<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6950645816050605994</id><updated>2024-10-04T23:02:00.850-03:00</updated><title type='text'>ANOTAÇÕES - TEORIA GERAL DO PROCESSO</title><subtitle type='html'>Anotações de sala de aula fundamentadas, inicialmente, nas exposições da professora Carmela Dell´Isola,, na FDSBC. Seguiram-se os anos, os cursos, revisões e sumários. Sempre atualizando. Informações jurídicas do jeito que você compreende.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://tgproc.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tgproc.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>maria da gloria perez delgado sanches</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14087164358419572567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>20</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6950645816050605994.post-6888951150877178895</id><published>2010-08-02T08:09:00.003-03:00</published><updated>2012-08-22T09:59:05.749-03:00</updated><title type='text'>Campanha de Doação de Sangue</title><content type='html'>Quando estudante da Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo, sugeri a promoção da doação de sangue, como forma de integrar o calouro, como cidadão participante, na sociedade. O exemplo de tal campanha trago da Faculdade de Arquitetura, na Universidade Mackenzie, quando das comemorações da semana do calouro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Louvo a iniciativa da FDSBC, mais uma vez. Sirvamos nós, agora, como referência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:: Realizada Campanha de Doação de Sangue na FDSBC :: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A FDSBC, em parceria com o Centro Acadêmico XX de Agosto e a COLSAN (Associação Beneficente de Coleta de Sangue), promoveu uma campanha de doação de sangue em suas dependências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ação solidária ocorreu no dia 09/06, no período da manhã, e foi aprovada pelos participantes, que disseram estar contentes em realizar a doação, principalmente dentro da Faculdade, já que uma das maiores dificuldades é o deslocamento até um posto de saúde, devido à falta de tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Em depoimento, a aluna Karen do 2º ano disse ser a primeira vez que estava doando. “Minha maior dificuldade era ir até o posto de saúde para doar. Agora, estando na Faculdade, no intervalo, dá para aproveitar e fazer a boa ação”, disse ela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A aluna Kátia do 5º Ano contou que é mais tranquilo doar quando se está na Faculdade e que não era a primeira vez que doava. A Profª Erotilde Minharro também realizou sua doação de sangue. Disse que nunca tinha doado e que se interessou porque a coleta veio até aqui. Acrescentou que se tivessem mais vezes a ação nas dependências da Faculdade seria muito interessante. A funcionária Maria Fernandes Cardoso, que também doou sangue pela primeira vez, estava feliz em poder participar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O diretor da Faculdade, Dr. Marcelo Mauad, também participou do evento, além de apoiar as pessoas que aguardavam para fazer a sua doação. A equipe do CAXXA participou ativamente da campanha e também realização a doação. “A ação está sendo um sucesso. Os alunos estão participando ativamente. Está lotado.”, disse Marcelo Rocco, Coordenador do Centro Acadêmico, enquanto aguardava sua vez de fazer a doação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao todo, foram 146 doadores, entre professores, alunos e funcionários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ver as fotos da Campanha de Doação de Sangue, basta acessar o Twitter da Faculdade, seguindo o @facdireitosbc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parabéns a todos que participaram da Campanha e esperamos que a atitude se torne um hábito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Endereços de Hemocentros no ABCD:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São Bernardo do Campo&lt;br /&gt;
• Banco de Sangue do Hospital Neomater - Rua Paulo de Favari, 162 - Rudge Ramos&lt;br /&gt;
• Banco de Sangue do Hospital São Bernardo - Av. Lucas Nogueira Garcez, 446 – Jardim do Mar&lt;br /&gt;
• Colsan - Hospital Anchieta - Rua Fioravante Demarchi, 37 - Centro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Santo André&lt;br /&gt;
• Banco de Sangue do Hospital Brasil - Rua Votuporanga, 115 - Vila Dora&lt;br /&gt;
• Colsan - Hospital Estadual Mário Covas - Rua Dr. Henrique Calderazzo, 321&lt;br /&gt;
• Colsan - Centro Hospitalar Municipal de Santo André - Av. João Ramalho, 326 - Vila Assunção&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São Caetano do Sul&lt;br /&gt;
• Colsan - Núcleo Regional de Hemoterapia Dr. Aguinaldo Quaresma - Rua Rio de Janeiro, 602- Bairro Olímpico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diadema&lt;br /&gt;
• Posto de Coleta e Transfusão do Hospital Estadual de Diadema - Hospital Serraria - Rua José Bonifácio, 1641 - Serraria</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tgproc.blogspot.com/feeds/6888951150877178895/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6950645816050605994/6888951150877178895?isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/6888951150877178895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/6888951150877178895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tgproc.blogspot.com/2010/08/campanha-de-doacao-de-sangue.html' title='Campanha de Doação de Sangue'/><author><name>maria da gloria perez delgado sanches</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14087164358419572567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6950645816050605994.post-6553711999853798007</id><published>2009-04-15T23:00:00.001-03:00</published><updated>2012-08-22T09:58:55.659-03:00</updated><title type='text'>PROCEDIMENTO - RITOS PROCESSUAIS</title><content type='html'>O processo visa a solução da lide = a aplicação do direito material ao caso concreto.&lt;br /&gt;
Quem determina o ato seguinte é o procedimento = como se dará a marcha dos atos, qual o próximo ato.&lt;br /&gt;
No PROCESSO CIVIL, temos o procedimento comum: ordinário e sumário.&lt;br /&gt;
As ações até 60 salários mínimos e as demais previstas no artigo 275 (cobrança de condomínio, colisão de veículos terrestres, por exemplo), são regidas pelo rito sumário.&lt;br /&gt;
Se não couber, seguem o procedimento ordinário (é excludente).&lt;br /&gt;
Ações de divórcio, despejo, consignação em pagamento: estão previstas na lei.&lt;br /&gt;
Se não tiverem previsão em lei especial, podem estar previstas em lei comum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ARTIGO 275 – PROCEDIMENTO SUMÁRIO&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
= em razão do valor – até 60 salários mínimos&lt;br /&gt;
= em razão da matéria (independentemente do valor):&lt;br /&gt;
- arrendamento rural e parceria agrícola;&lt;br /&gt;
- cobrança de condomínio;&lt;br /&gt;
- ressarcimento de danos em prédio urbano ou rústico;&lt;br /&gt;
- indenizatória por abalroamento de veículos terrestres;&lt;br /&gt;
- cobrança dos honorários do profissional liberal;&lt;br /&gt;
- demais casos previstos na lei.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tgproc.blogspot.com/feeds/6553711999853798007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6950645816050605994/6553711999853798007?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/6553711999853798007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/6553711999853798007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tgproc.blogspot.com/2009/04/procedimento-ritos-processuais.html' title='PROCEDIMENTO - RITOS PROCESSUAIS'/><author><name>maria da gloria perez delgado sanches</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14087164358419572567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6950645816050605994.post-4732861776399316533</id><published>2009-04-15T22:59:00.001-03:00</published><updated>2012-08-22T10:00:54.226-03:00</updated><title type='text'>PROVA</title><content type='html'>MEIOS DE PROVA&lt;br /&gt;
Diretos e indiretos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não existe hierarquia dos meios.&lt;br /&gt;
A atividade probatória tem a finalidade de convencer o juiz (leva-lo à convicção de que a parte tem razão).&lt;br /&gt;
Princípio do livre convencimento motivado&lt;br /&gt;
objetos: fatos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FASES:&lt;br /&gt;
Postulatória = saneadora = instrutória = decisória (sentença)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que SE PROVA?&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Fatos.&lt;br /&gt;
Somente aqueles pertinentes ao processo.&lt;br /&gt;
Direito não se prova, a não ser os referentes ao processo (consuetudinário, internacional e municipal)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MEIOS DE PROVA&lt;br /&gt;
São os admitidos em lei.&lt;br /&gt;
Não são taxativos: documental, testemunhal, confissão, perícia, os moralmente admitidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que SE VISA&lt;br /&gt;
Convencer o juiz do alegado pela parte, para que ele motive a decisão.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tgproc.blogspot.com/feeds/4732861776399316533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6950645816050605994/4732861776399316533?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/4732861776399316533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/4732861776399316533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tgproc.blogspot.com/2009/04/prova.html' title='PROVA'/><author><name>maria da gloria perez delgado sanches</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14087164358419572567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6950645816050605994.post-7727560947875086248</id><published>2009-04-15T22:58:00.006-03:00</published><updated>2012-08-22T09:59:29.560-03:00</updated><title type='text'>QUANDO SE EXTINGUE O PROCESSO?</title><content type='html'>Com a sentença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com julgamento de mérito: a natureza é DEFINITIVA, porque produz efeito de coisa julgada material.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sem julgamento de mérito: a natureza jurídica é TERMINATIVA, porque produz efeito de coisa julgada formal.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tgproc.blogspot.com/feeds/7727560947875086248/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6950645816050605994/7727560947875086248?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/7727560947875086248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/7727560947875086248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tgproc.blogspot.com/2009/04/quando-se-extingue-o-processo_15.html' title='QUANDO SE EXTINGUE O PROCESSO?'/><author><name>maria da gloria perez delgado sanches</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14087164358419572567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6950645816050605994.post-5123549314524643455</id><published>2009-04-15T22:58:00.005-03:00</published><updated>2009-04-15T22:58:55.348-03:00</updated><title type='text'>QUANDO SE EXTINGUE O PROCESSO?</title><content type='html'>Com a sentença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com julgamento de mérito: a natureza é DEFINITIVA, porque produz efeito de coisa julgada material.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem julgamento de mérito: a natureza jurídica é TERMINATIVA, porque produz efeito de coisa julgada formal.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tgproc.blogspot.com/feeds/5123549314524643455/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6950645816050605994/5123549314524643455?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/5123549314524643455'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/5123549314524643455'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tgproc.blogspot.com/2009/04/quando-se-extingue-o-processo.html' title='QUANDO SE EXTINGUE O PROCESSO?'/><author><name>maria da gloria perez delgado sanches</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14087164358419572567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6950645816050605994.post-6507167885711719031</id><published>2009-04-15T22:58:00.003-03:00</published><updated>2009-04-15T22:58:37.707-03:00</updated><title type='text'>QUANDO SE FORMA O PROCESSO?</title><content type='html'>Em duas etapas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um primeiro momento, quando o autor entra com a petição inicial.&lt;br /&gt;O segundo momento ocorre com a citação válida do réu.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tgproc.blogspot.com/feeds/6507167885711719031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6950645816050605994/6507167885711719031?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/6507167885711719031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/6507167885711719031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tgproc.blogspot.com/2009/04/quando-se-forma-o-processo.html' title='QUANDO SE FORMA O PROCESSO?'/><author><name>maria da gloria perez delgado sanches</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14087164358419572567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6950645816050605994.post-7948689977092494367</id><published>2009-04-15T22:58:00.001-03:00</published><updated>2009-04-15T22:58:18.101-03:00</updated><title type='text'>DIFERENÇAS ENTRE ELEMENTOS, CONDIÇÕES E PRESSUPOSTOS</title><content type='html'>ELEMENTOS&lt;br /&gt;Individualizam uma ação da outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONDIÇÕES&lt;br /&gt;Existem para que possa ser o processo extinto com o julgamento do mérito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRESSUPOSTOS&lt;br /&gt;Para que o processo se constitua e se desenvolva de forma válida.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tgproc.blogspot.com/feeds/7948689977092494367/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6950645816050605994/7948689977092494367?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/7948689977092494367'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/7948689977092494367'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tgproc.blogspot.com/2009/04/diferencas-entre-elementos-condicoes-e.html' title='DIFERENÇAS ENTRE ELEMENTOS, CONDIÇÕES E PRESSUPOSTOS'/><author><name>maria da gloria perez delgado sanches</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14087164358419572567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6950645816050605994.post-8413122135104514580</id><published>2009-04-15T22:57:00.002-03:00</published><updated>2009-04-15T22:58:01.621-03:00</updated><title type='text'>PRESSUPOSTOS PROCESSUAIS</title><content type='html'>Os pressupostos existem para que o processo possa produzir efeitos e se desenvolver no mundo jurídico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I-SUBJETIVOS&lt;br /&gt;Referentes ao juiz&lt;br /&gt;Investidura na jurisdição, competência e imparcialidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referentes às partes&lt;br /&gt;CAPACIDADE de SER PARTE&lt;br /&gt;Para agir. Qualquer pessoa, física ou jurídica tem capacidade para ser parte.&lt;br /&gt;CAPACIDADE PARA ESTAR EM JUÍZO &lt;br /&gt;“legitimatio ad causam”:&lt;br /&gt;=&gt; pessoa natural: capacidade processual plena&lt;br /&gt;-=&gt;capacidade processual relativa: assistida (integra a capacidade processual)&lt;br /&gt;-falta absoluta de capacidade (represen-tada)&lt;br /&gt;=&gt;PJ&lt;br /&gt;=&gt;formal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPACIDADE POSTULARÓRIA&lt;br /&gt;No juizado especial é de até 20 salários mínimos. &lt;br /&gt;Até esse limite, não é preciso que se postule com a intervenção de um advogado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II-OBJETIVOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXTRÍNSECOS&lt;br /&gt;São pressupostos externos. &lt;br /&gt;Exemplo: a coisa julgada (a tutela jurisdicional só pode ser entregue uma única vez).&lt;br /&gt;INTRÍNSECOS&lt;br /&gt;Internos à relação processual. &lt;br /&gt;Exemplo: uma citação não válida</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tgproc.blogspot.com/feeds/8413122135104514580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6950645816050605994/8413122135104514580?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/8413122135104514580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/8413122135104514580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tgproc.blogspot.com/2009/04/pressupostos-processuais.html' title='PRESSUPOSTOS PROCESSUAIS'/><author><name>maria da gloria perez delgado sanches</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14087164358419572567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6950645816050605994.post-7879960270024241675</id><published>2009-04-15T22:57:00.001-03:00</published><updated>2009-04-15T22:57:19.732-03:00</updated><title type='text'>RESPONDER A AÇÃO:</title><content type='html'>O QUE O RÉU PODE FAZER?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contestação&lt;br /&gt;Na contestação, o réu contra-ataca as alegações feitas pelo autor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reconvenção&lt;br /&gt;O réu ingressa com uma ação em face do autor, nos mesmos autos do processo.&lt;br /&gt;É um processo autônomo, mas que anda junto com o primeiro.&lt;br /&gt;Se o procedimento é ordinário, é possível a reconvenção.&lt;br /&gt;Se sumário, não. Neste caso, pode-se fazer o pedido contraposto, na própria contestação: defende-se e pede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exceção &lt;br /&gt;De competência (relativa), de suspeição e de impedimento, buscando a imparcialidade do juiz.&lt;br /&gt;Tanto pode excepcionar o réu como o autor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concordância&lt;br /&gt;Conforme o instituto da confissão.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tgproc.blogspot.com/feeds/7879960270024241675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6950645816050605994/7879960270024241675?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/7879960270024241675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/7879960270024241675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tgproc.blogspot.com/2009/04/responder-acao.html' title='RESPONDER A AÇÃO:'/><author><name>maria da gloria perez delgado sanches</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14087164358419572567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6950645816050605994.post-5140462966055019492</id><published>2009-04-15T22:55:00.002-03:00</published><updated>2009-04-15T22:56:03.511-03:00</updated><title type='text'>ENTES PRINCIPAIS DO PROCESSO</title><content type='html'>O autor é o pólo ativo da relação processual e o réu, o pólo passivo.&lt;br /&gt;Portanto, assumem posições antagônicas; são ENTES PARCIAIS.&lt;br /&gt;O juiz dirige o processo. Por conseguinte, é o ente imparcial.&lt;br /&gt;O direito processual se apóia no direito.material. &lt;br /&gt;O processo é autônomo, não depende do direito material para se valer. &lt;br /&gt;Tanto que se a forma não estiver certa, não existe a apreciação do mérito. &lt;br /&gt;Se o réu resolve ñ se defender, sofre os efeitos da revelia (presunção de veracidade dos fatos alegados pelo autor).</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tgproc.blogspot.com/feeds/5140462966055019492/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6950645816050605994/5140462966055019492?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/5140462966055019492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/5140462966055019492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tgproc.blogspot.com/2009/04/entes-principais-do-processo.html' title='ENTES PRINCIPAIS DO PROCESSO'/><author><name>maria da gloria perez delgado sanches</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14087164358419572567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6950645816050605994.post-3859561473459934408</id><published>2009-04-15T22:55:00.001-03:00</published><updated>2012-08-22T10:02:22.951-03:00</updated><title type='text'>CARACTERÍSTICAS DO PROCESSO</title><content type='html'>complexidade  progressividade (por que anda para a frente, até a sentença), unidade caráter tríplice e natureza pública.&lt;br /&gt;
Processo é o todo, o conjunto, da petição inicial ao recurso.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tgproc.blogspot.com/feeds/3859561473459934408/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6950645816050605994/3859561473459934408?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/3859561473459934408'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/3859561473459934408'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tgproc.blogspot.com/2009/04/caracteristicas-do-processo.html' title='CARACTERÍSTICAS DO PROCESSO'/><author><name>maria da gloria perez delgado sanches</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14087164358419572567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6950645816050605994.post-571920815201159591</id><published>2009-04-15T22:54:00.003-03:00</published><updated>2009-04-15T22:54:59.427-03:00</updated><title type='text'>DEFESA PROCESSUAL</title><content type='html'>Na defesa processual, o réu pode tomar dois caminhos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=&gt; DEFESA PROCESSUAL PEREMPTÓRIA&lt;br /&gt;Leva à extinção do processo sem o julgamento do mérito:&lt;br /&gt;- indeferimento da petição inicial;&lt;br /&gt;- abandono do processo pelas partes, por mais de um ano;&lt;br /&gt;- desídia (o autor abandonar a causa por mais de trinta dias);&lt;br /&gt;- perempção;&lt;br /&gt;- litispendência;&lt;br /&gt;- coisa julgada;&lt;br /&gt;- falta de qualquer das condições da ação;&lt;br /&gt;- se morrer a parte e o direito for intransferível;&lt;br /&gt;- se houver confusão entre autor e réu.&lt;br /&gt;Produz coisa julgada?&lt;br /&gt;Sim, referente ao processo, à forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=&gt; DEFESA PROCESSUAL DILATÓRIA&lt;br /&gt;Procrastina o prazo.&lt;br /&gt;Deve estar resguardado o princípio da&lt;br /&gt;ampla defesa, do contraditório e do devido processo legal. &lt;br /&gt;Não somente o réu tem o direito de se defender, mas as partes têm o direito de se defender do que a parte adversa apresentar.&lt;br /&gt;O direito de ação é genérico e abstrato. Por isso é preciso instrumentalizá-lo. Inicia com a petição inicial, mas se forma somente com a distribuição dela. &lt;br /&gt;A feição é triangular: o réu tem que ser citado, de forma válida (nesse momento inicia-se o contraditório).&lt;br /&gt;O contraditório é a oportunidade para a parte adversa se manifestar.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tgproc.blogspot.com/feeds/571920815201159591/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6950645816050605994/571920815201159591?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/571920815201159591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/571920815201159591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tgproc.blogspot.com/2009/04/defesa-processual.html' title='DEFESA PROCESSUAL'/><author><name>maria da gloria perez delgado sanches</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14087164358419572567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6950645816050605994.post-7881478198949811475</id><published>2009-04-15T22:54:00.001-03:00</published><updated>2009-04-15T22:54:36.683-03:00</updated><title type='text'>SENTENÇA</title><content type='html'>Com julgamento do mérito:&lt;br /&gt;- produz efeito de coisa julgada material (portanto, também formal).&lt;br /&gt;A sentença é o ato que põe fim ao processo (com ou sem o julgamento do mérito).&lt;br /&gt;E cabe recurso.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tgproc.blogspot.com/feeds/7881478198949811475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6950645816050605994/7881478198949811475?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/7881478198949811475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/7881478198949811475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tgproc.blogspot.com/2009/04/sentenca.html' title='SENTENÇA'/><author><name>maria da gloria perez delgado sanches</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14087164358419572567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6950645816050605994.post-326560382193466024</id><published>2009-04-15T22:53:00.002-03:00</published><updated>2013-08-19T23:28:53.020-03:00</updated><title type='text'>TEORIA DA SUBSTANCIAÇÃO</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Tem que haver um fato como um direito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Quem alega, prova.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Além da meritória, o réu pode contra-atacar a relação jurídica estabelecida: que a parte não é legítima, a competência absoluta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Tenho que ter a forma adequada. Se a defesa é processual, tenho que pensar o mérito, as preliminares, porque se a forma não estiver certa, não será julgado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 14.2pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Seja leal. Respeite os direitos autorais: se reproduzir, cite a
fonte.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 14.2pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 14.2pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;Thanks for the
comment. Feel free to comment, ask questions or criticize. A great day and a
great week!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 14.2pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #003399;&quot;&gt;Comente, divulgue, assine. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #003399;&quot;&gt;Será sempre bem recebido!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 14.2pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #003399;&quot;&gt;Conheça
mais. Faça uma visita aos blogs disponíveis no perfil: artigos e anotações
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(&quot;causos&quot;):&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;https://plus.google.com/100044718118725455450/about&quot;&gt;https://plus.google.com/100044718118725455450/about&lt;/a&gt;.&lt;span style=&quot;color: #003399;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 14.2pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #003399;&quot;&gt;Esteja à vontade
para perguntar, comentar ou criticar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: #ECD7AC; border: solid windowtext 1.0pt; margin-left: 14.2pt; margin-right: 0cm; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-element: para-border-div; padding: 1.0pt 4.0pt 1.0pt 4.0pt;&quot;&gt;

&lt;div style=&quot;background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border: none; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; padding: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; font-family: &#39;Blackadder ITC&#39;;&quot;&gt;Maria da
Glória Perez Delgado Sanches&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Blackadder ITC&#39;;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; border: none; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; padding: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial;&quot;&gt;Membro Correspondente da ACLAC –
Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo, RJ.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tgproc.blogspot.com/feeds/326560382193466024/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6950645816050605994/326560382193466024?isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/326560382193466024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/326560382193466024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tgproc.blogspot.com/2009/04/teoria-da-substanciacao.html' title='TEORIA DA SUBSTANCIAÇÃO'/><author><name>maria da gloria perez delgado sanches</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14087164358419572567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6950645816050605994.post-6984458658989238759</id><published>2009-04-15T22:52:00.002-03:00</published><updated>2009-04-15T22:53:16.437-03:00</updated><title type='text'>RESPOSTAS DO RÉU</title><content type='html'>O réu tem o direito a:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) MÉRITO&lt;br /&gt;- exceção substancial.&lt;br /&gt;Réu resiste:&lt;br /&gt;Visa atacar o mérito da causa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Refere-se ao mérito (direito alegado pelo autor), de forma:&lt;br /&gt;Direta – nega ou alega que foi de outra forma: nega ou alega que ocorreu de forma diferente ou aceita os fatos, mas discorda das conseqüências jurídicas pretendidas pelo autor.&lt;br /&gt;Indireta - não nega ou concorda mas apresenta outros fatos, impeditivos, extintivos ou modificativos do direito do autor.&lt;br /&gt;Contestação – princípios da eventualidade e da concentração. Momento para o réu concentrar todas as alegações da defesa (cada item alegado pelo autor).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B) PROCESSUAL&lt;br /&gt;B.1 - própria (ou peremptória)&lt;br /&gt;B.2 - imprópria (ou dilatória)</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tgproc.blogspot.com/feeds/6984458658989238759/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6950645816050605994/6984458658989238759?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/6984458658989238759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/6984458658989238759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tgproc.blogspot.com/2009/04/respostas-do-reu.html' title='RESPOSTAS DO RÉU'/><author><name>maria da gloria perez delgado sanches</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14087164358419572567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6950645816050605994.post-1611486427759094029</id><published>2009-04-15T22:52:00.001-03:00</published><updated>2013-08-19T23:29:24.294-03:00</updated><title type='text'>CLASSIFICAÇÃO DAS AÇÕES</title><content type='html'>JUÍZO CÍVEL &lt;br /&gt;
a) o autor visa levar ao conhecimento do Judiciário fatos constitucionais de direitos alegados e obter o provimento, conforme a natureza jurídica da sentença de mérito solicitada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I – AÇÃO DE CONHECIMENTO&lt;br /&gt;
Ação constitutiva (transformar, extinguir ou modificar direitos) e a ação condenatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) AÇÃO DECLARATÓRIA&lt;br /&gt;
Efeitos retroativos: ex tunc&lt;br /&gt;
Declara a existência ou a inexistência de uma relação jurídica relevante.&lt;br /&gt;
Exemplo de retroatividade: constituir em mora o devedor, do vencimento da obrigação, com a citação válida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) AÇÃO CONSTITUTIVA&lt;br /&gt;
Efeito para o futuro: ex nunc.&lt;br /&gt;
Criação, modificação ou extinção de uma relação ou situação jurídica.&lt;br /&gt;
Exemplo: o casamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) AÇÃO CONDENATÓRIA&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Visa ñ somente a declaração de direito material, pela sua violação, mas também a conseqüência da condenação na obrigação de fazer, dar, não fazer ou pagar.&lt;br /&gt;
A sentença condenatória, proferida no processo civil, é investida da declaração mais a snção.&lt;br /&gt;
É a única declaração de conhecimento que cabe a sanção (o que vou executar).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II – EXECUÇÃO&lt;br /&gt;
É promovida nos mesmos autos da ação de conhecimento.&lt;br /&gt;
Por que é promovida nos mesmos autos?&lt;br /&gt;
Por causa da prevenção (o juiz está prevento).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRIMEIRO&lt;br /&gt;
Conhecimento =&amp;gt; condenatória.&lt;br /&gt;
DEPOIS =&amp;gt; a fase executória&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Título executivo judicial&lt;br /&gt;
Decorre da sentença condenatória. É uma fase do processo, e não uma nova ação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Título executivo extrajudicial&lt;br /&gt;
O provimento jurisdicional dá-se em uma ação de execução.&lt;br /&gt;
São os documentos que trazem a presunção legal de liquidez e a certeza da obrigação. &lt;br /&gt;
A lei dá características de executoriedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A LEI ENUMERA OS TÍTULOS EXTRAJUDICIAIS:&lt;br /&gt;
=&amp;gt; letra de câmbio, nota promissória, duplicata, debênture, cheque (títulos cambiários): entro direto com a ação de execução;&lt;br /&gt;
=&amp;gt; contrato assinado por duas testemunhas: tem força executiva;&lt;br /&gt;
=&amp;gt; contrato de hipoteca, penhor, caução, seguro de vida;&lt;br /&gt;
=&amp;gt; contrato de aluguel (também o condomínio), contrato escrito.&lt;br /&gt;
=&amp;gt; intérprete, tradutor, perito, quando arbitrado pelo juiz.&lt;br /&gt;
É título judicial, também, a ação penal transitada em julgado. Ela é executada no cível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III – AÇÃO CAUTELAR&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ações acautelatórias&lt;br /&gt;
- “fumus boni iuris” e “periculum in mora” = caráter de urgência.&lt;br /&gt;
Para evitar dano que dificilmente será reparado.&lt;br /&gt;
São as ações emergenciais.&lt;br /&gt;
A entrega da tutela jurisdicional tem em vista o direito ameaçado ou violado.&lt;br /&gt;
Não é um órgão consultivo.&lt;br /&gt;
Se a cautelar é proposta antes da ação principal, a ação principal deve ser ajuizada em 30 dias da medida.&lt;br /&gt;
Mas pode ser, também, incidental (durante a fase processual).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IV - MANDAMENTAL&lt;br /&gt;
O objetivo é conseguir ou obter um mandado dirigido a órgão estadual, por sentença judicial.&lt;br /&gt;
Quando houver uma lesão de direito líquido e certo, por ato de um órgão estatal (ente público).&lt;br /&gt;
Exemplo:  mandado de segurança, mandado de injunção. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MONITÓRIA&lt;br /&gt;
Conceito: quando poderia ser uma ação de execução, mas não o foi.&lt;br /&gt;
É ação mais célere, que busca o pagamento, se não houve o pagamento.&lt;br /&gt;
Exemplo: cheque prescrito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NOMINADAS&lt;br /&gt;
Exemplo: busca e apreensão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
INOMINADAS&lt;br /&gt;
Não há a previsão legal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
JUÍZO PENAL&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ação é definida pela natureza jurídica do DIREITO MATERIAL.&lt;br /&gt;
Fixação da inicial está prevista no Código Penal&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PÚBLICA&lt;br /&gt;
INCONDICIONADA&lt;br /&gt;
O Ministério Público é competente para a propositura.&lt;br /&gt;
Quando não for ação penal pública incondicionada, a própria lei dirá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CONDICIONADA&lt;br /&gt;
Art. 100 do CP: quando a lei pedir.&lt;br /&gt;
Também é exercida pelo Ministério Público.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CONDICIONADA À REQUISIÇÃO DO MINISTRO DA JUSTIÇA&lt;br /&gt;
Exemplo são os crimes contra a honra do Presidente da República ou chefe de governo estrangeiro e nos crimes praticados no estrangeiro contra brasileiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
REPRESENTAÇÃO DO OFENDIDO&lt;br /&gt;
Exemplo: peculato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRIVADA&lt;br /&gt;
É movida pelo ofendido ou seu sucessor, mediante queixa.&lt;br /&gt;
Princípio da disponibilidade, da indivisibilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
EXCLUSIVAMENTE PRIVADA&lt;br /&gt;
A propositura compete apenas ao ofendido, seu representante legal ou sucessor.&lt;br /&gt;
Exemplo: os crimes contra a honra, propriedade imaterial ou intelectual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SUBSIDIÁRIA DA PÚBLICA&lt;br /&gt;
Qualquer delito, quando o Ministério Público não apresentar a denúncia dentro do prazo legal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SUBSIDIÁRIA DA PÚBLICA&lt;br /&gt;
Qualquer delito, quando o Ministério Público não apresentar a denúncia no prazo legal (5 dias se o réu estiver preso e 15, se solto), nem requerer o arquivamento ou diligência (inércia do Ministério Público).&lt;br /&gt;
O Ministério Público não é dono da ação penal, mas titular, embora deva sempre promover a ação no prazo legal.&lt;br /&gt;
Não o fazendo, autoriza o particular a ajuizar a ação penal subsidiária da pública.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CONCURSO DE CRIMES&lt;br /&gt;
Envolvendo crimes de ação penal pública e ação penal privada, o Ministério Público somente está autorizado a agir na Ação Penal Pública.&lt;br /&gt;
Pode-se dar litisconsórcio ativo entre o Ministério Público e o particular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
JUÍZO TRABALHISTA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A situação fática vai determinar a tutela jurisdicional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
∆l=2ª pte CLT=instrumental. de fma subsid.=CPC.&lt;br /&gt;
coletiva=visa dirs de classe/ gru-pos/categorias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Natur juríd=dec.declaratório=efeito ex-tunc.ex=conv.colet, creche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Natur econ=decisão constitutiva&lt;br /&gt;
Litisconsórc (pluralidade de ptes)-ação é ∆l. Sindic tem legitim p/repres. categ. Ef.erga omnes (p/i/=colet, em rz dos efs da dec.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tgproc.blogspot.com/feeds/1611486427759094029/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6950645816050605994/1611486427759094029?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/1611486427759094029'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/1611486427759094029'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tgproc.blogspot.com/2009/04/classificacao-das-acoes.html' title='CLASSIFICAÇÃO DAS AÇÕES'/><author><name>maria da gloria perez delgado sanches</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14087164358419572567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6950645816050605994.post-4277912619565562543</id><published>2009-04-15T22:51:00.006-03:00</published><updated>2012-08-22T10:00:34.221-03:00</updated><title type='text'>INTRODUÇÃO</title><content type='html'>INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DIREITO DE AÇÃO&lt;br /&gt;
É o direito ao exercício da atividade jurisdicional.&lt;br /&gt;
O direito de ação é:&lt;br /&gt;
- subjetivo,&lt;br /&gt;
- público,&lt;br /&gt;
- genérico.&lt;br /&gt;
O direito de ação é jurisdicional, genérico e incondicionado.&lt;br /&gt;
O sujeito passivo é o Estado.&lt;br /&gt;
Entra-se com ação contra o Estado, em fade de alguém.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Juiz natural&lt;br /&gt;
Investidura da  jurisdição&lt;br /&gt;
(concurso + posse) &lt;br /&gt;
+ &lt;br /&gt;
competência&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tutela jurisdicional e tutela jurisdicional adequada: Ocorre quando o direito objetivo e o direito subjetivo estão dentro do pedido.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
AÇÃO – direito ao exercício da atividade jurisdicional&lt;br /&gt;
Direito subjetivo público - genérico Sujeito passivo = Estado.&lt;br /&gt;
Entra-se com ação CONTRA o Estado, EM FACE do Município, de A, de B.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tgproc.blogspot.com/feeds/4277912619565562543/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6950645816050605994/4277912619565562543?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/4277912619565562543'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/4277912619565562543'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tgproc.blogspot.com/2009/04/introducao.html' title='INTRODUÇÃO'/><author><name>maria da gloria perez delgado sanches</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14087164358419572567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6950645816050605994.post-6835882809939489420</id><published>2009-04-15T22:51:00.005-03:00</published><updated>2013-08-19T23:28:06.342-03:00</updated><title type='text'>ELEMENTOS DA AÇÃO: Individualizam uma ação da outra:</title><content type='html'> partes (pólo ativo e passivo)&lt;br /&gt;
 causa de pedir (teoria da substanciação) &lt;br /&gt;
Fundamento jurídico = direito mais  fundamento legal = lei (artigo)&lt;br /&gt;
 pedido=provimento jurisdicional – as condições levam ao pedido imediato=condenação = provimento jurisdicional &lt;br /&gt;
elementos levam ao pedido mediato = bem da vida&lt;br /&gt;
Se o processo é extinto sem julgamento do mérito, o direito de ação foi exercido, e a tutela jurisdicional foi aplicada, mas não houve a aplicação do direito material.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tgproc.blogspot.com/feeds/6835882809939489420/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6950645816050605994/6835882809939489420?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/6835882809939489420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/6835882809939489420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tgproc.blogspot.com/2009/04/elementos-da-acao-individualiza-uma.html' title='ELEMENTOS DA AÇÃO: Individualizam uma ação da outra:'/><author><name>maria da gloria perez delgado sanches</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14087164358419572567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6950645816050605994.post-2678329099082396614</id><published>2009-04-15T22:51:00.003-03:00</published><updated>2009-04-15T22:51:34.941-03:00</updated><title type='text'>CONDIÇÕES DA AÇÃO (decisão de mérito):</title><content type='html'>=&gt; possibilidade jurídica do pedido = interesse de agir (necessidade x adequação = forma adequada) &lt;br /&gt;=&gt; legitimidade – pode ser ordinária ou extraordinária.&lt;br /&gt;Com julgamento de mérito – produz coisa julgada material&lt;br /&gt;Sem julgamento do mérito – quando faltar qualquer das condições da ação (extingue-se o processo sem o julgamento do mérito).&lt;br /&gt;Condições servem para o julgamento do mérito. Se faltar uma das condições, ele não será julgado.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tgproc.blogspot.com/feeds/2678329099082396614/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6950645816050605994/2678329099082396614?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/2678329099082396614'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/2678329099082396614'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tgproc.blogspot.com/2009/04/condicoes-da-acao-decisao-de-merito.html' title='CONDIÇÕES DA AÇÃO (decisão de mérito):'/><author><name>maria da gloria perez delgado sanches</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14087164358419572567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6950645816050605994.post-3138305851490427426</id><published>2009-04-15T22:50:00.001-03:00</published><updated>2009-04-15T22:50:25.365-03:00</updated><title type='text'>PRAZOS - Fazenda Pública e Ministério Público</title><content type='html'>O quádruplo do prazo para contestar e o dobro para recorrer. &lt;br /&gt;É o tratar os diferentes como diferentes  (princípio da.isonomia). &lt;br /&gt;Como representam o povo, têm que aceitar todas as causas (não podem recusar).</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tgproc.blogspot.com/feeds/3138305851490427426/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/6950645816050605994/3138305851490427426?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/3138305851490427426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6950645816050605994/posts/default/3138305851490427426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tgproc.blogspot.com/2009/04/prazos-fazenda-publica-e-ministerio.html' title='PRAZOS - Fazenda Pública e Ministério Público'/><author><name>maria da gloria perez delgado sanches</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14087164358419572567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>