<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-413272117778717399</id><updated>2024-10-07T00:03:26.211-03:00</updated><category term="apendicite"/><category term="doença"/><category term="Crohn"/><category term="aguda"/><category term="retocolite"/><category term="saúde"/><category term="ulcerativa"/><category term="diagnóstico"/><category term="tratamento"/><category term="inflamatória"/><category term="intestinal"/><category term="sintomas"/><category term="causas"/><category term="dor"/><category term="epidemiologia"/><category term="exame"/><category term="abdominal"/><category term="abdómen"/><category term="adolescentes"/><category term="artigos"/><category term="blog"/><category term="como"/><category term="computorizada"/><category term="crianças"/><category term="crônica"/><category term="cuidados"/><category term="cura"/><category term="diagnostica"/><category term="direito"/><category term="doenças"/><category term="etiologia"/><category term="fisico"/><category term="idade"/><category term="inflamatórias"/><category term="intestinais"/><category term="lado"/><category term="laparoscopia"/><category term="muscular"/><category term="pediatria"/><category term="pendicectomia"/><category term="politica de privacidade"/><category term="predominância"/><category term="radiologia"/><category term="recorrente"/><category term="relativos"/><category term="sensibilidade"/><category term="todos"/><category term="tomografia"/><category term="vómito"/><category term="índice"/><title type='text'>Apendicite, Causas, sintomas e tratamento</title><subtitle type='html'>Informação sobre apendicite, causas, sintomas e tratamento da apendicite aguda, identificando o seu diagnóstico e abordando as doenças inflamatórias intestinais, nomeadamente a retocolite ulccerativa e a doença de Crohn, com dicas para sua prevenção.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://apendicite-info.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apendicite-info.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Antunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03782070154660904868</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>25</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-413272117778717399.post-7699433039776965914</id><published>2014-10-03T13:45:00.000-03:00</published><updated>2014-10-03T13:45:44.952-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="abdómen"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="aguda"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="apendicite"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="computorizada"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="direito"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="dor"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="exame"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="lado"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="muscular"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="radiologia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sensibilidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="tomografia"/><title type='text'>Exame para apendicite aguda</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Na apendicite aguda, a presença de pirexia (até 38 ° C) com taquicardia é comum. O exame do abdómen revela sensibilidade localizada e rigidez muscular após a localização da dor na fossa ilíaca direita. Repercussão da sensibilidade está presente, mas não deve ser atingida para evitar angustia ao paciente. Os pacientes muitas vezes acham que o movimento agrava a dor, e se eles forem convidados a tossir, a dor, muitas vezes fica localizada na fossa ilíaca direita. Ao local de sensibilidade máxima, dá-se frequentemente o nome de ponto de McBurney, que fica a dois terços do caminho, ao longo de uma linha traçada a partir do umbigo para a espinha ilíaca ântero-superior. O exame retal e vaginal pode ser normal, embora a sensibilidade do lado direito possa estar presente, principalmente num apêndice pélvico. Sensibilidade no exame retal pode ser sugestiva, mas não é diagnóstico de apendicite. Percussão da sensibilidade, permanência, e ataques de sensibilidade são os achados clínicos mais confiáveis que indicam um diagnóstico de apendicite aguda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Outras técnicas de exame podem auxiliar no diagnóstico de apendicite e incluem o sinal de Rovsig (palpação da fossa ilíaca esquerda provoca dor na fossa ilíaca direita), sinal trecho psoas e o sinal obturador.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A investigação de especialista raramente é necessária para confirmar o diagnóstico de apendicite aguda, e o diagnóstico é predominantemente clínico. Existe teste de diagnóstico específico para a apendicite, mas o uso criterioso de exames de urina e de sangue simples, particularmente para respostas inflamatórias variáveis, devem permitir a exclusão de outras patologias e fornecer evidências adicionais para apoiar um diagnóstico clínico de apendicite.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Sistemas de pontuação e algoritmos têm sido propostos para auxiliar o diagnóstico de apendicite aguda, mas não têm sido amplamente utilizados.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Exames radiológicos podem ser utilizados para auxiliar o diagnóstico de apendicite aguda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Uma meta-análise e uma revisão sistemática sobre o papel da ultra-sonografia e tomografia computadorizada no diagnóstico de apendicite aguda concluíram que estas investigações deverão ser realizadas apenas em pacientes nos quais o diagnóstico clínico e laboratorial de apendicite não puderem ser feitos. Como os estudos de ultra-sonografia são dependentes do operador e precisam de um exame cuidadoso, esses autores também recomendam o uso da tomografia computadorizada em comparação com a ultrassonografia&amp;nbsp;neste grupo de pacientes, uma vez que tem uma maior precisão de diagnóstico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O impacto da introdução de técnicas de imagem na taxa de apendicectomia negativa não é clara. Um estudo longitudinal sugere que, apesar da introdução da ultra-sonografia e tomografia computadorizada, digitalização das taxas de apendicectomia negativa mantiveram-se inalteradas. A acurácia diagnóstica moderada da ultra-sonografia em tais estudos foi indicada como uma possível razão para isso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;No entanto, dois estudos prospetivos avaliaram o uso da tomografia computadorizada, e ambos mostraram uma diminuição no número de internações e apendicectomias desnecessárias. É importante ressaltar que alguns autores têm destacado o risco de exposição desnecessária à radiação ionizante, causada pelo uso excessivo de tomografia computadorizada, e os protocolos de baixa dosagem têm sido defendidos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/7699433039776965914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/7699433039776965914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apendicite-info.blogspot.com/2014/10/exame-para-apendicite-aguda.html' title='Exame para apendicite aguda'/><author><name>Antunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03782070154660904868</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-413272117778717399.post-6282641312135835806</id><published>2014-09-03T07:37:00.000-03:00</published><updated>2014-09-03T07:37:56.651-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="abdominal"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="aguda"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="apendicite"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="como"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="diagnostica"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="diagnóstico"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="dor"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vómito"/><title type='text'>Como se diagnostica uma apendicite aguda</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O diagnóstico de apendicite aguda baseia-se numa análise aprofundada da história&amp;nbsp;clínica&amp;nbsp;do&amp;nbsp;paciente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A dor abdominal é a queixa primária apresentada pelos pacientes com apendicite aguda. A sequência de diagnóstico da dor abdominal central da cólica, seguida de vómito, com migração da dor para a fossa ilíaca direita foi descrita pela primeira vez por Murphy, mas só pode estar presente em 50% dos pacientes. Tipicamente, o paciente descreve cólicas peri-umbilicais intensas durante as primeiras 24 horas, tornando-se constantes e acentuadas, e migram para a fossa ilíaca direita. A dor inicial representa uma dor resultante da inervação visceral do intestino, e a dor localizada é causada pelo envolvimento do peritônio parietal, após a progressão do processo inflamatório. Perda de apetite é frequentemente uma característica predominante, e prisão de ventre e náuseas estão frequentemente presentes.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Vômitos profusos podem indicar o desenvolvimento de peritonite generalizada após perfuração, mas raramente é uma característica importante na apendicite simples. Uma meta-análise dos sinais e sintomas associados com uma apresentação de apendicite aguda foi incapaz de identificar qualquer constatação de diagnóstico, mas mostrou que a migração da dor foi associada a um diagnóstico de apendicite aguda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Esta apresentação clássica pode ser influenciada pela idade do paciente e posição anatômica do apêndice. Pacientes nos extremos do espectro de idade podem apresentar dificuldade de diagnóstico por causa de apresentação não-específica, muitas vezes com sinais clínicos&amp;nbsp;subtis. Lactentes e crianças jovens, muitas vezes parecem estar “ausentes”, e as&amp;nbsp;pessoas idosas podem apresentar confusão. Um alto índice de suspeita de apendicite aguda é necessário em tais pacientes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/6282641312135835806'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/6282641312135835806'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apendicite-info.blogspot.com/2014/09/como-se-diagnostica-uma-apendicite-aguda.html' title='Como se diagnostica uma apendicite aguda'/><author><name>Antunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03782070154660904868</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-413272117778717399.post-7372590002759525210</id><published>2014-08-04T13:30:00.000-03:00</published><updated>2014-08-04T13:30:20.155-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="aguda"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="apendicite"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="idade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="laparoscopia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="pendicectomia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="predominância"/><title type='text'>O que é uma apendicite aguda</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O diagnóstico de apendicite aguda é predominantemente clínico. Muitos pacientes com apendicite têm história típica e achados em exames. A causa da apendicite aguda é desconhecida, mas provavelmente é multifatorial, sendo que; obstrução luminal e fatores dietéticos e familiares foram todos sugeridos. Apendicectomia é o tratamento de escolha, sendo cada vez mais implementado através de um procedimento laparoscópico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A apendicite é a emergência abdominal mais comum e responde por mais de 40 000 internações na Inglaterra a cada ano. Apendicite é mais comum entre pessoas com idades compreendidas entre os 10 e 20 anos, mas pode ocorrer em qualquer idade. Existe uma preponderância masculina, com uma relação de ocorrência no homem em relação à mulher de 1,4 para 1, sendo que o risco geral nos homens é de 8,6% e nas mulheres de 6,7%, nos Estados Unidos. Desde a década de 1940 a incidência de internação para apendicite aguda caiu, mas a razão para este declínio não é clara.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A apendicite é a emergência cirúrgica abdominal mais comum, sendo que nem todos os pacientes apresentam apendicite de um modo típico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Os pacientes nos extremos de idade têm um aumento da mortalidade por causa da apresentação tardia ou dos sinais sutis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O tratamento definitivo da apendicite não deve ser atrasado. No diagnóstico de apendicite aguda.a tomografia computadorizada é mais sensível e específica do que a ultra-sonografia. Apendicectomia com procedimento laparoscópico está a tornar-se cada vez mais comum, e a evidência clínica sugere que este procedimento tem algumas vantagens sobre a cirurgia aberta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Infeções de feridas podem ser diminuídas com o uso de antibióticos perioperatórios.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/7372590002759525210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/7372590002759525210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apendicite-info.blogspot.com/2014/08/o-que-e-uma-apendicite-aguda.html' title='O que é uma apendicite aguda'/><author><name>Antunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03782070154660904868</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-413272117778717399.post-9136131859438677998</id><published>2012-09-22T10:59:00.000-03:00</published><updated>2012-09-22T10:59:23.143-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="apendicite"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="crônica"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="recorrente"/><title type='text'>Apendicite crônica e recorrente</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O diagnóstico de apendicite crônica e recorrente continua controverso para muitos.&amp;nbsp;O ensino de cirurgia ressalta que o apêndice pode apresentar uma resposta inflamatória com uma&amp;nbsp;única evolução patológica, chamada apendicite aguda. Entretanto, há pacientes com evoluções clínicas&amp;nbsp;distintas, caracterizadas por surtos recorrentes de apendicite aguda ou dor crônica no quadrante&amp;nbsp;inferior direito, que sugerem outras entidades do apêndice, conhecidas como apendicite recorrente&amp;nbsp;e apendicite crônica, respectivamente.A despeito da vasta experiência clínica com apendicite aguda,&amp;nbsp;o diagnóstico da apendicite crônica&amp;nbsp;e o da recorrente ainda não são aceitos por unanimidade. No entanto, nos últimos anos,&amp;nbsp;várias referências confiáveis têm relatado séries de pacientes com crises repetitivas de apendicite&amp;nbsp;aguda e de apendicite crônica de longa duração. Esses pacientes evoluem com crises de dor abdominal&amp;nbsp;recorrente ou dor abdominal crônica, nesses casos, o diagnóstico de apendicite não foi definido pela&amp;nbsp;característica da periodicidade da dor, embora a apendicite deva ser considerada no diagnóstico&amp;nbsp;diferencial da dor abdominal, crônica e recorrente, do quadrante inferior do abdômen.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/9136131859438677998'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/9136131859438677998'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/apendicite-cronica-e-recorrente.html' title='Apendicite crônica e recorrente'/><author><name>Antunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03782070154660904868</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-413272117778717399.post-4514800886608663350</id><published>2012-09-22T10:58:00.000-03:00</published><updated>2012-09-22T10:58:22.384-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="aguda"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="apendicite"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saúde"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="tratamento"/><title type='text'>Tratamento da apendicite aguda</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Na apendicite aguda, o tratamento padrão é a cirurgia para remover o apêndice. A cirurgia,&amp;nbsp;chamada apendicectomia, deve ser feita o mais cedo possível para reduzir o risco do&amp;nbsp;apêndice romper-se. Normalmente, se a apendicite é fortemente suspeitada, o cirurgião&amp;nbsp;indicará a remoção do apêndice até mesmo se o ultra-som ou a tomografia não puderem&amp;nbsp;confirmar o diagnóstico. A recomendação do cirurgião para operar reflete o perigo de uma&amp;nbsp;apendicite supurada, pois ela pode ser ameaçadora à vida, enquanto a apendicectomia não&amp;nbsp;complicada é um procedimento relativamente de pouco risco.&amp;nbsp;A cirurgia pode ser feita de modo convencional (através de uma incisão no lado inferior&amp;nbsp;direito do abdome) ou por vídeo-laparoscopia (através de pequenas incisões no abdome),&amp;nbsp;conforme a indicação do cirurgião.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/4514800886608663350'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/4514800886608663350'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/tratamento-da-apendicite-aguda.html' title='Tratamento da apendicite aguda'/><author><name>Antunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03782070154660904868</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-413272117778717399.post-6378462743584287977</id><published>2012-09-22T10:56:00.003-03:00</published><updated>2012-09-22T10:57:13.708-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="apendicite"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saúde"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sintomas"/><title type='text'>Sintomas de apendicite</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A apendicite aguda, na sua forma típica, inicia com dor em torno do umbigo, acompanhada de&amp;nbsp;náuseas e eventualmente vômitos. Horas depois, a dor localiza-se na parte inferior do abdômen,&amp;nbsp;acompanhada por febre moderada e perda de apetite.&amp;nbsp;A apendicite pode restringir-se ao órgão inflamado ou pode provocar sua ruptura.&amp;nbsp;Quando isso acontece às defesas do organismo costumam bloquear a infecção em torno&amp;nbsp;do apêndice originando um abscesso. Quando o organismo não bloqueia a infecção,&amp;nbsp;o conteúdo da mesma espalha-se pelo abdômen provocando um quadro grave de peritonite aguda.&amp;nbsp;Nesta última circunstância haverá dor difusa intensa, febre alta e quadro tóxico grave,&amp;nbsp;exigindo intervenção cirúrgica imediata.&amp;nbsp;Apendicite aguda é doença que predomina na faixa etária de 15 aos 50 anos, mas pode ocorrer&amp;nbsp;na criança e no velho.&amp;nbsp;Os sintomas descritos ocorrem numa situação típica, a mais habitual, mas é freqüente que as&amp;nbsp;manifestações da doença sejam bem diversas e que o diagnóstico possa se tornar difícil.&amp;nbsp;Cabe sempre fazer diagnóstico diferencial, entre outros problemas, com cálculo urinário,&amp;nbsp;outras doenças do intestino, cistos e infecção pélvica na mulher.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/6378462743584287977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/6378462743584287977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/sintomas-de-apendicite.html' title='Sintomas de apendicite'/><author><name>Antunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03782070154660904868</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-413272117778717399.post-6529738986126987652</id><published>2012-09-22T10:55:00.001-03:00</published><updated>2012-09-22T10:55:44.508-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="aguda"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="apendicite"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="diagnóstico"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saúde"/><title type='text'>Diagnóstico de apendicite aguda</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O diagnóstico é geralmente baseado nos sintomas clínicos.&amp;nbsp;O diagnóstico precoce possibilita a intervenção antes que surjam&amp;nbsp;complicações, como peritonite generalizada e sepse.&amp;nbsp;As opções de exames de imagem em pacientes com suspeita de apendicite se&amp;nbsp;expandiram muito nos últimos anos, substituindo os estudos radiológicos. A&amp;nbsp;ultrassonografia é facilmente disponível, relativamente simples, rápida e com custo baixo.&amp;nbsp;Não oferece riscos ao paciente, uma vez que não utiliza contraste e não emite radiação.&amp;nbsp;Alguns estudos têm mostrado que a ultrassonografia abdominal é sensível e&amp;nbsp;específica, aumentando a acurácia diagnóstica e consequentemente evitando que evolua&amp;nbsp;para a perfuração em apendicite aguda.&amp;nbsp;A evolução tecnológica dos aparelhos de ultrassonografia permitiu importante&amp;nbsp;avanço no diagnóstico das doenças que acometem o trato gastrointestinal, merecendo&amp;nbsp;especial destaque na apendicite aguda. Seu papel nessa doença é voltado não apenas para&amp;nbsp;as situações clínicas clássicas, mas, sobretudo, na avaliação de casos atípicos e/ou de&amp;nbsp;progressão arrastada que podem desorientar o clínico e retardar o seu tratamento.&amp;nbsp;O apêndice normal raramente é visto, sendo observado principalmente nos casos de&amp;nbsp;ascite ou conteúdo fecal espesso. Pode ser visualizado como imagem longitudinal ou&amp;nbsp;transversal como um órgão tubular, com diâmetro menor que 6 mm e paredes estratificadas&amp;nbsp;menores que 3 mm.&amp;nbsp;Contudo, o apêndice passa a ser visualizado por esse exame na presença de&amp;nbsp;processos inflamatórios que o atinjam. Isso ocorre pela presença de alterações em sua&amp;nbsp;estrutura como o aumento de suas dimensões quando maiores que 6 mm e a identificação&amp;nbsp;de abscesso periapendicular.&amp;nbsp;Vários trabalhos foram publicados demonstrando a aplicação e eficácia do método&amp;nbsp;ultrassonográfico, ainda que com resultados de sensibilidade e especificidade variáveis. A&amp;nbsp;ultrassonografia abdominal é um dos métodos de diagnóstico por imagem que apresenta, a&amp;nbsp;cada dia, avanços tecnológicos, particularmente no que diz respeito aos transdutores&amp;nbsp;convexo e linear, determinando segurança e facilidade no diagnóstico de doenças em&amp;nbsp;vísceras ocas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/6529738986126987652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/6529738986126987652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/diagnostico-de-apendicite-aguda.html' title='Diagnóstico de apendicite aguda'/><author><name>Antunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03782070154660904868</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-413272117778717399.post-1339544340225314972</id><published>2012-09-22T10:53:00.001-03:00</published><updated>2012-09-22T10:54:02.163-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="apendicite"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="exame"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="fisico"/><title type='text'>Exame físico na apendicite</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O exame físico é o de um paciente com mal&amp;nbsp;estar geral, desconforto, muitas vezes deitado,&amp;nbsp;quieto, sem se movimentar.&amp;nbsp;A inspeção pode detectar ritmo respiratório&amp;nbsp;tóraco-abdominal alterado. Normalmente na&amp;nbsp;inspiração o abdome infla juntamente com o&amp;nbsp;tórax. Se o abdome não acompanhar a&amp;nbsp;expansão torácica, é provável a eminência de&amp;nbsp;peritonite generalizada. Solicite para o&amp;nbsp;paciente tossir: a presença de dor no abdome&amp;nbsp;superior sugere um processo&amp;nbsp;supradiafragmático como pneumonia ou&amp;nbsp;pleurite ou processo inflamatório no abdome&amp;nbsp;superior.&amp;nbsp;Antes de palpar o abdome, solicite duas&amp;nbsp;informações ao paciente:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;aponte com o dedo onde começou a dor, e&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;aponte onde seencontra no momento&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A palpação do abdome é dolorosa no&amp;nbsp;quadrante inferior direito. O ponto de maior&amp;nbsp;dor a compressão depende da localização do&amp;nbsp;apêndice, que pode ser variável. O ponto de Mc&amp;nbsp;Burney geralmente está sensível a pressão.&amp;nbsp;Após ter palpado a área desejada o mais&amp;nbsp;profundo que as circunstancias permitem, a&amp;nbsp;mão que palpa é retirada subitamente, sem&amp;nbsp;aviso prévio ao paciente.&amp;nbsp;Esta manobra traciona o peritônio consigo, o&amp;nbsp;qual, caso inflamado, provoca uma reação&amp;nbsp;intensamente dolorosa e desconfortável, que&amp;nbsp;se expressa de forma correspondente na&amp;nbsp;expressão facial do paciente. É conhecido&amp;nbsp;como sinal de Blumberg ou da descompressão&amp;nbsp;dolorosa, e pode ser pesquisado em qualquer&amp;nbsp;parte do abdome na suspeita de peritonite&amp;nbsp;precoce. Esta manobra é desnecessária quando&amp;nbsp;houver indubitável rigidez muscular.&amp;nbsp;A constatação de peritonite generalizada, com&amp;nbsp;abdome distendido, extremamente sensível a&amp;nbsp;compressão não costuma trazer dificuldades. A&amp;nbsp;expressão máxima da contratura muscular&amp;nbsp;involuntária na peritonite é conhecida com&amp;nbsp;abdome em tabua.&amp;nbsp;Outra manobra utilizada para reforçar a&amp;nbsp;hipótese de apendicite aguda, é constatar dor&amp;nbsp;na fossa ilíaca direita quando se pressiona&amp;nbsp;profundamente a fossa ilíaca esquerda de&amp;nbsp;forma ascendente. Com esta manobra,&amp;nbsp;também conhecida como sinal de Rovsing, a&amp;nbsp;pressão intraluminal exercida&amp;nbsp;retrogradamente atinge o foco infeccioso na&amp;nbsp;fossa ilíaca direita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/1339544340225314972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/1339544340225314972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/exame-fisico-na-apendicite.html' title='Exame físico na apendicite'/><author><name>Antunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03782070154660904868</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-413272117778717399.post-7800556678045359051</id><published>2012-09-22T10:51:00.002-03:00</published><updated>2012-09-22T10:51:38.545-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="aguda"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="apendicite"/><title type='text'>Apendicite aguda</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Apendicite é a inflamação do apêndice, um pequeno órgão com o formato parecido com o&amp;nbsp;dedo indicador, de aproximadamente 10 cm., localizado abaixo e no lado direito do intestino&amp;nbsp;grosso. O apêndice apresenta um canal (luz) em seu interior que se comunica com o&amp;nbsp;intestino, contendo fezes ainda em fase líquida. A função do apêndice não é conhecida,&amp;nbsp;apesar de haver uma grande concentração de tecido especializado na defesa imunológica em&amp;nbsp;sua parede. Normalmente ele inflama por causa de uma infecção ou de uma obstrução do&amp;nbsp;sistema digestivo. Se não for tratado, o apêndice infectado pode romper-se (estourar) e&amp;nbsp;esparramar a infecção para a cavidade abdominal e para a corrente sangüínea.&amp;nbsp;A apendicite aguda é uma doença muito frequente que acomete com maior&amp;nbsp;frequência as faixas etárias mais jovens (com pico de incidência entre 10-19 anos), no sexo&amp;nbsp;masculino ocorre mais em brancos que em outras raças. O risco de desenvolver apendicite&amp;nbsp;aguda ao longo da vida é de 8,6% para o sexo masculino e de 6,7% para o sexo feminino.&amp;nbsp;Sua etiologia, embora discutível, é atribuída à obstrução do apêndice por hiperplasia&amp;nbsp;nodular linfática, apendicolito, ou corpo estranho, dentre os quais os mais comuns são,&amp;nbsp;contraste radiológico, sementes de vegetais e parasitoses, principalmente áscaris.&amp;nbsp;Essa patologia é a mais comum urgência cirúrgica abdominal não traumática.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/7800556678045359051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/7800556678045359051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/apendicite-aguda.html' title='Apendicite aguda'/><author><name>Antunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03782070154660904868</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-413272117778717399.post-2735853583975184505</id><published>2012-09-22T10:49:00.001-03:00</published><updated>2012-09-22T10:50:01.881-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="adolescentes"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="crianças"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Crohn"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cuidados"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="doença"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="pediatria"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saúde"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="tratamento"/><title type='text'>Cuidados no tratamento da doença de Crohn em pediatria</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Devido ao risco de problemas osteoarticulares, não é aconselhável o uso de ciprofloxacino em&amp;nbsp;crianças e adolescentes em vista da existência de alternativas eficazes.&amp;nbsp;O tratamento da doença de Crohn em crianças tende a ser mais agressivo com o uso de imunomoduladores&amp;nbsp;como a azatioprina em fases mais precoces, evitando o emprego prolongado de corticosteróides.&amp;nbsp;O crescimento e o desenvolvimento puberal devem ser monitorizados. Caso haja retardo, fatores&amp;nbsp;relacionados ao seu desencadeamento devem ser avaliados. As causas mais frequentes incluem redução na&amp;nbsp;ingestão alimentar, perdas intestinais, inflamação e uso de corticosteroides. No caso de doença em atividade&amp;nbsp;leve e contraindicação ao uso de corticosteroides, sugere-se a avaliação em serviço especializado&amp;nbsp;de referência, para que seja considerada terapia nutricional com dieta polimérica. Crianças com&amp;nbsp;doença de Crohn apresentam estas complicações com maior frequência do que as com retocolite ulcerativa.&amp;nbsp;Caso haja indicação de terapia anti-TNF, o infliximabe está aprovado para a faixa etária entre 6 e 17 anos;&amp;nbsp;mas o adalimumabe não está aprovado para uso pediátrico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/2735853583975184505'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/2735853583975184505'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/cuidados-no-tratamento-da-doenca-de.html' title='Cuidados no tratamento da doença de Crohn em pediatria'/><author><name>Antunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03782070154660904868</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-413272117778717399.post-266309042383655683</id><published>2012-09-22T10:48:00.002-03:00</published><updated>2012-09-22T10:48:32.319-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Crohn"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="doença"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="saúde"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="tratamento"/><title type='text'>Tratamento da doença de Crohn</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A terapia clínica visa reduzir, controlar os níveis de inflamações ocorridas no sistema&amp;nbsp;gastrintestinal, que resultam em sintomas diversos, e esses sintomas devem ser tratados, já que&amp;nbsp;não se sabe a real etiologia causadora da doença de Crohn. A doença de Crohn é controlada&amp;nbsp;através de acompanhamentos cuidadosos pelo especialista, e às vezes envolve a necessidade de&amp;nbsp;intervenção cirúrgica. Os pacientes acometidos da doença devem ter cuidado com a dieta, sendo&amp;nbsp;que, em casos de acometimento ileal deve-se evitar as fibras em excesso para assim evitar-se&amp;nbsp;possível obstrução, e em casos de esteatorréia, a menor ingestão de gordura melhora a diarréia, e&amp;nbsp;tudo isto depende da gravidade da doença. Algumas pessoas não se sentem bem com a ingestão&amp;nbsp;do leite, devido a deficiência de enzima lactase. É tida uma atenção especial quanto a dieta, no&amp;nbsp;que se diz, as deficiências nutricionais. Nesses casos são indicados a nutrição de forma&amp;nbsp;balanceada enteral ou parenteral, dependendo do caso.&amp;nbsp;O tratamento da doença de Crohn é complexo, exigindo habilidades clínicas e cirúrgicas em&amp;nbsp;algumas situações. A abordagem clínica é feita com aminossalicilatos, corticosteroides, antibióticos&amp;nbsp;e imunossupressores e objetiva a indução da remissão clínica, a melhora da qualidade de vida e, após,&amp;nbsp;a manutenção da remissão. A abordagem cirúrgica é necessária para tratar obstruções, complicações&amp;nbsp;supurativas e doença refratária ao tratamento clínico9. No momento não há evidência para a&amp;nbsp;indicação de ácidos graxos ômega 3 ou probióticos. Também não há evidências atuais para a indicação de&amp;nbsp;talidomida ou terapia tuberculostática objetivando o controle da doença de Crohn. Não existem&amp;nbsp;estudos controlados com ciclosporina para pacientes com doença de Crohn, embora, devido à gravidade&amp;nbsp;do quadro, baseados em estudos não controlados, alguns autores recomendem o uso de ciclosporina.&amp;nbsp;As pesquisas com terapia isolada com antibióticos para o controle da atividade inflamatória são&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;pequenas e não têm mostrado resultados conclusivos. Além disso, a toxicidade com o uso prolongado,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;como neuropatia periférica com metronidazol, bem como o potencial de indução de resistência&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;antimicrobiana, têm sugerido que antimicrobianos isoladamente não devam ser utilizados para o&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;tratamento da doença de Crohn, a despeito do uso clínico corrente. Devem ser indicados quando há&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;suspeita de complicação infecciosa, como abscessos, e para o tratamento de fístulas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Os pacientes tabagistas com doença de Crohn devem receber orientações para parar de fumar.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Além disso, existem dados na literatura sugerindo que os pacientes devem evitar o uso de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;anti-inflamatórios não esteroides, que podem agravar as manifestações da doença. Pacientes&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;com doença de Crohn têm risco aumentado, embora ainda não estimado, de câncer de cólon,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;e pacientes em uso de imunossupressores têm risco aumentado de linfoma não Hodgkin.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Há evidência indireta de que rastreamento de câncer de cólon com colonoscopia possa reduzir&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;a mortalidade por câncer de cólon nestes pacientes.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O tratamento da doença de Crohn é definido segundo a localização da doença,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;o grau de atividade e as complicações. As opções são individualizadas de acordo com a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;resposta sintomática e a tolerância ao tratamento. Sulfassalazina, mesalazina e antibióticos não&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;têm ação uniforme ao longo do trato gastrointestinal, enquanto corticosteroides,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;imunossupressores e terapias anti-TNF parecem ter uma ação mais constante em todos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;os segmentos gastrointestinais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/266309042383655683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/266309042383655683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/tratamento-da-doenca-de-crohn.html' title='Tratamento da doença de Crohn'/><author><name>Antunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03782070154660904868</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-413272117778717399.post-5719200885488852797</id><published>2012-09-21T15:57:00.003-03:00</published><updated>2012-09-21T15:58:03.265-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Crohn"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="doença"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sintomas"/><title type='text'>Sintomas da doença de Crohn</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;As manifestações clínicas da doença de Crohn são dependentes da localização e extensão&amp;nbsp;do acometimento da lesão do tecido agredido. Quando o acometimento é no íleo, então temos a&amp;nbsp;enterite regional clássica da doença de Crohn. O diagnóstico pode ser demorado, e as crises&amp;nbsp;frequentes vão agravando o tecido agredido, e muitas das vezes resulta em complicações que&amp;nbsp;levam o indivíduo a passar por intervenções cirúrgicas. Por outro lado, em alguns pacientes as&amp;nbsp;crises podem se apresentar em intensidade menor e algumas das queixas podem ser evidenciadas&amp;nbsp;como diarréia, vômitos, febre, emagrecimento, perda de peso, dores abdominais e palpação. O&amp;nbsp;paciente pode possuir a doença e permanecer assintomático por meses e anos. A dor abdominal e&amp;nbsp;a palpação são devido a inflamação transmural que pode resultar em fibrose e estreitamento da&amp;nbsp;luz intestinal.&amp;nbsp;O vômito ou êmese é a expulsão forçada do conteúdo digestivo pela boca, de forma&amp;nbsp;reversa ao movimento normal. O sistema autonômico atua de forma a preceder a manifestação&amp;nbsp;emética, resultando em ânsia, náuseas, salivação, sudorese, alterações arrítmicas e respiratórias.&amp;nbsp;Há forte contração de forma reversa nos músculos abdominais, isso diminui a pressão&amp;nbsp;intratorácica, e ocorre contração contínua do antro e a ação do peristaltismo reverso forçam o&amp;nbsp;conteúdo gástrico pelo esfíncter esofágico inferior ao esôfago flácido. O vômito é controlado&amp;nbsp;pelo centro do vômito no bulbo, onde estímulos elétricos causam vômitos instantâneos sem ânsia,&amp;nbsp;em outra área bulbar pode resultar em ânsia sem vômito. Este centro é ativado por impulsos&amp;nbsp;aferentes provenientes de diversas partes do corpo. Em tese, o vômito é uma forma do corpo&amp;nbsp;expulsar substâncias que podem ser nocivas e/ou tóxicas ao organismo, contudo, o vômito&amp;nbsp;prolongado pode acarretar deficiências, quanto ao balanço de líquidos, eletrólitos, hipocalemia e&amp;nbsp;alcalose metabólica.&amp;nbsp;Em alguns casos ocorre o acometimento do cólon, onde podem ser evidenciados perda de&amp;nbsp;sangue fecal oculto ou pouco visível, isso pode resultar em anemia ao longo do tempo e esse&amp;nbsp;quadro pode levar ao diagnóstico precoce da doença. A perda de peso é comum, devido a má&amp;nbsp;absorção relacionada ao intestino delgado e da diminuição da ingestão de alimento com a&amp;nbsp;finalidade de evitar os sintomas e também as crises de vômito. Podem surgir crises sistêmicas&amp;nbsp;como sudorese noturna, febre, mal-estar e dores articulares. Em alguns casos o diagnóstico&amp;nbsp;inicial pode ser confundido com doenças que apresentam sintomas semelhantes a doença de&amp;nbsp;Crohn, dentre estas pode-se citar, apendicite aguda, síndrome do intestino irritável, colite&amp;nbsp;ulcerativa e retocolite ulcerativa dentre outras.&amp;nbsp;As manifestações extra-intestinais podem surgir e são associados a sintomas da doença,&amp;nbsp;incluindo artrite, eritema nodoso, piodermatite gangrenosa, úlceras aftosas da boca, uveíte,&amp;nbsp;anemias, cálculos urinários, colangite esclerosante, sacroileíte, baqueteamento das pontas dos&amp;nbsp;dedos, pericolangite hepática leve inespecífica. O surgimento de sinais e sintomas extraintestinais&amp;nbsp;podem preceder o surgimento dos sintomas intestinais. São típicos o aparecimento&amp;nbsp;laboratoriais que mostram a deficiência de vitamina B12, folato, albumina e ferro, além de&amp;nbsp;apresentarem leucocitose, trombocitose, elevada taxa de hemossedimentação e presença de&amp;nbsp;sangue oculto nas fezes.&amp;nbsp;O surgimento de fístulas são comuns na maioria dos pacientes e promovem&amp;nbsp;ligação entre a parte acometida com vísceras pélvicas ou órgãos adjacentes, podendo também&amp;nbsp;serem formados para o exterior atravessando a parede abdominal, região perianal e enterovaginal.&amp;nbsp;Os pacientes portadores da doença de Crohn progressiva e prolongada fazem parte do&amp;nbsp;grupo de risco a desenvolverem câncer do trato gastrintestinal, porém em menor proporção&amp;nbsp;quando comparado com colite ulcerativa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/5719200885488852797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/5719200885488852797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/sintomas-da-doenca-de-crohn.html' title='Sintomas da doença de Crohn'/><author><name>Antunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03782070154660904868</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-413272117778717399.post-5122752284529249508</id><published>2012-09-21T15:55:00.000-03:00</published><updated>2012-09-21T15:55:37.539-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Crohn"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="diagnóstico"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="doença"/><title type='text'>Diagnóstico da doença de Crohn</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Pode-se suspeitar da doença de Crohn com base no histórico médico, mas o diagnóstico final depende do&amp;nbsp;resultado dos exames solicitados. A lista geralmente inclui:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Exames de sangue&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Radiografias e tomografias computadorizadas do intestino&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Endoscopias e biópsias das partes superior e inferior do intestino e parasitas&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/5122752284529249508'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/5122752284529249508'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/diagnostico-da-doenca-de-crohn.html' title='Diagnóstico da doença de Crohn'/><author><name>Antunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03782070154660904868</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-413272117778717399.post-5155766982449162283</id><published>2012-09-21T15:54:00.003-03:00</published><updated>2012-09-21T15:54:41.754-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="causas"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Crohn"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="doença"/><title type='text'>Causas da doença de Crohn</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Atualmente, acredita-se que a doença de Crohn ocorra&amp;nbsp;devido a fatores genéticos e ambientais. Por razões&amp;nbsp;desconhecidas, o sistema imunológico torna-se&amp;nbsp;excepcionalmente ativo contra o organismo do próprio&amp;nbsp;indivíduo. Ele não ataca apenas o intestino. Às vezes,&amp;nbsp;ataca outros órgãos como a pele, os olhos ou o fígado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/5155766982449162283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/5155766982449162283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/causas-da-doenca-de-crohn.html' title='Causas da doença de Crohn'/><author><name>Antunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03782070154660904868</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-413272117778717399.post-1536216822069258996</id><published>2012-09-21T15:53:00.002-03:00</published><updated>2012-09-21T15:53:52.948-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Crohn"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="doença"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="epidemiologia"/><title type='text'>Epidemiologia da doença de Crohn</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A doença de Crohn ocorre no mundo inteiro, mas há variação acerca da incidência e&amp;nbsp;prevalência da doença entre o plano geográfico. Sabe-se que é maior a frequência nos países&amp;nbsp;desenvolvidos do ocidente, sendo muito frequente em populações da Europa e América do&amp;nbsp;Norte, sendo que atualmente há aumento considerável em todo o mundo. Há estudos que&amp;nbsp;mostram a incidência da doença de Crohn na Suécia, Grã-Bretanha, América do Norte, África,&amp;nbsp;Oriente Médio e Ásia. Pode ocorrer em qualquer idade, tendo maior frequência na segunda e&amp;nbsp;terceira década de vida. Embora alguns autores citem o sexo a ser mais comum pelo&amp;nbsp;acometimento desta patologia, verifica-se que isto não seja tão nítido. É uma doença comum em&amp;nbsp;cidades urbanas e quase que inexistente em zonas rurais. Esta doença pode ser encontrada em&amp;nbsp;qualquer classe étnica, porém é maior sua prevalência sobre os judeus. Há uma hipótese de que a&amp;nbsp;genética poderá trazer ao mundo algum parente com a doença, principalmente entre os filhos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/1536216822069258996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/1536216822069258996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/epidemiologia-da-doenca-de-crohn.html' title='Epidemiologia da doença de Crohn'/><author><name>Antunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03782070154660904868</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-413272117778717399.post-3262754106777983454</id><published>2012-09-21T15:52:00.001-03:00</published><updated>2012-09-21T15:52:59.003-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Crohn"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="doença"/><title type='text'>Doença de Crohn</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A doença de Crohn é uma doença inflamatória intestinal de origem não conhecida e caracterizada&amp;nbsp;pelo acometimento focal, assimétrico e transmural de qualquer porção do tubo digestivo,&amp;nbsp;da boca ao ânus. Apresenta-se sob três formas principais, inflamatória, fistulosa e fibroestenosante. Os segmentos do tubo digestivo mais acometidos são íleo, cólon e região perianal.&amp;nbsp;Além das manifestações no sistema digestório, a DC pode ter manifestações extraintestinais,&amp;nbsp;sendo as mais frequentes as oftalmológicas, as dermatológicas e as reumatologias.&amp;nbsp;A prevalência e a incidência em países desenvolvidos situam-se em torno de 5:100.000 e 50:100.000&amp;nbsp;respectivamente. Uma estimativa da prevalência na cidade de São Paulo encontrou uma prevalência de 14,8 casos&amp;nbsp;por 100.000 habitantes. A doença de Crohn inicia mais frequentemente na segunda e terceira décadas de vida,&amp;nbsp;mas pode afetar qualquer faixa etária.&amp;nbsp;A doença de Crohn não é curável clínica ou cirurgicamente e sua história natural é marcada por agudizações&amp;nbsp;e remissões. A diferenciação entre doença ativa e em remissão pode ser feita com base no Índice de&amp;nbsp;Harvey-Bradshaw (IHB), que é mais simples e mantém uma boa correlação com o Índice de Atividade da&amp;nbsp;doença de Crohn, correlação de Pearson = 0,93 (P = 0,001)4, padrão-ouro para a caracterização dos&amp;nbsp;estágios da doença. Um paciente é considerado em remissão sintomática quando está sem sintomas&amp;nbsp;(IHB igual ou abaixo de 4) e sem uso de corticosteróide. Pacientes que necessitam de corticosteroide&amp;nbsp;para permanecer assintomáticos são classificados como corticodependentes, não sendo considerados&amp;nbsp;em remissão, devido ao risco de toxicidade do tratamento prolongado. Pacientes com doença leve&amp;nbsp;a moderada (IHB igual a 5, 6 ou 7) costumam ser atendidos ambulatorialmente,&amp;nbsp;toleram bem a alimentação, estão bem hidratados, não apresentam perda de peso superior a 10%,&amp;nbsp;sinais de toxicidade, massas dolorosas à palpação ou sinais de obstrução intestinal.&amp;nbsp;Pacientes com doença moderada a grave (IHB igual ou acima de 8) usualmente estão com o estado geral&amp;nbsp;bastante comprometido e têm seus sintomas acompanhados de um ou mais dos seguintes, febre, perda&amp;nbsp;de peso, dor abdominal acentuada, anemia ou diarreia frequente (3 a 4 evacuações ou mais por dia).&amp;nbsp;Pacientes com manifestações acentuadas/fulminantes usualmente tem IHB maior do que 8, tiveram insucesso&amp;nbsp;com o tratamento ambulatorial ou apresentam febre alta, vômitos persistentes,&amp;nbsp;sinais obstrutivos intestinais, sinais de caquexia, sinais de irritação peritoneal ou&amp;nbsp;com abscessos intra-abdominais. Resposta clínica significativa (redução no IADC igual ou superior&amp;nbsp;a 100 pontos) equivale a uma redução de 3 pontos ou mais na escala IHB, com uma margem de erro de 16%,&amp;nbsp;usualmente em favor de uma maior sensibilidade no diagnóstico de resposta clínica ao utilizar-se o IHB.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/3262754106777983454'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/3262754106777983454'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/doenca-de-crohn.html' title='Doença de Crohn'/><author><name>Antunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03782070154660904868</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-413272117778717399.post-231510266221412112</id><published>2012-09-21T15:50:00.001-03:00</published><updated>2012-09-21T15:51:29.962-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="retocolite"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="tratamento"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ulcerativa"/><title type='text'>Tratamento da retocolite ulcerativa</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O tratamento compreende aminossalicilatos orais e por via retal, corticóides e imunossupressores, e&amp;nbsp;é feito de maneira a tratar a fase aguda e, após, manter a remissão, sendo o maior objetivo reduzir a&amp;nbsp;sintomatologia.&amp;nbsp;O tratamento das agudizações leves a moderadas é feito basicamente com aminossalicilatos, orais&amp;nbsp;e tópicos, e com corticóides. A sulfasalazina mostrou-se eficaz no tratamento da retocolite ulcerativa leve a&amp;nbsp;moderada em ensaio clínico randomizado da década de 60. Metanálises dos ensaios clínicos que usaram&amp;nbsp;mesalazina na retocolite ulcerativa ativa mostraram igual eficácia da sulfasalazina e da mesalazina e&amp;nbsp;superioridade em relação ao placebo. A terapia tópica, com supositórios de mesalazina na proctite e enema&amp;nbsp;de mesalazina para a proctossigmoidite, foi reavaliada em duas metanálises que mostraram que a terapia&amp;nbsp;tópica é superior à oral na doença distal. Enemas de corticóide também são superiores ao placebo na&amp;nbsp;doença leve a moderada, embora sejam menos eficazes que a terapia tópica com mesalazina. Os pacientes&amp;nbsp;refratários aos aminossalicilatos ou aqueles com doença moderada podem alternativamente usar prednisona&amp;nbsp;na dose de 40 mg/dia, por via oral. Sugere-se o tratamento empírico de estrongilóides antes do início do&amp;nbsp;tratamento com prednisona. Os pacientes que não respondem completamente ou que não conseguem reduzir&amp;nbsp;a dose da prednisona sem recorrência podem beneficiar-se do uso de azatioprina.&amp;nbsp;Pacientes com doença ativa grave ou refratários à terapia oral devem ser tratados em ambiente&amp;nbsp;hospitalar por equipe clínico-cirúrgica treinada e devem utilizar corticóide intravenoso. Os que tiverem&amp;nbsp;piora e não melhorarem em poucos dias devem ser considerados para colectomia de urgência ou uso de&amp;nbsp;ciclosporina intravenosa em centro com experiência no seu emprego.&amp;nbsp;Pacientes com um episódio único de proctite não necessitam de terapia de manutenção. Nos&amp;nbsp;demais casos, após a melhora da fase aguda, deve ser iniciada a terapia para prevenção de recorrências.&amp;nbsp;Em metanálise dos ensaios clínicos que utilizaram mesalazina para manutenção da remissão em retocolite&amp;nbsp;ulcerativa, concluiu-se que a mesalazina por via oral é superior ao placebo, mas inferior à sulfasalazina por&amp;nbsp;via oral. Os pacientes com proctite ou proctossigmoidite podem alternativamente ser mantidos em remissão&amp;nbsp;com supositórios de mesalazina.&amp;nbsp;Apesar de ser uma doença mais prevalente nos não fumantes, não se deve encorajar os pacientes a&amp;nbsp;iniciarem a fumar. Também não existem evidências conclusivas de que o uso de adesivos de nicotina possa&amp;nbsp;ser útil no manejo desta doença.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/231510266221412112'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/231510266221412112'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/tratamento-da-retocolite-ulcerativa.html' title='Tratamento da retocolite ulcerativa'/><author><name>Antunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03782070154660904868</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-413272117778717399.post-3216381484416951521</id><published>2012-09-21T15:48:00.004-03:00</published><updated>2012-09-21T15:49:06.470-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cura"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="retocolite"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ulcerativa"/><title type='text'>Cura da retocolite ulcerativa</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A cura para a colite ulcerativa é a remoção completa&amp;nbsp;do intestino grosso. Isso se chama colectomia total. Na&amp;nbsp;maioria dos pacientes, é possível religar o intestino&amp;nbsp;delgado ao ânus para que o uso de uma bolsa permanente&amp;nbsp;(ostomia) não seja necessário. Essa segunda cirurgia&amp;nbsp;chama-se “pull through” íleo-anal, e espera-se que&amp;nbsp;proporcione continência e defecação normal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/3216381484416951521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/3216381484416951521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/cura-da-retocolite-ulcerativa.html' title='Cura da retocolite ulcerativa'/><author><name>Antunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03782070154660904868</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-413272117778717399.post-3944811776517812764</id><published>2012-09-21T15:48:00.000-03:00</published><updated>2012-09-21T15:48:14.958-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="diagnóstico"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="retocolite"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sintomas"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ulcerativa"/><title type='text'>Sintomas e diagnóstico da retocolite ulcerativa</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;As manifestações clínicas mais comuns são diarréia, sangramento retal, eliminação&amp;nbsp;de muco nas fezes e dor abdominal. Deve-se sempre excluir causas infecciosas. O diagnóstico&amp;nbsp;é estabelecido pela avaliação da história clínica, exame das fezes, exame endoscópico&amp;nbsp;e achados histopatológicos. Como o tratamento é realizado de acordo com a extensão da&amp;nbsp;doença, a retossigmoidoscopia flexível é útil para definir as porções acometidas, devendo&amp;nbsp;ser realizada de preferência sem preparo do intestino e evitando-se a insuflação excessiva&amp;nbsp;de ar se inflamação acentuada estiver presente. A colonoscopia não é normalmente necessária&amp;nbsp;na fase aguda e deve ser evitada, se possível, pois pode desencadear um quadro de&amp;nbsp;megacólon tóxico.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A gravidade da doença é melhor avaliada pela intensidade dos sintomas e pode ser&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;classificada pelos critérios estabelecidos por Truelove e Witts3, úteis na definição terapêutica.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;As agudizações são classificadas em três categorias:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;leve: menos de 3 evacuações por dia, com ou sem sangue, sem comprometimento&amp;nbsp;sistêmico e com velocidade de sedimentação globular normal;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;moderada: mais de 4 evacuações por dia com mínimo comprometimento sistêmico;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;grave: mais de 6 evacuações por dia com sangue e com evidência de comprometimentos&amp;nbsp;sistêmicos, tais como febre, taquicardia, anemia e velocidade de sedimentação&amp;nbsp;globular acima de 30. Casos com suspeita de megacólon tóxico também&amp;nbsp;devem ser considerados graves.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/3944811776517812764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/3944811776517812764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/sintomas-e-diagnostico-da-retocolite.html' title='Sintomas e diagnóstico da retocolite ulcerativa'/><author><name>Antunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03782070154660904868</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-413272117778717399.post-923514487186396827</id><published>2012-09-21T15:46:00.000-03:00</published><updated>2012-09-21T15:46:19.954-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="causas"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="retocolite"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ulcerativa"/><title type='text'>Causas da retocolite ulcerativa</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Atualmente, acredita-se que a colite ulcerativa ocorra em&amp;nbsp;indivíduos predispostos devido a fatores genéticos e&amp;nbsp;ambientais. Por razões desconhecidas, o sistema&amp;nbsp;imunológico torna-se excepcionalmente ativo contra o&amp;nbsp;organismo do próprio indivíduo. Ele não ataca apenas o&amp;nbsp;intestino; às vezes, ataca outros órgãos como a pele, os&amp;nbsp;olhos, ou o fígado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/923514487186396827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/923514487186396827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/causas-da-retocolite-ulcerativa.html' title='Causas da retocolite ulcerativa'/><author><name>Antunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03782070154660904868</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-413272117778717399.post-8682310195028136058</id><published>2012-09-21T15:45:00.002-03:00</published><updated>2012-09-21T15:45:29.515-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="retocolite"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ulcerativa"/><title type='text'>Retocolite ulcerativa</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A retocolite ulcerativa é uma doença idiopática caracterizada por episódios recorrentes&amp;nbsp;de inflamação que acomete predominantemente a camada mucosa do cólon. A doença&amp;nbsp;sempre afeta o reto e também variáveis porções proximais do cólon, em geral de forma&amp;nbsp;contínua, ou seja, sem áreas de mucosa normais entre as porções afetadas.&amp;nbsp;Dessa maneira, os pacientes podem ser classificados como tendo a doença limitada&amp;nbsp;ao reto (proctite), proctossigmoidite (quando afeta até a porção média do sigmóide), com&amp;nbsp;envolvimento do cólon descendente até o reto (colite esquerda) e envolvimento de porções&amp;nbsp;proximais à flexura esplênica (pancolite).&amp;nbsp;Muitos pacientes permanecem em remissão por longos períodos, mas a probabilidade&amp;nbsp;de ausência de recidiva por 2 anos é de apenas 20%. As recidivas geralmente ocorrem&amp;nbsp;na mesma região do cólon das outras agudizações.&amp;nbsp;A doença pode iniciar em qualquer idade, sendo homens e mulheres igualmente&amp;nbsp;afetados. O pico de incidência parece ocorrer dos 20 aos 40 anos e muitos estudos mostram&amp;nbsp;um segundo pico de incidência nos idosos.&amp;nbsp;A América Latina como um todo é considerada uma região de baixa prevalência da&amp;nbsp;doença quando comparada com países como os EUA, Reino Unido e Austrália.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/8682310195028136058'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/8682310195028136058'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/retocolite-ulcerativa.html' title='Retocolite ulcerativa'/><author><name>Antunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03782070154660904868</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-413272117778717399.post-715130733404040440</id><published>2012-09-21T15:43:00.000-03:00</published><updated>2012-09-21T15:43:20.188-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="doença"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="epidemiologia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="etiologia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="inflamatória"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="intestinal"/><title type='text'>Epidemiologia e etiologia da Doença inflamatória intestinal</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A incidência da Doença inflamatória intestinal é variável de acordo com a região geográfica estudada.&amp;nbsp;Em países desenvolvidos do hemisfério norte a incidência é elevada,&amp;nbsp;particularmente nos Estados Unidos, no Reino Unido e nos países da&amp;nbsp;Escandinávia (5-20/100000 habitantes). Por outro lado, na América do Sul, na&amp;nbsp;Ásia e na África a Doença inflamatória intestinal é considerada rara (0,5/100000 habitantes). Entretanto,&amp;nbsp;no Brasil, há indícios de que a incidência tem aumentado, principalmente em&amp;nbsp;relação à Doença de Crohn.&amp;nbsp;O pico de incidência da Doença inflamatória intestinal ocorre entre 15 e 30 anos de idade,&amp;nbsp;observando-se também um outro pico, mais tardio, entre 60 e 80 anos de&amp;nbsp;idade. A Retocolite Ulcerativa afeta igualmente homens e mulheres; por outro&amp;nbsp;lado, na Doença de Crohn, há ligeira predominância do sexo feminino em&amp;nbsp;relação ao sexo masculino (1,8:1,1). A Doença inflamatória intestinal ocorre com maior frequência entre&amp;nbsp;os judeus (particularmente entre os Ashkenazi), seguido dos brancos, negros e&amp;nbsp;asiáticos. Entre familiares de primeiro grau de portadores de Doença inflamatória intestinal o risco de&amp;nbsp;desenvolvimento da doença é 4 a 20 vezes superior àquele observado na&amp;nbsp;população geral. Estes dados fazem supor que a susceptibilidade para&amp;nbsp;desenvolver Doença inflamatória intestinal é hereditária; além disso, sabe-se que a contribuição da&amp;nbsp;predisposição genética para Doença inflamatória intestinal é mais importante na Doença de Crohn em&amp;nbsp;relação à Retocolite Ulcerativa. Outra evidência da influência do fator genético&amp;nbsp;é a observação de que, particularmente na Doença de Crohn, há risco&amp;nbsp;significativamente maior entre os gêmeos monozigóticos quando comparados&amp;nbsp;aos gêmeos dizigóticos.&amp;nbsp;Acredita-se que a Doença inflamatória intestinal resulte da ativação inapropriada e contínua do&amp;nbsp;sistema imunológico da mucosa do aparelho digestivo frente a diferentes&amp;nbsp;estímulos (tais como infecções e drogas). A resposta imunológica anormal é&amp;nbsp;facilitada tanto por alterações na permeabilidade intestinal quanto do sistema&amp;nbsp;imune. Admite-se, também, a participação de outros fatores, dentre os quais&amp;nbsp;os fatores genéticos e ambientais. A prevalência é maior em áreas urbanas em&amp;nbsp;relação às áreas rurais e em classes socioeconômicas mais elevadas em&amp;nbsp;relação às classes mais baixas. Na Doença de Crohn o risco é maior entre os&amp;nbsp;fumantes, o inverso ocorrendo entre os portadores de Retocolite Ulcerativa. O&amp;nbsp;uso de antinflamatórios não esteroidais pode desencadear exacerbação da Doença inflamatória intestinal,&amp;nbsp;possivelmente relacionado à alteração da barreira do epitélio intestinal. A flora&amp;nbsp;intestinal parece desempenhar papel fundamental no desencadeamento da&amp;nbsp;moléstia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/715130733404040440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/715130733404040440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/epidemiologia-e-etiologia-da-doenca.html' title='Epidemiologia e etiologia da Doença inflamatória intestinal'/><author><name>Antunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03782070154660904868</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-413272117778717399.post-3234481575612733922</id><published>2012-09-21T15:41:00.000-03:00</published><updated>2012-09-21T15:41:21.805-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="doença"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="inflamatória"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="intestinal"/><title type='text'>Doença inflamatória intestinal</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A doença inflamatória intestinal é definida como inflamação crônica&amp;nbsp;intestinal idiopática, com grande variação na forma de apresentação clínica,&amp;nbsp;englobando dois tipos principais de moléstias:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Retocolite ulcerativa&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Doença de Crohn&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O diagnóstico diferencial entre as duas moléstias nem&amp;nbsp;sempre é fácil. Em cerca de 5% dos casos, apesar dos dados clínicos,&amp;nbsp;laboratoriais, radiológicos, endoscópicos e histopatológicos, não é possível&amp;nbsp;fazer a classificação correta. Esta situação é denominada de Colite&amp;nbsp;Indeterminada. O diagnóstico destas doenças tem impacto não só para os&amp;nbsp;pacientes (comprometendo, muitas vezes, o “status” emocional e/ou o&amp;nbsp;desenvolvimento físico), como também para a sociedade, porque pode afetar&amp;nbsp;indivíduos em fase produtiva da vida, que muitas vezes necessitam de&amp;nbsp;atendimento multidisciplinar e do uso de medicamentos de alto custo, por&amp;nbsp;tempo prolongado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/3234481575612733922'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/3234481575612733922'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/doenca-inflamatoria-intestinal.html' title='Doença inflamatória intestinal'/><author><name>Antunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03782070154660904868</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-413272117778717399.post-3348457473122224428</id><published>2012-09-21T15:39:00.000-03:00</published><updated>2012-09-22T11:17:52.453-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="apendicite"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="artigos"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="blog"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="doença"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="doenças"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="inflamatória"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="inflamatórias"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="intestinais"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="intestinal"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="relativos"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="todos"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="índice"/><title type='text'>Índice de todos os artigos do Blog relativos a Apendicite e doenças inflamatórias intestinais</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span closure_uid_8q746d=&quot;470&quot; closure_uid_d0rp9q=&quot;183&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Para se tornar mais fácil localizar os artigos deste blog relativos a tudo o que diz respeito a APENDICITE E DOENÇAS INFLAMATÓRIAS INTESTINAIS&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span closure_uid_8q746d=&quot;470&quot; closure_uid_d0rp9q=&quot;183&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;, aqui fica um índice com todos os artigos:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/apendicite-aguda.html&quot;&gt;Apendicite aguda&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
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&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/diagnostico-de-apendicite-aguda.html&quot;&gt;Diagnóstico de apendicite aguda&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/sintomas-de-apendicite.html&quot;&gt;Sintomas de apendicite&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/tratamento-da-apendicite-aguda.html&quot;&gt;Tratamento da apendicite aguda&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
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&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/epidemiologia-e-etiologia-da-doenca.html&quot;&gt;Epidemiologia e etiologia da Doença inflamatória intestinal&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/retocolite-ulcerativa.html&quot;&gt;Retocolite ulcerativa&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/causas-da-retocolite-ulcerativa.html&quot;&gt;Causas da retocolite ulcerativa&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/sintomas-e-diagnostico-da-retocolite.html&quot;&gt;Sintomas e diagnóstico da retocolite ulcerativa&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/cura-da-retocolite-ulcerativa.html&quot;&gt;Cura da retocolite ulcerativa&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/tratamento-da-retocolite-ulcerativa.html&quot;&gt;Tratamento da retocolite ulcerativa&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/doenca-de-crohn.html&quot;&gt;Doença de Crohn&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
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&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/causas-da-doenca-de-crohn.html&quot;&gt;Causas da doença de Crohn&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/diagnostico-da-doenca-de-crohn.html&quot;&gt;Diagnóstico da doença de Crohn&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/sintomas-da-doenca-de-crohn.html&quot;&gt;Sintomas da doença de Crohn&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/tratamento-da-doenca-de-crohn.html&quot;&gt;Tratamento da doença de Crohn&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/cuidados-no-tratamento-da-doenca-de.html&quot;&gt;Cuidados no tratamento da doença de Crohn em pediatria&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
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</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/3348457473122224428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/413272117778717399/posts/default/3348457473122224428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apendicite-info.blogspot.com/2012/09/indice-de-todos-os-artigos-do-blog.html' title='Índice de todos os artigos do Blog relativos a Apendicite e doenças inflamatórias intestinais'/><author><name>Antunes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03782070154660904868</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-413272117778717399.post-3280979494862164245</id><published>2012-09-21T15:36:00.002-03:00</published><updated>2012-09-21T15:36:53.285-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="politica de privacidade"/><title type='text'>Politica de Privacidade</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&quot;&lt;strong&gt;Política de Privacidade&lt;/strong&gt;&quot;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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