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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;C0QHQno-eip7ImA9WhRRFEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4080731138595225230</id><updated>2011-11-27T16:48:53.452-08:00</updated><title>ANGOLA-VISÃO ECONÔMICA</title><subtitle type="html">Você acompanha aqui opiniões sobre conjuntura econômica Angolana, na visão de Paulo Jorge - Economista professor universitário e pesquisador  Brasil.</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://angolavisaoeconomica.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://angolavisaoeconomica.blogspot.com/" /><author><name>PAULO JORGE BURITY PAIS DE OLIVEIRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06236675722049652039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://2.bp.blogspot.com/-lu97zEl-BKw/TlP-RoG6mzI/AAAAAAAAAKY/w7ox0WBupJA/s220/HPIM4158.JPG" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>19</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/Angola-visoEconmica" /><feedburner:info uri="angola-visoeconmica" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;DkYDQH0zeyp7ImA9WhdVGE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4080731138595225230.post-6892830861355015742</id><published>2011-08-19T11:46:00.000-07:00</published><updated>2011-09-23T11:56:11.383-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-23T11:56:11.383-07:00</app:edited><title>Angola- O desenvolvimento que depende da Exportação</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;strong&gt;E&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;m uma fase de crescimento&amp;nbsp;notável, Angola, se depara com questões relacionadas a geraçao de renda multisetorial&amp;nbsp;interna&amp;nbsp;suficente para transformar o crescimento&amp;nbsp;econômico&amp;nbsp;atual em desenvolvmento nacional&amp;nbsp; simultaneo&amp;nbsp;e&amp;nbsp;aos setores aos setores&amp;nbsp;de extraçao diamantífera e do petroleo. Tais setores, têm gerado um volume de arrecadaçao do Governo que encontra-se fortemenente comprometido com a reconstrução nacional governamental. Portanto a necessidade de ampliaçao de setores geradores de riqueza&amp;nbsp;para o pais&amp;nbsp;é de certa forma estratégica. Deste modo, a necessidade fontes de financiamento ao desenvolvimento nacional e´&amp;nbsp;questionável&amp;nbsp; no sentido&amp;nbsp;de como&amp;nbsp;ampliar a necessidade crescente de financiamento para o desenvolvimento nacional angolano?&lt;br /&gt;
Tal aspecto se torna possivel com a&amp;nbsp;diversificação&amp;nbsp;produtiva nacional, e &amp;nbsp;assim&amp;nbsp;gerar excedente para consumo no exterior, a medida que a capacidade produtiva atenda o&amp;nbsp;local gerando&amp;nbsp;excedente para a exportação. Uma das possibilidades esta no crescimento das receitas do Estado atraves do aumento da produçao e produtividade interna local, pelo investimento na&amp;nbsp;ampliação&amp;nbsp;do capital produtivo nacional, ou melhor da capacidade produtiva. &lt;br /&gt;
Dado o&amp;nbsp;histórico&amp;nbsp;recente de conflitos, e de uma herança fortemente expressa em um legado de&amp;nbsp;destruição&amp;nbsp;total da infraestrutura produtiva e consequente aumento baixa capacidade de produçao pela excassez de recursos produivos, tais limites se agravam na fraca&amp;nbsp;capacidadenacional (empresários) de&amp;nbsp;produção&amp;nbsp;&amp;nbsp;autônoma, o que de certa forma transfere tal responsabilidade ao Estado ou ao empresariado internacional, porém a contrapartida de produçao local ainda é "desconhecida" no que diz respeito ao desenvolvimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Estado Angolano historicamente, visto como&amp;nbsp;principal provedor e gestor das politicas de estimulo ao desenvolvimento, a&amp;nbsp;fraca iniciativa privada nacional, o sistema de organização econômica anteriormene adotado&amp;nbsp;na primeira republica, em que o fatores de produçao pertencem ao Estado,&amp;nbsp;evidencia uma lacuna, entre&amp;nbsp;capacidade do &amp;nbsp;empresariado nacional&amp;nbsp; e o limite maximo que Estado deve se responsabilizar prover o ritmo da Economia de mercado adotada na 2º república.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Portanto, resta-nos focar&amp;nbsp;a análise sobre a&amp;nbsp;capacidade do Estado em&amp;nbsp; prover as&amp;nbsp;condições&amp;nbsp;de desenvolvimento, a racionalidade&amp;nbsp; no uso das receitas advindas dos setores rentaveis da economia nacional, &amp;nbsp;e renda nacional quer seja poupada ou gerada pela arrecadaçao tributaria,&amp;nbsp;deve&amp;nbsp;&amp;nbsp;financiar os gastos, afim de contra por os&amp;nbsp;investimentos&amp;nbsp;necessários e deste modo, possibilitar aquisiçao de maquinas e equipamentos industriais, aquilo indentificado como&amp;nbsp;infraestrutura&amp;nbsp;necessária&amp;nbsp;para as atividades produtivas.&lt;br /&gt;
Isso pode corroborar para a&amp;nbsp;diminuiçao dos custos iniciais&amp;nbsp;dos projetos de investimentos &lt;em&gt;Green-Field (&lt;/em&gt;que começam do zero)&amp;nbsp;que de certa forma&amp;nbsp;são&amp;nbsp;elevadíssimos. &amp;nbsp;Nossa&amp;nbsp;perspectiva&amp;nbsp;esta no fomento a atividade produtiva no setor&amp;nbsp;agrícola, como atividade diverficadora da geraçao de renda nacional,&amp;nbsp;e da&amp;nbsp; diversificação&amp;nbsp;das fontes de receitas para o Governo, que cada vez mais compromete o&amp;nbsp;petróleo&amp;nbsp;para&amp;nbsp;concretização&amp;nbsp;objetivos aqueles de desenvolvimento nacional.&lt;br /&gt;
O aumento da produtividade&amp;nbsp;agrícola,&amp;nbsp;depende&amp;nbsp;de investimentos massivos em pesquisa&amp;nbsp;dado que apresentam&amp;nbsp;vantagens comparativas, o que favorece a ampliaçao dos investimentos de modo obter a ampliar a renda nacional e geraçao de &lt;u&gt;superavits fiscais primários favoráveis.&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;
Ações voltadas para a melhoria da produtividade agricola tendem a estimular o aumento da&amp;nbsp;produção&amp;nbsp;por intermedio do aumento no consumo e geraçao do&amp;nbsp;excedente&amp;nbsp;exportável, na&amp;nbsp;região&amp;nbsp;africa austral. A&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-_CiaE9a07M4/Tk6uaUTbKDI/AAAAAAAAAKM/9gRPM2bQtwA/s1600/desenvolviemento+e+agricultura.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="208" qaa="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-_CiaE9a07M4/Tk6uaUTbKDI/AAAAAAAAAKM/9gRPM2bQtwA/s320/desenvolviemento+e+agricultura.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Economia angolana,&amp;nbsp;é do tipo primaria exportadora,&amp;nbsp;sendo&amp;nbsp;sua pauta exportadora ainda predominantemente de&amp;nbsp;petróleo&amp;nbsp;e Diamantes, demonstram a fragilidade do setor exportador, dado os riscos e oscilaçao dos mercados compradores internacionais. Diversificar seria reduz o risco do compromisso ao desenvolvimento provido pelo Estado. &lt;br /&gt;
A&amp;nbsp;equação da&amp;nbsp;composição&amp;nbsp;da riqueza nacional para qualquer é didaticamente expressa&amp;nbsp;pelas seguintes&amp;nbsp;tautologias, &amp;nbsp;(PIB= PRODUTO INTERNO BRUTO), representado por &amp;nbsp;Y=C+I+G+(X-M),&amp;nbsp;em que Y= é a renda nacional PIB,&amp;nbsp;se aplicado ao cenário angolano apresenta lacunas importantes, no que diz respeito ao fortalecimento interno do Consumo, e da Produçao interna por intermedio da ampliaçao de renda dos consumidores. Isto, revela ainda&amp;nbsp;a&amp;nbsp;amplificaçao do parque produtivo por intermedio de investimentos estatais, para o atendimento das necessidades internas, como Emprego e Renda dos nacionais, e assim provocar o crescimento com base no consumo interno.&lt;br /&gt;
Por outro lado,&amp;nbsp;&amp;nbsp;existência&amp;nbsp;de uma industria ainda nascente, aquele idealizada na substituiçao das importaçoes, em nada restringe politicas de fomento ao setor agricola para exportaçao, porem, em funçao da pauta exportadora somente suprida por um setor, limita ampliaçao dos investimentos estatais para o desenvolvimento de demais setores produtivos.&lt;br /&gt;
Sabe-se que, desde o auge do domineo colonial e produtivo&amp;nbsp;o potencial agricola regional era referencia regional afriana, isso em termos de volume de produçao e produtividade por trabalho, somente equiparado a Africa do sul.&lt;br /&gt;
Atualmente, a situação é contrária&amp;nbsp; este setor opera&amp;nbsp;abaixo do seu potencial&amp;nbsp;histórico e carece de investimentos inclusive em pesquisa e desenvolvimento de novas técnicas de produção. &lt;br /&gt;
Possível se torna, tecermos&amp;nbsp; a&amp;nbsp;analise&amp;nbsp;macroeconômica&amp;nbsp;simples,sobre os saltos necessarios a serem dados para a&amp;nbsp;"reconquista" de patamares anteriores. Assim, se por um lado a economia interna (C=consumo+Investimento+G=Gastos do Governo) apresenta uma forte componente de consumo agregado&amp;nbsp;não&amp;nbsp;atendido,&amp;nbsp; para fazer fase ao desenvolvimento do pais, a busca pela auto-suficiência&amp;nbsp;produtiva,&amp;nbsp;&amp;nbsp;é um questão urgente.&amp;nbsp;Por outro lado&amp;nbsp;a crescente necessidade do governo em financiar seus gastos Gastos (G), sua&amp;nbsp;ampliação&amp;nbsp;encontra dependência preocupante em&amp;nbsp;função&amp;nbsp;da&amp;nbsp;classificação&amp;nbsp;pauta&amp;nbsp;Mono Exportadora,&amp;nbsp;o fato é que tais escolhas e uso dos &amp;nbsp;recursos muitas vezes&amp;nbsp;não&amp;nbsp;crives pelo uso e aplicaçao dos mesmos&amp;nbsp;, geram fortes distorçoes no alcance de tais&amp;nbsp;politicas. &lt;br /&gt;
Escolhas intertemporais se apresentam como custo de oportunidade, &amp;nbsp;a medida que a economia necessita de&amp;nbsp;decisões&amp;nbsp;imediatas no que diz respeito do&amp;nbsp;cobrir&amp;nbsp;as demandas&amp;nbsp;internas,&amp;nbsp;o que justifica o comprometimento da geraçao da riqueza do petroleo e da&amp;nbsp;"bondade" chinesa na concessão de&amp;nbsp;empréstimos&amp;nbsp;e juros&amp;nbsp;custos&amp;nbsp;minguados.Politicas de desenvolvimento deste setor estao associadas as alegaçoes&amp;nbsp;do alto custeio,para a sua&amp;nbsp;ampliaçao,em função dos custos dos materiais mais do a propria gestao das &lt;u&gt;receitas&lt;/u&gt;. &lt;br /&gt;
No que diz respeito ao setor externo, aquele expresso no saldo da balança comercial BC=X-M, onde X=&amp;nbsp;Exportações&amp;nbsp;e M=&amp;nbsp;Importações, aqui identificado como&amp;nbsp;economia&amp;nbsp;Externa, os saltos &amp;nbsp;necessário ao alcance de superávits finaciadores do desenvolvimento por intermedio , hoje e´ de "predomínio" do&amp;nbsp;petróleo&amp;nbsp;como elemento de&amp;nbsp;financiamento&amp;nbsp;total da economia nacional. De todo&amp;nbsp;já&amp;nbsp;"comprometido" as&amp;nbsp;obrigações&amp;nbsp;de&amp;nbsp;carácter&amp;nbsp;estrutural&amp;nbsp;econômico,&amp;nbsp;e alias por se apresentar como&amp;nbsp;variável&amp;nbsp;fortemente correlacionada as&amp;nbsp;oscilações&amp;nbsp;do mercado externo,&amp;nbsp;&amp;nbsp;dado que as&amp;nbsp;cotações no preço desta &amp;nbsp;commodities demostrarem &amp;nbsp;fragilidade na&amp;nbsp;geração&amp;nbsp;de receitas nacionais pela oscilaçao pelo humor dos mercados internacionais , o "sinto" de ajuste e reordenamento das verbas&amp;nbsp;tende a aperta mais a verba para o financiamento do desenvolvimento que se pretende sustentável.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;A ideia fundamental na nossa analise, consiste na&amp;nbsp;ampliação e participaçao&amp;nbsp;das commodities&amp;nbsp;de&amp;nbsp;preferencia&amp;nbsp;o setor de maior de diversidade de bens que e´ o setor agrícola&amp;nbsp;e o agro-pecuário, em&amp;nbsp;função&amp;nbsp;da disponibilidade de recursos naturais e o baixo custo para investimento em qualificaçao da mao de obra.&lt;br /&gt;
Um pais fortemente dotado de recursos naturais, como e´ o caso de Angola, iniciativas empresariais nacionais necessitam de apoio e&amp;nbsp;capacitação&amp;nbsp;de modo a gerar renda interna pelo aumento da produtividade , sacrificaria os programas de&amp;nbsp;estruturação&amp;nbsp;econômico, concretizado porem ira prover a&amp;nbsp;ampliação da pauta exportadora, que se deseja&amp;nbsp;Múltipla&amp;nbsp;ou diversificada. &lt;br /&gt;
Embora iniciativas tomadas pelo&amp;nbsp;Ministério&amp;nbsp;da&amp;nbsp;educação no que diz respeito a ampliaçao da capacidade de pesquisa agricola, ainda assim&amp;nbsp;ações&amp;nbsp;voltada para os investimento encontram um estrangulamento naquilo que podemos chamar de meios para amplificaçao e incremento da produtividade e economias de escala. Produtos adicionais para&amp;nbsp;geração&amp;nbsp;da renda e riqueza nacional necessidades de observaçoes deste genero de modo a fortalecer o Made in Angola. &lt;br /&gt;
Com um empresariado ainda pouco desenvolvido, e&amp;nbsp;o setor governamental atuante, se torna no patrono da criação da plataforma geradora de exportadores por&amp;nbsp;intermédio&amp;nbsp;do incentivo a&amp;nbsp;criação&amp;nbsp;de novas alternativas produtivas de&amp;nbsp;geração&amp;nbsp;de renda nacional e&amp;nbsp;ampliação&amp;nbsp;da capacidade produtiva capaz de prover um excedente&amp;nbsp;exportável. E´ com base nisso que focamos o setor&amp;nbsp;agrícola&amp;nbsp;e agropecuário, como aquele de potencial e alto rendimento para geraçao de renda local e ampliaçao do desenvolvimento regional local das provincias de Angola. Por se caracterizar como ainda carente de apoio a seu fomento, a&amp;nbsp;ampliação&amp;nbsp;da&amp;nbsp;produção&amp;nbsp;alem da de&amp;nbsp;subsistência, o passo inicial para o provimento da infraestrutura cabe ainda a açao Estatal. &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-oPyZJV0E1_A/Tk6urkIsoJI/AAAAAAAAAKQ/yxLAvsJeq_0/s1600/imagesCAAQKAYO.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" qaa="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-oPyZJV0E1_A/Tk6urkIsoJI/AAAAAAAAAKQ/yxLAvsJeq_0/s200/imagesCAAQKAYO.jpg" width="198" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Nota-se, que tais&amp;nbsp;regiões&amp;nbsp;de&amp;nbsp;características&amp;nbsp;agricolas, atualmente têm sofrido uma inversao&amp;nbsp;drástica&amp;nbsp;de atividade, em&amp;nbsp;função&amp;nbsp;da&amp;nbsp;expansão&amp;nbsp; urbanizaçao desenfreada nas principais capitais das provincias, deixando para segundo plano a atividade e&amp;nbsp; a&amp;nbsp;ocupação&amp;nbsp;urbana&amp;nbsp;&amp;nbsp;como suposto paradigma de adaptaçao ao desenvolvimento.&lt;br /&gt;
A exemplo disto a cidade do Huambo, hoje com forte deslocamento de populaçao rural para o meio urbano, dai a transformaçao socieconomica desigual a qual observamos hoje.&lt;br /&gt;
Contudo a aposta esta no aproveitamento das vantagens comparativas regionais, para que possamos atender&amp;nbsp; demais regioes do pais,&amp;nbsp;o investimento crediticio Governamentais as populaçoes agricolas, por intermedio do estimulo produçao cooperativada e dentre outros,&amp;nbsp;um passo se tornaria para a amplificaçao da exportação, aumentando a geraçao de renda e o estimulo ao aparecimento de novos produtores rurais locais. &lt;br /&gt;
Focalizando o mercado regional africano,&amp;nbsp;Angola poderá enriquecer sua pauta exportadora por intermedio&amp;nbsp;de politicas estrategicas de estimulo a agricultura em cenario regional de crescente oportunidades. Contudo, fica evidente a&amp;nbsp;ausência&amp;nbsp;de uma politica&amp;nbsp;estrategia&amp;nbsp;de estimulo a&amp;nbsp;exportação - agricola,&amp;nbsp;&amp;nbsp;nao explorado. ECONOMISTA ANGOLANO - PAULO JORGE&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4080731138595225230-6892830861355015742?l=angolavisaoeconomica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/290ZcqmGanFfv2NQbfwfwpWk7Io/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/290ZcqmGanFfv2NQbfwfwpWk7Io/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/290ZcqmGanFfv2NQbfwfwpWk7Io/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/290ZcqmGanFfv2NQbfwfwpWk7Io/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Angola-visoEconmica/~4/vEZEOw8BCoU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://angolavisaoeconomica.blogspot.com/feeds/6892830861355015742/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4080731138595225230&amp;postID=6892830861355015742" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4080731138595225230/posts/default/6892830861355015742?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4080731138595225230/posts/default/6892830861355015742?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Angola-visoEconmica/~3/vEZEOw8BCoU/angola-o-desenvolvimento-que-depende-da.html" title="Angola- O desenvolvimento que depende da Exportação" /><author><name>PAULO JORGE BURITY PAIS DE OLIVEIRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06236675722049652039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://2.bp.blogspot.com/-lu97zEl-BKw/TlP-RoG6mzI/AAAAAAAAAKY/w7ox0WBupJA/s220/HPIM4158.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-_CiaE9a07M4/Tk6uaUTbKDI/AAAAAAAAAKM/9gRPM2bQtwA/s72-c/desenvolviemento+e+agricultura.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://angolavisaoeconomica.blogspot.com/2011/08/angola-o-desenvolvimento-que-depende-da.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEYHRXk4fyp7ImA9WhdXEU4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4080731138595225230.post-4030424215731496851</id><published>2010-12-20T17:46:00.000-08:00</published><updated>2011-08-23T13:42:14.737-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-23T13:42:14.737-07:00</app:edited><title>2011 - A NECESSÁRIA SOCIALIZAÇÃO DO CRESCIMENTO ECONÔMICO ANGOLANO</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/TRAC7wjfPaI/AAAAAAAAAKA/UrHoCSYPLXw/s1600/images.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="190" src="http://1.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/TRAC7wjfPaI/AAAAAAAAAKA/UrHoCSYPLXw/s200/images.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tecnicamente,&amp;nbsp;ao pegarmos o somatório da riqueza nacional&amp;nbsp;anual produzida pelos angolanos, e dividirmos pelo número da população,&amp;nbsp;estaríamos a calcular&amp;nbsp;o&amp;nbsp;&lt;i&gt;Pib-percapita da&amp;nbsp;&lt;/i&gt;nação, ou melhor, o &amp;nbsp;quanto&amp;nbsp;cada cidadão tem direito na parcela da riqueza nacional gerada em um determino&amp;nbsp;período&amp;nbsp;de tempo, seja &amp;nbsp;anualmente, semestral ou bimestralmente, podendo ser entendida a capacidade potencial de consumo e&amp;nbsp;aquisição&amp;nbsp;de serviços e bens pelos&amp;nbsp;indivíduos.&lt;br /&gt;
Ao analisarmos somente&amp;nbsp;a região austral, uma&amp;nbsp;invejável constatação é observada, Angola é&amp;nbsp; uma das economias da região que detem a maior renda por cidadão (renda &amp;nbsp;per-capita)&amp;nbsp;se distribuido seus rendimentos de maneira igualitária pelo numero da&amp;nbsp;população&amp;nbsp;independente da classe social ou origem. Neste quesito perderia somente para Africa do sul.&lt;br /&gt;
Esta hipótese, não passa de uma formulação matemática ilusória&amp;nbsp;&amp;nbsp;e com&amp;nbsp;significado&amp;nbsp;restrito, em que seu principal defeito se dá pela ausência de explicação no que se refere ao &amp;nbsp;grau de igualdade&amp;nbsp;na distribuição da renda nacional distribuida da nação em Angolana (PIB).&lt;br /&gt;
A ausência de políticas distributivas&amp;nbsp;que beneficiam as&amp;nbsp; classes mas baixas, mantêm o índice de GINI (indice de desigualdade), em patamares considerados de alto, conotando o país em um piores na distribuição de renda de maneira igualitária, fazendo com que o crescimento atual nao seja sentido pelas classes mais baixas.&lt;br /&gt;
Importa lembrar que a Economia angolana ainda se encontra longe do seu potencial produtivo (capacidade de&amp;nbsp;geração&amp;nbsp;de riqueza, o que implica dizer que tal calculo tende a nos fornecer estimativa maiores dos rendimento real dos angolanos no futuro, caso um regime de igualdade de&amp;nbsp;distribuição&amp;nbsp;de riqueza se efetive focado nas&amp;nbsp;&amp;nbsp;politicas de&amp;nbsp;correção&amp;nbsp;das desigualdades sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Em nosso interesse de análise, ao ignorarmos&amp;nbsp;esta&amp;nbsp;limitação de cálculo, &amp;nbsp;e ao analisarmos com base no PIB-percapita, ou seja na divisão da riquieza anual pelo número da população, e&amp;nbsp;supondo uma distribuição justa da &amp;nbsp;riqueza, curiosamente os angolanos teriam em suas mãos acerca de USD 6000 dólares americanos mensais de rendimento para seus gastos pessoais. Montante&amp;nbsp;suficiente para alavancar o consumo interno da economia, da geraçaõ de riqueza interna, pelo&amp;nbsp;impulso &amp;nbsp;interno a economia a atividade economica via Consumo.&amp;nbsp;&amp;nbsp;O demanda,&amp;nbsp;hoje reprimida para a maioria das classes (C, D e E), geraria o aumento da prestaçaõ dos serviços, acesso a novos produtos pelos nacionais, determinando o fluxo de renda nacional fora do determinante "exportação".&amp;nbsp; O&amp;nbsp;aumento das prestaçaõ de serviços via consumo (demanda), elevaria a arrecadação dos impostos do Governo&amp;nbsp;deixando&amp;nbsp;de se tornar exclusivamente dependente&amp;nbsp;arrecadaçaõ via petroleo, o &amp;nbsp;que possibilitaria o financiamento da economia pelo multiplicador indireto pela alavancagem do consumo interno na economia, pelo aumento da renda em&amp;nbsp;função&amp;nbsp;do ajuste da desigualdade.&lt;br /&gt;
Portanto o valor expressivo, de USD de 6000,00 da-se, &amp;nbsp;um lado pela baixa densidade populacional baixa angola, e&amp;nbsp;geração&amp;nbsp;de riqueza baseada ainda quase que sua totalidade pelo setor de&amp;nbsp;petróleo. Portanto, as oportunidades de&amp;nbsp;criação&amp;nbsp;de setores produtivos voltados para aquelas recursos ainda pouco explorados leva a entender que temos muito a crescer em termos rendimentos por&amp;nbsp;cidadãos&amp;nbsp;e caso haja um compromisso social efetivo..&lt;br /&gt;
A ausência da distribuição justa da riqueza no país, a forte dependência &amp;nbsp;externa &amp;nbsp;dada a exportação do petróleo e&amp;nbsp;do risco cíclico &amp;nbsp;das oscilações da demanda externa por este produto no mercado internacional,&amp;nbsp;expressa interdependência desequilibrada de Angola dada &amp;nbsp;falta de diversidade na produção&amp;nbsp;exportável.&lt;br /&gt;
A&amp;nbsp;oferta e a demanda ainda são pouco expressivas e insuficientes devido a pouca socializaçaõ dos oriundos &amp;nbsp;do&amp;nbsp;crescimento interno, dado&amp;nbsp;existência&amp;nbsp;gritante, de&amp;nbsp;um consumo reprimido que é transferido para fora, por intermédio de elevadas compras dos nacionais de produtos manufaturados principalmente do Brasil, Portugal e China que deteriora constantemente a balança comercial gerando&amp;nbsp;desequilíbrios&amp;nbsp;que podem ser corrigidos pela&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;u&gt;construção&amp;nbsp;de uma industria nacional ,&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;esta&amp;nbsp;ausência&amp;nbsp;gera um ciclo vicioso de&amp;nbsp;dependência&amp;nbsp;do "humor" do cenário externo favorável na demanda de nossa commodities como o petróleo e diamantes.&lt;br /&gt;
Superar o ritmo hoje dominado pelo setor petrolífero, e dar viabilidade a criação de negócios formais por nacionais, envolve mudanças nos paradigmas tecnologicos e via aprendizado de novas&amp;nbsp;técnicas&amp;nbsp;de&amp;nbsp;produção&amp;nbsp; e construção de um sociedade voltada para o conhecimento , &amp;nbsp;informação voltada para sociedade angolana. Para isso e´&amp;nbsp;necessário&amp;nbsp;que riqueza produzida seja realocada para os angolanos de modo a gerar capacidades de multiplicar a riqueza local por&amp;nbsp;intermédio&amp;nbsp;do trabalho.&lt;br /&gt;
O crescente aumento&amp;nbsp;&amp;nbsp;da desigualdade na&amp;nbsp;distribuição da riqueza em Angola, claramente evidenciado no índice de GINI hoje estimado em cerca&amp;nbsp;0,8% para Angola&amp;nbsp;(PNUD, 2006), &amp;nbsp;sendo&amp;nbsp;1%&amp;nbsp;&amp;nbsp;o nível máximo da desigualdade pela analise interpretativa do mesmo, gera um &amp;nbsp;alerta &amp;nbsp;preocupante, a de EXISTE DINHEIRO MAIS&amp;nbsp;NÃO&amp;nbsp;ESTA NO BOLSO DOS ANGOLANOS DE TODAS AS CLASSES SOCIAIS. Alem disso,&amp;nbsp;também&amp;nbsp; desperta &amp;nbsp;uma ação necessária pela redução da tendência para os próximos anos,&amp;nbsp;na maior&amp;nbsp;inserção de grupos sociais em uma&amp;nbsp;a economia moderna, voltada para a informação e ao conhecimento, que vem oportunamente se beneficiar dos auge do crescimento local, em sua da sua alta&amp;nbsp;qualificação&amp;nbsp;não&amp;nbsp;absorvida em sua&amp;nbsp;nações&amp;nbsp;de origem, como e´ o caso de portugueses, brasileiros chineses, que comparativamente fazem a diferença numa&amp;nbsp;situação&amp;nbsp;de necessidade do pais.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;A ausência atual de mecanismos facilitadores demostra a&amp;nbsp;necessidade da socialização do crescimento em Angola via diversificação da&amp;nbsp;produção, aproveitamento das vantagenns comparativas regionais e locais para regiões do quadrante Palops, investimento em&amp;nbsp;qualificação&amp;nbsp;da&amp;nbsp;mão&amp;nbsp;de obra, de modo a manter o crescimento para beneficio interno da economia.&lt;br /&gt;
Os projetos para a socialização do crescimento podem se materializar via políticas de rendas, como&amp;nbsp; transferências&amp;nbsp;de rendas as &amp;nbsp;familias,&amp;nbsp;auxílio &amp;nbsp;saúde, auxílio aos universitários, bolsas escolas,&amp;nbsp;criação&amp;nbsp;de empregos e cursos&amp;nbsp;técnicos.&lt;br /&gt;
A este fato, adiciona-se criticas, uma delas pelo&amp;nbsp;fato&amp;nbsp;da socializaçaõ do crescimento poder gerar&amp;nbsp; sobrecarga ao governo. Porem, uma falacia&amp;nbsp;injustificável, se olhar o custo de oportunidade futuro na&amp;nbsp;ausência&amp;nbsp;de tais politicas. Fato é que o mercado angolano não possui autonomia para absorção dos desequilíbrios de oferta &amp;nbsp;de serviços e&amp;nbsp;demanda por serviços, pela aumento da oferta de bens, dado que&amp;nbsp;&amp;nbsp;o lado os mercados são inerentemente&amp;nbsp;"injustos" em termos de disribuição de renda e não corrigem falhas por si so. Apesar do volume de bens disponíveis, ainda existem grupos&amp;nbsp;sociais &amp;nbsp;sem acesso a&amp;nbsp;bens de necessidade básica,&amp;nbsp;educação,&amp;nbsp;saúde&amp;nbsp;e saneamento&amp;nbsp;básico.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Hoje 37%&amp;nbsp;de&amp;nbsp;pessoas&amp;nbsp;é&amp;nbsp;o&amp;nbsp;"contingente" &amp;nbsp; que vive abaixo da linha da pobreza no nosso país (INE,2008), &amp;nbsp; em&amp;nbsp;simultâneo&amp;nbsp;ao período em que a economia apresentou seu maior&amp;nbsp;crescimento ao longo dos últimos tempos.&amp;nbsp;Por este motivo&amp;nbsp;o contraste evidenciado pela &amp;nbsp;ascensão&amp;nbsp;social desigual&amp;nbsp;&amp;nbsp;de grupos provenientes da elite tradicional&amp;nbsp;angolana, &amp;nbsp;como&amp;nbsp;empresários, &amp;nbsp;políticos, e gestores públicos, que representam&amp;nbsp;não&amp;nbsp;mas do &amp;nbsp;que 15% da população economicamente ativa,&amp;nbsp;ampliam a&amp;nbsp;absorção da renda total produzida por todo ano , considerando a entrada de portugueses, agravado pelo crescente formação de grupos proveniente na sua maioria de&amp;nbsp;famílias&amp;nbsp;abastadas e grupos de imigrantes estrangeiros qualificados, com acesso&amp;nbsp;privilegiado&amp;nbsp;a decisão, ao&amp;nbsp;conhecimento, e a hierarquia social distinta nas&amp;nbsp;decisões, barram o acesso a classe social de grupos historicamente&amp;nbsp;desprivilegiados.&lt;br /&gt;
Hoje cerca&amp;nbsp;de&amp;nbsp;&amp;nbsp;95% é a renda total, "abocanhada" por esta classe, que representa menos de 14% do total da população angolana.&amp;nbsp;Menos de 5%&amp;nbsp;da riqueza&amp;nbsp;é absolvida por&amp;nbsp;comerciantes informais aqueles "zumgueiros (as)",&amp;nbsp; população de baixa renda&amp;nbsp;que sobrevive de negócios, e representa o modo de vida de cerca&amp;nbsp;85% da população total nas cidades. Quase o total da população,cerca de 90%&amp;nbsp;&amp;nbsp;se constitui da principal fonte de sustento das&amp;nbsp;famílias&amp;nbsp;comuns nas cidades do país.&lt;br /&gt;
Portanto, obvio se torna, &amp;nbsp;o&amp;nbsp;sentimento de que o crescimento econômico de Angola&amp;nbsp; não é refletido&amp;nbsp;no bolso do cidadão&amp;nbsp;Angolano comum, &amp;nbsp;e expressa &amp;nbsp;assim, a brutal desigualdade&amp;nbsp;fortemente visível&amp;nbsp;nas regiões&amp;nbsp;periféricas&amp;nbsp;das Capitais de provinciais&amp;nbsp;em geral, e são&amp;nbsp;por quase&amp;nbsp;totalidade&amp;nbsp;ressentidas da ausência&amp;nbsp;sensível&amp;nbsp;de políticas sociais efetivas de inserção de grupos na vida econômica, e pela continuidade da&amp;nbsp;estrutura&amp;nbsp;de gestão social da época dos conflitos, ou seja, não existiam.&lt;br /&gt;
A forte dependência do Estado como indutor &amp;nbsp;do crescimento da economia, explica por um lado a dificuldade cronica expressa no ideal, do patronal indutor do&amp;nbsp;consumo interno da "mama" governo.&amp;nbsp;A enorme &amp;nbsp;responsabilidade do Estado angolano, contrasta, pelo seu elevado&amp;nbsp;peso gastador do comprometimento do &amp;nbsp;evoluçaõ do país, o caracterizando como&amp;nbsp;extremamamente "inchado", &amp;nbsp;dada as responsabilidades, boa parte delas explicadas, pelo funcionalismo da máquina do funcionalismo &amp;nbsp;público,&amp;nbsp;pelo pagamento de salários,&amp;nbsp;benefícios e pensões&amp;nbsp; vem aumentando, sem alternativas de sustentação que poderiam&amp;nbsp;ser&amp;nbsp;dadas pelo aumento do&amp;nbsp;parque industrial, o fomento a agricultura e diversificação&amp;nbsp;e socialização dos ganhos obtidos com o petróleo e diamantes.&lt;br /&gt;
A QUESTÃO É:&amp;nbsp;&lt;b&gt;porque naõ aumentar a dotaçaõ (conta) para o setor social via tranferencias para os demais segmentos 0que &amp;nbsp;não têm acesso a educação formal de forma abragente?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Isso sugere uma melhor gestão das receitas, e da arrecadaçaõ além do auemento da base de ambas para dar mobilidade as demais intenções, necessita-se. Politicas publicas efetivas clama-se, antes de que a situaçao se torne mais complexa.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Portanto a culpa total, não está no Estado e sim&amp;nbsp;na forma como se deve aplicar o aumento da&amp;nbsp;dotação para a "conta social", é uma questão de orçamento Geral do Estado - OGE, ou de&amp;nbsp;gestão&amp;nbsp;das finanças publicas, decidida na assembleia nacional, de nossos deputados.&lt;br /&gt;
A&amp;nbsp;promoção do crescimento social e inclusão do cidadão aos benefícios do crescimento &amp;nbsp; deve &amp;nbsp;ser gerado pela distribuição da riqueza via transferência de renda, dotada no Orçamento- OGE, &amp;nbsp;junto a isso, a qualificação massiva da mão de obra diante de uma economia de mercado que enfrenta a pressão da&amp;nbsp;ascensão&amp;nbsp;desigual entre os angolanos.&lt;br /&gt;
A inclusão em forma de participação do bolo gerado anualmente,&amp;nbsp;pressupõe a resolução de um fenômeno que a muito nos tem prejudicado a economia e seus entraves, como a polêmica problemática da &amp;nbsp;corrupção, a apropriação indevida dos bens públicos muitas vezes usados para fins privados, além do clientelismo na concepção e&amp;nbsp;exploração&amp;nbsp;de projetos, &amp;nbsp;que desestimula a&amp;nbsp;concorrência&amp;nbsp;leal nacional &amp;nbsp;e a participação de empresas nacionais todos os níveis &amp;nbsp;e suas nefastas &amp;nbsp;conseqüências.&amp;nbsp;Traduz-se :&amp;nbsp;&lt;b&gt;o povo precisa deve sentir a riqueza produzida pelo país no seu bolso,&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;via consumo e acesso de serviços básicos como educação e saúde de qualidade e&amp;nbsp;extensão&amp;nbsp;a todos municípios.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A tarefa passa&amp;nbsp; pela noção&amp;nbsp;simples da equação orçamentária, em que a diferença entre a Despesa orçamentária (DO)&amp;nbsp;e Receita orçamentária (RO)&amp;nbsp;&amp;nbsp;diagnóstica a canalização dos recursos na Economia, superávit (conta positiva) ou déficit (conta negativa), criando-se um "dotação" (conta social) específica do orçamento&amp;nbsp;destinada aos grupos sociais desfavorecido. Assim, a ferramenta de análise é orçamento público,&amp;nbsp;as receitas públicas (impostos, e demais receitas arrecadadas pelo governo)&amp;nbsp;a qual demonstram a&amp;nbsp;capacidade da união (Estado) em efetuar a transferências ao setor público dada pela arrecadação dos impostos e outras receitas geradas pela atividade economica corrente.&lt;br /&gt;
O&amp;nbsp;superávit orçamentário (RO&amp;nbsp; e DO),&amp;nbsp;situação&amp;nbsp;que ocorre em momentos de crescimento econômico e forte ação arrecadatória diante de reduação de despesas, é o caminho para o ajuste a favor da sociedade angolana.&lt;br /&gt;
O aumento das despesas "improdutivas", aquelas de&amp;nbsp;não&amp;nbsp;retorno, &amp;nbsp;não beneficiam&amp;nbsp;ação&amp;nbsp;para a socialização do crescimentoque economia angolana apresenta. &amp;nbsp;Socializar o crescimento transfere&amp;nbsp;parcelas maiores dos recursos públicos para a sociedade e&amp;nbsp;setores como a Universidades públicas,&amp;nbsp;centros de pesquisa e desenvolvimento, Hospitais&amp;nbsp;e demais setores importantes&amp;nbsp;como a &amp;nbsp;industria nascente nacional. Muita coisa melhorou no nosso país,&amp;nbsp;políticas louváveis se tem feito, porém ainda incapazes de reverter a tendência a desigualdade... a massificação da participação social &amp;nbsp;no orçamento do país, &amp;nbsp; trará maiores benefícios futuros do que prejuízos.&lt;br /&gt;
PAULO JORGE - ECONOMISTA ANGOLANO&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/TE3zPbr5CAI/AAAAAAAAAJw/RoqI-_G5QGE/s1600/finan%C3%A7as+p%C3%BAblicas.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://2.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/TE3zPbr5CAI/AAAAAAAAAJw/RoqI-_G5QGE/s200/finan%C3%A7as+p%C3%BAblicas.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;No período recente de prosperidade, a economia angolana apresentou o maior crescimento&amp;nbsp;econômico&amp;nbsp;já verificado desde o fim do conflito interno armado. Em 07 anos o país cresceu em média 12%, sendo o maior nível de crescimento registrado em &amp;nbsp;2007 e 2008. O produto interno bruto - PIB, em 2007 &amp;nbsp;atingiu a expressiva cifra de 17 % &amp;nbsp;em relação ao período anterior 2006.&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Acompanhado a este fato se sucede uma &amp;nbsp;favorável tendência mundial de crescimento da economia externo, impulsionada por &amp;nbsp;uma política fiscal expansionista em que os gastos do Governo encabeçavam a combinação de fatores de produção impulsionadores da expansão multiplicadora na renda bruta e Investimentos Diretos Externos - IDE significativos na formação bruta de capital Fixo da Economia Angolana.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;As contas públicas apresentavam superávits constantes na balança comercial (exportação de petróleo associada ao máximo de capacidade produtiva), e na conta capital (pela entrada de dólares via investimentos externos), levando a demais analistas nacionais, a crerem na imunidade da economia da Economia interna diante da crise financeira que teve início em &amp;nbsp;2007 nos EUA, com efeitos fortes para a economia angolana no fim de 2008. Essa descrença estava pautada nas expectativas superestimadas de continuidade de receitas provocada pela "inércia de ilusão" causada pelo crescimento virtuoso da economia do país de forma deslumbrante. Portanto a&amp;nbsp;idéia&amp;nbsp;de imunidade estava particularmente pautada na visão de fortalecimento invulnerável das variáveis endôgenas (internas) da economia &amp;nbsp;fatores&amp;nbsp;estritamente&amp;nbsp;interno, o que veio a se comprovar como num erro de análise, pelo fato deste crescimento depender principalmente de fatores exôgenos (externos) a economia.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;No comparativo Receita X Despesas no Orçamento Geral do Estado - OGE, as receitas do governo se apresentavam sobras consideráveis, esse excesso de caixa engrossava as disponibilidades geradas por entrada de capital estrangeiro. Formou-se a noção de que se poderia gastar, dado a noção aos investidores que estavam diante de um custo oportunidade melhor a incorrer com demais investimentos fora de Angola.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Então o impulso ao crescimento mesmo após deflagrar a crise de 2009 no mercado internacional era comandado pelos gastos do governo em infra-estruturas,&amp;nbsp;contratos e licitações para a construção de vias com Empresas Brasileiras, Chinesas e em menor número portuguesas. Da-se então, impulso nas expectativas para elevação dos Gastos públicos e a confiança dos investidores externos na credibilidade e nas promessas de cumprimento das obrigações do Estado com as empreiteiras internacionais, lastreados por superávits consecutivos na conta do governo. Esse excesso se concretizaria rapidamente e viria posteriormente a financiar a continuidade dos gastos com infra-estrutura via endividamento público, junto ao tesouro nacional &amp;nbsp;que proporcionou &amp;nbsp;variados projetos de reconstrução da industria, obras de saneamento, &amp;nbsp;estradas então lastreados por expectativas positivas de uma economia em crescimento. Neste iterem o pólo de Luanda, (zona econômica- ZEE) se torna o mas significativo investimento real produtivo, tornando a vaguarda estratégica&amp;nbsp;&amp;nbsp;frente as oscilações externas que o setor&amp;nbsp;mono-petro-Exportador impõe a Economia Angolana. Nota-se a tendência de política Industrial&amp;nbsp;angolana&amp;nbsp;projetada e intencionada&amp;nbsp;&amp;nbsp;de crescimento sustentável&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&amp;nbsp;voltada para dentro, em que define um modelo de carácter estruturalista pautado na substituição de importações em favorecimento da formação&amp;nbsp;da indústria nascente com crescentes barreiras a importação de equipamentos e máquinários para o empresariado nacional de pequeno porte, de modo a não pressionar a balança de pagamentos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Associado a isto, no&amp;nbsp;período final de 2007&amp;nbsp;se dá um dos maiores acúmulos de divisas em termos reais (descontando a inflação) na história desde a independência, dada a crescente entrada de Investimentos Diretos Externos -&amp;nbsp;IDE, desencadeando por uma política de gastos e necessidade de impor uma dinâmica no setor&amp;nbsp;produtivo para o futuro. Desde modo, e em conformidade a elevaçaõ dos gastos se dá elevação&amp;nbsp;da&amp;nbsp;massa monetária em circulação na economia, em que o Kwanza apresenta uma das suas maiores valorização (apreciação) frente ao dólar na História Econômica de Angola, o que levou crescentes pressões sobre preços internos levando&amp;nbsp;crescentes venda de títulos públicos para&amp;nbsp;conteção da expansão&amp;nbsp;monetária na economia de forma que o governo pode ter o controle da quantidade de moeda em circulação na economia,&amp;nbsp;ou seja, &amp;nbsp;a manutenção da taxa de inflação.&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Em 2007 a economia&amp;nbsp;mantinha-se aquecida&amp;nbsp; e os&amp;nbsp;os fluxos&amp;nbsp;de capitais verificados tendiam a&amp;nbsp;constantes&amp;nbsp;expectativas&amp;nbsp; monetári, fortes tensões para formação de&amp;nbsp;armadilha da liquidez em a ação políticamonetária se tornaria inócua&amp;nbsp;sem efeito esperado sobre a atividade. &lt;br /&gt;
Com o&amp;nbsp;agravamento da crise de 2009&amp;nbsp;levaria-se bastante tempo para sortir efeitos esperados contra ação da política monetária angolana se&amp;nbsp;tornaria ineficaz, e a&amp;nbsp;contenção&amp;nbsp;de fuga de capitais e das&amp;nbsp;pressões inflacionárias eminentes na economia Angola estariam comprometidas. Dessa forma o governo restringi por completo a toda a movimentação de capital e emissão para exterior estacando bruscamente toda a sangria de divisas. Felizmente o fato não se sucedeu a restrição monetária, pois, a crise financeira mudou as expectativas dos agentes econômicos estrangeiros em busca de dólares para equivalerem suas emissões para as matrizes, o que pressionou a capacidade do Banco Nacional de Angola - BNA segurar as reservas e dar conta da demanda por moeda estrangeira impondo uma das maiores restrições monetárias que diminui por completo o ritmo de crescimento da economia.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Daí surge&amp;nbsp;a questão&amp;nbsp;quão críveis podem ser os títulos de dívida publica emitidos&amp;nbsp;para o pagamento dos haveres com os investidores nas obras públicas, quando a capacidade de geração de receita do país sencontra-se sobrecarregada, e que em algum&amp;nbsp; sinal externo de retração as obrigações assumidas ficaram suspensas em que todos os repasses&amp;nbsp;e equivalência de Moeda cai para níveis abaixo do ritmo de atividade das empresas? Que credibilidade&amp;nbsp;tais títulos públicos garantem&amp;nbsp;aos investidores aumentarem seus&amp;nbsp;investimentos na nossa economia se o lastro carece de&amp;nbsp;cumprimento&amp;nbsp;dos contratos e obrigações?&lt;br /&gt;
Impoe um problema de caracter institucional e legislação para cumprimento de contratos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Paulo Jorge B. Oliveira – Economista Angolano&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4080731138595225230-7998363470487403755?l=angolavisaoeconomica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SAHNCgXfSZiOxtZbkFFeCDsOP7k/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SAHNCgXfSZiOxtZbkFFeCDsOP7k/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Angola-visoEconmica/~4/P12YvsWV8y0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://angolavisaoeconomica.blogspot.com/feeds/7998363470487403755/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4080731138595225230&amp;postID=7998363470487403755" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4080731138595225230/posts/default/7998363470487403755?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4080731138595225230/posts/default/7998363470487403755?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Angola-visoEconmica/~3/P12YvsWV8y0/economica-recente-credibilidade-dos.html" title="ANGOLA: HISTÓRIA ECONÔMICA RECENTE, CREDIBILIDADE DOS GASTOS E CONTAS PÚBLICAS" /><author><name>PAULO JORGE BURITY PAIS DE OLIVEIRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06236675722049652039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://2.bp.blogspot.com/-lu97zEl-BKw/TlP-RoG6mzI/AAAAAAAAAKY/w7ox0WBupJA/s220/HPIM4158.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/TE3zPbr5CAI/AAAAAAAAAJw/RoqI-_G5QGE/s72-c/finan%C3%A7as+p%C3%BAblicas.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://angolavisaoeconomica.blogspot.com/2010/07/economica-recente-credibilidade-dos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkUMQXo8eSp7ImA9WxFVFUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4080731138595225230.post-4522877201655107296</id><published>2010-06-13T18:55:00.000-07:00</published><updated>2010-06-14T15:24:40.471-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-06-14T15:24:40.471-07:00</app:edited><title>A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL PARA O EMPREENDEDOR ANGOLANO</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/TBWLwMIItuI/AAAAAAAAAJo/OS7CcuH4Uus/s1600/images.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="291" src="http://4.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/TBWLwMIItuI/AAAAAAAAAJo/OS7CcuH4Uus/s400/images.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Com o desenvolvimento tecnológico, o crescimento das organizações e a complexidade do ambiente econômico, as pequenas empresas PEs, caracterizaram-se por apresentarem crescentes dificuldades na gestão.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;É por conseqüência dessas mudanças&amp;nbsp;no ambiente externo da organização &amp;nbsp;frente a fenômenos como os da globalização, e dos efeitos das crises econômicas, que as empresas são obrigadas a procurar por soluções para sobreviver, e a adotar novos métodos de controle, que auxiliam na boa gestão, permitindo que&amp;nbsp;consolidem suas atividades gerando valor. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A contabilidade gerencial é utilizada na tomada de decisão, aprendizagem, planejamento e investimentos, envolvendo medidas de situação econômica da empresa, como custo e lucratividade dos produtos, serviços e clientes. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 17px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;As informações produzidas atendem as necessidade estratégicas e operacionais da organização, fornecendo rápido &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;feedback &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;sobre seu desempenho, aprender sobre o passado recente, e melhorar o futuro da organização.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; line-height: 24px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Além de gerar informações, a contabilidade deve permitir explicar os fenômenos patrimoniais, construir modelos de prosperidade, efetuar análises, controlar, e também servir para prever e projetar exercícios seguintes, dentre tantas outras funções.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; line-height: 24px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Dessa forma, criar um sistema de valor pode ser dado pela busca de informação que auxilie no planejamento estratégico da empresa como forma de encadeamento das atividades passíveis de contribuir para a busca de resultados desejados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; line-height: 24px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Angola, em função do crescimento do setor de serviços e do&amp;nbsp;empreendedor&amp;nbsp;nacional, &amp;nbsp;a gestão controlada por um sistema contábil, que gera informações precisas, e auxiliem na tomada de decisão se tornam de maior&amp;nbsp;importância&amp;nbsp;para os novos empreendedores, dado o acirramento da concorrência entre as pequenas empresas nas grandes metrópoles. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; line-height: 24px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O uso da contabilidade gerencial é de tamanha&amp;nbsp;importância, pois diminui a&amp;nbsp;probabilidade&amp;nbsp;de&amp;nbsp;insucesso&amp;nbsp;nos primeiros anos de vida do empreendimento.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; line-height: 24px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A maioria dos gestores de pequenas empresas não planeja suas vendas; produção; estoques compras; mão de obra, despesas, receitas; os custos; os lucros; as matérias- primas; as instalações; dentre outros itens, o que torna a gestão bastante a arriscada.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; line-height: 24px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 24px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O empreendedor angolano ainda é bastante informal, sua gestão&amp;nbsp;é baseada na tentativa de resolver &amp;nbsp;problemas quando estes aparecem, não procurando prevê-los nem programando para evitá-lo, o que consequentemente leva a assumir uma postura meramente reativa, ao invés de pró-ativa, não se antecipando aos fatos, nem&amp;nbsp; estabelecendo metas e estratégias para alcançar as situações desejadas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; Portanto esse tipo de empresas&amp;nbsp;incorrem em riscos elevados, como é caso da crescente formalização das atividade e do crescente aumento do mercado informal, concorrência via práticas de preços a baixo dos níveis de rentabilidade da empresa formal.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; line-height: 24px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Perante estas circunstancias, a gestão voltada para o risco pode aumentar o valor de uma pequena Empresa, pelo aumento dos fluxos gerados futuros e pela redução da taxa de retorno exigida na atualização dos fluxo financeiro dentro de um prisma de geração de informação antecipada. Deste modo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; line-height: 24px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;, uma empresa que cria um sistema de geração de informação pode antecipar-se a todo o tipo de cenário de uma forma preventiva e de gestão dos riscos possíveis, dentro do setor que atua.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; line-height: 24px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Percebe-se que o uso da contabilidade, ainda que apenas da contabilidade gerencial, é a base de uma administração segura, os casos de sucesso e de “sobrevivência” da pequena empresa aumentariam de maneira significativa, possibilitando um melhor acompanhamento do desempenho do negócio, através do fornecimento de informações que podem auxiliar no posicionamento mas acertado da organização no mercado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 24px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;Paulo Jorge Burity - Economista&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0cm 1cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0cm 1cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0cm 1cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4080731138595225230-4522877201655107296?l=angolavisaoeconomica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HPx45IPU7CMIkdVc54GYHDRVK80/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HPx45IPU7CMIkdVc54GYHDRVK80/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HPx45IPU7CMIkdVc54GYHDRVK80/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HPx45IPU7CMIkdVc54GYHDRVK80/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Angola-visoEconmica/~4/cbhOjr5DJek" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://angolavisaoeconomica.blogspot.com/feeds/4522877201655107296/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4080731138595225230&amp;postID=4522877201655107296" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4080731138595225230/posts/default/4522877201655107296?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4080731138595225230/posts/default/4522877201655107296?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Angola-visoEconmica/~3/cbhOjr5DJek/importancia-da-contabilidade-gerencial.html" title="A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL PARA O EMPREENDEDOR ANGOLANO" /><author><name>PAULO JORGE BURITY PAIS DE OLIVEIRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06236675722049652039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://2.bp.blogspot.com/-lu97zEl-BKw/TlP-RoG6mzI/AAAAAAAAAKY/w7ox0WBupJA/s220/HPIM4158.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/TBWLwMIItuI/AAAAAAAAAJo/OS7CcuH4Uus/s72-c/images.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://angolavisaoeconomica.blogspot.com/2010/06/importancia-da-contabilidade-gerencial.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUIARH0zfip7ImA9WxFVFEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4080731138595225230.post-4125015672682524952</id><published>2010-05-20T08:13:00.000-07:00</published><updated>2010-06-13T14:12:25.386-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-06-13T14:12:25.386-07:00</app:edited><title>BIOCOMBUSTÍVEIS E O DESCASO AOS PROCESSOS HISTÓRICOS LOCAIS EM ANGOLA</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/S7y29SPBhWI/AAAAAAAAAH4/-cpLjEdaiPw/s1600/biocombust%C3%ADveis.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/S7y29SPBhWI/AAAAAAAAAH4/-cpLjEdaiPw/s320/biocombust%C3%ADveis.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Em meu artigo intitulado &lt;em&gt;&lt;strong&gt;qual o modelo&amp;nbsp;econômico&amp;nbsp;ideal para Angola&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, menciono o risco social a incorrer pela adoção de um modelo de desenvolvimento de produtividade e acumulação, onde sua sustentação gera &amp;nbsp;desigualdade pelo crescente pela tendência ao lucro capitalista em detrimento aos "não capitalistas" pela a inclusão social das populações locais.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;A base para esta afirmação, encontra-se baseada na&amp;nbsp;importância necessária a se observar, nas&amp;nbsp;condições econômicas tradicionais locais, &amp;nbsp;pela predominante&amp;nbsp;característica&amp;nbsp;de produção para a&amp;nbsp; subsistência alimentar destas regiões.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Este fato, não é absolvido na sua totalidade pelo modelo de desenvolvimento atual adotado, em que a geração de lucro, é determinada pelo uso&amp;nbsp;eficiente&amp;nbsp;dos fatores de produção e diferença entre &amp;nbsp;detentores de capital financeiro e influencia política proporcionando a redução de custos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O atual modelo de acumulação e geração de excedente capitalista, beneficia capitalistas em forma de lucros extraordinários gerando maiores desigualdades na distribuição de renda &amp;nbsp;e na capacidade de implementação de projetos dada ao pouco e &amp;nbsp;sistema tributário que promove a re-distribuição da renda no país. Este modelo não prevê a inclusão social de zonas desfavorecidas independente da contribuição no PIB. Isto implica dizer que boa parte desse benefício ficaria para profissionais EMPREGADOS E DETENTORES DE CAPITAL (capitalistas) em detrimento das populações de "especialização produtiva rural".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;O uso de terras cultiváveis para a produçaõ&amp;nbsp;de &amp;nbsp;biocombustíveis,&amp;nbsp;implica na desapropriação de terras e extinçaõ de vilarejos tradicionais de&amp;nbsp;atividade agrícola de subsistência. A produção de&amp;nbsp; biocombustíveis exigem areas extensas para a produçaõ de único produto por economia de escala&amp;nbsp;(maior produçõa a menor custo), utilização menor de mão de obra, e &amp;nbsp;geralmente o Milho ou a cana de&amp;nbsp;açucar com único produto com insumo para produção do etanol&amp;nbsp;e fonte energética&amp;nbsp; diversificada.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Tal projeto não deixa de ser uma alternativa interessante, porém carece de análises importantes sobre os impactos reais sobre as localidades e povoados de cada região.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;O modelo aprovado&amp;nbsp;para a &amp;nbsp;produção de bio-combustíveis em Angola, apresenta mas desvantagens do que vantagens do ponto de vista de inclusão desenvolvimento local das regiões predominantemente agrícolas,&amp;nbsp;devido ao estágio&amp;nbsp;pouco especializado tecnicamente que esses&amp;nbsp;povoados se caracterizam. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp;produção de insumos&amp;nbsp;agrícolas&amp;nbsp;para a produção do biocombustível &amp;nbsp;cria um setor predominante de uso mecanizado e especializado&amp;nbsp;de fatores de produção com tecnologias especificas de produção induzem a demanda de trabalhadores menos qualificados em&amp;nbsp;número cada vez&amp;nbsp;menor, a níveis igualitariamente comparáveis a &amp;nbsp;de &amp;nbsp;setores &amp;nbsp;como os de extração e refino de petróleo, geralmente de pouca geração de emprego se comparado a participação a contribuição no PIB TOTAL.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Na visão do capitalista, o treinamento&amp;nbsp;e adestramento exige&amp;nbsp;investimento elevados em &amp;nbsp;capacitação&amp;nbsp;de trabalhadores, o&amp;nbsp;que nos leva a supor que o efeito multiplicador de benefícios locais serão muito pouco significativos para as populações locais, um exemplo é o caso Cabinda em que o setor Petrolífero de participação significativa na geração local, seus efeitos diretos ainda se tornarem bastante questionável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&amp;nbsp;Observando&amp;nbsp; a especialização local em regiões como Huambo , Bié nos deparamos com processos&amp;nbsp;tradicionais&amp;nbsp;de produção &amp;nbsp;predominantemente rural extremamente dependentes de incentivos específicos para o seu fomento, e que enfrentam &amp;nbsp;ameaça de extinção pelo modelo de diversificação energética &amp;nbsp;que se pretende.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;As cooperativas são uma saída para a produção&amp;nbsp;de&amp;nbsp;volumes além da subsistência de forma sustentável, em que o&amp;nbsp;excedente&amp;nbsp;escoaria para o atendimento do mercado interno. &amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Primeiro passo seria o estabelecimento de uma&amp;nbsp;hierarquia de&amp;nbsp;abrangência&amp;nbsp;"horizontal" pelo aproveitamento das vantagens comparativas igualitária se comparada ao modelo de produtividade e acumulação de excedente capitalista.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;A excassez de terras produtivas em angola e&amp;nbsp;a elevada massa de populações que vivem da subsistência, demanda soluções que mantêm a cultura de produção local, mantendo os processos históricos de produçaõ rural&amp;nbsp;característicos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Os programas sustentabilidade alimentar via ONG´s (Organizações não&amp;nbsp;governamental) &amp;nbsp;é uma prova de como as políticas&amp;nbsp;devem estar voltadas para a sustentabilidade&amp;nbsp;regional e não somente voltas para os benefícios&amp;nbsp; de capitalistas industriais, se olharmos o histórico de regiões como o Huambo e Bié.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Não é negável a&amp;nbsp;opção&amp;nbsp;pelo biocombustível como fonte de diversificação energética porém, verificamos a existência de uma alternativa que &amp;nbsp;seduz somente os proprietários de capital, as grandes empresas e burocracias governamentais, suportadas por alegados&amp;nbsp;benefícios&amp;nbsp;ambientais e potencial rendimento energético: os biocombustíveis, sem qualquer citação de contrapartida equivalente para as comunidades rurais.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 24px;"&gt;Começando a utilizá-lo a produção &amp;nbsp;em grande escala, podemos estar prerante uma tragédia com resolução impossível: uma crise de alimentos.&amp;nbsp;É&amp;nbsp;esta a provável crise que enfrentaremos depois do petróleo e da crise financeira acabar.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Aliás, a produção de biocombustíveis começa já a fazer-se sentir, prejudicando diversas sociedades, actualmente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/S7y6K0yh7HI/AAAAAAAAAIA/uVHLBs1TvEA/s1600/2179997775_6808986181_o.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;img border="0" height="216" src="http://3.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/S7y6K0yh7HI/AAAAAAAAAIA/uVHLBs1TvEA/s320/2179997775_6808986181_o.jpg" width="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;Nos últimos anos, os preços do trigo, milho, arroz e outros alimentos fundamentais para a nossa alimentação diária aumentaram para o dobro ou até mesmo o triplo. É de salientar que grande parte desse aumento ocorreu nestes últimos meses. À escala mundial, deparamo-nos com motins e problemas sociais e políticos devido aos alimentos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Portanto a busca pela fonte energéticas diversificadas são importantes, porém devemos nos voltar para estratégias que possam dar sustentabilidade as essas localidades, como o fomento de cooperativas agrícolas a criação de políticas de incentivo ao desenvolvimento do setor produtivo local rural via cooperativas, &amp;nbsp;e o estímulo a pequenas e médias empresas. Desde modo alcançar as metas do&amp;nbsp;milênio- reduçaõ da pobreza, estariam facilitadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Paulo Jorge Burity - Economista&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4080731138595225230-4125015672682524952?l=angolavisaoeconomica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CbqlbNJtAETu8uv_-f2LZzizmaQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CbqlbNJtAETu8uv_-f2LZzizmaQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CbqlbNJtAETu8uv_-f2LZzizmaQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CbqlbNJtAETu8uv_-f2LZzizmaQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Angola-visoEconmica/~4/a8WIqgCs-lo" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://angolavisaoeconomica.blogspot.com/feeds/4125015672682524952/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4080731138595225230&amp;postID=4125015672682524952" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4080731138595225230/posts/default/4125015672682524952?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4080731138595225230/posts/default/4125015672682524952?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Angola-visoEconmica/~3/a8WIqgCs-lo/biocombustiveis-e-o-descaso-aos.html" title="BIOCOMBUSTÍVEIS E O DESCASO AOS PROCESSOS HISTÓRICOS LOCAIS EM ANGOLA" /><author><name>PAULO JORGE BURITY PAIS DE OLIVEIRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06236675722049652039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://2.bp.blogspot.com/-lu97zEl-BKw/TlP-RoG6mzI/AAAAAAAAAKY/w7ox0WBupJA/s220/HPIM4158.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/S7y29SPBhWI/AAAAAAAAAH4/-cpLjEdaiPw/s72-c/biocombust%C3%ADveis.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://angolavisaoeconomica.blogspot.com/2010/05/biocombustiveis-e-o-descaso-aos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEUCQnw6fCp7ImA9WxFXE0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4080731138595225230.post-7069077403563922853</id><published>2010-04-01T16:31:00.000-07:00</published><updated>2010-05-20T10:24:23.214-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-05-20T10:24:23.214-07:00</app:edited><title>A ECONOMIA DOS GASTOS COM ALUGUEL E ORÇAMENTO FAMILIAR EM ANGOLA</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/S7oIGzwd8rI/AAAAAAAAAHg/hU5zbBBefeY/s1600/OR%C3%87AMENTO+DOM%C3%89STICO.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="147" src="http://1.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/S7oIGzwd8rI/AAAAAAAAAHg/hU5zbBBefeY/s200/OR%C3%87AMENTO+DOM%C3%89STICO.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;F&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;alar de gastos com aluguel, significa abordar sobre a economia doméstica, sendo o esforço financeiro contínuo para gerar saldos positivos necessários, principalmente quando se trata de itens de elevada participação percentual (%) no total do orçamento doméstico de qualquer familia angolana. Como se sabe, qualquer outra&amp;nbsp;&amp;nbsp;responsabilidade máxima, é característico, a inteira obrigação do "chefe" de familia, indiferente do gênero. O aluguel não foge a regra, porém o peso salarial dos membros&amp;nbsp;&amp;nbsp;define a obrigação. Atualmente&amp;nbsp;esta atribuição cabe a todos os elementos que compoem a estrutura familiar, principal aqueles que exercem atividade remunerada e que partilham o " espaço alugado", são os potenciais contribuintes ao orçamento da família face as despesas correntes.&amp;nbsp;Trata-se de mudança brusca e bastante&amp;nbsp;evidente, gerada pela economia de mercado&amp;nbsp;em "consolidação" em Angola, em que a geração do&amp;nbsp;&lt;i&gt;&lt;b&gt;excedente&amp;nbsp;monetário&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; e a &lt;b&gt;&lt;i&gt;acumulação de montante financeiro&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;em espécie e liquido, se torna o maior "protagonista" de "especulação" numa sociedade de elevados contrastes&amp;nbsp;. Tal factor vem &amp;nbsp;se transformando em um dos principais determinantes das expectativas&amp;nbsp; de retorno em todos os setores de atividade do&amp;nbsp;país.&lt;br /&gt;
O setor imobiliário angolano, extremamente deficitário, e com profunda&amp;nbsp;discrepância&amp;nbsp;entre a &lt;b&gt;&lt;i&gt;oferta e demanda&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, induz o surgimento de mercados especulativos (des-normatizados) geralmente informais, de aluguel de imóvel&amp;nbsp; em que&amp;nbsp;os principais demandantes se caracterizam por pessoas assalariadas e/ou que sobrevivem de negócios informais&amp;nbsp;que vem transformando&amp;nbsp; a gestão do&amp;nbsp;orçamento doméstico familiar.&lt;br /&gt;
Atualmente o gasto com moradia alugada, faz parte dos gastos correntes de cerca de 90% dos &amp;nbsp;indivíduos angolanos em idade&amp;nbsp;econômica&amp;nbsp;ativa, &amp;nbsp;que almejam &amp;nbsp; a formação da família por meios próprios, e geralmente se caracterizam por grupos de pessoas&amp;nbsp;assalariadas usualmente "consumidores" de serviços informais de&amp;nbsp;alojamentos alugados.&lt;br /&gt;
Cerca de &amp;nbsp;70% a 80% das disponibilidades mensais (salários/receitas) dos angolanos, são oneradas por itens como o aluguel, a alimentação; transporte; gastos com a manutenção do automóvel, compras&amp;nbsp;esporádicas de bens semi-duráveis, e duráveis que se classificam como os campeões do enxugamento do orçamento doméstico familiar e principais determinantes do nível de qualidade de vida do cidadão urbano e periférico.&lt;br /&gt;
Itens como a educação&amp;nbsp;e vestuário, tornaram -se os pequena importância o orçamento pessoal, podendo serem legados a &amp;nbsp;segundo plano na análise do peso das despesas mas significativas do orçamento familiar. O aluguel&amp;nbsp;com expressiva a participação no orçamentária familiar, agravadas pela falta de concorrência e legislação pertinente, a&amp;nbsp; ausência de variedade significativa de serviços mas acessíveis assusta e leva que&amp;nbsp;ao "consumo"&amp;nbsp; de&amp;nbsp;inevitável&amp;nbsp;oferta&amp;nbsp;mesmo com a elevada&amp;nbsp;&amp;nbsp;especulação por parte dos ofertantes, devido ao oportunismo,&amp;nbsp;escassez e a busca por altas margens de lucratividade por parte dos proprietários.&lt;br /&gt;
Por outro lado, a inflação, embora estável em 10 a 12% ao ano, contribui para a piora das dificuldades financeiras familiares para os arrendatários (pessoas que alugam),&amp;nbsp; a restrição monetária piorada pela visível &amp;nbsp;escassez de moradias para as&amp;nbsp;classes B e C.&lt;br /&gt;
Este grupo, muito embora tenham fechado contratos anuais, encaram concorrência de demandantes "endinheirados" superavitários (expatratiados e&amp;nbsp;estrangeiros)&amp;nbsp;"desleiais aos contratos", impondo negociações tentadoras aos ofertantes, via&amp;nbsp;benfeitorias (remodelação da estrutura pintura, &amp;nbsp;acabamento), &amp;nbsp;valorizam&amp;nbsp; imóvel na expectativa do arrendatário,&amp;nbsp; pressionam ainda mais o orçamento de grupos como &amp;nbsp;B e C.&lt;br /&gt;
Tudo deixa a crer que&amp;nbsp; arrendar um imóvel completo (sala,cozinha, banheiro e quartos) é&amp;nbsp;algo&amp;nbsp;para quem tem renda elevada,&amp;nbsp;&amp;nbsp;o que explica "emigração" de familias para bairros anteriormente classificados como&amp;nbsp;"subúrbios" "bairros de lata" com condições piores, acentuando para baixo a qualidade de vida dessas famílias.&lt;br /&gt;
A medida que a necessidade&amp;nbsp;busca por alternativas dignas de moradia se intensifica, seja pela constituição formal de família, pelo aumento do casamento &amp;nbsp;entre os jovens, ou por união unanime entre as partes (casais comuns), arrendar uma moradia própria&amp;nbsp;como alternativa de renda, é uma fonte de renda para aqueles que a&amp;nbsp;dispõem&amp;nbsp;e desejam&amp;nbsp;engordurar&amp;nbsp;o orçamento familiar, e por outro lado, uma fonte de preocupação e atenção as economias &amp;nbsp;da familia para aqueles que demandam. Peso embora iniciativas governantes para jovens começa a dar os seus passos, mas numa nível bastante tímido.&lt;br /&gt;
Do ponto do indivíduo, ocorre&amp;nbsp;que muitas vezes o acumulo de papeis duplo como o de &amp;nbsp;"ser" &amp;nbsp;ARRENDADOR/ ARRENDATÁRIO, &amp;nbsp;sendo muitas vezes a&amp;nbsp;substituição&amp;nbsp;da moradia própria por outra muitas vezes em condições &amp;nbsp;precaria para poder alugar a primeira, demonstram a importancia da avaliação do custo e benefícios incorridos com esta escolha, e nem sempre refletem na melhoria da qualidade de vida de quem aluga, embora os valores sejam elevadamente atraentes porém geralmente não são equiparados ao custo de vida ao longo do tempo.&lt;br /&gt;
Sendo os salários formais (Receitas) se caracterizar por&amp;nbsp;não acompanharem o crescimento das Despesas (Gastos), o elevado custo de vida das capitais angolanas (inflação), os atrasos nos salários do setor público, a falta de credito, e a &amp;nbsp;falta de legislação que equilibra legalmente o ofertante ao demandante, o indivíduo depara-se com duas&amp;nbsp;restrições: &lt;i&gt;&lt;b&gt;a busca por nova fonte de receitas&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, e o &lt;b&gt;c&lt;i&gt;ompulsivo re-ordenamento constante dos gastos&amp;nbsp;preferências&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;no orçamento doméstico. Geralmente a primeira opção é mas adotada, &amp;nbsp;levando as &amp;nbsp;familias a exposição a riscos elevados, o que culmina na maioria das vezes no &lt;b&gt;elevado&amp;nbsp;comprometimento&amp;nbsp;do orçamento pelo endividamento ou a excassez de fontes que custeiam o período que vigente do retorno pelo imóvel alugado.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Indivíduos/ familias em tal situação, deparam-se com um dos maiores problemas atuais da sociedade Angolana o aluguel de um imóvel versus restrição financeira (total do salário disponível/ rendimentos), &amp;nbsp;associada a&amp;nbsp;ausência&amp;nbsp;de leis específicas, agravada por variação no patrão de vida impostas por expectativas ligadas&amp;nbsp;especulação&amp;nbsp;dos imóveis que afetam a soma dos salários familiares e outros rendimentos.&lt;br /&gt;
Esse fato, afeta a negociação de&amp;nbsp;imóveis para alugar, devidos a fatores como as&amp;nbsp;condições &amp;nbsp;políticas variáveis, a &amp;nbsp;ampliação dos mecanismos de captação de rendimento bancários, capitalização por juros absurdos,&amp;nbsp; e a ausência de controle do orçamento doméstico da percepção do risco sistêmico (ambiente de negócios angolano).&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Dessa forma o planejamento do orçamento familiar, se torna uma ferramenta poderosa, para o controle e&amp;nbsp; independência, &amp;nbsp;manutenção da qualidade de vida familiar em Angola.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Uma das grandes explicações para o desequilibrio financeiro, nas familias das grande metrópoles angolanas, é o crescente estímulo ao mercado informal, como alternativa a renda, dado riscos consideráveis a obtenção de renda constante e estável.&lt;br /&gt;
Os chamados "negócios", ou seja, a busca &amp;nbsp;incondicional para a complementação da renda familiar é um fato, embora bastante arriscado se considerado o custo de oportunidade de um empréstimo bancário, para abertura de um empreendimento próprio, &amp;nbsp;se constitui como a unica&amp;nbsp;alternativa viável, dado ao pequeno estímulo a iniciativa privada nacional.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;A agravante, recorrente ao elevado custo com&amp;nbsp;aluguel&amp;nbsp;de moradias, o custo de vida alto, &amp;nbsp;a ausência de uma legislação contratual &amp;nbsp;própria, leva a caracterizar a atividade laboral formal como obrigatória para o pagamentos de contas, em detrimento do lazer, justificando a informalidade, onde a "a mistura dos salário e o rendimento por negócios" se constitui num dos principais risco a gestão do&amp;nbsp;equilíbrio&amp;nbsp;financeiro familiar.&amp;nbsp;Embora &lt;b&gt;o pagamento recolhido na forma anual&lt;/b&gt;, COMO SISTEMÁTICA USUAL, a maioria dos contratos de locação de imóveis, ainda implicam em &lt;b&gt;reservas financeiras elevadas&lt;/b&gt; por parte das familias, que podem restringir no mínimo 3 a 4 bimestres de consumo corrente, RESTRINGINDO aquisição de serviços variados.&lt;br /&gt;
Contrário ao que acontece, todo o contrato anual é obrigatória considerar a metodologia de cálculo, pela &amp;nbsp;a soma dos salários de cada membro em atividade laboral na familia, sendo esta confrontada (subtraída) ao custo do aluguel anual, como forma de &lt;b&gt;auferir o encargo anual&lt;/b&gt; sobre a renda da familia, cabendo um planejamento &amp;nbsp;fase futuras restrições orçamentárias durante o ano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Historicamente, itens como o aluguel de uma residência, passou a representar (desde 2003) o gasto de maior incidência no orçamento familiar, cerca onde cerca de 20% a 30% do salário acabariam servindo para custear quase que a totalidade dos gastos familiar correntes, o que fortalece o uso do orçamento e planejamento orçamentário familiar.&lt;br /&gt;
Carente de uma de legislação que harmoniza a relação entre o arrendador e arrendatário, os individuos devem despertar para a necessidade do controle do orçamento familair diante de fortes imposições das escolhas (custo de oportunidades/custos e benefícios). Todavia, confrontar &lt;b&gt;Total de Receitas x Despesas + "expectativas incertas" (humor do arrendador, doenças familiares,&lt;/b&gt; internações e gastos com medicamentos) = resultam, em necessidade de esforços extras para a geração de constantes "sobras&amp;nbsp;monetárias" afim de garantir obrigações, que para a conjuntura do país é uma alternativa racional válida.&amp;nbsp;Dessa forma a simples operação de &lt;b&gt;Somar RECEITAS e subrair DESPESAS&lt;/b&gt;, ainda se constitui de maior valor para uma familia comum na gestão de seu orçamento e previsão das suas obrigações ao longo do ano.&lt;br /&gt;
Taxada como uma das cidades com o custo de vida mas elevado no mundo, Luanda, e seus habitantes atravessam, uma enorme necessidade óbvia de ampliação constante e incremento&amp;nbsp;orçamentário familiar ( via soma das receitas totais), &amp;nbsp;com o objetivo/ fim de manter a sobrevivência e manutenção da qualidade de vida, diminuir o risco &amp;nbsp;e diminuir a necessidade de endividamento via Bancos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Assiste-se a todo o tipo de práticas&amp;nbsp;erosivas em contraposição a qualquer &lt;b&gt;aspiração de acumulo financeiro do cidadão&lt;/b&gt;, que inibem a poupança familiar, a acumulação e a geração de sobras e formação de um patrimônio familiar como garantia futura de&amp;nbsp;tranqüilidade, e sujeição a despesas inesperadas tais como: &amp;nbsp;as incorridas com tratamentos ocasionais com a saúde familiar, emergência e&amp;nbsp;translado&amp;nbsp;para fora do país, das exigência quase que constante de disponibilidade de valor em espécie.&lt;br /&gt;
Portanto a conta "imprevistos" no orçamento familiar deve ser considerada como a mas importante na participação nas despesas familiar, dada a característica de relação familiar típica de todos nós africanos, além própria ausência de sistemas de crédito rotativo, como os cartões de&amp;nbsp;crédito, do crédito direto ao consumidor, planos de saúde, explica a quase que totalidade dos gastos a vista e em dinheiro nas&amp;nbsp;transações&amp;nbsp;econômicas comuns.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A elitização do crédito, a política restritiva da economia monetária atual, pioram as&amp;nbsp;expectativas&amp;nbsp;de melhoras e&amp;nbsp;consciência&amp;nbsp;do orçamento familiar, o elevado custo com bens importados, geram o encadeamento de pequenos&amp;nbsp;incremento&amp;nbsp;, obrigando a aceitação de práticas de serviços&amp;nbsp;estreitamente&amp;nbsp;especulativos na&amp;nbsp;área&amp;nbsp;imobiliária, saúde e demais.&lt;br /&gt;
A &amp;nbsp;lei da Oferta X Procura, &amp;nbsp;desequilibrada gera &amp;nbsp;escassez &amp;nbsp;especulação &amp;nbsp;via estoques de produtos, restrição ao demais grupos classificados como os de renda baixa, aqueles classificados como os pertencente as classes C.&lt;br /&gt;
Desta forma a oportunidade para elevar preços por aqueles que&amp;nbsp;detém&amp;nbsp;a oferta de produtos e serviços é &amp;nbsp;obvia, dado que a procura suplanta a oferta, o que indica para quem não quiser ficar de fora dos serviços deve &amp;nbsp;elevar a sua conta de imprevistos no orçamento familiar para a provisão de encargos inesperados assimilando qualquer incremento via especulação.&lt;br /&gt;
É nesse sentido que afirmo, que as receitas e despesas geridas afim de proporcionar saldos positivos nunca se tornou tão importante. O contrário continuaremos a "entristecer" com a redução no orçamento familiar , sendo &amp;nbsp;toda e qualquer aspiração a qualidade de vida digna de um assalariado impossível de se realizar no curto prazo.&amp;nbsp;Portanto, compatibilizar&amp;nbsp;Receitas e Despesas se torna a prática aconselhável na tentativa de manter a qualidade de vida familiar frente aos imprevistos gerados por um cenário econômico ainda&amp;nbsp;desregulado&amp;nbsp;no ponto de vista de segurança do consumidor. Resta aconselhar que qualquer &amp;nbsp;excedente monetário (sobra) deve ser aplicado de forma a gerar um retorno para despesas ou necessidades inesperadas sejam amortecidas de maneira menos sofrível.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;55 31 99413136&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Paulo Jorge Burity - Economista&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4080731138595225230-7069077403563922853?l=angolavisaoeconomica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/u_Q_cRNIVbwrR0nu0jyFwu4JJes/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/u_Q_cRNIVbwrR0nu0jyFwu4JJes/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/u_Q_cRNIVbwrR0nu0jyFwu4JJes/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/u_Q_cRNIVbwrR0nu0jyFwu4JJes/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Angola-visoEconmica/~4/Zn8GLy4VX8Y" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://angolavisaoeconomica.blogspot.com/feeds/7069077403563922853/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4080731138595225230&amp;postID=7069077403563922853" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4080731138595225230/posts/default/7069077403563922853?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4080731138595225230/posts/default/7069077403563922853?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Angola-visoEconmica/~3/Zn8GLy4VX8Y/relacoes-economicas-juridicas-e-o.html" title="A ECONOMIA DOS GASTOS COM ALUGUEL E ORÇAMENTO FAMILIAR EM ANGOLA" /><author><name>PAULO JORGE BURITY PAIS DE OLIVEIRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06236675722049652039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://2.bp.blogspot.com/-lu97zEl-BKw/TlP-RoG6mzI/AAAAAAAAAKY/w7ox0WBupJA/s220/HPIM4158.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/S7oIGzwd8rI/AAAAAAAAAHg/hU5zbBBefeY/s72-c/OR%C3%87AMENTO+DOM%C3%89STICO.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://angolavisaoeconomica.blogspot.com/2010/04/relacoes-economicas-juridicas-e-o.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUUNQ389eip7ImA9WxFREkQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4080731138595225230.post-8694458034589805272</id><published>2010-03-03T08:35:00.000-08:00</published><updated>2010-04-26T08:54:52.162-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-04-26T08:54:52.162-07:00</app:edited><title>A RETOMADA DO PETRÓLEO -  O EFEITO NA ECONOMIA ANGOLANA</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/S46PrAYSatI/AAAAAAAAAG8/w7a3_SW1zD8/s1600-h/barril+de+petr%C3%B3leo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/S46PrAYSatI/AAAAAAAAAG8/w7a3_SW1zD8/s200/barril+de+petr%C3%B3leo.jpg" width="180" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;C&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;omo já é de&amp;nbsp;costume&amp;nbsp;observar, o desempenho da economia angolana apresenta uma forte "correlação" positiva com a evolução da demanda externa de petróleo. Desta forma,&amp;nbsp;implica&amp;nbsp;dizer, que &amp;nbsp;para cada aumento no preço unitário do barril de petróleo esperamos&amp;nbsp;aumento&amp;nbsp;nas expectativas &amp;nbsp;de&amp;nbsp;crescimento&amp;nbsp;da economia do país, ou seja, projetos de investimentos em infra-estrutura, projetos de construtoras, e políticas de gastos com a economia estarão apresentando crescimento.&lt;br /&gt;
Apesar do esforço para a diversificação da pauta exportadora,caminho &amp;nbsp;normal para auferir crescimento as receitas do país, o preço do petróleo ainda é um indicador que melhor descreve a&amp;nbsp;tendência das expectativas &amp;nbsp;de crescimento real da economia angolana no curto prazo. Embora&amp;nbsp;o preço seja estável e decidido em&amp;nbsp;conluio, a&amp;nbsp;variável&amp;nbsp;demanda ainda tende a afetar decisões futuras de produção e oferta do barril, implicando dizer que o desempenho da economia&amp;nbsp;angolana apresentará alterações diretas e indiretas &amp;nbsp;nas suas principais variáveis ligadas a exportação.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pode-se imaginar, que a retomada do petróleo implicará numa maior entrada esperada de moeda externa na economia, reforçando as contas &amp;nbsp;do pais. Isto favorece políticas fiscais expansionistas do governo, e provoca aumento dos investimentos de longo prazo caso a&amp;nbsp;tendência&amp;nbsp;se confirme.&amp;nbsp;A implicação deste fato, poderá se dar pela ampliação da moeda americana na economia interna, podendo desencadear pressões de queda na cotação do dólar em relação ao Kwanza, sugerindo atuação do governo na controle a inflaçaõ, daí o possível efeito reverso nas políticas ou seja, a restrição cambial.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Independentemente disso, o primeiro momento é dado pela retomada do fôlego na atividade interna, seja via investimento e produção e aumento da demanda em setores beneficiários de multiplicação e expansão das atividades internas, e pela intensificação dos negócios com o exterior. &amp;nbsp;Daí toda a cadeia produtiva e de serviços refletirá positivamente o efeito da intensificação das atividades, como&amp;nbsp;aumento&amp;nbsp;do escoamento das atividades nos portos, o aumento na construção e edificação de obras, e dos transportes internos. Esse fluxo se segmenta via receitas para o estado, com o aumento da cobrança de fretes intra-regionais (entre províncias) elevando arrecadação do Estado e a&amp;nbsp;tendência&amp;nbsp;a expansão da atividade fiscal interna.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De outra forma, e de acordo com a necessidade e continuidade da implementação dos &amp;nbsp;programas de ampliação e recuperação da economia em Angola, &amp;nbsp;acentuam-se receios quanto aos déficits futuros a incorrer com a ampliação das obras, devido as expectativas de alta do preço do petróleo associada a um elevado ímpeto a gastar por parte do governo, o que segundo alguns analistas, desequilibra a relação Despesa &amp;amp; Receita orçamentária, levando a supor para que tudo se mantenha em&amp;nbsp;crescimento&amp;nbsp;seria necessário que as receitas de petróleo se&amp;nbsp;mantivessem&amp;nbsp;positiva, ou seja, um cenário externo sempre positivo, o que é pouco provável.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A&amp;nbsp;tendência do preço internacional para USD 78 o barril, infelizmente ainda aliena a economia angolana a "mono-exportação", dada &amp;nbsp;a única commoditie significativa na pauta exportadora e &amp;nbsp;geradora de receita. Sugere-se o incremento acelerado em setores como de extração mineral, os de manufatura pesada para equipar a&amp;nbsp;indústria, agricultura para diversificação e ampliação da pauta &amp;nbsp;de exportação e diluição do risco imposta pela mono-exportação de um único bem- o petróleo.&lt;br /&gt;
A &amp;nbsp;política de substituição de importações ainda&amp;nbsp;não&amp;nbsp;engrenou&amp;nbsp;e &amp;nbsp;priorizou obras que favorecem fortemente os setores altamente capazes de "enriquecer" pauta exportadora do país.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Pela experiência recente, a crise financeira e seus efeitos, &amp;nbsp;o alerta despertado pela recente politica de contenção cambial de restrição a &amp;nbsp;emissão de montantes para o exterior, uma experiência bem sucedida na contenção do câmbio, porém, seu grande aspecto "antipático" é retraçaõ da comercialização com exterior &amp;nbsp;a diminuição e &amp;nbsp;a crescente "fuga" de capitais pela forte demanda de remessas pelas empresas Multinacionais (originando queda nas reservas externas no Banco Nacional), além da manutenção do forte déficit incorrido pelo Estado com as obras de recuperação das infraestruturas.&lt;br /&gt;
A &amp;nbsp;melhora do setor exportador abre oportunidades para a continuidade acelerada dos investimentos para sanar a deficiência na geração das receitas para o país, hoje muito aquém das necessidades do país. Para isso, é necessário produzir mais commodities e aumentar a produtividade dos setores, aliado a produção com baixo custo e fortes ganhos proporcionados por escalas produtivas para atender o mercado interno e externo muito além do setor de extração de petróleo. &lt;b&gt;É necessário incluir demais setor na produção a níveis do setor petrolífero de Angola&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A recuperação do preço do barril, é uma boa noticia para a nossa economia a medida que as políticas de diversificação e substituição de importação não surtiram os efeitos desejados. Assim, &amp;nbsp;o patamar de 70 dólares a unidade de barril, tendem a aumentar &amp;nbsp;reservas externas e afrouxar a política interna imposta, &amp;nbsp;e reverter as fortes queda de entrada de capitais ocorrida desde a segunda metade do ano de 2009.&lt;br /&gt;
Além disso, a balança &amp;nbsp;comercial &amp;nbsp;se fortalece pela obtenção de superávits primários positivos e crescentes, podendo ser ampliados por &amp;nbsp;investimentos em setores produtivos tradicionais, e ampliação dos benefícios do crescimento do PIB pelo país.&lt;br /&gt;
Contudo, não podemos continuar "apáticos" e achar que o mercado externo é a fonte eterna e "mãe salvadora" das nossas deficiências estruturais &amp;nbsp;de cunho econômico, devemos olhar as vantagens competitivas potenciais que geram alavancagem das receitas e&amp;nbsp;diversificação&amp;nbsp;do risco na pauta exportadora do país.&lt;br /&gt;
PAULO BURITY - 55 31 99413136&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4080731138595225230-8694458034589805272?l=angolavisaoeconomica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Hu658b4QqjmBjTPysyyYoXOgU74/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Hu658b4QqjmBjTPysyyYoXOgU74/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Hu658b4QqjmBjTPysyyYoXOgU74/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Hu658b4QqjmBjTPysyyYoXOgU74/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Angola-visoEconmica/~4/gaIP5nqeDoo" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://angolavisaoeconomica.blogspot.com/" title="A RETOMADA DO PETRÓLEO -  O EFEITO NA ECONOMIA ANGOLANA" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://angolavisaoeconomica.blogspot.com/feeds/8694458034589805272/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4080731138595225230&amp;postID=8694458034589805272" title="5 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4080731138595225230/posts/default/8694458034589805272?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4080731138595225230/posts/default/8694458034589805272?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Angola-visoEconmica/~3/gaIP5nqeDoo/retomada-do-petroleo-e-o-efeito.html" title="A RETOMADA DO PETRÓLEO -  O EFEITO NA ECONOMIA ANGOLANA" /><author><name>PAULO JORGE BURITY PAIS DE OLIVEIRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06236675722049652039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://2.bp.blogspot.com/-lu97zEl-BKw/TlP-RoG6mzI/AAAAAAAAAKY/w7ox0WBupJA/s220/HPIM4158.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/S46PrAYSatI/AAAAAAAAAG8/w7a3_SW1zD8/s72-c/barril+de+petr%C3%B3leo.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>5</thr:total><feedburner:origLink>http://angolavisaoeconomica.blogspot.com/2010/03/retomada-do-petroleo-e-o-efeito.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C08CQ3c-eyp7ImA9WxBQFkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4080731138595225230.post-2378459781403962240</id><published>2009-12-30T09:59:00.000-08:00</published><updated>2010-01-16T14:44:22.953-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-01-16T14:44:22.953-08:00</app:edited><title>SERÁ VIÁVEL UMA FUSÃO TAAG E TAP?</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/SzuUuZGGN2I/AAAAAAAAAG0/rB-iH1_U1bU/s1600-h/images+(1).jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/SzuUuZGGN2I/AAAAAAAAAG0/rB-iH1_U1bU/s320/images+(1).jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Q&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;ue benefícios econômicos o setor aéreo e o consumidor angolano teriam com a fusão TAAG-TAP?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A TAP,&amp;nbsp;em função das médias anuais de prejuízos apresentadas, vem gerando cada vez menos acréscimos ao seu valor patrimônial líquido anual. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A TAAG, empresa de capacidade operacional menor, apresenta custos subsidiados pelo governo,embora tenha gerado lucros "nominais" expressivos, deteria uma proporção inferior nas receitas geradas pela fusão. Por apresentar margens de contribuição inferiores as da TAP, o que implica dizer que, a retirada dos subsídios&amp;nbsp;Estatais&amp;nbsp;sobre os custos operacionais da TAAG,&amp;nbsp; desmonstrariam lucros reais inferiores aos "supostos"&amp;nbsp;, ou até mesmo prejuízos expressivos não esperados. Desta forma, a TAAG participaria da fusão auferindo menores ganhos na partilha das receitas. Tal situação, justificaria-se pelos custos "reais" maquiados via subsídios dada a tendência da companhia apresentar prejuízos operacionais ao longo do tempo. Uma fusão entre a TAAG e TAP em pouco sortiria em "mais valia" para o setor aéreo angolano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;O processo de fusão implicará para as duas empresas, a assumirem&amp;nbsp;obrigações trabalhistas de exercícios anteriores levando a deduzir, a inexistencia de resultados positivos&amp;nbsp;do ponto de vista do consumidor. As passagens aereas &amp;nbsp;continuarão caras, não acompanhadas em melhorias significativas dos serviços, levando a crer que a estratégia fusão implicará somente em&amp;nbsp; aproveitamento do potencial de consumo no mercado angolano, além de promover o&amp;nbsp;'desafogamento' da companhia portuguesa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Portanto, a tendência aos preços elevados&amp;nbsp;tendem a se&amp;nbsp;manter.&amp;nbsp;A ausência de diferenciação de preços por segmentos e classes de consumo&amp;nbsp; não estarão expressos em diferenciação de preços. Portanto, benefícios esperados, como serviços baseados na diferenciação por segmentos de renda, e serviços específicos como os de férias e excursões poderão não apresentar-se como novidades para o mercado, dada inexistência de competição no setor angolano. Teríamos ainda um setor monopolizado, porém como uma gestão diferente da atual.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A inexistência de tais estratégias como as da redução de preços e o uso&amp;nbsp; de técnicas de diferenciação&amp;nbsp;por segmentos, levam a maior facilidade e atendimento personalizado a determinados grupos de consumidores entre faixas de rendas distintas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Porém, esforços para abosorção de nichos de mercado via customização e segmentação, dificilmente serão implementados no primeiro momento, devido ao fato de serem &amp;nbsp;duas empresas públicas, tornando o mercado atrativo para novos entrantes, principalmente os que atuam em segmentos diferenciados e tipicamente privados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Se considerar uma análise do BREAK EVEN POINT (ponto de equilíbrio- indicativo de lucro máximo) de cada companhia (TAAG E TAP), ficaría evidente qual empresa mandará no bolo da receita gerada pela fusão,&amp;nbsp;confirmada pela maior margem de contribuição e maior operacionalidade das rotas/escalas operacionais em relação a Taag.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;A empresa angolana por enfrentar ausência de concorrência, a torna imune a comparações &amp;nbsp; &amp;nbsp;com prováveis players locais,devido ao porte, escala e dimensão, o que a torna monopolista&amp;nbsp;dos serviços aéreos no mercado angolano pela&amp;nbsp;capacidade&amp;nbsp;em poder 'ditar' preços dos serviços sem qualquer concorrência ameaçadora. A verdadeira margem de contribuição serviços permanecem desconhecidas, sendo difícil 'auferir' quantitativamente qual seria o "peso" da Taag&amp;nbsp;nas receitas auferidas com a fusão, além de qual a verdadeira capacidade de mudanças dada a nova realidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Naturalmente a TAP por apresentar uma margem de&amp;nbsp;contribuição conhecida e relativamente superior, apresenta-se como a maior favorecida na negociação, podendo se transformar facilmente em líder dominadora na gestão da estratégia pela produtividade, escalas. Além da maior eficiência na gestão de custos e&amp;nbsp;melhores resultados comparativamente a Taag, a TAP poderá ditar as regras do jogo no mercado angolano, tornando-se numa&amp;nbsp;excelente alternativa para a melhoria do&amp;nbsp;posicionamento&amp;nbsp;atual de caixa atualmente em dificuldades.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;De modo geral o benefício maior se daria para as contas públicas portuguesas, através dos lucros expressos em cada final exercício anual vai mercado angolano, justificado &amp;nbsp;na 'potencialização' &amp;nbsp;e/ou amplificação das rotas,&amp;nbsp; redução de custos&amp;nbsp;dada pelas economias de escala externas e internas, e pela eficiência marginal do capital expressa no retorno do capital investido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Por sua vez o maior benefício do consumidor angolano, poderia estar expresso na melhoria dos serviços prestados, se comparados aos atuais da TAAG, porém, inferiores ao verificado no mercado mundial ao potencial de " sinergia" dado ao setor, se comparado as potenciais empresas mundiais líderes interessadas no mercado angolano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A transferência de &lt;i&gt;KNOW-HOW&lt;/i&gt; se apresenta como principal fator de benefícios para o setor aéreo em si, porém não traduzido imediatamente em preços competitivos na manutenção e treinamento operacional no mercado angolano, devido aos custos elevados a incorrer com Marketing de serviços no posicionamento da empresa. Todo o processo demandaria tempo e mão de obra nacional qualificada ate atingir-se os feitos desejados, para operar como plantas mas eficientes, geralmente dotadas de alto complexidade tecnológica, que no meu ponto de vista poderia se traduzir em fortes necessidades de investimentos em educação e treinamento não contemplados no orçamento público.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;De modo geral, o que efetivamente indica como solução para a fusão, é o modo como a gestão da crise que a companhia angolana atravessou durou para ser superada, sendo expressiva a forma como foi apoiada pela TAP e demais companhias para o cumprimento e extensão dos serviços por todo o continente dada determinações da IATA, surgindo daí a&amp;nbsp;idéia&amp;nbsp;de fusão para entre as companhias, como forma de superação da barreira imposta pela organização.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;É importante citar de forma ilustrativa que a Tap se comparados ao setor mundial, apresenta ineficiências expressa na baixa qualidade dos serviços na produtividade na inovação dos procedimentos de comparado aos grandes PLAYERS mundiais. Este ponto mostra a ausência de sinergia positivas consideráveis e amplificadas em escalas surpreendentes para setor angolano em geral carecendo de apresentar vantagens expressivas que o mercado angolano carece no momento. Essa limitação pode ser entendida na observação da composição dos custos fixos e variáveis e margens de contribuição somadas na fusão entre ambas, ou seja, não surtirão em&amp;nbsp;sinergia com diferencial expressivo para o&amp;nbsp;mercado da região austral (vide mercado sul africano).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Portanto, a concretização da estratégia de fusão levaria ao estado Angolano "redimir-se" pela perda de rendimentos com a companhia, apenas mudando a sua posição de patrono estatal, para acionista de proporções inferiores, pelo "&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;desacobertamento"&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt; aos custos subsidiados ,tranformando-o num acionista minoritário, o que me parece não se constituir numa alternativa factível do ponto de vista estratégico atual do Estado angolano se observado suas recentes intervenções no setor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Nota-se uma grande preocupação do Estato em reposicionar a companhia a um patamar de serviços de qualidade abrangentes e direcionadas ao consumidor, as ações pela tentativa de serviços de customização via &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;atendimento online&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;, o que demonstra a tentativa de manutenção da gestão centralizada no setor público, mas direcionada as necessidades do consumidor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Para TAP mas uma vez, seria um bom negócio pela oportunidade de ampliação e diversificação da composição do capital via fusão, que pode se traduzir em um fator amais de eliminação do risco sistêmico da companhia portuguesa nos serviços prestados ao mercado angolano, diferente de outras regiões em que atua.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A ampliação dos lucros da Tap com a fusão dar-se-ia via aumento nas operações, inibiria qualquer oportunidade de empresas angolanas menores atuarem em segmentos de serviços correlacionados, em detrimento do aumento decrescente de empregos diretos e indiretos, em função das estratégias se apresentarem com maximizadoras de lucros e minimizadoras de custos,demandando pessoal altamente qualificado aptos a assumir funções variadas, reduzindo drasticamente o número de empregos gerados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;De modo geral uma estratégia de fusão entre a TAAG e TAP, carece de se mostrar "eficiente" do ponto de vista econômico e financeiro, devido a existência de melhores opções no mercado mundial, que ofereceriam qualidade de serviços minimizadores de custos (sem necessidade de subsídios) em curto espaço de tempo, além do aparecimento de serviços equiparáveis aos serviços mundiais através da adoção de melhores práticas de segurança conforme regras da IATA . Porém, no meu ponto de vista a abertura gradual a concorrência para segmentos de rotas menores, o fomento para geração de oportunidades em segmentos correlacionados , poderia ser uma alternativa para o desenvolvimento e o aparecimento de novos players no mercado interno angolano, não descartando a necessidade de fortes investimentos por parte do estado na remodelação do setor habilitando serviços internacionais para novas companhias nacionais futuros mediante desempenho e abertura a concorrência, e&amp;nbsp;conseqüente&amp;nbsp;incentivo a ampliação da diversidade de serviços. Uma forma para o começo deste objetivo seria a criação de "marcas" nacionais leiloadas para empresas que apresentam altos investimentos de capital, &amp;nbsp;ou abrir programas de financiamentos e facilidades na aquisição de máquinas e equipamentos pesados para o empresariado nacional, parte delas capitalizadas em bolsa de valores em alguns casos e 'ancoradas' financeiramente ao Estado como forma de dar credibilidade aos investimentos no mercado além de servir como fator de diversificação do risco sistêmico temporário, sendo importante tais empresas serem regidas por executivos profissionais e gestores financeiros e&amp;nbsp;econômicos&amp;nbsp;independentes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Obrigado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Paulo Jorge Burity - Economista&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;55 31 99413136&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4080731138595225230-2378459781403962240?l=angolavisaoeconomica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/SyqP_AM2JYI/AAAAAAAAAGs/nngRCSZXngA/s1600-h/TAAG.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/SyqP_AM2JYI/AAAAAAAAAGs/nngRCSZXngA/s200/TAAG.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;D&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;etentora&amp;nbsp;de um faturamento na ordem dos milhões de dólares, a TAAG - Transportes aéreos de Angola parece somente enfrentar problemas fora das rotas internas do país. Boa parte desta visão encontra-se centrada na posição de mercado que ostenta em Angola. A empresa não dispõe de concorrentes em geral, dado a estrutura regulamentar do setor, particularmente centralizada na administração pública. &amp;nbsp;O Governo como impulsionador indireto da companhia, via subsídios, age como se uma "mão invisível" fosse, na predominância como monopolizadora natural dos serviços&amp;nbsp;aéreos. &lt;br /&gt;
A inexistência&amp;nbsp;de concorrentes, &amp;nbsp; torna-se o prato cheio de oportunidades para o incremento da oferta de "variados cardápios de serviços", que poderiam resultar na ampliação do domínio de longo prazo da companhia, resultando na elevação do custo de entrada de &amp;nbsp;novas empresas no setor. Caso a adoção de estratégias competitivas para um setor "monodominado" como o nosso, tal atitude necessitará priorizar a qualidade na prestação dos serviços, do nível e padrões semelhantes a das principais interessadas a partilharem o mercado aéreo angolano.&lt;br /&gt;
Acredito que a concretização de tal feito, estará focada na gestão de estratégias administrativa profissional em parceria com Estado, e focada no mercado, sendo classificado o Estado como&amp;nbsp;acionista-parceiro imparcial nas decisões gerencias e estratégicas da empresa. É o ideal no meu imaginário, a principal forma de defesa diante das concorrentes internacionais.&lt;br /&gt;
Portanto o ponto de partida para o aumento da eficiência produtiva da empresa poderia se dar na liderança impulsionada pela &amp;nbsp;profissionalização&amp;nbsp;da administração da companhia, com base de gestão dada por executivos nacionais capacitados, e de origem &amp;nbsp;nas principais universidades pertencentes a economias que atravessaram situações em décadas recentes da história. Ainda assim, o ideal seria abrir a&amp;nbsp;concorrência&amp;nbsp; para empresas de criação origem nacional.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Acredito que a parceria pública privada , blinda o a companhia contra as principais crises financeira conforme as que vivemos recentemente.&amp;nbsp;Tratando-se de uma companhia que predomina o capital público, seus investimentos tendem a se tornar morosos, caso a sua totalidade seja dependente do Estado provedor majoritário o risco torna-se real, devido a&amp;nbsp;burocrática&amp;nbsp;forma de atuação, justificando a abertura para o mercado de capitais como forma de capitalização dos projetos de investimentos. &lt;br /&gt;
Olhando o estágio atual que nos encontramos, a explicação confirma a morosidade dos serviços, sendo as &amp;nbsp;as&amp;nbsp;costumeiras&amp;nbsp;listas de esperas de passageiros associada a risco de não embarque, as alteração repentinas na taxa de ocupação de acentos e&amp;nbsp;ainda&amp;nbsp;o descompasso entre os horários de embarque marcado e o efetivo embarque, explicam a urgência da mudança das estratégias de serviços da companhia.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;A sugestão de tais mudanças visam a atender a inevitável tendência que o setor tende apresentar, ou seja uma crescente segmentação dos serviços, terceirização das atividades e&amp;nbsp;administração&amp;nbsp;voltada para resultados. &lt;br /&gt;
Modelos &amp;nbsp;específicos de atendimento voltados para a segmentação de serviços para pequenos nichos como os composto por demandas de &amp;nbsp;executivos, diplomatas, homens de negócios, e &amp;nbsp;demais grupos &amp;nbsp;seria uma parcela que poderia aberta a&amp;nbsp;concorrência&amp;nbsp;de companhias de menor porte explorarem .&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Taag mantém sua liderança devido a fortes subsídios do Estado, detendo &amp;nbsp;a totalidade do market share (bolo) de todo mercado aereo angolano, sem um concorrente com capacidade&amp;nbsp;equiparada.&lt;br /&gt;
A empresa &amp;nbsp;sobrevive diante de desafios expressos na prestação de serviços de qualidade no atendimento e apoio ao cliente diante de um cenário externo&amp;nbsp;direcionado&amp;nbsp;ao aumento da competição, e inevitável pressão na busca pela eficiência constante e diferencial dos produtos e serviços.&lt;br /&gt;
Preocupa-me a perpetuação destas dificuldades a medida economia do país mantem fortes &amp;nbsp;tendências&amp;nbsp;de&amp;nbsp;crescimento&amp;nbsp;econômico associado ao aparecimento da crescente "elite" consumidora de serviços e produtos, exigentes e com capacidade de definir a justificável entrada de empresas que tomariam o mercado em detrimento das oportunidades de negócios que poderiam estar reservadas aos nacionais.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Descartando a possibilidade de&amp;nbsp;concorrência&amp;nbsp;pelo menos no médio prazo, um cenário possível de pressão para a Taag, &amp;nbsp;estará exposto com a operacionalidade do novo aeroporto internacional de Luanda, em que &amp;nbsp;a ampliação dos serviços da companhia estará evidente, dado a escala operacional do projeto do aeroporto, o que implicará na necessidade acompanhamento a medida que o volume de operacionalização do aeroporto &amp;nbsp;caminha para o seu potencial máximo de capacidade. &amp;nbsp;A Taag pretendente a dominante do setor, estará obrigada a ampliar os investimentos em infraestrutura de atendimento e prestação de serviços condizente com a escala de operacionalidade do novo aeroporto, a medida que necessita manter-se como líder do mercado.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos níveis de operacionalidade atuais, a companhia deixa em aberto uma fatia de mercado vasta de oferta de serviços customizados, nichos e demais demandas preferências ainda não exploradas, que se absorvidas por companhias&amp;nbsp;caracterizadas&amp;nbsp;por atuação atraves do marketing agressivo poderá mudar a configuração do &amp;nbsp;mercado de transporte aéreo sem chances para o empresariado nacional.&lt;br /&gt;
Peso embora &amp;nbsp;o mercado se configure atualmente como ineficiênte, ou seja, um monopólio,&amp;nbsp;ainda&amp;nbsp;assim, supondo abertura a concorrência, &amp;nbsp;a Taag poderia se estabelecer com principal detentora da maior fatia do mercado no setor caso adotasse as estratégias de empresas potenciais concorrentes na sua forma de atuação na prestação dos serviços.&lt;br /&gt;
O constante aumento do volume dos negócios verificados em Angola, o aumento no deslocamento de executivos, governantes &amp;nbsp;em busca de negócios, e o crescente número de profissionais se deslocando para o interior do país, dado o estabelecimento das empresas nessa regiões, &amp;nbsp;justifica a implementação de uma estratégia para a &amp;nbsp;ampliação da capacidade operativa &amp;nbsp;da companhia, e beneficiar-se dos custos a entrada aos demais&amp;nbsp;competidores que inevitavelmente criará, retirando o Estado do papel de provedor de subsídios e agente regulador do setor.&lt;br /&gt;
O grande entrave atual está expresso na dependência demanda por recursos públicos, já pressionados pelas crescentes gastos incorridos com infraestrutura do país, e ausência de uma profissionalização na gestão tendo em vista as mudanças econômicas significativas na economia, tais como o surgimento do mercado de capitais.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A&amp;nbsp;ampliação&amp;nbsp;da capacidade operacional se dará, dentre outras necessidades, na ampliação do número de aeronaves modernas, nos balcões de atendimento, equipamentos de segurança, nas agencias e nos sistemas de telecomunicação e comunicação da companhia, demandando forte corrida ao financiamento para a&amp;nbsp;expansão&amp;nbsp;das atividades iniciais que o mercado de capitais oferece.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um cenário possível, diferente da existente &amp;nbsp;reserva de mercado (regulamentada), poderá se dar pelo preenchimento das oportunidades por explorar neste mercado" pelas &amp;nbsp;companhias nacionais novas nacionais diferente das estrangeiras de grande porte, que "perigosamente" se caracterizam por plantas extremamente eficiente de alta produtividade nos seus serviços disparadamente superior aos estamos acostumados atualmente. Portanto empresas nacionais de pequeno porte, futuras entrantes seus níveis de serviços &amp;nbsp;inevitavelmente a custos bastante competitivos, &amp;nbsp;capazes de se posicionarem no mercado operando via economia externas &amp;nbsp;eficientes de alto valor para os clientes.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portanto,&amp;nbsp;compreende-se a dificuldade de entrada no mercado de novas companhias &amp;nbsp;na disputa para operar as principais rotas em Angola, como uma forma de proteção imposta pela estratégia do governo, porém que poderia servir de fôlego para a Taag atingir padrões internacionais enquanto domina quase 100% dos serviços aéreos nacionais.&lt;br /&gt;
A necessidade de serviços com maior amplitude, é um apelo ao setor como forma de modernização, &amp;nbsp;que pela lógica da concorrência supostamente tiraria&amp;nbsp;a Taag da liderança do mercado numa velocidade assustadoramente preocupante.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diante das análises&amp;nbsp;micro-macroeconomica, o consumidor se beneficiaria de situação melhor dada a abertura do setor para a concorrência, pois estaria benefiado por preços menores, por uma variedade de serviços o qual poderia optar, além da qualidade equiparáveis se comparada aos exigidos no exterior, e uma &amp;nbsp;natural 'acomodação" como líder no setor, operando em segmentos massivos como os das classes de passageiros C e D.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta análise pode se dar pela avaliação dos Custos Fixos, Custos variáveis e Margem de contribuição de cada empresa no setor dada a existência de concorrência. Aquela que apresentar uma maior margem de contribuição comparativa as demais concorrentes se torna líder de mercado determinando preço competitivos, obrigando a cada companhia concorrente operar em setores que oferecem oportunidades de&amp;nbsp;demanda reprimida ou atuarem como seguidoras da líder sob risco de falência.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez o governo, não se&amp;nbsp;disponha a um cenário de risco tão nefasto para a Taag, supondo a opção melhor abster a companhia da "armadilha" da competição "concorrencial" por melhores serviços, ou leva-la a incorrer em operações geradoras de custos elevados, preferindo a convivência com a depreciação acelerada dos ativos e submetendo a dependência a subsídios e financiamentos morosos provenientes do Estado enquanto o mercado de capitais não comece a operar em escala satisfatória.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Paulo J. Burity - Economista&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;55 31 99413136&lt;br /&gt;
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&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;D&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;ife&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;rente d&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: normal; font-weight: normal;"&gt;a tendência ao impulso no crescimento dado pelo lucro dos capitalistas, a produtividade dos fatores de produção são as determinantes características do modelo por nós adotado. Sendo assim,a exclusão pela alta de especialização produtiva uma das características marcantes, sendo que a inclusão dos processos históricos nesse modelo ser vista como um inovação capaz de estampar um caracter mas humano ao crescimento angolano. Portanto, o desenvolvimento seria uma&amp;nbsp;conseqüência natural.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
A inclusão dos processos históricos nos modelos de crescimento com desenvolvimento&amp;nbsp;econômico, foram bem sucedidos em países como Peru,&amp;nbsp;colômbia&amp;nbsp;e&amp;nbsp;Tailândia, em as&amp;nbsp;características&amp;nbsp;locais de cada região são as principais fontes de crescimento das mesma.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;O modelo pelo qual estamos submetidos, acentuam as assimetrias regionais, quando pelo contrário deveriam &amp;nbsp;diminuir&amp;nbsp;tais&amp;nbsp;assimetrias. Fatores que contribuem para esses diferenças regionais, podem ser descritos como &amp;nbsp;aqueles os que &amp;nbsp;privilegiam&amp;nbsp;o lucro dos proprietários dos meios de produção, investidores e empresários em que o lucro e&amp;nbsp;geração&amp;nbsp;de excedente só a ele interessa, muitas vezes naõ &amp;nbsp;reinvestidos no país, e sim remetidos em forma de lucros para "matrizes" no exterior, "atolando" o país. &lt;br /&gt;
Além disso, os modelos atuais de crescimento são sustentados por setores de serviços geradores de empregos "qualificados" e semi-qualificados que implica na "seleção" e "exploração" da mão de Obra como principal critério de geração de mas-valia., em detrimento da imensa maioria de não qualificados existente no país.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um modelo&amp;nbsp;econômico que &amp;nbsp;desconsidera os processos históricos de cada região &amp;nbsp;província &amp;nbsp;ou grupo, amplia a desigualdade; inibe as vantagens comparativas locais, além de não promover a identificação e ampliação do potencial agrícola e/ou turístico, como forma de inserção dos&amp;nbsp;cidadãos na geração de emprego.&lt;br /&gt;
A extensão da terra agrícola existente e que há predominância na subsistência familiar, &amp;nbsp;implantar o sistema de cooperativas agrícolas geradoras de crédito para agricultores, torna-se na &amp;nbsp;forma possível &amp;nbsp;de inovação que gera inserção dos angolanos na economia.Projetos de&amp;nbsp;implementação e de cultivo de cana de açucar ou milho na zona&amp;nbsp;planáltica central de Angola, devem estar direcionados&amp;nbsp;ao aproveitamento das vantagens comparativas de cada região. Portanto o estabelecer um sistema de produção mecanizado &amp;nbsp;industrial para o abastecimento e&amp;nbsp;geração&amp;nbsp;de energia como o Etanol, se torna numa opção equivocada de desenvolvimento, Porém se tornará numa opção que gerará maior desigualdade pela demanda de mão de obra especializada em número reduzido pelo alta mecanização, bem como o &amp;nbsp;número cada vez menor de operários por maquinários, e a alta complexidade dos equipamentos exigindo &amp;nbsp;considerável qualificação, que não é o caso dessas regiões.&lt;br /&gt;
Com isso teremos, benefícios&amp;nbsp;ínfimos&amp;nbsp;do ponto de &amp;nbsp;vista de extensão para a população no geral, sendo que a maioria dos lucros na sua maioria e benefícios vertem para o proprietário ou capitalista, em detrimento da região,vide indústria de extração e refino de combustível em Angola.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Espera-se "apropriação" e "expropriação da terra", dos nativos, e perca por parte dessa população do modo de sobrevivência, para se especializarem como operadores de maquinários, que não é para todo mundo. Passando a&amp;nbsp;sujeição para a economia&amp;nbsp;mercantilista somente benéfica aos proprietários dos meios de produção e aos detentores de renda monetária constante.&lt;br /&gt;
Considerando ainda o Cidadão, ao enfrentar uma brusca mudança da economia rural para economia mercantilista, dado sua emigração para as cidades, a implementação de fabricas na região de origem e&amp;nbsp;residência, acarretam-se incompatibilidades entre&amp;nbsp;existência/ inexistência de oferta de trabalho,&amp;nbsp;sujeição&amp;nbsp;a demissões&amp;nbsp;ou admissões; qualificação ou não qualificação, como pré&amp;nbsp;requisito de adaptação&amp;nbsp;aos salários de&amp;nbsp;sobrevivência,ou seja, uma quase compulsiva sujeição a economia de mercado.Processos muitas vezes nunca vivenciados por um cidadão de perfil rural, fato que os coloca a situação muito próxima da miséria, quando da&amp;nbsp;existência&amp;nbsp;de dificuldades de inserção ao modelo devido a baixa qualificação, e a sujeição a forma capitalista de vida.&lt;br /&gt;
Há quase 72% das familias que emigram de regiões como por exemplo, as do Uige para Luanda, Malange-Luanda, Huambo-Luanda e demais, &amp;nbsp;compõem o tecido básico social da Urbe, &amp;nbsp;que a grosso modo na são a absolvidos pelo modelo&amp;nbsp;econômico&amp;nbsp;atual devido a fatores acima mencionado.Luanda por se caracterizar numa cidade de economia majoritariamente "mercantilista" de consumo, de produtos predominantemente industrial (importados na sua maioria), de laboração específica, impõe "barreiras" de&amp;nbsp;adaptação a&amp;nbsp;cidadãos&amp;nbsp;de origem rural, &amp;nbsp;dado o nível de especialidade das relações entre os agentes&amp;nbsp;econômicos que exigem um acumulo monetário significativo, diferente da produção produtos agrícola para consumo.&lt;br /&gt;
Embora cidades como Luanda, predominar atividades&amp;nbsp;econômicas&amp;nbsp;na sua maioria básica e informal, como a Pesca, o comércio, consumo de produtos agrícolas, ainda predomina a subsistência não favorecendo o acumulo monetário, sendo esses trabalhadores na sua maioria de qualificação "braçal ", deixando-os sem ocupação o que aumenta os grupos informais, quando se trata da tentativa de inclusão dos mesmo ao mercado de consumo.&lt;br /&gt;
A exposição a condições adversas enfrentada por cidadãos de origem rural, comprovam&amp;nbsp;a dificuldade do modelo atual em captar as necessidades da &amp;nbsp;diminuição e eliminação do risco do cidadão nas Urbes, embora &amp;nbsp;predominarem com atividade comum de subsistência e sustento familiar de muitos grupos de pessoas com&amp;nbsp;predominância&amp;nbsp;rural.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;A contínua aceleração dos negócios informais elevam a relação risco retorno de longo prazo dado&amp;nbsp;a inexistência de amparo legal por &amp;nbsp; pensão de benefício a aposentadoria pós ciclo de atividade ativa laboral.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Luanda e demais Urbes do país, tendem a gerar trabalhos&amp;nbsp;cada vez mas sofisticados, aumento na qualificação do ponto de vista da técnica de prestação de serviços por uso de componente tecnológico elevado, o que sugere um alto investimento em projetos de educação formal técnica qualificada para atender futuras necessidade.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;A tendencia é o aumento simultaneo do risco social de famílias oriundas de regiões tradicionais, o que justifica o elevado lucros dos empreendimentos formais abertos em Angola, em detrimento do direito do cidadão, acentuando o&amp;nbsp;fracasso&amp;nbsp;do modelo atual em gerar oportunidades, que&amp;nbsp;proporcionem empregos e diretos dignos dando margem para críticas no&amp;nbsp;âmbito&amp;nbsp;das necessidades de geração de oportunidades para um investimento em educação e formação técnica minimizadoras das assimetrias impostas pela &amp;nbsp;modelo atual.&lt;br /&gt;
(*) Paulo J. Burity Pais de Oliveira- Economista.&lt;br /&gt;
Email: peconomista@hotmail.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4080731138595225230-6977148936213102779?l=angolavisaoeconomica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hpqAcRjJ1TWxS8i3rbSE3flgJDY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hpqAcRjJ1TWxS8i3rbSE3flgJDY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;O&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;empréstimo concedido pelo Fundo Monetário Internacional-FMI a Angola, dará novo fôlego a composição das reservas cambias. Embora haja forte pressão sobre as reservas em moeda forte e sobre a inflação, percebe-se "a crença" sobre a solidez que economia angolana atravessa, dado os contínuos investimentos diretos externos, e a paulatina ascensão do preço do crude entre USD 74 e 78 dólares, fatores contribuidores da melhoria nas condições futuras sobre as expectativas, o que resultou na facilidade e rapidez da obtenção do empréstimo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Questiona-se, se a gestão&amp;nbsp;econômica&amp;nbsp;passará a cumprir &amp;nbsp;a "cartilha" imposta pelo FMI , de ânimos estáveis, diferente do que foi vivenciado entre 2006 a 2008, momento em que ocorre a amortização total da dívida junto ao FMI dando fim as "contradições" com o FMI.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;O fato é que o&amp;nbsp;montante disponibilizado resolverá o problema de liquidez de dólares que enfrenta a balança de pagamento na conta atrasados, e reservas internacionais que vinha sofrendo um preocupante 'sangria' para dar conta da elevada demanda por dólares verificada desde o agravamento da crise financeira mundial, culminando com demissão do antigo governador do Banco central - BNA.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;O referido empréstimo &amp;nbsp;irá &amp;nbsp;contrapor &amp;nbsp;as necessidades de remessas ao exterior, &amp;nbsp;momento em que o "fantasma" da dívida interna começa a mostrar o seu rosto a medida que retira &amp;nbsp;parcelas consideráveis do PIB necessárias ao financiamento do crescimento da economia, para o financiamento dos gastos com infra-estrutura &amp;nbsp;nos projetos do Governo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Num cenário como este, a necessidade de ampliação dos recursos arrecadados para pagar os juros da dívida, encontram-se pressionados a aumentar, e, além disso, se&amp;nbsp;estende&amp;nbsp;a geração de saldos positivos a obter com exportação de petróleo, e com a cogitação possível de criação de novas fontes de arrecadação de impostos diretos e indiretos sobre a renda gerada internamente, quer seja obtidos pela circulação de mercadoria, sobre a propriedade, ou sobre a produção industrial sobre território urbano, ou&amp;nbsp;ainda&amp;nbsp;sobre os produtos importados industrializados.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Embora indigesto os impostos além do mais são impopulares e de difícil implementação porém necessários formação da base de&amp;nbsp;sobrevivência do Estado (pois ele não produz) além &amp;nbsp;de servir de sustento &amp;nbsp;para a continuidade da &amp;nbsp;implementação de bens públicos.&amp;nbsp;Assim favorece a ampliação e diversificação de fontes de rendimentos para o Governo (tesouro nacional), podendo se estender sobre a produção exportação de barris de&amp;nbsp;petróleo, entrada de produtos estrangeiros de forma amplificada de arrecadação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Considerando os impostos sobre a produção e exportação de petróleo já existente, costumeiramente "fieis serventes" as despesas do Estado, e principais "auxiliadores" na continuidade a expansão das atividades em curso, a redução na arrecadação destes retardarão a eliminação dos principais &amp;nbsp;"entraves" e/ou gargalos na economia como portos, estradas com conexão entre as províncias e modernização da estrutura das instituições públicas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&amp;nbsp;Por outro ângulo, as dívidas assumidas com empréstimos, traz em si outra preocupação de longo prazo, a da necessidade de geração e manutenção de saldos positivos na balança comercial (totalmente dependente de um único setor), paga custear e amortizar os efeitos dos juros sobre o principal. A inexistência de contrapartida de longo para prazo dada pela existência de uma pauta multisetorial de médio prazo, a construção de projetos que gerem renda e base para arrecadação deverá se tornar numa de forma de garantir o pagamento das despesas incorridas com os juros sobre o principal da dívida externa adquirida.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Porém o "ilustre" garantidor de compromissos, receitas petrolíferas, segue compromissado e continuamente "sobrecarregado", sujeito a cíclos conforme a crise de 2008 com quedas dos preços do barril oscilando &amp;nbsp;entre &amp;nbsp;12 a 15%, desestabilizam o processo de independência na geração de recursos, enquanto não se fizer &amp;nbsp;sentir a diversificação de fontes&amp;nbsp;alternativas&amp;nbsp;de receitas senão a atual e indiscutível proveniente do setor&amp;nbsp;petrolífero&amp;nbsp;que representa a considerável participação de 97% da geração de riqueza do nosso país.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&amp;nbsp;Altamente "lastreado" &amp;nbsp;o setor petrolífero caminha como o "SOBERANO" e "SOBA MAIOR" garantidor dos compromissos externos paradoxalmente enfrenta forte investimentos de seus rivais substitutos, teme-se &amp;nbsp;começar a responder menos como principal fonte de energia no mundo, e&amp;nbsp;conseqüente&amp;nbsp;gerador de riqueza em Angola. A preocupação tende a aumentar caso não se leve a sério o programa para a diversificação e o programa de substituição de importações que faz parte das estratégias de desenvolvimento industrial do país convista a desonerar a pauta importadora geradora de déficits externos consideráveis.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Talvez dessa forma possamos diminuir a dependência da demanda externa para gerar maiores receitas para o Governo via setor&amp;nbsp;petróleo&amp;nbsp;e pulverizar a&amp;nbsp;dependência&amp;nbsp;de receita para uma pauta multi-setorial exportadora.&amp;nbsp;Empréstimos anteriormente&amp;nbsp;concedidos têm o seu peso preocupante na riqueza gerada pelo país de período a períodos, como é o exemplo os financiamentos adquiridos dos bancos chineses, que obrigam a manutenção e ampliação dos saltos comerciais (Exportação-Importação) positivos cada vez maiores e incapazes de ser gerada por um único setor em caso de crises adversas de commodities Sua combinação supondo manutenção da demanda de petróleo a níveis atuais,&amp;nbsp;assistiremos&amp;nbsp;o sacrifício&amp;nbsp;aos programas de desenvolvimento e comprometimento de projetos de&amp;nbsp;âmbito&amp;nbsp;social em como a adoção de políticas econômicas restritivas que oneram o crescimento da economia.l&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Do lado interno&amp;nbsp;a necessidade em dar o fôlego para suportar o financiamento das obras de suporte ao crescimento econômico, pequenos deslizes (exemplo não pagamento das obrigações via títulos públicos ou atraso nas obrigações) poderão gerar expectativas negativas sobre a capacidade do cumprimento do governo no pagamento da dívida, elevando a avaliação de risco (DIVIDA/PIB) via disseminação de expectativas negativas de possível atraso de pagamento da dívida externa, fato que todos torcemos se torne improvável de acontecer.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Como forma de se curar da ressaca da crise, temos desafios expressos pela grande necessidade de ajustes fiscais (reformas tributárias e administrativas) busca por alternativas de financiamento que não os externos,&amp;nbsp;pressões&amp;nbsp;sobre a&amp;nbsp;geração eficiente de receitas provenientes do setor extrativo, associado a necessidade de manutenção de reservas em moeda forte.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Na vertente externa a atração e incentivos aos investimentos diretos externos, geradores de multiplicadores internos para pequenos investimentos, aqueles não somente dependente do Governo, mas da criação de infra-estruturas básicas para atração e instalação de&amp;nbsp;Indústrias, atualmente é o componente que o Governo não quer "abrir mão" "deixar de fazer", dado os benefícios de ganhos gerados por esta estratégia, ao micro empresário, é o básico necessário para que um investimento externo se torne atrativos, assim como as oportunidades de negócios secundários se proliferem. Contrariamente, os riscos para novos investimentos se tornam reais e elevados, amplificando o custo de oportunidade Angola no desenvolvimento de &amp;nbsp;mercados, como por exemplo, o setor de tecnologia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Não se trata de uma receita absoluta, pois se trata de uma conjunção e &amp;nbsp;bem dosada de políticas necessárias e serem imediatamente aplicadas, algumas já em curso como as de SUBSTITUIÇÃO DE IMPORTAÇÕES dada pela criação de pólos industriais, que servirão no primeiro momento para substituir as importações fator que pesa na continuidade de saldos negativos na balança comercial continuamente apresentado pela importação elevada de bens manufaturados, e poderão&amp;nbsp;privilegiar&amp;nbsp;o desenvolvimento de uma&amp;nbsp;indústria&amp;nbsp;diversificada e "auxiliadora" na redução da&amp;nbsp;dependência&amp;nbsp;externa via petróleo como fonte de receita única.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Considerando o fato de que as atenções se voltam para o peso da dívida atual &amp;nbsp;em relação ao PIB (DÍVIDA/PIB= risco país), alimentada pelo peso bruto do principal devido mas os juros sobre a geração de riqueza a cada período, "decodificam" a necessária &amp;nbsp;busca por uma saída imediata no&amp;nbsp;funcionamento&amp;nbsp;dos compromissos externos e internos, e da reestruturação, que além de diminuir o peso da dívida gerará a manutenção da credibilidade da gestão&amp;nbsp;econômica.&amp;nbsp;Importa&amp;nbsp;tranqüilizar que aumentar a dívida não&amp;nbsp;necessariamente&amp;nbsp;seja ruim, a questão é gestão da mesma , ou seja a eficiência&amp;nbsp;no uso dos recursos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Deste processo derivam indagações tais como as seguintes:&amp;nbsp;Teremos capacidade de gerar riquezas (receitas) suficientes para dar continuidade aos contratos assumidos com os financiadores do crescimento de Angola? Com as construtoras? E com manutenção da política monetária, expressa pela manutenção do cambio? Conseguiremos atender o excesso de demanda por dólares das empresas multinacionais, sem restringirmos o câmbio? E gerar receitas que dão continuidade ao programa de&amp;nbsp;reestruturação&amp;nbsp;e ampliação da infra-estrutura para manutenção do crescimento via gastos do Governo?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Nossa economia demanda produtividade maior para atender o nível de atividade trazida pela entrada de investimentos diretos externos, contrapondo-se a&amp;nbsp;concorrência (por&amp;nbsp;subsídios&amp;nbsp;a empresa nascente)&amp;nbsp;de modo que ao diminuir a emissão de poupança interna (reservas para o exterior em dólares para o exterior) tais reflexos devem traduzir um benefício maior relativo a economia interna, ou seja devemos ganhar mais com IDE- investimentos diretos externos via emprego e&amp;nbsp;geração&amp;nbsp;de renda interna via salários aos trabalhadores, se comparado a emissão de lucros para o exterior por estas empresas. O que &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;diminuirá classificação de eternos emissores de poupança para o exterior&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;e financiadores do desenvolvimento de países externos ao contrário do nosso próprio país, dado ao acumulo positivo de "saldos &amp;nbsp;positivos" na balança de capitais estrangeira via exploração de vantagens comparativas Angolano sem contrapartida equivalente. Como é o caso de Portugal maior beneficiário do crescimento de Angola sem contrapartida equivalente para a Angola. Justificando-se assim a classificação de peso, como o país número 1 na Balança comercial portuguesa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Olhando pelo lado menos otimista estaremos nós a entrar numa trajetória explosiva, expressa pela não continuidade do crescimento virtuoso anteriormente&amp;nbsp;experimentado, contraposto pelo elevado comprometimento financeiro assumidos com o exterior, dado ao fraco desempenho do setor petrolífero em termos de geração de receitas ou pela fraca diversificação da pauta exportadora do país?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;A necessidade de gerar superávits primários sucessivos "lastreadas" ao setor extrativo, nomeadamente o setor de petróleo, encontra-se sobrecarregado por compromissos assumidos, e prejudicada oscilação do preço e pela limitação de produção de barris a baixo de 2 milhões, pela OPEP, além dos novos compromissos assumidos pelo governo com a expansão das infra-estrutura. Daí a indagação sobre a credibilidade na eficiência da gestão dos recursos por&amp;nbsp;escassez, negativamente sobrecarregada por&amp;nbsp;"passivos" antigos, na análise de novos investidores interessados na economia de Angolana.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Por outro lado, os atrasos no pagamento as empresas estrangeiras, nomeadamente das empreiteiras aumentam a reversão das expectativas futuras de investimentos, como a Odebrecht, Camargo Correia, empresas extremamente vinculadas aos as receitas do governo, levam a diminuírem&amp;nbsp;a expansão das suas atividades, com reflexos preocupantes sobre o emprego de mão de Obra, fato ocorrido com a demissão em massa de empregados aumento seu risco e retorno num cenário como este.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Estimativas indicam que a divida interna de angola é equivalente ao volume concedido pelo FMI, ou seja, cerca de USD 2 bi de dólares, desconsiderando o efetivo montante de dívida externa adquirida, que acredita-se estar no mesmo patamar desconsiderando a dívida interna.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&amp;nbsp;Portanto, a torcida está no desempenho da economia externa (maior exportação) e interna (maior arrecadação e credibilidade nos gastos através da eficiência do seu uso, fase a situação que se encontra a economia, pressões inflacionarias, desvalorização da moeda, reservas cambias baixas, déficit na balança comercial, arrecadação de impostos insuficientes e crescimento do PIB baixo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;A antevisão de um afrouxamento em algumas atividades a expectativas se atém a uma expansão do PIB insuficiente, alertando para a necessidade de continuidade da atração dos investimentos diretos externos e financiamento, e seu benefício sobre as reservas internas e continuidade das obras públicas via gastos do governo, o que desencadeia um&amp;nbsp;ciclo&amp;nbsp;de dívida- crescimento e crescimento com Divida perpétuo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Ampliar os gastos do governo é contraditório neste momento, devido a Necessidade de Financiamentos dos Gastos Públicos não contrabalançados pelo setor interno (arrecadação).&amp;nbsp;A necessidade da manutenção de estímulos aos investimentos diretos, e necessidade aumento nas receitas arrecadadas para o pagamento dos juros externos sobre a dívida demanda soluções de expansão da base tributável e diversificação da economia.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Do ponto de vista das empresas as expectativas redução dos lucros são perceptíveis e seus efeitos sobre os custos serão de inevitáveis afrouxo na expansão dos seus investimentos, dando a entender que contínuas pressões para redução na demanda por mão de obras e a redução nos níveis de empregabilidade serão impactantes sobre o crescimento&amp;nbsp;econômico no curto prazo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Economista- Paulo J. Burity Pais&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: white; background-image: initial; background-repeat: initial; color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;55 31 99413136&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4080731138595225230-6381525744148341982?l=angolavisaoeconomica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ghbpDIj5vjNSMQiMgiUJ36FGqfY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ghbpDIj5vjNSMQiMgiUJ36FGqfY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-large;"&gt;&lt;b&gt;F&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;ruto do bom desempenho anteriormente apresentado pela economia angolana desde o final da guerra civil, as expectativas dos empresários se tornaram positivamente fortes e constantes. Os investimentos tornaram-se crescentes, a expectativa de retorno do capital positivas, a taxa de lucro extremamente atraente e realizável independente do custo inicial incorrido.&lt;br /&gt;
O emprego e a forte ascensão do PIB deram uma enorme confiança aos projetos de investimento diretos na Economia Angolana, atraindo capital produtivo e geração de empregos qualificado principalmente para estrangeiros com classificação desempregados involuntários ou empregados com salários insatisfatórios ou com expectativas de empregabilidade baixas em seus países de origens. Embora a situação não chega a este ponto de preocupação, devido a ociosidade na indústria e escassez de serviços empresas prestadoras de serviços seja alarmante, não apresenta ameaça aos postos de trabalhos para mão de obra qualificada seja nacional ou internacional.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O atual "estado" da economia, demanda uma preocupação, Macro, um preocupação mas ampla em relação aos setores produtivo. Somos vítimas do próprio crescimento?&lt;br /&gt;
Empresas internacionais que trabalham com enorme remessa de valores para o exterior, sua matrizes, vêm seu padrão de emissão e confirmação de "filiais" lucrativas, estão impedidas de se apresentar como confirmadoras do EL DOURADO angolano. Seus contratos encontram -se congelados ao cumprimentos garantidos, suas expectativas se deterioram devido a noção de risco sistémico&amp;nbsp;momentâneo&amp;nbsp;apresentado pela economia, além de verem seus projetos futuros de incertos.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Neste contexto&amp;nbsp;o&amp;nbsp;alerta&amp;nbsp;foi dado devido a forte fragilidade das contas públicas angolanas apresentadas em função da redução das receitas do Estado, e forte omissão dos gestores ao cenário externo a organização no mercado inserido. Análise mantidas em segundo plano, ou não realizadas parte "necessários" analistas conjunturais internos a empresas, ou demandados como consultores externos, resultado num planejamento Financeiro impreciso e incapaz de prever tamanho risco pelo menos de curto prazo.&lt;br /&gt;
Empresas da area de construção em Angola vivem atualmente problemas de para conversão dos lucros expressos em Kwanzas para moeda forte, Dólar e Euro afim de remeterem para as suas matrizes, assim como enfrentam dificuldades para concessão de emprestimos para a composição do seu capital de giro e dar continuidade das suas atividade enfrentam a expectativas de não recebimento a tempo de seus pagamentos contratuais junto do Governo precárias, devido a excassez de dólar imposto pela restriçaõ a demanda e aumento dos reservas dos bancos comercias junto do Banco Central de Angola - BNA, além de estarem sentadas num "bóia" de&amp;nbsp;privilégios&amp;nbsp;dado por concessões&amp;nbsp;extremamente&amp;nbsp;vantajosas.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contribuíram para falta dessas informações um departamento econômico e financeiro "hábil" e treinado para questões relacionada ao cenário econômico Angolano extremamente vulnerável a ciclos adversos externos, devid ao mono-setor exportador gerador de receitas.&amp;nbsp;Contribuíram, para isso as ausências de estatísticas divulgadas sobre composição das reservas, do saldo da balança comercial, e a evolução das receitas tributárias, assim como o excessivo otimismo pós crise, massificado pela ausencia de estudo de cenários&amp;nbsp;econômicos.&lt;br /&gt;
Mas do que o simples observar crítico, estavam as corporações cegas, atuando num cenário ilusóriamente positivo e contraposição ao cenário externo explicitado pela crise mundial desde novembro de 2008.&amp;nbsp;A ação do estado sobre o câmbio e subseqüentemente sobre a emissão de moeda para o Exterior instalou a reversão das expectativas, desta vez demasiadamente tardia por parte dos empresários e com indícios progressivos de enorme relevância sobre as finanças das empresas e sobre a atividade econômica do país.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A forte demanda de moeda estrangeira não contrabalançada , levou a escassez  e conseqüente elevação das obrigações dos bancos comerciais de 20% para 30% de suas reservas junto do banco central - BNA, retraindo o crédito e a oferta de moeda no mercado. As empresas passam a enfrentar dificuldades de emissão conversão de moeda de ganho (kwanza) para a posterior emissão no exterior o Dólar, que por sua vez apresentaram escassez no mercado, devido a atuação normativa do Banco Nacional de Angola - Banco central de Angola. O Tesouro nacional vê-se em dívida com o setor privado, e da-se a pressão sobre os custos das empresas com conseqüentes demissões em massa e atraso salariais pagos em dólares, da-se o excesso de Kwanza na economia e pressoes sobre inflação acompanhada de uma valorização do Dólar. Desta forma a pressão sobre moeda se dá pela valorização alterando mas uma vez o custo das empresas no planejamento de seus gastos.  &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A observação das políticas econômicas nacionais como forma de gestão das organizações torna-se necessária para a gestão das empresas angolana, o custo inerente a não observações das políticas e cenários económico nacional torna um risco enfrentado pelas empresas em Angola.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4080731138595225230-1532670323515867057?l=angolavisaoeconomica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Tal cenário incorpora a expectativa de redução dos investimentos públicos, a noção de que o governo ver-se-ia obrigado a trabalhar com uma "dotação" - verba menor, no custeio dos seus projetos, obras, e programas pautados por uma provável estimativa das receitas/despesas menor no OGE (Orçamento geral do Estado), dado a queda corrente do volume de produção de barris de petróleo associada a redução do comércio mundial. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;line-height:13.5pt"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#333333;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;Variáveis “indiretas”, como as ligadas às metas inflacionárias que precisam ser mantidas entre 10% a 12% (inflação), dado cambio Kwanza/dólar se “valorizando” melimetricamente, desperta a necessidade de controle o que confirma a imposição de uma limitação lógica na expansão dos gastos do governo, motivada pela necessidade da estabilidade econômica. Chamamos de variáveis chaves a inflação, o câmbio, os impostos, subsídios e juros do crediário bancário, determinadoras do controle e manutenção da política macroeconômica e gestão da economia Interna. Sabendo que elas são responsáveis pela a estabilidade, a necessidade de manter saudável os parâmetros econômicos, dado o cenário vigente, impõem a barreira para o Governo gastar menos, levando a continuidade da aceitação em "concordar" com a manutenção da paridade cambial controlada, dentro de uma banda confortável, resultando num menor impulso ao crescimento da economia, e a conseqüente redução no multiplicador de investimentos e seus efeitos positivos de anterior favorecimento do crescimento das empresas menores – como é o caso da Construção e correlatos como empresas de compra e venda de matérias de construção e maquinário.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;line-height:13.5pt"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#333333;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;Num cenário como este, o principal órgão gestor fiscal do país, o ministério das finanças, propõe a criação de um "sistema para conter a crise", embora não esteja claro sobre o significado da proposta, porém percebe-se ainda a seriedade dos efeitos trazidos pela crise em Angola, pois pelo fato de se tratar da principal "financiadora" dos “gastos do governo” via arrecadação de impostos tarifas subsídios/transferências, mostra que a crise demanda a coordenação de políticas, que não só passam pelo setor fiscal, Ministério da Economia e sim simultaneamente por política monetárias geralmente implementadas pelo Banco Nacional de Angola. Entende-se nessa sequencia, que a criação de uma sistema para conter a crise proposto pelo Ministério das Finanças, passará pelo ministério do Planejamento, da Economia até ao Banco Nacional principal autoridade monetária do País. Tudo indica uma forte e já esperada política fiscal e monetárias restritivas com efeitos sobre as despesas orçamentais, a medida que o tamanho das receitas do petróleo se apresentam como um cobertor "curto", dado a dimensão das obrigações financeiras do Estado. Tal aperto visa por lado, diminuir a risco país, dada pela relação DIVIDA PÚBLICA/ PIB, manter a tendência de crescimento positivo acima de dois dígitos seus efeitos subseqüentes sob a cadeia produtiva e de serviços basicamente sustentado pelos investimentos do governo que nada mais dependem da forte receitas petrolíferas e da forte arrecadação fiscal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;line-height:13.5pt"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#333333;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;Muitos debatedores defendem o aumento da base tributável, porém isso depende de uma reforma tributária, ampla, da operação da capacidade produtiva sem ociosidade, que demanda longos períodos de investimento e mudanças geralmente são longas, e não satisfazem o empresariado estrangeiros que é estimulado justamente pela a quase ausência de tributação ao investir no país. Numa fase pré - eleitoral, não é uma medida tão agradável embora necessária.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;line-height:13.5pt"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#333333;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;A tendência de pensamento atual se restringe a manutenção da saúde da Economia interna, ou seja, de tudo o que diz respeito aos gastos do governo, a dívida pública, aos investimentos diretos em infraestrutura, as reservas monetárias em moeda forte, bem como a política macroeconômica. O novo olhar imposto sobre o novo cenário de crise transfere-se do cenário externo, para se concentrar na economia interna, principalmente no que diz respeito as necessidade de uma maior equidade nas despesas e consolidação das políticas fortalecedoras da economia interna no curto prazo, e a necessidade de financiamento do Estado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;line-height:13.5pt"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#333333;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;O papel do petróleo como "garantidor" das despesas orçamentais e fiscais demonstra sobrecarga, insuficiência extrema e pouco ampla no auxilia as extensão de abrangência da política fiscal necessária para a continuidade do crescimento via gastos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;line-height:13.5pt"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#333333;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;O peso dado pelas receitas na riqueza do país versus "necessidades de financiamento do Estado" está a diminuir com queda de 99% a 88% da composição do PIB ou geração de riqueza. O "tapa buraco” de excesso dos gastos, as receitas petrolíferas e seu peso relativo forte na geração da riqueza interna, conta essa anteriormente superavitária, hoje tende a deficitária caso não for ajustadas no orçamento, pela sua insuficiência de cobertura as despesas do Estado. Fato esse derivado das inúmeras obrigações, geradas pelas necessidades subjacentes ao processo de "re-nascimento" da indústria, da expansão das infra-estrutura viárias, e dos meios para a sustentação das mesmas, devido a necessidade de um país em constante crescimento e ampliação dos meios para tal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;line-height:13.5pt"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#333333;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;A ausência no país de impostos de circulação sobre a circulação viária, apóia o ideal de ampliação da base tributável, que na visão de alguns analistas, poderá servir de, mas uma fonte de financiamento das necessidades do governo para dar continuidade ao seu programa de crescimento. No presente momento, o volume arrecadado provenientes das receitas alfandegárias impostos ad-valorem ou sobre valor das importações, constitui numa espécie de "absorvedor" das constantes necessidades extra- orçamentais do governo, porém insuficientes se comparado as provenientes anteriormente do petróleo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;line-height:13.5pt"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#333333;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;Já o petróleo aparecia como o "garantir" do endividamento externo, para os financiamentos obtidos no exterior, uma espécie de “ ajuda a sair do sufoco”, atualmente se mostra incapaz de contrabalançar o déficit primário interno nas contas públicas, aumentando a pressão para o aumento do endividamento do estado via emissão de títulos públicos, caso não dermos devida atenção o efeito crises. O vencimento das dívidas externas, a queda nas receitas, e o desequilíbrio no balanço de pagamento podem se tornar em indicadores secundários sobre o rumo da credibilidade dos gestores público fase um cenário que se mostra tão hostil mundo a fora, sendo inimaginável a perca do controle sobre os indicadores primários, como superávit primário das contas públicas importação e exportação, estabilidade inflacionária e do câmbio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;line-height:13.5pt"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#333333;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;A necessidade de financiamento do setor público a volumes proporcionais a manutenção da baixa cotação do petróleo no OGE, mesmo embora se tiver trabalhado com cenários persistemente conservadores nas estimativa, não conseguem se caracterizar como estimativa otimistas devido a volatilidade do preço petróleo antes da crise, e da redução “acordada” junto a OPEP, passando atualmente a patamares abaixo do inicialmente previsto pelo "cenário" mas pessimista e conservadoramente orçados pelo estado, o que aumento a corrida do tesouro junto ao "conselho" para a criação de um sistema para conter o fenômeno desfavorável a nossa economia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;line-height:13.5pt"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#333333;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;Dessa forma teremos, mas uma "ala" de combate a crise financeira sobre a economia, além da existência dos instrumentos normais de atuação que são características dos principais órgãos econômicos, MINFIN, BNA, sendo esta fora dos padrões comuns de ação. Espera-se a formação de uma “gestão” paralela, ou adjunta, entre as principais autoridades, na busca de políticas que minimizem os estrangulamentos das receitas "dotadas", ou tendência da aplicação de uma nova política de efeito imediato, de modo a manter e contrabalançar a diminuição das receitas petrolíferas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;line-height:13.5pt"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#333333;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;Supoem-se que a pressão para solução dos problemas atuais se transferirem para o tesouro nacional, devido ao seu grande poder de arrecadação e gestão das finanças públicas, por outro lado não se espera políticas monetárias "deliberadas", pois poderão pressionar a estabilidade macroeconômica duramente conquistada pelo país. Cabe neste cenário, uma minuciosa política afim de não comprometer a economia interna do país. Embora contra o senso de restrição, visualiza-se a oportunidade para ação do tesouro na condução da política fiscal voltada para o curto prazo, como por exemplo das tarifas alfandegárias sobre a entrada de bens e o incentivo a produção "desonerada" de produtos de consumo interno. Conforme se sabe, programas para o longo prazo estão em curso e já em fase parcial de conclusão, como é o caso do projeto de industrialização de Viana, o pólo industrial de Luanda, fator que poderá aumentar a base de arrecadação tributária industrial, porém o fator de extrema angústia para o governo é o curto prazo, ou seja, o momento atual, que precisa de um remédio que estimule o crescimento da economia interna, a continuidade da atração externa aos investimentos produtivos no país, fortemente estimulada de inserções de impostos aos investimentos diretos externos- IDE. A necessidade crescente do produto de trimestre a trimestre, mantendo a perspectiva de manutenção de receitas a patamares aceitáveis é pouco provável, pois depende do “belo prazer" no mercado mundial justificando a atenção a Economia interna à medida que se trabalha com políticas de estimulo ao crescimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;line-height:13.5pt"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#333333;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;Continuar na perplexidade, não deve ser a característica dos gestores, trata-se novamente da continuidade na busca por "ferramentas" macroeconômicas que equacionem seus respectivos ingredientes a fim de se criar um novo produto numa situação de crise, independente dos projetos em curso. Esse papel não só cabe ao ministério das Finanças, e sim a gestão econômica (Ministério do planeamento, Banco Nacional, Ministério da Economia) pautada por uma ação coordenada e voltada para a manutenção dos investimentos públicos, sem desestabilizar os fundamentos econômicos alcançados, como taxas de inflação baixas, câmbio estável e manutenção das reservas em moeda forte.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;line-height:13.5pt"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#333333;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;Economicamente falando, as principais variáveis do receituário, capazes de levantar a economia do país no curto e médios prazos passam pedrominantemente pelo lado fiscal e monetário, coadjuvando-se tarifas alfandegárias, redução/ isenção de impostos, embora a industria ainda incipiente e pouco operante, associado ao crédito pessoal, e redução das taxas de juros de longo prazo. As políticas voltadas para a infra-estrutura deverão focar o novo nível de "despesas" orçados no OGE, contrabalançado pela manutenção da elevação nas receitas alfandegárias. Estimular o consumo via crédito, e redução dos juros darão efeitos mais rápidos na economia, via consumo podendo provocar maior liquidez financeira das empresas e demais setores. Portanto, o fator chave para o começo do equacionamento deste entrave ao crescimento do país está nas ferramentas econômicas a usar para o &lt;b&gt;&lt;u&gt;fortalecimento da Economia Interna.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;line-height:13.5pt"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#333333;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="text-decoration:none"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;line-height:13.5pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#333333;mso-fareast-language: PT-BR"&gt;(*) Economista angolano no Brasil. Mestrando em Economia de Empresas.Móvel: 55 31 99413136, &lt;a href="mailto:peconomista@ig.com.br"&gt;peconomista@ig.com.br&lt;/a&gt; ou visite: www.angolavisaoeconomica.blogspot.com&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4080731138595225230-5158017200785233773?l=angolavisaoeconomica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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A forte dependência por petróleo e diamantes, torna-a extremamente vulnerável às variações nas oscilações da demanda internacional.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Qualquer restrição na oferta ou na demanda de forma persistente, no mínimo por três meses, abalam as projecções das receitas a realizar, desajustando seu ordenamento orçamental do Estado, com consequentes alterações nas expectativas dos agentes económicos. Daí surge o questionamento sobre a eficiência na manutenção dos gastos estatais em infra-estrtrutura, sobre a capacidade do governo em honrar seus compromissos ancorados nas receitas petrolíferas, alem da forte fragilidade relacionada as oscilações da demanda por produtos exportáveis.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No campo político, os efeitos dos ciclos são evidentes, reajustes recentes no orçamento; mudanças na hierarquia do comando da política monetária (substituição do governador do BNA) no ministério da Finanças (mudança do ministro), e a recente INTERVENÇÃO ESTATAL NA ENDIAMA, provam o efeito das oscilações cíclicas externas na gestão do governo angolano. Em um curto espaço de tempo, percebeu-se, como os ciclos económico (recessão) actual afectou as metas orçamentais a alcançar, as projecções a realizar, e os planos de fortalecimento e modernização das infra-estruturas em curso desde 2005.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aparentemente um dilema está instituído, de um lado técnicos e economistas orientam ajustes e cortes nas despesas orçamentais (custos), reajustes manutenção no controle a inflação e remanejo no crédito via juros e impostos ( sugestão particular), com o objetivo de fortalecer os sectores de serviços, dando viabilidade a pequenos negócios geradores de emprego. Por outro lado, políticos, deputados, parlamentares e o GURN (governo de reconstrução nacional), pressionados por metas, programas e projectos ancorados nas receitas orçamentárias, "peregrinam" entre as aprovações/ manutenção dos mesmos dando continuidade as obras, demonstram compreensível aversão a corte de custos ou a restrições de gastos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em momentos de crise actual, em que as receitas provenientes da exportação de commodities, continuam a apresentar crescimento decrescente, qualquer gasto implica em endividamento do Estado, e crescimento do deficit interno e externo do país.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; A continuidade do fomento a infraestrutura (habitação,estradas, indústria, e portos) lado real da economia, depende da entrada continua de receitas em dólares, a liberação e expanção da "dotação"para esse fim, além do compromentimento do Estado com esse program, obviamente sustentado por receitas derivadas da exportação de petróleo e diamantes, fortemente evidente devido a aínda inexpressiva participação de sectores capazes de  contrabalançar a liderança do petróleo e diamantes na geração da riqueza do país.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na actualidade a recessão advida  da crise de crédito-&lt;em&gt;suprime (crédito de baixa qualidade) nos E.U.A&lt;/em&gt;, despertou expectativas de redução "induzida" nos gastos do governo (efeito crise), que já afectam fortemente os sectores de construção ( maior fonte actual de emprego de mão de obra do país), arrastando consigo demais setores correlacionados, como os de material de construção, transportes, e serviços. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A diminuição dos investimentos directos e a expectativas de atrasos/ dificuldades de pagamento contratuais as construtoras, acelerarão o processo recessivo no país, dado que esse sector (construção) representa o indicador mas "expressivo" do crescimento económico verificado em Angola. A adopção de "estimativas orçamentais" conservadoras para o preço do barril de petróleo, implica em aceitar baixas receitas para este ano, e baixo crescimento do PIB "agregado", com consequentes efeitos severos na continuidade  do crescimento económico virtuoso  verificado desde o fim da guerra civil.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De que forma a dependência dos recursos é preocupante? Uma "possível" redução implica em menor efeitos "positivos" (ex: geração de emprego e renda e ampliação dos setores correlacionados) sobre sectores beneficiários. Pequenas e médias empresas fornecedoras, ou prestadoras de serviços a indústria, aquelas "NASCIDAS" dos efeitos multiplicadores dos gastos do governo pelo qual se "financiam" no ritmo constante dos investimentos do Estado, poderão apresentar benefício menor no impulso dado pelo virtuoso crescimento real que apresentado pela economia do país, ritmo esse de economia saída de um "estado estacionário" de desenvolvimento o chamado  "MARCO ZERO" , em que o retorno marginal do capital apresentava constantemente positivo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Questiona-se, dado um orçamento conservador restrito imposto pela recessão mundial, e um ímpeto gastador do governo, seria prudente a manutenção dos gastos em magnitudes as verificadas desde 2005? De que forma o Governo Angolano os financiará dado persistência dos efeitos recessivos sofrido pela redução das receitas nas principais commodities exportáveis? Esse assunto discutirei nos próximos comentários.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;A melhoria no preço internacional do barril verificada actualmente, indica a "maré"  incontrolável de vulnerabilidade/dependência preocupante, que determina o comportamento do crescimento do país. A pequena melhora apresentada pelos preços do petróleo não é motivo para comemorar, dada a insignificância da variação apresentada, aonde o preço do barril de petróleo não ultrapassa  USD 45,00 e a demanda por diamantes encontra-se "deprimida". Justifica-se a urgência de medidas económicas, políticas conjugadas que estimulem o desenvolvimento de demais sectores, com o objectivo de contribuir com o crescimento da arrecadação do estado, geração de emprego e impulso do consumo interno. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na realidade a economia de Angola, vive uma pequena contraçaõ trimestral desde o começo de 2009 ( Janeiro a Março), com redução na receitas dos estados, dado a forte queda na demanda por petróleo, aliada as expectativas de piora no crescimento mundial. Nesse período o crescimento apresentado se comparado ao mesmo período do ano passado contrasta em termos absolutos, se comparado ao primeiro trimestre de 2008 . &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em termos anuais, as projecções de crescimento estão em torno de 12% a.a para 2009, se comparado aos 18% a.a. de 2008, segundo dados do FMI(fundo monetário internacional), sendo que no âmbito trimestral a tendência é negativa, embora determinados órgãos menos optimistas apontem para um crescimento anual negativo. Justifica-se alternativas, num contexto de profundas transformações...Ainda referente aos dados de 2008, 60% do PIB angolano teve origem nas indústrias extractivas, como petróleo e diamantes. Além disso, o petróleo representou 97% das exportações e 83% das receitas em 2008 vieram do mesmo sector, o que indica se as projecções acompanharem o 1º trimestre de 2009, teremos um subsequente crescimento trimestral negativo. O inverso deste cenário seria uma mudanças total na tendência trimestral para os próximos nove meses, mesmo assim, ainda não alcançaríamos níveis de crescimento anual do PIB equiparáveis a 2008, em que o PIB  alcançou 18%, segundo o FMI.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Verificamos ao longo dos anos, que o preço do petróleo, continua a ser uma variável muito instável”, como demonstram os registos históricos, com a agravante de ser “uma indústria que não cria emprego, é muito intensiva em capital (mas maquinas em relação a empregados), se tratando do principal factor da composição do PIB Angolano. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Contribuíram negativamente o sector não extractivo, que anteriormente apresentavam desempenho notável em termos de crescimento de mão de obra pouco qualificada, se comparado aos sectores habitualmente dominantes. O sector não extractivo embora não apresentar peso notável na composiçaõ do PIB, teve uma pequena queda, porém sua tendência apresenta crescimento contínuo embora menor para este ano. Ainda, contribuíram para este desempenho, a diminuição no volume das importações de maquinas e equipamentos, e material de construção importados e investimento fixo residencial.&lt;br /&gt;Perante e cenários instáveis, o impacto da descida dos preços do óleo na economia angolana, obrigará mas uma vez o governo a fazer um reajuste nos seus gastos, e intervir em sectores como foi o caso da ENDIAMA, o que poderá reduzir as expectativas da demanda pelo sector não-petrolífero, como a construção, comércio e serviços, que detém indiscutível impacto no emprego e no resto da economia para o longo prazo. Sem desprezar, a grande importância, das oscilações sobre a retracção de crédito bancário, e a geração de renda para assalariados. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Diversificar não seria uma solução de resultado imediato, porém adiar também não é a solução, pois os ciclos adversos que estamos sujeitos(petróleo, diamantes) não nos poupam de estragos na ausência de alternativas. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;É a oportunidade que poderá ajudar a reflectir na necessidade da diversificação da economia angolana no ponto de vista de sustentabilidade no longo-prazo.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Houve melhorias em termos da diversificação nos últimos anos, mas é ainda muito incipiente. As melhoras se deram nas áreas como a agricultura, que em 2006 era responsável por 7,3% do PIB, passando para 8,2% em 2008. Mas este resultado é incipiente, especialmente para um país que tinha uma tradição muito forte antes da guerra (fonte FMI, 2009). A indústria transformadora teve um crescimento sólido nas áreas mais leves, como a dos plásticos, o engarrafamento de bebidas e material de construção, passando de 4,8% do PIB em 2006 para 6,6% em 2008, enquanto a construção ficou estável nos 4,4%” (dados do FMI). Não podemos festejar, pois ainda a muito que fazer...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Concluindo, a busca pela sustentabilidade económica, poderá se dar pela exploração das vantagens comparativas como turísmo, agrícola, agro pecuária, serviços e comercio, a serem explorados a medida que se identificam tais potenciais, pode-se diluir o efeito da "maré"cíclica e os entraves estruturais os grandes estrangulamentos sistémicos, através de políticas de desenvolvimento locais específicas. Por fim aplicar reformas inovativas, aberto de alguns setores ao privado como é o caso das rodovias e os transportes considerando a diversidade cultural e local de modo que  permitam o desenvolvimento sem suprimir as raízes e autonomia económica de cada local.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(*) Economista -Mestre em Economia de Empresas&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;55 31 99413136&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4080731138595225230-8239793821459576183?l=angolavisaoeconomica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Porém no longo prazo a expectiva de melhora devido aos efeitos advindo da continuidade de investimentos públicos e seus multiplicadores de serviços e oportunidades. Embora os efeitos esperados poderão se mostrar diferentes do projetado, dado a crise de crédito externa, a expectativa de elevados retornos dos investimentos em Angola é consistente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#333333;"&gt;Embora não recaía diretamente para o consumo, o efeito indireto é dado pela demanda induzida pelos gastos de governo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#333333;"&gt;Do lado das receitas públicas, depositar confiança ancoradas no petróleo se mostra uma aposta bastante imprudente e arriscada, pelos compromissos assumidos com credores de "lastreados" em petróleo. A verdade é, enquanto a crise persiste, a pressão sobre as receitas do governo pioram drasticamente, pressionando as reservas monetárias acumuladas durante a época de alta do preço do petróleo e fortes investimentos privados. O mas agravante e confirmador do peso desta crise sobre a administração do país se confirma com a recente demissão do governador do banco nacional, por alegado descontrole da saída de capitais acumuladas durante o período de forte crescimento, e forte impecto importador do país para manter a reconstrução.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#333333;"&gt;A dificuldade em manter maiores conquistas macroeconomicas alcançadas pelo governo, como o estabilidade dos preços e controle da taxa de câmbio, reservas em moeda forte tornou-se uma preocupação fundamental, e uma dicotomia em relação ao programa de investimentos em infraestrutura que tem sido caracteristica do governo nesta nova fase que o país atravessa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#333333;"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#333333;"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#333333;"&gt;De modo geral, a consensual afirmação sobre imunidade se mostra frágil, a medida que entramos para o terceiro bimestre do ano em curso, com disparada dos preços internos, e a permanente queda no preço do petróleo com corte da produção abaixo de 2 milhões de barris diários soma -se a certeza de uma incerta continuidade do crescimento via setor petrolífero.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#333333;"&gt;Espera-se um "arroxo" de política fiscal para 2009, contrária as necessidades do governo. Tal arroxo poderá resultar em menor do crescimento do PIB, igual ou menor a 6%, a redução na renda e consumo das pessoas menor despesas públicas em infraestrutura, prejudicando o fomento a industria.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#333333;"&gt;Deliciam-se aqueles que, a bem pouco tempo alertavam sobre a necessidade de diversificação da economia de Angola, como forma de sustentabilizar o crescimento. Porém tais políticas monstram -se ainda precárias, se compara ao peso do setor petrolífero.&lt;br /&gt;As perspectivas internas de continuidade dos projectos de zona industrial de Luanda e o decorrer das obras viárias Viana- Luanda, orçadas em 214 milhões e já a dois anos no ritmo lento, fragiliza os sectores correlacionados. A continuidade de destes gastos se torna vital para o fortalecimento do setor de serviços.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#333333;"&gt;Um orçamento menor implica em menor despesas, menor renda, menor consumo e menor crescimento do PIB via gastos do governo devido a diminuição da injeção via gastos do governo em infraestrutura. Com isso, os compromissos com créditos pagos por petróleo, como é o caso com CHINA tendem a onerar mais ainda as receitas do governo e diminuir o crescimento das despesas com as obras públicas via juros .&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#333333;"&gt;Além da dívida pública interna, a queima de reservas é vidente, visto a necessidade se manter os preços o câmbio e indiretamente os preços estáveis.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#333333;"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#333333;"&gt;A dívida externa poderá se agravar e se transformar em desculpa para a manutenção da actividade econômica, porém possivelmente evitável neste momento o que implica não comprometer a actividade futura do país, e nem aumentar a relação DIVIDA/ PIB, principal indicador de risco do país. Relação esta que anteriormente se tornou " inexpressiva" dado o acumulo de reservas em moeda forte com o crescimento dos preços do petróleo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#333333;"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#333333;"&gt;Obrigado,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#333333;"&gt;Paulo Burity. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4080731138595225230-3036497153920699605?l=angolavisaoeconomica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/F3TZizQe_Y8aAGGeyK-aW_T0uec/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/F3TZizQe_Y8aAGGeyK-aW_T0uec/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/F3TZizQe_Y8aAGGeyK-aW_T0uec/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/F3TZizQe_Y8aAGGeyK-aW_T0uec/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Angola-visoEconmica/~4/DKzJnKHafe4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://angolavisaoeconomica.blogspot.com/feeds/3036497153920699605/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4080731138595225230&amp;postID=3036497153920699605" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4080731138595225230/posts/default/3036497153920699605?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4080731138595225230/posts/default/3036497153920699605?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Angola-visoEconmica/~3/DKzJnKHafe4/angola-busca-vle-vlvula-de-escape.html" title="ANGOLA JÁ SENTE A CRISE?" /><author><name>PAULO JORGE BURITY PAIS DE OLIVEIRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06236675722049652039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://2.bp.blogspot.com/-lu97zEl-BKw/TlP-RoG6mzI/AAAAAAAAAKY/w7ox0WBupJA/s220/HPIM4158.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/SgHAhfJyLSI/AAAAAAAAAC4/jhIPuxw1L9I/s72-c/CAQLT331CAP2FCEXCABEBD3GCAU0UCD7CAR9L8I4CA4ZUG8HCA5M3QY3CAMJNQ0ACAYUD2HNCAOFV243CA3X7PWLCAPV7YK3CA7JR0N2CA8P34P2CACG4UTRCAE8GGDGCA7YNP5MCAI8UGHH.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://angolavisaoeconomica.blogspot.com/2008/12/angola-busca-vle-vlvula-de-escape.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A04NQ3s7cCp7ImA9WxJSFk8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4080731138595225230.post-7904173924806238048</id><published>2008-10-30T11:37:00.000-07:00</published><updated>2009-05-06T10:13:12.508-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-05-06T10:13:12.508-07:00</app:edited><title>A CRISE DESNORTEANTE</title><content type="html">&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/SgHFE8dVerI/AAAAAAAAADQ/I9kTqTNVmlQ/s1600-h/CAOEHNMICATK24LFCAJS7OTCCAQ20TX7CABMFU8XCAOX87BFCA23IX6XCAAXM1QNCAW3MBZRCAFMKKK7CAT283WKCA5MT4HBCA1P13SOCAWKW3RZCA2HBEKZCA7PRIXLCABXS4CECA3WPDOC.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 124px; FLOAT: left; HEIGHT: 82px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5332760122522696370" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/SgHFE8dVerI/AAAAAAAAADQ/I9kTqTNVmlQ/s320/CAOEHNMICATK24LFCAJS7OTCCAQ20TX7CABMFU8XCAOX87BFCA23IX6XCAAXM1QNCAW3MBZRCAFMKKK7CAT283WKCA5MT4HBCA1P13SOCAWKW3RZCA2HBEKZCA7PRIXLCABXS4CECA3WPDOC.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/SgHEAWCP9VI/AAAAAAAAADA/Z-NMad22NqY/s1600-h/CAOEHNMICATK24LFCAJS7OTCCAQ20TX7CABMFU8XCAOX87BFCA23IX6XCAAXM1QNCAW3MBZRCAFMKKK7CAT283WKCA5MT4HBCA1P13SOCAWKW3RZCA2HBEKZCA7PRIXLCABXS4CECA3WPDOC.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;A&lt;/span&gt;s últimas ações empreendidas pelos governos e bancos centrais para injetar maciçamente dinheiro novo em seus bancos deixa os cidadãos médios ultrajados e desconcertados. Não eram os bancos os lugares que guardavam nossos depósitos e depois nos emprestavam para construirmos nossas comunidades e fazer crescer nossos negócios? Disseram-nos que tínhamos de confiar nos bancos. Agora descobrimos que os bancos não confiam entre si.&lt;br /&gt;Não é de estranhar que as chocantes revelações sobre os erros de Wall Street, estimulados pela falta de regulamentação e supervisão, tenham levado a uma falta de confiança nos bancos. Suas temerárias especulações financeiras estão levando ao questionamento da maneira fundamental com que foram estruturados os sistemas bancário e monetário. Os pânicos bancários foram recorrentes no século passado e sempre foram os contribuintes, através de seus governos, que salvaram os banqueiros de seus erros.&lt;br /&gt;Atualmente, uma vez mais os contribuintes dos Estados Unidos, da Europa e Ásia estão sendo forçados a recapitalizar os bancos. Agora vem à luz que a realidade financeira é o contrário do que os economistas nos quiseram fazer crer: vemos que os bancos sempre receberam dinheiro dos contribuintes através dos bancos centrais para emprestá-lo, a juros, aos próprios contribuintes. Como permitimos que tal fraude continuasse por tanto tempo?&lt;br /&gt;O Banco Central dos Estados Unidos (Federal Reserve) é uma corporação privada dirigida por 12 bancos regionais com apenas os membros da direção e da presidência designados pelo governo. O Fed empresta nosso dinheiro, criado pelo Tesouro, aos bancos, que são autorizados a emprestá-lo em quantidade 10 vezes superior às suas reservas monetárias, o chamado encaixe bancário. Aos bancos pede-se que mantenham 8% de seus ativos em reserva, mas exercem incessante pressão para reduzir esse “colchão” amortizador de perdas.&lt;br /&gt;Desde que o Fed foi criado em 1913, o Congresso cedeu seu poder constitucional de criar as existências em dólares ao sistema bancário. Agora, vemos a um simples olhar como isto funciona. Quando os bancos estão com problemas, correm riscos estúpidos, etc, o Fed simplesmente imprime mais dinheiro e o dá aos bancos. E se isto não é suficiente, o Fed acrescenta novas reduções de taxas de juros, empréstimos especiais e resgates bancários, como o plano do Secretário do Tesouro norte-americano, Henry Paulson, de US$ 700 bilhões.&lt;br /&gt;Paulson pretendia que os contribuintes cedessem os US$ 700 bilhões aos seus ex-colegas da Goldman Sachs, Morgan Stanley e outras instituições financeiras de Wall Street em troca dos “tóxicos” empréstimos hipotecários destinados a credores insolventes criados por essas mesmas instituições. Felizmente, o Congresso criou algumas salvaguardas e US$ 250 bilhões agora irão diretamente para a compra de ações dos bancos em risco, bem como incorporando muitos planos alternativos.&lt;br /&gt;Como muitos altos funcionários, incluindo Paulson, são ex-executivos da Goldman Sachs, os contribuintes deveriam insistir para que Goldman Sachs e Morgan Stanley, cujas equipes aconselharam o Tesouro no salvamento, e outras firmas envolvidas sejam excluídas de todo manejo desses US$ 700 bilhões. Entretanto, Paulson anunciou que um ex-empregado da Goldman Sachs, Neel Kashkari, estará encarregado da administração dos US$ 700 bilhões dos contribuintes norte-americanos.&lt;br /&gt;Para a longamente atrasada reforma dos sistemas monetários, há propostas bem pensadas: nos Estados Unidos pelo American Monetary Institute, na Grã-Bretanha pelo reconhecido especialista bancário James Robertson e no Canadá por Comer.org. Chegou a hora de regulamentar Wall Street e o cassino global, bem como de fazer com que o sistema financeiro volte ao limitado papel de servir às necessidades das economias reais e produtivas. Com estas e outras reformas se poderá conseguir que os bancos cumpram seus propósitos originais.&lt;br /&gt;Eles podem financiar a manutenção das esquecidas infra-estruturas públicas e complementar os investimentos privados que agora estão entrando em torrente na crescente economia verde, na medida em que muitos países estão tentando sair da anterior Era Industrial baseada nos combustíveis de origem fóssil e entrar na sustentável Era Solar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte: revista IHU Online&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4080731138595225230-7904173924806238048?l=angolavisaoeconomica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zukkw2O83SHNE8HFuOZI7wFTcgY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zukkw2O83SHNE8HFuOZI7wFTcgY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Angola-visoEconmica/~4/J45Lzm9TA9s" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://angolavisaoeconomica.blogspot.com/feeds/7904173924806238048/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4080731138595225230&amp;postID=7904173924806238048" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4080731138595225230/posts/default/7904173924806238048?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4080731138595225230/posts/default/7904173924806238048?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Angola-visoEconmica/~3/J45Lzm9TA9s/crise-desnorteante.html" title="A CRISE DESNORTEANTE" /><author><name>PAULO JORGE BURITY PAIS DE OLIVEIRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06236675722049652039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://2.bp.blogspot.com/-lu97zEl-BKw/TlP-RoG6mzI/AAAAAAAAAKY/w7ox0WBupJA/s220/HPIM4158.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/SgHFE8dVerI/AAAAAAAAADQ/I9kTqTNVmlQ/s72-c/CAOEHNMICATK24LFCAJS7OTCCAQ20TX7CABMFU8XCAOX87BFCA23IX6XCAAXM1QNCAW3MBZRCAFMKKK7CAT283WKCA5MT4HBCA1P13SOCAWKW3RZCA2HBEKZCA7PRIXLCABXS4CECA3WPDOC.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://angolavisaoeconomica.blogspot.com/2008/10/crise-desnorteante.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A08FRHs5fSp7ImA9WxJSFk8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4080731138595225230.post-2751429975707473856</id><published>2008-06-19T05:43:00.000-07:00</published><updated>2009-05-06T10:10:15.525-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-05-06T10:10:15.525-07:00</app:edited><title>INVESTIMENTOS PRIVADOS, CONSENSOS DEMOCRÁTICOS CONTROLE DA INFLAÇÃO</title><content type="html">&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/SgHEZMptL6I/AAAAAAAAADI/7Wrzch2DSPg/s1600-h/CA9ZMENACAR94DF1CAN11NNKCA60TCH2CAIIMM38CAC13A7DCA9BI12ICAFA21LYCAGX8PFVCA76BRI8CAUCUWRYCA54HW62CAWU01O8CAM42CO3CAZD5Z2PCAH9JSKRCAY5N1O2CA263WMH.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 135px; FLOAT: left; HEIGHT: 96px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5332759370955304866" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/SgHEZMptL6I/AAAAAAAAADI/7Wrzch2DSPg/s320/CA9ZMENACAR94DF1CAN11NNKCA60TCH2CAIIMM38CAC13A7DCA9BI12ICAFA21LYCAGX8PFVCA76BRI8CAUCUWRYCA54HW62CAWU01O8CAM42CO3CAZD5Z2PCAH9JSKRCAY5N1O2CA263WMH.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;O&lt;/span&gt; quarteto fantástico para a consolidação da credibilidade de governação em Angola, pode residir em quatro grandes vertentes. São elas, o aumento dos investimentos privados, a manutenção da inflação baixa, consensos democráticos (cumprimento das leis e dos direitos civis, bem como a credibilidade das instituições judiciais) e a eficiência nos gastos públicos. Tais vertentes, fortalecem a credibilidade externa do país, possibilitando a sustentação do crescimento economico de forma consistente, além de prover a segurança para os investidores na implantação e viabilização de industrias. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Atraídos por taxas de retorno de capital elevadas, o retorno de curto prazo se torna a variável mas interessante, porém a no longo prazo a qualidade do investimento tende a melhorar consistentemente com a melhoria das garantias básicas oferecidas pelo país. Num segundo momento um crescimento sustentavel e com riscos mínimos se tornará a exigência básica, principalmente na segurança dos retornos dos investimentos, devido a tendencia a maior competição típica de mercados em estabilidade no crescimento. Importa lembrar que, atualmente parte deste investimentos estão garantidos pelas receitas do petróleo,porém daqui para frente poderá mudar dado o comprometimento elevado destas receitas. Hoje quase 95% do orçamento anual do Estado está compromentida com dívidas, doadores investidores institucionais e privados além dos gastos do governo na manutenção das atividades internas e externas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A inter-relação política, é outro fator que se fortalecerá pelo poder de barganha que o país vem adquirindo dado as receitas advindas do preço de petróleo atualmente, e demais vantagens comparativas regionais a serem exploradas por industrias multinacionais no curto prazo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Saber equilibrar custos e benefícios das nossas vantagens é garantir expectativas positiva de capacidade pagamento das dívidas do país dado a elevada entrada de moeda forte induzida pelos investimentos externos. Tal ponto exprime a credibilidade do país, cumprimento dos contratos pelo lado monetário/ contratual minimizarão os riscos e aumentarão a credibilidade do país e fluxo de investimentos estratégicos necessários as sustentabilidade do crescimento e desenvolvimento.Em outras palavras, crescimento com desenvolvimento de modo que ela seja contínua e perceptível na qualidade de vida do cidadão comum. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Atingir tais requisitos, é dar um passo adiante para o acesso a produtos de ponta e investimentos de maior qualidade para os mais variados setores da economia, e gerar renda empregos sólidos para os Angolanos. Já nos perguntamos porque não temos fabricantes de marcas de renome, como HP, SAMSUNG, GM, GE, TOSHIBA fixados no nosso país? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Conseguimos produtos, importamo-os, a preços exorbitantes, e a taxas alfandegárias elevadas, porém naõ temos os fabricantes localmente, que poderiam nos dar empregos, acesso, além de preços mais competitivos internamente. Este é um dos pontos do crescimento dos asiáticos como a Índia e China. A questão passa por um lado pelo maior incentivo fiscal dado a entrada de firmas desse porte, condição jurídica econômica favorável, e uma legislação que garanta os empregos e salários a nível das necessidades dos angolanos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É prematuro, cobrar isso da nossa jovem economia emergente africana, se assim podemos classificar... Suas ainda graves deficiências estruturais existentes, onde somente o Estado pode prover investimentos de vulto, é um ponto evidente para o desenvovilmento lento, embora não afete o crescimento, visto que esse é garantido pelo retorno do capital dado a excassez do produto. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para minimizar o "custo Angola" de forma que torne o país atrativo aos investidores na viabilidade dos seus investimentos, as políticas deverão ser alocadas na direcção do quarteto. Contextos como corrupção e incumprimento das leis, falta de independência das instituições judiciais e de direito é o laço desacelerador na contra mão do crescimento e do desenvolvimento sentido pelas baixas camadas. Eliminar, ou aliviar a tensão da sua força é apagar estereótipos das nossas histórias desalentadoras estampadas nos jornais internacionalmente, e acabar com o culto negativo formador de opinião sobre o nosso continente eternamente receptor de doações, e incapaz de prover o seu próprio rumo.&lt;br /&gt;No momento, pensando no longo prazo, melhores serviços, competição, diversificaçaõ dos bens e acesso a equipamentos de ponta, partiríamos rumo ao crescimento com desenvolvimento e modernização, capaz de concorrermos com nossos grandes e históricos competidores na região até a metade da década de 70, a África do sul. Hoje ela esbanja modernidade e é chamada emergente a nível global, naõ somente em África, e nós! hoje a cerca de 3,5 décadas economica atrás da áfrica do sul&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No nosso país as organizações teriam seus resultados fortalecidos com base na modernidade, maior profissionalismo e eficiência dos seus serviços trazidos pela concorrência justa, maior número de profissionais qualificados a livre concorrência nos sectores de serviços. Menor ingerência do Estado e nos investimentos privados. Não mais viríamos somente a Sonangol como a empresa de projecção futura para um profissional dos melhores quadros angolanos. Poderíamos ter o setor de serviços um dos motores dinâmicos de aceleração do crescimento consumo e renda. Não ficaríamos presos ao consumo de produtos de segunda linha, trazidos da China, como hoje, que nos podem submeter produtividade e desempenho economico de segunda linha, onde o mercado é atrativo dado a baixa renda da maioria dos angolanos . As classes de alta renda vão buscar esses produtos lá fora. Daí o estrangulamento do comércio e receitas do páis.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entendo que a oferta de produtos de primeira linha, que a própria china poderia fornecer, dado a elevada concentração de indústrias de ponta focadas nos custos de mão de obra barata e alto retorno poderia minimizar essa carência, porém não acontece por questões de atrativo econômico, ou seja , no meu entender o mercado consumidor angolano ainda desigual devido ao nível concentrado classes sociais específicas e acesso a renda concentrado devido a educação aínda previlegiada para poucos grupos.&lt;br /&gt;Meu exercício de pensamento conota-se como uma ficção otimista porém um provável sonho real, que fornece aos angolanos o acesso ao mundo evoluído e competitivo, criador de oportunidades, e não somente de "apadriagem" ou "esquemas" como atualmente, mas além disso, indutores de oportunidades para todos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Optar por este ponto é uma meta para a sobrevivência de longo prazo de Angola no cenário Africano inicialmente interno e potencialmente no externo. Tudo irá depender muito do comprometimento e seriedade na aplicação das vertentes do quarteto fantástico , ou seja, garantir investimentos privados, consensos democráticos, inflação baixa e gastos eficientes do governo, que somente o governo pode dar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não podemos ficar alheios ao efeito do desenvolvimento tecnológico que o mundo hoje vive, e que tem se tornado praticamente a base de formação de novas oportunidades de trabalho e rendimentos, assim como o aproveitamento eficiente das vantagens comparativas, felicitarão o desaparecimento total da conotação passada injusta e discriminatória de um país de "Terceiro mundo" . &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em que estágio estaríamos, caso aplicarmos tas políticas a partir de agora? Acho que mas acima das metas já alcançadas actualmente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Já somos os emergentes africanos, pode-se assim considerar, caminhar para emergir no cenário mundial, não é utópico, se sustentabilizarmos o crescimento a taxas mínimas de 8 a 10% anuais até 2038, o que para alguns a renda anual per-capita (por pessoa) estaria em aproximadamente Usd 4600,00 dólares caso haja distribuição igualitária do produto total gerado pelo país, excluindo o petróleo teoricamente. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hoje a renda média geral do cidadão está em torno de USD 1,5 dólares diários... precisamos caminhar muito.... Poderemos ser uma Índia ou Coreia do sul em Angola, não sei... mas seria óptimo para o UPGRADE social, marketing usado com sinal contrário lá fora, isso favorecia a exportação de demais produtos e naõ a recepção constante de donativos. Tudo depende dos programas de educação formação e pesquisa do nível básico ao PHD, programas que intuito de longo prazo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Colocando os pés no chão... temos a nossa forte capacidade em recursos primários, que nos isentam muito de tais ilusões futuristas, porém o mundo se apresenta bastante competitivo, quando se fala em exportações de bens primários, subsídios e barreiras comercias, são dilemas e lutas de "margens de lucro" de titans , excepto petróleo. Uma crescente aplicação de tecnologia, é visível para o aumento da produtividade de produtos exportáveis, produtos agrícolas transgénicos são os exemplos, a tecnologia na produção de combustível não agressivo a natureza, como o etanol, derivado do milho e/ou da cana de açúcar, que está a mudar a composição da exportação na balança comercial dos principais países exportadores de produtos primários no mundo, exemplo Brasil e EUA. E como ficará a nossa pauta exportadora de base petróleo, se a tendencia é diversificar?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aonde estarão enquadrados os africanos no futuro? E Angola? E os retornos? Se a base de esperança exportadora tende a mudar, então temos de começar agora! É preciso pensar no futuro, assim fez a Coreia, o Japão, hoje a China, Índia. Cada um de maneira particular, porém que sobrevivem bem competição global.&lt;br /&gt;Angola é um país do futuro em todas as a vertentes possíveis e até inimagináveis. Ele sustenta e poderá sustentar demais nações e não Portugal. Olhe ao nosso redor!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tal pensamento padronizava a Índia e a China a tempos recentes e hoje são o que são no cenário económico internacional. A primeira (ÍNDIA) investiu fortemente em educação a nível superior e hoje é visto em todos os cantos a presença de um indústria internacional que opera a baixos custos, dando forte acesso e empregos aos indianos qualificados, renda e modernização a eles e retorno as matrizes, é a troca global benéfica.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A china hoje pela sua numerosa mão de obra de baixo custo baixo, mostra uma vantagem em termos de aumentos dos lucros das empresas devido a mistura de ideológica capitalismo/ comunismo, uma solução meramente de favorecimento económico local, e de maximização de lucros das multinacionais com benefícios que o Estado comunista naõ poderia dar...a mão dupla da globalização. Aproveitar o "boom" do crescimento é alocar as receitas e ganhos na exploração das vantagens comparativas e aplicação do quarteto fantástico para o desenvolvimento, é o nosso caso no presente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;ECONOMISTA -PAULO BURITY OMBEMBWA. &lt;a href="mailto:peconomista@ig.com.br"&gt;peconomista@ig.com.br&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4080731138595225230-2751429975707473856?l=angolavisaoeconomica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EQGVAIoXy5augd_v2Esv3d3D6Xg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EQGVAIoXy5augd_v2Esv3d3D6Xg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EQGVAIoXy5augd_v2Esv3d3D6Xg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EQGVAIoXy5augd_v2Esv3d3D6Xg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Angola-visoEconmica/~4/hU_yuBIBDT0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://angolavisaoeconomica.blogspot.com/feeds/2751429975707473856/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4080731138595225230&amp;postID=2751429975707473856" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4080731138595225230/posts/default/2751429975707473856?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4080731138595225230/posts/default/2751429975707473856?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Angola-visoEconmica/~3/hU_yuBIBDT0/investimentos-privados-consensos.html" title="INVESTIMENTOS PRIVADOS, CONSENSOS DEMOCRÁTICOS CONTROLE DA INFLAÇÃO" /><author><name>PAULO JORGE BURITY PAIS DE OLIVEIRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06236675722049652039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://2.bp.blogspot.com/-lu97zEl-BKw/TlP-RoG6mzI/AAAAAAAAAKY/w7ox0WBupJA/s220/HPIM4158.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/SgHEZMptL6I/AAAAAAAAADI/7Wrzch2DSPg/s72-c/CA9ZMENACAR94DF1CAN11NNKCA60TCH2CAIIMM38CAC13A7DCA9BI12ICAFA21LYCAGX8PFVCA76BRI8CAUCUWRYCA54HW62CAWU01O8CAM42CO3CAZD5Z2PCAH9JSKRCAY5N1O2CA263WMH.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://angolavisaoeconomica.blogspot.com/2008/06/investimentos-privados-consensos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CU8GQH46eyp7ImA9WxJSFk4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4080731138595225230.post-2269190422960611479</id><published>2008-06-17T17:13:00.000-07:00</published><updated>2009-05-06T11:17:01.013-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-05-06T11:17:01.013-07:00</app:edited><title>O SEGREDO DA SUSTENTABILIDADE</title><content type="html">&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/SgHT9Gma8BI/AAAAAAAAADg/tLZm8ZvnWEs/s1600-h/CARDCS6KCAPI342ZCALIMI0KCA09551KCAMQYO75CAVOWNJYCA4Y36U0CAWUZ123CA4MA6TSCAEI0FEBCATAPWJ9CA6ENY8TCAGFVRO8CAGXWX1FCALG5VC3CA819A37CA5P6MAFCA3JQU2U.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 124px; FLOAT: left; HEIGHT: 93px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5332776480480620562" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/SgHT9Gma8BI/AAAAAAAAADg/tLZm8ZvnWEs/s320/CARDCS6KCAPI342ZCALIMI0KCA09551KCAMQYO75CAVOWNJYCA4Y36U0CAWUZ123CA4MA6TSCAEI0FEBCATAPWJ9CA6ENY8TCAGFVRO8CAGXWX1FCALG5VC3CA819A37CA5P6MAFCA3JQU2U.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/SgHTtM8cg6I/AAAAAAAAADY/rE2rGyyFLRI/s1600-h/CARDCS6KCAPI342ZCALIMI0KCA09551KCAMQYO75CAVOWNJYCA4Y36U0CAWUZ123CA4MA6TSCAEI0FEBCATAPWJ9CA6ENY8TCAGFVRO8CAGXWX1FCALG5VC3CA819A37CA5P6MAFCA3JQU2U.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;E&lt;/span&gt;xistem previsões de crescimento discordantes. Estimativas alegam que o crescimento de Angola, hoje em torno de 21% (FMI) e/ou 27,5% (cooperação portuguesa), tenderá a afrouxar em 2009. Pressões inflacionárias derivadas do encarecimento dos preços dos alimentos no exterior tendem a pressionar as contas da balança comercial, devido ao encarecimento das importações, ou seja, a preços de alimentos mas caros, mas se paga para importação, por uma tonelada de determinado alimento. Portando supõe-se maior comprometimento das receitas futuras com base nas importações. Por outro lado, a variante alta do preço do petróleo internacional provoca expectativas de piora nas contas nacionais devido ao envio preocupante poupança interna para os exterior, diminuição das reservas em dólares para o pagamento das dívidas de toda ordem, atualmente destacada pela importação dos alimentos vindo do exterior, o pagamento da dívida interna pela emissão de títulos públicos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tudo isso começa a se complicar aínda mais, e quase nos fazendo concordar na tese teórica de possível afroxamento do crescimento do nosso país. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com a crescente desvalorização do dólar no mundo, o que implica dizer que todo esse ganho que estamos a ter, não é bem aquilo que pensamos, as receitas advindas da venda dos barrís de petróleo não dão uma prespectiva super otimista em termos ganhos. Veja bem, o preço do petróleo tem nos favorecido aparentemente, porém o valor do dólar tem caído, e a inflação está a ser pressionada para cima externamente, internamente a estabilidade inflacionária principal marco alcançado pelos economistas do país, menos de 11% ao ano, aguentará?. Ora! onde está o nosso ganho realmente? Estamos tendo receitas esperadas concretas? DESVALORIZAÇÃO DO DÓLAR E INFLAÇÃO DOS ALIMENTOS IMPORTADOS NOS DÃO SALDOS FAVORÁVEIS EM TERMOS DE ACÚMULO DE DÓLARES??&lt;br /&gt;Bom a melhor resposta está nas contas do governo. Dados divulgados pelo Banco Nacional referente ao período de 2006 a 2007, mostram a fragilidade das nossas contas externas, no tocante a dependência preocupante das oscilações do petróleo. Cerca de 57% do que é produzido ou ganho com petróleo está comprometido com dívidas. Além do forte aumento do individamento do estado para financiar seus gastos pela venda de títulos pelo banco nacional. Hoje estamos a rir com a alta dos preços, porém os gigantes adormecidos e insaciáveis chineses e indianos decidiram começar a consumir alimentos e bastante combustíveis pondo a capacidade internacional da OPEP e demais países ofertantes em xeque devido vários problemas estruturais como a insuficiente oferta,oligopolização do setor, subsídeos e barreiras agrícolas impostas a entrada de alimentos de países exportadores. Então, dito tudo isso, o que nós Angolanos Economistas, gestores e políticos devemos perceber? Pois é! O nosso crescimento não se esgota aqui, embora a economia internacional caminha incerta, nossas contas parecem assustadoras, existe aínda muita capacidade ociosa, muito onde tirar dinheiro, muito onde tirar lucros, pois a produtividade marginal do capital é estremamente crescente, isso quer dizer que se aplicares em uma industria ou negocio qualquer o retorno é mas do que proporcional ao seu investimento. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já se perguntaram porque os estrangeiros estão em massa em Angola? Porque que os portugueses lutam para vir pra aqui? Porque angola sustenta 50% do PIB de portugal, o desemprego em portugal é altíssimo e o crescimento não passa dos 3%. Estamos na fase inicial aínda. Quem tiver ganha, e que não tiver também ganha sabendo aplicar o crédito concedido também ganha muito mais. Mas isso queremos para os angolanos, daí a necessidade de criação de classe empresarial forte, predominantemente de angolanos.&lt;br /&gt;Estamos numa fase infinita de possíbilidades de ascenção se começarmos a aplicar o dinheiro que está a correr o risco de ser aplicado em futilidades por falta de visão ou ficarem no norte do mundo a render mas dinheiro para não angolanos. Então quem são os angolanos que têm chance? Além dos ministros, elite, são os Generais e tantos, os propensos a se tornarem a elite duradora caso queiram aplicar suas largas quantias acumuladas sem medo e com um sentido visionário de empreededorismo. Isso geraría mas emprego, por sua vez mas renda e por sua vez muito mas consumo seria mas um canal de crescimento, não somente dado pelo petróleo, que nos deixa reféns das oscilações externas.&lt;br /&gt;Então gerar emprego não será somente função do Estado, também parte daqueles que souberem aplicar em investimentos como empresas, dando uma maior dinâmica a Angola, O SEGREDO ESTÁ NO EMPREENDEDORISMO do setor de serviços, EXPRESSOS pelos afortunados e visionários disciplinados...Força&lt;br /&gt;PAULO BURITY OMBEMBWA, &lt;a href="mailto:peconomista@ig.com.br"&gt;peconomista@ig.com.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4080731138595225230-2269190422960611479?l=angolavisaoeconomica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8dZ68-TGxC7dxHkUJzImsM0Ju9Y/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8dZ68-TGxC7dxHkUJzImsM0Ju9Y/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8dZ68-TGxC7dxHkUJzImsM0Ju9Y/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8dZ68-TGxC7dxHkUJzImsM0Ju9Y/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Angola-visoEconmica/~4/lJ9Au8PIikI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://angolavisaoeconomica.blogspot.com/feeds/2269190422960611479/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4080731138595225230&amp;postID=2269190422960611479" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4080731138595225230/posts/default/2269190422960611479?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4080731138595225230/posts/default/2269190422960611479?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Angola-visoEconmica/~3/lJ9Au8PIikI/o-segrdo-da-sustentabilidade.html" title="O SEGREDO DA SUSTENTABILIDADE" /><author><name>PAULO JORGE BURITY PAIS DE OLIVEIRA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06236675722049652039</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://2.bp.blogspot.com/-lu97zEl-BKw/TlP-RoG6mzI/AAAAAAAAAKY/w7ox0WBupJA/s220/HPIM4158.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/SgHT9Gma8BI/AAAAAAAAADg/tLZm8ZvnWEs/s72-c/CARDCS6KCAPI342ZCALIMI0KCA09551KCAMQYO75CAVOWNJYCA4Y36U0CAWUZ123CA4MA6TSCAEI0FEBCATAPWJ9CA6ENY8TCAGFVRO8CAGXWX1FCALG5VC3CA819A37CA5P6MAFCA3JQU2U.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://angolavisaoeconomica.blogspot.com/2008/06/o-segrdo-da-sustentabilidade.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEUGQHszfyp7ImA9WxJSFkk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4080731138595225230.post-6061813497179540737</id><published>2008-05-20T06:01:00.000-07:00</published><updated>2009-05-06T13:37:01.587-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-05-06T13:37:01.587-07:00</app:edited><title>O RETORNO ESTÁ NOS BENS DE CAPITAL PARA OS NACIONAIS</title><content type="html">&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/SgH03-rIWRI/AAAAAAAAAD4/eN-oWXV0BlA/s1600-h/CA90PQBNCAYFE125CA7ENIGOCAF5SB4QCABT16H9CAPTFMR2CAVSITY8CA3C0GXBCAOXD8OOCAS7U3W7CA6T6WL7CAFFTBT2CADR9RJWCAI45PHQCAZIB9C6CAUE4VCWCAJD1GQ8CAUX9I1U.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 77px; FLOAT: left; HEIGHT: 105px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5332812676337260818" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_xUoioiurzjs/SgH03-rIWRI/AAAAAAAAAD4/eN-oWXV0BlA/s320/CA90PQBNCAYFE125CA7ENIGOCAF5SB4QCABT16H9CAPTFMR2CAVSITY8CA3C0GXBCAOXD8OOCAS7U3W7CA6T6WL7CAFFTBT2CADR9RJWCAI45PHQCAZIB9C6CAUE4VCWCAJD1GQ8CAUX9I1U.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Despertar o interesse de retornos financeiros sólidos na economia angolana, não se resume somente ao longo prazo, mas principalmente ao curto prazo, devido alta rentabilidade do capital investimento em relação ao tempo, quando olhamos iniciativas privadas de pequeno porte. Do lado Estatal os investimentos em infrastrutura são os mais visíveis e caracterizados por obras físicas palpáveis destinado a criação/ formação da infraestrutura da economia angolana. A razão disso é simples, ou seja, se faz necessário criar empregos, rendas e capacidade produtiva e de receitas para o Estado. Tais obras, restringem-se em obras de grande vulto, como construção, recuperação de estradas, indústrias, habitação, estruturas de telecomunicações, extratação, majoritariamente do setor secundário. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É o despertar visível, de um renascimento econômico, se comparado de 05 anos de ápice contrastante com o momento zero de uma economia devastada, o chamado "ex ante 2003" momento guerra. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A personificação deste ideal está massificado no verbo entoado pelo cidadão como o "canteiro de obras" Nacional, o crescimento físíco visível, sem a aínda a percepção geral dos cidadãos, dos benefícios na renda pessoal dos mais pobres, porém, vislumbra-se um horizonte de oportunidades "derivadas". O fenômeno se vislumbrada ocultamente numa chance de ouro, para os pequenos empreendedores, o que chamo de seguidores visinários de curto prazo, de retorno imediatista, MAJORITARIAMENTE estrangeiros, nomeadamente: Brasileiros, Portugueses, Chineses, treinados e com olho oportunista,oposto da maioria nativa de angolanos. Tais empreendedores buscam lucros expansão e determinam as regras internas organizacionais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Investimento de maior escala está restrito ao modelo estatal, porém ele é o criador de mercados para demais pequenos empresários terceirizados e fornecedores de serviços e insumos, sedentos de retornos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O desafio será fazer circular o capital intelectual, de cunho de gestão para beneficiar os angolanos na priorização dos empregos, renda e consequente consumo, desprendendo-lhes das garras capitalistas estrangeiras e da secular raíz de dependência "UTÓPICA" de oportunidades somente de obrigação da máquina Estatal ou de origem NEW COLONIAL.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Buscar fazer parte do multiplicador de benefícios trazidos por investimentos estatais , torna-se o ideal visionário do Angolanos, porém que estar associado apoio de crédito bancário e de treinamento institucional em setores terceários, serviços, comércio e tecnologia. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Chamo de a "grande oportunidade comum", para os empreendedor angolano, cujo o olho agussado aínda está limitado pelo legado não capitalista, dos 30 anos vivídos no conflito, visão de mercado restrita, e uma baixa cultura de acúmulo de capital e inflação avassaladora. Justificando aí a felicidade de nações oportunistas com essas caraterísticas aguçadas como é o caso dos Brasileiros, , Libaneses, Portugueses e hoje os Chineses, que vão impondo o vício empresarial e valores externos alheio as nossas necessidades de qualidade e cultura e prosperidade típica africana. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aínda com estas limitações surgem os novos ricos, aqueles que sempre buscaram, mesmo com o capital inicial e nível de conhecimento de gestão limitado, conseguiram a ascensão, seja por posicionamente previlegiado, ou por visão de mercado qualificada, cita o caso como os "amonjés", os"mosquitos" exemplos a serem seguidos para contrabalançar a imposição externa de contratação e criação de riqueza expatriada. No "economês" habitual o fenômeno dos investimentos estatais e estrangeiros é denominado multiplicador de oportunidades, os efeitos dos investimentos diretos trazidos pelas industrias estrangeiras e forma desenvolvimentista estatal são o que predomina,nada mas do que, a porta aberta, impulsionada pela implatação de indústrias, obras públicas e gastos governamentas que aceleram o crescimento do país. Expresso de forma variada, e comumente vísivel, a construção é o indicador, o termómetro do crescimento do país, a porta aberta para pequenos a sustenção de pequenos negócios e demais correlacionados. O lado monetario, serviços bancários, ofertas de crédito dos bancos comerciais, é a chave para possibilitar a concretização e acesso as essas oportunidades, porém oportunidades que demandarão gestores empresários competentes na gestão de dívidas bancárias e risco, devido ao custo do dinheiro emprestado ser bastante elevado para a média de retornos dos empresários nacionais. Mesmo ainda incipiente, o crédito e a inexistência de amparo aos empreendedores nacionais, o setor financeiro comandado pelo Banco nacional, procurará diminuir o custo de aquisiçao do capital e financiamento, com uma possível queda nos compulsórios bancários, criação de fundos e seus efeitos indiretos nas taxas de juros dando início ao fortalecimento da industria nacional.Embora meta do Banco nacional seja estancar a inflação o mesmo terá de atuar em cíclos de expanção e manutenção de volumens monetários sem impactos negativos ao processo de crescimento. A sustentabilidade através do crédito mantem o retorno do capital para a economia interna. Esse cenário como outros, exigirão esforços na política restritiva (aumentos nos juros bancários e diminuiçao) do BNA relacionada a variação nos compulsórios, devido a possibilidade de variação positiva na inflação pelo aumento no volume de moeda, dado o aumento do crédito. Mecanismos de financiamento específicos como financiamento para a aquisição de materiais, são viáveis se aumento no crédito e queda nos juros, gerando benefícos mútuos tanto para o consumidor e ganhos em escala pela expanção do crédito para os doadores.A manutenção de taxas altas limita os ganhos mútuos tanto para o tomador como para o "doador". No campo industrial, financiar investimentos de grande porte, poderá ser expresso pela capitalização via Bolsa de valores, dando maior dinamica ao lado real e monetário do país sem precisar da criação de fundos de amparo a este setor que é normalmente bem capitalizado. Acredito que será esse o caminho que trilharemo no curto e longo prazo, dentro da visão de diversificação da produção e fontes de receitas para o estado além da geraçaõ de empregos para os cidadão nacionais. Financiar grandes grupos incluindo bancos comerciais o "peixe grande" do sistema, que aqui denominados como grandes industrias, grandes bancos, e demais setores, seria o ponto inicial para a sustenção do crescimento. Embora seja uma visão mas de longo prazo, o espaço para os investimentos empresas de pequenos porte, restringe-se ainda na consolidação da indùstria nacional.O setor terciário apresentam-se como a oportunidade infinita a sustenção econômica principal gerador de renda, indutores de consumo e absorvedores de emprego a solução para redução na dependência petrolífera e diversificação da produção interna.Aí está a "mina de ouro" mas uma vez, o retorno dos bens de capital expresso no curto prazo, típico que nós africanos gostamos. Atualmente essa oportunidade é informal e arriscada, dada as mudanças que ocorrem a toda hora no país. Vendedores de rua, sem qualificação e desprovidos de infraestrutura física mínima instalada poderão sumir, sendo ocupado por chineses e demais que apresentam no mínimo estruturas mesmo que precárias porém passíveis de serem chamadas de empreendimentos enquadráveis na lei. Voltando ao setor das grandes industrias, o ganho ainda é monopolizado, devido ao fato de se tornarem os únicos ofertantes e determinadores de preços, como é o caso da indústria do cimento, que em Dezembro do ano passado a fevereiro de 2008 atingiu mas ou menos 90% de aumento no preço. Efeitos derivado das barreiras a entrantes, novos investidores e a AUSÊNCIA de competição no setor, pressionam o preço e previlegiam elites desinteressadas em competir daí o desequilíbrio entre a oferta e demanda, expresso pela excassez do produto. Este cenário explícito pela monopolização estatal, VERIFICADO em quase todos os segmentos econômicos, é o "íman" que não atrai os pequenos investidores os peixes pequenos, ou seja o bolo pra poucos, e que não interessa mudar o time que atua porque gera lucros para poucos e proporcionalmente maior para cada um. O alto custo incial de aquisição de capital maquinários físíco estrutural sapara quem pode e quem não pode neste mundo, tornando-se injusto em cenários inflacionários que só prejudica pobres. Altos custos de capital associado a extrema "politização" lobby elitista, típico de um fonte de retorno crescente e peso determinante na política industrial é ponto que precisa de concorrencia para diversificar ganhos e deixar os mais eficientes no mercado.Claro considerando setores extratégicos que não podem ser abertos totalmente. Neste conjunto fatores, assuntos como emprego de mão obra primária, surge como a chance embora oculta, para os Angolanos, obviamente não totalmente obsolvidos por incipiente qualificação e por exigência de qualificação específica, porém com horizontes favoráveis se considerar a melhorías já feitas.No meio a essa turbulência surge sinais de solução minimizada milimetricamente com recém inaugurada escola Nacional de Administração-INAD. Espera-se a diminuição de envio de poupança nacional para o exterior, salários pagos pelo crédito garantido das receitas do petróleo contrapartida dos investimentos diretos estrangeiros, que poderão ser revertidas para o país. Espero que indústrias sejam geridas pelos angolanos após fim de contrato, fato aínda muito discutível ...A especialização e treinamento técnico, deve ser o critério social mas justo e minimizador das desigualdades, para que o retorno do capital seja surtido no crescimento da renda do trabalhador impatando no consumo, sendo dessa forma um dos meios de alavancar o crescimento sustentávl através do consumo. Aí ocorre o príncipio da diversificação do crescimento hoje padronizada e determinada somente e historicamente pela receitas de petróleo expressas em 97% das exportações na balança comercial e junto a cerca de 4,8% dos diamantes, explicando a posição de 2º lugar oportuno na lista dos países que mas crescem no mundo, dado a a conjuntura atual do patamar de custo por barril de USD 110,00 no preço internacional. A visão de reconstrução do governo é inevitável e inquestionável...o cenário internacional favorece e dá oportunidade de financiamento de obras previstas no orçamento e estratégias do governo. A sustenção do crescimento vis a vis desenvolvimento enquanto neste nível torna -se questionável, devido a enorme relação DÍVIDA/PIB cerca de quase 60% do PIB fator risco país no cumprimento de seus compromissos, e a fraca disseminação dos efeitos do crescimento para o resto das províncias do país.O país caminha, motilado aínda , a economia com forte tendência cíclica, devido a dependência do petróle, A SOLUÇÃO ESTÁ NO RETORNO DOS BENS DE CAPITAL para a massificação dos benefícios do crescimento ao cidadão comun. OBRIGADO.&lt;a href="mailto:Apeconomista@hotmail.com"&gt;&lt;a href="mailto:peconomista@hotmail.com"&gt;peconomista@hotmail.com&lt;/a&gt; &lt;/a&gt;Paulo Burity- ECONOMISTA &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4080731138595225230-6061813497179540737?l=angolavisaoeconomica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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