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	<title>Aquele blog de SOA</title>
	
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	<description>SOA? Veja bem...</description>
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		<title>Avaliação do atual nível de maturidade.</title>
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		<pubDate>Sun, 06 May 2012 22:09:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roger A. Pinto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Uma longa caminhada começa com o primeiro passo”, esta frase de Lao-Tsé nos é inspiradora, mas acredito que para dar este primeiro passo ele já deveria ter a visão para onde esta caminhada o levaria. Pensando nisto esta figura, que segue, do processo de melhoria continuada que encontramos na ITIL é um tanto quanto esclarecedora. &#160; Apesar [...]
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Uma longa <em>caminhada começa</em> com o primeiro passo”, esta frase de Lao-Tsé nos é inspiradora, mas acredito que para dar este primeiro passo ele já deveria ter a visão para onde esta caminhada o levaria.</p>
<p>Pensando nisto esta figura, que segue, do processo de melhoria continuada que encontramos na ITIL é um tanto quanto esclarecedora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2012/05/avaliacao-do-atual-nivel-de-maturidade/itil-avaliacao01/" rel="attachment wp-att-1268"><img class="aligncenter  wp-image-1268" src="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/wp-content/uploads/2012/05/ITIL-Avaliacao01.png" alt="" width="458" height="270" /></a></p>
<p>Apesar de parecer tão claro que devemos saber qual a nossa meta e onde estamos, muitas vezes nos pegamos saindo correndo por aí sem olharmos com atenção qual é o nosso ponto de partida. Isso pode ser até mesmo desastroso porque se percebemos, no meio do caminho, que tomamos a direção errada talvez já seja tarde a correção dessa rota.</p>
<p>Logo que tive contato com o OSIMM fiz alguns exercícios, no caso fiz uma avaliação rápida de uma empresa que trabalhei e que na época não conhecia este padrão ainda. Neste exercício de 20 minutos eu acreditava que o nível de maturidade de todas as dimensões iria ser nível 1. Para 3 dimensões o nível era realmente 1 mas, para minha surpresa, em duas classifiquei como nível 2 e em uma outra dimensão chegou até nível 3. Moral da história: nem sempre estamos tão certos assim do nosso ponto de partida.</p>
<p>Aí que gostaria de chamar a atenção da importância do Assessment para descobrirmos se estamos num estágio inicial ou, talvez para a surpresa de alguns, não tão inicial assim. Lendo livros sobre governança SOA os autores* falam sempre da necessidade do assessment, segue alguns motivos para fazermos o assessment:</p>
<ul>
<li>Para determinarmos a melhor maneira de introduzir os novos preceitos, processos e políticas;</li>
<li>Para entendermos o estilo e cultura organizacional da organização, já que não existe um padrão de abordagem da governança;</li>
<li>Identificar as áreas de necessitam de prioridade no seu desenvolvimento;</li>
<li>Ajudar no alinhamento com o roadmap;</li>
</ul>
<p>Existem níveis de maturidade e assessment como o COBIT, CMMI e no caso específico de SOA estamos falando do OSIMM, que nos ajuda a efetuar esta avaliação.</p>
<p>*REFERÊNCIAS:</p>
<p>ERL, Thomas et al. <strong>SOA Governance</strong>: Governing shared services on-premise and in the cloud. New Jersey: Prentice Hall, 2011.</p>
<p>BROWN, William A. et al. <strong>SOA Governance</strong>: Achieving and sustaining business and IT agility. New Jersey: IBM Press, 2009.</p>
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		<item>
		<title>The Open Group Brasil – Sao Paulo, May 24, 2012</title>
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		<comments>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2012/05/the-open-group-brasil-sao-paulo-may-24-2012/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 May 2012 14:44:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luis.moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Métricas]]></category>

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		<description><![CDATA[Bom dia pessoal!  As inscrições para o Open Group Brasil Conference estão abertas, evento com assuntos bem interessante, vale a pena! Confiram:      http://www3.opengroup.org/brasil2012 Abs! Related posts: Avaliação do atual nível de maturidade.
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom dia pessoal!</p>
<p><a href="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2012/05/the-open-group-brasil-sao-paulo-may-24-2012/opengroup-4/" rel="attachment wp-att-1264"><img class="alignleft  wp-image-1264" src="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/wp-content/uploads/2012/05/opengroup-150x72.png" alt="" width="90" height="43" /></a> As inscrições para o Open Group Brasil Conference estão abertas, evento com assuntos bem interessante, vale a pena! Confiram:      <a href="http://www3.opengroup.org/brasil2012">http://www3.opengroup.org/brasil2012</a></p>
<p>Abs!</p>
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</ol></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AqueleBlogDeSoa/~4/VdG9WPYIXwM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Aplicação de Metodologia Ágil em Consultorias SOA</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/AqueleBlogDeSoa/~3/TyZmTTjr3NU/</link>
		<comments>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/08/aplicacao-de-metodologia-agil-em-consultorias-soa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 16:21:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gibson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Metodologias]]></category>
		<category><![CDATA[Agile]]></category>
		<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[scrum]]></category>

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		<description><![CDATA[Na maioria das vezes, as consultorias SOA adotam processo convencionais para a entrega de resultados aos seus clientes.  Neste processo, todos os artefatos que serão gerados ao longo do projeto, sejam definições tais como: guias, padrões, ferramentas, práticas e templates, ou conteúdo de um projeto piloto como: contratos de serviços, especificações de integração e arquitetura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na maioria das vezes, as consultorias SOA adotam processo convencionais para a entrega de resultados aos seus clientes.  Neste processo, todos os artefatos que serão gerados ao longo do projeto, sejam definições tais como: guias, padrões, ferramentas, práticas e templates, ou conteúdo de um projeto piloto como: contratos de serviços, especificações de integração e arquitetura do projeto, são todos definidos no início do projeto de consultoria.</p>
<p>Além do fato de, nos processos convencionais, todos os artefatos serem entregues somente no final do projeto, normalmente, os guias gerados são extensos demais, ocasionando outro grande problema que é a dificuldade na absorção do conteúdo gerado.</p>
<p>Somando-se os dois problemas, temos um processo longo que demora no mínimo seis meses para começar a entregar resultados e, quando esses são entregues, são de difícil compreensão e acabam não agregando tanto quanto poderiam agregar.</p>
<p>Para tentar minimizar este problema, a adoção de práticas de metodologias ágeis, tais como o Scrum, tem sido uma alternativa na agregação de resultados para o cliente. Um grande diferencial deste tipo de metodologia é a definição de espaços menores de tempo (S<em>prints)</em>, que variam entre duas a quatro semanas, onde são definidas quais atividades/entregáveis devem ser realizados e, ao término deste período, os resultados são apresentados, revisados e um novo <em>Sprint</em> é planejado e tudo começa outra vez.</p>
<p>O Scrum define alguns papéis: <em>Product Owner</em>, <em>Scrum Master </em>e <em>Time Scrum.</em> Geralmente um projeto de consultoria SOA conta com apenas um consultor e a equipe envolvida do cliente. O consultor exerce papel de Scrum Master e Time Scrum, pois é o principal gerador de conteúdos além se preocupar com as atividades do backlog que estão com problemas (<em>blocks</em>). O ponto focal do cliente atua como Time Scrum pois, além de revisar os artefatos gerados, algumas atividades, principalmente durante o piloto, são endereçadas a ele, e também tem o papel de Product Owner, afinal, é ele quem prioriza o backlog. Os ritos – Sprint Planning, Spring Review e Daily Meeting – e ferramentas – ProductBacklog, SprintBacklog – são utilizados para contemplar a metodologia.</p>
<p>Esta abordagem, considerada uma abordagem leve, tem se mostrado muito eficiente, pois o cliente não precisa ficar esperando o término do projeto para ver os resultados.  Os guias criados, como são revisados no final de cada Sprint, tendem a ser menores e mais focados no objetivo real do guia. Além disso, um dos pontos mais importantes, todos os guias e definições são validados em um projeto real, um piloto que garante que todas as definições serão aplicadas e validadas de acordo com a necessidade real da corporação.</p>
<p>O Scrum, na maioria das vezes, é recomendado para projetos complexos onde as mudanças devem ser gerenciadas e priorizadas constantemente. Pode até ser que esta não seja uma característica dos projetos de consultoria SOA, no entanto, em meu último projeto de consultoria, adotamos um processo de gestão ágil que trouxe grandes ganhos, pois nosso <em>Backlog</em> de execução se moldou de acordo com as demandas imediatas e, às vezes, inesperadas de governança SOA do cliente. Graças à utilização de <em>Sprints </em>curtos (duas semanas) e da flexibilização do <em>Backlog</em>, conseguimos atender todas as demandas do cliente.</p>
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		<title>O Modelo Canônico em uma abordagem SOA</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/AqueleBlogDeSoa/~3/_OrIDgJs-YM/</link>
		<comments>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/07/o-modelo-canonico-em-uma-abordagem-soa/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 20:08:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Varanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[Reúso]]></category>
		<category><![CDATA[SOA]]></category>
		<category><![CDATA[Web Services]]></category>

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		<description><![CDATA[O modelo canônico é um facilitador para troca de dados entre serviços. Assim como o ESB (Enterprise Service Bus) atua como um mediador, permitindo que web services conversem uns com os outros sem a necessidade de criar um relacionamento ponto-a-ponto específico para cada um deles, um modelo canônico permite que sejam definidos esquemas para as [...]
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O modelo canônico é um <strong>facilitador para troca de dados entre serviços</strong>.</p>
<p>Assim como o ESB (Enterprise Service Bus) atua como um mediador, permitindo que web services conversem uns com os outros sem a necessidade de criar um relacionamento ponto-a-ponto específico para cada um deles, um modelo canônico permite que sejam definidos esquemas para as entidades de uma organização (ex. <em>Cliente</em>, <em>Produto</em>, <em>Fatura</em>, etc..), desta forma, todos serviços fazem uso desse mesmo modelo de dados canônico, <strong>reduzindo o número de transações, o custo de infraestrutura e o custo de implementação</strong> e garantindo uma maior <strong>padronização</strong> como consequência do <strong>aumento do reúso</strong><strong>.</strong></p>
<p>Definir as entidades separadamente para cada serviço implica em um contrato de serviço (WSDL) totalmente customizado para cada serviço. Isto pode significar muita redundância, também conhecido como desnormalização de esquema.</p>
<p>Qualquer serviço que necessite fazer troca de dados pode traduzir sua versão de dados local para versão canônica.</p>
<p>Considere que uma empresa adquiriu outra empresa. Ambas as empresas possuem a entidade <em>Funcionário</em>. No entanto, o esquema de ambas as entidades são diferentes. Utilizando o modelo de dados canônico, basta que os dois serviços mapeiem seus dados para o modelo canônico, eles não precisam mapear de um para o outro ou serem individualmente reescritos.</p>
<p>A transformação de dados local para o modelo canônico ocorre mais frequentemente de três formas:</p>
<ul>
<li>O <em><strong>Consumidor 1</strong></em> chama o <em><strong>Serviço A</strong></em>. Ambos utilizam o modelo canônico, nenhuma transformação é necessária, <strong>sendo esta implementação a ideal</strong>;</li>
<li>O <em><strong>Consumidor 2</strong></em> chama o <em><strong>Serviço B</strong></em>. A transformação para o modelo canônico ocorre dentro do barramento;</li>
<li>O <em><strong>Consumidor 3</strong></em> chama o <strong><em>Serviço C</em></strong>. Um adaptador transforma a mensagem do modelo local do serviço para o modelo canônico.</li>
</ul>
<p>O modelo canônico existe para definir conceitos e agem como mediadores ideais.</p>
<p>O modelo canônico deve ser mantido de forma flexível e geral, dado que eles irão potencialmente absorver uma variedade de definições de entidades.</p>
<p>A evolução do modelo canônico implica na evolução do contrato do serviço (WSDL), já que o esquema faz parte do contrato do serviço (WSDL), sendo assim, será necessário re-gerar código do serviço.</p>
<p>A evolução do modelo canônico deve ocorrer através da governança SOA. Os esquemas podem ser versionados. Indicando explicitamente a versão do esquema no namespace, têm-se a liberdade para mudar apenas os serviços necessários no momento, sem a necessidade de alterar todos os serviços de uma só vez. Os demais serviços podem ser alterados ao longo do tempo, mas o ideal é que essa atualização não demore a ser feita. Ter muitas versões de esquema canônico em uso, pode levar a não se ter mais o esquema canônico. As atividades de governança para este processo devem estar bem definidas.</p>
<p>Abraço,<br />
Daniel Varanda</p>
<div id="attachment_1213" class="wp-caption aligncenter" style="width: 526px"><img class="size-full wp-image-1213" src="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/wp-content/uploads/2011/07/modelo_canonico.png" alt="Representação do Modelo Canônico em uma abordagem SOA" width="516" height="644" /><p class="wp-caption-text">Representação do Modelo Canônico em uma abordagem SOA</p></div>
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</ol></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AqueleBlogDeSoa/~4/_OrIDgJs-YM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O lado técnico da aquisição de um ESB</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/AqueleBlogDeSoa/~3/B4eDsLcxa3o/</link>
		<comments>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/07/o-lado-tecnico-da-aquisicao-de-um-esb/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 11:37:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Rosato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produtos]]></category>
		<category><![CDATA[SOA]]></category>

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		<description><![CDATA[A aquisição de um ESB (Enterprise Service Bus) para compor o barramento de serviços de uma empresa é sempre um processo complexo. Se bem estruturado, o processo pode prever uma RFI e/ou PoC. E na avaliação geral é comum considerar: obviamente critérios técnicos, preço, suporte e também as características do fornecedor. E se a sua [...]
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A aquisição de um ESB (Enterprise Service Bus) para compor o barramento de serviços de uma empresa é sempre um processo complexo. Se bem estruturado, o processo pode prever uma RFI e/ou PoC. E na avaliação geral é comum considerar: obviamente critérios técnicos, preço, suporte e também as características do fornecedor.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">E se a sua preocupação está do lado técnico, segue abaixo uma lista de categorias de critérios que são importantes observamos em um ESB:</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">•<span style="white-space: pre;"> </span>Conectividade</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">•<span style="white-space: pre;"> </span>Linguagens</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">•<span style="white-space: pre;"> </span>Containers</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">•<span style="white-space: pre;"> </span>Mapeamento e Transformação</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">•<span style="white-space: pre;"> </span>Invocação</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">•<span style="white-space: pre;"> </span>Roteamento de Mensagens</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">•<span style="white-space: pre;"> </span>Processo ou Composição de Aplicação</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">•<span style="white-space: pre;"> </span>Formato de dados</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">•<span style="white-space: pre;"> </span>Depuração</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">•<span style="white-space: pre;"> </span>Logging, Trilha de Auditoria e Transaction Tracking</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">•<span style="white-space: pre;"> </span>Armazenamento</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">•<span style="white-space: pre;"> </span>Deployment</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">•<span style="white-space: pre;"> </span>Performance e Escalabilidade</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">•<span style="white-space: pre;"> </span>Segurança e Transação</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">•<span style="white-space: pre;"> </span>Testes, Operação e Monitoramento</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">•<span style="white-space: pre;"> </span>Ferramenta de Desenvolvimento e Gerenciamento</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">•<span style="white-space: pre;"> </span>Suporte e Integração a Outras Tecnologias</div>
<p>A aquisição de um <strong>ESB</strong> (<em>Enterprise Service Bus</em>) para compor o barramento de serviços de uma empresa é sempre um processo complexo. Se bem estruturado, o processo pode prever uma <strong>RFI </strong>e/ou <strong>PoC</strong>, além de outras RF&#8217;s.</p>
<p>E se a sua preocupação dentro desse processo está do lado técnico, segue abaixo uma lista de categorias de itens técnicos que são importantes observarmos em um <strong>ESB</strong>:</p>
<ul>
<li>Conectividade</li>
<li>Linguagens</li>
<li>Containers</li>
<li>Mapeamento e Transformação</li>
<li>Invocação</li>
<li>Roteamento de Mensagens</li>
<li>Processo ou Composição de Aplicação</li>
<li>Formato de dados</li>
<li>Depuração</li>
<li>Logging, Trilha de Auditoria e Transaction Tracking</li>
<li>Armazenamento</li>
<li>Deployment</li>
<li>Performance e Escalabilidade</li>
<li>Segurança e Transação</li>
<li>Testes, Operação e Monitoramento</li>
<li>Ferramenta de Desenvolvimento e Gerenciamento</li>
<li>Suporte e Integração a Outras Tecnologias</li>
</ul>
<p>[]&#8216;s</p>
<p>Fábio Rosato</p>
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</ol></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AqueleBlogDeSoa/~4/B4eDsLcxa3o" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Avaliando a maturidade em SOA</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/AqueleBlogDeSoa/~3/RfSt4EA-vPU/</link>
		<comments>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/06/avaliando-a-maturidade-em-soa/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 13:05:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kleberbacili</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação]]></category>
		<category><![CDATA[maturidade]]></category>
		<category><![CDATA[roadmap]]></category>
		<category><![CDATA[SOA]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoal, Fiz um porto no Blog IT Web SOA sobre como avaliar a maturidade em SOA. Vocês podem acessar o texto original em: http://www.itweb.com.br/blogs/blog.asp?cod=167 Abraço, Kleber Related posts: Avaliação do atual nível de maturidade.
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal,</p>
<p>Fiz um porto no Blog IT Web SOA sobre como avaliar a maturidade em SOA.</p>
<p>Vocês podem acessar o texto original em: http://www.itweb.com.br/blogs/blog.asp?cod=167</p>
<p>Abraço,<br />
Kleber</p>
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</ol></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AqueleBlogDeSoa/~4/RfSt4EA-vPU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Oportunidade para especialista SOA</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/AqueleBlogDeSoa/~3/Fd7gkwkHoRc/</link>
		<comments>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/05/oportunidade-para-especialista-soa/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 May 2011 12:19:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcilio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoal, aproveitando o blog para uma notícia de utilidade pública. A Sensedia, empresa especializada em soluções de Governança SOA, está com vagas em aberto para Consultor arquiteto SOA. Se você já trabalha ou pretende trabalhar em projetos focados em definições de Governança SOA e boas práticas relacionadas a arquitetura de serviços, vale a pena entrar [...]
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal, aproveitando o blog para uma notícia de utilidade pública.</p>
<p>A <a href="http://www.sensedia.com/br/" target="_self">Sensedia</a>, empresa especializada em soluções de Governança SOA, está com vagas em aberto para Consultor arquiteto SOA.</p>
<p>Se você já trabalha ou pretende trabalhar em projetos focados em definições de <strong>Governança SOA</strong> e boas práticas relacionadas a <strong>arquitetura de serviços</strong>, vale a pena entrar em contato. A Sensedia possui um time de consultoria especializado, e  possui modelos interessantes aplicados à Operação SOA e implantação de <em>Governance as a Service, </em>com de<em> </em><strong>repositório</strong> e <strong>barramento de serviços</strong>.</p>
<p>Você pode enviar seu CV pelo <a href="http://www.sensedia.com/br/enviar-cv" target="_self">site da empresa</a>, ou enviem para rh@sensedia.com.</p>
<p>Dada a notícia!</p>
<p>abraços,<br />
Marcílio &#8211; <a href="http://twitter.com/marcilioso" target="_self"><em>@marcilioso</em></a></p>
<div class="img alignnone size-full wp-image-1192" style="width:480px;">
	<img src="http://www.aqueleblogdesoa.com.br/wp-content/uploads/2011/05/soa6.jpg" alt="A gente pode fazer melhor do que isso!" width="480" height="343" />
	<div>A gente pode fazer melhor do que isso!</div>
</div>
<p>&#8211;</p>
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</ol></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AqueleBlogDeSoa/~4/Fd7gkwkHoRc" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O papel dos Repositórios SOA</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/AqueleBlogDeSoa/~3/urGrQXdxVIE/</link>
		<comments>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/03/o-papel-dos-repositorios-soa/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Mar 2011 18:01:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kleberbacili</dc:creator>
				<category><![CDATA[Métricas]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Repositório]]></category>
		<category><![CDATA[SOA]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoal, Fiz um post no blog da IT Web sobre SOA falando sobre o papel dos Repositórios SOA. Caso se interessem: http://www.itweb.com.br/blogs/blog.asp?cod=167 Abraço, Kleber Related posts: Avaliando a maturidade em SOA
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal,</p>
<p>Fiz um post no blog da IT Web sobre SOA falando sobre o papel dos Repositórios SOA.</p>
<p>Caso se interessem: <a href="http://www.itweb.com.br/blogs/blog.asp?cod=167" target="_blank">http://www.itweb.com.br/blogs/blog.asp?cod=167</a></p>
<p>Abraço,<br />
Kleber</p>
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</ol></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AqueleBlogDeSoa/~4/urGrQXdxVIE" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/03/o-papel-dos-repositorios-soa/feed/</wfw:commentRss>
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		<item>
		<title>Imersão em SOA: a prática descomplica a teoria</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/AqueleBlogDeSoa/~3/BaS7QHFhKyk/</link>
		<comments>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/01/imersao-em-soa-a-pratica-descomplica-a-teoria/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 14:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcilio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Métricas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.aqueleblogdesoa.com.br/?p=1180</guid>
		<description><![CDATA[Toda mudança gera desconforto, mesmo quando é para melhor. Um dos grandes desafios que as empresas enfrentam na adoção de SOA não está relacionado a barramentos de integração, repositórios de serviços, ou tecnologias de web services, XML ou WSDL. Muitas empresas já investiram em ferramentas e treinamentos técnicos para seus times e, não raro, o [...]
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Toda mudança gera desconforto, mesmo quando é para melhor. Um dos grandes desafios que as empresas enfrentam na adoção de SOA não está relacionado a barramentos de integração, repositórios de serviços, ou tecnologias de web services, XML ou WSDL.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Muitas empresas já investiram em ferramentas e treinamentos técnicos para seus times e, não raro, o resultado atingido por SOA dentro da empresa ainda não pode ser classificado como &#8220;um sucesso&#8221;.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O desafio em questão é conseguir aplicar, na prática, os métodos, ferramentas e conhecimentos técnicos muitas vezes já disponíveis na empresa.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Recentemente um de nossos clientes nos contatou com esse desafio: &#8220;Já fizemos investimentos em ferramentas, nossos processos já foram ajustados e as pessoas até já foram capacitadas em algumas das tecnologias relacionadas a SOA. Mas ainda vemos que há bastante espaço para avançar na aplicação de SOA nos projetos&#8221;, dizia o gestor de arquitetura da empresa, uma grande empresa no segmento de seguros.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O cliente trouxe também uma semente de idéia: que tal fazermos um treinamento diferente, que fosse prático, totalmente customizado para a nossa realidade usando as ferramentas e processos que já definimos, mas de forma vivencial e lúdica?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A partir dessa idéia inicial montamos em conjunto a proposta de um treinamento de Alto Impacto em SOA. Teríamos equipes de analistas, simularíamos uma competição entre eles. Usaríamos as ferramentas e processos já existentes na empresa, mas sobre uma temática diferente da usual. Levamos para uma outra sala os gerentes desses analistas para que, no final, pudessem presenciar os resultados obtidos pelos seus comandados.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Identificar e desenhar serviços, aplicar governança, promover o reuso e acompanhar o retorno do investimento, foram tarefas bravamente desempenhadas pelas equipes e o resultado final deixou a impressão que aplicar na prática o que foi visto em sala de aula seria bastante natural.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Agora é acompanhar como as equipes reagirão no dia-a-dia. Estaremos atentos.</div>
<address><em>por Kleber Bacili, Diretor de Tecnologia da Sensedia.</em></address>
<hr />&#8211;</p>
<p>Toda mudança gera desconforto, mesmo quando é para melhor. Um dos grandes desafios que as empresas enfrentam na adoção de SOA não está relacionado a barramentos de integração, repositórios de serviços, ou tecnologias de web services, XML ou WSDL.</p>
<p>Muitas empresas já investiram em ferramentas e treinamentos técnicos para seus times e, não raro, o resultado atingido por SOA dentro da empresa ainda não pode ser classificado como &#8220;um sucesso&#8221;.</p>
<p><span id="more-1180"></span></p>
<p>O desafio em questão é conseguir aplicar, na prática, os métodos, ferramentas e conhecimentos técnicos muitas vezes já disponíveis na empresa.</p>
<p>Recentemente um de nossos clientes nos contatou com esse desafio: &#8220;Já fizemos investimentos em ferramentas, nossos processos já foram ajustados e as pessoas até já foram capacitadas em algumas das tecnologias relacionadas a SOA. Mas ainda vemos que há bastante espaço para avançar na aplicação de SOA nos projetos&#8221;, dizia o gestor de arquitetura da empresa, uma grande empresa no segmento de seguros.</p>
<p>O cliente trouxe também uma semente de idéia: que tal fazermos um treinamento diferente, que fosse prático, totalmente customizado para a nossa realidade usando as ferramentas e processos que já definimos, mas de forma vivencial e lúdica?</p>
<p>A partir dessa idéia inicial montamos em conjunto a proposta de um treinamento de Alto Impacto em SOA. Teríamos equipes de analistas, simularíamos uma competição entre eles. Usaríamos as ferramentas e processos já existentes na empresa, mas sobre uma temática diferente da usual. Levamos para uma outra sala os gerentes desses analistas para que, no final, pudessem presenciar os resultados obtidos pelos seus comandados.</p>
<p>Identificar e desenhar serviços, aplicar governança, promover o reuso e acompanhar o retorno do investimento, foram tarefas bravamente desempenhadas pelas equipes e o resultado final deixou a impressão que aplicar na prática o que foi visto em sala de aula seria bastante natural.</p>
<p>Agora é acompanhar como as equipes reagirão no dia-a-dia. Estaremos atentos.</p>
<p>&#8212;-</p>
<p>Fonte: IT WEB - <a href="http://www.itweb.com.br/blogs/blog.asp?cod=167">http://www.itweb.com.br/blogs/blog.asp?cod=167</a></p>
<p>&#8211;</p>
<p>Related posts:<ol>
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</ol></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AqueleBlogDeSoa/~4/BaS7QHFhKyk" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/01/imersao-em-soa-a-pratica-descomplica-a-teoria/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/01/imersao-em-soa-a-pratica-descomplica-a-teoria/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Mapa de Integração</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/AqueleBlogDeSoa/~3/00Ldt5tKnfw/</link>
		<comments>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2010/11/mapa-de-integracao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 15:30:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kleberbacili</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[SOA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.aqueleblogdesoa.com.br/?p=1177</guid>
		<description><![CDATA[Pessoal, Vejam o artigo sobre Mapa de Integração que a ComputerWorld divulgou na quarta. Mapa de Integração: agilidade para tomada de decições em TI O ambiente de TI das médias e grandes empresas tem se tornado mais complexo. Pacotes adquiridos, normalmente com diversas customizações, sistemas desenvolvidos sob medida nas mais diversas linguagens de programação são [...]
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<li><a href='http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/07/o-lado-tecnico-da-aquisicao-de-um-esb/' rel='bookmark' title='O lado técnico da aquisição de um ESB'>O lado técnico da aquisição de um ESB</a></li>
<li><a href='http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/07/o-modelo-canonico-em-uma-abordagem-soa/' rel='bookmark' title='O Modelo Canônico em uma abordagem SOA'>O Modelo Canônico em uma abordagem SOA</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; padding: 0px;">Pessoal,</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; padding: 0px;">Vejam o artigo sobre Mapa de Integração que a ComputerWorld divulgou na quarta.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; padding: 0px;">Mapa de Integração: agilidade para tomada de decições em TI</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; padding: 0px;">O ambiente de TI das médias e grandes empresas tem se tornado mais complexo. Pacotes adquiridos, normalmente com diversas customizações, sistemas desenvolvidos sob medida nas mais diversas linguagens de programação são o pano de fundo da inflexibilidade de TI. Somem-se a isso todas as integrações ponto-a-ponto desenvolvidas para que os sistemas e processos de negócio sejam minimamente integrados e chegamos ao cenário no qual qualquer mudança pode gerar impactos inesperados.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; padding: 0px;">O artigo completo pode ser lido em: <a href="http://computerworld.uol.com.br/blog/opiniao/2010/11/17/mapa-de-integracao-agilidade-para-tomada-de-decisoes-de-ti/" target="_blank">http://computerworld.uol.com.br/blog/opiniao/2010/11/17/mapa-de-integracao-agilidade-para-tomada-de-decisoes-de-ti/</a></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; padding: 0px;"><em style="padding: 0px; margin: 0px;">Por Kleber Bacili, diretor de Tecnologia da Sensedia</em></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; padding: 0px;"><span style="padding: 0px; margin: 0px;">Abraço,<br />
Kleber</span><em style="padding: 0px; margin: 0px;"> </em></p>
<p>Related posts:<ol>
<li><a href='http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/06/avaliando-a-maturidade-em-soa/' rel='bookmark' title='Avaliando a maturidade em SOA'>Avaliando a maturidade em SOA</a></li>
<li><a href='http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/07/o-lado-tecnico-da-aquisicao-de-um-esb/' rel='bookmark' title='O lado técnico da aquisição de um ESB'>O lado técnico da aquisição de um ESB</a></li>
<li><a href='http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2011/07/o-modelo-canonico-em-uma-abordagem-soa/' rel='bookmark' title='O Modelo Canônico em uma abordagem SOA'>O Modelo Canônico em uma abordagem SOA</a></li>
</ol></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AqueleBlogDeSoa/~4/00Ldt5tKnfw" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2010/11/mapa-de-integracao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		<feedburner:origLink>http://www.aqueleblogdesoa.com.br/2010/11/mapa-de-integracao/</feedburner:origLink></item>
	</channel>
</rss>

