<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1446130880450948927</id><updated>2012-02-16T23:28:44.139-08:00</updated><title type='text'>ArquiBrito</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://arquibrito.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1446130880450948927/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquibrito.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Lourival Brito</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10314161178138381761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-VeKf9fQXirE/Tz20iCVZFuI/AAAAAAAAAFE/lkJqbWo4-yU/s220/DSC00016A.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1446130880450948927.post-3966570599740624613</id><published>2012-02-16T21:41:00.003-08:00</published><updated>2012-02-16T22:43:33.666-08:00</updated><title type='text'>Fichamento do texto</title><content type='html'>&lt;div class="grid_9 alpha"&gt;&lt;h1&gt;Em busca do tempo perdido&lt;/h1&gt;&lt;h2&gt;O Renascimento dos Centros Urbanos&lt;/h2&gt;&lt;h3 class="author"&gt;Vicente del Rio&lt;/h3&gt;&lt;div class="author" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="text" style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;A partir dos anos 90, e hoje já integrado ao paradigma do desenvolvimento sustentável, as grandes cidades passaram a buscar o renascimento dos centros urbanos, através da revitalização de suas áreas centrais através da reutilização dos patrimônios (físico, social e econômico) instalados e da sua melhor utilização possível, viabilizando o sistema econômico através das melhores respostas socioculturais.&lt;/span&gt; Os novos modelos urbanísticos de &lt;i&gt;revitalização urbana&lt;/i&gt; invertem a lógica modernista e seus modelos positivistas, onde a busca pelo ideal racional-tecnicista gerava a renovação urbana indiscriminada e construía ambientes simplórios, assépticos e desprovidos da riqueza socio-cultural típica dos centros urbanos tradicionais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="text" style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Integrador e abrangente, &lt;span style="color: red;"&gt;o modelo da revitalização distancia-se tanto dos projetos traumáticos de renovação quanto das atitudes exageradamente conservacionistas, mas incorpora e excede as práticas urbanísticas anteriores na busca pelo renascimento econômico, social e cultural das áreas centrais esvaziadas, decadentes e sub-utilizadas.&lt;/span&gt; Pressupõe-se agora um processo, onde ações conjuntas e integradas voltam-se para dar-lhes uma nova vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="text" style="color: red; font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Para tanto, através de um planejamento estratégico entre poder público (viabilizadores), poder privado (investidores) e comunidades (usuários), identifica-se planos e programas que maximizem e compatibilizem os esforços e investimentos, e norteia-se a implementação integrada de ações e projetos a curto, médio e longo prazos. Os resultados positivos, por sua vez, realimentam o processo atraindo novos investidores, novos moradores e novos consumidores, e gerando novos projetos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="text" style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Adotado em maior ou menor grau em diversas cidades no mundo inteiro, o movimento na direção deste novo modelo destacou-se a partir das experiências bem sucedidas de diversas cidades norte-americanas e européias&lt;/span&gt;, em particular das pioneiras Boston, Baltimore e São Francisco, nos EUA, e Londres e Glasgow, na Grã-Bretanha. No caso do Brasil, depois de uma experiência ainda em pequena escala no centro histórico de Curitiba, em meados dos anos 70, o modelo se consolidou com o sucesso do Projeto Corredor Cultural do Rio Janeiro, que hoje abrange mais de 3.500 imóveis e diversos centros culturais, e das mais recentes experiências no Pelourinho de Salvador e no centro de Recife.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="text" style="color: red; font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O estudo das experiências bem sucedidas aponta para cinco aspectos fundamentais dos projetos: a) complexos processos de planejamento, monitoramento, gestão e marketing, b)&lt;i&gt; &lt;span style="background-color: lime;"&gt;mix&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; estudado de diversos usos do solo, com a presença de &lt;span style="background-color: lime;"&gt;"âncoras"&lt;/span&gt; sólidas; c) respeito à memória coletiva e ao contexto pré-existente (físico-espacial e socio-cultural); d) atenção ao poder das imagens e da qualidade projetual; e) implantação através de processos colaborativos entre os grupos envolvidos (governo, comunidade e empresários).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="text" style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;É importante frisar que, em geral, &lt;span style="color: red;"&gt;a revitalização de áreas centrais depende da promoção de novas imagens para locais tidos como decadentes ou de má fama.&lt;/span&gt; Portanto, por um lado, é vital a construção da confiança no processo e no lugar, o que sempre é dependente de ações integradas, contínuas e constantes, monitoradas pelo poder público. Por outro lado, essas estratégias são dependentes de agentes catalisadores da revitalização, dinâmicos e de forte apelo, constituindo-se num "diferencial" e no "gancho" inicial (não diferentemente do conceito de âncora no shopping center), contribuindo ativa e intensamente na construção da nova imagem e na atração de novos usuários e investimentos (2).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="text" style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Embora, evidentemente, esses catalisadores não possam garantir o sucesso da revitalização como um todo, eles têm se mostrado essenciais para dar partida e, muitas vêzes, sustentam todo o processo. &lt;span style="color: red;"&gt;Os exemplos bem sucedidos incluem a promoção de grandes equipamentos públicos e de lazer, a valorização de conjuntos históricos e da frente marítima,&lt;/span&gt; com: construção de novas áreas de lazer, museus, marinas, aquários, lojas, mercados, hotéis e habitação. A presença da água, especialmente, tem servido como potente catalisador através do aproveitamento de suas conotações simbólicas e possibilidades lúdicas, tal como em Boston, São Francisco e no &lt;i&gt;Inner Harbor&lt;/i&gt; de Baltimore. As marinas, por exemplo, públicas ou privadas, passarem a compor um diferencial importante nos novos lançamentos comerciais e residenciais nas antigas áreas portuárias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="text" style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Finalmente, deve-se notar que &lt;span style="color: red;"&gt;o turismo recreativo, cultural e de compras, tem se mostrado importante dinamizador econômico e social na revitalização das áreas centrais.&lt;/span&gt; No caso pioneiro de Boston, o antigo mercado e a área adjacente foram transformados, em 1977, num novo conjunto comercial com lojas, mercado, restaurantes e bares, num esforço conjunto entre a prefeitura e a iniciativa privada. No seu primeiro ano de funcionamento, esse conjunto já atraía dez milhões de visitantes (um total equivalente ao registrado para a Disneylândia no mesmo periodo) e, em meados dos anos 80, este número atingia 16 milhões/ano, três vezes mais que o total de turistas que entravam no México e no Havaí (estimou-se que os verdadeiros turistas no complexo chegavam à metade deste total) (3).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="text" style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Mais recentemente, a Espanha nos proporciona dois importantes exemplos. &lt;span style="color: red;"&gt;Em Barcelona, a realização dos Jogos Olímpicos de 1992 - e os investimentos conexos - serviram como pano de fundo de programas e projetos urbanísticos para a requalificação dos espaços da cidade e a revitalização de inúmeras áreas, inclusive do centro histórico e da frente marítima, num processo que fez da cidade um dos mais importantes pólos culturais e econômicos da Europa.&lt;/span&gt; Em Bilbao, a estratégia para recuperação econômica da cidade – antes mundialmente conhecida apenas por abrigar o grupo separatista basco – baseou-se na decisão de construir um polêmico projeto arquitetônico para o novo museu Guggenheim, que acabou tornando-se referência mundial e razão principal das visitas turísticas à cidade, tendo recebido mais de 2,5 milhões de visitantes nos seus dois primeiros anos (4). E, nesta linha, não esqueçamos da experiência recente bem sucedida de reconstrução da imagem de Niterói – cidade vizinha ao Rio de Janeiro – através da forte imagem proporcionada pelo Museu de Arte Contemporânea de Niemeyer, um exemplar edifício-ícone que se projeta na Baía de Guanabara.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="text" style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;No último mês, &lt;span style="color: red;"&gt;o Rio de Janeiro também tem corrido atrás de oportunidade semelhante, brigando para receber o Museu Guggenheim brasileiro, como acompanhamos em todos os noticiários. Ter um &lt;span style="background-color: lime;"&gt;"gehry" -&lt;/span&gt; ou, quem sabe, um &lt;span style="background-color: lime;"&gt;"koolhaas",&lt;/span&gt; de modo a participar de uma paradigma globalizado e globalizante, em muito contribuiría na re-construção da imagem da cidade em nível internacional.&lt;/span&gt; Parece que, nos últimos anos, a cidade se deu conta da importância do &lt;i&gt;city marketing&lt;/i&gt;, não sem haver perdido diversas oportunidades quando optou por contratos ou concursos locais para projetos de grande visibilidade (rio-orla na ECO-92, novo terminal do aeroporto internacional, monumento ao holocausto, etc).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="text" style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Portanto, neste fim de século em que a sociedade está plenamente consciente da propriedade e do alcance social do paradigma do desenvolvimento sustentado, e dos modelos urbanísticos que lhe podem dar corpo, as metrópoles devem se convencer da importância da revitalização urbana consciente, num processo democrático, flexível, contínuo e integrado.&lt;/span&gt; Por outro lado, a globalização da economia tem acirrado a competição entre cidades na atração de novos mercados e investimentos, o que aponta para a importância dos diferenciais entre as cidades e, conseqüentemente, um cuidado cada vez maior na busca da qualidade destes modelos e processos. Finalmente, &lt;span style="color: red;"&gt;é &lt;span style="background-color: lime;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;mister&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;admitir que, nessa busca pelo tempo perdido com tantos modelos e projetos equivocados ou incompletos, a implementação dos novos processos e modelos deverão ser, sempre, mais lentos do que geralmente admite a ação técnica tradicional ou tempos políticos a que estamos acostumados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="author" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;h1 class="author" style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;Fichamento&lt;/h1&gt;&lt;div class="author" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;﻿A partir dos anos 90, e hoje já integrado ao paradigma do desenvolvimento sustentável, as grandes cidades passaram a buscar o renascimento dos centros urbanos, através da revitalização de suas áreas centrais através da reutilização dos patrimônios (físico, social e econômico) instalados e da sua melhor utilização possível, viabilizando o sistema econômico através das melhores respostas socioculturais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="author" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;o modelo da revitalização distancia-se tanto dos projetos traumáticos de renovação quanto das atitudes exageradamente conservacionistas, mas incorpora e excede as práticas urbanísticas anteriores na busca pelo renascimento econômico, social e cultural das áreas centrais esvaziadas, decadentes e sub-utilizadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="author" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span class="text" style="color: red; font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Para tanto, através de um planejamento estratégico entre poder público (viabilizadores), poder privado (investidores) e comunidades (usuários), identifica-se planos e programas que maximizem e compatibilizem os esforços e investimentos, e norteia-se a implementação integrada de ações e projetos a curto, médio e longo prazos. Os resultados positivos, por sua vez, realimentam o processo atraindo novos investidores, novos moradores e novos consumidores, e gerando novos projetos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="author" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="author" style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="author" style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="text" style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Adotado em maior ou menor grau em diversas cidades no mundo inteiro, o movimento na direção deste novo modelo destacou-se a partir das experiências bem sucedidas de diversas cidades norte-americanas e européias&lt;/span&gt;,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="text" style="color: red; font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O estudo das experiências bem sucedidas aponta para cinco aspectos fundamentais dos projetos: a) complexos processos de planejamento, monitoramento, gestão e marketing, b)&lt;i&gt; &lt;span style="background-color: lime;"&gt;mix&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; estudado de diversos usos do solo, com a presença de &lt;span style="background-color: lime;"&gt;"âncoras"&lt;/span&gt; sólidas; c) respeito à memória coletiva e ao contexto pré-existente (físico-espacial e socio-cultural); d) atenção ao poder das imagens e da qualidade projetual; e) implantação através de processos colaborativos entre os grupos envolvidos (governo, comunidade e empresários).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="color: red;"&gt;a revitalização de áreas centrais depende da promoção de novas imagens para locais tidos como decadentes ou de má fama.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Os exemplos bem sucedidos incluem a promoção de grandes equipamentos públicos e de lazer, a valorização de conjuntos históricos e da frente marítima,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;o turismo recreativo, cultural e de compras, tem se mostrado importante dinamizador econômico e social na revitalização das áreas centrais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Em Barcelona, a realização dos Jogos Olímpicos de 1992 - e os investimentos conexos - serviram como pano de fundo de programas e projetos urbanísticos para a requalificação dos espaços da cidade e a revitalização de inúmeras áreas, inclusive do centro histórico e da frente marítima, num processo que fez da cidade um dos mais importantes pólos culturais e econômicos da Europa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Portanto, neste fim de século em que a sociedade está plenamente consciente da propriedade e do alcance social do paradigma do desenvolvimento sustentado, e dos modelos urbanísticos que lhe podem dar corpo, as metrópoles devem se convencer da importância da revitalização urbana consciente, num processo democrático, flexível, contínuo e integrado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&amp;nbsp;é &lt;span style="background-color: lime;"&gt;mister &lt;/span&gt;admitir que, nessa busca pelo tempo perdido com tantos modelos e projetos equivocados ou incompletos, a implementação dos novos processos e modelos deverão ser, sempre, mais lentos do que geralmente admite a ação técnica tradicional ou tempos políticos a que estamos acostumados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Comentário:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este modelo&amp;nbsp;citado no texto é muito importante para as cidades, para que seu crescimento e desenvolvimento ocorram&amp;nbsp;deixando com vida seus 'antigos' centros e bairros. Podemos encontrar em nossa cidade (Salvador) vários exemplos deste modelo:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- No Pelourinho tivemos tempo atrás, grande intervenção social, requalificação e reformas dos imóveis, e segurança Pública, trazendo de volta o turismo e a dinâmica do bairro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- A obra do&amp;nbsp;canal do Imbuí, com uma grande urbanização, revitalizando o bairro para atrair mais comércios, serviços, pessoas e investidores da área imobiliária.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- No comércio estamos passando por uma grande requalificação e revitalização dos imóveis com faculdades, casas de shows e cultura, e serviços. Nesta mesma área estamos com um grande projeto para o portuário, um grande espaço de embarque e desembarque para o turismo náutico, gerando emprego e renda, dando uma vida diuturna ao bairro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- No bairro da Ribeira temos também uma grande revitalização deste belo e pioneiro bairro de Salvador. Está em fase de construção, um sistema viário multiuso (carro, ciclovia, pedestre) e Praças com área de convivência, lazer, esportes e cultura, devolvendo ao bairro seus momentos de glória com turismo e boa visitação dos soteropolitanos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1446130880450948927-3966570599740624613?l=arquibrito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquibrito.blogspot.com/feeds/3966570599740624613/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arquibrito.blogspot.com/2012/02/fichamento-do-texto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1446130880450948927/posts/default/3966570599740624613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1446130880450948927/posts/default/3966570599740624613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquibrito.blogspot.com/2012/02/fichamento-do-texto.html' title='Fichamento do texto'/><author><name>Lourival Brito</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10314161178138381761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-VeKf9fQXirE/Tz20iCVZFuI/AAAAAAAAAFE/lkJqbWo4-yU/s220/DSC00016A.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>