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&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 18pt;"&gt;A
História do Aquarísmo&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Hg_9ufehMX8/Tba7nQd1eNI/AAAAAAAAAGM/WiZVzraO4ps/s1600/1.PNG" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="157" src="http://2.bp.blogspot.com/-Hg_9ufehMX8/Tba7nQd1eNI/AAAAAAAAAGM/WiZVzraO4ps/s200/1.PNG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;A criação de peixes em lugares fechados ou artificiais é uma prática
muito antiga&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;.&lt;/i&gt; Os antigos &lt;b&gt;Sumérios&lt;/b&gt; eram
conhecidos por manter peixes em tanques antes de prepará-los para comer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;
Os templos da &lt;b&gt;&lt;i&gt;Deusa fenícia Astartéia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; tinham piscinas
especiais onde peixes sagrados nadavam, pois segundo àquela cultura, dois
peixes empurravam um ovo mágico para a praia e dela nascera a deusa. Ela tinha
um filho chamado &lt;b&gt;Ichty’s&lt;/b&gt;, que tinha a forma de peixe, &lt;i&gt;&lt;b&gt;na
Babilônia se tornou o Deus-Peixe Ea&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;
Foram encontradas descrições do peixe sagrado de Oxyrhynchus na arte do Antigo
Egito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;
Tudo começou há 4.000 anos... Eram os faraós aquaristas? Disso não temos
certeza. Mas podemos afirmar que entre pirâmides, sarcófagos e múmias, que hoje
fazem a delícia dos arqueólogos, &lt;i&gt;há indícios de que os egípcios tenham sido
os primeiros humanos a ter essa idéia simples e genial: colocar peixes em
grandes tanques de vidro. &lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Há um trecho do Livro dos Mortos do
Antigo Egito que diz: “... não pesquei os peixes sagrados dos seus tanques...” &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;
&lt;/b&gt;Estudiosos da astronomia e da matemática, decerto descobriram no aquarismo
uma possibilidade relaxar a mente para melhor se concentrarem em prever a época
das inundações do Nilo, fazer projetos de pirâmides e outros assuntos mais
práticos. Por isso mesmo, criar peixes ficou, para eles, apenas para o nível de
ornamentação ou, quem sabe, na área da gastronomia. Afinal, um tanque cheio de
peixes não deixa de ser um estoque de alimento!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;
Era uma vez, na &lt;i&gt;&lt;b&gt;Grécia&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; Um filósofo, de nome &lt;b&gt;&lt;i&gt;Aristóteles&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;,
que se interessava por uma variedade enorme de assuntos. Escreveu sobre lógica,
metafísica, retórica, política e ciências naturais. Passou anos e anos de sua
vida estudando a estrutura, os hábitos e o crescimento de diversos animais. É
claro que os peixes que, naquela época, circulavam pelo &lt;i&gt;&lt;b&gt;Mar Egeu&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;
não poderiam escapar à sua observação. Ele descreveu nada menos que &lt;b&gt;&lt;i&gt;115
espécies&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; diferentes! Grande pensador iniciava assim uma nova
ciência, a ictiologia, palavra grega que significa estudo dos peixes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;
Estórias de &lt;b&gt;Marco Polo&lt;/b&gt;, o famoso viajante Italiano conta, nos
relatos de suas viagens pelo Oriente, no &lt;b&gt;&lt;i&gt;século XIII, que os
Chineses&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; tinham o hábito de criar lindos peixes em tanques de
vidro. Curiosos e possuidores de verdadeiro espírito científico, foram eles
que, bem depois de Aristóteles, continuaram a estudar os peixes conseguindo
realizar os &lt;i&gt;primeiros cruzamentos seletivos, entre 970 e 1278.&lt;/i&gt; O que
demonstra que o conceito de aquarismo, na China antiga, época da dinastia Sung,
já era bem mais próximo do que temos hoje. Foi lá que se desenvolveu a criação
do peixe dourado, ainda sem as enormes nadadeiras que hoje o caracterizam. Tudo
isso Marco Polo escreveu em seu livro, para surpresa do mundo Ocidental.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;
O que ele não ficou sabendo é que o &lt;i&gt;&lt;b&gt;Carassius auratus teria seu processo
de seleção aperfeiçoado, mais tarde, pelos Japoneses&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; que levaram a
fama, popularizando-o como peixe-japonês. "CHU SHA YU P'U" Você não
vai precisar aprender chinês, mas, como bom aquarista, é importante saber que
essas quatro palavrinhas são o título responsável por um grande avanço na
aquariofilia. Tradução: "Livro dos peixes vermelhos", escrito pelo
chinês &lt;i&gt;&lt;b&gt;CHANG CHI' EN-TÊ&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;. &lt;i&gt;&lt;b&gt;Essa foi a primeira obra
publicada sobre técnicas de criação de peixes ornamentais.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; Reafirmando
o espírito científico já demonstrado por seus antepassados, esse pesquisador
quis compartilhar com o mundo suas descobertas. Este livro pregava algumas das
"regras" para cuidar e alimentar os peixes. Este senhor pode ser
considerado o pioneiro da aquariofilia, ao escrever sobre a limpeza do aquário,
ou como o aquecia no inverno para que os peixes resistissem às baixas
temperaturas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;
O que é &lt;i&gt;&lt;b&gt;taxonomia&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;? É a ciência das leis de classificação
científica. O que isso tem a ver com o peixe? Bem a taxomania ou sistemática,
criada pelo naturalista sueco &lt;i&gt;&lt;b&gt;Linneu&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;,&lt;i&gt;&lt;b&gt; permitiu que os
peixes fossem classificados por gênero e espécie, facilitando seu estudo.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;
O uso do latim nas classificações científicas visa a universalidade do nome. Em
qualquer canto do mundo, independente da língua falada, você pode saber, por
exemplo, que o substantivo genérico identifica o gênero, o adjetivo se refere à
espécie e que o nome entre parênteses é o do classificador. Assim
Hyphessobrycon rosaceus (Durbin) poderá ser compreendido, com a mesma
facilidade, no Brasil ou na Alemanha. Graças à taxonomia, e a Linneu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-B-XpaU4lD1c/Tba7ue-J-7I/AAAAAAAAAGQ/aoery_b0DTg/s1600/2.PNG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-B-XpaU4lD1c/Tba7ue-J-7I/AAAAAAAAAGQ/aoery_b0DTg/s200/2.PNG" width="123" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt; Foi o&lt;b&gt;&lt;i&gt; constante vai e
vem dos portugueses&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, na época das &lt;b&gt;&lt;i&gt;grandes Navegações&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;,
que acabou difundindo na Europa Ocidental, por volta do século XVI, o &lt;i&gt;&lt;b&gt;hábito
de criar peixes ornamentais em globos de vidro&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;.&lt;/b&gt; O
aquarismo continuou se aperfeiçoando, mas contava ainda com técnicas
rudimentares. Lamparinas de querosene ou bicos de gás eram colocados sob os
aquários, numa tentativa de aquecer os pobres peixinhos, na maioria acostumados
a águas tropicais. &lt;i&gt;&lt;b&gt;Foi no início do século XIX que surgiram os aquários
que hoje conhecemos&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;. Existem registros de peixes criados, durante
alguns anos, em frascos de vidro, fato este que hoje em dia é considerado um
desrespeito pela natureza. Os norte-americanos colaboraram bastante, e ainda o
fazem, no desenvolvimento desse hobby singular. &lt;i&gt;&lt;b&gt;William Thrton Innes é
um nome que você não pode deixar de conhecer. Autor do Ëxotic Aquarium
Fishes", um estudo da aquariologia relacionada a outras ciências,
fundamental e interessantíssimo. &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;E não foi só na área de publicações
que os EUA contribuíram. Foi lá que apareceu a primeira Sociedade de
Aquariofilia de Peixes tropicais, com o intuito de divulgar novas técnicas e
pesquisas. "Know-how" americano à disposição dos interessados.
Enquanto nos EUA as pesquisas avançam, na Europa surgiam os primeiros aquários
públicos e as primeiras exposições de peixes, no Brasil essa atividade ainda
era inédita. Mas o ponto decisivo deu-se em &lt;i&gt;&lt;b&gt;1850, quando R. Harrington
apresentou um relatório à Chemical Society de Londres, Inglaterra, descrevendo
a forma como conseguia manter com êxito um aquário.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; O caso despertou
grande interesse da população e da Comunidade Científica. &lt;b&gt;Em 1852, no
London Zoological Society, iniciou-se a construção do primeiro aquário público&lt;/b&gt;,
o qual foi inaugurado no ano seguinte. Seguiu-se um segundo aquário no
Zoological Gardens de Surrey, também na Inglaterra, logo depois os aquários
surgiram por toda a Europa. Os aquários públicos de água doce, exibiam
exemplares nunca vistos, estes eram apreciados por filas intermináveis de
visitantes curiosos. Os primeiros aquariófilos tinham apenas peixes nativos.
Nas cidades costeiras, tentava-se a criação de espécies marinhos. Entretanto,
no interior todas as espécies de água doce era mantidas em cativeiro. &lt;i&gt;&lt;b&gt;Os&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;
livros sobre peixes escritos na época tratavam sobretudo de peixes marinhos de
águas frias.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; &lt;i&gt;&lt;b&gt;Muitas das plantas aquáticas locais descritas
nesses volumes são hoje raras. &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;Isto é uma prova lamentável dos efeitos
a longo prazo da poluição dos cursos de água. Ter um aquário em casa depressa
se tornou moda em
 Inglaterra. Visto que não haviam tanques já prontos à venda,
publicavam-se livros com instruções detalhadas sobre como construir um aquário.
Essas estruturas eram, em geral, mais decorativas do que funcionais. Num dos
modelos clássicos, a parede da frente era de vidro e as outras de madeira (um
revestimento de alcatrão tornava-a estanque) ou ardósia. Havia à venda diversos
recipientes e campânulas de vidro, mas os aquários era em geral alongados e
feitos à mão, encaixados num nicho para poderem ser vistos facilmente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-mwe3lhxVdck/Tba7-Sb_MXI/AAAAAAAAAGU/rZPyOhddXDU/s1600/3.PNG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-mwe3lhxVdck/Tba7-Sb_MXI/AAAAAAAAAGU/rZPyOhddXDU/s200/3.PNG" width="146" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Em pouco tempo, a aquariofilia transformou-se num desafio, não só à
imaginação do público como também à dos entusiastas interessados em manter
aquários cada vez mais ambiciosos. &lt;b&gt;Em 1857, H. Noel Humphreys publicou
“Jardins em Oceanos e Rios” – História dos Aquários de Água Doce e Salgada,
onde afirmava:&lt;/b&gt; &lt;b&gt;“Um dia teremos aquários tropicais, onde a
temperatura e características dos mares dos trópicos serão reproduzidas com
êxito”.&lt;/b&gt; Humphreys não só previu a invenção do termostato, que permitiu
expandir gradualmente a gama de criaturas possíveis de se manter num aquário,
mas foi também, um dos primeiros a reconhecer a &lt;b&gt;&lt;i&gt;importância da
química na criação de peixes&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;. Para alem destes pontos importantes
reconheceu um princípio que ainda hoje é, muitas vezes, ignorado pelos
aquariófilos – o fator crítico do nível de ocupação. &lt;b&gt;&lt;i&gt;Comentando o
aquário de um amigo, declarou: “Embora o seu interessante tanque não parecesse
demasiado povoado, ele veio a descobrir que ultrapassara o limite de ocupação e
que as criaturas não conseguiam adaptar-se a viver numa área de dois
centímetros quadrados para cada indivíduo”.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; Tal como Humphreys
previa, o aquecimento, a iluminação e o sistema de filtragem foram gradualmente
introduzidos, embora no início estes fossem muito rudimentares. Muitos dos
primeiros tanques tinham o fundo em ardósia e eram aquecidos por baixo através
de um pequeno queimador. Com o aparecimento de aquecedores e termostatos mais
sofisticados, os aquários passaram a ser construídos com vidro e uma estrutura
metálica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-hu4ZoY9puCE/Tba8LIzb1mI/AAAAAAAAAGY/pbUw8o9jlwc/s1600/4.PNG" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-hu4ZoY9puCE/Tba8LIzb1mI/AAAAAAAAAGY/pbUw8o9jlwc/s200/4.PNG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt; À medida que os equipamentos se
desenvolviam e aperfeiçoavam-se, os Aquaristas começaram a procurar variedades
diferentes de peixes. As pessoas começaram a cansar-se das espécies nativas,
pouco interessantes, as quais eram normalmente mais acessíveis. Um dos peixes
raros não locais mencionado nos primeiros livros sobre aquários é o
peixe-vermelho: uma publicação norte-americana de 1858 e uma obra inglesa
datada de 1890 notam que, embora considerado uma espécie de água fria, o
peixe-vermelho ocorre nos climas quentes e sobrevive a uma temperatura de 27
ºC. Isto já era praticado a partir do século XVI na China. O interesse pelos
aquários reacendeu-se com a introdução dos coloridos peixes tropicais, como por
exemplo, o “peixe-paraíso”, divulgado na Alemanha por volta de 1876 e de que há
registro na Inglaterra em 1890. Desde então, a aquariofilia não parou de se
desenvolver. Surgiram sociedades aquáticas, organizaram-se exposições e
concursos. Esses eventos angariavam novos entusiastas e o passatempo foi
florescendo, mesmo durante os anos rigorosos da Segunda Guerra Mundial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-3g4tUqBnn8U/Tba8WXIaDCI/AAAAAAAAAGc/QqTwjG_uwy4/s1600/5.PNG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="198" src="http://3.bp.blogspot.com/-3g4tUqBnn8U/Tba8WXIaDCI/AAAAAAAAAGc/QqTwjG_uwy4/s200/5.PNG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Nessa
altura, era impossível manter aquários de água salgada&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, visto que
corroía as estruturas metálicas, produzindo toxinas fatais para as espécies
marinhas. Para combater esse problema, as estruturas passaram a ser
galvanizadas, dotadas de um revestimento especial ou feitas de aço inoxidável. &lt;b&gt;&lt;i&gt;A
verdadeira revolução deu-se com o aparecimento da cola de silicone, nos anos
sessenta.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; Permitiu que se construísse, pela primeira vez, aquários
todos de vidro, numa variedade de tamanhos e formas. Os tanques podiam agora
ser facilmente deslocados, sem correr o perigo de partir a massa que unia as
placas de vidro. As estruturas tornaram-se obsoletas, embora muitas vezes se
acrescentassem umas de plástico, por motivos decorativos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;No Brasil, só em 1922, na
Exposição da Independência&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;
tivemos uma chance. &lt;b&gt;&lt;i&gt;Os japoneses exibiram seus belíssimos aquários,
lembrando seus jardins típicos, com raros exemplares&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;. Causaram
impacto, despertando o interesse de muita gente. Começaram as primeiras
criações particulares, ainda sem nenhum apoio. &lt;b&gt;&lt;i&gt;Só em 1934 um alemão
radicado no Brasil fundou a primeira loja especializada em peixes ornamentais.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;
Finalmente os brasileiros contaram com apoio para transformar o aquarismo em
algo mais sólido. Desde então, o gosto pelos peixes tem se expandido de maneira
espantosa e as possibilidades de criá-los também. Além dos pequenos exemplares
de água doce você pode aventurar-se na criação de peixes maiores, inclusive de
água salgada. Hoje, a infra-estrutura de apoio à atividade é enorme, as
possibilidades infinitas... fico imaginando se daqui há mais 100 anos os
Aquaristas do futuro não olharão para as fotos dos nossos aquários e
equipamentos com a mesma curiosidade e espírito nostálgico com que lemos esse
artigo .&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Fontes:
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Livro: Vida no Aquário - Editora Três
/ Site português: &lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;a href="http://www.aquariofilia.net/"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;www.aquariofilia.net&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;
/ E demais pesquisas em artigos europeus.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3553944925875135810-7929817132750721636?l=blogdeaquariofilia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pjE2TKmtfHNfxE8RT7PMceJf7d0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pjE2TKmtfHNfxE8RT7PMceJf7d0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pjE2TKmtfHNfxE8RT7PMceJf7d0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pjE2TKmtfHNfxE8RT7PMceJf7d0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Aquariofilia/~4/pJEfbsl2H6Q" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/7929817132750721636?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/7929817132750721636?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Aquariofilia/~3/pJEfbsl2H6Q/artigos-relacionados.html" title="A História do Aquarísmo." /><author><name>Clayton Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15318629303623084230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-iDfUO6Zuoa0/TX9m9NnCrpI/AAAAAAAAAEI/xlgLH23594E/s220/Clayton.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-Hg_9ufehMX8/Tba7nQd1eNI/AAAAAAAAAGM/WiZVzraO4ps/s72-c/1.PNG" height="72" width="72" /><feedburner:origLink>http://blogdeaquariofilia.blogspot.com/2011/03/artigos-relacionados.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0EHQ3s7cSp7ImA9WhdREU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3553944925875135810.post-5643636611048799672</id><published>2011-03-05T18:35:00.030-03:00</published><updated>2011-07-31T12:20:32.509-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-31T12:20:32.509-03:00</app:edited><title>Doenças de Água Salgada.</title><content type="html">&lt;h1&gt;




Doenças de Água Salgada&lt;/h1&gt;
&lt;h2&gt;




Contributo de Thomas Sasala&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;




Tradução de Gonçalo Nunes&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;




&amp;nbsp;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;




&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Nomes das Doenças &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;table border="0" cellpadding="0" class="MsoNormalTable" style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(240, 240, 240);"&gt;
 &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(208, 208, 208); padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;Nomes
  científicos &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(208, 208, 208); padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;Nomes comuns &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Amyloodinium ocellatum &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Amyloodinium, Oodinium, Veludo, Ictio de Água Salgada &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Cryptocaryon irritans &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Cryptocaryon, Ictio de Água Salgada &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Brookynella hostillis &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Brookynella, Doença do peixe palhaço, Doença do peixe anjo
  &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Mycobacteria marinum &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Tuberculose íctica &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Vermes Turbelários &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Doença dos pontos negros, Doença dos peixes cirurgião &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Benedenia melleni &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Tremátodes &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Argulus sp. &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Piolho dos peixes &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Ichthyosporidium hoferi &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Doença dos Fungos &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
?? &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Erosão da linha lateral e cabeça, Buracos na Cabeça &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Vírus Lymphocystis &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Doença viral, Cauliflower disease &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Pseudomonas sp. &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Apodrecimento das barbatanas, Septicemia hemorrágica
  bacteriana, Úlceras (Doença de bactérias) &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Vibrio anguillarium &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Vibriose, "wipe out" &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;


&amp;nbsp;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;


&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Tratamento sugerido&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;table border="0" cellpadding="0" class="MsoNormalTable" style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(240, 240, 240);"&gt;
 &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(208, 208, 208); padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;Nome da Doença &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(208, 208, 208); padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Tratamento &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
1 (4) Doença dos pontos negros &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Imersão rápida em água doce seguida de um banho com formol
  &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
2 (4) Brookynella &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Cobre juntamente com um banho em formol &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
3 Apodrecimento das barbatanas &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Eritromicina, Neomicina &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
4 Piolho do peixe &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Imersão rápida em água doce seguida de um banho com formol
  &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
5 Tremátodes &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Imersão rápida em água doce seguida de um banho com formol
  &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
6 Erosão da linha lateral e cabeça &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
? - melhor qualidade de água &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
7 Cryptocaryon* &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Banho com formol (1/2 a 1 hora) durante todos os dias
  durante 1 semana &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
8 Ichthyosporidium &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Nenhum - melhor qualidade de água &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
9 Lymphocystis &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Nenhum - em princípio desaparece &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
10 Amyloodinium* &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Imersão rápida em água doce juntamente com cobre &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
11 Microsporídeos &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Nenhum - eutanásia &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
12 Envenenamento &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Muitas mudanças de água / remover para outro aquário com
  água em bom estado &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
13 Dieta deficiente &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Variar a dieta; ir de encontro às necessidades
  nutricionais do peixe &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
14 Tuberculose íctica &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Kanamicina, Isoniazid &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
15 Vibrio &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Eritromicina, Neomicina &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;
* Tanto os aquários como os peixes têm de ser tratados para erradicar a doença.
&lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;


&amp;nbsp;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;


&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Sintomas vs. Doença provável &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
x = sinal positivo&lt;br /&gt;
p = sinal possível&lt;/div&gt;
&lt;pre&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;&amp;nbsp;&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;Pontos negros&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; x - - - - - - - -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;&amp;nbsp;&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;Mudanças de cor&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - - - - - p - x -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; x&amp;nbsp; -&amp;nbsp; p&amp;nbsp; x&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;&amp;nbsp;&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;Olhos enevoados&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- - - x - - p - -&amp;nbsp; p&amp;nbsp; -&amp;nbsp; x&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;&amp;nbsp;&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;Estômago distendido&amp;nbsp; - - - - - p - - -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; p&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;&amp;nbsp;&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;Nadar errático&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - - - - - p - - -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; x&amp;nbsp; x&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; p&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;&amp;nbsp;&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;Emaciação&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - - - - - p - - -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; x&amp;nbsp; -&amp;nbsp; x&amp;nbsp; p&amp;nbsp; -&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;&amp;nbsp;&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;Erosão das &lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;Barbatanas&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - - x - - - - - -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; p&amp;nbsp; p&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;&amp;nbsp;&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;Respiração difícil&amp;nbsp;&amp;nbsp; - - - x - - p - -&amp;nbsp; p&amp;nbsp; -&amp;nbsp; x&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;&amp;nbsp;&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;Pontos dourados/&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;castanhos &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- - - - - - - - -&amp;nbsp; x&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;&amp;nbsp;&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;Falta de apetite&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - - - - - - - p -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; x&amp;nbsp; p&amp;nbsp; -&amp;nbsp; x&amp;nbsp; x&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;&amp;nbsp;&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;Indiferença&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - - - p - - p x -&amp;nbsp; p&amp;nbsp; p&amp;nbsp; x&amp;nbsp; -&amp;nbsp; x&amp;nbsp; x&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;&amp;nbsp;&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;"Olhos esbugalhados" - - - - - - - - -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; p&amp;nbsp; p&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;&amp;nbsp;&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;Áreas avermelhadas&amp;nbsp;&amp;nbsp; - - x - - - - - -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; - &amp;nbsp;-&amp;nbsp; x&amp;nbsp; x&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;&amp;nbsp;&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;Pele áspera&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - - - - - - x x -&amp;nbsp; x&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;&amp;nbsp;&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;Esfregarem-se&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; x - - x - - x - -&amp;nbsp; x&amp;nbsp; -&amp;nbsp; p&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;&amp;nbsp;&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;Úlceras/orifícios&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - - - - x - - - -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; p&amp;nbsp; p&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;&amp;nbsp;&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;Protuberâncias &lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;tipo verme &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- - - x - - - - -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; - &amp;nbsp;-&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;&amp;nbsp;&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;Crescimento tipo &lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;verruga&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- - - - - - - - x&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;&amp;nbsp;&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;Manchas brancas&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - x - x - - - - -&amp;nbsp; -&amp;nbsp; x&amp;nbsp; - &amp;nbsp;-&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;&amp;nbsp;&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;Pontos Brancos (1mm) - - - - - - x - -&amp;nbsp; p&amp;nbsp; -&amp;nbsp; - &amp;nbsp;-&amp;nbsp; -&amp;nbsp; -&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;&amp;nbsp;&lt;/pre&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-8oiviIGXUd8/TjVt26bg9qI/AAAAAAAAAO0/tqYBsl776qw/s1600/Fim.PNG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-8oiviIGXUd8/TjVt26bg9qI/AAAAAAAAAO0/tqYBsl776qw/s1600/Fim.PNG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;pre&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Fim da FAQ Principiantes de Água Salgada.&lt;/span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/pre&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3553944925875135810-5643636611048799672?l=blogdeaquariofilia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dRSU4CG1ki8VhgxY9YMn5fZQkG4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dRSU4CG1ki8VhgxY9YMn5fZQkG4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dRSU4CG1ki8VhgxY9YMn5fZQkG4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dRSU4CG1ki8VhgxY9YMn5fZQkG4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Aquariofilia/~4/qdFmXk2BfYA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/5643636611048799672?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/5643636611048799672?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Aquariofilia/~3/qdFmXk2BfYA/doencas-de-agua-salgada.html" title="Doenças de Água Salgada." /><author><name>Clayton Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15318629303623084230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-iDfUO6Zuoa0/TX9m9NnCrpI/AAAAAAAAAEI/xlgLH23594E/s220/Clayton.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-8oiviIGXUd8/TjVt26bg9qI/AAAAAAAAAO0/tqYBsl776qw/s72-c/Fim.PNG" height="72" width="72" /><feedburner:origLink>http://blogdeaquariofilia.blogspot.com/2011/03/doencas-de-agua-salgada.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkYAR3w_eSp7ImA9WhdREU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3553944925875135810.post-684341969632309558</id><published>2011-03-05T18:22:00.009-03:00</published><updated>2011-07-31T11:55:46.241-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-31T11:55:46.241-03:00</app:edited><title>Água Salgada, Sucesso a Longo Prazo.</title><content type="html">&lt;h1&gt;



Água Salgada, Sucesso a Longo Prazo&lt;/h1&gt;
&lt;h2&gt;



Tradução de Miguel Figueiredo &lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3553944925875135810" name="maint"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;



&amp;nbsp;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;


&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Manutenção em Água Salgada&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
O processo de ciclo será sem dúvida o tempo de maior tensão
para você e para o seu novo aquário. Portanto, a seguir está um guia para os
primeiros dias e meses. &lt;/div&gt;
Ao longo das primeiras 4 a 6 semanas o seu aquário irá demonstrar o típico
processo de ciclo (o qual é descrito em detalhe na FAQ DO PRINCIPIANTE).
Durante este tempo crítico você deve vigiar cuidadosamente a amônia e os
nitritos no aquário. Se os peixes parecerem afetados (correndo de um lado para
o outro, ofegando por oxigênio, ou permanecendo imobilizados) uma mudança de
água parcial pode ser adequada. Se os peixes parecerem muito mal pode ser
preciso que ser passá-los para outro aquário até que a toxicidade do aquário se
reduza. Você deve sempre manter a mão água sem cloro e com sal previamente
misturado, para imprevistos. &lt;br /&gt;
Em conjunto com a monotorização da amônia e dos nitritos, você deve estar
atento ao pH (alias, deve sempre vigiar o pH e não apenas no processo de
ciclo). O pH tenderá a cair ao longo do tempo e precisará de ser aumentado. A
maneira mais fácil de subir o pH é através da adição de bicarbonato de sódio.
Dissolva uma colher de sopa de bicarbonato de sódio numa chávena de água sem
cloro e lentamente adicione-o ao aquário. "Lentamente" significa no
decorrer de uma hora ou duas. O bicarbonato de sódio irá provocar uma queda de
pH a curto prazo mas irá elevar o pH a 8.2 ao longo do tempo. &lt;br /&gt;
À medida que o tempo passa, a água irá evaporar do aquário e precisará ser
reposta. A água que evapora é água doce e precisa ser substituída também por
água doce. Você nunca deve usar água salgada para água de reposição (a menos
que queira aumentar a salinidade do aquário). &lt;br /&gt;
À medida que o aquário matura, as algas começarão a crescer (normalmente
cerca da semana 2 ou 3). Tipicamente as algas castanhas, também conhecidas por diatomáceas,
serão as primeiras a aparecer no aquário. As algas castanhas irão geralmente
cobrir tudo e precisarão ser limpas todas as semanas. Com o tempo as algas
verdes devem ultrapassar as diatomáceas e as algas castanhas desaparecerão. Se
isso não acontecer, talvez não exista luz suficiente para que as algas verdes
vençam as diatomáceas. &lt;br /&gt;
Após o aquário completar o ciclo será tempo da primeira grande mudança de
água. Embora a quantidade de água mudada seja consigo, deve ser uma porção
significativa de água. Algo como 40% a 50%, com 100% de água a não ser raro.
Quando se muda a água o areão deve ser também limpo. Existem muitos modelos de
aspirador de areão disponíveis no mercado. &lt;br /&gt;
A química da água nova deve ter tão próxima como possível da água do
aquário. O pH deve estar dentro de uma variação máxima de 0.2 e a temperatura
deve estar dentro de 0.5°C. É preferível ter a água mais quente do que mais
fria (imagine uma ducha frio e saberá como os peixes reagirão a uma mudança com
água mais fria). &lt;br /&gt;
Após a primeira mudança de água você deve estabelecer um calendário de
manutenção regular. Algo como mudança de água mensal, remoção semanal de algas
e alimentação duas vezes por semana será normal. &lt;br /&gt;
Uma nota sobre a nutrição: Os peixes de água salgada precisam de dietas
variadas. Alimentar constantemente os peixes a flocos pode fornecer todas as
vitaminas e minerais necessários, mas pode resultar em deficiências de nutrição
de vária ordem. Alternando entre camarão cortado, ameijoa, flocos e artemia
viva ou congelada será uma boa combinação. Peixes herbívoros, como os
Cirurgiões Amarelos, também gostam de alface ou Nori (uma alga vendida nos
mercados orientais) com uma base regular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Conversão para Água Salgada&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Uma das questões mais frequentes nos newsgroups é como
converter de água doce para água salgada. Que equipamento precisa ser substituído,
que equipamento precisa ser comprado, etc. &lt;/div&gt;
A maior parte do equipamento usado em água doce pode ser usado num sistema
de água salgada, com algumas exceções. Você deve começar por substituir o areão
por algum tipo de material calcário. Exemplos são o coral esmagado, dolomita ou
aragonita. Estes tipos de substrato tendem a ajudar a capacidade de buffer da
água e a produzir um ambiente mais estável. A seguir, você precisa verificar se
o equipamento tem partes metálicas. A água salgada enferrujará tudo o que não
for aço inoxidável da mais alta qualidade. Existem aços inoxidáveis no mercado
que ganharão ferrugem quando expostos à água salgada. Desnecessário é dizer que
você precisa substituir ou livrar-se de tudo o que seja metálico. &lt;br /&gt;
O sistema de filtragem usado na água doce é normalmente adequado a água
salgada. Porém, pode aproveitar a oportunidade para atualizar ou mudar os
mecanismos de filtragem. Além disso, qualquer que seja o sistema de filtragem
que está a usar deve adicionar algum tipo de circulação de água ao aquário. A
água salgada tem um conteúdo de oxigênio dissolvido mais baixo que a água doce,
portanto é preciso manter a água em movimento. De fato, é preciso mais que mover a
água. É preciso romper a superfície da água para maximizar a transferência de oxigênio
com a atmosfera. &lt;br /&gt;
A iluminação usada num sistema de água doce também pode funcionar num
aquário de água salgada apenas de peixes. Porém, se você quiser manter
invertebrados então irá precisar atualizar o sistema. &lt;br /&gt;
Uma coisa que precisa ser substituída é a comida. Os peixes de água salgada
precisam de dietas variadas. Você precisa fornecer aos peixes uma combinação de
comida fresca, congelada e viva. Os flocos, embora adequados, não devem ser a
maior porção da dieta dos peixes. &lt;br /&gt;
Finalmente, você está pronto para mudar para água salgada, deve mesmo substituir
toda a água no seu sistema. É melhor começar com água livre de nitratos para
minimizar os problemas com as algas. Muita gente pensa que adicionar sal a um
aquário de água doce irá originar um aquário de água salgada em ciclo. A experiência
mostra que não é verdade. As bactérias nitrificantes de água salgada são
diferentes das bactérias nitrificantes de água doce, portanto têm ser
cultivadas do zero. Como nota, as bactérias nitrificantes parecem ser sensíveis
ao pH e à temperatura. Portanto transportar algum areão de um aquário de água
salgada tropical (24°C) para um aquário de água salgada temperada (21°C) irá afetar
as bactérias o suficiente para anular qualquer vantagem em usar o areão (como
reduzir o tempo de ciclo).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Notas Gerais&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Manter um aquário de quarentena é especialmente importante
para aquários de água salgada. Pode ser muito difícil tratar um peixe doente
quando este continua a ser incomodado pelos peixes saudáveis. Além disso,
alguns medicamentos, nomeadamente o cobre, irão matar os invertebrados. Você &lt;i&gt;NUNCA&lt;/i&gt;
deve colocar cobre no aquário principal. Contrariamente à crença popular, você
nunca conseguirá retirar todo o cobre do aquário. Além disso, ao usar cobre num
aquário que contem rocha viva irá matar as formas de vida que povoam a rocha,
dado que na sua maior parte são invertebrados. &lt;/div&gt;
A fonte de água para aquários de água salgada é muito importante. Embora a
companhia possa dizer que a água da torneira é adequada para consumo humano,
pode não ser adequada para os peixes. A água canalizada tipicamente contem
compostos de cloro que matarão os peixes. Embora estes compostos tenham um
efeito imediato nos peixes, existem outros contaminantes na água canalizada que
precisam de tempo para afetar o aquário. Em particular, os fosfatos causarão crescimentos
massivos de algas-cabelo e potencialmente explosões de cianobactérias. Sem uma
boa qualidade de água na fonte o aquário não será a alegria contínua que você
esperaria. &lt;br /&gt;
Os melhores purificadores de água no mercado são as unidades de osmose inversa.
Estas, acopladas a resinas Deionizadoras, produzem água 98% pura. Se o preço de
uma combinação RO/DI (siglas inglesas: Reverse Osmosis e De-Ionizers) é
demasiado para si, então pode usar água destilada (e não água da chuva). Porém,
a água destilada pode ter estado guardada em contentores de cobre o que matará
os invertebrados. &lt;br /&gt;
Antes de começar o seu aquário de água salgada encontre uma boa loja próxima
de si. As boas lojas terão pessoal conhecedor e exibirão uma preocupação geral
com o tratamento dos animais. Se a loja tiver poucos aquários de água salgada,
com peixes doentes ou a morrer, então não compre peixes aí, mesmo peixes que
pareçam saudáveis. &lt;br /&gt;
O último aspecto sobre manter peixes de água salgada é ler, ler, ler. A FAQ
não é substituta para ler um bom livro. (N.T.: Infelizmente em Português quase
não existem, assim são apresentadas referências a livros ingleses). Alguns dos
melhores são: &lt;i&gt;The Marine Aquarium Handbook&lt;/i&gt; por Martin Moe, &lt;i&gt;The
Book of the Marine Aquarium&lt;/i&gt; distribuído por Tetra Press e &lt;i&gt;The Marine
Aquarium Reference&lt;/i&gt; também por Martin Moe. Além disso, não tenha receio de
colocar artigos no pt.rec.aquaria, não se esqueça é de fornecer todos os dados
importantes (como amônia, nitritos, nitratos, pH, temperatura, que idade e que
tamanho tem o aquário, quais os seus habitantes). Boa Sorte!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Um aquário de água salgada bem-sucedido:&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;pre style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;o&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Aquário de 120 litros&lt;/pre&gt;
&lt;pre style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;o&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Tampa feita à medida&lt;/pre&gt;
&lt;pre style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;o&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Suporte feito à medida&lt;/pre&gt;
&lt;pre style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;o&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;1 Phillips Ultralume&lt;/pre&gt;
&lt;pre style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;o&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;1 Coralife Actinic Blue&lt;/pre&gt;
&lt;pre style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;o&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Balastro eletrônico Wizard&lt;/pre&gt;
&lt;pre style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;o&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Filtro Seco-Húmido DIY&lt;/pre&gt;
&lt;pre style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;o&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Pré-filtro Amiracle&lt;/pre&gt;
&lt;pre style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;o&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Eheim 1250&lt;/pre&gt;
&lt;pre style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;o&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Escumador movido a ar DIY 30"&lt;/pre&gt;
&lt;pre style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;o&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Cabeça motorizada Hagen 801&lt;/pre&gt;
&lt;pre style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;o&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Bomba de ar Tetra Luft G&lt;/pre&gt;
&lt;pre style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;o&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Hagen 301 (circulação)&lt;/pre&gt;
&lt;pre style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;o&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Aquecedor Ebo Jaeger 100W&lt;/pre&gt;
&lt;pre style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;o&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Dolomita 10 Kg&lt;/pre&gt;
&lt;pre style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;o&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Rochas diversas&lt;/pre&gt;
&lt;pre style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;o&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;2 Donzelas Dominó&lt;/pre&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3553944925875135810-684341969632309558?l=blogdeaquariofilia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bz7cwYFvAynkeBuHTkisGqDs9EA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bz7cwYFvAynkeBuHTkisGqDs9EA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bz7cwYFvAynkeBuHTkisGqDs9EA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bz7cwYFvAynkeBuHTkisGqDs9EA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Aquariofilia/~4/pfo-4SVK8lU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/684341969632309558?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/684341969632309558?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Aquariofilia/~3/pfo-4SVK8lU/agua-salgada-sucesso-longo-prazo.html" title="Água Salgada, Sucesso a Longo Prazo." /><author><name>Clayton Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15318629303623084230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-iDfUO6Zuoa0/TX9m9NnCrpI/AAAAAAAAAEI/xlgLH23594E/s220/Clayton.jpg" /></author><feedburner:origLink>http://blogdeaquariofilia.blogspot.com/2011/03/agua-salgada-sucesso-longo-prazo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkcHQ3Y6eCp7ImA9WhdREU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3553944925875135810.post-1201946347980605160</id><published>2011-03-05T09:54:00.005-03:00</published><updated>2011-07-31T11:53:52.810-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-31T11:53:52.810-03:00</app:edited><title>Água Salgada, Comprando os Peixes.</title><content type="html">&lt;h1&gt;








Água Salgada, Comprando os Peixes &lt;/h1&gt;
&lt;h2&gt;









Contributo de Mark Rosenstein e Tom Sasala&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;









Tradução de Miguel Figueiredo &lt;/h2&gt;
&lt;br /&gt;
É fácil fazer erros na montagem do seu primeiro aquário de água salgada.
Quer seja pela saúde dos peixes quer pela sua carteira, comece apenas com
poucos peixes, resistentes e baratos. A maior parte dos peixes de água salgada
são apanhados na natureza em vez de criados em cativeiro, portanto os seus
erros têm impacto nos oceanos! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;









Donzelas&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Os melhores peixes para principiante são as donzelas. Estes peixes
são resistentes e capazes de aguentar piores condições de água que a maioria
dos outros peixes de água salgada. Não são esquisitos na comida e são
razoavelmente baratos. O lado negativo é que são bastante agressivos. Um ou
dois poderão co-existir num aquário. Irá haver muita luta se você inserir mais.
Os fornecedores conseguem pôr muitos nos seus aquários porque mantém um
povoamento tão grande que nenhum dos peixes consegue estabelecer um território.
Isto não é aceitável por grandes períodos de tempo. Para desbravar caminho num
aquário novo o melhor são realmente as donzelas. Se você pensa adicionar outros
peixes agressivos então pode ficar com as donzelas. Se quiser manter peixes
tímidos ou delicados então deve levar as donzelas de volta à loja assim que o
aquário esteja pronto para receber mais peixes. &lt;/div&gt;
Algumas donzelas, como a donzela azul e as donzelas de cauda amarela, não
são tão agressivas como outras, como as donzelas de três riscas e as donzelas
dominó. Em todo o caso, as donzelas serão certamente as melhores espécies para
começar. &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;









Mollies&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Alguns preferem começar um aquário com Molinésias,
aclimatadas a água salgada. Isso lhe dá o benefício de começar com peixes
baratos e habituar-se a manter a salinidade e o pH em peixes não muito
sensíveis. Embora seguro, você não irá adquirir muita experiência de água
salgada desta maneira. &lt;/div&gt;
Se você comprar mollies para o seu aquário de água salgada pode aclimatá-las
colocando água salgada no saco de transporte durante um período de 6 a 8 horas,
removendo alguma da água quando o saco ficar muito cheio. &lt;i&gt;Lentamente&lt;/i&gt;
aumentando a salinidade dá tempo às mollies de se acostumarem ao novo meio.
Pode-se manter as mollies no aquário depois do ciclo, mas qualquer peixe
agressivo irá continuamente perseguir as passivas mollies. &lt;br /&gt;
As Molinésias são criadas em cativeiro. &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;









Peixes Palhaço&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Os Peixes Palhaço, aparentados com as donzelas, são bastante
resistentes. Porém, tornam-se mais difíceis de aclimatar a um novo aquário. Os
palhaços em geral, são muito territoriais, mas além disso, não são agressivos, exceto
para outros palhaços. Eles desembaraçam-se bem sem a anêmona, o que é positivo,
dado que as anêmonas são muito mais difíceis de manter. As anêmonas requerem
uma água muito limpa e luz de alta qualidade. Além disso, cada espécie de
palhaço prefere uma espécie de anêmona particular e nenhum deles habita
normalmente nas baratas e fáceis de manter anêmonas das Caraíbas. &lt;/div&gt;
Alguns palhaços são criados em cativeiro. &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;









Gobies&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Estes pequenos peixes são resistentes e provavelmente não
causarão problemas com os outros peixes do aquário. Alguns deles mostram muita
personalidade, embora fiquem perdidos em aquários grandes. Muitos destes peixes
são adições excelentes para ajudar a controlar as algas. Porém, outros se
alimentam peneirando o substrato e são muito difíceis de manter alimentados num
aquário apenas de peixes (por exemplo, o peixe mandarim). &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;









Cirurgiões&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Os cirurgiões são bastante resistentes, embora sejam muito
susceptíveis ao ictio de água salgada. Como comedores de algas que são,
torna-se útil introduzi-los quando o seu aquário começar a desenvolver algas.
Têm que ser alimentados com vegetais se não existirem algas adequadas a crescer
no aquário (algas verdes). Muitas espécies de cirurgiões são frequentemente
encontrados a preços razoáveis. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;









Peixes leão/peixes gatilho&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Se você está a montar um aquário para peixes grandes e
agressivos então pode começar com peixes leão/peixes gatilho porque são
resistentes. Porém erros com eles podem ser muito dispendiosos, talvez você prefira
praticar em peixes mais baratos e fáceis. Além disso, peixes carnívoros como os
gatilhos e os leões devem ser bem alimentados. Em particular, muita gente
alimenta os leões a peixes vermelhos. Isto é uma má prática porque os peixes
vermelhos e os peixes de água doce em geral não fornecem a mesma nutrição que
os peixes de água salgada. Alimentar peixes de água salgada com comida de água
doce pode causar a falha prematura do fígado e a morte dos peixes. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;









Anjos e peixes borboleta&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Estes peixes têm que ser ignorados e deixados na loja. São
delicados e difíceis de manter. Muitos dos peixes borboleta têm dietas
especializadas que os tornam difíceis de manter em cativeiro. &lt;/div&gt;
Peixes-morcego são também peixes que devem ser evitados. &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;









Outros&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Outros peixes de água salgada que podem ser tentados uma vez
tendo controlo sobre o ambiente do aquário são os peixes-falcão e grammas.
Alguns são mais difíceis que manter que outros, mas nem de perto tão difíceis
como anjos e peixes-borboleta. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;









Peixes de que se deve manter afastado&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Todos os peixe anjo, todos os peixe-borboleta, peixe-tubo,
cavalos marinhos, peixe de nariz comprido, enguias azuis, peixe rocha, e
"Moorish Idols". Os peixes Mandarim devem também ser evitados em
aquários que não são de recife (são difíceis de alimentar).&lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;







&lt;br /&gt;

&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Invertebrados para Principiantes&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Muita gente acredita que os invertebrados são apenas para
aquário de mini ou micro recife. Não é assim. Existem alguns invertebrados que
se dão bem em aquários que não são de recife. Porém não há muitos invertebrados
que devam ser tentados por aquariofilistas inexperientes. Em baixo está um
breve sumário dos invertebrados resistentes disponíveis ao aquariofilista. &lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;









Camarões&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Existem muitos camarões disponíveis no mercado, a maior
parte deles é perfeitamente adequada para um aquário de água salgada pouco
povoado. De fato, alguns camarões são mais adequados para aquários de peixes e
invertebrados que para recife, dado que gostam de comer corais. &lt;/div&gt;
Entre os mais populares camarões encontram-se o Camarão Limpador &lt;i&gt;Lysmata
amboinensis&lt;/i&gt;, o Camarão Vermelho &lt;i&gt;Lysmata debelius&lt;/i&gt;, o &lt;i&gt;Periclimenes
brevcarpalis&lt;/i&gt; e o Camarão Coral &lt;i&gt;Stenopus hispidus&lt;/i&gt;. O Camarão Limpador
é identificável por uma faixa vermelha sobre branco no meio do dorso. São
razoavelmente baratos e fáceis de manter. Devem, porém, ser mantidos em grupos
pequenos (3-4), dado que isto os torna mais sociais e mais propensos a
mostrarem-se. O Camarão Vermelho é vermelho intenso com pintas brancas. O
Camarão Coral é muito popular em aquariofilistas de recife, mas é preciso
vigiá-lo com peixes pequenos. Este camarão é conhecido por comer pequenos
peixes sem pensar duas vezes. &lt;br /&gt;
A maioria dos camarões são necrófagos e não precisam de ser constantemente
alimentados (costumam comer os restos que os peixes deixam cair). Se os seus
peixes consomem a maior parte da comida antes que esta atinja o fundo do
aquário então alguma comida extra deve ser dada aos camarões depois dos peixes
terem sido alimentados ou à noite (a maior parte dos camarões é noturna). Os
camarões aceitam prontamente a maioria das comidas congeladas e das comidas
secas (artemia, flocos, etc). &lt;br /&gt;
Evite os camarões Arlequim &lt;i&gt;Hymenocera sp.&lt;/i&gt; porque as estrelas-do-mar
são a única fonte da sua alimentação. &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;









Caranguejos &lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Existem muitos tipos diferentes de caranguejos, mas as
variedades mais frequentes são os Caranguejos Anêmona &lt;i&gt;Neopetrolisthes
ohshimia&lt;/i&gt;, os Caranguejos Seta &lt;i&gt;Stenorhynchus seticornis&lt;/i&gt; e os
Caranguejos Ermita &lt;i&gt;Dardanus megistos&lt;/i&gt;. Os Caranguejos Anêmona vivem em anêmonas,
tal como os Peixes-Palhaço, e variam imenso na cor e no formato. São
normalmente adquiridos indiretamente quando se compram anêmonas, mas algumas
vezes são vendidos separadamente. Estes caranguejos devem ter uma anêmona
hospedeira para que se sintam bem. Os Caranguejos Seta são animais muito
interessantes, mas devem ser mantidos apenas um por aquário, senão irão lutar
continuamente. Pelo mesmo motivo, não devem ser mantidos com Camarões Coral. Os
Caranguejos Ermita são também interessantes e variam em cor e tamanho. A
maioria é passiva, mas alguns comerão corais e outros invertebrados. &lt;/div&gt;
Os camarões são geralmente onívoros e estão prontos a aceitar as mesmas
comidas que os peixes. Tal como os camarões, os caranguejos só comem a comida
que chega ao fundo do aquário. Portanto, assegure-se que alguma comida chega
aos caranguejos. &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;









Ouriços-do-mar e Estrelas-do-mar &lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
A maioria dos Ouriços-do-mar e das Estrelas-do-mar é
adequada a principiantes que tenham uns meses de experiência. Mais uma vez, são
seres que variam muito no tamanho, formato e cor. Atenção, alguns
Ouriços-do-mar são venenosos. A maior parte dos Ouriços e das Estrelas-do-mar
alimentam-se de detritos, algas e de pequenas partículas de comida que tenham caído
ao seu alcance. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;









Anêmonas&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Em termos simples, as anêmonas não devem ser mantidas por
principiantes (desculpem, pessoal). Todas requerem luz muito forte e condições
de água excelentes. Não acredite se o homem da loja disser outra coisa. A menos
que esteja disposto a investir uma quantidade de dinheiro em iluminação
apropriada, não tente manter anêmonas. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;









Algumas notas acerca de invertebrados&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Os invertebrados são muito sensíveis à qualidade da água.
Sinais de stress devidos à fraca qualidade da água são normalmente exibidos em
primeiro lugar por invertebrados. Portanto, camarões e outros invertebrados
nunca devem ser usados para fazer o ciclo. Além disso, você nunca deve
adicionar um invertebrado a um aquário doente ou a um aquário que não tenha
parâmetros de qualidade da água estáveis (como pH, temperatura, etc). &lt;/div&gt;
Outros aspectos a ter em conta: Os camarões necessitam de iodo para se
desenvolverem bem, assim como cálcio. Se você não mudar a água regularmente (ao
contrário do que devia fazer) ou se não os alimentar regularmente com comida
viva ou congelada então pode precisar adicionar um suplemento de iodo à água.
Sem níveis apropriados de iodo os camarões não se formam corretamente e irão
provavelmente morrer. Além disso, o cobre mata os invertebrados a concentrações
muito mais baixas que os peixes. Se usar &lt;i&gt;alguma vez&lt;/i&gt; cobre no aquário
então NÃO INSIRA invertebrados. Você nunca será capaz de remover todo o cobre
suficiente para manter os invertebrados vivos e felizes. Finalmente, os
caranguejos mais tarde ou mais cedo irão crescer demais para a sua concha.
Portanto, irá precisar de lhes fornecer uma concha maior (eles normalmente
experimentam várias antes de se ligarem a uma, irá precisar de pelo menos
duas). &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;









Invertebrados de que se deve manter afastado&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Tridacnas (precisam de luz forte). Bivalves Fogo (são quase
impossíveis de manter em aquário dado que se alimentam por filtragem da água).
Polvos, chocos e lulas (têm um tempo de vida muito reduzido), nudibranquios
(são muito difíceis/impossíveis de alimentar), corais duros e moles (precisam
de luz muito forte) e "sea squirts" (podem libertar toxinas venenosas
na água).&lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;







&lt;br /&gt;

&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Selecionando um peixe de água salgada&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Dado que os peixes de água salgada são geralmente mais
dispendiosos que os de água doce, você faz uma aposta maior em mantê-los vivos
a longo prazo. Deve compreender que a maioria dos peixes que vê nas lojas
estavam a nadar no vasto oceano à apenas uma semana atrás. Como tal, o stress
da captura e do transporte pode deteriorar os processos biológicos do animal. &lt;/div&gt;
O aspecto mais importante quando se adquire um peixe é evitar ser vencido
pelo impulso de compra. &lt;i&gt;Antes&lt;/i&gt; de comprar um peixe você deve perguntar
"Posso mantê-lo feliz?". Manter simplesmente o peixe ou invertebrado
não significa que ele está feliz. Cinquenta peixes-vermelhos podem viver num
aquário de cinquenta litros, mas certamente não serão felizes ou saudáveis. Comprar
um peixe do qual você não sabe nada e só depois perguntar se o pode manter é um
hábito muito mau. Além disso, por duro que pareça dizer isto, não se sinta como
se estivesse a fazer um favor a um peixe doente ao levá-lo para casa. Se você
tiver espaço e tempo para tratar o peixe doente então sugiro que auxilie o
ambiente e cuide desse peixe em vez de deixá-lo morrer. Porém, se você vai
apenas meter o peixe no aquário principal porque não tem tempo ou a inclinação
para montar um aquário de quarentena, então esqueça. Só resultaria na morte do
peixe e no tornar mais leve a sua carteira. &lt;br /&gt;
Uma vez você decida por um peixe em particular não tenha receio de pedir na
loja para reservá-lo. Uma boa loja irá sempre reservar o peixe para si (não
apóie lojas que não o façam!). Além disso, peça para ver o peixe comer. Se o
peixe estiver saudável e a comer então muito provavelmente é um bom espécime.
Finalmente, observe o peixe atentamente, procurando pontos, padrões
irregulares, escamas perdidas e feridas. As barbatanas rasgadas irão geralmente
curar-se e não são grande problema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;









&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Levando os Peixes para Casa&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Uma vez os peixes em casa, deve colocar o saco no aquário de
destino, deixando assim que a temperatura se iguale. Após cerca de meia hora,
deve adicionar 1/4 de chávena de água do aquário ao saco. Repetir este processo
uma vez a cada 15 minutos durante uma hora, removendo alguma água se o saco
ficar demasiado cheio. Qualquer água removida deve ser deitada fora. Irá
possivelmente conter parasitas ou outras coisas desagradáveis. (N.T.: Assim que
o saco é aberto convém fazer borbulhar ar no seu interior, por intermédio de
uma bomba de ar e de um difusor, para evitar a falta de oxigênio). &lt;/div&gt;
Quando você tiver aclimatado o peixe à química do aquário, existem as
seguintes opções: Pode colocar o peixe diretamente no aquário principal e
esperar pelo melhor, pode dar-lhe um mergulho em água doce e então colocá-lo no
aquário principal ou pode colocá-lo no aquário de quarentena. &lt;br /&gt;
O melhor cenário é dar ao peixe um mergulho em água doce e colocá-lo no
aquário de quarentena. Mantenha o peixe no aquário de quarentena durante duas
semanas e esteja atento a sinais de doença. Se o peixe ficar doente você pode
medicar o aquário de quarentena sem ter que afetar a química do aquário principal.
Se você fizer uma quarentena deve, obviamente, aclimatar o peixe à química do
aquário de quarentena, em vez do aquário principal. &lt;br /&gt;
Se não usar o aquário de quarentena então é uma excelente idéia dar-lhe um
banho de água doce antes de colocá-lo no aquário principal. O banho de água
doce provoca que quaisquer parasitas presos ao peixe se soltem e permaneçam na
água doce (para ter uma morte solitária). De outra maneira os parasitas
entregues a si próprios irão rapidamente reproduzir-se nas condições de cativeiro
e infectarão todos os peixes do aquário. &lt;br /&gt;
Para dar a um peixe de água salgada um mergulho de água doce prepare um
recipiente com água doce sem cloro com uma química parecida com a do aquário de
destino. Isto é, assegure-se que o pH e a temperatura são tão parecidas quanto possível
com a do aquário (isto é critico!). Remova o peixe do saco e coloque-o no
recipiente por 3 a 5 minutos. Vigie o peixe de perto, procurando sinais de
stress. Se o peixe pára de se mover ou começa a flutuar, retire-o imediatamente
e coloque-o no aquário de destino (o aquário de quarentena ou o principal). &lt;br /&gt;
Ao colocar o peixe no banho de água doce nunca o despeje para o recipiente.
Utilize um tupperware ou uma rede para apanhar o peixe e para colocá-lo no
banho. A água da loja &lt;i&gt;nunca deve&lt;/i&gt; ser introduzida no banho de água doce
ou em qualquer um dos seus aquários. Esta água contem habitualmente todos os
tipos de doenças desagradáveis e micro-organismos. &lt;br /&gt;
Se colocar o peixe no aquário principal e ele aparecer com uma doença então deve
removê-lo &lt;i&gt;imediatamente&lt;/i&gt; para um aquário de quarentena. Não se arrisque
a espalhar a doença aos outros peixes (embora possa já ser demasiado tarde). &lt;br /&gt;
Mais informação sobre como montar um aquário de quarentena pode ser
encontrada no Arquivo (em inglês). &lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3553944925875135810-1201946347980605160?l=blogdeaquariofilia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Q4wVdcqsV_1W1I8gDvkKHoumVhA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Q4wVdcqsV_1W1I8gDvkKHoumVhA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Q4wVdcqsV_1W1I8gDvkKHoumVhA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Q4wVdcqsV_1W1I8gDvkKHoumVhA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Aquariofilia/~4/X0rdI26LnL4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/1201946347980605160?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/1201946347980605160?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Aquariofilia/~3/X0rdI26LnL4/agua-salgada-comprando-os-peixes.html" title="Água Salgada, Comprando os Peixes." /><author><name>Clayton Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15318629303623084230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-iDfUO6Zuoa0/TX9m9NnCrpI/AAAAAAAAAEI/xlgLH23594E/s220/Clayton.jpg" /></author><feedburner:origLink>http://blogdeaquariofilia.blogspot.com/2011/03/agua-salgada-comprando-os-peixes.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUMCRH06fyp7ImA9WhdREU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3553944925875135810.post-3242875551710910371</id><published>2011-03-05T09:46:00.006-03:00</published><updated>2011-07-31T11:44:25.317-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-31T11:44:25.317-03:00</app:edited><title>Iniciação ao Aquário de Água Salgada.</title><content type="html">&lt;h1&gt;


Iniciação ao Aquário de Água Salgada &lt;/h1&gt;
&lt;h2&gt;



Contributo de Thomas Sasala&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;



Tradução de Miguel Figueiredo&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;

&amp;nbsp;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=3553944925875135810&amp;amp;postID=3242875551710910371&amp;amp;from=pencil" name="intro"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Introdução&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Você estará a interrogar-se: "Será que um aquário de
água salgada é para mim?". A maior parte das pessoas acredita que manter
um aquário marinho é infinitamente mais difícil que um de água doce. Não é
assim. A verdade é que um aquário de peixes e invertebrados de água salgada não
é necessariamente mais difícil de manter, apenas têm diferentes requisitos e os
erros trazem consequências mais graves. Se você não leu a área de principiantes,
por favor, faça-o agora. É a chave para entender completamente as bases
apresentadas aqui.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h1&gt;



&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Água Salgada, Antes de Comprar os Peixes &lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;h2&gt;



Tradução de Miguel Figueiredo &lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;

&amp;nbsp;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;

&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Os Parâmetros Básicos&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Quais as diferenças entre água salgada versus água doce?
Como indicado, os peixes de água salgada são mais sensíveis a mudanças no seu
ambiente. Os parâmetros críticos de um aquário de água salgada são o pH,
nitratos, salinidade e temperatura. Durante o ciclo, amônia e nitritos poderão também
ser um problema. Estes elementos não são diferentes daqueles de água doce, mas
são nefastos em muito menores concentrações. &lt;/div&gt;
O pH no aquário de água salgada é um dos mais importantes parâmetros. Os
peixes e invertebrados são especialmente sensíveis a mudanças rápidas de pH,
portanto manter as flutuações de pH dentro de 0.2 por dia é crítico. Todas as criaturas
marinhas aceitam um pH próximo de 8.2, variando entre 8.0 a 8.4. O pH nunca
deve descer abaixo de 8.0. &lt;br /&gt;
O próximo parâmetro crítico são os nitratos. Os peixes de água salgada
toleram melhor nitratos altos que os invertebrados (em geral), mas ainda assim preferem
nitratos abaixo das 20ppm, sendo requerido menos de 5ppm pela maioria dos
invertebrados. Os aquariofilistas de recife consideram mesmo que acima dos
0.5ppm é inaceitável, todavia isto é um objetivo irrealista para um aquário só
de peixes ou com um mínimo de invertebrados. &lt;br /&gt;
O próximo parâmetro a ter em atenção é a salinidade ou gravidade específica.
Em termos genéricos (muito genéricos mesmo), a gravidade específica é a
quantidade de sal na água. Muitos aquariofilistas tratam a gravidade específica
e a salinidade como sendo a mesma coisa, mas tecnicamente não são. A gravidade
específica é dependente da temperatura e a salinidade não é. A maioria dos
densímetros (os densímetros medem a gravidade específica) estão regulados para
ler a gravidade específica a 15°C. Dado que é um valor baixo para a maioria dos
aquários, os densímetros na aquariofilia estão normalmente regulados para medir
a gravidade específica correta a cerca de 25°C. &lt;br /&gt;
De qualquer modo a maioria dos seres irá aclimatar-se a qualquer gravidade
específica (dentro do razoável) desde que não vá variando muito. A gravidade
específica da água do mar natural varia conforme a localização (oceano, lagoas,
estuários), apresentando valores de 1.020 a 1.030. Portanto peixes diferentes
podem ser nativos de diferentes salinidades e poderão precisar de algum tempo
para se adaptarem a outra salinidade. &lt;br /&gt;
Finalmente, a temperatura de um aquário de água salgada é basicamente a
mesma que um aquário de água doce: entre 24°C a 27°C, com 25°C a ser um bom
ponto intermédio. Variações acentuadas de temperatura aumentam o stress dos
peixes e invariavelmente provocam doenças, portanto um bom aquecedor (ou refrigerador)
é uma necessidade. Aquecedores completamente submersíveis tendem a ser
preferidos em vez dos que ficam parcialmente fora de água. Além disso, parecem
ser mais fiáveis. (N.T.: Em Portugal praticamente todos os aquecedores usados
são do tipo totalmente submersível). &lt;br /&gt;
Outros parâmetros que valerá a pena vigiar são a alcalinidade e o cálcio. A
alcalinidade de um aquário de água salgada é verdadeiramente crítica para um
sucesso a longo prazo. Sem bons níveis de alcalinidade o pH do aquário irá cair
ao longo do tempo e colocar em perigo as vidas dos habitantes. A alcalinidade
de um aquário de água salgada deve rondar os 2.5 a 3.5 meq/l. &lt;br /&gt;
O cálcio é mais uma preocupação de aquariofilistas de recife do que de um
aquário apenas de peixes. Porém, quando você progredir e desejar manter
invertebrados, monitorizar o cálcio torna-se uma necessidade. Sem cálcio e
outros elementos residuais os invertebrados não podem formar adequadamente o
seu exoesqueleto e não sobreviverão. Os níveis de cálcio deverão estar entre
400 e 450 ppm Ca++. Para mais informações sobre como adicionar cálcio pode
consultar, se compreender Inglês, pode consultar a FAQ do Recife, apenas
disponível Inglês. Para encontrá-la faça uma pesquisa por "Reefkeepers
FAQ" no seu motor de busca preferido.&lt;br /&gt;
Alguns dos invertebrados mais fáceis de manter, como os camarões, também
precisam de suplementos regulares de iodo e de outros elementos residuais. A
maior parte das comidas irão fornecer as quantidades necessárias destes
elementos. Porém, se você está a usar um escumador, esses elementos podem ser
removidos da água e precisam de ser substituídos manualmente. De novo a FAQ de
Recife tem mais informação acerca da adição de elementos residuais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Os Componentes Básicos&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Agora que você está confortável com os parâmetros de um
aquário de água salgada, vamos ver o que é necessário para manter um aquário
bem sucedido. &lt;/div&gt;
Os componentes necessários para manter um aquário de água salgada bem
sucedido dependem &lt;i&gt;muito&lt;/i&gt; da pessoa com que estiver a falar. Você nunca
deve trabalhar em função do conselho de uma única pessoa. Por exemplo, muitos
advogam a utilização de filtros de fundo como filtragem biológica. Isto, porém
deve ser temperado com sabedoria. Um aquário de água salgada com um filtro de
fundo de circulação reduzida irá exigir muito mais trabalho que um sistema com
um filtro seco-húmido e um par de cabeças motorizadas. Os filtros secos-húmidos
precisam de menos manutenção dado que os filtros de fundo tendem a ficar
obstruídos ao longo do tempo. &lt;br /&gt;
Não fique demasiado submerso em detalhes, os componentes básicos de um
aquário de água salgada são o aquário, decoração, filtragem (incluindo escumador),
luz, água e Test Kits. &lt;br /&gt;
Uma das mais importantes decisões no iniciar de um aquário de água salgada
será o tamanho. A regra básica é quanto maior melhor. Um aquário maior será
mais fácil de controlar e dá maior margem para erros (que são inevitáveis).
Para principiantes, o mínimo será um aquário de 84 litros sendo 200 litros
muito mais recomendável. Para alguns especialistas na manutenção de peixes, um
aquário de 60 a 80 litros poderá chegar, mas não é aconselhado. Em geral, os
peixes gostam de aquários longos e largos. Quanto maior a área de superfície um
aquário melhor se dão as trocas gasosas e mais felizes ficam os peixes. &lt;br /&gt;
Antes de finalizar sobre o tamanho dos aquários, lembre-se que as densidades
de peixes são muito menores em água salgada do que em água doce. Isto é, você
não pode pôr tantos peixes de água salgada como poderia colocar em água doce.
Pôr mais que 2 peixes de água salgada em 40 litros é arranjar sarilhos. A regra
geral é 10 cm de peixes pequenos a médios por 40 litros ou 5 cm de peixes
grandes ou de crescimento rápido por 40 litros. Isto é apenas uma &lt;i&gt;estimativa
grosseira&lt;/i&gt; do número de peixes. Não existe uma indicação exata porque é
necessário levar em conta a filtragem, manutenção, alimentação, etc. &lt;br /&gt;
Além do número de peixes que você gostaria de ter, o tamanho do aquário irá
ainda afetar a sua escolha da filtragem e da iluminação, quer em custo quer em configuração. Um
bom tamanho de aquário irá variar entre 1 metro e 1.5 metros e entre 200 e 300
litros. Convém tomar em atenção o seguinte: um aquário de um metro usa lâmpadas
fluorescentes de 30W, porém muitos dos refletores para 1.2 m também estão
feitos para as mesmas lâmpadas, embora existam no mercado lâmpadas
fluorescentes de 105 cm e 40W. Um aquário de 1.5 m utilizará lâmpadas de 36 ou
40W e 122 cm. Um aquário de 1.2 m otimizará melhor a iluminação fluorescente
por litro desde que utilize refletores para lâmpadas de 40W. &lt;br /&gt;
Uma vez decidido o aquário certifique-se que tem um local onde o colocar. O
aquário não deve receber luz do sol direta ou estar uma área pouco estável.
Certifique-se também que o suporte será capaz de aguentar o peso do aquário
incluindo substrato, pedras e água. No total um aquário de 200 litros irá pesar
varias centenas de quilos (só a água pesará mais de 200 kg). &lt;br /&gt;
Depois de selecionar o aquário deve dar atenção ao substrato. Será melhor
usar substrato calcário, como areão de coral ou dolomita. Estes substratos
irão, pelo menos inicialmente, ajudar a capacidade de buffer da água ao adicionar
íons ao sistema. Geralmente o substrato não deve ser tão fino a ponto de ser
sugado para o filtro ou pelas bombas e não deve ser tão largo que seja inestético.
Alguns peixes (como os Gobies) preferem menor granulidade de substrato. A média
andará entre 2 e 5 mm. &lt;br /&gt;
A areia viva é um substrato que tem ganhado recentemente bastante
publicidade. Esta tecnologia ainda está na infância e não é recomendada para
principiantes. Pode encontrar mais informação nos ARQUIVOS (em Inglês). &lt;br /&gt;
Depois de você selecionar um substrato considere o sistema de filtragem. A
escolha na filtragem pode ter influencia na quantidade de substrato necessário.
Um filtro de fundo ou um filtro de fundo de fluxo inverso deve ter cerca de 5
cm de areão médio (2-3mm) cobrindo a placa do filtro. Se não usar filtro de
fundo, você não precisa de substrato, porém a maioria dos aquariofilistas irá
sempre colocar um substrato de 1 a 2 cm de espessura. De notar que demasiado
substrato conduzirá à presença de pontos mortos no aquário, os quais podem
matar os habitantes (aumentando a importância da limpeza regular do areão).
Informação mais detalhada sobre filtragem pode ser encontrada na FAQ Filtragem.
&lt;br /&gt;
A seguir considere a decoração, na qual existem inúmeras escolhas. Coral
morto, lava, rocha viva, rocha calcária e muitas mais. Os pedaços de coral são
dos mais populares mais também dos mais caros. Lava e rocha calcária são
baratas e também podem ser empilhadas para conseguir aquários com um
interessante visual a recife. A Rocha Viva é um dos termos sonantes que por
vezes é usado incorretamente. Rocha viva é simplesmente rocha colhida num
recife e que é habitada por diferentes organismos. &lt;br /&gt;
Muitos aquariofilistas dedicados à manutenção de aquários apenas de peixes
começam a descobrir as vantagens de ter rocha viva no seu sistema. A rocha viva
produz um meio mais natural para os peixes e ajuda ainda na nitrificação e
desnitrificação. Isto implica que a rocha viva é mais que apenas decoração, é
realmente parte do sistema de filtragem. Embora seja difícil usar rocha viva
como a única fonte de filtragem de um aquário apenas de peixes, sem dúvida que
pode ser usada para reduzir com eficiência os nitratos. O uso de rocha viva em
aquários apenas de peixes deve, contudo ser bem monitorizado. Se os níveis de
nutrientes do aquário forem elevados a rocha viva será a primeira a
demonstrá-lo. A rocha viva em presença de altos níveis de nutrientes tenderá a
apresentar um crescimento pouco saudável de alga-cabelo ou em alguns casos de
cianobactérias. Para evitar explosões de algas algumas regras simples têm que
ser seguidas. &lt;br /&gt;
Primeiro você deve começar com rocha viva de alta qualidade: rocha viva que
esteja muito incrustada de algas coralinas. Evite a rocha viva que tenha outras
algas a crescerem. Adições regulares de cálcio podem também ser precisas para
que as algas coralinas se mantenham vivas. A seguir, você precisa manter níveis
de nitratos baixos (~10 ppm) e certifique-se que tem níveis praticamente
indetectáveis de fosfatos (~0.02 ppm). Finalmente, alimente pouco os peixes, a
comida em decomposição é um dos principais meios de introdução de fosfatos e
nitratos, contribuindo para problemas com as algas. &lt;br /&gt;
Se você pensa adicionar rocha viva ao seu sistema lembre-se que a rocha viva
contém organismos vivos e que, portanto podem ser mortos como os outros
organismos do seu aquário. É uma boa idéia esperar até depois de o aquário
estar montado antes de comprar rocha viva. Não existe um bom sitio para guardar
rocha viva além de um aquário instalado. Tentar outra coisa poderá ser
desastroso e caro. Além disso, se for colocar rocha viva num aquário já
estabelecido, a rocha tem que ser rocha viva curada (para mais informação sobre
rocha viva curada veja a FAQ de Recife. &lt;br /&gt;
A filtragem está tratada em detalhe na sua própria FAQ, com a maior parte da
informação a ser relativamente genérica e aplicável a aquários de água salgada.
Porém, existem certos aspectos que devem ser tomados em conta. Se você decidir
usar um filtro de fundo, a instalação de um filtro de fundo de fluxo inverso
será melhor. Um filtro destes irá manter os nitratos mais baixos ao tornar o
substrato mais limpo e irá auxiliar a circulação no aquário. &lt;br /&gt;
Em adição a uma boa filtragem, a movimentação da água é uma necessidade no
aquário de água salgada. Sem circulação o sistema será instável e tende a
produzir crescimentos poucos saudáveis de algas e organismos patogênicos. A
maneira mais fácil de conseguir a movimentação da água é tendo uma cabeça
motorizada para circulação. Deve-se ter cuidado, porém, uma cabeça motorizada
média num pequeno aquário facilmente cria um ambiente estilo tornado causando
problemas em seres pequenos ou de movimentos lentos. &lt;br /&gt;
Um dos melhores sistemas de filtragem para um aquário apenas de peixes é um
filtro seco-húmido. Embora instalações comerciais sejam bastante dispendiosas,
um filtro seco-húmido pode ser feito economicamente em casa com pouco esforço. &lt;br /&gt;
Muita gente advoga os filtros secos-húmidos para aquários de água salgada
como a única solução aceitável. Isto pura e simplesmente não é verdade.
Qualquer um dos sistemas de filtragem mais populares podem ser usados num
aquário de água salgada. A chave para o sucesso é fornecer a adequada filtragem
biológica sem reter excesso de detritos. A retenção de detritos produz nitratos
e inevitavelmente leva a problemas com explosões de algas. Qualquer que seja a
filtragem que você escolha certifique-se que limpa o substrato filtrante
mecânico &lt;i&gt;pelo menos&lt;/i&gt; uma vez por semana. Idealmente deve-se minimizar a
perturbação das bactérias nitrificantes crescendo nesse substrato. &lt;br /&gt;
Uma área da filtragem que tem ganhado uma vasta aceitação é o escumador de
proteínas. Os escumadores são uma necessidade para um aquário de água salgada
porque retiram as partículas orgânicas dissolvidas na água antes que sejam
convertidas em nitratos. &lt;br /&gt;
Existem demasiados modelos e fabricantes para falar deles todos, mas os dois
formatos básicos são os movidos a ar e o Venturi. Escumadores movidos a ar
utilizam difusores de madeira ou fibra de vidro para produzir bolhas na coluna
de água. Os escumadores Venturi usam uma válvula venturi para injetar bolhas na
coluna de água. Quer os escumadores Venturi quer os movidos a ar têm designs de
pró-corrente e contra-corrente. Os escumadores contra-corrente são, de longe,
superiores aos de pró-corrente. &lt;br /&gt;
Quando a decidir sobre um escumador existem algumas coisas básicas a
considerar. Escumadores movidos a ar utilizam difusores que têm que ser substituídos
regularmente (normalmente uma vez por mês). Requerem mais manutenção que os
escumadores Venturi para manter uma exumação correta. Por outro lado, os
escumadores Venturi precisam de bombas muito poderosas para atingir uma exumação
eficiente. São também geralmente mais caros que os movidos a ar. Escumadores
menores que 60 cm devem ser evitados em aquários muito povoados. &lt;br /&gt;
Qualquer que seja o tipo de escumador que você comprar no custo final é
preciso considerar-se a necessidade de uma bomba de água e possivelmente de uma
bomba de ar. Um escumador Venturi de 40 contos normalmente não inclui a
necessária bomba de alta pressão de 30 contos, um fato que a maioria das
pessoas não nota à primeira vista. &lt;br /&gt;
Com a instalação quase completa você precisa ainda de considerar as suas
necessidades de luz a curto e a longo prazo. Você deve decidir se vai ter um
aquário só para peixes para sempre. Neste caso só precisa de uma única lâmpada
de spectrum total. Porém, se você pensa avançar no hobby e manter animais mais
sensíveis como as anêmonas, então deve selecionar cuidadosamente a iluminação
(assim com a filtragem). As anêmonas requerem iluminação muito forte de
spectrum &lt;i&gt;total&lt;/i&gt;, complementada com luzes actínicas azuis. A regra geral
é um mínimo de 2 watts por litro com maiores valores para aquários altos (45 a
60 cm). &lt;br /&gt;
Para o aquariofilista principiante a luz fluorescente é provavelmente a
melhor. A luz de iodetos metálicos é mais para recife ou aquários de água doce
muito plantados. De qualquer modo, se você precisar algo mais além de uma única
lâmpada tem as escolhas limitadas. O melhor a fazer é construir o seu próprio
refletor, com iluminação à medida, ou comprar um através de vendas por correio.
Os preços das lojas de aquariofilia frequentemente afastam os aquariofilistas de
obter a iluminação adequada. &lt;br /&gt;
Se você escolher um refletor fluorescente à medida então deve decidir entre
normal intensidade (NO: normal output) ou elevada intensidade (HO: high output)
ou muito elevada intensidade (VHO: Very High Output). A maior parte das pessoas
com aquários apenas de peixes ficam-se pelas lâmpadas NO. Quer as lâmpadas HO
quer as VHO requerem balastros especiais, mais caros que as lâmpadas NO e precisam
ser substituídas mais frequentemente (mais $$). &lt;br /&gt;
Um item crítico em água salgada que não encaixa em nenhum dos tópicos
referidos é o sal. Existem muitas marcas diferentes de sal no mercado, todos
são basicamente a mesma coisa. A única diferença entre eles é se têm ou não
nitratos ou fosfatos. Esses elementos são péssimos em aquário, portanto as
marcas que os apresentem devem ser evitadas. Os bons sais incluem Instant
Ocean, IO Reef Crystals e Coralife. Como nota, o comum sal gema não pode ser
utilizado como substituto da mistura de sais marinhos. O sal gema não contém
elementos importantes que os seres marinhos precisam para sobreviver. &lt;br /&gt;
Para medir a gravidade específica da água salgada você vai precisar de um
densímetro. Existem dois tipos básicos de densímetros disponíveis ao
aquariofilista: o tipo flutuante que por vezes mede também a temperatura e o de
plástico, com um braço flutuante. É questão de gosto qual deles adquirir, mas
geralmente o de plástico tem uma escala maior e é mais fácil de ler. &lt;br /&gt;
O componente final para manter um aquário de água salgada bem sucedido são
os test kits. Por ordem de importância eles são o pH, nitratos, fosfatos,
alcalinidade, nitritos, amônia e cálcio (para recife o teste de cálcio é mais
importante que o de nitritos e o de amônia). Um bom test kit de pH é crítico e
um monitor eletrônico de pH será ainda melhor. Os testes de amônia e nitritos
são apenas precisos esporadicamente depois do ciclo. Um teste de nitratos é um
bom teste geral da qualidade da água, depois de o aquário estar estabelecido.
Você deve executar o teste de pH uma vez por semana e o teste de nitratos de
quinze em quinze dias. Os outros testes não são necessários, mas podem ser
precisos para resolver problemas específicos ou quando você avançar para criaturas
mais delicadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Montagem&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
A área seguinte explica sucintamente procedimentos para
instalação do aquário. &lt;/div&gt;
A primeira coisa que precisa fazer é colocar o suporte na sua posição final.
Certifique-se que o suporte está nivelado em todas as direções. Seguidamente
coloque uma placa de esferovite ou borracha no cimo do suporte. Isso elimina pequenos
espaços entre o suporte e o aquário reduzindo os pontos de pressão que podem
causar o colapso do aquário depois de estar cheio. Depois de colocado o suporte
ponha o aquário sobre ele. Verifique se o aquário está nivelado em todas as direções.
Note que um aquário não nivelado tem uma grande chance de quebrar depois de
cheiro. &lt;br /&gt;
Onde quer que coloque o aquário este ficará lá enquanto estiver montado,
provavelmente muitos anos. Você nunca deve mover um aquário com água dado que
isso seria é uma maneira segura de parti-lo. &lt;br /&gt;
Uma vez o aquário colocado instale a filtragem. Se for um filtro de fundo
então ponha a placa ou placas no fundo do aquário. Se for um seco-húmido estão
ligue o pré-filtro e as mangueiras. &lt;br /&gt;
Antes de adicionar o substrato lave-o bem com água normal até a água correr transparente.
Então o coloque no aquário. Sobre o substrato arranje as decorações. A partir
daí a água salgada pode ser adicionada. A forma mais fácil de colocar a água é
com um prato sobre o substrato e despejando a água sobre esse prato. &lt;br /&gt;
Após a montagem inicial do aquário, pode enchê-lo com água sem cloro e então
adicionar o sal. Porém, nas mudanças de água seguintes o sal tem que ser
pré-misturado. Isso permitirá que o sal tenha tempo para se dissolver bem e dá
tempo a que os parâmetros da água nova estabilizem. Adicionar 20 litros de água
doce e depois a respectiva quantidade de sal a um aquário já estabelecido é um
enorme erro (e uma excelente maneira de matar os habitantes). &lt;br /&gt;
Uma nota sobre o fabrico de água salgada: A fonte de água que você usa para
a mistura é extremamente importante no sucesso e saúde do sistema. Esse assunto
será tratado mais tarde, por enquanto retenha a noção que a água da torneira
poderá não ser suficientemente boa para o aquário. &lt;br /&gt;
Depois de colocada a água e feita a mistura, inicie o sistema de filtragem e
verifique se existem fugas, quer de água quer de ar. Deixe o sistema funcionar
por um dia ou mais para clarificar a água e para que os parâmetros iniciais da
água e temperatura se fixem. Então poderá adicionar peixes. &lt;br /&gt;
Quantos peixes você deve ter para fazer o ciclo depende do tamanho do
aquário e do método de ciclo que escolher. Pode fazer o ciclo de um aquário sem
sequer ter peixes. Neste caso, você deve adicionar cloreto de amônia para
simular os detritos dos peixes e inserir uma fonte inicial de bactérias
nitrificantes. O melhor será obter uma cultura de bactérias de um aquário de
água salgada já estabelecido. Isto pode ser um pouco de substrato, elementos
filtrantes já com bastante tempo de permanência no filtro ou macroalgas como &lt;i&gt;Caulerpa
sp.&lt;/i&gt; A rocha viva é também uma &lt;i&gt;excelente&lt;/i&gt; fonte de bactérias
nitrificantes. &lt;br /&gt;
Se você escolher fazer o ciclo usando peixes, muito mais interessante que um
tanque cheiro de água em movimento, o número de peixes necessário depende do
tamanho do aquário. Em todo o caso dois peixes são preferíveis a um. Se um dos
peixes morrer ainda haverá outro para terminar o ciclo. Claro que o segundo
também se pode ir. Se todos os peixes morrerem então você terá que remover todos
os contaminantes e inserir novos organismos (leia de novo esta FAQ). &lt;br /&gt;
O ciclo não tem que estar limitado aos peixes. Búzios e moluscos podem
também ser usados. Porém, dado que estes organismos não produzem muitos
detritos, o aquário demorará mais tempo a fazer o ciclo. &lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3553944925875135810-3242875551710910371?l=blogdeaquariofilia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0TFznrcX6fOIkwu7PkCjH3cUvQM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0TFznrcX6fOIkwu7PkCjH3cUvQM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 18pt;"&gt;Autor:&amp;nbsp;Edson
Rechi&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Quais espécies manter em um tanque Brackish?&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
Obviamente apenas peixes naturais de mangue e estuários. É muito comum ver
aquarista&amp;nbsp;iniciante (e porque não mencionar os “experientes”..) misturar
peixes de origem brackish como os "comuns" Scats e Monos, junto com
peixes de água levemente alcalina ou ácida. Em alguns casos não são muito bem
adaptados e acabam morrendo em poucas semanas ou dias. Há ainda aquele caso em
que fulano conseguiu manter um peixe originário do brackish por um ano ou pouco
mais em um tanque inapropriado... ERRADO! Estes peixes vivem anos e anos e se
mantidos em condições ideais, dão menos trabalho algum comparado aos peixes
mais comuns, e ainda possuem hábitos inigualáveis e mesmo muito exotismo!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das grandes vantagens de se possuir peixes deste tipo de água é que
conforme são adaptados a flutuações de salinidade, os parasitas e patógenos
comuns não toleram tais variações. Apenas atente que não deverá efetuar uma
mudança radical na salinidade da água em poucas horas. Deverão ser lenta e
gradual tais mudanças. Tanto peixes marinhos como dulcícolas toleram flutuações
na densidade da água, desde que lentamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ciclídeos de águas alcalinas costumam tolerar um pouco de sal na água, bem como
alguns Killies e muitas vezes são mantidos em torno de 1.005 juntamente com
peixes brackish que vivem em água com salinidade relativamente baixa como Mollies.
Outros peixes como os peixes gato (cat-fishes), corydoras e peixes gato maiores
como os da família Loricariidae &lt;b&gt;são intolerantes a presença de sal na água&lt;/b&gt;,
portanto fique atento quais pretende manter.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro detalhe importante é com relação ao uso de medicamentos diretamente no
aquário. Evite ao máximo usá-lo, para tratar de peixes enfermos, use um aquário
hospital, isolando o peixe que necessita de maiores cuidados. Boa parte dos
remédios podem ser usados em aquários brackish, sendo que se a água possuir
salinidade igual ou maior que 1.005, opte pelos remédios marinhos, obterá
melhores resultados e jamais use remédios (principalmente remédios para tanques
dulcícolas) se mantiver invertebrados em seu brackish, boa parte destes
remédios contém cobre, elemento letal a moluscos e invertebrados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora tanques de brackish são menos freqüentes do que os tanques de água doce
ou marinhos, abaixo alguns peixes mais comuns e facilmente criados em
cativeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Comuns&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;:&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-JHAdX4I6CK8/TjGHAsEkoSI/AAAAAAAAAOo/6Dv4H9keDtM/s1600/6.PNG" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-JHAdX4I6CK8/TjGHAsEkoSI/AAAAAAAAAOo/6Dv4H9keDtM/s1600/6.PNG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Monos argenteus&lt;br /&gt;
Foto: ?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Monos (&lt;i&gt;Monodactylus spp&lt;/i&gt;);&lt;br /&gt;
- Alguns poecílideos como Molinésias e Guppies;&lt;br /&gt;
- Scats (&lt;i&gt;Scatophagus spp&lt;/i&gt;.);&lt;br /&gt;
- Arqueiros (&lt;i&gt;Toxotes spp&lt;/i&gt;.)&lt;br /&gt;
- Peixe Vidro Indiano (&lt;i&gt;Chanda ranga&lt;/i&gt;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Peixes predadores:&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-jyWlEnJEWbs/TjGHjKXrB5I/AAAAAAAAAOs/IXGPXu4i6tY/s1600/7.PNG" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-jyWlEnJEWbs/TjGHjKXrB5I/AAAAAAAAAOs/IXGPXu4i6tY/s1600/7.PNG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;
&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Peixe-dragão (Dragão Violeta)&lt;br /&gt;
Foto: ?&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
- Garpikes (família &lt;i&gt;Lepidosteidae&lt;/i&gt;)&lt;br /&gt;
- Catfishes (família &lt;i&gt;Ariidae&lt;/i&gt;)&lt;br /&gt;
- Gobbies (família &lt;i&gt;Gobiidae&lt;/i&gt;)&lt;br /&gt;
- Enguias (família &lt;i&gt;Mastacembelidae&lt;/i&gt;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Exóticos:&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-_15X1hbDnGY/TjGIcP9T9eI/AAAAAAAAAOw/scZE2JWSbNA/s1600/8.PNG" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-_15X1hbDnGY/TjGIcP9T9eI/AAAAAAAAAOw/scZE2JWSbNA/s1600/8.PNG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Mudskipper&lt;br /&gt;
Foto: ?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Quatro olhos (&lt;i&gt;Anableps spp&lt;/i&gt;.)&lt;br /&gt;
- Mudskippers (&lt;i&gt;Periophthalmus spp&lt;/i&gt;.)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;E para os que não tem espaço em casa (que não sirva de desculpa):&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&amp;nbsp;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;- Killifishes (família &lt;i&gt;Cyprinodontidae&lt;/i&gt;)&lt;br /&gt;
- Zangão e Gobbies (família &lt;i&gt;Gobiidae&lt;/i&gt;)&lt;br /&gt;
- Pipefishes (família &lt;i&gt;Syngnathidae&lt;/i&gt;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns peixes podem se reproduzir neste tipo de tanque, os de fácil reprodução,
como Guppies, Mollies e Kribensis até os mais "exigentes", embora
peixes como Monos e Arqueiros seja um pouco mais complicada a reprodução em
cativeiro por inúmeros fatores como tamanho do tanque, número de indivíduos
inapropriado, mudanças de salinidade e temperatura. Caso queira mais detalhes
sobre a reprodução de determinada espécie, recomendo ler bons livros ou
consultar fóruns de aquarismo na internet. Algumas espécies como &lt;i&gt;Pelviachromis&lt;/i&gt;
&lt;i&gt;pulcher&lt;/i&gt; (Kribensis), Bumblebee Gobbies (&lt;i&gt;Brachygobius&lt;/i&gt; spp.) e &lt;i&gt;Dermogenys&lt;/i&gt;
spp. são bons reprodutores para começar, devido a sua fácil adaptação em
cativeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;A pergunta que não se cala: Peixe de água salgada vive em água doce ou peixe
de água doce vive em água salgada ?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Simples e objetivo: NÃO!&lt;/b&gt; Os líquidos que circulam no corpo do peixe de
água salgada têm aproximadamente a mesma quantidade de sais da água do mar. Se
o peixe for colocado em água doce, a concentração de líquidos de seu corpo será
maior que a do ambiente. O peixe absorverá água e não terá como eliminá-la,
porque seu rim é pouco desenvolvido. Ele inchará e poderá explodir. E se um
peixe de água doce for colocado no mar, a concentração de líquidos de seu corpo
será bem menor que a da água e ele perderá líquido até ficar desidratado&lt;span class="postbody1"&gt;. &lt;/span&gt;Os peixes de água doce precisam eliminar o excesso de
água que se acumula em seus corpos. Seus rins produzem muita urina para evitar
que os tecidos fiquem saturados. Comparados aos peixes de água doce, os peixes
de água salgada, que já perdem água por osmose, produzem muito menos urina.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Espécies de peixes recomendados e algumas informações&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Entre as espécies mais recomendadas,
para um tanque salobro, estão:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Peixe Arqueiro (família Toxotidae);&lt;br /&gt;
- Peixe Vidro (família Ambassidae);&lt;br /&gt;
- Peixe gato/cat-fishes (família Ariidae); 1&lt;br /&gt;
- Peixe sapo (família Batrachoididae);&lt;br /&gt;
- Targetfishes (família Teraponidae);&lt;br /&gt;
- Scats (família Scatophagidae);&lt;br /&gt;
- Baiacús/Puffers (família Tetraodontidae);&lt;br /&gt;
- Peixes Cachimbo (Syngnathidae);&lt;br /&gt;
- Molinéias e Guppies/Lebistes (família Poeciliidae);&lt;br /&gt;
- Mudskyppers (família Periophthalmidae);&lt;br /&gt;
- Peixes folha (família Nandidae);&lt;br /&gt;
- Moréias de "água doce" (família Muraenidae);&lt;br /&gt;
- Peixe-agulha (família Belonidae);&lt;br /&gt;
- Goby (família Gobiidae); *&lt;br /&gt;
- Peixes tigre / Tigerfishes (família Lobotidae);&lt;br /&gt;
- Rainbowfishes / Peixes Arco-Íris (família Melanotaeniidae); 2&lt;br /&gt;
- Monos (família Monodactylidae)&lt;br /&gt;
- Alguns Killies; 3&lt;br /&gt;
- Alguns Ciclídeos. 4&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1.&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nem todos cat-fishes aceitam sais na água, Coridoras, Cascudos e
Ottos, por exemplo, não suportam e podem até falecer com a presença deste
elemento na água;&lt;br /&gt;
2.&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nem todos Rainbowfishes aceitam água salobra;&lt;br /&gt;
3.&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nem todos Killies aceitam água salobra, o mais comum é a Jordanela
Floridae, entre outros;&lt;br /&gt;
4.&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nem todos Ciclídeos aceitam água salobra com exceção de alguns
como o africano Kribensis, o asiático Mexirica e o latino Synspilum, entre
outros;&lt;br /&gt;
* Alguns Gobies vivem apenas em densidade acima de 1.018 que já é considerado
marinho.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;Lembre-se que não convém misturar muitas espécies em um tanque salobro,
pois cada uma tem sua particularidade e hábitos diferentes das outras, portanto
é imprescindível estudar muito bem as características dos animais. Hábitos
alimentares, tamanho em fase adulta, agressividade, zona do tanque em que
costuma viver, tamanho mínimo do tanque recomendado, compatibilidade, entre
outras são informações que deverá possuir antes de escolher os futuros peixes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Mais espécies recomendadas, com detalhes sobre cada
uma:&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
Nem todos os peixes listados abaixo são compatíveis entre si&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;, estude bem antes de adquiri-los levando em
consideração aspectos importantes como dieta alimentar, tamanho adulto,
densidade da água, agressividade.&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Arqueiro (&lt;i&gt;Toxotes jaculatrix&lt;/i&gt;) &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Levemente Alcalino&lt;br /&gt;
Temperatura: 24ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Grupo&lt;br /&gt;
Comportamento: Pacífico (come peixes menores)&lt;br /&gt;
Dieta: Carnívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 200l&lt;br /&gt;
Distribuição: Ásia e Oceania&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo: 25cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Meio e Superfície&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Arqueiros são peixes interessantes, possuem o hábito de "cuspirem"
água em insetos próximo a superfície, fazendo-o cair na água onde será
devorado, podendo “cuspir” a uma distância de até 2m. Sua reprodução em
cativeiro é muito difícil de ocorrer.&lt;br /&gt;
Estes peixes não exigem um aquário muito alto, porém o tanque deverá ser
comprido e largo principalmente.&lt;br /&gt;
Costumam freqüentar mais a superfície e meio do tanque.&lt;br /&gt;
Se desejar manter um cardume destes peixes, deverão ser colocados todos de uma
só vez e de tamanho aproximado.&lt;br /&gt;
- Alimentá-los com alimentos vivos sempre que possível (semanalmente), pois
possuem hábito carnívoro. Preferencialmente deverão ser alimentados com rações
flutuantes.&lt;br /&gt;
- Peixes jovens podem migrar para água doce por algum tempo, mas retornam a
água salobra onde vivem a maior parte do tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Mudskipper Atlântico (&lt;i&gt;Periophthalmus barbarus)&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Alcalino&lt;br /&gt;
Temperatura: 25ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Grupo&lt;br /&gt;
Comportamento: Pacífico (come peixes menores)&lt;br /&gt;
Dieta: Carnívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 200l&lt;br /&gt;
Distribuição: Senegal até Angola (Leste Africano)&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo: 20cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Meio e superfície&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mudskippers possuem habilidade de se arriscar em terra por longos períodos,
portanto se deseja criá-los, terá que reservar uma área seca e outra com água.
Pode-se usar montagens de mangues ou mesmo empilhar inúmeras rochas no sentido
que algumas fiquem fora d'água. A densidade desejável para estes peixes gira em
torno de 1.005 a 1015. Uma preciosa dica é sempre manter seu tanque bem fechado
assegurando que não escape, pois estes peixes são ariscos e freqüentemente
podem ser vistos pelos cômodos da casa se o tanque não for bem tampado. O peixe
arqueiro é uma boa companhia para Mudskippers.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Peixe-gato Colombiano (&lt;i&gt;Arius seemanni)&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Ligeiramente Alcalino&lt;br /&gt;
Temperatura: 25ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Grupo&lt;br /&gt;
Comportamento: Pacífico (come peixes menores)&lt;br /&gt;
Dieta: Carnívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 350l&lt;br /&gt;
Distribuição: Sul da Califórnia (USA) até Colômbia&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo: 40cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Fundo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Arius está entre o mais desejado peixe-gato entre os amantes destas espécies.
São peixes com olhos grandes, corpo poderoso prata (parece cromado) e bem
ativos. Embora predatórios, não são agressivos e podem fazer companhia com
outros ciclídeos. Este peixe muitas vezes é confundido com o famoso Jordani (&lt;i&gt;Arius
Jordani&lt;/i&gt;) e vive tanto em água doce ou salobra, podendo serem vistos as
vezes no mar. O tanque mínimo recomendado para esta espécie é 350l e deverá
possuir excelente filtragem e um nível de oxigênio muito bom. Densidade especifica
entre 1.005 a 1.015 é desejável para estes peixes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Black Belt (&lt;i&gt;Cichlasoma maculicauda)&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Neutro&lt;br /&gt;
Temperatura: 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Sozinho / Casal&lt;br /&gt;
Comportamento: Agressivo&lt;br /&gt;
Dieta: Onívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 200l&lt;br /&gt;
Distribuição: América Central&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo: 30cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Todas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ciclídeo de grande porte e extremamente agressivo e em minha opinião um dos
mais belos Ciclídeo da América Central e muito inteligente, capaz de interagir
excepcionalmente com o dono. O tanque deverá possuir decorações com muitas
rochas para servir de abrigo. Deverá mantê-lo sozinho ou em casal, nunca com
peixes menores ou pacíficos. Se optar por mantê-los com outros peixes,
assegure-se que o peixe que irá manter junto possui o mesmo nível de
agressividade e que tenha um tanque relativamente grande para amenizar disputas
por territórios. Embora prefiram pH neutro a levemente alcalino, poderá
mantê-los em água salobra com densidade baixa (em torno de 1.005 ou menos). Sua
alimentação deverá ser a mais diversificada possível com abundância vegetal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Abelinha (&lt;i&gt;Hypogymnogobius xanthozona)&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Alcalino&lt;br /&gt;
Temperatura: 25ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Grupo&lt;br /&gt;
Comportamento: Pacífico&lt;br /&gt;
Dieta: Carnívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 50l&lt;br /&gt;
Distribuição: Java, Sumatra e Bórneo&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo: 4cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Fundo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peixe habitual de água salobra, será necessário adicionar sal marinho na água e
plantas flutuantes para reduzir a iluminação excessiva em vista&amp;nbsp;que estes
peixes preferem zonas mais escuras. Embora seu tamanho seja pequeno, podem
agredir outros peixes ou se alimentar de peixes menores e de mesmo tamanho.&lt;br /&gt;
Sua reprodução em cativeiro é um tanto difícil, a fêmea desova ovos em alguma
superfície lisa onde o macho desempenhará sua função, costumam eclodir em 3 a 5
dias. Sua dieta deverá ter como base alimentos vivos. Deverá ser evitado
colocar com peixes maiores por questões óbvias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Enguia Americana (&lt;i&gt;Anguilla rostrata)&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Ligeiramente Alcalino&lt;br /&gt;
Temperatura: 22ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Sozinho&lt;br /&gt;
Comportamento: Agressivo&lt;br /&gt;
Dieta: Carnívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 900l&lt;br /&gt;
Distribuição: Atlântico norte, sobretudo costa americana&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo: 120cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Fundo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Enguia "americana" é uma das espécies que migram do oceano para
estuários. Em sua fase jovem são transparentes e relativamente fáceis de se
coletar sendo que normalmente os machos preferem permanecer próximo a água
salobra e a fêmea muitas vezes acaba subindo rio acima podendo até ser
encontrada em água doce.&lt;br /&gt;
Este peixe cresce relativamente rápido e muito, seu tanque deverá ser o maior
possível, principalmente no comprimento e largura, possuindo água ligeiramente
salobra. Em fase adulta tende a ser muito agressivo com os demais peixes sendo
aconselhado mantê-la apenas com peixes maiores e agressivos. A alimentação de
exemplares jovens deverá ser à base de plâncton, camarões e outros alimentos
vivos menores, em fase adulta preferem invertebrados vivos, lagosta, carne
(deverá afundar) e peixes.&lt;br /&gt;
Estes peixes costumam ser bem ativo e possui hábitos noturnos, mantenha seu
tanque sempre bem fechado para evitar que pulem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Enguia de "água-doce" (&lt;i&gt;Echidna rhodochilus)&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Ligeiramente Alcalino&lt;br /&gt;
Temperatura: 22ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Sozinho&lt;br /&gt;
Comportamento: Pacífico&lt;br /&gt;
Dieta: Carnívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 200l&lt;br /&gt;
Distribuição: Pacífico Ocidental&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo: 50cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Fundo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora vendido com freqüência como peixe de água-doce, são peixes de água
salobra e vivem melhores se mantidos em tal água.&lt;br /&gt;
Companheiros ideais para Monos e Scats pode facilmente adaptar-se a condições
marinhas, mas densidade entre 1.005 à 1.010 será mais aceitável para sua saúde
a longo prazo. Como boa parte das Enguias, são predadores se alimentando de
pequenos peixes e invertebrados, embora esta espécie seja pacífica com peixes
maiores e dependendo do tamanho do tanque, poderá aceitar a presença de outra.&lt;br /&gt;
Muitas vezes podemos nos deparar com problemas em fornecer alimentos para
Moréias, uma dica é amarrar minhocas ou camarões em linha de algodão e colocar
no aquário como se estivesse "pescando", passe o alimento próximo a
ela e vá puxando no sentido que ela fique ativa e vá atrás do alimento, é uma
boa diversão e ao mesmo tempo estará estimulando seus instintos, onde em breve
voltará a se alimentar sozinha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Guppy (&lt;i&gt;Poecilia reticulata)&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Ligeiramente Alcalino&lt;br /&gt;
Temperatura: 22ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Grupo&lt;br /&gt;
Comportamento: Pacífico&lt;br /&gt;
Dieta: Onívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 40l&lt;br /&gt;
Distribuição: América Central até o Brasil&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo: &amp;nbsp;5cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Todas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Guppies estão entre os peixes mais populares, são calmos, amistosos,
resistentes e ótimos reprodutores. Em aquários deverá usar sempre um número
maior de fêmeas do que machos. Sua expectativa de vida gira em torno de três
anos e existem as mais variadas cores para aquarista nenhum colocar defeito.
Vendido como peixes de água-doce, podem se adaptar a condições salobras desde
que a densidade seja sempre menor que 1.010&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Peixe-vidro (&lt;i&gt;Parambassis ranga)&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Ligeiramente Alcalino&lt;br /&gt;
Temperatura: 24ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Grupo&lt;br /&gt;
Comportamento: Pacífico&lt;br /&gt;
Dieta: Onívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 50l&lt;br /&gt;
Distribuição: Paquistão, Índia, Tailândia e Malásia&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo: 8cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Todas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peixe muitas vezes desprezado por não possuir cores, o vidro indiano é
totalmente transparente sendo possível visualizar toda sua estrutura
interna.&amp;nbsp;Possui o comportamento muito tímido sendo companheiros ideais
para Guppys. O dimorfismo é um tanto complicado, porém quando bem ambientados
no tanque, os machos possuem uma borda levemente azulada em suas nadadeiras
anal e dorsal. Sua reprodução em cativeiro é relativamente fácil onde uma dica
é variar a temperatura para que a ocorra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;u&gt;Kribensis (&lt;i&gt;Pelvicachromis pulcher)&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Ligeiramente Alcalino / Neutro&lt;br /&gt;
Temperatura: 24ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Casal&lt;br /&gt;
Comportamento: Pacífico&lt;br /&gt;
Dieta: Onívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 50l&lt;br /&gt;
Distribuição: África Ocidental&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo: &amp;nbsp;6cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Meio e Fundo&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;Este pequeno ciclídeo é característico dos deltas ligeiramente salobro e
córregos encontrados na África Ocidental e de adaptam facilmente a água doce ou
levemente salobra. Um peixe muito usado em aquários plantados devido a sua
rusticidade, cuja água tende a ser mais ácida. São peixes de fácil reprodução e
normalmente "criam" seus alevinos. Seu comportamento é pacífico,
porém não costuma aceitar outros exemplares no mesmo espaço, sobretudo em
tanques menores, portanto se deseja manter mais de um casal, certifique-se que
tenha espaço suficiente e principalmente tocas para se refugiarem.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Molinésia (&lt;i&gt;Poecilia latipinna)&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Ligeiramente Alcalino&lt;br /&gt;
Temperatura: 24ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Grupo&lt;br /&gt;
Comportamento: Pacífico&lt;br /&gt;
Dieta: Onívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 40l&lt;br /&gt;
Distribuição: América do Norte&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo: &amp;nbsp;6cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Todas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro peixe muito popular vendido freqüentemente como peixe de água-doce devido
sua rusticidade. Este peixe poderá ser mantido em água levemente salobra
podendo reproduzir facilmente. Deverá ser mantido com peixes pequenos e dóceis.
Muitos os mantêm em condição marinha, que acaba diminuindo drasticamente sua
expectativa de vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Mono (&lt;i&gt;Monodactylus argenteus)&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Ligeiramente Alcalino&lt;br /&gt;
Temperatura: 24ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Grupo&lt;br /&gt;
Comportamento: Pacífico&lt;br /&gt;
Dieta: Onívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 200l&lt;br /&gt;
Distribuição: África a Indonésia e parte da Ásia&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo: 20cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Meio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Mono argenteus pode ser encontrado em água salobra desde a costa oriental da
África a Indonésia e parte da Ásia. Está entre os mais procurados para
montagens brackish, devido o formato triangular de seu corpo. Sua nadadeira
dorsal, anal e causal são levemente amarelas que só podem ser notado quando o
peixe atinge sua maturidade.&lt;br /&gt;
O tanque para abrigar estas espécies deverá possuir bastante espaço para sua
rápida natação, já que são peixes bem ativos (embora tímidos) e costumam nadar
freqüentemente em cardumes (opte por sempre adquirir no mínimo 4 ou 5
exemplares) e podem se alimentar de peixes menores quando maiores. O &lt;i&gt;Monodactylus
Sebae&lt;/i&gt; também é encontrado em água salobra e possui praticamente os mesmos
hábitos do &lt;i&gt;M. argenteus&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Scat (&lt;i&gt;Scatophagus argus)&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Ligeiramente Alcalino&lt;br /&gt;
Temperatura: 24ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Grupo&lt;br /&gt;
Comportamento: Pacífico&lt;br /&gt;
Dieta: Onívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 200l&lt;br /&gt;
Distribuição: Indo Pacífico&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo: 30cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Meio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Scats são peixes grandes com corpo comprido e sua cor pode variar de verde ao
amarelo com diversos pontos sobre seu corpo. Estes peixes possuem espinhos
venenosos. Ao adquirir esta espécie, é sempre melhor possuir 2 ou 3 espécies
jovens.&lt;br /&gt;
São peixes que vivem sua juventude em água salobra e migram para o mar após
alguns anos. Uma densidade entre 1.010 a 1.018 será bem vinda para eles caso
deseje mantê-los com outros peixes como Monos.&lt;br /&gt;
Sua dieta deverá sempre ser complementado com alimentação vegetal e são
extremamente sensíveis as presenças de altos índices de amônia ou nitratos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Targetfish (&lt;i&gt;Terapon jarbua)&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Ligeiramente Alcalino&lt;br /&gt;
Temperatura: 24ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Grupo&lt;br /&gt;
Comportamento: Pacífico&lt;br /&gt;
Dieta: Carnívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 250l&lt;br /&gt;
Distribuição: Indo Pacífico&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo: 35cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Meio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Targetfish é uma espécie "clássica" do brackish. São peixes bem
ativos que necessitam de um bom espaço para nadarem em grupos, costumam comer
peixes menores. Requer mantê-lo em densidade média.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Gobby Violeta / Peixe Dragão (&lt;i&gt;Gobioides broussoneti)&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Ligeiramente Alcalino&lt;br /&gt;
Temperatura: 24ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Sozinho&lt;br /&gt;
Comportamento: Pacífico&lt;br /&gt;
Dieta: Carnívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 200l&lt;br /&gt;
Distribuição: Carolina do Norte (USA) até região Sudeste do Brasil&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo:&amp;nbsp;50cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Fundo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Gobby violeta ou peixe-dragão como também é conhecido, não confundir com o
Dragão Chinês, deverá ser mantido em água levemente salobra. O aquário deverá
possuir muitos refúgios ou tubos de PVC para o peixe se abrigar já que possui
hábitos noturnos. Apesar de crescerem muito e possuírem aparência apavorante,
são peixes bem calmos tendo que evitar colocá-los com peixes mais agressivos ou
peixes menores que poderão ser devorados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Bullrout&amp;nbsp; (&lt;i&gt;Notesthes robusta)&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Ligeiramente Alcalino&lt;br /&gt;
Temperatura: 24ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Sozinho&lt;br /&gt;
Comportamento: Agressivo&lt;br /&gt;
Dieta: Carnívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 150l&lt;br /&gt;
Distribuição: Austrália&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo: &amp;nbsp;30cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Meio / Fundo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peixe muito raro em aquário e pouco recomendado para iniciantes; possui forte
hábito predatório sendo mais ativo durante a noite.&lt;br /&gt;
Possui espinhos venenosos em sua nadadeira dorsal e a usa como forma de defesa
de outros peixes maiores. A coloração do&amp;nbsp;Bullrout varia muito sendo a mais
freqüente a cor marrom e podem chegar a 30cm. Vivem na Austrália e se adaptam
facilmente a todo tipo de água (doce, marinha e salobra) sendo ideal mantê-lo
em água salobra com densidade por volta de 1.010, e embora predadores, costumam
aceitar pedaços de carnes e alimentos congelados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Gar Cubano (&lt;i&gt;Atractosteus tristoechus&amp;nbsp;&lt;/i&gt;)&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Neutro / Ligeiramente Alcalino&lt;br /&gt;
Temperatura: 24ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Sozinho&lt;br /&gt;
Comportamento: Agressivo&lt;br /&gt;
Dieta: Carnívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 1300l&lt;br /&gt;
Distribuição: Cuba&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo: &amp;nbsp;180cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Meio / Superfície&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espécie muito grande e rara de peixe-agulha, raramente são encontrados em lojas
podendo ser observado geralmente em aquários públicos.&lt;br /&gt;
O tanque obviamente deverá ser grande para abrigá-lo contendo rochas e plantas
altas, sendo indicado mantê-los em ph neutro a levemente alcalino. Sua
alimentação deverá ser ministrada principalmente com alimentos vivos, embora
possam aceitar ração industrializada.&lt;br /&gt;
Infelizmente esta espécie se encontra a beira da extinção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Gar "Jacaré" (&lt;i&gt;Atractosteus spatula)&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Neutro&lt;br /&gt;
Temperatura: 24ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Sozinho&lt;br /&gt;
Comportamento: Agressivo&lt;br /&gt;
Dieta: Carnívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 2.500l&lt;br /&gt;
Distribuição: Rio Mississippi (USA) e Golfo do México&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo: &amp;nbsp;300cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Meio / Superfície &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Considerado o maior peixe-agulha chegando a quase 3
metros de comprimento, obviamente não é qualquer aquarista que pode manter em
sua residência um peixe deste porte e por isso são vistos principalmente em
aquários públicos. Estes peixes se alimentam praticamente de tudo, sobretudo de
peixes vivos. Vivem principalmente em água-doce, mas podem viver em água
salobra com baixa densidade. Algumas espécies podem aceitar somente alimentos vivos
e outros podem aprender a comer carnes e pelets para ciclídeos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Peixe Mosquito (&lt;i&gt;Heterandria formosa)&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Neutro / Ligeiramente Alcalino&lt;br /&gt;
Temperatura: 24ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Grupo&lt;br /&gt;
Comportamento: Pacífico&lt;br /&gt;
Dieta: Onívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 25l&lt;br /&gt;
Distribuição: América do Norte&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo: &amp;nbsp;2cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Todas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerado um dos menores peixe do mundo, este peixe é muito apreciado pelos
aquaristas devido a seu tamanho reduzido e suas várias cores escura espalhadas
pelo corpo. Peixe muito comum na América do Norte, sua média de vida está entre
as menores também variando não mais que 2 anos (com raras exceções). Peixe
ideal para se manter em aquário plantado junto com peixes como Guppies (não
maiores que estes) e costumam aceitar sem maiores problemas todo tipo de ração,
sobretudo flocos. Embora sejam peixes considerados rústicos, apreciam um pH
neutro a levemente alcalino, podendo ser também adaptado em pH levemente ácido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Empire Gudgeon&amp;nbsp; (&lt;i&gt;Hypseleotris compressa)&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Neutro&lt;br /&gt;
Temperatura: 24ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Grupo&lt;br /&gt;
Comportamento: Pacífico&lt;br /&gt;
Dieta: Onívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 100L&lt;br /&gt;
Distribuição: Austrália e Nova Guiné&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo: &amp;nbsp;10cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Fundo e Meio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em minha opinião, considero estes peixes um dos mais belos da água
salobra/doce, é um ótimo atrativo para aquários plantado ou comunitário. Possui
o corpo escuro com barriga vermelha e nadadeiras quem podem variar muito a cor
passando desde vermelho, amarelo, preto e branco. Aceitam relativamente bem
viver em água levemente salobra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Tiger-fish (&lt;i&gt;Datnioides quadrifasciatus)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Neutro&lt;br /&gt;
Temperatura: 24ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Grupo&lt;br /&gt;
Comportamento: Agressivo&lt;br /&gt;
Dieta: Carnívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 300l&lt;br /&gt;
Distribuição: Ásia e Oceania&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo: &amp;nbsp;30cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Todas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das menores espécies entre os tiger-fish (peixe-tigre), deverá sempre ser
mantido em água salobra e apesar de agressivos, costumam tolerar outro exemplar
por perto, desde que o tanque seja relativamente grande. Recomendado apenas
para aquaristas experientes, devido dificuldades em alimentá-los onde sua
preferência tende a alimentos vivos apenas, recusando rações ou mesmo pedaços
de carne. O tanque para abrigá-los deverá possuir muitas plantas e rochas para
que se ambientem melhor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Puffer Gigante (&lt;i&gt;Tetraodon mbu)&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Levemente Alcalino&lt;br /&gt;
Temperatura: 24ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Sozinho&lt;br /&gt;
Comportamento: Agressivo&lt;br /&gt;
Dieta: Carnívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 500l&lt;br /&gt;
Distribuição: Rios do Congo&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo: &amp;nbsp;70cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Todas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como seu nome sugere, este Puffer é muito grande e deverá ser mantido em um bom
espaço a fim de prosperar. Originário dos rios mais baixos do Congo e parte do
lago Tanganyika. São peixes muito agressivos e se o deseja manter com outras
espécies de peixes, deverá escolher com cuidado. São encontrados em água
salobra e é um peixe altamente carnívoro sendo que sua alimentação deverá ser
ministrada com alimentos vivos ou congelada, embora possam vir a recusar o
segundo. Mariscos são bem vindos em sua dieta a modo de "gastar" deu
osso localizado na região próxima a sua boca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Mexerica Verde (&lt;i&gt;Etroplus suratensis)&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Alcalino&lt;br /&gt;
Temperatura: 24ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Sozinho&lt;br /&gt;
Comportamento: Agressivo&lt;br /&gt;
Dieta: Onívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 200l&lt;br /&gt;
Distribuição:&amp;nbsp;&amp;nbsp; Índia e Sri Lanka&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo: &amp;nbsp;40cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Meio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um Ciclídeo grande e agressivo, o Mexirica Verde terá vida mais longa se
mantido em água salobra e pH alcalino. Ávidos comedores de plantas, a decoração
do aquário deverá ser composta basicamente de rochas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;u&gt;Gobby Dorminhoco/Marbled (&lt;i&gt;Oxyeleotris marmorata)&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Levemente Alcalino&lt;br /&gt;
Temperatura: 24ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Sozinho&lt;br /&gt;
Comportamento: Agressivo&lt;br /&gt;
Dieta: Carnívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 300l&lt;br /&gt;
Distribuição:&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sudeste Asiático&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo: &amp;nbsp;55cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Fundo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora chamado de Goby, o Goby dorminhoco pertence a família Eleotridae e não
da família dos Gobbies verdadeiros (Gobiidae). Uma característica marcante é
que ao contrário dos Gobbies verdadeiros, possuem duas nadadeiras dorsais. É um
peixe caçador noturno e requer alimentos vivo em abundância, embora possa
dificilmente aceitar rações de fundo. O aquário deverá estar munido de muitas
plantas, troncos e rochas para servir de refúgio durante o dia, já que
literalmente é um peixe "dorminhoco" com despertar sempre à noite.&lt;br /&gt;
Uma importante observação é que o Gobby Marbled é um peixe que pode consumir em
uma só noite seu próprio peso e comerá qualquer coisa que se mover em sua
frente independente do tamanho, desde que caiba em sua boca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Peixe-Agulha (&lt;i&gt;Xenentodon cancila)&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Neutro / Levemente Alcalino&lt;br /&gt;
Temperatura: 24ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Grupo&lt;br /&gt;
Comportamento: Pacífico&lt;br /&gt;
Dieta: Carnívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 150l&lt;br /&gt;
Distribuição: &amp;nbsp;Ásia&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo:&amp;nbsp;35cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Superfície&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peixe pacífico, embora poderá comer todos peixes menores que couberem em sua
boca grande. Gostam de água ligeiramente salobra e sua ambientação no tanque
deverá ser feita da melhor maneira possível e observada durante há primeira
semana. Mantenha o aquário tampado, já que além de viver sempre rente a
superfície, costuma dar seus "pulos".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Mexirica Laranja (&lt;i&gt;Etroplus maculatus)&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Alcalino&lt;br /&gt;
Temperatura: 24ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Grupo&lt;br /&gt;
Comportamento: Pacífico&lt;br /&gt;
Dieta: Onívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 100l&lt;br /&gt;
Distribuição:&amp;nbsp;&amp;nbsp; Índia e Sri Lanka&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo: &amp;nbsp;8cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Meio &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Este peixe em fase jovem costuma ser confundido com
outro ciclídeo, o Red Devil, devido seu corpo alaranjado.&amp;nbsp; No Brasil são
peixes populares e muitas vezes mantidos erroneamente em água-doce sendo que
preferem água levemente salobra onde se desenvolvem muito mais, além de
apresentarem cores fantásticas. Vejo muitas perguntas por aí do tipo: Meu
Mexerica não passa dos 4cm, porque? Meu Mexirica não possui cores vibrantes, por
quê? Está aí a resposta mais plausível...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Gobião Roxo-listrado (&lt;i&gt;Ogurnda mogurnda)&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Neutro&lt;br /&gt;
Temperatura: 24ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Grupo&lt;br /&gt;
Comportamento: Pacífico&lt;br /&gt;
Dieta: Onívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 100l&lt;br /&gt;
Distribuição:&amp;nbsp;&amp;nbsp; Austrália e Papa Nova Guiné&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo: &amp;nbsp;15cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Meio / Fundo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espécie resistente que pode viver tanto em água doce ou salobra. São peixes
escavadores, deverá possuir um substrato de areia que será mais bem apreciado.
Apesar de pacífico, é um peixe bem territorial com seus semelhantes, portanto
deverá possuir bastante espaço e tocas para cada um demarcar sei território. Sua
alimentação deverá ser a mais variada possível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Ciclídeo Synspilum / Redheaded (&lt;i&gt;Cichlasoma synspilum)&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Levemente Alcalino&lt;br /&gt;
Temperatura: 24ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Casal&lt;br /&gt;
Comportamento: Pacífico&lt;br /&gt;
Dieta: Onívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 200l&lt;br /&gt;
Distribuição:&amp;nbsp;&amp;nbsp; México, Guatemala E Belize&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo: &amp;nbsp;40cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Meio / Fundo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro grande ciclídeo que desenvolve um "galo" em sua cabeça. São
peixes pouco vistosos quando jovens, que vão desenvolvendo sua coloração
conforme vão crescendo ficando bem bonitos com cores vibrantes. Considerado um
dos maiores ciclídeos chegando a 40cm e são encontrados freqüentemente em água
salobra com baixa densidade. Se diversos machos forem mantidos juntos, o
dominante pode desenvolver um "caroço" ainda maior em sua cabeça. Seu
temperamento é muito similar ao do Oscar, porém mais tímidos e vivem em rios e
córregos lentos se adaptando conforme se desenvolvem no aquário, diminuindo sua
timidez com o tempo.&lt;br /&gt;
Uma curiosidade interessante é que o famoso peixe Papagaio é descendente deste
peixe, surgiu entre o cruzamento de fêmea de &lt;i&gt;Cichlasoma synspilum &lt;/i&gt;com &lt;i&gt;Cichlasoma
citrinellum.&lt;/i&gt; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Espada (&lt;i&gt;Xiphophorus hellerii)&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Levemente Alcalino&lt;br /&gt;
Temperatura: 24ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Grupo&lt;br /&gt;
Comportamento: Pacífico&lt;br /&gt;
Dieta: Onívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 50l&lt;br /&gt;
Distribuição:&amp;nbsp;&amp;nbsp; América Central&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo: &amp;nbsp;10cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Meio / Superfície&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um dos peixes mais populares, especialmente entre os novatos. Seu nome vem em
alusão a sua nadadeira caudal prolongada que indica se tratar de um macho.
Atualmente existem diversas cores entre estes peixes, devido à seleção por
criadores.&lt;br /&gt;
É um peixe rústico e calmo não requerendo um tanque muito grande, desde que
este possua um mínimo de espaço para sua natação, pois são peixes bem ativos e
o mantenha com tampa. Vivem tranqüilamente em água salobra com baixa
densidade.&amp;nbsp; Comem praticamente de tudo. Uma curiosidade sobre esta espécie
é que devido à falta de hormônios, a fêmea adulta poderá virar macho,
dependendo da necessidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Banjo (&lt;i&gt;Platystacus cotylephorus)&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Neutro&lt;br /&gt;
Temperatura: 24ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Sozinho&lt;br /&gt;
Comportamento: Pacífico&lt;br /&gt;
Dieta: Onívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 150l&lt;br /&gt;
Distribuição:&amp;nbsp;&amp;nbsp; Bacia Amazônica&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo: &amp;nbsp;25cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Fundo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peixe pacífico com longa cauda, pode ser mantido em água-doce ou salobra com
baixa densidade. O tanque deverá possuir areia no substrato para uma melhor
ambientação deste peixe. Bom para tanques comunitários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Peixe Cachimbo (&lt;i&gt;Microphis brachyurus&lt;/i&gt;)&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;pH: Levemente Alcalino&lt;br /&gt;
Temperatura: 24ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
Sociabilidade: Grupo&lt;br /&gt;
Comportamento: Pacífico&lt;br /&gt;
Dieta: Carnívoro&lt;br /&gt;
Tamanho mínimo do aquário: 100l&lt;br /&gt;
Distribuição:&amp;nbsp;Ásia&lt;br /&gt;
Tamanho Máximo: &amp;nbsp;25cm&lt;br /&gt;
Zona do aquário: Meio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parente próximo do Cavalo-marinho, este peixe dificilmente se habitua a
cativeiro. O aquarista que deseja mantê-lo deverá atentar em sua alimentação,
costuma aceitar apenas alimentos vivos como artêmia e deve-se evitar criá-lo com
peixes mais rápidos em vista que são peixes bem lentos em seus movimentos. O
exemplar da foto acima é encontrado em boa parte da Ásia e existe outro mais
comum espalhado pela Europa (&lt;i&gt;Syngnathus Abaster&lt;/i&gt;), principalmente na
costa portuguesa possuindo características idênticas a seu primo asiático com
exceção que prefere água com pH mais puxado para o neutro e chegam a 15cm em
média.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Informações adicionais de densidade:&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
1.000 à 1.005 - Água doce / levemente salobro&lt;br /&gt;
1.006 à 1012 - Moderadamente salobro&lt;br /&gt;
1.012 à 1017 - Salobro&lt;br /&gt;
1.018 acima - Marinho&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Conclusões
finais:&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
Se deseja um tanque diferente e com características únicas, bem vindo!&lt;br /&gt;
Há uma infinidade de peixes e estilos de tanques para se montar (use sua
imaginação), mas tenha sempre em mente que a grande maioria dos peixes salobros
são coletados, raramente se reproduzindo em cativeiro (há exceções como os
Poecilídeos e alguns Ciclídeos). Portanto sua responsabilidade em adquirir
estes peixes deverá ser dobrada, bem como o estudo e a manutenção perante seu
tanque e peixes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não os adquira pensando apenas se tratar meros peixes "exóticos" e
"diferentes", possuem vida e esta deverá ser respeitada e
principalmente tratada da melhor forma possível, respeitando suas exigências e
novamente repito: estude e muito antes de montar ou povoar seu tanque para
evitar desilusões desnecessárias. Manter um tanque brackish, depois de
estabilizado, é relativamente bem mais fácil que um tanque dulcícola. Boa
sorte!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" style="text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 18pt;"&gt;Fim&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3553944925875135810-325837401148091965?l=blogdeaquariofilia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ggDzc-2T4EWxZ4jxtS3puWc2k1Q/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ggDzc-2T4EWxZ4jxtS3puWc2k1Q/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ggDzc-2T4EWxZ4jxtS3puWc2k1Q/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ggDzc-2T4EWxZ4jxtS3puWc2k1Q/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Aquariofilia/~4/8151O4hgb58" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/325837401148091965?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/325837401148091965?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Aquariofilia/~3/8151O4hgb58/especies-para-um-aquario-brackish.html" title="Espécies para um aquário Brackish." /><author><name>Clayton Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15318629303623084230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-iDfUO6Zuoa0/TX9m9NnCrpI/AAAAAAAAAEI/xlgLH23594E/s220/Clayton.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-JHAdX4I6CK8/TjGHAsEkoSI/AAAAAAAAAOo/6Dv4H9keDtM/s72-c/6.PNG" height="72" width="72" /><feedburner:origLink>http://blogdeaquariofilia.blogspot.com/2011/03/especies-para-um-aquario-brackish.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkUNRXczfip7ImA9WhdSGEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3553944925875135810.post-4377795583319061312</id><published>2011-03-05T09:28:00.051-03:00</published><updated>2011-07-28T12:51:34.986-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-28T12:51:34.986-03:00</app:edited><title>Aquário Brackish "água salobra".</title><content type="html">&lt;div class="Section1"&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 18pt;"&gt;Autor:&amp;nbsp;Edson
Rechi&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 18pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;Afinal, o que é&amp;nbsp; Brackish?&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 16pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Brackish é a palavra usada
especialmente para descrever onde a água do oceano se encontra com a água de
rios (vice-versa), misturando água salgada com água doce, deixando a
característica da água nem doce e nem salgada (salobra), variando a salinidade
através de alguns fatores como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- A força do fluxo da água doce do rio reduzindo a quantidade de sais da água
marinha;&lt;br /&gt;
- Durante a maré alta, o sal sobe rio acima muito mais que em marés baixas,
flutuando a salinidade da água por duas vezes ao dia.&lt;br /&gt;
-&amp;nbsp; O sobe e desce constante do nível da água em torno das áreas como o
delta e o escape da água onde se encontra a água doce e salgada formando
pequenos “lagos”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estas áreas de encontro são chamadas de estuários, mangues, e pântanos
"salgados". A salinidade da água geralmente varia muito de acordo com
a maré e quantidade de água doce, além da taxa de evaporação. Nestes locais
habitam diversos peixes como Arqueiros, Scats, Monos, Gobbies, entre outros.
Alguns amplamente comercializados em lojas sendo possível mantê-los em nossos
tanques respeitando suas exigências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta matéria tentará passar de forma simples e objetiva como criar e manter um
ambiente saudável para tais espécies, respeitando suas exigências e suas características
inigualáveis de adaptação. Se você está cansado de aquário plantado,
comunitário, de africanos dos grandes lagos, reef, etc...&amp;nbsp; Vale a pena o
investimento neste tipo de montagem, permitindo que ela seja diferente das
demais e apesar de muitos mitos que acerca sobre tanques brackish, são
relativamente fáceis de se manter, desde que se estude e mantenha os parâmetros
que os peixes exigem. Diferentemente de peixes de água doce e marinho, o que
mais impressiona nas espécies destas regiões é sua adaptação ao meio e em
algumas espécies, o exotismo destacado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;Introdução&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
As pessoas acabam partindo para a montagem de um tanque brackish por estarem à
procura de algo um pouco diferente dos já comuns aquários plantados, CAs e
marinhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas vezes há desencontros nas informações fornecidas por amigos ou lojistas
na montagem de um tanque brackish e principalmente qual espécie adequada a se
criar, onde freqüentemente vemos peixes como Puffers, Scats, Gobbies e Monos
(citando os mais comuns encontrados nas lojas) submetidos à bateria de água
doce ou marinha e o aquarista, muitas vezes, acaba comprando estas espécies sem
saber de fato que são de origem de água salobra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em ajustes naturais de água salobra, as condições da água podem variar
freqüentemente e neste detalhe alguns peixes podem viver determinada época em
um tipo de água e migrar para outra. Como exemplo temos alguns peixes que
circulam em água doce apenas para desova e voltam para a água salobra ou mesmo
para o mar, ou vice versa, ou mesmo vivem sua fase juvenil em água doce e
migram para água salobra. Um bom exemplo são as Molinésias que são vendidas
como peixe de água doce, mas podem ser aclimatadas as circunstâncias salobras
ou mesmo marinha (este último diminui sua expectativa de vida drasticamente).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já deve ter ouvido por aí: Ah! Tenho Monos e Scats em água doce há um bom tempo
e nunca tiveram problema!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, caro amigo! Note que um Cachorro "vira-lata" pode viver por anos
perambulando pelas ruas e um cachorro doméstico e bem tratado também pode viver
anos e anos! Mas note com o tempo a diferença no porte, comportamento e no pêlo
dos bichos. E qual tem sua expectativa de vida maior?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mesmo vale para peixes água salobra, compare um peixe aclimatado em um tanque
salobro e outro que vive em água doce! Haverá gritantes diferenças de cores e
tamanho, além da expectativa de vida!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;Estuário, mangue e rio:&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Estuário&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;u&gt;:&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;

&lt;br /&gt;
&lt;div class="Section2"&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-9SOYGZHE4Ro/TjF10EhtgXI/AAAAAAAAAOM/RO6LXCP5g_M/s1600/1.PNG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-9SOYGZHE4Ro/TjF10EhtgXI/AAAAAAAAAOM/RO6LXCP5g_M/s1600/1.PNG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Estuário dell´Adige, a margem do delta
Padano - Itália&lt;br /&gt;
Foto: http://www.bacino-adige.it&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-RPThSQ8vqj0/TjF2R9PwcBI/AAAAAAAAAOQ/8O6UW7uTZWk/s1600/1.2.PNG" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-RPThSQ8vqj0/TjF2R9PwcBI/AAAAAAAAAOQ/8O6UW7uTZWk/s1600/1.2.PNG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Estuário&lt;br /&gt;
Foto: Dr. R.V. Fodor&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Um estuário é a parte de
determinado rio que drena sua água de encontro com a água do mar, sofrendo
forte influência das marés e acaba possuindo características de água salobra.
Devido aos nutrientes que a água doce carrega, um estuário possui geralmente
uma elevada produtividade biológica, mas sofre fortes efeitos da poluição
podendo transformar-se em um verdadeiro deserto biológico dependendo da região.&lt;br /&gt;
As águas dos estuários são lentas e seu ecossistema muito produtivo, com uma
grande gama de alimentos disponíveis, mas em contrapartida a diversidade de espécies
é relativamente baixa, comparado a rios ou mar. Em geral, Gobbies e alguns
peixes-gato são característicos de estuários, variando seu habitat em águas
mais doce, rio acima ou mais abaixo, quase diretamente no mar. Alguns peixes de
água doce podem ser encontrados nestes locais como os Ropefishes e alguns
poucos ciclídeos, tendendo mais para a parte alta dos rios. Já alguns&amp;nbsp;
peixes marinhos, principalmente os mais jovens, habitam a parte mais salgada do
estuário como os Flatfishes. Em geral a salinidade de estuários é médio-alta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="Section3"&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;O estuário é uma das
primeiras idéias que vem a cabeça por grande parte dos aquaristas. Estuários
possuem fluxo lento e para este tipo de montagem é recomendado um tanque com
boa capacidade (acima de 200l).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Habitantes: Monos* (&lt;i&gt;Monodactylus Argenteus, Monodactylus Sebae)&lt;/i&gt;, Scats*
(&lt;i&gt;Scatophagus Argus) &lt;/i&gt;e Peixe Gato Colombiano (&lt;i&gt;Arius Seemani).&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
Plantas: Muito provavelmente as plantas serão devoradas, sendo a mais indicada
o Musgo de Java. Se a salinidade da água for maior que 1.015, boa parte das
plantas começa a morrer, sendo substituídas por algas marinhas como a comum
Caulerpa.&lt;br /&gt;
Temperatura: 24ºC a 28ºC&lt;br /&gt;
pH: 7.6 a 8.5&lt;br /&gt;
Decoração: Rochas&lt;br /&gt;
Sal: As espécies listadas neste setup podem migrar do estuário para o oceano
quando mais velhas, tendo que imitar em alguns anos a diferença de salinidade
da água salobra para água marinha ou mesmo deixar após os peixes estiver em
fase adulta a salinidade mais alta (acima de 1.015). Uma dica seguida por
muitos aquaristas é comprar os peixes jovens e começar o tanque com 2 colheres
(de sopa) de sal marinho para cada 1 galão de água e a cada seis meses ir
adicionando uma colher de sal por galão de água durante trocas parciais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Monos e Scats em fase juvenil vivem em água salobra, após alguns anos migram
para o mar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Mangues (ou mangal):&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;
&lt;/span&gt;

&lt;br /&gt;
&lt;div class="Section4"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-phlUYif5ado/TjF24yODNpI/AAAAAAAAAOU/MChBkQnZ2DY/s1600/2.PNG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-phlUYif5ado/TjF24yODNpI/AAAAAAAAAOU/MChBkQnZ2DY/s1600/2.PNG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Exemplo de mangue típico&lt;br /&gt;
Foto: Patrícia Falchi Grassi&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-4yeIyWFcZS4/TjF3hbyyK6I/AAAAAAAAAOY/diwQSbAisGc/s1600/2.2.PNG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="226" src="http://1.bp.blogspot.com/-4yeIyWFcZS4/TjF3hbyyK6I/AAAAAAAAAOY/diwQSbAisGc/s320/2.2.PNG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Floresta do mangue&lt;br /&gt;
Foto: http://www.todaddams.net&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 7.5pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 7.5pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Outro ambiente costeiro, de transição entre ambientes terrestre e marinho,
encontrado apenas em regiões tropicais e subtropicais. Apesar de muitas vezes
quando vamos à praia, nos deparamos com mangues ao longo da viagem, este acaba
passando uma visão "pobre" e muitas vezes "negativa" para
os menos informados. Saiba que o manguezal é um ecossistema complexo e muito
produtivo. Ele está sujeito ao regime das marés, cercado de vegetais típicos
(muitas vezes difíceis ou impossíveis de se criar em cativeiro) ao qual
associado a outros componentes vegetais e animais, tornando-se um ambiente
inigualável. Muitos animais migram para estas áreas por pelo menos uma fase do
ciclo de sua vida e outros permanecem sua vida inteira nestes locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O manguezal suporta uma enorme variedade de animais tanto terrestres, como
aquáticos. Macacos, serpentes e muitos pássaros são facilmente encontrados
devido à infinidade de peixes, caracóis e pequenos crustáceos encontrados.
Dependendo da região, encontramos peixes exóticos e até mesmo no lamaçal dos
mangues como os exóticos Mudskippers. Em geral a salinidade dos mangues é
baixa. Tanto estuários e mangues podem ser encontrados facilmente no litoral
paulista, rios brasileiros, Guaíba (RS) e Ilha de Marajó no Brasil e entre os
internacionais mais famosos na África, Delta do Nilo, rios Indo Malaios e
Australianos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;A água do mangue possui fluxo
lento coberto por plantas e raízes flutuando rente a superfície. Muitos
projetos possuem uma parte seca e outra parte com água. Por este motivo
recomenda-se adquirir um tanque no mínimo de 200l ou maior a modo que haja
bastante espaço para os peixes nadarem. Outros tipos de montagens consistem em
um tanque coberto com plantas de superfície e raízes submersas (pedras poderão
ser usadas para tocas).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Habitantes: Arqueiros (&lt;i&gt;Toxotes Jaculatrix&lt;/i&gt;), Mudskipper (&lt;i&gt;Periophthalmus
Spp.&lt;/i&gt;), Caranguejos (&lt;i&gt;Uca crassipes&lt;/i&gt;), &lt;i&gt;Anableps Spp. .&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
Temperatura: 24ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
pH: 7.6 a 8.6&lt;br /&gt;
Decoração: Raízes, muitas raízes não pode faltar neste tipo de montagem. Use
também plantas flutuando para cobrir boa parte da superfície.&lt;br /&gt;
Salinidade: Densidade entre 1.010-1015 será adequada variando a espécie.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Rio Brackish:&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Ub9N9lmy0HQ/TjF4UutLKsI/AAAAAAAAAOc/UvQi4MrKONE/s1600/3.PNG" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-Ub9N9lmy0HQ/TjF4UutLKsI/AAAAAAAAAOc/UvQi4MrKONE/s1600/3.PNG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Rio Brackish&lt;br /&gt;
Foto: http://www.badmanstropicalfish.com&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O encontro rio acima misturado a água do
mar, pode-se formar rios de água salobra. Estas regiões possuem fluxo rápido
que poderá ser simulado por uma potente bomba de circulação direcionada a algum
lado. O tamanho do tanque para este tipo de montagem poderá variar de acordo
com os peixes que pretende criar, para pequenos peixes como a Abelhinha,
Molinésias e Peixes-vidro, pode-se adquirir um tanque de 50l ou mais, para
peixes maiores e carnívoros, recomenda-se acima de 200l. Detalhe: Nunca, mas
nunca mesmo, misture peixes menores como Abelhinhas (entre outros) com peixes
carnívoros, mesmo estes últimos sendo de pequeno porte.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;
&lt;br /&gt;
Habitantes: Abelhinha (&lt;i&gt;Brachygobius Xanthozona&lt;/i&gt;), Molinésias, Peixe Vidro
(&lt;i&gt;Chanda Ranga&lt;/i&gt;), Gobby Knight (&lt;i&gt;Stigmatogobius Sadanundio&lt;/i&gt;), Puffer
Spoted (&lt;i&gt;Tetraodon Nigrifilis&lt;/i&gt;), Puffer fígura 8 (&lt;i&gt;Tetraodon Biocellatus&lt;/i&gt;),
Mexerica.&lt;br /&gt;
Plantas: Valisnérias, Feto de java.&lt;br /&gt;
Temperatura: 25ºC à 28ºC&lt;br /&gt;
pH: 7.6 a 8.5&lt;br /&gt;
Decoração: Plantas mais altas no fundo e mais curtas ao lado. Adicionar uma ou
mais toca de rochas caso venha criar Gobbies. Anubias e Feto de Java devem
estar espalhados pelas pedras.&lt;br /&gt;
Salinidade: Boa parte dos peixes que vivem em rios salobros aceitam densidade
entre 1.005 - 1.010 (1 ou 2 colheres de sal para cada 3,8l de água). Puffers
manchados preferem condições mais elevadas com densidade entre 1.010-1.020.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;A água do brackish&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
O sal do mar contém principalmente cloreto de sódio e outros elementos como
bicarbonato, metais e em menor escala fosfatos, sulfatos e nitratos, portanto
se pensa em montar um tanque brackish, evite ao máximo usar sal de cozinha, não
é adequado. Procure usar sais vendidos para tanques marinhos e escolha uma boa
marca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A salinidade da água nada mais é que a medição da quantidade de sal dissolvido
na água e muitos aquaristas preferem descrevê-lo como densidade. A água pura
(doce) possui uma densidade 1.000, ou seja, um litro de água pesa 1 Kilo, já a
água salgada é mais densa devido aos sais dissolvidos nela, podendo chegar a
uma densidade ao redor de 1.025.&lt;br /&gt;
Dependendo dos peixes que serão mantidos, a densidade da água poderá variar
bastante. Em geral peixes de água doce que toleram sais na água preferem uma
densidade menor que 1.005 (ex. Rainbowfishes e alguns poucos africanos), assim
como a grande maioria das plantas de água doce. Já os peixes que vivem boa
parte na água do mar, preferem uma densidade por volta de 1.010 ou mais, mas podem
tolerar periodicamente densidades variando de 1.000 a 1.025. Uma dica é que a
água do mar possui em média 35g de sais dissolvidos para cada 1L.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra importante dica é nunca, mas nunca mesmo adicionar sal diretamente no
tanque devido a nem todos os sais se dissolverem na mesma taxa, podendo causar
sérios danos a seus peixes (adaptação). Evitar metais (ex. equipamentos) em
contato com a água é outra dica registrada, já que correrá o sério risco de
corrosões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A temperatura ideal para estes peixes varia muito podendo ser entre 22ºC a
30ºC. Devido à presença de carbonato de cálcio e bicarbonatos dos sais, estes
elevarão seu pH deixando alcalino e dureza média a alta, sendo ideal para boa
parte dos peixes com exceção de alguns como os Monos que apesar de gostarem de
água alcalina e dura, não suportam salinidade muito alta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Montando seu tanque Brackish&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Primeiramente deverá definir qual
espécie deseja criar e se basear fielmente nas exigências da espécie escolhida
para finalmente montar seu tanque.&amp;nbsp;Devemos ao adicionar a água no tanque
já definir a densidade (baixa/média 1000 á 1010 e 1018 á 1020 ou pouco mais já
é água marinha).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se possuir salinidade baixa, use filtros externos e canisters, já se a
densidade for mais elevada, manter algum celenterado, Skimmer e Joubert. A
iluminação deverá ser a mais "forte" possível, já que boa parte
destes peixes não vivem na escuridão ou regiões escuras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se optar por usar troncos como decoração, ferva-os com bicarbonato de sódio
algumas vezes para reduzir seu poder acidificante, que não é nada interessante
nesta montagem. Deverá ainda possuir boas bombas de circulação, principalmente
se optar pelo uso de plantas, já que em densidade médio-alta poderá formar uma
grossa camada de limo rapidamente sobre elas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-gDrzB7Z0rhM/TjF446aRPxI/AAAAAAAAAOg/kKQwD99L0No/s1600/4.PNG" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-gDrzB7Z0rhM/TjF446aRPxI/AAAAAAAAAOg/kKQwD99L0No/s1600/4.PNG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Exemplo de tanque Brackish&lt;br /&gt;
Foto: Jeffrey Senske&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Substrato:&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
Não há uma regra específica para qual tipo de substrato usar em tanques
brackish. Muitos aquaristas usam cascalho neutro, dolomita, substratos de
conchas moídas e areia de rio/praia, sendo que este último leva séria
desvantagem caso venha a usar um filtro undergravel ou mesmo filtro interno.
Relativo à camada a ser usada poderá variar caso venha usar plantas, mas em
geral&amp;nbsp;de 3cm a 5cm estará ideal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Plantas:&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
Podemos usar um número limitado de plantas neste tipo de montagem. Plantas
largamente usadas em tanques temáticos ou plantados normalmente não se adaptam
as condições de água usada na montagem de um brackish, com algumas exceções. Se
pensar em usar plantas na montagem, monte primeiramente um tanque com baixa
salinidade (&amp;lt; 1.005) com muitas plantas e vá subindo a salinidade
lentamente, até que elas se adaptem. Algumas sugestões: &lt;i&gt;Valisnerias spp., Sagittaria
spp.&lt;/i&gt; são as mais indicadas devido a sua rusticidade. Algumas Anúbias e
Musgos também são bem vindos como outras plantas mais pesadas como &lt;i&gt;Hygrophila
spp., Nomaphila spp., Microssorium&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Samoulus&lt;/i&gt;, e Rabos de Raposa.
Algas marinha, caso haja uma salinidade maior, como as algas pink serão bem
vindas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ISmyJzcdyH8/TjF5O_u3EOI/AAAAAAAAAOk/XU60MloUq1I/s1600/5.PNG" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ISmyJzcdyH8/TjF5O_u3EOI/AAAAAAAAAOk/XU60MloUq1I/s1600/5.PNG" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Algumas sugestões:&lt;br /&gt;
&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;- &lt;i&gt;Elódea&lt;/i&gt;: Planta pouco exigente que agüenta bem condições
adversas;&lt;br /&gt;
- &lt;i&gt;Anubias spp&lt;/i&gt;. : Algumas espécies africanas costumam tolerar sais na
água e até mesmo ataque de peixes;&lt;br /&gt;
- &lt;i&gt;Bacopa spp&lt;/i&gt;. : Principalmente &lt;i&gt;Bacopa monniera &lt;/i&gt;freqüentemente são
encontradas em água salobra;&lt;br /&gt;
- Espécies de Cabombas: Dá um efeito bonito no tanque, porém são bem apreciadas
pelos peixes;&lt;br /&gt;
- &lt;i&gt;Cryptociryne spp&lt;/i&gt;: Em especial a &lt;i&gt;Cryptocoryne ciliata&lt;/i&gt; se dá bem
em água salobra;&lt;br /&gt;
- &lt;i&gt;Echinodorus spp&lt;/i&gt;. : Especialmente a Echinodorus Tenellus, muitos a
considera a mais resistente;&lt;br /&gt;
- &lt;i&gt;Hygrophila Polysperma&lt;/i&gt;: Apesar de apreciada por muitos peixes de água
salobra, esta planta é bem resistente e pode suportar água com baixa densidade;&lt;br /&gt;
- &lt;i&gt;Microsorium pteropus&lt;/i&gt;: Uma das melhores plantas a se manter em tanque
brackish. É uma das únicas plantas para aquários que é naturalmente de água
salobra;&lt;br /&gt;
-&lt;i&gt; Nymphoides sp&lt;/i&gt;. : A bananinha d’água também poderá ser usada em baixa
densidade;&lt;br /&gt;
- &lt;i&gt;Sagitaria spp&lt;/i&gt;. : Possui folhas resistentes e se adapta relativamente
bem em água salobra;&lt;br /&gt;
- &lt;i&gt;Vallisneria spp&lt;/i&gt;. : Em particular a Vallisnéria "gigante"
como a americana;&lt;br /&gt;
- &lt;i&gt;Vesicularia Dubyana&lt;/i&gt;: Também conhecido como Musgo de java, pode tolerar
até mesmo água mais dura. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Manutenção:&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ISmyJzcdyH8/TjF5O_u3EOI/AAAAAAAAAOk/XU60MloUq1I/s1600/5.PNG" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-ISmyJzcdyH8/TjF5O_u3EOI/AAAAAAAAAOk/XU60MloUq1I/s1600/5.PNG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Tanque Brackish (mangue)&lt;br /&gt;
Foto: http://www.wetwebmedia.com&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;A manutenção de um tanque Brackish não é muito diferente de outros tipos de
tanques. Com a aquisição inicial de bons equipamentos e instalação correta com
inspeções e manutenções periódicas, aliado a boa alimentação (sem excessos),
sempre terá um tanque com boa saúde. Abaixo algumas dicas que podem ser
seguidas:&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
- Reserve alguns minutos de seu dia para observar seu tanque, aproveitando para
apreciar sua beleza. Alimentando diariamente com pequenas quantidades
freqüentes e observando se teus peixes estão "avançando" sobre a
comida, peixes salobros costumam ser bem "fominhas". Caso algum
apresente problema para se alimentar, observe por alguns dias e reveja os
parâmetros da água e se persistir, tente diagnosticar o porquê não está comendo
(agressões, doença).&lt;br /&gt;
- Nesta observação diária, veja o nível da água, se todos os filtros/bombas estão
funcionando corretamente.&lt;br /&gt;
- Cheque semanalmente ou quinzenalmente os parâmetros da água como pH (deverá
sempre estar acima de 7.6), temperatura, amônia etc.&lt;br /&gt;
- Troque de 10% a 20% de água quinzenalmente (semanalmente desejável) se
possível com sifonagem no fundo, já que peixes salobros (principalmente os
maiores) costumam sujar bem a água.&lt;br /&gt;
- Ao efetuar trocas parciais e adicionar sais na água, nunca dilua o sal
diretamente no tanque. Dilua na água de reposição e tenha certeza que a grau de
salinidade esteja próximo ou igual ao do tanque para não haver choque. Apesar
de peixes de água salobra tolerarem diferenças de salinidade, esta deverá ser
feita gradativamente.&lt;br /&gt;
- Se usa um filtro undergravel (aqueles filtros abaixo do cascalho, nunca o use
com areia!), certifique-se sempre se não está sendo criadas zonas anaeróbicas
pelo tanque, pois os gases liberados no decorrer do tempo por estes pontos,
podem ser mortais a seu tanque. Adéque seu undergravel a modo para que não
existam estas regiões "mortas".&lt;br /&gt;
- A alimentação deverá ser fornecida por pelo menos 2 vezes diariamente e de
ótima qualidade. Muitos peixes de água salobra (Ex. Mollies, Monos, Scats, Gobbies)
necessitam de alimento vegetal em sua dieta e Puffers (independente do tamanho)
sempre deverão possuir pequenos caracóis em seu cardápio para
"gastar" seu osso localizado na região da boca (funcionam como ótimos
triturados de alimentos).&lt;br /&gt;
- Boa parte dos peixes de água salobra é carnívora e alguns podem não se
adaptar a rações de imediato exigindo alguma técnica e principalmente paciência
de seu criador para alimentá-los, em alguns casos o peixe sempre recusará
rações.&lt;br /&gt;
- A grande maioria dos peixes salobros são coletados, raramente se reproduzindo
em cativeiro (há exceções como os Poecilídeos e alguns Ciclídeos).&lt;br /&gt;
- Sempre deverá deixar a água morna (entre 25ºC à 28ºC), nunca abaixo disso!
Procure usar sempre um ótimo termostato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez seguidos alguns itens (entre outros mais comuns) listados acima e seu
tanque estiver perfeitamente ajustado, terá pouco trabalho com a
manutenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Opções de filtros:&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% yellow; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
Para que o tanque seja mantido com saúde em dia, deverá ter filtragem bem
dimensionada e eficiente. Peixes como Puffers (entre outros) exigem água de
excelente qualidade e devido a sua dieta pesada (deve-se fornecer de tudo um
pouco, legumes, caracóis, artêmias, rações) muitas vezes a filtragem pode não
ser eficiente, portanto novamente insisto que ela deverá ser muito bem
dimensionada e perfeita!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você já deve estar careca de saber que a filtragem em aquários consiste em:
mecânica, biológica e química. Para não estender muito neste tema, abaixo uma
pequena relação de bons filtros a serem usados com algumas observações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Undergravel&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;u&gt;:&lt;/u&gt; Filtro ideal para ser usado como complemento
de outro filtro principal, portanto nunca deverá ser usado como filtro
primário.&lt;br /&gt;
Sua maior qualidade está em evitar que se criem zonas "mortas" abaixo
do cascalho, atrás de pedras ou outros enfeites, com o acúmulo de matéria
orgânica nestes pontos, pode-se em longo prazo liberar gases nada agradáveis
para a saúde de seu tanque.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Canister&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;u&gt;:&lt;/u&gt; Opções ideais para tanques de água salobra. Além
de possuir excelente filtragem biológica, mecânica e química, devido ao bom
espaço em seu compartimento, poderá ser usado como bomba de circulação dependendo
da vazão do filtro, basta direcionar a saída para o ponto desejado. Em minha
opinião o Fluval e Eheim estão acima de outras marcas, mas no geral se puder
adquirir este tipo de filtro independente de marca (pesquise), estará bem
munido.&lt;br /&gt;
&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Filtros externos&lt;/b&gt;:&lt;/u&gt; Outra boa opção principalmente para filtragem
mecânica e química. Existem inúmeras marcas no mercado sendo praticamente todas
equivalentes com um ou outro detalhe diferente variando de marca para marca. Eu
particularmente prefiro marcas como Hagen (Aquaclear) e Tetra (Whisper).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Sump&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;u&gt;:&lt;/u&gt; Excelente opção de filtro, embora a montagem requeira
experiência por parte do aquarista. Este tipo de filtro se baseia em um aquário
reservatório onde a água é coletada do tanque principal passando por diversos
elementos filtrantes alocados dentro do reservatório e retornando ao tanque por
uma bomba. É uma ótima opção, sobretudo para aquários acima de 300l e
recomenda-se que o tanque reservatório possua no mínimo 20% da capacidade do
tanque principal, portanto, se possuir um tanque de 300l, use ao menos um
reservatório de no mínimo 60l.&lt;br /&gt;
&lt;u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Filtros&lt;/b&gt; &lt;b&gt;internos&lt;/b&gt;:&lt;/u&gt; Existe uma vasta opção de filtros internos,
desde o velho e bom modular de canto (FBM) como os que ficam grudados nos
vidros. Sua filtragem consiste em uma bomba que estará acoplada a um módulo,
onde ficarão os elementos filtrantes separados por gavetas, a bomba puxa a água
que passará pelas gavetas, retornando ao tanque. Assim como nos canisters,
poderão servir como bomba de circulação. A meu ver o maior empecilho no uso se
restringe a parte estética (além de ocupar bastante espaço internamente) e
satura rapidamente dependendo dos peixes que possui. No mercado ainda há uma
boa opção de filtro exclusivo para terrários que poderá ser usado em montagens
temáticas como mangue, o método de filtragem consiste basicamente como um
filtro interno filtrando a água e retornando para o tanque, com efeito,
cascata, já que a bomba poderá ficar para fora da água (ideal para mangue que
poderá possuir uma parte do tanque seca).&amp;nbsp;Outra vantagem seria o fluxo da
bomba, podendo funcionar como bomba de circulação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Skimmer&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;u&gt;:&lt;/u&gt; Se a salinidade da água for maior que 1.015 é
recomendado o uso de um Skimmer para maior eficiência na filtragem. Este também
deverá ser usado em conjunto com outro filtro primário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3553944925875135810-4377795583319061312?l=blogdeaquariofilia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dHqsrXcu4Ca6VR7qbD7DYFIwLuI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dHqsrXcu4Ca6VR7qbD7DYFIwLuI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dHqsrXcu4Ca6VR7qbD7DYFIwLuI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dHqsrXcu4Ca6VR7qbD7DYFIwLuI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Aquariofilia/~4/RR7jyGDVkCo" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/4377795583319061312?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/4377795583319061312?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Aquariofilia/~3/RR7jyGDVkCo/aquario-brackish-agua-salobra.html" title="Aquário Brackish &quot;água salobra&quot;." /><author><name>Clayton Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15318629303623084230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-iDfUO6Zuoa0/TX9m9NnCrpI/AAAAAAAAAEI/xlgLH23594E/s220/Clayton.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-9SOYGZHE4Ro/TjF10EhtgXI/AAAAAAAAAOM/RO6LXCP5g_M/s72-c/1.PNG" height="72" width="72" /><feedburner:origLink>http://blogdeaquariofilia.blogspot.com/2011/03/aquario-brackish-agua-salobra.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DU8AQXo5cSp7ImA9WhZVFEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3553944925875135810.post-5543559229587424226</id><published>2011-03-05T09:21:00.003-03:00</published><updated>2011-05-26T10:50:40.429-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-26T10:50:40.429-03:00</app:edited><title>(Especial) Betta Splendens.</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-E92LL8YJREM/TYCer0-kyEI/AAAAAAAAAEw/HHZGGMczuKM/s1600/P%25C3%25A1g.+1.PNG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh4.googleusercontent.com/-E92LL8YJREM/TYCer0-kyEI/AAAAAAAAAEw/HHZGGMczuKM/s1600/P%25C3%25A1g.+1.PNG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-gvHkjDwB0Fk/TYCfQV6r_II/AAAAAAAAAE0/HKdQyeMV730/s1600/P%25C3%25A1g.+2.PNG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh5.googleusercontent.com/-gvHkjDwB0Fk/TYCfQV6r_II/AAAAAAAAAE0/HKdQyeMV730/s1600/P%25C3%25A1g.+2.PNG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-AB14B_iE8po/TYCf6aAUazI/AAAAAAAAAE4/jkLsB8Xmidk/s1600/P%25C3%25A1g.+3.PNG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh6.googleusercontent.com/-AB14B_iE8po/TYCf6aAUazI/AAAAAAAAAE4/jkLsB8Xmidk/s1600/P%25C3%25A1g.+3.PNG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-IbZHl_FCEio/TYCga9oo6KI/AAAAAAAAAE8/Ycoy7K291M8/s1600/P%25C3%25A1g.+4.PNG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh4.googleusercontent.com/-IbZHl_FCEio/TYCga9oo6KI/AAAAAAAAAE8/Ycoy7K291M8/s1600/P%25C3%25A1g.+4.PNG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-fFTSF47XCFw/TYChGSX2E8I/AAAAAAAAAFA/B3Hmm97AYr0/s1600/P%25C3%25A1g.+5.PNG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh4.googleusercontent.com/-fFTSF47XCFw/TYChGSX2E8I/AAAAAAAAAFA/B3Hmm97AYr0/s1600/P%25C3%25A1g.+5.PNG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-yRUoz8oWizI/TYChtxrfoxI/AAAAAAAAAFE/fZEf3QUoCYY/s1600/P%25C3%25A1g.+6.PNG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh3.googleusercontent.com/-yRUoz8oWizI/TYChtxrfoxI/AAAAAAAAAFE/fZEf3QUoCYY/s1600/P%25C3%25A1g.+6.PNG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-fvlFfJTP_mI/TYCiP4XyvEI/AAAAAAAAAFI/RIirbEvoaU4/s1600/P%25C3%25A1g.+7.PNG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh6.googleusercontent.com/-fvlFfJTP_mI/TYCiP4XyvEI/AAAAAAAAAFI/RIirbEvoaU4/s1600/P%25C3%25A1g.+7.PNG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-oID-cJfg_k4/TYCi6nI931I/AAAAAAAAAFM/abFv16d3KRI/s1600/P%25C3%25A1g.+8.PNG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh4.googleusercontent.com/-oID-cJfg_k4/TYCi6nI931I/AAAAAAAAAFM/abFv16d3KRI/s1600/P%25C3%25A1g.+8.PNG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-uGJNwz_r5eg/TYCjoOEGwHI/AAAAAAAAAFQ/GRt-_HryH5E/s1600/P%25C3%25A1g.+9.PNG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh3.googleusercontent.com/-uGJNwz_r5eg/TYCjoOEGwHI/AAAAAAAAAFQ/GRt-_HryH5E/s1600/P%25C3%25A1g.+9.PNG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-UbXrTBLN2W0/TYCkWVwnXII/AAAAAAAAAFU/vAbq7_eQ6qI/s1600/P%25C3%25A1g.+10.PNG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh5.googleusercontent.com/-UbXrTBLN2W0/TYCkWVwnXII/AAAAAAAAAFU/vAbq7_eQ6qI/s1600/P%25C3%25A1g.+10.PNG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-cEutzY1CdZ0/TYCk70u91-I/AAAAAAAAAFY/LSjLD7QKGMQ/s1600/P%25C3%25A1g.+11.PNG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh5.googleusercontent.com/-cEutzY1CdZ0/TYCk70u91-I/AAAAAAAAAFY/LSjLD7QKGMQ/s1600/P%25C3%25A1g.+11.PNG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-JcpIn8T3MVo/TYClrIqTCpI/AAAAAAAAAFc/6LApHwkTOq0/s1600/P%25C3%25A1g.+12.PNG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh4.googleusercontent.com/-JcpIn8T3MVo/TYClrIqTCpI/AAAAAAAAAFc/6LApHwkTOq0/s1600/P%25C3%25A1g.+12.PNG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-0xnqI9ZP4hI/TYCmPKd3W9I/AAAAAAAAAFg/Oj-OkUvrwu8/s1600/P%25C3%25A1g.+13.PNG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh4.googleusercontent.com/-0xnqI9ZP4hI/TYCmPKd3W9I/AAAAAAAAAFg/Oj-OkUvrwu8/s1600/P%25C3%25A1g.+13.PNG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-Oai002Bp864/TYCmy-j6KyI/AAAAAAAAAFk/pccfZFELpJ0/s1600/P%25C3%25A1g.+14.PNG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh6.googleusercontent.com/-Oai002Bp864/TYCmy-j6KyI/AAAAAAAAAFk/pccfZFELpJ0/s1600/P%25C3%25A1g.+14.PNG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-H47mT4YS5Zg/TYCneMfcSTI/AAAAAAAAAFo/lCQgpPlJpUI/s1600/P%25C3%25A1g.+15.PNG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh5.googleusercontent.com/-H47mT4YS5Zg/TYCneMfcSTI/AAAAAAAAAFo/lCQgpPlJpUI/s1600/P%25C3%25A1g.+15.PNG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-NkFRqth3sQw/TYCoAhKPfKI/AAAAAAAAAFs/9oNNW-fXvog/s1600/P%25C3%25A1g.+16.PNG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh6.googleusercontent.com/-NkFRqth3sQw/TYCoAhKPfKI/AAAAAAAAAFs/9oNNW-fXvog/s1600/P%25C3%25A1g.+16.PNG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3553944925875135810-5543559229587424226?l=blogdeaquariofilia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Kd8yp4TzF8Q1SJSJMG1wYwtIPL8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Kd8yp4TzF8Q1SJSJMG1wYwtIPL8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Kd8yp4TzF8Q1SJSJMG1wYwtIPL8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Kd8yp4TzF8Q1SJSJMG1wYwtIPL8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Aquariofilia/~4/tQ8NRiGiZ58" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/5543559229587424226?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/5543559229587424226?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Aquariofilia/~3/tQ8NRiGiZ58/especial-betta-splendens.html" title="(Especial) Betta Splendens." /><author><name>Clayton Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15318629303623084230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-iDfUO6Zuoa0/TX9m9NnCrpI/AAAAAAAAAEI/xlgLH23594E/s220/Clayton.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh4.googleusercontent.com/-E92LL8YJREM/TYCer0-kyEI/AAAAAAAAAEw/HHZGGMczuKM/s72-c/P%25C3%25A1g.+1.PNG" height="72" width="72" /><feedburner:origLink>http://blogdeaquariofilia.blogspot.com/2011/03/especial-betta-splendens.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUAMRn0_eCp7ImA9WhZVFEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3553944925875135810.post-4276571331124018112</id><published>2011-03-04T18:45:00.001-03:00</published><updated>2011-05-26T10:49:47.340-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-26T10:49:47.340-03:00</app:edited><title>(Especial) Ciclídeos Africanos.</title><content type="html">&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="maintitle1"&gt;&lt;span style="line-height: 125%;"&gt;Ciclídeos
Africanos - Manual de Criação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 125%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; line-height: 150%;"&gt;Autor:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; line-height: 150%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; line-height: 150%;"&gt;Luis Cláudio Esquárcio, com colaboração de José Antonio (ez), Flávia
(Perse), Bruno Galhardi, Johnny Bravo e Marcos Avila.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;1 -
Introdução&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;br /&gt;
Ciclídeos Africanos originam-se de várias regiões. Existem ciclídeos na África
Ocidental, Oriental, nos rios africanos e nos chamados "Rift Lakes".
O termo "Rift Lakes" aplica-se aos três principais lagos do
continente africano: Lagos Victoria, Tanganyika e Malawi. Entre estes lagos
rochosos, o que abriga o maior número de espécies é o Lago Malawi (mais de
seiscentas espécies catalogadas - mas mais da metade já extintas). A maioria
das espécies que habitam estes lagos são endêmicas, isto é, somente são
encontradas no respectivo lago.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;b&gt;1.1 - Características Gerais&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;
Ciclídeos do Lago Malawi pertencem a dois grupos distintos: Mbuna (peixes que
habitam a parte rochosa do lago) e Non-Mbuna (todos os outros) - outros nomes
associados a este último grupo são: Utakas e &lt;i&gt;Haplochromis&lt;/i&gt; (Haps). &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Mbunas são
menores, mais ativos e agressivos que os non-mbunas, são usualmente herbívoros,
alimentando-se basicamente de algas rochosas e pequenos crustáceos. Os principais
gêneros são: &lt;i&gt;Pseudotropheus, Melanochromis, Labidochomis, Labeotropheus,
Cynotilapia, Gephyrochomis,&lt;/i&gt; entre outros. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Non-mbunas são
menos agressivos (para os padrões dos ciclídeos africanos!) principalmente
porque seus territórios não são tão pertos entre si e são menos definidos (por
habitarem a parte mais aberta do lago); são maiores que os mbunas e são em sua
maioria onívoros (alimentando-se de alevinos, pequenos invertebrados, plâncton,
etc). Os principais gêneros são: &lt;i&gt;Aulonocara&lt;/i&gt; ("Peacocks"), &lt;i&gt;Haplochromis&lt;/i&gt;
("Haps"). &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Os ciclídeos
do Lago Tanganyika são menores (6-10
 cm) e menos agressivos que os do Malawi. Desovam no
substrato, e alimentam-se de plâncton, microcrustáceos e alevinos
(micro-predadores e onívoros). Os principais gêneros são: &lt;i&gt;Tropheus, Lamprologus,
Neolamprologus, Julidochromis&lt;/i&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;No entanto,
estas características são apenas generalizações, e certamente existem muitas exceções.
Por exemplo, a &lt;i&gt;Cyphotilapia&lt;/i&gt; do Lago Tanganyika atinge até 35 cm, e alguns
shell-dwellers podem apresentar um comportamento agressivo comparável aos
mbunas. E, ao mesmo modo dos ciclídeos do Malawi, existem Tangs
predominantemente herbívoros, onívoros e predominantemente carnívoros.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;1.2 -
Dimorfismo/Dicromatismo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;br /&gt;
Em várias espécies, normalmente o macho é maior e possui coloração mais vistosa
que a fêmea. Entretanto, enquanto alevinos, todos possuem a coloração da fêmea,
não sendo possível distinguir o sexo pela cor. Somente quando juvenis, ou mesmo
adultos em algumas espécies, é que a cor definitiva aparecerá. Em algumas
situações, entretanto, um macho adulto poderá tomar a cor da fêmea. Por
exemplo, quando um macho não dominante está sendo seguidamente
molestado/atacado pelo dominante (não necessariamente da mesma espécie), o
primeiro pode adquirir a coloração da fêmea da espécie, camuflando-se como
proteção. O modo correto de distinguir o sexo é verificando os canais genitais,
que nas fêmeas são maiores e mais arredondadas (para facilitar a desova).
Alguns criadores distinguem os machos pelas nadadeiras mais pontiagudas. Este
método, porém, além de subjetivo, não é visível em alevinos e juvenis.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;2 - Tamanho
Do Tanque&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;br /&gt;
Considerando (a) o tamanho médio dos ciclídeos africanos (Tangs: 6-10 cm; Mbunas: 12-15 cm; non-Mbuna: 20-30 cm); (b) que quase todas
as espécies são territorialistas/agressivas; (c) que estes procriam com
frequência (quando bem adaptados ao ambiente) e (d) que a decoração do aquário
ocupa muito espaço, o volume mínimo adequado para a criação significativa de
ciclídeos africanos seria de aproximadamente 200 litros (100x50x40
cm). Entretanto, para observar o comportamento singular e a procriação destes
peixes de maneira adequada e satisfatória, o aquário ideal deveria ter mais de 350 litros (150x50x50
cm). Em tanques menores poderiam co-habitar espécies menores ("mbunas
dwarf rock-dwellers", Tangs "shell-dwellers" e Victorian Haps),
mas mesmo assim em número reduzido. Em todos os casos a proporção ideal é de
cerca de 15-20 litros/peixe. Deve-se dar preferência a aquários mais largos do
que altos, em função da decoração: 10 cm a mais num aquário rochoso fazem uma
diferença significativa. Ex.: um aqua de 200 L com medidas 100x50x40 (CxLxH) será mais
bem melhor aproveitado do que um de 100x40x50.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;3 -
Parâmetros Da Água&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;3.1 -
Temperatura&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;
Temperatura entre 24-29°C.
O ideal seria mantermos a temperatura entre 26-27°C, pois: (a) temperaturas
mais altas aceleram o metabolismo e consequentemente o apetite, aumentando a
agressividade; (b) quanto mais alta a temperatura menor a taxa de oxigênio
dissolvido na água. Em duas situações seria interessante aumentar a temperatura
até o ponto (29-30°C):
(a) para promover a desova/procriação e (b) aumentar o apetite e
consequentemente o crescimento dos peixes (principalmente dos alevinos).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;3.2 -
Amônia/Nitratos/Nitritos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;br /&gt;
Todos os peixes em geral são sensíveis à amônia, mas esta é potencialmente mais
tóxica para os ciclídeos. A amônia em um pH alcalino é muito mais tóxica do que
num pH neutro. Daí a importância: (a) da ciclagem; (b) de uma boa filtragem
biológica/mecânica/química; (c) das trocas parciais de água mais frequentes e
(d) do controle populacional.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;3.3 - O2 x
CO2&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;br /&gt;
Os ciclídeos africanos necessitam da água com alto grau de oxigênio dissolvido
e baixo grau de CO2. A ausência de plantas dificulta a manutenção deste parâmetro.
Se criarmos uma forte movimentação na superfície da água, aumentaremos as
trocas gasosas (dissolução de O2 e evaporação de CO2), então, teremos uma
concentração maior de O2 e menor de CO2. Quanto maior a movimentação/corrente
da superfície menor a quantidade de CO2 e consequentemente maior o pH (basta
verificar isto em uma tabela conjugada pHxKHxCO2).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;3.4 - pH&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;br /&gt;
Ciclídeos africanos, ao contrário dos americanos, necessitam de água
extremamente alcalina. As faixas típicas para os três lagos são:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody" style="line-height: normal;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;* Victoria:
&lt;b&gt;7.2-8.6&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody" style="line-height: normal;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;* Malawi:
&lt;b&gt;7.4-8.6&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;* Tanganyika: &lt;b&gt;7.8-9.0&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Estes são
valores aproximados, e claro, vão variar naturalmente em diferentes épocas do
ano nestes lagos (em função da salinidade, da temperatura etc). É recomendado
manter o aquário com pH estável entre 8.2-8.4, que seria uma faixa média,
apropriada para os peixes dos três lagos. Como vimos no ítem anterior, a forte
movimentação da água ajuda a aumentar o pH, porém outros fatores conjugados
também interferem diretamente no pH. É o que veremos nos próximos dois itens.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;3.5 - KH /
NaHCO3&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;br /&gt;
A dureza carbonatada (KH) refere-se ao grau de dissolução de carbonatos e
bicarbonatos na água. Quanto maior o grau, mais dura é a água. O KH é o
responsável pelo tamponamento, que é a capacidade de manter o pH estável. A
água dos Rift Lakes contém muito carbonato dissolvido, deixando o KH entre 8-10
(moderadamente dura). Adicionando (nas trocas parciais) Bicarbonato de Sódio
(NaHCO3) na proporção aproximada de uma colher-medida cheia para 150 litros de água nova,
tamponaremos o pH em aproximadamente 8.1-8.5, dependendo do pH inicial e do
movimento de superfície da água.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;3.6 - GH /
CaCO3&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;br /&gt;
A dureza geral (GH) refere-se à concentração geral/total, principalmente de
magnésio e cálcio dissolvidos na água. A relação entre GH e pH é muito pequena,
mas é importante para algumas espécies de plantas e peixes. Nos Rift Lakes, a
água contém alta concentração de magnésio, deixando o GH entre 10 e 12. Para
elevar o GH (e consequentemente o KH), adicione carbonato de cálcio (CaCO3). Sulfato
de magnésio pode ser usado para endurecer a água no lugar do cálcio,
entretanto, utilizando substratos calcários (halimeda, aragonita, dolomita) o
GH/KH ficará estável, sem a necessidade de adicionar estes produtos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;3.7 -
Salinidade&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;br /&gt;
A água dos Rift Lakes possui alto grau de sais dissolvidos, mas não do sal
comum NaCl, portanto é um erro comum achar que a água dos ciclídeos africanos é
salobra. Para suprir a água do tanque de potássio e elementos traços, utilize 1
colher de sal próprio para ciclídeos africanos (não iodado). Não é recomendável
a adição de NaCl, salvo sob condições particulares (controle de bactérias,
etc.)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;4 -
Filtragem&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;br /&gt;
Ciclídeos africanos comem muito, produzindo muitos dejetos que se acumulam
rapidamente no aquário. Como não há plantas no tanque, toda a sujeira deve ser
removida pela filtragem. Então, quanto mais forte for esta, melhor. Sugere-se
um filtro externo com circulação de pelo menos 6 vezes por hora o volume do
aquário, acrescido de bombas submersas acopladas a esponjas que (a) aumentam a
filtragem biológica e (b) aumentam a corrente interna, mantendo os dejetos mais
tempo em suspensão, sendo recolhidos pelo filtro externo. Quando houver
"superpopulação" (descrito adiante), devemos ter também uma
"superfiltragem" de pelo menos 8x volume/hora.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;4.1 -
Trocas Parcias&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;br /&gt;
Devido (a) ao fato da amônia/nitratos serem muito mais tóxicos em água
alcalina; (b) à ausência de plantas e (c) à superpopulação, a qualidade da água
em tanques de ciclídeos africanos deteriora rapidamente. Trocas frequentes
tornam-se imprescindíveis, fazendo com que os peixes permaneçam saudáveis e
tenham suas cores realçadas. Pelo menos 20-30% semanais atendem a esta
necessidade. A água de torneira, comumente utilizada nas trocas, contém
cloro/cloraminas. É necessário adicionar um condicionador (tipo
"AquaSafe") para eliminá-los junto com os demais metais pesados.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;5 -
Decoração&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;5.1 -
Iluminação&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;br /&gt;
Por não haver plantas, a iluminação não necessita ser forte. 0,5 W/L de
iluminação fluorescente normal é o suficiente (incluindo, neste valor, uma
lâmpada azul actínica, para realçar a coloração dos peixes).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;5.2 -
Substrato&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;br /&gt;
O cascalho correto em um aquário de ciclídeos africanos é de vital importância
para um bom desenvolvimento do aquário. É ele que tampona o pH num "reef
doce". Logo abaixo são citados alguns tipos de cascalho indicado para
ciclídeos africanos: &lt;br /&gt;
African cichlid mix - cascalho importado dos EUA, de excelente qualidade,
promove um aumento de biologia pela estrutura porosa, e mantém um pH alto
recomendado. Na cor cinza/branco/grafite, é altamente recomendado. Preço
aproximado: R$5,00/kg. &lt;br /&gt;
Halimeda - cascalho normalmente usado em aquário de corais, possui todos os
elementos bioquímicos recomendados para este aquário. Possui a vantagem de ser
nacional e ter um custo mais reduzido. Consegue manter uma dureza alta e um pH
excelente. Preço aproximado: R$2,30/kg. &lt;br /&gt;
Caribean Sea Aragonita - cascalho importado dos EUA, normalmente usado nos
grandes aquários de ciclídeos africanos, pela sua excelência bioquímica e pela sua
bela cor branca que realça as cores dos peixes. É pesado com granulagem
média-fina, mantém o pH alto e dureza correta. Preço aproximado: R$5,00/kg. &lt;br /&gt;
Dolimita - cascalho mais comum, possui características alcalinizantes e preço
baixo, mas não é recomendável. Desvantagem: perde com o tempo a sua força
alcalinizante e altera pouco a dureza da água por não ser de material
exclusivamente calcáreo. Preço aproximado: R$0,70/kg. &lt;br /&gt;
Cascalho de conchas - muito comum no passado para aquários marinhos, é
recomendável para ciclídeos mas não se dissolve bem com o tempo, perdendo o
poder de tamponamento que os três primeiros possuem.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;5.3 -
Pedras&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;br /&gt;
O aquário de ciclídeos africanos deve ser decorado com areia e rochas, em
quantidade apropriada para simular o ambiente natural dos Rift Lakes habitado
pela maioria das espécies escolhidas para o aquário. As tocas servem de abrigo
e como "ninho" para reprodução. As tocas serão ocupadas e se tornarão
territórios defendidos agressivamente (principalmente durante a desova). As rochas,
cobertas de algas, servem de fonte de alimento para os herbívoros. A
movimentação forte da água evita que depósitos de sujeira acumulem-se entre as
rochas. A agressividade está ligada à quantidade de tocas, uma vez que quanto
menos tocas, mais disputa por elas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;5.4 -
Plantas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;br /&gt;
Normalmente não são usadas em aquários de ciclídeos africanos. A maioria deles
são parcialmente ou totalmente herbívoros, tendendo a comer quase todas as
espécies de plantas. Além disso, o pH muito alto, com baixa quantidade de CO2
dissolvido, não favorece o crescimento da maioria das plantas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;6 -
Alimentação&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;br /&gt;
Os mbunas são basicamente herbívoros, enquanto os non-mbunas são onívoros,
assim como a maioria dos Victorian Haps e Tangs (uma importante exceção são os &lt;i&gt;Tropheus&lt;/i&gt;
que são herbívoros quase que exclusivamente, qualquer dose maior de proteína
animal é suficiente para adoecê-los). Entretanto, todos os ciclídeos africanos
tenderão a comer qualquer alimento oferecido. O problema é que uma dieta errada
poderá causar uma doença fatal nos ciclídeos africanos chamada "Malawi
Bloat" (mais a seguir). O ideal é alimentá-los 2-3 vezes/dia, o suficiente
para o consumo em até 2 minutos, deixando-os em jejum 1 dia na semana. Uma
alimentação 90% herbívora e 10% animal (artêmias) é a combinação ideal. A
alimentação está ligada à agressividade, como veremos a seguir.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;7 -
Agressividade&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;br /&gt;
Quase todas as espécies são territoriais e intolerantes com (pelo menos) sua
própria espécie. Em algumas espécies mesmo as fêmeas mostram comportamento
territorial (&lt;i&gt;M. chipokee&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;M. auratus&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Ps. lombardoi&lt;/i&gt;...).
Às vezes a agressão do macho é diretamente contra algum peixe de coloração
semelhante (especialmente entre Aulonocaras). Alguns &lt;i&gt;Neolamprologus&lt;/i&gt; do
complexo &lt;i&gt;brichardi&lt;/i&gt; são mais tolerantes entre si e podem inclusive formar
colônias hierárquicas baseadas no corporativismo, se o aquário tiver espaço
suficiente para comportá-los.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;7.1 -
Hierarquia Social&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;br /&gt;
Ciclídeos africanos, mesmo fora dos limites de um tanque, formam uma hierarquia
social, que funciona tanto inter quanto intra espécies. Assim, um macho é o
peixe hiperdominante do tanque, tendo o comportamento mais agressivo,
perseguindo todos (principalmente os machos) que se aproximarem, não somente no
período da desova. Entre as espécies haverá um macho dominante, que não
tolerará nenhum outro macho de sua espécie no tanque. O dominante acabará
matando o(s) outro(s). Mesmo em aquário maiores (400-500 L) algumas espécies mais
agressivas (&lt;i&gt;M. chipokee&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;M. auratus&lt;/i&gt;) não aceitarão a presença de
outro macho de sua espécie no tanque. O ideal é mantermos um "harem"
de 2-3 fêmeas para cada macho. A hierarquia é mais bem observada quando não há
atividade de desova no tanque. Quando está desovando, tanto o macho quanto a
fêmea tornam-se mais agressivos, podendo "quebrar" a hierarquia.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;7.2 -
Controle&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;br /&gt;
A agressividade dos ciclídeos está ligada basicamente a dois fatores: sexo e
comida. Para tentar controlar a agressividade, devemos (a) manter o número de
machos bem menor que o de fêmeas, criando "haréns"; (b) montar as
rochas formando muitas tocas (2-3/macho), para diminuir a disputa; (c) baixar a
temperatura (25-26°C),
para não aumentar o metabolismo; (d) alimentação 2-3 vezes ao dia (consumo até
2 minutos). Além dessas medidas, há uma teoria de "superpopulação" do
tanque, que dispersaria a atenção dos machos dominantes, não fixando em uma só
vítima. Caso o aquarista opte por superpopular o aquário, deve então
superfiltrar a água. A adição de alguns peixes rápidos de superfície (dânios,
paulistinhas) também ajuda a dispersar a agressividade.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;7.3 -
(Re)Introdução de (Novos) Peixes&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;br /&gt;
Ao introduzirmos os peixes no tanque recém montado, devemos evitar colocar os
mais agressivos primeiro. O "ranking" de agressividade entre os
Mbunas tem no "pódium" &lt;i&gt;M. auratus, M.chipokee, Ps. lombardoi&lt;/i&gt;
"Kennyi", seguidos pelos outros Pseudo- e Labidotropheus. Os
Labidochromis e Aulonocaras são espécies menos agressivas (para os padrões dos
ciclídeos africanos!). Ao reintroduzirmos um peixe no aqua, devemos atentar ao
fato de que este voltará à base da "pirâmide social". Para evitarmos
algum incidente, devemos reintroduzi-los durante a alimentação, podendo apagar
as luzes, para que o novo habitante possa encontrar algum abrigo. Um novo
habitante será perseguido/caçado durante as primeiras semanas e não revidará,
checando a hierarquia social do grupo. Quando estiver adaptado, começará a
desafiar os que se encontram na base da pirâmide.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;8 -
Reprodução&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;br /&gt;
Sendo todos ovíparos, as fêmeas dos ciclídeos africanos desovam na água, sendo
em seguida fecundados pelo macho no próprio substrato.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;8.1 -
Desova (Spawning)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;br /&gt;
Se a água, a comida e a filtragem estiverem dentro dos parâmetros ideais, os
ciclídeos africanos desovarão com frequência. Os Mbunas começam a desovar a
partir dos 7 meses de vida. Algumas espécies chegam a desovar mensalmente. O
macho prepara a toca e corteja a fêmea. Neste período tendem a ficar mais
agressivos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;8.2 -
Incubação Bocal (Mouthbrood)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;br /&gt;
Em algumas espécies (Mbunas, por exemplo), as fêmeas carregarão os ovos
fertilizados em sua boca e os incubarão. As larvas chocarão após 14-21 dias.
Quando estes chocarem (10-30 larvas), ainda permanecerão durante 18-25 dias
(dependendo da espécie e da temperatura). Quando os alevinos alcançarem cerca
de 1 cm,
estarão aptos a alimentar-se e a nadar livremente. Quando as fêmeas carregam
ovos, recusam-se a comer (característica que pode ser confundida com a doença
hidropsia); sua boca parece cheia, fazendo movimentos de mastigação
frequentemente.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;8.3 -
Stripping Fry&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;br /&gt;
É a técnica de retirar manualmente os alevinos da boca da mãe. Detalhes e fotos
podem ser vistos &lt;a href="http://www.aquahobby.com/phpBB2/viewtopic.php?t=9611"&gt;clicando
aqui&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;8.4 -
Crescimento dos Alevinos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;br /&gt;
Para um crescimento saudável e eficaz, as trocas parciais deverão ser mais
frequentes e a quantidade de proteína animal (artêmias) deve ser maior (70%
vegetal, 30% artêmias). A temperatura deve ficar entre 28-29°C para aumentar o
metabolismo e o apetite.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;8.5 -
Hibridismo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;br /&gt;
Espécies diferentes de um mesmo gênero (especialmente entre &lt;i&gt;Aulonocaras&lt;/i&gt;
e &lt;i&gt;Pseudotropheus&lt;/i&gt;), poderão procriar (principalmente, quando não houver
um número satisfatório de fêmeas de sua espécie disponíveis), produzindo crias
híbridas que costumam ser estéreis, fracas, sem coloração intensa, e muitas
vezes com deformações. O macho hiperdominante, principalmente, também tentará
procriar com fêmeas de outras espécies no mesmo gênero.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;9 - Doenças&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;br /&gt;
Além das doenças "convencionais", a que todos os peixes estão
sujeitos, os ciclídeos estão sujeitos a uma fatal, chamada "Malawi
Bloat" (semelhante à hidropsia). Apesar do nome, ela pode atacar os peixes
dos três lagos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;9.1 -
Sintomas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;br /&gt;
O primeiro sintoma é a perda do apetite. Os ciclídeos africanos são sempre
vorazes ao se alimentarem. Somente a fêmea, quando está carregando ovos, é que perde
o apetite. Os sintomas secundários incluem inchaço anormal do abdome,
respiração ofegante, fezes brancas, ficar parado no fundo do tanque ou ofegando
na superfície. Marcas vermelhas em volta do ânus ou ulcerações na pele podem
aparecer. Neste ponto já é tarde para recuperar o peixe, pois a extensão dos
danos já atingiu o fígado, os rins e/ou a bexiga natatória. A morte normalmente
acontece em 24-72 horas (em alguns casos em até 1 semana).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;9.2 -
Causas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;br /&gt;
As principais causas do Malawi Bloat são: (a) dieta errada, que irá irritar o
sistema digestivo/excretor dos peixes (evitar tubifex, blood worms, larvas e
artêmias em excesso, e mesmo flocos e pellets contendo este. Os Mbunas são
basicamente herbívoros. Mesmo os non-Mbunas devem ter a alimentação animal
restrita. (b) longa exposição à água de baixa qualidade: parâmetros incorretos,
falta de trocas de água e superalimentação. (c) Excesso de sal (NaCl): na
tentativa de simularmos o ambiente ideal, frequentemente, exageramos na
quantidade de sal, sobrecarregando os órgãos internos dos animais.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;9.3 -
Tratamento&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt; &lt;br /&gt;
Só há tratamento no estágio inicial da doença. Quando percebermos que o peixe
perdeu o apetite, devemos removê-lo e iniciar o tratamento imediatamente. Uma
solução de Metronidazole (Emtryl), ou um Bactericida para aquários, em conjunto
com uma aeração forte, temperatura entre 29-30°C, e trocas diárias de 30%,
poderão salvar o peixe. O tratamento deve seguir até o peixe voltar a ter seu
apetite normal.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="postbody"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;a href="http://www.aquahobby.com/"&gt;Aquahobby&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3553944925875135810-4276571331124018112?l=blogdeaquariofilia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xZbdhLPAGUegIdRJ_orrqTxxQBg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xZbdhLPAGUegIdRJ_orrqTxxQBg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xZbdhLPAGUegIdRJ_orrqTxxQBg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xZbdhLPAGUegIdRJ_orrqTxxQBg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Aquariofilia/~4/9cplMvKdl5M" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/4276571331124018112?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/4276571331124018112?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Aquariofilia/~3/9cplMvKdl5M/especial-ciclideos-africanos.html" title="(Especial) Ciclídeos Africanos." /><author><name>Clayton Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15318629303623084230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-iDfUO6Zuoa0/TX9m9NnCrpI/AAAAAAAAAEI/xlgLH23594E/s220/Clayton.jpg" /></author><feedburner:origLink>http://blogdeaquariofilia.blogspot.com/2011/03/especial-ciclideos-africanos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUAAQ3g7eip7ImA9WhZVFEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3553944925875135810.post-5714972588039886900</id><published>2011-03-04T18:41:00.001-03:00</published><updated>2011-05-26T10:49:02.602-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-26T10:49:02.602-03:00</app:edited><title>Úteis. (Final)</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;h3 align="center" style="text-align: center;"&gt;



&lt;u&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Direitos
de Autor&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
As FAQs existem graças à contribuição dos participantes na
Net e, como tal, pertencem aos leitores dos newsgroups de aquariofilia. Os
artigos com menção estão sujeitos aos direitos dos respectivos autores. Cópias
das FAQs podem ser feitas livremente desde que distribuídas gratuitamente e
incluídos os autores e a reserva de direitos. &lt;/div&gt;
&lt;h1&gt;



&lt;u&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Bons Livros para
Principiantes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Contributo de Oleg
Kiselev&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Tradução de Miguel
Figueiredo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
A maior parte dos livros sobre aquários são razoáveis nos
conselhos que dão. Tenha simplesmente cuidado com livros mais antigos, escritos
antes dos avanços nos últimos 15-20 anos na ciência dos aquários. Temas como o
ciclo do azoto estarão ausentes ou não serão corretamente tratados. As
bibliotecas são fontes excelentes para consulta destes livros e deve-se ir à
biblioteca antes de se gastar dinheiro. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Algumas
das obras mais populares&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
NT: Os principais livros de referência da aquariofilia não
se encontram, infelizmente, publicados em Português. A lista
seguinte apresenta obras disponíveis em Inglês. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;Baensh’s Aquarium Atlas&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span lang="EN-US" style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;Marine Aquarium Handbook&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt; por Martin Moe &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;Vierke’s Aquarium Book&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span lang="EN-US" style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;Marine Aquarium Reference: Systems and Invertebrates&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt; por Moe &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;The Concise Encyclopedia of Aq. &lt;/span&gt;Fish&lt;/i&gt; por Dick Mills &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Muitos dos “guias de aquariofilia” da Tetra são bastante
bons e relativamente baratos. Para livros de plantas sugerem-se os de Barron e
da Tetra. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Livros de
Água Doce&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
O bom livro de aquariofilia não precisa ser caro ou muito
detalhado. O que tem que ter é: &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Suficientes espécies comuns para ser utilizável
(200-300 espécies são suficientes para a maior parte dos objetivos) &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Imagens reconhecíveis de peixes para serem
usadas como identificação. Descrições de cada espécie, incluindo: &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList3" style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;o&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Comprimento máximo do peixe &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList4" style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;o&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Comportamento típico (e compatibilidade num
aquário comunitário) &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList5" style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;o&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Requisitos de reprodução &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList5" style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;o&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Requisitos de alimentação &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList5" style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;o&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Comprimento mínimo do aquário &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList5" style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;o&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Tipo de água e temperatura &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Sugestões básicas para instalação do aquário &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Informação sucinta sobre doenças dos peixes &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Existem muitos livros que satisfazem estes requisitos. São
pouco dispendiosos e não existe desculpa para alguém gastar dinheiro em peixes
que morrerão em 3-4 semanas em vez de comprar um livro que evitaria essas
perdas por menos dinheiro. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;O que não comprar&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;i&gt;Evite&lt;/i&gt; quaisquer livros da TFH que tenham menos de
100 páginas ou que tenham a palavra “Beginer” (principiante) no título. Estes
livros são (em minha opinião) lixo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;
&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-LanoJTCPStU/TXDQ3C47p9I/AAAAAAAAABQ/C3xJMujHZGA/s1600/2f.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh4.googleusercontent.com/-LanoJTCPStU/TXDQ3C47p9I/AAAAAAAAABQ/C3xJMujHZGA/s1600/2f.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; font-weight: normal;"&gt;Fim da FAQ&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; font-weight: normal;"&gt;Úteis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3553944925875135810-5714972588039886900?l=blogdeaquariofilia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GdD6HJoNAbsKm_tQBUzqgqn83zM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GdD6HJoNAbsKm_tQBUzqgqn83zM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GdD6HJoNAbsKm_tQBUzqgqn83zM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GdD6HJoNAbsKm_tQBUzqgqn83zM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Aquariofilia/~4/DhL4aSMv_fw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/5714972588039886900?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/5714972588039886900?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Aquariofilia/~3/DhL4aSMv_fw/uteis-final.html" title="Úteis. (Final)" /><author><name>Clayton Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15318629303623084230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-iDfUO6Zuoa0/TX9m9NnCrpI/AAAAAAAAAEI/xlgLH23594E/s220/Clayton.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh4.googleusercontent.com/-LanoJTCPStU/TXDQ3C47p9I/AAAAAAAAABQ/C3xJMujHZGA/s72-c/2f.png" height="72" width="72" /><feedburner:origLink>http://blogdeaquariofilia.blogspot.com/2011/03/uteis-final.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUAFRXs8fSp7ImA9WhZVFEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3553944925875135810.post-8668761802138968093</id><published>2011-03-04T18:27:00.001-03:00</published><updated>2011-05-26T10:48:34.575-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-26T10:48:34.575-03:00</app:edited><title>Úteis.</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;h3 align="center" style="text-align: center;"&gt;



&lt;u&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Direitos
de Autor&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
As FAQs existem graças à contribuição dos participantes na
Net e, como tal, pertencem aos leitores dos newsgroups de aquariofilia. Os
artigos com menção estão sujeitos aos direitos dos respectivos autores. Cópias
das FAQs podem ser feitas livremente desde que distribuídas gratuitamente e
incluídos os autores e a reserva de direitos. &lt;/div&gt;
&lt;h1&gt;



&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 24pt;"&gt;Úteis.&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;h1&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Tabelas de Dados&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Tradução e adaptação de
Luis Alves &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Unidades
de temperatura&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
Celsius (Centígrados) = (Fahrenheit - 32) * 5/9&lt;br /&gt;
Exemplo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table border="0" cellpadding="0" class="MsoNormalTable" style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(240, 240, 240);"&gt;
 &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(208, 208, 208); padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;°C &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(208, 208, 208); padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;°F &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
15 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
59 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
20 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
68 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
25 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
77 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
30 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
86 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Unidades de
comprimento&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;table border="0" cellpadding="0" class="MsoNormalTable" style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(240, 240, 240);"&gt;
 &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(208, 208, 208); padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;Unidade &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(208, 208, 208); padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;Valor &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
1 Inch (polegada) &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
2.54 cm &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
1 Foot (pé) = 12 inches (polegadas) &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
30.48 cm &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
1 Yard (jarda) = 36 polegadas = 3 pés &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
91.40 cm &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Unidades
de massa (peso)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;table border="0" cellpadding="0" class="MsoNormalTable" style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(240, 240, 240);"&gt;
 &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(208, 208, 208); padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;Unidade &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(208, 208, 208); padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;Valor &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
1 Ounce (Onça) &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
28,4 gramas (na Terra) &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
1 Pound (libra) &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
0,454 kg &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Unidades de
volume&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;table border="0" cellpadding="0" class="MsoNormalTable" style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(240, 240, 240);"&gt;
 &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(208, 208, 208); padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;Unidade &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(208, 208, 208); padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;Valor &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="EN-US"&gt;1 U.S.
  Gallon (galão americano) &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
3.78 litros &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
1 British Gallon (galão inglês) &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
4.73 litros &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
1 cu ft (pé cúbico)&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
28.4 litros &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
1 tsp (colher de chá)&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
5 ml &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
1 tbsp (colher de sopa)&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
15 ml &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
1 fluid ounce (onça fluida)&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
30 ml &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
1 c (chávena de chá)&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
0.24 litros &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
1 pt (pinto)&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
0.47 litros &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
1 qt (quart)&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
0.95 litros &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Concentrações
químicas&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;table border="0" cellpadding="0" class="MsoNormalTable" style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(240, 240, 240);"&gt;
 &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(208, 208, 208); padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;Unidade &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(208, 208, 208); padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;Valor &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
1 grau de dureza (GH) &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
17.8 ppm CaCO3 (carbonato de cálcio) &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
1 grau “dureza carbonatada” (KH) &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
17.8 ppm CaCO3 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
1 meq/L alcalinidade &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
2.8 graus KH &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
1 ppm &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
1 mg/L (ppm = parte por milhão, só exato para água pura) &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Nitrato-NO3 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
4.4 * nitrato &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Nitrito-NO2 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
3.3 * Nitrito-N &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td nowrap="nowrap" style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Amônia-NH3 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
1.1 * Amônia-N &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
Nota: o termo “dureza carbonatada” ou “dureza de carbonatos” não é
exatamente correta, e grande parte dos químicos amadores preferirá utilizar o
termo mais apropriado “alcalinidade”. &lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Múltiplos e
submúltiplos da unidade&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;pre&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mega = 1.000.000&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Deci = 0,1&lt;/span&gt;&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quilo = 1.000&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Centi = 0,01&lt;/span&gt;&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Hecto = 100&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mili = 0,001&lt;/span&gt;&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Deca = 10&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Micro = 0,000.001&lt;/span&gt;&lt;/pre&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Cálculo do
peso e volume do aquário&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h3&gt;



Volume exterior do aquário em litros &lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
No sistema métrico, este cálculo é relativamente fácil
porque 1 centímetro cúbico de água tem a massa de 1 grama, ou 1 litro de água
tem a massa de 1 kg. Assim, um aquário com 200L terá uma massa de 200 kg (não
se esqueça de adicionar o peso do vidro, areão e decoração na sua estimativa!).
&lt;/div&gt;
Comprimento x Largura x Altura (em dm) &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;



Espessura do vidro&lt;/h3&gt;
&lt;table border="0" cellpadding="0" class="MsoNormalTable" style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(240, 240, 240);"&gt;
 &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(208, 208, 208); padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Comprimento &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td rowspan="2" style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(208, 208, 208); padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
50 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td rowspan="2" style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(208, 208, 208); padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
60 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td rowspan="2" style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(208, 208, 208); padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
70 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td rowspan="2" style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(208, 208, 208); padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
80 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td rowspan="2" style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(208, 208, 208); padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
90 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td rowspan="2" style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(208, 208, 208); padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
100 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td rowspan="2" style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(208, 208, 208); padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
120 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td rowspan="2" style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(208, 208, 208); padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
150 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td rowspan="2" style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(208, 208, 208); padding: 0.75pt;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
200 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="background: none repeat scroll 0% 0% white; padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
Altura &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="background: none repeat scroll 0% 0% white; padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
30 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
6 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
6 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
6 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
6 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
6 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
8 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
8 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
10 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
10 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="background: none repeat scroll 0% 0% white; padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
40 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
6 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
6 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
6 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
8 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
8 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
8 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
10 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
10 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
12 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="background: none repeat scroll 0% 0% white; padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
50 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
6 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
8 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
8 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
8 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
10 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
10 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
10 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
12 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
15 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="background: none repeat scroll 0% 0% white; padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
60 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
8 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
8 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
10 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
10 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
10 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
10 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
12 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
12 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
15 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style="background: none repeat scroll 0% 0% white; padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
70 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
8 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
10 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
10 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
10 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
12 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
12 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
15 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
15 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;
18 &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Nota: comprimento e altura do aquário em &lt;b&gt;cm&lt;/b&gt;, espessura do vidro em &lt;b&gt;mm&lt;/b&gt;. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Exemplo: Para um aquário de C=100 cm x A=50 cm a mínima
espessura de vidro é de 10 mm. Não se esqueça de usar uma travessa central no
topo do aquário, se não puder montar caixilhos como é mais recomendado, tanto
no topo como na base, os quais já incluem travessas. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;



Peso: &lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Peso no fundo (kg) = área do fundo (dm2) x altura (dm) x
peso específico da água (~1 kg/dm3).&lt;br /&gt;
A água salgada tem um peso específico um pouco superior(1,02 kg/dm3), o que não
afeta substancialmente os cálculos. &lt;/div&gt;
Se a sua opção for construir um aquário, antes de meter mãos à obra, se tem
em vista um aquário com 70 cm ou mais de altura, pense onde o vai colocar! Em
casas mais antigas ou fora das normas vigentes da construção, pode ter um sério
problema. Repare que vai ter uma pressão de 70 g/cm2, só do peso da água. &lt;br /&gt;
NT- Em termos de economia, já não se justifica construir os aquários como
hobby, salvo se quisermos ter medidas fora das normalizadas. Os mais
reconhecidos fabricantes têm no mercado aquário com as dimensões da tabela
acima indicada que são fornecidos com garantia (nunca se esqueça de exigi-la).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3553944925875135810-8668761802138968093?l=blogdeaquariofilia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5Lgo6yWRfzud9-VG_5xs4JIBDJw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5Lgo6yWRfzud9-VG_5xs4JIBDJw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5Lgo6yWRfzud9-VG_5xs4JIBDJw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5Lgo6yWRfzud9-VG_5xs4JIBDJw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Aquariofilia/~4/Dp3RB_t2ON0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/8668761802138968093?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/8668761802138968093?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Aquariofilia/~3/Dp3RB_t2ON0/uteis.html" title="Úteis." /><author><name>Clayton Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15318629303623084230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-iDfUO6Zuoa0/TX9m9NnCrpI/AAAAAAAAAEI/xlgLH23594E/s220/Clayton.jpg" /></author><feedburner:origLink>http://blogdeaquariofilia.blogspot.com/2011/03/uteis.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUEMR30_cCp7ImA9WhZVFEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3553944925875135810.post-4274843678276608755</id><published>2011-03-04T18:12:00.001-03:00</published><updated>2011-05-26T10:48:06.348-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-26T10:48:06.348-03:00</app:edited><title>Comida Viva.</title><content type="html">&lt;h3 align="center" style="text-align: center;"&gt;



&lt;u&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Direitos
de Autor&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
As FAQs existem graças à contribuição dos participantes na
Net e, como tal, pertencem aos leitores dos newsgroups de aquariofilia. Os
artigos com menção estão sujeitos aos direitos dos respectivos autores. Cópias
das FAQs podem ser feitas livremente desde que distribuídas gratuitamente e
incluídos os autores e a reserva de direitos. &lt;/div&gt;
&lt;h1&gt;



&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 24pt;"&gt;Comida
Viva.&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; font-weight: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Contributo de Oleg
Kiselev, Don Wilson, e Steve Bartling &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Tradução de Miguel
Figueiredo&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
As vantagens da comida viva sobre comida viva e comida preparada
são: &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList2" style="margin-left: 36pt; text-indent: -18pt;"&gt;
1.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O
que não é comido não se degrada imediatamente e não sobrecarrega o sistema de
filtragem, &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList2" style="margin-left: 36pt; text-indent: -18pt;"&gt;
2.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;As
comidas podem ser criadas em condições controladas e livres de bactérias patogênicas
(causadoras de doenças). &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList2" style="margin-left: 36pt; text-indent: -18pt;"&gt;
3.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Usando
meios de cultura e técnicas baratas os custos são minimizados e &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList2" style="margin-left: 36pt; text-indent: -18pt;"&gt;
4.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mais
importante, os peixes &lt;i&gt;adoram&lt;/i&gt; apanhar coisas que tentam fugir (além
disso, os donos &lt;i&gt;adoram&lt;/i&gt; ver os peixes a perseguir a comida viva). &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Eis algumas das comidas vivas que o aquariofilista pode
facilmente cultivar em sua casa, conforme a experiência que nelas têm os
autores desta FAQ. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;
Artêmia recém-nascida &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;(Artêmia sp., normalmente A. salina)&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Utilização: &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
A artêmia recém-nascida é uma comida de
primeira escolha para as crias dos ovíparos e de outros pequenos peixes. Também
é comida vorazmente por peixes de água salgada surpreendentemente grandes e
constituem um bom substituto de macro-plâncton para alguns invertebrados que se
alimentam por filtração. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Criação:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Para eclodir artêmia é preciso pouco. Uma
incubadora pode ser construída de quase tudo, como um recipiente de plástico.
As lojas vendem “incubadores de artêmia” e cones de eclosão em plástico. Tudo
funciona, mas um recipiente com um fundo côncavo ou cônico é melhor porque a
água flui e não há áreas mortas. Junte um tubo de ar ligado a uma pequena
bomba, coloque uma luz por cima e mantenha a uma temperatura de cerca de 30°C
se a artêmia é para ser eclodida depressa. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
O livro de Ed Warner sugere 3.5 colheres de sopa
de sal sem iodo para cada 3.8 litros de água. Ele recomenda usar-se o sal mais
barato possível. SF Bay Brand indica que se deve aumentar a dureza da água para
melhorar as hipóteses de sobrevivência da artêmia, portanto juntar uma pitada
de bicarbonato de sódio pode ser boa idéia. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Para que a artêmia recém-eclodida não morra, a
água deve ser vigorosamente remexida mantendo-se os pequenos camarões de artêmia
em suspensão. Isso
é conseguido injetando ar através um tubo de plástico rígido com 30 cm ligado a
um tubo flexível por sua vez ligado a uma bomba de ar. A secção rígida impede o
tubo de sair do recipiente. Os aquariofilistas usando difusores de ar poderão
descobrir que entopem frequentemente neste ambiente. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Para retirar os nauplios (camarões de artêmia
recém-nascidos) desliga-se o ar, coloca-se um tubo rígido ligado a 70-90 cm de
tubo flexível e deixa-se o conteúdo assentar. As cascas de ovo serão recolhidas
no topo da água. A artêmia deverá afundar-se (se a água não for demasiado
salina). Então basta sinfonar os camarões para uma rede de artêmia (muito
fina), colocar o conjunto numa chávena de água e usar uma pipeta para dar aos
peixes. &lt;br /&gt;
Os nauplios irão viver até 24 horas no aquário. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Fontes:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Os ovos podem ser comprados na maioria das
lojas de animais especializadas. Ovos comprados em grande quantidade (como
pacotes de meio quilo) serão muito menos dispendiosos que as minúsculas ampolas
vendidas nas lojas. Os pacotes podem ser guardados no frigorífico. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Ed Warner insiste que os ovos de artêmia precisam
de pelo menos um ano de incubação antes de estarem prontos para eclodir. Ele
refere que uma fraca taxa de eclosão de um recipiente recentemente aberto pode
dever-se a tempo de incubação insuficiente e que as melhores eclosões provêm de
ovos mantidos alguns anos, com ovos mantidos por 5 anos num recipiente fechado
a vácuo a fornecer a taxa perfeita de 100% de eclosões. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;
Artêmia Adulta&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Utilização:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Quase todos os peixes com menos de 12 cm
comerão prontamente a artêmia. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Criação:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Não se preocupe com isso. Os resultados da
criação de artêmia adulta são fracos, é mais fácil criar dáfnias e comprar artêmia
adulta viva nas lojas. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Aqueles que VERDADEIRAMENTE querem experimentar a
criação de artêmia devem obter um grande recipiente (um aquário, uma banheira,
etc), enchê-lo com água e sal para aquários de água salgada e colocar-lhe
alguma água verde e nutrientes (tabletes de fertilizante ou o que tiver) e
esperar que a água fique ama relo. Juntar então alguma artêmia recém-eclodida
ou artêmia adulta (disponível em algumas lojas) e esperar. Juntar de quando em
quando leveduras e outros micro-alimentos ajuda a promover o crescimento da artêmia.
Será também útil colocar a cultura num local bem iluminado indiretamente
estimulando o crescimento das microalgas. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Fontes: &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Ver acima. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;
Dáfnias&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Utilização:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
As &lt;i&gt;dáfnias&lt;/i&gt; são minúsculos crustáceos
das espécies &lt;i&gt;Daphnia pulex&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;D. magna sp.&lt;/i&gt; são provavelmente a
comida ideal para pequenos peixes de água doce—as dáfnias não morrem no aquário
e irão comer lixo microscópico enquanto estiverem vivas. Aparecem em diversos
tamanhos—desde as dificilmente visíveis até as superiores a 3 mm. É uma fonte
típica de comida de muitos peixes na natureza. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Criação:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
As dáfnias podem ser criadas nos mais variados
recipientes, desde pequenos aquários redondos até baldes do lixo de 100 litros.
As criações dentro de casa podem ser alimentadas com restos de algas e sujidade
aspirada do fundo do aquário, assim como levedura desativada, leite em pó, etc.
O melhor alimento é a água verde. A água verde pode ser obtida usando
fertilizante em água sem cloro. A água cheia de nutrientes é deixada exposta ao
sol e dentro de semanas ficará verde graças aos esporos de algas transportados
pelo ar. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Aquários de alevinos podem ser semeados com
dáfnias. As dáfnias comem as bactérias que podem ser perigosas para os peixes e
geralmente purificam a água. Os alevinos comê-las-ão quando crescerem. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Alevinos recém-nascidos podem igualmente ser
adicionados diretamente a culturas de dáfnias (2 alevinos por litro) e irão
alimentar-se a seu gosto. Porém, alevinos mantidos em aquários à sua medida e
alimentados intensivamente irão crescer mais depressa. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Para apanhar as dáfnias pode usar-se uma rede
fina. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Fontes:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Uma cultura pura de dáfnias pode ser obtida de
um clube de aquariofilia ou por correio. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
As dáfnias podem também ser apanhadas em lagos
com uma rede para plâncton. Uma rede mais barata pode ser construída pelo
próprio aquariofilista em “faça você mesmo”. Cosa uma rede cônica de malha
fina, com um material do estilo tecido de cortinado e prenda-a a um pedaço de
arame dobrado em
 círculo. Coloque pesos num lado da moldura de arame e
pendure-a num suporte através de 3 correias. A rede pode ser lentamente
arrastada atrás de um barco num lago onde se saiba que existem dáfnias. A
moldura de arame manterá a boca aberta e os pesos irão agir como a cauda de um
papagaio impedindo a rede de rodar enquanto é arrastada. Esta técnica pode ser
notavelmente proveitosa, mas o aquariofilista deve tomar cuidado com os
parasitas como a Hydra e diversos insetos carnívoros. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;
Cyclops&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Utilização:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Semelhante às dáfnias embora sejam predadores.
Podem danificar os ovos ou alevinos de ovíparos muito novos. Os nauplios podem
ser usados tais como nauplios de artêmia. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Criação: &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Como as dáfnias (mas menos numerosos para o
mesmo volume). &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Fontes: &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Frequentemente vêm com uma cultura de vermes
ou como contaminantes de culturas de dáfnias. São muito difíceis de eliminar
uma vez começando-se a reproduzir. Podem ser obtidos por correio ou via clubes
de aquariofilia. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;
Larva de mosquito&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Utilização:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
A maioria dos peixes adultos de espécies
pequenas adora-as. Desde que os peixes sejam maiores que as larvas, irão
comê-las. As larvas aquáticas de insetos voadores são o ingrediente principal
da dieta de muitos pequenos peixes na natureza. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Criação:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Muito simples: Colocar um balde destapado ou
outro recipiente grande no exterior. Lance pequenas quantidades de leite em pó
ou um saco de nylon com pedaços de ervas para preparar a água e estimular o
crescimento de infusórios, fonte de alimentação dos mosquitos. A água verde
também funcionará bem. Algumas pessoas até usam esterco! Duas a três semanas
depois haverá larvas na água. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Outro meio de cultura é usar uma piscina de
criança com uma pequena quantidade de ervas cortadas (sem herbicidas, por
favor) para encorajar a água a ficar estagnada. Então se espera que os
mosquitos se reproduzam aí. Após um par de semanas grande número de larvas
poderão ser apanhadas com uma rede de peixes. Neste tipo de “cultura natural”
deve-se apanhar as larvas furtivamente dado que elas mergulham para o fundo
quando detectam movimento. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Outros métodos incluem encher um balde de água de
lago de jardim (a água da torneira demora muito a ficar velha!) e adicionar
então uma chávena ou duas de solo, permitindo que assente durante alguns dias.
Assim que as larvas começarem a aparecer pode-se usar uma grande rede de
aquário passando a água de um balde para o outro e assim apanhando as larvas de
mosquito que estiverem presentes. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
O maior problema com estas técnicas é que os
vizinhos podem não gostar da criação de mosquitos. Porém, providenciando para
que todas as larvas possam ser capturadas antes de se transformarem em
mosquito, um otimista poderia ver aí uma oportunidade de controlar a população
de mosquitos, dado que os mosquitos já não se reproduziriam num charco algures
onde o controlo seria perdido. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Outro problema é que se fornecem demasiadas
larvas e os peixes não as comerem pode existir um aumento significativo da
população de mosquitos na sua casa, dado que as larvas se transformarão em
mosquitos. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Fontes: &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Espere que esses pequenos vampiros descubram o
recipiente mal cheiroso da sopa de bactérias (=cultura) ou vá procurar ovos de
mosquito num charco próximo. Parecem pequenas jangadas de ovos, colados uns aos
outros. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;
Vermes Negros&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Utilização:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
São mal-cheirosos e infestados de bactérias,
mas estão entre as melhores fontes de proteínas para os peixes e uma comida
excelente no condicionamento para a reprodução. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
AVISO: refeições frequentes irão fazer com que os
peixes fiquem gordos e ignorem a reprodução. Além disso, as doenças são de
longe mais comuns com uma forte dieta de vermes. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
OUTRO AVISO: Se demasiados vermes forem dados aos
peixes de uma vez irão enterrar-se no areão e esconder-se. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Criação:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Pode não valer a pena. Os vermes irão viver no
fundo do aquário comendo lodo e reproduzindo-se. Podem ser alimentados com
cascas de banana. Filtre a água intensivamente. Apanhe-os peneirando o areão
com vermes com uma rede. Sujos, trabalhosos, mas são uma das fontes mais fáceis
de proteína. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Fontes:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Muitas lojas de aquários têm estes horrores. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
(O Tubifex é ainda mais feio e mal-cheiroso e o
aquariofilista não deve tentar criá-los. É possível, mas reconsidere - vivem e
alimentam-se na lama e podem transportar hepatite e outros potenciais patogênicos.)
Se comprar uma porção de tubifex, está reportado que é a “comida” que cheira
mal, não os vermes em si.
 Estes podem ser mantidos com sucesso em água fria corrente
sem produzir odor. Alternativamente podem ser mantidos até três dias num balde
de tamanho médio com água fria no frigorífico. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;
Vermes Grindal (vermes muito pequenos)&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Utilização:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Estes vermes são pequenos (até 1,3 cm) e podem
ser dados a uma variedade de pequenos peixes. Devido à maneira como são criados,
são totalmente livres de doenças. Não se enterram tão depressa como outros
vermes e vivem na água por alguns dias. São ótimos para os peixes que se
alimentam no fundo e para quaisquer peixes suficientemente rápidos para apanhar
a comida a afundar-se ou para ir procurá-la (quase todos os peixes). &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Criação:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Arranje um recipiente de plástico do tamanho
de uma caixa de sapatos, encha-a com uma mistura de solo estéril para plantas e
turfa (metade de cada uma) ou simplesmente solo para plantas. Umedeça-o e
coloque-o no micro-ondas por 5 minutos para esterilizá-lo completamente, deixe
arrefecer, inoque-o com uma cultura inicial de vermes e junte um pó de cereal
rico em proteína (como “Gerber”) e repita sempre que o pó que colocou
anteriormente tiver desaparecido. Depois é só vê-los aumentar o número! As
culturas devem ser mantidas a 20°C ou superior. Coloque um pedaço de vidro no
solo e os vermes irão trepar por ele. Os vermes podem ser levados do vidro para
uma chávena com água limpa e depois colocados no aquário com uma pipeta médica
grande (uma colher de chá). Uma cultura saudável produz o suficiente para
alimentar cerca de 100 peixes pequenos. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Lembre-se de manter a cultura úmida, mas não
encharcada. Pulverize com água sem cloro de vez em quando. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Culturas como estas frequentemente são infestadas
com ácaros e/ou piolhos. Ambas as pestes podem ser dadas aos peixes e são
comidas com gosto, mas depressa se tornam um aborrecimento. Se isso acontecer
retire alguns vermes e mantenha-os numa chávena com água por 3-4 horas. Isso
afogará a infestação e os vermes podem ser usados em nova cultura. As velhas
culturas infestadas podem ser salvas, mas não compensam o esforço. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Se os vermes não crescerem bem tente ajustar o pH
do solo misturando um pouco de bicarbonato de sódio para neutralizar a acidez
da turfa. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Uma interessante técnica de criar vermes é usada
por alguns criadores de killies alemães. Eles usam uma esponja de poros largos
que assenta num tabuleiro cheio de água e coberto com um pedaço de vidro. Este
método é mais limpo que o do solo e turfa. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Fontes:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Amigos, clubes de aquariofilia e encomendas
por correio. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;
Vermes brancos (pequenos vermes aparentados com as
minhocas)&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Utilização:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Estes vermes têm até 2.5 cm de comprimento e
são bons para alimentar peixes entre 7 e 15 cm. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Criação: &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Semelhante aos vermes Grindal, mas estes
vermos não se dá a altas temperaturas, se possível devem ser mantidos abaixo
dos 23°C. Durante o verão irão sobreviver se mantidos úmidos e num local frio.
Os vermes brancos podem ser mantidos em solo para plantas e em caixas de contraplacado
com cerca de 40 cm x 30 cm x 15 cm de fundo com um tampa resistente à umidade
(por exemplo, um vidro). Irão comer a mesma comida que os Grindal, mas um
conjunto de fontes sugere também que pão branco molhado em leite é uma comida
muito boa para estes vermes. Outra opção é uma mistura de alface velha, fruta e
pedados de pão. Junte água e misture tão grosso quanto o misturador aguente,
mas ainda permitindo entornar. Junte talvez uma chávena a cada semana (é, na
sua maioria, água, sempre necessária para manter a cultura úmida) numa área ao
centro. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
O substrato com mais sucesso usado por um de nós
(DW) são migalhas de pão seco e re-hidratadas com alguma levedura adicionada.
Os pedaços de pão são preparados recolhendo velhas côdeas, guardando-as no frigorífico
e depois as secando. O pão é então esmagado e depois guardado em recipientes
selados (como baldes para gelados). As migalhas durarão para sempre. Quando for
tempo de alimentar os vermes use uma grande gamela e misture juntando água.
Finalmente coloque na cultura. Use apenas o suficiente para uma semana. A
quantidade de água deve variar - quando a cultura tender a secar no verão
deve-se incluir mais água, mas se a cultura já estiver demasiado úmida então
usar uma mistura mais seca. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Poder-se-á perguntar quanto tempo durará a
cultura até começar a cheirar mal. É uma boa questão, para a qual não existe
uma resposta imediata, um de nós (DW) tem culturas com mais de 3 anos, com uma
produção são forte como sempre e sem odor. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Mantenha estes vermes numa completa escuridão.
Eles sairão do solo e procurarão a comida, devorando-a depressa, formando um
novelo entrelaçado. O aquariofilista pode arrancar essa massa do solo e usá-la
para alimentar os peixes. Os vermes esconder-se-ão no solo assim que sentirem a
luz, portanto seja rápido a apanhá-los. Outro meio de separar os vermes da
sujidade é obter um frasco cilíndrico com as extremidades removidas e prender
uma rede de plástico fina a uma extremidade (com um cordel, um elástico ou
outra coisa que sirva). Encha de água um recipiente de vidro (como um copo de
medição). Ponha o frasco por cima da água de modo a que o fundo fique a cerca
de 1 cm de água. Ponha uma mistura de solo e de vermes dentro do frasco e uma
luz sopre o topo (por exemplo, um pequeno projetor de secretária). O calor conduzirá
os vermes para o exterior, através da rede e caindo na água. Isto pode levar um
par de horas ou mais. Os vermes ficam limpos e podem ser dados aos peixes diretamente,
colocados num comedouro de vermes ou congelados para utilização futura. Isto
serve para vermes brancos grandes e pequenos e, assumindo que os vermes Grindal
podem ser criados em solo, deve servir para eles também. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Porém, se não se importar de sujar as mãos, uma
maneira mais rápida e eficiente será colocar o conjunto de vermes e terra num
recipiente, juntar água, remexer e despejar a sujidade. Os vermes serão
recolhidos em redes e colocados de novo em água limpa, remexendo de novo e
despejando e repetindo a operação até os vermes estarem limpos. Desta maneira
vermes limpos podem ser obtidos em minutos. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Os vermes brancos devem ser dados aos peixes num
comedouro de vermes (frequentemente chamado também de “comedouro de tubiffex”),
para que os peixes possam ir comendo a pouco e pouco. Também podem ser postos
diretamente numa tigela no fundo do aquário, onde ficam até os peixes os
comerem. Este método é particularmente útil para criadores de killies que
apenas têm turfa como substrato. Tenha cuidado em não colocar os vermes diretamente
no aquário; alguns irão enterrar-se no areão onde ficarão inacessíveis para
todos menos os mais empenhados escavadores, como os &lt;i&gt;Hoplosternum&lt;/i&gt;.
Quanto o aquariofilista tiver preparado demasiados vermes para um dia o
restante deve ser rapidamente congelado para ser usado mais tarde. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Fontes:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Idênticas às dos vermes Grindal. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;
Minhocas&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Utilização:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Para alimentação de peixes médios e grandes
(mais de 12 cm). &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Criação:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextIndent"&gt;
Para criar minhocas de forma fácil e barata: &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList2" style="margin-left: 36pt; text-indent: -18pt;"&gt;
1.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Construa
uma caixa de madeira (qualquer tamanho será bom, uma caixa maior implica mais
minhocas). Residentes em apartamentos podem fazer caixas de, por exemplo, 30 x
30 x 20 cm. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList3" style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;
1.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Prenda
a tampa com duas dobradiças baratas. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList3" style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;
2.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Perfure
ou corte dois buracos de 5 cm na frente da caixa, de forma a que a parte de
baixo dos buracos toque no fundo da caixa. Isto é, os buracos ficam na parte da
frente da caixa, mas em baixo, fazendo uma perpendicular com a madeira do
fundo. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList3" style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;
3.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Pinte
a caixa com qualquer tinta de óleo para exterior. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList3" style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;
4.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Coloque
um pequeno pedaço de rede plástica, muito fina, nos buracos que foram feitos. A
rede é colocada na parte de dentro da caixa. Pregue a rede firmemente. A rede
permitirá à caixa drenar, mas não permitirá que as minhocas saiam. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
A caixa está completa. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList2" style="margin-left: 36pt; text-indent: -18pt;"&gt;
2.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Preparar
a caixa para minhocas &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList3" style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;
1.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Compre
turfa suficiente, de uma loja de material de jardinagem ou de um viveiro de
plantas, para encher a caixa (lembre-se que a turfa fica mais compacta depois
de molhada). &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList3" style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;
2.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Coloque
a turfa na caixa e ensope-a completamente. Remexa-a até estar uniformemente
molhada. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList3" style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;
3.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Arranje
6 tijolos. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList3" style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;
4.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Coloque,
fora da caixa, um tijolo em cada canto dianteiro e dois tijolos em cada canto
traseiro para se a caixa se incline para frente e possa escoar pelos buracos.
(NT- Os tijolos típicos americanos são bastante menores que os nossos, pelo que
será preferível arranjar outra forma de inclinar a caixa.) &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList3" style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;
5.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Coloque
um pires debaixo dos buracos para apanhar o que escorrer (a menos que a caixa
seja colocada no exterior). &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList3" style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;
6.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;E
agora, as minhocas &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList4" style="margin-left: 108pt; text-indent: -18pt;"&gt;
1.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Compre
três ou quatro caixas das minhocas que encontrar numa loja de venda de artigos
de pesca. (NT- Mais uma vez essas minhocas não serão exatamente correspondentes
ao isco que se encontra em
 Portugal. Será preferível usar as minhocas da terra que se encontra
em qualquer jardim). &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList4" style="margin-left: 108pt; text-indent: -18pt;"&gt;
2.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Ponha
as minhocas na terra &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList4" style="margin-left: 108pt; text-indent: -18pt;"&gt;
3.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Compre
uma caixa de “Corn Flakes” (uma caixa pequena irá durar para sempre). Isto é
tudo o que as minhocas precisam para uma nutrição adequada. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList4" style="margin-left: 108pt; text-indent: -18pt;"&gt;
4.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A
cada três ou quatro dias espalhe uma camada &lt;b&gt;ligeira&lt;/b&gt; de corn flakes em
cima da turfa. Nota: antes de aplicar uma camada nova use um pequeno sacho de
jardim para remexer a turfa e para misturar os cereais deixados da refeição
anterior na turfa. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList4" style="margin-left: 108pt; text-indent: -18pt;"&gt;
5.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Após
cerca de um mês existirão literalmente milhões de minhocas de todos os
tamanhos, desde minúsculas minhocas jovens até adultos. As pequenas minhocas
podem ser usadas para peixes pequenos e peixes muito jovens enquanto as
minhocas maiores podem facilmente satisfazer as necessidades de comida viva dos
mais esfomeados peixes grandes. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList4" style="margin-left: 108pt; text-indent: -18pt;"&gt;
6.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Este
é um infinitamente renovável recurso que é difícil de colher em excesso! &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList4" style="margin-left: 108pt; text-indent: -18pt;"&gt;
7.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A
turfa deve ser mantida úmida através da rega periódica. Não regue demais! Não
deixe secar! As minhocas morrerão DEPRESSA se a turfa secar. Felizmente a turfa
retém água muito bem e regar raramente é necessário. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList4" style="margin-left: 108pt; text-indent: -18pt;"&gt;
8.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;As
minhocas não podem congelar. Como a caixa não deixa maus cheiros pode ser
mantida em garagens ou em marquises durante o inverno (NT- No nosso clima fará
mais sentido preocuparmo-nos com o calor excessivo de verão). As minhocas não
gostam de serem sujeitas ao sol direto no verão (serão mortas). Coloque a caixa
numa zona sombria se for deixada no exterior. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList4" style="margin-left: 108pt; text-indent: -18pt;"&gt;
9.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mantenha
a caixa fechada, as minhocas gostam da escuridão. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList3" style="margin-left: 72pt; text-indent: -18pt;"&gt;
7.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Outras
Utilizações para Minhocas &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList4" style="margin-left: 108pt; text-indent: -18pt;"&gt;
1.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;As
plantas de vaso adoram minhocas! &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList4" style="margin-left: 108pt; text-indent: -18pt;"&gt;
2.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Os
jardins adoram minhocas! &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoList4" style="margin-left: 108pt; text-indent: -18pt;"&gt;
3.&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Os
canteiros adoram minhocas! &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Fontes: &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
O quintal, lojas de isco, lojas de jardinagem,
clubes de aquariofilia. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;
Infusórios (microscópicos protozoários aquáticos)&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Utilização:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Alimentação de alevinos recém-nascidos. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Criação: &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Começando com uma cultura de água verde,
junte, ao recipiente de cultura, matéria vegetal, como folhas de alface, de
espinafre, etc. Bons resultados têm sido atingidos com vegetais cozidos que
parecem desfazerem-se melhor. Quando os vegetais começarem a decompor-se as
bactérias aparecerão inicialmente, mas então os protozoários irão rapidamente
aumentar de número dado que se alimentam de bactérias. Atenção que culturas
novas contêm principalmente bactérias, não infusórios. Se a cultura de
infusórios for vigorosamente oxigenada (com um difusor e uma bomba de ar), o
odor será minimizado. Se o aquariofilista pretende manter a cultura por um
extenso período então a cada 3 ou 4 dias deve aspirar à matéria orgânica já
“expirada” que assenta no fundo e então substituí-la por novo substrato de cultura.
O tamanho ótimo da cultura depende de quantos infusórios são necessários. Um de
nós (DW) utiliza um aquário de 50 litros que rapidamente pode produzir
quantidades prodigiosas de infusórios. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Uma forma eficiente de concentrar a cultura antes
de usá-la é desligar a bomba de ar e colocar um pequeno projetor do lado de
fora do recipiente. Dentro de 15 minutos os infusórios começarão a formar
nuvens á volta da luz ou poderão formar uma distinta camada leitosa na água,
frequentemente mesmo abaixo da superfície. Podem ser visíveis minúsculos
pedacinhos prateados de pó movendo-se determinadamente pela água. As
concentrações de infusórios podem ser retiradas com um sifão e colocadas no
aquário dos alevinos. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Fontes: &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Água velha de aquário (especialmente do filtro),
amigos, encomendas por correio. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;
Enguias do vinagre (&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Turbatrix aceti&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;
ou &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Anguillula silusiae&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
Informação fornecida por Greg Frazier &lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Utilização:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Comida para alevinos muito pequenos, ou seja,
os demasiado pequenos para comerem artêmia (como Ramirezis) &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Criação:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
As enguias do Vinagre são pequenas nematódeas
encontradas em vinagre não pasteurizado. Vivem em água ácida e alimentam-se de
bactérias existentes no vinagre em fermentação. Podem
sobreviver por longos períodos de tempo em água alcalina (incluindo a água do
aquário!), mas não se irão reproduzir. Como comida para alevinos são
extremamente fáceis de criar, requerem muito pouca atenção e cuidados (ou seja,
podem ser ignoradas por meses e meses) e podem ser colhidas no momento. Coloque
uma cultura inicial contra a luz para conseguir ver as enguias no líquido. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Para criar enguias do vinagre, é preciso um
recipiente (por exemplo, uma jarra de 3 ou 4 litros com um gargalo
suficientemente largo para meter uma mão), uma maçã, vinagre de cidra maçã e
água. (NT: O vinagre de cidra está disponível em alguns hipermercados).
Pequenos recipientes devem servir, mas um de 3 ou 4 litros fornece enguias mais
do que suficientes para uma pequena criação profissional. O vinagre pode ser
cortado com até 50% de água, mas não mais que isso. Introduza alguns cubos de
maça descascada (só é necessária um mão-cheia de cubos) e encha com vinagre e
água (mais uma vez não mais que 50% de água). Coloque então metade da cultura
inicial (ou “starter”). Espere pelo menos 24 horas para dar às bactérias tempo
para se instalarem e coloque a segunda metade da cultura inicial. Em cerca de
um mês uma chávena tirada da jarra deve vir obscurecida com enguias. Quando a
mistura começar a ter um aspecto sujo (isto é, 1 cm de porcaria acumulada no
fundo, o que deve levar meses) é tempo de fazer nova mistura. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Colha as enguias com duas chávenas e um filtro de
café. Retire uma chávena da criação, despeje-a através do filtro. A maioria das
enguias vão passar através do filtro, mas algumas ficarão lá. Despeje água doce
através do filtro e então o inverta e despeje as enguias para um copo. Um
filtro de papel (disponível em algumas drogarias) também pode ser usado. O
filtro de papel evita que as enguias passem, mas também demorará bastante (10
minutos ou mais) para o vinagre passar. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Deixe as enguias algum tempo no copo antes de dá-las
aos alevinos. Tenha cuidado em lavar as enguias bem - adicionar vinagre a um
pequeno aquário de criação pode fazer o pH descer subitamente com consequências
desastrosas. As enguias do vinagre são mais compridas que a artêmia
recém-eclodida, mas têm um diâmetro menor - os peixes conseguem comê-las antes
de conseguirem comer artêmia. No aquário as enguias irão deslocar-se com
qualquer corrente, mas se não existir corrente irão subir à superfície (uma
grande vantagem sobre os microvermes). &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Fontes: &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Encomendas por correio, clubes de
aquariofilia, etc. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;
Microvermes (Nematodas ou&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; Nematóides&lt;/span&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Utilização:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Estes vermes microscópicos são bons para
alimentar alevinos recém-nascidos e os peixes menores, embora, peixes até 2.5
cm ou mesmo mais também os comam. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Criação: &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Bons meios de cultura incluem cereais ricos em
proteínas, ou aveia cozinhada. A aveia cozida é barata e é o meio escolhido por
um de nós (DW). Os meios de cultura devem ser preparados de forma a ficarem
grossos: quando colocados num prato devem ter 1.5 cm de espessura ou mais.
Juntar pelo menos uma colher de chá (5 ml) de levedura de cerveja desativada
(pode ser comprada em lojas de artigos dietéticos). As culturas não se desenvolvem
bem sem levedura desativada. Coloque uma pequena quantidade de nematóides. Se
essa quantidade vier de uma criação já existente use apenas 2-3 mm do topo da
criação anterior: é onde os vermes estão. A criação irá desenvolver-se melhor
se mantida num local quente (como o topo de um aquário). &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Os microvermes podem ser criados em recipientes
de iogurte de 500 ml feitos de plástico do tipo 5 (o plástico marcado como
reciclável). Este material é bastante grosso, flexível e barato e a
micro-estrutura da superfície parece permitir aos vermes treparem pelos lados
em concentrações suficientes para serem colhidas. Os recipientes de plásticos
mais finos não são bons - os vermes não se desenvolvem e parece não conseguirem
subir pelos lados. Faça um buraco, talvez com um diâmetro de 2 cm na tampa para
fornecer ar e, se as criações forem empilhadas certifique-se que os recipientes
ficam colocados em diferentes posições para que sejam expostos ao ar pelo menos
uma vez em cada dois dias. Se isto não for feito os vermes morrem. As criações
podem ser colocadas dentro de casa e tantos como 24 recipientes fazem uma
compacta, mas muito produtiva fonte de comida viva. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Em cerca de uma semana os microvermes podem ser
colhidos dos lados com o dedo (a melhor maneira), com um cotonete ou com uma
escova. Opcionalmente pode-se colocar um pedaço de plástico espalmado (ou
madeira) sobre a criação e raspar os vermes com uma lâmina quando se tornarem
numerosos (alguns tipos de cones de gelado também podem ser usados como
plataforma de recolha). Lave os vermes recolhidos para um copo de água limpa e
despeje-o no aquário ou coloque os vermes diretamente no aquário. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
As criações irão durar aproximadamente duas
semanas. Desde que o meio de cultura seja fresco não haverá odores fortes, mas
quando esses odores aumentarem a produção irá diminuir e será altura de começar
uma nova criação. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Pode-se aumentar o tempo que os microvermes
demoram a passar para o aquário colocando-os num alimentador de vermes forrado
com um pano filtrante. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Fontes:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Amigos, clubes, encomenda por correio. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;
Mosca da fruta sem asas (Drosophila sp.)&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Utilização&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
As moscas da fruta são o mais próximo
substituto da dieta natural da maior parte dos killies e de muitos outros
peixes pequenos. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Criação:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Garrafas de dois litros de refrigerante podem
ser usadas como recipientes. O meio de cultivo será uma papa instantânea a
encomendar nas lojas de venda por correio (ou eventualmente em empresas que
comercializam produtos biológicos para laboratório) e parece-se com purê de
batata. Use o suficiente para obter uma camada de 1 a 1,5 cm de substrato no
fundo da garrafa e água suficiente para obter uma consistência cremosa- embora
suficientemente densa para não escorrer quando a garrafa é inclinada. A seguir,
coloque duas camadas de rede de plástico fina (da que é usada nas janelas para
evitar a entrada de insetos) no fundo da garrafa para que moscas e larvas
tenham um local onde subir para fora da mistura. Insira algumas moscas da
fruta, talvez uma dúzia. Finalmente feche a garrafa com um pano filtrante para
que as moscas não possam sair e para que moscas da fruta selvagens ou outras
criaturas não possam entrar. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Duas semanas mais tarde haverá moscas da fruta
recém eclodidas prontas para dar aos peixes. A criação continua a produzir por
cerca de duas semanas e deve ser “clonada” após seis semanas em operação. Quando
o substrato, previamente cor de creme se torna escuro e tiver um aspecto
“usado” será a altura para nova criação. É provavelmente mais fácil e mais
seguro clonar a criação a cada 4-6 semanas e estar preparado para um eventual
colapso da antiga criação. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Para alimentar os peixes abana-se com força a
garrafa para retirar as moscas da zona da tampa, destape o aquário, volte à
garrafa ao contrário e dê algumas palmadas despejando uma dúzia ou mais de
moscas de cada vez. O substrato fica grosso o suficiente para não sair. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Atenção! As moscas não têm asas, não voam, mas
têm patas. Irão subir pelos lados do aquário e dirigir-se à fruta que ficou na
cozinha. Poderão ser comida de peixes, mas ainda são moscas da fruta. Alimente
os peixes em pequenas doses. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Existem diversas linhagens utilizáveis de mosca
da fruta. Algumas são inferiores a 3 mm outras são maiores que 6 mm. Umas são
completamente sem asas ou têm asas vestigiais outras têm asas que são tão
grandes que se tornam inúteis. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Atenção! As moscas da fruta “sem asas” irão
produzir asas funcionais se mantidas a altas temperaturas, portanto mantenha a
criação em local temperado. Se isto se tornar um problema abra o recipiente no
exterior e deixe as moscas com asas voarem, a partir daí certifique-se que o
resto se desenvolve a temperaturas mais frias. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Dica: Um recipiente de &lt;i&gt;Drosophila&lt;/i&gt; pode ser
arrefecido num frigorífico por alguns minutos para tornar as moscas mais lentas
ou imóveis. Será então mais fácil de fazer a clonagem da cultura. Os peixes,
porém, talvez prefiram as moscas mais ativas. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;
Peixes para Alimentação&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Utilização:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Alguns peixes grandes, incluindo ciclideos e
piranhas irão comer peixes vivos como parte da sua dieta. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Criação:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Geralmente não é necessária. Muitas lojas de
peixes oferecem guppies ou peixes vermelhos (para alimentação) baratos como
parte do seu stock. (NT: Em Portugal não existe esse costume, mas qualquer
guppy ou peixe vermelho barato servirá.) Porém, uma colônia de ciclideos prolíferos,
como nigrofasciatus, podem na prática ser usados como fonte de alevinos para
alimentação. Em peixes como as piranhas, um pequeno pedaço de frango cru ou de
filete de peixe fará o mesmo efeito que os peixes vivos. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;
Fontes:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Lojas de animais, reproduções em excesso e
peixes deformados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;
&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-EWQOX2fF1xs/TXDOMw3f9CI/AAAAAAAAABM/KgdlO0vC9oc/s1600/1f.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh3.googleusercontent.com/-EWQOX2fF1xs/TXDOMw3f9CI/AAAAAAAAABM/KgdlO0vC9oc/s1600/1f.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; font-weight: normal;"&gt;Fim da FAQ&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; font-weight: normal;"&gt;Comida Viva.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3553944925875135810-4274843678276608755?l=blogdeaquariofilia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RkpC3o45c6Cdq_bW-92Xzhajsnk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RkpC3o45c6Cdq_bW-92Xzhajsnk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RkpC3o45c6Cdq_bW-92Xzhajsnk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RkpC3o45c6Cdq_bW-92Xzhajsnk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Aquariofilia/~4/fbuBW40fA9g" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/4274843678276608755?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/4274843678276608755?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Aquariofilia/~3/fbuBW40fA9g/comida-viva.html" title="Comida Viva." /><author><name>Clayton Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15318629303623084230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-iDfUO6Zuoa0/TX9m9NnCrpI/AAAAAAAAAEI/xlgLH23594E/s220/Clayton.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh3.googleusercontent.com/-EWQOX2fF1xs/TXDOMw3f9CI/AAAAAAAAABM/KgdlO0vC9oc/s72-c/1f.png" height="72" width="72" /><feedburner:origLink>http://blogdeaquariofilia.blogspot.com/2011/03/comida-viva.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUEAQHc_cCp7ImA9WhZVFEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3553944925875135810.post-265405111050886071</id><published>2011-03-04T10:01:00.001-03:00</published><updated>2011-05-26T10:47:21.948-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-26T10:47:21.948-03:00</app:edited><title>Reprodução. (Final)</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;h3 align="center" style="text-align: center;"&gt;



&lt;u&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Direitos
de Autor&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
As FAQs existem graças à contribuição dos participantes na
Net e, como tal, pertencem aos leitores dos newsgroups de aquariofilia. Os
artigos com menção estão sujeitos aos direitos dos respectivos autores. Cópias
das FAQs podem ser feitas livremente desde que distribuídas gratuitamente e
incluídos os autores e a reserva de direitos. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Contributo de Elaine
Thompson &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Tradução de Miguel
Figueiredo&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;



“Tenho um monte de crias. O que faço com eles?”&lt;/h3&gt;
&lt;h3&gt;



“Posso ganhar dinheiro reproduzindo peixes?”&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Encontrar casa para os alevinos pode ser quase um desafio
tão grande como reproduzi-los. Os pequenos peixes podem ser despachados nos
encontros de clubes de aquariofilia, trocados por outros peixes, vendidos ou
oferecidos. As lojas de animais por vezes aceitam ciclideos africanos, guppies
e bettas, mas muitas não lhe darão dinheiro, mas simplesmente crédito na loja. &lt;/div&gt;
Quanto a tornar a reprodução numa aventura comercial, lembre-se das leis da
oferta e da procura. Para a maior parte dos peixes de comunidade as lojas
encomendam o que querem dos importadores, criadores e distribuidores. O
aquariofilista, por outro lado, apenas tem ninhadas ocasionais de peixes que as
lojas podem não precisar nem querer em certa altura. A única vantagem sua será
que quando entrar numa loja com um conjunto de peixes excedentes estes serão
normalmente mais saudáveis e menos stressados que os peixes enviados de longe e
que ainda têm de ser aclimatados às condições locais da água. &lt;br /&gt;
Se insistir em reproduzir peixes vendáveis tente peixes-gato raros, arco-íris
raros, ciclideos africanos, guppies de grande qualidade ou peixes de água
salgada. Estes são geralmente difíceis de obter pelas lojas. Para ganhar
dinheiro vendendo peixes comuns como escalares, barbos, tetras, corydoras ou
vivíparos (outros que não guppies) são precisos muitos de aquários de
reprodução e pares reprodutores para assegurar um constante fornecimento.
Também deve ter peixes de qualidade consistente. &lt;br /&gt;
Pessoalmente, eu recomendaria que você reproduzisse peixes pelo prazer mais
do que tornar o hobby numa aventura comercial. Não há nada como ver um par de
ciclídeos na corte, desaparecendo então numa gruta e emergindo uns dias depois
com uma ninhada de alevinos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;
&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-PqqiGzBZLDg/TXDL5bFVddI/AAAAAAAAABI/Sv7Ow8Zb0NU/s1600/6f.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh3.googleusercontent.com/-PqqiGzBZLDg/TXDL5bFVddI/AAAAAAAAABI/Sv7Ow8Zb0NU/s1600/6f.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; font-weight: normal;"&gt;Fim da FAQ&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; font-weight: normal;"&gt;Reprodução.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3553944925875135810-265405111050886071?l=blogdeaquariofilia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Xt1NYTZmbd0CwhqvIptDK9OG6D8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Xt1NYTZmbd0CwhqvIptDK9OG6D8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Xt1NYTZmbd0CwhqvIptDK9OG6D8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Xt1NYTZmbd0CwhqvIptDK9OG6D8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Aquariofilia/~4/lgBW2UpaP0o" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/265405111050886071?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/265405111050886071?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Aquariofilia/~3/lgBW2UpaP0o/reproducao-final.html" title="Reprodução. (Final)" /><author><name>Clayton Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15318629303623084230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-iDfUO6Zuoa0/TX9m9NnCrpI/AAAAAAAAAEI/xlgLH23594E/s220/Clayton.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh3.googleusercontent.com/-PqqiGzBZLDg/TXDL5bFVddI/AAAAAAAAABI/Sv7Ow8Zb0NU/s72-c/6f.png" height="72" width="72" /><feedburner:origLink>http://blogdeaquariofilia.blogspot.com/2011/03/reproducao-final.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUEFRnYzfCp7ImA9WhZVFEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3553944925875135810.post-4384627139307520150</id><published>2011-03-04T09:48:00.001-03:00</published><updated>2011-05-26T10:46:57.884-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-26T10:46:57.884-03:00</app:edited><title>Reprodução. (Part. 5)</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;h3 align="center" style="text-align: center;"&gt;



&lt;u&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Direitos de Autor&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
As FAQs existem graças
à contribuição dos participantes na Net e, como tal, pertencem aos leitores dos
newsgroups de aquariofilia. Os artigos com menção estão sujeitos aos direitos
dos respectivos autores. Cópias das FAQs podem ser feitas livremente desde que
distribuídas gratuitamente e incluídos os autores e a reserva de direitos. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Contributo
de Elaine Thompson &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Tradução
de Miguel Figueiredo&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Criando
os alevinos&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h3&gt;



“Os meus peixes reproduzem-se, mas não consigo criar os adultos até a idade
adulta”&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Criar os peixes dá algum trabalho. Os alevinos requerem
água límpida e comidas especiais. &lt;/div&gt;
Os vivíparos são geralmente os mais fáceis de reproduzir. Alguns aceitarão
flocos finamente esmagados desde o princípio e apenas requerem mudanças de água
com frequência para manter o crescimento. Também precisam de algas ou
spirulina. &lt;br /&gt;
Os alevinos de ovíparos são frequentemente mais difíceis de reproduzir.
Muitos são demasiado pequenos para comer flocos esmagados e requerem outros
alimentos. Artêmia viva é comida preferencial da maior parte desses alevinos,
embora alguns precisem de comida ainda menor: Os infusórios ou pequenas
dáfnias. Os peixes-gato comedores de algas precisam de algas ou vegetais
escaldados. Existem comidas à venda para alevinos que funcionam ou, em situações
desesperadas, gema de ovo cozida. Tenha cuidado, porém, comidas não vivas
poluem a água do aquário terrivelmente - especialmente a gema de ovo. &lt;br /&gt;
De fato, manter a água límpida é provavelmente o maior desafio na criação
dos alevinos. Os peixes em crescimento requerem muita comida e não são muito
bons em encontrá-la, o que significa que muita mais deve ser metida no aquário.
Como em qualquer aquário, muita comida tem que ser equilibrado com manter a
qualidade da água extremamente alta. Os alevinos precisam de água ainda mais
pura que os adultos. Mudanças de água frequentes são uma necessidade, assim
como uma filtragem biológica eficiente. Os aquários de alevinos requerem
mudanças de água diárias, até 50% da capacidade do aquário. Os filtros de
esponja são o método preferido de filtragem porque são excelentes filtros
biológicos e não sugam os alevinos. &lt;br /&gt;
As larvas de peixes de água salgada têm os requisitos superiores a todos.
Precisam ser alimentadas com plâncton extremamente pequeno ou rotíferos, num
aquário com água quase perfeita. &lt;br /&gt;
Finalmente, conforme os peixes vão crescendo, devem ser transferidos para
alojamentos maiores. Evidentemente um aquário de 35 litros que hospeda 100
alevinos não poderá aguentar com 100 peixes durante muito tempo. Os criadores
de bettas têm um problema adicional dado que os pequenos machos irão lutar e
têm que ser colocados em recipientes separados ou num aquário com várias
divisões.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3553944925875135810-4384627139307520150?l=blogdeaquariofilia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Wiw9X6Tcb7dcONjwqC2v-8pJUSI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Wiw9X6Tcb7dcONjwqC2v-8pJUSI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Wiw9X6Tcb7dcONjwqC2v-8pJUSI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Wiw9X6Tcb7dcONjwqC2v-8pJUSI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Aquariofilia/~4/lSf7SafFHFo" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/4384627139307520150?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/4384627139307520150?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Aquariofilia/~3/lSf7SafFHFo/reproducao-part-5.html" title="Reprodução. (Part. 5)" /><author><name>Clayton Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15318629303623084230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-iDfUO6Zuoa0/TX9m9NnCrpI/AAAAAAAAAEI/xlgLH23594E/s220/Clayton.jpg" /></author><feedburner:origLink>http://blogdeaquariofilia.blogspot.com/2011/03/reproducao-part-5.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUIMR3Y-fyp7ImA9WhZVFEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3553944925875135810.post-6402223420892692048</id><published>2011-03-04T09:36:00.001-03:00</published><updated>2011-05-26T10:46:26.857-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-26T10:46:26.857-03:00</app:edited><title>Reprodução. (Part. 4)</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;h3 align="center" style="text-align: center;"&gt;



&lt;u&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Direitos de Autor&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
As FAQs existem
graças à contribuição dos participantes na Net e, como tal, pertencem aos
leitores dos newsgroups de aquariofilia. Os artigos com menção estão sujeitos
aos direitos dos respectivos autores. Cópias das FAQs podem ser feitas
livremente desde que distribuídas gratuitamente e incluídos os autores e a
reserva de direitos. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Contributo
de Elaine Thompson &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Tradução
de Miguel Figueiredo&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Requisitos
de Reprodução&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h3&gt;



“Tenho os peixes no aquário de reprodução, mas eles não se reproduzem.”&lt;/h3&gt;
&lt;h3&gt;



“Porque é que os ovos continuam a fungar e as crias morrem?”&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Muitos peixes não se reproduzirão com sucesso sem
requisitos específicos. Incluindo: &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Uma mistura de machos e fêmeas. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Eu sei que isto parece óbvio, mas em algumas
espécies não é fácil distinguir os machos das fêmeas. Nestes casos o melhor é
começar com pelo menos seis peixes jovens para que tenha a certeza de obter
machos e fêmeas. Começando com bastantes peixes também dá a hipótese aos peixes
monógamos de escolherem parceiros compatíveis. Por vezes quando um único macho
e fêmea são apresentados não se reproduzirão. Outros peixes como vivíparos,
killies e ciclideos polígamos precisam de mais fêmeas que machos para que as
fêmeas não sejam excessivamente incomodadas pelos machos. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Água extremamente límpida &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
A maioria dos peixes não se reproduzirá se
existir amônia ou nitritos, e uma quantidade grande de nitratos é tóxica para
os alevinos. Alguns peixes, especialmente tetras têm que ser reproduzidos num
aquário despido e tanto quanto possível esterilizado para que os ovos não
funguem. Para mais informação sobre água límpida veja a FAQ Iniciação à Água
Doce. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Dieta variada. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Peixes que estão a produzir ovos precisam de
melhor comida que aqueles peixes simplesmente mantidos no aquário comunitário.
Os criadores chamam “condicionamento” ao processo de alimentar especialmente
bem os peixes a reproduzir. Comidas para condicionamento são comidas vivas,
comidas congeladas e spirulina. Descubra quais os requisitos específicos dos
peixes que pretende reproduzir. Se precisar de mais informação acerca da comida
vida veja a FAQ Comida Viva. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Ambiente adequado. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Peixes que se reproduzem sobre substratos
precisam de substratos apropriados, como turfa, rochas, conchas, ou plantas.
Alguns peixes são tímidos e precisam de cobertura: grutas, plantas ou luz
fraca. Há ainda peixes que precisam de uma química da água particular para se
reproduzirem. Exemplos são os discus, que precisam de água pouco mineralizada
ou os ciclideos do Rift que precisam de uma água muito mineralizada e alcalina.
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Estímulos externos. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Muitos peixes tropicais reproduzem-se na
estação das chuvas. Quando chove as correntes fluem, a dureza da água desce e
existem trovões e relâmpagos. Criadores aventureiros podem tentar grandes
mudanças de água com água menos mineralizada, salpicos de água para simular a
chuva, correntes fortes com bombas e mesmo flashes de luzes e ruídos altos.
Mudanças de temperatura também estimulam a reprodução, assim como alterações no
tempo de luz diurna. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3553944925875135810-6402223420892692048?l=blogdeaquariofilia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KD31MvoEHMjbtyYSSfalWu2Kn7w/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KD31MvoEHMjbtyYSSfalWu2Kn7w/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KD31MvoEHMjbtyYSSfalWu2Kn7w/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KD31MvoEHMjbtyYSSfalWu2Kn7w/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Aquariofilia/~4/6iCTNBVOC9I" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/6402223420892692048?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/6402223420892692048?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Aquariofilia/~3/6iCTNBVOC9I/reproducao-part-4.html" title="Reprodução. (Part. 4)" /><author><name>Clayton Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15318629303623084230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-iDfUO6Zuoa0/TX9m9NnCrpI/AAAAAAAAAEI/xlgLH23594E/s220/Clayton.jpg" /></author><feedburner:origLink>http://blogdeaquariofilia.blogspot.com/2011/03/reproducao-part-4.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUICQ3k-cCp7ImA9WhZVFEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3553944925875135810.post-3922328623399309628</id><published>2011-03-04T09:26:00.001-03:00</published><updated>2011-05-26T10:46:02.758-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-26T10:46:02.758-03:00</app:edited><title>Reprodução. (Part. 3)</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;h3 align="center" style="text-align: center;"&gt;



&lt;u&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Direitos
de Autor&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
As FAQs existem graças à contribuição dos participantes na
Net e, como tal, pertencem aos leitores dos newsgroups de aquariofilia. Os
artigos com menção estão sujeitos aos direitos dos respectivos autores. Cópias
das FAQs podem ser feitas livremente desde que distribuídas gratuitamente e
incluídos os autores e a reserva de direitos. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Contributo de Elaine
Thompson &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Tradução de Miguel
Figueiredo&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Aquários de Reprodução&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h3&gt;



“Os meus peixes acabaram de pôr ovos. Como é que eu vou impedir que os ovos
ou alevinos sejam comidos? &lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
A maneira mais comum de evitar que os ovos sejam comidos é
usar um aquário de reprodução à parte. Aí os peixes poderão reproduzir-se e ser
removidos uma vez a postura e o parto concluído. Os disseminadores de ovos
podem ser colocados sobre uma rede um sobre um leito de seixos grandes para
proteger os ovos até a postura terminada. Os construtores de ninhos de bolhas e
os incubadores bocais podem ser deixados no aquário até deixarem de cuidar dos
alevinos. Os vivíparos podem dar à luz numa área densa de plantas ou num
substituto de relva em plástico, onde os alevinos se possam esconder até a mãe
terminar o parto e ser removida. &lt;/div&gt;
Um aquário de reprodução também é útil porque pode ser mantido limpo. Os
ovos e os alevinos precisam de uma água muito límpida. Também não haverá
adultos para competirem pela comida. Muitos criadores usam um aquário sem areão
no fundo com apenas um filtro de esponja movido a ar para servir de filtragem.
Os detritos podem ser facilmente vistos e removidos. Mudanças de água frequentes
também são mais fáceis. &lt;br /&gt;
Outra solução é permitir que os peixes se reproduzam em certas áreas do
aquário comunitário, como plantas ou pedras. Os ovos podem então ser
transportados para o aquário de reprodução. Isto funciona para escalares, peixes-gato
e peixes arco-íris. Os ovos de killifish podem ser recolhidos de turfa ou de
“mops” (tufos de fios de material sintético) e colocados num recipiente
separado para secarem ou incubarem. Os vivíparos podem ser reproduzidos numa
maternidade dentro do aquário comunitário. A maternidade separa os alevinos da
mãe e fornece aos alevinos um local seguro para crescerem. &lt;br /&gt;
Alguns ciclideos protegem os filhos suficientemente bem para serem deixados
no aquário comunitário, embora isso possa provocar stress nos outros peixes do
aquário. Até existem espécies de ciclideos que combaterão entre si se não
houver outros peixes no aquário para ameaçar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3553944925875135810-3922328623399309628?l=blogdeaquariofilia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LeNFWoWAQ3n_Gdf7msC7J9KiJTI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LeNFWoWAQ3n_Gdf7msC7J9KiJTI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LeNFWoWAQ3n_Gdf7msC7J9KiJTI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LeNFWoWAQ3n_Gdf7msC7J9KiJTI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Aquariofilia/~4/KDY1Ngcb-Mg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/3922328623399309628?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/3922328623399309628?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Aquariofilia/~3/KDY1Ngcb-Mg/reproducao-part-3.html" title="Reprodução. (Part. 3)" /><author><name>Clayton Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15318629303623084230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-iDfUO6Zuoa0/TX9m9NnCrpI/AAAAAAAAAEI/xlgLH23594E/s220/Clayton.jpg" /></author><feedburner:origLink>http://blogdeaquariofilia.blogspot.com/2011/03/reproducao-part-3.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUIHRX8zcCp7ImA9WhZVFEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3553944925875135810.post-3402551370496349635</id><published>2011-03-03T18:54:00.001-03:00</published><updated>2011-05-26T10:45:34.188-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-26T10:45:34.188-03:00</app:edited><title>Reprodução. (Part. 2)</title><content type="html">&lt;h3 align="center" style="text-align: center;"&gt;



&lt;u&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Direitos de Autor&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
As FAQs existem
graças à contribuição dos participantes na Net e, como tal, pertencem aos
leitores dos newsgroups de aquariofilia. Os artigos com menção estão sujeitos
aos direitos dos respectivos autores. Cópias das FAQs podem ser feitas
livremente desde que distribuídas gratuitamente e incluídos os autores e a
reserva de direitos. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Contributo
de Elaine Thompson &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Tradução
de Miguel Figueiredo&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Reprodução
e Agressão &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h3&gt;



“Ajudem! Porque é que o meu escalar (ou kribensis ou outro) começou a matar
os outros peixes do aquário?”&lt;/h3&gt;
&lt;h3&gt;



“Porque é que a minha platy se volta e come os bebês?”&lt;/h3&gt;
&lt;h3&gt;



“Acho que os meus tetras se reproduziram, mas onde estão os ovos?” &lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Os cuidados parentais nos peixes variam muito, num
continuum desde comer todos os ovos e as crias até ambos os progenitores
guardarem ferozmente os ovos e as crias. &lt;/div&gt;
Muitos peixes apresentam alguns comportamentos comuns, portanto vamos
discuti-los aqui. &lt;br /&gt;
A maioria dos peixes acha que todos os ovos e pequenos peixes são uma
deliciosa especiaria, incluindo os seus. Isto significa que os disseminadores
livres e muitos disseminadores de substrato não podem ser reproduzidos num
aquário comunitário, dado que os ovos serão rapidamente comidos por outros
peixes. Os peixes de água salgada e invertebrados também comem os ovos. Os vivíparos
são especialmente notórios por comerem as suas crias. &lt;br /&gt;
Alguns peixes ignoram os seus ovos e crias e podem ser reproduzidos num
aquário dedicado. Os nuvem branca podem ser reproduzidos desta maneira e muitos
killifish pelo menos ignoram os seus ovos. Os guppies também frequentemente
ignoram as suas crias. &lt;br /&gt;
Outros peixes têm um pai que guarda ovos e crias. A maioria dos construtores
de ninhos de bolhas fazem-no, assim como alguns disseminadores de substrato. O
responsável, macho ou fêmea, fica com os ovos e com os jovens até começarem a
nadar. Com os construtores de ninhos de bolhas o macho cuida no ninho, cria
novas bolhas conforme vão rebentando e volta a colocar os ovos e alevinos que
caiem. Irá também defender o ninho contra outros peixes. Os incubadores bocais
escondem simplesmente os seus ovos na boca e alguns peixes-gato escondem os
seus ovos debaixo de si. Alguns ciclideos também têm um pai que cuida dos ovos
e crias. &lt;br /&gt;
Um arranjo mais comum entre os ciclideos é que ambos os pais guardam os ovos
e cuidam dos filhos. Este arranjo é realmente fascinante de observar. Os pais
irão à vez abanando a água junto aos ovos e removendo os que ganham fungos.
Irão também ferozmente defender o local de postura, podendo ferir ou mesmo
matar outros peixes no aquário. Uma vez os ovos eclodidos os peixes continuam a
guardá-los. Alguns irão transportar a ninhada para um local diferente todos os
dias. Quando os alevinos começam a nadar alguns pais continuam a guardá-los
enquanto outros dão por terminados os seus deveres parentais. Muitos ciclideos
africanos guardam os filhos até se voltarem a reproduzir. Os discus alimentam
mesmo os alevinos com o muco do seu corpo. &lt;br /&gt;
Uma versão ainda mais extrema de guarda é praticada por alguns ciclideos do
Tanganyika. Os peixes de ninhadas anteriores continuam na proximidade do ninho
e ajudam os pais a defender as futuras ninhadas. Os filhos podem permanecer no
grupo até a idade de se reproduzirem, altura em que são afastados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3553944925875135810-3402551370496349635?l=blogdeaquariofilia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xBo1EMElNZ3UFd3T68A5xLES6mI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xBo1EMElNZ3UFd3T68A5xLES6mI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xBo1EMElNZ3UFd3T68A5xLES6mI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xBo1EMElNZ3UFd3T68A5xLES6mI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Aquariofilia/~4/-rtNhbNfZ6k" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/3402551370496349635?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/3402551370496349635?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Aquariofilia/~3/-rtNhbNfZ6k/reproducao-part-2.html" title="Reprodução. (Part. 2)" /><author><name>Clayton Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15318629303623084230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-iDfUO6Zuoa0/TX9m9NnCrpI/AAAAAAAAAEI/xlgLH23594E/s220/Clayton.jpg" /></author><feedburner:origLink>http://blogdeaquariofilia.blogspot.com/2011/03/reproducao-part-2.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUIERnczeyp7ImA9WhZVFEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3553944925875135810.post-1898055110897165489</id><published>2011-03-03T18:42:00.001-03:00</published><updated>2011-05-26T10:45:07.983-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-26T10:45:07.983-03:00</app:edited><title>Reprodução.</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;h3 align="center" style="text-align: center;"&gt;



&lt;u&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Direitos
de Autor&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
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Net e, como tal, pertencem aos leitores dos newsgroups de aquariofilia. Os
artigos com menção estão sujeitos aos direitos dos respectivos autores. Cópias
das FAQs podem ser feitas livremente desde que distribuídas gratuitamente e
incluídos os autores e a reserva de direitos. &lt;/div&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 24pt;"&gt;Reprodução.&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Contributo de Elaine
Thompson &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Tradução de Miguel
Figueiredo&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Salvaguarda: Este documento pretende familiarizar o leitor
com os diferentes métodos de reprodução dos peixes e com a terminologia
utilizada. Quem quiser reproduzir uma dada espécie deve consultar recursos
específicos como livros sobre a espécie em particular. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Estratégias
de Reprodução&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h3&gt;



“Como é que os peixes fazem bebês? Posso ver?”&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Os peixes reproduzem-se de muitas maneiras e sim, pode
ver. De fato, observar a reprodução de peixes é um dos grandes fascínios do
hobby. &lt;/div&gt;
Há duas grandes estratégias usadas pelos peixes: postura de ovos e
nascimento dos alevinos vivos. &lt;br /&gt;
Nos vivíparos a fêmea dá à luz peixinhos completamente formados e que já
podem nadar. A fêmea é fertilizada internamente pelo macho e transporta as
crias durante cerca de um mês até finalmente os libertar. No parto os bebês
nadam para longe, escondem-se e começam a procurar comida. &lt;br /&gt;
Os vivíparos incluem mollies, platies, espadas e guppies. Existem outros
vivíparos como peixes-agulha, anableps (peixe dos quatro olhos) e peixes da
família dos amecas. &lt;br /&gt;
O sexo é fácil de distinguir. A fêmea é maior e o macho tem uma barbatana
anal transformada chamada gonopódio que é usada para fertilizar internamente a
fêmea. Depois da fertilização, a fêmea pode produzir múltiplas ninhadas sem que
o macho esteja presente. &lt;br /&gt;
Ovíparos, como o nome indica depositam ovos em vez de parirem peixes vivos.
Os ovos eclodem, os alevinos apresentam um saco vitelino que irá ser absorvido
até os peixes começarem a nadar. O processo geralmente demora de uma semana a
dez dias, embora possa variar muito. &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;



Os ovíparos têm muitas maneiras de depositar os ovos&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Os disseminadores livres de ovos espalham geralmente os
ovos nas plantas ou sobre o areão. O macho persegue a fêmea durante o ato e os
ovos vão sendo fertilizados conforme caiem. As corridas reprodutivas podem ser
espetaculares de ver, os peixes correm á volta do aquário, ignorando tudo o
resto, incluindo a comida. Exemplos de peixes disseminadores de ovos são os
tetras, barbos, rasboras e danios. &lt;/div&gt;
Os disseminadores de substrato são um pouco mais exigentes sobre onde
colocam os ovos. Estes são depositados presos a algum tipo de substrato. Ambos
os pais participam na postura, com o macho a fertilizar os ovos enquanto a
fêmea os deposita. Exemplos são muitos peixes-gato, alguns ciclideos e killies.
&lt;br /&gt;
Os construtores de ninhos de bolhas depositam os ovos num ninho feito pelo
macho. As bolhas são mantidas juntas com saliva e parecem espuma. As bolhas
atraem infusórios que os alevinos irão comer e mantém os ovos à superfície onde
são bem oxigenados. Durante a postura os ovos são libertados uns poucos de cada
vez e cuidadosamente colocados no ninho onde irão eclodir. Exemplos são os
bettas e os gouramis. &lt;br /&gt;
Os incubadores bocais mantêm os ovos na boca até eclodirem. Os ovos são mais
uma vez colocados uns quantos de cada vez e quando o macho os fertiliza o
elemento que fará a incubação (pode ser a fêmea, o macho ou ambos, conforme a
espécie) coloca-os na boca. O peixe incubador irá então comer muito pouco ou
deixa mesmo de comer até os alevinos nascerem. Exemplos de incubadores bocais
são os machos arrowanas e as fêmeas de alguns ciclideos. &lt;br /&gt;
Os peixes de água salgada também depositam ovos. Alguns são disseminadores
de substrato, mas muitos depositam ovos que flutuam como plâncton. Esses ovos
eclodem para uma face larvar, as larvas flutuam livremente e comem plâncton
minúsculo até crescerem e se transformarem em peixes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3553944925875135810-1898055110897165489?l=blogdeaquariofilia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Y5GpXohwyzrBt4usEaAF6BMaVpo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Y5GpXohwyzrBt4usEaAF6BMaVpo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Y5GpXohwyzrBt4usEaAF6BMaVpo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Y5GpXohwyzrBt4usEaAF6BMaVpo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Aquariofilia/~4/NAOVVRsk6Do" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/1898055110897165489?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/1898055110897165489?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Aquariofilia/~3/NAOVVRsk6Do/reproducao.html" title="Reprodução." /><author><name>Clayton Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15318629303623084230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-iDfUO6Zuoa0/TX9m9NnCrpI/AAAAAAAAAEI/xlgLH23594E/s220/Clayton.jpg" /></author><feedburner:origLink>http://blogdeaquariofilia.blogspot.com/2011/03/reproducao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUMDSXY5eCp7ImA9WhZVFEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3553944925875135810.post-5177404648373942744</id><published>2011-03-03T18:30:00.001-03:00</published><updated>2011-05-26T10:44:38.820-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-26T10:44:38.820-03:00</app:edited><title>Doenças e outras Pragas. (Final)</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;h3 align="center" style="text-align: center;"&gt;



&lt;u&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Direitos
de Autor&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
As FAQs existem graças à contribuição dos participantes na
Net e, como tal, pertencem aos leitores dos newsgroups de aquariofilia. Os
artigos com menção estão sujeitos aos direitos dos respectivos autores. Cópias
das FAQs podem ser feitas livremente desde que distribuídas gratuitamente e
incluídos os autores e a reserva de direitos. &lt;/div&gt;
&lt;h1&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Caracóis&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Contributo de George
Booth&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Tradução de Gonçalo
Nunes&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Os caracóis são por regra geral considerados um desastre
num aquário plantado, mas se o aquário estiver densamente plantado e com boas
condições para o crescimento das plantas, o tipo certo de caracol pode ser
muito útil consumindo restos de plantas e detritos. Qualquer dano que produzam
será compensado por um rápido crescimento das plantas. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Dureza
da água&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
A maioria dos caracóis dão-se melhor em algas
duras/alcalinas. Se a dureza/pH baixam a partir dum certo valor, as conchas dos
caracóis ou se dissolvem e/ou crescem anormalmente (o que parece estar
dependente das espécies). Os caracóis (Melanoides tubercularia) parecem ser os
mais resistentes, mostrando poucos efeitos adversos quando permanecem em águas
pouco duras. As conchas do gênero Planorbis começam a dissolver-se, e a formar
falhas na concha que se está a formar. Os do gênero Pomacea desenvolvem falhas
na concha. A maioria destes problemas podem ser corrigidos aumentando a dureza
da água, sendo possível a sua recuperação, embora os danos exteriores das
conchas (por dissolução) permaneçam. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Tipos de caracóis&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h3&gt;



Malaysian trumpet snail&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
O caracol da Malásia ou Caracol Trombeta, &lt;i&gt;Melanoides
tubercularia&lt;/i&gt;, é uma criatura interessante uma vez que vive no substrato
durante o dia e só sai à noite. A sua concha é um cone perfeito e atinge 2 cm
de comprimento. Ô um caracol vivíparo e reproduz-se facilmente. É considerado
benéfico para um aquário plantado e não parece danificar as plantas, mesmo
quando são em grande número. São difíceis de encontrar à venda. Mas geralmente
vêm de graça com as plantas. Se desejável, as Botias palhaço mantêm-nos e a
outros caracóis sob controle. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;



Planorbis sp.&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Estes caracóis são muito comuns e vêm em vários tamanhos.
A forma do corpo lembra o corno de um carneiro. As variedades pequenas (menos
de 1 cm) não danificam tanto um aquário plantado, embora pareçam gostar das
folhas tenras da família das &lt;i&gt;Hygrophila&lt;/i&gt;. &lt;/div&gt;
O outro tipo é o escuro e raiado de castanho claro, Marisa rotula, que podem
atingir 5 cm de diâmetro. As riscas correm ao longo do comprimento da concha
com um padrão de largura ao acaso de riscas pálidas-escuras-pálidas que permanece
constante ao longo de toda a sua vida. Estes caracóis são extremamente
prolíficos e têm um apetite terrífico por plantas. &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;



Caracóis de Lago (Amnicola limnosa)&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Os caracóis de lago têm a forma de um melão e menos de 2
cm de comprimento. Devem ser evitados dado que comerão alegremente as plantas. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;



Ampularia (Pomacea sp.)&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
É um dos tipos mais bonitos de caracóis. Têm uma forma
semelhante à espécie Amnicola limnosa, mas a espiral é mais arredondada, e são
maiores. Podem atingir o tamanho de uma bola de tênis se forem bem cuidados.
Aparecem em muitas variedades. O seu corpo pode ser escuro, ou quase albino
(muito pálido com um padrão de manchas de cor laranja vivo). A concha pode ser
escura, laranja vivo, albina, ou às riscas e multicolorida (do mesmo tamanho
dos Planorbis). Uma das variedades do gênero Pomacea possui as riscas multicoloridas
típicas, com um corpo escuro. Em geral estes caracóis não comem plantas vivas.
Preferem algas e plantas/animais mortos (dar-lhes espinafre enlatado faz com
que eles se tornem grandes). &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Profilácticos para
caracóis&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Para prevenção a caracóis indesejados, usar uma solução
fraca de permanganato de potássio antes de introduzir plantas novas no aquário.
O livro “Manual of Fish Health” recomenda uma concentração de 10 mg/litro num
banho de 10 minutos como um desinfetante geral para as plantas de aquário.
Depois lavá- las bem em água corrente. Isto mata os ovos de caracóis e parasitas,
e pode prevenir a presença de esporos de algas. &lt;/div&gt;
O alúmen é também útil. Nos Estados Unidos o produto “Alum U.S.P.” vende-se
em farmácias, possivelmente as farmácias portugueses também comercializam o
alúmen. Mergulhar as plantas em 4 litros de água à qual se adicionaram 10
colheres de chá de alúmen. O alúmen mata os seres microscópicos. Imersões longas
(2-3 dias) matarão os ovos de caracol e/ou os caracóis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-z8Mus7qerhM/TW-HlEURTgI/AAAAAAAAABE/vTq_ppC4rsw/s1600/4f.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh5.googleusercontent.com/-z8Mus7qerhM/TW-HlEURTgI/AAAAAAAAABE/vTq_ppC4rsw/s1600/4f.png" /&gt;&lt;/a&gt;Fim da FAQ Doenças e outras Pragas. &lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3553944925875135810-5177404648373942744?l=blogdeaquariofilia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3BDInGKFdC6s7IcdVVybXE-G5ls/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3BDInGKFdC6s7IcdVVybXE-G5ls/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3BDInGKFdC6s7IcdVVybXE-G5ls/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3BDInGKFdC6s7IcdVVybXE-G5ls/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Aquariofilia/~4/rEGiSqucgiE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/5177404648373942744?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/5177404648373942744?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Aquariofilia/~3/rEGiSqucgiE/doencas-e-outras-pragas-final.html" title="Doenças e outras Pragas. (Final)" /><author><name>Clayton Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15318629303623084230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-iDfUO6Zuoa0/TX9m9NnCrpI/AAAAAAAAAEI/xlgLH23594E/s220/Clayton.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh5.googleusercontent.com/-z8Mus7qerhM/TW-HlEURTgI/AAAAAAAAABE/vTq_ppC4rsw/s72-c/4f.png" height="72" width="72" /><feedburner:origLink>http://blogdeaquariofilia.blogspot.com/2011/03/doencas-e-outras-pragas-final.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUMAR3s6fCp7ImA9WhZVFEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3553944925875135810.post-4926292240791545155</id><published>2011-03-03T18:19:00.001-03:00</published><updated>2011-05-26T10:44:06.514-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-26T10:44:06.514-03:00</app:edited><title>Doenças e outras Pragas. (Part. 3)</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;h3 align="center" style="text-align: center;"&gt;



&lt;u&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Direitos
de Autor&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
As FAQs existem graças à contribuição dos participantes na
Net e, como tal, pertencem aos leitores dos newsgroups de aquariofilia. Os
artigos com menção estão sujeitos aos direitos dos respectivos autores. Cópias
das FAQs podem ser feitas livremente desde que distribuídas gratuitamente e
incluídos os autores e a reserva de direitos. &lt;/div&gt;
&lt;h1&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Algas&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
As descrições e técnicas de controlo seguintes são para
tipos comuns de algas encontradas em aquários de água doce. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Contributo de George
Booth&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Tradução de Gonçalo
Nunes&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Introdução&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Existem duas categorias de algas de interesse para o
aquariófilo: “boas” e “más”. As consideradas boas estão presentes em pequenas
quantidades, o que é indicativo de boa qualidade de água e são facilmente
controladas quer por peixes que as consumam quer pela simples remoção durante
as rotinas de manutenção. Estas algas são a consequência natural de possuir
água com nutrientes e uma fonte de luz. &lt;/div&gt;
As algas consideradas más são ou um indicador de má qualidade de água ou
trata-se de um tipo de alga que tomou o aquário de assalto arruinando a
estética que o aquariófilo pretendia atingir. O rótulo de “más” é completamente
subjetivo. Por exemplo, um tipo de alga verde com aspecto de cabelo, é
considerada uma praga por aquariófilos Americanos, mas é cultivada por
aquariófilos Europeus como sendo um valioso suplemento alimentar para os
peixes. &lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Tipos de
Algas&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h3&gt;



Azuis-verdes, cianobactérias, algas pegajosas&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Crescem rapidamente em camadas viscosas azuis-verdes.
Espalham-se depressa por todo o lado, muitas vezes têm um cheiro intenso e
indicam em geral má qualidade de água. No entanto, as algas azuis-verdes podem
fixar azoto e podem ser vistas em aquários com nitratos extremamente baixos.
Por vezes vistas em pequenas quantidades entre o areão e os vidros do aquário.
Acabam por sufocar as plantas e matá-las. &lt;/div&gt;
Tratam-se na realidade de cianobactérias. E podem ser fisicamente removidas,
mas não se trata de uma solução a longo prazo uma vez que as condições no
aquário permanecem as mesmas e elas voltam a surgir de novo e em força. Um tratamento com
200 mg de fosfato de eritromicina para 40 litros de água elimina em geral as
cianobactérias, alguns especialistas acham que poderá ter efeitos adversos para
o filtro biológico. Se a eritromicina for usada os níveis de amônia e nitritos
devem ser monitorizados. &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;



Algas Castanhas&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Formam grupos de manchas acastanhadas macias. Nos aquários
de água doce estas algas são em geral diatomáceas. Geralmente a sua presença
indica falta de luz ou excesso de silicatos. Aumentar os níveis de luminosidade
faz em geral com que estas desapareçam. Retiram-se facilmente limpando o vidro,
ou sifonando a área afetada. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;



Água Verde&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
As algas verdes unicelulares podem por vezes reproduzir-se
tão depressa que a água torna-se verde. Ao que se dá o nome geral de “estouro”
de algas, e é causado em geral por uma grande intensidade de luz como a luz
solar. &lt;/div&gt;
Um “estouro” de algas pode ser removido filtrando a água por uma rede (malha
em microns) ou através de filtros de diatomito. Uma esterilização da água por
meio de ultravioletas pode evitar que isto suceda em primeiro lugar. A água
verde é bastante útil para o cultivo de dáfnias e artêmia. &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;



Algas em camada&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Crescem no vidro do aquário, dando origem a um aspecto
enevoado quando se olha para através do vidro. Removem-se facilmente limpando o
vidro. São uma ocorrência normal quando existem níveis elevados de luminosidade
para um bom crescimento das plantas. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;



Algas em forma de pontos&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Crescem sob uma forma circular, delgada, intrincada, de
verde pálido, geralmente no vidro do aquário, mas também sobre as plantas. São
consideradas uma ocorrência normal em aquários plantados. Têm de ser
mecanicamente removidas. Em aquários de acrílico usar um pano suave tipo
almofada de maquiagem e esfregar arduamente. Em aquários de vidro, os
raspadores de lâmina são mais eficientes. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;



Algas Algodão&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Crescem regra geral nas folhas de plantas, como pequenos
fios (2-3 mm). São consideradas uma ocorrência normal. Podem ser uma forma
menos “virulenta” das algas tipo barba. Controladas facilmente através de
peixes comedores de algas como a Mollie Negra. &lt;i&gt;Otocinclus&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Peckoltia&lt;/i&gt;
e &lt;i&gt;comedores de algas siameses&lt;/i&gt;. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;



Algas em forma de barba&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Crescem sobre as folhas das plantas e são de um verde
pálido. Os fios possuem individualmente uma textura muito delicada, mas juntos
crescem como manchas espessas assemelhando-se a uma barba verde. Crescem até
aos 4 cm. Não podem ser removidas mecanicamente. Também não indicam má
qualidade de água, mas crescem muito depressa se espalhando por todo o aquário
tornado-as algas “más”. Podem ser eliminadas com Simazina (“Algae Destroyer” da
Aquarium Pharmaceuticals). &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;



Algas em forma de cabelos&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Crescem em agregados de uma cor verde viva no areão, à
volta da base de plantas como o Echinodorus e à volta de objetos mecânicos. Têm
uma textura mais áspera que as em forma de barba. Estas últimas agitam-se na
corrente de água, enquanto que as em forma de cabelos têm a tendência de se
entrelaçarem formando um aglomerado. Individualmente cada alga deste tipo pode
atingir 5 ou mais centímetros. São fáceis de remover mecanicamente enrolando-as
com uma escova de dentes. Podem tornar-se difíceis de limpar se permanecerem
muito tempo sem serem detectadas. Constituem um suplemento alimentar para os
peixes, utilizadas pelos aquariófilos Europeus. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;



Algas filamentosas&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Crescem sob a forma de filamentos delgados e compridos até
30 ou mais centímetros. A sua cor é esverdeada (embora seja difícil de
distinguir por serem filamentos muito finos). Indicam em geral um excesso de
ferro (&amp;gt; 0.15 ppm). Removem-se facilmente com uma escova de dentes tal como
nas em forma de cabelos. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;



Algas em forma de chifre&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Parecem-se com fios individuais semelhantes aos das algas
filamentosas, mas tendem a crescer ramificada mente dando origem a uma estrutura
tipo que se assemelha a um chifre de veado e são cinzentas- esverdeadas.
Crescem na sua maioria sobre peças de equipamento dos aquários à superfície.
São difíceis de remover mecanicamente. Colocar as peças de equipamento afetado
num recipiente com uma solução de 25% de lixívia e água. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;



Algas em forma de escova&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Crescem dando origem a tufos negros tipo penas (de 2-3 mm
de comprimento), regra geral sobre as folhas de crescimento lento de plantas
como as Anubias, alguns Echinodorus, e outras. Também podem surgir em
equipamento mecânico. Trata-se na realidade de uma alga vermelha do gênero
Audouinella (outros nomes: Acrochaetium, Rhodochorton, Chantransia). Não são
fáceis de remover mecanicamente. Devem-se remover e deitar fora as folhas das
plantas afetadas. O equipamento pode ser mergulhado numa solução de 25% de
lixívia e água, e depois escovado para retirar as algas mortas. Os Comedores de
Algas Siameses (SAE) (&lt;i&gt;Crossocheilus siamensis&lt;/i&gt;) costumam alimentar-se
desta alga podendo assim controlá-la. Uma medida mais drástica é o tratamento
com cobre. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Profiláticos
para as algas&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Os esporos das algas estão em todo o lado e poderão estar
sempre presentes num aquário, a não ser que se tomem algumas medidas drásticas.
Para aquários só com peixes, um conjunto de ultravioletas corretamente montado
para desinfecção, matará os esporos de algas existentes e prevenirá o seu
ressurgimento. &lt;/div&gt;
Para aquários plantados, isto não é uma boa solução uma vez que a luz
ultravioleta irá oxidar também alguns oligoelementos necessários às plantas
limitando assim o potencial crescimento destas. Infelizmente, condições que são
boas para o crescimento de plantas são-no também para as algas. Felizmente, as
plantas ganham regra geral na competição pelos nutrientes disponíveis com as
algas. No entanto, se existe um desequilíbrio com os nutrientes, as algas oportunistas
usam tudo aquilo que não é usado pelas plantas superiores. Diferentes algas
usam diferentes nutrientes, causando explosões esporádicas de novos tipos de
algas em aquários aparentemente estáveis quando um desequilíbrio temporário
ocorre. &lt;br /&gt;
Um grama de prevenção vale um quilo de cura. Para evitar a introdução de um
novo tipo de alga num aquário plantado através de plantas novas, um mergulho
rápido em lixívia destas parece funcionar bem. Misturar 1 parte de lixívia para
19 partes de água e mergulhar as plantas nesta solução por 2 minutos. Lavar bem
a planta logo de seguida com água corrente, depois imergi-las novamente em água
com anti-cloro para neutralizar e remover a lixívia. Isto matará as algas e
apenas retardará o crescimento duma planta saudável. Plantas em más condições
podem sucumbir a este tratamento, mas de qualquer forma não aguentavam mesmo
sem ele. &lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Peixes
limpadores de algas&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
O controle mais eficaz de algas num aquário plantado é
através de peixes que consumam algas. Isto é especialmente crítico na
instalação de um novo aquário, deve-se certificar que as algas não se instalam
antes das plantas terem a chance de se instalarem devidamente. Por esta razão e
para ajudar o filtro biológico, é recomendado que alguns peixes resistentes que
consumam algas sejam colocados logo de início. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;



Mollies negras&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
As Mollies negras de vela são excelentes candidatos para o
período inicial de um aquário plantado, pois são fáceis de encontrar e baratas.
São em geral consideradas dispensáveis e podem ser removidas passado 1 mês ou
mais. É importante NÃO ALIMENTA-LAS. Se forem, não ficarão tão ávidas para
comer algas. Quando estão com fome, são ávidas consumidoras da maioria dos
tipos de alga que surgem durante o período inicial. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;



Otocinclus sp.&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Os Otocinclus são diligentes consumidores de algas, mas é
melhor mantê-los em cardume devido ao seu pequeno tamanho. Um para 40 litros é
uma boa regra prática. Várias espécies deste gênero podem ser vistas nas lojas
de tempos a tempos; a maioria são bons comedores de algas, mas outros parecem
preferir o muco de outros peixes às algas. Infelizmente, parece não existir
forma de distinguir os “Otocinclus de ataque” dos normais. &lt;/div&gt;
Os Otocinclus parecem ser peixes delicados, mas isto se deve provavelmente
aos abusos na captura e transporte do que propriamente ao fato de serem frágeis
em si. Quando
uma loja adquire novos exemplares, é bom esperar um pouco antes de comprá-los
de forma a restarem os mais resistentes. Muitas pessoas afirmam terem comprado
uma dúzia deles até ficarem com apenas um par no espaço de poucos meses. Esses
sim depois parecem durar muito tempo. &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;



“Plecostomus” sp.&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Plecostomus é o nome genérico para uma larga variedade de
peixes com a boca em forma de ventosa. Apenas as espécies menores são úteis num
aquário plantado, uma vez que as maiores além das algas comem também as
plantas. Dois dos gêneros mais úteis são os Ancistrus sp. e Peckoltia sp. Ambos
ficam abaixo dos 10 cm de comprimento e parece não provocarem grandes danos às
plantas. Por vezes plantas de folha larga como os Echinodorus são mordiscadas
por eles, tendo de se ter atenção a esse fato. &lt;/div&gt;
A sua dieta pode ser suplementada com zucchini cortado aos pedaços e
tabletes para peixes de fundo. Também apreciam troncos no aquário para
satisfazer as suas necessidades por celulose. Ver a FAQ Peixes para
Principiantes para mais informação sobre peixes-gato com boca em forma de
ventosa. &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;



Comedor de Algas Siamês&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Crossocheilus e Epalzeorhynchos Não confundir estes peixes
comedor de algas chinês, também conhecido por limpa-vidros, o qual em adulto é
muito agressivo e deixa de comer algas. O Comedor de Algas Siamês, &lt;i&gt;Crossocheilus
siamensis&lt;/i&gt;, é muito boa para comer algas e conhecido por comer algas
vermelhas. O único problema é que este peixe é difícil de encontrar à venda. Há
2 espécies comuns nesta família. A mais comum é a Epalzeorhynchos kallopterus, vulgarmente
chamada Raposa Voadora. Esta espécie é a mais atrativa das duas. Tem um corpo
acastanhado com uma faixa negra bem distinta, com outra mais fina e acima
dourada ou cor de bronze. As Raposas Voadoras tendem a ser muito agressivas à
medida a que crescem e que se saiba não consomem algas vermelhas. &lt;/div&gt;
O comedor de algas siamês é da mesma forma que a espécie precedente, mas o
seu corpo tende mais para o prateado com uma faixa negra não muito perfeita.
Pode haver também outra por cima não muito bem definida dourada ou cor de
bronze. Estes não são de todo agressivos; sendo bons companheiros de Discus ou
Tetras. &lt;br /&gt;
Quando são jovens, as diferenças entre o E. Kallopterus e o C. Siamensis
podem não ser muito aparentes, especialmente se nunca se viram as duas espécies
juntas. Infelizmente, a maioria dos vendedores não vende os peixes nas suas
lojas pelo seu nome científico e o nome vulgar é por vezes bastante pateta
(como “raposa voadora siamesa”). Se não se souber qual das espécies a loja tem
pode comprar o peixe à mesma, no entanto deve estar preparado para lhe
encontrar um novo lar caso seja o errado (a menos que os peixes que se possua
com ele o tolerem). &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;



Farlowella&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
São bons consumidores de algas embora sejam muito
sensíveis à qualidade de água. Uma das espécies (Farlowella gracilis) ficará
muito grande para um aquário plantado e pode causar danos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3553944925875135810-4926292240791545155?l=blogdeaquariofilia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Oa1nMbIagm8vgHZlqFEuF_gALyI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Oa1nMbIagm8vgHZlqFEuF_gALyI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Oa1nMbIagm8vgHZlqFEuF_gALyI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Oa1nMbIagm8vgHZlqFEuF_gALyI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Aquariofilia/~4/mDSrdsaiMPk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/4926292240791545155?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/4926292240791545155?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Aquariofilia/~3/mDSrdsaiMPk/doencas-e-outras-pragas-part-3.html" title="Doenças e outras Pragas. (Part. 3)" /><author><name>Clayton Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15318629303623084230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-iDfUO6Zuoa0/TX9m9NnCrpI/AAAAAAAAAEI/xlgLH23594E/s220/Clayton.jpg" /></author><feedburner:origLink>http://blogdeaquariofilia.blogspot.com/2011/03/doencas-e-outras-pragas-part-3.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUMESHYyfyp7ImA9WhZVFEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3553944925875135810.post-2943464827006577122</id><published>2011-03-03T18:07:00.001-03:00</published><updated>2011-05-26T10:43:29.897-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-26T10:43:29.897-03:00</app:edited><title>Doenças e outras Pragas. (Part. 2)</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;h3 align="center" style="text-align: center;"&gt;



&lt;u&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Direitos de Autor&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
As FAQs existem
graças à contribuição dos participantes na Net e, como tal, pertencem aos
leitores dos newsgroups de aquariofilia. Os artigos com menção estão sujeitos
aos direitos dos respectivos autores. Cópias das FAQs podem ser feitas
livremente desde que distribuídas gratuitamente e incluídos os autores e a
reserva de direitos. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Contributo
de Elaine Thompson&lt;br /&gt;
Tradução de Gonçalo Nunes&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Diagnóstico/Doenças
comuns ou: Como é que sei que o peixe está doente?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
O mais importante: observar os nossos peixes e determinar
qual a sua aparência e comportamento normais. Se não se souber o que é o estado
normal, não se pode saber o que é o estado doente. &lt;/div&gt;
Maus sinais: &lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Barbatanas presas (as barbatanas estão dispostas
anormalmente perto do corpo). &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;O peixe recusa a sua comida habitual por mais de
2 dias. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Existem pontos visíveis, lesões, ou manchas
brancas no peixe. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;O peixe vem respirar a superfície da água. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;O peixe flutua, afunda-se, gira, ou nada de
lado. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;O peixe oscila (move-se de um lado para o outro
sem progredir para frente) &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Um peixe normalmente ativo encontra-se parado. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Um peixe normalmente parado encontra-se muito ativo.
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Um peixe incha de repente, e não é por ter ovos
ou alevinos. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;O peixe esfrega-se contra as decorações do
aquário. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Sugere-se a criação de um armário com medicamentos. Quase
parece que os peixes ficam sempre doentes quando as lojas estão fechadas. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Testes da qualidade de água: pH, amônia,
nitritos, nitratos &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Sal de aquário (e NÃO sal de mesa. A maioria dos
sais de mesa possuem aditivos para evitar a sua agregação. Kosher ou sal gema
são bons) &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Verde de Malaquite/formol remédio para os pontos
brancos &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Azul de Metileno &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Lixívia para desinfecção &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Talvez um antibiótico (Kaianamicina ou Furanace)
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Comida com antibióticos &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Remédio com cobre para tratamento de parasitas &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
E para peixes grandes demais para manusear: &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Q-tips &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Verde de Malaquite e mercurocromo &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Doenças
comuns/problemas ou: O que se passa de errado com os meus peixes? &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h3&gt;



Má qualidade de água &lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Os peixes estão a respirar a superfície, ou muito inativos,
mas não existem lesões quando tudo começou. As barbatanas parecem estar presas.
Muitos peixes de diferentes espécies são afetados, e possivelmente todo o
aquário. Se a água se manteve em mau estado há algum tempo, os peixes podem
apresentar putrefação das barbatanas, ou manchas de sangue nas barbatanas. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Se os peixes estão a respirar a superfície, ou
possuem brânquias roxas: amônia em concentrações elevadas ou pouco oxigênio
podem ser a causa; testar a amônia e o oxigênio dissolvido. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Se o principal sintoma é a inatividade: testar
os nitritos, pH, oxigênio dissolvido, nitratos &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Dependendo dos resultados dos testes, efetuar o seguinte: &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Amônia &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Mudar a água o suficiente para reduzir os
níveis de amônia para 1-2 ppm em água doce e abaixo de 1 ppm em água salgada.
Se isso significar uma mudança de mais de 1/3 da água, ter a certeza que a água
que se adiciona está à mesma temperatura, salinidade, dureza e pH que a da água
do aquário. Pode também efetuar-se várias pequenas mudanças de água durante
alguns dias. Deve-se aerificar, e certificar que o pH está igual ou abaixo de
7.0 nos aquários de água doce. Adicionalmente ou em vez de efetuar mudanças de
água, pode-se adicionar Amquel para imediatamente aliviar o peixe. Descubra
porque é que a amônia está presente e corrija o problema. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Nitritos &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Mude a água o suficiente para trazer os
nitritos abaixo de 2 ppm (tal como para a amônia se for muita água, encaixar os
parâmetros ou realizar múltiplas mudanças), adicionar uma colher de sopa de sal
para 4 litros de água (nem todos os peixes poderão tolerar esta quantidade -
começar com uma colher de chá), e adicionalmente aumentar a aerificação.
Descubra porque é que os nitritos estão presentes e corrija o problema. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Nitratos &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Mudar a água e limpar o filtro. Se o filtro se
encontra sujo, existem mais restos de matéria orgânica presente para ser
transformada em
 nitratos. Começar por alimentar menos e mudar mais vezes a
água. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Níveis baixos de oxigênio &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Juntar mais uma pedra difusora. Se isto
ajudar, o peixe provavelmente não tem oxigênio suficiente na água. O aquário
pode precisar ser limpo, ter menos peixes, ou maior movimento de água à
superfície a partir de uma cabeça motorizada, uma pedra difusora, ou de um
filtro. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
PH impróprio &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Se os valores de pH são muito baixos:
certificar-se que o tamponamento com carbonatos é adequado, pelo menos 5 dKH.
Em geral adicionar 1 colher de chá cheia para 120 litros, aumenta o dKH em 2
graus. Para um aquário de 40-80 litros que necessita do pH um bocadinho mais elevado,
experimentar adicionar um quarto de colher de chá cheia. Se isso não for
suficiente adicionar uma colher de chá cheia ou mais. Em aquários de grande
capacidade pode-se ir até 1 colher de chá cheia para 120 litros. Se os valores
de pH continuam baixos e o KH está pelo menos nos 5-6 graus de dKH, limpar o
aquário. Para uma tamponização a longo prazo de sistemas de água salgada e água
doce alcalina, adicionar areia de coral. Se o pH é muito elevado, pode-se
adicionar ácido fosfórico para baixar o pH. Não usar e abusar deste ácido uma
vez que pode promover o crescimento de algas, usá-lo só em casos extremos como
o de envenenamento por amônia. Para baixar o pH a longo prazo, usar turfa no
filtro, ou usar água destilada ou deionizada misturada com a água da torneira. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;



Ictio: Doença dos Pontos Brancos&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Sintomas: Os peixes parecem apresentar pequenos grãos de
sal no corpo e podem esfregar-se de encontro a objetos no aquário. &lt;/div&gt;
A doença dos pontos brancos é causada por um protozoário (Ichthyopthirius
multifiliis) com um ciclo de vida o qual inclui uma forma nadante livre. Este
protozoário desenvolve-se no peixe a destaca-se deste e vai ligar-se ao areão
ou ao vidro do aquário a reproduz-se dando origem a muitos parasitas a estes
parasitas colam-se depois ao corpo de outros peixes. Se estes parasitas não
encontram um hospedeiro, morrem passados cerca de 3 dias (dependendo da
temperatura da água). &lt;br /&gt;
Assim, para a cura, o medicamento tem de ser administrado diretamente no
aquário de forma a matar estas formas livres de parasitas. Se os peixes são
retirados para um aquário de quarentena os parasitas que se encontram no
aquário principal escapam ao tratamento - a menos que todos os peixes sejam
removidos por um período de cerca de uma semana em água doce e de 3 semanas em
água salgada. Num aquário de recife de coral, em que os invertebrados são
sensíveis a este tipo de tratamento, remover os peixes é a única opção.
Pensa-se que estes protozoários se encontram na forma dormente na maioria dos
aquários. Sendo ativados quando ocorrem flutuações de temperatura. &lt;br /&gt;
Cura: Para a maioria dos peixes, usar um medicamento com formol e verde de
Malaquite. Estes são ingredientes ativos em muitos dos medicamentos à venda em
lojas de aquários. Alguns desses produtos são o Rid Ich da Kordon e Quick cure
da Aquarium Pro. No entanto basta ler o rótulo para descobrir uma série de
outros produtos semelhantes de outros fabricantes. Verificar se existem
flutuações de temperatura no aquário e corrigi-las para evitar que o mesmo
suceda de novo. Notar que os tetras são ligeiramente sensíveis ao verde de
Malaquite, por isso usar metade da dose deste produto. &lt;br /&gt;
Use estes produtos como indicado (regra geral uma dose diária) até que todos
os pontos desapareçam dos peixes. Depois dosear de 3 em 3 dias até perfazer um
total de mais 4 doses. Isto permitirá matar todas as formas livres de parasitas
assim que eclodem dos cistos. &lt;br /&gt;
Outra forma de cura é aumentar a temperatura da água do aquário até cerca de
32°C e adicionar 1 colher de chá de sal para 4 litros de água. Nem todos os
peixes suportam este tratamento. &lt;br /&gt;
Finalmente, pode ainda tratar-se esta doença através de um “método de
transferência”. Movem-se diariamente os peixes para um aquário diferente com
água limpa, condicionada, e quente. Os parasitas destacam-se dos peixes ficando
assim neste aquário. Após mudar os peixes diariamente durante uma semana, os
peixes (presumivelmente curados) podem ser de novo introduzidos no aquário
principal. A desvantagem deste método é causar stress não só aos peixes como ao
próprio aquariófilo. &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;



Apodrecimento das barbatanas&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
As barbatanas dos peixes ficam brancas e desaparecem. A putrefação
segue-se regra geral a uma ferida ou lesão. Pode também ser causada por má
qualidade de água. &lt;/div&gt;
Cura: Primeiro, tratar a água e remover peixes que gostam de mordiscar as
barbatanas de outros. Mudar parte da água (cerca de 25%) e adicionar uma colher
de chá de sal para melhor sanar a ferida. Se o problema era má qualidade de
água ou outro peixe no aquário, isto deve chegar. As feridas devem começar a
sarar dentro de dois dias. &lt;br /&gt;
Se por outro lado piorar, verificar primeiro se isso é causado por fungos ou
bactérias. A putrefação por meio de fungos dá um aspecto de haver tufos de
algodão nas barbatanas seguindo-se geralmente a uma lesão. É visto com
frequência em
 ciclídeos Africanos ou peixe que se aleijaram de encontro a
decorações do aquário. A putrefação por meio de bactérias dá também um aspecto
branco às barbatanas, mas sem o aspecto de algodão como nos fungos (à exceção
da infecção provocada pela bactéria Columnaris), e pode ser contagiosa.
Torna-se então necessário retirar os peixes do aquário e tratá-los. &lt;br /&gt;
Fungos: Para peixes de tamanho suficiente para serem manuseados, apanhá-los,
e esfregar o peixe com um cotonete, em que uma das pontas foi previamente
embebida em verde de Malaquite, na zona em que os fungos se encontram
presentes. Isto é extremamente eficaz. Poderá ser necessário repetir este
tratamento mais vezes. &lt;br /&gt;
Para peixes menores, um fungicida comercial como o Maroxy pode resultar. Para
infestações mais sérias, tentar um banho com Azul de Metileno (de forma a que
mal se consiga ver o peixe) até os fungos se tornarem azuis ou durante 20
minutos. Se o azul de metileno for administrado diretamente para o aquário, as
plantas morrem e o filtro biológico é danificado. &lt;br /&gt;
Bactérias: Tratamento com antibióticos num aquário de quarentena. Isto é
muito traumatizante para os peixes, e nem sempre dá resultado, por isso deve-se
certificar bem o que se está a fazer antes de tentá-lo. Se o peixe está a comer
a melhor aposta é usar antibióticos na comida. A Tetra fabrica um com bons
resultados - comprar o que indica tratamento de infecções bacterianas e seguir
o que está indicado no rótulo. &lt;br /&gt;
Se o peixe não está a comer, um tratamento por imersão torna-se necessário.
Uma combinação de Kainamicina e Furanace geralmente dá bons resultados,
especialmente para Columnaris. Mais uma vez, o tratamento deve ser num aquário
separado e com forte aerificação. &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;



Lesões &lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Ciclídeos e outros peixes agressivos podem apresentar
lesões que são sérias o suficiente para sangrarem após uma luta. Outros peixes
podem ir de encontro a decorações do aquário, aos vidros, ou pedras. &lt;/div&gt;
Os peixes maiores podem ser apanhados e as suas feridas esfregadas com
mercurocromo (disponível nas farmácias) ou Betadine (antibiótico à base de iodo
também disponível nas farmácias) de forma a evitar infecções. Deve-se
certificar que estes químicos não entram em contacto com os olhos ou brânquias.
Para peixes muito pequenos, colocá-los num aquário separado com Azul de
Metileno (não muito forte - pálido) e 1 colher de chá de sal para 4 litros. Se
quiser manter os peixes no aquário adicionar apenas o sal, uma vez que o Azul
de Metileno irá danificar o filtro biológico. &lt;br /&gt;
Observar os peixes de forma a certificar-se que as lesões estão a sarar bem,
e repetir a dose com mercurocromo caso se justifique. Se posteriormente surgir
a putrefação das barbatanas ou uma infestação por fungos, ler a informação
acima dada sobre putrefação das barbatanas. &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;



Hidropisia&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
O peixe incha como um balão e apresenta os olhos a
saltarem da órbita. Pode recuperar sem tratamento ou morrer mesmo com
tratamento. O inchaço deve-se ao fato do peixe estar a absorver mais água do
que a eliminá-la, e isto pode ser causado por uma série de problemas. Nitratos
elevados é uma das coisas a verificar. Infecções bacterianas internas,
incluindo tuberculose íctica, são outras possibilidades. Se não existirem
problemas com a qualidade de água, pode-se tentar um tratamento à base de
antibióticos num outro aquário. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;



Erosão da linha lateral e cabeça (Doença dos buracos
na cabeça)&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Esta doença pode afetar Discus, outros ciclídeos, e muitos
peixes de água salgada. O peixe desenvolve pequenos orifícios na sua cabeça e
muitas vezes ao longo da linha lateral. As causas são incertas, mas como
qualquer doença, o stress e má qualidade de água exercem um papel importante. O
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;Manual
of Fish Health&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; diz que esta doença pode ser provocada por
deficiências nutricionais, especialmente em vitamina C. Peixes
que estão em aquários plantados raramente apanham esta doença, o que suporta a idéia
relativa a problemas nutricionais, uma vez que os peixes podem mordiscar as
plantas e obter mais algum alimento complementar. Untergasser observou a
presença do protozoário Hexamita nestas lesões. Casos que não são tratados
levam a um grave desfiguramento ou podem ser mesmo fatais. &lt;/div&gt;
Cura: Primeiro, certificar-se que a qualidade de água é ótima e reduzir o
stress. Parar o filtro de carvão ativado pode ajudar uma vez que este retira
nutrientes da água. Depois fornecer uma alimentação rica em vitaminas,
prestando particular atenção a um suplemento de vitamina C. &lt;br /&gt;
Para casos mais complicados, alguns livros sugerem metronidazola (Flagyl)
para eliminar Hexamita (protozoário patogênico não muito forte) das lesões. A
experiência do aquariófilo pode influenciar o sucesso deste tratamento.
Metrozole e Hex-a-mit são produtos comerciais com metronidazola. &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;



Desordens na Bexiga Natatória&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
O peixe nada de barriga para cima ou de lado. Isto é
particularmente comum nos peixes vermelhos devido às formas bizarras dos seus
corpos. Flocos consumidos rapidamente incham no intestino do peixe e impedem o
peixe de controlar a bexiga gasosa convenientemente. Para ajudar os peixes,
alimentá-los com alimentos previamente imersos ou gelatinosos. Vegetais são
também bons, ervilhas em particular. &lt;/div&gt;
Tal como no apodrecimento das barbatanas, estas desordens podem ser causadas
por infecção bacteriana. O tratamento é praticamente o mesmo. Usar antibióticos
no alimento se o peixe está a comer, ou adicioná-los à água do tanque de
quarentena se os peixes não estão a comer. &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;



Parasitas externos grandes (em oposição ao protozoário
causador do ictio)&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Adicionar um medicamento à base de cobre ao aquário e
controlá- lo através de um teste para cobre. O produto Maroxy da Mardel também
funciona bem. Para sanguessugas ou copépodes em peixes de lago, removê-los com
pinças e esfregar a zona com mercurocromo para evitar posterior infecção. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;



Veludo&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Os peixes parecem ter sido polvilhados com pó dourado. As
barbatanas podem estar presas e o peixe pode oscilar. Tratar com um medicamento
anti-parasitas como o cobre ou formol e Verde de Malaquite. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span lang="EN-US" style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Referências&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;span lang="EN-US"&gt;The Manual of Fish Health &lt;br /&gt;
Dr. Chris Andrews, Adrian Exell and Dr. Neville Carrington.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;New Jersey: Tetra Press, 1988&lt;br /&gt;
Este é um livro excelente, e recomendo-o a todos os que se interessam por este
tipo de assunto. &lt;br /&gt;
&lt;span lang="EN-US"&gt;Handbook of Fish Diseases &lt;br /&gt;
Dieter Untergasser &lt;br /&gt;
Translation by Howard H. Hirchhorn &lt;br /&gt;
T.F.H. Publications, Inc., 1989 &lt;br /&gt;
Este é a minha segunda escolha. &lt;/span&gt;É muito bom, mas alguns dos tratamentos
são difíceis de obter, e entra em mais detalhes que aqueles que o aquariófilo
comum precisa (ou quer) saber.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3553944925875135810-2943464827006577122?l=blogdeaquariofilia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gpSFGbarEuxwbBQulfFbm7lm2b8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gpSFGbarEuxwbBQulfFbm7lm2b8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gpSFGbarEuxwbBQulfFbm7lm2b8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gpSFGbarEuxwbBQulfFbm7lm2b8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Aquariofilia/~4/WwqrLmz2-Aw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/2943464827006577122?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/2943464827006577122?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Aquariofilia/~3/WwqrLmz2-Aw/doencas-e-outras-pragas-part-2.html" title="Doenças e outras Pragas. (Part. 2)" /><author><name>Clayton Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15318629303623084230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-iDfUO6Zuoa0/TX9m9NnCrpI/AAAAAAAAAEI/xlgLH23594E/s220/Clayton.jpg" /></author><feedburner:origLink>http://blogdeaquariofilia.blogspot.com/2011/03/doencas-e-outras-pragas-part-2.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUQDQnw9cCp7ImA9WhZVFEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3553944925875135810.post-5363764912046485013</id><published>2011-03-03T10:10:00.001-03:00</published><updated>2011-05-26T10:42:53.268-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-26T10:42:53.268-03:00</app:edited><title>Doenças e outras Pragas.</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;h3 align="center" style="text-align: center;"&gt;



&lt;u&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Direitos
de Autor&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
As FAQs existem graças à contribuição dos participantes na
Net e, como tal, pertencem aos leitores dos newsgroups de aquariofilia. Os
artigos com menção estão sujeitos aos direitos dos respectivos autores. Cópias
das FAQs podem ser feitas livremente desde que distribuídas gratuitamente e
incluídos os autores e a reserva de direitos. &lt;/div&gt;
&lt;h1&gt;



&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 24pt;"&gt;Doenças
e outras Pragas.&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;h1&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Doenças de Água Doce&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Contributo de Elaine
Thompson&lt;br /&gt;
Tradução de Gonçalo Nunes&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Causas&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h3&gt;



P: Porque é que os meus peixes estão doentes e como é que posso evitar mais
doenças?&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
R: Provavelmente 80-90% das doenças em peixes mantidos em
cativeiro podem ser prevenidas evitando situações de stress. O stress
enfraquece o sistema imunitário dos peixes, levando a um aumento da
susceptibilidade à doença. Na realidade, as doenças e agentes patogênicos estão
quase sempre presentes nos aquários, mas o sistema imunitário de um peixe
saudável irá evitar que estes se tornem um problema. Alguns dos fatores de
stress mais comuns para peixes em cativeiro são: &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Fraca qualidade de água: amônia e nitritos
presentes, ou nitratos muito altos. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;A temperatura da água variar mais de 16°C por
dia &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Incompatibilidade de espécies no aquário &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Peixes a mais no aquário (5 escalares adultos
num aquário de 4º litros) &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;O aquário ser pequeno demais para o peixe (um
peixe de 30 cm num aquário de 40 litros) &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;A água ser quente ou fria demais para a espécie
(peixe-vermelho vs. Peixes tropicais) &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;pH errado para a espécie (Discus vs. Ciclídeos
Africanos) &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Flutuações de pH superiores a 0.2 unidades por
dia &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Projeções ou abrigos insuficientes &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Dureza errada da água para a espécie (Discus vs.
Ciclídeos Africanos) &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Oxigênio insuficiente na água &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Nutrição insuficiente do peixe (comida errada,
comida não variada). &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Manter
o aquário livre de doenças&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h3&gt;



P: Preciso de um aquário de quarentena para os peixes recém adquiridos?&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
R: Efetuar a quarentena a peixes recentemente adquiridos é
um bom hábito para qualquer aquário, mas não é absolutamente necessário para
obter sucesso. A quarentena trata apenas de manter os peixes isolados num outro
aquário pelo período de tempo necessário até se ter a certeza que não são
portadores de qualquer doença. Muitos principiantes sem aquário de quarentena
não têm quaisquer problemas, e argumentam em desfavor de adicionalmente montar
um aquário com esse fim com base no preço. Um tanque de quarentena custa de
fato mais, mas se o aquariófilo já tem milhares de escudos investidos em
peixes, é mais barato possuir um aquário de quarentena separadamente do que
substituir os peixes mortos por uma doença recentemente introduzida. Além
disso, muitos de nós ficamos ligados aos peixes e não queremos pôr os nossos
animais de estimação expostos a doenças trazidas por peixes novos,
independentemente do custo. &lt;/div&gt;
O propósito de efetuar quarentenas é o de evitar a introdução de novas
doenças a um sistema estável, e ser capaz de observar melhor os novos peixes
para eventuais sinais de doença. Um aquário de quarentena pode também
desdobrar-se em aquário hospital para peixes doentes. Estes aquários hospitais
são bons, pois baixam o custo do uso de medicamentos e mantêm os peixes doentes
separados dos saudáveis. A quarentena é provavelmente mais importante para
aquários de água salgada e de recife de coral por causa da dificuldade do
tratamento das doenças, ou nos peixes de água doce apanhados no meio natural
porque estes provavelmente não estão isentos de doenças. A quarentena pode ela
própria colocar os peixes em stress, por isso deve-se verificar se esta é
correta para evitar fatores que levem ao stress. &lt;br /&gt;
Montar um aquário de quarentena ou hospital: &lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Manter um filtro extra - de esponja é o ideal -
ou de lã de vidro num aquário já estabelecido, de maneira a que não se tenha de
estar permanentemente a começar a filtragem biológica do aquário de quarentena
de início. Algumas pessoas usam em alternativa para manter o filtro biológico
ativo guppies ou zebras (para aquários de quarentena de água doce) e mollies
(para aquários de quarentena de água salgada) &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Se não se mantiver o aquário montado, deve-se usar
água envelhecida para enchê-lo. Assim: água envelhecida + filtro estabelecido =
aquário instantaneamente estabelecido. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Adicionar uma bomba de ar e termostato extra. Se
não se andou a mexer no termostato durante o seu armazenamento, este deve vir
programado como da última vez que o guardamos. *Deve considerar-se o uso de
Amquel ou equivalente quando se administrar medicamentos ao aquário no caso de
as bactérias do filtro biológico serem sensíveis a estes. Os peixes doentes são
especialmente susceptíveis à presença de amônia. (É de notar que a amônia que
se ligou ao Amquel ainda é visível num teste de amônia da Nessler. Por isso, se
quiser efetuar testes de amônia a esse aquário, é necessário usar um teste de
salicilato para amônia) &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListBullet2"&gt;
&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Num aquário hospital, devem-se efetuar mudanças
de água frequentes (inclusive todos os dias). &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Se possível, efetuar a quarentena a todos os peixes recém
adquiridos por um período de cerca de 3 semanas. Durante esse tempo, aclimatar
gradualmente os peixes aos parâmetros do aquário a que se destinam: dureza, pH,
salinidade, temperatura, etc. Observar e tratar quaisquer sinais de doença. &lt;/div&gt;
Não se deve medicar peixes em quarentena tendo como argumento “é só para
prevenir”. Tratar apenas doenças evidentes e perfeitamente identificadas.
Tratar os peixes de quarentena com um conjunto de medicamentos terá apenas como
fim peixes enfraquecidos e bactérias resistentes a antibióticos. &lt;br /&gt;
Uma vez terminada a quarentena, se tratou de alguma doença particularmente
séria, é bom desinfetar o aquário e restabelecer o filtro biológico. Lixívia ou
água bastante salgada (para água doce) funcionam bem. No entanto deve-se
certificar se todos os traços de lixívia são eliminados (bem lavados). Outro
bom desinfetante é o permanganato de potássio (uma forma comercial de obtê-lo é
o Jungleïs Clear Water). &lt;br /&gt;
Se não se decidir pela quarentena, não se deve adicionar água armazenada ao
aquário que tem os peixes recém adquiridos (ver a FAQ Iniciação à Água Doce
para idéias sobre a aclimatação). &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;



P: E porque não fazer uma quarentena às plantas?&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
R: As plantas também podem transportar doenças para um
aquário. É boa idéia desinfetar as plantas novas se estas estiveram
conjuntamente com peixes na loja. Para mais informações sobre métodos de
desinfecção de plantas, ver a FAQ Plantas. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;



P: Em primeiro lugar como é que evito introduzir doenças?&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
R: Nunca comprar peixes doentes da loja. Especialmente não
comprar peixes ou plantas dum aquário se &lt;b&gt;algum&lt;/b&gt; dos peixes no aquário
mostrarem sinais de doença ou se existe um medicamento na água desse aquário
(água colorida de amarelo, verde, ou azul). As pessoas da loja podem dizer que
os peixes estão bem, mas se de fato estão, porque é que existem medicamentos no
aquário? Também se deve perguntar a quanto tempo os peixes estão na loja. Peixes
recém chegados podem trazer doenças que ainda não foram detectadas. Sendo
melhor esperar umas duas semanas antes de comprar os peixes. Se, no entanto se
quer o peixe que acabou de chegar, deve-se ter especial atenção em efetuar
corretamente a sua quarentena. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3553944925875135810-5363764912046485013?l=blogdeaquariofilia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lmxeIqlG61zY7maV36tO_u7Lwwo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lmxeIqlG61zY7maV36tO_u7Lwwo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lmxeIqlG61zY7maV36tO_u7Lwwo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lmxeIqlG61zY7maV36tO_u7Lwwo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Aquariofilia/~4/6K_QvRWaKTU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/5363764912046485013?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/5363764912046485013?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Aquariofilia/~3/6K_QvRWaKTU/doencas-e-outras-pragas.html" title="Doenças e outras Pragas." /><author><name>Clayton Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15318629303623084230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-iDfUO6Zuoa0/TX9m9NnCrpI/AAAAAAAAAEI/xlgLH23594E/s220/Clayton.jpg" /></author><feedburner:origLink>http://blogdeaquariofilia.blogspot.com/2011/03/doencas-e-outras-pragas.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUQFRHw_fip7ImA9WhZVFEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3553944925875135810.post-7530081992905644374</id><published>2011-03-03T09:58:00.002-03:00</published><updated>2011-05-26T10:41:55.246-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-26T10:41:55.246-03:00</app:edited><title>Bons e Maus Peixes p/ Iniciantes. (Final)</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;h3 align="center" style="text-align: center;"&gt;




&lt;u&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Direitos de Autor&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
As FAQs existem graças à
contribuição dos participantes na Net e, como tal, pertencem aos leitores dos
newsgroups de aquariofilia. Os artigos com menção estão sujeitos aos direitos
dos respectivos autores. Cópias das FAQs podem ser feitas livremente desde que
distribuídas gratuitamente e incluídos os autores e a reserva de direitos. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;




&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Contributo
de Dean Hougen &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;




&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Tradução
de Miguel Figueiredo&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;




&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Maus
Primeiros Peixes&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Já discutimos diversas más escolhas para principiantes, em
conjunto com os seus mais desejáveis primos. Aqui se apresentam outros peixes
que são frequentes nas lojas e sobre os quais convém avisar o principiante.
Muitos destes peixes são bons para aquariofilistas avançados enquanto outros
nunca serão bons peixes de aquário e deveriam ser excluídos do hobby. Outros
até são bons peixes para principiantes bem informados, apenas é necessário
saber em que se está a meter antes de comprá-los por impulso e os largar no
aquário comunitário. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;




Peixes Vermelhos&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Os peixes vermelhos são dos peixes mais comuns. O peixe
vermelho mais comum, vendido como peixe para alimentação de outros peixes, está
geralmente cheio de doenças e parasitas que os podem matar ou aos outros peixes
que partilham o aquário. As variedades mais vistosas, selecionadas durante
séculos para atingir aparências pouco naturais estão sujeitas a problemas
relacionados com as suas anormalidades. &lt;/div&gt;
Todos os peixes vermelhos são de água fria e não se dão bem nos níveis mais
baixos de oxigênio dos aquários tropicais, portanto não devem viver em conjunto
com espécies tropicais. &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;




Piranhas&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
As piranhas estão entre os mais abusados de todos os
peixes de aquário. Elas são frequentemente compradas para observar os seus
lendários hábitos de alimentação. Como mencionado acima, os peixes para alimentação
frequentemente transportam doenças e parasitas e podem infectar as piranhas. Além
disso, uma dieta regular de peixes pode ser bastante dispendiosa. &lt;/div&gt;
As piranhas são peixes de cardume e são geralmente tímidas e susceptíveis de
stress quando mantidas como único exemplar. Infelizmente elas também crescem
muito (muitas espécies ultrapassam os 30 cm), portanto a maior parte dos
principiantes não tem espaço para hospedar mais do que uma única piranha. Se
existir espaço suficiente para manter várias piranhas, devem ser muito bem
alimentadas ou voltar-se-ão umas contra as outras, matando-se e
canibalizando-se. &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;




Peixes-faca&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Existem várias famílias de peixes, da América do Sul,
África e Ásia que são referidas como peixes-faca. Muitas espécies ficam muito
grandes, algumas próximas de um metro embora outras espécies menos atrativas tenham
apenas 20 cm. Todas são predadoras noturnas, um fato que o principiante deveria
conhecer antes de os outros peixes começarem “misteriosamente” a desaparecer do
aquário. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;




Peixes-machado e peixes-lápis&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
De alguma forma aparentados com os tetras, os
peixes-machado (família Gasteropelecidae) e os peixes-lápis (gênero &lt;i&gt;Nannostomus&lt;/i&gt;)
são caracideos da América. Muitos deles precisam de água pouco mineralizada e
todos são frágeis. Os peixes-machado têm ainda a desvantagem de se lançarem
para fora do aquário, saltando para a morte. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;




Peixes-elefante e outros mormirídeos &lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Peixes ainda mais frágeis são os peixes-elefante - &lt;i&gt;Gnathonemus
petersi&lt;/i&gt;, os &lt;i&gt;Petrocephalus bovei&lt;/i&gt; e outros da família Mormyridae. São
peixes que se alimentam durante a noite e difíceis de manter de manter no
aquário. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;




Comedores de Algas Chineses&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Os comedores de algas chinesas - &lt;i&gt;Gyrinocheilus
aymonieri&lt;/i&gt;, também chamados de limpa-vidros, são frequentemente introduzidos
no aquário para realizar aquilo que o seu nome sugere - comer algas. São
geralmente encontrados em tamanho pequeno e muitos morrem pouco tempo após a
compra. Se sobreviverem, porém, ficam muito grandes (até 30 cm) e começam a
preferir raspar os lados dos peixes de movimento lento (tornando-os
susceptíveis de infecções) a comer algas. (NT- Este é um peixe polêmico. É dos
peixes fáceis de encontrar no mercado, o melhor comedor de algas. Um só
limpa-vidro é capaz de acabar com infestações de certos tipos de algas em
poucos dias. Quando o peixe ultrapassa os 7-8 cm ou quando é bem alimentado
deixa de comer algas. Além disso, quando cresce, torna-se agressivo. Porém, um
só peixe que custa poucas centenas de escudos pode manter o aquário livre de
algas durante um ano, depois convém que seja devolvido à loja ou trocado por
outro menor.) &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;




Tubarão Bala&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Não é um tubarão, mas sim um ciprinideo (aparentado com as
carpas). Os tubarões bala - &lt;i&gt;Balantiocheilus melanopterus&lt;/i&gt; rapidamente
ficam demasiado grandes para a maior parte dos aquários. Podem atingir os 30
cm. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;




Tubarão Martelo&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Não aparentado com os tubarões bala ou com os verdadeiros
tubarões, o Tubarão Martelo - &lt;i&gt;Pangasius sutchi&lt;/i&gt; é na verdade um peixe
gato. Cresce até quase um metro e tende a ferir o nariz conta o vidro do
aquário. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;




Peixe Gato Vidro&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Outro peixe gato a evitar é o peixe gato vidro - &lt;i&gt;Kryptopterus
bicirrhis&lt;/i&gt;. Embora fique suficientemente pequeno para ser um peixe de
aquário (até 15 cm) é muito frágil e não deve ser comprado por principiantes. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;




“Plecos”&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Os peixes gato de boca em ventosa do gênero &lt;i&gt;Hypostomus&lt;/i&gt;
são frequentemente vendidos nas lojas como limpadores de algas. A maior parte
dessas espécies atinge os 24 cm. Alguns dos plecos mais bonitos, como o &lt;i&gt;Dasyloricaria
filamentosa&lt;/i&gt; e a &lt;i&gt;Farlowella gracilis&lt;/i&gt; são espécies frágeis. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;




Peixes gato de bigodes compridos&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Os peixes gato não têm longos bigodes só para ficarem
bonitos. Esses bigodes muito longos ajudam-nos a procurar a comida - outros
peixes! Além de comerem todos os peixes menores que metade do seu tamanho
muitos peixes gato piscívoros (comedores de peixe) irão crescer demasiado. Uma
das espécies comuns, o &lt;i&gt;Pimelodus pictus&lt;/i&gt; atinge 25 cm enquanto outras
espécies podem ultrapassar os 60 cm. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;




Peixe gato de cauda vermelha&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
O peixe gato de cauda vermelha - &lt;i&gt;Phractocephalus
hemiliopterus&lt;/i&gt; é um predador particularmente grande. Tem um corpo escuro com
uma risca horizontal branca e uma cauda vermelha fornecendo-lhe uma aparência atrativa.
Em adulto pode ultrapassar um metro e vinte centímetros e a sua boca é
correspondente ao corpo. Chegam a tornar-se mesmo demasiado grandes para alguns
aquários públicos, para já não falar dos aquários caseiros. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;




Enguias&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
As enguias (família Mastacembelidae) são peixes
agressivos, podendo ultrapassar os 90 cm. Algumas espécies podem ficar pequenas
(uma delas tem menos de 12 cm), mas todas são propensas a terem parasitas
internos. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;




Chandra Pintado&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Os chandras pintados são chandras vulgares - &lt;i&gt;Chanda
ranga&lt;/i&gt;, mas foram “pintados” com corantes químicos. Este procedimento
adiciona um pedaço temporário de cor artificial (que desaparece com o tempo) e afeta
o peixe tornando-o mais propenso a doenças e parasitas. Este peixe precisa de
pelo menos uma colher de chá de sal por cada 4 litros de água. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;




Peixes Corados&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Enquanto os chandra pintados foram durante muito tempo os
únicos peixes a serem “corados” por criadores pouco escrupulosos, nos últimos
anos apareceram diversos outros peixes sujeitos a este abuso. Por exemplo, a
variedade albina do &lt;i&gt;Gymnocorymbus ternetzi&lt;/i&gt; e alguns botia. Se não
estiver seguro se o peixe é corado ou não então pergunte ao fornecedor. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;




Peixes de Água Salobra&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Alguns peixes já mencionados, como mollies e peixes-vidro
provêm de águas salobras - embora o termo ainda não tivesse sido utilizado. A
água salobra é o estado intermédio entre a água doce de rios e lagos e a água
salgada dos oceanos. Água salobra é encontrada em golfos, deltas e lagoas assim
como em lagos e rios. Dado que os peixes de água salobra precisam de tanto sal
na água, não se tornam compatíveis com a maior parte dos peixes de aquário. Além
disso, os peixes de água salobra geralmente precisam de mais espaço por peixe
para se manterem saudáveis. Alguns de peixes de água salobra frequentes são os &lt;i&gt;Monodactylus&lt;/i&gt;,
os peixes arqueiros - &lt;i&gt;Toxotes sp.&lt;/i&gt;, os &lt;i&gt;Scatophagus&lt;/i&gt; e muitas
espécies de peixes-balão (família Tetraodontidae). &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;




Peixes de Água Salgada&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Se a água salobra deve ser evitada por principiantes então
ainda mais a água salgada. As cores dos peixes de água salgada são atrativas,
mas geralmente para principiantes são muito mais difíceis de manter vivos que
os de água doce. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;




&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Conclusão&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Existem milhares de espécies de peixes adequados para
aquário de um leque de famílias não incluídas aqui. Esta FAQ não pretende ser
exaustiva. Os killifish (peixes da família Cyprinodontidae), por exemplo, são
populares entre muito aquariofilistas avançados, maspouco frequentes entre os
principiantes. Isto não significa que sejam desaconselhados. De fato alguns
deles serão bons segundos peixes. A razão é porque raramente são encontrados
nas lojas de animais. &lt;/div&gt;
Para opções de bons peixes para principiantes além das listadas aqui tem que
se ultrapassar o nível de novato e encontrar boas fontes de informação, como
clubes de aquariofilia e amigos que também sejam aquariofilistas, assim como os
livros e revistas. Em qualquer nível de experiência o aquariofilista verificará
que boas fontes de informação valem bem o tempo e/ou o dinheiro que é preciso
para obtê-las.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;
&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-XGG6Og4TwnU/TW996itsJ-I/AAAAAAAAABA/TcrbEqHJx-M/s1600/4f.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh6.googleusercontent.com/-XGG6Og4TwnU/TW996itsJ-I/AAAAAAAAABA/TcrbEqHJx-M/s1600/4f.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; font-weight: normal;"&gt;Fim da FAQ&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; font-weight: normal;"&gt;Peixes para Principiantes: os bons e os maus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3553944925875135810-7530081992905644374?l=blogdeaquariofilia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AayvpMSVMncf_MfJcpYGoRS37VA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AayvpMSVMncf_MfJcpYGoRS37VA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;h3 align="center" style="text-align: center;"&gt;



&lt;u&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Direitos de Autor&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
As FAQs existem graças à
contribuição dos participantes na Net e, como tal, pertencem aos leitores dos
newsgroups de aquariofilia. Os artigos com menção estão sujeitos aos direitos
dos respectivos autores. Cópias das FAQs podem ser feitas livremente desde que
distribuídas gratuitamente e incluídos os autores e a reserva de direitos. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Contributo
de Dean Hougen &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Tradução
de Miguel Figueiredo&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;



&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Bons
Segundos Peixes&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
A secção anterior referia-se a bons peixes para o completo
novato. Esta secção irá discutir bons peixes para os principiantes que já têm
alguma experiência ou que estão dispostos a fazer uma pesquisa mais cuidadosa
antes de comprarem os peixes. &lt;/div&gt;
Muitos dos peixes recomendados aqui são tão resistentes, adaptáveis e fáceis
de manter como os da primeira secção. Contudo, na primeira secção foi possível
recomendar grupos inteiros de peixes dizendo apenas para se ter cuidado com uma
espécie ou duas. Aqui, porém, os grupos estão bastante misturados com muitas
boas escolhas em conjunto com más opções. Além disso, alguns dos peixes desta
secção são resistentes apenas se certos requisitos especiais forem satisfeitos.
Se desejar manter com sucesso estes peixes precisa conhecer exatamente que
espécie manter e quais são os seus requisitos particulares. &lt;br /&gt;
Para quê preocupações? Se for um completo noviço os “Bons Primeiros Peixes”
irão permitir-lhe “molhar os pés” com um mínimo de risco. Porém, conforme
ganhar experiência poderá decidir experimentar outros peixes. Muitos são
bastante bonitos e/ou têm um comportamento interessante, alguns aquariofilistas
ficam tão atraídos por eles que se juntam a clubes especializados para
aprenderem mais. &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;



Botias&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Os botias são peixes asiáticos de corpo alongado,
aparentados com os ciprinideos (barbos, danios, etc) descritos acima. Como os
corydora, os botia têm uma boca voltada para baixo e equipada com barbelas, uma
adaptação para se alimentarem no fundo de lagos e correntes. Irão percorrer o
fundo do aquário comendo a comida perdida pelos outros peixes. Deve verificar
se obtêm suficiente comida. Comidas especiais para peixes de fundo são uma
necessidade. &lt;/div&gt;
Alguns botias são sensíveis a um ciclo mal feito, é por isso que são
incluídos aqui em vez da secção de Bons Primeiros Peixes. Uma vez o aquário
estabelecido e quanto o principiante tiver apreendido os princípios de
manutenção, os botia serão excelentes adições às mais frequentes populações de
peixes. &lt;br /&gt;
Os botias mais comuns são as cobras Kuhli - &lt;i&gt;Acanthophthalmus sp.&lt;/i&gt;
Estes peixes serpentiformes podem atingir os 12 cm. São castanhos com faixas
amarelas e bastante tímidos, passando grande parte do tempo enterrados no
areão. &lt;br /&gt;
Outros botias populares são os pertencentes ao próprio gênero “botia”:
Botias Palhaço - &lt;i&gt;B. macracantha&lt;/i&gt;, Botias Yo-Yo - &lt;i&gt;B. lohachata&lt;/i&gt;,
Botias Azuis - &lt;i&gt;B. modesta&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;B. horae&lt;/i&gt;, e &lt;i&gt;B. striata&lt;/i&gt; são
frequentemente vistos no hobby. Alguns destes, em particular os Botia Palhaço e
os Botia Azuis, podem ficar muito grandes, mas crescem extremamente devagar e
podem vivem em pequenos aquários por vários anos. Os botia são frequentemente mais
felizes se mantidos com alguns outros da sua própria espécie. (NT: Isto é
particularmente verdade com o Botia Palhaço, já o Botia Azul por vezes tem
comportamentos agressivos, entre si e para os outros peixes). &lt;br /&gt;
Os Botia &lt;i&gt;Misgurnus fossilis&lt;/i&gt; e os Verdemã &lt;i&gt;Cobitis taenia&lt;/i&gt; devem
ser evitados. São espécies de água fria e têm o infeliz hábito de saltar fora
de água, especialmente com a aproximação de uma tempestade. (NT: Os verdemã são
uma espécie comum em Portugal e bons peixes comunitários. Eu tenho-os mantido
durante anos. Em alguns riachos do nosso país, povoados de verdemãs, a água
ultrapassa os 35°C durante o verão, portanto esta é uma espécie que pode
tolerar água mais quente. Dada a ampla distribuição do Cobitis taenia, com
variedades e subespécies locais é muito provável que os exemplares portugueses,
especialmente aqueles que têm de aguentar o calor no interior do Alentejo
durante o verão, sejam mais adequados a aquário que os do norte da Europa. De
qualquer modo é prudente manter uma temperatura moderada no aquário, de preferência
não ultrapassando os 25°C.) &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;



Plecos Anões&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
“Pleco” (uma abreviatura do já não usado gênero &lt;i&gt;Plecostomus&lt;/i&gt;)
é o termo comum para peixes gato de boca em ventosa da família Loricariidae.
Como irá ser mencionado na secção Maus Primeiros Peixes, os plecos comuns (&lt;i&gt;Hypostomus
sp.&lt;/i&gt;) são frequentemente vendidos como bons limpadores de algas.
Infelizmente estes peixes crescem demais para os aquários relativamente
pequenos da maior parte dos principiantes. &lt;/div&gt;
Algumas espécies destes peixes gato, porém, ficam suficientemente pequenos
para serem mantidos pelos principiantes. O Pleco Palhaço do gênero &lt;i&gt;Peckoltia&lt;/i&gt;
tem bandas transversais alternadas de castanho claro escuro e castanho claro ou
amarelo e geralmente não ultrapassa os 12 cm. O pleco “Bristlenose” do gênero &lt;i&gt;Ancistrus&lt;/i&gt;
possui numerosos barbilhos na cabeça, na área entre os olhos e a boca. Os
barbilhos são maiores no macho, especialmente na altura da reprodução. Os
plecos “Bristlenose” estão entre os poucos loricarideos que se reproduzem no aquário.
&lt;br /&gt;
Os Otocinclus, frequente chamados apenas de Otos, são os loricarideos
menores e irão limpar as algas das plantas sem as danificar. Os otos por vezes
morrem pouco depois da compra, sem motivo aparente, mas os que passam o período
crítico tornam-se peixes muito bons para o aquário comunitário. &lt;br /&gt;
Embora muitos peixes gato de boca em ventosa realmente ajudem a manter o
aquário livre de muitos tipos comuns de algas, o principiante não deve cometer
o erro de pensar nestes peixes simplesmente como comedores de algas ou de
detritos. Devem ser alimentados com comidas especiais para eles, como folhas de
espinafre escaldadas. Alguns fabricantes de comida para peixe compreenderam que
existe um mercado de comida especial para Plecos e agora vendem produtos como tabletes
de algas que se afundam no aquário. Estas comidas devem ser colocadas à noite,
quando as luzes do aquário se apagam dado que a maior parte dos Plecos ficam
mais ativos nessa altura e ficam menos ativos a maior parte dos peixes que
podem competir pela comida. Madeira apropriada para aquário, sobre a forma de
troncos, cocos, etc, é também importante para muitas espécies de Plecos porque,
raspando a madeira, obtém um complemento de celulose de que necessitam. Pela
mesma razão, os Plecos NUNCA devem ser mantidos em aquários de madeira ou mesmo
em aquários em acrílico dado que podem raspar o material danificando assim o
aquário ou a eles próprios (através da ingestão de toxinas ou produtos não
digeríveis). &lt;br /&gt;
Os Plecos podem ser briguentos entre si e podem ser incomodados por outros
peixes dada a sua natureza de movimentos lentos. Deve fornecer uma gruta para
cada Pleco e territórios proporcionais ao seu tamanho (cerca de 40 litros para
10 cm de peixe). &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;



Tetras&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Como muitos dos peixes na primeira secção, os tetras são
peixes de cardume e devem ser mantidos em grupos de 6 ou mais exemplares da
mesma espécie. Os Tetras são originários da América do Sul e Central e de
África. Em algumas regiões da América do Sul a água é muito desmineralizada
(poucos sais dissolvidos) e ácida. (Outra maneira de dizer “ácida” é referir
que tem um pH baixo - um pH de 7 é considerado neutral. Um ácido forte
apresenta um pH muito baixo. Líquidos com pH acima de 7 são considerados
“básicos” ou “alcalinos”.) &lt;/div&gt;
A menos que a água do aquário seja pouco mineralizada e ácida esses tetras
devem ser evitados. Antes de comprar um tetra sobre o qual não esteja certo,
procure informação sobre ele. Se precisar de um pH abaixo de 6.5, você deve
provavelmente evitá-lo. Muitos aquariofilistas principiantes são tentados a
ajustar o pH da sua água comprando pequenos frascos com químicos na loja de
animais. Não ceda a esta tentação! A química da água é uma coisa muito complexa
e você pode facilmente matar os peixes todos ao tentar alterá-la. &lt;br /&gt;
Por outro lado, se a sua água da torneira é naturalmente pouco mineralizada
e atinge um pH ácido consistente então não existem razões para não experimentar
alguns desses peixes. &lt;br /&gt;
Dois tetras muito populares que precisam de água pouco mineralizada e ácida
são o Néon - &lt;i&gt;Paracheirodon innesi&lt;/i&gt; e o Tetra Cardinal - &lt;i&gt;Cheirodon
axelrodi&lt;/i&gt;. Estes peixes são muito atrativos, com cores florescentes vermelho
e azul. A linha vermelha nos Cardinais começa a partir da cabeça enquanto no
Néon começa na zona da barriga. Porém a beleza é a sua única vantagem. Além dos
requisitos de água o Néon tem a característica negativa de ser quase sempre
providente de explorações na Ásia onde são criados em números gigantescos, sem
olhar à qualidade. Além disso, nos tanques de crescimento os peixes jovens são
encharcados em
 medicamentos. Esses remédios mantêm as doenças sob controlo,
mas assim que os peixes são colocados no mercado começam a ficar doentes.
Provavelmente menos que 1 em cada 10 néons vive mais de um mês após ser
removido do local onde cresceu. Além disso, esses pequenos néons que se compram
por baixo preço na loja podem facilmente introduzir doenças capazes de matar
todos os peixes do aquário. &lt;br /&gt;
Os Cardinais terão hipóteses maiores de não morrer imediatamente, mas
provavelmente não irão viver durante muito tempo no seu aquário. São apanhados
selvagens no Brasil e talvez já tenham vivido a maior parte da sua naturalmente
curta vida antes de você o comprar. &lt;br /&gt;
NT- Embora estes dados estejam, no geral, corretos, convém acrescentar o
seguinte: O néon é um peixe resistente e de vida longa, mesmo levando em conta
aquilo que tem que passar no Oriente, incluindo não apenas crescer numa água
cheia de antibióticos que não estimulam as defesas naturais e não eliminam à
partida os peixes menos saudáveis como também as hormonas para se tornarem
maiores em adulto e crescerem mais depressa (há quem diga que a designação
“néon extra” quer dizer “extra” na dose de hormonas...). Apesar disso, se o
néon conseguir sobreviver nos primeiros meses, não necessita de águas ácidas e
pouco mineralizadas, adaptando-se a pHs até 7.8 e a mineralizações médias.
Nestas condições pode viver mais de 10 anos no aquário, tornando-se numa das
espécies de vida mais longa no hobby. Já o cardinal tem obrigatoriamente que
viver em águas muito pouco mineralizadas e ácidas ou morre passados poucos
meses. Os rins do cardinal não se adaptam à água mineralizada, entrando
rapidamente em falha e acabando por causar a morte do peixe. Embora de vida
mais curta que o néon, o cardinal pode viver bastantes anos numa água adequada.
A idéia que o autor transmite de que os cardinais são peixes de vida curta tem
a ver com o fato de a maioria dos aquariofilistas não dispor do tipo de água
certo, acabando o peixe por morrer. &lt;br /&gt;
Outros Tetras que necessitam de águas ácidas incluem o Néon Azul - &lt;i&gt;Hyphessobrycon
simulans&lt;/i&gt;, o &lt;i&gt;H. heterorhabdus&lt;/i&gt;, o &lt;i&gt;H. metae&lt;/i&gt;, o &lt;i&gt;H. loretoensis&lt;/i&gt;,
o &lt;i&gt;Megalamphodus megalopterus&lt;/i&gt;, e o &lt;i&gt;M. sweglesi&lt;/i&gt;. &lt;br /&gt;
E os aquariofilistas que não têm água ácida? Existem muitos tetras
resistentes para principiantes que não precisam de água especial. Por exemplo,
o &lt;i&gt;Gymnocorymbus ternetzi&lt;/i&gt;, o &lt;i&gt;Hemigrammus erythrozonus&lt;/i&gt;, o &lt;i&gt;Hyphessobrycon
callistus&lt;/i&gt;, o &lt;i&gt;H. flammeus&lt;/i&gt; e a Pristella - &lt;i&gt;Pristella maxillaris&lt;/i&gt;.
Todos estes não crescerão mais que 5 cm. Tetras um pouco maiores são tetra
Pinguim - &lt;i&gt;Thayeria obliqua&lt;/i&gt; e o aparentado &lt;i&gt;Th. boehlkei&lt;/i&gt;, ambos
reconhecíveis pela linha negra longitudinal, começando na parte de baixo da
barbatana caudal, o Tetra Diamante - &lt;i&gt;Moenkhausia pittieri&lt;/i&gt; e o bonito
Tetra Imperador - &lt;i&gt;N. palmeri&lt;/i&gt;, com a sua cauda em tridente. Finalmente,
o único tetra africano frequentemente visto, o Tetra do Congo - &lt;i&gt;Phenacogrammus
interruptus&lt;/i&gt;, um bonito peixes que cresce até 10 cm. &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;



Ciclideos&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Os ciclideos, membros da família cichlidae, provém da
América Central, da América do Sul e de África, com algumas espécies
encontradas em Madagáscar, no Médio Oriente e na Ásia. Os ciclideos não são
parecidos com nenhum dos peixes que referimos até agora. Estão aparentados e
parecem-se com percas, em particular a Perca-do-Sul dos Estados Unidos. (NT-
Também comum nas barragens e rios portugueses.) Os ciclideos colocam quatro
grandes problemas: (1) alguns precisam de água especial (2) alguns têm dietas
especializadas (3) alguns ficam bastante grandes (os maiores podem ter quase um
metro) (4) todos são territoriais. &lt;/div&gt;
Mais uma vez, para quê preocuparmo-nos e porque não manter simplesmente os
outros peixes? Porque, para aqueles dispostos a correr o risco, as recompensas
podem ser grandes. Se algum peixe pode ser referido como inteligente então esse
peixe é um ciclideo. Eles denotam essa inteligência nas suas atividades diárias
assim como no acasalamento, reprodução e criação dos filhos. Todos os peixes
mencionados previamente põem ovos e ignoram-nos depois, ou comem-nos! Os
ciclideos, por outro lado, tomam conta dos ovos e dos filhos. Diz-se que a
visão mais satisfatória que aquariofilista tem é ver um casal de ciclideos
conduzindo a sua ninhada de peixinhos pelo aquário, sempre vigilantes e protegendo-os
dos perigos. Mesmo que os seus ciclideos nunca reproduzam, eles reagirão com
facilidade ao dono e talvez a outros peixes. Alguns ciclideos podem tornar-se
numa mascote, como um cão ou um gato, com mais facilidade do que você pode
imaginar. &lt;br /&gt;
Se decidir aceitar o desafio dos ciclideos, escolher os peixes pode ser
difícil. Alguns podem ser adicionados ao aquário comunitário e irão dar-se bem
com os peixes de cardume anteriormente referidos. Estes incluem os curviceps - &lt;i&gt;Aequidens&lt;/i&gt;
(atualmente &lt;i&gt;Laetacara&lt;/i&gt;) &lt;i&gt;curviceps&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Aequidens&lt;/i&gt; (também
atualmente &lt;i&gt;Laetacara&lt;/i&gt;) &lt;i&gt;dorsiger&lt;/i&gt; e os menos frequentemente vistos &lt;i&gt;Nannacara
anomala&lt;/i&gt;, todos da América do Sul. Na África Ocidental existe também o &lt;i&gt;Anomalochromis
thomasi&lt;/i&gt;. Ao contrário dos ciclideos monstruosos, estes peixes ficam
pequenos (8 cm é um adulto de bom tamanho) e são relativamente pacíficos. Dois
ou três podem ser colocados num aquário de 40 litros e deverão todos acabar por
encontrar locais onde viver desde que existiram pedras e outros esconderijos no
aquário. &lt;br /&gt;
Ciclideos anões não recomendados, mas frequentes são os Ramirezi - &lt;i&gt;Papiliochromis&lt;/i&gt;
(alguns livros indicam &lt;i&gt;Microgeophagus&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;Apistogramma&lt;/i&gt;) &lt;i&gt;ramirezi&lt;/i&gt;,
Apistogramas - &lt;i&gt;Apistogramma sp.&lt;/i&gt; e o &lt;i&gt;Dicrossus filamentosus&lt;/i&gt;
(referido como &lt;i&gt;Crenicara filamentosa&lt;/i&gt; em certos livros). Estes peixes
variam na sua dificuldade de manutenção no aquário, mas todos devem ser
evitados por principiantes. &lt;br /&gt;
Maronis - &lt;i&gt;Aequidens&lt;/i&gt; (ou &lt;i&gt;Cleithracara&lt;/i&gt;) &lt;i&gt;maronii&lt;/i&gt;,
Festivums - &lt;i&gt;Cichlasoma&lt;/i&gt; (ou &lt;i&gt;Mesonauta&lt;/i&gt;) &lt;i&gt;festivus&lt;/i&gt;, e
escalares - &lt;i&gt;Pterophyllum scalare&lt;/i&gt; podem ser bons peixes para iniciados,
mas apenas se elementos saudáveis poderem ser encontrados, o que não é fácil.
Por essa razão pequenos maronis e festivum não devem ser comprados. Os adultos
dessas duas espécies são geralmente melhores escolhas. Ainda assim deve olhar
cuidadosamente para o peixe e não o comprar até terem passado pelo menos uma
semana na loja. Igualmente, no caso dos muitos populares escalares é preciso
ser-se cuidadoso. Antes de comprar pergunte ao vendedor de onde vêm os
escalares. Se o vendedor não souber, não lhe disser ou referir que vêm do
distribuidor (e quem sabe de onde, antes disso?) não os compre. Se o vendedor
lhe disser que vêm de um criador local você terá pelo menos uma hipótese de
obter um peixe saudável. Além disso, os escalares devem ser mantidos em
aquários mais altos e compridos que um aquário de 40 litros. Os maroni,
festivum e escalares são todos peixes tímidos e devem ser fornecidas zonas onde
se abrigarem, preferencialmente sob a forma de um aquário bem plantado. &lt;br /&gt;
Os discus, como os escalares, precisam de aquários mais altos e mais compridos
que um espaço de 40 litros. Só que as suas necessidades não acabam aí, porém.
Os principiantes devem manter-se longe desses peixes exigentes. &lt;br /&gt;
“Por outro lado, uma boa escolha, especialmente para aqueles que têm um
aquário de 80 litros ou superior, é o Jurupari” - &lt;i&gt;Satanoperca leucosticta&lt;/i&gt;
(também referido no hobby como &lt;i&gt;Geophagus jurupari&lt;/i&gt;). Fica grande (até 30
cm) mas cresce muito devagar e pode ainda ter menos de 15 cm com vários de anos
de idade. É um ciclideo muito pacífico que ajudará a limpar o aquário aspirando
através do areão à procura de comida perdida. Um peixe similar, &lt;i&gt;Geophagus
surinamensis&lt;/i&gt;, é também uma boa escolha. &lt;br /&gt;
Kribensis - &lt;i&gt;Pelvicachromis pulcher&lt;/i&gt; é um ciclideo da África Ocidental
muito comum que se dará bem com os peixes de cardume e que deve ser mantido num
aquário de 80 litros ou superior. Os machos crescem até 10 cm e as fêmeas ficam
um pouco menores. &lt;br /&gt;
A maior parte dos restantes ciclideos são ou muito agressivos ou crescem
demasiado. Por exemplo, o muito popular Oscar - &lt;i&gt;Astronotus ocellatus&lt;/i&gt;
cresce rapidamente até mais de 30 cm, é um “peixívoro” oportunista, além de
destruir plantas e muita da decoração do aquário. Se o aquariofilista estiver
realmente interessado em manter mais ciclideos deve estar preparado para montar
um aquário dedicado (e provavelmente maior), além de ler bastante sobre estes
peixes antes de comprá-los. &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;



Anabantídeos&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Os anabantídeos são outro grupo de peixes muito diferentes
daqueles que já foram discutidos. Com um parentesco distante com ciclideos e
percas os anabantídeos são encontrados em África e na Ásia. Os membros das
famílias Anabantidae, Belontiidae, Helostomatidae e Osphronemidae são também
referidos por serem “Peixes Labirinto”. Isto é motivado por um órgão especial,
o labirinto, é um conjunto de túneis próximo das guelras do peixe. Os peixes
labirinto engolem ar na superfície da água e absorvem-no através do labirinto,
permitindo-lhes sobreviver em água com oxigênio insuficiente para peixes que
apenas respiram por guelras. Alguns anabantídeos podem sobreviver várias horas
fora de água, respirando apenas pelo labirinto, desde que se mantenham úmidos.
A &lt;i&gt;Anabas testudineus&lt;/i&gt;, conhecida pelo nome de Perca Trepadora, é referida
como sendo capaz de trepar a árvores e de viver fora de água por um ou dois
dias. &lt;/div&gt;
Além de fornecer aos aquariofilistas escolhas adicionais para o aquário
comunitário alguns anabantídeos conseguem resistir a temperaturas mais frias e
podem ser mantidos em aquários não aquecidos, além disso, devido à sua
capacidade de sobreviver em água com pouco oxigênio, podem ser mantidos em
aquários muito pequenos e sem filtragem. Por outro lado alguns anabantídeos
ficam muito grandes ou, particularmente os machos de certas espécies, são muito
territoriais. &lt;br /&gt;
Reproduzir anabantídeos pode ser muito agradável. Algumas espécies constroem
ninhos de bolhas nas quais colocam os seus ovos enquanto outras, como alguns
ciclideos, são incubadores bocais. &lt;br /&gt;
O anabantídeo mais comum é provavelmente o betta ou peixe combatente
(geralmente considerado da espécie &lt;i&gt;Betta splendens&lt;/i&gt;, mas que é
provavelmente o resultado do cruzamento com outras espécies) Variedades
conseguidas artificialmente e disponíveis no mercado apresentam cores como o
vermelho, o azul, o verde, o púrpura e muitas outras. Os machos foram
selecionados para ter barbatanas muito compridas e podem-se encontrar caudas
duplas em ambos os sexos. O betta é geralmente uma má escolha para aquário
comunitário por duas razões. Primeiro porque são muito territoriais. A agressão
é maior entre dois machos, mas pode ser dirigida para qualquer peixe que o
betta considerar parecido com outro macho betta. Em segundo lugar porque os
betta são alvo fácil para peixes rápidos, como barbos. Os betta podem ser
mantidos sozinhos em pequenos aquários e sem filtragem, desde que se façam
frequentes mudanças de água. Porém, precisam de calor e são sensíveis a
mudanças de temperatura, portanto será necessário aquecimento se a temperatura
da sala descer abaixo dos 24°C. Além disso, devido à reprodução massiva, muitos
betta são pouco saudáveis. Um macho pode atingir os 7.5 cm, as fêmeas ficam
menores. &lt;br /&gt;
Uma escolha melhor para ser mantido sozinho num aquário pequeno é o Peixe do
Paraíso - &lt;i&gt;Macropodus opercularis&lt;/i&gt;. Estes peixes são muito mais
resistentes que os betta e podem suportar temperaturas tão baixas como 15°C.
(NT- Tenho mantido durante vários anos peixes do paraíso no meu lago de jardim,
em Almada. A
água chega a descer até aos 8°C nos dias mais frios de inverno e, mas os peixes
do paraíso resistem.) Os peixes do paraíso atingem os 12 cm de comprimento. &lt;br /&gt;
Outro anabantídeo muito comum é o Gourami Azul - &lt;i&gt;Trichogaster
trichopterus&lt;/i&gt;. Gouramis doirados, prateados ou mármore são também comuns e
são simplesmente variedades artificiais do Gourami Azul. Este peixe pode
atingir os 15 cm. Não são tão agressivos como os bettas ou os peixes do
paraíso, mas mais que um peixe num aquário pequeno pode conduzir a perseguições
constantes ou mesmo a mortes. Irão dar-se bem em aquários com peixes de cardume
grandes. Espécies semelhantes, embora um pouco menores incluem o &lt;i&gt;Colisa
fasciata&lt;/i&gt;, o &lt;i&gt;Colisa labiosa&lt;/i&gt;, o menos agressivo Gourami Pérola - &lt;i&gt;Trichogaster
leeri&lt;/i&gt; e o &lt;i&gt;T. microlepis&lt;/i&gt;. O beijador - &lt;i&gt;Helostoma temmincki&lt;/i&gt;
atinge os 20 cm, mas é um bom peixe para principiantes com aquários grandes.
(NT- Alguns autores consideram este peixe muito frágil). É pacífico, embora os
machos concorram uns com outros pressionando os lábios e empurrando, é o
chamado “beijo”, do qual o nome do peixe deriva. A maior parte dos beijadores
do mercado é da variedade cor de rosa. &lt;br /&gt;
Os pequenos gouramis que apenas atingem os 5 cm e são também comuns. Estes
incluem o &lt;i&gt;Colisa lalia&lt;/i&gt;, o &lt;i&gt;C. chuna&lt;/i&gt; e o Colisa Pôr do Sol
(provavelmente um cruzamento entre &lt;i&gt;C. lalia&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;C. chuna&lt;/i&gt;). Em
teoria, todos estes peixes serão bons para o aquário comunitário. Na prática
estes peixes são frequentemente vítimas da reprodução massiva no Extremo
Oriente (como outros peixes já descritos) e muitos são mesmo tratados com
hormonas antes de vendidos para fazê-los parecer mais bonitos nos aquários das
lojas. Uma boa regra é, “se um peixe parece demasiado bonito para ser verdade,
comparado com peixes que já conhecemos da mesma espécie, então provavelmente
foi adulterado”. &lt;br /&gt;
Embora difíceis de encontrar, anabantídeos que têm menos interferência
humana na sua reprodução são geralmente melhores escolhas. Procure por exemplo
o betta incubador bocal - &lt;i&gt;Betta pugnax&lt;/i&gt;, o Parosphromenus deissneri, o &lt;i&gt;Pseudosphromenus
cupanus&lt;/i&gt; o &lt;i&gt;Trichopsis vittatus&lt;/i&gt;, e o &lt;i&gt;T. pumilus&lt;/i&gt;, cujos tamanhos
variam entre 2.5 cm e 10 cm. Não compre os Gouramis Chocolate - &lt;i&gt;Sphaerichthys
osphromenoides&lt;/i&gt;, são peixe muito frágeis ou o Gourami Gigante &lt;i&gt;Osphronemus
spp.&lt;/i&gt; que atinge mais de 60 cm. &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;



Vivíparos&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
A família Poeciliidae inclui Guppies, Mollies, Platies e
muitos outros peixes. Embora estes peixes sejam frequentemente vistos como
peixes de principiante foram intencionalmente deixados para o fim. Estes peixes
são muito vendidos a principiantes porque são baratos, coloridos e têm uma
reputação entre não aquariofilistas ou entre pretensos aquariofilistas de serem
peixes fáceis. Porém, não são um peixe de principiante. Muitos vivíparos exigem
um nível alto de sal na água para se manterem saudáveis, tornando-os
incompatíveis com outros peixes de aquário. Além disso, os vivíparos são
frequentemente reproduzidos em excesso, sem preocupações de consanguinidade ou
outras que não sejam o aspecto, resultando em peixes muito menos saudáveis que
gerações anteriores. Alguns nem sequer se conseguem reproduzir sem intervenção
humana. Finalmente, devido ao seu muito baixo preço de mercado, são geralmente
mal cuidados, sem preocupações de quarentena, podendo transportar doenças. &lt;/div&gt;
Os Poecilia, como também são chamados, são provenientes principalmente da
América Central, embora alguns venham da América do Sul. O termo “vivíparos” é
usado por oposição a “ovíparos”. Os ovos, porém, são fertilizados no interior
da fêmea emergindo o peixe após a eclosão, pelo que o termo biológico correto
será “ovovivíparo”. Existem vivíparos noutras famílias de peixes nos quais os
detalhes de reprodução variam. &lt;br /&gt;
O bem conhecido Guppy pode ser encontrado em diversas cores e com nada mais
nada menos que doze diferentes variedades artificiais no formato da cauda.
Também disponíveis (nos Estados Unidos) encontram-se o mais próximo que se pode
encontrar de guppies selvagens - &lt;i&gt;Poecilia reticulata&lt;/i&gt;: os “guppies para
alimentação de outros peixes” que não são selecionados pela cor. Os tipos de
guppy mais sofisticados tendem a ser frágeis e os guppies comuns transportam
com frequência doenças. Os guppies devem ser mantidos com pelo menos uma colher
de chá de sal para 15 litros de água. &lt;br /&gt;
Mollies comuns são a molly negra (que é derivada da &lt;i&gt;Poecilia sphenops&lt;/i&gt;)
e a molly veleiro - &lt;i&gt;Poecilia velifera&lt;/i&gt; (das quais existem diversas
variedades de cor). As mollies negras precisam de pelo menos uma colher de chá
de sal para cada 15 litros para mantê-las saudáveis e prevenir o aparecimento
de ictio (&lt;i&gt;Ichthyophthirius multifiliis&lt;/i&gt;, um parasita comum em aquário).
As molly veleiro precisam de pelo menos três vezes esta quantidade de sal. As
molly veleiro crescem até 15 cm e as Negras ficam-se pelos 7 cm. &lt;br /&gt;
Muito aparentados são os espadas &lt;i&gt;Xiphophorus helleri&lt;/i&gt; e os platies - &lt;i&gt;Xiphophorus
maculatus&lt;/i&gt;, são também peixes muito populares. Existe um grande conjunto de
cores e variedades disponíveis. Estes peixes precisam de pelo menos uma colher
de chá de sal para cada 15 litros de água para ser saudáveis. Algumas
variedades são muito susceptíveis a certas doenças (Os espada tuxedo têm
frequentemente tumores, por exemplo) e, conforme se passa com tantos outros
peixes, os peixes de coloração mais próxima da natural são geralmente a melhor
aposta. Os “Espadas Verdes” (que são na verdade multi-coloridos) são a
coloração natural do &lt;i&gt;X. helleri&lt;/i&gt; mas infelizmente as variedades selvagens
dos platies não são frequentes. Só o &lt;i&gt;Xiphophorus variatus&lt;/i&gt; é por vezes
encontrado na sua coloração natural.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3553944925875135810-8868671210880648494?l=blogdeaquariofilia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/id1Endh6NlvTLjqSA7HR9LmlFjc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/id1Endh6NlvTLjqSA7HR9LmlFjc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/id1Endh6NlvTLjqSA7HR9LmlFjc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/id1Endh6NlvTLjqSA7HR9LmlFjc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Aquariofilia/~4/7n59zcO8NMs" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/8868671210880648494?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3553944925875135810/posts/default/8868671210880648494?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Aquariofilia/~3/7n59zcO8NMs/peixes-para-principiantes-os-bons-e-os_1478.html" title="Bons e Maus Peixes p/ Iniciantes. (Part. 3)" /><author><name>Clayton Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15318629303623084230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-iDfUO6Zuoa0/TX9m9NnCrpI/AAAAAAAAAEI/xlgLH23594E/s220/Clayton.jpg" /></author><feedburner:origLink>http://blogdeaquariofilia.blogspot.com/2011/03/peixes-para-principiantes-os-bons-e-os_1478.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUUHQnk5eSp7ImA9WhZVFEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3553944925875135810.post-109966578697022606</id><published>2011-03-03T09:29:00.004-03:00</published><updated>2011-05-26T10:40:33.721-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-26T10:40:33.721-03:00</app:edited><title>Bons e Maus Peixes p/ Iniciantes. (Part. 2)</title><content type="html">&lt;h3 align="center" style="text-align: center;"&gt;






&lt;u&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Direitos de Autor&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
As FAQs existem graças à
contribuição dos participantes na Net e, como tal, pertencem aos leitores dos
newsgroups de aquariofilia. Os artigos com menção estão sujeitos aos direitos
dos respectivos autores. Cópias das FAQs podem ser feitas livremente desde que
distribuídas gratuitamente e incluídos os autores e a reserva de direitos. &lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;






&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Contributo
de Dean Hougen &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;






&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Tradução
de Miguel Figueiredo&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;






&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Bons
Primeiros Peixes&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Um bom peixe para principiante é aquele facilmente
alimentado e mantido, resistente, capaz de viver em variados tipos de água e
atrativo. Existem diversas espécies disponíveis no mercado que apresentam estas
características. Muitos são mesmo regularmente vendidos como sendo peixes de
principiantes, mas atenção - existem também peixes rotulados como sendo “de principiantes”
não o são na realidade. &lt;/div&gt;
Muitos dos pequenos peixes de cardume são ideais como primeiros peixes,
incluindo Nuvem Branca (também chamado de falso Neon), várias das espécies de
Danios e Rasboras e a maior parte das espécies de Barbos. Para aqueles com
aquários um pouco maiores, os peixes arco-íris são ótimos peixes de cardume. Os
corydoras também são populares como peixes de cardume. &lt;br /&gt;
Embora muitos aquariofilistas sejam tentados a manter apenas um ou dois
peixes de cardume, isso deve ser evitado. Os peixes de cardume preferem vários
exemplares da sua própria espécie com os quais interagirem. É recomendado um
mínimo de seis peixes de cada espécie para peixes de meia água e quatro para
corydoras. Um cardume de uma dúzia de peixes mostrando o seu comportamento
natural acaba por ser mais agradável que uma mistura caótica de indivíduos,
forçados a partilhar o mesmo aquário. (“Mãe, porque é que aquele peixe está
escondido atrás do aquecedor e o outro ali ao canto?”). &lt;br /&gt;
Claro que, como referido na introdução, a população precisa de ser aumentada
devagar, com dois ou três peixes de cada vez. O aquariofilista pode, por
exemplo, construir um cardume de oito rasboras de certa espécie e depois
construir um cardume de seis exemplares de uma espécie de corydoras. &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;






Alguns ciprinideos&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Nuvens Brancas, Danios, Rasboras e Barbos são todos peixes
asiáticos aparentados com as carpas. Todos pertencem à família dos ciprinideos.
Nuvens Brancas, Danios, Rasboras e Barbos são geralmente pequenos, ativos,
resistentes e coloridos. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Nuvem Branca (ou Néon Chin&amp;amp;ecric; s) - &lt;i&gt;Tanichthys
albonubes&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Proveniente das correntes de montanha da
China. Pode ser mantido em aquários não aquecidos (mínimo de 15C). Alguns
autores não aconselham a colocar estes peixes em aquários tropicais, mas a
verdade é que eles também se dão bem em aquários aquecidos, desde que a
temperatura não exceda os 25C. Podem ser alimentados com flocos e desovam com
frequência, mas os alevinos nunca aparecerão, se os pais forem retirados para
outro aquário. Os Nuvem Branca são castanhos com cauda vermelha e uma linha
prateada lateral que brilha com a luz. Atingem os 4 cm. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Danios &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
Diversas espécies de Danio são comuns nas
lojas de animais, incluindo o Danio Gigante - &lt;i&gt;Danio aequipinnatus&lt;/i&gt;, o
Zebra - &lt;i&gt;Brachydanio rerio&lt;/i&gt;, o Zebra Leopardo - &lt;i&gt;Brachydanio frankei&lt;/i&gt;
e o Danio Pérola - &lt;i&gt;Brachydanio albolineatus&lt;/i&gt;. Estes peixes são nadadores
rápidos e estão sempre em movimento. Diferentes padrões de marcas azuladas
permitem distinguir as espécies. A maior parte dos Danios não cresce mais que 6
cm com exceção dos Danios Gigantes que podem chegar aos 10 cm. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Rasboras &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
O rasbora mais popular é o Rasbora Arlequim - &lt;i&gt;Rasbora
heteromorpha&lt;/i&gt;. Uma espécie muito parecida, &lt;i&gt;Rasbora espei&lt;/i&gt;, está também
disponível, assim como o Rasbora Palhaço - &lt;i&gt;Rasbora kalochroma&lt;/i&gt; e o Cauda
de Tesoura - &lt;i&gt;Rasbora trilineata&lt;/i&gt;. Laranja, castanho e vermelho são cores
habituais nos Rasboras e o seu modo de nadar “pára-arranca” torna-os
interessantes de observar em cardume. Os Cauda de Tesoura podem atingir os 18
cm e os Rasbora Palhaço 10 cm enquanto os Arlequins se ficam pelos 5 cm. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Barbos &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoBodyTextFirstIndent2"&gt;
De longe que o barbo mais frequentemente visto
e amaldiçoado é o Barbo Tigre - &lt;i&gt;Capoeta tetrazona&lt;/i&gt;. Se não for mantido
num cardume grande da sua própria espécie morde as barbatanas de outros peixes.
Além disso, como é criado em excesso e com problemas de consanguinidade é
susceptível a doenças. Diversas variedades de aquário estão disponíveis (como o
Barbo Tigre Verde e o Barbo Tigre Albino), mas estes são ainda menos saudáveis
e apresentam frequentemente deformações. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Não desista já dos barbos, porém. Muitos são
adequados como primeiros peixes, especialmente para os aquários com tamanhos
moderados. &lt;i&gt;Capoeta titteya&lt;/i&gt;, O Barbo Cereja, é um extraordinário pequeno
barbo, até 5 cm de comprimento e com uma maravilhosa cor vermelho alaranjada.
Barbos de tamanho médio (até 10 cm) incluem o Barbo Palhaço - &lt;i&gt;Barbodes
everetti&lt;/i&gt;, o Barbo Rosado - &lt;i&gt;Puntius conchonius&lt;/i&gt;, e o barbo Listado - &lt;i&gt;Puntius
nigrofasciatus&lt;/i&gt;. As variedades artificiais do Barbo Rosado (barbatanas
longas, albino, etc.) devem ser evitadas porque tendem a ser menos saudáveis.
Outros barbos como o &lt;i&gt;Capoeta oligolepis&lt;/i&gt; e o &lt;i&gt;Barbodes lateristriga&lt;/i&gt;
são maiores, mas pacíficos. A menos que tenha um aquário muito grande evite os
Barbos Tifoil- &lt;i&gt;Barbodes schwanefeldi&lt;/i&gt;. Em adultos podem atingir os 30 cm!
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Muitos barbos não formam cardumes tão bem como
Danios ou Rasboras, mas mesmo assim devem ser mantidos em cardume. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-left: 36pt;"&gt;
Muitos autores colocam todas as espécies de barbo
referidas no gênero “Barbus”. &lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;






Corydoras&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Os corydoras são membros da família “callichthyidae”, isto
é, são peixes gato de armadura provenientes da América do Sul. Os corydoras são
pequenos (geralmente 5 cm ou menos) e são peixes de cardume, sempre procurando
comida no fundo do aquário. Existem pelo menos 140 espécies de peixes gato no
gênero &lt;i&gt;Corydoras&lt;/i&gt;. Alguns são bastante sensíveis e morrem rapidamente
mesmo nas mãos dos peritos. Os frágeis, porém, raramente são vistos nas lojas e
têm preços elevados quando se encontram. Os corydoras a preços razoáveis são
resistentes e podem sobreviver mesmo num aquário com pouco oxigênio, dado que
engolem ar da superfície e absorvem o oxigênio nos intestinos. Alguns corydoras
fáceis de encontrar são o bronze Cory - &lt;i&gt;C. aeneus&lt;/i&gt;, o &lt;i&gt;C. ambiacus&lt;/i&gt;,
o leopardo - &lt;i&gt;C. julii&lt;/i&gt;, o &lt;i&gt;C. arcuatus&lt;/i&gt;, o - &lt;i&gt;C. metae&lt;/i&gt; e o
Panda &lt;i&gt;C. panda&lt;/i&gt;. &lt;/div&gt;
Os corydoras geralmente alimentam-se no fundo do aquário e devem-se fornecer
comidas especiais que se afundam como os comprimidos para peixes de fundo e
alimentos congelados. Deve-se tomar cuidado para que toda a comida congelada
seja rapidamente ingerida conforme cai no fundo. Não alimentar em excesso! &lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;






Peixes Arco-Íris&lt;/h3&gt;
&lt;div class="MsoBodyText"&gt;
Os arco-íris são peixes muito coloridos, oriundos da
Austrália, Nova Guiné e Madagáscar. Como os ciprinideos, os arco-íris são
peixes de cardume e devem ser mantidos em grupos de 6 ou mais. São geralmente
maiores, mais caros e mais resistentes que a maior parte dos peixes de cardume
já referidos. Os peixes arco-íris são fáceis de manter, são ativos e constituem
bons primeiros peixes para quem quer experimentar algo um pouco menos comum.
Procure nas lojas pelo Peixe Arco-íris Australiano - &lt;i&gt;Melanotaenia splendida&lt;/i&gt;,
pelo Boesemani - &lt;i&gt;M. boesemani&lt;/i&gt;, pelo Arco-Íris Turquesa - &lt;i&gt;M. lacustris&lt;/i&gt;
e pelo Arco-Íris das Celebes - &lt;i&gt;Telmatherina ladigesi&lt;/i&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3553944925875135810-109966578697022606?l=blogdeaquariofilia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pg4D3OmkWIHnxIliVNkj7nIJqcU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pg4D3OmkWIHnxIliVNkj7nIJqcU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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