<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-171962536011255974</id><updated>2024-08-29T10:54:39.422+01:00</updated><title type='text'>Asas ao Vento</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://asasaoventos.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11797897460899193097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>190</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-171962536011255974.post-111233394845007589</id><published>2015-03-07T13:00:00.001+00:00</published><updated>2015-03-09T14:10:59.362+00:00</updated><title type='text'>Voltar ao sonho outra vez...</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcX9rrcG6hFey6Z8EZ6tJS2LTqshVa2uL6p9FPbP1hkPpW4kB8NqIXjLzyRQaJnbwuDxiK2kXIpak5iELPXzpAztbKe0m1t1WcopaJkXXTp9v-Y5M-jHUGNI90qBUEQmkv4jz85B9K1Z0/s1600/sonho.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcX9rrcG6hFey6Z8EZ6tJS2LTqshVa2uL6p9FPbP1hkPpW4kB8NqIXjLzyRQaJnbwuDxiK2kXIpak5iELPXzpAztbKe0m1t1WcopaJkXXTp9v-Y5M-jHUGNI90qBUEQmkv4jz85B9K1Z0/s1600/sonho.jpg&quot; height=&quot;310&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 200%; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Rounded MT Bold&amp;quot;,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;Não era um dia como os outros. Desde algum
tempo que um vazio interior ocupava demasiado espaço num local que devia estar
preenchido com sensações diferentes daquelas que sentia. Tentou em alguns dias
contrariar o estado anímico mas foram tentativas realizadas em vão. Agora
parecia que o estado de marasmo tinha passado e sentiu algo diferente a
apoderar-se do seu estado físico e psicológico. Pareceu-lhe que os assuntos que
durante tanto tempo ocuparam a alma, afinal eram de fácil resolução. Todos os
problemas parecem sempre fáceis quando se encontram as hipóteses de resposta,
pensou. Ao longo da vida existem vários estados psicológicos concomitantes no
mesmo momento. Por vezes dá a sensação que&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 24px; line-height: 48px;&quot;&gt;possuímos&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;&amp;nbsp;várias personalidades
dentro&amp;nbsp;de nós e todas elas desenvolvem uma comunicação silenciosa umas com as
outras. Dava agora graças por sair daquele estado que designou de letargia, onde
as funções da vida foram atenuadas por forma tal, que parecem estar suspensas.
No entanto, durante a caminhada interior que lhe pareceu interminável, arrumou
muitas das suas ideias. Por característica sempre gostou de se aconselhar
consigo própria. Por vezes submetia as ideias aos outros mais próximos, apenas
àqueles em que confiava, na tentativa de comprovar ou reprovar os seus próprios
pensamentos. Normalmente, gosta e confia nas pessoas que a rodeiam. Embora não
o faça de uma maneira precipitada. Os seus ideais, ou melhor a forma como
encara a vida, foi-lhe permitindo com o avançar da idade extrair das pessoas
as características mais positivas que cada ser humano possui. Gosta de colocar
em evidência os sentimentos positivos em detrimento de outros que considera
negativos. Como pessoa astuta facilmente, capta os sinais que as pessoas emitem
sem darem por isso. Está sempre atenta ao entoar das palavras e, principalmente,
aos movimentos corporais. Não são poucas as vezes que o corpo contradiz as
belas frases que saem pela boca. Esse jogo entre as palavras e os gestos
fascina&lt;a href=&quot;https://www.blogger.com/null&quot; name=&quot;_GoBack&quot;&gt;&lt;/a&gt;-a. Mas até quando verifica que as palavras são
vazias de conteúdo e não passavam de tentativa de ludibriar o destinatário, tenta
perceber se há hipótese de atribuir uma segunda oportunidade ao interlocutor.
Considera-se uma pessoa generosa. Desde há muito aprendeu que todos os seres
humanos possuem luz interior para iluminar os caminhos sombrios mas nem todos
conseguem colocar em auxílio próprio, essa faculdade. O &amp;nbsp;extraordinário
aconteceu numa manhã de inverno, onde os raios de sol, teimavam em perturbar as
condições atmosféricas caracterizadas pelo frio. Há muito tempo que não sonhava.
Gostava muito de sonhar porque a imaginação podia soltar-se, onde as
impossibilidades podiam acontecer. Afinal, um simples sonho, permitiu que
sensações há muito recalcadas, ligadas a certos impulsos, pudessem tocar não
apenas as lembranças. É tão verdade que o sonho comanda a vida! Gostou de imaginar
que os deuses no Olimpo quisessem com o sonho dar-lhe também uma oportunidade.
Talvez presenteá-la pelo conjunto de ações ao longo da vida. O sonho
pareceu-lhe tão real que pensou tratar-se por uma fração de segundos de uma
realidade vivida. Naquele tempo que não tinha dias, nem horas, o amor vive em
toda a plenitude.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial Rounded MT Bold, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 24px; line-height: 48px;&quot;&gt;Não consegue por mais que se esforce, descrever a sensação que lhe invadiu o corpo e a alma &amp;nbsp;causando-lhe bem-estar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Arial Rounded MT Bold&#39;, sans-serif; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;. Talvez as lágrimas, com um misto de
saudade, possam traduzir as emoções do momento. Podia lá ter ficado naquele
tempo e, naquele lugar. No entanto, despertou. Os raios de sol, entraram pelas
frinchas da persiana da janela, transportando-a à realidade, onde vive. Mas o
tempo presente não muda o significado daquele instante. Ao despertar soube intimamente
que podia voltar ao sonho sempre que quisesse. Naquele tempo e, naquele espaço,
o amor vive para todo o sempre!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asasaoventos.blogspot.com/feeds/111233394845007589/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2015/03/voltar-ao-sonho-outra-vez.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/111233394845007589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/111233394845007589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2015/03/voltar-ao-sonho-outra-vez.html' title='Voltar ao sonho outra vez...'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11797897460899193097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcX9rrcG6hFey6Z8EZ6tJS2LTqshVa2uL6p9FPbP1hkPpW4kB8NqIXjLzyRQaJnbwuDxiK2kXIpak5iELPXzpAztbKe0m1t1WcopaJkXXTp9v-Y5M-jHUGNI90qBUEQmkv4jz85B9K1Z0/s72-c/sonho.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-171962536011255974.post-2662640998465567000</id><published>2014-12-26T17:08:00.002+00:00</published><updated>2014-12-26T19:29:06.128+00:00</updated><title type='text'>Diário de um caminhada</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKYRrrYYdhVZHE_X-oe-xKtFRZ0Q3ppD_XM5cW-846-32KLitD50TmmFct1P0OKrDAN1pV8bZBVCF3fY3aJ3BsnT1jGXHcmqabOHn5eF4ug57_lYh6CDn9P6S5Lx9uhR4EQROJDfRIiqs/s1600/diario+de+uma+caminhada.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKYRrrYYdhVZHE_X-oe-xKtFRZ0Q3ppD_XM5cW-846-32KLitD50TmmFct1P0OKrDAN1pV8bZBVCF3fY3aJ3BsnT1jGXHcmqabOHn5eF4ug57_lYh6CDn9P6S5Lx9uhR4EQROJDfRIiqs/s1600/diario+de+uma+caminhada.jpg&quot; height=&quot;225&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Rounded MT Bold&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;No
domingo, dia 1 de Novembro de 2009 juntei mais uma data à coleção, foi inserida
na pasta das datas más, onde já constava o dia 27 de Setembro de 2005. Foi de
facto esta a tal data, a que deu inicio ao declínio. Entretanto já passaram
quatro anos que lamentam o silêncio daquela noite, a ausência de comunicação no dia
seguinte e, depois quando houve palavras foram fracas na resposta que se
aguardava. Não se esquece a mágoa que deu origem a uma outra forma de encarar a
vida. Nestas frases valem as reticências e todas elas serão poucas para
expressar o sentimento da perda. Basta sentir porque o ser humano é feito de
emoções. Tal como um pintor, que expressa pela arte e pelas cores as emoções,
também os humanos pintam a vida. Às vezes pintamos a vida com tonalidades de
cor demasiado cinzentas a que juntamos a cor da lágrima. Hoje decidi ler
textos. Gosto de ler textos que falem principalmente de amor. Este texto que
escolhi para ler, está bem escrito prende-me a atenção porque alerta os
indivíduos para aquilo que se perde na individualidade de cada um, no egoísmo
quando não sabemos envolver os outros em nós.&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Rounded MT Bold&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Rounded MT Bold&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;Dia
5 de Novembro de 2009 &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Rounded MT Bold&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;Ontem
uma amiga ligou-me por volta das 14:40, disse-me que&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;o pai devido a doença súbita partiu. Lamento.
Rezo. Desejo que Deus Lhe perdoe todos os pecados e o receba no seu reino.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Rounded MT Bold&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Rounded MT Bold&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;Estas
despedidas sentidas partem-me o coração. Depois da notícia fiquei com uma forte
dor de cabeça e tenho as lides domésticas ainda para fazer. Tomarei um qualquer
fármaco que me alivie o desconforto da dor e mais tarde receberei em casa os
filhos dela. Oxalá estas crianças sejam fortes para superarem a partida do avô
que tanta falta lhes faz. Efetivamente não está a ser um ano fácil para esta
família. Em Agosto a minha amiga colocou um ponto final num casamento que
durava há décadas. E agora o pai…&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Rounded MT Bold&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Rounded MT Bold&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;Dia
13 de Novembro de 2009 &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Rounded MT Bold&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;Hoje
é sexta-feira, dia 13… algumas pessoas têm a ideia que o 13 é o nº do azar e,
quando este dia, coincide com a sexta-feira, estamos perante um dia em que mais
vale ficar em casa. Para mim só estas últimas palavras traduzem bem a
“insignificância” da sexta-feira 13 – interrogo-me e, quem não tem casa, onde
fica? Esses sim, é que estão cheios de azar por não possuírem teto onde dormir
- penso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Rounded MT Bold&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Rounded MT Bold&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;Todos
os dias desde que acordo, faço sempre os possíveis para acreditar que o dia de
hoje será sempre melhor do que o anterior. Reafirmo a presença de Deus através
do Espírito Santo. Sou uma pessoa de Fé. Considero que há uma luta constante
entre o bem e o mal. A Palavra, o Verbo segue o caminho. O homem ainda tem
muito para aprender na escolha entre o bem e o mal. A caminhada continua...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asasaoventos.blogspot.com/feeds/2662640998465567000/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2014/12/diario-de-um-caminhada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/2662640998465567000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/2662640998465567000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2014/12/diario-de-um-caminhada.html' title='Diário de um caminhada'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11797897460899193097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKYRrrYYdhVZHE_X-oe-xKtFRZ0Q3ppD_XM5cW-846-32KLitD50TmmFct1P0OKrDAN1pV8bZBVCF3fY3aJ3BsnT1jGXHcmqabOHn5eF4ug57_lYh6CDn9P6S5Lx9uhR4EQROJDfRIiqs/s72-c/diario+de+uma+caminhada.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-171962536011255974.post-2261276700194755899</id><published>2014-09-11T17:14:00.000+01:00</published><updated>2014-09-12T18:50:03.946+01:00</updated><title type='text'>Uma questão de tempo</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiPYGn4A4bPZEJa1Agpp3a79wa9zvZR3OUcfLvxW9jAfau5E8HBiViOdYv8TcFZuBamXjt0lo41gNP1sm0aphLWO9PcImynkjuTqiLP-2f6CPlCvQXUghhkLRVV2PzIuIqdWLe1cfCal8o/s1600/tempo.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiPYGn4A4bPZEJa1Agpp3a79wa9zvZR3OUcfLvxW9jAfau5E8HBiViOdYv8TcFZuBamXjt0lo41gNP1sm0aphLWO9PcImynkjuTqiLP-2f6CPlCvQXUghhkLRVV2PzIuIqdWLe1cfCal8o/s1600/tempo.jpg&quot; height=&quot;191&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Arial Rounded MT Bold&#39;, sans-serif; line-height: 200%;&quot;&gt;Sentada
numa cadeira colocou as mãos entrelaçadas sobre a cabeça como quisesse com este
gesto proteger-se dos seus próprios pensamentos. Logo ela que tinha por lema:
viver a vida intensamente, como se o amanhã não existisse. Observei-a com a distância
que o olhar permite, não quis em nenhum momento perturbar-lhe o silêncio. Pela
forma como se contorcia na cadeira percebi que ela não estava nos seus melhores
dias. Conheço-a bem demais para que haja a necessidade de palavras para exprimirem
o seu estado psicológico. Entre amigas verdadeiras, até os silêncios transmitem
mensagens, para outros indecifráveis. Intimamente até sabia aquilo que a
perturbava. Talvez por isso considerei, ser mais um motivo para a deixar
percorrer aquele caminho interior que só o próprio deve trilhar. Ela sabe
intimamente se precisar de alguém ter-me-á a seu lado. Talvez mais tarde ela me
chame para revisitarmos algumas lembranças. Talvez mais tarde eu lhe recorde a
força que ela possui e que tudo aquilo que agora lhe é desconfortável, dentro
de um tempo pertencerá ao passado. Neste instante até este meu monólogo
interior parece reforçar o sentimento de amizade que nos une. Contudo ela de
tão enredada nos pensamentos, tão pouco deu por mim. Observo-a. Tem o
semblante demasiado carregado, fico triste de a ver assim. Numa ocasião confidenciou-me
que já não acreditava na felicidade, disse-me que a viveu tão intensamente num
tempo, que esgotou essa sensação de bem-estar. Retorqui e disse-lhe que a
felicidade é um estado de satisfação onde pequenas coisas podem fazer a
diferença. Contei-lhe que por vezes, ainda&amp;nbsp;dou por mim a sorrir sem motivo
aparente e essa sensação é boa de sentir. Ao ouvir as minhas palavras que tentavam
contrariar um estado de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Arial Rounded MT Bold&#39;, sans-serif; line-height: 48px;&quot;&gt;espírito&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Arial Rounded MT Bold&#39;, sans-serif; line-height: 200%;&quot;&gt;&amp;nbsp;distante, fitou-me nos olhos e, &amp;nbsp;disse-me, que
todos os sentimentos só atingem os&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Arial Rounded MT Bold&#39;, sans-serif; line-height: 48px;&quot;&gt;objectivos&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Arial Rounded MT Bold&#39;, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 200%;&quot;&gt;, se forem verdadeiros. O tempo,
por&amp;nbsp;exemplo, esse eterno amigo, que suaviza as mágoas, nem sempre está do nosso
lado, diga-se no tempo certo. Parece que tudo acontece realmente quando tem de acontecer
e, nem sempre as historias&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 48px;&quot;&gt;têm&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 200%;&quot;&gt;&amp;nbsp;o final que se deseja. Continuou, &amp;nbsp;a falar pausadamente, como se&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 48px;&quot;&gt;medisse&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 200%;&quot;&gt;&amp;nbsp;todas palavras: por&amp;nbsp;vezes sentimos uma sensação de&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Arial Rounded MT Bold&#39;, sans-serif; line-height: 48px;&quot;&gt;&amp;nbsp;vazio interior &amp;nbsp;que parece ser &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial Rounded MT Bold, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 200%;&quot;&gt;preenchido
por&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 48px;&quot;&gt;emoções&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 200%;&quot;&gt;&amp;nbsp;confusas, tipo uma manta de retalhos. Faz-se o que se pode e nem sempre o que se
deve para seguir em frente. Com o tempo aprende-se a contornar os obstáculos
embora alguns persistam em atrapalhar a caminhada. Muitas interrogações ficarão
sem resposta. O passado é muitas vezes eleito o melhor dos tempos, sem que possuamos a noção
que o presente é realmente tudo o que verdadeiramente importa. Palavras sábias, pensei...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asasaoventos.blogspot.com/feeds/2261276700194755899/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2014/09/uma-questao-de-tempo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/2261276700194755899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/2261276700194755899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2014/09/uma-questao-de-tempo.html' title='Uma questão de tempo'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11797897460899193097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiPYGn4A4bPZEJa1Agpp3a79wa9zvZR3OUcfLvxW9jAfau5E8HBiViOdYv8TcFZuBamXjt0lo41gNP1sm0aphLWO9PcImynkjuTqiLP-2f6CPlCvQXUghhkLRVV2PzIuIqdWLe1cfCal8o/s72-c/tempo.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-171962536011255974.post-1259485272006519330</id><published>2014-06-05T22:22:00.000+01:00</published><updated>2014-06-06T13:32:43.680+01:00</updated><title type='text'>Porque o céu tem a cor dos teus olhos</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpRxU0EtjDgguS8ULy3jrNpeJB46k6_CvXG5od6EJWMe5epuxIXhOLthWf-lQeT3K9ijkDP53KP97b6s_C0P7ZVy23AkXGMLnmHvHaX9e56cWZG67jWsTfBkrOk9AcFt3UGEK22yQzwi8/s1600/1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpRxU0EtjDgguS8ULy3jrNpeJB46k6_CvXG5od6EJWMe5epuxIXhOLthWf-lQeT3K9ijkDP53KP97b6s_C0P7ZVy23AkXGMLnmHvHaX9e56cWZG67jWsTfBkrOk9AcFt3UGEK22yQzwi8/s1600/1.jpg&quot; height=&quot;267&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Rounded MT Bold&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;Podia
ter ido a uma Igreja porque gosto da tranquilidade dos Templos, mas não fui.
Segui o mesmo ritual de muitos dias dirigindo-me ao banco de jardim de onde
avisto o céu e o mar. Da minha varanda improvisada sobre o Tejo observo o azul
do céu a confundir-se com o do mar. A cor azul que tanto me recorda os
olhos da Lina. Há uns tempos atrás as notícias sobre a Lina, não foram aquelas que
gostaria de ter escutado. A Lina ontem, 4 de junho, despediu-se de nós. O
sofrimento que o cancro lhe causava já lhe feria a alma. Lamentei a sua partida
com o coração muito apertado. Hoje sinto-me triste. Não fossem as lágrimas que
ajudam a atenuar a dor sentir-me-ia muito pior. Em memória da Lina recuo até à
minha infância. A minha querida Lina, uma mulher pequena, de cabelo louro que
irei sempre recordar com muito carinho. Naqueles tempos felizes a família
Santos Borges era como me pertencesse. Gostava tanto da boa disposição daquela
gente durante os convívios. Recordo que a Lina era exímia na confeção do puré
de batata com almôndegas. Acho que durante muito tempo este foi o meu prato
favorito. Não sei se a Lina morreu feliz…uma daquelas paixões, que presumo
arrebatadora a um dos membros da família Santos Borges fez com que deixasse
para trás uma outra vida familiar onde se incluíam dois filhos. Enquanto fui
criança jamais tive perceção dessa sua escolha. Estou certa que o fez dando voz
a um grande amor… também, asseguro, que aquela peça do seu puzzle jamais foi
substituída por outra. Sentia-se a nostalgia na voz quando falava dos filhos.
Talvez falasse para acalmar a dor que trazia no coração. Talvez tenha comentado
o assunto comigo porque das crianças eu era a mais velha – lamento, não&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;ter dado a importância devida às suas palavras mas aos dez ou
onze anos o entendimento das coisas sobre adultos era proporcional à minha
existência.&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A minha irmã mais nova
também recebia muitas atenções da Lina e do seu companheiro. Devido ao seu
comportamento tranquilo a minha irmã mais nova acompanhava-a muitas vezes no
seu local de trabalho. A Lina confeciona casacos de malha e por ser muito
profissional no seu oficio não lhe faltavam as encomendas. Fruto do amor da sua
vida a Lina teve outra filha, hoje uma mulher. Estas singelas palavras
destinam-se a homenagear uma a minha querida amiga pelos bons momentos que
partilhamos em conjunto. Tudo o que agora desejo é que esta guerreira descanse
eternamente em paz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asasaoventos.blogspot.com/feeds/1259485272006519330/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2014/06/porque-o-ceu-tem-cor-dos-teus-olhos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/1259485272006519330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/1259485272006519330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2014/06/porque-o-ceu-tem-cor-dos-teus-olhos.html' title='Porque o céu tem a cor dos teus olhos'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11797897460899193097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpRxU0EtjDgguS8ULy3jrNpeJB46k6_CvXG5od6EJWMe5epuxIXhOLthWf-lQeT3K9ijkDP53KP97b6s_C0P7ZVy23AkXGMLnmHvHaX9e56cWZG67jWsTfBkrOk9AcFt3UGEK22yQzwi8/s72-c/1.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-171962536011255974.post-3444463114692250077</id><published>2014-05-25T16:07:00.000+01:00</published><updated>2014-12-26T18:57:47.804+00:00</updated><title type='text'>Interrogações</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiv_O-21p96pNhHKRPJHgfAU75iM79yjiGQBOelVqK4_o_kkWE0pW9Kz5hNljc16bj-uBQJpgL2iyHh5g76fk4WPGxRPypiofcoote4uDmQcpYt0CHAjnJGusKX2694F0bix7GZ5WeFZps/s1600/amor1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiv_O-21p96pNhHKRPJHgfAU75iM79yjiGQBOelVqK4_o_kkWE0pW9Kz5hNljc16bj-uBQJpgL2iyHh5g76fk4WPGxRPypiofcoote4uDmQcpYt0CHAjnJGusKX2694F0bix7GZ5WeFZps/s1600/amor1.jpg&quot; height=&quot;300&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Rounded MT Bold&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;Como
foi possível outros escrevessem sobre nós? Li as frases uma a uma e depois cada
parágrafo. Eu que pensava que aquele momento só a nós pertencia... Mas
agora até o mais ínfimo pormenor foi revelado. Quem de nós dois foi incauto e
permitiu que outros captassem a nossa magia? Estaríamos os dois tão distraídos
que perdemos a noção que uma multidão nos observava? Neste preciso momento
recordo que as palavras até foram parcas e nem sei mesmo se elas chegaram a
existir. Como foi então possível que alguém escrevesse sobre nós? Que
individualidade essa tão sensível que captou a intensidade daquele momento?
Como terá conseguido tamanha proeza?&amp;nbsp;Foi através do brilho dos nossos olhos que soube as palavras que guardavamos no coração? Durante séculos só de fugida e, apenas
em momentos furtuitos voltei em pensamento ao mesmo lugar na tentativa de
vivenciar as emoções sentidas. Contínuo inquieta e com demasiadas interrogações
a pairarem na alma. Será que foi o calor que emanou dos corpos que permitiu que
outros soubessem de nós? Sempre que a dor da saudade bate mais forte, volto
sozinha ao lugar de onde não devia ter saído para contigo ficar. Mesmo quando
partiste para um lugar que desejo melhor continuei-te a sentir,
como se a tua viagem nunca tivesse ocorrido. Não podendo ter partido contigo
porque a vida continuou queria que aquele instante de magia só a nós dois
pertencesse. Por isso revi nas páginas de um livro que não fui eu nem tu que o
escreveu a imagem daquele instante que de tão nosso se perpetuou pelos tempos.
Tivesse eu escrito aquele capitulo as palavras não seriam outras mas iguais. O autor
de tão belas frases teve a arte e o engenho de se antecipar e descrever o amor
na sua essência universal. Embora eu quisesse ser egoísta para que no mundo
ninguém soubesse de nós, descobri que as emoções se transcendem e, não se
deixam aprisionar por ninguém. Também, talvez, por isso, os amores verdadeiros
sejam eternos e, vivem para além do tempo...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asasaoventos.blogspot.com/feeds/3444463114692250077/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2014/05/interrogacoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/3444463114692250077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/3444463114692250077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2014/05/interrogacoes.html' title='Interrogações'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11797897460899193097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiv_O-21p96pNhHKRPJHgfAU75iM79yjiGQBOelVqK4_o_kkWE0pW9Kz5hNljc16bj-uBQJpgL2iyHh5g76fk4WPGxRPypiofcoote4uDmQcpYt0CHAjnJGusKX2694F0bix7GZ5WeFZps/s72-c/amor1.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-171962536011255974.post-2521755310111998881</id><published>2014-05-24T11:20:00.002+01:00</published><updated>2014-05-24T11:21:47.304+01:00</updated><title type='text'>Tem dias...</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiilqU4vK6-s7yG9DsdrCREwqCJCcPmuBXE-t_seHNHRQtYFSmL1SxOe0P-y4EO88Db5i7gNDWS6jU_9D3TsYYg4WBPNbAwJ2oq5stm3zmRojIV4furqxIGwgxi10iKIPZHHmUakzE3Fg0/s1600/puzzles2.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiilqU4vK6-s7yG9DsdrCREwqCJCcPmuBXE-t_seHNHRQtYFSmL1SxOe0P-y4EO88Db5i7gNDWS6jU_9D3TsYYg4WBPNbAwJ2oq5stm3zmRojIV4furqxIGwgxi10iKIPZHHmUakzE3Fg0/s1600/puzzles2.jpg&quot; height=&quot;239&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Calibri;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Rounded MT Bold&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 20pt; line-height: 200%;&quot;&gt;Os
dias custam a passar. Em cima da mesa da sala, as peças de um grande puzzle
desfeito, ainda não ganharam forma. Sento-me confortável numa cadeira e chego à
conclusão que a dificuldade do meu puzzle está determinada tanto pela imagem
como pelo número de peças ao meu dispor. Penso na vida. A música ecoa pela
sala, mantendo-me conectada com os meus propósitos. Murmuro para mim que ainda
tenho umas quantas contas a ajustar, ao mesmo tempo que encaixo com mestria as
peças umas nas outras. A vida assemelha-se a um grande puzzle, q&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Rounded MT Bold&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 20pt; line-height: 200%; mso-bidi-font-family: Arial;&quot;&gt;uanto maior os interesses e desafios, mais tempo se
leva &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Rounded MT Bold&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 20pt; line-height: 200%;&quot;&gt;a
atingir o objetivo. Não me arrependo das minhas atitudes, porque procuro a sensatez
antes de uma tomada de decisão, no entanto, admito que tenho alguns pedidos de
desculpa a dar e, outros tantos a receber. Mas, essencialmente, só me preocupam
aqueles pedidos que tenho que fazer, assuntos alheios não me dizem respeito. Todos
os dias dou passos em frente para que a minha consciência se liberte das insignificâncias
da vida. Como habitualmente encontrarei o tempo e o lugar para clarificar
pensamentos. Se os minutos não demorassem tanto a passar, possivelmente, hoje seria
o dia para arrumar uns quantos assuntos... Mas, não tendo chegado o tempo certo,
continuarei, aguardar, com atenção, a sequência e formato das peças do puzzle da
vida que se repetem. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Rounded MT Bold&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 20pt; line-height: 200%;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asasaoventos.blogspot.com/feeds/2521755310111998881/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2014/05/osdias-custam-passar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/2521755310111998881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/2521755310111998881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2014/05/osdias-custam-passar.html' title='Tem dias...'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11797897460899193097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiilqU4vK6-s7yG9DsdrCREwqCJCcPmuBXE-t_seHNHRQtYFSmL1SxOe0P-y4EO88Db5i7gNDWS6jU_9D3TsYYg4WBPNbAwJ2oq5stm3zmRojIV4furqxIGwgxi10iKIPZHHmUakzE3Fg0/s72-c/puzzles2.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-171962536011255974.post-4633206220983232989</id><published>2014-05-01T13:24:00.002+01:00</published><updated>2014-05-02T13:07:01.595+01:00</updated><title type='text'>Conversando...comigo...</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot; class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEinFbXAbwHPfZ5q2gJTuc_EbKy8o3IszIxrXBGFul_58b34T_C7dMIb3jLziNSA1t7CkdgszoR70iZzHEIj3a232YTE8maj72sU8uBUYsxT4GMtxdyML1PlZFERUbcwJGaqXV01gO53ids/s1600/eu.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEinFbXAbwHPfZ5q2gJTuc_EbKy8o3IszIxrXBGFul_58b34T_C7dMIb3jLziNSA1t7CkdgszoR70iZzHEIj3a232YTE8maj72sU8uBUYsxT4GMtxdyML1PlZFERUbcwJGaqXV01gO53ids/s1600/eu.jpg&quot; height=&quot;400&quot; width=&quot;347&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 10pt 35.4pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Rounded MT Bold&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Rounded MT Bold&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;Perguntei
junto a um espelho quem eu era e, instantaneamente, do outro lado recebi um
sorriso! Nesse dia tive a certeza de tudo aquilo que pensava sobre mim,
aceito-me com todos os defeitos que conheço e com aqueles que desconheço e com
as todas as qualidades que possuo e todas as outras que virei a descobrir.
Neste estado de paz interior gostava que este pensamento fosse contagiante a
outras pessoas e que as mesmas pudessem sentir a sensação de paz e felicidade
que me invade no momento. Principalmente todas aquelas pessoas que vivem na
penumbra interior e em desequilíbrio permanente. Pessoas que considero más
influências, porque não tendo rumo, assemelham-se a ervas daninhas que secam a
natureza pujante ao seu redor. Às vezes quase me irrito comigo por ser tão
previsível no meu modo de agir ou mesmo de pensar. Há momentos da vida em que a
mesma nos obriga a fazer balanços. Pergunto-me se por ter esta matriz de
pensamento estarei sempre atrair as mesmas coisas boas e também as ruins? Claro
que com as coisas boas eu regozijo-me mas das outras queria mesmo era ter a
máxima distância...e, às vezes isso não é possível. Se há vinte atrás me
dissessem que o avançar da idade transportava mais coisas boas do que negativas
pessoalmente teria algumas dúvidas em acreditar. Hoje no presente momento,
constato que é mesmo assim, a idade dá-nos além do conhecimento acumulado uma deliciosa
serenidade interior! Poderão outras pessoas comigo não concordar e embora
respeite a opinião alheia manter-me-ei fiel ao meu pensamento inicial. Aprendi
que na vida que se dermos demasiados ouvidos à opinião dos outros acabamos por
desvirtuar a nossa maneira de pensar ou de fazermos as coisas. Com isto que
acabo de escrever não quero que pensem que me arrogo a uma verdade suprema,
nada disso! Considero que ninguém é dono da verdade! Para a mesma questão
poderão existir vários ângulos de análise podendo mesmo no final e por caminhos
alternativos chegarmos todos ao mesmo resultado. Fazendo uma retrospetiva de
vida considero que fiz ótimas escolhas e dificilmente alterava o rumo dos
acontecimentos passados se pudesse. Sou o que sou e embora queira todos os dias
ser melhor orgulho-me da minha trajetória. O maior tesouro que transporto
comigo são as pessoas com as quais me fui cruzando ao longo da vida! Conheço
pessoas adoráveis! Quase que apetece pontuar a frase anterior com vários pontos
de exclamação... e, acho que o vou fazer porque na realidade este texto fui eu
quem o escreveu e as pessoas a quem me refiro são mesmo adoráveis!!!! Sem as ditas
pessoas a minha vida seria um vazio - todas elas sem exceção - fazem toda a
diferença na minha vida! Qualquer coisa semelhante a um dia de tempestade com
chuva e muito vento e com a chegada das pessoas especiais por magia o dia se
transformou num dia maravilhoso com muito sol, muita paz, luz e alegria. Há
pessoas que são naturalmente assim, irradiam luz à sua passagem iluminando o
seu e o caminho dos outros... a essas pessoas eu costumo designá-las por
AMIGOS! Obrigada por estarem aí! &amp;lt;3&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Rounded MT Bold&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;

&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;

&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asasaoventos.blogspot.com/feeds/4633206220983232989/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2014/05/conversandocomigo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/4633206220983232989'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/4633206220983232989'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2014/05/conversandocomigo.html' title='Conversando...comigo...'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11797897460899193097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEinFbXAbwHPfZ5q2gJTuc_EbKy8o3IszIxrXBGFul_58b34T_C7dMIb3jLziNSA1t7CkdgszoR70iZzHEIj3a232YTE8maj72sU8uBUYsxT4GMtxdyML1PlZFERUbcwJGaqXV01gO53ids/s72-c/eu.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-171962536011255974.post-5907283195470421941</id><published>2014-03-01T11:55:00.002+00:00</published><updated>2014-03-01T14:25:32.555+00:00</updated><title type='text'>Infinita Saudade</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgY0UuP9tCzPIlxq-jdYEV_GZmCtVCKjExaL7QfJU-ALi-jPNZC8YXVzzYngrCO08n_ARzVimZocyU-UM2luqgsVr3x1FzQ66xOFTJKQqLptXgSZBL7xwWD2Z1dAFBqcwFi0G2FotuMm6Y/s1600/um+anjo+celeste.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgY0UuP9tCzPIlxq-jdYEV_GZmCtVCKjExaL7QfJU-ALi-jPNZC8YXVzzYngrCO08n_ARzVimZocyU-UM2luqgsVr3x1FzQ66xOFTJKQqLptXgSZBL7xwWD2Z1dAFBqcwFi0G2FotuMm6Y/s1600/um+anjo+celeste.jpg&quot; height=&quot;333&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Rounded MT Bold&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;Completamente
incrédula! Sim, incrédula é a única expressão que me ocorre para descrever o
estado de alma naquele dia! Li uma, duas, três vezes a mensagem na esperança
que as lágrimas que se soltavam dos olhos tivessem deturpado as palavras. Mas
afinal o que se considerava impossível aconteceu, entristecendo-te, enlutando a
tua família, causando dor a todas as pessoas que vos querem bem. Nem sei bem se
conseguirei traduzir por palavras a convulsão de emoções que se apoderam
então de mim. É em silêncio que recordo o início da nossa amizade. Noutras
paragens há quase uma década quando, tu, eu e a Margarida nos tornamos irmãs de
coração. A partir do momento que nos conhecemos tudo o que acontece a uma afeta
as restantes. Depois de tantas batalhas que vencemos confidencio-te que não
estava preparada para receber esta notícia. Possivelmente por acreditar que
depois de momentos de grande perda haverá outros que de alguma forma
compensarão as provações. Até porque desta vez a tua viagem estava no fim… Amiga queria tanto encontrar palavras de conforto que de alguma forma
pudessem aliviar o teu/vosso sofrimento… e, não me ocorre mais dizer que nas
portas do Céu, haverá outros anjinhos prontos a receber aqueles que agora
chegam… quero acreditar, que entre eles, estará a minha Raquel de mão dada com
o irmão Miguel a chamar pela tua Júlia. Sempre depositei esperanças na minha
menina do céu, imagino-a muito ciente das responsabilidades de cuidadora. Se
assim, não fosse, porque haveria ela de partir? Sabes este pensamento
conforta-me desde há muito. Considero os filhos como extensão do nosso amor e,
como tal, sinto-me duplamente abençoada. Projeto nos meus dois anjinhos
celestes&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;a imagem dos dois irmãos da
Terra, acho que a par das feições as suas essências devem ser semelhantes. Há
uns anos eu que até não sou nada hábil com trabalhos manuais decidi recortar
numas cartolinas quatro estrelas, duas cor-de-rosa, duas azuis e em cada uma
delas colei fotografias dos meus bebés. Como não conheci o rosto de dois deles,
decidi colar dois anjinhos desenhados. Depois de unir as quatro
estrelinhas,&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;surpreendeu-me o resultado
final! É no mês de dezembro que a Arvore de Natal ganha uma decoração especial!
No alto da árvore, no sítio com mais destaque é colocada a minha constelação,
uma estrela por cada filho!&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Querida
amiga se eu pudesse enxugar as tuas lágrimas, eu o faria. Se eu pudesse
substituir-te na dor, eu o faria! &lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Rounded MT Bold&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 200%; mso-ansi-language: EN-US;&quot;&gt;Estarei sempre contigo!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asasaoventos.blogspot.com/feeds/5907283195470421941/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2014/03/infinita-saudade_1.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/5907283195470421941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/5907283195470421941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2014/03/infinita-saudade_1.html' title='Infinita Saudade'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11797897460899193097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgY0UuP9tCzPIlxq-jdYEV_GZmCtVCKjExaL7QfJU-ALi-jPNZC8YXVzzYngrCO08n_ARzVimZocyU-UM2luqgsVr3x1FzQ66xOFTJKQqLptXgSZBL7xwWD2Z1dAFBqcwFi0G2FotuMm6Y/s72-c/um+anjo+celeste.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-171962536011255974.post-5101312422828909568</id><published>2014-02-16T18:29:00.006+00:00</published><updated>2014-02-17T23:06:24.273+00:00</updated><title type='text'>Até ao fim do mundo...</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgjgfhvbZOHxO2VVRoPikGlSz2v0jtnMHMLab6iU7-5ntclrkC_Fp5bTSkwM8Rf7KeUvUpMHHgN60WuvFJ-q8Axxs0ArYi8kohdM0l3OzY23Cyv1OKMWWbeCqPEDKRGnQAZTO8yaMp_gwg/s1600/hug.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgjgfhvbZOHxO2VVRoPikGlSz2v0jtnMHMLab6iU7-5ntclrkC_Fp5bTSkwM8Rf7KeUvUpMHHgN60WuvFJ-q8Axxs0ArYi8kohdM0l3OzY23Cyv1OKMWWbeCqPEDKRGnQAZTO8yaMp_gwg/s1600/hug.jpg&quot; height=&quot;266&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Berlin Sans FB&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;
Não hesitaria um minuto em seguir os teus passos. Como não poderia de resto faze-lo? Em tantos dias num silêncio que por vezes me pareceu ensurdecedor ansiei por um amor como o nosso. Decerto só poderia dar valor ao presente se no passado tivesse conhecido de perto o sofrimento. E, se assim foi, fico feliz por todas as lágrimas que derramei e por todos os desencontros que tive para chegar até aqui. Pouco me importam os terrenos que desbravei ou, mesmo os obstáculos que encontrei pelo caminho. O que importa é que cheguei onde sempre quis estar e quero guardar para sempre todos os segundos junto de ti. Sinto o coração apertado só de pensar que o nosso amor um dia possa acabar… seguir-te-ia para onde quer que fosses. Mesmo que me digas que não tens para onde ir… digo-te que podemos ir juntos até ao fim do mundo. Os meus dias só fazem sentido se estiveres a meu lado. Não imagino sequer acordar pela manhã e ao abrir os olhos não encontrar o teu rosto. Ficas a saber que às vezes quando o sono teima em chegar Agradeço em silêncio por estares comigo. São tantas as pequenas coisas onde te encontro que nunca mais me senti só. Não quero lamentar pelos anos que deixamos passar, privando os sentimentos, castigando as emoções de viverem um amor como o nosso. Aprendi que tudo tem uma hora para acontecer. A soma dos dias são aprendizagens e tudo acontece quando tem mesmo de acontecer. Quero acreditar que nada perdemos, antes pelo contrário a vida encarregou-se de mostrar o real significado da palavra valor. Pelos dias de ausência, pelos silêncios de outrora quero que os nossos dias sejam todos eles preenchidos com palavras e afectos. Vem, Amor, abraça-me forte… mostra-me o teu calor que eu desejo entregar-me nos teus braços de corpo e com alma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asasaoventos.blogspot.com/feeds/5101312422828909568/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2014/02/ate-ao-fim-do-mundo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/5101312422828909568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/5101312422828909568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2014/02/ate-ao-fim-do-mundo.html' title='Até ao fim do mundo...'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11797897460899193097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgjgfhvbZOHxO2VVRoPikGlSz2v0jtnMHMLab6iU7-5ntclrkC_Fp5bTSkwM8Rf7KeUvUpMHHgN60WuvFJ-q8Axxs0ArYi8kohdM0l3OzY23Cyv1OKMWWbeCqPEDKRGnQAZTO8yaMp_gwg/s72-c/hug.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-171962536011255974.post-5962185427907574174</id><published>2014-02-08T23:50:00.002+00:00</published><updated>2014-02-09T15:54:33.731+00:00</updated><title type='text'>Professor Manuel Lima </title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEis0pXSJwH_jn6XTBfvSCniVqyKFOE1K0Cg5sWZcDjdxtqoAOy0sxK-TJ6wXqGs7k7XpDGU-0YpGjfgg_SZjKRJhf3SAF1fpn2x3Nkewem97atjDeUnzMMi_2EZmRcYzx-vzsF9yEBc2MQ/s1600/MANUEL+LIMA.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEis0pXSJwH_jn6XTBfvSCniVqyKFOE1K0Cg5sWZcDjdxtqoAOy0sxK-TJ6wXqGs7k7XpDGU-0YpGjfgg_SZjKRJhf3SAF1fpn2x3Nkewem97atjDeUnzMMi_2EZmRcYzx-vzsF9yEBc2MQ/s1600/MANUEL+LIMA.png&quot; height=&quot;216&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Berlin Sans FB&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;Dia
8 de fevereiro de 2014 foi um sábado deliciosamente diferente. Sabia-o
antecipadamente desde que retirei da minha caixa de correio o convite do
professor Manuel Lima alusivo à comemoração dos seus 25 anos como escritor e
investigador do riquíssimo património natural do concelho do Seixal.
Simultaneamente, ele presenteou todos os participantes com o seu mais recente
livro intitulado &quot;A Vida Entre Marés&quot;. Foi pequeno o auditório no
Moinho de Maré de Corroios para acolher todos aqueles que desejaram expressar
gratidão, admiração a este grande professor, investigador e, principalmente ao
ser humano que é! É com aquela facilidade de retórica que se conhecessem aos
grandes mestres que o professor Lima prendeu a atenção de toda uma plateia
rendida aos seus conhecimentos. Seguramente que nunca lho disse pessoalmente
mas escrevo-o agora o Professor Manuel Lima é um ser humano extraordinário!
Consegue sem esforço aliar a sua inteligência com as características mais
nobres de uma pessoa: modéstia, simplicidade e amor. Comoveram-me as palavras
da sua filha Sílvia durante o discurso quando a ele se referiu dizendo «o meu pai
faz tudo por amor». Outras histórias que a filha Sílvia compartilhou com todos
os presentes espelham bem a entrega e a dedicação das muitas horas de trabalho
em prol da investigação do património natural e ambiental da Península de
Setúbal. O professor Manuel Lima meio a brincar dizia-se surpreendido pela sala
onde decorreria a comemoração dos 25 anos estar cheia. Esta manifestação de
reconhecimento em nada me surpreendeu, muitos, tal como eu, quiseram desta
forma homenageá-lo pelo mérito do seu trabalho. O professor Manuel Lima fez
carreira como docente do ensino oficial secundário. Paralelamente em
colaboração com a Câmara Municipal do Seixal fez chegar junto do grande público
várias publicações sobre o património natural e histórico deste concelho. Não
me lembro ao certo como travei contacto com o professor Lima. Creio que tal
inicio se fique a dever a uma simples troca de cumprimento matinal ou de outro
período do dia. No entanto com certas pessoas é muito fácil estabelecer
automaticamente uma relação afetuosa e foi isso que aconteceu. Todos nós em
minha casa nutrimos um carinho especial por ele e pela sua família. Já faz
alguns uns anos quando convidou a mim e aos meus filhos para conhecermos a sua
coleção privada de fósseis e com a mestria de um professor foi-nos explicando a
origem e o nome de cada vestígio do passado. Não saímos da sua casa sem que
antes ele tivesse presenteado a minha filha adolescente com alguns dos fosseis
sobrantes da sua vasta coleção. Os fósseis foram guardados cuidadosamente até
hoje numa caixa de madeira de modo a preservar a integridade do achado. Noutra
ocasião chamou-me para me oferecer um pequeno Dragoeiro. Depois de este ter
passado uma temporada num vaso foi transplantado com sucesso para um canteiro
definitivo onde presentemente ostenta um porte maior em altura.  Com certeza que haveriam outras pequenas histórias dignas de registo destes seis anos que levo de convívio com este grande homem, contudo, prefiro terminar o texto com o sincero desejo que o professor Lima continue a presentear todos com mais livros os quais considero autênticas ferramentas pedagógicas para quem deseja aprofundar os conhecimentos sobre o vastíssimo património natural que nos rodeia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asasaoventos.blogspot.com/feeds/5962185427907574174/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2014/02/professor-manuel-lima.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/5962185427907574174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/5962185427907574174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2014/02/professor-manuel-lima.html' title='Professor Manuel Lima '/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11797897460899193097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEis0pXSJwH_jn6XTBfvSCniVqyKFOE1K0Cg5sWZcDjdxtqoAOy0sxK-TJ6wXqGs7k7XpDGU-0YpGjfgg_SZjKRJhf3SAF1fpn2x3Nkewem97atjDeUnzMMi_2EZmRcYzx-vzsF9yEBc2MQ/s72-c/MANUEL+LIMA.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-171962536011255974.post-2294389649435841390</id><published>2014-01-25T12:27:00.003+00:00</published><updated>2014-01-25T17:56:24.349+00:00</updated><title type='text'>Amor incondicional</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcHFWeGcd-U2MowiCewsWNuRqfQ2mFPwP1vEY0eV4bW8nrbaIMBSDDx5eLjLhpVpsFbPDfeywBY5VMI-rk2v7DKY5Z6ZFIMPgSECDhsZ8A-dfhky5Gu3-Jvx4k2UVpDlG7L1aS6rPdUhk/s1600/Amor+incondicional.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcHFWeGcd-U2MowiCewsWNuRqfQ2mFPwP1vEY0eV4bW8nrbaIMBSDDx5eLjLhpVpsFbPDfeywBY5VMI-rk2v7DKY5Z6ZFIMPgSECDhsZ8A-dfhky5Gu3-Jvx4k2UVpDlG7L1aS6rPdUhk/s1600/Amor+incondicional.jpg&quot; height=&quot;238&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Brush Script MT&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Para alguém muito especial…&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Berlin Sans FB&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;Confesso
que tenho tanto medo de te perder... Já alguns dias que olho o teu rosto e
comento com outros o quanto envelheceste. O pior é que me habituei a uma imagem
e durante anos fui recusando ver os traços no teu rosto cada vez mais
profundos. Sabes às vezes isto acontece para nos defendermos da dor da
inevitabilidade… a bondade, a melhor característica que te define, continua
inalterável ao longo dos tempos. Por tudo isto que acabei de escrever e por
muito mais, considero que as&amp;nbsp; pessoas como tu deviam viver para sempre. Nem
tenho a certeza se irás ler este texto, mas isso pouco importa, acho que até me
protege devido à minha inabilidade em lidar com algumas emoções. Ainda, para
mais palavras como estas, sentidas, carregadas de sentimentos de amor
incondicional. Já me perguntava quando iria escrever um texto sobre ti…e, como
sempre, tudo acontece, quando tem de acontecer. Definitivamente hoje era o dia…
confidencio que esta manhã (bem cedo,&amp;nbsp; para uma manhã de sábado) o meu
filho mais novo decidiu ver um filme infantil em vídeo que retratava muito dos
sentimentos que sinto por ti. Imagina tu que até o personagem “Vítor” tinha
semelhanças físicas contigo. Mas foram as outras características, aquelas que
não se veem, mas que se sentem, que despoletaram a minha vontade de te
agradecer por teres estado connosco quando eras necessário. Tenho cada vez mais
a certeza que os maiores tesouros da vida não são aqueles que o dinheiro pode
oferecer, mas a riqueza de amar e sermos amados! Poderia continuar alongar-me
nos elogios porque numa pessoa como tu, é bastante fácil,&amp;nbsp;prefiro, no entanto,&amp;nbsp;finalizar
a dedicatória, desejando que continues na nossa vida por muitos e muitos anos!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asasaoventos.blogspot.com/feeds/2294389649435841390/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2014/01/amor-incondicional_25.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/2294389649435841390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/2294389649435841390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2014/01/amor-incondicional_25.html' title='Amor incondicional'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11797897460899193097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjcHFWeGcd-U2MowiCewsWNuRqfQ2mFPwP1vEY0eV4bW8nrbaIMBSDDx5eLjLhpVpsFbPDfeywBY5VMI-rk2v7DKY5Z6ZFIMPgSECDhsZ8A-dfhky5Gu3-Jvx4k2UVpDlG7L1aS6rPdUhk/s72-c/Amor+incondicional.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-171962536011255974.post-4191669692250684199</id><published>2014-01-19T15:29:00.000+00:00</published><updated>2014-01-19T20:20:45.009+00:00</updated><title type='text'>Almoço de domingo</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjOLeohyphenhyphenx7UUK4SlvCOOPovOtdmtmghBna2PlCMLPunW9QLXrhc65bnKkNIH4uoU-nN4U-RAjmj0NDA30_fBvwdsqObpCEiftbof6VthspyTyOyoA79qTwmmai2Z32oYGwNmgTZWOIUA8M/s1600/almo%C3%83%C2%A7o+em+familia.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjOLeohyphenhyphenx7UUK4SlvCOOPovOtdmtmghBna2PlCMLPunW9QLXrhc65bnKkNIH4uoU-nN4U-RAjmj0NDA30_fBvwdsqObpCEiftbof6VthspyTyOyoA79qTwmmai2Z32oYGwNmgTZWOIUA8M/s1600/almo%C3%83%C2%A7o+em+familia.jpg&quot; height=&quot;309&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Berlin Sans FB&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 20pt; line-height: 200%;&quot;&gt;Na
minha infância a manhã de domingo tinha um toque de magia. Gostava que os dias
da semana corressem&amp;nbsp;para chegar ao fim-de-semana. Lembro-me de fazer planos
logo no primeiro dia da semana para que todo o tempo de sábado e domingo fossem
bem aproveitados pelas brincadeiras. Quando não tinha companhia para as
brincadeiras e&lt;span style=&quot;mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;ntretinha&lt;/span&gt;-&lt;span style=&quot;mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;me&lt;/span&gt; com qualquer coisa... às vezes, até
as molas da roupa &lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;ganhavam&lt;/i&gt; vida e adquiriam
formas de pessoas. Em cima da minha cama de dormir os cobertores eram cuidadosamente
moldados com aquilo que eu chamava&amp;nbsp;de carreiros para que &lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;as pernas&lt;/i&gt; das molas da roupa pudessem
passar. E, podia ficar assim, a brincar sozinha, dando asas à imaginação, sem ter
a noção das horas a passarem. Mas era sem dúvida o almoço de domingo o que mais me
fascinava! Todo aquele ritual que antecedia a hora da refeição. Cada membro da família
contribuía para o almoço de domingo com uma determinada tarefa, embora coubesse
sempre à mãe a preparação da refeição. Ao domingo a mãe sem ter aquela pressa dos
minutos contados da semana, confecionava quase sempre uma iguaria mais elaborada.
A magia de uma manhã de domingo aumentava se houvessem convidados para o almoço.
Desde que houvesse um significativo número de convidados, o prato escolhido
para confecionar, era quase sempre mesmo: o tradicional, cozido à portuguesa! Nem
sempre esta escolha agradava ao palato de todas as idades. Eu, a minha irmã e,
os primos, quase sempre reclamávamos por um bife com batatas fritas, sem que a iniciativa tivesse muito
sucesso. Havia sempre um adulto que nos informava se não “gostássemos” de comer
por exemplo a “carne de porco” podíamos comer a carne de vaca ou mesmo o frango
cozido que normalmente nos era colocado no prato carinhosamente pelas nossas mães. O
ritual da confeção da refeição na cozinha também era agradável de se observar. As
cozinheiras iam colocando os ingredientes nos tachos e panelas, enquanto falavam
de assuntos que só às mulheres diziam respeito. Os homens arredados das tarefas
domésticas aproveitavam o tempo antes do almoço para&amp;nbsp;conversarem quase sempre de futebol.
Gostava de assistir à conversa de uns e de outros, até a dado momento ser interrompida
pela minha mãe que me incumbia como filha mais velha da tarefa de pôr a mesa, com
a ajuda dos irmãos mais novos que ajudavam no que podiam. À hora marcada, muito
perto da uma da tarde, dava-se, então, ao início do almoço de domingo, em família,
que se prolongava pela tarde fora... &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asasaoventos.blogspot.com/feeds/4191669692250684199/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2014/01/almoco-de-domingo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/4191669692250684199'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/4191669692250684199'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2014/01/almoco-de-domingo.html' title='Almoço de domingo'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11797897460899193097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjOLeohyphenhyphenx7UUK4SlvCOOPovOtdmtmghBna2PlCMLPunW9QLXrhc65bnKkNIH4uoU-nN4U-RAjmj0NDA30_fBvwdsqObpCEiftbof6VthspyTyOyoA79qTwmmai2Z32oYGwNmgTZWOIUA8M/s72-c/almo%C3%83%C2%A7o+em+familia.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-171962536011255974.post-653068400898628852</id><published>2013-12-27T18:24:00.001+00:00</published><updated>2014-01-25T18:34:13.232+00:00</updated><title type='text'>A Travessia</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjklaOucjQN8fpXp7kd83lX3RKobeCul1Vk7kFEkAkI8kRQnR9vEfqsfeaMT-L_YYApOGPeH5v_9AJGFE6WLaBz5nLlEifKZVFwK3noMuqXfrPymYrfJoegWVF3vQKIxUAOdoMpI_3nTxg/s1600/Capa_ATravessia.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjklaOucjQN8fpXp7kd83lX3RKobeCul1Vk7kFEkAkI8kRQnR9vEfqsfeaMT-L_YYApOGPeH5v_9AJGFE6WLaBz5nLlEifKZVFwK3noMuqXfrPymYrfJoegWVF3vQKIxUAOdoMpI_3nTxg/s400/Capa_ATravessia.jpg&quot; height=&quot;400&quot; width=&quot;257&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;«Em busca de uma segunda oportunidade, Anthony fará uma jornada de redenção e encontro com o seu verdadeiro ser. A Travessia de WM. PAUL YOUNG»&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Berlin Sans FB&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;Todos
temos muralhas que crescem no nosso interior! Cabe a cada um de nós tratar do
terreno interior para que seja fértil e, permita nele existir, ao invés de
muralhas, um lindo jardim! As muralhas a que me refiro foram magistralmente descritas
no livro “A Travessia” de WM. Paul Young. Possivelmente, este foi um dos
melhores livros que li! Terminei, hoje, 27 de dezembro de 2013, a leitura das
300 páginas com lágrimas a escorrem-me dos olhos sem que as pudesse evitar. Ao
mesmo tempo fui invadida por um turbilhão de sentimentos que foram desde&amp;nbsp;a alegria
até à saudade. Já é longa a mania de escrever na contracapa ou nas páginas sobrantes
dos livros que leio. Este exercício permite-me guardar para memória futura um comentário
ou desabafo sobre a leitura finda. Possivelmente esta é uma das razões para não
emprestar os livros&amp;nbsp;a outras pessoas, por conterem aspetos íntimos da minha
alma, que não desejo partilhar. Porém, desta vez, contrariando o habitual, nada
escrevi! Preferi partilhar as palavras iluminadas deste autor (não o conhecia).
Confidencio, também, que, possivelmente, dada a riqueza da mensagem, voltarei a
reler o livro, de modo a compreender melhor alguns dos ensinamentos. Sublinhei &lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;algumas frases que a mim me pareceram dirigidas.
Desde o início da leitura considerei que o autor só podia ter escrito todas
aquelas palavras se estivesse em Comunhão com Deus. É incrível o fio condutor
da história, a forma como o autor articula as frases entre capítulos, prendendo
a atenção do leitor desde o início até final do livro. Realmente existem pessoas
raras com o propósito de guiarem outras almas perante as encruzilhadas
terrenas. Durante a leitura do livro foram inúmeras as vezes que me senti esmagada
com a força das palavras de WM. Paul Young. A leitura foi demorada, foi
realizada aos “pedacinhos”, entre viagens de transportes públicos casa-trabalho.
Houve alturas durante a leitura, refira-se com esforço, reprimi algumas das
emoções que sentia em determinadas passagens do livro. O estado de espirito ia variando
de acordo com ação das personagens entre a alegria, tristeza, esperança,
arrependimento e a redenção. Mas o que importa ressalvar é a mensagem de Amor que
o autor transmite e, enaltecer o poder da Oração que norteia toda a narrativa. Podia
fazer inúmeras citações das palavras que me tocaram, no entanto, muito do que
atrás escrevi, poder-se-á resumir nestas frases: « – A confiança implica
riscos, (…), e há sempre riscos nas relações. Mas sabes uma coisa? Sem as relações
entre pessoas, o mundo não faria sentido. Algumas relações são mais complicadas
do que outras, algumas duram pouco, outras são difíceis e poucas são fáceis,
mas todas são importantes. » - Aconselho a leitura!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asasaoventos.blogspot.com/feeds/653068400898628852/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2013/12/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/653068400898628852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/653068400898628852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2013/12/blog-post.html' title='A Travessia'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11797897460899193097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjklaOucjQN8fpXp7kd83lX3RKobeCul1Vk7kFEkAkI8kRQnR9vEfqsfeaMT-L_YYApOGPeH5v_9AJGFE6WLaBz5nLlEifKZVFwK3noMuqXfrPymYrfJoegWVF3vQKIxUAOdoMpI_3nTxg/s72-c/Capa_ATravessia.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-171962536011255974.post-5325400792870874587</id><published>2013-12-26T17:08:00.000+00:00</published><updated>2014-01-27T19:04:00.909+00:00</updated><title type='text'>Sociedade de Contrastes </title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiKE4B6Otrco9arSZwcId_uAooVWLxZY455EVRkJW-zHZsWP6Zr2rkQzYkEUMrr-Z02qHd90LKIRduCsiNXQlI8y1dzeyopCdRL7_8L9izAz35Cr7WHMc6HE7zRY7cgvIEnoR6r_VdGQ4Y/s1600/fosso.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiKE4B6Otrco9arSZwcId_uAooVWLxZY455EVRkJW-zHZsWP6Zr2rkQzYkEUMrr-Z02qHd90LKIRduCsiNXQlI8y1dzeyopCdRL7_8L9izAz35Cr7WHMc6HE7zRY7cgvIEnoR6r_VdGQ4Y/s400/fosso.jpg&quot; height=&quot;263&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;st1&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #cccccc;&quot;&gt;Tenho dificuldade em imaginar a sociedade portuguesa dentro de vinte
anos! A taxa de natalidade em Portugal era, em 2011, a quarta mais baixa da
União Europeia, com 1,35 nados-vivos e, em 2013 o declínio de nascimentos
continua a acentuar-se. Estamos perante uma sociedade muito doente e
aparentemente nada se faz de concreto para travar este hediondo flagelo. As
explicações para compreender&amp;nbsp;os contrastes sociais residem na própria
organização da sociedade! Numa sociedade moderna somos todos definidos pelo
trabalho. Não podia no meu entender estar mais atual a Teoria de Karl Mark
sobre o “Capitalismo”. A relação entre as classes é sempre uma relação
conflituosa, por ser desigual. Ele chamou o Capitalismo de &quot;ditadura da
burguesia&quot;, executada pelas classes ricas para o seu próprio benefício. O
proprietário dos meios de produção é quem define o tempo, o ritmo e o valor do
trabalho do trabalhador, que por sua vez é dono apenas da sua força de
trabalho. Analisemos as condições de vida de muitos portugueses: qual o
rendimento escolar de muitas crianças que chegam às escolas sem refeições?!
Como podem muitos dos jovens constituírem família e, consequentemente, terem filhos
quando a sociedade onde nasceram lhes veda a possibilidade de conseguir
trabalho?! Diametralmente, qual a esperança que se pode transmitir a um adulto,
que em virtude das muitas falências/insolvências, procura trabalho a partir dos
quarenta anos?! Quais as condições de trabalho adotadas por muitas empresas
quando têm a consciência que existe uma percentagem de assalariados disponíveis
para ocuparem os postos de trabalho?! Salário mínimo para trabalho máximo!
Portugal está a deixar sem futuro a geração mais qualificada de sempre! De
acordo com o sociólogo João Teixeira Lopes a existência de jovens licenciados
ao emigram para França para escaparem à precariedade deve-se à&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;sua «invisibilidade perante as instituições e
perante a diplomacia». «Na verdade [estes jovens] significam, em muitos casos,
competências, talentos, capital humano que está neste momento a ser exportado
pelo país.» São vários os estudos que apontam que o fosso entre os mais ricos e
os mais pobres é acentuado, a desigualdade de rendimentos familiares e
salariais, faz com que Portugal seja &quot;um dos países mais desiguais da
Europa&quot;. A tomada de consciência sobre a problemática das “desigualdades sociais”
é o primeiro passo para que todos os portugueses possam exigir sobre os
responsáveis económicos, políticos e sociais medidas efetivas para inverter o
estado de situação a que chegamos. Os meus votos para 2014 passam por Acreditar
que o futuro de Portugal está nas mãos de cada um de nós e, nas ações coletivas
que possamos empreender para exigir uma sociedade mais justa!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asasaoventos.blogspot.com/feeds/5325400792870874587/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2013/12/sociedade-de-contrastes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/5325400792870874587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/5325400792870874587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2013/12/sociedade-de-contrastes.html' title='Sociedade de Contrastes '/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11797897460899193097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiKE4B6Otrco9arSZwcId_uAooVWLxZY455EVRkJW-zHZsWP6Zr2rkQzYkEUMrr-Z02qHd90LKIRduCsiNXQlI8y1dzeyopCdRL7_8L9izAz35Cr7WHMc6HE7zRY7cgvIEnoR6r_VdGQ4Y/s72-c/fosso.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-171962536011255974.post-2653700473205868952</id><published>2013-12-10T15:03:00.000+00:00</published><updated>2014-01-26T12:24:27.645+00:00</updated><title type='text'>Nas Tuas mãos</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhKfRqsjqkDd4RIPtzLvxaW54JkAP_zKbw-ipH6dVycTCGLyfaYrHNysdmBbCbRZdDcn0wVNzcV3kcGIBk3ihyphenhyphenBi8w673MLDrN13h1_Zph4JTGO3QraKt1PxYtqTqOmexS2RHTgu1TC4UU/s1600/maos.jpeg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhKfRqsjqkDd4RIPtzLvxaW54JkAP_zKbw-ipH6dVycTCGLyfaYrHNysdmBbCbRZdDcn0wVNzcV3kcGIBk3ihyphenhyphenBi8w673MLDrN13h1_Zph4JTGO3QraKt1PxYtqTqOmexS2RHTgu1TC4UU/s400/maos.jpeg&quot; height=&quot;266&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Berlin Sans FB&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 200%;&quot;&gt;Dou
por mal empregue o tempo ocupado pelo meu pensamento para estruturar frases
sobre o que havia de escrever nesta data. Ensaiei por algumas vezes a
combinação «certa»&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Berlin Sans FB, sans-serif; font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 64px;&quot;&gt;de frases cujas palavras&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Berlin Sans FB&#39;, sans-serif; font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 200%;&quot;&gt;&amp;nbsp;descrevessem&amp;nbsp; os &amp;nbsp;sentimentos que pairavam na mente. Em
alguns dias consegui expressar em outros textos o que sentia no momento. O livro da vida é composto
por&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 48px;&quot;&gt;múltiplos&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 200%;&quot;&gt;&amp;nbsp;capítulos, alguns já escritos, outros&amp;nbsp;cujas páginas em
branco aguardam palavras de uma história (quase sempre) diferente do plano
inicialmente traçado. A conclusão a que chego é que tudo o que vem até nós vem no
tempo certo. Nas páginas do livro pessoal que leva mais de quatro décadas&amp;nbsp; apenas tenho o conforto de saber que jamais
desvirtuei o sentido das palavras, escrevi o que era verdadeiro mesmo quando a
inspiração ou o rumo dos acontecimentos pareciam fugir de mim. Afinal, aqui,
estou eu, no dia por que tanto ansiei, fazendo uma espécie de balanço deste
quarto de século que me pertence, como se este exercício arrumasse dentro do
meu interior os acontecimentos no devido lugar, catalogando-os por assuntos,
conforme o seu grau de importância. Nesta espécie de introspecção com data
marcada dou comigo a pensar que as etiquetas mentais são resultado das aprendizagens
adquiridas ao longo da vida, valorizam o que é de valorizar, perdoam o que é de
perdoar. Lamentavelmente, direi, que (ainda) não tenho o condão de esquecer o
que é de esquecer, possivelmente por acreditar que a responsabilidade de cada
um deve ser assumida. Sendo, igualmente, verdadeiro que a palavra rancor ou
outras suas semelhantes não farão parte do meu léxico e tão pouco da minha
essência. No entanto, sublinho que «não darei o outro lado da face» a alguém,
que deliberadamente (ou gratuitamente cause sofrimento ou mal-estar), antes pelo contrário, defenderei como guerreira, com todas as
armas ao dispor&amp;nbsp; os princípios e valores
que norteiam a minha maneira de pensar e de agir. Consequentemente, arcarei,
com as responsabilidades que me serão devidas pelas escolhas efectuadas. Se por
um acaso, seja no início, a meio, ao mesmo no final da trajectória verificar
que errei, ou me precipitei na tomada de decisão, estarei na primeira linha do
campo de batalha a pedir perdão e tudo fazer&amp;nbsp;
para remediar os estragos causados. Neste balanço que me parece oportuno
e, por isso, digno de registo, confirmo que nem tudo correu como planeado, mas
o saldo é muito positivo! E, porque considero que a vida é uma grande
oportunidade, hoje não finalizarei a minha história fazendo alusão ao tempo
passado, decidi&amp;nbsp; que dado o rumo dos
acontecimentos o que é importante é a minha acção presente. Desejo libertar o
meu pensamento das coisas insignificantes e elevar o meu espírito até Deus
agradecendo-Lhe pela oportunidade de me deixar viver. Desejo que a minha alma
esteja suficientemente leve para que Ele escute as minhas preces e, continue a
proteger as «minhas» duas preciosidades terrenas que são os meus dois filhos.
Não poderia de maneira alguma, esquecer, os «outros» dois anjinhos celestes,
que Deus acolheu até à minha chegada. Lembro-me,
também, de todos aqueles que eu amava e, que entretanto, partiram, para o merecido descanso. A todos os que me honrarem com a leitura deste desabafo,
direi: «Aproveitem a vida. Ajudem-se uns aos outros. Não deixem nada por dizer
e nada por fazer&lt;/span&gt;&lt;sup style=&quot;line-height: 200%;&quot;&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Berlin Sans FB&#39;, sans-serif; line-height: 200%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;».&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
1&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Berlin Sans FB&#39;, sans-serif; font-size: 11pt; line-height: 115%;&quot;&gt;António Feio, ator, 1954-2010&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Berlin Sans FB&#39;, sans-serif; font-size: 11pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asasaoventos.blogspot.com/feeds/2653700473205868952/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2013/12/nas-tuas-maos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/2653700473205868952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/2653700473205868952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2013/12/nas-tuas-maos.html' title='Nas Tuas mãos'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11797897460899193097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhKfRqsjqkDd4RIPtzLvxaW54JkAP_zKbw-ipH6dVycTCGLyfaYrHNysdmBbCbRZdDcn0wVNzcV3kcGIBk3ihyphenhyphenBi8w673MLDrN13h1_Zph4JTGO3QraKt1PxYtqTqOmexS2RHTgu1TC4UU/s72-c/maos.jpeg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-171962536011255974.post-8348083289224696556</id><published>2013-12-07T16:23:00.001+00:00</published><updated>2014-01-27T13:57:22.801+00:00</updated><title type='text'>Partiu um homem bom!</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiIvPCzRLDvE3DzoGa5OIMO_W_fhGZj68z7aK4KB4YLNz0UR4WJO3xmaHhwnXhsJWQdYOlxadeR1kFXkpAFXga80Thrap5MBl6TCr3yq8bXcXUHam0lGJi7mn5VN75ADqLMNypRuGmgqEo/s1600/Nelson.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiIvPCzRLDvE3DzoGa5OIMO_W_fhGZj68z7aK4KB4YLNz0UR4WJO3xmaHhwnXhsJWQdYOlxadeR1kFXkpAFXga80Thrap5MBl6TCr3yq8bXcXUHam0lGJi7mn5VN75ADqLMNypRuGmgqEo/s400/Nelson.jpg&quot; height=&quot;299&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Berlin Sans FB&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;Partiu
um homem bom! A derradeira caminhada ocorreu a 5 de Dezembro de 2013, aos 95
anos. A noticia foi dada ao mundo pelo &lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;atual
Presidente da África do Sul, Jacob Zuma: &quot;A nossa nação perdeu o seu
melhor filho. O nosso povo perdeu o seu pai&quot;. Milhões de pessoas juntarão as
&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;vozes e em uníssono dirão que &lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;perdemos o exemplo vivo de dignidade, de
tolerância, capacidade de perdoar, liderar e virar o rumo histórico do seu país.
Esteve 27 anos em cativeiro, vítima de um hediondo regime de apartheid. A segregação
racial vigorou na África do Sul desde&amp;nbsp;1948 a 1994 legitimada pelos
sucessivos governos&amp;nbsp;onde a maioria negra foi descriminada por
uma minoria branca. O apartheid trouxe violência e um significativo movimento
de resistência interna. Nelson Mandela foi o exemplo da grandeza humana e
quando eleito como o 1º Presidente negro da África do Sul empenhou-se na
reconciliação nacional. Nelson Mandela amainou os ventos carregados de ódio e
cultivou a Paz entre os sul-africanos. Defendeu que brancos e negros eram
filhos da mesma nação. A Humanidade tem que volver milénios na sua História
para encontrar outro Homem da mesma grandeza, Jesus Cristo. Sim, Nelson
Mandela, poder-se-á comparar a Jesus Cristo! Sorte daqueles que lhe foram contemporâneos,
congratulando-me por ter vivido neste tempo e expressar com &lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;palavras humildes &lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;a minha enorme admiração pelo seu exemplo de
vida. Comovo-me com a sua partida. O Céu espera o Seu regresso. Nos anais da História
da Humanidade perdurará o legado de Nelson Mandela. Descansa em Paz Madiba. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #3e3d3d; font-family: &amp;quot;Berlin Sans FB&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 200%; mso-bidi-font-family: Tahoma;&quot;&gt;&lt;sup&gt;1 &lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;sup&gt;&lt;span style=&quot;color: #3e3d3d; font-family: Berlin Sans FB;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;
&lt;sup&gt;&lt;span style=&quot;color: #3e3d3d; font-family: Berlin Sans FB;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Berlin Sans FB; font-size: large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #eeeeee;&quot;&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt;1 &lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Madiba é o nome do clã Thembu a que Mandela pertence. Foi também
o nome de um chefe Thembu no século XIX. Chamar Madiba a Mandela é sinal de
carinho e respeito.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;

&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Nelson Rolihlahla Mandela foi
um advogado, líder rebelde e presidente da África do Sul de 1994 a 1999,
considerado como o mais importante líder da África Negra, ganhador do Prêmio
Nobel da Paz de 1993, e Pai da Pátria da moderna nação sul-africana.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asasaoventos.blogspot.com/feeds/8348083289224696556/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2013/12/partiu-um-homem-bom.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/8348083289224696556'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/8348083289224696556'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2013/12/partiu-um-homem-bom.html' title='Partiu um homem bom!'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11797897460899193097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiIvPCzRLDvE3DzoGa5OIMO_W_fhGZj68z7aK4KB4YLNz0UR4WJO3xmaHhwnXhsJWQdYOlxadeR1kFXkpAFXga80Thrap5MBl6TCr3yq8bXcXUHam0lGJi7mn5VN75ADqLMNypRuGmgqEo/s72-c/Nelson.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-171962536011255974.post-7854986422840448832</id><published>2013-12-01T20:34:00.001+00:00</published><updated>2013-12-03T09:47:48.922+00:00</updated><title type='text'>Violência Gratuita</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhQOXS4kVzUtAMCp_05nrPWWi6CbSqhrWBQYG-6BzaKa5GtKZHdTcQ-P_gUhd0LOyotCOmee3nS_WSDMDBZewComLUqoQpxic6WIdbJwVMXWKkB3DxdY-XmKvUqkzFYx9LnWM7A6v2GxV4/s1600/imagesCAJX2L4D.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhQOXS4kVzUtAMCp_05nrPWWi6CbSqhrWBQYG-6BzaKa5GtKZHdTcQ-P_gUhd0LOyotCOmee3nS_WSDMDBZewComLUqoQpxic6WIdbJwVMXWKkB3DxdY-XmKvUqkzFYx9LnWM7A6v2GxV4/s320/imagesCAJX2L4D.jpg&quot; width=&quot;312&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Calibri; font-size: 21px; line-height: 42px;&quot;&gt;Vivenciei com tristeza os acontecimentos ocorridos esta semana no final das aulas na escola do meu filho. Depois de um dia na escola qualquer criança gosta de ouvir o toque que anuncia o final das aulas. O recreio representa os minutos mágicos. Eu consigo com facilidade ainda recordar aquela ansiedade em criança para que os minutos passassem a correr para &amp;nbsp;terminar uma qualquer brincadeira deixada a meio dum recreio anterior. Ressalvo que o meu tempo de criança não se assemelha muito ao de hoje excetuando-se, obviamente o facto de termos todos a mesma idade. Só para recordar as diferenças em Portugal em finais dos anos 70 e início dos 80 a televisão tinha início de emissão apenas ao final da tarde; nós as crianças de então brincávamos no espaço público umas com as outras sem muitos dos receios que presentemente existem. Claro que há vezes existiam as “tais” rivalidades que originavam pequenas lutas e que por vezes deixavam marcas físicas, principalmente nos mais fracos fisicamente que eram facilmente dominados pelos mais fortes ou pelo grupo com mais elementos. Devido à edução que recebi em casa e que estruturou para sempre a minha forma de pensar e de agir quase sempre me posicionei como defensora de todos aqueles que eram rejeitados das brincadeiras. Nunca senti um “especial” prazer em excluir um amigo ou colega de turma e muito menos fazer chacota por falta de algum atributo físico ou mental. Lembro-me de entrar em brigas que inicialmente não eram minhas só porque algum dos meus amigos estar envolvido. Houve alturas que suportei algumas “arrochadas” por não medir convenientemente a força dos intervenientes da briga. Após esta breve introdução volto ao tema que me desagradou a semana passada. O meu filho de 8 anos estava no recreio no final das aulas a brincar com os seus colegas de turma onde se incluía o seu melhor amigo. O meu filho e o seu “melhor amigo” conhecem-se do tempo da creche onde ambos ingressaram com 4 anos e instantaneamente desenvolveram uma forte ligação. Quando transitaram da Infantil para a Primária eu própria empenhei-me junto da escola para que os dois não fossem colocados em turmas diferentes. Lembro-me inclusivamente que escrevi uma carta à Direção Escolar onde expus os motivos que considerava importantes para não separar “os dois melhores amigos”. &amp;nbsp;Até à semana passada nutri um especial carinho por aquele menino de sorriso fácil companheiro das brincadeiras do meu filho. Na passada segunda-feira, 25 de novembro, estavam os dois mais um grupo de colegas a brincar à apanhada, quando um colega de ambos decidiu parar a brincadeira para imaginem colocar dentro da boca do meu filho algumas folhas secas e inclusivamente um saco plástico que estava no chão. O “melhor amigo” do meu filho achou tanta graça à brincadeira que em vez de proteger o amigo quis também encher a boca dele com lixo. Nem consigo imaginar a reação do meu filho, além de tentar afastar os dois colegas deve ter ficado incrédulo com a atitude do seu “melhor amigo”. Não satisfeitos os dois rapazes do lixo desataram ambos a malhar no meu filho. Valeu ao Daniel um outro colega da turma que achando existir desproporcionalidade naquela luta interveio em sua defesa. Logo depois chegou a auxiliar que vigiava o recreio e que repreendeu veemente os dois incitadores da briga e porque é conhecedora dos comportamentos individuais de cada um, castigou-os. Recordo que algumas semanas atrás o meu filho tinha comentado que o seu “melhor amigo” lhe tinha tirado um autocolante que inicialmente lhe tinha oferecido para depois o entregar a outro colega – ele ficou sentido – na altura eu desvalorizei o ocorrido q.b. e disse-lhe que o “amigo” tinha agido mal. &amp;nbsp;No dia seguinte à briga, o Daniel não queria ir para a escola, queixou-se com dores de barriga. Eu compreendi que esta era a forma dele reagir ao episódio do dia anterior, mas incentivei-o a enfrentar o problema. Ora, nessa terça-feira, o “melhor amigo” do meu filho, não satisfeito com o desfecho do dia anterior decidiu fazer campanha entre os colegas de turma para não brincarem com ele! Chegou a fazer chantagem dizendo quem brincasse com o Daniel não brincaria com ele. Uma vez mais o “melhor amigo do meu filho” &amp;nbsp;não foi bem-sucedido na pretensão de exclusão do Daniel das brincadeiras, houve um &amp;nbsp;colega de ambos por considerar o pedido sem sentido, afastou-se dele! Esta reação dos colegas deve ainda ter irritado mais o “melhor amigo do meu filho” que decidiu voltar à carga e decidiu num dos recreios agredir gratuitamente o Daniel. Acredito que o meu filho fez o que pode para se defender mas de certeza que não estava a contar com esta atitude do “ seu melhor amigo”! Mais do que as nódoas negras que resultaram da agressão, notei o desgosto dele por sentir que amizade de ambos foi gravemente comprometida. A Escola desempenhou o seu papel. A professora na quarta-feira de manhã expôs à turma a bizarra situação e aplicou uma medida corretiva aos dois agressores do meu filho impedindo-os de frequentarem o recreio. Não os deixou na sala de aulas – isso, implicaria ter uma auxiliar por conta deles – ambos passaram os recreios toda a semana sentados num banco a verem os colegas a brincar. Sei que também chamou à escola o encarregado de educação do ex-melhor amigo do meu filho. Alguns que leem esta história podem ser tentados a pensar que se tratou se uma simples “brincadeira” de crianças. Eu como mãe não concordo. Devemos estar atentos a todos os sinais. Além das mazelas físicas que resultaram da briga esteve em causa, uma tentativa de exclusão entre colegas – diga-se como sempre despropositadíssima… &amp;nbsp;Este sábado o meu filho esteve na festa de aniversário de &amp;nbsp;um colega de turma, os dois agressores não foram convidados. Ao mesmo tempo que eu dava os parabéns ao aniversariante aproveitei para lhe agradecer pela defesa do meu filho, foi ele que terminou a luta igualando as forças – no lugar dele eu teria feito a mesmíssima coisa! Desejo profundamente que a situação fique por aqui!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asasaoventos.blogspot.com/feeds/7854986422840448832/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2013/12/violencia-gratuita.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/7854986422840448832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/7854986422840448832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2013/12/violencia-gratuita.html' title='Violência Gratuita'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11797897460899193097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhQOXS4kVzUtAMCp_05nrPWWi6CbSqhrWBQYG-6BzaKa5GtKZHdTcQ-P_gUhd0LOyotCOmee3nS_WSDMDBZewComLUqoQpxic6WIdbJwVMXWKkB3DxdY-XmKvUqkzFYx9LnWM7A6v2GxV4/s72-c/imagesCAJX2L4D.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-171962536011255974.post-4501064164025887758</id><published>2013-11-23T19:48:00.002+00:00</published><updated>2013-11-24T14:47:50.766+00:00</updated><title type='text'>ZIG</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhzIvLXLpiiOiKewwf4MipINUtDAU-ZEZMLNRNORHtZIgiBNolpVapc3O68t1_fXNRYZI1xKQ0v0G18jVcBPV2Hn0sUpX8CM5GqaNr0vyjhjg_JMaRDQNJ5FPB6MQK4l3Rl97Mxro3YLCY/s1600/casal-chuva_thumb.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;256&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhzIvLXLpiiOiKewwf4MipINUtDAU-ZEZMLNRNORHtZIgiBNolpVapc3O68t1_fXNRYZI1xKQ0v0G18jVcBPV2Hn0sUpX8CM5GqaNr0vyjhjg_JMaRDQNJ5FPB6MQK4l3Rl97Mxro3YLCY/s320/casal-chuva_thumb.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Berlin Sans FB&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman; font-size: small;&quot;&gt;

&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Berlin Sans FB&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Berlin Sans FB&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;Retive
a palavra Zig através de um filme. O Zig exemplifica o preciso momento em que a
contagem do tempo deixa de existir para duas pessoas. Através de um simples
olhar duas almas ficam a saber que a partir daquele instante ficarão ligadas
para todo o sempre. Dizem que o Zig só acontece uma vez na vida como expoente
máximo do amor. Todos anseiam por esse instante e, no entanto, apenas alguns
parecem alcançar. Entendi da mensagem que o Zig é uma espécie de meta sem prazo
para concretizar. Felizes aqueles que alcançam o ZIG – pensei.&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Procurei investigar no meu interior se algum
dia teria encontrado a outra metade de mim? A tentativa de fazer por si só
deu-me a resposta. Ou melhor, abriu-me pistas para mais interrogações. Claro
que já vivi um grande amor. Quem nunca viveu um grande amor não pode por falta
de conhecimento saber o que significa o silêncio de um olhar e, tão pouco
interpretar o desgosto da desilusão. Só quem amou sabe o que significa um
arrepio na pele por pensar em alguém que nos é especial. Noites sem dormir,
sonhos por viver e as saudades de quem partiu podem fazer chorar um coração.
Não sei se há idades ou melhor etapas do crescimento humano que favoreçam o
sentimento do amor. Entendo que todas as idades são ideais para amar. Houve
alguém que um dia perguntou «E, o que fazer à carapaça que vamos construindo
para nos proteger das desilusões amorosas?» - respondi: «creio que quando o
amor verdadeiro chegar, não haverá avisos e, seremos atingidos pela tal seta do
cupido e não existirá nada que nos possa proteger.» Pessoalmente gosto de
acreditar nos amores eternos. Daquele tipo de amor que vence os todos os
obstáculos para se encontrar. Penso em duas estrelas que explodem e se
fragmentam cuja luz emanada é uma espécie de farol para informar o local onde
se encontram. Quanto maior a luminosidade maior o desejo de acreditarem que «um
dia» se possam de novo unificar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Berlin Sans FB&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asasaoventos.blogspot.com/feeds/4501064164025887758/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2013/11/zig.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/4501064164025887758'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/4501064164025887758'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2013/11/zig.html' title='ZIG'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11797897460899193097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhzIvLXLpiiOiKewwf4MipINUtDAU-ZEZMLNRNORHtZIgiBNolpVapc3O68t1_fXNRYZI1xKQ0v0G18jVcBPV2Hn0sUpX8CM5GqaNr0vyjhjg_JMaRDQNJ5FPB6MQK4l3Rl97Mxro3YLCY/s72-c/casal-chuva_thumb.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-171962536011255974.post-8873543767101638574</id><published>2013-11-12T18:33:00.000+00:00</published><updated>2014-01-26T21:23:41.807+00:00</updated><title type='text'>Não importa onde nascem as amendoeiras (desde que floresçam!)</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjzA1N2bE24uRR_aBriUQA6pwJYb4M6A0IreTjdRw9gKpZa3m316SE5jxAWQV3RBFfk9tmFuR6QrbekHNibxUvGHqunT0UfnBHDapIKxB_8gXFnW9Kr2ChXQJe841ZlvV-t83DE32UJDWQ/s1600/namorados_idosos.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjzA1N2bE24uRR_aBriUQA6pwJYb4M6A0IreTjdRw9gKpZa3m316SE5jxAWQV3RBFfk9tmFuR6QrbekHNibxUvGHqunT0UfnBHDapIKxB_8gXFnW9Kr2ChXQJe841ZlvV-t83DE32UJDWQ/s320/namorados_idosos.jpg&quot; height=&quot;164&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Berlin Sans FB&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 150%;&quot;&gt;«&lt;i&gt;Acreditas em vidas passadas&lt;/i&gt;?» Ele esboçou &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Berlin Sans FB&#39;, sans-serif; font-size: 24px; line-height: 36px;&quot;&gt;um ligeiro sorriso&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Berlin Sans FB&#39;, sans-serif; font-size: 24px; line-height: 36px;&quot;&gt;&amp;nbsp;no rosto&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Berlin Sans FB&#39;, sans-serif; font-size: 24px; line-height: 36px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Berlin Sans FB&#39;, sans-serif; font-size: 18pt; line-height: 150%;&quot;&gt;ao mesmo tempo que o abanar de cabeça pretendeu
responder à questão negativamente. Que pena! – Pensou ela –, tivesse ele respondido
de outro modo ou quisesse explorar o lado místico daquela relação, o tema só
por si, ocuparia muito daquela conversa. Se bem que ela não acreditou muito no
teor da resposta. Algumas pessoas mesmo quando afirmam não acreditar naquilo
que não conseguem observar ou experimentar têm sempre um lado místico associado
às suas vidas. O misticismo é a procura do ser humano pela comunhão entre o espirito
e a realidade; ou seja, algo que em alguns momentos permite explicar determinados
acontecimentos ou mesmo ligações a determinadas pessoas em detrimento de outras.
Quando um ser humano se liberta das regras impostas consegue viajar até aos
confins da mente, para a época mais embrionária da consciência, onde a
fronteira entre o real e o sonho se cruza. Aquela amizade era disso prova,
verdadeira e especial, resistente à erosão do tempo e das circunstâncias. Ao
longo dos anos tinham preservado no interior de cada um uma espécie de cantinho
isolado, onde o sentir flui para além das palavras e onde o silêncio encerra em
si mesmo múltiplos significados. Ela acreditava que duas almas quando se
entrelaçam, encontrar-se-ão muitas vezes em tempos e lugares diferentes das
suas realidades&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;font-family: &amp;quot;Berlin Sans FB&amp;quot;, sans-serif; font-size: 18pt; line-height: 150%;&quot;&gt;.&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Berlin Sans FB&#39;, sans-serif; font-size: 18pt; line-height: 150%;&quot;&gt; Ambos sentiriam em
tantos dias aquilo que outros já protagonizaram em histórias imemoriais.
Lembro-me de uma história, daquelas que se contam às crianças e que se reveste
de amor e de esperança. Reza a lenda que uma linda princesa nórdica que vivia
nas terras quentes de Portugal, não conseguia sorrir nem ser feliz porque as saudades
do manto branco que cobria os campos da sua terra no inverno eram imensas. Até
que o rei mouro, temendo perder a sua amada teve a brilhante ideia de mandar
plantar por todo o Algarve grandes extensões de amendoeiras que, no início de
cada Primavera davam à princesa a ilusão da neve e, assim, ela ficou curada da
sua nostalgia. O rei mouro e a princesa viveram um intenso amor e, ano após
ano, a Primavera renovava o maravilhoso espetáculo das amendoeiras em flor. Não
importa onde nascem as amendoeiras, quando duas almas se encontram, “&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;font-family: &amp;quot;Berlin Sans FB&amp;quot;, sans-serif; font-size: 18pt; line-height: 150%;&quot;&gt;jamais se sentirão sozinhas, porquanto
entenderem, por si só, a infinita necessidade, que têm uma da outra para toda a
eternidade&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Berlin Sans FB&#39;, sans-serif; font-size: 18pt; line-height: 150%;&quot;&gt;”.&lt;/span&gt;&lt;sup style=&quot;font-family: &amp;quot;Berlin Sans FB&amp;quot;, sans-serif; line-height: 150%;&quot;&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;sup&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Berlin Sans FB&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 150%;&quot;&gt;1&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Berlin Sans FB&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://pensador.uol.com.br/frase/MzM0NjAw/&quot;&gt;http://pensador.uol.com.br/frase/MzM0NjAw/&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Berlin Sans FB&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asasaoventos.blogspot.com/feeds/8873543767101638574/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2013/11/nao-importa-onde-nascem-as-amendoeiras.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/8873543767101638574'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/8873543767101638574'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2013/11/nao-importa-onde-nascem-as-amendoeiras.html' title='Não importa onde nascem as amendoeiras (desde que floresçam!)'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11797897460899193097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjzA1N2bE24uRR_aBriUQA6pwJYb4M6A0IreTjdRw9gKpZa3m316SE5jxAWQV3RBFfk9tmFuR6QrbekHNibxUvGHqunT0UfnBHDapIKxB_8gXFnW9Kr2ChXQJe841ZlvV-t83DE32UJDWQ/s72-c/namorados_idosos.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-171962536011255974.post-17778083799089163</id><published>2013-11-02T19:36:00.002+00:00</published><updated>2014-01-26T21:18:20.051+00:00</updated><title type='text'>Com os olhos nas águas do Tejo</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhlcjfGb95I-dGY84wPJKfzU1iG-5u_09yGVNO8MYf_ymgIUn9gLOmtx7p4Fx7ggV9AE6UxBJGwvt1v26dy6IyCbItRI-fc5SjYn5YUrdeT1rrMbarv7Nj7HUFm9g0rL-S2-TT-0wAdKcU/s1600/082Sol+Tejo.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhlcjfGb95I-dGY84wPJKfzU1iG-5u_09yGVNO8MYf_ymgIUn9gLOmtx7p4Fx7ggV9AE6UxBJGwvt1v26dy6IyCbItRI-fc5SjYn5YUrdeT1rrMbarv7Nj7HUFm9g0rL-S2-TT-0wAdKcU/s400/082Sol+Tejo.JPG&quot; height=&quot;223&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Berlin Sans FB&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;No
tempo que seguiu ao teu derradeiro adeus senti a ansiedade a
apoderar-se&amp;nbsp; do meu estado &amp;nbsp;de&amp;nbsp; espírito. Durante&amp;nbsp;largo tempo não fui bem-sucedida nas
tentativas&amp;nbsp; que&amp;nbsp; realizei &amp;nbsp;para esboçar um simples sorriso, a tristeza fez questão
de me acompanhar em demasiados dias. Assumi com a tua partida que uma parte de mim sucumbira para
todo o sempre. Nesse tempo sombrio não encontrei motivos para que o coração
continuasse a bater, a minha alma vazia não desejava sequer continuar a viver. Sobrevivi
porque as funções vitais desempenharam convenientemente o seu papel. O luto,
esse, não passa nunca. Com o passar dos anos a dor foi apenas diminuindo de
intensidade tornando o luto numa espécie de convívio diário. Há dias num final de tarde
quando regressava a casa, viajava &lt;span style=&quot;mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;absorta&lt;/span&gt;
em muitos &lt;span style=&quot;mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;pensamentos&lt;/span&gt; com o
olhar perdido nas águas do rio Tejo, quando um agradável cheiro a perfume se
intrometeu entre mim e a paisagem. Senti um arrepio a percorrer&amp;nbsp;o meu
corpo. Aquele cheiro a perfume levou-me de novo até ti. Todos os significados
da nossa história continuam bem presentes - aquele perfume foi-me há muitos anos oferecido por ti e, tornou-se&amp;nbsp;uma parte de nós - tu e eu recordaríamos aquele aroma como nosso. Do nosso passado não recordo as palavras ditas,
nem tão pouco os silêncios do&amp;nbsp; olhar, mas na memória&amp;nbsp; ficaram registadas
as emoções sentidas. Aquele aroma de um perfume doce guiou-me no tempo,&amp;nbsp;a uma outra tarde décadas atrás, onde tu estavas em casa doente e eu só desejava
chegar depressa para ficar ao teu lado. Lembro-me&amp;nbsp; que desse tempo longínquo,
os nossos sentimentos de amor pareciam perfeitos, mas tudo tem um fim… Lamentei de novo a ausência num espaço
que te pertence e, com saudade afastei as lágrimas do meu coração. Com os olhos postos
nas águas do Tejo a luz alaranjada do sol levou-me de novo ao presente. Aprendi
que na vida às vezes perdemos mas que&amp;nbsp;o&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;amanhã
será&lt;/span&gt; sempre um novo &lt;span style=&quot;mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;dia.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asasaoventos.blogspot.com/feeds/17778083799089163/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2013/11/com-os-olhos-nas-aguas-do-tejo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/17778083799089163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/17778083799089163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2013/11/com-os-olhos-nas-aguas-do-tejo.html' title='Com os olhos nas águas do Tejo'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11797897460899193097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhlcjfGb95I-dGY84wPJKfzU1iG-5u_09yGVNO8MYf_ymgIUn9gLOmtx7p4Fx7ggV9AE6UxBJGwvt1v26dy6IyCbItRI-fc5SjYn5YUrdeT1rrMbarv7Nj7HUFm9g0rL-S2-TT-0wAdKcU/s72-c/082Sol+Tejo.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-171962536011255974.post-2089439377338557885</id><published>2013-10-24T18:19:00.002+01:00</published><updated>2013-10-25T14:17:10.068+01:00</updated><title type='text'>O derradeiro adeus</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiMjgcs2FcjOJ_iXGJ5Kqi7RKoKkO1ztSs7cw0mBkK_9QysFpWpXad0az5RQ3Xx422zE3XEVC-x7OnWxg_v4grIYudOeGpJ_asRvdTlHRVtu0bu3xia3Ap611jomIKZHRpJAMZd5pullJA/s1600/TRISTEZA.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiMjgcs2FcjOJ_iXGJ5Kqi7RKoKkO1ztSs7cw0mBkK_9QysFpWpXad0az5RQ3Xx422zE3XEVC-x7OnWxg_v4grIYudOeGpJ_asRvdTlHRVtu0bu3xia3Ap611jomIKZHRpJAMZd5pullJA/s1600/TRISTEZA.JPG&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 200%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Berlin Sans FB&#39;, sans-serif; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;O
dia começou com um sol tímido a espreitar por entre as nuvens. Porventura os
mais desprevenidos foram apanhados pela chuva miudinha que caia sobre a cidade.
Em plena hora de ponta alguns condutores apressados mudavam de trajetória na tentativa
da faixa do lado ser mais rápida do que aquela por onde circulavam. Quando o
telefone tocou encontrava-me no local onde estou todas as manhãs. Do outro lado
da linha uma voz não familiar certificava-se que eu era a destinatária da
mensagem. Pediram-me para me dirigir ao hospital; tinhas sofrido um grave
acidente de viação e a situação clinica era deveras complicada. Não fui
bem-sucedida na tentativa de saber mais pormenores sobre o ocorrido, a pessoa que
ligou deve ter notado na voz o quanto a notícia me transtornou. Depois de
terminar a conversa mantive-me imóvel, sem reação, com o telemóvel silencioso encostado
ao ouvido. Deixei de ter noção do que acontecia à minha volta; confesso que por
momentos, deixei de fazer ideia até de quem era. Atordoada com o teor da notícia
apanhei um meio de transporte para a outra margem do Tejo. Demorei
aproximadamente meia hora para chegar ao Hospital. A urgência hospitalar estava
com o movimento próprio de uma semana que antecedia um feriado prolongado durante
o fim-de-semana. Não era uma semana normal estávamos em plena época Pascal. Dirigi-me
ao &lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;font-family: &amp;quot;Berlin Sans FB&amp;quot;, sans-serif; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt;guichet&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Berlin Sans FB&#39;, sans-serif; font-size: 18pt; line-height: 200%;&quot;&gt; de informações e relatei a
conversa, a senhora do outro lado&amp;nbsp;do vidro, pediu-me para aguardar na sala de espera
até alguém falar comigo. Não demorou muito tempo até aparecer na sala de espera
uma senhora de bata branca com uns papéis na mão – presumi que era comigo que ela
pretendia falar - começou por explicar o quadro clinico e &amp;nbsp;os procedimentos adotados. Com o estado psicológico debilitado retive
pouco das palavras «tratou-se de um acidente de automóvel muito
violento, fizemos o que nos era possível, infelizmente o diagnóstico é muito
reservado» - senti de novo aquela sensação que há menos de uma hora me invadira,
uma espécie de cratera abria-se diante dos pés puxando o meu corpo para o fundo. Depois da médica se afastar, respirei profundamente e caminhei com passos
curtos até ao piso da Unidade de Cuidados Intensivos. Com a dor de sofrimento
estampada no rosto uma enfermeira dirigiu-me palavras solidárias «lamento, tenha
força». Não lhe respondi por dificuldade verbal em articular as palavras, por
essa altura um mar de lágrimas brotavam dos meus olhos. Fiquei parada junto à cama
a olhar incrédula para um rosto que não reconheci como teu. Fixei a visão num
tubo transparente inserido na tua narina direita, os olhos outrora de um
castanho amendoado estavam fechados, os músculos do rosto flácidos deram-me a
sensação que diante de mim estava um cadáver. Era ensurdecedor o som das
máquinas a fazer o (im)possível para te manter ligado à vida. Doeu demais pensar
que o corpo físico que estava ali à minha frente já não tinha alma – aquele
corpo já não tinha consciência – estava simplesmente lá!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asasaoventos.blogspot.com/feeds/2089439377338557885/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2013/10/o-derradeiro-adeus.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/2089439377338557885'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/2089439377338557885'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2013/10/o-derradeiro-adeus.html' title='O derradeiro adeus'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11797897460899193097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiMjgcs2FcjOJ_iXGJ5Kqi7RKoKkO1ztSs7cw0mBkK_9QysFpWpXad0az5RQ3Xx422zE3XEVC-x7OnWxg_v4grIYudOeGpJ_asRvdTlHRVtu0bu3xia3Ap611jomIKZHRpJAMZd5pullJA/s72-c/TRISTEZA.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-171962536011255974.post-5399652695805058017</id><published>2013-10-19T16:17:00.000+01:00</published><updated>2013-10-19T22:58:16.681+01:00</updated><title type='text'>Era uma vez...</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgc6pSkhbTocs2GfUZUphWp7SSDxqemsJKjShFNZDSnjhPLSyL-aAQ9T6XRHFvyh4TUx1yfjRdiWN0KlsM9VJ5D1YHsj-kkdfBt6ewgRbQrMvKIX-UVFGndw3uQj1QOpUg0FGGFTdsCT9Q/s1600/era+uma+vez.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;268&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgc6pSkhbTocs2GfUZUphWp7SSDxqemsJKjShFNZDSnjhPLSyL-aAQ9T6XRHFvyh4TUx1yfjRdiWN0KlsM9VJ5D1YHsj-kkdfBt6ewgRbQrMvKIX-UVFGndw3uQj1QOpUg0FGGFTdsCT9Q/s320/era+uma+vez.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 22pt; line-height: 200%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Calibri;&quot;&gt;Neste dia tão especial gostava de
escrever umas quantas palavras que nos anos seguintes assinalassem a data. Começo
por dizer-te aquilo que muitas vezes ouviste da minha boca: o quanto fiquei
grata ao destino por um dia nos ter cruzado. Somos o exemplo que mesmo há
distância os&amp;nbsp; sentimentos quando são fortes não morrem. O sentimento de amizade é de
tal forma intenso que quando une determinadas pessoas é para sempre! Amigo é toda
aquela pessoa&amp;nbsp;que nos estende as mãos sem que nós peçamos para o fazer. Falar sobre &lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;ti é fácil e simultaneamente difícil. É fácil
porque tu és um excelente ser humano. Difícil porque receio não ter a habilidade
suficiente para&amp;nbsp; exprimir num punhado de letras toda a ternura que sinto por
ti. Os laços que nos unem são um conjunto de afetos de tal forma verdadeiros que até
em simples frases que me diriges sinto sempre o teu ombro amigo como um porto
de abrigo pronto a&amp;nbsp; proteger. Mas vamos falar de ti. Hoje quando vi as fotos
que assinalavam o momento tão especial para o resto dos teus dias, os meus olhos
instantaneamente, foram invadidos por lagrimas e o meu coração encheu-se de uma grande
alegria. O espaço histórico que vos acolheu conferiu a necessária solenidade ao
ato, onde ambos os protagonistas pareciam retirados de um magnifico conto de
fadas. E, tal como sempre acontece nesses contos infantis, os meus&amp;nbsp;sinceros votos
viajam até ao final da vossa história onde reza:“…&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;e, &lt;span style=&quot;mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;viveram&lt;/span&gt; sempre &lt;span style=&quot;mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;felizes para todo o sempre”! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asasaoventos.blogspot.com/feeds/5399652695805058017/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2013/10/era-uma-vez.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/5399652695805058017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/5399652695805058017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2013/10/era-uma-vez.html' title='Era uma vez...'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11797897460899193097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgc6pSkhbTocs2GfUZUphWp7SSDxqemsJKjShFNZDSnjhPLSyL-aAQ9T6XRHFvyh4TUx1yfjRdiWN0KlsM9VJ5D1YHsj-kkdfBt6ewgRbQrMvKIX-UVFGndw3uQj1QOpUg0FGGFTdsCT9Q/s72-c/era+uma+vez.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-171962536011255974.post-6262491111762728788</id><published>2013-10-12T19:53:00.001+01:00</published><updated>2013-10-14T09:34:45.951+01:00</updated><title type='text'>Uma escada para o  céu</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhQjhVguWe52IYp910UEl3-Y-5CA_ojoj20WEeiPg-Dm9vlK7vWIv50Av_9C2nABBgWOq_UhL0aygH5gE9Yi8AjOshSotp4fAR2-uIMYNmWBix-V3LUz88owAyF2jHDyTJ8XYMJd8nb4b0/s1600/560x420_escada-para-o-ceu-e6d47.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhQjhVguWe52IYp910UEl3-Y-5CA_ojoj20WEeiPg-Dm9vlK7vWIv50Av_9C2nABBgWOq_UhL0aygH5gE9Yi8AjOshSotp4fAR2-uIMYNmWBix-V3LUz88owAyF2jHDyTJ8XYMJd8nb4b0/s400/560x420_escada-para-o-ceu-e6d47.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 20pt; line-height: 200%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Calibri;&quot;&gt;Não me recordo do dia em que a D. Ana
partiu. Talvez já em criança gostasse de preservar as lembranças boas em
detrimento das más. Costumava visitá-la mais amiúde durante as férias
escolares. Foi ela que me ensinou a arte do croché, fazíamos pequenas rosetas
que depois de unidas resultavam num conjunto muito agradável de visualizar e aos meus olhos pareciam coisa de grande habilidade. Creio que a D. Ana
tinha a paciência das senhoras de outros tempos que não se importavam em
dispensar&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp; atenção &lt;/span&gt;às
crianças que as procuravam. Já não recordo o pretexto que
utilizava para lhe tocar à porta e depois galgar a grande escadaria até 
ao quatro-andar onde ela residia. O prédio não dispunha de elevador, talvez por
isso a D. Ana raramente saia de casa. Sempre a conheci doente e, também não me
recordo do nome da enfermidade que lhe dificultava muito os movimentos físicos.
A D. Ana passava grandes períodos do dia sozinha e talvez por isso gostava de
me receber para ajudar a quebrar um pouco o isolamento. Ela era mãe do meu
amigo de infância Toni, o seu filho mais novo. Tinha outro filho varão de nome
Carlos. O marido António devido à doença da esposa desdobrava-se entre o
sustento da casa e as compras domésticas. Não chorei a morte da D. Ana porque
aos olhos de uma criança de oito, nove anos o sentimento de perda é de difícil
compreensão. Faço-o agora. Ao escrever esta memória sinto um ligeiro aperto no
coração ao mesmo tempo que as lágrimas invadem o meu olhar. Neste momento eu
própria tenho mais idade do que aquela que a D. Ana possuía no tempo em que a
visitava. Tenho dificuldade em lembrar-me dos traços do seu rosto, ou mesmo da
cor dos seus cabelos mas guardo comigo a melhor de todas as recordações, a
amabilidade, a ternura do seu olhar. Devido à doença que a atormentava nem
consigo imaginar o enorme esforço fisco que ela despendia só para me abrir a
porta de casa. Onde quer que&amp;nbsp;esteja desejo-lhe um merecido descanso ao
mesmo tempo que lhe agradeço por ela pertencer às felizes memórias da minha
infância.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 20pt; line-height: 200%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asasaoventos.blogspot.com/feeds/6262491111762728788/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2013/10/uma-escada-para-ceu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/6262491111762728788'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/6262491111762728788'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2013/10/uma-escada-para-ceu.html' title='Uma escada para o  céu'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11797897460899193097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhQjhVguWe52IYp910UEl3-Y-5CA_ojoj20WEeiPg-Dm9vlK7vWIv50Av_9C2nABBgWOq_UhL0aygH5gE9Yi8AjOshSotp4fAR2-uIMYNmWBix-V3LUz88owAyF2jHDyTJ8XYMJd8nb4b0/s72-c/560x420_escada-para-o-ceu-e6d47.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-171962536011255974.post-4724815460981512770</id><published>2013-09-22T15:17:00.000+01:00</published><updated>2013-09-22T18:49:22.240+01:00</updated><title type='text'>Conversas dos outros</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEik-omikOA4oQ6BpUK8SIw6aVPTYy6P7bs0G__uwL6qoA9LEX8saqGok5T1K3gJ3YsMvlS6iOxSY_j8grf9YQ0fzQDuzyDbt_Rpkw4pqUwA9i-5SgJq0ioV7uzYTEOl0KsVl5oS8kTStLs/s1600/comercialboticario.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;218&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEik-omikOA4oQ6BpUK8SIw6aVPTYy6P7bs0G__uwL6qoA9LEX8saqGok5T1K3gJ3YsMvlS6iOxSY_j8grf9YQ0fzQDuzyDbt_Rpkw4pqUwA9i-5SgJq0ioV7uzYTEOl0KsVl5oS8kTStLs/s400/comercialboticario.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 200%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 20.0pt; line-height: 200%;&quot;&gt;Esta
história tem mais de vinte anos tem exactamente vinte e dois para ser precisa.
Foi pela mão de uma querida amiga que conheci um médico daqueles há moda antiga
que para além das competências de medicina auscultava mais do que o interior
dos seus doentes permitia. Independentemente de se ter hora marcada para uma consulta
com o Dr. Vinagre os seus utentes já sabiam que podiam esperar mais do que
habitual pela sua vez de atendimento. Este médico estava há muito em Sintra.
Todos o conheciam e por todos era estimado. Não sei se algum dia soube a sua
especialidade clínica&amp;nbsp; mas pouco importa,
ele era competente no seu ofício e, além disso gostava do que fazia e das
pessoas que vinham até ele. Existem profissões técnicas para as quais não basta
possuir aquele tipo de inteligência acima da média da população há que juntar
competências humanas. Na minha opinião apenas a junção da técnica com
características vocacionais permite o desempenho de excelência aos médicos, aos
assistentes sociais, aos juízes, aos enfermeiros, aos professores e a tantas
outras profissões que lidem directamente com pessoas. Não me irei dispersar vou
voltar a falar do Dr. Vinagre. Como há pouco relatei a minha amiga era sua
paciente e no conhecimento dele confiava para realizar os diagnósticos clínicos
e para receber conselhos pessoais. Houve um dia que fiquei doente e ela não só
me aconselhou este médico para &amp;nbsp;curar a minha enfermidade da altura
como ela própria me acompanhou à consulta. Se ela confiava nas aptidões deste
médico eu confiava mais ainda nas aptidões dela. A relação que desenvolvi com
ela em tantos anos para mim só tem equivalência com o tipo de relação que
desenvolvi com a minha irmã de sangue. Só por curiosidade quando me casei tive
o direito a ter duas madrinhas, a minha irmã e a minha amiga de coração. Talvez
tivesse sido esta a fórmula que encontrei alguns anos mais tarde para
homenagear uma pessoa que influenciou de maneira tão positiva o meu trajecto de
vida. Mas não é dela que quero falar. É certo que muitas das características do
Dr. Vinagre me foram contadas por ela mas, também, tive o privilégio de &amp;nbsp;escutar pessoalmente (pelo menos uma vez) algumas das suas histórias. O que me
fascinou naquele médico foi o método simples que utilizava para entrar nas
“vidas das outras pessoas”.&amp;nbsp; Contou-nos
no dia da consulta que em qualquer lugar por onde passava observava os
comportamentos dos outros, escutava as suas conversas, e depois das pessoas
partirem imaginava os seus quotidianos. Disse-nos que uma vez num supermercado
não conseguia ouvir bem a conversa entre duas pessoas então aproximou-se das
senhoras, mexeu num dos produtos da prateleira para disfarçar a intromissão e
poder ouvir melhor o que falavam. Outras vezes dizia, sentava-se num banco de
jardim e direccionava o olhar e os sentidos para escutar as conversas e ali
ficava horas. Dizia que ganhava novas experiências de vida apenas como
observador. Há muito que o Dr. Vinagre já não está entre nós. O que impressiona
é verificar que alguém com quem tive tão pouco contacto me deixou um legado para
o resto dos meus dias. Talvez por possuir algumas das suas características de
observação, também, gosto de direccionar os meus sentidos para os diálogos dos
outros e, tal, como ele, imagino os seus quotidianos depois de partirem. É um exercício
solitário entre a multidão, onde me abstraio de muitos sons e imagens para me
fixar em determinadas pessoas. É com este tipo de matéria-prima que muitas
vezes construo as minhas histórias inventadas que de ficção podem ter apenas os
nomes de alguém com quem nunca falei mas com quem tive o privilégio de me
cruzar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asasaoventos.blogspot.com/feeds/4724815460981512770/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2013/09/conversas-dos-outros.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/4724815460981512770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/4724815460981512770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2013/09/conversas-dos-outros.html' title='Conversas dos outros'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11797897460899193097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEik-omikOA4oQ6BpUK8SIw6aVPTYy6P7bs0G__uwL6qoA9LEX8saqGok5T1K3gJ3YsMvlS6iOxSY_j8grf9YQ0fzQDuzyDbt_Rpkw4pqUwA9i-5SgJq0ioV7uzYTEOl0KsVl5oS8kTStLs/s72-c/comercialboticario.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-171962536011255974.post-3281406935417297847</id><published>2013-09-21T11:19:00.002+01:00</published><updated>2014-01-27T19:14:39.394+00:00</updated><title type='text'>O texto que não irei escrever</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhwfJ5R1uN5Yh7dOJabWZSRBWoX96izuCQvBTOqdZMMKJOJxwVuptl-He6m9v6Rm9RRTyV6kVL8BrZZ_tlgE69cWNWTw3z3dKJdAtYbWmg3qtsfiQd1WCKBm0oGieEtGYB4_onuE2qUH7U/s1600/MGICO_~1.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhwfJ5R1uN5Yh7dOJabWZSRBWoX96izuCQvBTOqdZMMKJOJxwVuptl-He6m9v6Rm9RRTyV6kVL8BrZZ_tlgE69cWNWTw3z3dKJdAtYbWmg3qtsfiQd1WCKBm0oGieEtGYB4_onuE2qUH7U/s320/MGICO_~1.JPG&quot; height=&quot;212&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Berlin Sans FB, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 20pt; line-height: 200%;&quot;&gt;Decerto
não encontraria as palavras corretas para exprimir o momento. Lamento dizê-lo
mas é a minha falta de jeito para escrita que não permite avançar com frases
belas, daquelas que arrancam lágrimas ou sorrisos a quem passa os olhos por uma
página cheia de letras. Deixo aquele pequeno instante guardado na memória. O
tempo encarregar-se-á de transformar os sons e as imagens numa espécie de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 27px; line-height: 54px;&quot;&gt;película&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 20pt; line-height: 200%;&quot;&gt;&amp;nbsp;de cinema. Tenho a certeza que o melhor lugar para guardar uma boa
memória é &amp;nbsp;num &amp;nbsp;baú recheado&amp;nbsp; de&amp;nbsp; saudades. Sem
sombra de dúvidas que aquela coisa chamada destino, existe! Por vezes até damos
conta que somos uns meros peões num jogo de xadrez no qual não pedimos para
participar e do qual desconhecemos a jogada seguinte. Acho que afinal tenho muito para aprender. Ainda tenho que aprender a controlar melhor as emoções.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Berlin Sans FB&#39;, sans-serif; font-size: 20pt; line-height: 200%;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asasaoventos.blogspot.com/feeds/3281406935417297847/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2013/09/o-texto-que-nao-irei-escrever.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/3281406935417297847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/171962536011255974/posts/default/3281406935417297847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asasaoventos.blogspot.com/2013/09/o-texto-que-nao-irei-escrever.html' title='O texto que não irei escrever'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11797897460899193097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhwfJ5R1uN5Yh7dOJabWZSRBWoX96izuCQvBTOqdZMMKJOJxwVuptl-He6m9v6Rm9RRTyV6kVL8BrZZ_tlgE69cWNWTw3z3dKJdAtYbWmg3qtsfiQd1WCKBm0oGieEtGYB4_onuE2qUH7U/s72-c/MGICO_~1.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>