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&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;Achei bem interessante a notícia, publicada no &lt;a href="http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=104488"&gt;site do STJ&lt;/a&gt;, dando explicações sobre a aplicação da Jurispridência &amp;nbsp;aos contratos escolares.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;A notícia, abaixo copiada, é longa, mas, vale a pena dedicar tempo os esclarecimentos dequestões sobre penalidade pedagógica, retenção de certificado, multa administrativa, atuação do MP, impontualidade vs. inadimplência, Pai devedor, Carga horária e cobrança integral.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;Leia e faça seu comentário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
"A aplicação da jurisprudência do STJ aos contratos escolares&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A educação no Brasil é um direito definido pela Constituição, mas nem sempre é ao Estado que o cidadão recorre para tê-lo assegurado. Quando a opção é pelo ensino particular, a natureza jurídica da relação entre instituição e aluno passa ser de prestação de serviço. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) tem precedentes e jurisprudência consolidada sobre diversos temas relacionados à cobrança de mensalidades, reajustes e obrigações das escolas com os alunos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O universo do ensino privado no Brasil cresceu nos últimos cinco anos. É o que revelam dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O Censo Escolar 2010 mostrou que o Brasil tinha, à época, 7,5 milhões de estudantes matriculados na educação básica privada – creche, pré-escola, ensino fundamental e médio, educação profissional, especial e de jovens e adultos. No total de estudantes, as escolas particulares ficaram com uma fatia de 14,6%. Em 2007, eram 6,3 milhões de alunos matriculados na rede privada.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Com a demanda crescente, a quantidade de escolas e faculdades particulares também se multiplicou. A Fundação Getúlio Vargas (FGV), em &amp;nbsp;estudo realizado para a Federação Nacional das Escolas Particulares (FENEP), em 2005, contabilizava 36.800 estabelecimentos de ensino privado no país.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Penalidade pedagógica&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Legislação e jurisprudência são claras ao garantir que a existência de débitos junto à instituição de ensino não deve interferir na prestação dos serviços educacionais. O artigo 6º da Lei 9.870/99 diz que “são proibidas a suspensão de provas escolares, a retenção de documentos escolares ou a aplicação de quaisquer outras penalidades pedagógicas por motivo de inadimplemento”.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Os débitos devem ser exigidos em ação própria, sendo vedada à entidade educacional interferir na atividade acadêmica dos seus estudantes para obter o adimplemento de mensalidades escolares. Ainda assim, a prática é comum e o debate chega ao STJ em recursos das partes.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em 2008, a Primeira Turma considerou nula cláusula contratual que condicionava o trancamento de matrícula ao pagamento do correspondente período semestral em que requerido o trancamento, bem como à quitação das parcelas em atraso. O relator, ministro Benedito Gonçalves, entendeu que a prática constitui penalidade pedagógica vedada pela legislação.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
“Ao trancar a matrícula, o aluno fica fora da faculdade, não frequenta aulas e não participa de nenhuma atividade relacionada com o curso, de modo que não pode ficar refém da instituição e ver-se compelido a pagar por serviços que não viria receber, para poder se afastar temporariamente da universidade”, afirmou o ministro.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O ministro não nega que o estabelecimento educacional tenha o direito de receber os valores que lhe são devidos, mas reitera que não pode ele lançar mãos de meios proibidos por lei para tanto, devendo se valer dos procedimentos legais de cobranças judiciais (REsp 1.081.936).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Retenção de certificado&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A inadimplência também não é justificativa para que a instituição de ensino se recuse a entregar o certificado de conclusão de curso ao aluno. O entendimento foi da Segunda Turma, que enfrentou a questão em 2008, no julgamento de um recurso de um centro universitário de Vila Velha (ES).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O relator foi o ministro Mauro Campbell. A instituição alegava que a solenidade de colação de grau não seria abrangida pela proteção legal, sendo que sua proibição não seria penalidade pedagógica. Mas para o ministro, a vedação legal de retenção de documentos escolares abrange o ato de colação de grau e o direito de obter o respectivo certificado (REsp 913.917).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Multa administrativa&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Os alunos de escolas particulares são consumidores na medida em que utilizam um serviço final. Já as escolas e faculdades particulares podem ser consideradas fornecedoras, pois são pessoas jurídicas que oferecem o ensino. Assim, sujeitam-se também ao Código de Defesa do Consumidor (CDC) e aos órgãos de proteção.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em 2010, a Primeira Turma decidiu restabelecer uma multa aplicada pelo Procon de São Paulo contra a mantenedora de uma escola que reteve documentos para transferência de dois alunos, por falta de pagamento de mensalidades. O relator foi o ministro Luiz Fux, que hoje atua no Supremo Tribunal Federal (STF).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
No caso, o Procon/SP instaurou processo administrativo contra a escola, que resultou na aplicação de uma multa de R$ 5 mil, seguindo o artigo 56 do CDC. A escola ajuizou ação para que fosse desobrigada do pagamento da multa, tendo em vista que, em audiência judicial de conciliação, ela entregou a documentação e os devedores comprometeram-se a pagar os débitos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
No julgamento do recurso do Procon/SP, o ministro Fux destacou que acordo entre o consumidor e o prestador de serviços, ainda que realizado em juízo, não afasta a multa, aplicada por órgão de proteção e defesa do consumidor, no exercício do poder de punição do Estado. Isso porque a multa não visa à reparação de dano sofrido pelo consumidor, mas à punição pela infração (REsp 1.164.146).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Atuação do MP&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O STJ reconhece a legitimidade do Ministério Público para promover ação civil pública onde se discute a defesa dos interesses coletivos de pais e alunos de estabelecimento de ensino. São diversos os recursos que chegaram ao Tribunal contestando a atuação do MP nos casos em que se discute, por exemplo, reajuste de mensalidades. A jurisprudência do STJ é pacífica nesse sentido (REsp 120.143).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Impontualidade vs. inadimplência&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O aluno, ao matricular-se em instituição de ensino privado, firma contrato em que se obriga ao pagamento das mensalidades como contraprestação ao serviço recebido. Mas o atraso no pagamento não autoriza a aplicação de sanções que resultem em descumprimento do contrato por parte da entidade de ensino (artigo 5º da Lei 9.870/99).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Esse é o entendimento do STJ. A universidade não pode impor penalidades administrativas ao aluno inadimplente, o qual tem o direito de assistir a aulas, realizar provas e obter documentos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A Segunda Turma reafirmou esta tese na análise de um recurso interposto por uma universidade de São Paulo. Naquele caso, a relatora, ministra Eliana Calmon, destacou, porém, que o STJ considera que a falta de pagamento até 90 dias é, para efeito da lei, impontualidade. Só é inadimplente o aluno que exceder esse prazo. Assim, a entidade está autorizada a não renovar a matrícula se o atraso é superior a 90 dias, mesmo que seja de uma mensalidade apenas. “O aluno que deve uma, duas, três ou quatro prestações, para evitar a pecha de inadimplente, deve quitá-las no prazo de 90 dias”, alertou a ministra no julgamento (REsp 725.955).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Pai devedor&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Noutro caso, a Segunda Turma manteve decisão que garantiu a uma aluna a rematrícula no curso de Direito. A faculdade havia negado a renovação porque o pai da estudante, aluno do curso de Ciências Contábeis na mesma instituição de ensino, estava com mensalidades em atraso. No STJ, o recurso do centro universitário alegava que como os pais são, via de regra, os representantes capazes dos alunos, o impedimento previsto em lei deveria ser aplicado ao caso.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O relator, ministro Mauro Campbell Marques, considerou que a inadimplência não se referia à aluna, mas a terceiro, e por isso deveria ser afastada a exceção que possibilita o impedimento à renovação de matrícula prevista na Lei 9.870/99 (REsp 1.096.242).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O STJ também já definiu que é da Justiça Federal a competência para julgar mandado de segurança impetrado contra ato de dirigente de instituição particular de ensino que nega a renovação de matrícula de aluno inadimplente (REsp 883.497).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Carga horária&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em um julgamento ocorrido em 2011, a Quarta Turma decidiu que, mesmo após a colação de grau, os alunos ainda podem exigir indenização por carga horária do curso não ministrada pela instituição de ensino. A ação foi movida por ex-alunos da Fundação Universidade do Vale do Itajaí (Univali), de Santa Catarina, para obter ressarcimento por horas-aula não ministradas. O relator do recurso é o ministro Luis Felipe Salomão.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Os alunos teriam pago o equivalente a 20 créditos em aulas do 5º período do curso de direito, mas foram ministradas aulas equivalentes a 16 créditos. Em primeira instância, eles tiveram sucesso, mas o Tribunal de Justiça de Santa Catariana (TJSC) considerou que, com a colação de grau, os estudantes teriam aberto mão de seus direitos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O ministro Salomão destacou em seu voto que no processo fica claro que não foram prestadas as 3.390 horas-aula previstas para o curso e pagas pelos alunos. “O quê se verifica no caso é que a recorrida [Univali] se comprometeu em prestar um serviço, recebeu por ele, e não cumpriu com o avençado”, apontou. O relator observou que houve resistência dos alunos e que, em nenhum momento, abriram mão de seus direitos. Não houve remissão ou perdão da dívida, já que não se demonstrou o ânimo de abandonar o débito – a jurisprudência do Tribunal é nesse sentido (REsp 895.480).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Cobrança integral&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em 2002, o STJ analisou um recurso em que um aluno de Minas Gerais contestava a cobrança da semestralidade integral quando estava matriculado em apenas uma disciplina do curso de engenharia. O caso foi julgado na Quarta Turma.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Os ministros entenderam que deveria ser respeitada a equivalência entre a prestação cobrada do aluno e a contraprestação oferecida pela escola. “Se falta apenas uma disciplina a ser cursada, não pode ser exigido o pagamento de semestralidade integral, embora não se exija, nesse caso, a exata proporcionalidade”, afirmou em seu voto o relator, ministro Ruy Rosado, já aposentado.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A Turma ressaltou que não se impunha a proporcionalidade entre o número de cadeiras e o valor da prestação. Para os ministros, no caso de inscrição em apenas uma disciplina deve-se considerar o fato de que a escola deve manter o integral funcionamento das suas dependências, o que justifica a cobrança de valor maior, além do que corresponderia à exata proporcionalidade de uma matéria (REsp 334.837)."&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/455073269226143414-2630879407743970615?l=ananicolau.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;i&gt;A reflexão mais aprofundada sobre o tema "diferença entre União Estável e Concubinato" é interessante,uma vez que, a postagem publicada em 18/08/2008, com o título "Qual a diferença entre União Estável e Concubinato?" &amp;nbsp; está na lista de postagens populares desse blog, tendo recebido até a data de hoje 4489 visualizações e 30 comentários.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Realmente abordagem sobre a diferença entre a União Estável e o Concubinato é importante por ser questão que traz muita dúvida para o contexto geral da relação de direitos e deveres no dia-a-dia de pessoas que se unem em um convívio, sem a formalização do casamento, &amp;nbsp;desconhecendo os significados desses dois institutos jurídicos expressamente indicados nos artigos 1723 e 1727 do nosso Código Civil.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Com efeito, da análise das regras ditadas pelo ordenamento civil é extraída a diferença entre união estável e concubinato que está na possibilidade/impedimento do casal para o casamento civil.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Assim, para a caracterização de União Estável o casal tem que estar apto para o casamento civil, com exceção para a pessoa casada, mas, separada de fato (não convive com o cônjuge há no mínimo 02 - dois - anos) ou separada judicialmente (separação em juízo que não foi convertida em divórcio) conforme previsão expressa contida no art. 1723 do Código Civil, que indica:&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;"É reconhecida como entidade familiar a união estável entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;§ 1º A união estável não se constituirá se ocorrerem os impedimentos do art. 1.521; não se aplicando a incidência do inciso VI no caso de a pessoa casada se achar separada de fato ou judicialmente.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;§ 2º As causas suspensivas do art. 1523 não impedirão a caracterização da união estável.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Por outro lado, o concubinato é caracterizado pelo impedimento para o casamento do homem e da mulher envolvidos numa relação não eventual, conforme determina o art. 1727 do Código Civil.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;"As relações não eventuais entre o homem e a mulher, impedidos de casar, constituem concubinato."&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Para elucidar melhor o assunto, é interessante trazer para essa reflexão os artigos mencionados para a definição legal de União Estável.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Art. 1.521. &amp;nbsp;Não podem casar:&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;I - os ascendentes com os descendentes seja o parentesco natural ou civil;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;II - os afins em linha reta;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;III - o adotante com quem foi cônjuge do adotado e o adotado com quem o foi do adotante;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;IV - os irmãos, unilaterais ou bilaterais, e demais colaterais, até o terceiro grau inclusive;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;V - o adotado com o filho do adotante;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;VI - as pessoas casadas;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;VII - o cônjuge sobrevivente com o condenado por homicídio ou tentativa de homicídio contra o seu consorte.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Art. 1.523. Não devem casar:&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;I - o viúvo ou a viúva que tiver filho do cônjuge falecido, enquanto não fizer inventário dos bens do casal e der partilha aos herdeiros;II - a viúva, ou a mulher cujo casamento se desfez por ser nulo ou ter sido anulado, até dez meses depois do começo da viuvez, ou da dissolução da sociedade conjugal;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;III - o divorciado, enquanto não houver sido homologada ou decidida a partilha dos bens do casal;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;IV - o tutor ou o curador e os seus descendentes, ascendentes, irmãos, cunhados ou&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;sobrinhos, com a pessoa tutelada ou curatelada, enquanto não cessar a tutela ou curatela, e não estiverem saldadas as respectivas contas."&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Nesse contexto é importante destacar que a Emenda Constitucional nº 66, de 13.07.2010, publicada no DOU em 14.07.2010, deu nova redação ao § 6º do art. 226 da Constituição Federal, dispondo sobre a dissolubilidade do casamento civil pelo divórcio, suprimindo o requisito de prévia separação judicial por mais de 1 (um) ano ou de comprovada separação de fato por mais de 2 (dois) anos. Essa nova redação do dispositivo Constitucional conduz à necessidade de adequação do ordenamento civil no que diz respeito ao conteúdo legal específico do § 1º do art. 1723.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Por outro lado, não pode ser desconsiderado o entendimento jurisprudencial do Supremo Tribunal Federal norteando conceito que admite o valor social e jurídico-constitucional da questão pertinente à legitimidade constitucional no reconhecimento da união estável entre pessoas do mesmo sexo como entidade familiar, visando o direito de qualquer pessoa constituir família, independente de sua orientação sexual ou identidade de gênero, conforme decidido - STF - AgRg-RE 477.554 - Rel. Min. Celso de Mello - DJe 26.08.2011 - p. 55.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Além disso, é interessante o entendimento do Min. Carlos Britto indicando que, para a Constituição, não existe concubinato, mas, companheirismo no RE 590779/ES, rel. Min. Marco Aurélio, em 10.2.2009”.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Assim, atualmente, tem sido cada vez mais complexa a análise do conjunto de elementos que caracterizam a união estável e o concubinato pela conceituação taxativa do Código Civil, para marcar a diferença entre essas duas instituições jurídicas, diante da tendência social na aceitação das variadas formas de relações afetivas, criando a concepção que liga o afeto ao valor jurídico no contexto do entendimento quanto à formação da entidade familiar.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Se você quiser que apenas eu leia seu comentário &lt;a href="http://www.analucianicolau.adv.br/index.php?Fuseaction=Contato&amp;amp;PageID=17"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/455073269226143414-6533728906654696935?l=ananicolau.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Não, o nascituro (aquele que ainda está para nascer) não tem personalidade Civil.&lt;br /&gt;
O nosso Código Civil, no artigo 2º, determina com clareza que:&lt;br /&gt;
"A personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida; mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro".&lt;br /&gt;
Se você quiser que apenas eu leia seu comentário&lt;a href="http://www.analucianicolau.adv.br/?Fuseaction=Contato"&gt; clique aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Quais serviços podem ser contratados sem necessidade de registro na carteira de trabalho?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Primeiramente é importante dizer que qualquer serviço prestado sem vínculo empregatício, ou seja, que não está subordinado&amp;nbsp;às leis trabalhistas ou a lei especial, precisa ser contratado conforme &amp;nbsp;as regras estabelecidas no nosso Código Civil.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Nesse sentido, o Código Civil determina &amp;nbsp;no seu artigo 593 "A prestação de serviço, que não estiver sujeita às leis trabalhistas ou a lei especial, reger-se-á pelas disposições deste Capítulo"&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Partindo desse ponto, a resposta à essa pergunta está expressamente indicada, também, no Código Civil, artigo 594 da seguinte forma: &lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cc0000;"&gt;"Toda a espécie de serviço ou trabalho lícito, material ou imaterial, pode ser contratada mediante retribuição"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;Se você quiser que apenas eu leia seu comentário&lt;a href="http://www.analucianicolau.adv.br/?Fuseaction=Contato"&gt; clique aqui&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/455073269226143414-7619429299450786177?l=ananicolau.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ananicolau.blogspot.com/feeds/7619429299450786177/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=455073269226143414&amp;postID=7619429299450786177" title="9 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/7619429299450786177?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/7619429299450786177?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://ananicolau.blogspot.com/2011/12/prestacao-de-servico-sem-vinculo.html" title="Prestação de Serviço sem vínculo empregatício" /><author><name>Ana Lucia Nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11113509396940122903</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="25" src="http://4.bp.blogspot.com/-2pH69dtzoTE/Tlbm_C6faRI/AAAAAAAABrY/CIF46Ye8dI0/s220/Ana-L.jpg" /></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkYEQXY9eyp7ImA9WhRSFEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-455073269226143414.post-1591689801684636346</id><published>2011-11-15T21:53:00.001-02:00</published><updated>2011-11-16T10:55:00.863-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-16T10:55:00.863-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="bens" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ausência" /><title>Curadoria dos Bens do Ausente</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cc0000;"&gt;Quem pode ser nomeado curador para administrar os bens de pessoa solteira declarada ausente?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O nosso Código Civil, artigo 25, parágrafos 1º, 2º e 3º determina com clareza que:&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
§ 1º Em falta do cônjuge, a curadoria dos bens do ausente incumbe aos pais ou aos descendentes, nesta ordem, não havendo impedimento que os iniba de exercer o cargo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
§ 2º Entre os descendentes, os mais próximos precedem os mais remotos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
§ 3º Na falta das pessoas mencionadas, compete ao juiz a escolha do curador.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cc0000;"&gt;Se você quiser que apenas eu leia seu comentário&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.analucianicolau.adv.br/?Fuseaction=Contato"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/455073269226143414-1591689801684636346?l=ananicolau.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ananicolau.blogspot.com/feeds/1591689801684636346/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=455073269226143414&amp;postID=1591689801684636346" title="5 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/1591689801684636346?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/1591689801684636346?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://ananicolau.blogspot.com/2011/11/curadoria-dos-bens-do-ausente.html" title="Curadoria dos Bens do Ausente" /><author><name>Ana Lucia Nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11113509396940122903</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="25" src="http://4.bp.blogspot.com/-2pH69dtzoTE/Tlbm_C6faRI/AAAAAAAABrY/CIF46Ye8dI0/s220/Ana-L.jpg" /></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUQCR3o9fip7ImA9WhRTGE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-455073269226143414.post-4795544793541856221</id><published>2011-10-29T18:58:00.000-02:00</published><updated>2011-11-09T09:16:06.466-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-09T09:16:06.466-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="bens" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Usucapião" /><title>Usucapião de bem móvel</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #660000;"&gt;Existe usucapião de bem móvel?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Sim, existe usucapião de bem móvel.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O Nosso Código Civil, ao tratar da aquisição da propriedade móvel faz indicação quanto ao usucapião, nos artigos 1.260 ao 1.262, da seguinte forma:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Art. 1.260. Aquele que possuir coisa móvel como sua, contínua e incontestadamente durante três anos, com justo título e boa-fé, adquirir-lhe-á a propriedade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Art. 1.261. Se a posse da coisa móvel se prolongar por cinco anos, produzirá usucapião, independentemente de título ou boa-fé.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Art. 1.262. Aplica-se à usucapião das coisas móveis o disposto nos arts. 1.243 e 1.244.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Os artigos 1.243 e 1.244 são relativos ao usucapião para a aquisição da propriedade imóvel.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Se você quiser que apenas eu leia seu comentário &lt;a href="http://www.analucianicolau.adv.br/?Fuseaction=Contato"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/455073269226143414-4795544793541856221?l=ananicolau.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hvZx5obwxg5qFLeh4hUMeHoGCEc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hvZx5obwxg5qFLeh4hUMeHoGCEc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hvZx5obwxg5qFLeh4hUMeHoGCEc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hvZx5obwxg5qFLeh4hUMeHoGCEc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ananicolau.blogspot.com/feeds/4795544793541856221/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=455073269226143414&amp;postID=4795544793541856221" title="7 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/4795544793541856221?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/4795544793541856221?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://ananicolau.blogspot.com/2011/10/usucapiao-de-bem-movel.html" title="Usucapião de bem móvel" /><author><name>Ana Lucia Nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11113509396940122903</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="25" src="http://4.bp.blogspot.com/-2pH69dtzoTE/Tlbm_C6faRI/AAAAAAAABrY/CIF46Ye8dI0/s220/Ana-L.jpg" /></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkEDQHk7fSp7ImA9WhdbFE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-455073269226143414.post-3199752826684887983</id><published>2011-10-12T12:46:00.001-03:00</published><updated>2011-10-12T12:51:11.705-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-12T12:51:11.705-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Atos Ilicitos" /><title>Ato Ilicito</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Para o Código Civil, quando é praticado um ato ilícito?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O Nosso Código Civil determina com clareza nos artigos 186 e 187 que:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Art. &lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=455073269226143414"&gt;&lt;/a&gt;186.&lt;/b&gt; Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Art. &lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=455073269226143414"&gt;&lt;/a&gt;187&lt;/b&gt;. Também comete ato ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Se você quiser que apenas eu leia seu comentário&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.analucianicolau.adv.br/?Fuseaction=Contato"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/455073269226143414-3199752826684887983?l=ananicolau.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jeSsflJ5YVcHexsPnn27NKwc3-w/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jeSsflJ5YVcHexsPnn27NKwc3-w/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jeSsflJ5YVcHexsPnn27NKwc3-w/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jeSsflJ5YVcHexsPnn27NKwc3-w/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ananicolau.blogspot.com/feeds/3199752826684887983/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=455073269226143414&amp;postID=3199752826684887983" title="6 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/3199752826684887983?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/3199752826684887983?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://ananicolau.blogspot.com/2011/10/ato-ilicito.html" title="Ato Ilicito" /><author><name>Ana Lucia Nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11113509396940122903</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="25" src="http://4.bp.blogspot.com/-2pH69dtzoTE/Tlbm_C6faRI/AAAAAAAABrY/CIF46Ye8dI0/s220/Ana-L.jpg" /></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUACSX08eyp7ImA9WhdbFE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-455073269226143414.post-6404533524071440428</id><published>2011-10-02T16:49:00.000-03:00</published><updated>2011-10-12T12:36:08.373-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-12T12:36:08.373-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="associações" /><title>Quais itens devem estar no estatuto de uma associação?</title><content type="html">&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Primeiramente é importante colocar
que o estatuto da associação é o conjunto de condições necessárias visando a organização de pessoas unidas para
fins não econômicos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;Relembrando a postagem publicada em
06/01/10 ""constituem-se as associações pela união de pessoas que se
organizam para fins não econômicos" conforme determina o artigo 53, do
nosso Código Civil"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;Coerente com a indicação do artigo
anterior, o artigo 54 do nosso Código Civil determina com clareza quais itens
devem estar contidos no estatuto de uma associação,&amp;nbsp; sob pena de nulidade,&amp;nbsp; da seguinte forma:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;"Art. 54. Sob pena de nulidade, o
estatuto das associações conterá:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;I - a denominação, os fins e a sede
da associação;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;II - os requisitos para a admissão,
demissão e exclusão dos associados;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;III - os direitos e deveres dos
associados;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;IV - as fontes de recursos para sua
manutenção;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
V - o modo de constituição e de
funcionamento dos órgãos deliberativos; (Redação dada ao inciso pela Lei nº
11.127, de 28.06.2005, DOU 29.06.2005)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
VI - as condições para a alteração
das disposições estatutárias e para a dissolução;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
VII - a forma de gestão
administrativa e de aprovação das respectivas contas. (NR) (Inciso acrescentado
pela Lei nº 11.127, de 28.06.2005, DOU 29.06.2005)"&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Se você quiser que apenas eu leia
seu comentário&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.analucianicolau.adv.br/?Fuseaction=Contato"&gt; clique aqui&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/455073269226143414-6404533524071440428?l=ananicolau.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BiROccJ39kAfILOXdpyGm__3bjw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BiROccJ39kAfILOXdpyGm__3bjw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BiROccJ39kAfILOXdpyGm__3bjw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BiROccJ39kAfILOXdpyGm__3bjw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/AnaLuciaNicolau?a=JE4f8I751Uk:rRyD2SgyFBU:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/AnaLuciaNicolau?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/AnaLuciaNicolau?a=JE4f8I751Uk:rRyD2SgyFBU:4cEx4HpKnUU"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/AnaLuciaNicolau?i=JE4f8I751Uk:rRyD2SgyFBU:4cEx4HpKnUU" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ananicolau.blogspot.com/feeds/6404533524071440428/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=455073269226143414&amp;postID=6404533524071440428" title="9 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/6404533524071440428?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/6404533524071440428?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://ananicolau.blogspot.com/2011/10/quais-itens-devem-estar-no-estatuto-de.html" title="Quais itens devem estar no estatuto de uma associação?" /><author><name>Ana Lucia Nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11113509396940122903</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="25" src="http://4.bp.blogspot.com/-2pH69dtzoTE/Tlbm_C6faRI/AAAAAAAABrY/CIF46Ye8dI0/s220/Ana-L.jpg" /></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DU8GSHo9fCp7ImA9WhdXFU0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-455073269226143414.post-3293038460155259262</id><published>2011-08-28T02:01:00.001-03:00</published><updated>2011-08-28T02:03:49.464-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-28T02:03:49.464-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="notícias TJSP" /><title>Decisão TJSP sobre indenização por danos morais</title><content type="html">&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #990000;"&gt;Achei bem interessante a decisão tomada pela 6ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo&amp;nbsp; que não deu provimento à recurso de apelação que pretendia reformar sentença que condenou uma empresa de formaturas a indenizar&amp;nbsp;por danos morais,&amp;nbsp; no valor de 20 salários mínimos, uma estudante formanda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #990000;"&gt;A decisão foi divulgada no&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.tj.sp.gov.br/Noticias/Noticia.aspx?Id=11385"&gt;site do TJSP&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;através da notícia, abaixo copiada, com o &amp;nbsp;título &lt;b&gt;Queda em cadeira plástica gera indenização&lt;/b&gt; . Leia e faça seu comentário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“A 6ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo&amp;nbsp;julgou improcedente a apelação que pretendia reformar sentença que condenou uma empresa de formaturas a indenizar&amp;nbsp;por danos morais,&amp;nbsp; no valor de 20 salários mínimos, uma estudante formanda. Ela sofreu lesões no corpo ao cair de uma das cadeiras disponibilizadas pela empresa na solenidade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Ambos apelaram ao Tribunal de Justiça. A autora para aumentar o valor da indenização, pois considera insuficiente para reparar o dano moral sofrido, e a empresa de formaturas pela improcedência da ação, pois afirma que a queda ocorreu por culpa da vítima que estava fazendo algazarra, junto com os demais colegas provocando a quebra de um dos pés da cadeira.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; O relator do recurso, desembargador Paulo Alcides, afirmou que “a tese aventada pela ré de que o acidente ocorreu por culpa exclusiva da vítima, devido ao uso irregular da cadeira, não encontra respaldo probatório. Como bem consignou o&amp;nbsp; julgador monocrático”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Em seu voto, o desembargador&amp;nbsp;concluiu que "competia à empresa ré garantir a segurança de seus clientes, colocando a disposição dos formandos assentos adequados, que não se quebrassem com tamanha facilidade. Se, porém, optou por frágeis cadeiras de plástico assumiu o risco de causar danos, que devem, por isso, ser reparados, sem prejuízo do direito à ação regressiva contra a fabricante da cadeira". E prosseguiu: “a indenização, arbitrada em valor equivalente a vinte salários mínimos, mostrou-se adequada à gravidade dos fatos e à condição das partes envolvidas. Trata-se de valor suficiente para inibir a empresa de formaturas de práticas futuras semelhantes, sem significar possibilidade enriquecimento ilícito da ofendida”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Os desembargadores Roberto Solimene e Percival Nogueira também participaram do julgamento&amp;nbsp;e acompanharam o voto do relator.”&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;No&amp;nbsp;condomínio de um prédio residencial ou comercial é possível a&amp;nbsp;realização de obra para ampliação de área comum, feita pela vontade&amp;nbsp;do síndico, mas, sem&amp;nbsp;os condôminos aprovarem?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="ArtigoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="ArtigoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Para a situação colocada,&amp;nbsp; a realização de obra  de ampliação é dependente de aprovação de dois terços dos votos dos condôminos, para&amp;nbsp;,&amp;nbsp;&amp;nbsp;conforme determina com clareza o artigo 1342 do nosso Código Civil, abaixo copiado.&lt;/div&gt;
&lt;div class="ArtigoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="ArtigoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;&lt;b&gt;Art. &lt;a href="http://www.blogger.com/" name="1342"&gt;&lt;/a&gt;1342. &lt;/b&gt;A realização de obras, em partes comuns, em acréscimo às  já existentes, a fim de lhes facilitar ou aumentar a utilização, depende da  aprovação de dois terços dos votos dos condôminos, não sendo permitidas  construções, nas partes comuns, suscetíveis de prejudicar a utilização, por  qualquer dos condôminos, das partes próprias, ou comuns.&lt;/div&gt;
&lt;div class="ArtigoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: red;"&gt;se você quiser que apenas eu leia seu comentário&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.analucianicolau.adv.br/?Fuseaction=Contato"&gt;  &lt;span style="color: #660000;"&gt;clique aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style="color: red;"&gt;É&amp;nbsp;válida a venda de imóvel que tenha como comprador e vendedor pai e filho?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Para a situação colocada é importante que o cônjuge e os outros descendentes do vendedor concordem com a realização do negócio imobiliário, evitando-se, assim, a anulabilidade prevista no artigo 496 do nosso Código Civil, abaixo copiado.&lt;br /&gt;
"Art. &lt;a href="http://www.blogger.com/"&gt;&lt;/a&gt;496. É anulável a venda de ascendente a descendente, salvo se os outros descendentes e o cônjuge do alienante expressamente houverem consentido.&lt;br /&gt;
Parágrafo único. Em ambos os casos, dispensa-se o consentimento do cônjuge se o regime de bens for o da separação obrigatória."&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: red;"&gt;se&amp;nbsp;você quiser que apenas eu leia seu comentário&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.analucianicolau.adv.br/?Fuseaction=Contato"&gt;clique aqui&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;
&lt;span style="background-color: #20124d; color: red;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="ArtigoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/P6AVPQOEveb62sQobfN437TzuO8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/P6AVPQOEveb62sQobfN437TzuO8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ananicolau.blogspot.com/feeds/6818332838197149222/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=455073269226143414&amp;postID=6818332838197149222" title="6 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/6818332838197149222?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/6818332838197149222?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://ananicolau.blogspot.com/2011/04/compra-e-venda-de-imovel.html" title="Compra e Venda de Imóvel" /><author><name>Ana Lucia Nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11113509396940122903</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="25" src="http://4.bp.blogspot.com/-2pH69dtzoTE/Tlbm_C6faRI/AAAAAAAABrY/CIF46Ye8dI0/s220/Ana-L.jpg" /></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkQAQng6eCp7ImA9WhdbEEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-455073269226143414.post-5832337419485362015</id><published>2011-02-13T00:53:00.005-02:00</published><updated>2011-10-07T17:12:23.610-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-07T17:12:23.610-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="bens" /><title>O que é evicção?</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Evicção é a perda total ou parcial de um bem adquirido de forma onerosa ou gratuita, pelo reconhecimento de erro essencial quanto à quem tem a&amp;nbsp;propriedade desse bem&amp;nbsp;no momento de sua aquisição.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O nosso Código Civil indica o posicionamento legal referente à evicção ocorrida na aquisição do bem de forma &amp;nbsp;onerosa nos artigos 447 ao 457, abaixo copiados.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Art. 447. Nos contratos onerosos, o alienante responde pela evicção. Subsiste esta garantia ainda que a aquisição se tenha realizado em hasta pública. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Art. 448. Podem as partes, por cláusula expressa, reforçar, diminuir ou excluir a responsabilidade pela evicção.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Art. 449. Não obstante a cláusula que exclui a garantia contra a evicção, se esta se der, tem direito o evicto a receber o preço que pagou pela coisa evicta, se não soube do risco da evicção, ou, dele informado, não o assumiu.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Art. 450. Salvo estipulação em contrário, tem direito o evicto, além da restituição integral do preço ou das quantias que pagou:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
I - à indenização dos frutos que tiver sido obrigado a restituir;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
II - à indenização pelas despesas dos contratos e pelos prejuízos que diretamente resultarem da evicção;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
III - às custas judiciais e aos honorários do advogado por ele constituído.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Parágrafo único. O preço, seja a evicção total ou parcial, será o do valor da coisa, na época em que se evenceu, e proporcional ao desfalque sofrido, no caso de evicção parcial.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Art. 451. Subsiste para o alienante esta obrigação, ainda que a coisa alienada esteja deteriorada, exceto havendo dolo do adquirente.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Art. 452. Se o adquirente tiver auferido vantagens das deteriorações, e não tiver sido condenado a indenizá-las, o valor das vantagens será deduzido da quantia que lhe houver de dar o alienante.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Art. 453. As benfeitorias necessárias ou úteis, não abonadas ao que sofreu a evicção, serão pagas pelo alienante.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Art. 454. Se as benfeitorias abonadas ao que sofreu a evicção tiverem sido feitas pelo alienante, o valor delas será levado em conta na restituição devida.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Art. 455. Se parcial, mas considerável, for a evicção, poderá o evicto optar entre a rescisão do contrato e a restituição da parte do preço correspondente ao desfalque sofrido. Se não for considerável, caberá somente direito a indenização.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Art. 456. Para poder exercitar o direito que da evicção lhe resulta, o adquirente notificará do litígio o alienante imediato, ou qualquer dos anteriores, quando e como lhe determinarem as leis do processo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Parágrafo único. Não atendendo o alienante à denunciação da lide, e sendo manifesta a procedência da evicção, pode o adquirente deixar de oferecer contestação, ou usar de recursos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Art. 457. Não pode o adquirente demandar pela evicção, se sabia que a coisa era alheia ou litigiosa.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #660000;"&gt;Se você quiser que apenas eu leia seu comentário&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.analucianicolau.adv.br/?Fuseaction=Contato"&gt; clique aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="overflow: hidden;"&gt;
&lt;div align="right"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ananicolau.blogspot.com/feeds/5832337419485362015/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=455073269226143414&amp;postID=5832337419485362015" title="13 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/5832337419485362015?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/5832337419485362015?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://ananicolau.blogspot.com/2011/02/o-que-e-eviccao.html" title="O que é evicção?" /><author><name>Ana Lucia Nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11113509396940122903</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="25" src="http://4.bp.blogspot.com/-2pH69dtzoTE/Tlbm_C6faRI/AAAAAAAABrY/CIF46Ye8dI0/s220/Ana-L.jpg" /></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkMFQngzfip7ImA9WhdbEEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-455073269226143414.post-2370193868471605260</id><published>2011-01-28T11:19:00.006-02:00</published><updated>2011-10-07T17:13:33.686-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-07T17:13:33.686-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="guarda" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="adoção" /><title>Obrigações a Partir da Concessão de Guarda de Criança</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #990000; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quais são as obrigações geradas a partir da autorização judicial de guarda de criança a terceiro na preparação para a adoção?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Primeiramente, é importante colocar que o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8069/90)&amp;nbsp;&amp;nbsp;indica&amp;nbsp;no § 1º, artigo 33, a destinação da guarda como medida de regularização da posse de fato (quando já existe convívío da criança com o adulto que pretende adotá-la) que pode ser concedida&amp;nbsp;pelo juiz nos procedimentos de tutela e de adoção por brasileiros de forma liminar (antecedendo ao pedido de adoção)&amp;nbsp;ou como um incidente processual (guarda autorizada no curso do processo de adoção). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Passada essa primeira observação, as obrigações geradas a partir da concessão de guarda de criança a terceiro estão contidas com clareza no caput do artigo 33&amp;nbsp; (abaixo copiado) do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8069/90) &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"Art. 33. A guarda obriga a prestação de assistência material, moral e educacional à criança ou adolescente, conferindo a seu detentor o direito de opor-se a terceiros, inclusive aos pais."&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #990000; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Se você quiser que apenas eu leia seu comentário &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://www.analucianicolau.adv.br/?Fuseaction=Contato"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ananicolau.blogspot.com/feeds/2370193868471605260/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=455073269226143414&amp;postID=2370193868471605260" title="15 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/2370193868471605260?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/2370193868471605260?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://ananicolau.blogspot.com/2011/01/q-uais-sao-as-obrigacoes-geradas-partir.html" title="Obrigações a Partir da Concessão de Guarda de Criança" /><author><name>Ana Lucia Nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11113509396940122903</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="25" src="http://4.bp.blogspot.com/-2pH69dtzoTE/Tlbm_C6faRI/AAAAAAAABrY/CIF46Ye8dI0/s220/Ana-L.jpg" /></author><thr:total>15</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkAHRX0zfip7ImA9WhdbEEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-455073269226143414.post-1090955904829748204</id><published>2011-01-16T19:35:00.004-02:00</published><updated>2011-10-07T17:18:54.386-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-07T17:18:54.386-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Juizado Esp. Cível (JEC)" /><title>É possível propor ação de reparação de dano por acidente de trabalho perante o Juizado Especial Cível?</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Segundo a determinação do § 2º, artigo. 3º, da Lei 9099/95 (abaixo copiado) não é possível que o pedido de reparação de dano por acidente de trabalho seja feito perante o Juizado Especial. &lt;br /&gt;
A lei indica:&lt;br /&gt;
"Ficam excluídas da competência do Juizado Especial as causas de natureza alimentar, falimentar, fiscal e de interesse da Fazenda Pública, e também as relativas a acidentes de trabalho, a resíduos e ao estado e capacidade das pessoas, ainda que de cunho patrimonial."&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #990000;"&gt;Se você quiser que apenas eu leia&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;seu comentário &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://www.analucianicolau.adv.br/?Fuseaction=Contato"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;/script&gt;&lt;a href="http://www.lomadee.com/" style="font-size: 10px;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="right"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/G7V9a5sQbpN0Irb7lgIFanu5DFI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/G7V9a5sQbpN0Irb7lgIFanu5DFI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/G7V9a5sQbpN0Irb7lgIFanu5DFI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/G7V9a5sQbpN0Irb7lgIFanu5DFI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ananicolau.blogspot.com/feeds/1090955904829748204/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=455073269226143414&amp;postID=1090955904829748204" title="8 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/1090955904829748204?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/1090955904829748204?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://ananicolau.blogspot.com/2011/01/e-possivel-propor-acao-de-reparacao-de.html" title="É possível propor ação de reparação de dano por acidente de trabalho perante o Juizado Especial Cível?" /><author><name>Ana Lucia Nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11113509396940122903</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="25" src="http://4.bp.blogspot.com/-2pH69dtzoTE/Tlbm_C6faRI/AAAAAAAABrY/CIF46Ye8dI0/s220/Ana-L.jpg" /></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkAMQXg5fip7ImA9WhdbEEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-455073269226143414.post-4780471847709204858</id><published>2010-12-19T12:16:00.002-02:00</published><updated>2011-10-07T17:19:40.626-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-07T17:19:40.626-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="casamento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="regime de bens" /><title>Modificação no Código Civil altera idade para o regime obrigatório da separação de bens no casamento</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Interessante observar as alterações das leis na adaptação do ordenamento legal brasileiro à realidade da vida social contemporânea.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Recentemente (09/12/10), o nosso Código Civil sofreu modificação (promovida pela lei 12344/10)&amp;nbsp; no seu inciso II, art. 1641, alterando de 60 para 70 anos a idade mínima para o regime obrigatório da separação de bens no casamento (esse assunto já foi tratado anteriormente em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://ananicolau.blogspot.com/2009/08/regime-de-bens-entre-conjuges.html"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;postagem publicada&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt; no dia 03/08/2009).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Assim,&amp;nbsp;passa a ser obrigatório o regime da separação de bens para o casamento de&amp;nbsp;pessoa a partir de 70 anos de vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Inportante lembrar que o regime de bens do casamento&amp;nbsp;é o conjunto de regras que regem os&amp;nbsp;interesses econômicos e patrimoniais entre os cônjuges.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #990000; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Se você quiser que apenas eu leia seu comentário &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #170202; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://www.analucianicolau.adv.br/?Fuseaction=Contato"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/455073269226143414-4780471847709204858?l=ananicolau.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/X3GVHNXBOO_wSttzLSUS3zQ6v80/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/X3GVHNXBOO_wSttzLSUS3zQ6v80/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/X3GVHNXBOO_wSttzLSUS3zQ6v80/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/X3GVHNXBOO_wSttzLSUS3zQ6v80/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/AnaLuciaNicolau?a=8trnao8gu8A:sAsEoJMo9Tk:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/AnaLuciaNicolau?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/AnaLuciaNicolau?a=8trnao8gu8A:sAsEoJMo9Tk:4cEx4HpKnUU"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/AnaLuciaNicolau?i=8trnao8gu8A:sAsEoJMo9Tk:4cEx4HpKnUU" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ananicolau.blogspot.com/feeds/4780471847709204858/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=455073269226143414&amp;postID=4780471847709204858" title="20 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/4780471847709204858?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/4780471847709204858?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://ananicolau.blogspot.com/2010/12/modificacao-no-codigo-civil-altera.html" title="Modificação no Código Civil altera idade para o regime obrigatório da separação de bens no casamento" /><author><name>Ana Lucia Nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11113509396940122903</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="25" src="http://4.bp.blogspot.com/-2pH69dtzoTE/Tlbm_C6faRI/AAAAAAAABrY/CIF46Ye8dI0/s220/Ana-L.jpg" /></author><thr:total>20</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;A08FQX46cCp7ImA9WhRSE0Q.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-455073269226143414.post-6399212800518476419</id><published>2010-11-03T11:38:00.008-02:00</published><updated>2011-11-15T21:30:10.018-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-15T21:30:10.018-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ausência" /><title>Pessoa Desaparecida</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #660000;"&gt;O filho de pessoa desaparecida pode tomar posse do apartamento de seu pai?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #660000;"&gt;Primeiramente é importante esclarecer que é preciso ser declarada a ausência da pessoa desaparecida nos termos dos artigos 22 e 23 do nosso Código Civil abaixo copiados:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Art. 22 "Desaparecendo uma pessoa do seu domicílio sem dela haver notícia, se não houver deixado representante ou procurador a quem caiba administrar-lhe os bens, o juiz, a requerimento de qualquer interessado ou do Ministério Público, declarará a ausência, e nomear-lhe-á curador."&lt;br /&gt;
Art. 23 "Também se declarará a ausência, e se nomeará curador, quando o ausente deixar mandatário que não queira ou não possa exercer ou continuar o mandato, ou se os seus poderes forem insuficientes."&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #660000;"&gt;conforme já explicado na&amp;nbsp;&lt;a href="http://ananicolau.blogspot.com/search/label/aus%C3%AAncia"&gt;postagem publicada em 22/06/10&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #660000;"&gt;Assim,&amp;nbsp;o filho da pessoa desaparecida pode&amp;nbsp;entrar na posse dos bens da pessoa desaparecida,&amp;nbsp;&amp;nbsp;a partir da respectiva declaração de ausência&amp;nbsp;de seu pai, conforme determinado pelo § 2º, artigo 30, do nosso Código Civil, abaixo copiado:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="JD_legfcc200230p2"&gt;&lt;/a&gt;Art. 30. Os herdeiros, para se imitirem na posse dos bens do ausente, darão garantias da restituição deles, mediante penhores ou hipotecas equivalentes aos quinhões respectivos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
...&lt;br /&gt;
§ 2º Os ascendentes, os descendentes e o cônjuge, uma vez provada a sua qualidade de herdeiros, poderão, independentemente de garantia, entrar na posse dos bens do ausente.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;form name="LPHitCountForm"&gt;
&lt;/form&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #660000;"&gt;Se você quiser que apenas eu leia seu comentário&lt;/span&gt; &lt;span style="color: #170202;"&gt;&lt;a href="http://www.analucianicolau.adv.br/#?link=contato"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="height: 120px; overflow: hidden; width: 120px;"&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HDGflaDU3QkYdBsmV0eb7USxYBc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HDGflaDU3QkYdBsmV0eb7USxYBc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ananicolau.blogspot.com/feeds/6399212800518476419/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=455073269226143414&amp;postID=6399212800518476419" title="33 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/6399212800518476419?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/6399212800518476419?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://ananicolau.blogspot.com/2010/11/primeiramente-e-importante-esclarecer-e.html" title="Pessoa Desaparecida" /><author><name>Ana Lucia Nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11113509396940122903</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="25" src="http://4.bp.blogspot.com/-2pH69dtzoTE/Tlbm_C6faRI/AAAAAAAABrY/CIF46Ye8dI0/s220/Ana-L.jpg" /></author><thr:total>33</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEcBQ3ozcSp7ImA9Wx5VFk4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-455073269226143414.post-7735627790857091814</id><published>2010-10-06T17:54:00.002-03:00</published><updated>2010-10-09T11:54:12.489-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-10-09T11:54:12.489-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="notícias TJSP" /><title>Falecida tem seu nome negativado e seus filhos recebem indenização</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #351c75;"&gt;Achei bem interessante a decisão tomada pela 23ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo condenando um Banco a pagar indenização por danos morais&amp;nbsp;por ter negativado o nome da mãe&amp;nbsp;já falecida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #351c75;"&gt;A decisão foi divulgada no &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.tjsp.jus.br/Noticias/Noticia.aspx?Id=8678"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;site do TJSP&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #351c75;"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;,&lt;/span&gt; através da notícia, abaixo copiada, com o mesmo título dessa postagem. Leia e faça seu comentário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A 23ª Câmara de Direito Privado, por unanimidade, condenou um Banco a pagar indenização por danos morais por ter negativado o nome de uma senhora já falecida. Os três filhos receberão cada um R$ 10 mil. O relator do processo é o desembargador Luiz Antonio Rizzatto Nunes.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;De acordo com a decisão, &amp;nbsp;mesmo ciente do falecimento da titular do cartão de crédito (mãe dos autores da ação), o Banco enviou o nome da falecida aos órgãos de proteção ao crédito em decorrência de cobrança de encargos indevidos, dentre eles, taxas administrativas, mensalidade de cartão de crédito, juros e um seguro contra acidente pessoais. Ficou comprovado que os autores comunicaram o falecimento ao Banco, inclusive receberam a informação que o cancelamento do cartão seria providenciado.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Rizzatto Nunes, afirma em seu voto, que é abusiva a anotação de nome de pessoa falecida em cadastro de inadimplentes. “A intenção da empresa ré e de seus cobradores era, evidentemente, manter o nome da genitora dos autores negativado para exercer pressão psicológica sobre seus filhos e, com isso, buscar receber o crédito que supunha possuir. Trata-se de cobrança constrangedora, abusiva e proibida pelo Código de Defesa do Consumidor”.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Acompanharam o voto do relator, os desembargadores José Marcos Marrone e Paulo Roberto de Santana.&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;Processo nº 990.10.364587-1 &lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Assessoria de Imprensa TJSP – LV (texto)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/455073269226143414-7735627790857091814?l=ananicolau.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NSQEv_kbw6wsR98o9zHzXI5Y_7A/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NSQEv_kbw6wsR98o9zHzXI5Y_7A/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ananicolau.blogspot.com/feeds/7735627790857091814/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=455073269226143414&amp;postID=7735627790857091814" title="11 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/7735627790857091814?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/7735627790857091814?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://ananicolau.blogspot.com/2010/10/falecida-tem-seu-nome-negativado-e-seus.html" title="Falecida tem seu nome negativado e seus filhos recebem indenização" /><author><name>Ana Lucia Nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11113509396940122903</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="25" src="http://4.bp.blogspot.com/-2pH69dtzoTE/Tlbm_C6faRI/AAAAAAAABrY/CIF46Ye8dI0/s220/Ana-L.jpg" /></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0AEQHcyfSp7ImA9WhdUF0s.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-455073269226143414.post-2156513912658721333</id><published>2010-09-27T09:35:00.007-03:00</published><updated>2011-10-04T20:08:21.995-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-04T20:08:21.995-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="casamento" /><title>O que é casamento putativo?</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O casamento putativo é o enlace matrimonial realizado com algum vício (determinado por algum fato previsto na lei) que o torne anulável ou nulo, mas, por ter sido contraído de boa-fé de um ou de ambos os cônjuges, produz efeitos, conforme determinação do artigo 1561 do nosso Código Civil, abaixo copiado. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Art. 1561. Embora anulável ou mesmo nulo, se contraído de boa-fé por ambos os cônjuges, o casamento, em relação a estes como aos filhos, produz todos os efeitos até o dia da sentença anulatória. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
§ 1º Se um dos cônjuges estava de boa-fé ao celebrar o casamento, os seus efeitos civis só a ele e aos filhos aproveitarão.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
§ 2º Se ambos os cônjuges estavam de má-fé ao celebrar o casamento, os seus efeitos civis só aos filhos aproveitarão.&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: red;"&gt;Se você quiser que apenas eu leia seu comentário&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.analucianicolau.adv.br/#?link=contato"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mFOBJ41LUt9BEPcdmleTfWIMEFY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mFOBJ41LUt9BEPcdmleTfWIMEFY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ananicolau.blogspot.com/feeds/2156513912658721333/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=455073269226143414&amp;postID=2156513912658721333" title="32 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/2156513912658721333?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/2156513912658721333?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://ananicolau.blogspot.com/2010/09/o-que-e-casamento-putativo.html" title="O que é casamento putativo?" /><author><name>Ana Lucia Nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11113509396940122903</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="25" src="http://4.bp.blogspot.com/-2pH69dtzoTE/Tlbm_C6faRI/AAAAAAAABrY/CIF46Ye8dI0/s220/Ana-L.jpg" /></author><thr:total>32</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUUHQX8zeCp7ImA9Wx5QEEU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-455073269226143414.post-9213626228491814768</id><published>2010-08-29T10:00:00.002-03:00</published><updated>2010-08-29T10:07:10.180-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-08-29T10:07:10.180-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="bens" /><title>Bens Consumíveis</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;O que são bens consumíveis&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O nosso Código Civil indica com clareza no artigo&amp;nbsp;86 que "São consumíveis os bens móveis cujo uso importa destruição imediata da própria substância, sendo também considerados tais os destinados à alienação."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ou seja, o&amp;nbsp;bem&amp;nbsp;é consumível&amp;nbsp;pelo ponto de vista de&amp;nbsp;sua natureza, cuja&amp;nbsp;utilização acarreta destruição imediata &amp;nbsp;da própria substância, como, por exemplo, o&amp;nbsp;alimento, ou&amp;nbsp;&amp;nbsp;por força de lei -&amp;nbsp;os bens móveis destinados a alienação -&amp;nbsp; como, por exemplo, a&amp;nbsp;roupa que está na loja para ser vendida é consumível, mas,&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;no momento em que ocorre a venda&amp;nbsp;passa a ser inconsumível. &lt;br /&gt;
&lt;span style="color: red;"&gt;Se você quiser que apenas eu leia seu comentário&lt;/span&gt; clique aqui&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/455073269226143414-9213626228491814768?l=ananicolau.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ananicolau.blogspot.com/feeds/9213626228491814768/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=455073269226143414&amp;postID=9213626228491814768" title="31 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/9213626228491814768?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/9213626228491814768?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://ananicolau.blogspot.com/2010/08/bens-consumiveis.html" title="Bens Consumíveis" /><author><name>Ana Lucia Nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11113509396940122903</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="25" src="http://4.bp.blogspot.com/-2pH69dtzoTE/Tlbm_C6faRI/AAAAAAAABrY/CIF46Ye8dI0/s220/Ana-L.jpg" /></author><thr:total>31</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0EFQ3o4cCp7ImA9Wx5SEU0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-455073269226143414.post-5724707298582164591</id><published>2010-08-06T11:37:00.001-03:00</published><updated>2010-08-06T11:40:12.438-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-08-06T11:40:12.438-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="doação" /><title>Doação</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #990000; font-size: large;"&gt;É válida a doação feita ao nascituro?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Primeiramente é interessante colocar que nascituro é o ser humano já concebido com nascimento esperado como fato futuro em data pevista.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A doação feita ao nascituro terá valida desde que seja aceita por seu representante legal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesse sentido, o&amp;nbsp;nosso Código Cívil determina com clareza no seu artigo&amp;nbsp;542 que "A doação feita ao nascituro valerá, sendo aceita pelo seu representante legal."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;Se você quiser que apenas eu leia seu comentário&lt;/span&gt; clique aqui&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/455073269226143414-5724707298582164591?l=ananicolau.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-97vmw12mhtxV1nTA0IgXYizFUc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-97vmw12mhtxV1nTA0IgXYizFUc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-97vmw12mhtxV1nTA0IgXYizFUc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-97vmw12mhtxV1nTA0IgXYizFUc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ananicolau.blogspot.com/feeds/5724707298582164591/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=455073269226143414&amp;postID=5724707298582164591" title="23 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/5724707298582164591?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/5724707298582164591?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://ananicolau.blogspot.com/2010/08/doacao.html" title="Doação" /><author><name>Ana Lucia Nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11113509396940122903</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="25" src="http://4.bp.blogspot.com/-2pH69dtzoTE/Tlbm_C6faRI/AAAAAAAABrY/CIF46Ye8dI0/s220/Ana-L.jpg" /></author><thr:total>23</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0MCRXg6fCp7ImA9WxFaFkg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-455073269226143414.post-881953040109962245</id><published>2010-07-20T16:43:00.001-03:00</published><updated>2010-07-20T16:51:04.614-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-07-20T16:51:04.614-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="notícia do STJ" /><title>Avós paternos não são obrigados a pagar pensão alimentícia</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Achei bem interessante a decisão tomada pela Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça negando provimento ao recurso interposto por criança que pleiteou recebimento de pensão alimentícia diretamente de seus avós paternos, pelo entendimento de que, essa obrigação alimentar dos avós só existe na comprovada incapacidade dos genitores para proverem alimentos aos filhos. &lt;br /&gt;
Essa decisão foi divulgada numa notícia (abaixo copiada)&amp;nbsp;no &lt;a href="http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=448&amp;amp;tmp.texto=97723&amp;amp;tmp.area_anterior=44&amp;amp;tmp.argumento_pesquisa=alimentos"&gt;site do STJ&lt;/a&gt;, com o mesmo título dessa postagem. Leia e faça seu comentário.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #660000;"&gt;"A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça negou recurso de uma neta contra seus avós paternos no Espírito Santo. A ação pedia que a obrigação de pagar pensão alimentícia do pai, que mora no exterior, fosse transferida para os avós. Mas o STJ entende que essa obrigação só existe quando for provada a incapacidade dos pais para alimentar os filhos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #660000;"&gt;O avô contestou a ação alegando que seus ganhos não são suficientes para pagar pensão à neta, porque além de seus gastos, ele sustenta uma filha menor de idade. Já a avó comprovou estar desempregada e não ter rendimentos para custear essas despesas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #660000;"&gt;Para o ministro relator Aldir Passarinho Júnior, antes de acionar os avós na justiça, que comprovaram não ter condições de pagar a pensão, a mãe deveria mover uma ação de alimentos contra o pai da criança. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #660000;"&gt;Autor(a):Coordenadoria de Rádio/STJ"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;Se você quiser que apenas eu leia seu comentário&lt;/span&gt; clique aqui &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/455073269226143414-881953040109962245?l=ananicolau.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/v1IO33YRxpHMac_265vHQxfdkZI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/v1IO33YRxpHMac_265vHQxfdkZI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/v1IO33YRxpHMac_265vHQxfdkZI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/v1IO33YRxpHMac_265vHQxfdkZI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ananicolau.blogspot.com/feeds/881953040109962245/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=455073269226143414&amp;postID=881953040109962245" title="21 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/881953040109962245?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/881953040109962245?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://ananicolau.blogspot.com/2010/07/avos-paternos-nao-sao-obrigados-pagar.html" title="Avós paternos não são obrigados a pagar pensão alimentícia" /><author><name>Ana Lucia Nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11113509396940122903</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="25" src="http://4.bp.blogspot.com/-2pH69dtzoTE/Tlbm_C6faRI/AAAAAAAABrY/CIF46Ye8dI0/s220/Ana-L.jpg" /></author><thr:total>21</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUAARXo5fip7ImA9WhdbFE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-455073269226143414.post-9038778443639281309</id><published>2010-07-03T21:25:00.008-03:00</published><updated>2011-10-12T12:35:44.426-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-12T12:35:44.426-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="filho" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="adoção" /><title>Adoção</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #990000;"&gt;Pessoa com 20 anos de idade pode adotar seu irmão de 10 anos, uma vez que seus pais&amp;nbsp;faleceram num acidente de carro?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não, o § 1º, do artigo 42 do Estatuto da Criança e do Adolescente (abaixo copiado)&amp;nbsp;proibe a adoção de criança por seu irmão.&lt;br /&gt;
Art. 42. Podem adotar os maiores de 18 (dezoito) anos, independentemente do estado civil.(Redação dada ao caput pela Lei nº 12.010, de 03.08.2009, DOU 04.08.2009, em vigor&amp;nbsp;a partir de 02.11.2009)&lt;br /&gt;
§ 1º Não podem adotar os ascendentes e os irmãos do adotando&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Interessante colocar que a adoção de criança é sempre remetida às regras do Estatuto da Criança e do Adolescente conforme determinação do artigo 1618 do nosso Código Civil que indica &lt;br /&gt;
"A adoção de crianças e adolescentes será deferida na forma prevista pela Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Estatuto da Criança e do Adolescente.(Redação dada ao artigo pela Lei nº 12.010, de 03.08.2009, DOU 04.08.2009, em vigor&amp;nbsp;a partir de 02.11.2009)"&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #990000;"&gt;&amp;nbsp;Se você quiser que apenas eu leia seu comentário&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.analucianicolau.adv.br/?Fuseaction=Contato"&gt;clique aqui &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/455073269226143414-9038778443639281309?l=ananicolau.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8OHzdOWbLUtfhIDxD651bq2FX5g/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8OHzdOWbLUtfhIDxD651bq2FX5g/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8OHzdOWbLUtfhIDxD651bq2FX5g/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8OHzdOWbLUtfhIDxD651bq2FX5g/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ananicolau.blogspot.com/feeds/9038778443639281309/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=455073269226143414&amp;postID=9038778443639281309" title="38 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/9038778443639281309?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/9038778443639281309?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://ananicolau.blogspot.com/2010/07/pessoa-com-20-anos-de-idade-pode-adotar.html" title="Adoção" /><author><name>Ana Lucia Nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11113509396940122903</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="25" src="http://4.bp.blogspot.com/-2pH69dtzoTE/Tlbm_C6faRI/AAAAAAAABrY/CIF46Ye8dI0/s220/Ana-L.jpg" /></author><thr:total>38</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0cHQHo6eip7ImA9WxFUGEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-455073269226143414.post-6360387210907644572</id><published>2010-06-22T07:56:00.004-03:00</published><updated>2010-06-30T00:37:11.412-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-06-30T00:37:11.412-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ausência" /><title>Quando uma pessoa é declarada ausente?</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;O nosso Código Civil dá essa resposta com clareza pelo que determina nos seus artigos 22 e 23 abaixo copiados:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Art. 22 "Desaparecendo uma pessoa do seu domicílio sem dela haver notícia, se não houver deixado representante ou procurador a quem caiba administrar-lhe os bens, o juiz, a requerimento de qualquer interessado ou do Ministério Público, declarará a ausência, e nomear-lhe-á curador."&lt;br /&gt;Art. 23 "Também se declarará a ausência, e se nomeará curador, quando o ausente deixar mandatário que não queira ou não possa exercer ou continuar o mandato, ou se os seus poderes forem insuficientes."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Se você quiser que apenas eu leia seu comentário&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.analucianicolau.adv.br/#?link=contato"&gt;clique aqui &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/455073269226143414-6360387210907644572?l=ananicolau.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Gt9MSCOspNGY6K1MLKdP0-rqDcU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Gt9MSCOspNGY6K1MLKdP0-rqDcU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ananicolau.blogspot.com/feeds/6360387210907644572/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=455073269226143414&amp;postID=6360387210907644572" title="36 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/6360387210907644572?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/6360387210907644572?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://ananicolau.blogspot.com/2010/06/quando-uma-pessoa-e-declarada-ausente.html" title="Quando uma pessoa é declarada ausente?" /><author><name>Ana Lucia Nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11113509396940122903</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="25" src="http://4.bp.blogspot.com/-2pH69dtzoTE/Tlbm_C6faRI/AAAAAAAABrY/CIF46Ye8dI0/s220/Ana-L.jpg" /></author><thr:total>36</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CU8NQX8_eCp7ImA9WhZWFkg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-455073269226143414.post-2079172401483648003</id><published>2010-05-28T08:10:00.006-03:00</published><updated>2011-05-17T14:38:10.140-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-17T14:38:10.140-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Herança" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Inventário" /><title>Quem pode ser nomeado inventariante num processo de inventário de bens deixados por pessoa falecida?</title><content type="html">&lt;span style="color: #990000;"&gt;O Nosso Código de Processo Civil no seu artigo 990, indica com clareza a ordem que o juz deve seguir para a nomeação de inventariante num processo de inventário, da seguinte forma:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Art. 990 - O juiz nomeará inventariante:&lt;br /&gt;
I - o cônjuge ou companheiro sobrevivente, desde que estivesse convivendo com o outro ao tempo da morte deste;&lt;br /&gt;
II - o herdeiro que se achar na posse e administração do espólio, se não houver cônjuge ou companheiro sobrevivente ou estes não puderem ser nomeados;&lt;br /&gt;
III - qualquer herdeiro, nenhum estando na posse e administração do espólio;&lt;br /&gt;
IV - o testamenteiro, se lhe foi confiada a administração do espólio ou toda a herança estiver distribuída em legados;&lt;br /&gt;
V - o inventariante judicial, se houver;&lt;br /&gt;
VI - pessoa estranha idônea, onde não houver inventariante judicial.&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #660000;"&gt;Se você quiser&lt;/span&gt; &lt;span style="color: #660000;"&gt;que apenas eu leia seu comentário&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.analucianicolau.adv.br/#?link=contato"&gt;clique aqui&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/455073269226143414-2079172401483648003?l=ananicolau.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bec5T3Py47Hy7VM_QSuU6pdrDN0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bec5T3Py47Hy7VM_QSuU6pdrDN0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bec5T3Py47Hy7VM_QSuU6pdrDN0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bec5T3Py47Hy7VM_QSuU6pdrDN0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ananicolau.blogspot.com/feeds/2079172401483648003/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=455073269226143414&amp;postID=2079172401483648003" title="38 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/2079172401483648003?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/2079172401483648003?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://ananicolau.blogspot.com/2010/05/quem-pode-ser-nomeado-inventariante-num.html" title="Quem pode ser nomeado inventariante num processo de inventário de bens deixados por pessoa falecida?" /><author><name>Ana Lucia Nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11113509396940122903</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="25" src="http://4.bp.blogspot.com/-2pH69dtzoTE/Tlbm_C6faRI/AAAAAAAABrY/CIF46Ye8dI0/s220/Ana-L.jpg" /></author><thr:total>38</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0ACSX8zcSp7ImA9Wx9VEk8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-455073269226143414.post-4980738434556502808</id><published>2010-05-19T08:43:00.004-03:00</published><updated>2011-01-28T11:36:08.189-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-01-28T11:36:08.189-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="guarda" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="notícia do STJ" /><title>Avó e tio têm direito à guarda compartilhada</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #660000;"&gt;Achei bem interessante a decisão proferida pela Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça, no sentido de conceder a guarda compartilhada de adolescente à sua avó e ao seu tio, visando os interesses e bem estar da menor, uma vez que, a situação de fato enseja bom convívio das partes envolvidas no pedido e a falta de contato constante e necessário com os genitores. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #660000;"&gt;A decisão foi divulgada no &lt;a href="http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=97283"&gt;site do STJ&lt;/a&gt;, numa notícia (abaixo copiada) com o mesmo título dessa postagem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Decisão pioneira da Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) permite que a avó e o tio paternos de uma menor tenham a guarda compartilhada da adolescente, que convive com eles há doze anos, desde os quatro meses de vida.&lt;br /&gt;
Segundo informações da avó e do tio, o pai da menor está preso e a mãe dela trabalha em várias cidades, não sendo possível saber quando vai (ou se vai) visitar a filha. Os parentes recorreram à Justiça, pedindo a guarda compartilhada para regularizar uma situação de fato, para o bem-estar e o benefício da menor e para poder incluí-la como dependente.&lt;br /&gt;
A primeira instância julgou extinta a ação de guarda conjunta, dando chance à avó ou ao tio de optar pela guarda exclusiva. Mas eles recorreram ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). Para os desembargadores, o pedido de guarda compartilhada é possível, porém inadequado porque a família substituta deve ser formada a partir do referencial “casal” – marido e mulher ou o que se assemelhe.&lt;br /&gt;
No STJ, essa posição foi modificada. O relator, ministro Aldir Passarinho Junior, entendeu ser viável o pedido da avó e do tio, já que na verdade eles pretendem tão somente consolidar legalmente um fato que já existe. O ministro também destacou outros dois pontos de grande peso nessa situação: “A própria criança expressou o seu desejo de permanecer com os recorrentes, bem como os seus genitores concordam com a guarda pretendida, havendo reconhecimento de que a menor recebe bons cuidados”.&lt;br /&gt;
Em seu voto, o relator não vislumbrou motivos para prevalecer o entendimento do TJSP, de ser possível um desentendimento futuro entre a avó e o tio solteiro, uma vez que até mesmo marido e mulher são suscetíveis a desavenças. Por unanimidade, os ministros da Quarta Turma concordaram com o relator, concedendo a guarda compartilhada da menor à avó e ao tio paternos.&lt;br /&gt;
Coordenadoria de Editoria e Imprensa" &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/455073269226143414-4980738434556502808?l=ananicolau.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pLMaRNIseP6Ieo2JSltKRVdFZrI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pLMaRNIseP6Ieo2JSltKRVdFZrI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pLMaRNIseP6Ieo2JSltKRVdFZrI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pLMaRNIseP6Ieo2JSltKRVdFZrI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://ananicolau.blogspot.com/feeds/4980738434556502808/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=455073269226143414&amp;postID=4980738434556502808" title="31 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/4980738434556502808?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/455073269226143414/posts/default/4980738434556502808?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://ananicolau.blogspot.com/2010/05/avo-e-tio-tem-direito-guarda.html" title="Avó e tio têm direito à guarda compartilhada" /><author><name>Ana Lucia Nicolau</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11113509396940122903</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="25" src="http://4.bp.blogspot.com/-2pH69dtzoTE/Tlbm_C6faRI/AAAAAAAABrY/CIF46Ye8dI0/s220/Ana-L.jpg" /></author><thr:total>31</thr:total></entry></feed>

