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    <title>Alfarr�bio</title>
    <link>https://alfarrabio.org/</link>
    <description></description>
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    <language>en-us</language>           <!-- valid langugae goes here -->
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    <category>Weblog</category>
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      <title>Alfarr�bio</title>
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    <item>
 <title><![CDATA[:: MetaRecs ::]]></title>
 <link>https://alfarrabio.org/index.php?itemid=3722</link>
<description><![CDATA[<div class="leftbox"><a href="https://metareciclagem.github.io/blogs/Bicarato.html" target="_blank"></a></div>*MetaReciclagem*. � tudo, e n�o h� consenso. Mas eis que o Guimar�es Rosa vem me ajudar. O di�logo dos vaqueiros em *Cara-de-Bronze*, conto do livro <strong>No Urubuquaqu�, no Pinh�m</strong>, bem que pode ser uma defini��o da MetaReciclagem:<blockquote><strong>O vaqueiro Nor�:</strong> Que relembra os formatos do orvalho... E bonitas desordens, que d�o alegria sem raz�o e tristezas sem necessidade.<br />
<strong>O vaqueiro Abel:</strong> N�o-entender, n�o-entender, at� se virar menino.<br />
<strong>O vaqueiro Jos� U�ua:</strong> Jogar nos ares um mont�o de palavras, moedal.<br />
<strong>O vaqueiro Mainarte:</strong> Era s� uma claridade diversa diferente...<br />
<strong>O vaqueiro Cicica:</strong> Dislas. E aquilo dava influi��o. Como que ele queria era botar a gente toda endoidecendo festinho...<br />
<strong>O vaqueiro Par�o:</strong> Tudo no quilombo do Faz-de-Conta...<br />
<strong>O vaqueiro Pedro Franciano:</strong> Eu acho que ele queria era ficar sabendo o tudo e o mi�do.<br />
<strong>O vaqueiro Tadeu:</strong> N�o, gente, minha gente: que n�o era o-tudo-e-o-mi�do...<br />
<strong>O vaqueiro Pedro Franciano:</strong> Pois ent�o?<br />
<strong>O vaqueiro Tadeu:</strong> ...Queria era que se achasse para ele o <strong>quem</strong> das coisas!</blockquote><em>[Copiei ipsis literis, com os respectivos negritos, da edi��o da Nova Fronteira, p�gs. 107 e 108.]</em><br />
<a href="/index.php?itemid=3143" target="_blank">~v.e.r.~</a>]]></description>
 <category>Linux Vida Open Source</category>
<comments>https://alfarrabio.org/index.php?itemid=3722</comments>
 <pubDate>Fri, 7 Oct 2016 13:27:54 -0200</pubDate>
</item><item>
 <title><![CDATA[:: L�ngua de Violeiro ::]]></title>
 <link>https://alfarrabio.org/index.php?itemid=3720</link>
<description><![CDATA[Como o Rolando Boldrin costuma dizer, � um cara que *foi antes do combinado*. T� falando do meu grande chapa, meu irm�oz�o, copoanheiro bacana: <a href="/index.php?itemid=3574" target="_blank">P�rsio Assun��o</a>. H� algum tempo, ganhei de presente de outro grande camarada, o <a href="https://www.facebook.com/carlos.buenoguedes" target="_blank">Carlinhos Guedes</a> uma p�rola inestim�vel: o LP (sim, em vinil) *L�ngua de Violeiro*, gravado em 1990, com a participa��o de mais uma cambada de gentes bacanas. Com a ajuda de mais um camarada (t� cercado de gente boa), o <a href="https://www.facebook.com/lucaz.mathias" target="_blank">Lucaz</a>, coloco no ar um material que (acho) at� ent�o estava in�dito aqui nas internetes: com voc�s, <em>Festa na Fazenda, Cantos de Minas, Vagabundo Pe&#769;s, Lua, Li&#769;ngua de Violeiro, Como sera&#769; cinza o meu vale, Cheiro de amor, Amor de morena, Causo do boi cansado, Boi cansado</em>. E ofere�o, de cora��o, � minha <a href="https://www.facebook.com/rose.bicarato" target="_blank">querida Rose</a>.<br />
Mais sobre o P�rsio, <a href="/index.php?amount=0&blogid=1&query=p%E9rsio" target="_blank">aqui</a>.<br />
<br />
<iframe width="100%" height="450" scrolling="no" frameborder="no" src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/playlists/265131030&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true"></iframe>]]></description>
 <category>Etil�ricas</category>
<comments>https://alfarrabio.org/index.php?itemid=3720</comments>
 <pubDate>Thu, 6 Oct 2016 12:29:11 -0200</pubDate>
</item><item>
 <title><![CDATA[:: Tim-tim, Nearis ::]]></title>
 <link>https://alfarrabio.org/index.php?itemid=3718</link>
<description><![CDATA[<table><tr><td></td><td>Com certeza voc� conhece esse r�tulo, mas com outro nome. Bom, se os gringos quiserem fazer justi�a (dif�cil...), esse � o verdadeiro nome de um dos u�sques mais consumidos no mundo. (Par�nteses: u�sque ou bourbon? Sei que todo bourbon � u�sque, mas nem todo u�sque � bourbon. Ok, brindemos, de qualquer maneira.)<br />
<br />
Deixo a <a href="http://www.hypeness.com.br/2016/07/com-150-anos-de-atraso-jack-daniels-admite-que-foi-um-escravo-quem-desenvolveu-sua-receita/" target="_blank">Hypeness</a> contar o causo:<blockquote>Voc� provavelmente nunca ouviu falar de Nearis Green, um escravo negro de uma destilaria nos Estados Unidos em meados do s�culo XIX. Mas certamente voc� j� ouviu falar do ent�o jovem Jasper Daniel, mais conhecido como Jack Daniel que, 150 anos atr�s, come�ou uma marca de u�sque. O que ningu�m sabe � que foi Nearis quem ensinou tudo a Jack. Aos poucos a verdadeira hist�ria do u�sque mais vendido do mundo (e de uma das marcas mais ic�nicas dos Estados Unidos) vai revelando que quem estava por tr�s da receita e das t�cnicas de destila��o do Jack Daniel�s era um escravo. [<a href="http://www.hypeness.com.br/2016/07/com-150-anos-de-atraso-jack-daniels-admite-que-foi-um-escravo-quem-desenvolveu-sua-receita/" target="_blank">>> segue</a>]</blockquote><br />
Quem me repassou a novidade, que nem � t�o nova assim, foi o <a href="https://www.facebook.com/marcelo.bicarato.1" target="_blank">br�u Marcelo</a> -- que tamb�m � o autor da arte do novo r�tulo. E vem dele, tamb�m, a dica do post da <a href="https://www.facebook.com/eulanajones" target="_blank">Lana</a>, que emenda outro causo a�:<br />
<br />
<center><br />
<br />
<br />
<font size="1"><em>Nearis Green e Jack Daniel</em></font></center></tr></td></table>]]></description>
 <category>Etil�ricas</category>
<comments>https://alfarrabio.org/index.php?itemid=3718</comments>
 <pubDate>Wed, 13 Jul 2016 16:52:26 -0200</pubDate>
</item><item>
 <title><![CDATA[:: Elias: Matem�gica ::]]></title>
 <link>https://alfarrabio.org/index.php?itemid=3716</link>
<description><![CDATA[Se � de verdade, confesso que n�o consegui checar. Mas que � impressionante, isso �! O Elias n�o sabe ler nem escrever, mas tem um dom m�gico. Como disse o <a href="https://www.facebook.com/marcelo.bicarato.1" target="_blank">br�u Marcelo</a>:<blockquote>putz, o mais l�co � que o cara n�o sabe ler n�meros nem conhece os s�mbolos matem�ticos!<br />
<br />
ou seja, as contas que ele faz de cabe�a N�O S�O matem�tica! s�o qualquer outra coisa, menos matem�tica.</blockquote><br />
<center><iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/UD6qARf2jJA" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center>]]></description>
 <category>Almanaque</category>
<comments>https://alfarrabio.org/index.php?itemid=3716</comments>
 <pubDate>Fri, 1 Jul 2016 15:24:12 -0200</pubDate>
</item><item>
 <title><![CDATA[:: Literatices: HQ ::]]></title>
 <link>https://alfarrabio.org/index.php?itemid=3713</link>
<description><![CDATA[<table><tr><td><div class="leftbox"><a href="https://www.monkix.com.br/ye.html" target="_blank"></a></td><td>Sou s� um pretenso literato: sei que li mais do que a m�dia (o que n�o � m�rito nenhum), mas muito menos do que deveria ou queria ou poderia. No meio dessas infinitas descobertas que s�o os livros, de uns tempos pra c� venho me embrenhando noutras linguagens: os quadrinhos. Muito por culpa dos meus irm�os, o <a href="https://www.facebook.com/marcelo.bicarato.1" target="_blank">Marcelo</a> e o <a href="https://www.facebook.com/acbicarato" target="_blank">Cac�</a>, que abriram a <a href="https://www.facebook.com/MonkixComicShop/" target="_blank">Monkix</a>. De zines a autores independentes, passando por adapta��es de cl�ssicos da literatura e outras surpresas, tem de tudo um pouco l�: um pequeno universo do que h� de mais expressivo na �rea. Sem contar que, vira-e-mexe, tem algum lan�amento ou tarde de aut�grafos ou um au� qualquer com direito a cerveja e rock'n roll.<br />
<br />
Da leva mais recente, destaco dois livros -- diametralmente distintos no tema e na linguagem, mas com algo em comum: sensibilidade. O primeiro, uma fic��o marcada pelos tra�os mais suaves do <a href="https://www.facebook.com/guilherme.petreca" target="_blank">Guilherme Petreca</a>, mescla piratas, bruxas, malandros e monstros na jornada muda do <a href="https://www.monkix.com.br/ye.html" target="_blank">menino Ye</a>, numa narrativa fant�stica pincelada de aventura e magia.<br />
<br />
J� o segundo, <a href="https://www.monkix.com.br/ghetto-brother.html" target="_blank">Ghetto Brother</a>, vem com tra�os mais 'brutos', como ali�s conv�m ao roteiro: o cen�rio de guerra das gangues do Bronx na d�cada de 1970, e a busca pela paz liderada por Benjy Melendez, num hist�rico acordo com os l�deres das gangues que inspirou filmes como <a href="http://www.imdb.com/title/tt0080120/" target="_blank">Warriors - Os Selvagens da Noite</a> e � considerado o considerado o marco inicial da cultura hip hop. Tudo fruto das pesquisas do fot�grafo alem�o Julian Voloj, traduzido nas ilustra��es da tamb�m alem� Claudia Ahlering.<br />
<br />
Sei que esse � s� um registro das minhas parcas impress�es, e t� longe de ser uma resenha mais profunda (nem tive essa pretens�o): fica como dica pra quem se interessar. Dicas, ali�s, que vieram do <a href="https://www.facebook.com/marcelo.bicarato.1" target="_blank">Marcelo</a>, que saca tudo e mais um pouco de quadrinhos: pode charmar ele a� no feiceb�qui que ele responde. Mas -- garanto! -- vale a pena ir pessoalmente l� na Monkix pra bater um papo com ele.<br />
<br />
<em>:: Momento jab� ::</em><br />
<font color="red"><strong>>></strong></font> <a href="https://www.monkix.com.br/" target="_blank">Monkix: o site</a><br />
<font color="red"><strong>>></strong></font> <a href="https://www.facebook.com/MonkixComicShop/" target="_blank">Monkix no Feice</a></td><td><a href="https://www.monkix.com.br/ghetto-brother.html" target="_blank"></a></tr></td></table>]]></description>
 <category>Biblios</category>
<comments>https://alfarrabio.org/index.php?itemid=3713</comments>
 <pubDate>Tue, 28 Jun 2016 16:33:13 -0200</pubDate>
</item><item>
 <title><![CDATA[:: Guarabyra: um Causo 'Licoroso' ::]]></title>
 <link>https://alfarrabio.org/index.php?itemid=3711</link>
<description><![CDATA[Sabe aquele t�pico causo, quando um cantador-contador relembra quando e como foi feita determinada m�sica? E, em se tratando de uma can��o que faz parte do repert�rio popular, ganha um tom quase que familiar pra quem ouve o causo. Foi o que aconteceu em abril, no <a href="https://www.facebook.com/educamaisjacarei" target="_blank">EducaMais Jacare�</a>, num show memor�vel do meu camarada <a href="https://www.facebook.com/tuiareversofolk" target="_blank">Tuia Lencioni</a>, lan�ando o CD 'Reverso Folk', com as participa��es especial�ssimas do <a href="https://www.facebook.com/tavito.segundo?pnref=story" target="_blank">Tavito</a>, <a href="https://www.facebook.com/saeguarabyraoficial/" target="_blank">Guarabyra</a> e <a href="https://www.facebook.com/profile.php?id=100008629718963&pnref=friends.search" target="_blank">Z� Geraldo</a>. L� pelas tantas, o Guarabyra soltou o causo. Deixemos que ele conte.<br />
<br />
�ntegra do show pode ser (re)vista aqui, num oferecimento da <a href="https://www.youtube.com/watch?v=Vb5ngrccf1I" target="_blank">TV C�mara Jacare�</a>.<br />
<br />
<iframe width="420" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/1-kYYhGfp9w" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>]]></description>
 <category>Etil�ricas</category>
<comments>https://alfarrabio.org/index.php?itemid=3711</comments>
 <pubDate>Wed, 22 Jun 2016 11:56:26 -0200</pubDate>
</item><item>
 <title><![CDATA[:: Febeap� ::]]></title>
 <link>https://alfarrabio.org/index.php?itemid=3708</link>
<description><![CDATA[Fiquem � vontade pra classificar como non sense, imbecilidade, irracionalidade, intoler�ncia ou simplesmente burrice mesmo -- ou tudo isso junto e mais um pouco. Ou, ainda, um ensaio digno do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Teatro_do_absurdo" target="_blank">Teatro do Absurdo</a>, do Beckett, e as infinitas possibilidades de explora��o da *incomunicabilidade humana*, como lembrou meu caro amigo <a href="https://www.facebook.com/claudio.mendel.3" target="_blank">Claudio Mendel</a> -- na defini��o de Martin Esslin:<blockquote><em>*O teatro do absurdo se esfor�a por expressar o sentido do sem sentido da condi��o humana, e a inadequa��o da abordagem racional, atrav�s do abandono dos instrumentos racionais e do pensamento discursivo e o realiza atrav�s de 'uma poesia que emerge das imagens concretas e objetificadas do pr�prio palco'*</em></blockquote>Quem me mandou foi o <a href="https://www.facebook.com/marcelo.bicarato.1" target="_blank">br�u Marcelo</a>, que comentou: <em>*nem nos seus del�rios mais febris Stanislaw Ponte Preta poderia imaginar um <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Febeap%C3%A1_-_O_Festival_de_Besteira_que_Assola_o_Pa%C3%ADs" target="_blank">Febeap�</a> nesse n�vel</em>*.<br />
<br />
O causo � do <a href="https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10209267917392473&set=a.2759967315861.149639.1158121449&type=3&theater" target="_blank">Gamba Junior</a>, que n�o conhe�o, mas agrade�o desde j�. Segue:<blockquote><font size="1"><em>14 de abril �s 09:14 � Rio de Janeiro, RJ</em></font><br />
<br />
<strong>UM CAUSO SOBRE A �LTIMA MANIFESTA��O PR�-IMPEACHMENT</strong><br />
<br />
<div class="leftbox"></div>Eu fui � passeata para fotografar. Na ala pr�-interven��o militar estava um grupo com banda, a TFP. Fui pedir um folheto da institui��o para ler os absurdos. Como j� havia acabado, um senhor foi pegar no carro um �ltimo e me deu. Enquanto ele me explicava o conte�do do f�lder que tinha como t�tulo "para os sucessores do PT", uma fiscal da passeata se aproximou e perguntou que folheto o senhor estava distribuindo. Eu mostrei, mas ao ver o t�tulo come�ou a bradar aos seus parceiros que tinha algu�m distribuindo folhetos do PT.<br />
<br />
Muitos outros vieram e ele explicava que era da TFP e n�o do PT. Eu tamb�m expliquei que o t�tulo era: "aos sucessores do PT", mas n�o adiantou, ela gritava "ent�o, do PT, sucessor do PT � PT"! Chegou mais gente dizendo que se ele era do PT n�o podia estar ali, come�aram a querer expulsar o velhinho e sua banda. A esta altura eu j� estava defendendo o senhor de tamanha burrice: "o texto � para quem for substituir, n�o para quem est�!" Ele s� repetia "n�o sou PT, sou TFP!"<br />
<br />
A horda de indignados coxinhas aumentava at� que outro senhor do grupo de fiscais se meteu no meio e berrou "voc�s est�o loucos? Eles s�o da TFP - Tradi��o, Fam�lia e Propriedade, o grupo que apoiou a ditadura militar e que � de extrema-direita". Explicou mais uns detalhes s�rdidos enquanto os demais se acalmavam. Todos os fiscais entenderam, se acalmaram, abra�aram o velhinho da TFP, pediram desculpas e a bandinha seguiu com a passeata.<br />
<br />
Esse causo vai entrar para minha hist�ria como o dia em que tive que defender um senhor da TFP.<br />
<br />
Esse causo vai entrar para os anais da ignor�ncia de como um grupo t�o ignorante pode achar que a TFP defendia o PT.<br />
<br />
<strong>Esse causo vai entrar para hist�ria provando que essa nova direita considera a TFP muito � esquerda dela!</strong><br />
<br />
<em>(Hist�ria ver�dica)</em></blockquote><strong>P.S.:</strong> nada a ver, ou, sei l�: enquanto rascunho isso aqui t� tocando <a href="https://youtu.be/2b3WeNCKPL0" target="_blank">Aqualung, do Jethro Tull</a>.]]></description>
 <category>Primeira Edi��o</category>
<comments>https://alfarrabio.org/index.php?itemid=3708</comments>
 <pubDate>Sat, 16 Apr 2016 16:54:31 -0200</pubDate>
</item><item>
 <title><![CDATA[:: R�dio Rock ::]]></title>
 <link>https://alfarrabio.org/index.php?itemid=3703</link>
<description><![CDATA[L� nos long�nquos 80's e 90's, l� em Guar�, havia uma galera que produzia uns programas independentes e alternativos de r�dio, only rock'n'roll. Tudo ao vivo, com uma boa (over)dose de improviso. Invariavelmente, o est�dio da r�dio era 'invadido' por uns & outros, que sempre davam um pitaco aqui e ali e interferia na 'programa��o' -- que, na verdade, era uma grande brincadeira. Patroc�nio? Eram amigos que se cotizavam pra comprar o hor�rio da r�dio, e olhe l�...<br />
<br />
Um dos mais expressivos foi o 'Resson�ncia', esse a� que eu 'vesti a camiseta', numa foto l� dos tempos <strike>da faculdade</strike> de botecos antigos, ao lado dos comparsas de Rep�blica <a href="https://www.facebook.com/marcos.correia.750" target"_blank">Marcos Correa</a> e <a href="https://www.facebook.com/marcelopedroso.bastos" target"_blank">Marcelo Pedroso</a>.<br />
<br />
E no �ltimo s�bado parte desses dinossauros se reuniu nos est�dios da 97,1 FM pro 'Resson�ncia Especial Quando a R�dio Era Rock': <a href="https://www.facebook.com/luizverza" target"_blank">Luiz Carlos Verza</a>, <a href="https://www.facebook.com/profile.php?id=100009469138704" target"_blank">Beto Branco</a>, <a href="https://www.facebook.com/luciano.bajc" target"_blank">Luciano Amazonas</a> e <a href="https://www.facebook.com/petronio.vilela" target"_blank">Petr�nio Vilela</a> -- s�o os quatro elementos a� da foto mais abaixo.<br />
<br />
Mas, com voc�s, seguem a� quase tr�s horas com as mais variadas express�es do rock:<br />
<br />
<center><iframe width="50%" height="225" scrolling="no" frameborder="no" src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/258275952&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true"></iframe></center><br />
<br />
<center><br />
<font size="1"><em>Eu, Marcos & Marcelo</em></font></center><br />
<br />
<center><br />
<font size="1"><em>Luiz Carlos, Luciano Amazonas, Petr�nio e Beto Branco</em></font></center><br />
<br />
<center></center><br />
<br />
<font color="red"><strong>Segundo clich�:</strong></font> com a valios�ssima colabora��o do <a href="https://www.facebook.com/luisricardo.graciolli" target="_blank">Lu�s Ricardo</a>, seguem os nomes dos <strike>respons�veis</strike> culpados pelos programas:<blockquote><font color="red"><strong>.:: Resson�ncia:</strong></font> Tch�lo Nunes [in memorian]<br />
<font color="red"><strong>.:: Overdose:</strong></font> <a href="https://www.facebook.com/luizverza" target"_blank">Luiz Carlos</a><br />
<font color="red"><strong>.:: Radia��o:</strong></font> <a href="https://www.facebook.com/petronio.vilela" target"_blank">Petr�nio</a><br />
<font color="red"><strong>.:: Gera��o 90:</strong></font> Chico<br />
<font color="red"><strong>.:: Comando Brasil:</strong></font> <a href="https://www.facebook.com/oldemar.telles" target="_blank">Oldemar Telles</a> e <a href="https://www.facebook.com/luisricardo.graciolli" target="_blank">Lu�s Ricardo</a></blockquote><br />
<br />
<font color="red"><strong>Terceiro clich�:</strong></font> e o post ati�ou a prodigiosa mem�ria do <a href="https://www.facebook.com/marcelo.bicarato.1" target="_blank">meu irm�o, o Marcelo</a>, que manda mensagem e o link pra <a href="https://youtu.be/YkEMEFvVMjQ" target="_blank">*Amanh�*, do Caetano</a>:<blockquote><em>*sobre o *Comando Brasil*: o programa rolava aos s�bados � noite, e essa foi uma que eles tocaram num dia 31 de dezembro, quase certeza que foi 1988*</em></blockquote>Me assusto, claro, e pergunto se houve algo marcante naquela noite, enquanto confiro no Google em que dia da semana caiu aquele tal de 31/12/88 -- �, foi um s�bado! E ele, como se fosse a coisa mais �bvia e clara do mundo:<blockquote><em>*31 de dezembro, um s�bado, eles tocaram *Amanh�*, do Caetano. O Oldemar ainda falou uma mensagem de ano novo antes da m�sica. Sa�mos do programa, fomos pra casa cear e depois, Itaguar�.</em></blockquote>Ele se refere ao <a href="http://www.itaguara.com/" target="_blank">Itaguar� Country Clube</a>, palco de r�veillons obrigat�rios -- s� n�o digo tamb�m *inesquec�veis* porque, invariavelmente, o ano come�ava com um certo teor et�lico algo acima do normal, o que frequentemente provocava amn�sia...<br />
<br />
<font color="red"><strong><em>Erramos:</em></strong></font> Marcelo tamb�m acaba tra�do pela mem�ria prodigiosa -- ele me chama e avisa:<blockquote>*ah, uma lembran�a que me veio ontem, vale a corre��o: a vers�o de *Amanh�* que o Oldemar tocou no programa foi do Guilherme Arantes, e n�o do Caetano.</blockquote>Ent�o, ta�:<br />
<br />
<center><iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/jh8QnOEl5eU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center><br />
<br />
Mas, ainda assim, fiquemos tamb�m com o Caetano, e com a bela lembran�a do Marcelo:<br />
<br />
<center><iframe width="420" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/YkEMEFvVMjQ" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center>]]></description>
 <category>Etil�ricas</category>
<comments>https://alfarrabio.org/index.php?itemid=3703</comments>
 <pubDate>Mon, 11 Apr 2016 17:14:05 -0200</pubDate>
</item><item>
 <title><![CDATA[:: Trevas Culturais ::]]></title>
 <link>https://alfarrabio.org/index.php?itemid=3700</link>
<description><![CDATA[~ Breve Hist�rico ~<br />
<br />
Estamos em um cidade que se orgulha de sua pujan�a econ�mica, de ser um polo tecnol�gico, de se autointitular a *capital* da regi�o, de estar na vanguarda (?), de ser terra natal do modernista (e nacionalista) Cassiano Ricardo. <br />
<br />
A Funda��o Cultural local, batizada com o nome do poeta, encaminha � C�mara o projeto pra cria��o do Sistema Municipal de Cultura. Mas eis que do texto original s�o extirpadas, sem d� nem piedade, todas as men��es a *diversidade*, *transversalidade* e afins, excluindo trechos e conceitos como *respeito �s diferen�as culturais*, *liberdade de express�o e cria��o*, *combater a discrimina��o e o preconceito de qualquer esp�cie ou natureza*, *direito � identidade, diferen�as e diversidade culturais*.<br />
<br />
O autor da fa�anha � um senhorzinho de 70 anos, um oriental de fei��es simp�ticas que lembra aquele feirante atencioso e bonach�o. Mas, do alto de sua quinta (5�!) legislatura, o senhor Walter Katsunori Hayashi conseguiu, numa facada s�, sugerir a altera��o de 22 artigos do texto original, mutilando completamente o conceito, a forma e o conte�do da proposta.<br />
<br />
A justificativa do sr. Hayashi seria ris�vel, se n�o fosse tr�gica e remetesse a mesma cidade vanguardista �s brumas medievais (putz!, consegui). E, com toda candura, ele diz com todas as letras em entrevista � tv que, ironicamente, se chama *vanguarda* -- confiram com seus pr�prios olhos e ouvidos a� no v�deo.<br />
<br />
- O texto original acabou sendo aprovado, ap�s a mobiliza��o da classe art�stica e cultural. Mas passou raspando, com o placar final de 11 a 9. Ou seja: o medievalismo segue vivo, e � espreita, pronto pro pr�ximo bote <font color="red"><strong>[*]</strong></font>.<br />
<br />
<center><iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/SZnTS9DM5ko" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center><br />
<br />
Pra saber mais: <a href="http://www.meon.com.br/variedades/entretenimento/cultura/diversidade-cultural-incomoda-vereadores-da-oposicao-em-sao-jose" target="_blank">"Diversidade Cultural" incomoda vereadores da oposi��o em S�o Jos�</a><br />
<br />
<font color="red"><strong>[*]</strong></font> Basta conferir, por exemplo, a rea��o dessa mo�a ao extrapolar toda sua energia em nome do *povo crist�o* e da *fam�lia joseense*: <a href="https://www.facebook.com/leticiaaguiaroficial/videos/1221529727858924/?autoplay_reason=gatekeeper&video_container_type=0&app_id=350685531728" target="_blank">clique aqui</a>.]]></description>
 <category>PretoNoBranco</category>
<comments>https://alfarrabio.org/index.php?itemid=3700</comments>
 <pubDate>Fri, 8 Apr 2016 16:42:18 -0200</pubDate>
</item><item>
 <title><![CDATA[:: Travessia ~ Margem ::]]></title>
 <link>https://alfarrabio.org/index.php?itemid=3697</link>
<description><![CDATA[Camarada <a href="https://www.facebook.com/luciano.coca" target="_blank">Luciano Coca</a> manda a provoca��o, a partir de *cena registrada no Bairro do Raizeiro, zona rural de Parahytinga, S�o Luiz, em um fim de tarde primaveril*:<br />
<table><tr><td><blockquote>Nosso novo desafio: resuma em uma frase qual � o sentimento que essa cena desperta em voc�. Ou seja: "Que encanto � esse?".<br />
Solte sua imagina��o e boa viagem.</blockquote>E a cena:<br />
<center><iframe width="420" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/K9U6jNfw7Ko" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center><br />
Como sempre, soltei l�, ainda que impunemente:<blockquote><strong><em>*margens do porvir, terceiras margens no navegar preciso � luz do ser t�o humano*</em></strong></blockquote>� mais do que �bvia a refer�ncia ao Guimar�es Rosa, e a um de seus mais emblem�ticos contos (talvez *o* conto). Mas cena diz muito mais, e poderia ficar horas e horas repetindo-a, e a cada momento surgiriam novas interpreta��es. Essa *provoca��o* do Coca, e essa riqueza infinita de cenas, cores, gentes, cheiros e paisagens, integram um projeto maior do pr�prio Coca, o <a href="https://www.facebook.com/Revelando-o-Vale-690267051089643/" target="_blank">Revelando o Vale</a>:<blockquote><em>uma jornada fotogr�fica pelas hist�rias, est�rias, paisagens, miragens e cenas, tradi��es e costumes da Regi�o Metropolitana do Vale do Para�ba e Litoral Norte de S�o Paulo.</em></blockquote>O acervo t� crescendo a cada dia, mas bem sei da miss�o imposs�vel a que o Coca se prop�s: essa nossa regi�o � pr�diga em belezas e gentes e causos. Ali�s, pra ficar ainda mais imposs�vel: duvido que o camarada conte, em causo, a feitura de cada foto...<br />
<br />
Mas, a prop�sito, eis que o jornal Estado de Minas d� um tempo nas manchetes esp�rias desses tempos nebulosos que vivemos e nos brinda com uma reportagem pra l� de bacana:<blockquote>Estado de Minas inicia homenagens aos 60 anos da obra fundamental de Jo�o Guimar�es Rosa com relatos das jornadas de vidas e mortes de an�nimos Diadorins do sert�o mineiro em busca da pr�pria identidade. Pessoas que, como a misteriosa cria��o do escritor, tiveram coragem para enfrentar os perigos e, t�o certas de si, vivem "o calor de tudo".<br />
<br />
***Travessia***<br />
Gustavo Werneck (textos), Alexandre Guzanshe (fotos) e Fred Bottrel (v�deos) <br />
>> <a href="https://estadodeminas.atavist.com/travessia" target="_blank">confira aqui</a></blockquote></td><td><a href="https://www.facebook.com/Revelando-o-Vale-690267051089643/" target="_blank"></a></tr></td></table><br />
S� pra constar, registre-se o pretenso ensaio que cometi em 2002, pra marcar o in�cio dessa hist�ria toda:<blockquote>Foi publicado <a href="http://www.novae.inf.br/" target="_blank">originalmente na NovaE</a> no dia 19 de maio de 2002, exatamente no anivers�rio de 50 anos do in�cio da viagem que resultou no *Grande Sert�o: Veredas*.<br />
>> <a href="/index.php?itemid=3541" target="_blank">confira aqui</a></blockquote>]]></description>
 <category>Biblios</category>
<comments>https://alfarrabio.org/index.php?itemid=3697</comments>
 <pubDate>Thu, 10 Mar 2016 13:47:22 -0300</pubDate>
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