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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;CkMDQ306eyp7ImA9WhRVGE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1950722482032571015</id><updated>2012-01-17T09:41:12.313-02:00</updated><category term="Mercosul" /><category term="Direito" /><category term="China" /><category term="Apagão" /><category term="SP" /><category term="São Paulo" /><category term="Brasil" /><category term="Alternative" /><category term="Urbanism" /><category term="Real Estate" /><category term="Human Rights" /><category term="Democracia" /><category term="Andar" /><category term="Panyu" /><category term="Democracy" /><category term="Mobilidade" /><category term="Copenhague" /><category term="Política" /><category term="Bicycle" /><category term="Caminhar" /><category term="Av. Paulista" /><category term="Guangzhou" /><category term="Bicicleta" /><category term="Politics" /><category term="Environment" /><category term="Direitos Humanos" /><category term="Lula" /><category term="Ticket Master" /><category term="Transporte" /><category term="Imagens" /><category term="Efeito Estufa" /><category term="Alternativa" /><category term="Brazil" /><category term="Mendigos" /><category term="Meio Ambiente" /><category term="Urbanismo" /><category term="Aventuras e Desventuras" /><category term="Trânsito" /><category term="Presidente" /><category term="Locação" /><category term="Criança e Adolescente" /><category term="Sustentabilidade" /><category term="Imobiliário" /><title>Anders Adv</title><subtitle type="html">Aqui me dedico a comentar assuntos trazidos a mim e divulgar notícias sobre Direito Imobililiário e Ambiental.</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://andersadv.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://andersadv.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Henrique Rodrigues Anders</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05666176741904915973</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>123</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/AndersAdv" /><feedburner:info uri="andersadv" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId>AndersAdv</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><entry gd:etag="W/&quot;CUMMQHc5eyp7ImA9WhRTF0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1950722482032571015.post-3041073227790596110</id><published>2011-11-08T09:57:00.001-02:00</published><updated>2011-11-08T09:58:01.923-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-08T09:58:01.923-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Política" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Imobiliário" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Meio Ambiente" /><title>A reestruturação do Incra</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;08 de novembro de 2011 | 3h 06&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;

            
             &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
São cada vez mais violentas as reações dos movimentos 
sociais ligados aos trabalhadores rurais, aliados históricos do PT, à 
condução da reforma agrária pelo governo Dilma e à maneira como vêm 
atuando o Ministério do Desenvolvimento Agrário e o Instituto Nacional 
de Colonização e Reforma Agrária (Incra). E quanto mais violentas, mais 
parecem confirmar que o presidente do Incra, Celso Lacerda, está agindo 
como prometeu quando assumiu o cargo, no fim de março. Na ocasião, 
anunciou que sua gestão se basearia "nos padrões da iniciativa privada, 
com gastos cada vez menores e produtividade cada vez maior".&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;


&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Na busca de maior eficiência, mais resultados e menos burocracia - 
objetivos que, segundo Lacerda, lhe foram determinados pela presidente 
Dilma Rousseff -, o Incra deverá passar por uma reformulação, da qual 
resultará a redução de seu poder e da sua esfera de ação e também das 
funções do Ministério do Desenvolvimento Agrário, como mostrou 
reportagem de Roldão Arruda publicada pelo Estado (2/11).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Não há, ainda, documentos públicos com as linhas gerais da 
reestruturação da área do governo responsável pela política de reforma 
agrária nem compromisso expresso das autoridades com as mudanças. Por 
isso, se as resistências dos movimentos sociais se tornarem estridentes 
demais, a ponto de criar um clima político desfavorável à 
reestruturação, ela poderá ser temporariamente suspensa. Mas, além das 
declarações da diretoria do Incra em favor de uma nova estrutura para o 
órgão e de uma nova gestão da política de assentamentos em terras 
cedidas pelo governo, também os números da execução da reforma agrária 
reforçam a avaliação de que, nesse aspecto, o governo Dilma está 
rompendo com seu antecessor.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Dados do Incra mostram que, nos dez primeiros meses de mandato, o 
governo Dilma criou menos assentamentos e assentou menos famílias do que
 os dois antecessores. Foram criados 35 assentamentos no atual governo, 
contra 135 nos dez primeiros meses do primeiro mandato de Lula e 156 em 
igual período de FHC. Mas, além disso, o número de famílias assentadas 
foi bem menor: 1.949, bem menos do que as 9.195 assentadas no início do 
governo Lula e as 23.391 no início do governo FHC.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Além disso, o governo Dilma rejeitou cerca de 90 processos de 
desapropriação de áreas para fins de reforma agrária. Nenhum decreto com
 esse teor foi assinado no atual governo. No de Lula, foram assinados em
 média 20 decretos por mês transferindo terras para o Incra.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Lacerda procurou minimizar a redução do ritmo de assentamentos no 
atual governo, argumentando que os principais programas do Incra são os 
destinados ao desenvolvimento dos assentamentos já criados.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Atualmente, o Incra tem grandes poderes e dispõe de muitos recursos 
para comprar terras, assentar famílias, construir residências para os 
assentados, abrir e manter estradas em áreas rurais, implantar 
agroindústrias, financiar programas educacionais, contratar e prestar 
assistência técnica. Como observou a reportagem citada, com tantos 
poderes o Incra é chamado de "Estado dentro do Estado".&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A reforma em exame pelo governo resultará num órgão muito mais 
enxuto, com muito menos poderes, mas com tarefas mais específicas e, 
especialmente, mais eficiente. Programas ligados à área habitacional, 
por exemplo, deverão ser transferidos para o órgão federal especializado
 no assunto, que é a Caixa Econômica Federal.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Um ponto que certamente gerará polêmica é o que estabelece prazo para
 a execução da reforma agrária no País. Por ser uma de suas mais 
visíveis bandeiras, a reforma agrária é essencial para a sobrevivência 
de muitos grupos políticos ligados ao campo e vinculados ao PT.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Mas, se as mudanças forem, efetivamente, colocadas em prática, o 
Incra deixará de ser um foco de conflitos políticos e sociais e poderá 
se transformar num órgão técnico capaz de impulsionar a atividade 
produtiva nos assentamentos, com resultados muito mais positivos para os
 assentados e para o País.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;From:&amp;nbsp; www.estadao.com.br/noticias/impresso,a-reestruturacao-do-incra-,795936,0.htm&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1950722482032571015-3041073227790596110?l=andersadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Qu218kSdFV7GA7Y8k7G_lJmvgQw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Qu218kSdFV7GA7Y8k7G_lJmvgQw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;div class="corpo"&gt; Aproxima-se a hora de votações decisivas no Senado do controvertido projeto  de lei sobre um novo Código Florestal. E aumentam as preocupações, tantos são os  pontos problemáticos que vêm sendo apontados por instituições respeitáveis como  a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a Academia Brasileira  de Ciência, o Ministério Público Federal, o Instituto Nacional de Pesquisas da  Amazônia, o Museu da Amazônia, os comitês de bacias hidrográficas e numerosas  entidades que trabalham na área, entre elas o Instituto SocioAmbiental e a SOS  Mata Atlântica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não faltam motivos para preocupações graves. Entre eles, a possibilidade de  transferir licenciamentos ambientais para as esferas estadual e municipal, mais  suscetíveis a pressões políticas e econômicas; a anistia para ocupações ilegais,  até 2008, de áreas de proteção permanente (reconhecidas desde 1998 como crime  ambiental); a redução de 30 para 15 metros das áreas obrigatórias de preservação  às margens de rios com até 10 metros de largura (a proposta atinge mais de 50%  da malha hídrica, segundo a SBPC); a isenção da obrigação de recompor a reserva  legal desmatada em todas as propriedades com até 4 módulos fiscais (estas são  cerca de 4,8 milhões num total de 5,2 milhões; em alguns lugares o módulo pode  chegar a 400 hectares); a possibilidade de recompor com espécies exóticas, e não  do próprio bioma desmatado; nova definição para "topo de morro" que pode reduzir  em 90% o que é considerado área de preservação permanente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São apenas alguns exemplos. Há muitos. Para que se tenha ideia da abrangência  dos problemas: o professor Ennio Candotti (ex-presidente da SBPC), outros  cientistas e o Museu da Amazônia lembram que naquele bioma há uma grande  variedade de áreas úmidas, áreas alagadas, de diferentes qualidades (pretas,  claras, brancas), baixios ao longo de igarapés, áreas úmidas de estuários etc.;  cerca de 30% da Amazônia pode ser incluída entre as áreas úmidas e cada tipo  exige uma regulamentação específica, não a regra proposta no projeto. No  Pantanal, são 160 mil quilômetros quadrados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas não bastassem todas essas questões, recentes portarias ministeriais  (Estado, 29/10) e do Ministério do Meio Ambiente mudaram - para facilitar - os  procedimentos obrigatórios para licenciamento de obras de infraestrutura e  logística, com o argumento de que há 55 mil quilômetros de rodovias, 35 portos e  12 mil quilômetros de linhas de transmissão de energia sem licenciamento - como  se o problema estivesse nos órgãos ambientais, e não nos  empreendedores/construtores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E tudo isso ocorre no momento em que as últimas estatísticas dizem que o  desmatamento na Amazônia permanece em níveis inaceitáveis: em sete meses deste  ano foram mais de 1.800 km2, número quase idêntico ao de igual período do ano  passado (Folha de S.Paulo, 1.º/11). E no momento em que se reduz a área de  vários parques nacionais na Amazônia para facilitar a construção de  hidrelétricas questionáveis (já discutidas várias vezes neste espaço).  Esquecendo a advertência do consagrado biólogo Thomas Lovejoy: o desmatamento no  bioma já chegou a 18%; se for a 20%, poderá atingir o turning point  irreversível, com consequências muito graves na temperatura e nos recursos  hídricos, ali e estendidas para quase todo o País. É uma advertência reforçada  por estudo do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais e do Escritório  Meteorológico do Hadley Centre, da Grã-Bretanha. Já o professor Gerd Sparovek,  da USP (Estado, 26/10), adverte: o passivo com o desmatamento no País já é de  870 mil km2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E ainda se pode perguntar: mesmo admitindo a hipótese otimista de o Congresso  rejeitar todas as mudanças indesejáveis - hipótese difícil, dado o desejo de  grande parte dos congressistas de "agradar" ao eleitorado ruralista e a parte do  amazônico (que vê no desmatamento oportunidade de empregos e renda) -, mudará o  quadro, lembrando que o Ministério do Meio Ambiente (e, por decorrência, o  Ibama) tem apenas cerca de 0,5% do Orçamento da União? Não esquecendo que o  Ibama só tem conseguido receber cerca de 1% das multas que aplica a  desmatadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estamos numa encruzilhada histórica, reforçada pelo fato de a população do  planeta ter chegado a 7 bilhões de pessoas e caminhar para pelo menos 9 bilhões  neste século - o que exigirá o aumento da oferta de alimentos em 70%, quando o  desperdício, hoje, nos países industrializados chega a um terço dos produtos  postos à disposição; quando nas discussões do ano passado na Convenção da  Diversidade Biológica se demonstrou que o mundo perda entre US$ 2,5 trilhões e  US$ 4,5 trilhões anuais com a "destruição de ecossistemas vitais"; quando a  "pegada ecológica" da humanidade, medida pela ONU, indica que estamos consumindo  mais de 30% além do que a biosfera planetária pode repor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta hora, em que o até ex-ministro Delfim Netto, que admite nunca haver se  preocupado antes com a questão, manifesta (no livro O que os Economistas Pensam  da Sustentabilidade, de Ricardo Arnt) seu desassossego com a escassez de  recursos naturais no mundo e a possibilidade de esgotamento, é preciso mudar  nossas visões. Admitir que tudo terá de mudar - matrizes energética, de  transportes, de construção, de urbanização, nível de uso de terra, água,  minérios, tudo. Relembrar o que diz há décadas o Programa das Nações Unidas para  o Desenvolvimento (Pnud): se todas as pessoas tiverem o nível de consumo do  mundo industrializado, precisaremos de mais dois ou três planetas para  supri-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A atual crise econômico-financeira está mostrando o quanto nos descolamos da  realidade, com um giro financeiro anual (em torno de US$ 600 trilhões) dez vezes  maior que todo o produto bruto no mundo no mesmo espaço de tempo (pouco mais de  US$ 60 trilhões). Se não nos dermos conta dessa insustentabilidade, razão terá o  índio Marcos Terena quando diz: "Vocês (os não índios) são uma cultura que não  deu certo".&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1950722482032571015-9141925826248250613?l=andersadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xhpsrEccERcakpX7LXPosda5Vp4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xhpsrEccERcakpX7LXPosda5Vp4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xhpsrEccERcakpX7LXPosda5Vp4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xhpsrEccERcakpX7LXPosda5Vp4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AndersAdv/~4/GXUeAnys5I0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andersadv.blogspot.com/feeds/9141925826248250613/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://andersadv.blogspot.com/2011/11/o-codigo-florestal-no-mundo-da-escassez.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/9141925826248250613?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/9141925826248250613?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/AndersAdv/~3/GXUeAnys5I0/o-codigo-florestal-no-mundo-da-escassez.html" title="O Código Florestal no mundo da escassez" /><author><name>Henrique Rodrigues Anders</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05666176741904915973</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://andersadv.blogspot.com/2011/11/o-codigo-florestal-no-mundo-da-escassez.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEMGSX07fSp7ImA9WhRTEk4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1950722482032571015.post-6236491965773754250</id><published>2011-11-02T09:13:00.000-02:00</published><updated>2011-11-02T09:13:48.305-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-02T09:13:48.305-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Política" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Brasil" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Imobiliário" /><title>Governo quer Incra enxuto e com menos poder</title><content type="html">Ideia é fazer uma reforma na autarquia, vista como um 'Estado dentro do Estado'; mudanças esvaziariam o Ministério do Desenvolvimento Agrário&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
02 de novembro de 2011 | 3h 04&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O governo está costurando aos poucos uma proposta de reforma no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Uma das principais metas do projeto é reduzir o poder da autarquia. Indiretamente, a medida deve provocar o esvaziamento do Ministério do Desenvolvimento Agrário, ao qual é vinculado o instituto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encarregado de levar adiante a reforma agrária, hoje o Incra tem poderes e recursos para comprar terras, assentar famílias, construir moradias nos assentamentos, abrir e manter estradas em áreas rurais, implantar agroindústrias, financiar programas educacionais, contratar e prestar assistência técnica e outros serviços. São tantas atividades que em Brasília costuma-se dizer que se trata de um Estado dentro do Estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo do governo é enxugar essa máquina e torná-la mais especializada e eficiente. Uma das primeiras iniciativas deve ser a transferência para o programa Minha Casa, Minha Vida, da Caixa Econômica Federal, da tarefa de construir habitações nos assentamentos rurais. Livres de visitas a assentamentos para acompanhar a construção de casas, os técnicos do instituto poderiam se dedicar mais à reforma agrária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Líderes do Movimento dos Sem-Terra (MST) consultados pelo Estado sobre essa iniciativa na área habitacional disseram apoiar a mudança. Entre outras coisas porque o valor destinado à construção de casas no programa da Caixa é maior do que o do Incra. Passaria de R$ 15 mil para R$ 25 mil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Prazo. Há outro ponto na pauta do Planalto, porém, que deve enfrentar resistência do movimento. É o que estabelece um prazo para a execução da reforma no País. Pela proposta, ela deixaria de ser um processo permanente, sem prazo para acabar, como acontece hoje.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após o final do prazo, o Incra ficaria voltado uma outra atividade, considerada essencial, descrita no decreto de sua criação, em julho de 1970, em plena ditadura militar: a manutenção do cadastro nacional de imóveis rurais e administração das terras públicas da União.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As mudanças deverão ser baseadas num diagnóstico sobre os principais problemas do Incra preparado pelo seu presidente, o agrônomo e matemático Celso Lacerda. Antes de ser chamado pela presidente Dilma Rousseff, ele atuou em cooperativas e programas de assistência técnica, além de ter ocupado o cargo de superintendente do Incra do Paraná durante o governo Lula. Segundo funcionários da instituição, ele conhece bem os gargalos da reforma agrária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lacerda foi escolhido com a missão de dar uma direção mais técnica e menos politizada ao Incra. A reforma do instituto seria um dos principais passos nesta direção. Em conversas sobre o assunto, ele tem dito que a mudança também levaria a um fortalecimento dos atuais quadros técnicos do instituto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
From: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,governo-quer-incra-enxuto-e-com-menos-poder-,793592,0.htm?p=1&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1950722482032571015-6236491965773754250?l=andersadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;div class="corpo"&gt; Quem se dá ao trabalho de acompanhar as notícias é provável que se  impressione com a desarticulação entre várias políticas que regem a vida dos  cidadãos nas maiores cidades - cada uma atira para um lado e, somadas, provocam  complicadas e indesejáveis consequências na vida das pessoas. É o caso, entre  muitas, das políticas de transportes, construção de veículos, expansão urbana,  combustíveis, controle da poluição do ar, manutenção de infraestruturas  urbanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode-se começar pela área dos transportes. Segundo este jornal (20/10), só na  primeira quinzena de outubro foram fabricados no País mais de 150 mil veículos e  se espera para o mês todo que as vendas atinjam patamar semelhante ao de  setembro (311,6 mil veículos); no ano, com aumento de 7% em relação a igual  período de 2010, já são 2,83 milhões, mais 7%, nível recorde. A frota nacional  já está além de 35 milhões. Só em São Paulo, mais de 7 milhões. E até 2015 novas  fábricas e ampliação das atuais deverão acrescentar mais 2 milhões de veículos à  produção anual, que hoje está em torno de 4,3 milhões, incluindo também  caminhões, ônibus e comerciais leves. Ótimo para a economia, pensarão muitos.  Mas que acontecerá nas cidades?&lt;br /&gt;
São Paulo, por exemplo, já tem um dos mais baixos índices de mobilidade  urbana no País (Mobilidade Brasil, 14/10), pior que os de todas as cidades  maiores, onde as questões já são graves. Uma das razões decorre de a frota de  coletivos estar estagnada há anos, enquanto a população aumenta e sobe o número  de automóveis. No Recife, onde a frota de veículos se aproxima de 1 milhão, um  deslocamento de 22 quilômetros em transporte público leva duas horas. Em Goiânia  (O Popular, 15/10), a velocidade média da frota de ônibus caiu 28% em três anos,  para menos de 20 quilômetros por hora. Nesse período, a frota de automóveis e  motocicletas na cidade cresceu 75%. E ainda há incentivos fiscais para a compra  de veículos novos.&lt;br /&gt;
Também contribui para o drama dos transportes o fato de a rede ferroviária  nacional responder hoje por menos de 30% do transporte de cargas - inclusive por  causa do sucateamento a que foi submetida em parte, após as privatizações. Com  isso é cada vez maior o transporte por caminhões, ajudando a atravancar o  trânsito das cidades: em nove meses deste ano, o licenciamento desse tipo de  veículo aumentou 15,9%, segundo a Anfavea (Estado, 16/10), e chegou a quase 130  mil unidades. Mas a frota, na média, ainda é muito antiga (média de 22 anos) e  contribui fortemente, por esse motivo, para a poluição do ar urbano.&lt;br /&gt;
Quem acha que motos são um complicador no trânsito se assusta ao saber que  suas vendas superarão as de automóveis em 2012 e que em dez anos haverá mais  motos que carros nas ruas, segundo o Ipea (Estado, 26/5). Lembrando que uma moto  pode emitir até 40 vezes mais poluentes que um automóvel e que esses veículos já  são responsáveis pelo maior número de mortes em acidentes.&lt;br /&gt;
Nem mesmo caminhos legais são aproveitados para enfrentar questões da  mobilidade e da poluição. Na cidade de São Paulo, 30% a 35% dos carros e motos  estão em situação irregular e poderiam ser retirados das ruas. Mas apenas 100  mil estão apreendidos. O vice-governador Afif Domingos, segundo quem "a  mobilidade em São Paulo é zero" (Estado, 21/2), promete que em dois anos serão  implantadas "desmontadoras" para enfrentar o problema. Como? E até lá?&lt;br /&gt;
Chega-se aos combustíveis, com a redução do etanol na mistura com gasolina de  25% para 20% - o que aumentará a poluição do ar -, mesmo com o Brasil agora  importando etanol de milho dos EUA. Nossos produtores de etanol responsabilizam  por isso a política de energia, que mantém o preço do seu produto vinculado ao  da gasolina, mantido em níveis considerados irreais para não estimular a  inflação. Mas continuamos exportando etanol para a Califórnia (Estado, 20/10) e  importando de outras áreas norte-americanas. E mantendo o Cerrado excluído das  áreas onde não pode haver expansão da cana-de-açúcar. Com isso o bioma já perdeu  a vegetação originária em metade de sua área e contribui com parcela relevante  das emissões brasileiras que ajudam a intensificar mudanças climáticas.&lt;br /&gt;
Por aí entra mais um ângulo das relações com as políticas urbanas. Segundo a  Cetesb, 11 de 14 regiões da cidade apresentaram padrões inadequados de poluição,  principalmente material particulado. Na Grande São Paulo, a qualidade do ar foi  considerada imprópria em 259 dias de um ano. As emissões de dióxido de carbono  entre 1990 e 2008 no Estado de São Paulo aumentaram 58% (Estado, 26/4), passaram  de 60,7 milhões de toneladas anuais para 95,7 milhões, e os veículos respondem  por quase metade do aumento. Em um único ano os veículos emitiram 14,1 milhões  de toneladas, mais que a indústria (13,4 milhões de toneladas). Registraram-se  índices 392% mais altos que os recomendados pela Organização Mundial da Saúde  (Estado, 1.º/8). No ano que vem entra em vigor resolução do Conselho Nacional do  Meio Ambiente que pretende baixar o nível tolerável de enxofre para um décimo do  atual. Será cumprida?&lt;br /&gt;
Nossas grandes cidades, em meio a tudo isso, ainda vivem atormentadas por  enchentes, que também nos levam ao andar de baixo e aos problemas que ali estão.  Este jornal informou (16/10) que sob as calçadas paulistanas estão 115 mil  quilômetros de tubulações (quase três vezes e meia a volta à Terra), incluindo  redes de água e esgotos (34 mil km), 4.700 km da rede de gás, 38 mil km da rede  telefônica, 2,7 mil da energia elétrica, 1,5 mil das telecomunicações, etc.  Dividem o espaço com 9,2 milhões de passageiros que usam o transporte  subterrâneo. Cáspite!&lt;br /&gt;
Muitos administradores repetem (sem dar consequência) a frase dita há muito  tempo por um sociólogo: o Estado tornou-se pequeno para resolver os  megaproblemas de hoje; e, grande demais, não consegue chegar perto das questões  que afligem o cidadão comum no seu cotidiano. É isso aí.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;from: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,a-confusao-urbana-acima-e-abaixo-do-solo-,791643,0.htm"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,a-confusao-urbana-acima-e-abaixo-do-solo-,791643,0.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1950722482032571015-4267072067745910033?l=andersadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;div class="bb-md-noticia-fecha"&gt;28 de outubro de 2011 | 6h 05&lt;/div&gt;&lt;div class="bb-md-noticia-fecha"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="bb-md-noticia-fecha"&gt;&lt;div class="bb-md-noticia-autor"&gt;Marta Salomon, O ESTADO DE S. PAULO&lt;/div&gt;&lt;div class="corpo"&gt; &lt;br /&gt;
BRASÍLIA - Um conjunto de sete portarias publicadas na edição de hoje do  Diário Oficial vai reduzir o custo dos empreendedores com compensação de impacto  de grandes obras. O licenciamento ambiental não poderá mais impor condicionantes  à liberação de empreendimentos que não tenham relação direta com o impacto da  obra. Um exemplo citado pela cúpula da área ambiental do governo foi a exigência  de tratamento dentário a populações quilombolas próximas à passagem de uma  rodovia, exigida em licença recente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Ficam afastadas as condicionantes  que não têm nada a ver com os impactos dos empreendimentos", disse o presidente  do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis  (Ibama), Curt Trennepohl, sobre um dos pontos do pacote que agilizará o processo  de licenciamento, principalmente das linhas de transmissão, rodovias, portos e  do setor de petróleo e gás. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O governo prevê que, nos próximos 10 anos,  crescerá a demanda pelo licenciamento ambiental de empreendimentos no país.  Serão mais 31,5 mil megawatts de novas hidrelétricas, 32 mil quilômetros de  linhas de transmissão, 16 mil quilômetros de rodovias e 32 mil quilômetros de  ferrovias já previstos, além do licenciamento da exploração de petróleo no  pré-sal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"As portarias vão acelerar o licenciamento, sem perder a  qualidade. A agilização virá de um processo mais eficiente", insistiu  Trennepohl, que resiste a expressões como "facilitar", "apressar" ou mesmo  "flexibilizar" as regras de avaliação do impacto de empreendimentos de  infraestrutura. São sete as portarias publicadas hoje. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um dos  mecanismos que ajudará nas novas licenças é o limite de pedidos de  complementação de estudos de impacto ambiental. A partir de amanhã, o órgão  ambiental federal só poderá pedir informações complementares uma única vez, e os  empreendedores deverão responder aos pedidos de uma única vez. Se a resposta não  for considerada suficiente para esclarecer dúvidas, a licença será  recusada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um ajuste importante é o estabelecimento de prazo de 60 dias  para órgãos como a Fundação Nacional do Índio (Funai) do Instituto do Patrimônio  Histórico e Artístico Nacional (Iphan) se manifestarem sobre os estudos de  impacto ambiental. "Na prática, não se fazia valer nenhum prazo até aqui",  observou Trennepohl. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Consultorias - &lt;/strong&gt;Outra novidade é a  possibilidade de o Ibama validar informações contidas num determinado estudo  para que outros empreendimentos não precisem repetir estudos. "Quem não vai  gostar são as consultorias", disse Marília Marreco, assessora da ministra do  Meio Ambiente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na área de petróleo e gás e no licenciamento de linhas  de transmissão, as portarias estabelecerão procedimentos  diferentes  por  potencial de impacto. Nem todos os empreendimentos de linhas de transmissão, por  exemplo, exigirão estudos de impacto ambiental. O licenciamento de poços de  petróleo será feito por blocos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Antes de 1983 - &lt;/strong&gt;O  pacote de portarias também prevê a regularização de empreendimentos anteriores a  1983, ano da regulamentação da lei com regras para o licenciamento ambiental. O  país tem 55 mil quilômetros de rodovias não licenciadas e mais 40 portos em  funcionamento sem autorização prévia, segundo dados do Ibama.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A  regularização facilitará obras de melhoramento das rodovias e nos portos. O  mecanismo não alcançará o asfaltamento de estradas como a Transamazônica e a  polêmica BR-319, que liga Porto Velho (RO) a Manaus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;from: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,pacote-agiliza-licenciamento-ambiental-e-reduz-custo-de-obras,791673,0.htm"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,pacote-agiliza-licenciamento-ambiental-e-reduz-custo-de-obras,791673,0.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1950722482032571015-2663398065120141490?l=andersadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;div class="bb-md-noticia-fecha"&gt;26 de outubro de 2011 | 11h 46&lt;/div&gt;&lt;div class="bb-md-noticia-fecha"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="bb-md-noticia-fecha"&gt;&lt;div class="bb-md-noticia-autor"&gt;Fabiana Holtz, da Agência Estado&lt;/div&gt;&lt;div class="bb-md-noticia-autor"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="corpo"&gt;SÃO PAULO - O preço médio do metro quadrado de imóveis novos em São Paulo cresceu 85% desde 2009, segundo pesquisa divulgada pela Ibope Inteligência. A pesquisa, que está em sua terceira edição, incluiu outras três capitais: Rio, Recife e Porto Alegre. Entre abril e outubro, a variação na capital paulista foi de 14%, com o índice médio de preço do metro quadrado passando de 162 pontos para 185 pontos. &lt;br /&gt;
Em valores atualizados, o preço médio do metro quadrado em São Paulo ficou em R$ 6.019. No mercado de usados, a variação na capital paulista foi de 11%, de 146 pontos para 162 pontos.&lt;br /&gt;
No Rio de Janeiro o índice médio de preço de imóveis novos avançou 18% entre abril e outubro, para 179 pontos. A mesma variação foi apurada em Recife, cujo índice ficou em 118 pontos.&lt;br /&gt;
Em valores atualizados, o preço médio do metro quadrado no Rio ficou em R$ 6.000 e em Recife chegou a R$ 4.074. No segmento de usados a capital carioca registrou alta de 19% e Recife expansão de 20%.&lt;br /&gt;
Em Porto Alegre a alta do metro quadrado para imóveis novos subiu 11% entre abril e outubro, para 163 pontos. Em valores atualizados, o preço médio do metro quadrado na capital gaúcha ficou em R$ 4.501. No segmento de usados, a cidade registrou alta de 8% e Recife expansão de 20%.&lt;br /&gt;
"Acredito que a tendência é de desaceleração no médio prazo, mas tudo vai depender da economia", afirmou Antônio Carlos Ruótolo, diretor de geonegócios do Ibope Inteligência, ao ressaltar que não vê, por enquanto, tendência de acomodação.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;from: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,preco-de-imoveis-novos-em-sp-cresce-85-desde-2009-aponta-ibope,89745,0.htm"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,preco-de-imoveis-novos-em-sp-cresce-85-desde-2009-aponta-ibope,89745,0.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1950722482032571015-4583486420302847854?l=andersadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nMRL29gJyh5q12W0033aG5SIUjQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nMRL29gJyh5q12W0033aG5SIUjQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nMRL29gJyh5q12W0033aG5SIUjQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nMRL29gJyh5q12W0033aG5SIUjQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AndersAdv/~4/qALvKvWu5VQ" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andersadv.blogspot.com/feeds/4583486420302847854/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://andersadv.blogspot.com/2011/10/preco-de-imoveis-novos-em-sp-cresce-85.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/4583486420302847854?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/4583486420302847854?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/AndersAdv/~3/qALvKvWu5VQ/preco-de-imoveis-novos-em-sp-cresce-85.html" title="Preço de imóveis novos em SP cresce 85% desde 2009, aponta Ibope" /><author><name>Henrique Rodrigues Anders</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05666176741904915973</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://andersadv.blogspot.com/2011/10/preco-de-imoveis-novos-em-sp-cresce-85.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUACSHc4eSp7ImA9WhdaFk8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1950722482032571015.post-8523809686871908284</id><published>2011-10-26T09:16:00.000-02:00</published><updated>2011-10-26T09:16:09.931-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-26T09:16:09.931-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Brasil" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sustentabilidade" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Alternativa" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Meio Ambiente" /><title>'Sustentável hoje quer dizer tudo e nada'</title><content type="html">&lt;span style="color: #555555; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Rótulos da sustentabilidade foram apropriados por departamentos de marketing das empresas &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: #929292; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 7.5pt; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;26 de outubro de 2011 | 3h 07&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.5pt; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;SIMONE IWASSO - O Estado de S.Paulo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 12pt; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="color: #464646; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Com a experiência de quem frequenta há mais de 15 anos a presidência de grandes empresas e a periferia de grandes cidades para elaborar e implementar projetos de sustentabilidade e responsabilidade social, Heloísa Melillo afirma que um dos grandes empecilhos para a adoção de ações transformadoras na área é a exigência das corporações de um retorno rápido e de grande visibilidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 12pt; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="color: #464646; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Como consequência, o rótulo "sustentável" se transformou mais em um recurso usado à exaustão pelos departamentos de marketing de empresas do que conceito norteador de propostas. "Hoje tenho até medo de falar em sustentabilidade, porque é tudo e ao mesmo tempo é complemente nada."&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 12pt; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="color: #464646; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Pedagoga de formação, com atuação nas Secretarias de Educação e Cultura de São Paulo, Heloisa fundou em 1994 uma empresa que se dedica a desenhar e colocar em prática projetos sustentáveis para empresas, que vão da área de energia à cultura. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 12pt; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="color: #464646; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;O que é um projeto ou uma empresa sustentável?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 12pt; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="color: #464646; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Sustentável é a empresa que consegue tratar seus negócios pensando nas pessoas que estão trabalhando nele e nas pessoas que vão ser impactadas por ele. É a empresa que pensa em como desenvolver uma proposta de forma que este planeta esteja sendo cuidado e pensado e, ao mesmo tempo, como fazer com que esse projeto seja viabilizado. Pelo que vejo no mundo empresarial, essa é a parte mais complicada. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 12pt; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="color: #464646; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Por que é tão complicado?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 12pt; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="color: #464646; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;O que vejo muitas vezes no mundo corporativo são empresas que têm dificuldades muito grande em trabalhar simultaneamente os três pilares que sustentam a ideia de sustentabilidade. Vejo empresas que cuidam muito bem do meio ambiente, que têm dezenas de pessoas pensando, elaborando políticas de preservação, de proteção, de crédito de carbono, de como fazer o descarte correto de resíduos. Só que essas mesmas empresas, super preocupadas com seu cliente, com seu consumidor, também adotam políticas bastante leoninas com seus funcionários e com os seus fornecedores. Uma empresa para que seja sustentável tem de entender primeiro o que é cadeia de valor no seu sentido mais amplo, e como isso se traduz no preço e no custo dos seus produtos e serviços. E, como esses produtos e serviços vão trabalhar a favor do meio ambiente, o que é diferente de pensar em como não vão atrapalhar. Já passamos dessa fase de apenas não prejudicar. Somente no momento em que isso acontecer, essa empresa pode dizer que tem uma política de sustentabilidade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 12pt; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="color: #464646; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;As empresas ainda não entenderam o conceito ou usam a sustentabilidade como um braço do marketing? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 12pt; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="color: #464646; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;O conceito da sustentabilidade surgiu como contraponto ou no lugar da responsabilidade social. Ele ganhou força no mesmo momento que se popularizou no mundo o debate sobre o aquecimento global, com as conferências e as publicações de cientistas. Então ele ganha força dentro do contexto da discussão em torno das mudanças climáticas. Esse é um dos problemas que faz com que o conceito da sustentabilidade, em muitas empresas, esteja focado apenas na área de meio ambiente. Conheci uma empresa que tinha dois departamentos: o de sustentabilidade e o de responsabilidade social. A de sustentabilidade cuidava das coisas verdes e o de responsabilidade social cuidava dos projetos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 12pt; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="color: #464646; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Por que essa divisão?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 12pt; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="color: #464646; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;São conceitos muito recentes. Estamos falando de, no máximo, 30 anos. Executivos atuais ainda foram educados para gerar lucro, entendido como resultado entre receita e despesa. Quando apareceu o conceito da sustentabilidade, muito do que eles aprenderam virou de ponta cabeça. Eles precisam absorver a ideia que uma série de itens que frequentavam a coluna dos custos passou a estar na coluna de investimentos. E não podemos esquecer que muitas empresas não estão nem um pouco preocupadas em entender o que é sustentabilidade, mas já entenderem muito bem que esse conceito pode realmente aumentar os lucros, não do jeito que a gente entende, mas como peça de marketing, de propaganda, de forma até vil. Hoje tenho até medo de falar em sustentabilidade, porque é tudo e, ao mesmo tempo, é complemente nada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 12pt; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="color: #464646; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Como a gente consegue qualificar o debate em torno do tema?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 12pt; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="color: #464646; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;O papel que os organismos nacionais e internacionais de controle exercem sobre as empresas é importante. Ethos, Gife, Akatu são exemplos de instituições que cobram algumas medidas de governança das empresas, que fazem com que elas tenham de avançar, querendo ou não querendo. Esses organismos ligados ao mundo econômico que empresários bem conhecem podem ser pontas de lança para avançar esse pensamento dentro das empresas. Estão fazendo debates, cursos, conferências para esse público corporativo. E também o papel das empresas que prestam serviço para essas corporações. Existem diversas consultorias que, de uma forma geral, são sérias, apesar de discordarem entre si em alguns pontos do que é sustentabilidade. Independentemente das divergências, elas prestam um serviço na medida em que colocam a sustentabilidade dentro do pensamento estratégico das empresas. Isso faz com que o tema saia do nível gerencial e assuma seu lugar na diretoria, nas presidências. Existem também as empresas que fazem projetos para essas empresas, como nós. Corporações começam a ter necessidade, até por cobrança dos reguladores, de começar a encontrar elementos que ajudam a separar o joio do trigo. Algumas empresas conseguem reconhecer as que estão alinhadas somente a uma política de comunicação e marketing e as que estão alinhadas a uma mudança profunda. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 12pt; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="color: #464646; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Quais os maiores empecilhos na hora de fazer um projeto com uma empresa?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 12pt; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="color: #464646; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Existem empresas cujo gerente ou executivo tem desejo grande de fazer alguma coisa de verdade. Desenhamos um projeto para aquilo que esse executivo pediu. Na hora de aprovar o custo desse projeto, dentro da empresa, aparecem os problemas. Sempre aparece o questionamento do custo, do tempo de retorno, do que a empresa vai ganhar com isso e como ela vai aparecer. Essas são as perguntas básicas que escutamos. E, em um projeto que trabalhe com sustentabilidade, esse reconhecimento demora. Ele é feito para as pessoas e as pessoas têm um tempo de transformação. Quando a gente conta esse tempo para a empresa, ela, de forma geral, diz que não tem esse tempo, que precisa de um projeto de maior visibilidade. Quando percebo isso, já procuro propor um projeto de marketing relacionado à causa que tenha em si capacidade de se transformar num projeto verdadeiro de responsabilidade social e sustentabilidade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 12pt; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="color: #464646; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;As empresas aceitam?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 12pt; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="color: #464646; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;É um caminho que pressupõe uma separação entre a ação da comunidade e a área de comunicação e marketing que existe dentro da empresa. Quem nos chama para isso é o diretor de planejamento estratégico, que cuida da área institucional da empresa. Isso já muda até qual a função de quem nos contrata. Já chega com uma demanda. A gente tem muitos clientes cuja causa é o consumo consciente, muitos que trabalham com eficiência energética. Eles querem trabalhar isso de uma forma que as pessoas percebam qual a responsabilidade delas na difusão e no fomento de boas práticas em relação ao consumo consciente. É diferente daquela empresa que também nos chama porque quer cumprir uma meta estabelecida pela agência reguladora. Por essa razão sempre gera uma discussão dentro da empresa, que, para a gente, é positiva para o processo de educação. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 12pt; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="color: #464646; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Ao longo dos anos, essas resistências  têm diminuído?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #464646; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: PT-BR; mso-fareast-theme-font: minor-latin;"&gt;O que mais me encanta são aquelas empresas onde as pessoas querem fazer de verdade, e elas existem. O maior desencanto são aquelas que estudam muito, porque não falta no mercado MBA e pós-graduação que trata de sustentabilidade. E vemos um monte de empresa que paga para seus executivos fazerem os cursos, para que eles possam falar com mais amplitude sobre o tema e usar esses conceitos. Então, o que me encanta, como eu falei, são as empresas nas quais os executivos, tendo ou não feito esses cursos, acreditam de verdade que a empresa, apesar de privada, tem uma responsabilidade com o que é da sociedade, porque seu produto e seu serviço é colocado à disposição de todos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #464646; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: PT-BR; mso-fareast-theme-font: minor-latin;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;from: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,sustentavel-hoje-quer-dizer-tudo-e-nada,790637,0.htm"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,sustentavel-hoje-quer-dizer-tudo-e-nada,790637,0.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1950722482032571015-8523809686871908284?l=andersadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IbF1Glf8GkA71J17TrFeK-diSOA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IbF1Glf8GkA71J17TrFeK-diSOA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IbF1Glf8GkA71J17TrFeK-diSOA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IbF1Glf8GkA71J17TrFeK-diSOA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AndersAdv/~4/7U5sBRQRR1U" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andersadv.blogspot.com/feeds/8523809686871908284/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://andersadv.blogspot.com/2011/10/sustentavel-hoje-quer-dizer-tudo-e-nada.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/8523809686871908284?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/8523809686871908284?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/AndersAdv/~3/7U5sBRQRR1U/sustentavel-hoje-quer-dizer-tudo-e-nada.html" title="'Sustentável hoje quer dizer tudo e nada'" /><author><name>Henrique Rodrigues Anders</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05666176741904915973</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://andersadv.blogspot.com/2011/10/sustentavel-hoje-quer-dizer-tudo-e-nada.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEEGQ3k9eyp7ImA9WhdaEU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1950722482032571015.post-3525412441367421256</id><published>2011-10-20T12:57:00.000-02:00</published><updated>2011-10-20T12:57:02.763-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-20T12:57:02.763-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="SP" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Imobiliário" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Real Estate" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="São Paulo" /><title>Setor imobiliário: Ágora atualiza modelo e mexe em recomendações</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://clipimobiliario.com.br/images/banners/virginia_duailibe_header_300.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Banner" border="0" height="47" src="http://clipimobiliario.com.br/images/banners/virginia_duailibe_header_300.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;"Revisamos nossas estimativas e, consequentemente, preços alvos das  ações do setor imobiliário brasileiro, incorporando os resultados  apresentados na primeira metade do ano, os novos guidances divulgados  pelas empresas e o cenário macroeconômico atual".&amp;nbsp; É a partir daí que  Cristiane Viana, analista da Ágora Corretora, fundamenta suas revisões  para as ações de todo o setor imobiliário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cristiane acredita que a tese de investimentos no setor continua  sendo interessante na medida em que a demanda por imóveis deve seguir em  alta devido ao elevado déficit habitacional que chega a seis milhões de  unidades. Para completar, ainda há uma previsão de concentração de  jovens na pirâmide populacional brasileira que deve resultar em demanda  orgânica de 1,5 milhão de imóveis por ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste sentido, o  cenário acima "corrobora nossa visão positiva para o setor imobiliário, a  médio e longo prazos, a baixa taxa de desemprego no Brasil", explica a  analista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre os fatores de risco inerentes à estas empresas,  cabe listar a forte correlação com a taxa juros, crédito imobiliário,  renda disponível e inflação, sendo importante ainda "monitorar a  capacidade de repasse de recebíveis a taxas de descontos atrativas e as  pressões nos custos de construção", diz Cristiane.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dos ajustes e  atualizações no modelo decorreram as seguintes modificações na carteira  do setor: as recomendações das ações de PDG (PDGR3) e Helbor (HBOR3)  foram elevadas de manter para compra, enquanto os papéis da Viver  (VIVR3) foram rebaixados de compra para manter.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao mesmo tempo,  não foram alteradas as recomendações para Brookfield (BISA3), Cyrela  (CYRE3), Gafisa (GFSA3) e Rossi (RSID3), que seguem como compra,  enquanto os papéis da MRV (MRVE3) permanecem com recomendação manter.&lt;br /&gt;
&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" class="investimentos"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt; &lt;th&gt;Empresa&lt;/th&gt;&lt;th&gt;Ticker&lt;/th&gt;&lt;th&gt;Preço-alvo&lt;/th&gt;&lt;th&gt;Upside*&lt;/th&gt;&lt;th&gt;Recomendação&lt;/th&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;tr class="linha_1"&gt; &lt;td&gt;Brookfield&lt;/td&gt; &lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a class="select" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1950722482032571015"&gt;BISA3&lt;/a&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="text-align: center;"&gt;R$ 9,90&lt;/td&gt; &lt;td class="positivo" style="text-align: center;"&gt;+56,2%&lt;/td&gt; &lt;td style="text-align: center;"&gt;Compra&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;tr class="linha_2"&gt; &lt;td&gt;Cyrela&lt;/td&gt; &lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a class="select" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1950722482032571015"&gt;CYRE3&lt;/a&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="text-align: center;"&gt;R$ 27,60&lt;/td&gt; &lt;td class="positivo" style="text-align: center;"&gt;+97,6%&lt;/td&gt; &lt;td style="text-align: center;"&gt;Compra&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;tr class="linha_1"&gt; &lt;td&gt;Gafisa&lt;/td&gt; &lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a class="select" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1950722482032571015"&gt;GFSA3&lt;/a&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="text-align: center;"&gt;R$ 10,10&lt;/td&gt; &lt;td class="positivo" style="text-align: center;"&gt;+64,2%&lt;/td&gt; &lt;td style="text-align: center;"&gt;Compra&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;tr class="linha_2"&gt; &lt;td&gt;Rossi&lt;/td&gt; &lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a class="select" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1950722482032571015"&gt;RSID3&lt;/a&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="text-align: center;"&gt;R$ 15,40&lt;/td&gt; &lt;td class="positivo" style="text-align: center;"&gt;+47,8%&lt;/td&gt; &lt;td style="text-align: center;"&gt;Compra&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;tr class="linha_1"&gt; &lt;td&gt;PDG&lt;/td&gt; &lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a class="select" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1950722482032571015"&gt;PDGR3&lt;/a&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="text-align: center;"&gt;R$ 10,30&lt;/td&gt; &lt;td class="positivo" style="text-align: center;"&gt;+48,2%&lt;/td&gt; &lt;td style="text-align: center;"&gt;Compra&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt; &lt;td class="linha_2"&gt;Helbor&lt;/td&gt; &lt;td class="linha_2" style="text-align: center;"&gt;&lt;a class="select" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1950722482032571015"&gt;HBOR3&lt;/a&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="linha_2" style="text-align: center;"&gt;R$ 32,30&lt;/td&gt; &lt;td class="positivo" style="text-align: center;"&gt;+53,7%&lt;/td&gt; &lt;td class="linha_2" style="text-align: center;"&gt;Compra&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt; &lt;td&gt;MRV&lt;/td&gt; &lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a class="select" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1950722482032571015"&gt;MRVE3&lt;/a&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="text-align: center;"&gt;R$ 15,80&lt;/td&gt; &lt;td class="positivo" style="text-align: center;"&gt;+38,0%&lt;/td&gt; &lt;td style="text-align: center;"&gt;Manter&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt; &lt;td class="linha_2"&gt;Viver&lt;/td&gt; &lt;td class="linha_2" style="text-align: center;"&gt;&lt;a class="select" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1950722482032571015"&gt;VIVR3&lt;/a&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="linha_2" style="text-align: center;"&gt;R$ 3,50&lt;/td&gt; &lt;td class="positivo" style="text-align: center;"&gt;+51,5%&lt;/td&gt; &lt;td class="linha_2" style="text-align: center;"&gt;Manter&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;tr class="rodape_tabela"&gt; &lt;td class="footer" colspan="5"&gt;*Potencial teórico de valorização para dezembro de 2012, com base no fechamento de 19/10/2011&lt;/td&gt;&lt;td class="footer" colspan="5"&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="footer" colspan="5"&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="footer" colspan="5"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;&lt;td class="footer" colspan="5"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;from: http://clipimobiliario.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=17047:setor-imobiliario-agora-atualiza-modelo-e-mexe-em-recomendacoes&amp;amp;catid=105:bolsa-acoes&amp;amp;Itemid=114&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1950722482032571015-3525412441367421256?l=andersadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9pozsiDbPevBqZxhmM9idrNEesE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9pozsiDbPevBqZxhmM9idrNEesE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9pozsiDbPevBqZxhmM9idrNEesE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9pozsiDbPevBqZxhmM9idrNEesE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AndersAdv/~4/vgQAxRcbxFY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andersadv.blogspot.com/feeds/3525412441367421256/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://andersadv.blogspot.com/2011/10/setor-imobiliario-agora-atualiza-modelo.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/3525412441367421256?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/3525412441367421256?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/AndersAdv/~3/vgQAxRcbxFY/setor-imobiliario-agora-atualiza-modelo.html" title="Setor imobiliário: Ágora atualiza modelo e mexe em recomendações" /><author><name>Henrique Rodrigues Anders</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05666176741904915973</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://andersadv.blogspot.com/2011/10/setor-imobiliario-agora-atualiza-modelo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DU8AQXg6cCp7ImA9WhdaEU0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1950722482032571015.post-6500797201926669453</id><published>2011-10-20T08:50:00.000-02:00</published><updated>2011-10-20T08:50:40.618-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-20T08:50:40.618-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Environment" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Alternative" /><title>New report urges governments to take swift action to face climate challenges</title><content type="html">&lt;h1 class="title-story"&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div class="copy" id="story-copy"&gt;&lt;span class="date"&gt;18 October 2011&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Governments around the world should take immediate actions to adapt to the impact of changing weather patterns on a wide range of economic and social activities, according to a top policy official of the United Nations Development Programme (UNDP) at the launch of a report released today.&lt;br /&gt;
“Governments must start now to incorporate climate risks into plans and policies across all sectors, including urban development, coastal planning, agriculture, water and forestry management, and electricity production,” said Olav Kjorven, Director of UNDP’s Bureau for Development Policy.&lt;br /&gt;
“Climate change is not solely an environmental issue,” he added, speaking alongside representatives of the report’s publisher, the World Resources Institute, and its co-authors, the UN Environment Programme and the World Bank. “It’s an issue that needs to be taken into account in order to ensure that human development is sustainable over the long term.”&lt;br /&gt;
The report, titled ‘Decision Making in a Changing Climate’, explores challenges and offers recommendations for national-level government officials to make informed and effective decisions following recent extreme weather events, as well as long-term disruptions related to climate change.&lt;br /&gt;
From massive droughts in the Horn of Africa to record rainfall in the United States and wildfires in Brazil, an array of recent extreme weather events has highlighted these challenges. More than 950 natural disasters in 2010, 90 percent of which were weather-related, cost a total of at least US$130 billion, according to the global insurance company Munich Re.&lt;br /&gt;
Drawing on input from over 100 experts in over 35 countries, the report includes 12 case studies of innovative responses to climate change, such as wildfire management in Brazil, information sharing on agriculture in Mali and glacial flood management in Nepal.&lt;br /&gt;
“What’s clear beyond doubt is that the decisions leaders make today will have a profound effect on their countries’ ability to find real, lasting solutions to adapt to this global crisis,” said &lt;a href="http://www.wri.org/profile/manish-bapna"&gt;&lt;b&gt;Manish Bapna&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, Interim President, the World Resources Institute.&lt;br /&gt;
“This report provides decision makers with concepts and information they need – drawn from real world experiences – to make smart choices and ensure that decision making is effective and durable in the light of these challenges.”&lt;br /&gt;
Among the main tools and recommendations made by the report are; tailoring adaptation to address uneven vulnerability among populations, incorporating strategies to balance both short- and long-term policy objectives, and planning for uncertainty and a longer time horizon when making decisions.&lt;br /&gt;
“National, regional and local governments, businesses, and civil society are already making decisions to make the transition to a climate resilient, low-carbon future and build the green economies of the twenty-first century,” said Kaveh Zahedi, Coordinator of UNEP’s Climate Change Program.&lt;br /&gt;
‘Decision Making in a Changing Climate’ is the 13th edition of the World Resources Report, a series that has been published over a 25 year period.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;from: http://www.beta.undp.org/undp/en/home/presscenter/articles/2011/10/18/report-urges-governments-action-face-climate-challenges.html &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1950722482032571015-6500797201926669453?l=andersadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/M2oQTrNJUx9FndO3rLhXSBy0ipw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/M2oQTrNJUx9FndO3rLhXSBy0ipw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/M2oQTrNJUx9FndO3rLhXSBy0ipw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/M2oQTrNJUx9FndO3rLhXSBy0ipw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AndersAdv/~4/adeESlhzoc8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andersadv.blogspot.com/feeds/6500797201926669453/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://andersadv.blogspot.com/2011/10/new-report-urges-governments-to-take.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/6500797201926669453?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/6500797201926669453?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/AndersAdv/~3/adeESlhzoc8/new-report-urges-governments-to-take.html" title="New report urges governments to take swift action to face climate challenges" /><author><name>Henrique Rodrigues Anders</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05666176741904915973</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://andersadv.blogspot.com/2011/10/new-report-urges-governments-to-take.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkYMRX06cCp7ImA9WhdbFk0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1950722482032571015.post-8968140215542707867</id><published>2011-10-14T10:49:00.000-03:00</published><updated>2011-10-14T10:49:44.318-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-14T10:49:44.318-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Urbanismo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="SP" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Imobiliário" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="São Paulo" /><title>Secovi-SP divulga os números do mercado imobiliário</title><content type="html">&lt;h1 class="title1 red" id="ctl00_ctl05_controlFixo_ctl00_h1Titulo"&gt;Secovi-SP divulga os números do mercado imobiliário&lt;/h1&gt;&lt;big id="ctl00_ctl05_controlFixo_ctl00_bgChamada"&gt;Unidades de 2 dormitórios responderam por 67,8% do total comercializado em agosto, demonstrando forte demanda pelo segmento, segundo o Sindicato da Habitação&lt;/big&gt;&lt;br /&gt;
&lt;small id="ctl00_ctl05_controlFixo_ctl00_smAutor"&gt;14/10/2011&lt;/small&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="notice-img"&gt;&lt;img alt="Secovi-SP divulga os números do mercado imobiliário" id="ctl00_ctl05_controlFixo_ctl00_imgPrincipal" src="http://www.secovi.com.br/files/Noticias/cidade-6_281_242.jpg" title="Título da imagem" /&gt;&lt;/div&gt;O total de imóveis novos residenciais comercializados em agosto na cidade de São Paulo atingiu 2.234 unidades, frente às 2.722 vendidas em julho. Já em relação ao mesmo mês de 2010 (1.638 unidades), o resultado foi bastante favorável, com alta de 36,4%.&lt;br /&gt;
De acordo com a Pesquisa Secovi-SP sobre o Mercado Imobiliário, realizada mensalmente pelo Departamento de Economia e Estatística, o indicador de desempenho de comercialização VSO (Vendas sobre Oferta), apresentou retração, com média de 13,3%, contra os 16,9% de julho. O VSO mede a relação entre o total de unidades vendidas no mês e a oferta existente (saldo remanescente acrescido de lançamentos no mês).&lt;br /&gt;
Em agosto, conforme a pesquisa:&lt;br /&gt;
- 80% das unidades comercializadas (1.784 imóveis) se encontravam no período de Lançamento, ou seja, nos primeiros seis meses desde o momento em que foram colocados em oferta no mercado;&lt;br /&gt;
- O segmento de 2 dormitórios foi responsável por 67,8% das vendas (1.514 unidades). Imóveis de 3 dormitórios responderam pela venda de 469 unidades e participação de 21%;&lt;br /&gt;
- Mais da metade do total comercializado no mês (1.226 unidades e 54,9%) possuía área útil média entre 46m² e 65 m².&lt;br /&gt;
“Os aspectos acima demonstram que a oferta de imóveis novos na cidade está plenamente aderente a demanda do mercado”, avalia Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Lançamentos&lt;/strong&gt; – A Capital teve 3.687 unidades residenciais lançadas em agosto, um crescimento de 35% diante do resultado de julho (2.732 unidades). O volume foi 111,8% superior ao lançado no oitavo mês de 2010 (1.741 unidades). De acordo com a Embraesp – Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio, o segmento de 2 dormitórios participou com 48,5% (1.788 unidades).&lt;br /&gt;
O processo de reposição da oferta de imóveis na cidade se mantém, com o volume lançado no mês excedendo as vendas em 1.453 unidades. O estoque de unidades em oferta gira em torno de 14.600 imóveis.&lt;br /&gt;
Dados da Embraesp indicam que o total de lançamentos residenciais na cidade de São Paulo cresceu 14% comparado ao período de janeiro a agosto de 2010. O volume lançado nos oito meses deste ano foi de 20.411 imóveis, contra 17.904 unidades do mesmo intervalo do ano passado, o que leva o Secovi-SP a reforçar a estimativa de 38 mil unidades lançadas em 2011.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Região Metropolitana de São Paulo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) – composta por 39 municípios, incluindo a Capital – registrou um total de 5.072 unidades vendidas, com alta de 11,4% diante das 4.554 unidades negociadas em julho. Em comparação com agosto de 2010 (3.825 unidades), o aumento foi de 32,6%. Já o VSO médio da região ficou em 15,6%, ante 14,7% de julho.&lt;br /&gt;
A Capital, que participou com 44% do total comercializado na Região Metropolitana, teve comportamento de vendas adverso em relação aos demais municípios. “A dificuldade de viabilizar o desenvolvimento imobiliário na cidade de São Paulo resulta de vários motivos, que vão desde a escassez de terrenos até os entraves produzidos pela legislação urbanística, que afetam e afetarão as atividades do setor”, diz Petrucci.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Acumulado&lt;/strong&gt; – O economista-chefe enfatiza que, a cada edição mensal deste ano, a pesquisa realizada pela entidade demonstra redução na diferença do total de unidades comercializadas em relação a 2010.&lt;br /&gt;
O volume comercializado na cidade de São Paulo de janeiro a agosto de 2011 atingiu 16.636 unidades, total 23,8% inferior ao acumulado nos oito primeiros meses de 2010. “Sempre é bom lembrar que essa diferença já foi de 49,6% na comparação do primeiro trimestre e de 28,6% no período de janeiro a julho do ano passado.”&lt;br /&gt;
Já na Região Metropolitana, as vendas acumuladas no período de janeiro a agosto deste ano chegaram a 33.804 unidades, 19% abaixo do volume registrado no mesmo intervalo de 2010, com 41.722 unidades.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Considerações finais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O fato de o segmento de 2 dormitórios representar 67,8% das unidades comercializadas no mês é um franco sinal de que há demanda por esse tipo de imóvel. Para o economista-chefe do Secovi-SP, trata-se de demanda represada por conta da inexistência de produtos e de condições adequadas para aquisição de imóveis nas últimas décadas – um cenário que começa a se modificar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;from: http://www.secovi.com.br/noticias/secovi-sp-divulga-os-numeros-do-mercado-imobiliario/3927/ &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1950722482032571015-8968140215542707867?l=andersadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EiP3TQLRYcZTdtQMjm-HYAipWbg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EiP3TQLRYcZTdtQMjm-HYAipWbg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EiP3TQLRYcZTdtQMjm-HYAipWbg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EiP3TQLRYcZTdtQMjm-HYAipWbg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AndersAdv/~4/9xzMCBDwF3E" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andersadv.blogspot.com/feeds/8968140215542707867/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://andersadv.blogspot.com/2011/10/secovi-sp-divulga-os-numeros-do-mercado.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/8968140215542707867?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/8968140215542707867?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/AndersAdv/~3/9xzMCBDwF3E/secovi-sp-divulga-os-numeros-do-mercado.html" title="Secovi-SP divulga os números do mercado imobiliário" /><author><name>Henrique Rodrigues Anders</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05666176741904915973</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://andersadv.blogspot.com/2011/10/secovi-sp-divulga-os-numeros-do-mercado.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEEDQXo4eCp7ImA9WhdWGU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1950722482032571015.post-6417466733118836457</id><published>2011-09-13T12:11:00.000-03:00</published><updated>2011-09-13T12:11:10.430-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-13T12:11:10.430-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Imobiliário" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="São Paulo" /><title>Súmulas do TJSP, sobre Direito Imobiliário</title><content type="html">&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Súmulas aprovadas pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo, publicadas em 6/2010,&amp;nbsp;de matéria imobiliária. A edição dessas súmulas visa a tornar mais célere o julgamento de processos com temas recorrentes e com entendimento já pacificado pelo TJSP.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul type="disc"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Súmula 1:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt; O compromissário comprador de imóvel, mesmo      inadimplente, pode pedir a rescisão do contrato e reaver as quantias      pagas, admitida a compensação com gastos próprios de administração e      propaganda feitos pelo compromissário vendedor, assim como com o valor que      se arbitrar pelo tempo de ocupação do bem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Súmula 2:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt; A devolução das quantias pagas em contrato de      compromisso de compra e venda de imóvel deve ser feita de uma só vez, não      se sujeitando à forma de parcelamento prevista para a aquisição.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Súmula 3:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt; Reconhecido que o compromissário comprador      tem direito à devolução das parcelas pagas por conta do preço, as partes      deverão ser repostas ao estado anterior, independentemente de reconvenção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Súmula 4:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt; É cabível liminar em ação de imissão de      posse, mesmo em se tratando de imóvel objeto de arrematação com base no      Decreto-Lei nº 70/66.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Súmula 5:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt; Na ação de imissão de posse de imóvel      arrematado pelo credor hipotecário e novamente alienado, não cabe, por ser      matéria estranha ao autor, a discussão sobre a execução extrajudicial e a      relação contratual antes existente entre o primitivo adquirente e o credor      hipotecário.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1950722482032571015-6417466733118836457?l=andersadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yjprH3m13xhtF-dKgD12NV-6k1c/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yjprH3m13xhtF-dKgD12NV-6k1c/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yjprH3m13xhtF-dKgD12NV-6k1c/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yjprH3m13xhtF-dKgD12NV-6k1c/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AndersAdv/~4/ZjkrSRgrBfw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andersadv.blogspot.com/feeds/6417466733118836457/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://andersadv.blogspot.com/2011/09/sumulas-do-tjsp-sobre-direito.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/6417466733118836457?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/6417466733118836457?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/AndersAdv/~3/ZjkrSRgrBfw/sumulas-do-tjsp-sobre-direito.html" title="Súmulas do TJSP, sobre Direito Imobiliário" /><author><name>Henrique Rodrigues Anders</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05666176741904915973</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://andersadv.blogspot.com/2011/09/sumulas-do-tjsp-sobre-direito.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUYAQXs7fSp7ImA9WhdWGU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1950722482032571015.post-8626648939753506905</id><published>2011-09-13T11:12:00.000-03:00</published><updated>2011-09-13T11:12:20.505-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-13T11:12:20.505-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Brasil" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sustentabilidade" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Imobiliário" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Politics" /><title>Chegou a hora do Brasil, ou ela já passou?</title><content type="html">The Wall Street Journal / EUA&lt;br /&gt;
O boom brasileiro, em meio a uma mudança tectônica do investimento mundial para os mercados emergentes, está trazendo riscos para a maior economia da América Latina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma abundância de liquidez ao redor do globo nos últimos anos tem gerado fundos para empréstimos bancários mais arriscados e alimentou o potencial de uma bolha imobiliária. A mesma mudança no fluxo internacional de dinheiro que impulsionou a bolsa Bovespa e trouxe financiamentos para portos e estádios da Copa também fez do real uma das moedas mais supervalorizadas do mundo e muitas fábricas locais não são mais competitivas nos mercados mundiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vida cotidiana se tornou tão cara que ir ao cinema, pegar um táxi e até tomar uma Coca-Cola em São Paulo é mais caro que em Nova York. O preço dos apartamentos no Rio de Janeiro dobrou desde 2008 e o aluguel dos escritórios em São Paulo subitamente ficou mais caro que em Manhattan. Em muitos casos os bancos de investimentos precisam pagar aos banqueiros e analistas brasileiros mais do que eles ganhariam pelo mesmo cargo em Nova York.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A preocupação com o real valorizado demais é um dos principais motivos que levaram o Banco Central a cortar a taxa Selic em meio ponto porcentual, para 12%, no mês passado, recuando do curso seguido durante um ano de alta dos juros. A decisão se arrisca a impulsionar a inflação, mas as autoridades do BC dizem que o alto juro do país tem atraído investimento estrangeiro especulativo que supervaloriza o real e prejudica a economia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O real já caiu 6% em relação ao dólar desde que o Banco Central baixou os juros, mas ainda está cerca de 36% mais alto do que em 1o de janeiro de 2009. Como os Estados Unidos e a Europa estão afundados no pessimismo econômico, os investidores mundiais devem aplicar mais de US$ 1 trilhão este ano em economias emergentes como Brasil, China e Índia — quase cinco vezes mais que há dez anos. O dinheiro está fluindo porque as economias emergentes é que têm impulsionado o crescimento mundial desde 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns executivos brasileiros temem que o custo de operar esteja aumentando tanto que seu país pode não conseguir se tornar a potência industrial que sonha há gerações. "Desde pequena ouço que o Brasil é o país do futuro. Agora o futuro chegou e comecei a temer que será breve", disse Cynthia Benedetto, diretora financeira do carro-chefe da indústria nacional, a Empresa Brasileira de Aeronáutica SA, terceira maior fabricante de jatos do mundo. Exportadora importante, a Embraer afirma que está investindo em equipamento para reduzir custos trabalhistas no Brasil e também abrindo mais fábricas no exterior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As fábricas brasileiras produziram em junho 1,6% menos que em maio, no primeiro declínio desde a crise financeira mundial de 2008. As fábricas estão perdendo mercado no exterior e perdendo para importados baratos porque a mão-de-obra, as peças e o transporte têm preço de primeiro mundo — embora o Brasil ainda tenha todas as desvantagens de terceiro mundo como estradas ruins, trabalhadores com baixa escolaridade e violência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Brasil não é o único mercado em desenvolvimento que tem enfrentado problemas desse tipo. O investimento estrangeiro maior na China contribuiu para uma inflação dos alimentos nas cidades que alguns economistas dizem que pode provocar rebeliões. Na Turquia, o governo tentou uma abordagem parecida com a que o BC brasileiro acabou de adotar — cortar juros para impedir que a entrada de capital valorize demais a moeda. Mas os juros baixos também impulsionaram uma alta considerável no crédito bancário e temores de uma bolha de crédito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aprender a administrar a abundância é uma situação inusitada para o Brasil, que sempre lutou para atrair investimento enquanto oscilava entre crises econômicas e desvalorizações da moeda. Mas os esforços para estabilizar a moeda, domar a inflação e diminuir o endividamento a partir dos anos 90 geraram US$ 350 bilhões em reservas internacionais e grau de investimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O dinheiro flui facilmente para o Brasil porque seu câmbio é livre e seus mercados de ações, dívida e derivativos são sofisticados, diferentemente da China. E na verdade há muitos investidores que buscam exposição à China investindo no Brasil, porque ele é um dos mais importantes exportadores de matéria-prima para os chineses. O Brasil é o maior exportador mundial de ferro, carne, frango, açúcar e café. E acabou de fazer descobertas petrolíferas importantes na costa que também podem torná-lo um dos principais exportadores de petróleo.&lt;br /&gt;
&lt;img alt="[wsjamb2sep13]" border="0" hspace="0" src="http://si.wsj.net/public/resources/images/OA-AZ579_wsjamb_NS_20110912195316.jpg" style="border: 0px currentColor; margin: 0px;" vspace="0" width="100%" /&gt;&lt;br /&gt;
Claro que o capital que invade rapidamente um país também pode abandoná-lo na mesma velocidade. Líderes das economias emergentes temem que uma catástrofe financeira no mundo desenvolvido — como uma moratória de dívida soberana na Europa — pode inverter subitamente o fluxo de investimentos. Isso causaria declínios aterradores no câmbio, nos imóveis e em outros preços que foram às alturas em lugares como o Brasil durante o atual boom.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas no momento as economias emergentes enfrentam mesmo é um o excesso de dinheiro. O Fundo Monetário Internacional reuniu em maio autoridades da África do Sul, da Índia, do Chile e de outros países no Rio de Janeiro para discutir soluções para enfrentar a entrada excessiva de capital. Os banqueiros centrais discutiram artigos com títulos como "Administrando a Abundância para Evitar um Colapso na América Latina".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"O fluxo de capital exacerbou significativamente problemas internos como bolhas e inflação que têm o potencial de tirar as economias emergentes do caminho do crescimento e gerar instabilidade social", diz o economista Eswar Prasad, da Universidade Cornell, que já comandou a divisão chinesa do FMI.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seus oito meses de gestão, o governo Dilma Rousseff tem, em geral, perdido a batalha para coibir a alta do real. As autoridades do país culpam o juro quase zero dos EUA e da Europa por possibilitar que fundos de hedge tomem empréstimos baratos no mundo desenvolvido para investir no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Temos de nos defender desse oceano imenso, fantástico e extraordinário de liquidez que tem atingindo nossas economias em busca de retornos que não conseguem em suas próprias", disse Rousseff a líderes latino-americanos em Lima, em 28 de julho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas conter um oceano de liquidez não é fácil. Alguns economistas acreditam que o governo de Rousseff pressionou o BC a cortar os juros prematuramente — algo que a presidente nega. O resultado pode ser inflacionário, dizem eles. O BC afirma que o crescimento mundial está diminuindo ao ponto de tornar a inflação menos preocupante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Brasil tem anunciado medidas para coibir o fluxo de capital quase mensalmente, como um imposto sobre compras de títulos de renda fixa, ou tentado compensar seu impacto, com um pacote multibilionário de subsídios para indústrias prejudicadas pela alta do real. Mas a moeda continua subindo e as indústrias afirmam que os subsídios não são suficientes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um dos motivos por que essas políticas estão fracassando: mesmo depois de baixar os juros para 12%, o Brasil continua tendo uma das maiores taxas de juro real — o juro menos a inflação — do mundo. Isso torna o Brasil um alvo fácil para especuladores que tomam emprestado dinheiro barato onde os juros são quase zero para depositar no Brasil e embolsar a diferença. O Brasil não pode cortar os juros mais rapidamente porque precisa tomar empréstimos para financiar sua previdência crescente e projetos de infraestrutura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A verdade é que o fluxo internacional de capital se parece muito com o da água: feche uma comporta e ele flui por outra. As autoridades brasileiras suspeitam que quando um país se movimenta para restringir investimentos especulativos, o dinheiro é disfarçado de investimento direto em empresas. A prova é uma alta de 260% no investimento estrangeiro direto, para US$ 38,5 bilhões, só nos primeiros seis meses do ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E, na esteira desses fluxos de investimento, um dos debates mais acalorados no Brasil ultimamente é se o preço alto de tudo, de carros a apartamentos, é uma bolha que um dia vai estourar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Não vejo bolha. O fluxo de capital é uma consequência natural de todas as boas notícias sobre o Brasil", disse Fabio Barbosa, diretor-presidente da editora Abril SA e membro do conselho da Petróleo Brasileiro SA. "A questão é como podemos continuar competitivos num cenário de moeda forte que, na minha opinião, chegou para ficar."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros enxergam exagero nos preços altos. "Chamo de efeito capirinha", disse Bob Fryklund, que dirige a firma de pesquisa de mercado petrolífero IHS-CERA, no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Munida com uma moeda forte e crédito barato, uma nova classe de brasileiros internacionais está viajando e comprando loucamente em países em que os produtos são mais baratos. Os brasileiros gastaram US$ 8,5 bilhões em banhos de loja no exterior ano passado — 60% a mais que num ano antes. Os shoppings perto de Miami estão contratando vendedores que falam português e abrindo restaurantes brasileiros para atender esse público.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores prevê que um quarto dos carros vendidos no Brasil este ano serão importados, 5% a mais que em 2005, já que a moeda forte barateia os importados. Milhares de metalúrgicos furiosos das filiais brasileiras da Volkswagen e outras montadoras fecharam as ruas de São Paulo em julho para protestar contra a alta das importações, que eles temem que eliminará empregos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fluxo de investimentos também aqueceu o mercado imobiliário. Uma série de construtoras brasileiras como a Gafisa SA e a Cyrela SA captaram centenas de milhões de dólares com ofertas de ações nos últimos anos, principalmente para investidores americanos. O dinheiro as ajudou a construir casas para a classe média emergente do Brasil — algo positivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas essas construtoras bastante capitalizadas aumentaram o preço dos terrenos disponíveis nas grandes cidades, o que, por sua vez, valorizou os imóveis, segundo Sergio Freire, diretor-presidente da corretora Brasil Brokers.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O surgimento de bolhas de crédito é outra preocupação. O crédito está aumentando rapidamente nos grandes países emergentes — Brasil, China, Índia e Rússia. O índice de inadimplência tem subido no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O colapso da bolha de crédito pessoal de Maura Guarnieri, em São Paulo, é um exemplo disso. Uma trabalhadora com dois filhos, Guarnieri começou a se endividar ano passado depois que o marido teve insuficiência renal e parou de trabalhar. Em alguns meses ela já tinha aberto quatro linhas de crédito a juros de mais de 40% ao ano — muito mais do que podia pagar mensalmente. Ela não conseguiu pagar recentemente alguns dos empréstimos e contribuiu para a alta de 20% na inadimplência do crédito ao consumidor no Brasil até agora no ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O capital estrangeiro ajudou Guarnieri a tomar emprestado. Seus três maiores credores — Banco Cruzeiro do Sul SA, Banco Daycoval SA e Banco Panamericano SA — são bancos de médio porte que expandiram a carteira de crédito, em parte, com empréstimos baratos no exterior. Juntos, eles já tomaram US$ 2,2 bilhões em nove emissões separadas de títulos no exterior a juros menores que os disponíveis no mercado brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dois dos bancos, o Daycoval e o Banco Cruzeiro, descontam a prestação do contracheque de Guarnieri porque o crédito era consignado e continuam recebendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O real forte é um problema ainda maior para a indústria. Humberto Barbato tem uma empresa que fabrica peças para linhas de alta voltagem. Décadas atrás ele se beneficiou de uma política governamental que ajudava fabricantes a exportar. Agora ele está assistindo ao colapso de seu negócio. A moeda forte está expulsando-o de mercados estrangeiros conquistados a muito custo. E ele também está perdendo mercado no Brasil para importados chineses baratos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele tem vergonha de reconhecer, mas começou a revender resistores chineses em vez de fabricar os seus. Mas ele tem um jeito de afogar a mágoa. Enquanto visitava o filho na Flórida recentemente, usou o real forte para gastar à vontade com outros brasileiros num shopping local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"É a minha vingança", disse Barbato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;from: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://clipimobiliario.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=15864:chegou-a-hora-do-brasil-ou-ela-ja-passou&amp;amp;catid=142:artigo"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;http://clipimobiliario.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=15864:chegou-a-hora-do-brasil-ou-ela-ja-passou&amp;amp;catid=142:artigo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1950722482032571015-8626648939753506905?l=andersadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MMNNRSg9i2XQPGgZyDJP6hascFg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MMNNRSg9i2XQPGgZyDJP6hascFg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MMNNRSg9i2XQPGgZyDJP6hascFg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MMNNRSg9i2XQPGgZyDJP6hascFg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AndersAdv/~4/juk8MbyaIos" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andersadv.blogspot.com/feeds/8626648939753506905/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://andersadv.blogspot.com/2011/09/chegou-hora-do-brasil-ou-ela-ja-passou.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/8626648939753506905?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/8626648939753506905?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/AndersAdv/~3/juk8MbyaIos/chegou-hora-do-brasil-ou-ela-ja-passou.html" title="Chegou a hora do Brasil, ou ela já passou?" /><author><name>Henrique Rodrigues Anders</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05666176741904915973</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://andersadv.blogspot.com/2011/09/chegou-hora-do-brasil-ou-ela-ja-passou.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkcGQnoyfip7ImA9WhdSGUk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1950722482032571015.post-1286947583634482075</id><published>2011-07-29T11:00:00.000-03:00</published><updated>2011-07-29T11:00:23.496-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-29T11:00:23.496-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Imobiliário" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Real Estate" /><title>Comprador da classe C merece atenção – por João Crestana</title><content type="html">&lt;taghw&gt;O cenário &lt;a href="http://www.portalvgv.com.br/site/comprador-da-classe-c-merece-atencao-por-joao-crestana/#" rel="nofollow" style="border-bottom-color: currentColor; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; color: #006600; text-decoration: underline;"&gt;econômico&lt;/a&gt; global, aos poucos, vem mudando no século 21. Nações europeias, Japão e Estados Unidos sofreram fortes reveses na década passada, que teve na crise de 2008 seu momento mais dramático.&lt;/taghw&gt;&lt;br /&gt;
&lt;taghw&gt;Por outro lado, Brasil, Índia, China e Rússia ganham destaque pelo volume expressivo de consumidores internos e pela extensão &lt;a href="http://www.portalvgv.com.br/site/comprador-da-classe-c-merece-atencao-por-joao-crestana/#" rel="nofollow" style="border-bottom-color: currentColor; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; color: #006600; text-decoration: underline;"&gt;territorial&lt;/a&gt;.&lt;/taghw&gt;&lt;br /&gt;
&lt;taghw&gt;Formado, predominantemente, por jovens em ascendência &lt;a href="http://www.portalvgv.com.br/site/comprador-da-classe-c-merece-atencao-por-joao-crestana/#" rel="nofollow" style="border-bottom-color: currentColor; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; color: #006600; text-decoration: underline;"&gt;profissional&lt;/a&gt; e social, nosso País possui demanda para as próximas décadas. A mobilidade social, que propiciou um crescimento de 62% da classe C – um salto de 62,7 milhões de pessoas, em 2005, para 101,6 milhões, em 2010 –, mudou os hábitos de consumo.&lt;/taghw&gt;&lt;br /&gt;
&lt;taghw&gt;E atender as expectativas desse novo público é mais do que aumentar a escala de produção. Deve-se entender esse novo comprador. Com base em alguns estudos divulgados até o momento, os consumidores da classe C são mais solidários, conforme pesquisa do Instituto Datapopular. Outras características interessantes: a presença feminina como chefe de família é maior nesse segmento e 60% das pessoas passam dicas de &lt;a href="http://www.portalvgv.com.br/site/comprador-da-classe-c-merece-atencao-por-joao-crestana/#" rel="nofollow" style="border-bottom-color: currentColor; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; color: #006600; text-decoration: underline;"&gt;compra&lt;/a&gt; aos seus conhecidos, contra 20% da classe A.&lt;/taghw&gt;&lt;br /&gt;
Se a empresa não conhecer essas peculiaridades, a divulgação boca a boca de seus serviços ou produtos deixa de ser oportunidade para se transformar em risco, potencializado diante do poder das redes sociais, como blogs, Twitter e Facebook, acessíveis por 18 milhões de pessoas da classe C que usam a internet.&lt;br /&gt;
O cuidado e a atenção com esses consumidores serão fundamentais para a manutenção do ciclo produtivo imobiliário. Mais do que um imóvel, jovens de 25 a 39 anos buscam conforto – mesmo em espaços pequenos, com 45 metros quadrados ou menos –, qualidade e segurança.&lt;br /&gt;
Para atender a 23 milhões de candidatos a compradores de imóveis em 2022, de acordo com estimativas da Fundação Getúlio Vargas, temos de nos preparar. Não somente para lançar e vender bons produtos, mas também para administrar esses novos espaços e mantê-los em excelentes condições de uso, por muitos anos.&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;* &lt;a href="http://www.portalvgv.com.br/site/tag/joao-crestana" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #517892;"&gt;João Crestana&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; é presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) e da Comissão Nacional da Indústria Imobiliária da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;form: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.portalvgv.com.br/site/comprador-da-classe-c-merece-atencao-por-joao-crestana/"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;http://www.portalvgv.com.br/site/comprador-da-classe-c-merece-atencao-por-joao-crestana/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1950722482032571015-1286947583634482075?l=andersadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0CKQU9b9o4VZo30R8RhBq3z_GBw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0CKQU9b9o4VZo30R8RhBq3z_GBw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0CKQU9b9o4VZo30R8RhBq3z_GBw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0CKQU9b9o4VZo30R8RhBq3z_GBw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AndersAdv/~4/oCLC_G5k4ak" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andersadv.blogspot.com/feeds/1286947583634482075/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://andersadv.blogspot.com/2011/07/comprador-da-classe-c-merece-atencao.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/1286947583634482075?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/1286947583634482075?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/AndersAdv/~3/oCLC_G5k4ak/comprador-da-classe-c-merece-atencao.html" title="Comprador da classe C merece atenção – por João Crestana" /><author><name>Henrique Rodrigues Anders</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05666176741904915973</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://andersadv.blogspot.com/2011/07/comprador-da-classe-c-merece-atencao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUACQHsyfCp7ImA9WhdSGUk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1950722482032571015.post-7896467876324172961</id><published>2011-07-29T09:49:00.000-03:00</published><updated>2011-07-29T09:49:21.594-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-29T09:49:21.594-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Imobiliário" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Real Estate" /><title>Setor imobiliário deve movimentar R$ 20 bi até 2014</title><content type="html">&lt;div class="authorship"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;span class="author"&gt;Rosangela Capozoli&lt;/span&gt; | &lt;span class="veiculo"&gt;Para o Valor, de São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="published-date"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;29/07/2011&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Até pouco tempo atrás as praias do Ceará eram vistas apenas como ativos turísticos. Hoje são cobiçadas por investidores nacionais e estrangeiros que enxergam nelas um excelente filão de negócios imobiliários. O interesse, porém, vai além da orla. A paisagem e o clima agradável o ano todo - aliados a financiamentos e projetos do governo, além da Copa 2014- transformaram diferentes áreas do Estado em canteiros de obras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;from: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.valoronline.com.br/impresso/dom-pedro/80417/463775/setor-imobiliario-deve-movimentar-r-20-bi-ate-2014"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;http://www.valoronline.com.br/impresso/dom-pedro/80417/463775/setor-imobiliario-deve-movimentar-r-20-bi-ate-2014&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1950722482032571015-7896467876324172961?l=andersadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7K-YZSh2EUGEnXG6FqSaXsXOueA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7K-YZSh2EUGEnXG6FqSaXsXOueA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7K-YZSh2EUGEnXG6FqSaXsXOueA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7K-YZSh2EUGEnXG6FqSaXsXOueA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AndersAdv/~4/NDjFaibsGU0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andersadv.blogspot.com/feeds/7896467876324172961/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://andersadv.blogspot.com/2011/07/setor-imobiliario-deve-movimentar-r-20.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/7896467876324172961?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/7896467876324172961?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/AndersAdv/~3/NDjFaibsGU0/setor-imobiliario-deve-movimentar-r-20.html" title="Setor imobiliário deve movimentar R$ 20 bi até 2014" /><author><name>Henrique Rodrigues Anders</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05666176741904915973</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://andersadv.blogspot.com/2011/07/setor-imobiliario-deve-movimentar-r-20.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUIMQXo8eyp7ImA9WhdSGUk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1950722482032571015.post-9169436200273908629</id><published>2011-07-29T09:46:00.000-03:00</published><updated>2011-07-29T09:46:20.473-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-29T09:46:20.473-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Imobiliário" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Real Estate" /><title>Rentabilidade de imóveis comerciais é menor no 2º trimestre, diz FGV</title><content type="html">&lt;strong&gt;SÃO PAULO&lt;/strong&gt; - As  taxas de retorno da renda, capital e total nos segundo trimestre deste  ano, para os imóveis comerciais foram de, respectivamente, 2,8%, 1,4% e  4,3%, sobre o trimestre anterior, apontou o Índice Geral do Mercado  Imobiliário – Comercial (IGMI-C) apurado pela Fundação Getulio Vargas  (FGV) com 224 imóveis. O período entre abril e junho corresponde ao  segundo trimestre consecutivo de queda nas taxas de variações  trimestrais.&lt;br /&gt;
No primeiro trimestre de 2011, as taxas anualizadas de retorno da  renda, capital e total foram de, respectivamente, 13,5%, 7,7% e 21,2%. A exemplo das taxas de variações trimestrais, este representa o segundo  trimestre consecutivo de redução nas três versões das taxas anualizadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;From: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.valoronline.com.br/online/indicadores/10/464181/rentabilidade-de-imoveis-comerciais-e-menor-no-2-trimestre-diz-fgv"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;http://www.valoronline.com.br/online/indicadores/10/464181/rentabilidade-de-imoveis-comerciais-e-menor-no-2-trimestre-diz-fgv&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1950722482032571015-9169436200273908629?l=andersadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RdhLr2kqNv3pBzt1r0fZ27Xzhns/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RdhLr2kqNv3pBzt1r0fZ27Xzhns/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RdhLr2kqNv3pBzt1r0fZ27Xzhns/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RdhLr2kqNv3pBzt1r0fZ27Xzhns/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AndersAdv/~4/G7HyHxcioXI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andersadv.blogspot.com/feeds/9169436200273908629/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://andersadv.blogspot.com/2011/07/rentabilidade-de-imoveis-comerciais-e.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/9169436200273908629?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/9169436200273908629?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/AndersAdv/~3/G7HyHxcioXI/rentabilidade-de-imoveis-comerciais-e.html" title="Rentabilidade de imóveis comerciais é menor no 2º trimestre, diz FGV" /><author><name>Henrique Rodrigues Anders</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05666176741904915973</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://andersadv.blogspot.com/2011/07/rentabilidade-de-imoveis-comerciais-e.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEYNRX0_eCp7ImA9WhdSGUk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1950722482032571015.post-4784335629000064441</id><published>2011-07-29T09:23:00.000-03:00</published><updated>2011-07-29T09:23:14.340-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-29T09:23:14.340-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Urbanismo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Imobiliário" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Real Estate" /><title>Especialista alerta para bolha dos pequenos imóveis comerciais</title><content type="html">Para professor do Núcleo de Real Estate da Poli-USP, só a desinformação dos pequenos investidores pode explicar os preços que vêm sendo pagos por esses imóveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São Paulo – O polêmico debate sobre a bolha imobiliária brasileira só tende a esquentar à medida que os preços continuam em alta. Nos primeiro seis meses deste ano, o preço pedido pelos vendedores aumentou em média 14,6% nas sete principais capitais brasileiras, segundo o &lt;strong&gt;&lt;a href="http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/imoveis-sobem-14-6-no-primeiro-semestre"&gt;índice FipeZAP&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;. EXAME.com mostrou no mês passado que há motivos tanto para acreditar que já existe uma bolha imobiliária no Brasil (&lt;strong&gt;&lt;a href="http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/6-sinais-de-que-pode-haver-uma-bolha-imobiliaria-no-brasil"&gt;clique aqui e veja&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;) quanto para apostar que os preços não vão mudar de trajetória (&lt;strong&gt;&lt;a href="http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/11-razoes-para-o-preco-dos-imoveis-seguir-em-alta"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meio à falta de consenso entre especialistas, um dos poucos pontos de concordância é que o valor de venda das salinhas comerciais – que servem para abrigar escritórios de pequenas empresas ou consultórios, por exemplo – já passou dos limites. O que está acontecendo nesse mercado seria algo parecido com a bolha dos flats, que estourou na década de 1990 e gerou perdas a milhares de investidores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o professor João da Rocha Lima Jr., do Núcleo de Real Estate da Poli-USP, os preços das salinhas comerciais só chegaram aos atuais patamares em cidades com São Paulo devido à desinformação das pessoas que estão investindo nesses imóveis. Leia abaixo um resumo de sua argumentação, extraída da carta trimestral do Núcleo de Real Estate da Poli-USP:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Preços crescentes não são sinônimos de bolha e tampouco são a causa. Só há motivos para preocupação quando o preço dos imóveis sobe acima da estrutura de custos das construtoras. É isso que está acontecendo agora com imóveis residenciais e comerciais. No primeiro semestre, a demanda por imóveis residenciais caiu, os custos da construção cresceram de forma moderada, mas índices de preços de imóveis como o divulgado pela FipeZAP ainda mostram uma alta acelerada dos valores de venda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um mercado com oferta e demanda equilibradas, o preço deveria ser suficiente para cobrir os custos de construção, dar uma margem de cobertura de incertezas (necessária no Brasil porque o preço de um imóvel novo costuma ser fechado anos antes da conclusão da obra) e garantir um retorno adequado ao risco do empreendedor. Mas não é isso que está acontecendo. As evidências são de que o preço dos imóveis residenciais está acima de seu valor justo. O problema é ainda maior no mercado de salinhas comerciais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em tese, há três explicações que poderiam levar o Brasil a uma bolha imobiliária: 1) crédito irresponsável; 2) forte presença de capital especulativo; e 3) investidores desinformados. No país, entretanto, os bancos são bem mais cautelosos que no exterior para a concessão de financiamentos imobiliários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O segundo fator que poderia estar por trás de uma bolha também pode ser descartado. No Brasil, não há forte presença de capital especulativo. Grandes capitais tendem a especular em mercados de maior liquidez, como bolsa de valores ou commodities, deixando para especuladores mais ingênuos o mercado imobiliário. A baixa velocidade das transações com imóveis pode comprometer o ponto de saída do especulador, fazendo com que o investidor agressivo possa perder os lucros antes de realizá-los.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já investidor desinformado há em grandes quantidades no Brasil, especialmente no segmento dos pequenos imóveis de escritórios. Pipocam por aí lançamentos vendidos em sua totalidade com apoio em desinformação. O investidor é induzido a julgar o preço de venda por meio da sua comparação com valores irreais de locação que permitiriam a obtenção de retornos equivalentes a 10% ao ano com aluguéis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Trata-se de uma fantasia corrente que embute uma série de vulnerabilidades. Considerando um preço de 8.778 reais por metro quadrado para uma salinha comercial e uma série de premissas otimistas (imóvel sem vacância, aluguéis reajustados pelo IGP-M todos os anos, edifício que permanece competitivo por duas décadas mesmo sem novos investimentos e ausência de custos com corretagem), é provável que o investidor obtenha uma taxa de retorno de 5% a 6% ao ano. Dessa forma, mesmo no melhor cenário, serão necessários ao menos 15 anos para a pessoa recuperar o capital investido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pessoas continuam comprando porque acham que imóveis, mesmo com suas restrições de liquidez, podem funcionar como ativos especulativos de curto prazo. O problema é que a compra é feita na planta. A renda mensal gerada pelo aluguel, portanto, só será recebida após a conclusão das obras, que em geral duram ao redor de três anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em testes de estresse em que foram considerados cenários mais pessimistas (com eventuais períodos de vacância e despesas com imobiliárias, por exemplo), o retorno chega a cair para 3% a 4% ao ano. Se os cálculos forem feitos de uma forma realista, é provável que o investidor não recupere o dinheiro aplicado nem em 20 anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para que o imóvel possa ser considerado um investimento interessante, é necessário que o preço pago por metro quadrado seja bem inferior ao da premissa estabelecida no cálculo acima (8.778 reais). O retorno bruto que normalmente é projetado, de 10% ao ano, só será alcançado se o investidor pagar 6.413 reais ou menos por metro quadrado – algo já difícil de encontrar em bairros nobres de São Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A única explicação para que o mercado continue aquecido é que há um grande número de investidores desinformados. Quando os prédios de escritórios em construção previstos para serem entregues no segundo semestre de 2012 chegarem ao mercado, os aluguéis provavelmente atingirão níveis mais baixos, provocando uma sensível desvalorização desses imóveis. O alarme de bolha é estridente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;from: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/especialista-alerta-para-bolha-dos-pequenos-imoveis-comerciais?page=2&amp;amp;slug_name=especialista-alerta-para-bolha-dos-pequenos-imoveis-comerciais&amp;amp;utm_medium=twitter&amp;amp;utm_source=twitterfeed"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/especialista-alerta-para-bolha-dos-pequenos-imoveis-comerciais?page=2&amp;amp;slug_name=especialista-alerta-para-bolha-dos-pequenos-imoveis-comerciais&amp;amp;utm_medium=twitter&amp;amp;utm_source=twitterfeed&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1950722482032571015-4784335629000064441?l=andersadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kPX5hkFMYcowNoOmX0oU0pHyfDc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kPX5hkFMYcowNoOmX0oU0pHyfDc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kPX5hkFMYcowNoOmX0oU0pHyfDc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kPX5hkFMYcowNoOmX0oU0pHyfDc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AndersAdv/~4/rt5f6LpUzKs" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andersadv.blogspot.com/feeds/4784335629000064441/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://andersadv.blogspot.com/2011/07/especialista-alerta-para-bolha-dos.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/4784335629000064441?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/4784335629000064441?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/AndersAdv/~3/rt5f6LpUzKs/especialista-alerta-para-bolha-dos.html" title="Especialista alerta para bolha dos pequenos imóveis comerciais" /><author><name>Henrique Rodrigues Anders</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05666176741904915973</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://andersadv.blogspot.com/2011/07/especialista-alerta-para-bolha-dos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUECQXgzfyp7ImA9WhdSF0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1950722482032571015.post-2212958236558339883</id><published>2011-07-27T11:41:00.000-03:00</published><updated>2011-07-27T11:41:00.687-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-27T11:41:00.687-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Imobiliário" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito" /><title>Condomínio poderá adquirir imóvel para recuperar taxas não pagas</title><content type="html">&lt;span style="color: #cccccc;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="color: #cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;O Projeto de Lei 443/11, em tramitação na Câmara, permite que os condomínios adquiram unidades autônomas da própria estrutura ou qualquer outro imóvel para a recuperação de cotas condominiais vencidas e não pagas. Essa aquisição poderá ser feita por meio de arremate em leilão, por adjudicação (transferência judicial de posse) ou doação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cccccc;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="color: #cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;O projeto, de autoria do deputado Ricardo Izar (PV-SP), inclui essa possibilidade no capítulo relativo aos condomínios do Código Civil (Lei &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/L10406compilada.htm" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;10.406/02&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #cccccc;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="color: #cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;Os imóveis transferidos para os condomínios deverão ser vendidos ou alugados pelo valor de mercado, para o retorno do valor pecuniário ao caixa do condomínio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;  &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="color: #cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;O projeto determina ainda que as despesas referentes ao imóvel, enquanto não for alienado ou locado, serão distribuídas entre os condôminos, proporcionalmente às suas cotas condominiais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;  &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="color: #cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;O autor argumenta que, como o condomínio de edifício não é pessoa jurídica, os cartórios de registro de imóveis se recusam a registrar as cartas de adjudicação ou arrematação em nome deles.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;  &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="color: #cccccc;"&gt;&lt;span style="color: #cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;“Essa falta de registro da carta de adjudicação ou arrematação impede o cumprimento do princípio da continuidade imobiliária e, portanto, a alienação da unidade autônoma para o retorno do valor pecuniário ao caixa condominial”, afirma&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #cccccc;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #cccccc;"&gt;Caso deseje o texto do PL 443/11 em arquivo PDF, via e-mail, peça-me pelo &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:anders.henrique@gmail.com"&gt;&lt;span style="color: #cccccc;"&gt;anders.henrique@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #cccccc;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: #cccccc;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: xx-small;"&gt;&amp;nbsp;from: &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: PT-BR; mso-fareast-theme-font: minor-latin;"&gt;&lt;a href="http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/DIREITO-E-JUSTICA/200196-CONDOMINIO-PODERA-ADQUIRIR-IMOVEL-PARA-RECUPERAR-TAXAS-NAO-PAGAS.html"&gt;http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/DIREITO-E-JUSTICA/200196-CONDOMINIO-PODERA-ADQUIRIR-IMOVEL-PARA-RECUPERAR-TAXAS-NAO-PAGAS.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1950722482032571015-2212958236558339883?l=andersadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qcCXBA7dfo9EPGKlaPnmV57dwSs/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qcCXBA7dfo9EPGKlaPnmV57dwSs/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qcCXBA7dfo9EPGKlaPnmV57dwSs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qcCXBA7dfo9EPGKlaPnmV57dwSs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AndersAdv/~4/1w4W9yqnpz0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andersadv.blogspot.com/feeds/2212958236558339883/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://andersadv.blogspot.com/2011/07/condominio-podera-adquirir-imovel-para.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/2212958236558339883?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/2212958236558339883?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/AndersAdv/~3/1w4W9yqnpz0/condominio-podera-adquirir-imovel-para.html" title="Condomínio poderá adquirir imóvel para recuperar taxas não pagas" /><author><name>Henrique Rodrigues Anders</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05666176741904915973</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://andersadv.blogspot.com/2011/07/condominio-podera-adquirir-imovel-para.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A08EQnY6cSp7ImA9WhdSF0s.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1950722482032571015.post-4457735840064863563</id><published>2011-07-27T09:30:00.000-03:00</published><updated>2011-07-27T09:30:03.819-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-27T09:30:03.819-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Alternativa" /><title>9 hábitos financeiros que fazem mal à saúde</title><content type="html">Veja como a maneira de gastar de uma pessoa gasta pode impactar diretamente na sua saúde física e mental.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São Paulo – Existem hábitos que prejudicam diretamente a saúde financeira da conta bancária e ainda da saúde do seu corpo. Comer fora de casa com frequência é exemplo de hábito que pode, além de belo rombo no orçamento, trazer sérias consequências para a saúde. Existem, no entanto, outros gastos que podem impactar negativamente na saúde, mental e física, de uma pessoa. Em reportagem sobre o assunto, o &lt;a href="http://moneywatch.bnet.com/saving-money/article/ways-your-money-habits-make-you-sick-carrying-a-credit-card-balance/6221769/?tag=main-edit;main-edit-river"&gt;Moneywatch.com&lt;/a&gt; conversou com especialistas da área da saúde e listou 9 hábitos financeiros que são prejudiciais à saúde de qualquer pessoa e deu soluções de como contornar o problema sem ter que parar no pronto-socorro ou no divã do analista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class="numeroGrande" style="background: rgb(29, 108, 136); border-radius: 3px; color: white; font-size: 15px; font-weight: bold; line-height: 200%; padding: 2px 7px;"&gt;Ter dívida no cartão de crédito&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Problemas no casamento? Saiba que o tamanho da dívida que carrega no cheque especial pode ser a grande culpada por isso. Uma pesquisa conduzida na Inglaterra, por uma entidade de aconselhamento aos consumidores, revelou que 37% dos participantes citaram “dívidas” como cartão de crédito, pelos problemas nos relacionamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Solução: Seja honesto com as pessoas próximas a respeito e trabalhem em conjunto para encontrarem um caminho para sair da dívida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class="numeroGrande" style="background: rgb(29, 108, 136); border-radius: 3px; color: white; font-size: 15px; font-weight: bold; line-height: 200%; padding: 2px 7px;"&gt;Guardar recibos e comprovantes na carteira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Notas de dinheiro são sujas e cheias de germes. E sabe quem pode ser a grande fonte de contaminação? Um estudo encontrou evidências de que recibos e comprovantes detém altos níveis de uma substância chamada de BPA, bisfenol A, uma substância química que está ligada a doenças do coração, câncer e infertilidade. O BPA pode migrar dos recibos para as notas, e das notas diretamente para a pele de quem estiver com ela em mãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Solução: Guarde todos os recibos em um envelope, longe do dinheiro. E sempre lave as mãos depois de manipular tanto o dinheiro quanto os comprovantes de compras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class="numeroGrande" style="background: rgb(29, 108, 136); border-radius: 3px; color: white; font-size: 15px; font-weight: bold; line-height: 200%; padding: 2px 7px;"&gt;Comprar embalagens tamanho “família”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Embalagens enormes podem significar aumento de peso na balança, segundo Brian Wansik, autor do livro "Why We Eat More Than We Think?" (Por que comemos mais do que imaginamos?). Em um dos estudos citados na obra, participantes que se serviram diretamente de embalagens tamanho família comeram até 25% a mais. “Você pode até economizar mais dinheiro ao comprar pacotes maiores. No entanto, pode comer mais que o necessário”, explica o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Solução: Nunca coma direto da embalagem e tente controlar suas porções sempre servindo em pratos menores. Mantenha pequenas porções do produto em embalagens de tamanho menor e mantenha a original fora da vista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class="numeroGrande" style="background: rgb(29, 108, 136); border-radius: 3px; color: white; font-size: 15px; font-weight: bold; line-height: 200%; padding: 2px 7px;"&gt;Comprar guloseimas com cartão de crédito&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Quem paga a conta do supermercado com cartão de crédito tem maiores chances de colocar no carrinho comidas pouco saudáveis como biscoitos, chocolates e congelados. “As pessoas são menos racionais com as compras quando pagam com cartão de crédito”, diz Kit Yarrow, professora de psicologia e marketing da Golden Gate University.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Solução: Quando no supermercado, opte por pagar a compra em dinheiro, leve consigo uma lista dos itens necessários e evite ir fazer compras com fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class="numeroGrande" style="background: rgb(29, 108, 136); border-radius: 3px; color: white; font-size: 15px; font-weight: bold; line-height: 200%; padding: 2px 7px;"&gt;Ganhar pouco&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Ter dinheiro diminui as chances de um ataque cardíaco ou doença no coração, pelo menos nas mulheres. Um estudo acompanhou um grupo de mulheres durante cinco anos e percebeu que aquelas com renda acima 100,000 dólares estavam livres de doenças no coração ao contrário de 78% das mulheres com renda inferior a 20,000 dólares. E o que o dinheiro pode comprar? Melhores serviços de saúde complementar. “Mulheres com renda baixa têm menos acesso a serviços de convênios de saúde e menos dinheiro para adquirir medicamentos para problemas cardíacos”, pontua Leslee Shaw, professora de medicina da Emory University.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Solução: Mulheres com renda mais baixa não devem deixar de lado contratar um plano de saúde e podem aproveitar programas do governo que oferecem medicamentos a preços mais baixos ou mesmo gratuitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class="numeroGrande" style="background: rgb(29, 108, 136); border-radius: 3px; color: white; font-size: 15px; font-weight: bold; line-height: 200%; padding: 2px 7px;"&gt;Ser pão duro na compra de presentes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Não participar do rateio do presente daquele colega de trabalho ou “esquecer” o aniversário do melhor amigo pode impactar diretamente na saúde mental de uma pessoa. Uma pesquisa da University of British Columbia revelou que pessoas que gastam mais com elas mesmas que com os outros, são menos felizes que aqueles que gastam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Solução: Generosidade não precisa levar ninguém à falência. Uma opção é presentar as pessoas queridas com pequenos gestos como um chocolate especial ou a conta do almoço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class="numeroGrande" style="background: rgb(29, 108, 136); border-radius: 3px; color: white; font-size: 15px; font-weight: bold; line-height: 200%; padding: 2px 7px;"&gt;Habituée da mesa de jogos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Perder dinheiro em Las Vegas pode causar dores emocionais em quem tem de deixar as fichas na mesa. Um estudo registrou quais os níveis de atividade em uma região do cérebro humano conhecido como “corpo estriado”, e que é onde o sentimento de dor se manifesta, naqueles que perderam dinheiro na jogatina. E concluiu que a pessoa pode não sentir dores agudas no estômago quando perde, no entanto, perder dinheiro desencadeia sensações similares às da dor física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Solução: Pra começo de conversa, fique longe de jogos de azar. Se estiver em Las Vegas e quiser jogar com dinheiro, defina de antemão qual o limite máximo que pretende gastar, ou melhor, que pretende perder e compute no orçamento como “gastos com diversão”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class="numeroGrande" style="background: rgb(29, 108, 136); border-radius: 3px; color: white; font-size: 15px; font-weight: bold; line-height: 200%; padding: 2px 7px;"&gt;Gastar com bens materiais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Vários estudos já mostraram que pessoas que gastam com bens materiais, como artigos eletroeletrônicos ou artigos de luxo, são menos felizes que aqueles que optam por gastar em experiências como uma viagem, por exemplo. Mas é bom tomar cuidado, pois da mesma maneira, outros estudos revelam que experiências negativas, como serviços ruins em hotéis ou empresas aéreas, podem trazer sentimentos de insatisfação para a experiência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Solução: Gaste em experiências ao invés de bens. Mas preste atenção nos serviços que está adquirindo, procure por referências e críticas na internet, antes de direcionar seus gastos em uma viagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class="numeroGrande" style="background: rgb(29, 108, 136); border-radius: 3px; color: white; font-size: 15px; font-weight: bold; line-height: 200%; padding: 2px 7px;"&gt;Viver em uma casa que custa mais do que se pode pagar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Com o estouro da bolha imobiliária nos Estados Unidos, percebeu-se um tempo depois que os impactos atingiram também, não apenas o bolso dos americanos, mas a sua saúde mental. Estudos revelaram que proprietários de casas com hipotecas mais caras do que podem bancar deram sinais de depressão grave, com sintomas de insônia e irritabilidade, por exemplo. “A crise das hipotecas também é uma crise de saúde”, escreveu Craig E. Pollack, líder de um grupo de pesquisas da Universidade da Pensilvânia e que entrevistou mais de 250 proprietários em todo o país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Solução: Caso esteja buscando uma casa para comprar, capriche o quanto puder no valor da entrada e financie o mínimo possível. Para a reportagem o ideal é que não se gaste mais de 30% da renda mensal para as parcelas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;from: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/9-habitos-financeiros-que-fazem-mal-a-saude"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/9-habitos-financeiros-que-fazem-mal-a-saude&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1950722482032571015-4457735840064863563?l=andersadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JDVtO-CTD96A4b37ugEmvTDnTVA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JDVtO-CTD96A4b37ugEmvTDnTVA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JDVtO-CTD96A4b37ugEmvTDnTVA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JDVtO-CTD96A4b37ugEmvTDnTVA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AndersAdv/~4/HziHZd2lfDk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andersadv.blogspot.com/feeds/4457735840064863563/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://andersadv.blogspot.com/2011/07/9-habitos-financeiros-que-fazem-mal.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/4457735840064863563?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/4457735840064863563?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/AndersAdv/~3/HziHZd2lfDk/9-habitos-financeiros-que-fazem-mal.html" title="9 hábitos financeiros que fazem mal à saúde" /><author><name>Henrique Rodrigues Anders</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05666176741904915973</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://andersadv.blogspot.com/2011/07/9-habitos-financeiros-que-fazem-mal.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4NQ3o9fyp7ImA9WhdSF0s.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1950722482032571015.post-1440944080830490125</id><published>2011-07-27T09:15:00.002-03:00</published><updated>2011-07-27T09:16:32.467-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-27T09:16:32.467-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Imobiliário" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Alternativa" /><title>Modalidades para financiar a casa própria</title><content type="html">RedeNotícia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As modalidades para financiar a casa própria são pelo sistema de consórcio, SFH – Sistema Financeiro da Habitação, SFI – Sistema Financeiro Imobiliário ou direto com a construtora. A AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências esclarece cada modalidade para quem pretende investir em imóveis. Hoje o setor imobiliário está aquecido. O levantamento do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) aponta que só no mês de maio foram comercializadas 2.380 unidades, o que representa alta de 22,1% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Já de acordo com a pesquisa do Instituto Data Popular, 9,9 milhões de pessoas pretendem realizar o sonho da casa própria nos próximos meses. Mas antes de fechar o negócio é preciso ficar atento na escolha do financiamento. "É importante que o futuro mutuário, ao comprar um novo bem, converse com sua família para definir a melhor forma de pagamento" informa Marco Aurélio Luz, presidente da AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências. Ele recomenda: "Para não correr risco o ideal é não comprometer mais que 30% da renda mensal, além de ter um fundo de reserva",&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma modalidade que está crescendo para o financiamento da casa própria é o sistema de consórcio. No primeiro trimestre deste ano foi registrado um aumento de 11,3% nas vendas das cotas em relação a 2010, totalizando 57 mil unidades, como mostram os dados da Abac – Associação Brasileira das Administradoras de Consórcio. Porém, essa alternativa de financiamento tem suas vantagens e desvantagens. Os benefícios são: os juros baixos; a possibilidade de usar o FGTS para dar lances e receber a carta de crédito antes; o prazo para a liberação (varia entre 60 a 180 meses) é menor, se comparado a outros financiamentos que chega a 30 anos. Já os malefícios são: as taxas de administração e adesão, os seguros e o fundo de reserva que pode comprometer em até 20% das prestações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Marco Luz, quem optar pelo consórcio não deve ter pressa, pois tanto pode ser o primeiro como o último a ser contemplado. "Devemos alertar ao futuro mutuário, que deseja comprar sua primeira casa por essa modalidade que, quando liberar a carta de crédito, muitas vezes, o valor não é suficiente para aquisição do bem desejado. Nesses casos, em que houver a valorização do imóvel e a quantia ficar acima do crédito recebido, o dono da propriedade terá que ter reservas próprias para completar o pagamento. Caso contrário será forçado a comprar o imóvel em outro local não desejado e, às vezes, gerando problemas sérios, como o de mobilidade", explica. "Por isso, esse financiamento é ideal para quem não tem urgência para se mudar", completa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra opção para financiar um imóvel é ir direto à construtora. A modalidade é boa para quem adquirir o bem no valor acima de R$ 500 mil e quer quitar as parcelas em pouco tempo. Para o presidente da AMSPA, a vantagem dessa escolha é a facilidade de negociação com o incorporador. Também inclui menor rigidez para conseguir a concessão do crédito e, no caso da impossibilidade de cumprir o contrato, há a alternativa de se fazer um acordo. "O problema desse financiamento está na cobrança dos juros, de 12% ao ano mais o IGPM – Índice Geral de Preços-Mercado, após as chaves, que leva a um aumento considerável do preço final, além de receber a escritura somente após quitar as prestações", ressalta. "Para aqueles que preferirem essa modalidade é preciso ter cautela, pois, caso a construtora quebre antes da entrega das chaves, pode não ser possível conseguir recuperar o dinheiro", acrescenta. Ele aconselha: "É importante quitar em torno de 30% o valor do imóvel, antes da entrega das chaves. Se puder pagar tudo é melhor. Para evitar problemas com a construtora também é importante participar de uma "Comissão de Representantes" para fiscalizar o andamento da obra, ainda na planta. Caso aconteça a falência da incorporadora, o mutuário deve recorrer ao Judiciário para receber indenização e multas em torno de 50%".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Financiar com o banco&lt;br /&gt;
Para quem opta pelo financiamento bancário existem duas modalidades: o SFH – Sistema Financeiro da Habitação e o SFI – Sistema Financeiro Imobiliário. Para Luz, essas opções são ideais para quem quer receber o imóvel de imediato e não tem condições de pagar à vista, que é sempre a melhor escolha devido à ausência de juros. "Se não puder quitar o imóvel, a alternativa é comprar uma residência abaixo do valor de R$ 500 mil, preferencialmente, pois este é o valor que se enquadra no SFH, por ter menor juros (12% ao ano) e amortização mais eficiente", esclarece. Também o SFH dá mais fôlego na ocorrência de atraso nos pagamentos das parcelas: são 3 meses para conseguir resolver o problema de inadimplência com o agente financeiro. Já com o SFI, a perda da propriedade pelo não pagamento do imóvel acontece em 15 dias após a notificação do cartório, além da taxa de juros variar entre de 13 a 15% ao ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O presidente da AMSPA sugere que, antes de assinar o contrato nesses tipos de financiamento, o futuro mutuário deve verificar o quanto o valor das parcelas vai comprometer seu rendimento familiar. "O ideal é que não seja mais de 20% de sua renda, se essa for superior a R$ 10 mil". Quem tem ganhos entre R$ 5 e 10 mil, o limite da prestação deve ficar entre 11 e 15%. Ele ainda aconselha: "Com renda menor que R$ 5 mil, não arrisque a assumir prestações superiores a 5% desse valor".&lt;br /&gt;
Portanto, segundo o especialista, fica evidente que a escolha do financiamento depende muito do poder aquisitivo de cada um. "É importante que o futuro proprietário do imóvel converse com sua família, levando sempre em conta as despesas fixas, como alimentação, educação, transportes, pagamento de prestações, entre outros gastos. Caso contrário, o sonho de comprar a casa própria pode se tornar um tormento e acabar de vez com uma esperança do então adquirente", completa Luz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;from: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://clipimobiliario.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=13793:modalidades-para-financiar-a-casa-propria&amp;amp;catid=34:mercado&amp;amp;Itemid=101"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;http://clipimobiliario.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=13793:modalidades-para-financiar-a-casa-propria&amp;amp;catid=34:mercado&amp;amp;Itemid=101&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1950722482032571015-1440944080830490125?l=andersadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5PMVDLS2Wx-ZCA6QhrPEHyn64Lc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5PMVDLS2Wx-ZCA6QhrPEHyn64Lc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5PMVDLS2Wx-ZCA6QhrPEHyn64Lc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5PMVDLS2Wx-ZCA6QhrPEHyn64Lc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AndersAdv/~4/euLXIacpBJA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andersadv.blogspot.com/feeds/1440944080830490125/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://andersadv.blogspot.com/2011/07/redenoticia-as-modalidades-para.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/1440944080830490125?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/1440944080830490125?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/AndersAdv/~3/euLXIacpBJA/redenoticia-as-modalidades-para.html" title="Modalidades para financiar a casa própria" /><author><name>Henrique Rodrigues Anders</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05666176741904915973</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://andersadv.blogspot.com/2011/07/redenoticia-as-modalidades-para.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkICQHc-fSp7ImA9WhdSF0s.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1950722482032571015.post-6582107294825104276</id><published>2011-07-27T09:09:00.000-03:00</published><updated>2011-07-27T09:09:21.955-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-27T09:09:21.955-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Urbanismo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sustentabilidade" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Imobiliário" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Alternativa" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Meio Ambiente" /><title>Residencial em Pinda terá energia eólica e solar e paisagismo nativo</title><content type="html">Diáqrio de Taubaté / SP&lt;br /&gt;
A geração de energia eólica e solar garante o consumo das áreas comuns, o paisagismo usa espécies nativas para preservar os ecossistemas, as telhas, mais claras para combater o aquecimento, as janelas aproveitam o máximo da iluminação natural, reservatórios especiais recolhem a água da chuva para ser reutilizada. Esta é a proposta da Reserva Anauá, condomínio fechado de 35 mil m² projetado pela Casoi Desenvolvimento Imobiliário em Pindamonhangaba, interior do Estado. O conjunto é um dos três primeiros residenciais do país chancelado pela primeira fase da certificação Aqua, um dos selos mais exigentes do mercado brasileiro na área da sustentabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Reserva Anauá – palavra que, em Tupi, significa Árvore Florida – foi pensada em unir a convivência harmoniosa com a natureza à redução de consumo de energia elétrica e água, tudo aliado a um processo de construção sustentável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O condomínio foi projetado para fazer o morador se sentir bem, pensando em detalhes que alguns empreendimentos convencionais podem deixar de lado. Quem procurar não vai encontrar fios nas ruas. Toda a rede será subterrânea, sem interferir nas belas fachadas desenvolvidas especialmente pela EDSA, escritório sediado em Miami (Estados Unidos). "Eles têm um cuidado muito especial com os detalhes e as cores", afirma o diretor da Casoi Desenvolvimento Imobiliário, Hamilton de França Leite Jr.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As fachadas se encaixaram perfeitamente no projeto desenvolvido pelo arquiteto Danilo Penna. "Focamos na criação de uma composição harmônica entre o verde e a volumetria edificada para proporcionar tranquilidade e conforto", conta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse processo de criação, o paisagismo também foi fundamental. O responsável pelo projeto foi o arquiteto Milton Yoshimoto, que teve como foco a questão da sustentabilidade e das práticas ecologicamente corretas. Ele investiu nas espécies nativas, como Quaresmeiras, Manacás da Serra, Pau Ferro, Pau Formiga, Pau Brasil, Sibipirunas, Ipês, Jacarandás, Cássias, Palmeiras Jerivás, Mangueira, Jaboticabeiras, Pitangueiras, entre outras. Essas plantas estão mais acostumadas ao clima da região e necessitam de menos água e adubação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um projeto sustentável como o da Reserva Anauá, até a construção do empreendimento segue normas rígidas. A Ladeira Miranda Engenharia e Construção trata o canteiro de obras de maneira especial. Entre as medidas tomadas, há a separação de material reciclável, iluminação do banheiro dos operários por meio de garrafas PET, aquecedor solar para o chuveiro dos trabalhadores e tapumes de material reciclado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro ponto importante é o controle na entrada de caminhões no canteiro de obras. O objetivo é impedir o acesso de veículos que emitam fumaça acima do padrão. A análise é feita pelo método conhecido como Anel de Ringelmann – processo que consiste em uma análise visual da cor da fumaça emitida. "Ao ultrapassar três vezes o limite estabelecido, o caminhão fica barrado até que conserte o problema", diz o proprietário da Ladeira Miranda Engenharia e Construção, Cristiano Ladeira Miranda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aplicar todos esses conceitos em busca de uma construção sustentável custa cerca de 4% mais em relação a uma obra convencional. Porém, esse valor não é repassado ao morador. "O cliente não paga a mais por um empreendimento sustentável e, ainda por cima, ganha uma série de benefícios, como a economia de energia e água que refletem diretamente nas contas do fim do mês e a maior valorização ao longo do tempo", explica o diretor da Casoi Desenvolvimento Imobiliário, Hamilton de França Leite Jr.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1950722482032571015-6582107294825104276?l=andersadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, negou nesta terça-feira a existência de uma bolha de crédito na habitação. Segundo ele, "por falta de assunto" ou para "polemizar e animar os leitores", alguns analistas de mercado passaram a tratar do assunto como se o crescimento do setor fosse um problema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com o ministro, embora o custo da habitação tenha crescido no Brasil a partir dos estímulos dados pelo governo, é preciso observar que o setor enfrentou "um ciclo de baixa" e de estagnação durante 20 anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"O preço dos imóveis estava baixo", disse o ministro. Com as medidas e os estímulos dados, o setor cresceu, inclusive com aumento de preços. Mantega reafirmou a necessidade de investimentos para que a economia mantenha um crescimento sustentável, principalmente em infra-estrutura, tanto públicos quanto privados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele lembrou que, no ano passado, a expansão dos investimentos foi superior à de 2009 em mais de 20%. O ministro estima que, neste ano, os investimentos cresçam 10% em relação a 2010.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;from: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://clipimobiliario.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=13798:mantega-descarta-bolha-imobiliaria&amp;amp;catid=58:economia&amp;amp;Itemid=109"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;http://clipimobiliario.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=13798:mantega-descarta-bolha-imobiliaria&amp;amp;catid=58:economia&amp;amp;Itemid=109&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1950722482032571015-9044799173760814950?l=andersadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/G6bs6wyEjfDbZf5wQl4un45STws/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/G6bs6wyEjfDbZf5wQl4un45STws/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/G6bs6wyEjfDbZf5wQl4un45STws/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/G6bs6wyEjfDbZf5wQl4un45STws/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AndersAdv/~4/B-NoYYqJ_7A" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andersadv.blogspot.com/feeds/9044799173760814950/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://andersadv.blogspot.com/2011/07/mantega-descarta-bolha-imobiliaria.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/9044799173760814950?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/9044799173760814950?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/AndersAdv/~3/B-NoYYqJ_7A/mantega-descarta-bolha-imobiliaria.html" title="Mantega descarta bolha imobiliária" /><author><name>Henrique Rodrigues Anders</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05666176741904915973</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://andersadv.blogspot.com/2011/07/mantega-descarta-bolha-imobiliaria.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkcNSX87eSp7ImA9WhdSF0s.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1950722482032571015.post-4449590323589946683</id><published>2011-07-27T09:01:00.000-03:00</published><updated>2011-07-27T09:01:38.101-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-27T09:01:38.101-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Alternativa" /><title>O futuro do crescimento econômico</title><content type="html">Valor Econômico&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Serão os países emergentes realmente capazes de puxar a economia mundial?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez pela primeira vez na história moderna, o futuro da economia mundial está nas mãos dos países pobres. Os Estados Unidos e a Europa marcham como gigantes feridos, vítimas dos seus excessos financeiros e paralisia política. Parecem condenados, por seu pesado endividamento, a anos de estagnação ou crescimento lento, ampliando a desigualdade e possíveis conflitos sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Grande parte do resto do mundo, entretanto, está carregado de energia e esperança. Autoridades governamentais na China, Brasil, Índia e Turquia estão preocupados com crescimento excessivo, e não com pouco crescimento. Sob determinados parâmetros, a China já é a maior economia no mundo e os mercados emergentes e os países em desenvolvimento respondem por mais de metade da produção mundial. A empresa de consultoria McKinsey qualificou a África, há muito tempo sinônimo de fracasso econômico, de terra dos "leões em movimento".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como acontece frequentemente, a ficção reflete melhor a mudança de clima. "Super Sad True Love Story" (Verdadeiro Caso de Amor Supertriste), romance em quadrinhos do russo Gary Shteyngart, é um guia tão bom quanto qualquer outro para o que pode nos esperar. Situado num futuro próximo, a história se desenrola contra o pano de fundo de um EUA financeiramente arruinado sob uma ditadura de partido único e envolvido em mais uma inútil aventura militar no exterior - dessa vez na Venezuela. Todo o trabalho real nas empresas é feito por imigrantes qualificados; faculdades da Ivy League adotaram os nomes de suas homólogas na Ásia a fim de sobreviver; a economia está endividada junto ao banco central da China e "dólares ancorados ao yuan" substituíram a moeda tradicional como ativo seguro preferido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas serão os países em desenvolvimento realmente capazes de puxar a economia mundial? Grande parte do otimismo sobre suas perspectivas econômicas é resultado da extrapolação. A década anterior à crise financeira mundial foi, sob muitos aspectos, a melhor de todos os tempos para os emergentes. O crescimento disseminou-se para muito além de um pequeno número de países asiáticos e, pela primeira vez desde a década de 1950, a grande maioria dos países pobres experimentou o que os economistas chamam de convergência - um estreitamento do diferencial de renda em relação aos países ricos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crescimento baseado em afluxos de capital ou booms de commodities tendem a ser de curta duração. Crescimento sustentado requer a elaboração de incentivos para encorajar investimentos do setor privado em novos setores, e fazê-lo com um mínimo de corrupção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse, no entanto, foi um período peculiar, caracterizado por muito vento de cauda econômico. Os preços das commodities estavam elevados, o que beneficiou países africanos e latino-americanos em especial, e o financiamento externo foi abundante e barato. Além disso, muitos países africanos bateram no fundo do poço e recuperam-se de longos períodos de guerra civil e declínio econômico. E, como sabemos, o rápido crescimento nos países avançados alimentou, de modo geral, um aumento no volume do comércio mundial até níveis recordes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em princípio, um baixo crescimento pós-crise nos países avançados não bloqueará, necessariamente, o desempenho econômico dos países pobres. Em última instância, o crescimento depende de fatores do lado da oferta - investimento e aquisição de novas tecnologias - e do estoque de tecnologias que podem ser adotadas pelos países pobres e que não desaparece quando o crescimento dos países avançados fica lento. Assim, o potencial de crescimento dos países atrasados é determinado por sua capacidade de eliminar o atraso em relação à fronteira tecnológica - e não pela velocidade com que a própria fronteira está avançando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A má notícia é que ainda não temos uma compreensão adequada sobre quando esse potencial de convergência é concretizado ou sobre o tipo de políticas que gerem crescimento autossustentado. Mesmo casos de inquestionável êxito têm sido objeto de interpretações conflitantes. Alguns estudiosos atribuem o milagre econômico da Ásia a mercados mais livres, ao passo que outros acreditam que intervenção estatal foi o fator decisivo. E a aceleração excessiva de crescimento, após algum tempo, perdeu impulso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os otimistas estão confiantes em que dessa vez será diferente. Eles acreditam que as reformas da década de 1990 - melhor política macroeconômica, maior abertura e mais democracia - colocaram o mundo em desenvolvimento em curso de crescimento sustentado. Recente relatório do Citigroup, por exemplo, prevê que o crescimento será fácil para países pobres com populações jovens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha leitura das evidências é mais cautelosa. É certamente motivo para comemoração que as políticas inflacionárias tenham sido extirpadas e a governança melhorou em grande parte do mundo em desenvolvimento. De modo geral, essas mudanças melhoram a resistência da economia a choques e evitam colapsos econômicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas desencadear e sustentar crescimento rápido exige algo mais: políticas orientadas para a produção que estimulem mudanças estruturais em curso e fomentem emprego em novas atividades econômicas. Crescimento baseado em afluxos de capital ou booms de commodities tendem a ser de curta duração. Crescimento sustentado requer a elaboração de incentivos para encorajar investimentos do setor privado em novos setores - e fazê-lo com um mínimo de corrupção e competência adequada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se a história pode nos servir de guia, o leque de países que capazes desse feito continuará estreito. Assim, embora possa haver menos colapsos econômicos devido a melhor gestão macroeconômica, crescimento elevado provavelmente permanecerá episódico e excepcional. Em média, o desempenho pode ser um pouco melhor do que no passado, mas nem de longe tão espetacular como esperam os otimistas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A grande questão para a economia mundial é se os países avançados atolados em dificuldades econômicas serão capazes de abrir espaço para o rápido crescimento dos países em desenvolvimento cujo desempenho dependerá em larga medida de sua incursão em setores industriais e de serviços onde os países ricos têm sido tradicionalmente dominantes. As consequências para o nível de emprego nos países avançados seriam problemáticas, especialmente tendo em conta a escassez de empregos com altos salários. Consideráveis conflitos sociais poderão tornar-se inevitáveis, colocando em risco o apoio político a aberturas econômicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em última instância, parece inevitável uma convergência maior na economia mundial pós-crise. Mas uma grande reversão na sorte dos países ricos e pobres não parece economicamente provável nem politicamente viável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dani Rodrik é professor de Economia Política Internacional na Universidade de Harvard, é autor de "The Globalization Paradox: Democracy and the Future of the World Economy" (O paradoxo da globalização: a democracia e o futuro da economia mundial). Copyright: Project Syndicate, 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XmazGZKkC0P6jBXakRH_6xmUAGE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XmazGZKkC0P6jBXakRH_6xmUAGE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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Tornaram-se comuns, em empreendimentos comerciais, sensores de presença que acionam lâmpadas, torneiras que limitam a vazão de água, aparelhos de ar condicionado inteligentes.&lt;br /&gt;
Agora, construtoras estão apostando na demanda por residências com soluções mais econômicas.&lt;br /&gt;
Em dois empreendimentos de padrão médio-alto que serão entregues ainda neste semestre, em São Paulo --um em Santana e outro na Mooca--, a Cyrela vai implementar um sistema de captação de chuva para irrigação de jardins plantados sobre lajes.&lt;br /&gt;
Pelo mecanismo, já usado em condomínios comerciais, a água fica armazenada entre o jardim e a laje e é sugada pelas plantas em época de estiagem. Não há gasto de energia elétrica nem intervenção humana, o que reduz as despesas de manutenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-o0n4D-Rbsf8/Til0ayPRa4I/AAAAAAAAKDY/x844_lrN49Q/s1600/11202814.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-o0n4D-Rbsf8/Til0ayPRa4I/AAAAAAAAKDY/x844_lrN49Q/s320/11202814.jpg" width="176" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;from: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/947470-novos-predios-adotam-tecnologias-para-economizar-agua-e-luz.shtml"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;http://www1.folha.uol.com.br/mercado/947470-novos-predios-adotam-tecnologias-para-economizar-agua-e-luz.shtml&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1950722482032571015-252233427934266853?l=andersadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RACDP3_PTYBe9rg0FFmLKOUksDg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RACDP3_PTYBe9rg0FFmLKOUksDg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RACDP3_PTYBe9rg0FFmLKOUksDg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RACDP3_PTYBe9rg0FFmLKOUksDg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AndersAdv/~4/39rF1wAX09k" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andersadv.blogspot.com/feeds/252233427934266853/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://andersadv.blogspot.com/2011/07/novos-predios-adotam-tecnologias-para.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/252233427934266853?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1950722482032571015/posts/default/252233427934266853?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/AndersAdv/~3/39rF1wAX09k/novos-predios-adotam-tecnologias-para.html" title="Novos prédios adotam tecnologias para economizar água e luz" /><author><name>Henrique Rodrigues Anders</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05666176741904915973</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-o0n4D-Rbsf8/Til0ayPRa4I/AAAAAAAAKDY/x844_lrN49Q/s72-c/11202814.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://andersadv.blogspot.com/2011/07/novos-predios-adotam-tecnologias-para.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEENQn4zcSp7ImA9WhdSE04.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1950722482032571015.post-5291464419632954903</id><published>2011-07-22T09:11:00.000-03:00</published><updated>2011-07-22T09:11:33.089-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-22T09:11:33.089-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Brasil" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Imobiliário" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Alternativa" /><title>Prós e contras dos fundos imobiliários</title><content type="html">IG, Olívia Alonso&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Isenção de imposto é um ponto positivo, mas produto ainda precisa evoluir. Veja vantagens e desvantagens do investimento&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os fundos imobiliários vêm crescendo no Brasil e atraindo investidores. Mas será que são um bom negócio? Considerados um produto de investimento relativamente novo – com menos de 20 anos no País – esses fundos podem ser bons diversificadores de carteira e têm a vantagem de os recursos são aplicados em um ativo real, o imóvel, que acaba sendo uma garantia. No entanto, justamente pelo pouco tempo de mercado, ainda precisam de sofisticação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A principal vantagem dos fundos imobiliários é a oportunidade de investir em imóveis. Para quem não tem capital para adquirir propriedades inteiras, mas acredita que o mercado é promissor, podem ser uma saída.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro importante ponto a favor dos fundos imobiliários é o fato de a aplicação ser feita em um ativo real, o empreendimento imobiliário, que além de ser uma garantia, "dá a esperança de uma geração de renda estável," diz Maximiliano Marques Rodrigues, responsável por fundos estruturados na gestora de recursos Votorantim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda que as aplicações dos gestores não sejam apenas em empreendimentos prontos, todo o capital é aplicado em negócios de base imobiliária, como por exemplo no desenvolvimento de novos prédios ou então em valores mobiliários ou títulos que tenham como foco ou lastro principal o mercado imobiliário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, Rodrigues diz que esta modalidade de investimentos é uma boa opção para diversificação de carteiras. Quem já investe em produtos de renda fixa e renda variável tradicionais, pode alocar uma porcentagem do capital nos fundos imobiliários. Em relação a outros investimentos, têm a vantagem da isenção do imposto de renda para investidores pessoa física. Desde que não tenham 10% ou mais do total de cotas do fundo, não precisam pagar IR sobre os ganhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, os fundos imobiliários ainda possuem baixa liquidez, o que acaba sendo uma desvantagem. Apesar de a movimentação ter crescido cerca de 400% ao ano, em média, nos últimos anos, segundo Alexandre Machado, diretor da Credit Suisse Hedging-Griffo (CSHG), a liquidez ainda é pequena quando comparada a de outros ativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra desvantagem é a falta de compreensão, por parte dos investidores, sobre os valores reais dos ativos. Como vários cotistas não acompanham as avaliações de valores dos empreendimentos – muitas vezes por falta de informações - acabam tomando suas decisões de compra e venda com base apenas no rendimento do fundo. "Eles ignoram o valor de avaliação do ativo lastro do fundo, que é o mais importante," diz Rodrigues.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro ponto negativo dos fundos imobiliários, também em função de ser um mercado relativamente novo, é a falta da participação de investidores institucionais e estrangeiros. "Falta gente para arbitrar no mercado secundário. Falta gente que veja a tendência, discorde e tenha dinheiro para negociar ou a favor."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;from: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://clipimobiliario.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=13602%3Apros-e-contras-dos-fundos-imobiliarios&amp;amp;catid=74%3Ainvestimentos&amp;amp;Itemid=96&amp;amp;ref=notif&amp;amp;notif_t=like"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;http://clipimobiliario.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=13602%3Apros-e-contras-dos-fundos-imobiliarios&amp;amp;catid=74%3Ainvestimentos&amp;amp;Itemid=96&amp;amp;ref=notif&amp;amp;notif_t=like&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1950722482032571015-5291464419632954903?l=andersadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;from:&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.valoronline.com.br/online/construcao/72/457677/mrv-vende-30-da-log-para-fundo-e-estuda-abrir-capital-da-subsidiaria"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;http://www.valoronline.com.br/online/construcao/72/457677/mrv-vende-30-da-log-para-fundo-e-estuda-abrir-capital-da-subsidiaria&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1950722482032571015-6119179954865682328?l=andersadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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