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	<title>Andam Dizendo</title>
	
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		<title>Coisas de melhor amigo</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Sep 2011 01:57:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wellington Soares</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Circulou hoje pela internet o link para uma historinha triste sobre um cara e o seu cachorro. É muito triste, mas vale muito a pena. O link é este aqui. Depois de ler essa história, eu me lembrei de um outro vídeo que eu havia visto há algum tempo. É um documentário sobre os últimos [...]


Nenhum post relacionado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Circulou hoje pela internet o link para uma historinha triste sobre um cara e o seu cachorro. É muito triste, mas vale muito a pena. O link é <a href="http://http://9gag.com/gag/249712" target="_blank">este aqui</a>.</p>
<p>Depois de ler essa história, eu me lembrei de um outro vídeo que eu havia visto há algum tempo. É um documentário sobre os últimos momentos de um cara com seu cachorro, que teve que ser sacrificado. É ainda mais triste, mas muito bonito.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/8191217?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" width="400" height="225" frameborder="0" webkitAllowFullScreen allowFullScreen></iframe>
<p><a href="http://vimeo.com/8191217">Last Minutes with ODEN</a> from <a href="http://vimeo.com/user814889">phos pictures</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p>Não desidratem, por favor.</p>


<p>Nenhum post relacionado.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Sobre o jornalista</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Aug 2011 01:37:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wellington Soares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
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		<description><![CDATA[AVISO: Podem depositar os sinais exagerados de lirismo, idealização e ingenuidade da conta do professor Dirceu Fernandes Lopes. Tem tanta gente tão burra e cega que deixou de perceber a muralha que divide jornalismo e entretenimento, jornalista e celebridade. De repente, programas informativos viraram reality shows – em que os próprios apresentadores são as estrelas. Ser [...]


Nenhum post relacionado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>AVISO: Podem depositar os sinais exagerados de lirismo, idealização e ingenuidade da conta do professor Dirceu Fernandes Lopes.</p></blockquote>
<p align="justify">Tem tanta gente tão burra e cega que deixou de perceber a muralha que divide jornalismo e entretenimento, jornalista e celebridade.</p>
<p align="justify">De repente, programas informativos viraram <em>reality shows</em> – em que os próprios apresentadores são as estrelas. Ser seguido por paparazzi e atacar de DJ já fazem parte do cotidiano.</p>
<p align="justify">Num mundo em que mocinhas prestam vestibular de comunicação querendo ser atriz-e-modelo, quem diabos é o jornalista?</p>
<p align="justify">O jornalista é o representante do povo que o povo não escolhe. É ele quem decide ajudar as pessoas, falar por quem não pode falar. Por isso, o jornalista não pode nunca ficar quieto. O silêncio não pertence a ele.</p>
<p align="justify">Ignorar? Outra palavra que não existe no vocabulário das redações. Menos ainda se o complemento do verbo for um fato importante. Se for algo que ninguém sabe, mas todo mundo deveria saber, nesse caso então nem se fala&#8230;</p>
<p align="justify">O jornalista não pode esquecer da ajuda que deve pra turma do lado mais fraco da corda. Onde já se viu, repórter, assalariado – às vezes nem isso – puxar saco de empresário?</p>
<p align="justify">A reportagem é a voz de quem é quase mudo. São os olhos de quem não consegue ver. É a faixa de protesto confiscada pela repressão. O jornalista constrói o mundo em que as pessoas acreditam. O repórter precisa acreditar no seu próprio poder ­­&#8211; se o supervalorizar, melhor.</p>
<p align="justify">Altruísmo. O jornalista tem que conhecer, estudar, amar, adotar para a vida essa palavra. Tem que comer, respirar e, principalmente, trabalhar com ela na cabeça. Até  porque ele não trabalha para si, trabalha para todos os outros.</p>
<p align="justify">O jornalista tem que deixar de lado as coisas ruins – entre elas, o salário. Não pode se apegar a horário de trabalho, rotina fixa, família esperando pra jantar. Na verdade, não deveria casar nem ter filhos. A vida do jornalista não pertence a ele mesmo.</p>
<p align="justify">Idealmente seria assim, mas o jornalista – quem diria! – é ser humano. Para garantir o leite ninho das crianças, vai ter que fazer o que mandar o editor. Isso sem contar os outros chefes.</p>
<p align="justify">E aí as matérias sobre a fila do INSS, sobre as crianças abandonadas no centro da cidade vão pra onde? Bem, algum texto tem que sair para entrar o anúncio, uma nota sobre a empresa do amigo do chefe&#8230;</p>
<p align="justify">É a vida. Fazer o quê? Se o mundo continuar para sempre uma merda, pelo menos ele pode dizer: “Eu tentei ajudar&#8230;”. O importante, aliás, é nunca deixar de tentar.</p>


<p>Nenhum post relacionado.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Amy e a mídia</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Aug 2011 23:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wellington Soares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade e Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Amy Winehouse. Sim, falarei disso. Também estou enjoado desse mesmo assunto, mas de todos os incontáveis textos que li sobre a morte dela poucos disseram realmente o que precisava ser dito. Há alguns meses, quando Amy veio ao Brasil, todos os meios de comunicação encotraram uma maneira de criticá-la de uma maneira nojento. Desde o [...]


Nenhum post relacionado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://www.sucgangdesign.com/amy-winehouse/"><img title="Amy Winehouse." src="http://i1134.photobucket.com/albums/m606/andamdizendo/Imagens%20para%20posts/WineHouse.png" alt="Ilustração de Amy Winehouse" width="400" height="548" /></a><p class="wp-caption-text">Ilustração de Sucgang Designs</p></div>
<p align="justify">Amy Winehouse. Sim, falarei disso. Também estou enjoado desse mesmo assunto, mas de todos os incontáveis textos que li sobre a morte dela poucos disseram realmente o que precisava ser dito.</p>
<p align="justify">Há alguns meses, quando Amy veio ao Brasil, todos os meios de comunicação encotraram uma maneira de criticá-la de uma maneira nojento. Desde o jornal de papel até portais de internet publicaram intermináveis reportagens sobre a artista bêbada e drogada que cuspia na imprensa, batia nos fãs e caia no palco. Pouquíssimas coisas foram ditas sobre o seu trabalho, que atingiu o auge de sua genialidade justamente nos piores momentos da artista.</p>
<p align="justify">Amy morreu, muito provavelmente por consequência do seu estilo de vida. O tratamento da imprensa em relação a ela se modificou drasticamente: foi martirizada e considerada diva, &#8220;especialistas&#8221; fizeram longos discursos sobre a sua importância para o renascimento da Soul Musica e a restruturação do cenário musical britânico.</p>
<p align="justify">Amy nunca foi diva e nunca fez questão de ser. Nunca pagou de boa moça ou quis desfilar como símbolo de superação. Amy não precisava da pena que sentiram por ela. Não precisava de locutores mal-informados repetindo continuamente que ela não havia aguentado o peso da fama, que a pressão do estrelato era demais. Pareciam estar falando de uma mocinha ingênua. Ela sempre soube do destino para onde o caminho que estava seguindo a levaria. Ela não se importava, ou melhor, transformava isso em arte, em música. Nós, assumindo o egoísmo típico de ser humano, deveríamos agradecê-la por se autodestruir e construir com seus pedaços obras que pouquíssimos artistas na história da música mundial conseguirão.</p>
<p align="justify">Ela podia ainda estar viva. Podia ter se recuperado, montado uma família feliz, se convertido a alguma igreja e cantar sobre o interminável amor de um ser superior. Poderia e nós teríamos adorado se isso tivesse acontecido. Seria lindo. Seria um final feliz, mas esse não era o seu destino. Todos sabiam disso, inclusive ela.</p>
<p align="justify">Ela se foi na hora que todos sabiam que iria. Nem mais cedo, nem mais tarde. O “Clube dos 27”, do qual a imprensa tanto falou já esperava por ela &#8212; e aposto que ela está entediada entre eles. A maior tristeza é o fato de ela não ter deixado mais do seu trabalho. Pelo menos, matar as saudades não vai tomar muito tempo.</p>
<p align="justify"> Agora sim: R.I.P., Amy.</p>
<blockquote><p>&#8220;I told you I was trouble. Yeah, you know that I’m no good”</p></blockquote>


<p>Nenhum post relacionado.</p>]]></content:encoded>
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		<title>O que é o Google+ ou Como Ter Certeza De Que o Google Controla a Sua Vida</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Aug 2011 19:25:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wellington Soares</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(O vídeo sobre o qual o post fala não foi produzido pelo Google e o estúdio que o produziu, apesar de ter a companhia entre seus clientes, não foi paga para o fazer.) A intenção do vídeo abaixo é explicar para que serve o Google+, nova rede social do Google, e enumerar os motivos pelo [...]


Nenhum post relacionado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">(O vídeo sobre o qual o post fala não foi produzido pelo Google e o estúdio que o produziu, apesar de ter a companhia entre seus clientes, não foi paga para o fazer.) </p>
<p align="justify">A intenção do vídeo abaixo é explicar para que serve o Google+, nova rede social do Google, e enumerar os motivos pelo qual o Facebook se tornou uma ferramenta de comunicação ultrapassada. </p>
<p align="justify"> O vídeo é bem certeiro na explicação dessa nova rede. As características do G+, como vem sendo chamado, são bem explicadas e o motivo pelo qual mais pessoas deveriam aderir à rede são bastante justos. Mas o mais interessante é a resposta dada à pergunta: &#8220;Ao invés de criar um perfil no G+, eu não posso simplesmente esperar o Facebook criar funções parecidas às do Google+ &#8212; o que com certeza vai acontecer?&#8221; </p>
<p align="justify"> Vejam e pensem:</p>
<p align="justify"> <strong>O que é Google+? (em inglês)</strong> </p>
<p><iframe width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/hC_M6PzXS9g" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>


<p>Nenhum post relacionado.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Machismo: assunto do século XXI?</title>
		<link>http://andamdizendo.com.br/2011/08/03/machismo-assunto-do-seculo-xxi/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 10:18:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wellington Soares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade e Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[No meio do JUCA, campeonato das faculdades de comunicação de São Paulo, a galera do centro acadêmico da ECA-USP tentou puxar o coro: “Machismo Brocha!”. Para a infelicidade deles, quase ninguém aderiu ao movimento &#8212; acho que não era o momento adequado. Pela minha cabeça passou o seguinte pensamento: “Feminismo? Esse assunto está meio caído, [...]


Nenhum post relacionado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.fotopedia.com/items/flickr-4138846882"><img class="alignleft" title="Mulheres em marcha feminista." src="http://i1134.photobucket.com/albums/m606/andamdizendo/Imagens%20para%20posts/flickr-4138846882-original.jpg" alt="Mulheres em protesto contra o machismo em 1910." width="491" height="358" /></a></p>
<p>No meio do JUCA, campeonato das faculdades de comunicação de São Paulo, a galera do centro acadêmico da ECA-USP tentou puxar o coro: “Machismo Brocha!”. Para a infelicidade deles, quase ninguém aderiu ao movimento &#8212; acho que não era o momento adequado. Pela minha cabeça passou o seguinte pensamento: “Feminismo? Esse assunto está meio caído, não?”</p>
<p>Sim, eu sabia que normalmente mulheres recebem salário menor do que os dos homem, ainda que elas estudem mais e ocupem o mesmo cargo. Sabia também que o número de mulheres em cargos de chefia é menor do que o de homens. Apesar disso, acreditava &#8212; e ainda acredito &#8212; que existe uma tendência à igualdade. Ainda existem diferenças, mas que tendem a se reduzir cada vez mais. Sem contar que eu nunca havia presenciado uma cena de machismo que tivesse me chamado a atenção.</p>
<p>Acontece que um dia, eu presenciei essa cena. Estava no interior, visitando meus amigos de lá. Convidei uma amiga para sair com a galera e ouvi como resposta: “Preciso ver se o Fulano [namorado dela] deixa”. Imaginem a minha cara ao ouvir aquela frase. Quer dizer, então, que ainda existe mulher que pede PERMISSÃO do homem para sair? O papa-léguas machismo (alguém lembra do desenho?) havia acabado de jogar a sua bigorna ACME sobre a minha cabeça.</p>
<p>Meio transtornado, fiquei com o assunto na cabeça.  Parei para pensar e comecei a procurar pistas de outras situações parecidas que eu tivesse presenciado. Além das incontáveis que se passaram na igreja (evangélicos são extremamente patriarcais e, por consequência, machistas), lembrei de dezenas de outras vezes em cenas da minha família, na rua, na televisão.</p>
<p>Cacete, o machismo AINDA existe! E anda se escondendo, tentando circular sem chamar atenção. E a grande gigantesca maioria da população simplesmente não o ignora. Sim, o anti-machismo é um movimento fora de moda; mas não porque ele é inexistente &#8212; como eu pensava e muitos ainda pensam. O machismo não é enfrentado porque nós não o enxergamos.</p>
<p>Já passou da hora de nós abrirmos os olhos para assuntos como esse. Sem falar em outros que nós também fingimos não ver.</p>


<p>Nenhum post relacionado.</p>]]></content:encoded>
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		<title>O que é, afinal, o tempo?</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 10:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wellington Soares</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia do meu aniversário em janeiro de 2010, eu discuti no blog sobre a definição de tempo. Aquele texto tem mais de um ano, mas a dúvida sobre o que ele seria ainda não passou. Pensando fisicamente, todas as variáveis tem algo de sensível. Seja a massa de um corpo &#8212; o quanto um [...]


Nenhum post relacionado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p id="internal-source-marker_0.3486128281801939" dir="ltr">No dia do meu aniversário em janeiro de 2010, eu discuti no blog sobre a definição de tempo. Aquele texto tem mais de um ano, mas a dúvida sobre o que ele seria ainda não passou.</p>
<p dir="ltr">Pensando fisicamente, todas as variáveis tem algo de sensível. Seja a massa de um corpo &#8212; o quanto um objeto &#8220;pesa&#8221; &#8212;  ou a distância entre dois pontos, é sempre possível observar ou sentir essas grandezas no presente. Só o tempo é todo diferentão. Prova disso é que a gente acaba querendo comparar ele às outras, criando as famosas linhas do tempo ou dizendo que fulano carrega nas costas o peso da idade.</p>
<p dir="ltr">No fim das contas, acredito que não haja uma definição absoluta para o tempo (os cientificistas que me perdoem). Parece que ele está condenado a uma definição filosófica e subjetiva de cada pessoa.  Sendo assim, queria dar a minha definição.</p>
<p dir="ltr">Acredito que o tempo seja um agente de transformação que trabalha todo o tempo, sem descanso. Imaginando a nossa vida como uma daquelas imensas esteiras rolantes, o tempo é o mecanismo que faz com que nós sejamos levados para frente, mesmo que a gente não queira. <span style="color: #ffffff;">(&#8220;A Brincadeira&#8221; feelings?)</span></p>
<p dir="ltr">Uma vez que um momento passou, não tem como voltar atrás. Não tem como desejar ter feito diferente. Não tem como acelerar a esteira também. O botão de parar, bem, sempre tem como apertar, mas acho que a gente não quer isso&#8230;</p>
<p dir="ltr">-</p>
<p dir="ltr">É engraçado voltar ao post do ano passado e ver o quanto mudou. O quanto o tempo agiu. Melhor ainda é ver como tudo o que eu desejava para dali a um ano se realizou e está até melhor do que eu imaginei.</p>
<p dir="ltr">-</p>
<p dir="ltr">Acordei cedo, peguei o metrô para ir trabalhar. Do mesmo jeitinho que eu faço todos os dias. Na mesma estação, a mesma porta, sentei até no mesmo lugar &#8212; o primeiro na janela que encara a plataforma, perto de um assento preferencial.</p>
<p dir="ltr">Entre as estações da Vila Madalena e da Consolação nada demais. Mas é justamente na Consolação que as coisas mudam. Um senhorzinho entrou e se apossou da cadeira azul. Aliás, senhorzinho é eufemismo. O homem era bastante idoso. Bem magrinho. A pele sem nem um pouquinho de elasticidade se dobrava em algumas, centenas, milhares de rugas.</p>
<p dir="ltr">Ali, naquela hora, eu vi o tempo como matéria. A massa que preenchia os trincados da pele daquele homem, mas que acabou conforme os anos passavam. Olhei para a mão dele e depois para a minha, querendo comparar as duas. Pois é, parece que ainda tenho muito tempo.</p>
<p dir="ltr"><em>O post foi escrito no dia 19 de julho. O último trecho foi acrescentado no dia 26.</em></p>
</div>


<p>Nenhum post relacionado.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>I’m back</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 10:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wellington Soares</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hiatus days are over. Período sabático no more. Hoje, no dia 1° de agosto eu finalmente dou uma banana para a preduiça e a falta de tempo para voltar a escrever para o blog. Até porque achei que seria incoerente ser um jornalista que não consegue escrever para a própria publicação. A partir de hoje estou [...]


Nenhum post relacionado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="returning home by sayan51, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/sayan51/2442457461/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3245/2442457461_972c79c065_z.jpg?zz=1" alt="returning home" width="640" height="421" /></a></p>
<div>
<p align="justify">Hiatus days are over. Período sabático no more. Hoje, no dia 1° de agosto eu finalmente dou uma banana para a preduiça e a falta de tempo para voltar a escrever para o blog. Até porque achei que seria incoerente ser um jornalista que não consegue escrever para a própria publicação. A partir de hoje estou de volta. A comunidade internética vai voltar a desfrutar das minhas levianas opiniões e experiências.</p>
</div>
<div>
<p align="justify">Quase me esqueci de dizer. Não escolhi o dia de hoje aleatoriamente. Neste mês o blog completa dois anos de idade. Pois é, já se passaram dois anos desde que eu decidi começar o pôr isso aqui no ar. E olha que, para mim, passar 730 dias no mesmo projeto sem desistir dele é algo quase inédito.</p>
</div>
<div>
<p align="justify">Para celebrar a ocasião, o blog agora tem casa nova (www.andamdizendo.com.br). O domínio antigo (http://blogandamdizendo.blogspot.com/) vai guardar os arquivos.</p>
</div>
<div>
<p align="justify">Ah, quase deixei passar o mais importante: nos próximos dias você vai conferir aqui uma &#8220;visita&#8221; aos melhores posts dos últimos dois anos. Vamos repensar alguns dos temas que foram tratados aqui.</p>
</div>
<div>
<p align="justify">Há de ser o melhor mês do blog. Prometo.</p>
</div>
<div>
<p align="justify">Enquanto isso, me atualizem: e aí, o que andam dizendo?</p>
</div>


<p>Nenhum post relacionado.</p>]]></content:encoded>
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