<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-2097219787064808186</atom:id><lastBuildDate>Fri, 28 Feb 2020 12:54:59 +0000</lastBuildDate><category>Aquela Post</category><category>Vê Isso</category><category>Coisas</category><category>Top X</category><category>3 Acordes</category><category>Porquês e Afins</category><category>Era de Aquarius</category><category>Aviso</category><category>Vícios Matinais</category><category>Contos de Duendes</category><title>Aquela Ein!</title><description>Oi, você vem sempre aqui?</description><link>http://aquelaein.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Eu!)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>194</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2097219787064808186.post-7127481750423169529</guid><pubDate>Mon, 01 Jan 2018 01:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2017-12-31T23:12:29.540-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquela Post</category><title>Decepções</title><description>Meu deus, tem 367 dias desde o último post aqui: Isso significa que não teve nenhum post em 2017 (até agora), o que levaria à um ano inteiro sem textos neste blog desde sua criação. Claro, a média dos últimos anos é pífia, mas isto continua aqui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ano passado (já tem um ano!) falei do meu computador... estranho como as coisas mudam, mas não vou repetir o assunto; vou falar de um mais importante: Memória. A falta de memória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou, mais especificamente, a minha falta de memória. Eu nunca tive uma memória muito boa pro que não me interessa (eis, inclusive, o motivo e a consequência) mas já há uns anos notei que tenho uma memória muito ruim de uma coisa importantíssima: Minha própria vida. Não lembro de viagens que fiz, de acontecimentos engraçados, piadas, brincadeiras... Não só esqueço coisas boas, mas ruins também. Em teoria esquecer as coisas é algo natural e que se intensifica com a idade, mas isso não tem nada a ver ainda: Não lembro de coisas que qualquer outra pessoa lembraria; não lembro de coisas que minha família e amigos lembram que passamos juntos, ou ainda pior, coisas que aconteceram diretamente comigo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma falta de arquivo. Um fato sem importância que foi deixado de lado porque, no fim das contas, não importa pra mim... Ainda sim, ao menos parte delas são coisas que gostaria de lembrar. São coisas que, enquanto aconteciam, tenho absoluta certeza que as lembraria para o resto da vida. Exceto que a previsão falhou: Detalhes se perdem e se confundem, lacunas se formam, horas e horas e horas de vida que eu nunca mais vou poder realmente relembrar, mesmo que não tenham sido acontecimentos pífios em suas épocas, muito pelo contrário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já passei muito tempo da vida sem dormir (literalmente) relembrando bobagens que fiz... Suponho que até certo ponto todo mundo faça isso. Mas, há alguns anos, isso parou. Foi, muito provavelmente à favor de uma escolha que fiz, um posicionamento de vida que, aparentemente, meu cérebro levou muito à sério: Só dá pra viver o presente e pensar no futuro se o passado ficar no passado. Infelizmente também é verdade aquele outro ditado que diz que quem não conhece o passado está fadado à repeti-lo. Acho que o problema se torna claro entre estas duas últimas sentenças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Das coisas que eu lembro, não há dúvidas, fica o reconhecimento de quanta coisa mudou, de quanto mudou, e que ainda sim há várias que continuam praticamente as mesmas. Isso não é uma realização súbita: Sei disso tudo, sabia antes mesmo de realmente compreender o que significava, então, talvez, a grande diferença seja a falta de documentação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não, eu não vou voltar com este blog ou criar um novo. Só quero dizer a falta de documentação cerebral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sei, já há um tempo, que não serei capaz de fazer como minha avó faz e relembrar fatos sobre a família: Nome de bisavós e tataravós, quem casou com quem, quem ia em que riacho quando era criança, que tio que gostava de pescar e que tio tinha sítio... Nunca me liguei nisso, é verdade, mas não é o conteúdo, é o fato de que história (ainda que não história da humanidade, só da minha) será perdida, e parte da culpa será minha... &quot;um dia vou contar isso pros meus netos&quot; já foi um objetivo, já foi um sentimento real, não mais. E sei que, se um dia esses netos realmente existirem, isso será uma perda para eles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É bizarríssima a realização de que você está falhando com quem sequer existe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É parecida com a sensação de ler algo que eu mesmo escrevi e já não sei mais do que eu estava falando, não porque está mal escrito, mas porque eu simplesmente não lembro do que estava falando. Simplesmente não lembro do que estava acontecendo na minha vida naquele momento. Simplesmente não lembro de algo que, ao menos em teoria, poderia me ajudar no futuro. Eu não sei se estou bem com isso, só estou constatando fatos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez a chave da questão toda esteja lá em cima no texto: Importância. Talvez eu não considere minha vida importante o suficiente para ser relembrada... Isso daria um baita dum dinheiro prum psicólogo. Seja como for, o remédio é um só: Escrevo este texto sem nenhuma mensagem subliminar, sem nenhum sentimento não desenvolvido. Estas palavras são reais e totais, tais quais as próximas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2017 foi pior que 2016. Em 2016 gente morreu e isso é normal; em 2017 gente foi estuprada, gente teve que recorrer à qualquer forma de ganhar dinheiro e gente teve que lutar pra ficar numa situação minimamente decente por conta de sua cor de pele, sexualidade, gênero... Nada disso é novidade, mas em 2017 foi assunto. Foi pauta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2017 foi o ano em que eu (acho) que achei o que quero da minha vida, e isso significou abrir mão do que eu pensei e ainda penso sobre a minha própria vida e a nossa sociedade: Alguns planos requerem sacrifícios; eu tenho um plano e estou bem com ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com que eu não estou bem foi em ter falhado com uma promessa feita à mim mesmo, exatamente um ano atrás: Passar a virada do ano de jeito diferente. Eu poderia ter feito muito mais, não fiz, e estou mal com isso: Tenho que aprender em 2018.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falando em 2018, Feliz Ano Novo, e, como sempre,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;See ya!</description><link>http://aquelaein.blogspot.com/2017/12/decepcoes.html</link><author>noreply@blogger.com (Eu!)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2097219787064808186.post-4166216417266739503</guid><pubDate>Thu, 29 Dec 2016 20:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-12-29T18:38:50.365-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquela Post</category><title>Era do quê mesmo?</title><description>O ano que &lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://aquelaein.blogspot.com.br/2016/02/era-de-aquario.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;começou com uma limpeza no computador&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, agora termina em outra: É fato conhecido que, após a primeira formatação, a segunda vem em muito menos tempo, e assim por diante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daqueles dias de Fevereiro sobreviveram algumas coisas: o IZArc continua, tal qual o Sumatra. Por algum motivo o Windows decidiu parar de receber atualizações na metade do ano, e em Dezembro comecei a notar que os vírus, malwares e adwares se instalaram de vez. Tentei, por horas e horas a fio, por vários dias, tentar consertar o problema, mas nada feito: Formatação... Linux. Solus, Arch, Mint, Lubuntu, Ubuntu e de volta para o Windows 7. Uma formatação após a outra, com cada sistema operacional: Teria ficado feliz com o Mint ou mesmo o Ubuntu, mas a incompatibilidade de alguns programas e periféricos me forçou de volta à Microsoft.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não faz mal. Ganhei um pouco de experiência na coisa, e agora, tendo experimentado realmente o outro lado da história, só me fez querer ainda mais fazer a troca. Até os papéis de parede são melhores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto escrevo estas linhas, termino de colocar de volta os programas que tinha antes. Estou usando outro antivírus. De backup apenas o que tinha antes da formatação, que ainda preciso ver, organizar e limpar, para ter novamente o mínimo de coisa no computador: 20 giga em uma questão de 10 meses. E isso porque me comprometi a coletar menos porcaria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sendo dia 29, às 18:08 da tarde, é meio estranho falar sobre o final do ano. Normalmente fazia isso, aqui no blog, no dia 31... ou, mais recentemente, não faria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falando em mudanças, 2016 ganhou certa fama ein? Na época do post anterior Bowie e Alan Rickman já tinham morrido, mas quem diria que era apenas o começo? E, de novo, escrevo isto à dois dias do fim do ano, ainda dá tempo pra muito atentado, crise e morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda no mesmo tópico, sempre que entro aqui me lembro de quanta coisa mudou. A começar&amp;nbsp; pelo plano de fundo, que vira e mexe eu mudo e, depois de um tempo, acho horrível também. Tem também a barra lateral, o cabeçalho, rodapé... tantos widgets, atalhos, listas, scripts e gadgets que simplesmente não funcionam mais; até os peixes não tão mais lá! E o banner precisa urgentemente de uma mudança também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não tenho assunto pra hoje, esta é a verdade... só tive vontade de escrever aqui. E como nada me impede, vocês, caros leitores imaginários, ganham estas palavras completamente inúteis, para encerrar de forma redundante este ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2016 foi... estranho. Diferente. Não exatamente &quot;bom&quot;. Mas ainda dá tempo das coisas melhorarem. Ou piorarem. E 2017 é um ano novo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Feliz Ano Novo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
See ya!</description><link>http://aquelaein.blogspot.com/2016/12/era-do-que-mesmo.html</link><author>noreply@blogger.com (Eu!)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2097219787064808186.post-3728496002488140035</guid><pubDate>Mon, 08 Feb 2016 03:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-02-17T18:54:00.023-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquela Post</category><title>Era de Aquário</title><description>Ao passo que escrevo estas palavras estou deixando de fazer algo que tenho feito nos dois últimos dias: fazer uma limpeza no meu computador (e talvez, apenas talvez, eu devesse fazer uma limpeza aqui também).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O computador que tive por mais tempo, um Itautec branco, do tipo que uma criança hoje não reconheceria como um computador, durou sete anos, e este notebook HP aqui está caminhando para isso. É bem verdade que este está em muito melhor estado do que aquele estava quando enfim foi trocado: mérito da evolução da tecnologia, mas também do fato de que os dez anos entre eles (com um período negro com um Positivo) me viram melhorar muito no trato com as máquinas. Naquele Itautec aprendi o que era a internet, os jogos de computador, a conexão discada. Com o Positivo aprendi que tem coisa que só se salva com reza braba. E com este aqui vi o mundo mudar, a tecnologia mudar, a internet mudar. 2007 é um ano extremamente diferente de 2016.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas bem, passei os dois últimos dias limpando meu atual computador. Nesses seis anos só precisei formatá-lo uma única vez, sendo que a segunda foi ontem. O que começou com uma limpeza de rotina nos tantos e tantos arquivos nele passou para uma formatação completa, e a limpeza de rotina virou uma limpeza completa também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tirei absolutamente todos os arquivos que tinha no computador. Reinstalei apenas os programas absolutamente básicos para meu uso, sendo que dei uma variada nestes também: Nada de Adobe Reader ou Foxit, mas Sumatra. Pela primeira vez na vida, nada de WinRAR, mas 7-Zip (pequena atualização: foda-se o 7-zip IZArc é o que é). Os drivers também estão reduzidos ao máximo, sendo a grande maioria drivers genéricos que o Windows conseguiu achar. Sim, o Windows continua, o 7, não o 10, mas só não instalei o Ubuntu porque não tinha nenhum instalador por aqui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Mais uma pequena atualização: foda-se a porra do OpenOffice.)&lt;br /&gt;(Foda-se o Libre Office também. A porra da Microsoft ganha não é à toa.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A limpeza completa então consistiu em tirar tudo que eu podia e colocar de volta o mínimo que eu podia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tenho coisas - músicas, fotos, textos, vídeos, imagens, desenhos, gifs - de desde que eu comecei a salvar coisas da internet. Eu tinha uns 10 anos. Isso dá mais de uma década de arquivos salvos. Claro, entre os três computadores que tive desde então perdi muita coisa entre as trocas e as formatações, mas a maioria continua comigo. Quinhentos e Oitenta e Nove gigabytes de informação (com partes compactadas). Nem perto do que muita gente tem, eu sei, mas é um resumo de metade da minha vida. Minha vida mesmo deve dar um tera e pouco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nestes dois últimos dias revi dezenas de milhares de imagens, sem exagero. Vi vídeos engraçados, vídeos filmados com o celular e vídeos que eu não via há anos. Tantas e tantas fotos da minha família, amigos, colegas de escola, gente desconhecida, parentes distante. Movi, renomeei, compactei, descompactei, transferi. Gigas e gigas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maior parte, a maior pasta, é a de putaria. Cento e setenta e oito giga (com partes compactadas). Nem perto do que muita gente tem, eu sei, mas eu nunca fiz questão de imagens em HD, vídeos em Blu-ray, gifs com muitos frames por segundo. Naquela época nada era medido em giga, mas em mega: 10 mega era coisa pra caramba - e imagina quem tratava a internet desde à época dos simples bytes! Os anos 90 viram a computação crescer como nunca, mas os anos 2000 viram esta desabrochar. Tive a sorte e o azar de conhecer ambas, mas só passei a &lt;i&gt;salvar&lt;/i&gt; coisas na metade da primeira década do novo milênio. O ícone é um disquete, se serve de consolo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas então a maior pasta é da de pornografia. Sempre gostei mais de fotos que de vídeos, mas estes estão lá também. Tem tanta, &lt;i&gt;tanta&lt;/i&gt; coisa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na mesma pasta tenho imagens de mais de 10 mega e de menos de 50 kbytes. Vídeos em 240p e em Full HD. Milhares de gifs, de qualidades tão destoantes que alguém poderia achar que é alguma falha num codec qualquer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Têm sido extremamente incrível rever tudo isso. Ver o que eu gostava há quinze anos atrás e o que gosto hoje: Em termos de peitos mesmo. Bundas, pirocas, bizarrices, estrias, condicionamento físico, amadorismo e profissionalismo, atuação, trilha sonora. E os cabelos! Meu deus, os cabelos! As roupas (apenas nos minutos iniciais, é claro), a moda, as gírias, os gemidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem coisas que, ao rever, lembrei imediatamente de quando salvei. Como salvei, quando, em que computador, de que site, se baixei compactado ou foto por foto. Lembro dos nomes, na aparência. Lembro de imagens individuais que salvei porque nem gostei do sexo mostrado, mas porque a iluminação da cena estava muito boa - acredite ou não, mas é verdade, e mais comum do que eu me orgulho de dizer. Do mesmo modo que lembro de vídeos inteiros que baixei porque vi um gif incrível antes (e, quase sempre, o gif se provou melhor que o vídeo completo).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa experiência toda, entre fotos pessoais, vídeos de propagandas censuradas, músicas que sofri para encontrar pelo Ares, meus projetos de blogs (com seus PDFs, banners, templates, posts salvos, imagens), documentários passados pelos meus professores, trabalhos antigos de escola, registros de conversas do MSN, materiais do curso de AutoCAD que eu não gostei de fazer, fotos dos meus antigos colegas de escola. Gente que entrou e saiu da minha vida, coisas que fiz, coisas que apenas registrei. Vi tantas fotos de mulheres gostosíssimas que posso dizer, até hoje, quando descobri que estas existiam e quanto foi difícil achar mais material sobre elas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E elas, todas elas, junto de tantas outras pornografias e retratos individuais que vivi, já passaram. Tem gente alí que ainda vejo. Tem gente que nunca mais vou ver alí. Tem gente que vou ver por acaso. Tem gente que nem penso mais em querer comer. Tem gente que, hoje, sequer consideraria me masturbar como homenagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas naquela época, em cada época individual, foi incrível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À bem da verdade, rever isso tudo me comprova que, na gigantesca maioria, tenho um bom gosto excelente. Uma gente mais fodível que a outra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estranho como, quando mais novos podemos achar alguém com quem de fato convivemos tão absolutamente perfeitas e, tempos depois, olhar para trás e poder dividi-las em duas categorias: gente que você sente saudades por não conhecer mais e quando lembra delas é com carinho e sem malícia alguma, e gente que, quando se lembra delas, permanecem neste buraco que é a luxúria. E às vezes é a mesma pessoa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olhar para lembranças e ver que tem gente com as quais você não faria absolutamente nada hoje, mas que, na época, faria tudo o possível. E ao contrário também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu não estou velho. Claro, um dia de cada vez estou ficando mais velho, mas não estou velho ainda. Estou até menos idiota. Digo isso porque o sentimento aqui não é nostalgia. Não trocaria hoje por ontem algum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No meio desses tantos arquivos que tenho tem gente que já morreu. Gente muito diferente entre si, inclusive.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada peito, cada bunda, cada pequeno detalhe que já me fez salvar um arquivo já morreu: Absolutamente ninguém em nenhuma pornografia que tenho existe mais. Caso não seja óbvia a metáfora, não, eu não curto exclusivamente pornografia com gente idosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É que cada um daqueles peitos já estão um pouquinho mais caídos. Podem estar maiores ou menores, com ou sem silicone, mais ou menos gostosos, mas aqueles que me fizeram salvar o que quer que fosse já não existem mais. Essa é a grande beleza do registro: Salvar apenas uma pequena porção que pouco depois será, e para todo sempre, apenas passado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E tanta gente já passou. E nem sou velho ainda!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não sou do tipo que quer morrer jovem para não envelhecer. Não sei quando vou morrer, mas uma das grandes perguntas da vida é quanta mais gente irá passar por você até o tal derradeiro momento?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com esta limpeza, a mais profunda limpeza que já fiz nos meus arquivos, me comprometo a fazer uma coisa: Não salvar mais nada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Claro, trabalhos de escola, materiais importantes, e-mails que é bom guardar - coisa necessária. Já tenho mais que o suficiente de músicas, filmes, fotos e pornografia. Me conheço bem o suficiente para saber que eu jamais verei tudo isso novamente, então não há motivo algum para criar mais, salvar mais. Já há um bom tempo desisti de tirar fotos, apesar de gostar bastante de fotografia (apenas como apreciador, nunca tive jeito para fotógrafo), e agora o mesmo vale pros conjuntos binários. Se eu salvar alguma coisa é porque eu preciso. Por necessidade prática. Sei que haverá exceções, mas apenas exceções, nada de gigas, pastas, álbuns, coletâneas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2014 foi terrível; 2015 também. 2016 tem sido diferente. &quot;O ano só começa depois do Carnaval&quot; e meu Carnaval começou com uma reformatação não planejada e um mergulho em anos e anos de memórias esquecidas. Boas memórias: Fazem meu hoje, ocupam meu HD externo, geram um post melancólico. O primeiro do ano, nada menos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estava &lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://aquelaein.blogspot.com.br/2012/01/apatia.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;relendo algumas coisas&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, em decorrência do tal mergulho, outro modo de lembrar das coisas. Reli &lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://aquelaein.blogspot.com.br/2015/10/sobre-o-boquete.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;o único post de 2015&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;: Post legal, me fez rir. Pra mim este blog hoje é uma mistura entre ser um dos meus tantos arquivos salvos e um modo de, vez ou outra, criar um novo arquivo para poder vê-lo no futuro e, quem sabe, fazer um post mais interessante. Tenho falhado miseravelmente, creio eu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de dois dias quase inteiros mexendo no computador (incrível: anos atrás eu passava horas e horas na frente do monitor, incansável, hoje é algo tão raro) estou chegando nas etapas finais da limpeza. Enquanto escrevo isto alterno para a pasta de putaria, realocando os arquivos com nomes muito grande para o Windows Explorer mover. Depois disso me faltará apenas arrumar a pasta dos arquivos mais recentes, a maioria de arquivos realmente necessários na minha vida atual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À menos que eu mergulhe absolutamente fundo e veja arquivo por arquivo, em seus mínimos detalhes, devo terminar amanhã. Como eu não só sou preguiçoso como também levaria um tempo que eu não tenho, estes arquivos, estes vários e vários anos da minha vida, permanecerão o resto de suas existências inalterados. Salvos no HD externo, mas longe das minhas mãos, longe do meu computador e do meu alcance comum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem sabe, daqui há mais tantos anos, eu não os veja de novo. Talvez eu chegue naquela fase de mexer nas velharias e encontre o HD. Talvez tenha que explicar para filhos, netos, sobrinhos, colegas, amigos quem era o cara ao meu lado, tocando violão num vídeo, ou que a garota de quatro na foto postou a tal foto ela mesma na internet, e que o primo descobriu que era ela e espalhou pra todo mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada arquivo guarda uma pequena parte da minha vida que já foi, e pior ainda, que apenas eu sei. Porque se alguém, seja agora seja no futuro, abrir qualquer um desses arquivos, só vai ser uma pessoa tocando violão e uma pessoa nua, sem histórias, sem lembranças, comuns.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não levo à sério promessas de ano novo; não prometi nada. Mas também é verdade que desde 31 de Dezembro de 2015 tenho mudado bastante coisas na minha vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já há uns dois ou três anos tenho desconsiderado cada vez mais o passado, sem deixar de reconhecer sua importância, mas sem deixá-lo influenciar diretamente no futuro, e pessoalmente falando, até agora, esta limpeza é a maior coisa que fiz. Isto e parar de usar a saudação nazista quando vejo um careca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estou quase no fim. É meio triste tomar conhecimento de quanta gente está no passado (e se voltarem no futuro será apenas uma minoria), mas &lt;i&gt;meu deus&lt;/i&gt;, como eu tenho espaço livre no computador agora! E está funcionando tão mais rápido!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bati meu recorde pessoal de eufemismos e metáforas com este post.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É 1:02 da matina de segunda-feira de Carnaval (mantendo tradições do blog, vejam só) e eu finalmente terminei de correr a lista de arquivos de putaria e vou começar a editar os 137 arquivos cujos títulos são grandes demais... essa limpeza toda só fez meu computador sobreaquecer (e desligar por segurança) quatro vezes, meia dúzia de reinicializações no modo de segurança, umas gambiarras com os drivers de rede e várias horas da minha vida dedicadas à coisas que, num ponto ou outro, já foram a minha vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez a coisa mais sábia à se dizer seja que ainda é muito cedo pra dizer se isso tudo valeu à pena, mas a verdade é que eu estou cansando, o computador está ligado desde às 10:40 da matina e que a Carla Bruni era muito gostosa quando mais jovem, mas ela está me atrapalhando agora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não sei quando este blog terá mais novidades, mas a gente ainda se vê, ainda não terminei com esta lembrança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
See ya!</description><link>http://aquelaein.blogspot.com/2016/02/era-de-aquario.html</link><author>noreply@blogger.com (Eu!)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2097219787064808186.post-6751825309531727214</guid><pubDate>Thu, 15 Oct 2015 20:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-10-15T17:54:50.299-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquela Post</category><title>Sobre o boquete</title><description>Tem a questão da mulher ser vadia (ou semelhantes) se esta se propõe a atos sexuais quaisquer: Todo homem hétero quer uma mulher que o chupe, mas ao mesmo tempo a tal da sociedade condena esta mulher por chupar alguém.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É um problema de posto de vista, uma vez que tanto a mulher quanto o homem também perfazem a sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, há algo de submisso e detrimental em ter um pau esfregado na sua cara, e fica ainda pior se é isso que você quer - mais ainda, se é você quem faz isso à si mesma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a sociedade não liga caso a mulher esteja nua. Além da pornografia há o fato de que a nudez é uma representação única e particular de um indivíduo: Alguém nu só pode ser quem é, não outra pessoa parecida. Não há pintos e bucetas iguais. E isso significa que apenas aquela pessoa está comprometida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E há também o comprometimento que, aliado ao compromisso social, significa que se uma mulher está nua em frente à um homem, é porque esta assim o quer: Mulher nenhuma faz strip para estuprador... espera-se. Logo, a nudez total da mulher quando acompanhada de um parceiro significa intimidade, e o que é íntimo não é público. Os exibicionistas gostam de serem observados, não de serem interrompidos, e muito menos de receberem ajuda: Há motivos pelos quais casas de swing tem quatro paredes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então o grande problema é a mulher vestida, mas que aceita ter um pau esfregado em sua cara de boa vontade. Provavelmente uma rapidinha seria mais condenável que uma orgia em praça pública: A multidão esconde a individualidade explícita de cada envolvido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A solução para os problemas da vadia é portanto tirar a roupa quando for chupar alguém. Uma mulher vestida é uma mulher para a sociedade, e a sociedade não aceita sexo social, sem compromisso e sem riscos morais.</description><link>http://aquelaein.blogspot.com/2015/10/sobre-o-boquete.html</link><author>noreply@blogger.com (Eu!)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2097219787064808186.post-2894326880745355464</guid><pubDate>Wed, 31 Dec 2014 04:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-12-31T02:12:56.938-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquela Post</category><title>Quem tá vivo sempre aparece</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Aaaaaaaaaaeeeeeeewww cambaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaada!!!&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Ora, faz muito tempo que não faço isso. Foi um ano vazio por aqui, e, de certa forma, eu deveria estar envergonhado de o único post publicado ser um reaproveitamento... não sinto falta disso aqui, se é o que alguém está pensando, mas devo dizer que conversar com leitores inexistentes se prova tão divertido quanto antes.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Falando em antes, que ano cheio, não? Tanta coisa aconteceu, tanta gente morreu, e diferentemente dos anos anteriores, 2014 parece estar em transição, preparando-nos para novas coisas: nada marcante este ano foi uma novidade, foi? Nos livramos de coisas e pessoas que já conhecíamos há tempos, mas não se pode dizer que foi um ano de descobertas, revoluções e lançamentos, não, estamos no meio tempo, mudando a escalação dos jogadores, nos preparando para o próximo tempo. E claro, não sabemos como ele será, só sabemos como o primeiro já foi.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Devo admitir então que não sei porquê estou escrevendo estas linhas: não há necessidade delas, não tenho uma boa história. Muita coisa mudou nesse tempo em que estive fora, para mim, para o resto do mundo e provavelmente para todos os leitores dessa pocilga. E bem, verdade seja dita, isto aqui ficou um tanto abandonado; em outros tempos eu jamais teria deixado de acertar o fundo do blog, que agora não está funcionando (e que parei de escrever isto para consertar).&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Seja como for, a questão é uma só: não tenho o que dizer. Ou, como diria nos bons tempos, estou sem ideia nenhuma pro post. E ainda sim acho que deveria escrever alguma coisa, contar alguma coisa... coisas de fim de ano. Mas não se preocupem, nada de retrospectivas, muito menos de listas de quem bateu as botas... melhor deixar de enrolação e começar isto logo.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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É 30 de Dezembro de 2014, e eu estou escrevendo isto aqui sem motivo nenhum, aproveite.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
É estranho como, quase cinco anos atrás parece meio distante agora. Em 2009 os grandes blogs eram uma realidade, praticamente dominando a internet, e a música ainda era derivada das coisas que conhecíamos do começo da década ou até mesmo antes: o Orkut existia, as redes sociais não eram grande coisa, e os nomes que hoje povoam os tops das rádios sequer eram conhecidos... é estranho pensar que nesses cinco anos coisas acabaram, e mais estranho ainda que algumas tenhas surgido e já acabado, em tão pouco tempo.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Já devo ter falado isto algumas vezes, mas quando esse blog começou ele tinha a única função de ser uma plataforma para reclamações, em que o sonho de ser algo grande era apenas um sonho: as expectativas reais nunca foram grande coisa. Nesse tempo o blog mudou várias vezes, não só de template, e acabou por ser um lembrete para eu mesmo que as coisas mudam, e que não adianta ter vergonha delas depois. Não posso dizer que me orgulho do conteúdo de alguns posts, tanto na parte técnica quanto realmente de conteúdo, de &quot;mensagem&quot;, mas ainda sim estão todos aí, com os erros gramaticais e as bobagens escritas. Já disse e repito, este blog cumpriu seu papel original, pegou mais uns 3 ou 4 outros, cumpriu todos eles e, de sobra, ainda deu umas demonstrações bônus, só pra se exibir.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Quando decidi que era hora de&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt; &lt;a href=&quot;http://aquelaein.blogspot.com.br/2012/07/aprendendo-ser-pai-ou-mae.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&quot;encerrá-lo&quot;&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;ele já tinha passado por vários visuais, vários widgets, vários tipos de posts, com direito à listas, reclamações, discussões, debates, apresentações, contos e até mesmo explicações esdrúxulas sobre o mundo (tanto pra bem quanto pra mal) e uma infinidade de momentos menores, menos óbvios, além de costumes, manias, banners e até mesmo a sombria época sem os peixes no final da página. Já tinha nascido, crescido, tido várias e várias crises, se restabelecido e, enfim, atingido um ponto em que não era mais necessário. Claro que houve coisas depois disso, algumas só por bobeira, outras que valiam ser lembradas no futuro, mas foram complementações. Não vou mentir (e este é o objetivo deste parágrafo): nunca abordei tudo que queria.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Não, isso não é um retorno, é mais uma confissão... apesar de provavelmente não ser novidade. Independente de todo o resto, deixei de falar coisas que queria falar: tenho uma ou duas listas de ideias para posts, além das várias e várias que perdi no decorrer do tempo, das ideias que não anotei e das que, vez ou outra, ainda aparecem pra mim... sou fiel à essa porcaria, fazer o quê? Mas indo para a segunda confissão da noite, creio que não tenho mais como falar sobre essas coisas: claro que ainda são tópicos interessantes (quase sempre...) e que tenho alguma opinião sobre eles, mas não tenho mais a... disposição.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Não tenho mais o ímpeto do começo, aquela vontade meio idiota de falar sobre tudo quanto é coisa, a paciência e o tempo (normalmente contínuo, sem pausas) para gastar 10, 12 horas num único texto, e gasto bem menos tempo na minha vida pensando em histórias mirabolantes só por entretenimento. Não que eu não consiga, muito pelo contrário: a imaginação continua (mais ou menos) a mesma, não posso dizer que sou mais maduro e/ou menos fútil, ainda tenho saco para gastar horas e horas fazendo algo que me interesse... a verdade é que não tenho mais a certeza que tinha. E minhas habilidades com palavrões definharam tristemente também.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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De forma bem simples, não acho que seriam bons posts. Seriam mais bem escritos, mas sucintos e mais claros de serem lidos (e sem os vários comentários à parte, nos parênteses, que não fazem sentido nenhum se você não parar para tentar decifrá-los), mas não acho que seriam mais legais ou divertidos. Não que os antigos sejam grandes coisas, mas pelo menos eu me divirto lendo-os hoje e me diverti escrevendo-os na época: hoje acho que nenhuma das duas coisas aconteceria. E isso, para mim, não é uma opção.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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O que nos leva à terceira confissão da noite: não sei se ainda consigo escrever para cá. Quero dizer, claro que não seria a mesma coisa, afinal eu mudei, o blog mudou, minha escrita mudou e o mundo, apesar de ainda ser azul e ligeiramente redondo, mudou também, mas não é isso que quero dizer: não sei se consigo voltar à escrever no ritmo, no estilo e do jeito que este blog era (ou de algum dos vários jeitos que já foi). A verdade é que a única coisa que tenho escrito em muito tempo é pro&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt; &lt;a href=&quot;http://www.baconfrito.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Bacon&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, e isso fez com que eu enferrujasse.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Não que eu não goste de escrever para lá, é divertido mesmo com todos os rolos e problemas com a (falta de) equipe, mas estou preso no formato que criei para mim mesmo lá. E apesar de eu saber que consigo mudá-la, não tenho a vontade para isso: mais do que cômodo, não sei se consigo estar à altura da mudança. Não pela capacidade ou por medo, mas pela criatividade: minha criatividade está no limite. Não tenho mais assuntos, não tenho mais temas... e junto com a já mencionada falta de vontade, as coisas ficam como estão. Em outras palavras, preciso de férias, só que não posso tê-las.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Já que estamos no tema: já tem um bom tempo que não tenho lido, jogado, assistido, ouvido, visto ou qualquer outro verbo no pretérito perfeito composto aplicável. Estou parado, e isso obviamente leva à escassez de material tanto para o Bacon quanto para este blog aqui. Estes últimos anos não têm sido bons, principalmente 2013 e 2014... aliás, 2014 foi péssimo para mim e para quase todo mundo que conheço; foi melhor para vocês, que não existem? E ainda sim, curiosamente, não consigo me lembrar do que estava fazendo em 2012... 2011 tá de boa, 2010 e todo o resto pra trás também, só 2012 tá de frescura.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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...&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Pensei melhor agora e 2013 também tá meio difícil, mas que foi ruim foi.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Talvez seja o meu cérebro querendo me proteger, esse filho da puta.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Enfim, voltando ao post, tenho sim feito uma ou outra coisa. Minha vida está mais movimentada agora do que foi desde 2012, mas não preenche os requisitos certos: Isso aqui nunca foi um diário ou algo que o valha, mesmo que também sirva como espaço de expressão (como agora). Acontece que aliando o que tenho feito, com o modo que estou encarando as coisas atualmente (o quão manjada foi esta frase?), a coisa não funciona, não sai do lugar. O que eu tenho que fazer, e como me relaciono com o todo não satisfaz o que eu preciso, e consequentemente não satisfaz o Bacon, este blog e nenhum dos vários outros projetos que eu sempre tive: apesar de todo o movimento na minha vida, o resto está todo parado.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Não sei se deu para para notar, mas as metáforas ridículas e o humor babaca também continuam os mesmos. Acreditem, eu quero fazer isto aqui. E quero fazer o Bacon e meia dúzia de outras coisas, além de precisar alcançar novamente The Big Bang Theory (meio que por masoquismo), assistir Breaking Bad (sim, isso mesmo, não vi essa porcaria ainda), ouvir os últimos lançamentos de umas vinte bandas (incluindo o Black Sabbath), ouvir velhos lançamentos de outras tantas bandas, fazer e assistir a lista de filmes dos últimos três anos dos filmes que quero assistir, terminar de novo Assassin&#39;s Creed Brotherhood (que está parado há meses), jogar os mais de 30 jogos que tenho no Steam e não joguei e, voltar a ler. Preciso ler. Não como antes, isso já foi, mas preciso voltar a ler. E sim, estas duas últimas frases só farão sentido para eu mesmo pelo motivo de foda-se a (...) coesão textual... como observação, a velha coisa de eu esquecer uma palavra justamente quando vou escrevê-la também continua a mesma.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Em termos de tradições, o blog teve várias, e temos várias na vida real também: estou escrevendo este post há horas, já é de madrugada, no dia seguinte, como nos velhos tempos, e sendo hoje já dia 31, entramos numa segunda tradição, a de passar uma das datas de fim de ano na internet, lendo, vendo um ou outro vídeo, fuçando... É estranho como durante o ano todo temos pessoas na internet falando que não gostam dessa época do ano, que não se dão com a família e os caralhos, mas curiosamente a internet ainda fica vazia: somos vários, fazendo a mesmas coisas sozinhos, nos perguntando onde todas as outras pessoas foram, por não estarem online. E não falo isso de nenhuma forma negativa, só uma observação.&lt;/div&gt;
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&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
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Bem, uma das tradições deste blog sempre foi fazer um post de fim de ano, sobre o fim de ano, durante o fim do ano e, no fim, dizer que todos deveríamos sair da internet e fazer alguma coisa na vida real, de preferência com alguém que gostamos ou, na falta, de alguém que goste de nós. E na real o conselho não mudou, deveríamos todos fazer isso. Sei que vou fazer isto amanhã (hoje), mesmo que não o tempo todo: por aqui não planejamos nada para o réveillon (e não, não escrevi isso certo, foi o corretor - outra coisa que não mudou), só para o Natal, então vai ser meio que de improviso.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Este post não tem função alguma, não tem um tema e muito menos é prolixo dentro de si mesmo, foi o que me propus a fazer desde o começo: escrever sobre nada e qualquer coisa. Não posso dizer que está exatamente do meu agrado, mas de novo, este não foi e não está sendo um bom ano, e vou dizer outro clichê, que também já virou tradição: ainda não acabou, falta pouco, mas falta, então ainda dá para acontecer bastante coisa... provavelmente outro famoso morto ou, meio ironicamente, em cima do muro se o problema vai ser a falta de água ou a água em excesso neste começo de 2015. Seja como for, 2014 ainda tem várias horas pela frente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Como disse no começo do post, este ano foi para preparações, para acertar algumas coisas e deixar todos prontos para o que vem a seguir: Talvez seja algo incrível, talvez seja o fim do mundo... 3 anos não é assim uma margem de erro tão grande se você parar para pensar. Espero que o ano de vocês tenha sido melhor que o meu, e que tenham um bom 2015, mesmo que não nos encontremos tão cedo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Enquanto escrevo estas últimas linhas vou checando a pré-visualização do post no blog, de fundo e banner novos e novas cores, mas mantendo o resto do jeito que era, com os nomes idiotas, as mesmas páginas e os mesmos blogs na barra lateral, a maioria deles já falecidos (um golpe no meu pobre coração), uma homenagem à coisa toda... Isto não é um retorno, não é um mea culpa e nem mesmo um desabafo, é mais uma explicação, uma atualização, mas por mim tudo bem, e espero que para vocês também. Enquanto escrevo estas últimas linhas vou checando a pré-visualização do post no blog, o tamanho do post parece errado (muito pequeno), a falta de vídeos e imagens também, e eu até sinto falta do banner específico pra cada post, mas as coisas são melhores assim: Saudade só é boa se não satisfeita.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Feliz Ano Novo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
See ya!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
PS: E nem citei a música da Simone este ano!&lt;/div&gt;
</description><link>http://aquelaein.blogspot.com/2014/12/quem-ta-vivo-sempre-aparece.html</link><author>noreply@blogger.com (Eu!)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2097219787064808186.post-5795584684045298395</guid><pubDate>Fri, 11 Apr 2014 17:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-04-11T14:00:06.791-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquela Post</category><title>A despedida do Windows XP</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
AAAAAAAAAAAAAaaaeeeeeeeewwwwww cambaaaaaaaaaaaaaadaaaaaaaaa!!!!!!!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
É até errado começar este post assim. Sim, eu sei, faz tempo... Como vocês estão?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este post foi escrito pro &lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.baconfrito.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Bacon&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; também, mas a verdade é que eu já sabia que não ia dar certo, não ia ser publicado. Não tem nada a ver com o Bacon, mas é algo que eu precisava escrever. Por que não escrevi aqui, pra vocês? Não sei. Talvez por vergonha de ter ficado tanto tempo longe... e agora uso este blog como recurso reserva... vergonhoso. Não pensem, entretanto, que esqueci do blog e de vocês: Já tive ideias para vários posts e, de tempos em tempos, lembro que o fundo branco e roxo e o banner já estão batidos e precisam ser trocados... felizmente os peixes estão bem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há porque enrolar mais, então fiquem com o post e uma pequena promessa de não deixar isto aqui de lado por mais tanto tempo... pelo menos eu não menti procêis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Simbora!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje é o primeiro dia sem oWindows XP. Sim, eu sei que ele continuará instalado e rodando em muitos computadores, mas tal qual tudo na &lt;strike&gt;vida&lt;/strike&gt; indústria, esse é o fim oficial. Fiquei triste também quando a Sony anunciou o fim do PlayStation 2 e agora é a mesma coisa... esta é a minha despedida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-TEhqMzJdkos/U0gOfqC1OKI/AAAAAAAABzs/ni80mnnTkZE/s1600/xp+logo.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-TEhqMzJdkos/U0gOfqC1OKI/AAAAAAAABzs/ni80mnnTkZE/s1600/xp+logo.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&amp;nbsp;E eu nem sei se isso aqui vai ser publicado =D (e não foi)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não foi com o XP que aprendi a usar o computador, isso foi com o 95, e a usar a internet foi com o 98, mas foi só com o sucessor do 2000 e do ME que as coisas mudaram. Foi com ele que aprendi a fazer mais que colocar e tirar disquete e jogar no Fliperama... eu nem sei por quanto tempo ele foi parte da minha vida, mas foi muito tempo. E, talvez não coincidentemente, era ele que estava no meu computador favorito, mesmo que, no final, a tela estivesse permanentemente &lt;strike&gt;magenta&lt;/strike&gt; rosa e a cascata de janelas travadas fosse uma constante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É, creio, inerente ao ser humano lembrar do passado de um jeito melhor do que de fato foi, e bem, estamos aí né. Não posso deixar de me lembrar de alguns bons momentos ao ver os &lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://draft.blogger.com/%22http://www.tjkelly.com/blog/windows-xp-desktop-backgrounds/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;wallpapers&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;: Usei o da ilha por muito tempo, Stonehenge e o das árvores com flores amarelas também; o dos peixes minha irmã usava; todos aqui em casa gostavam das tulipas. Era uma época um tanto inocente, já que cada um tinha uma conta de usuário e ninguém sabia porque o computador ficava mais lento... o primeiro wallpaper que foi só meu foi o do cachorro, era o meu favorito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-TFGgmu9mbKk/U0gQjQO880I/AAAAAAAAB0I/yS77WW-Yys8/s1600/XPStart.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-TFGgmu9mbKk/U0gQjQO880I/AAAAAAAAB0I/yS77WW-Yys8/s1600/XPStart.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&amp;nbsp; Hoje também é o primeiro dia sem o Office 2003, e eu ainda salvo todos os arquivos do Word e o PowerPoint em modo de compatibilidade, só pra garantir... Meu deus, quantos trabalhos de escola... E horas e mais horas gastas rabiscando no Paint, coisa que eu também faço ainda, mas não é a mesma coisa... O Paint está bom demais pra isso. Nunca achei que diria essa frase.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vocês podem ver tudo que o XP mudou, inovou e revolucionou por toda a internet: As coisas eram diferentes antes dele. E nesses quase 13 anos foi ele o melhor sistema para jogos, para desenvolvedores &lt;strike&gt;CHUPA LINUX&lt;/strike&gt;... Lembram daquela história de &quot;o Pentágono tá nas mãos do Bill Gates&quot;? Toda grande fase de desenvolvimento tem sua ferramenta, e a da última década foi, dentre outras, o XP. E ninguém pode dizer que ele não cumpriu seu trabalho, fez muito mais que isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-wr53ksk86rA/U0gPi_fRdFI/AAAAAAAABz0/y0DReEffkmY/s1600/google2001.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-wr53ksk86rA/U0gPi_fRdFI/AAAAAAAABz0/y0DReEffkmY/s1600/google2001.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&amp;nbsp;Lembra como era a internet em 2001?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu PS2 não está bom. Trava, faz barulho, não roda vários jogos, e o que passa na minha mente é &quot;se esse fosse o último console que funcionasse no mundo, não seria grande coisa&quot;. Claro, ainda é o maior videogame de todos os tempos, e ainda funciona, mas não como deveria, não &quot;em toda sua glória&quot;. E sejamos realistas, você reclamava pra caralho da galera que ainda usava o Internet Explorer 6, mas pode ficar tranquilo, hoje é o primeiro dia sem ele também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A verdade é que, tal qual o PS2, o Office 2003 e o IE6, chegou a hora do XP. Cara, para pra pensar que a gente já tá no PlayStation 4, Office 2013 e no IE 11. O XP foi há TRÊS Windows atrás. A gente sequer pensava em considerar o nome do troço um emoticon quando ele foi lançado, as torres gêmeas ainda estavam de pé e o jogo mais foda era Pinball. Bons tempos em que você podia roubar no Campo Minado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-5X1R-eO0q04/U0gP8C90wkI/AAAAAAAABz8/TFexWbYFJiI/s1600/pinball.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-5X1R-eO0q04/U0gP8C90wkI/AAAAAAAABz8/TFexWbYFJiI/s1600/pinball.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Humilho cês tudo nissaê.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse é o tipo de coisa que quanto mais fala, mais tem pra falar. Histórias, jogos, bugs, programas, sons: Aposto o que vocês quiserem que todos vocês tem algo pra contar, mesmo que não faça absolutamente nenhum sentido se não para você. Mas já é hora de deixar tudo só na lembrança, porque pelo menos lá tudo isso vai parecer ainda mais incrível. Ok, o Vista foi uma bosta, mas né, não dá pra acertar todas. E diferentemente da própria Microsoft, eu não vou falar pra vocês comprarem o 8.1, eu sequer usei, mas me parece fresco demais pra dar certo... o Windows 7 tá aí, ele faz um bom trabalho, e, acho, nenhum de nós o teria aceitado se ele estivesse à altura do desafio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando, junto do Hotmail, o MSN saiu do ar no ano passado, a gente daqui do Bacon se reuniu para uma última conversa, uma homenagem por tudo que fizemos lá e, pelo menos pra mim, foi também uma homenagem pelos vários anos de conversas, brincadeiras e amizades criadas através do programa. É nítido que a Microsoft está seguindo em frente, e por mais que não gostemos, temos de fazer o mesmo. Não porque os programas não funcionam mais, mas porque é assim que as coisas são.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object height=&quot;480&quot; width=&quot;640&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;//www.youtube.com/v/7nQ2oiVqKHw?hl=pt_PT&amp;amp;version=3&quot;&gt;&lt;/param&gt;
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&amp;nbsp;Não dá pra reunir todo mundo desses anos na frente do computador, e nem instalar o sistema só para vê-lo, então essa é minha homenagem. Sei que vamos nos encontrar mais vezes. Não vai ser a mesma coisa, é claro, mas as lembranças ainda estarão lá... é, no fim, em relacionamento como qualquer outro e, sejamos sinceros, a única pessoa que mais te viu sem roupa que seu computador é a sua mãe. A fila anda, e daqui pra frente só nos resta os encontros amigáveis mas ligeiramente estranhos. Acabou, mas foi muito bom enquanto durou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Minha conclusão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu deus, quanto tempo não escrevo isso... Aliás, isto aqui não faz parte do post original, estou usando só pra dar uma informações a mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O post foi escrito dia 9, quarta-feira, primeiro dia sem o XP, Office 2003 e IE 6. Hoje é o terceiro dia, mas resolvi manter assim porque foi como escrevi originalmente e o sentimento é o mesmo, hoje ou há dois dias. É, não há muito o que falar... mais que um texto pro Bacon, este é um texto que eu quis escrever, quis que alguém lesse, e, afinal de conta, vocês, leitores imaginários, estão comigo há muito mais tempo que qualquer leitor do Bacon. Espero que aproveitem o troço, mesmo que aqui seja sua segunda casa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De resto, tudo que posso realmente fazer é esperar que nos encontremos logo e terminar o post no bom e velho estilo clássico:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
See ya!&lt;/div&gt;
</description><link>http://aquelaein.blogspot.com/2014/04/a-despedida-do-windows-xp.html</link><author>noreply@blogger.com (Eu!)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-TEhqMzJdkos/U0gOfqC1OKI/AAAAAAAABzs/ni80mnnTkZE/s72-c/xp+logo.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2097219787064808186.post-8579788360208036831</guid><pubDate>Tue, 26 Mar 2013 00:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-03-25T21:18:24.928-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquela Post</category><title>De nada, do fundo do meu coração</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Aaaaaaaaaaaeeeewwwwwwwwwww cambaaaaaaaaaaadaaaaa!!!!!!!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Senhores, devo admitir que é incrível entrar de vez em quando aqui, sempre para escrever um post e só para isso... faz eu parecer mais apto à função de ter um blog... mas enfim, o post não é sobre isso. Então deixemos de enrolação e vamos à ele!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Era sábado, este sábado, dia 23. Tendo acordado às 6 da matina, já devia ser umas 8 horas quando tive de sair... mas estou me atropelando. Seguinte: sábado fui, às 7 da manhã, ajudar a fazer pizzas para vender &quot;pra caridade&quot;. Pois é, brega, cansativo e tudo mais, mas vale à pena. Estava no local desde as sete-e-qualquer-coisa, ajudando a cortar muçarela (cara, é muito escroto escrever isso do jeito &quot;certo&quot;...) e presunto, mas por volta das 8 tive de sair, levar, de carro, a chave do outro carro para quem precisava do carro (o outro carro não o que eu estava).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Não sei se já falei, mas tenho um senso de direção de merda. E não importa que meio de transporte que eu esteja usando, eu sempre acabo dando uma volta gigantesca para chegar onde quero... eu já me perdi numa rua em linha reta, à pé, e acabei andando por uma hora, debaixo de chuva.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Mas enfim, me perdi, na minha própria cidade, de novo. Dei voltas e voltas, até que finalmente me achei em caminhos por mim conhecidos, sendo que dalí para frente seria apenas uma questão de tempo até chegar ao meu destino. Ou melhor, tempo e paciência, já que por aqui &quot;sábado&quot; e &quot;domingo&quot; significam apenas &quot;fim de semana&quot;, e isso significa que tem gente fazendo procissão motorizada por toda a cidade. Adicione semáforos fechados, o péssimo serviço da secretaria de trânsito e pedestres à conta e terá a descrição daqueles minutos da minha vida.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Pois bem: estava puto por ter me perdido, puto porque só tem contramão nessa porra de cidade e &quot;atrasado&quot; para entregar a chave do outro carro, o que significa dizer que estava &quot;atrasado&quot; para voltar ao trabalho também, já que 1974 pizzas, sei-lá-quantas-lasanhas e não-sei-quantos-canelones não se fazem sozinhos, e muito menos sem muçarela (é uma punhalada cada vez que escrevo isso) e presunto.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Serei sincero: não tenho saco nenhum com pedestres. Eles atravessam na hora e no local errado, param no meio da rua e não na calçada, não olham para os dois lados e um sem número de outras burrices, que acabam por me forçar a catalogar &quot;pedestre&quot; como &quot;retardado mental em nível avançado&quot;. Sim, eu sei que &quot;eu também sou pedestre&quot;, mas se qualquer dia desses alguém me atropelar fora da faixa, faço questão de pagar o concerto do carro da pessoa, pr&#39;eu ver se paro de ser idiota.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Dobrei à direita, numa subida de quase 60º de inclinação, virei à esquerda e depois à direita de novo. Estava com pressa, do mesmo jeito que todo mundo, durante semana, está (e que durante fim de semana simplesmente evapora em pleno ar). No fim da rua, parei, de forma... ligeiramente... abrupta. Não por causa da faixa de pedestres, mas porque é uma rua de mão dupla, e o bom senso diz que é melhor olhar antes de entrar numa rua, mesmo se esta for, como aquela é, uma rua tranquila.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Para minha ligeira surpresa, ao olhar para a esquerda, procurando por algum outro carro, me deparo com uma garotinha, me olhando de forma meio assustada. Ela estava parada, na calçada, esperando para atravessar a rua. Eu era a única outra pessoa alí, num sábado, numa rua que mesmo durante semana tem pouco movimento, e estava correndo, como se fosse a coisa mais importante do mundo entregar a porra da chave para quem estava esperando.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Mas lá estava eu, com pressa, olhando impaciente para ver se nenhum carro estava vindo, e uma garota estava na calçada, olhando-me espantada por eu estar, provavelmente, &quot;fazendo tudo aquilo&quot;. Era 8 da matina, num fim de semana, ela deveria estar dormindo, mas não estava. Ela devia ter ido buscar pão para a avó dela. Esta última frase foi minha imaginação falando, mas é um bairro meio antigo, residencial, e ela estava carregando um saco meio grande. Enfim, ela estava lá, bem de manhã, levando pão pro café da manhã da avó.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Imediatamente que a vi deixei o carro descer um pouco, uma vez que eu estava em cima da faixa de pedestres. Foi mais reflexo, costume, que uma ação filosófica e socialmente correta. Deixei o carro descer um pouco e fiz sinal para ela atravessar a rua. Ela abriu um sorriso e atravessou a rua no que eu só posso descrever como &quot;na velocidade certa&quot;. Não, isso não é um &quot;ela desesperadamento correu para o outro lado, com medo de ser atropelada&quot;, ela atravessou rápido, mas sem correr, talvez se preocupando em não deixar nada cair, talvez (e muito provavelmente) com um certo alívio.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Ela atravessou a rua, &quot;sã e salva&quot;, e continuou seu caminho. Enquanto atravessava, com um sorriso no rosto, ela virou para mim e disse um comum &quot;obrigada&quot;. É algo que, diariamente, milhões de pessoas fazem, mas lá estava eu, todo afobado por um motivo idiota, vendo uma garota atravessar a rua toda alegre e ainda agradecer a minha &quot;gentileza&quot;, sendo que ela tinha motivos de sobra para reclamar comigo, e eu daria total razão à ela.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Foi isso: ela me olhou assustada, abriu um sorriso quando a deixei passar, me agradeceu, chegou ao outro lado e continuou normalmente. Dei, inconscientemente, uns segundos, olhei para ver se não estava vindo nemnhum carro e fiz a curva pra direita, no mesmo sentido em que ela continuava andando.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Minha mente doentia, assim que eu passava por ela, me fez pensar: &quot;é isso aí que chama a atenção dos pedófilos&quot;. Ela devia ter entre uns 9 e 11 anos (mas que fique claro que sou 
horrível dando idade pras pessoas), meio loirinha, meio magrela... em 
outras palavras, ela era uma menina, &quot;nem criança nem adolescente&quot;. Pois é, abominável pensar algo assim, mas o fiz de forma automática, quase que numa reflexão nirvanística sobre a vida, sem nenhum sentimento... apenas uma constatação. Tal pensamento durou uns 3 segundos. Só três segundos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
No instante seguinte eu estava abrindo um sorriso, ao me dar conta de que aquele acontecimento banal tinha &quot;feito o meu dia&quot;. Não sei explicar decentemente, mas o jeito dela, a situação, toda aquela &quot;cena&quot;, que na real durou apenas alguns segundos, me deixaram, de forma um tanto quanto simples e, talvez (mas só talvez), meio patética, feliz.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Eu nunca a tinha visto antes, eu estava completamente errado naquela situação, estava cansado por ter de parar o serviço, sair, voltar e continuar carregando presunto e queijo e estava irritado com o trânsito. Com um sorriso e uma palavra, aquela garota fez meu dia faler à pena. Aqueles segundos me deixaram mais feliz e satisfeito que as várias horas que dediquei às pizzas, lasanhas e canelones, ainda que &quot;a caridade&quot; seja algo mais &quot;correto e altruísta&quot; que deixar alguém atravessar a rua.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Bem, eu segui minha vida, levei a chave do carro e voltei ao corte de frios, e ela, suponho, seguiu a dela. Ao menos quando a &quot;deixei&quot;, ela estava caminhando tranquila pela rua. Não sei o que se passou na cabeça dela após aquele acontecimento, nem nunca saberei. Aliás, não olhei para ela pelo retrovisor, simplesmente segui em frente, talvez ironicamente, no mesmo sentido em que ela ia. Provavelmente nunca mais nos veremos na vida e sinceramente, pra mim tudo bem. Só posso desejar à ela uma boa vida... &quot;ela ainda é jovem, tem muita coisa pela frente&quot;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Num balanço final, foi um bom dia. Foi cansativo, foi trabalhoso, mas a tarefa foi concluída: deve ter ido mais de 100 kg entre presunto e queijo. Então, mesmo que indiretamente, fiz uma &quot;boa ação&quot;. Cheguei em casa, descansei, uma ou outra &quot;briguinha&quot; com a família, mas como diria Fernando Sabino, &quot;no fim tudo dá certo&quot;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Não foi um dia perfeito, não foi só facilidades e alegrias, e sinceramente acho que tenha sido bom que tenha sido como foi, com coisas boas e ruins. Creio que poucos dias da minha vida tenham valido tanto à pena ser vividos quanto este. Serviu para confirmar, de novo, algo que já sei: no fim, o que faz a diferença são as pequenas coisas, os pequenos momentos. É... brega e clichê, mas nem ligo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Não faço questão de voltar a ver aquela garota nunca mais, e creio que seja algo mútuo, mas não há problema algum nisso. Ela ainda vai ver, aprender e viver muita coisa, e várias e várias dessas coisas não são boas. Talvez ela tenha sido atropelada no domingo, talvez seja, de fato, vítima de algum pedófilo... não sei, ela também não sabe. Torço, é claro, para que nada disso aconteça à ela... torço, sim, para que coisas ruins aconteçam em sua vida, é necessário... mas não, nenhuma dessas coisas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Em segundos aquela garota fez meu dia ser incrível, e, consequentemente, minha vida ser incrível. Ninguém sabe o futuro (por alguns reais você pode tentar ver o seu futuro, mas né), e creio que nunca mais nos encontraremos, então só posso desejar à ela uma vida feliz, e que, algum dia, quando ela menos esperar, alguém faça por ela o mesmo que ela fez por mim, meio que sem querer, sem tomar consciência disso. Mas afirmo uma coisa sobre o futuro: se algum dia nos encontrarmos de novo, tudo que farei por ela é sorrir e dizer &quot;obrigada&quot;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
See ya!&lt;/div&gt;
</description><link>http://aquelaein.blogspot.com/2013/03/de-nada-do-fundo-do-meu-coracao.html</link><author>noreply@blogger.com (Eu!)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2097219787064808186.post-7375830321077850236</guid><pubDate>Sat, 23 Feb 2013 02:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-02-22T23:57:02.344-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquela Post</category><title>Explicações</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Um dia, muito tempo depois de &lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://aquelaein.blogspot.com.br/2012/04/contos-de-duendes-genesis-de-fadas.html&quot;&gt;Adão e Eva&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, mas ainda sim há muito, muito tempo atrás, Deus notou que as mulheres, como um todo, estavam infelizes. Deus, após muito meditar sobre o assunto, resolveu que colocaria todos seus poderes à prova, para criar algo que trouxesse a alegria para as mulheres.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Por um dia inteiro Deus pensou, e, finalmente teve uma ideia: Criaria o galã. Adão teve vida fácil, e os outros homens depois dele também: Haviam mulheres para todos, e estas ainda consideravam o homem uma novidade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Por outro dia inteiro Deus trabalho, incansavelmente, e ao final deste dia, sua mais nova criação estava pronta: Edson Celulari. E Deus o colocou no mundo, junto das mulheres, para a felicidade destas e o ódio dos outros homens.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Por um tempo, tudo esteve bem, mas as mulheres se cansaram rapidamente de Celulari. Novamente Deus pôs-se a pensar, e quando teve uma nova ideia, trabalhou por uma semana inteira, sem parar. Ao fim do sétimo dia, Deus estava cansado mas feliz: Marcos Pasquim havia sido criado.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Ao contrário de Celulari, Pasquim era um exemplo de homem rústico: Alto, forte, peludo... Parrudo. E as mulheres ficaram felizes novamente. Mas assim como aconteceu com Celulari, as mulheres se cansaram de Pasquim. Demorou mais, é verdade, mas o fim foi o mesmo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Deus estava inconsolável, e por uma semana meditou sobre seus erros e acertos sobre Celulari e Pasquim. Finalmente teve uma ideia, uma que iria funcionar definitivamente. Por um mês inteiro Deus trabalhou, no frio e no calor, de dia e de noite. Finalmente, no trigésimo primeiro dia, sua obra estava completa: Fábio Assunção.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Assunção, para Deus, era a mistura perfeita entre suas duas criações anteriores: Forte mas sensível, com pegada mas carinhoso. Deus estava certo: Assunção não só fez um grande sucesso entre as mulheres, como esse sucesso durou muito e Deus pôde, finalmente, descansar.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Mas Assunção ainda não era o galã perfeito, e mesmo depois de um descanso, Deus se viu novamente frente a frente com o mesmo dilema. Por um ano completo, Deus pensou. Por um ano Deus abdicou de tudo mais para se dedicar inteiramente ao seu galã. E se a meditação levou um ano, o trabalhou levou outro ano: 365 dias depois (Não foi ano bisexto) surgia Tarcísio Meira.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Tarcisão era o auge, eterno, perfeito. Um amante e um amigo, um ombro para chorar e um peitoral para abraçar. As mulheres mal se aguentaram de felicidade com tamanha demonstração de compaixão por parde de Deus. Tarcisão era um &quot;deus terreno&quot;, pronto para o que desse e viesse. E a vida foi boa, por muitos e muitos anos. Deus estava feliz, as mulheres estavam felizes, e seus quatro galãs também: Ainda que Tarcísio fosse &quot;a novidade&quot;, Celulari, Pasquim e Assunção tinham suas eternas fãs.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Deus foi pego de surpresa ao notar, muitos anos depois, que Tarcisão já não era o suficiente, e que a mulherada, uma vez mais, caia na tristeza da mesmice. Deus, já perturbado com seu constante fracasso, decidiu que tomaria decisões drásticas: Por 10 anos meditou, por outros 10 anos pensou e por mais 10 anos analisou suas possiblidades infinitas e finalmente teve a ideia que, julgava ele, seria a definitiva. E por 100 anos Deus trabalho. 100 anos de labuta, que finalmente revelaram ao mundo a extensão dos poderes divinos: Antônio Fagundes.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Fagundão, para as mulheres, era incrível: Não havia o que não soubesse e o que não conseguisse. Bastava uma palavra sua para que todas as mulheres, num raio de quilômetros, entrassem em êxtase. Deus estava satisfeito e as mulheres também. Deus, após Fagundão, descansou por 1000 anos: Sua criação beirava o perfeito, e se para as mulheres era o suficiente, para Deus era duas vezes suficiente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
E após os 1000 anos de descanço, vieram outros 1000 anos de pura alegria. Mas a alegria e o descanço acabaram. Fagundão acabara.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Deus estava colérico e, se antes passara tempos e tempos pensando, desta vez pegou logo suas ferramentas e sem planejamento algum pôs-se à trabalhar. Deus, com toda sua frustração e ira, trabalhou por nada mais nada menos de 10.000 anos, e ao fim deste tempo, surgia Tony Ramos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Tony reinou absoluto na Terra, mas Deus, desta vez, ao invés de descansar, ficou observando tudo. Deus já sabia que Tony seria uma nova falha, mas ainda sim o fez, para poder, finalmente, compreender onde estava errando. E Deus acertou: Tony surgiu, cresceu e morreu, assim como os outros antes dele.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Deus, tendo agora milhares de anos em pesquisa, limpou sua mente, e por 1000000000 de anos, pensou, esquematizou, alterou, acertou, refez, rubricou e recauchutou. Mas ao invés de partir para o trabalho, Deus, ainda não se sentido pronto e confiante, resolveu descar por mais 1000000000 de anos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
E por mais de trezento e sessenta e cinco bilhões de anos Deus descansou. Faltando, finalmente, apenas um dia para seu descanço acabar, Deus, ainda sem confiança, resolveu tocar o foda-se. Deus, em seu último momento de descanço, relaxou e gozou.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Deus bateu uma e gozou, mas para não lambuzar tudo por alí, gozou na própria mão. Foi quando, lembrando-se de Adão, seu grande sucesso, ao lado de Eva, teve uma ideia. Deus aproximou a mão de sua boca e, num único e forte sopro, deu vida ao seu próprio esperma. Deus, quase sem saber, acabara de concluir seu plano: O galã perfeito.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
As mulheres de todo o mundo caíram aos pés desta nova criação e finalmente Deus pôde ter paz. A alegria reinou no mundo todo. Os antigos galãs, ao lado do novo, eram soberanos na Terra. Os homens, vendo suas mulheres alegres, esqueceram&amp;nbsp; o ciúme e o ódio, e chamaram de &quot;irmãos&quot; aqueles que tinham rejeitado.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
E foi assim, com trabalho árduo, inspiração e um pouco de sorte que Deus reafirmou-se na Terra e garantiu que homens e mulheres fossem eternamente felizes. Deus, de forma indiscutível, conseguiu o que sempre quisera: A alegria das mulheres, a paz no mundo e sua satisfação pessoal. Foi assim que Deus, o ser supremo, criou o galã supremo: Zé Mayer.&lt;/div&gt;
</description><link>http://aquelaein.blogspot.com/2013/02/explicacoes.html</link><author>noreply@blogger.com (Eu!)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2097219787064808186.post-8784531886809599372</guid><pubDate>Sat, 15 Dec 2012 13:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-12-15T11:00:03.795-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aviso</category><title>Costumes</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Aew cambada! &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Esta é a primeira vez deste a criação do blog que o banner do mesmo permanece igual no fim de ano. É também a primeira vez que não há neve caindo, e já adianto que nada mudará para o ano novo, nem o banner e nem fogos de artifício. E, devo admitir, é estranho.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Eu realmente gosto de comemorar tais coisas. Claro, eu sacaneio com os costumes destas épocas, mas ainda sim, gosto de montar a árvore, perdurar luzes, ouvir canções... E também gosto de fazer novos banners, mudar o esquema de cores, e, claro, os posts comemorativos de fim de ano. Então, esta será a primeira vez em que não teremos um &lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://aquelaein.blogspot.com.br/2011/12/natal-2011-manual-de-sobrevivencia.html&quot;&gt;especial de Natal&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; e nem uma &lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://aquelaein.blogspot.com.br/2012/01/retrospectiva-e-ano-novo-2011.html&quot;&gt;retrospectiva&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;. E acreditem, escrevo estas linhas com uma certa tristeza.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&quot;Mas porra, o blog é seu, e já que você quer, faz as porras dos posts!&quot;. Então... Não. O blog não precisa mais disso. Não é porque eu gosto de chocolate que eu vou comer chocolate o tempo todo, ou seja, não é porque eu gosto de passar horas pensando num novo &quot;slogan&quot; que eu passarei horas pensando num slogan.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Eu provavelmente prometi que faria alguma coisa este ano, mas bem, eu não sabia como seria este ano. E já que estamos falando disso, sim, eu sinto falta dos grandes posts, com várias imagens, vídeos e tudo mais (meio que exatamente como eram os posts de final de ano). Talvez ainda role algum deles por aqui, mas porque eu quero fazer tal tipo de post, e não porque é o que eu faria normalmente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Por fim, não me resta nada a não ser manter algo que falo todo ano: Feliz Natal, feliz Ano Novo. Este ano não tem agradecimentos, ou imagens, ou a Simone, mas foi tão interessante (senão mais) que os outros... Como sempre, não passem o Natal e o Ano Novo lendo este blog de merda, vão comerar. E see sobrevivermos ao dia 21, aproveitem 2013... Podemos escapar desta vez, mas vai saber da próxima?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
See ya!&lt;/div&gt;
</description><link>http://aquelaein.blogspot.com/2012/12/costumes.html</link><author>noreply@blogger.com (Eu!)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2097219787064808186.post-7860701888004757326</guid><pubDate>Sat, 01 Dec 2012 05:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-12-02T11:48:26.114-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquela Post</category><title>Teje Errado</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Eu não gosto de pafletagem, comício, ativismo, militância, é chato. Simples assim.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
A questão é que ninguém convence ninguém de absolutamente nada, e a coisa toda fica como estava porque quem tenta, fracassa, e quem é tetado não quer ter o trabalho e o incômodo de ter de repensar o que provavelmente já não pensou, provavelmente apenas englobou, juntando-se ao discurso pré-estabelecido, com uma ou outra mudança, só para não dar na cara.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Estou no &lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.baconfrito.com/&quot;&gt;Bacon&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; há uns anos, e tenho certeza absoluta que não consegui convencer ninguém sobre nada. Talvez eu seja um incompetente, mas a questão não é a causa, é a consequência. Entratanto, como posso afirmar tal coisa, sendo que o único parâmetro é o outro? Simples, porque nenhum deles conseguiu me convencer de nada. Talvez eu seja duplamente incompetente, na hora de convencer e de ser convencido, mas aí já é demais até para mim.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Não vou mentir, o que gerou este post foi mais uma incrivelmente fantástica mensagem de pregação do ateísmo. Eu não queria transformar isto em mais um post sobre &quot;ateus podem ser tão chatos (ou mais) do que religiosos&quot;, então para encerrar logo a conversa de religião e não-religião, digo apenas que odeio igualmente quem toca minha campainha às 8 da manhã de sábado para pregar a palavra do Senhor quanto odeio alguém que compartilha a porra da imagem da cédula de real e faz discurso por causa de três palavras. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Mas voltando ao tema, as pessoas não querem ser convencidas do que não são convencidas. Eu não quero, você não quer, o seu Lourival da padaria não quer, e se você não concorda com estas linhas, de nada adiantará lê-las, e portanto de nada terá adiantado eu tê-las escrito. &quot;Uma verdade incoveniente&quot;, como diria aquele cara que curte uns filmes mais fortes.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
É um tanto quanto triste a situação toda. Um &quot;não vai e não racha&quot;, ou melhor ainda, um &quot;não dá e não desce&quot;, num empata-fodismo total. É tudo muito bonito enquanto a coisa está relativamente boa para todo mundo, mas a partir do momento em que algo desanda, e deve-se tomar atitudes para reverter e/ou alterar tal quadro, todo mundo leva a pior, uma vez que não há ninguém preparado (ou com culhões) para tomar tais atitudes.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
É a troca que gera o entendimento, se um não aceita (ou ao menos considera) o que não é seu, não há a compreensão, e portanto fica-se de mãos atadas. Há teorias que dizem que o avanço somente acontece quando há o choque entre costumes, culturas, conhecimentos diferentes, choque este amigável ou não, e que somente depois do choque, em que tais diferenças já foram acertadas, há a capacidade de sanar problemas (para depois criar outros).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Portanto, finalmente fecha-se o ciclo do post: não há a troca (ou embate) de opiniões, costumes, conhecimentos diferentes, porque ninguém quer aceitar o que é do outro, porque o que é do outro é chato. Mea culpa total isso aqui, mas não pensem nem por um momento que estou sozinho nessa: estamos todos no mesmo barco. E vamos naufragar se continuarmos assim, só restando decidir quem é, de fato, o capitão, que, como diz a tradição, deve ir para o fundo com seu navio.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
See ya! &lt;/div&gt;
</description><link>http://aquelaein.blogspot.com/2012/12/teje-errado.html</link><author>noreply@blogger.com (Eu!)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2097219787064808186.post-855286192691687814</guid><pubDate>Mon, 22 Oct 2012 18:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-10-22T16:42:44.768-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquela Post</category><title>Carta aberta à quem também não sabe a resposta</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Aaaaaaaaewwwwwww cambaaaaadaaaaa!!!!!!!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Não sei se já fiz um post assim por aqui, provavelmente não, mas quem liga?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com absoluta certeza você já se deparou com propagandas na internet, desde os bons tempos dos milhões e milhões de pop-ups pulando na sua tela até o mais recente &quot;evento&quot; propagandístico: as inserções em meio à videos. É, aqueles que tomaram conta do YouTube e de vários outros sites de compartilhamento de vídeos, no caso do tio Google, uma evolução para o AdSense.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois então, tenho certeza absoluta que não falo só por mim quando digo que odeio propagandas em vídeos. Ok, eu sei que sou meio que extremista, mas estou fazendo um puta esforço para dizer isso aqui: Pop-ups não me incomodam, anúncios em barras laterais não me incomodam, banners, gifs, vídeos publicitários, aqueles troços que se expandam quando você passa com o mouse em cima deles, e nem mesmo propagandas &quot;meça a temperatura do seu amor&quot; ou &quot;enlarge your penis&quot;. Sério, eu vivo muito bem com tudo isso. E até que vivo muito bem com os meus três centímetros e meio de pênis. Claro, tudo em exagero vira um problema, mas nos níveis normais, nenhum desses chega a sem um incômodo de verdade. Mas com as propagandas nos vídeos a coisa muda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até o momento em que as propagandas nos vídeos se limitavam à banners na parte de baixo dos mesmos, aquelas &quot;anotações&quot; coloridas, backgrounds modificados e os clássicos banners, tudo ia muito bem. De verdade: as pessoas podiam assistir os vídeos em paz, os donos dos canais e os anunciantes lucravam e todos ficavam felizes. Lá em 2009 quando Sony, Universal, EMI, E1 Entertainment e Abu Dhabi Media se juntaram, criou-se a (o?) Vevo, que qualquer um que use o YouTube atualmente conhece. Bem, só para contextualizar, o Google e a Vevo tem um contrato de divisão de lucros, e as três principais empresas por trás da Vevo (ou seja, Sony, Universal e EMI) apoiaram veementemente aquela coisa toda de SOPA/PIPA, retirando seu apoio quando viram que ia dar merda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas deixemos isso para depois. O que importa aqui é que a Vevo é a maior representante do uso de propagandas em seus vídeos, usando para isso a plataforma do Google, que expande tal formato de publicidade para qualquer um que queira (usando uma palavra que eu odeio) monetizar seu canal. Seguinte: propagandas não me incomodam. Todos já vimos propagandas geniais, seja na TV, internet, revistas, etc., e, devo admitir, num passado longínquo eu até mesmo considerei cursar Publicidade e Propaganda, curso no qual, hoje sei, falharia miseravelmente. Mas se a propaganda em si não é o problema, este se manifesta no modo como a propaganda é feita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Basicamente tais propagandas podem acontecer em três momentos: antes do começo do vídeo (o mais comum), no final do vídeo e no meio do vídeo. Todos eles podem se apresentar de três modos: o que você pode pular, o que você pode pular após um tempo mínimo e o que você não pode pular. Pessoalmente há dois que me irritam mais: os que vem antes e os que vem durante o vídeo. E obviamente o tipo que não pode ser pulado é o campeão máximo entre eles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sinceramente entendo o porquê de empresas, seja o Google, a Vevo ou qualquer outra de colocar propagandas em seus vídeos: o lucro é o objetivo, e é particularmente vergonhoso dizer que uma empresa não sabe gerar lucro. Ao mesmo tempo, isto também é válido para a empresa que tem um produto: ela precisa vendê-lo, e para tanto necessita das outras empresas, as de logística, (eventualmente) a de terceirização e, claro, a de publicidade, já que não se vende um produto que os consumidores não sabem que existe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A verdade é que o sistema capitalista é adoravelmente intrincado. Não estou tirando &quot;a culpa&quot; de ninguém, mas também não posso colocar culpas à mais. O problema, para mim, não reside na empresa que faz grampeadores, nem na que o coloca em caixas, nem na que o coloca em outdoors e nem na que contrata gente para ouvir xingamentos por o grampeador não funcionar, mas sim no pensamento por trás disso tudo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já é evidente que estamos numa época interessante da humanidade: estamos muito desenvolvidos em relaçãos às ciências, estamos relativamente bem socialmente, avançamos a passas largos em diversas áreas do conhecimento e conhecendo novas áreas. A questão é que nunca antes a humanidade chegou onde está hoje, e isso quer dizer que estamos num impasse: não podemos retroceder, mas não temos ideia do que acontecerá daqui para frente. Ou seja, mudanças são necessárias: devem, e vão, acontecer, e viver em épocas assim é realmente problemático.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes podíamos afirmar que chegaríamos ao Polo Sul, e chegamos, e alguns anos mais tarde podíamos afirmar que chegaríamos à Lua, e chegamos. Mas ao chegar neste momento em que ainda não temos o &quot;novo&quot; e o &quot;velho&quot; não serve mais, simplesmente paramos. Não totalmente... é como se pisássemos no freio, e deixássemos o carro percorrer os últimos metros &quot;sozinho&quot;. Reduzimos o avanço porque seus rasultados são desconhecidos. Isso já aconteceu antes, e várias vezes, mas nunca numa escala tão grande.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto nosso carro percorre lentamente os metros restantes, contiamos a viver pelo que já conhecemos, ou seja, &quot;o velho&quot;. E eis o ponto: continuamos a usar o &quot;velho&quot;, para viver no que não é nem velho e nem novo: o nosso presente. Equivale à dizer, de uma forma mais eloquente, que &quot;tamo levando a vida né?&quot;. E é aqui que voltamos para a publicidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é o tema central do post, focar-me-ei (olha que bonito) na publicidade, mas que fique claro que ela está no mesmo barco que todo resto. Passamos o tempo dos outdoors e dos caras com megafones na mão, em cima de caixotes, chamando os compradores. Passamos pela revolução visual, estética e de valores. E passamos por reformas profundas na produção dos produtos à venda. Do mesmo jeito que o algodão e máquinas à vapor foram o máximo, cartazes, gifs, banners e pop-ups também já são &quot;relíquias&quot;. É como minha velha máquina de escrever: funciona, faz um excelente trabalho, e eu realmente gosto dela, mas meu celular faz muito mais do que ela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegamos, uns dois ou três anos atrás, à última novidade publicitária: as propagandas nos vídeos, que como todo o resto tenta se ajustar aos tempos em que vivemos e de nossas demandas, mas que, devo dizer, falhou. E não foi a única. Algumas felizmente foram deixadas de lado, afinal não representavam nada e os responsáveis por elas se deram conta disso. Acontece que os anunciantes e seus clientes ainda não se deram conta de que a publicidade nos vídeos não é a resposta para nada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como sei disso? Bem, aqui na barra lateral do blog há tipo uma &quot;biografia&quot; minha, e nela digo que não sou especialista em nada, e de fato essa &quot;biografia&quot; foi uma das pouquíssimas coisas que não mudou desde o começo do blog. Então, voltando à pergunta inicial deste parágrafo: Como sei que propagandas nos vídeos não são a resposta? Porque é para mim que elas tentam vender seus produtos. E não conseguem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu sou o consumidor alvo, do mesmo jeito que você é, mas ao contrário de chamar minha atenção para o produto, ao contrário de me fazer querer consumir, ao contrário de me efetivar como consumidor, tais propagandas fazem o contrário. Eu não quero comprar seu novo modelo de picape, a sua nova picape me irrita, me cansa, me dá trabalho. A sua nova coleção de inverno desperdiça meu tempo, que eu poderia e queria estar usando com o vídeo que eu escolhi ver. Me contar sobre o lançamento de um novo filme cheio de explosões me impede de ver o curta de animação que é muito mais o meu estilo. E acima de tudo, o Hot This Week faz eu passar de AC/DC para Radiohead... só que estaria tudo se fosse, de fato, Radiohead.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou seja, sua propaganda não me torma um consumidor, não me faz gostar de você. É justamente o contrário: eu passo a criar uma antipatia à sua empresa, ao seu produto. Eu vou procuprar o produto concorrente, que ao contrário do seu, me deixa assistir o vídeo que eu quero. A cada propaganda, que me irrita, me cansa, me perturba, eu te odeio mais e mais. E isso não é uma estratégia de vendas inteligente. Ela é realmente estúpida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, finalmente, fica aqui o apelo do consumidor: seja você o cara que faz um produto ou o que embala ou o que coloca numa prateleira ou o que ouve meus xingamentos (ou ainda tudo isso junto), por tudo que lhe é mais sagrado, seja Odin, Rá, os peitos da Fafá de Belém, sua mãe, o primeiro anel que seu marido te deu, seja até mesmo o próprio produto que você vende, por tudo que lhe é mais sagrado: me deixe assistir meu vídeo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu não sei qual a resposta para a publicidade, e sinceramente creio que me livrei de sabê-la quando descartei a possibilidade de seguir tal carreira, mas como seu mercado alvo, eu imploro, não me faça te odiar. Sério, eu posso gostar pra caralho do que você vende, mas a partir do momento que ele pisca na minha frente antes de Angus Young, você estraga as suas chances de venda e a minha alegria em ver um velho acabado de roupa de escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não sei se é melhor continuar tentando devagar, ou voltar ao &quot;velho&quot;, e torcer para que este ainda dê no couro, só sei que o modo atual é ruim para todo mundo, e é melhor mudá-lo antes que o estrago seja grande. Eu não sou tão velho assim, então vocês ainda terão de me anguentar, como alvo, por pelo menos mais uns dez anos, e o mesmo se aplica às pessoas que pensam assim como eu. E, meus caros, sacanear com seus consumidores antes mesmo de eles serem consumidores é burrice. Deixem isso para o pós-venda: é o trabalho deles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
See ya!&lt;/div&gt;
</description><link>http://aquelaein.blogspot.com/2012/10/carta-aberta-quem-tambem-nao-sabe.html</link><author>noreply@blogger.com (Eu!)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2097219787064808186.post-3332894919070100753</guid><pubDate>Sat, 06 Oct 2012 01:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-10-05T22:04:17.242-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquela Post</category><title>Como ser um ditador (ou um assassino)</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Arranje mentes fracas para você. Garanta que assim o são, porque vai ser importante mais para frente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A chave para o sucesso é saber identificar, saber escolher as pessoas certas, o que significa que é preciso saber identificar aquelas que estão numa situação deplorável, independente de quão boa seja a vida que estas pessoas levam: quanto melhor a vida de alguém, se esta for comiserável, maior será o sacrifício que esta pessoa pratica dia após dia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Pessoas não fazem o que não querem fazer, o que, genuinamente, não tem 
coragem (ou força, ou sangue frio - chame como quiser) de fazer, e é por
 isso que é importante que tenham mentes fracas: para que você as 
convença de que elas realmente querem e podem fazer o que você quer que 
elas façam, queiram ou possam elas ou não.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Discurso é imporante: paz, liberdade e igualdade, são os objetivos, 
mesmo que haja guerra pela paz ou paz para preparar a guerra. Deve-se buscar um equilíbrio entre o que você quer (e/ou precisa) fazer e o que as pessoas querem ouvir, o que equivale dizer que simplesmente ordenar um massacre é muito menos efeitvo do que ordenar um massacre para preservar os direitos, os ideiais e os valores da sociedade criada.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Sim, &quot;sociedade&quot;, pois não se planta uma roseira no deserto e nem um cacto num vaso de centro de mesa. Para usar mais uma metáfora, é preciso ter uma boa fundação para que o prédio não caia, então deve-se também (e com prioridade máxima) substituir a cultura, os valores, a moral e os costumes anteriores aos seus, permitindo assim que não haja nem objeção às suas ideias e nem, distorções, dúvidas e (principalmente) o sentimento de &quot;estávamos melhor antes&quot;: Imagem.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Não importa a situação, por pior que se esteja, deve-se passar a imagem de mais perfeita ordem, poder, segurança e indestrutibilidade: fortalecendo sua base, esta lhe fortalece, e um ciclo vicioso é o seu sistema perfeito de manutenção do status quo. Diga-se de passagem, vencer (lê-se &quot;exterminar&quot;) uma revolução e/ou revolda de vez em quando pega muito bem, além de não deixar seu séquito preguiçoso e acomodado.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Garantindo sua base, sua imagem e seu discurso você cria seu &quot;estado&quot; (não confundir com &quot;Estado&quot;, que é, muitas vezes, o objetivo da coisa toda), o que lhe dá e mantém seu poder, e é aqui que entra a importância das já mencionadas mentes fracas. Poupar trabalho, no início, é quase certeza de fracasso, mas depois de já estabelecido deve-se fazer mais com menos: a manutenção é de alta prioridade, mas ao estabelecer uma nova identidade (de cultura, costumes, ideais e de valores), inclui-se aí a &quot;auto preservação&quot;, estabelecendo assim que a própria sociedade se mantém, deixando-o livre para cuidar de assuntos urgentes (estes devem ser minimizados e, finalmente, erradicados através do tempo) ou de maior interesse, a se exemplificar com a expansão do Estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já tendo tratado da manutenção, passa-se à expansão, que pode-se realizar através de vários modos, cada um com seus prós e contras: forçosamente, podendo variar entre a pressão por parte dos iguais ou através da aplicação direta pela força; através da propaganda, fortalecendo assim discurso e imagem, variando entre a benevolência e a onipotência; &quot;manipulando a situação&quot;, apresentando-se assim como uma &quot;salvação para as pessoas (independendo do que se salva), oferecendo assim uma &quot;escolha&quot;; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante se lembrar de que mesmo que você falhe agora, sempre haverá, no futuro (seja este daqui meses ou décadas), gente disposta a apoiá-lo, independente de quão surreais suas ideias possam parecer. A grande questão é contar com os extremistas, mas não apoiar-se neles, afinal, serão os únicos a lhe defenderem após serem pegos, o que significa dizer que serão os primeiros a mencionar seu nome, mesmo que seja para louvar-lhe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo criado sua base, sua imagem, preservado sua posição e expandindo seus interesses (uma vez que &quot;estabilidade&quot; não deve significar &quot;estagnação&quot;, mas sim crescimento e fortalacimento constante, variando de intensidade de acordo com o contexto aplicado), torna-se desnecessário sua participação no governo comum, ou seja, você não precisa mais se preocupar com tudo e pode ordenar a outros que façam o que seria seu serviço. Ao mesmo tempo que esta manobra facilita sua vida e lhe dá tempo para executar outras medidas, ela pode lhe trazer problemas, que acabam por se resumir em uma palavra: insubordinação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Manter um certo afastamento do governo diário não significa que você pode relaxar e descuidar de tudo que criou: liberdade demais abre espaço para manobras, e isso é justamente o que você não quer. Deve-se portanto manter rédea curta, tanto com seus &quot;ministros&quot; quanto com a população e os demais cargos governamentais. Um dos maiores erros que se pode cometer é deixar que outras pessoas façam seu trabalho, mas de um jeito diferente do que você faria. Em suma, você diz o que cada um deve fazer, como deve fazer e após a tarefa ser concluída deve fiscalizá-la (bem como os resultados que ela traz) pessoalmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda que seu governo esteja forte, sua imagem intacta e seu poder permaneça inquestionável, é indispensável a manutenção de suas forças armadas. Mesmo que você não precise utilizá-las na manutenção do Estado, esta deve estar sempre preparada, uma vez que por mais poderesoso que um líder, seu governo e/ou seu Estado seja, ele não está imune à ataques, sejam estes vindos de rebeldes internos (que como já foi dito, devem ser erradicados) seja de fontes externas. Não apenas defender seu poder, suas forças armadas devem defender a população e, ao mesmo tempo, ter equipamento, tropas, disciplina e treinamento necessários para revidar o ataque, o mais rápido possível, e de preferência de modo que um segundo ataque não seja necessário à você e nem possível ao inimigo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez tratado da aquisição e da manutenção, chega-se à uma parte crítica: a transferência de poder para o próximo no comando. Feliz ou infelizmente, este é um momento que deve ser seriamente levando em conta, afinal, por mais que algo dure, nada é eterno, e isso se aplica à humanidade. Deve-se, portanto, desde cedo, preparar seu sucessor, ensinando-o, guiando-o e direcionando-o, garantindo assim que a hegemonia continue: trata-se de preparar seu legado, mas de nada adianta ter tudo e dar tudo nas mãos de alguém que não tem capacidade e habilidade para lidar com isso. O que nos leva à questão inicial: é preciso saber escolher. Seu sucessor, acima de tudo, deve fazer parte de seu séquito, ser leal à você, mas ao mesmo tempo ter as características que definem um líder.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É imensamente indesejável que a pessoa a governar depois de você não seja preparada para tal tarefa, o que significa dizer que este deve ser igual ou até mesmo melhor que você. Além de ser condicionado a pensar e agir de forma determinada, executando as funções que você lhe encarrega, este deve ter um preparo diferenciado: deve entender de política, de guerra, de paz, ou seja, tudo que a população já sabe, mas com a diferença que ele mandará e não obedecerá. De forma simples, você, pessoalmente, deve prepará-lo para ocupar tal posição, ensinando-o tudo que sabe e garantindo que ele tenha capacidade para realizar atos (independentes dos objetivos) por conta própria. Entretanto, como já foi dito, não pode haver espaço para a moleza: seu sucessor estará no comando apenas quando você disser que ele está no comando, e a melhor forma de fazer isso é garantir que ele assuma apenas após sua morte, e que a população tenha a subservência à ele que tem à você.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo esclarecido os passos gerais, cabe afirmar o óbvio: cada situação é uma situação, o que quer dizer que as ações específicas a serem tomadas dependem quase que inteiramente do contexto, dos envolvidos, das causas e das consequências a serem obtidas. Uma verdade, que pode ser moldada, mas que de início deve-se prestar atenção é o governante depende do povo, ou seja, de nada adianta usar um molde que não se adequa à situação vivida, a não ser que já haja um trabalho de preparação da população. A ordem geral é de que tudo pode ser alterado, mas toda e qualquer mudança (antes do governo efetivo) leva tempo, e tanto a alteração almejada quando o tempo necessário devem ser levados em conta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente, nesta parte final, há a obrigação de afirmar que os resultados, todos eles, dependem de três fatores-base: a já mencionada população, você, é claro, e, o que lhe é permitido. Em outras palavras, sua vontade pode ser exercida em qualquer lugar, a qualquer momento, mas fatores como o local, recursos, o clima, a economia, o ideário já presentente na população e a quantidade de chances que você terás. E obviamente que se você desperdiçar chances demais, antes ou depois de estar no poder, a possibilidade de você perder são altas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Arraje mentes fracas para você: caso você erre, elas não serão perigo algum.&lt;/div&gt;
</description><link>http://aquelaein.blogspot.com/2012/10/como-ser-um-ditador-ou-um-assassino.html</link><author>noreply@blogger.com (Eu!)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2097219787064808186.post-6390948734118040498</guid><pubDate>Sun, 29 Jul 2012 20:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-07-29T17:36:43.703-03:00</atom:updated><title>Aprendendo a ser pai (ou mãe)</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Senhores, nesta madrugada de sábado para domingo fiz dois posts: o primeiro estava realmente bom, mas o Blogger perdeu, e o segundo era uma tentativa idiota de reescrever o primeiro, e o Blogger perdeu esse também... vai ver não devo fazer este post... então, como mandam as tradições, farei mesmo assim.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
No post original, eu dizia várias coisas acerca do blog, e aquele post começava mais ou menos assim: pela primeira vez, desde que comecei este blog, não me sinto incomodado com a falta de posts aqui. Pois é, tinha até uma piada idiota sobre &quot;quanto tempo eu não posto&quot;. A realidade é que aquele post estava ficando tão bom, que seria errado vocês lerem algo daquele nível depois de tanto tempo sem nada para ler por aqui.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Mas voltando ao tema, sim, pela primeira vez essa falta de posts não me atrapalha e/ou irrita em nada, aliás, essa falta de posts faz muito bem para mim e para o próprio blog. No antigo post eu comparava a &quot;vida&quot; deste blog com a nossa: ele foi criança, foi adolescente e agora finalmente é adulto. Eu comparava também com gelatina, mas isso fica para outro dia (o que significa dizer que jamais ocorrerá novamente).&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Nesses mais de três anos (quatro, em Maio do ano que vem!), o blog nasceu, e era completamente diferente do que é hoje, tinham um objetivo diferente: reclamar das coisas. E bem, todos sabemos que compri esse objetivo. Na adolescência, esse período tão legal e conturbado, que não por acaso foi o maior deste blog, a base era uma só: xingar as coisas e pessoas, e compri isso também, mas por mais legal que seja xingar tudo (E é realmente legal), chega um ponto em que isso passa, e para mim e para o blog, esse tempo passou.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Finalmente chegamos à uma maturidade aqui, eu e o blog, porque bem, um é consequência do outro. Não posso dizer que sou &quot;o adulto que sempre quis ser&quot;, mas posso dizer que o blog é. Os temas dos posts mudaram, minha escrita mudou, as opiniões mudaram, os layouts mudaram, enfim, este blog, com três anos, é quase velho. E apesar de eu saber que há blogs com muito mais tempo que este, creio que este possa dizer que cumpriu todos os seus objetivos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
No antigo post, eu falava acerca dos títulos daqui, dos títulos dos posts, dos tópicos e subtítulos, das colunas, enfim, dos títulos, e de como eu gosto deles. Dizia também que os títulos dos posts são a última coisa que eu escrevo. E bem, eu não gosto só dos títulos, mas gosto do visual, gosto da variedade de temas e gosto dos peixes no fim da página.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Aliás, algo que sempre quis, e consegui, foi criar uma &quot;cultura interna&quot; para o blog, ou seja, um conjunto de costumes, piadas, palavrões e &quot;trejeitos&quot; próprios, que caracterizassem o blog. Temos o tradicional &quot;aew cambada&quot; no começo dos posts, o clássico &quot;see ya!&quot; no final, algumas piadas recorrentes, o costume de botar horário nos posts, o &quot;minha conclusão&quot;, e a lista continua. São esses pequenos detalhes que dão particularidade à um blog, todas elas vão muito bem por aqui.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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No outro post eu também falava acerca do &quot;sucesso&quot; do blog, citando número de visitas e visualizações, bem como a orgulhosamente elevada taxa de rejeição, mas deixando de lado os números, a questão é que este blog é &quot;grande&quot;. Claro que como todo mundo, como comecei, &quot;sonhava&quot; com um blog &quot;grande&quot; e de sucesso, mas com o passar do tempo notei que isso realmente não importava: se uma única pessoa tirou proveito de qualquer coisa que escrevi aqui, e essa coisa serviu para fazê-la pensar, mesmo que pouco, já valeu à pena.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Por mais que, durante um tempo, eu tenha dito que tinha sim leitores, digo com certa felicidade que não, que tenho apenas os bons e velhos leitores imaginários. Ou seja, vocês. Não há como comparar, mas creio sinceramente que a falta de &quot;sucesso&quot; deste blog foi muito bom para ele. As coisas seriam completamente diferentes do que são hoje, poderiam ser melhores ou piores, mas não iguais, e eu realmente gosto de como ele está hoje, e de como chegou aqui.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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E neste &quot;como está hoje&quot;, voltamos para o começo do post: este blog finalmente cresceu. A infância é, de fato, aquela &quot;magia&quot; toda, a adolescência é um saco, mas é uma época incrível, e a (suposta) maturidade é um período de calmaria e, como tantas vezes frisei, de equilíbrio. Como isso se aplica? Bem, chega de posts por &quot;brincadeira&quot;, chega de posts só para xingar algo, chega de grandes análises de coisas. Tudo isso já foi, e foi incrível, mas não é mais a realidade. Não que as brincadeiras devam morrer e que o determinismo e conformismo devem reinar, mas não há mais o... ímpeto de antes.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Tudo, daqui para frente, é diferente. Não é mais uma época para aprender coisas novas (apesar que aprender coisas novas sempre é muito bom), de grandes revoluções. Daqui para frente não é &quot;mudar&quot;, &quot;criar&quot;, mas apenas adicionar: os que mais vier é lucro, e não base. Os posts, a partir de agora, serão escritos porque merecem ser escritos e porque merecem ser lidos. Isso não os isenta de ler os posts anteriores, mas aviso desde já que os melhores posts estão por vir. Não os mais revolucionários e ambiciosos, mas os mais bem escritos.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Nesses três anos, muita coisa passou por aqui, de teorias cientificamente embasadas até estórias completamente sem nexo e sentido, e acreditem, foi legal escrever tais coisas. Cansativo e demorado, é verdade, já que cada post aqui leva muito tempo e requer muita dedicação, mas gostei de os escrever, ainda que goste mais de uns que de outros. A questão é que, eventualmente haverão posts gigantescos, posts indignados, posts xingando coisas e posts que me comprariam uma passagem de ia para os braços da camisa de força, mas bem, já dizia Clarice Lispector: &quot;nada do que foi será, de novo do jeito que já foi antes da Libertadores do Corinthians&quot;.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Enquanto eu escrevia o post original (a tentativa de reescrevê-lo não, já que, admito, estava totalmente desolado por ter perdido o original), pensava comigo mesmo se este não era um post de despedida, no qual eu diria &quot;o blog nasceu, cresceu, plantou uma árvore, escreveu um livro, teve 12 filhos e agora está esperando a visita do Fantasma do Natal Futuro&quot;. Mas já enquanto o escrevia, pensava que não, e de fato havia planejado falar que o blog não acabaria, no fim do post. Entretanto, pergunto-me agora se essa escolha não era mais por costume e apego do que por dever, responsabilidade ou puro &quot;não quero que morra&quot;.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Chegei portanto à conclusão que é uma mistura dos dois lados. Por mais que há muito eu não poste nada, vejo que o blog continua vivo, e sim, eu realmente gosto daqui. Ainda há questões que eu quero abordar, coisas sobre as quais quero discorrer, mas por outro lado, sei que não preciso fazê-lo: seria desnecessário, apesar de pessoalmente recompensador. Então, em suma, sim, há apego, foram três anos com vocês e comigo mesmo aqui, e há também o dever, afinal, eu me comprometi a fazer isto aqui. E sim, eu sei que há vírgulas demais na frase anterior. E sim, sei também que não é apenas uma frase.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Creio enfim, que seja a conclusão que já deixei subentendida: o blog continua, mas sem o dever, afinal os objetivos já foram alcançados. O blog já fez o que foi criado para fazer, e digo com certo orgulho de que fez mais do que eu esperava. Em outras palavras, não há mais porque ter posts aqui, mas ainda sim eles continuarão a aparecer, sem data fixa, sem compromisso, nem necessidade intrínseca. Existirão porque eu quero que existam, e não porque eles devem existir.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Logo no primeiro parágrafo do post original, junto com o &quot;não me incomoda a falta de posts&quot;, havia esta questão: pela primeira vez, dentre as várias que já fiquei sem postar, pelos mais variados motivos, esta falta de posts, além de não me incomodar, não me pesa. É bem simples, já foi um enorme prazer escrever neste blog e já foi um enorme peso escrever neste blog. Se por um lado já fiz posts gigantescos, cujo tempo de escrita pareceu voar, por outro lado já houve posts que se arrastaram do início ao fim: (muito) mais de uma vez, ao final do post, disse que levei muitas horas para escrevê-lo e que ele não ficou como eu queria. De forma bem simples, há posts &quot;bons&quot; e &quot;ruins&quot; aqui, mesmo que isso contradiga o que disse alguns parágrafos atrás.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Ainda falando sobre o post original (e creio que esta seja a última vez), há muitas coisas que falei nele e que não apareceram aqui, muitas frases legais, algumas conclusões interessantes, então tentarei relembrá-las neste parágrafo, sem ordem (ou sentido) certo. Este post é um marco para o blog, que simboliza o fim de uma &quot;era&quot;, era esta que eu não me lembro, bem como não me lembro o que tinha escrito, então faço aqui algo que não queria fazer no post original (e ainda reluto um pouco...): agradeço à todos os leitores imaginários, à todos os posts perdidos, à todas as piadas ruins, à todos os pouquíssimos comentários e à cada maldido segundo que perdi fazendo este blog. Um certo egoísmo, serei sincero, este final de parágrafo, mas não meu, do post (...), e usando o egoísmo do blog todo, obrigado, Negão.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
No post original (ok, última vez, juro) comecei o último parágrafo (que foi quando o post se perdeu) com esta frase: Por fim, este é mais um post para avisar que não há post. E apesar de não começar este último parágrafo com esta frase, devo avisar-lhes que é verdade: não haverá post hoje, nem semana que vem e nem na próxima. Ou talvez haverá, não sei, e estou realmente feliz com isso. Mas acima de tudo, a frase mais importante deste parágrafo (e, talvez, do post todo) é também a última frase do post: nosso garotinho cresceu.&lt;/div&gt;</description><link>http://aquelaein.blogspot.com/2012/07/aprendendo-ser-pai-ou-mae.html</link><author>noreply@blogger.com (Eu!)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2097219787064808186.post-3834824386507561828</guid><pubDate>Sun, 01 Jul 2012 16:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-07-01T13:51:28.648-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquela Post</category><title>As incríveis opiniões inúteis</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-VhjEgqZ7C1M/TKpIVdu9ZZI/AAAAAAAAASQ/7WNt9-UmjdE/s1600/aquela+post.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-VhjEgqZ7C1M/TKpIVdu9ZZI/AAAAAAAAASQ/7WNt9-UmjdE/s1600/aquela+post.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&amp;nbsp;Aaeeewwwwwwww cambaaaaaadaaaaaaaa!!!!!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Então, como venho falando nos últimos dias, a falta de tempo está minando a &quot;vida&quot; deste blog: se antes eu tinha ideias, agora nem tenho o necessário ócio para que surjam as ideias. Enfim, este blog já passou por coisas bem piores, e não pretendo parar de poluir vossas mentes assim tão cedo. Entretanto, isso não é assunto para post, logo, sem mais nenhum recado a ser dado, ao post!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Simbora!!! &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;A beleza da liberdade&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-2-BuuYsqN-c/T--C3XfLQuI/AAAAAAAABn8/hOBr5uiq4qs/s1600/censura.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-2-BuuYsqN-c/T--C3XfLQuI/AAAAAAAABn8/hOBr5uiq4qs/s1600/censura.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Racismo véi.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dia 3 de Maio é considerado o &quot;Dia Mundial da Liberdade de Imprensa&quot; coisa que na realidade não significa porra alguma (do mesmo modo que a gigantesca maioria dos outros &quot;dia de&quot;). Ao menos em teoria, este dia deveria ser o dia em que jornalistas, escritores, críticos e poetas defendem sua liberdade de dizer que governos são autoritários, que corrupção é feio, que justiça é um direito de todos e que Marx é um gênio, sem tomar porrada e/ou ser censurado por isso. Em tempos do famigerado &quot;politicamente correto&quot;, essa utopia ridícula fica ainda pior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste mundo em que &lt;a href=&quot;http://www.aquelaein.com.br/2012/04/porques-e-afins-papai-me-deu-uma-bota.html&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;é mais legal exigir do que fazer por merecer&lt;/a&gt;, a liberdade deve se submeter ao que é elogioso, que não ataca e/ou prejudica e/ou questiona ninguém. Em outras palavras, liberdade é ótimo, desde que não vá contra os interesses de ninguém. E sempre vai.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pense por um momento o quão incrível seria se todo mundo pudesse falar (escrever, ditar, etc.) o que quiser, desde como foi legal levar o afilhado no parquinho até o quão bobo e feio o governador é por comer a secretária enquanto divide a grana (puta palavra feia e datada...) do caixa dois. Além do barulho praticamente constante, o que ia ter de assassinato ia ser impressionante (e rimou).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tema aqui não é &lt;a href=&quot;http://www.aquelaein.com.br/2012/06/top-x-motivos-para-tanta-burocracia-na.html&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;a liberdade para praticar tudo&lt;/a&gt;, mas a liberdade de falar sobre tudo (ou deixar de falar), acontece que o tal &quot;poder das palavras&quot; tem cada vez mais valor num mundo em que a repressão contra o que é &quot;errado&quot; é cada vez maior. Quanto mais autoritarismo há na hora de, de fato, fazer alguma coisa, mais o que só instiga, o que só ladra, ganha força, e também é necessário frear essa força. Quanto mais repressão há em cima dos atos, mais importante se torna a &quot;teoria&quot; e mais repressão esta enfrenta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Aponte o dedo, e fodam-se os três que continuam virados para você&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-fCv7iHQhyXM/T--K418C5zI/AAAAAAAABoI/N1MpTS3O2m4/s1600/NW+pointy+finger.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-fCv7iHQhyXM/T--K418C5zI/AAAAAAAABoI/N1MpTS3O2m4/s1600/NW+pointy+finger.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Sabe aquelas coisas bonitas que pais e professores nos diziam quando éramos crianças? Coisas como &quot;fale obrigado&quot;, &quot;olhe para os dois lados antes de atravessar a rua&quot; e &quot;todo mundo tem direito à opinião&quot;? Pois então, todas essas coisas são o resultado da mais pura hipocrisia. Se funcionassem de verdade seria realmente bom, afinal, agradecer por coisas, tomar cuidado com veículos e ter um ponto de vista próprio são coisas boas, que de fato são direitos e deveres das pessoas. O problema é que há excessões e condições para isso tudo: seu pai não quer que você agradeça o babaca do vizinho por este ter abaixado o volume do axé, sua mãe não quer que você fique saindo de casa e nem seu pai nem sua mãe querem que você os contrarie e defenda o porquê de os estar contrariando. Nesses momentos, quando é conveniente, nada disso é válido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rola o mesmo com escolas, religiões, casas de parentes e locais públicos: você deve se comportar do jeito &quot;certo&quot;, que, no caso, significa &quot;como todo mundo&quot;. Acontece que é de conhecimento geral que a unanimidade é burra, que muitas coisas (atos, ideias, conceitos, opniões, etc.) estão completamente erradas, que foram deturpadas até o limite (ou passaram deste). Ironicamente a resposta é bem menos complicada do que parece: algumas vezes você simplesmente discorda de tudo aquilo, do canto mais fundo e estranho da sua alma, e não há absolutamente nada que poderia mudar isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Dos clichês bullyinísticos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-6Cd91BWwYZs/T--ShdUd2EI/AAAAAAAABoU/7MKfdMoELy0/s1600/e1e8f1c3e-pose-fail.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-6Cd91BWwYZs/T--ShdUd2EI/AAAAAAAABoU/7MKfdMoELy0/s1600/e1e8f1c3e-pose-fail.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Uma das maravilhosas máximas que temos é aquela que diz que &quot;o diferente é excluído&quot;. Bem, claro que isso ainda acontece, afinal, antes a exclusão do que o linchamento, mas atualmente a coisa tem mudado: ficou feio excluir as coisas e pessoas, promover a integração, a igualdade e a inclusão é tarefa de todos, portanto não pode-se mais dizer que algo ou alguém é &quot;excluído&quot;, mas que ela é &quot;diferente&quot;, que vai &quot;encontrar pessoas que concordam com ela&quot; e que ela &quot;não deve mudar para agradar os outros&quot;. Já falei isso em algum outro post, mas não custa repetir: tudo bobagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltamos ao tópico lá de cima: cada passo dado na direção contrária a maioria (portanto &quot;a certa&quot;) significa que você está se condenando a &quot;agir à margem da lei&quot;, a ficar de fora. Cada passo dado na direção da opinião própria te afasta das outras pessoas, e é aí que você passa de &quot;diferente&quot;, de coitado, para &quot;vilão&quot;, tipo o &quot;monstro que sofria bullying e por isso saiu dando tiro dentro da escola&quot;. Não se trata de exclusão social, mas de apatia generalizada, baseada na criação de uma imagem que vende &quot;errado, ignorante, rebelde e sociopata&quot; no lugar de &quot;direito de opinião própria&quot;. A conduta geral exige que haja uma opinião própria, mas esta só poderá ser válida se for totalmente baseada na opinião geral e comum, sem se desviar desta, e quando ocorre de uma opinião ser de fato própria, é comparada ao &quot;estupro de criancinhas inocentes&quot;. E todos sabemos que &lt;a href=&quot;http://www.aquelaein.com.br/2009/08/eu-gustavo-te-convido-para_2770.html&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;as criançinhas inocentes são as maiores FDPs do mundo&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A história é mais um dos grandes relatos da hipocrisia monárquica atual, um excelente exemplo do clássico &quot;faça o que eu digo, não faça o que eu faço&quot;. A parte que se diz correta, e que, segundo a própria visão, tem opinião sim senhor, é a principal responsável por criar e manter o ciclo da &quot;exclusão&quot;, enxotando o que se &quot;desvia do caminho&quot; (soa familiar?). Pedófilos, assassinos, suicidas, revolucionários, malucos e estupradores simplesmente não mantém esse ciclo, pelo fato óbvio de fazerem parte da &quot;sociedade marginal&quot;. A &quot;corja da sociedade&quot; age mais de acordo com os preceitos dessa &quot;sociedade humana e civilizada&quot; do que a própria. E isso passa da irônia: é humor negro da mais alta qualidade, uma tragicomédia que faz Shakespeare parecer Meg Cabot. E pouca gente (Thalita Rebouças) é pior que a Meg Cabot.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Concessões ou consseções ou conssessões&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-cVnZcjh1WUc/T--mjXGzpwI/AAAAAAAABog/JrUaeBpsqXM/s1600/maisa1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-cVnZcjh1WUc/T--mjXGzpwI/AAAAAAAABog/JrUaeBpsqXM/s1600/maisa1.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Pergunto-me a opinião dos pedófilos...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como já diziam os ditadores, se você apertar demais a pasta de dente, sai mais do que você quer, e isso é um problema. Para evitar tais problemas, a galera igualitária e divertida criou um conceito: a &quot;crítica construtiva&quot;. Crítica construtiva é a arte de falar bem (ou &quot;igual à todo mundo&quot;), fingindo que fala mal (ou &quot;ter opinião&quot;), só para ganhar uns pontos da tão valorizada &quot;moral&quot;, e não fazer com que a galera-do-bem fique de mal e faça bico para você.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A estrutura é bem interessante... algo tão digno quanto uma &lt;a href=&quot;http://www.aquelaein.com.br/2010/04/destruindo-sonhos-redacoes-escolares_7994.html&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;dissertação&lt;/a&gt;: primeiro elogia-se, falando que qualquer que seja a coisa feita/dita foi realmente incrível, e logo em seguida diz-se que é um grande fã do &quot;trabalho&quot; daquela pessoa. Depois há a contextualização, onde explica-se para o &quot;autor&quot; do &quot;trabalho&quot; exatamente sobre o que vai-se falar, afinal este não tem obrigação nenhuma de conhecer a própria obra. Finalmente há a crítica, que não pode ser muito extensa, profunda ou inteligente, e que deve ser diluída entra &quot;poréns&quot; para que não fique algo &quot;tão pesado&quot;. Em seguida há uma consideração da crítica em si, na qual o responsável pela mesma defende a quem está &quot;atancando&quot;, dizendo que aquilo foi circunstancial, um fato isolado que provavelmente não se repetirá, e que muito provavelmente nem foi de propósito. Por fim há a retomada da primeira parte, na qual afirma-se novamente que realmente gosta de tudo que a pessoa &quot;criticada&quot; faz, e que espera &quot;do fundo do coração&quot; que o &quot;mal entendido&quot; seja solucionado, terminando enfim com o desejo de boa sorte, feliz ano novo e o clássico &quot;contine o bom trabalho&quot;, que na verdade significa &quot;como você é incrível por se sacrificar por nós&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo esse clima de amor e amizade é mútuo, o que significa que uma resposta igualmente falsa, oportunista e desimportante será dada, na qual há a promessa de que tal falha jamais voltará a acontecer, que sim, foi realmente um deslize e que &quot;o amamos tanto quanto você nos ama&quot;. Há ciclos dentro de ciclos: enquanto este esquema é seguido por quem manja pra caralho, que se desvia disso ou é completamente ignorado (afinal, &quot;contra fatos não há argumentos&quot;) ou é vilmente rechaçado de forma respeitável e fofa, na qual ironia e cinismo de baixo nível se aliam ao bom e velho &quot;foda-se&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ame-o ou omite-se&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-Hy4EMV6HRmA/T--4aHAHKZI/AAAAAAAABos/bFpvaf9EQWo/s1600/kiko.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-Hy4EMV6HRmA/T--4aHAHKZI/AAAAAAAABos/bFpvaf9EQWo/s1600/kiko.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Há uma certa &quot;regra&quot; que diz que é preferível não falar nada, caso o que fosse ser dito não seja a favor do &quot;alvo&quot;, ou seja, conveniência pura. Claro que isso pode poupar um certo trabalho, afinal, debater algo com alguém que você sabe que não vai entender nada (e nem quer) é um desperdício de tempo e saco, mas como já diz um ditado popular que eu odeio, &quot;nenhuma luta é em vão enquanto houver um único tolo que lute por ela&quot;, e de tolos o mundo está cheio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É um tanto quanto interessante pensar que o embate, seja físico seja através de argumentos, é totalmente evitado, não por medo ou falta de capacidade (o que é comum, mas não regra), mas porque isso é ir contra o que a outra pessoa pensa (ou o que fazem ela pensar que pensa). É pecado falar qualquer coisa que não esteja no manual, tipo quando seu celular dá pau e o tal problema não está na lista para que o atendente do SAC o resolva. É mais ou menos a mesma conversa de caixas, atendentes, operadores e técnicos: se tudo não está alí, escrito, memorizado, não há o que fazer. É a porra do sistema &quot;que tá fora do ar&quot; e ninguém mais tem capacidade para pegar o bloco e fazer o serviço à mão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E entre o dabete, prefere-se a omissão, que &quot;poupa&quot; o tempo de quem tem algo realmente importante para falar e não &quot;atrapalha&quot; o sistema binário de quem não consegue lidar com o fato de que opinião própria não se consegue assistindo TV e vendo putaria na internet. É mais interessante que nada seja dito, para que não possa gerar a mínima dúvida, o mínimo questionamento, do que gerar qualquer coisa que não seja um &quot;muito obrigado por concordar comigo&quot;. Essa galera da opinião-minha-pópria-de-massa sequer tem a dignidade de tentar esmagar quem tem opinião própria: ninguém quer &quot;sujar as mãos&quot;, e para não ter de fazê-lo preferem a exclusão, deixando de lado, deliberadamente, toda e qualquer chance de sair &quot;do sistema&quot; e ir para o lado &quot;bom&quot; da Força. É mais do que estupidez, é ignorância por escolha, e o pior é que nem sequer adianta tentar explicar isso para alguém assim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Abre a boca e feche os olhos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-XXwAr0SEMcE/T-_Ma8aCC3I/AAAAAAAABo4/6T3EaOPcX48/s1600/wenn5064233_0.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-XXwAr0SEMcE/T-_Ma8aCC3I/AAAAAAAABo4/6T3EaOPcX48/s1600/wenn5064233_0.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Seus mentes-sujas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imaginemos por um momento que opiniões são, de fato, como cus, que cada um tem o seu e tem o direito de fazer o que bem entender com ela. Você pode simplesmente dizer &quot;curto pra caralho quando gente é dilacerada em explosões&quot; ou &quot;odeio chá de boldo&quot;, e por mais que discordem, ninguém, absolutamente ninguém, pode reclamar do seu mal gosto para chás ou da sua provável sociopatia. E aí temos a questão deste tópico: o que é diferente gera conflito. Sem &quot;mas&quot;, sem exceções, é regra. Você tem o direito de falar o que quiser, mas inevitavelmente isso gerará algum problema e/ou desconforto para alguém, e como vivemos num mundo civilizado, todos sentarão em congresso para debater de forma plausível cada uma das opiniões diferentes, para que no fim ninguém mude em absolutamente nada, mas possa dizer que foi um debate muito bom.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão é que o ser humano simplesmente &lt;a href=&quot;http://www.aquelaein.com.br/2011/03/chapas-brancas-agradar-pessoas-e-volta.html&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;não consegue ficar sem a guerra&lt;/a&gt;, o que significa que basta uma fagulha para que a coisa toda exploda... muitas vezes literalmente. Sim, eu sei que parece que estou falando sobre religião, mas o ponto é o mesmo: discorde de mim e cairemos na porrada. Quem está incluso no sistema do bolsa-opinião nega diligentemente que a galera da ONG da opinião independente tenha razão em qualquer assunto, afinal eles só querer ver o circo pegar fogo, enquanto que a gente da ONG tem certeza absoluta que os bolsistas são completos imbecis sem opinião alguma, e que amam ser assim. A real é que vez ou outra os dois estão certos, mas o mérito é muito maior quando tal conclusão foi conseguida por meios próprios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas como nada na vida é tão fácil, e uma briguinha sempre anima as coisas, os dois lados tocam o foda-se para a opinião em si, e passam a defender o seu ponto de vista, deixando de lado a &quot;causa&quot; deste ponto de vista, que é (e deveria ser sempre) o foco da coisa toda. É como brigar pelo direito de ter munição, mas a venda e porte de armas ser proibido. Por fim, quando ninguém está mais com saco para tentar fazer aqueles imbecis entenderem o que é tão óbvio, parte-se para o embate ou para a exclusão, ou seja, foi só uma divertida forma de perder tempo. E o mais interessante é que, no fim das contas, nem a opinião nem o &quot;inimigo&quot; realmente importam... eu chamo isso de democracia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Queda na bolsa de valores&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-bgxoUNrZZ6I/T_B4S19JIKI/AAAAAAAABpI/rkVjmnETrME/s1600/img_00.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-bgxoUNrZZ6I/T_B4S19JIKI/AAAAAAAABpI/rkVjmnETrME/s1600/img_00.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Após todo o post chega-se, meio que obviamente, à conclusão: opiniões não tem mais valor algum. Sério, uma opinião vale menos que escrava sexual com AIDS, afinal, esta ainda pode lavar, passar, cozinhar e ir comprar cigarro, mas uma opinião que não opina e que não é levada em consideração por ninguém além de seu provedor, não tem absolutamente função alguma, e não é o tipo de coisa que pode, do nada, &lt;a href=&quot;http://www.aquelaein.com.br/2011/05/porques-e-afins-razao-de-viver-30.html&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;achar outra função para executar&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Opiniões servem para opinar (Oh rly?), para gerar debates, gerar dúvidas, e, por consequência, mudar a forma que uma ou mais pensoas veem algumas coisas. Vivemos num mundo em que a paz é mais valorizada do que na década de 60, que duvidar do que alguém diz é ser anti-reacionário e que ser diferente significa uma exclusão pior do que simplesmente ser &quot;marginalizado pela sociedade&quot;, ou seja, matamos completamente a função da opinião, e esta por sua vez se baseia em algo ainda mais importante: a ideia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao tirar todas as funções da opinião, tiramos a arma das ideias, que, são o que nos presenteiam com algo chamado &quot;evolução&quot;. Mate o vilão, mate os capangas e exploda o QG e todos seus problemas estão solucionados: passará o resto da vida fazendo as mesmas coisas que faz hoje, pensando do mesmo jeito, sem o mínimo de desafio, novidade ou motivação. Matar opiniões mata a própria evolução da sociedade. Claro, ainda poderemos ter asas no futuro, mas continuaremos achando que relógios digitais são uma grande ideia... e porra, ampulhetas são legais pra caralho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Minha conclusão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cambaaaaaaaadaaaaaaa, domingão, depois do almoço, e você se preparando para xingar o Faustão no Twitter. Enfim, é bom acabar um post, principalmente quando ainda tem umas horas para segunda-feira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se formos considerar que as coisas mais importantes atualmente são sexo, dinheiro, moda, marca e igualdade, ter opinião significa tomar no cu. Simples assim: pense diferente e merecerá ser empalado de cabeça para baixo. A questão é que, como sempre, ações tem consequências, e &quot;ficar de fora&quot; é a consequência de discordar da maioria. Aí pode surgir o questionamento: &quot;por que não fingir que concorda com todo mundo e viver feliz?&quot;. Simples, meus caros, porque é ser um tremendo filho da puta. Não é simplesmente falsidade e falta de caráter, é compactuar com algo só porque é mais fácil, é negar seu ponto de vista só por medo de tomar na cara. É, ao lado do suicídio, uma das maiores demonstrações de covardia, e sinceramente, isso eu não suporto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fazer concessões é necessário. Essa frase nada mais significa do que escutar e realmente LEVAR EM CONSIDERAÇÃO a opinião das outras pessoas. É para isso que as opiniões servem: serem usadas como base num raciocínio, que te leva à um ponto diferente do qual você estava. Sim, sua opinião pode ser a mesma de &quot;antes&quot;, mas você deve chegar nela sozinho. O ponto não é você concordar ou não com as outras pessoas, mas sim usar o que elas dizem para chegar à SUA conclusão. E, claro, fazer o mesmo com outras pessoas. E muitas vezes a conclusão à que se chega é que a opinião das outras pessoas é uma merda, e não há jeito melhor de dizer isso para ela do que usando &quot;sua opinião de bosta é uma merda&quot;. A guerra vale à pena, minha gente, desde que tenha um objetivo e que este não seja esquecido durante a batalha... basta amarrar uma fita no dedo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
See ya!&lt;/div&gt;</description><link>http://aquelaein.blogspot.com/2012/07/as-incriveis-opinioes-inuteis.html</link><author>noreply@blogger.com (Eu!)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-VhjEgqZ7C1M/TKpIVdu9ZZI/AAAAAAAAASQ/7WNt9-UmjdE/s72-c/aquela+post.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2097219787064808186.post-6205746073082411041</guid><pubDate>Sun, 10 Jun 2012 04:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-06-10T01:51:35.422-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Top X</category><title>Top X Motivos para tanta burocracia na venda de armas</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-EXOGQIh_IYI/TLS5vNpDlRI/AAAAAAAAAVU/U4ekmHcxfJc/s1600/top+x.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-EXOGQIh_IYI/TLS5vNpDlRI/AAAAAAAAAVU/U4ekmHcxfJc/s1600/top+x.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&amp;nbsp;Aaaaaaaaaeeeeeewwww cambaaaaaaaaaaaddaaaaaaa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, ficamos algum tempo sem post, e, de novo, pelo mesmo motivo: falta de tempo. Acreditem, eu quero escrever, mas não tenho tido tempo suficiente, e um &lt;a href=&quot;http://www.aquelaein.com.br/2011/08/top-x-musicas-que-devem-fazer-parte-da.html&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;post de merda&lt;/a&gt; por blog já é o suficiente. Mas deixando isso de lado, vamos falar sobre um fato incrivelmente inédito por aqui: não sei o que escrever.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas graças ao estoque não-tão-bem-provido de ideias para post, achei um tema interessante, e, vejam só, é um Top X! Ao post!!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Simbora!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Objetos de criação da paz&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-FygRf1DIZ_Q/T9PspXt78cI/AAAAAAAABkA/7iLUTE-9Uc8/s1600/rambo-first-blood-2-movie-still-7.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-FygRf1DIZ_Q/T9PspXt78cI/AAAAAAAABkA/7iLUTE-9Uc8/s1600/rambo-first-blood-2-movie-still-7.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Não, eu não me refiro ao Stallone sem camisa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certo dia, muito tempo atrás, nossos antepassados descobriram que o mundo era um local perigoso, não só pela natureza, os animais e o clima, mas também por causa de outros iguais (ou igualmente peludos) a eles. Foi apenas questão de tempo que os nossos primos semi-macacos passassem do galho com fogo na ponta para as pistolas, metralhadoras, snipers, fuzis, canhões e tantas outras invenções, algumas que deram certo e outras que falharam miseravelmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tanto tempo convivendo com as mais variadas armas fez com que o ser humano se desse conta de uma coisa: a vida era muito mais fácil quando se tinha uma arma. Claro, chamar a galera para cair na porrada com a galera de outra pessoa era divertido e tal, mas as roupas ficavam sujas, todo mundo ficava cansado, e a menos que algum dos dois grupos fosse muito maior e/ou melhor, não era uma solução definitiva: assim que os olhos deixassem o roxo de lado, a coisa toda se repetia. Voltando ao começo do parágrafo, a vida era muito mais simples com armas: bastava atirar na galera da outra pessoa e você voltava para casa limpo, cheiroso e com o olho da cor normal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Novamente foi questão de tempo até as pessoas se darem conta que, ao invés de gastar munição, era muito melhor comparar o tamanho e o barulho de suas respectivas armas, sem ninguém atirar em ninguém... meio que uma cópia do &quot;checar se meu pau é maior do que o do cara que tá mijando aqui do lado&quot;. Portanto, pouco a pouco, o combate foi trocado pelo &quot;o meu é maior&quot;, que na realidade não fere ninguém que não seja muito fresco. Numa frase, da guerra se fez a paz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;A geraldo-vandrelização bélica&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-eoxduY85ENk/T9PvgOvdmuI/AAAAAAAABkM/zn8MZ1n5M30/s1600/G.+Soldier+w_Flower+in+Gun.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-eoxduY85ENk/T9PvgOvdmuI/AAAAAAAABkM/zn8MZ1n5M30/s1600/G.+Soldier+w_Flower+in+Gun.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Entretanto, como todos sabemos, nada nunca é o suficiente, e surgiu um grupo de gente que dizia que a paz podia ser alcançada sem a comparação penial, afinal, se o resultado era paz, não fazia sentido ter uma arma para não usá-la de verdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo muito bom, tudo muito bonito, até o ponto em que a humanidade decidiu que era &quot;civilizada&quot; e passou a adotar medidas de controle na venda de armas, munições e coisas do tipo. Assim como a industria bélica, tal ação evoluiu, e enfim chegamos a um tempo em que chamar a sua galera para mostrar o tamanho do seus pintos é contra a lei. Como sempre tem alguém que é do contra, surgiu outro movimento, que diz que armas são legais e fofas, que é um esporte atirar em coisas, e que comparar pênis era algo saudável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Irônicamente, esses dois lados resolveram bater com o pau na mesa e dizer que os outros estavam errados sobre tudo. Tal conflito também evolui e finalmente chegamos ao ponto em que estamos hoje: você pode ter armas, contanto que tenha documentação. Ou seja, ao mesmo tempo que você pode dizer que tem um baita dum cacete, você não pode provar. E vou lhes dizer: é realmente bom não poder ver o tamanho do pinto das pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;1 - Inevitavelmente as pessoas não saberiam usar uma arma&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-T0wcuvSNJo0/T9P0jXbWHmI/AAAAAAAABkY/7Fx6-g2AZ68/s1600/girlwithguntoeye.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-T0wcuvSNJo0/T9P0jXbWHmI/AAAAAAAABkY/7Fx6-g2AZ68/s1600/girlwithguntoeye.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Meus caros, o que ia ter de hospital lotado porque alguém se machucou com a própria arma... aliás, isso também vale para máquinas de cortar grama e enchadas. Seriam absurdos ainda piores do que a foto, com nego se matando porque deixou a arma destravada ou porque estranhamente o gatilho funcionou sozinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso teria os casos de &quot;maus tratos&quot;, em que as armas dão defeito porque nego toma banho com elas, usa para cortar bife, usa para prender a porta, como enfeite em cima da TV da sala... provavelmente o número de mortes com esses &quot;acidentes&quot; seria infinitamente do que o número de mortes matadas pra valer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;2 - &quot;Experiências&quot; seriam comuns&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-CtWSgq8MRoA/T9P18jV7_rI/AAAAAAAABkg/ig7EN2hdhSY/s1600/crazy+gun+weapon.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-CtWSgq8MRoA/T9P18jV7_rI/AAAAAAAABkg/ig7EN2hdhSY/s1600/crazy+gun+weapon.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Do mesmo jeito que atualmente tem gente que inventa ser comediante de stand up ia ter gente dando uma de inventor de armas. Claro, muitas armas de &quot;sucesso&quot; vieram de experiências totalmente sem noção, mas de certa forma, quem fazia isso sabia (ao menos até certo ponto) o que estava fazendo, mas não precisa pensar muito para saber que dar um monte de pólvora, tornos, canos e molas para um imbecil é uma excelente fórmula para o fracasso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda nesse tópico, a quantidade de armas &quot;não certificadas&quot; seria gigantesca, o que significa que vários modelos funcionariam perfeitamente por dez tiros, mas no décimo segundo a arma entraria em combustão, fodendo metade da fuça de quem estivesse atirando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;3 - As crianças fariam muito mais do que quebrar janelas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-EfrLC1qnUzU/T9P5NP2necI/AAAAAAAABks/QC8ChYfFNGo/s1600/kids-with-guns.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;415&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-EfrLC1qnUzU/T9P5NP2necI/AAAAAAAABks/QC8ChYfFNGo/s640/kids-with-guns.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Como é de conhecimento geral, crianças são o capeta, e o Capeta por si só consegue armar o inferno em pleno quintal de Deus. Adicione balas à isso e é aí que a festa fica um verdadeiro estouro (ok, prometo que não faço mais isso).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine por um momento que você tem um filho, e que seu filho odeia seu vizinho. Normalmente, tudo que seu filho poderia fazer é mostrar a língua ou acertar a janela com uma bola de futebol, entretanto, troque a bola de futebol por uma granada e a mostrada de língua por um bilhete escrito &quot;booooooooom&quot;. Pois é, se seu vizinho não morresse, pode ter certeza que ele tocaria a sua campainha com uma bazuca em mãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;4 - Hobo with a Shotgun, mas não tão legal assim&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-T_IpqjDB7Lw/T9P75Yt5wrI/AAAAAAAABk4/EDz_6jHAIkg/s1600/Hobo-With-a-Shotgun-Rutger-Hauer-image-2.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;273&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-T_IpqjDB7Lw/T9P75Yt5wrI/AAAAAAAABk4/EDz_6jHAIkg/s640/Hobo-With-a-Shotgun-Rutger-Hauer-image-2.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Enquanto no filme temos Rutger Hauer atirando em gente que não vale muito, teríamos verdadeiros velhos-do-saco atirando em quem desse menos de 10 reais por eles terem &quot;olhado&quot; o carro. Seria quase que uma formação de quadrilha: todos se juntam para transformar você e seu carro em peneira, para depois atirarem uns nos outros para ver quem consegue ficar com o que sobrou de você e do veículo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais ou menos a mesma coisa aconteceria com a galera que se veste de Papai Noel em dezembro para descolar o dinheiro da birita, mas seria uma .38 no lugar do sino... e você não ganharia bala de yogurte. Aliás, uma coisa que seria muito comum é algum sem teto mirando a sua testa enquanto te &quot;pede&quot; dinheiro para comprar mais munição ao invés de dinheiro para &quot;comprá um lanche alí purque eu num como há três dia e tenho câncer&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;5 - Estado laico é o caralho&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-TDO7uKHsCxI/T9P98h7hn8I/AAAAAAAABlA/eregXY7FqHQ/s1600/nuns_with_guns_big.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;426&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-TDO7uKHsCxI/T9P98h7hn8I/AAAAAAAABlA/eregXY7FqHQ/s640/nuns_with_guns_big.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Esqueçam as milícias que combatem pelo controle do morro, a coisa seria nos centros históricos e nos bairros afastados: as diversas religiões armariam os fiéis, padres, freiras, pastores e qualquer um disposto a lutar pela verdade sagrada do Senhor. Seria como retornar para a idade média, quando era obrigatório ir e crer na igreja, só que agora a coisa seria pontual, já que sua crença variaria em função de quem o está salvando da perdição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas não pense que é um deus nos acuda: as táticas e armas usadas por cada religião não poderiam ir contra a mesma, o que significa que enquanto os anglicanos não poderiam usar munição perfurante, os católicos não poderiam ter semi-automáticas e os crentes deveriam sequer olhar para um silenciador... pelo menos todas compartilhariam a ideia de que headshot é proibido por causa do funeral... quem diria que homens-bomba seriam de fato apelação?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;6 - Mirar pra quê?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-ziJUWFvg0IQ/T9QB09aB_-I/AAAAAAAABlM/eF0kJ2NUP4M/s1600/idiot-gun-4.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-ziJUWFvg0IQ/T9QB09aB_-I/AAAAAAAABlM/eF0kJ2NUP4M/s1600/idiot-gun-4.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Considerando que munição seria vendida em camelô, o ato de mirar seria totalmente desnecessário (o que tornaria as miras laser um produto de nicho). Com isso, além de os camelôs serem os novos burgueses, viria o fato de que muito &quot;inocente&quot; morreria apenas pelo fato de colocar o corpo no lugar errado, na trajetória da bala errada... claro que isso pouparia o trabalho de outras pessoas, mas criaria um revanchismo, afinal &quot;só eu posso dar os pipoco nesse filho da puta&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda adicionando, os cegos e/ou idosos seriam, de longe, as pessoas com maior número de mortes nas costas, verdadeiros ases do CS &lt;span class=&quot;st&quot;&gt; live-action, já que varreriam praças inteiras só numa tarde de alimentação aos pombos... seriam eles os portadores de metralhadoras rotatórias e M60... felizmente essas porras não contam com pentes individuais, já que recarregar está fora de questão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;st&quot;&gt;7 - &lt;b&gt;Filho de glock, .38 é&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-lOz4Tp2ki8s/T9QF3XstKrI/AAAAAAAABlY/P8i5doUPMQs/s1600/idiots_with_guns_01.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;476&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-lOz4Tp2ki8s/T9QF3XstKrI/AAAAAAAABlY/P8i5doUPMQs/s640/idiots_with_guns_01.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class=&quot;st&quot;&gt;Sim, eu sei que não é uma .38.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;st&quot;&gt;Se o mundo já está cheio de babacas, a coisa seria ainda pior. Enquanto que atualmente os FDPs tem de se contentar em pegar sua vaga no estacionamento, com as armas liberadas o mínimo que rolava seria tiro no pneu. E como todos sabemos, todo pai quer que seu filho seja melhor do que ele: enquanto uns querem que seus filhos sejam bons jogadores de futebol, outros querem que seus filhos virem mini-meliantes, prontos para praticar bullyng com semi-automáticas... felizmente os nerds estariam salvos, já que projetariam suas próprias armas, fazendo inveja para os filhos de papai que andam com armas banhadas a ouro.&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;st&quot;&gt;&lt;b&gt;8 - Dirigir seria um verdadeiro Twisted Metal&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-27dlkDar55A/T9QIYipsdXI/AAAAAAAABlk/ZCqbFCqwjcY/s1600/Death+Race+3+Movie.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;480&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-27dlkDar55A/T9QIYipsdXI/AAAAAAAABlk/ZCqbFCqwjcY/s640/Death+Race+3+Movie.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class=&quot;st&quot;&gt;Você provavelmente já viu esse vídeo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object height=&quot;360&quot; width=&quot;640&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/9yBVKsetWv4?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&quot;&gt;


&lt;/param&gt;
&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;


&lt;/param&gt;
&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;


&lt;/param&gt;
&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/9yBVKsetWv4?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; width=&quot;640&quot; height=&quot;360&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois é, troque a pistola por uma daquelas shotguns de uma mão só e terá uma ideia básica de como seria a coisa. Como mostra a foto acima, o conceito de tuning seria totalmente diferente, já que o que importa não são cores berrantes, luzes em baixo do carro, portas que abrem para cima, aros enormes e nem aquela breguice que faz o carro pular, a coisa seria toda voltada para blindagens, pneus reforçados, armas embutidas, óleo e tachinhas na pista e, claro, faróis de milha em xenon, só para acabar de foder a coisa toda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;9 -&amp;nbsp; Até mesmo os menores pintos gozam&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-XtQn25O32sY/T9QNieuJRtI/AAAAAAAABlw/kF3qQNG0pzI/s1600/ring-gun5.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-XtQn25O32sY/T9QNieuJRtI/AAAAAAAABlw/kF3qQNG0pzI/s1600/ring-gun5.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Apesar de ser muito mais legal manejar uma 12 (acabo de me dar conta de que usando a metáfora novamente, essa frase fica EXTREMAMENTE gay), armas pequenas também atiram, também tem cápsulas, também lançam metal em alta velocidade e também fazem estrago. Por conseguinte, os vendedores de coletes a prova de balas enriqueceriam incrivelmente, já que ao invés de pedir papel higiênico por baixo da divisória, nego assaltaria o seu papel higiênico. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A evolução das armas seria quase que a evolução dos celulares, fazendo o possível para ficarem cada vez mais leves e menores, com as marcas competindo para ver quem consegue colocar mais balas no menor espaço, e ainda sim te dar a opção de escolher a cor do cabo... contanto que não façam armas que atiram por bluetooth, está tudo bem.&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;10 - A economia ia pro saco&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-sonwszlyLPg/T9QUi5u_rFI/AAAAAAAABl8/CCMizSGKfXQ/s1600/Public-Relations-Crisis-Management-Its-All-in-The-Response.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-sonwszlyLPg/T9QUi5u_rFI/AAAAAAAABl8/CCMizSGKfXQ/s1600/Public-Relations-Crisis-Management-Its-All-in-The-Response.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Cedo ou tarde ia faltar material para manter a parada, e depois de ver o que uma calibre 50 faz, é difícil aceitar uma pistolinha de água. Sendo assim, a economia entraria em crise, fodendo a única indústria existente (a bélica), o que significa que a sociedade ou deveria mudar sua base ou voltar para as armas da velha guarda: arco e flecha, zarabatana, lanças e, claro, armas brancas, como facões, cutelos, espadas (que são, de longe, as mais legais) e havaianas de pau.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou seja, pouco a pouco a sociedade migraria das armas de fogo para armas tecnologicamente mais simples, feitas com alta tecnologia: fibra de carbono, grafite e coisas do tipo seriam usadas como substitutas para o metal. Seria uma volta às origens, trazendo métodos de tortura de volta, usando aquele &quot;talher&quot; para escargot para arrancar o olho das pessoas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até que teríamos esgotados todos os materiais possíveis, terminando assim de foder com o planeta, já que na falta de armas, apela-se para bombas, e é claro que as pessoas não criariam fuzis automáticos e damas de ferro 2.0 e deixariam bombas nucleares de fora do jogo da evolução.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;11 - O Silvio Santos da nova geração&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-koaGSFoDnC0/T9QXuMDi84I/AAAAAAAABmI/uRBSjhm42Fk/s1600/lord_of_war.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-koaGSFoDnC0/T9QXuMDi84I/AAAAAAAABmI/uRBSjhm42Fk/s1600/lord_of_war.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;Claro que somos bons em foder a Terra, mas isso leva um certo tempo, e enquanto a coisa não afunda, certas pessoas ficariam quintilhonárias (sim, essa palavra existe): os já mencionados vendedores de coletes, os mercenários, os professores de tiro e, claro, os vendedores de armas. Interessantemente, não haveria mais o tráfico de armas, já que estaria tudo liberado, e de certa forma, todos os outros tráficos seriam extintos, uma vez que manter dois negócios ao mesmo tempo é muito trabalhoso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na realidade, a coisa tornaria-se um vício, algo como &quot;só mais um pente, chefe... tomaí meu DVD&quot; ou &quot;faço boquete por coronha&quot;. As pessoas literalmente estocariam caixas e mais caixas com balas, os museus seriam inteiramente dedicados à história bélica (eles provavelmente seriam assaltados, mas enfim...), e com absoluta certeza que ia ter gente (no Japão) que iria casar com a própria arma, e lá estaria o vendedor, pronto para anunciar &quot;eu vos declaro, marido e carabina&quot;, por módicos 2500 reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;12 - O desequilibrio na Força&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-jXtqYxvG0vs/T9QeWfxsnaI/AAAAAAAABmU/u142hwz4CQk/s1600/Rock-Vs-Tank-2301.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-jXtqYxvG0vs/T9QeWfxsnaI/AAAAAAAABmU/u142hwz4CQk/s1600/Rock-Vs-Tank-2301.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Claro que todo mundo ia querer sempre armas melhores, mas tal como ocorre hoje com carros, celulares e salários, nem todo mundo ia conseguir, seja por falta de capital, incompetência ou até mesmo falta de vontade. A questão é que enquanto uns iam se contentar com armas de paintball adaptadas (sejamos sinceros, quem caralhos ia querem uma arma de paintball enquanto as outras pessoas tem rifles de longo alcance?), outros teriam verdadeiros exércitos de caças radio-controlados, prontos para aniquilar cidades em poucos segundos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obviamente que quanto mais se tem, mais se gasta, mas se&amp;nbsp; matar todo mundo antes de ficar miserável é uma possibilidade, por que não? Quem iria apontar para você e dizer que você está sendo chato, bobo e cara de mamão? Cada um usa o que tem, e não é culpa sua se as .44 do inimigo não são páreo para seus tanques... se apenas &quot;os grandes&quot; restassem, seria tipo War: conquiste a Ásia e a Oceania e mais um território qualquer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;13 - Seria um massacre&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-nSFDN5Jjjmc/T9QiTJK4_9I/AAAAAAAABmg/AUAoyyWp9rk/s1600/1233903954_803221_fotosumario3_grande_0.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-nSFDN5Jjjmc/T9QiTJK4_9I/AAAAAAAABmg/AUAoyyWp9rk/s1600/1233903954_803221_fotosumario3_grande_0.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Se agora tudo que passa no jornal é sobre atentado, morte, bomba, sequestro, tiroteiro e assassinato, com a liberação os jornais imediatamente cessariam com tais nottícias (e qualquer outra notícia na verdade) uma vez que estariam todos ocupados comprando, cuidando e, claro, utilizando suas armas. Pensem só, finalmente a galera que diz que &quot;não leva desaforo pra casa&quot; poderá falar isso com propriedade: basta lascar um tiro no meio da testa de quem for, e todos os seus problemas estarão resolvidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Claro que isso resultaria num &quot;contra-ataque&quot; por parte dos amigos e família das pessoas mortas, mas em quem reclama de beliscão na bunda em orgia é idiota. Seria terra de ninguém, já que basta uma fagulha para a coisa toda explodir, e sempre tem um filho da puta pronto para criar essa fagulha. Os anarquistas finalmente poderiam apontar e dizer &quot;eu disse&quot;, já que a anarquia &quot;de verdade&quot; reinaria, e o melhor de tudo é que ninguém leva a culpa, já que todo mundo (literalmente) está envolvido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bilhões de pessoas morreriam, até manter um certo equilíbrio, já que se você mata quem comia a pessoa que você gostava, você está livre para ter quantos filhos quiser... aliás, não haveria mais estupro, já que ou quem está estuprando é morto pelo estuprado, ou o estuprado é morto pelo estuprador, e praticar necrofilia não é estupro.&amp;nbsp; Ou seja, nasceriam alguns, morreriam outros, até que alguém resolva chutar o pau da barraca, e aí sim é que vira um genocídio generalizado... pensando bem, nem seria tão ruim assim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Minha conclusão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cambaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaadaaaaaaa, são quase duas da manhã, o post está quase pronto. Enfim, não sei se semana que vem terá post, mas prometo que não deixarei o blog abandonado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Creio que deixei claro durante o post, mas como é melhor não superestimar vocês, vamos botar o preto no branco: e se liberassem geral a venda e porte de armas? Aliás, &quot;liberar&quot; é a palavra errada, e se tocassem o foda-se e cada um por si? Pois então, no fim, acho que esse post provou um ponto: a anarquia é idiota. E sim, eu só notei que provei isso agora, mesmo já sendo dessa opinião. É simplesmente estúpido querer um mundo sem regras, sem leis, sem governos, pelo simples fato de que dá merda. Sempre dá merda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensem assim: se liberar geral fosse algo &quot;bom&quot;, o socialismo teria dado certo, os filhos não precisariam de pais, programas não precisariam de códigos-fonte... não é guerra por paz, mas sim controle pela paz. Sim, eu sei que soa errado, que parece que &quot;eu me vendi ao sistema&quot; e coisas assim, mas acreditem, não é. Na realidade, é a mais pura lógica, baseada em fatos. Pode não ser uma verdade bonita, mas ainda sim é uma verdade, e vai continuar sendo, enquanto o homem for homem... e depois tem gente que diz que a humanidade vale à pena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
See ya!&lt;/div&gt;</description><link>http://aquelaein.blogspot.com/2012/06/top-x-motivos-para-tanta-burocracia-na.html</link><author>noreply@blogger.com (Eu!)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-EXOGQIh_IYI/TLS5vNpDlRI/AAAAAAAAAVU/U4ekmHcxfJc/s72-c/top+x.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2097219787064808186.post-6822932635166507788</guid><pubDate>Sat, 26 May 2012 23:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-26T20:39:43.452-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquela Post</category><title>Camisa 19</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Aaaaaaeeewww cambaaaadaaa!!!!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Então, caso vocês estejam se perguntando o porquê da falta repentina de posts, a explicação é simples: falta de tempo. Um post aqui no blog leva ao menos 6 horas para ficar pronto, e a última vez que um post demorou esse tempo, foi há quase um ano. Enfim, é aquela coisa de sempre: blog dá trabalho, por mais que não pareça, e trabalho significa tempo. E não, eu não entrei em depressão por causa do &lt;a href=&quot;http://www.aquelaein.com.br/2012/05/vicios-matinais-sky-full-of-holes-do.html&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;post passado&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Sem mais delongas, e com a promessa de não faltar semana que vem, ao post!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Vamulá!!!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Jaqueline tinha 23 anos, nascida em Minas, mas criada no Rio. Miss Lage 2009, musa da escola de samba da comunidade, torcedora fanática do Bota. Trabalhava numa farmácia, de segunda até sábado, mas domingo era sagrado: ia para a praia logo cedo e só voltava para casa à noite.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-qVyKhG-TBn0/T8Fcjx-_36I/AAAAAAAABjM/Zn5VZy0-T4M/s1600/witch+burning.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-qVyKhG-TBn0/T8Fcjx-_36I/AAAAAAAABjM/Zn5VZy0-T4M/s1600/witch+burning.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Melhor acabar com as piadas ruins logo de cara, não?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Durante a manhã, com um sol mais fraco, era hora de ver os rapazes jogando futvolei. Tomava água de coco, mergulhava, tomava sol (de topless, para não ficar marca) e, à noite, era roda de samba. Dançar juntinho, conhecer gente interessante. Caminhava pela orla para relaxar, esquecer dos problemas; gostava de ver as pessas se divertindo nos barzinhos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Conheceu Paulo Jorge, Bizu, numa dessas caminhadas. Encontraram-se na praia algumas vezes, até que passaram a caminhar juntos. Ele contou que tinha vindo do interior, de família pobre, que como não tinha muitas chances, começou a jogar desde pequeno, e se destacou. Seria apresentaria no Botafogo em algumas semanas: ala direita.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Ele era novo, uns 26 ou 28 anos, mas já era casado, tinha um filho lindo, de quatro anos. Nunca amara a esposa, mas ela havia engravidado, então se casaram. Se conheceram numa das festas por lá, uns olhares, uns cutucões... ainda era cedo, e nenhum dos dois queriam voltar para casa ainda.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-haOoiuyTpa4/T8FehMVYVTI/AAAAAAAABjU/Fqgsqk2p480/s1600/fotos-engracadas-casamento-almas-gemeas-722239.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-haOoiuyTpa4/T8FehMVYVTI/AAAAAAAABjU/Fqgsqk2p480/s1600/fotos-engracadas-casamento-almas-gemeas-722239.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Jaqueline insistia para as amigas que eram só amigos, mas ela sabia que era mentira, e das grandes.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Bizu havia sido apresentado e estreara logo na semana seguinte, num amistoso. Foi numa terça que ele convidou Jaqueline para uma festa, com os caras do time. Um monte de gente iria, e ele queria que ela também fosse, para comemorarem a vitória e o bom desempenho dele. Ela negou, no início, mas ele insistiu tanto que acabou aceitando.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Roberta, a esposa, voltou com o filho para o interior alguns meses depois: exigia a separação e a guarda da criança. Os companheiros do time deram algumas dicas e ele acabou por aceitá-las: casa, carro e pensão, mas o garoto passaria as férias com ele.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Bizu e Jaqueline anunciaram o casamento algum tempo depois. Estavam na capa de todas as revistas de fofocas, processo, briga com o técnico. Apesar disso, o Bota ia bem obrigado, algumas vitórias, alguns empates, mas eram uma família: cada fim de semana era churrasco na casa de um. Mas era a incerteza que comandava: ele havia traído a mãe do próprio filho. E se fizesse o mesmo com ela?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-FcWroTy5uL4/T8Fi4zAK61I/AAAAAAAABjg/lMEZa96orW0/s1600/fluxograma1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-FcWroTy5uL4/T8Fi4zAK61I/AAAAAAAABjg/lMEZa96orW0/s1600/fluxograma1.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Fez. Jaqueline pegou no flagra. Ela era diferente da ex: não iria extorquir o máximo que podia, não ia dar barraco, e definitivamente não ia ser apontada por todo mundo na rua. Não estava pensando direito quando pegou uma faca na cozinha e voltou para o quarto.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Jaqueline acabou por ficar com a chácara, os carros, e se mudou para lá: adeus farmácia. Demorou à voltar para suas caminhadas na praia graças aos paparazzi mas, eventualmente, perderam o interesse nela. Ela faz questão de caminhar perto de onde ela e o segurança enterraram Bizu.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Foi numa dessas caminhadas que ela conheceu Matias...&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
See ya!&lt;/div&gt;</description><link>http://aquelaein.blogspot.com/2012/05/camisa-19.html</link><author>noreply@blogger.com (Eu!)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-qVyKhG-TBn0/T8Fcjx-_36I/AAAAAAAABjM/Zn5VZy0-T4M/s72-c/witch+burning.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2097219787064808186.post-5598358488141197571</guid><pubDate>Sat, 12 May 2012 16:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-06-09T21:23:50.552-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Vícios Matinais</category><title>Vícios Matinais: Sky Full of Holes do Fountains of Wayne</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Aaaaaaaaaeeeeeeeewwwww cambaaaaaaaaaadddddaaaaaaaaa!!!!!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Então, eis que temos mais uma semana, mais um sábado, e por conseguinte, mais um post, mas aí você poderia dizer &quot;mas semana passada não teve post porra!!!&quot;. Sim, é verdade, pela primeira vez neste ano (e demorou CINCO MESES!) não tive como fazer o post, mas não por falta de ideias, mas pela falta de tempo. Acreditem, cogitei até passar a madrugada de domingo fazendo post, mas aí a segunda-feira iria para o saco.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Enfim, hoje é outro dia, portanto deixemos isso para trás e passemos para aquele clássico exercício que tanto prezo aqui no blog: tentar descobrir um assunto para o post de hoje.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois agora definido está, então, sem mais recados e/ou explicações, ao post!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamulá!!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Fountains of Wayne&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-zuva6EOuu6U/T65r1hAB11I/AAAAAAAABio/IZGQBJdf-aM/s1600/Fountains-of-Wayne-fills-deep-Holes-MH8S0N1-x-large.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-zuva6EOuu6U/T65r1hAB11I/AAAAAAAABio/IZGQBJdf-aM/s1600/Fountains-of-Wayne-fills-deep-Holes-MH8S0N1-x-large.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Da esquerda para a direita você tem Chris Collingwood (vocalista), Brian Young (baterista), Adam Schlesinger (baixista) e Jody Porter (é eu sei - guitarrista). A banda começou em 1996, eu conheci por volta de 2005 com Stacy&#39;s Mom, que já coloquei em posts várias vezes e que tenho certeza que vocês conhecem, e agora em 2011 eles lançaram o álbum deste post. Na real, apesar de a banda ser americana, não soa como se fosse... é algo quase britânico, mas não tão... fino, pontual e chato, sem ser tosco e farofa como várias bandas dos EUA conseguem ser... e são de NY ainda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já são 7 álbuns (2 de coletânea), e é bem provável que você já tenha ouvido outra música deles, uma vez que tem várias que foram usadas em filmes e/ou séries, como California Sex Lawyer, All Kinds of Time e Radiation Vibe. Vou admitir que não ouvi todos os álbuns na íntegra, portanto, este será o primeiro, mas conheço várias das músicas, e já indico Denise, Mexican Wine e Hey Julie.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Este álbum&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-Ubg6ymVUDvA/T65wmUNxl0I/AAAAAAAABi0/V9U0N7wIBrQ/s1600/fountains-of-wayne-sky-full-of-holes.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-Ubg6ymVUDvA/T65wmUNxl0I/AAAAAAAABi0/V9U0N7wIBrQ/s1600/fountains-of-wayne-sky-full-of-holes.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Como eu disse alí em cima, foi lançado ano passado (mais precisamente em Julho), são 13 faixas, além de outras 2, uma na versão do iTunes e outra da Amazon e porra, as bandas podiam realmente parar com essa putaria do caralho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;The Summer Place&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object height=&quot;360&quot; width=&quot;640&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/R3Zt1lUEoE4?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&quot;&gt;
















&lt;/param&gt;
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&lt;/param&gt;
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&lt;/param&gt;
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&lt;br /&gt;
E já começamos com um clipe (que eu nem sabia que existia) e caralho... que chute no saco. Não que a música seja ruim, mas também não é boa: é diferente, totalmente diferente, do que eu esperava. Chega a ser meio bizarro até, já que nornalmente músicas do tipo, que trazem essa coisa de nostalgia/lembraças ficam no meio do álbum... enfim, ficou meio jogada, portanto, nota 6.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Richie And Ruben&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object height=&quot;360&quot; width=&quot;640&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/O-bikVt01L0?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&quot;&gt;















&lt;/param&gt;
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&lt;/param&gt;
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&lt;/param&gt;
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&lt;br /&gt;
Porra, que música idiota... e no bom sentido! Quase igualmente bizarra à primeira, mas esta ainda ganha... acho que a melodia ficou um tanto quanto leve e relaxada demais para a letra, mas é legal, principalmente o começo e o final. Creio que 7 seja uma boa nota, mas eu queria algo &quot;a mais&quot; para essa segunda música, já que a primeira foi meia boca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Acela&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;

&lt;object height=&quot;480&quot; width=&quot;640&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/BZiK2fbx37s?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&quot;&gt;














&lt;/param&gt;
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&lt;/param&gt;
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&lt;/param&gt;
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Por enquanto a mais animada do álbum (com mini solo!), mas com uma letra meio sem graça, e já informo, &quot;Acela&quot; é o Acela Express, aquele trem de alta velocidade dos EUA, e porra, que merda de inspiração para uma música. Mais um 6 aqui, graças ao solo, mas devo dizer que a situação do álbum não está boa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Someone&#39;s Gonna Break Your Heart&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;
&lt;object height=&quot;360&quot; width=&quot;640&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/FbxL8j8dqGA?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&quot;&gt;













&lt;/param&gt;
&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;













&lt;/param&gt;
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&lt;/param&gt;
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Mais um clipe, e até aqui, a melhor letra e a melhor parte instrumental: não coincidentemente é a mais rápida, mais (usando uma palavra que eu odeio) energética. Acho que teria sido uma boa escolha abrir o álbum com esta música, que inclusive foi lançada como single. Indiscutivelmente a melhor até agora: nota 8, mas espero que não pare por aí.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Action Hero&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object height=&quot;480&quot; width=&quot;640&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/9xpCuHysO3c?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&quot;&gt;












&lt;/param&gt;
&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;












&lt;/param&gt;
&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;












&lt;/param&gt;
&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/9xpCuHysO3c?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; width=&quot;640&quot; height=&quot;480&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Taí uma música interessante, que combina bem a letra com a parte tocada. É mais um daqueles exemplos que uma música não precisa ter uma letra gigante, cheia de significados e o caralho a quatro, mas que pode fazer um bom trabalho com algo simples. A nota aqui é mais um 8... o álbum está na média... falta ainda algo foda... mas como todos sabemos, a esperança é a última a deixar herança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;A Dip In The Ocean&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;object height=&quot;480&quot; width=&quot;640&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/QjaQ1sqiOf8?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&quot;&gt;











&lt;/param&gt;
&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;











&lt;/param&gt;
&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;











&lt;/param&gt;
&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/QjaQ1sqiOf8?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; width=&quot;640&quot; height=&quot;480&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acho que essa é a letra mais legal até agora, e, de novo, a música em si não passa despercebida... grandes chances de ser uma das minhas favoritas do álbum... não é a melhor, mas é uma das mais... eis aí uma questão: não é uma música alegre, mas também não é triste, não chega nem a ser um saudosismo chato: nota 8, mas é um oito OITO, não um oito como os outros dois oitos que já dei aqui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Cold Comfort Flowers&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object height=&quot;480&quot; width=&quot;640&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/hfWkrqIQ4V0?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&quot;&gt;










&lt;/param&gt;
&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;










&lt;/param&gt;
&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;










&lt;/param&gt;
&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/hfWkrqIQ4V0?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; width=&quot;640&quot; height=&quot;480&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Digo logo de cara que não gostei do título da música, sei lá, algo meio capenga. Gostei do refrão, mas a música é provavelmente a mais esquisita do álbum (porque se passar disso...). Não sei exatamente o que dizer dela, é completamente diferente de algo que eu coloco no celular para ouvir, mas é boa, algo que ouço tranquilamente se estiver tocando, mas não vou ter vontade de pegar e escutar. Uma nota 7 está de bom tamanho aqui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;A Road Song&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;object height=&quot;360&quot; width=&quot;640&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/ltwoI5gstfY?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&quot;&gt;









&lt;/param&gt;
&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;









&lt;/param&gt;
&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;









&lt;/param&gt;
&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/ltwoI5gstfY?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; width=&quot;640&quot; height=&quot;360&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse é um tipo de clipe (o terceiro!) que eu costumo gostar, com o tipo de letra &quot;sincera&quot; que eu costumo gostar e o tipo de música que eu costumo gostar, mas sei lá porque, esta não me chamou atenção, digo, é boa, tem uma boa letra e tudo mais, mas por algum motivo, eu também não a pegaria para ouvir por vontade própria. Mais um 7 aqui, só porque 6 ou 8 seria injusto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Workingman&#39;s Hands&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object height=&quot;480&quot; width=&quot;640&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/KUe78RhL_JU?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&quot;&gt;








&lt;/param&gt;
&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;








&lt;/param&gt;
&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;








&lt;/param&gt;
&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/KUe78RhL_JU?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; width=&quot;640&quot; height=&quot;480&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não entendi o porquê desta música, quero dizer, ok, entendi a letra e tudo mais, mas ela não combina com o resto do álbum, musicalmente sim, é bem parecida com as outras músicas, mas a letra é completamente diferente, e, ao menos para mim, não tem absolutamente nenhuma ligação com nenhuma outra música (ao menos até agora), portanto, graças à esse &quot;deslocamento&quot;, nota 6.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Hate To See You Like This&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;

&lt;object height=&quot;480&quot; width=&quot;640&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/HDGVs3VuS7A?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&quot;&gt;







&lt;/param&gt;
&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;







&lt;/param&gt;
&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;







&lt;/param&gt;
&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/HDGVs3VuS7A?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; width=&quot;640&quot; height=&quot;480&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
Que nome idiota, e sim, eu sei que MUITAS outras músicas tem nome no mesmo estilo, e sim, são todos nomes ruins. E devo dizer, a letra é igualmente ruim (o título é, obviamente, o refrão), perfeita para aquele momento meloso, em que você, idiota, quer pegar aquela garota cheia de frescuras, que está bêbada no final da festa... e sim, eu acho isso estupidamente idiota: nota 4.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Radio Bar&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object height=&quot;480&quot; width=&quot;640&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/aeeiLxJDjt8?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&quot;&gt;






&lt;/param&gt;
&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;






&lt;/param&gt;
&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;






&lt;/param&gt;
&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/aeeiLxJDjt8?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; width=&quot;640&quot; height=&quot;480&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eis aí um bom nome: é tão difícil assim?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, esta sim é a música mais animada do álbum, tem uma letra legal, de certa forma, é a mais suave, mais leve do álbum até agora, e isso é realmente bom, considerando as demais letras. Mas como todos sabemos, nada é perfeito, e apesar de essa música ser legal e ter uma das melhores partes tocadas (senão a melhor), considerando a letra, a música pedia algo mais... rock, com mais guitarras, um troço mais... (usando outra expressão que odeio) elétrico: nota 8.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Firelight Waltz&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
Já notei um grande erro do álbum: as músicas lentas (e até certo ponto) depressivas vieram antes das mais alegres, e isso mata a vontade de ouvir a coisa toda, ao invés que criar aquela ideia de &quot;jornada&quot;, em que você começa o álbum num ponto e o termina num ponto completamente diferente. Apesar disso, esta é uma das mais legais do álbum, e acho (mas só acho) que é a letra que mais gosto aqui: outro oito OITO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Cemetery Guns&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object height=&quot;480&quot; width=&quot;640&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/-YyiE2F_2uE?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&quot;&gt;




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&lt;br /&gt;
Devo dizer que estou com vontade de ouvir esta música desde que vi o nome... e é completamente diferente do que eu acho que deveria ser. Eu esperava algo pesado, depressivo, (usando, de novo, outra expressão que odeio) dark... essa música tinha que ter peso, botar moral, e não esse clima filme-de-época-sobre-a-aristocracia-britânica. Apesar de ser diferente de todas as outras, é a que define o álbum (e também a última na &quot;versão principal&quot;), é uma boa música, que podia ser muito mais: nota 8.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Song of the Passaic&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
Eis a primeira música &quot;extra&quot;, e ela começa bem, ou seja, é melhor do que várias músicas que estão na outra versão! Porra, essa música tinha que estar na versão principal: tem um ritmo, letra, melodia... porra, que desperdício. Nota 9, e creio que não seja 10 porque não tiveram o bom senso de a incluir na versão principal... eu falo que essa de &quot;versão&quot; só fode a parada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;The Story In Your Eyes&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object height=&quot;480&quot; width=&quot;640&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/0bZrxAtN7gA?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&quot;&gt;


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&lt;br /&gt;
PUTA QUE PARIU, POR QUE ISSO NÃO TÁ NA PRIMEIRA VERSÃO? Porra, olha isso!!! É foda pra caralho e nego joga fora, numa versão pra internet!!! Tem SOLO!!!!!!!!! Estou boquiaberto com essa música: letra, rítmo, riff, tudo!!! Mais um 9, pelo mesmo motivo da música acima... a prova de que más escolhas podem foder um álbum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Minha conclusão &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-Z6C6amNIY3I/T66OpZEXWGI/AAAAAAAABjA/sSXjVCaC7Fs/s1600/Fountains_Of_Wayne.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-Z6C6amNIY3I/T66OpZEXWGI/AAAAAAAABjA/sSXjVCaC7Fs/s1600/Fountains_Of_Wayne.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Taí uma excelente escola de como não organizar um álbum. Se The Story In Your Eyes e Song of the Passaic estivessem no lugar de&amp;nbsp; Acela, Workingman&#39;s Hands ou Hate To See You Like This este álbum seria infinitamente melhor. A média geral (contando as músicas extras) é 7.5, entretanto eu daria um 6, não pelas músicas, mas pelo planejamento e pelas escolhas. Estou sinceramente torcendo pra que isso tenha sido coisa da gravadora ou do empresário e não da banda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O álbum anterior (Traffic and Weather) é de 2007, e para quem ficou 4 anos sem lançar nada (já que coletânea não conta), este álbum deveria ser muito mais. Sim, eu sei que foi uma grande mudança para a banda, mas nem isso nem o desejo de maximizar lucros explicam a decisão de tocar o foda-se para o produto: é um tiro no pé, e isso não é bom nem para você nem para seus fãs.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto às músicas, bem, não decidi ainda qual das duas últimas é minha preferida... aliás foi interessante fazer este post assim: ir escutando o álbum pela primeira vez e já ir colocando &quot;no papel&quot;, já que nas outras vezes (&lt;a href=&quot;http://www.aquelaein.com.br/2010/08/vicios-matinais-sting-in-tail-do_2790.html&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;aqui &lt;/a&gt;e &lt;a href=&quot;http://www.aquelaein.com.br/2011/06/vicios-matinais-fishin-for-woos-do.html&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;) eu já tinha ouvido o álbum várias vezes. Enfim, como eu disse, um desperdício... tomara que não repitam isso no próximo álbum (e que não demorem tanto tempo para lançá-lo).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
See ya!&lt;/div&gt;</description><link>http://aquelaein.blogspot.com/2012/05/vicios-matinais-sky-full-of-holes-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Eu!)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-zuva6EOuu6U/T65r1hAB11I/AAAAAAAABio/IZGQBJdf-aM/s72-c/Fountains-of-Wayne-fills-deep-Holes-MH8S0N1-x-large.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2097219787064808186.post-4094355277032169466</guid><pubDate>Mon, 30 Apr 2012 01:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-29T22:24:11.656-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Contos de Duendes</category><title>Contos de Duendes: Gênesis de Fadas</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-CgUTJJV4bGQ/TKpIWQOl0BI/AAAAAAAAASU/Yw05OFsvP-k/s1600/contos+de+duendes.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-CgUTJJV4bGQ/TKpIWQOl0BI/AAAAAAAAASU/Yw05OFsvP-k/s1600/contos+de+duendes.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&amp;nbsp;Aaaaaaaaaaaaeeeewwwwwwww cambaaaaaaaaaadaaaaaa!!!!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Então, é domingo, terça é feriado, segunda vai emendar e sábado já foi, e sabem o que tiramos disso, além do fato que terá um monte de idiota indo para a praia e ficando 18 horas no trânsito?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
...&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Sim, que o post está atrasado. E o motivo é um velho conhecido de todos: não tenho a mínima ideia do que escrever.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
...&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Mas graças aos arquivos de ideias, finalmente arranjei uma ideia, e, quem diria, é um &lt;a href=&quot;http://www.aquelaein.com.br/search/label/Contos%20de%20Duendes&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Conto de Duendes&lt;/a&gt;!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Simbora!!!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
No início, Deus:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-re3UrMvL8x8/T51RAYlSRAI/AAAAAAAABd4/EHQv2L-Z_mA/s1600/fullsize_16.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-re3UrMvL8x8/T51RAYlSRAI/AAAAAAAABd4/EHQv2L-Z_mA/s1600/fullsize_16.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Estava se sentindo muito solitário: ele já havia criado o Universo, e havia acabado de terminar mais um planeta, cheio de árvores, animais, com oceanos e mais um monte de coisa do balacobaco. Apesar dos seus trilhões de criações, faltava uma, que deveria ocupar um lugar especial, não só para a história do Universo, mas como para Deus.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Eis que ele tem uma ideia genial. Ele já havia trabalhado bastante nos últimos cinco dias (Criar um mundo é uma tarefa exaustiva sabem), mas resolveu fazer um esforcinho: criou uma fôrma, com braços, pernas, olhos e tudo que tem direito:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-IhWCbh7uQis/T51ZMXfXVRI/AAAAAAAABeE/u2k44M1MHEQ/s1600/LegacyBodyMold1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-IhWCbh7uQis/T51ZMXfXVRI/AAAAAAAABeE/u2k44M1MHEQ/s1600/LegacyBodyMold1.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Jogou os ingredientes na forma e bateu tudo:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-7gEqfKD9lqE/T51aXzinSBI/AAAAAAAABeM/orlNQlO8WhQ/s1600/tumblr_linchd7gx11qg636ko1_500.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-7gEqfKD9lqE/T51aXzinSBI/AAAAAAAABeM/orlNQlO8WhQ/s1600/tumblr_linchd7gx11qg636ko1_500.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
E assim nasceu o homem, e Deus lhe chamou Adão.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
No começo de sua vida, Adão estava achando tudo maravilhoso: os rios, os animais, as cachoeiras e as noites estreladas e assim foi por um bom tempo. Adão acordava de manhã, ia se exercitar, conversava com os esquilos e as gralhas, voltava, comia uma pera... eram dias pacatos, que faziam Adão pensar o quão incrível era sua vida.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Porém, passado algum tempo, Adão começou a agir estranho, e isso preocupou Deus, afinal, Adão era sua mais recente e incrível criação, e mesmo estando atarefado, Deus deveria cuidar para que Adão tivesse uma boa vida. Certo dia, cansado de ver Adão cabisbaixo, o Criador resolveu por fim lhe perguntar o que caralhos estava rolando, e foi aí que deu um click: Adão não tinha pinto.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Mas era óbvio! Todos os animais (exceto as fêmeas) tinham um, só Adão que não, e com certeza não era fácil para o pobrezinho ser o único em todo o Éden. Deus então, na calada da noite, trabalhou, desenvolveu e projetou. No dia seguinte, Adão acordou, lavou o rosto, espreguiçou-se e foi no banheiro:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-dYNvAES3qIk/T51gh9NxyxI/AAAAAAAABeY/csvh8lI1uXU/s1600/concimare+pics.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;425&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-dYNvAES3qIk/T51gh9NxyxI/AAAAAAAABeY/csvh8lI1uXU/s640/concimare+pics.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
E todos os animais ouviram seu grito.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Demorou alguns segundos para que Adão se desse conta do que havia ocorrido. Após agradecer à Deus pelo presente, ele correu por todo o Éden, contando aos seus amigos animais sobre o que ganhara: Adão estava mais feliz do que jamais estivera, e isso alegrava Deus. Porém, o todo poderoso se deu conta de uma coisa: sua criação não era perfeita. Adão não estava satisfeito com a vida que Deus lhe dera, e as consequências caso Deus não fizesse nada seria terríveis, então foi a vez de Deus ficar triste.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Durante algum tempo Deus matutou sobre o acontecido, e Adão estava cada dia mais contente com seu pinto. Fazia apenas alguns dias que ele descobria que saia mais do que mijo do pinto, e desde então seus bíceps haviam aumentado muito mais do que quando ele levantava pedras. Foi então que Deus teve mais uma ideia: ele ainda tinha a fôrma, bastavam algumas alterações e aí sim ele teria uma criação perfeita.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-rjtgIW8bjYQ/T51sHX_dDbI/AAAAAAAABek/R_O6hiX9dVA/s1600/Perfect-Video.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-rjtgIW8bjYQ/T51sHX_dDbI/AAAAAAAABek/R_O6hiX9dVA/s1600/Perfect-Video.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
E lá foi Deuz, fez as alterações necessárias na forma, trocou alguns ingredientes, mudou medidas: a base seria a mesma, mas desta vez ia dar certo, Deus ia finalmente ter uma criação perfeita.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Após mais uma noite de trabalho incansável, ele havia terminado, e colocou-o no Jardim do Éden, para aprender com sua criação anterior. Era maior, mais forte, mas legal, mais bonito e mais inteligente que Adão, mas o ponto principal, ele estava totalmente satisfeito com sua existência e com sua vida. Deus chamou-o Ken, e para mostrar a Adão como a vida podia ser, não lhe deu um pinto.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-ARNRpp8MP2U/T51u_l9e6QI/AAAAAAAABew/Y3L-KLrvOEs/s1600/4607493871_8f05358ddd.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-ARNRpp8MP2U/T51u_l9e6QI/AAAAAAAABew/Y3L-KLrvOEs/s1600/4607493871_8f05358ddd.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Adão e Ken rapidamente ficaram amigos. Adão lhe ensinou sobre as estrelas, os peixes, os ventos e os pássaros, e Ken, por sua vez, ensinou Adão a ser mais paciente, mais calmo e como malhar sem distender os músculos. Não só Adão gostava de Ken, mas os animais idem, e a vida era boa no Jardin do Éden. E apesar de atarefado com outros planetas, galáxias e povos, Deus estava feliz com o que havia criado, e por muito tempo as coisas continuaram assim.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Entretanto, Deus melhor do que ninguém sabe que as coisas não duram para sempre, e notou um pequeno problema com Ken. Não que ele tivesse se machucado e nem nada disso, mas notou que Ken era um pouco curioso. Ken amava Adão como um irmão, e justamente por isso não podia deixar de se questionar porque Adão sumia de repente, e dalí alguns minutos voltava, com um sorriso no rosto.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-hyyuZmjzSZY/T513A830M-I/AAAAAAAABe8/feidFKUhSTs/s1600/Untitled-1_756470a.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-hyyuZmjzSZY/T513A830M-I/AAAAAAAABe8/feidFKUhSTs/s1600/Untitled-1_756470a.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Sim, Ken sabia que Adão tinham um pinto (afinal eles estavam pelados), e de forma alguma tinha inveja disso, e sabia também que o pinto servia para a reprodução, mas não sabia &quot;como&quot;, e por consequência, não sabia quais outras serventias tinham um pinto (se é que tinha alguma outra). Ken estava decidido à descobrir porque Adão se ausentava, então resolveu seguí-lo, e a estratégia deu certo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Ken então perguntou à Deus o que era aquilo, e Deus, ligeiramente envergonhado, lhe respondeu. Ken imediatamente relaxou, riu de si mesmo por preocuparse tanto com Adão, e para Deus isso foi uma demonstração de que Ken era de fato sua mais perfeita criação. Ken também perguntou porque Adão havia escondido aquilo dele, sendo que eram como irmãos, e Deus lhe respondeu novamente, talvez Adão tivesse vergonha, e por muito tempo o Éden ficou em paz.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-HH_gpv5wSSs/T516S_2IW8I/AAAAAAAABfI/W5HzwmK-OTs/s1600/shabbyshow_peace_and_love.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-HH_gpv5wSSs/T516S_2IW8I/AAAAAAAABfI/W5HzwmK-OTs/s1600/shabbyshow_peace_and_love.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Desde que criara Ken, Deus havia se ocupado de organizar todas as suas criações, o que significa que desde Ken, Deus não criara mais nada... uma ou duas coisinhas talvez, mas nenhum ser vivo, afinal, qual seria o ponto, se Ken estava bem e era perfeito? Deus entretanto estava entediado e cansado de sua rotina, e mesmo sabendo que era errado, resolveu mudá-la: procurou em todo o Universo por algo novo, e como não podia deixar de ser, chegou ao Éden, onde além de Adão e Ken havia apenas animais.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Pareceu um tanto errado à Deus: tantos outros lugares tinham bilhões de seres vivos da mesma espécie, mas Adão e Ken, suas duas melhores criações, viviam sozinhos, e mais importante ainda: ambos eram machos. Todos os outros seres vivos tinham seu par, algum até tinham os dois sexos ao mesmo tempo! Isso não poderia continuar assim, e mais uma vez Deus resolveu recorrer à velha fôrma.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-HhFM2GrtMco/T51_Hk3fH4I/AAAAAAAABfU/jrUzgEd-YNo/s1600/091003blacksmith.84193139_std.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-HhFM2GrtMco/T51_Hk3fH4I/AAAAAAAABfU/jrUzgEd-YNo/s1600/091003blacksmith.84193139_std.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
E de novo Deus trabalho, mas não por, não por dois, mas por três dias, modelando, testando, acertando a fôrma, escolhendo novos materiais, preparando uma nova receita, e no fim do terceiro dia, Deus havia finalmente acabado, faltando apenas um último ingrediente para completar sua criação: uma costela de Ken. Sua criação ganhou vida, e tal como fez com quem, a colocou no Éden durante a noite, apenas esperando que Ken e Adão a encontrassem. A chamou Barbie.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
E foi uma zona. Todos foram ver a nova moradora do Éden:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-d59HdewTUhI/T52Fn6fiFvI/AAAAAAAABfg/V2cyTY8Upn0/s1600/AdamAndEveInTheGardenOfEden.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;476&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-d59HdewTUhI/T52Fn6fiFvI/AAAAAAAABfg/V2cyTY8Upn0/s640/AdamAndEveInTheGardenOfEden.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Inclusive Adão:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-Ty6iP4dmtfw/T52H-OxVfcI/AAAAAAAABfo/yHryKou9ooo/s1600/eva+1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-Ty6iP4dmtfw/T52H-OxVfcI/AAAAAAAABfo/yHryKou9ooo/s1600/eva+1.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Mas Ken foi quem (foi sem querer) ficou mais impressionado. O que era? Por que Deus a mandou? Seria errado afirmar que ninguém no Éden conhecia o amor, já que todos alí se amavam, e Ken e Adão mais do que ninguém, mas o que Ken estava sentindo era mais do que a curiosidade de todos os outros, Ken estava apaixonado, apesar de não saber disso.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Diferentemente de Adão, Ken era mais tímido: enquanto um estava o tempo todo &quot;perseguindo&quot; Barbie, Ken se contentava em passar horas apenas olhando para ela. Eles tinham muito em comum: o amor pelos animais e pelas plantas, o gosto por nadar à noite... e Barbie, assim como Ken (e diferente de Adão), não tinha pinto. Tanto Adão quanto Ken entenderam isso muito rápido: todos os animais tinham seu par, e Barbie era o par deles.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-5Ngy7MEpWUQ/T52P5k7rCtI/AAAAAAAABf0/XFuKkY0cRqU/s1600/tumblr_m11hmz2swn1rqcu9eo1_500.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-5Ngy7MEpWUQ/T52P5k7rCtI/AAAAAAAABf0/XFuKkY0cRqU/s1600/tumblr_m11hmz2swn1rqcu9eo1_500.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Acima de tudo, Ken e Adão eram irmãos, e portanto não brigariam por uma... uma... pela Barbie, e tal como eles sabiam disso, ela também sabia, o que significava que seria dever dela escolher seu companheiro, uma vez que haviam dois pretendentes.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Em pouco tempo, os dois (com a ajuda dos animais) ensinaram tudo à Barbie, mas tal como faltou à Ken, Barbie também não sabia nada (além do básico) sobre o pinto, e ela também estranhava os sumiços de Adão (que se tornaram mais frequentes desde a chegada dela). Ela, com a mesma curiosidade de Ken, queria saber mais, então, para não perguntar a Adão, perguntou à Ken, e este lhe explicou do mesmo modo que Deus havia lhe explicado.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-MmjhJFd8XLI/T52STboWUcI/AAAAAAAABf8/tfl4FV3Kiio/s1600/51310680.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-MmjhJFd8XLI/T52STboWUcI/AAAAAAAABf8/tfl4FV3Kiio/s1600/51310680.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Mas diferentemente de Ken, que compreendeu tudo, Barbie ficou ainda mais curiosa. Ken entendera porque apesar de não ter pinto, era muito parecido com Adão: gostavam das mesmas coisas, tinham as mesmas opiniões. Mas Barbie era diferente de ambos. Barbie tinha peitos, bunda grande, e por mais que falasse com os animais, não era a mesma coisa. Ela precisava saber mais, precisava ver!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Ela tinham um plano: seguiria Adão da próxima vez, e veria por sí mesma como era. Como sempre acontece nesses casos, demorou alguns dias para que Adão desse outra sumida, o que só serviu para deixar Barbie ainda mais curiosa à respeito da coisa toda. Mas num belo dia (como todos os outros no Éden na verdade), Adão sumiu, e Barbie foi atrás. Ela achou Adão atrás de umas rochas, soltando uns sons estranhos e...&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-JqMsrkDz5ww/T52YwbJ_UqI/AAAAAAAABgI/TKFbbCQtRaI/s1600/surprised_woman_gasping_33ar0526rfs.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-JqMsrkDz5ww/T52YwbJ_UqI/AAAAAAAABgI/TKFbbCQtRaI/s1600/surprised_woman_gasping_33ar0526rfs.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Barbie não resistiu, foi falar com Adão, que tomou um enorme susto, e estava, além de envergonhado, prestes à dar uma explicação, mas ela o calou.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Barbie e Adão tiveram seu primeiro filho na primavera: uma enorme festa no Éden, e o segundo vei no ano seguinte. Deus não podia estar mais feliz: não só suas criações estavam bem, mas estavam criando uma família. As duas meninas eram paparicadas não só pelos pais, mas por todos os bichos, e assim aprenderam a amar a natureza e uma à outra: eram inseparáveis... tal como Adão e Ken foram um dia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-g0L_Qj4z0cI/T52cn3bZwbI/AAAAAAAABgU/FG1SSI9CHI4/s1600/erasmocarlso2000eroberto2000.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-g0L_Qj4z0cI/T52cn3bZwbI/AAAAAAAABgU/FG1SSI9CHI4/s1600/erasmocarlso2000eroberto2000.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Ken não estava gostando nada daquela história: não só seu melhor amigo o havia traído, como a Barbie também, e já tinham filhos! Era um absurdo! Ken era melhor em tudo: mais bonito, mais inteligente, mais forte, mais rápido... mas não tinha um pinto. Por que Deus estava fazendo isso com ele? Era um completo absurdo, e a Barbie iria ver a merda que estava fazendo!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Ken foi falar com Deus, o questionou porque Barbie não o havia escolhido, mas Deus não respondeu. Ken era sua mais perfeita criação, mas via que ele estava se desviando do caminho que deveria seguir: Ken estava tomado pela inveja e pelo ódio, e Deus se culpava por isso. Ele fizeram Ken sem um pinto, ele fizera Barbie. Ken, vendo que Deus não tinha uma resposta para seus questionamentos, resolveu abandonar tudo, deixar o Éden. Pelo pouco de amor que ainda nutria por Barbie e Adão, não foi despedir-se, e o casal ficou sem saber o que ouvera com o amigo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-n9eewuWB9og/T52iTqg0FGI/AAAAAAAABgg/wNXbsfWIGDo/s1600/tchau.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-n9eewuWB9og/T52iTqg0FGI/AAAAAAAABgg/wNXbsfWIGDo/s1600/tchau.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Enquanto Ken rumava para a saída do Éden, algo chamou sua atenção. Numa árvore, numa árvore, num canto havia uma cobra, e ela o chamava. Ken foi lá falar com ela, uma vez que nunca a vira no Jardim do Éden antes. Conversando com Ken, a cobra rapidamente notou o que acontecia, e bolou um plano: eles iriam fazer um acordo, que acabaria com a alegria de Adão e Barbie, assim Ken e a cobra conseguiriam tudo que sempre quiseram.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Ken, não tendo opção melhor e tomado pelo ódio, aceitou a proposta da cobra, que lhe explicou o plano: ele deveria partir do Éden, que ela ficaria alí, acertando as coisas para que seu terrível plano desse certo. Ken partiu, sabendo que só voltaria ao Jardim do Éden dalí à um bom tempo, mas antes de ir perguntou o nome de sua nova aliada: Eva.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-Juce3nCzafQ/T52oQ5ASG1I/AAAAAAAABgs/cYtaaTUlM1U/s1600/jararaca.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-Juce3nCzafQ/T52oQ5ASG1I/AAAAAAAABgs/cYtaaTUlM1U/s1600/jararaca.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Muitos anos se passaram. Adão e Barbie ficaram mais velhos, bem como os animais e as árvores, mas o Éden continuava belo como sempre. O que mais havia mudado entretanto eram as filhas de Adão e Barbie, já era moças crescidas agora, ajudavam os pais, e como não podia deixar de ser, cresceram ouvindo histórias sobre o tio Ken, do qual não tinham lembraça.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Mas é claro, as coisas mudam. Certo dia, Barbie mandou suas Polly (a mais velha) ir pegar algumas bananas, Susi por sua vez ficou encarregada das cerejas. Chegara a hora tão esperada de Eva executar seu plano: atraiu Polly para um canto, e a convenceu a pegar amoras no lugar das bananas. Quando enfim voltaram para casa, Susi notou a troca, e foi ter com sua irmã, que tentou lhe convencer de que amoras eram a fruta errada, mas Polly era irredutível, não aceitando nada que sua irmã lhe falava.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-mu1KIQn2dSQ/T52vhb67GJI/AAAAAAAABg4/i7PtjeOvIfk/s1600/667.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-mu1KIQn2dSQ/T52vhb67GJI/AAAAAAAABg4/i7PtjeOvIfk/s1600/667.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Neste momento, Eva se esgueirou por trás de Polly, e cochichando em seu ouvido, envenenou a mente de Polly contra sua própria irmã. Polly, cansada do sermão de Susi, deu ouvidos ao que Eva disse, e num movimento, jogou um monte de amoras na boca de Susi, que engasgada, caiu no chão, implorando pela ajuda da irmã. &quot;Fuja&quot; disse Eva, e Polly, aterrorisada pelo que tinha acabado de fazer, não pensou, e fugiu do Éden: o plano estava dando certo, agora era a vez de Ken.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Eva tomou cuidado para que Polly rumasse em direção à Ken, que há tempos já estava preparado para aquele dia. Desde que saira do Éden a vida tinha sido difícil, mas seja por força da vingança ou de ver mais uma vez Adão e Barbie, ele sobreviveu, a agora via Polly correndo em sua direção no horizonte.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-V3kSXmlZOOU/T52_-1h8GhI/AAAAAAAABhE/sK808k8YWOk/s1600/journey1.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-V3kSXmlZOOU/T52_-1h8GhI/AAAAAAAABhE/sK808k8YWOk/s1600/journey1.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Ken resgatou Polly, que desmaiara no deserto, e a levou para sua cabana. Cuidou dela, e quanto ela a acordou, controu-lhe sua história: ele era Ken, e morara no Éden junto com Adão e Barbie, mas Barbie o traiu com Adão, e este, invejoso, o expulsou do Éden. Polly compreendeu tudo: seus pais mentiram para ela o tempo todo, sempre preferiram Susi... Adão e Barbie tinham arruinado duas vidas, e deveriam pagar por isso.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Polly contou à Ken como estava o Éden, e que tinham uma amiga lá, que poderia lhes ajudar. Ken se fez de difícil, mas acabou por ceder: prepararam tudo para sua volta ao Jardim do Éden. Partiram em pouco mais de uma semana, com uma caminhada de dias no deserto pela frente, mas valeria à pena no final. Eles, juntos teriam o Éden para si, e assim povoariam o mundo, sem que seus filhos tivessem de sofrer as injustiças que eles sofreram.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-aBSqwuY45wU/T53FSseW3vI/AAAAAAAABhQ/SDt9AR8c0D0/s1600/1298187039-chuyen-la-13.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-aBSqwuY45wU/T53FSseW3vI/AAAAAAAABhQ/SDt9AR8c0D0/s1600/1298187039-chuyen-la-13.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Andaram por muito tempo, até que chegaram no Éden, e logo de cara notaram que algo estava errado: não viam nenhum animal, muito menos Barbie e Adão. Foi Eva quem os encontrou, e foi falar com eles. Polly apresentou-a para Ken, e ambos fingiram não se conhecer. Eva lhes contou o que tinha acontecido: Adão havia encontrado sua filha Susi morta, e Polly havia sumido. Tanto Adão quanto Barbie e os animais do Éden ficaram em luto por Susi, e ainda mais temerosos por Polly.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Desde então Adão vinha interrogando cada um dos animais do Éden, na esperança de saber o que havia ocorrido, mas nenhum deles tinha visto nada, e Eva era muito boa em se esconder. Mais uma vez a cobra repassou seu plano: Ken e Polly deveriam aparecer durante a reunião de todos os animais. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-3IsedCwM5ig/T53OwtSk0pI/AAAAAAAABhc/RkDdklsMSQ8/s1600/draft_lens18553748module153485304photo_1316588983Mufasaonpriderock.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-3IsedCwM5ig/T53OwtSk0pI/AAAAAAAABhc/RkDdklsMSQ8/s1600/draft_lens18553748module153485304photo_1316588983Mufasaonpriderock.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
E assim fizeram: esperaram os animais se reunirem, e Adão começar à falar. Eva deu as últimas instruções, e se escondeu, para assistir de camarote. Quando Adão falou de Susi, Ken apareceu, para a supresa de todos alí. Adão, com Barbie ao seu lado, correram para saudar o amigo, que há muito não viam, mas tiveram de parar no meio do caminho: Ken apontava para eles, e proferiu, alto o suficiente para que todos alí ouvissem, &quot;Barbie matou Susi&quot;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Foi comoção geral, de completo espanto. Adão (e todos os bichos) viraram-se para Barbie, que estava ainda mais assustada que todos alí. Ela negou, negou tudo, e como não negaria? Esteve ao lado de Adão por todos aqueles anos, e Susi era sua filha! O que Ken estava falando era absurdo... e por que ele estava fazendo isso? Ficara tanto tempo fora, e volta de repente, a acusando de algo tão grave!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Deus, desde que vira que Adão, Barbie e Ken tinham uma boa vida focou suas atenções em outras coisas, mas a morte de Susi fez com que ele se voltasse para o Éden, e mesmo em silêncio, ele ficava observando o malígno plano de Eva dando certo: alguns começaram a se virar contra Barbie, e até mesmo Adão estava balançado.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-ClksrEyCm6U/T53Ss9v_WII/AAAAAAAABho/FxUeydUztbU/s1600/post-9730-1189105052.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-ClksrEyCm6U/T53Ss9v_WII/AAAAAAAABho/FxUeydUztbU/s1600/post-9730-1189105052.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Não havia outro jeito, Barbie tinha que se defender, tinha que defender sua família, e isso significava ir contra Ken. Ela disse à todos que ele estava mentindo, lembrou-os que ele sumiu há muito tempo, e que era realmente muito estranho ele retornar agora, sem provas e acusá-la de tal barbárie. Adão (e os animais) não sabiam o que fazer: quem estava falando a verdade? Se Barbie tivesse realmente... mas então por que Ken iria inventar tal história?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Ken notou que estava perdendo lugar, então era hora de seu trufo, o ponto máximo do plano de Eva: Polly. A garota chegou, e teve animal desmaiando. Adão e Barbie ficaram tão boquiabertos que nem Deus sabia que tal abertura de boca era possível. Polly entrou na roda em silêncio, segurou a mão de Ken, e disse em voz alta que era tudo verdade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-Jh-kZ0NGSLs/T53UM-efwBI/AAAAAAAABhw/A7gfUcOQD8o/s1600/DSC00325.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-Jh-kZ0NGSLs/T53UM-efwBI/AAAAAAAABhw/A7gfUcOQD8o/s1600/DSC00325.JPG&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Ela vira tudo: Barbie tinha ciúmes de Susi com Adão, e resolveu livrar-se da concorrência, por isso mandou as filhas irem pegar frutas. Barbie atacou Susi pelas costas, obrigando-a a engolir as amoras, e Polly teria sido a próxima se não tivesse fugido... não fosse por Ken, ela estaria morta no deserto, e ninguém, incluindo Adão, jamais saberiam da perfídia de Barbie... mas agora todos sabiam.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Deus estava imobilizado em seu próprio espanto. Ele já sabia que tudo isso iria acontecer, mas ainda sim não acreditava que de fato estava acontecendo. Como não notara o que Ken e Polly haviam se tornado? Poderia ter salvo Susi, poderia ter evitado tudo aquilo, mas estava mais ocupado com outras coisas ao invés de olhar para as criações de que mais se orgulhava.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Adão estava possesso: sua esposa havia matado sua filha, seu melhor amigo havia surgido e lhe dado uma notícia terrível, e sua filha mais velha sabia de tudo. Aquilo já era demais, não poderia ficar assim: era necessário justiça, e justiça eles teriam.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-ZGNjKeve6E4/T53YVC1dwEI/AAAAAAAABh8/lDSjkiQ7fGg/s1600/tumblr_lw2oqsmOgo1qeh4apo1_500.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-ZGNjKeve6E4/T53YVC1dwEI/AAAAAAAABh8/lDSjkiQ7fGg/s1600/tumblr_lw2oqsmOgo1qeh4apo1_500.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&amp;nbsp;Barbie foi encurralada pelos animais. Adão olhava a cena, impotente... tão impotente quanto Deus. Ken e Polly se abraçavam, olhando fixamente para Barbie, que olhava a todos, com o mais puro terror. Adão não ficou para ver, correu, fugiu, mas não para fora do Éden, foi para longe, precisava falar com seu criador, precisava de explicações, de um tapinha nas costas. Polly e Ken não desviaram o olhar por um único momento. Nos últimos segundos, Barbie entendeu o que tinha ocorrido: Ken sempre a amou, mas ela escolheu Adão e não ele. Polly, assim como Ken, tivera inveja, cobiçava o que não tinha, e achando que mudaria alguma coisa, matou a própria irmã, mas não teve coragem de encarar seus pais e Deus. Longe dalí, Adão ouviu sua mulher gritar pela última vez.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-ugpx9eqvB7w/T53ZkmtFDUI/AAAAAAAABiE/umkicB1wHNc/s1600/barbie-murder.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-ugpx9eqvB7w/T53ZkmtFDUI/AAAAAAAABiE/umkicB1wHNc/s1600/barbie-murder.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Estava feito. Barbie pagara pelo que fizera, e agora, em profundo pesar, os animais pariam, uns para ir lamentar, os outros para se limpar. Para Ken e Polly o plano estava acabado: se vingaram de Barbie e Adão, e agora o Jardim do Éden era todo deles. Agora eles fariam as leis, não um leãos, um golfinho ou um tucano, mas eles dois, juntos, sem temer nada, nem mesmo Deus.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Adão estava exausto, tanto física quanto mentalmente. Havia parado na sombra de uma árvore, mas não conseguia pensar em nada. Naquele momento ouviu um sibilo acima de sua cabeça, e de um dos galhos da árvore, desceu uma cobra, perguntando-lhe o que havia acontecido. Adão nunca tinha visto esta cobra antes, mas aquilo não era hora de decidir se devia ou não responder: respondeu, contou tudo que havia ocorrido.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Embora que para Ken e Polly tudo havia terminado, para Eva ainda faltava uma parte do plano: acabar com Adão. E foi por isso que o convenceu de que Deus era o culpado por tudo aquilo. Deus havia ignorado todas as tentativas de Adão de se comunicar, em parte porque sabia que poderia ter evitado tudo aquilo, e não o fez, e em parte porque já sabia no que daria a coisa toda.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-chLBSM5JklQ/T53hK-uc0PI/AAAAAAAABiQ/CAv-9MTAKO4/s1600/some-god-of-love.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-chLBSM5JklQ/T53hK-uc0PI/AAAAAAAABiQ/CAv-9MTAKO4/s1600/some-god-of-love.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Foi então que Eva surgiu com uma nova ideia para Adão: havia uma árvore no Éden, que nenhum animal nunca chegava perto, cujo fruto poderia fazer com que Deus se arrependesse e salvasse Barbie. Adão desconfiou: morava no Éden há tanto tempo, e nunca ouvira nenhuma história sobre tal árvore... mas não tinha nada à perder.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Adão seguiu a cobra, e notou que nunca tinha estado naquele pedaço do Éden antes. No meio de uma clareira, havia uma árvore, uma macieira. A cobra subiu, se enrolou em um dos galhos, e esperou Adão a alcançar. Adão parou, impressionado pelo porte e pela beleza da árvore, e caminhou até Eva. Segundo ela, bastaria comer uma daquelas maçãs para que você tivesse direito à um pedido, concedido por Deus, sem contestação.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-92pc_ZhFCyc/T53m36KNVeI/AAAAAAAABic/_KvYgWg8BRk/s1600/3835578980_8c60fb83ed.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-92pc_ZhFCyc/T53m36KNVeI/AAAAAAAABic/_KvYgWg8BRk/s1600/3835578980_8c60fb83ed.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Adão pegou um dos frutos, olhou bem, cheirou, olhou para Eva, que acenava, afirmando que daria certo. Que mal poderia fazer? Mordeu a maçã, mastigou, engoliu. Deus entrou em pânico, Eva começou a gargalhar, e Adão não entendeu nada: por quê Deus estava tão preocupado? Ele não queria que Adão salvasse Eva? Deus, desesperado, olhou para Adão, que lhe exigiu seu pedido. Deus entretanto, que nunca havia mentido para ele, disse-lhe que não havia desejo algum, que Eva, a cobra, o havia enganado.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Adão olhou com ódio para Eva, e estava prestes a atacá-la, quando sentiu algo diferente. Deus já sabia o que iria ocorrer, e naquela altura, o mal já estava feito. Polly e Ken estavam agora se firmando como senhores do Éden, sendo saudados pelos animais, e Eva via Adão perdendo as forças, caindo no chão de joelhos, e finalmente, entrando em sono profundo. Segundos depois sete anões apareceram e levaram o corpo de Adão para um caixão de vidro, onde ele deveria esperar pelo beijo de amor verdadeiro de seu amado.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Cambaaaaaaaaaadaaa, eis o fim de mais um Contos de Duendes, e sim, eu sei que demorou, mas gostei deste... fazia muito tempo que não tinham uma coisa assim aqui no blog... eu juro que não uso drogas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Enfim, a moral da história: &quot;Príncipes encantados não gostam de cobras, só de pintos.&quot;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
E é isso. Semana que vem tem mais (ou não), então boa semana procêis.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
See ya!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://aquelaein.blogspot.com/2012/04/contos-de-duendes-genesis-de-fadas.html</link><author>noreply@blogger.com (Eu!)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-CgUTJJV4bGQ/TKpIWQOl0BI/AAAAAAAAASU/Yw05OFsvP-k/s72-c/contos+de+duendes.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2097219787064808186.post-5479361526717271207</guid><pubDate>Sun, 22 Apr 2012 21:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-22T18:31:25.016-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Porquês e Afins</category><title>Porquês e Afins: Papai me deu uma bota Gucci para marchar</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-rB2e0P4yDME/TLS5uGmBt6I/AAAAAAAAAVQ/PPhqDEeyQTI/s1600/porques+e+afins.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-rB2e0P4yDME/TLS5uGmBt6I/AAAAAAAAAVQ/PPhqDEeyQTI/s1600/porques+e+afins.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&amp;nbsp;Aaaaaaaaeeeeewww cambaaaaaaaadddddaaaaa!!!!!!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Pois bem, o post está ligeiramente atrasado, considerando que já é domingo, mas não tem problema. Não há muito o que falar aqui, nenhum recado, nenhuma informação... pergunto-me até quando. Mas enfim, sem mais delongas, ao post!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Vamulá!!!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Da inocência à consciência&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-0K5dI_91bW8/T5QpUlg7L6I/AAAAAAAABc4/qLMm9WtWtJ4/s1600/spongebob21.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-0K5dI_91bW8/T5QpUlg7L6I/AAAAAAAABc4/qLMm9WtWtJ4/s1600/spongebob21.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Recentemente temos visto crescer a quantidade de protestos, a maioria em forma de passeatas urbanas, para foder ainda mais com o trânsito nas cidades, e por um lado isso é ótimo: uma parte da sociedade se deu conta de que não concorda com alguma coisa, e está lutando pelo que quer. Por outro lado, a coisa está indo de mal à pior.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
É realmente bom que as pessoas estejam conseguindo mais informações, mesmo que jogadas aos montes na sua cara, e que, mesmo com um filtro mínimo, consigam separar um pouco o que é bom do que é ruim. Claro, de forma totalmente distorcida, com informações erradas e um quase que total descaso pela &quot;verdade&quot;, mas ainda sim é um avanço se formos levar em conta que 5 anos atrás, boa parte da população pertencia à classe D e não podiam financiar um Uno em 60 vezes.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Sim, há várias coisas que poderiam ser citadas e debatidas apenas nesto tópico, afinal, o Uno é um bom meio de transporte e tals, mas porra, tem outros muito melhores por aí. A questão aqui é outra, ligeiramente diferente: em questão de pouco tempo passamos da omissão e do &quot;não vai adiantar anda mesmo&quot; para uma mobilização pública, que, relativamente, tem uma boa quantidade de gente, e incrivelmente, não só os filhos de papai estão envolvidos, levando os filhos de mãe solteira juntos, mas os filhos de pai nenhum e os filhos de pais que não-entendem-como-minha-vida-é-uma-droga-e-não-me-aceitam-como-eu-sou também estão entrando na onda... daqui à pouco vão falar de paz mundial, pode esperar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Direitos... e só &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-T2cMf2AjHjo/T5Q1tuuxzkI/AAAAAAAABdA/J4zXbT3brbU/s1600/dir1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-T2cMf2AjHjo/T5Q1tuuxzkI/AAAAAAAABdA/J4zXbT3brbU/s1600/dir1.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Que o ser humano é folgado e interesseiro todos sabemos, bem como sabemos que o Brasil tem um talento incrível para a arte da negligência e da vagabundagem, e bem, algo não se muda algo (praticamente) intrínseco de uma hora para outra, leva décadas, até mesmo milênios, e nestes últimos 5 séculos, o Brasil passou por muita coisa. E, por fim, chegamos ao &quot;hoje&quot;, em que a influência intercultural está cada vez maior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em suma, graças à nossos amigos gringos, passamos a acreditar que o mundo é um arco-íris de 8 cores, e que é nosso direito que ele volte a ter apenas 7. Igualmente acreditamos que é nosso direito que todo o universo seja perfeito para cada um de nós... uma utopia (literalmente) universal, em que temos o direito de ter dever algum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Marcha soldado&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-j008n2RV-Vw/T5Q5bsoDj3I/AAAAAAAABdI/cm1yaQVtB2A/s1600/paper+hat.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-j008n2RV-Vw/T5Q5bsoDj3I/AAAAAAAABdI/cm1yaQVtB2A/s1600/paper+hat.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Notaram que tivemos vários &quot;movimentos&quot; nos últimos tempos? Movimentos pela economia, pelos direitos da mulher, pela igualdade, pelas drogas, pela moradias, pelas drogas, pelas moradias, , pela segurança, pela educação, pela violência, pela educação, pelo tráfico, pelas baleias, pelo aquecimento global, pela política, pelos rios, pela qualidade de vida e, se bobear, pelo direito de prostitutas receberem décimo terceiro. Em todos estes movimentos (não só no Brasil, mas em todo o mundo), todo mundo reivindica algo, mas não quer abrir mão de absolutamente nada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entendam, eu quero um mundo e um país melhor para viver. Ok, meus motivos são ligeiramente deturpados e egoístas, mas de certa forma, meus objetivos e os das outras pessoas são os mesmos. Acontece que essa masturbação toda chegou à um nível tão grande, que as pessoas sequer lavam as mãos depois de gozar. É tipo um concurso de punheta, onde 3500 japoneses ficam assistindo hentai e tem a meta de gozar e limpar a porra na toalha do outro, sem que este note.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Louis&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-TJFw_kAn-pg/T5Q_BIX0jzI/AAAAAAAABdQ/u_wn_yiyMjw/s1600/739216731_3d49450826.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-TJFw_kAn-pg/T5Q_BIX0jzI/AAAAAAAABdQ/u_wn_yiyMjw/s1600/739216731_3d49450826.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
O mundo não é perfeito, e todos afirmam isso, mas insistem em pensar que não há governos, guerras, diferenças, religiões e bilhões de outras coisas (incluindo a própria natureza) que impedem terminantemente&amp;nbsp; a paz mundial. Temos misses magrelas e artificiais dizendo que obesos depressivos são iguais à elas, e os gordos suicidas acreditam!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma coisa possibilitou à natureza (e por consequência, a humanidade) chegar ao que chegou hoje: a evolução. Saímos de seres unicelulares, crescemos, fomos para terra, passamos pelo frio e pelo calor, o continente se dividiu, o mundo mudou e agora, alguns bilhões de anos depois, cá estamos. A evolução se baseia em três coisas: a necessidade de se adaptar o meio ambiente, a seleção dos seres mais aptos para evoluir e a capacidade de passar esses &quot;dados&quot; para seus decententes. Numa única frase: a evolução só existe por causa das diferenças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acreditem, se todas as células fossem verdes, triangulares e sorridentes, não estaríamos aqui. Se não fosse pela diferenciação individuas, entre raças, culturas, órgãos, capacidade de adaptação e um pouco de sorte, o mundo seria completamente desolado, e quando eu digo &quot;desolado&quot;, quero dizer &quot;não há absolutamente vida nenhuma nesta porra&quot;. Você só está aqui porque seu tio-tataravô de terceiro grau não pegou mau olhado e bateu as botas, e você só não tem uma vizinha gostosa agora porque a bisavó da prima dela pegou a peste.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mundo é assim, e não são constituições, leis, debates, reclamações, reinvindicações e direitos políticos e civis que irão mudar isso. Pessoas são diferentes, independente de religião, cargo, nacionalidade, orientação sexual, classe social e remuneração. Você está vivo porque o Jorge morreu, a Aline está morrendo porque a Giovanna está com o pé do lado de lá e quer você goste ou não, o mundo é assim, e nada que você faça vai mudar isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Rosas e cápsulas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-krv_tvaT-hI/T5RQR6v9oDI/AAAAAAAABdY/qfnOMeIyxEo/s1600/gun-powder-can.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-krv_tvaT-hI/T5RQR6v9oDI/AAAAAAAABdY/qfnOMeIyxEo/s1600/gun-powder-can.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Em algum lugar neste blog inútil, falei sobre guerras, utopias e coisas do tipo, mas a preguiça e a falta de memória me impedem de ir procurar (e linkar) tais posts. Mas para não ficar chato, e dar mais sustância para este post, farei um resumo da obra: guerra é inevitável porque as pessoas sempre foram, são e sempre serão diferentes, o que faz com que elas discordem em um monte de coisas, e na falta de argumentos, apelam para o ataque físico, o que, se acontecesse de novo, seria a solução para todos os problemas de superpopulação do mundo. E o ponto principal disso tudo: o ser humano gosta de guerra. Não passarei outros parágrafos explicando/defendendo isso, uma vez que já o fiz em outros posts, mas a base é essa: estaremos sempre em guerra e gostamos de estar sempre em guerra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não sei se já deu para notar, mas não gosto de citações diretas, então digo-lhes assim: há uma famosa frase de Einstein que diz que a quarta guerra mundial será com pedras e paus. De forma bem simples, é uma frase genial, mesmo quase 60 anos depois que ele já morreu. Porém de nada importa pensar na quarta, sem pensar na terceira, algo que jogos, estrategistas, terroristas, RPGs e filmes já fizeram aos montes (para não falar daqueles malucos babacas que acham realmente incrível uma guerra acontecer). De certa forma, todos eles tem coisas em comum: um personagem principal que milagrosamente não morre, bombas atômicas, armas grandes de munição infinita, tiroteios, monumentos histórios explodindo, um romance idiota, cena de fulga e, claro, alguma &quot;enorme catástrofe&quot; que faz o herói virar de fato o herói.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meus caros, esqueçam bombas atômicas, esqueçam combates de campo, esqueçam armas individuais, e esqueçam algum ator &quot;bonito&quot; comendo uma magrela, já que nada disso vai acontecer. Caso de na telha da Europa e Estados Unidos iniciarem outra guerra (porque sério, sem eles o mundo seria incrivelmente calmo), seria uma coisa completamente... covarde. Nada de espionagem, movimentação de tropas e o caralho, a questão principal seria o tempo: quem lança mais rápido alguma bomba que destrua seus inimigos. E de novo, nada disso aqui:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-12L7CV68u3k/T5RfTOc1V5I/AAAAAAAABdg/q8eigHLV-SQ/s1600/bomb.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-12L7CV68u3k/T5RfTOc1V5I/AAAAAAAABdg/q8eigHLV-SQ/s1600/bomb.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Seria uma guerra à distância e, de certo modo, limpa. Não há sentido e destruir seu inimigo, se os efeitos colaterais do seu próprio ataque te afetam. Haveria milhões de mortes? Sim, mas nem 10% delas seriam numa batalha, com um exército de cada lado e vença o melhor, aliás, duvido que até mesmo tenham batalhas: é mais provável que navios e aviões sejam usados para ataques à distância simples, e grandes &quot;troços&quot; (na onda de teoria da conspiração, tipo o HAARP) para grandes e importantes ataques. Seria uma guerra rápida, potente, sem grandes efeitos colaterais, com realmente muitas mortes e que deixaria o mundo em estado de desolação, uma vez que a probabilidade de nego se atacar mutuamente é alta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E por que toda essa análise?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Por causa dos umbigos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-dJ1ttBQ9rtc/T5RoGecrARI/AAAAAAAABdo/X2fKzSNxS40/s1600/world-around-me.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-dJ1ttBQ9rtc/T5RoGecrARI/AAAAAAAABdo/X2fKzSNxS40/s1600/world-around-me.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&quot;Nos bons e velhos tempos&quot; uma guerra se dava porque um país invadia o outro, porque pessoas eram sequestradas e mortas, porque políticos brigavam para ver quem roubava mais e porque os alemães estavam cansados de suas rotinas de comer salsichão e beber cerveja. Entretanto, creio que a terceira guerra não seria por algum desses... &quot;motivos maiores&quot;, mas sim porque as &quot;minorias&quot; se juntariam, formando a maioria, e, usando a promessa (e a desculpa) de um mundo mais justo, paciente, respeitoso, alegre, verde, equilibrado, produtivo e pacífico, para iniciar a guerra... algo como &quot;os conservadores preconceituosos VS os liberais oprimidos&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vejam bem, é uma guerra fadada ao fracasso: digamos que as minorias ganham a guerra. Seria questão de tempo para que estas minorias voltem-se umas contras as outras, afinal, neo nazistas e judeus são minorias em relação ao mundo todo, mas teriam de se juntar para conseguir vencer a parada. E isso jamais aconteceria. As pessoas pedem um mundo justo, mas o ponto é que não é possível ter um mundo justo para todo mundo: no fim, alguém se fode. Também já falei isso em outro post que não vou procurar, mas a ideia é realmente muito simples: para você ser feliz, alguém tem que ser infeliz. Como eu disse alí em cima, sempre haverão diferenças, e estas são inconciliáveis. Todos lutam &quot;juntos&quot; por um mundo justo e alegre que não existe, e vão culpar (com certa razão) uns aos outros por isso, e depois das minorias terem destruído o mundo, se atacarão com pedrinhas e gravetos, para ver quem leva a melhor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Rise and rise again until lambs become lions&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-zy6X1UMKwSg/T5RuQPH_C3I/AAAAAAAABdw/yTI2XVRFpZk/s1600/2277741078_f897bcc458_o.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-zy6X1UMKwSg/T5RuQPH_C3I/AAAAAAAABdw/yTI2XVRFpZk/s1600/2277741078_f897bcc458_o.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Eis que chegamos ao tópico que retoma o início do post. Já notaram a quantidade de protestos das minorias que vem acontecendo no mundo todo? São sobre tudo, e o mais impressionante é que nenhuma delas sequer se preocupa de fato em ter uma visão realista e verdadeiramente ampla da coisa. Ainda em mais um post, falei sobre aquele velho chavão &quot;a ignorância é uma benção&quot;, e é verdade, se é muito maiz feliz sendo burro, pelo menos até o ponto em que você decide que não quer mais ser burro, e resolve se meter em coisas sobre as quais você não entende nada, e aí, meus caros, misericórdia não é uma opção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos marchas, movimentos, manifestações, caminhadas, greves, protestos, estirões, comícios e passeatas, todas pedindo algo, todas exigindo não ter de abrir mão de algo, todas querendo que algo seja feito, mas fica nisso: falam, andam, escrevem cartazes, fazem faixas, alguns megafones, uma jingle talvez, sem falar nas camisetas, as cruzes nas praias, queima de pneus, gente deitada se fazendo de morta e aquele mote, aquela famozíssima máxima: &quot;queremos justiça&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E num balanço entre a omissão, o fazer vista grossa e o deixar para depois, nenhum dos lados ganha absolutamente nada, até que ambos encham o saco de vez, e resolvam partir das tosquíssimas &quot;reinvindicações pacíficas&quot; para a &quot;justiça com as próprias mãos&quot;... Sabem, o século XXI vai ser realmente interessante... chato, moralista, irritante, repetitivo e ignorante, mas ainda sim vai ser um belo espetáculo... basta alguém se tocar de que o único modo definitivo de resolver as coisas é aniquilando a oposição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Minha conclusão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cambaaaaaadaaaaaa fazia tempo que não rolava um post desse tipo por aqui, e devo dizer, estou ligeiramente orgulhoso de mim mesmo. Enfim, não sei nada sobre como será a semana que vem, mas os posts estão saindo com regularidade, e mesmo com as &quot;reformas&quot; atrasadas, a coisa está indo bem... nem tenho o que reclamar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas então, como todo Porquês e Afins, este aqui tem uma questão fundamental que motiva o post, uma questão que por mais que eu me esforce, não consigo resolver... no máximo uma teoria meia boca, mas fica por aí, e este é o post é o reflexo de minha esperança: de que vocês iluminassem minha vida, mas claro, você não existem, logo, eu preciso de um médico especializado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão-base deste post aqui é bem simples: qual a porra do problema que essas pessoas tem ao nomear seu movimento? Sério, já pararam para pensar nisso? Marcha da Maconha, Marcha das Vadias, Marcha Contra a Corrupção,&amp;nbsp; Ocupe Wall Street, Marcha para Jesus, Marcha pela Liberdade. Ok, concordo que Diretas Já não é o nome mais criativo do mundo, mas porra, isso aí tá cada vez pior! Sério que nenhuma dessas, sei lá, 700 mil pessoas, consegue criar algo minimamente mais... digno que isso? E olha que essa galera de história, publicidade, jornalismo (Né?), &quot;redes sociais&quot; e o caralho a quatro são os mais envolvidos. Todos muito politizados, muito respeitosos, cheios dos direitos, mas sem capacidade alguma pra levantar a mão e dar uma sugestão de nome. E nego ainda vem me dizer que é por um mundo melhor! Vadios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
See ya!&lt;/div&gt;</description><link>http://aquelaein.blogspot.com/2012/04/porques-e-afins-papai-me-deu-uma-bota.html</link><author>noreply@blogger.com (Eu!)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-rB2e0P4yDME/TLS5uGmBt6I/AAAAAAAAAVQ/PPhqDEeyQTI/s72-c/porques+e+afins.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2097219787064808186.post-5823883814230133498</guid><pubDate>Sun, 15 Apr 2012 06:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-15T03:46:16.554-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquela Post</category><title>She’s Got</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Aaaaeewwww cambaaaaaadaaaaaa!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Seguinte: estou quase que totalmente sem tempo neste fim de semana (são 1:55 da matina), e como Murphy já dizia, quando chega sua vez na fila da pipoca, a pipoca com manteiga já acabou, ou seja, estou com umas duas ou três boas ideias para posts, estou afim de escrever, porém o tempo fode o esquema todo, o que fará com que essas boas ideias sejam estragadas num dia que eu esteja sem saco para escrevê-las. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Tal como &lt;a href=&quot;http://www.aquelaein.com.br/2011/07/como-fazer-sua-carreira-de-fotografo.html&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;este&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://www.aquelaein.com.br/2011/06/como-ficar-rico-sendo-artista.html&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;este&lt;/a&gt; posts, e toda a &lt;a href=&quot;http://www.aquelaein.com.br/search/label/Era%20de%20Aquarius&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Era de Aquarius&lt;/a&gt;, este é um post totalmente sem compromisso, logo, será divertido fazê-lo... espero que gostem, talvez o estilo faça parte da &quot;nova temporada&quot; que está por vir... e sim, ela sairá, apesar de um terço do ano já ter passado. Enfim, divirtam-se.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Fui num bar com uns amigos, daqueles que fedem à cigarro e batom... o bar. Era grande, com algumas mesas de bilhar, pebolim, além, do balcão, poltronas, bancos e aquela meia luz que te faz errar as tacadas. Aliás, por que a luz fica tão baixa, logo acima da mesa?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Entramos, pegamos uma cerveja, uma, duas, três partidas, conversa, nada de mais. &quot;Vamos ver as garotas&quot; disseram, e se viraram, no famoso exercício de checar um buffet que você não pode pagar. Uma passou na nossa frente, vestido colado, curto, bem curto; a outra passou longe, sentou numa mesa, com outra amiga; uma terceira não passou, ficou onde estava, conversando em 45 com um cara de camisa rosa. Pelo jeito escolhemos o dia errado para ir, todos que foram contavam grandes histórias do local e de suas frequentadoras... com direito à duplo sentido.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Decidimos nos separar, metade foi pro balcão, outra parte foi para um dos tais &quot;lounges&quot;, eu fui pra mesa de truco. Não tem que fazer bico para falar &quot;truco&quot;. Mão de onze, a mulher e outro cara levaram, não tinha próximo, então entrei com outro que também tava olhando o jogo. Era vez da mulher dar as cartas, embaralhou, mandou cortar, distribuiu. Um quatro, um rei e um sete: maço do caralho que a desgraçada fez. Fugimos. Dois um; dois dois; cinco dois; sete nove; dez dez, truco. Levantou, gritou, fez pose, xingou e isso não podia ficar assim, então fomos: primeira nossa, segunda deles, joguei meu dois, o cara jogou um seis, meu parceiro mandou o três, era a vez dela, um valete, que por pura coincidência era espadilha.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
A filha da puta pulou nos braços do outro babaca, apontou, riu e tudo mais, mas tem que aguentar, foi justo... na medida que truco pode ser justo. Ela estava de preto, menos o sapato, &quot;preto fosco&quot; como identificou meu parceiro de jogo, aquelas meias grandes e cinta-liga. A desgraçada usava uma saia mais curta que um cinto, espartilho, a coisa toda, e como não poderia deixar de ser, todo o balcão olhava para ela pulando. Me sacaneou no truco, vestida daquele jeito... gostei, e queria revanche.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Ganhamos de doze à oito, foi nossa vez de apontar e rir alto, então fomos para a negra. A coisa tava tensa: era uma questão de honra que a gente ganhasse aquela, mas por outro lado, todo mundo queria vê-la pular de novo. O jogo foi aos poucos, sem grandes riscos, nenhum truco, nenhum grito, só de um em um, por garantia, até que finalmente chegamos na mão de onze. Onze pra gente, dez pra eles. Levamos a primeira, deixamos a segunda, pica-fumo do parceiro, um três, outro três dela, e eu, o pé, colei na testa.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Ganhamos limpo, acreditem ou não, e eles reconheceram isso, ela nos abraçou, me abraçou, e foi pro balcão. Fiquei alí parado, só pensando no jogo, olhando o que ela fazia. Vagabunda total, notei que tinha uma tatuagem na perna esquerda, uma arma no coldre, e um &quot;LP&quot; no braço direito. Devia ser um Luiz Paulo ou qualquer apelido de malandro que já foi pra cadeia, mas pra mim era mais que long play, era Les Paul, e isso já era um motivo pra ir até ela. Pedi o mesmo que ela, &quot;bom jogo&quot;, eu disse, ou talvez tenha sido &quot;ganhamos&quot;, não importa. O que importa é que ela olhou pra mim, piscou e me levou para a parte de trás do bar.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Rasguei sem querer a meia dela, já que a cinta não soltava de jeito nenhum, mas acho que ela nem ligou. Saimos um de cada vez, fui procurar os amigos e perdi ela de vista. Não contei pra eles, bando de paus no cu, falando sobre trabalho e pensão, e eles nem iam acreditar mesmo... ela fazia jus as roupas que usava inclusive... será que ela tinha ido embora?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Não, achei, fui falar com ela. Fomos pra outro lugar... ela me disse que aquela tinha sido a primeira vez dela. Claro que era mentira, mas concordei... quem não concordaria? Ela realmente sabia o que estava fazendo... a garota da portaria me olhou com uma cara de impressionada quando saimos. Eu diria que o mérito foi meio a meio. &quot;E se...?&quot; eu perguntei, e ela disse que nunca tinha acontecido... ah, a contradição... mas pra mim isso era bom. Nos vimos várias vezes por algumas semanas, até que ela disse que ia se mudar e merda, eu gostava daquela vadia!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Eu sei que todo mundo já tinha estado onde eu estava, mas mesmo assim... naquele meio tempo descobri que a tatuagem era uma Colt do século XIX, que ela era fã de Guns e que odiava camisinha. Fomos feitos um pro outro, e ainda sim ela tava alí, deitada do meu lado, sem roupa, falando que ia pra sei lá onde, numa clínica pra qualquer coisa. Fizemos mais três vezes naquela noite, e peguei no sono... merda, eu nem falei com ela, ela só gemia e chorava.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Acordei no dia seguinte, bem de manhã, e tava lá no lençol, a mancha... eu nem sabia qual delas era, mas nada que é amarelo é bom, e a filha da puta passou pra mim! E sumiu! E eu tinha que manter uma reputação, como é que eu fico se a coisa espalha, e dizem que a via foi ao contrário, que a culpa foi minha?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Voltamos naquele bar alguns dias depois. Já tinha ido no médico, mas espalhei pros caras que a vagabunda me passou o troço e desvaneceu da face da Terra... ela era gostosa pra caralho, mas que se foda, não sou eu que vou ter filho pra criar. E os babacas tavam perguntando pro cara do bar se isso passa mãe pra filho! Resolvi largá-los e ir procurar coisa pra fazer: por costume ou por, qualquer outra coisa, fui ver a mesa de truco. Tinha uma outra garota lá, ruiva, jogando com outros três caras... foda-se, fui jogar poker.&lt;/div&gt;</description><link>http://aquelaein.blogspot.com/2012/04/jack.html</link><author>noreply@blogger.com (Eu!)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2097219787064808186.post-1119041778171055559</guid><pubDate>Sun, 08 Apr 2012 01:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-07T22:13:27.892-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Top X</category><title>Top X Idiotices para escrever no gesso</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-EXOGQIh_IYI/TLS5vNpDlRI/AAAAAAAAAVU/U4ekmHcxfJc/s1600/top+x.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-EXOGQIh_IYI/TLS5vNpDlRI/AAAAAAAAAVU/U4ekmHcxfJc/s1600/top+x.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&amp;nbsp;Aaaaaaaaaaaaaaaaaaeeeeewwww cambaaaaaaaadaaaaaaaaa!!!!!!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
E sim, faz um bom tempo que eu não falava isso e, devo dizer, estava fazendo falta. Ainda na questão de clássicos bloguísticos deste blog, devo acrescentar que não faço a mínima ideia do que falar (ou escrever) hoje, e que também não há nenhum recado relevante... um dia clássico, como podem notar.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
...&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Mas eis que dentre minha coleção de temas-reserva encontro alguma coisa interessante e, pela primeira vez em quase cinco meses, teremos um Top X!!! Então, sem mais delongas, ao post!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Simbora!!!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Leite para ficar forte&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-DtyyLNNcVT4/T4Co4xt1SZI/AAAAAAAABbY/DQa7qGTdbag/s1600/idelfranio05.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-DtyyLNNcVT4/T4Co4xt1SZI/AAAAAAAABbY/DQa7qGTdbag/s1600/idelfranio05.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Como toda criança cuja infância não foi baseada na nova temporada de Malhação, minha vida se resumia à brincar, o que gastava muita energia, e por consequência me fazia comer e beber, e dentre as bebidas, uma realmente importante era o leite: aquele troço branco que sai das vacas, cabras, búfalas e avestruzes. O leite, como creio que todos sabem, é um alimento rico em cálcio, que é responsável pela formação e fortificação dos ossos, o que significa que se você beber muite leite, você vira o Wolverine. Mas, é claro, não é algo que acontece de um dia para o outro, é um processo demorado, que leva muitos e muitos anos de aperfeiçoamento, e nesse meio tempo, fraturas são coisas quase que inevitáveis.&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;1 - O seu nome&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-k8inbxFkGKs/T4C4Xf-F9VI/AAAAAAAABbg/kYWrmLnBx8s/s1600/AR_1sht_RV_R21_02C_OFF_tcwip2_simplified.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-k8inbxFkGKs/T4C4Xf-F9VI/AAAAAAAABbg/kYWrmLnBx8s/s1600/AR_1sht_RV_R21_02C_OFF_tcwip2_simplified.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Caso você tenha algum nome tosco tipo, sei lá... Vinicius, escrevê-lo no gesso do seu amigo é um lembrete de que ele se fodeu. É claro que uma assinatura pequena, num canto, não faz mal algum, então é seu dever chegar primeiro e escrever seu nome, em letras garrafais, tomando o maior espaço possível, o que não só irrita seu amigo, como também impossibilida que pessoas mais legais e chatas escrevam alguma coisa sem graça.&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;2 - Fazer uma seta e xingar a pessoa&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-IMVpsag1vmI/T4C8N8HjJEI/AAAAAAAABbo/JXpT19j31Fc/s1600/mr-t-time-meme-generator-you-a-fool-fool-1eb892.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-IMVpsag1vmI/T4C8N8HjJEI/AAAAAAAABbo/JXpT19j31Fc/s1600/mr-t-time-meme-generator-you-a-fool-fool-1eb892.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Ou se você for bom de desenho...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse é um clássico, idiota, é verdade, mas ainda sim efetivo, principalmente com as mulheres. Acontece que o grande motivo por isso estar aqui, não é o seu xingamento, mas sim o enorme potencial filho da putisticamente que este ato tem. Tudo que você precisa é de uma caneta e outros amigos tão cuzões quanto você, você faz a seta, coloca um xingamento, e acrescenta algo como &quot;coloque seu xingamento também&quot;, e passa a caneta para o próximo na fila. Em questão de minutos, o infeliz portador do gesso estará dizendo para todo mundo o quão viado, burro, arrombado, trouxa, babaca, bicha, ignorante e retardado ele é.&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;3 - Fazer um depoimento à la Orkut&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-gyTSs8qXA4Q/T4C-GBX23YI/AAAAAAAABbw/nfBDakcqS0k/s1600/Perola-do-orkut.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-gyTSs8qXA4Q/T4C-GBX23YI/AAAAAAAABbw/nfBDakcqS0k/s1600/Perola-do-orkut.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Eu sei que é difícil acreditar, mas o Orkut já foi bem diferente do que é hoje em dia. Ouve um tempo em que o máximo que se coseguia eram recados, depoimentos e trocas de putarias em comunidades, e bem, nessa época era algo totalmente normal. Mas como nada na vida é para sempre, o Orkut mudou, e vieram os scripts, os depoimentos prontos, os jogos, mudanças de aparência e afins, e foi mais ou menos nessa época em que o Orkut nos brindou com dezenas de milhares de idiotices, além da &quot;Sorte do Dia&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois bem, passado essa parte, uma coisa que as pessoas atualmente costumam odiar são as coisas que a lembrou do Orkut, então é seu dever lembrá-las disso: escolha as piores frases, faça &quot;gifs&quot;, use miguxes, enfim, use seu talento para foder totalmente com a alegria do engessado.&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;4 - Escrever como outra pessoa&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-f99BQH7B3Ag/T4DDw-Re1uI/AAAAAAAABb4/y9nVUC1jadE/s1600/loira.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-f99BQH7B3Ag/T4DDw-Re1uI/AAAAAAAABb4/y9nVUC1jadE/s1600/loira.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Das muitas artes que o ser humano desenvolveu, poucas são tão simples e efetivas quanto a falsificação de identidade. Não precisa ser como uma mulher gostosa, um traveco ou nada do tipo, mas uma simples confissão de amor como se fosse uma terceira pessoa conhecida já é o suficiente para que uma CPI seja armada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O incrível desta técnica é que além de ser muito simples e sacanear com a vida de um monte de pessoas de uma vez, você ainda pode fazer com que todas as outras mensagens deixadas no gesso sejam de pessoas indignadas, afinal, deste quando o Carlos tá pegando a namorada baranga do Jorge?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;5 - Desenhar&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-UrrR6h6F32w/T4DGkn2z9mI/AAAAAAAABcA/hkgGBP3bWrw/s1600/o-que-dizem-os-desenhos-das-criancas-55-2531.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-UrrR6h6F32w/T4DGkn2z9mI/AAAAAAAABcA/hkgGBP3bWrw/s1600/o-que-dizem-os-desenhos-das-criancas-55-2531.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Há milhares e milhares de anos o ser humano (ou o mais próximo disso possível) desenvolveu a &quot;pintura rupestre&quot; e incrívelmente mantemos essa característica até os dias de hoje. Pode-se desenhar qualquer coisa num gesso, desde o modo que a pessoa ganhou aquele gesso até uma caricatura da mesma pessoa. Aliás, é uma boa oportunidade para você, pobre covarde, de fazer uma incrível e magnífica tatuagem de canetinha, o que lhe trará fama, dinheiro e mulheres entre as minas da escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;6 - Mensagens informativas acerca da sua condição&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-4Mvbu2yYc_g/T4DH-r0o4RI/AAAAAAAABcI/TYrx3pP9oVQ/s1600/gesso+coca.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-4Mvbu2yYc_g/T4DH-r0o4RI/AAAAAAAABcI/TYrx3pP9oVQ/s1600/gesso+coca.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Obviamente que quando você quebra uma parte do corpo, e a envolve numa camada grossa de gazes e pó, a parte coberta perde os movimentos, para que você não tenha um &quot;L&quot; no seu antebraço. Tal saúde tem um preço, e esse preço se resume à se tornar ainda mais inútil: dependendo de onde você quebrar, não poderá pegar nada, não poderá fazer força, não poderá andar, não poderá digitar, não poderá fazer tarefas domiciliares e não poderá bater punheta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como todos temos algum amigo consciente, este sempre estará preparado para auxiliá-lo, dizendo para todo mundo o que você não pode fazer, mas tem vergonha de pedir. É, de fato, uma tarefa nobre por parte do amigo, que irá deixar sua vida mais fácil... talvez você até arranje uma namorada...&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;7 - Seu telefone... e os serviços que você presta&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-SnmNaOrhu8M/T4DLFn6gPPI/AAAAAAAABcQ/CzqpK52uIH8/s1600/porta-de-banheiro-1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;426&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-SnmNaOrhu8M/T4DLFn6gPPI/AAAAAAAABcQ/CzqpK52uIH8/s640/porta-de-banheiro-1.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&amp;nbsp;Liguem e digam o que deu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eis um clássico de portas de banheiro público, mas que pode facilmente ser aplicado no gesso alheio. Não sei vocês, mas sempre que tenho um jornal em mãos (o que é raro na verdade), vou checar os classificados (depois das tirinhas), e claro, a maior quantidade é sempre de serviços oferecidos por gostosíssimas e discretíssimas acompanhantes... ou massagistas, como preferirem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O texto deve ser curto e fácil de ler, porém deve deixar claro o serviço oferecido. De preferência, deve ser exposto na parte da frente do gesso, afinal, é para quem vê de longe e não de perto. Um detalhe importante é acerca do contato: nunca coloque &quot;tratar aqui&quot;, mas sim o número de telefone (de preferência, residencial, já que se a pessoa não estiver, algum parente pode atender e passar o recado), além de acrescentar um &quot;não aceito número restrito&quot;, afinal segurança é muito importante.&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;8 - Uma declaração de amor&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-IqITwJQzP3w/T4DNZ4vIa9I/AAAAAAAABcY/E428CELJmF4/s1600/hom.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-IqITwJQzP3w/T4DNZ4vIa9I/AAAAAAAABcY/E428CELJmF4/s1600/hom.JPG&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Apesar de toda a brincadeira envolvida, um gesso é um bom local para dizer o quanto você gosta de alguém, seja para realizar atos não cristãos seja apenas um &quot;te considero pra caralho&quot; de amigo para amigo. Sim, é verdade que o gesso é algo temporário, mas tal como as camisetas assinadas por toda a classe, é algo que a pessoa irá se lembrar, do mesmo jeito que irá se lembrar que dar grind numa escada de 12 lances é ligeiramente difícil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É claro, você pode fazer um combo, juntando esta com a número 5 e a 1, deixando claro que o Abelardo é todo seu, e que nenhuma piranha mal comida vai roubá-lo de você, mas isso é apenas uma das muitas e muitas combinações que podem ser feitas. Apenas não faça um combo com a número 4, afinal, quem seria tão maldoso e sem coração à este ponto?&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;9 - Mural de recados e avisos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-h0D99xrTCy0/T4DT1Xz6iTI/AAAAAAAABcg/I3Oo8JKJ114/s1600/MARMITA.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-h0D99xrTCy0/T4DT1Xz6iTI/AAAAAAAABcg/I3Oo8JKJ114/s1600/MARMITA.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Sendo o gesso um troço branco e grande que você deve carregar por aí por algum tempo, nada mais justo que utilizá-lo para, ao menos por algumas semanas, deixar sua vida organizada. Basta uma simples tabela, os horários e pronto, você já pode dizer para todo mundo o quão sozinho e vagabundo você é, já que sua agenda está completamente vazia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você ainda pode fazer uma linha do tempo, um lembrete ou até mesmo estampar um &quot;SIM, SUA ANTA, EU QUEBREI O BRAÇO&quot;, o que lhe poupará alguns minutos de conversa com tios e professores idiotas. Aliás, taí a ideia: escreva exatamente o que aconteceu com você, quanto tempo derá de ficar com o gesso e reclame da coceira e do calor, e pronto, não terá de explicar mais nada para ninguém.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;10 - Desenhar um pinto&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-tRARXqDarA8/T4DanixziYI/AAAAAAAABco/kdrReLpLsc4/s1600/1284920400.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-tRARXqDarA8/T4DanixziYI/AAAAAAAABco/kdrReLpLsc4/s1600/1284920400.gif&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Porque, na real, é o que todos faremos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;11 - Preenchê-lo você mesmo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-sh-FyAKyk1c/T4Dewmv5gXI/AAAAAAAABcw/HZQ-w8Yi6GE/s1600/4560231.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-sh-FyAKyk1c/T4Dewmv5gXI/AAAAAAAABcw/HZQ-w8Yi6GE/s1600/4560231.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
No fim, eis a conclusão mais saudável: você deve preencher totalmente seu próprio gesso, uma vez que se depender de qualquer outra pessoa, você irá se foder. Na internet é vários exemplos de desenhos/composições/artes que você pode fazer caso tenha a criatividade de uma pulga... aliás, é um tanto quanto chato preencher o próprio gesso... enfim, não é a primeira coisa que você quebra e definitivamente não será a última... e depois, sempre dá para passar corretivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Minha conclusão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quebrar uma parte do corpo nunca é divertido. Pode ser divertido o que você estava fazendo antes e pode ser divertido o que escrevem no gesso (caso você não morra), mas o ato em si não é a definição de legal. Todos nós temos amigos filhos da puta, prontos para sacanearem com a sua vida, e um desses jeito é deixar uma marca no gesso, com o qual você terá de conviver por algum tempo, mas no fim das contas, você (e eles) irão se divertir com a coisa toda. Claro, você terá um braço mais claro que o outro e bem provavelmente alguém na rua irá achar que você é um refugiado venezuelano que pretende comer todas as putas de Copacabana, mas é um preço baixo à se pagar (ou quase).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estando do outro lado, o de quem escreve no gesso, a coisa muda um pouco: é legal sacanear com seus amigos, mas se ele te bater com aquilo, doi nos dois... e aí você terá um gesso totalmente novo para escrever. Ainda sim, você pode escolher entre ser pau no cu, e ser sem graça, portanto, a melhor opção é ficar em cima do muro: sacaneie o desgraçado como se fosse outra pessoa e escreva seu nome de verdade, usando canetas diferentes... e suma com os corretivos numa área de 3 km.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enfim, mais um sábado, mais um post... fazia tempo que não tinha um post nos velhos moldes aqui... e vou ter que decidir o que farei com a &lt;a href=&quot;http://www.aquelaein.com.br/search/label/Era%20de%20Aquarius&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Era de Aquarius&lt;/a&gt;, a qual vocês, bando de filhos da puta, sequer leram... incrível como quase 3 anos depois ainda consigo me decepcionar com vocês, leitores imaginários. E não, eu nunca quebrei nada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
See ya!&lt;/div&gt;</description><link>http://aquelaein.blogspot.com/2012/04/top-x-idiotices-para-escrever-no-gesso.html</link><author>noreply@blogger.com (Eu!)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-EXOGQIh_IYI/TLS5vNpDlRI/AAAAAAAAAVU/U4ekmHcxfJc/s72-c/top+x.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2097219787064808186.post-4174253793841597843</guid><pubDate>Sat, 31 Mar 2012 15:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-31T12:00:55.108-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Era de Aquarius</category><title>Canos e garras</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Dia 3 de isolamento. Cremos que invadiram o sexto e o sétimo andar, então não realizamos mais nenhuma busca no prédio. As pancadas na porta pararam nas últimas horas... não sabemos quanto mais elas aguentariam... Rafael não voltou. A última vez que vimos o resgate foi há cinco dias atrás... devíamos ter ido com eles, a cidade será bombardeada em pouco tempo. Não recebemos nenhum contato há quase uma samana: telefones, internet e sinais de satélite não funcionam... ninguém responde no rádio. Thales, Carlos e eu reforçamos as portas hoje cedo, mas não temos material o suficiente para as janelas, preparamos uma barricada com os mesas... ao menos temos como passar o tempo... a máquina de lanches está quase vazia, a de refrigerante está pela metade. Até a tarde de hoje esperamos acabar a sinalização no telhado, as faixas já estão penduradas. Felizmente ainda temos água e energia, o que é estranho, já deveriam ter desligado o forneci... voltaram a bater nas portas, as dobradiças estão quase cedendo, vão entr&lt;/div&gt;</description><link>http://aquelaein.blogspot.com/2012/03/canos-e-garras.html</link><author>noreply@blogger.com (Eu!)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2097219787064808186.post-4403616150155017545</guid><pubDate>Sat, 24 Mar 2012 21:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-24T18:55:20.101-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aquela Post</category><title>Sinos soando ao longe</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Imaginemos por um momento que o inferno é um mundo próprio, que cada um cria para si mesmo, que nem naquele filme com o Robin Willians (só que lá é o céu). No céu, você tem o que quiser, o que gostar, então o inferno deve ser o contrário, tendo tudo que você odeia, e que não tem controle nenhum sobre isso. O meu decididamente seria uma metróple.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Talvez São Paulo, com um pouco de Nova Iorque e Tóquio. Luzes, cartazes, barulho e gente. Muita gente mesmo. Creio que não haveria árvore nenhuma, nem mato ou qualquer coisa viva além de pessoas... talvez ainda houvesse os troncos cortados das árvores nas calçadas. Semáforos, bueiros, lixos... talvez parecesse um pouco com Gotham City, antes do Batman. Seria uma daquelas cidades em que não se vê o céu, apenas uma camada cinza: cinza escuro à noite, cinza claro de dia e nada de chuva. Poças, áreas alagadas e bueiros entupidos sim, mas chuva propriamente dita não.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
É claro que o trânsito seria infernal. Filas para absolutamente tudo, menos para os banheiros, estes não existiriam. Não sei decidir se não faltaria energia nunca, ou se blackouts seriam constantes, não que energia real fosse necessária. As pessoas, é claro, não seriam todas iguais, mas seriam divididas em estereótipos, e tal como os banheiros, não-estereótipos não existiriam. Decididamente um deles seriam os que andam com celular sem fone no ônibus, e os limpadores de para brisa... Aliás, não que tudo fosse caro, mas dinheiro seria algo constante.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Eu com certeza não teria carro nem nada do tipo: à pé e de pé, sempre. Creio que seria como uma grande vitrine interativa: você não pode, por exemplo, usar um computador ou interagir com as pessoas, mas pode ser jogado de um prédio e &quot;ser interagido&quot; por pessoas. Aliás, &quot;grande&quot; é algo importante: muito, mas muito grande, e muito alta... pelo menos tempo não é um problema, mesmo que eu estivesse constantemente atrasado, ainda teria todo o tempo do mundo para me atrasar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também não sei decidir se o mundo todo seria apenas a cidade ou se haveriam outros &quot;lugares&quot;, tal como desertos, calabouços, vulcões, catacumbas e coisas assim: por um lado, essas coisas seriam bem legais, e mudariam a &quot;rotina&quot;, o que seria bom para mim, logo, é inaceitável no inferno, mas por outro lado, são ótimos lugares para fazer você sofrer... Creio que muitas coisas, caso parasse para pensar, entrariam nessa dúvida também. De qualquer forma, florestas, lagos, montanhas e todo o resto &quot;do campo&quot;, com certeza não existiriam, ou (de novo), estariam destruídos... talvez para fazer lenha, depósito de lixo e mineiração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algo interessante de se notar é que você não morreria. Sim, eu sei que é óbvio, mas dentre as muitas formas de sofrimento, devemos adimitir que o sofrimento físico tem um lugar de destaque, portanto &quot;acidentes&quot; seriam realmente comuns. Ok, você pode reduzir uma pessoa à uma pasta de carne e sangue, mas depois tem que &quot;remontá-la&quot;, para que a brincadeira possa continuar: é quase como ser imortal. Pensando em forma, creio que eu ainda seria eu... me odeio o suficiente para permanecer igual no inferno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltando ao assunto &quot;pessoas&quot;, não só de modelos randômicos se faz o inferno. Claro, aquela mistura de funkeiros, gangues, gente de abadá, tios do pavê, executivos apressados, maconheiros, manos, playboys, cariocas e posers continuaria, mas há alguns &quot;cargos&quot; de destaque: os demônios e as pessoas que você odeia especialmente. Não sei se vocês sabem, mas há toda uma hierarquia, tanto no céu quanto no inferno, e tal como anjos da guarda, devem haver demônios com função semelhante. Não que um dos grandes, como Baphomet ou Amon, fosse se dar ao trabalho de cuidar de almas sem importância, mas ordens (bem) menores teriam esse trabalho, e porra, quando se pode ser o que quiser, você não vai ter a forma de uma pessoa qualquer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pessoas são muito boas em produzir coisas, mas claro que papel alumínio e telefones não seriam produzidos no inferno. Não, me refiro à lixo, excrementos, sujeira, poluição e coisas do tipo. As calçadas seriam como corredores, uma faixa livre, com duas montanhas de lixo, uma de cada lado, além do cheiro e da constante sensação de pisar em cocô (o que de fato estaria acontecendo), ainda adiciono o constante barulho de buzinas e obras, além de fumaça. E, claro, todos fumariam. Muito e o tempo todo... além da bebida, um verdadeiro duelo entre a nicotina e o álcool.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como já deve ter ficado claro, eu sou completamente anormal e filho da puta, logo, apesar do trânsito, da sujeira e das torturas, o inferno seria impressionantemente calmo. Não sei se &quot;calmo&quot; é a melhor palavra, mas seria bem &quot;certinho&quot;, sem acidentes (de todos os tipos), brigas e tudo mais. Claro, se estes fossem um meio de me torturar ok (ao menos no seu inferno você pode ser egocêntrico sem culpa), mas de resto, seria realmente... pacato, chato. Barulhento sim, mas organizado, e, um tanto quanto simplório.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Indo, porém, para o imaginário clássico do inferno, com chamas, lava, gritos e afins, acho que essa é a &quot;fórmula base&quot;, ou seja, o padrão seja esse, mas o inferno se molda para cada um, não para ficar mais complicado ou menos pior, mas justamente para intensificar o pesar de cada um. Talvez, na forma padrão, todo o sofrimento, a tortura e o caos fique mais na cara, com almas queimando pela eternidade e os gritos de terror ecoando, mas porra, tem gente que gosta disso... e isso é inaceitável. O ponto de ter um inferno só seu não é dar mais trabalho para o capeta, mas justamente te foder melhor... um filme pornô, onde o gozo é ácido... e acabo de pensar no acasalamento dos Aliens... mas enfim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão é essa: você faz seu inferno. E não, não estou usando como uma metáfora para os problemas da vida. Imagine absolutamente tudo e todos que você odeia, num único local, com a única função de te tornar o mais miserável possível, pelo resto da eternidade. São desde as coisas mais simples, como cair pasta de dente na sua roupa, até males literalmente inimagináveis, que fazem, sei lá, genocídios parecerem fichinhas. O meu tem gente fumando dentro de bares de quinta, o de vocês pode ser um mundo cheio de árvores e animais (nesse caso, feche este blog imediatamente), mas independentemente de como seja, sempre haverá mais coisas para adicionar... assim como neste post.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma grande cidade, cheia de gente, sem nada para amenizar a opressão urbana. Sim, clichê, falando desse jeito, mas não deixa de ser verdade por isso. É, ao menos para mim, interessante esse... &quot;exercício&quot;. Pesando agora, pareceria um tanto quanto o cenário de Constantine (o filme que todos os que leem a HQ reclamam), só que pior... e se já é pior agora, quando for para valer, vai ser realmente (com trocadilho infame) um inferno. E este seria apenas um, o meu, dentre bilhões e bilhões de outros infernos, um pior que o outro, dependendo apenas do ponto de vista... e de quanto atenção você chamou (se é que entendem).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem pessoas que dizem que o inferno é quente, tem as que dizem que o inferno não existe e tem as que dizem que estamos todos no inferno, só não sabemos ainda. Seja como for, ele depende de você... tal como o mundo dos sonhos, o céu ou sua própria mente. Se você nunca ganhou nada na vida, parabéns, pelo menos depois de morto você mudou isso, e milhões de coisas estão reservadas só para você, então não seja humilde, você provavelmente merece todas elas... mas vai que você vai para o céu?&lt;/div&gt;</description><link>http://aquelaein.blogspot.com/2012/03/sinos-soando-ao-longe.html</link><author>noreply@blogger.com (Eu!)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2097219787064808186.post-3378616230951869724</guid><pubDate>Sun, 18 Mar 2012 03:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-18T00:04:39.723-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Era de Aquarius</category><title>Run to the Hills</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Hoje, depois de quatro dias de cerco, finalmente as criaturas conseguiram entrar na nossa sede, porém ainda não passaram do terceiro andar graças às portas contra incêndios. Nossa equipe que ainda permanece no local, cerca de doze profissionais, garante que estão em segurança, mas forças militares já foram destacadas para efetuar o resgate. Nesta manhã, a equipe mandou um novo cominicado, alertando a população para que não saia de casa, tranque portas e se possível sinalizem sua localização para as equipes de resgate: a ordem é de total retirada, tanto para civis quanto para militares e voluntários. Nem o governo nem as forças armadas se manisfestaram sobre a ordem de retirada.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Segundo informação extra-oficial, após a retirada de todos nas áreas afetadas, será efetuada a esterilização por radiação: a esperança é que todas as criaturas sejam mortas com isso, mesmo que o custo econômico e biológico seja extremamente alto. Outra informação não confirmada é que o alto escalão do governo já tenha saído do país, e que parte esteja em abrigos secretos. Este é um último apelo de nossa equipe: fiquem em casa, não saiam por motivo algum. Até o fim de semana equipes de resgate farão as últimas operações em campo: espelhos, lanternas e sons altos ajudam para que o resgate o localize. Assim que surgirem mais informações, tanto das operações quanto sobre nossa equipe, informaremos. Que Deus nos proteja.&lt;/div&gt;</description><link>http://aquelaein.blogspot.com/2012/03/run-to-hills.html</link><author>noreply@blogger.com (Eu!)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2097219787064808186.post-3903097190257383257</guid><pubDate>Sun, 11 Mar 2012 18:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-11T15:09:30.209-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Coisas</category><title>Coisas que deveríamos aprender mais cedo</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-vc3H5fnzFgk/TLS5suat5vI/AAAAAAAAAVM/pIEM4A3RvWI/s1600/coisas.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-vc3H5fnzFgk/TLS5suat5vI/AAAAAAAAAVM/pIEM4A3RvWI/s1600/coisas.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Aaaaaaaaaaeeeeeeeeewwwwwww cambaaaaaaaaaaadddaaaaaaaa!!!!!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Então, já é sabado, ligeiramente tarde e, para manter um bom e velho costume daqui do blog, não faço ideia alguma do que escrever... até que fazia tempo que não tinha uma dessas &quot;panes&quot; por aqui... aliás, mantendo um &quot;novo&quot; costume, não há nenhum recado à ser dado além do (quase) padrão &quot;mudanças em breve&quot;. Estamos em março já, então creio que até junho tudo estará pronto, tanto na parte do &quot;conteúdo&quot; quanto na parte visual.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
...&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
E, depois de um bom tempo, eis que finalmente tenho uma ideia, então, sem mais nada à dizer, ao post!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Simbora!!!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Seus pais tinham razão&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-pNCDhVGmVWw/T1vdK-3cepI/AAAAAAAABWk/Uu_JP-B4m94/s1600/e717c4195f251d118c18f5d20bad6e82ab4e7263.jpeg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-pNCDhVGmVWw/T1vdK-3cepI/AAAAAAAABWk/Uu_JP-B4m94/s1600/e717c4195f251d118c18f5d20bad6e82ab4e7263.jpeg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Por uma ironia do destino (ou sacanagem divina), o ser humano só começa à ficar inteligente de verdade quando adulto: quando criança, manja da vida, mas não adianta porra alguma já que você é, obviamente, criança, e na adolescência você acha que manja pra caralho sobre a vida, o universo e tudo mais, mas na real você é um merda. Acontece que chega um ponto, em que você deve decidir entre permanecer um completo idiota (o que é mais fácil e divertido) ou ganhar um pouco de conhecimento, e é aí que seus pais te olharão com uma cara absurdamente odiosa:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-vzEnV1NNz_Y/T1veoDUbWmI/AAAAAAAABWs/vDB0VTDstZ4/s1600/hillary-rodham-clinton.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-vzEnV1NNz_Y/T1veoDUbWmI/AAAAAAAABWs/vDB0VTDstZ4/s1600/hillary-rodham-clinton.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
E você terá de abrir mão, incondicionalmente, de toda a sua dignidade, e concordar que eles estavam certos. Certos sobre praticamente tudo, o que é ainda pior. E aí você começará à se dar conta de que seus velhos já sabiam do ponto da embreagem, da quantidade de açúcar da caipirinha, de como lidar com chefe mala e do Halls preto MUITO antes de você. E claro, perder o pouco de respeito próprio que você já tinha é um castigo leve, então, além de ter de adimitir tudo isso, ainda desencadeará um outro processo: a terrível consciência de que você é absurdamente menos burro agora do que era antes.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Quer uma máquina do tempo?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-Zck4tr_GVc4/T1vinOav2yI/AAAAAAAABW0/L2QZWIovC-k/s1600/Al_Bundy_Gun_To_Head.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-Zck4tr_GVc4/T1vinOav2yI/AAAAAAAABW0/L2QZWIovC-k/s1600/Al_Bundy_Gun_To_Head.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Uma coisa interessante sobre a Terra (e uma das mais importantes também) é que tudo está em constante evolução, e com os seres humanos é assim também... claro que normalmente fazemos questão de mudar para pior, mas isso é mais cultural que biológio. Mas enfim, se você parar para pensar em como era há alguns anos ou meses atrás, se dará conta de que você era absurdamente burro naquela época... aliás, não só burro, mas incompetente, estúpido, tapado e ignorante também: de forma bem simples, você cresceu, mesmo que só um pouco.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
O pequeno detalhe nisso tudo é que, com a consciência que você tem hoje, você nota a quantidade absurda de merdas que você fez, e que seriam facilmente evitadas caso você não fosse como era... não é uma questão de arrependimento (tenho que fazer um post sobre isso aliás), mas puramente sobre &quot;fazer diferente se acontecer hoje&quot;. O ponto é que, a menos que você seja realmente burro, você notará essa diferença, se amaldicoará por já naquela época não ser como é hoje, e se odiará. Simples assim: pessoas normais e conscientes se odeiam, elas não levantam às 4 da matina pra fazer 50 repetições de bíceps e dizem que o mundo é lindo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-gL_w5eJFyxI/T1vm9FdgttI/AAAAAAAABW8/MqPQo8_TeYY/s1600/167102_182811318419273_147063518660720_475421_4985500_n.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-gL_w5eJFyxI/T1vm9FdgttI/AAAAAAAABW8/MqPQo8_TeYY/s1600/167102_182811318419273_147063518660720_475421_4985500_n.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Uma pessoa normal e saudável.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Como já diziam os sábios, a ignorância é uma benção, mas feliz ou infelizmente o ser humano sempre teve o passatempo de querer saber tudo sobre tudo. Conseguimos robôs, engenharia genética e foguetes assim, mas tudo tem um preço, e botar os pés na Lua é um pouco caro: nos aprimoramos, tecnologica e pessoalmente, por milhares e milhares de anos, para então nos darmos conta de que tudo que sabemos já conhecimento popular há muito tempo... a pior coisa, é que depois de velhos notamos que quando nossos pais diziam &quot;você tem que aprender por si mesmo&quot; na verdade significava &quot;você tem que se foder bastante pra aprender&quot;, e nisso também eles estavam certos: você fará o mesmo com os seus filhos.&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Toda e qualquer brincadeira resulta em machucados&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-4lvmq25FdNU/T1vpi7G-BqI/AAAAAAAABXE/aCPNh6u5NL0/s1600/1280174391_106946522_1-Fotos-de--brinquedo-gira-gira-carrossel-p-10-lugares-1280174391.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-4lvmq25FdNU/T1vpi7G-BqI/AAAAAAAABXE/aCPNh6u5NL0/s1600/1280174391_106946522_1-Fotos-de--brinquedo-gira-gira-carrossel-p-10-lugares-1280174391.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Não importa o quão divertida, alegre, movimentada e engraçada, absolutamente tudo que consista em fazer mais que respirar lhe trará momentos de dor, e essa dor normalmente vem na forma de ralados, batidas, manchas, sangue e falta de pele, não necessariamente nessa ordem.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Um outro fator aqui é que boa parte das vezes, a culpa nem será sua... sim, você estava de ponta cabeça no tronco mais alto da árvore, mas sua inevitável queda não foi proposital. Além disso, há um pequeno fator, também importante nessa equação: o local. Aposto que nenhum de vocês (bem como eu) nunca tiveram uma grama como a da foto para amortecer tais eventualidades: cimento, terra, pedra, asfalto e areia são os meios mais prováveis, e claro, Murphy não erra.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Isso sem falar em brincadeiras &quot;localizadas&quot;, como as que acontecem em piscinas, parques, beliches, sofás e escadas, que contam com suas próprias regras e que além dos fatores listados acima, ainda adicionam a sensação de aventura, segurança e adrenalina, que são absolutamente perfeitas para impelirem uma visita ao pronto socorro mais próximo. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Cerveja é uma merda, mas você vai beber&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-_5orU6bDw4U/T1vsJQa3WQI/AAAAAAAABXM/FCcWUMBejAg/s1600/cerveja-crian%C3%A7a.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-_5orU6bDw4U/T1vsJQa3WQI/AAAAAAAABXM/FCcWUMBejAg/s1600/cerveja-crian%C3%A7a.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Eu tenho certeza que há uma explicação plausível para isso.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Ok, eu não bebo cerveja, mas esta é quase que uma constante. Crianças, de forma geral, não gostam de coisas que são ruins, e sejamos sinceros, cerveja é ruim. Sim, você se acostuma com ela até o ponto em que seu cérebro já finge automaticamente que você está tomando água, mas que aquela porcaria é ruim, isso é, e qualquer pessoa com um mínimo de discernimento sabe isso: crianças tem discernimento, os adultos é que o estragam.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Quando você era pequeno, normal e menos idiota você negaria cerveja (e vódca, uísque, caipirinha...), faria cara de nojo e iria beber Fanta Uva, e é nesse momento que seus avós, puxados pelo tio do pavê, soltarão a famosa frase &quot;quando você for mais velho, você vai gostar&quot;.&amp;nbsp; Bem, na gigantesca maioria dos casos, eles acertam, e aí está você agora: um cachaceiro, com barriga de chopp, que acha incrível beijar sua mulher cheirando à mijo... talvez eu seja o errado no fim das contas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Dar nó em gravata&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-Oavw5KmkZ94/T1v_wO-G5oI/AAAAAAAABXU/DQkOMZImMZk/s1600/Music_Avril_Lavigne_004712_.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;480&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-Oavw5KmkZ94/T1v_wO-G5oI/AAAAAAAABXU/DQkOMZImMZk/s640/Music_Avril_Lavigne_004712_.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Então crianças, este não é o jeito certo de usar isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É de conhecimento geral que pouquíssimos homens sabem dar nó em gravata. Claro, poderíamos usar aquelas com zíper, mas porra, isso é um total atestado de incompetência, além de que mulher nenhuma gosta desta merda. Tal inabilidade é resolvida portanto de dois modos diferentes: comprando uma gravata já com nó feito por um homem de abotoaduras ou proferindo algo na linha de &quot;mãe, dá o nó pra mim?&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tal situação só é válida até certo ponto da sua vida, ou seja, enquanto você ainda é um adolescente burro, e depois desse ponto ou você esquece as gravatas ou cria culhões e vai aprender a dar o nó por conta própria. Meus caros, mulheres notam gravatas com nós bem dados, então se deem este trabalho... você vai descobrir que há centenas de nós diferentes, mas isso não tira o seu mérito por saber fazer o mais simples deles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Você vai ficar doente&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-5ldhOMnut48/T1wX6yZiGLI/AAAAAAAABXs/_m59BY5R_Ok/s1600/304829-sick.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-5ldhOMnut48/T1wX6yZiGLI/AAAAAAAABXs/_m59BY5R_Ok/s1600/304829-sick.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Criança nenhuma tem saco para grandes cuidados de saúde, e parar a brincadeira toda para por blusa é algo que sequer passa pela cabeça e porra, seus amigos são mais divertidos que as advertências da sua mãe, e o apoio enfático da sua avó não ajuda em nada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pessoalmente, gripe é uma doença que me fode a vida, tanto porque me deixa pior que, sei lá, um tumor no baço, quanto porque ela é tão recorrente, que chega ao ponto de eu emendá-la por meses. É claro que isso não tem relação alguma com a minha constante negação de usar roupas de frio, tomar coisas geladas e muito menos com a janela aberta e o ventilador ligado, mas de fato é um absurdo que as pessoas levem tanto tempo para entenderem que você está se fodendo se vai passar a próxima semana espirrando, desde que ganhe o polícia e ladrão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Na dúvida, a culpa é de todo mundo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-wD1dnUvUr1o/T1wghjE0BQI/AAAAAAAABX0/i-pwuA17lSc/s1600/cefudel.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-wD1dnUvUr1o/T1wghjE0BQI/AAAAAAAABX0/i-pwuA17lSc/s1600/cefudel.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Qualquer um que já teve pais (ou tios, avós, enfim) sabe que, diferentemente dos malucos e de todo o resto do mundo, os &quot;responsáveis&quot; tem um sistema legal de julgamento, prisão e execução completamente fora dos padrões da realidade. Sabe-se lá caralhos porque, mas ninguém que tenha a tutela de uma criança tem discernimento entre &quot;vítima&quot; e &quot;culpado&quot;, o que significa que se um se fode, geral vai junto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É como se todo o universo conspirace, um grande complô, em que a pena mais alta é aplicada em todo mundo, para manter a igualdade da coisa... é algo na linha de &quot;vamos enforcar todos, não importa se um traiu a coroa e o outro comprou um vaso feio&quot;. E, como em toda ditadura, todo e qualquer &quot;porém&quot; será considerado como uma tentativa da motim, fuga e genocídio, sendo punida com castração... e ácido na cara, pra ter o pacote completo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ponto aqui é um só: a idiotice de, anos após ano, castigo (e tentativas de homicídio) após castigo e acusação atrás de acusação, finalmente nos damos conta de que lutar é inútil, e como ainda nos resta um pouco de amor próprio, só há uma opção óbvia: tocar o foda-se e nos juntarmos com os maus elementos... é a Resistência, meus caros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Relações carnais são divertidas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-_KgKtnvfY0U/T1wEKQDIX3I/AAAAAAAABXk/c8FMJiqMQpg/s1600/goldin_kiss.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-_KgKtnvfY0U/T1wEKQDIX3I/AAAAAAAABXk/c8FMJiqMQpg/s1600/goldin_kiss.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Toda criança normal tem um pequeno &quot;filtro&quot; que basicamente diz que o sexo oposto é digno de nojo e desprezo, e que portanto deve haver uma guerra enterna entre homens e mulheres, mantendo assim o equilíbrio da natureza, permitindo que garotos não sejam contaminados por frescuras e futilidades e garotas não sejam infectadas por idiotices e coisas nojentas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De certo modo, estávamos todos certos naquela época: homens são sim nojentos e idiotas e mulheres são fúteis e frescas, e as coisas seriam realmente muito mais fáceis se todos fossem iguais... mais chatas, é verdade, mas pensem na quantidade de pessoas concordando enfatica e violentamente sobre as mesmas coisas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enfim, a questão é que, nesta época dourada e maravilhosa, em que podíamos jogar minhocas nas pessoas sem grandes problemas, e que nossos deveres para com nossos iguais eram claros, se definem apenas por uma única reação. Tenho certeza absoluta que todos já a esboçamos, principalmente quando o inimigo secundário (os adultos traidores do movimento) decidiam que era hora de expor o terror à nossas pobres almas: o beijo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-KTn1w-mkLcI/T1wDF4QCdfI/AAAAAAAABXc/j7Fuvnib3CY/s1600/210895758_1687166064_1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-KTn1w-mkLcI/T1wDF4QCdfI/AAAAAAAABXc/j7Fuvnib3CY/s1600/210895758_1687166064_1.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Sim, meus caros, todos já passamos pela terrível situação de presenciar um aliado macomunando com o time oposto. Nós, completamente desconcertados e enojados tínhamos não só de presenciar tal ato, como ainda ouvíamos a fatídica &quot;quando você for mais velho, você vai gostar&quot;, e alí, sem ação jurávamos que não iríamos para o lado do mal, lutando até o fim de nossas forças para combater o lado sombrio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Feliz ou infelizmente, estávamos errados: traímos o movimento, abandonamos as gerações mais novas, nos rendemos ao outro lado... O pior é que naquela onda do &quot;fazer diferente&quot;, entramos numa outra descoberta: se tivéssemos &quot;garantido o nosso&quot; desde aquele tempo, nenhum de nós estaria fazendo post num sábado... aliás, o post inteiro só existe por causa desse único detalhe: se todos nós garantíssemos o nosso desde pequeno, nenhum de nós (e digo homens e mulheres) estaria na merda... e tudo isso porque pais são preguiçosos demais pra fazer uma CPI.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Todo adolescente é idiota&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-Qya7fYPQf0o/T1wt1WlI8gI/AAAAAAAABX8/UE6sD2L-sEs/s1600/tumblr_m0ijy6NYih1qaqk75o1_250.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-Qya7fYPQf0o/T1wt1WlI8gI/AAAAAAAABX8/UE6sD2L-sEs/s1600/tumblr_m0ijy6NYih1qaqk75o1_250.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Sim, eu sei que parece óbvio, mas a questão é que naquela fase incrível que a infância, a adolescência é tipo bater no portão do inferno: são &quot;pessoas&quot; mais burras, chatas, cansativas e ignorantes que os adultos... é bem o que A Turma do Bairro mostra, só que sem tralhas legais. Quando se é adulto entretanto, a adolescência passa à ser aquela fase em que você fez tanta merda que poderia não ter feito, e ainda pior, nota o quão você estava certo quando era criança, que você passa a apoiar a teoria de que o ser humano na verdade é um queijo: primeiro é leite bom, depois colocam fungos, estraga e aí fica bom de novo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De verdade, pare e pense naqueles anos em que o mundo era seu fiel servo (apesar de todas as mulheres sexualmente ativas existentes discordarem veementemente disso) e que Avenged Sevenfold era uma banda boa e responda com total e completa sinceridade se você não era um completo imbecil. Claro, você ainda não tem ideia da extenção real disso (acredite, é bem pior do que você pensa), mas saber do fato em si já é um começo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Contas... muitas contas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-0sdHTUgIbpw/T1w9-DtGvtI/AAAAAAAABYE/9x6WGznjT7I/s1600/terry.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-0sdHTUgIbpw/T1w9-DtGvtI/AAAAAAAABYE/9x6WGznjT7I/s1600/terry.JPG&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Feliz ou infelizmente, vivemos num sistema capitalista, em que a parte legal se divide entre os que tem robôs de controle remoto que lutam e os que não tem, e como nada é de graça, o mundo acaba por se dividir entre os pivetes que tem pais ruins e ricos e os que tem pais pobres e bons... sem generalizações, obviamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando se é feliz e foda-se os chefes do seus pais, os mais variados pedidos acerca de brinquedos, roupas, computadores e demais tralhas povoam sua imaginação, alimentando o sonho de poder esfregá-los na cara dos seus amigos. Seus pais, se forem bons pais, lhe dirão que não podem (e não devem) dar tudo que você quer, te mandarão ir brincar e pronto. Aí você cresce, vira uma pessoa desprezível, pede a porra dum iPod e se esquece mundo, só voltando a encher o saco de papai e mamãe quando você quer mais alguma outra coisa cara e que provavelmente incluirá uma balada às 4 da matina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, você começa os seus pais, tanto pelo lado de não o mimarem feito um bicho de pelúcia cheio de merda, e pelo outro lado, puramente monetário, já que robôs lutadores são caros, você só vai brincar algumas vezes e depois voltará para a frente do computador, para baixar jogo pirata e reclamar que você ganhou uma Epiphone e não uma Gibson... quem disse que filhos não fazem pequenos atos de bondade por seus pais...?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Você vai ficar mais tolerante&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-On-FgQ6c5e8/T1zKIsnqDPI/AAAAAAAABYU/KGBW1n14q7c/s1600/tolerance.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-On-FgQ6c5e8/T1zKIsnqDPI/AAAAAAAABYU/KGBW1n14q7c/s1600/tolerance.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Durante a adolescência, uma das coisas que se perde, é a tolerância, e isso tem uma explicação muito lógica: este mundo de merda inteiro não faz porra alguma do jeito certo. Mesmo quando a coisa está indo para o lado certo, sempre haverá alguém (lê-se &quot;pais e irmãos mais novos&quot;) para foder com o esquema todo, o que, obviamente, gerará uma pequena argumentação, na qual você defenderá que ovos na verdade são répteis aquáticos de Marte e seus pais dirão que você é um chato do caralho. Portanto, dirão outra frase muito conhecida: &quot;quando você for mais velho, vai entender&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na realidade, nem é uma questão de entender e não entender, mas sim que, depois de anos e anos insistindo para que as coisas sejam feitas do jeito certo, você simplesmente desiste, e resolve deixar a humanidade se foder com seus próprios erros. Ou seja, não é sua tolerância que aumenta, mas sim seu saco (com trocadilho) para aturar a quantidade de merdas que as pessoas fazem. Finalmente, você ficará velho, e desistirá também de reclamar, já que essas crianças de hoje em dia não só não sabem porra nenhuma, como também não escutam o que os mais velhos tem à dizer.&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Você realmente tinha mau gosto&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-6pObIF9zm-4/T1zODfmpvuI/AAAAAAAABYc/M4tzJxbfmVw/s1600/cow_chicken.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-6pObIF9zm-4/T1zODfmpvuI/AAAAAAAABYc/M4tzJxbfmVw/s1600/cow_chicken.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Um dos maiores erros que você pode cometer, é rever coisas que não via faz tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bom gosto não é algo congênito, você deve, no decorrer de toda sua vida, passar por experiências, que então acabarão por formar sua &quot;palheta de gosto&quot;, e como todos sabemos, a gigantesca maioria das pessoas tem um gosto de merda. A questão é que, por mais bem criado que você seja, sempre demora um tempo mínimo para você criar sua base, o que significa que por muito tempo da sua vida, você gostará de um monte de coisas que são absurdamente ruins.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa coisa toda de bons gosto é puramente baseada em parâmetros, mas mesmo que você já entenda a parte técnica aos 5 (o que ligeiramente improvável), mas há a questão da comparação: apenas comparando coisas boas e ruins é que se pode chegar à uma conclusão, e quando criança você não tem capacidada e sequer teve tempo o suficiente para fazer toda essa análise. Porém, isso ainda não é desculpa para assistir coisas estúpidas e idiotas ao extremo, afinal, você é inocente, não retardado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Foi foda, mas de novo nem fodendo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-qKeAilZk7t0/T1zeSPWAdbI/AAAAAAAABYs/y6SoK3-X98E/s1600/Teletubbies-Again-Again%21-%28DVD%29.jpg&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-qKeAilZk7t0/T1zeSPWAdbI/AAAAAAAABYs/y6SoK3-X98E/s1600/Teletubbies-Again-Again%21-%28DVD%29.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Ora, quem diria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como falei alí em cima, depois de velho você se dá conta das 
merdas que fez, e verá que elas poderiam ter sido bem diferentes. A 
questão é que a gigantesca maioria deles foi incrivelmente foda, seja 
porque renderam anos de piadas entre amigos, seja porque você sabe o 
nome de todos os policiais da 26ª DP. Veja bem, essas coisas te levaram 
ao que você é hoje: você provavelmente não saberia nem metade do que 
sabe se não fosse por elas, logo, mudá-las mudaria o presente... enfim, 
aquela coisa de viagem no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não significa que você as repetiria iguais, se acontecessem de 
novo hoje, mas esse é justamente o ponto: além de nada acontecer duas 
vezes do mesmo jeito, você só sabe o certo a fazer agora porque já fez o
 errado antes. Sim, foi divertido, rendeu boas histórias, talvez até 
tenha te tornado uma pessoa melhor, mas fazer de novo igual é burrice, e
 ainda pior é insistir nessa burrice. Porra, você ainda tem muitas 
merdas pra fazer na vida, não precisa ficar repetindo as mesmas de 
sempre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Sua mãe realmente te acha bonito&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-s-ZJrgPrHG0/T1zaZFwGTrI/AAAAAAAABYk/HqERocc_r4U/s1600/aviator.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-s-ZJrgPrHG0/T1zaZFwGTrI/AAAAAAAABYk/HqERocc_r4U/s1600/aviator.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Pais mentem sobre uma infinidade de coisas, e não só quando você é criança, mas uma das (raras) coisas em que eles não mentem é quando dizem que você é bonito. Entendenda, beleza é um troço relativo, e como todos sabemos, dependem de parâmetros pessoais, o que significa que há alguém no mundo suficientemente idiota para te achar um presente da natureza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que rola com os pais, é que eles se deram ao trabalho de ter (e criar) você. Pense só, eles fizeram coisas não religiosas, sua mãe te aguentou por nove meses, dando enjoos, cólicas e todo o resto, te deram banho, te vestiram, passaram noites acordados, trocaram fraldas... enfim, eles chegaram à beira do sacrifício por você, então é completamente natural que eles fiquem orgulhosos do que fizeram, logo, acharão você uma boa pessoa, fofinho, alegre e tudo mais. Isso não quer dizer que eles não tenham consciência que TODO O RESTO DO MUNDO te acha feito feito o cão, mas para aqueles dois masoquistas, você é bonito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Você vai fazer igual&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-mkiRTJjpqWg/T1zlQ-TsQvI/AAAAAAAABY0/lVffd3R4o6U/s1600/pes-de-pai-e-filho.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-mkiRTJjpqWg/T1zlQ-TsQvI/AAAAAAAABY0/lVffd3R4o6U/s1600/pes-de-pai-e-filho.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Já falei disso no &lt;a href=&quot;http://www.aquelaein.com.br/2011/05/top-x-erros-que-pais-cometem-ao-criar.html&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;outro post&lt;/a&gt;, mas o ponto aqui é diferente: somos todos, naturalmente, teimosos. Uns mais, outros menos, mas o que importa é que o ser humano só aprende de uma única forma, que é, obviamente, vivendo, e isso inclui a parte boa e ruim, e seu dever, como pai é falar o &quot;certo&quot;, dizer que ele vai ver que esteve errado, e depois, quando ele tomar essa consciência, esfregar na cara dele tudo que é idiotice sobre a qual você tentou previni-lo, mas ele sumariamente ignorou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faz parte da vida deixar com que as pessoas aprendam por si mesmas, um empurrão, uma dica, tá valendo, mas usando aquela horrível metáfora sobre ensinar à pescar, você não pode jogar a vara do seu filho no lago para ensiná-lo à nadar, você deve pegar o peixe, mostrar que ele respira debaixo d&#39;água e deixar seu filho se jogar e quase morrer, para só então colocar aquelas bóias laranjas nos braços do pivete... fazer o que? É assim que as coisas são.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Minha conclusão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Das várias formas de aprendizado pelas quais o ser humano passa, a experiência é a mais efetiva, afinal, aconteceu com você, você teve de lidar com isso pessoalmente. Os pais, até certo ponto da vida, são aqueles que devem deixá-lo se virar e aceitar sua total falta de consideração para com eles, principalmente no que toca a questão de &quot;faz assim que é melhor&quot;. Sim, é idiota, estúpido e bem mais difícil, mas como todos sabemos, se algo é muito fácil, não tem aquela sensação de dever cumprido, de realização e muito menos de ter aprendido alguma coisa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos em média uns 90 anos para aprender sobre a vida, e na realidade, é tempo mais que suficiente. Claro que sempre haverá mais coisas à serem descobertas e aprendidas, mas a base, o que realmente interessa, não é tão difícil assim: só leva tempo. Quando você é criança, e tem mais bom senso que todo o resto do mundo, seus padrões, sua opinião ainda não está formada, quando se é adolescente, sua opinião está formada sobre absolutamente tudo, mas claro, você está enormemente errado, e por fim, você chega ao ponto da virada, em que as coisas começam a fazer sentido, já que você tem sua opinião e não é mais tão retardado assim. É a partir desse ponto que a coisa começa de verdade, e aí por sua própria conta, seus pais só podem apontar e rir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, quando você chegar no ponto em que seus pais já estiveram, e tiver de falar para seu filho que ele está errado e vai tomar no cu por isso, tudo que você pode fazer é ficar com a conciência tranquila, afinal, você o avisou, esperar a merda acontecer e depois levá-lo ao hospital. Sim, ser pai (ou mãe... ou os dois) é uma tarefa ingrata pra caralho, e seus filhos não ajudarão nem um pouco nisso (aliás, só piorarão as coisas), mas dalí alguns anos, quando ele estiver onde você já esteve, você vai finalmente poder descontar por todos os anos de trabalho árduo... e vai aprender que vovô e vovó são bem mais fodas do que você sempre pensou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
See ya!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://aquelaein.blogspot.com/2012/03/coisas-que-deveriamos-aprender-mais.html</link><author>noreply@blogger.com (Eu!)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-vc3H5fnzFgk/TLS5suat5vI/AAAAAAAAAVM/pIEM4A3RvWI/s72-c/coisas.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>