jVfv2o4Kyi0o80XrE4FMG_tdghbtGYMoM875EDMkicSJMezNiMsm914BZbox5R9naFJFDTFjEwm5fThqSJu9Psd/s72-c/edf+Rio+Branco.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3215746911206546828.post-2378176524013608792</id><published>2011-03-14T21:10:00.000-03:00</published><updated>2011-03-14T21:10:25.287-03:00</updated><title type='text'>Hino oficial da cidade do Recife</title><content type='html'>&lt;iframe height=&quot;344&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/embed/QAhClWryIFs?fs=1&quot; frameborder=&quot;0&quot; width=&quot;425&quot; allowfullscreen=&quot;&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/feeds/2378176524013608792/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/03/hino-oficial-da-cidade-do-recife.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/2378176524013608792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/2378176524013608792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/03/hino-oficial-da-cidade-do-recife.html' title='Hino oficial da cidade do Recife'/><author><name>ALEXANDRE BUFFA BELTRAME</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15715934432193272202</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaemsrNsTnFtDaQjXHtRFeZ5LcKjdzE1FAZieSq47KjLIzJuzYLFllu8FaPEOAxNB1GBewN8CalMUZlKYgVbLdq4uxEdUJYrZ3Y2_gRLwVx79wKGaoAwq3-VCNZT7tag/s220/20190322_153527409_iOS.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/QAhClWryIFs/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3215746911206546828.post-8997681228346608987</id><published>2011-03-09T08:56:00.001-03:00</published><updated>2023-02-03T15:39:01.310-03:00</updated><title type='text'>Quarta Feira de Cinzas</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Calibri;&quot;&gt;A Quarta-Feira de Cinzas é o primeiro dia da Quaresma no calendário cristão ocidental. As cinzas que os cristãos católicos recebem neste dia é um símbolo para a reflexão sobre o dever da conversão, da mudança de vida, recordando a passageira, transitória, efêmera fragilidade da vida humana, sujeita à morte. Ela ocorre quarenta dias antes da Páscoa sem contar os domingos (que não são incluídos na Quaresma) ou quarenta e seis dias contando os domingos. Seu posicionamento varia a cada ano, dependendo da data da Páscoa. A data pode variar do começo de fevereiro até à segunda semana de março.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Calibri;&quot;&gt;Missas são realizadas tradicionalmente nesse dia nas quais os participantes são abençoados com cinzas pelo padre que preside à cerimónia. O padre marca a testa de cada celebrante com cinzas, deixando uma marca que o cristão normalmente deixa em sua testa até ao pôr do sol, antes de lavá-la. Esse simbolismo relembra a antiga tradição do Médio Oriente de jogar cinzas sobre a cabeça como símbolo de arrependimento perante Deus (como relatado diversas vezes na Bíblia). No Catolicismo Romano é um dia de jejum e abstinência. Como é o primeiro dia da Quaresma, ele ocorre um dia após do carnaval. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Calibri;&quot;&gt;As controvérsias geradas em torno do “feriado de carnaval&quot; em função da tradição em vários municípios de não haver expediente laboral nas empresas, bancos ou repartições públicas, nas terças-feiras de carnaval e até nas quartas-feiras de cinzas, até meio dia, ainda são motivos de discussões entre empregados e empresas. Esta tradição induz muitas pessoas a acreditar que é feriado e que, portanto, não precisam exercer suas atividades nos seus locais de trabalho. Esta confusão ocorre principalmente porque a maioria dos calendários aponta em vermelho a terça-feira de carnaval indicando, genericamente, que se trata de feriado nacional, que não é verdade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhNCLqca2LVwRGnHWK_vNZO4-SWOyzTgTORgYeSxGZA1dyGLh1s_stp1Bx9NBtLjVg_mt1lDY6owPaJ4YdpTSG9-KJcUECQqNHfQ98-9Gkc8D3GcxgawEd_BAXVjqrZW9FSHCz9HOl-JBHA/s1600/Carnaval+09.jpg&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;247&quot; q6=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhNCLqca2LVwRGnHWK_vNZO4-SWOyzTgTORgYeSxGZA1dyGLh1s_stp1Bx9NBtLjVg_mt1lDY6owPaJ4YdpTSG9-KJcUECQqNHfQ98-9Gkc8D3GcxgawEd_BAXVjqrZW9FSHCz9HOl-JBHA/w320-h247/Carnaval+09.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Calibri;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;“É de fazer chorar quando o dia amanhece e obriga o frevo acabar, ó quarta-feira ingrata chega tão depressa só pra contrariar, quem é de fato um bom pernambucano espera um ano e se mete na brincadeira, esquece tudo quando cai no frevo e no melhor da festa chega à quarta-feira...” &lt;/b&gt;É gente como diz a música de Luís Bandeira, acabou a brincadeira. Para muitos é um dia de curar a ressaca dos dias de folia, ficar realmente de “barriga pro ar” e cuidar da dor de cabeça que ainda está muito forte. Agora acaba as festas e o ano realmente começa para todos aqui no Brasil, temos que pensar na vida realmente e botar esse País para funcionar, que está precisando. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/feeds/8997681228346608987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/03/quarta-feira-de-cinzas.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/8997681228346608987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/8997681228346608987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/03/quarta-feira-de-cinzas.html' title='Quarta Feira de Cinzas'/><author><name>ALEXANDRE BUFFA BELTRAME</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15715934432193272202</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaemsrNsTnFtDaQjXHtRFeZ5LcKjdzE1FAZieSq47KjLIzJuzYLFllu8FaPEOAxNB1GBewN8CalMUZlKYgVbLdq4uxEdUJYrZ3Y2_gRLwVx79wKGaoAwq3-VCNZT7tag/s220/20190322_153527409_iOS.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhNCLqca2LVwRGnHWK_vNZO4-SWOyzTgTORgYeSxGZA1dyGLh1s_stp1Bx9NBtLjVg_mt1lDY6owPaJ4YdpTSG9-KJcUECQqNHfQ98-9Gkc8D3GcxgawEd_BAXVjqrZW9FSHCz9HOl-JBHA/s72-w320-h247-c/Carnaval+09.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3215746911206546828.post-7115297393115550515</id><published>2011-03-05T21:59:00.001-03:00</published><updated>2023-02-03T15:38:23.652-03:00</updated><title type='text'>Uma Pausa em Tudo para Homenagear Flavius Lessa Braga.</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZRpZ1yIuIY9mH58EsvWfagp_I_U-uXhegdYaGZ7Vw4ti_zWDfm0TLntS_V1Jux8wc6fkZWqijYzaeuUUKWIL2Ok4GSTSL4ehKnqG0PdlczSeLZGnBgr36xov7uDP4YUqBFhTu6L15Mdcz/s1600/Flavius.jpg&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; height: 248px; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; width: 216px;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; l6=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZRpZ1yIuIY9mH58EsvWfagp_I_U-uXhegdYaGZ7Vw4ti_zWDfm0TLntS_V1Jux8wc6fkZWqijYzaeuUUKWIL2Ok4GSTSL4ehKnqG0PdlczSeLZGnBgr36xov7uDP4YUqBFhTu6L15Mdcz/s200/Flavius.jpg&quot; width=&quot;133&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Calibri;&quot;&gt;Arquiteto e design de interiores ainda jovem era conhecido por seus trabalhos e pela alegria – conforme alguns amigos. Profissional bem-sucedido era destaque em vários eventos, onde representava Alagoas. Dentre eles, o Casa Cor de Pernambuco.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Calibri;&quot;&gt;Você sempre foi muito querido por todos aqueles que tiveram o privilégio de te conhecer. Que Deus cuide de tua alma e dê conforto aos teus familiares e a todos nós, chocados e atordoados pela tua ausência precoce.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/feeds/7115297393115550515/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/03/uma-pausa-em-tudo-para-homenagear.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/7115297393115550515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/7115297393115550515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/03/uma-pausa-em-tudo-para-homenagear.html' title='Uma Pausa em Tudo para Homenagear Flavius Lessa Braga.'/><author><name>ALEXANDRE BUFFA BELTRAME</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15715934432193272202</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaemsrNsTnFtDaQjXHtRFeZ5LcKjdzE1FAZieSq47KjLIzJuzYLFllu8FaPEOAxNB1GBewN8CalMUZlKYgVbLdq4uxEdUJYrZ3Y2_gRLwVx79wKGaoAwq3-VCNZT7tag/s220/20190322_153527409_iOS.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZRpZ1yIuIY9mH58EsvWfagp_I_U-uXhegdYaGZ7Vw4ti_zWDfm0TLntS_V1Jux8wc6fkZWqijYzaeuUUKWIL2Ok4GSTSL4ehKnqG0PdlczSeLZGnBgr36xov7uDP4YUqBFhTu6L15Mdcz/s72-c/Flavius.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3215746911206546828.post-4423902368864738493</id><published>2011-03-04T22:19:00.002-03:00</published><updated>2023-02-03T15:36:00.142-03:00</updated><title type='text'>Galo da Madrugada</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhZDSzyzBWw3xW_0gmSQyZU93pPokJs3Xp_psk9lwjz2H_iVi6iTzjkBy_6IjyMpno74kiOH4YuZB48ZMTAbWxFu4EQD1YAEDEjg0M_eX9WTAu4oW-l71767swnzUGhqxK8TilUTx7rJ6yV/s1600/Carnaval+08.jpg&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; l6=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhZDSzyzBWw3xW_0gmSQyZU93pPokJs3Xp_psk9lwjz2H_iVi6iTzjkBy_6IjyMpno74kiOH4YuZB48ZMTAbWxFu4EQD1YAEDEjg0M_eX9WTAu4oW-l71767swnzUGhqxK8TilUTx7rJ6yV/s320/Carnaval+08.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Calibri;&quot;&gt;Da união de um grupo de amigos e famílias do Bairro de São José, comandados por Enéas Freire, surgia, no dia 24 de janeiro de 1978, o Clube de Máscaras Galo da Madrugada. Nas ruas estreitas, apertadas do Bairro de São José, berço dos primeiros clubes e blocos carnavalescos do Recife, o Galo saiu às ruas pela primeira vez com cerca de 75 “almas penadas” - primeira fantasia do Clube – percorreram as ruas do Bairro, com seus sacos de confetes e serpentinas e acompanhadas por uma orquestra de frevo composto por 22 músicos. No ano seguinte, o bloco já contava com um número de foliões bem maior, com 350 pessoas, vestidas de palhaços, almas, morcegos, diabos, árabes, cabeções de galos, arlequins e pierrôs, entre outras fantasias. Em 1980, o Galo consegue arrastar pelas ruas do Recife cerca de 800 foliões e em crescimento constante, o desfile do Galo passa por grandes mudanças, quando as orquestras de frevo são substituídas por trios elétricos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNbMN5srKftEyJDX768J8fRkji_JwaFguPjZsGmHnQ8nZzKCuABJaKkDp69MaaiE14JWNJi-8BJr7z_9u06ZIwAAlk5BXHQIj5j9JjSnG_qNraNw5ROROMLD9ySuwu7YH31TC63Ez6_LJR/s1600/Carnaval+07.jpg&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; height: 243px; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; width: 176px;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; l6=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNbMN5srKftEyJDX768J8fRkji_JwaFguPjZsGmHnQ8nZzKCuABJaKkDp69MaaiE14JWNJi-8BJr7z_9u06ZIwAAlk5BXHQIj5j9JjSnG_qNraNw5ROROMLD9ySuwu7YH31TC63Ez6_LJR/s200/Carnaval+07.jpg&quot; width=&quot;150&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Calibri;&quot;&gt;Em 1991, o Galo da Madrugada confirmou a previsão do jornalista e radialista Stélio Gonçalves, que, um dia, garantiu: “o Galo seria a maior agremiação de Rua de Pernambuco”. &lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Onde o bloco reuniu mais de um milhão de foliões. E em 1994, veio o reconhecimento internacional do livro dos recordes, o Guinness Book e se tornou oficialmente o maior bloco de carnaval do planeta, num carnaval que reuniu um milhão e meio de foliões. A partir desse momento a Prefeitura do Recife pôs, em 1995, um gigantesco galo sobre as águas do Rio Capibaribe. Em 1996, a apoteose do desfile ganhou ainda mais cor e brilho: camarotes, sombrinha gigante, casal de Rei e Rainha do Maracatu sobre o Rio Capibaribe e um Galo bem mais gigantesco, desta vez montado na Ponte Duarte Coelho – onde é posto até hoje.&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Calibri;&quot;&gt;Amanhã teremos mais um grande desfile do Galo da Madrugada que permanece fiel às suas raízes, valorizando o ritmo pernambucano e mostrando a todos os foliões do Recife, do Brasil e do Mundo e ainda ressaltando a beleza e a magia da maior manifestação cultural do planeta, como que seduzidos pelo refrão: &lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;“Ei pessoal, vem moçada! Carnaval começa no Galo da Madrugada”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/feeds/4423902368864738493/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/03/galo-da-madrugada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/4423902368864738493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3215746911206546828/posts/default/4423902368864738493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandrebuffa.blogspot.com/2011/03/galo-da-madrugada.html' title='Galo da Madrugada'/><author><name>ALEXANDRE BUFFA BELTRAME</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15715934432193272202</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaemsrNsTnFtDaQjXHtRFeZ5LcKjdzE1FAZieSq47KjLIzJuzYLFllu8FaPEOAxNB1GBewN8CalMUZlKYgVbLdq4uxEdUJYrZ3Y2_gRLwVx79wKGaoAwq3-VCNZT7tag/s220/20190322_153527409_iOS.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhZDSzyzBWw3xW_0gmSQyZU93pPokJs3Xp_psk9lwjz2H_iVi6iTzjkBy_6IjyMpno74kiOH4YuZB48ZMTAbWxFu4EQD1YAEDEjg0M_eX9WTAu4oW-l71767swnzUGhqxK8TilUTx7rJ6yV/s72-c/Carnaval+08.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>