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Immortalis, miserere nobis"</description><link>http://asceseemistica.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Ascese e Mística)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>81</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/AsceseEMstica" /><feedburner:info uri="asceseemstica" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>"Sanctvs DEVS, Sanctvs Fortis, Sanctvs Immortalis, miserere nobis"</itunes:subtitle><itunes:summary>"Sanctvs DEVS, Sanctvs Fortis, Sanctvs Immortalis, miserere nobis"</itunes:summary><feedburner:browserFriendly></feedburner:browserFriendly><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-864046953440412964.post-6851713801440033448</guid><pubDate>Thu, 01 Mar 2012 12:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-01T04:50:52.193-08:00</atom:updated><title>Ajude esta paróquia</title><description>&lt;span style="color:rgb(51,51,51);font-family:&amp;#39;lucida grande&amp;#39;,tahoma,verdana,arial,sans-serif;font-size:11px;line-height:14px"&gt;&lt;div style="zoom:1;padding-bottom:5px;margin-bottom:5px;border-bottom-width:1px;border-bottom-style:solid;border-bottom-color:rgb(229,229,229)"&gt;  &lt;div style="display:table-cell;vertical-align:top;width:10000px"&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:15px;line-height:20px"&gt;Amigos, ajudem esta obra, por favor!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom:15px;font-size:15px;line-height:20px;margin-top:15px"&gt;&lt;div style="display:inline"&gt; Curta e compartilhe este álbum!&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ajude a terminar a obra da paróquia JESUS de Nazaré¹:&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;quot;É sabido que ao se colocarem na mesa taças de cristal de vários tamanhos, tocando-se uma delas com algum metal, esta emite o som que lhe é próprio. Tal som, por sua vez, se reproduz nas demais taças, por semelhança. Dizemos então que os cristais são consonantes. Um faz vibrar os outros.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Assim são as almas perante os ambientes. Serão consonantes com e&lt;span style="display:inline"&gt;les, se lhes forem semelhantes — ou diferentes, mas harmônicos. Serão dissonantes, se não se harmonizarem com eles.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os ambientes, por sua vez, são ao mesmo tempo frutos e formadores de determinadas mentalidades.&amp;quot;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://a6.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc7/303218_2091575768969_1232502095_32051478_596232297_n.jpg"&gt;&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Ajude esta obra depositando qualquer quantia na conta:&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;BRADESCO&lt;br&gt;Ag.: 0814-1&lt;br&gt;Cc. 0074425-5&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Mitra Paróquia Jesus de Nazaré&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;____________________&lt;br&gt;&lt;br&gt;Paróquia localizada no Complexo da Maré, RJ.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="border-left-width:2px;border-left-style:solid;border-left-color:rgb(192,201,221);margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:12px;margin-left:2px;padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:8px"&gt;  &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;&lt;a href="http://www.facebook.com/media/set/?set=a.2091567448761.2105930.1232502095&amp;amp;type=1" style="color:rgb(59,89,152);text-decoration:none" target="_blank"&gt;Antes e depois&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="color:gray"&gt;(clique para ver as 20 fotos da obra antes e depois) &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="zoom:1;margin-top:15px;margin-bottom:0px"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="zoom:1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/864046953440412964-6851713801440033448?l=asceseemistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://asceseemistica.blogspot.com/2012/03/ajude-esta-paroquia.html</link><author>noreply@blogger.com (Allan Lopes dos Santos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-864046953440412964.post-3956769976944659134</guid><pubDate>Mon, 27 Feb 2012 12:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-27T04:46:54.315-08:00</atom:updated><title>A Nova Evangelização e a Sagrada Liturgia, por Dom Athanasius Schneider.</title><description>Fonte: Réunicatho | Tradução: Fratres in Unum.com&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;lt;&lt;a href="http://fratresinunum.files.wordpress.com/2011/05/schneider.jpg?w=300&amp;amp;h=201" target="_blank"&gt;http://fratresinunum.files.wordpress.com/2011/05/schneider.jpg?w=300&amp;amp;h=201&lt;/a&gt;&amp;gt;&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Dom Athanasius Schneider celebra missa de abertura do Congresso Summorum Pontificum em Roma.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para falarmos corretamente da nova evangelização, é indispensável fixarmos, primeiramente, o nosso olhar sobre Aquele que é o verdadeiro evangelizador, isto é, Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, o Verbo de Deus feito Homem. O Filho de Deus veio a esta terra para expiar e redimir  o  maior pecado, o pecado por excelência. E o pecado por excelência da humanidade consiste na recusa de adorar a Deus, na recusa de Lhe reservar o primeiro lugar, o lugar de honra. Este pecado dos homens consiste no fato de não se dar atenção a Deus, no fato de que não se tem mais o sentido das coisas, ou dos detalhes que emergem de Deus e da adoração que Lhe é devida, no fato de não se querer ver a Deus, no fato de não se querer ajoelhar diante de Deus.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Em face de uma tal atitude, a encarnação de Deus é embaraçosa; embaraçosa, igual e consequentemente, a presença real de Deus no mistério eucarístico; embaraçosa a centralidade da presença eucarística de Deus nas igrejas. O homem pecador quer, com efeito, pôr-se no centro, tanto dentro da igreja como durante a celebração eucarística, ele quer ser visto, quer ser reparado.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Esta é a razão pela qual se prefere colocar de lado Jesus Eucaristia, Deus encarnado, presente no tabernáculo sob a forma eucarística. Mesmo a representação do Crucificado sobre a Cruz no meio do altar, durante a celebração voltada para o povo, é embaraçosa, porque o rosto do padre se encontraria ofuscado. Dessa forma, a imagem do Crucificado ao centro, assim como Jesus Eucaristia no tabernáculo igualmente no centro do altar, são embaraçosos. Consequentemente, a Cruz e o Tabernáculo são deslocados para o canto. Durante a celebração, os assistentes devem poder observar permanentemente o rosto do padre, e este adquire prazer em se colocar, literamente, no centro da casa de Deus. E se por azar Jesus Eucaristia, apesar de tudo, for deixado em seu tabernáculo no centro do altar, porque o ministério dos monumentos históricos, mesmo sob um regime ateu, proibiu que se O deslocasse por razões de conservação do patrimônio artístico, o padre, frequentemente ao longo de toda a celebração litúrgica, Lhe dá, sem escrúpulos, as costas.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Quantas vezes corajosos fiéis adoradores de Cristo, na sua simplicidade e humildade, terão bradado: "Bendito sejais, Monumentos históricos! Vós ao menos nos deixastes Jesus no centro de nossa igreja&amp;quot;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Apenas a partir da adoração e da glorificação de Deus é que a Igreja pode anunciar de maneira adequada a palavra da verdade, ou seja, evangelizar. Antes que o mundo ouvisse Jesus, o Verbo eterno feito carne, a pregar e anunciar o reino, Ele se ocultou e adorou durante trinta anos. Esta permanece para sempre a lei para a vida e a ação da Igreja, bem como para todos os evangelizadores. "É na maneira de se tratar a liturgia que se decide a sorte da Fé e a Igreja", disse o Cardeal Ratzinger, o nosso atual Santo Padre, o Papa Bento XVI. O Concílio Vaticano II quis recordar à Igreja qual realidade e qual ação deveriam ter o primeiro lugar em sua vida.  É por isso que o primeiro documento conciliar foi consagrado à liturgia. A este respeito, o Concílio nos dá os seguintes princípios: na Igreja, e conseqüentemente na liturgia, o humano deve se orientar ao divino e lhe ser subordinado, do mesmo modo o visível em relação ao invisível, a ação em relação à contemplação e o presente em relação à cidade futura, à qual aspiramos (cf. Sacrosanctum Concilium, 2). A nossa liturgia terrestre participa, de acordo com o ensinamento  do Vaticano II, de um antegozo da liturgia celestial da cidade santa de Jerusalém (cf. idem, 2).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Conseqüentemente, tudo na liturgia da Santa Missa deve servir ao que exprime de maneira mais nítida a realidade do sacrifício de Cristo, isto é, as orações de adoração, de agradecimento, de expiação, de petição, que o eterno Sumo Sacerdote apresentou a Seu Pai.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;O rito e todos os detalhes do Santo Sacrifício da Missa devem se centrar sobre a glorificação e a adoração a Deus, insistindo na centralidade da presença de Cristo, seja no sinal e na representação do Crucificado, seja na Sua presença Eucarística no tabernáculo, e, sobretudo, no momento da Consagração e da Santa Comunhão. Tanto mais isso é respeitado, menos o homem se mantém no centro da celebração, menos a celebração se assemelha a um círculo fechado, mas está aberta, até de uma maneira externa, a Cristo, como em uma procissão que se dirige a Ele com o padre à sua frente; mais uma tal celebração litúrgica refletirá de maneira verdadeira o sacrifício de adoração de Cristo na Cruz; mais ricos serão os frutos que os participantes receberão em sua alma proveniente da glorificação de Deus; mais Deus os exaltará.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Mais o padre e os fiéis procurarão, em verdade, durante as celebrações eucarísticas, a glória  de Deus e não a glória dos homens, e não procurarão receber a glória uns dos outros, mais Deus os honrará deixando que suas almas participem de maneira mais intensa e mais fértil da Glória e da Honra da Sua vida divina.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Atualmente, e em diversos lugares da terra, numerosas são as celebrações da Santa Missa onde se poderia dizer a seu propósito as seguintes palavras, invertendo as palavras do Salmo 113, versículo 9: "A nós, Senhor, e ao nosso nome seja dada a glória" e, ademais, a propósito de tais celebrações são aplicáveis as palavras de Jesus: "Como podeis crer, vós que recebeis a glória uns dos outros, e não buscais a glória que é só de Deus?" (João 5, 44).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;O Concílio Vaticano II emitiu, relativo a uma reforma litúrgica, os seguintes princípios:&lt;br&gt;&lt;br&gt;1. O humano, o temporal, a atividade devem, durante a celebração litúrgica, orientar-se ao divino, ao eterno, à contemplação, e ter um papel subordinado em relação a eles (cf. Sacrosanctum Concilium, 2).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;2. Durante a celebração litúrgica, dever-se-á incentivar a tomada de consciência de que a liturgia terrestre participa da liturgia celestial (cf. Sacrosanctum Concilium, 8).&lt;br&gt;&lt;br&gt;3. Não deve haver absolutamente nenhuma inovação, portanto, nenhuma criação nova de ritos litúrgicos, sobretudo no rito da missa, salvo se por um benefício verdadeiro e certo em prol da Igreja, e sob condição de que se proceda com prudência e que, eventualmente, as formas novas substituam as formas existentes de maneira orgânica (cf. Sacrosanctum Concilium, 23).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;4. Os ritos da missa devem ser de tal modo que o sagrado seja expresso mais explicitamente (cf. Sacrosanctum Concilium, 21).&lt;br&gt;&lt;br&gt;5. O latim deve ser conservado na liturgia e sobretudo na Santa Missa (cf. Sacrosanctum Concilium, 36 e 54).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;6. O canto gregoriano tem o primeiro lugar na liturgia (cf. Sacrosanctum Concilium, 116).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os padres conciliares viam as suas propostas de reforma como a continuação da reforma de São Pio X (cf. Sacrosanctum Concilium, 112 e 117) e do Servo de Deus Pio XII, e, com efeito, na constituição litúrgica, é a encíclica Mediator Dei, do Papa Po XII, a que eles mais citaram.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;O Papa Pio XII deixou à Igreja, entre outros, um princípio importante da doutrina sobre a Sagrada Liturgia, a saber, a condenação do que se chama o arqueologismo litúrgico, cujas propostas coincidiam largamente com as do sínodo jansenista e protestantizante de Pistóia, de 1786 (cf. "Mediator Dei", n° 63-64), e que, com efeito, evoca os pensamentos teológicos de Martinho Lutero.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;É por isso que já o Concílio de Trento condenou as idéias litúrgicas protestantes, em particular a acentuação exagerada da noção de banquete na celebração eucaristica, em detrimento do carácter sacrifical, a supressão de sinais unívocos da sacralidade como expressão do mistério da liturgia (cf. Concílio de Trento, sessio XXII).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;As declarações litúrgicas doutrinais do magistério, como, neste caso, as do Concílio de Trento e da encíclica Mediator Dei, que se refletem numa praxis litúrgica secular, ou mesmo milenar, constante e universal, portanto, fazem parte desse elemento da santa tradição que não se pode abandonar sem incorrer em grandes prejuízos no nível espiritual. Estas declarações doutrinais sobre a liturgia são retomadas pelo Vaticano II, como se pode constatar lendo os princípios gerais do culto divino na constituição litúrgica Sacrosanctum Concilium.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Como erro concreto no pensamento e no agir do arqueologismo litúrgico, o Papa Pio XII cita a proposta apresentada de dar ao altar a forma de mesa (cf. Mediator Dei n° 62). Se já o Papa Pio XII recusou o altar na forma de mesa, imagine como a fortiori teria recusado a proposta de uma celebração ao redor de uma mesa "versus populum"!&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Se a Sacrosanctum Concilium ensina no n° 2 que, na liturgia, a contemplação deve ter a prioridade e que toda celebração da missa deve ser orientada para os mistérios celestiais (cf. idem n° 2 e n° 8), encontramos aí um eco fiel da seguinte declaração do Concílio de Trento, que dizia: "Já que a natureza humana é tal, que não pode, facilmente e sem socorros exteriores, elevar-se a meditar as coisas divinas, por isso a Igreja, piedosa Mãe que é, instituiu certos ritos para se recitarem na missa, uns em voz submissa, outros em voz alta. Juntou a isto cerimônias, como bênçãos místicas, luzes, vestimentas e outras coisas congêneres da Tradição apostólica, com que se fizesse perceptível a majestade de tão grande sacrifício, e para que o entendimento dos fiéis se excitasse, por meio destes sinais visíveis da religião e da piedade, à contemplação das coisas altíssimas que se ocultam neste sacrifício." (sessio XXII, cap. 5 -- fonte da tradução aqui)&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Os ensinamentos citados do magistério da Igreja e, sobretudo, os de Mediator Dei, eram indubitavelmente reconhecidos pelos Padres Conciliares como plenamente válidos; conseqüentemente, devem continuar hoje ainda a ser plenamente válidos para todos os filhos da Igreja.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Em sua carta dirigida a todos os bispos da Igreja Católica que Bento XVI acrescentou ao Motu Proprio Summorum Pontificum, de 7 de julho de 2007, o Papa faz esta declaração importante: "Na história da liturgia, há crescimento e progresso, mas não ruptura. O que foi sagrado para as gerações passadas deve permanecer sagrado e grande para nós". Dizendo isso, o Papa exprime o princípio fundamental da liturgia que o Concílio de Trento, o Papa Pio XII e Concílio Vaticano II ensinaram.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Quando se olha, sem idéias preconcebidas e de forma objetiva, a prática litúrgica da esmagadora maioria das igrejas em todo o mundo católico onde a forma ordinária do rito romano está em uso, ninguém pode negar, com toda franqueza, que os seis princípios litúrgicos mencionados do Concílio Vaticano II não são, ou são muito pouco, respeitados,  embora se declare erroneamente que esta prática da liturgia foi desejada pelo Vaticano II. Há um certo número de aspectos concretos na prática litúrgica dominante atual, no rito ordinário, que representam uma verdadeira ruptura com a prática litúrgica constante de há mais de um milênio. Trata-se dos cinco usos litúrgicos seguintes, que se pode designar como sendo as cinco chagas do corpo místico litúrgico de Cristo. Trata-se de feridas, porque representam uma violenta ruptura com o passado, porque enfatizam menos o carácter sacrifical que é, todavia, absolutamente, o carácter central e essencial da missa, e enfatizam o banquete; tudo isso diminui os sinais externos de adoração divina, pois colocam menos em relevo o carácter do mistério naquilo que ele tem de celestial e eterno.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;No que diz respeito a estas cinco chegas, com exceção de uma delas  (as novas orações do ofertório), as outras não são previstas na forma ordinária do rito da missa, mas foram introduzidas pela prática de um modo deplorável.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;A primeira chaga, e a mais evidente, é a celebração do sacrifício da missa em que padre celebra voltado para os fiéis, especialmente durante a oração eucarística e a consagração, o momento mais elevado e sagrado da adoração devida a Deus. Esta forma externa corresponde, por natureza, mais à forma com que nos comportamos quando compartilhamos uma refeição. Estamos na presença de um círculo fechado. E esta forma absolutamente não está em conformidade com o momento da oração e, ainda menos, com o da adoração. Ora, esta forma não foi desejada de modo algum pelo Concílio Vaticano II e nunca foi recomendada pelo magistério dos Papas pós-conciliares.  O Papa Bento XVI escreve em seu prefácio ao primeiro volume de suas obras completas: "A idéia de que o padre e a assembléia devam se olhar durante a oração nasceu entre os modernos e é totalmente alheia à cristandade tradicional. O padre e a assembléia não se dirigem mutuamente uma oração, mas ao Senhor. É por isso que na oração eles olham para a mesma direção: quer para o leste, como  símbolo cósmico do retorno do Senhor, ou então, onde isso não é possível, para uma imagem de Cristo situada na abside, para uma cruz ou simplesmente juntos para o alto&amp;quot;.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;A forma de celebração em que todos dirigem seu olhar à mesma direcção (conversi ad orientem, ad Crucem, ad Dominum) é mesmo evocada nas rubricas do novo rio da missa (cf. Ordo Missae, n. 25, n. 133 e n. 134). A celebração que se chama "versus populum" não corresponde certamente à ideia da Santa Liturgia tal como é mencionada nas declarações de Sacrosanctum Concilium n°2 e n° 8.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;A segunda chaga é a comunhão na mão difundida praticamente por toda a parte do mundo. Não somente este modo de receber a comunhão não foi evocado de modo algum pelos Padres Conciliares do Vaticano II, mas foi, de fato, introduzido por um certo número de  bispos em desobediência à Santa Sé e em desprezo ao voto negativo, em 1968, da maioria do corpo episcopal. Só posteriormente o Papa Paulo VI a legitimou, sob condições especiais e à contragosto.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;O Papa Bento XVI, desde a festa de Corpus Christi de 2008, só distribui a comu &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/864046953440412964-3956769976944659134?l=asceseemistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://asceseemistica.blogspot.com/2012/02/nova-evangelizacao-e-sagrada-liturgia.html</link><author>noreply@blogger.com (Allan Lopes dos Santos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-864046953440412964.post-265195426815721321</guid><pubDate>Wed, 15 Feb 2012 18:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-15T10:11:48.675-08:00</atom:updated><title>A Aparição de La Salette e suas Profecias: Início do Segredo: decadência do clero atrairá a vingança divina</title><description>&lt;font&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_L-aIG-7AW7I/ScA6-k3GkII/AAAAAAAAECY/IOqa4cLI0RQ/s1600-h/Nossa+Senhora+confia+o+Segredo+em+La+Salette.jpg" style="clear:left;float:left;margin-bottom:1em;margin-right:1em;font-family:georgia,serif" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Nossa Senhora confia o Segredo em La Salette" src="http://3.bp.blogspot.com/_L-aIG-7AW7I/ScA6-k3GkII/AAAAAAAAECY/IOqa4cLI0RQ/s640/Nossa+Senhora+confia+o+Segredo+em+La+Salette.jpg" style="float:left;margin:0pt 10px 10px 0pt" border="0" height="640" width="440"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;  &lt;span style="font-family:georgia,serif"&gt;Assim começa o segredo:&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;/font&gt;&lt;blockquote style="color:rgb(0,51,0);font-family:georgia,serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;span&gt;&lt;br&gt;"Mélanie, o que vou dizer-vos agora não ficará sempre segredo, podereis publicá-lo em 1858.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;"Os  sacerdotes, ministros de meu Filho, pela sua má vida, sua irreverência e  impiedade na celebração dos santos mistérios, pelo amor do dinheiro,  das honrarias e dos prazeres, tornaram-se cloacas de impureza.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;"&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Sim,  os sacerdotes atraem a vingança e a vingança paira sobre suas cabeças.  Ai dos sacerdotes e das pessoas consagradas a Deus, que pela sua  infidelidade e má vida crucificam de novo meu Filho!&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;"&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Os  pecados das pessoas consagradas a Deus bradam ao Céu e clamam por  vingança. E eis que a vingança está às suas portas, pois não se encontra  mais uma pessoa a implorar misericórdia e perdão para o povo. Não há  mais almas generosas, não há mais ninguém digno de oferecer a vítima  imaculada ao [Pai] Eterno em favor do mundo".&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-family:georgia,serif"&gt;Estas  palavras iniciais do segredo foram das que causaram mais polêmicas.  Sobretudo a referência aos maus sacerdotes que "se tornaram cloacas de  impureza".&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;span style="font-family:georgia,serif"&gt;Não é raro encontrar até nos escritos de santos e  bem-aventurados expressões fortes como esta a respeito de situações  deploráveis. É o caso, entre outros, dos escritos da Bem-aventurada  Elisabeth Canori-Mora.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;/font&gt;&lt;table style="float:right;margin-left:1em;text-align:right;font-family:georgia,serif" cellpadding="0" cellspacing="0" align="center"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align:center"&gt;&lt;font&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_L-aIG-7AW7I/ScA7pc1h-BI/AAAAAAAAECg/Dfbs__c1i0Y/s1600-h/Beata+Isabel+Canori+Mora.jpg" style="margin-left:auto;margin-right:auto" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Deus também falou com severidade sobre os pecados do clero à Beata Isabel Canori Mora" src="http://1.bp.blogspot.com/_L-aIG-7AW7I/ScA7pc1h-BI/AAAAAAAAECg/Dfbs__c1i0Y/s400/Beata+Isabel+Canori+Mora.jpg" style="float:right;margin:0pt 0pt 10px 10px" border="0" height="400" width="288"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align:center"&gt;&lt;font&gt;Beata Isabel Canori Mora&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-family:georgia,serif"&gt;No processo de beatificação, o censor eclesiástico aprovou o diário da Beata Elisabeth justificando:&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;  &lt;/font&gt;&lt;blockquote style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;span&gt;"Lamentações  deste gênero, expressas por vezes com linguagem ainda mais vibrante,  não são absolutamente nenhuma novidade nos escritos dos Servos de Deus,  para os quais, &lt;b&gt;se era doloroso ver a corrupção no povo, muito mais era ter que deplorá-la nos ministros do santuário". &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-family:georgia,serif"&gt;Respondendo  à dificuldade dos que achavam inverossímil que os termos "cloaca de  impureza" se aplicassem a sacerdotes, Mélanie escreveu em carta ao Pe.  Faure: "Eu reconheci uma dezena!".&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;span style="font-family:georgia,serif"&gt;Ela se referia ao fato que  durante a locução de Nossa Senhora, o fundo do panorama alpino se  transformou numa espécie de telão gigante onde os videntes viam  representada a realização das palavras de Nossa Senhora.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;span style="font-family:georgia,serif"&gt;No tempo  de Mélanie havia muitos sacerdotes santos e virtuosos que ela própria  conheceu, alguns já canonizados. A respeito destes, o segredo tem uma  linguagem totalmente diferente.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;span style="font-family:georgia,serif"&gt;Na redação oficial de 6 de julho  de 1851, Mélanie escreveu: "Os sacerdotes, as religiosas e os  verdadeiros servidores de meu Filho serão perseguidos, e muitos morrerão  pela fé de Jesus Cristo".&lt;/span&gt;&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/864046953440412964-265195426815721321?l=asceseemistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://asceseemistica.blogspot.com/2012/02/aparicao-de-la-salette-e-suas-profecias.html</link><author>noreply@blogger.com (Allan Lopes dos Santos)</author><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_L-aIG-7AW7I/ScA6-k3GkII/AAAAAAAAECY/IOqa4cLI0RQ/s72-c/Nossa+Senhora+confia+o+Segredo+em+La+Salette.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-864046953440412964.post-7851379735968617480</guid><pubDate>Fri, 03 Feb 2012 17:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-03T09:28:43.262-08:00</atom:updated><title>“Não somos maiores que os nossos pais”</title><description>&lt;h1 style="font-family:georgia,serif"&gt;           &lt;p align="center"&gt; 	&lt;/p&gt;         &lt;/h1&gt;         &lt;div style="font-family:georgia,serif" align="center"&gt;&lt;font&gt;&lt;a href="http://www.30giorni.it/articoli_id_78133_l6.htm" target="_blank"&gt;http://www.30giorni.it/articoli_id_78133_l6.htm&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;         &lt;h3 style="font-family:georgia,serif"&gt;            	&lt;font&gt;&lt;i&gt;Em Le Barroux, perto de Avinhão, na França, há quarenta anos a  comunidade beneditina fundada por dom Gérard Calvet cresce marcada pela  estreita observância da Regra e pelo amor à antiga tradição litúrgica da  Igreja&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;         &lt;/h3&gt;         &lt;font&gt;&lt;/font&gt;         &lt;p style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;font&gt;           por Giovanni Ricciardi&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="width:350px;float:left;margin:1.5em;font-family:georgia,serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;img alt="A igreja de Le Barroux [© Massimo Quattrucci]" src="http://www.30giorni.it/upload/articoli_immagini_interne/01-11-011bis.jpg" style="float: left; margin-top: 3px; margin-bottom: 3px; width: 350px; min-height: 285px;"&gt;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;p&gt;&lt;font&gt;A igreja de Le Barroux [© Massimo Quattrucci]&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-family:georgia,serif"&gt;  	 &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;span style="font-family:georgia,serif"&gt;  	Das janelas do mosteiro de Le Barroux, o céu de Provença é uma bandeira  celeste estendida ao vento. O mistral o agita às vezes com violência:  em certos dias de inverno pode soprar a até trezentos quilômetros por  hora nas montanhas próximas. As oliveiras e as vinhas não parecem sofrer  com isso, mas a maior parte da vegetação é baixa, é o maquis  mediterrâneo, como se diz, com exceção dos ciprestes, cuidadosamente  inseridos ali para lembrar que a partir destes muros se olha para o  alto. Sob o céu, como um cone regular, ergue-se a massa escura do Mont  Ventoux. Foi aqui que na Sexta-Feira Santa de 1336 Francesco Petrarca  fez, com seu irmão Gherardo, sua famosa "ascensão", descrita numa carta  ao amigo agostiniano Dionigi di Borgo San Sepolcro, que o iniciara na  leitura das &lt;/span&gt;&lt;em style="font-family:georgia,serif"&gt;Confissões&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family:georgia,serif"&gt;. Ao final da escalada, o poeta leu ao  acaso ao irmão uma passagem do livro X, em que Agostinho escreve: "Os  homens vão admirar os píncaros dos montes, as ondas alterosas do mar, as  largas correntes dos rios, a amplidão do oceano, as órbitas dos astros:  e nem pensam em si mesmos".&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;span style="font-family:georgia,serif"&gt;  	&lt;br&gt;Petrarca, em sua luta constante entre o amor pelas coisas terrenas e a  nostalgia pelas do céu, invejava em Gherardo, que era frade, o desapego,  a liberdade que lhe havia permitido subir o monte rápido e ligeiro, sem  o peso que segurava o poeta embaixo.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;span style="font-family:georgia,serif"&gt;  	 &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;strong style="font-family:georgia,serif"&gt;Uma história de fidelidade à Tradição&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;  	&lt;font&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;span style="font-family:georgia,serif"&gt;  	&lt;br&gt;Foi bem aqui, há quarenta anos, em 22 de agosto de 1970, que outro  Gherardo, para sermos exatos Gérard Calvet, beneditino francês, chegou  dirigindo uma motoneta, com suas roupas no bagageiro e a bênção do abade  do mosteiro de que provinha, e se estabeleceu na pequena capela de  Bédoin, consagrada a Santa Maria Madalena. Nos anos turbulentos do  pós-concílio, desejava unicamente continuar sua vida monástica sem ter  de submeter-se àqueles "experimentos" de renovação doutrinal ou  litúrgica que lhe pareciam muito mais pobres que a riqueza "antiga e  sempre nova" da tradição: oração, silêncio, trabalho manual, ofícios em  latim, liturgia tradicional.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;span style="font-family:georgia,serif"&gt;  	&lt;br&gt;Uma opção pela solidão que durou pouquíssimo. Três dias depois da sua  chegada, apresentou-se em Bédoin um jovem para pedir que o acolhesse  como noviço. Dom Gérard, surpreso e inseguro a respeito do que fazer,  respondeu que não saberia como acolhê-lo, mas a insistência do outro  levou a melhor. Depois de oito anos, constitui-se uma comunidade de 11  monges: a capelinha, com seu pequeno priorado em ruínas, prontamente  restaurado, tornou-se assim estreita demais para o novo cenóbio. Mas o  crescimento da nova comunidade, apoiado pelo abade de dom Gérard, seguia  adiante.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;span style="font-family:georgia,serif"&gt;  	&lt;br&gt;O apego à liturgia tradicional naqueles anos se conjugou com uma  natural simpatia pelas posições de dom Lefebvre, que em julho de 1974  celebrou as ordenações dos primeiros monges da comunidade. Esse fato  suscitou a reação do abade, que, se inicialmente tinha apoiado a opção  de dom Gérard, naquele momento ordenou-lhe que encerrasse a sua  experiência monástica. A comunidade foi excluída por isso da Congregação  dos Beneditinos de Subiaco.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;span style="font-family:georgia,serif"&gt;  	&lt;br&gt;Diante desse impasse, dom Gérard escolheu o caminho espinhoso de  continuar a comunidade que iniciara, sentindo dor pela ruptura, mas  convencido em seu coração de que o amor à tradição litúrgica secular da  Igreja não poderia estar em conflito com o âmago da fé, com a fidelidade  ao Papa, e que Deus encontraria um caminho para resolver uma situação  canônica que se tornara irregular. Em 1980, deram adeus a Bédoin e  depositaram a primeira pedra do novo mosteiro, no município de Le  Barroux, entre o Mont Ventoux e as "Dentelles" de Montmirail, uma  construção em estilo neorromânico, nua e essencial, que foi completada  em pouco mais de uma década.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;span style="font-family:georgia,serif"&gt;  	&lt;br&gt;Nesse meio-tempo, a ruptura entre Lefebvre e a Igreja se aprofundava,  embora dom Gérard continuasse a esperar numa reconciliação. Assim,  quando em 1988 João Paulo II, com o &lt;/span&gt;&lt;em style="font-family:georgia,serif"&gt;motu proprio Ecclesia Dei&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family:georgia,serif"&gt;  veio ao encontro das solicitações dos católicos "tradicionalistas",  concedendo a eles, embora sob certas condições, que celebrassem segundo o  rito pré-conciliar, foi um dia de festa para o mosteiro de Le Barroux.  Dom Gérard sempre tinha dito a seus monges que, se não sofressem pela  situação canonicamente indefinida do mosteiro, isso significava que não  amavam realmente a Igreja. Como dom Lefebvre, não confiando nas ofertas  de Roma, ordenou naquele mesmo ano alguns bispos sem o consentimento do  Papa, inaugurando o cisma de fato, o mosteiro escolheu sem titubear a  fidelidade a Roma e a ruptura com o movimento do arcebispo francês. Dom  Gérard pagou esse apego à Igreja vendo-se rejeitado pela comunidade  monástica que nesse meio-tempo Le Barroux tinha fundado no Brasil, a  qual preferiu continuar fiel à "linha dura" de Lefebvre.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;span style="font-family:georgia,serif"&gt;  	&lt;br&gt;No ano seguinte, em 2 de outubro de 1989, o cardeal Gagnon, acompanhado  pelo bispo de Avinhão, consagrou solenemente a igreja do mosteiro  recém-construída. Com esse gesto público, tornava-se visível a plena  unidade da experiência de Le Barroux com a Igreja católica.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;span style="font-family:georgia,serif"&gt;  	 &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;/font&gt;  	&lt;div style="width:350px;float:right;margin:1.5em;font-family:georgia,serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;img alt="Os monges cantam o Ofício das Laudes às seis da manhã [© Massimo Quattrucci]" src="http://www.30giorni.it/upload/articoli_immagini_interne/04-11-011.jpg" style="float: right; margin-top: 3px; margin-bottom: 3px; width: 350px; min-height: 241px;"&gt;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;p&gt;&lt;font&gt;Os monges cantam o Ofício das Laudes às seis da manhã [© Massimo Quattrucci]&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;font&gt;&lt;strong style="font-family:georgia,serif"&gt;A vida cotidiana&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;Em meio à luz do campo provençal, o mosteiro parece hoje viver uma vida  distante do barulho das lutas eclesiais e do noticiário daqueles anos.  Seus sinos acompanham a vida de uma cidadezinha que nos primeiros tempos  recebeu com desconfiança e suspeita os recém-chegados. Os monges se  levantam no coração da noite para rezar em coro as Matinas, antecedem a  aurora em suas celas para meditar a Escritura e os textos dos Padres, se  reencontram às seis na igreja do mosteiro para o canto das Laudes e  depois aqueles entre eles que receberam a sagrada ordem celebram nos  altares laterais a missa "lida" em latim segundo o Missal Romano  promulgado em 1962 por João XXIII. Alguns fiéis também entram,  desafiando o frio da manhã, e se ajoelham para acompanhar a celebração  no mais absoluto silêncio. Depois, todos iniciam os trabalhos do dia.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;span style="font-family:georgia,serif"&gt;  	&lt;br&gt;O mosteiro é praticamente autossuficiente. Os 52 monges (alguns muito  jovens, com idade média de 46 anos) que hoje constituem a comunidade  (mais 13 outros que fundaram uma nova no sudoeste da França) vivem  unicamente de seu trabalho, segundo a tradição beneditina. A terra do  mosteiro produz óleo e vinho, uma padaria garante a satisfação das  necessidades da comunidade, com a venda de biscoitos, baguetes e doces  ao povo da cidade ou aos turistas. Há alguns anos o mosteiro abriu  também um moinho, que oferece à comunidade rural o serviço de trituração  de azeitonas, usando duas moendas de pedra especialmente encomendadas  da Toscana e movidas por máquinas modernas. A tipografia também trabalha  a todo o vapor, não apenas para imprimir os missais com o rito romano  tradicional, mas também para satisfazer às exigências da pequena editora  fundada por dom Gérard. A oração do &lt;/span&gt;&lt;em style="font-family:georgia,serif"&gt;Benedicite&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family:georgia,serif"&gt; abre as  refeições, vegetarianas e consumidas em silêncio, com os hóspedes no  centro do refeitório, recebidos solenemente pelo abade, que os  cumprimenta lavando suas mãos em sinal de acolhida. Uma acolhida que  prevê também abrigo noturno para quem não tiver um teto sob o qual  dormir por ali. Durante o tempo do almoço ou do jantar, um monge lê uma  leitura espiritual ou às vezes até um texto de história ou de caráter  mais genericamente cultural.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;span style="font-family:georgia,serif"&gt;  	 &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;strong style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;br&gt;Não somos maiores que os nossos pais&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;  	&lt;font&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;span style="font-family:georgia,serif"&gt;  	&lt;br&gt;"A liturgia tradicional é mais rica em sinais que nos lembram de onde  vem a fé, e nos ensina que nós não somos maiores que os nossos pais, mas  transmitimos apenas o que recebemos". Não existe polêmica nas palavras  do abade Louis-Marie, amigo e discípulo de dom Gérard, que lhe deixou o  pastoral da comunidade em 2003, demitindo-se cinco anos antes de morrer.  Além do mais, a experiência da beleza que provém dessa liturgia não é  privilégio exclusivo desse mosteiro. Outras comunidades de monges adotam  hoje na França essa forma de oração. Explica ainda o abade: "Na França  secularizada, como me disse uma vez um bispo ucraniano, parece que vemos  um grande deserto espiritual, mas nesse deserto há oásis muito  bonitos". Não apenas em Le Barroux. Algo se move, já sem a rigidez dos  esquemas de vinte anos atrás. A relação entre o mosteiro e a diocese de  Avinhão, em que se encontra a comunidade de dom Gérard, já não é tensa  como antigamente. O padre abade vai todos os anos concelebrar com o  bispo a missa crismal da Quinta-Feira Santa, e muitos sacerdotes da  diocese se abriram a essa experiência monástica, promovendo pontos de  comunicação com a Igreja francesa. De modo geral, diz-nos padre  Louis-Marie, "as pessoas parecem atraídas para cá não apenas e  exclusivamente porque celebramos segundo o rito romano anterior ao  Concílio, mas simplesmente pela beleza da oração monástica, pelo canto  gregoriano que aqui é executado, pois aqui a oração é vivida e sentida  na profundidade do silêncio, voltados para Deus".&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;span style="font-family:georgia,serif"&gt;  	&lt;br&gt;Todo ano uma centena de sacerdotes provenientes em sua maioria da  França, da Itália, da Alemanha, da Grã-Bretanha e da Holanda passam em  Le Barroux alguns dias de retiro, para conversar com os monges ou para  aprender a celebrar a missa segundo o antigo ritual. O mosteiro conta  com cerca de trezentos oblatos, entre sacerdotes, leigos e famílias que  têm a espiritualidade beneditina como referência.&lt;br&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia,serif"&gt;  	As vocações que chegam a Le Barroux, hoje no ritmo de duas ou três por  ano, têm as mais diversas origens. Há um jovem monge que provém da  carreira militar, outro que era engenheiro na China e conheceu Le  Barroux pelo site do mosteiro, um terceiro que pediu o batismo aos vinte  anos a um padre de Marselha e depois tentou o caminho da vocação numa  ordem religiosa, que, porém, lhe pareceu pouco "exigente". E então esse  mesmo padre o trouxe para cá "porque um dos aspectos que atraem as  pessoas para um lugar como este", explica o abade, "é uma escolha livre  de radicalidade evangélica". Livre e radical são os dois adjetivos que  mais ressoam entre estas paredes. Alguns lefebvrianos, não muitos na  verdade, se aproximam da experiência de Le Barroux vendo-a como uma  ponte para um retorno à plena comunhão com a Igreja, mas também porque,  observa o abade, "na Fraternidade São Pio X sentem que respiram às vezes  um ar pesado, caracterizado por aquilo que segundo eles se poderia  chamar um certo autoritarismo clerical".&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;span style="font-family:georgia,serif"&gt;  	É como se aqui se estabelecesse um equilíbrio diferente, não baseado no  compromisso, nem na contraposição a outras realidades eclesiais, mas  simplesmente no retorno à Regra de São Bento como caminho para aproximar  o coração da vida cristã. "Nestes anos", acrescenta o padre abade,  "pudemos constatar que os mosteiros que resolveram renovar e  revolucionar as formas da vida religiosa são hoje os que têm menos  vocações na França. Creio que, além do dinamismo e da vitalidade que  veem nesta comunidade jovem, um dom que herdamos do nosso fundador, os  jovens são atraídos a Le Barroux justamente pela radicalidade da opção  por Deus, independentemente da beleza da liturgia que celebramos aqui.  Mas isso não é tudo; no fundo, não é isso o essencial. Eu mesmo quando  cheguei aqui, e me apaixonei por este lugar, desde o som dos sinos até o  cuidado com que é celebrado o Ofício Divino, logo me dei conta de que a  vida monástica nada mais é que um holocausto, uma oferta total de si a  Deus".&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;span style="font-family:georgia,serif"&gt;&lt;br&gt;À noite, o som dos sinos chama a todos para as Vésperas, o momento  talvez mais íntimo e ao mesmo tempo solene da liturgia comunitária.  Enquanto o rumor da oração se espalha na hora do crepúsculo, a sombra do  crucifixo sobre o altar se alonga sobre a parede de pedra nua da  abside, e tudo parece de repente mais claro. Então é possível entender  as palavras com que o abade conclui sua reflexão sobre o fascínio que  exerce este lugar: "As coisas que eu disse são reais, mas secundárias. A  atração última de uma vocação é simplesmente o bom Deus. É por isso que  a vocação, toda vocação continua a ser fundamentalmente um mistério".&lt;/span&gt;&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/864046953440412964-7851379735968617480?l=asceseemistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://asceseemistica.blogspot.com/2012/02/nao-somos-maiores-que-os-nossos-pais.html</link><author>noreply@blogger.com (Allan Lopes dos Santos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-864046953440412964.post-5925923188608205833</guid><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 19:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-23T11:25:11.562-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Magistério</category><title>Nós apoiamos!</title><description>&lt;br /&gt;
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&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-67fv1p9gCAE/Tx2zjDABigI/AAAAAAAANQQ/iZiuHs-jw7k/s1600/comunhaodejoelhos.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-67fv1p9gCAE/Tx2zjDABigI/AAAAAAAANQQ/iZiuHs-jw7k/s1600/comunhaodejoelhos.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/864046953440412964-5925923188608205833?l=asceseemistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://asceseemistica.blogspot.com/2012/01/nos-apoiamos.html</link><author>noreply@blogger.com (Allan Lopes dos Santos)</author><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/-67fv1p9gCAE/Tx2zjDABigI/AAAAAAAANQQ/iZiuHs-jw7k/s72-c/comunhaodejoelhos.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-864046953440412964.post-4672122008170296161</guid><pubDate>Mon, 28 Nov 2011 19:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-28T11:18:33.065-08:00</atom:updated><title>O Advento e o Juízo Final</title><description>&lt;h3 class="post-title entry-title"&gt; &lt;a href="http://civilitaschristiana.blogspot.com/2011/11/o-advento-e-o-juizo-final.html"&gt;Fonte: O Advento e o Juízo Final&lt;/a&gt; &lt;/h3&gt; &lt;div class="post-header"&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-GPPZK4eLNgw/TtJRmk6oVqI/AAAAAAAAAmk/6TWdvOxaWto/s1600/judgement%2BVonCornelius_TheLastJudgement.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 242px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-GPPZK4eLNgw/TtJRmk6oVqI/AAAAAAAAAmk/6TWdvOxaWto/s400/judgement%2BVonCornelius_TheLastJudgement.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679691803254085282" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;   &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: center; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:12pt;"&gt;"...então  verão ao Filho do Homem, vindo com grande poder e majestade terrível,  cercado dos anjos e dos santos..." (S. Lucas 21, 27)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-size:12pt;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style=";font-size:12pt;color:#000000;"&gt;&amp;quot;Não  é já, meus irmãos, um Deus revestido de nossa fraqueza, não está oculto  na obscuridade de um pobre estábulo, nem está reclinado em um&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:12pt;color:#000000;"&gt;pesebre,&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:12pt;color:blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:12pt;color:#000000;"&gt;cheio de opróbrios, oprimido pela pesada carga de sua cruz; é&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:12pt;color:#000000;"&gt;agora  um Deus revestido com todo o brilho de seu poder e de sua majestade,  que há de anunciar sua vinda por meio dos mais espantosos prodígios, a  dizer, pelo eclipse do sol e da lua, pela queda das estrelas, e por um  total transtorno da natureza. Não é mais um Salvador que vem como um  manso cordeiro a ser julgado pelos homens e a redimi-los: é um Juiz  justamente indignado, que julga os homens com todo rigor de sua justiça.  Não é mais um pastor caritativo que vem em busca das ovelhas  extraviadas para perdoá-las: é um Deus vingador que vem separar para  sempre os pecadores dos justos, a esmagar os malvados com sua mais  terrível vingança, a inundar o justo em uma torrente de doçura. Momento  Terrível, momento espantoso, quando chegará? Momento infeliz, quem sabe  em breve chegarão a nossos ouvidos os anúncios precursores deste Juiz  tão temível para o pecador. Oh! Pecadores, sair do túmulo de vossos  pecados, vem ao tribunal de Deus, vem aprender de que maneira será  tratado o pecador. O ímpio neste mundo parece chegar a desconhecer o  poder de Deus, vendo os pecadores sem castigo; chega até a dizer: Não,  não a Deus, não a inferno; ou bem, Deus não dá atenção ao que passa na  terra. Mas, deixar amigos, deixar que venha o Juízo, e, neste grande  dia, Deus manifestará o seu poder e mostrará, a todas as nações que ele  há visto tudo, e que tudo a levado em conta. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Que  diferença filhos meus, entre estas maravilhas e as que Deus operou ao  criar mundo! Que as águas, reguem e fertilizem a terra – disse então o  Senhor – e nos mesmo instante às águas cobriram a terra e deram-lhe  fecundidade. Mas, quando vier a destruir o mundo, mandará ao mar saltar  suas barreiras com ímpeto espantoso para engolir o universo inteiro em  seu furor. Criou Deus o céu, e ordenou as estrelas que se fixassem no  firmamento. A Ordem de sua voz, o sol iluminou o dia, e a lua presidiu a  noite. Mas neste último dia, o sol se escurecerá, e não dará jamais luz  a lua e as estrelas. Todos estes astros cairão com estrondo formidável.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Que  diferença filhos meus, para criar o mundo Deus empregou seis dias, mas  para destruí-lo, um abrir e fechar de olhos bastará. Para criá-lo a  ninguém chamou para que fosse testemunha de tantas maravilhas; mas para  destruí-lo todos os povos estarão presentes, todas as nações confessarão  que a um Deus e reconhecerão seu poder. Venham zombadores ímpios,  venham incrédulos refinados, venham ver se existe ou não Deus, se a  visto ou não toda a vossa ação, se é ou não Todo Poderoso! Oh! Meu Deus,  como mudará de linguagem o pecador, naquela hora! Que lamentações! Como  se arrependerá de ter perdido um tempo tão precioso! Mas não é mais  tempo, tudo a concluído para o pecador, não a esperança! Que terrível  instante será aquele! Disse São Lucas: os homens cairão cheios de pavor,  pensando nas desgraças que os espera. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ah!  Filhos meus, bem pode um, cair certo de temor e morrer de espanto  frente à ameaça de uma desgraça infinitamente menor que aquela que o  pecador espera, e que certamente virá se continua vivendo no pecado. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Filhos  meus, se neste momento que me disponho a falar do Juízo, no qual  compareceremos todos, para dar conta de todo mal e de todo bem que  tenhamos feito, e receber a sentença de nosso definitivo destino ao céu  ou ao inferno, se neste momento viesse um anjo a anunciar já por parte  de Deus que dentro de 24 horas, todo o universo será abraçado em chamas  por uma chuva de fogo e de enxofre, se começar já a ouvir que o trovão  retumba, e a ver que a tempestade enfurecida assola vossas casas, que os  relâmpagos e os raios se multiplicam até a converter o universo em um  globo de fogo, que o inferno vomita já todos os condenados cujos gritos e  urros fazem-se ouvir até os confins do mundo; anunciando que o único  meio de evitar tanta desgraça, é abandonar o pecado e fazer penitencia;  poderia escutar Filhos meus a esses homens sem derramar torrente de  lagrimas e a clamar misericórdia? Não se veria lançar-se aos pés dos  altares, pedindo a Deus clemência? Ó cegueira, o desgraça  incompreensível do homem pecador, os males que o vosso Pastor vos  anuncia são ainda mais infinitamente espantosos e mais dignos de  arrancar as vossas lágrimas, e rasgar vossos corações.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;"&gt;Ah! &lt;/span&gt;Estas  terríveis verdades vão ser outras tantas sentenças que pronunciará  vossa condenação eterna. Mas a maior de todas as infelicidades é que  sejais insensíveis a elas e continueis vivendo em pecado sem reconhecer  vossa loucura até o momento em que não tenha já remédio para vós. Um  momento &lt;i style=""&gt;mais&lt;/i&gt;, e aquele pecador que vivia tranqüilo no  pecado será julgado e condenado; um instante mais, e levará consigo seus  lamentos por toda a eternidade. Sim, Filhos meus, seremos julgados,  nada mais certo; sim, seremos julgados sem misericórdia; sim,  eternamente nos lamentaremos de haver pecado.&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;color:blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-left: 3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-left: 3pt; text-align: justify;"&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;I  - Lemos na Sagrada Escritura, que cada vez que Deus quer enviar algum  castigo ao mundo ou a sua Igreja, faz sempre preceder de algum sinal que  começa a infundir o terror nos corações e os leve a aplacar a divina  justiça. Querendo inundar o universo num dilúvio, a arca de Noé, cuja  construção durou cem anos, foi um sinal para induzir aos homens a  penitência, sem a qual todos deviam perecer. O historiador Josefo refere  que, antes da destruição de Jerusalém, deixou-se ver, durante longo  tempo, uma corneta em figura de foice, que punha aos homens em  consternação. Todos se perguntavam: Ai de nós! Que quer anunciar este  sinal? Talvez alguma grande desgraça que Deus vai enviar-nos. A lua  esteve sem iluminar oito noites seguidas; as pessoas pareciam não poder  viver mais. De repente, aparece um desconhecido que, durante três anos,  não faz senão gritar, dia e noite, pelas ruas de Jerusalém: Ai de  Jerusalém! Ai de Jerusalém!... Prendem-lhe; açoitam-lhe com varas para  impedir-lhe que grite; nada lhe detém. Depois de três anos exclama: &lt;i style=""&gt;Ai&lt;/i&gt;  de Jerusalém! E Ai de mim! Uma pedra lançada por uma máquina lhe cai em  cima e lhe esmaga no mesmo instante. Então todos os males que aquele  desconhecido havia pressagiado a Jerusalém vieram sobre ela. A fome foi  tão grande que as mães chegaram a degolar a seus próprios filhos para  alimentar-se com sua carne. Os habitantes, sem saber por que,  degolavam-se uns a outros; a cidade foi tomada e como que aniquilada; as  ruas e as praças estavam todas cobertas de cadáveres; corriam rios de  sangue; os poucos que conseguiram salvar suas vidas foram vendidos como  escravos.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-left: 3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;color:blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;Mas,  como o dia do juízo será o mais terrível e espantoso de tudo quanto  tenha acontecido, lhe precederão sinais tão horríveis, que levará ao  espanto até o fundo dos abismos. Diz-nos o Senhor que, naquele momento  infeliz para o pecador, o sol não dará mais luz, a lua será semelhante a  uma mancha de sangue, e as estrelas cairão do firmamento. O ar estará  tão cheio de relâmpagos que será um incêndio todo ele, e o ruído dos  trovões será tão grande que os homens ficarão cheios de espanto. Os  ventos soprarão com tanto ímpeto, que nada poderá resistir. Árvores e  casas serão arrastadas ao &lt;i style=""&gt;caos&lt;/i&gt; do mar; o mesmo mar de  tal maneira será agitado pelas tempestades, que suas ondas se elevarão  quatro côvados acima das mais altas montanhas e baixarão tanto que  poderão ver-se os horrores do abismo; todas as criaturas, mesmo as  insensíveis, parecerão querer-se aniquilar, para evitar a presença de  seu Criador, ao ver como os crimes dos homens a manchado e desfigurado a  terra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;As  águas dos mares e dos rios ferverão como azeite sobre brasas; as  árvores e plantas vomitarão torrentes de sangue; os terremotos serão tão  grandes que se verá a terra afundar-se por todas as partes; a maior  parte das árvores e das bestas serão tragadas pelo abismo, e os homens,  que sobreviver ainda, ficarão como insensatos; os montes e penhascos se  desabarão com horrorosa fúria. Depois de todos estes horrores se  acenderá fogo nos quatro cantos do mundo: fogo tão violento que  consumirá as pedras, os penhascos e a terra, como cordas de palha  jogadas num forno. O universo inteiro será reduzido a cinzas; é preciso  que esta terra manchada com tantos crimes seja purificada pelo fogo que  inflamará a cólera do Senhor, de um Deus justamente irritado.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Uma  vez que esta terra coberta de crimes seja purificada, enviará Deus,  Filhos meus, os seus anjos, que farão soar a trombeta pelos quatro  cantos do mundo e dirão a todos os mortos: Levantai-vos, mortos, saí de  vossas tumbas, vinde e comparecei ao juízo. Então, todos os mortos, bons  e maus, justos e pecadores, voltarão a tomar a mesma forma que tinham  antes; o mar vomitará todos os cadáveres que guarda escondido em seu &lt;i style=""&gt;caos&lt;/i&gt;,  a terra devolverá todos os corpos sepultados, desde tantos séculos, em  seu seio. Cumprida esta revolução, todas as almas dos santos descerão do  céu resplandecentes de glória e cada alma tomará o seu corpo, dando-lhe  mil e mil parabéns. Venha, lhe dirá, venha, companheiro de meus  sofrimentos; se trabalhaste por agradar a Deus, se fizeste consistir tua  felicidade nos sofrimentos e combates, Oh! Que bens nos estarão  reservados! Faz já mais de mil anos que gozo esta felicidade; Oh! Que  alegria para mim vir anunciar-te tantos bens que estão preparados para a  eternidade. Venham benditos olhos, que tantas vezes vos fechastes em  presença dos objetos impuros, por temor de perder a graça de vosso Deus,  vinde ao céu, onde não vereis senão belezas jamais vistas no mundo.  Venham, ouvidos meus, que tivestes horror às palavras e aos discursos  impuros e caluniosos; venha e escutareis no céu aquela música celeste  que vos arrebatará em êxtase contínuo. Venham, pés meus e mãos minhas  que tantas vezes vos empregastes em aliviar aos desgraçados; vamos  passar nossa eternidade no céu, onde veremos a nosso amável e caritativo  Salvador que tanto nos amou. Ah! Ali verás aquele que tantas vezes veio  descansar em teu coração. Ah! Ali veremos aquela mão manchada de sangue  de nosso divino Salvador, pela qual nos mereceu tanta alegria. Enfim, o  corpo e a alma dos santos se darão mil e mil parabéns; e isto por toda a  eternidade.&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;color:blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;color:blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;color:blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;color:blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Depois  que todos os santos tenham voltado a tomar seus corpos, radiantes todos  ali de glória segundo as boas obras e as penitências que tenham feito,  esperar-se-ão contentes o momento em que Deus, à vista do universo  inteiro, revele, uma por uma, todas as lágrimas, todas as penitências,  todo o bem que eles tenham realizado durante sua vida; felizes com a  felicidade do mesmo Deus. Esperai lhes dirá o mesmo Jesus Cristo,  esperai, quero que todo o universo se alegre em ver quanto trabalhastes.  Os pecadores insensíveis, os incrédulos diziam que eu era indiferente o  quanto vocês fizeram por mim; eu vou mostrar-lhes, neste dia, que vi e  contei todas as lágrimas que derramastes no &lt;span style="color:#000000;"&gt;fundo dos desertos&lt;/span&gt;; vou mostrar-lhes neste dia que a vosso lado me achava eu sobre os &lt;span style="color:#000000;"&gt;patíbulos.&lt;/span&gt;  Venham todos e comparecei adiante desses pecadores que me desprezaram e  ultrajaram que ousaram negar que eu existisse e que os visse. Venham,  filhos meus, venham, meus amados, e vereis quão bom fui e quão grande  foi meu amor para com vós.&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;color:blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Contemplemos  por um instante, Filhos meus, a esse infinito número de almas justas  que entram de novo em seus corpos, fazendo-os semelhantes a formosos  sóis. Olhai a todos esses mártires, com as palmas na mão. Olhai a todas  essas virgens, com a coroa da virgindade em suas cabeças. Olhai a todos  esses apóstolos, a todos esses sacerdotes; tantas quantas almas  salvaram, outros tantos raios de glória os embelezam. Todos eles, Filhos  meus, dirão a Maria, a Virgem-Mãe: Vamos reunir-nos com Aquele que está  no céu, para dar novo esplendor de glória a vossa beleza.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mas  não, um momento de paciência; vocês foram desprezados, caluniados e  perseguidos pelos malvados; justo é que, antes de entrar no reino  eterno, venham os pecadores a dar-vos satisfação honrosa.&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;color:blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mas  terrível e espantosa mudança! Ouço a mesma trombeta chamando aos  réprobos para que saiam dos infernos. Venham, pecadores, carrascos e  tiranos, dirá Deus que a todos queria salvar, vinde, comparecei ante o  tribunal do Filho do Homem, frente aquele de quem tantas vezes  atrevidamente pensastes que não vos via nem vos ouvia! Vinde e  comparecei, porque quantos pecados cometeram em toda vossa vida, serão  manifestados à face do universo. Então clamará o anjo: Abismos do  inferno, abri vossas portas!&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Vomitai  a todos esses réprobos! Seu Juiz os chama. Ah, terrível momento! Todas  aquelas infelizes almas réprobas, horríveis como demônios, sairão dos  abismos e irão, como desesperadas, em procura de seus corpos. Ah,  momento cruel! No instante em que a alma entrar em seu corpo, este corpo  experimentará todos os rigores do inferno. Ah! Este maldito corpo,  estas malditas almas se jogarão mil e mil maldições. Ah! Maldito corpo,  dirá a alma a seu corpo que se arrastou e rolou pelo lodo das suas  impurezas; faz mais de mil anos que eu sofro e me abraso nos infernos.  Venham malditos olhos, que tantas vezes alegrastes em olhares desonestos  a vos mesmos ou aos demais, vinde ao inferno a contemplar os monstros  mais horríveis. Venham malditos ouvidos, que tanto gosto achasteis nas  palavras e discursos impuros, venha escutar eternamente os gritos, urros  e rugidos dos demônios. Venham, língua e boca malditas, que destes  tantos beijos impuros e que nada omitistes para satisfazer vossa  sensualidade e vossa gula, vinde ao inferno, onde a malícia dos dragões  será vosso alimento único. Vêem corpo maldito, a quem tanto procurei  contentar; vêem ser lançado por uma eternidade num lago de fogo e de  enxofre acendido pelo poder e a cólera de Deus! Ah! Quem será capaz de  compreender, ou ao menos de expressar as maldições de que o corpo e a  alma mutuamente se acharão jogados por toda a eternidade?&lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;color:blue;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; Sim,  Filhos Meus, veja a todos os justos e os réprobos que recobraram sua  antiga figura, isto é, seus corpos tal como nós os vemos agora, e  esperam a seu juiz, mas um juiz justo e sem compaixão, para castigar ou  recompensar, segundo o mau ou o bem que tenham feito. Veja que chega já,  sentado num trono, radiante de glória, rodeado de todos os anjos,  acompanhado do estandarte da cruz. Os malvados vendo o seu juiz, que  dirão? &lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;"&gt;Vendo aquele a  quem antes via ocupado somente em procurar a felicidade do paraíso, e  que, apesar disto, se tenha condenado, exclamarão: Montanhas caiam sobre  nós, arrancai-nos da presença de nosso juiz; penhascos caiam sobre nós;  Ah! Por favor, precipitai-nos nos infernos! &lt;/span&gt;Não, não, pecador,  aproxima e vem render conta de toda tua vida. Aproxima-te infeliz, que  tanto desprezaste a um Deus tão bom. Ah! Juiz meu, pai meu, criador meu,  onde estão meu pai e minha mãe que me condenaram? Ah! Quero vê-los;  quero reclamar-lhes o céu que me deixaram perder. Ai, pai! Ai, mãe!  Foram vós os que me condenastes; fostes-vos a causa da minha  infelicidade. Não, não, ao tribunal de teu Deus; não há remédio para ti.  Ah! Juiz meu, exclamará aquela jovem..., onde está aquele libertino que  me roubou o céu? Não, adianta-te, não esperes socorro de ninguém...  Estás condenada! Não há esperança para ti; sim, está perdida; sim, tudo  está perdido, já que perdeste a tua alma e a teu Deus. Quem poderá  compreender a infelicidade de um condenado que verá na frente de si, ao  lado dos santos, a seu pai ou a sua mãe, radiantes de glória e  destinados ao céu, e a si próprio reservado para o inferno? Montanhas,  dirão estes réprobos, sepulta-nos; por favor, caía sobre nós! Portas do  abismo, abrir-se-vos para sepultar-nos nele! Não, pecador; tu sempre  desprezaste meus mandamentos; mas hoje é o dia em que eu quero  mostrar-te que sou teu dono. Comparece diante de mim com todos teus  crimes, dos quais não mais é do que um tecido de tua vida inteira. Então  será, disse o profeta Ezequiel, quando o Senhor tomará aquele grande  caderno milagroso, onde estão escritos e consignados todos os crimes dos  homens. Quantos pecados que jamais apareceram aos olhos do mundo vão  agora manifestar-se! Tremei os que, quiçá faz quinze ou vinte anos,  vindo acumular pecado sobre pecado. Desgraçados de vos!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Então  Jesus Cristo, com o livro das consciências na mão, com voz de trovão  formidável, chamará todos os pecadores para convencê-los de todos os  pecados que tenham cometido durante sua vida. Venham impudicos, lhes  dirá, aproximai-vos e lede, dia por dia; Vejam todos os pensamentos que  mancharam vossa consciência, todos os desejos vergonhosos que  corromperam vosso coração; lede e contai vossos adultérios; vede o  lugar, o momento em que os cometestes; vede a pessoa com a qual  pecastes. Lede todas vossas paixões e sensualidade, lede e conta bem  quantas almas perdestes, que tão caras me tinham custado. Mais de mil  anos levava já vosso corpo podre no sepulcro e vossa alma no inferno, e  ainda vossa libertinagem seguia arrastando almas à condenação. Vês a  essa mulher a quem perdestes, a esse marido, a esses filhos, a esses  vizinhos? Todos clamam vingança, todos vos acusam de sua ruína, de que,  senão fosse por vós, teriam ganho o céu. Venham mulheres mundanas,  instrumentos de Satanás, venha e leia todo o cuidado e o tempo que  empregastes em compor; contai a multidão de maus pensamentos e de maus  desejos que suscitastes nas pessoas que vos viram. Olhai todas as almas  que vos acusam de sua ruína. Venham, maldizentes, semeadores de falsas  doutrinas, venha e leia, aqui estão escritas todas vossas calúnias,  vossas enganações, e vossas maldades; aqui tendes todas as desavenças  que causastes, aqui tendes todas as perdas e todos os danos de que vossa  maldita língua foi causa principal. Ide, infelizes, a escutar no  inferno os gritos e os uivos horríveis dos demônios.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Venham,  malditos avarentos, lede e contai esse dinheiro e esses bens perecíveis  aos quais afeiçoastes vosso coração, com menosprezo de vosso Deus, e  pelos quais sacrificastes vossa alma. Esquecestes vossa dureza para com  os pobres? Aqui a tendes, lede e contai. Vede aqui vosso ouro e vossa  prata, pedi-lhes agora que vos socorram, dizei-lhes que vos livrem de  minhas mãos. &lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ide, malditos, a  lamentar vossa miséria nos infernos. Venham vingativos, lede e vede tudo  quanto fizestes em dano de vosso próximo, contai todas as injustiças,  todos os pensamentos de ódio e de vingança que alimentastes em vosso  coração; ide, infelizes, ao inferno. &lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ah,  rebeldes! Mil vezes vo-lo avisaram meus ministros, que se não amasseis a  vosso próximo como a vós mesmos, não teria perdão para vós. Apartai-vos  de mim, malditos, ide ao inferno, onde serão vítimas de minha cólera  eterna, onde aprendereis que a vingança está reservada só a Deus. Vêem,  vêem bebedor, aproxima-te, olha até o último copo de vinho, até o último  bocado de pão que tiraste da boca de tua esposa e de teus filhos; tenho  aqui todos teus excessos, os reconheces? São os teus realmente, ou os  de teu vizinho? Tenho aqui o número de noites e de dias que passastes  nas tabernas, os domingos e festas; tenho aqui, uma por uma, as palavras  desonestas que dissestes em tua embriaguez; tenho aqui todos os  juramentos, todas as maldições que vomitastes; tenho aqui todos os  escândalos que deste a tua esposa, a teus filhos e a teus vizinhos. Sim,  tudo escrevi, tudo o contei.&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;color:blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Vai-te  infeliz, embriagar-te das amarguras de minha cólera nos infernos.  Venham mercadores, trabalhadores, todos quaisquer que fosse vosso  estado; venha, dar-me conta, até a última moeda, de tudo o que  comprastes e vendestes; venha, examinemos juntos se vossas medidas e  vossas contas concordam com as minhas. Veja mercadores, o dia em que  enganastes a esse menino. Veja aquele outro dia em que exigistes dobrado  preço por vossa mercadoria. Venham, profanadores dos Sacramentos, veja  todos vossos sacrilégios, todas vossas hipocrisias. Venham, pais e mães,  dai-me conta dessas almas que eu vos confiei; dai-me conta de tudo o  que fizeram vossos filhos e vossos criados; veja todas as vezes que lhes  deste permissão para ir a lugares e juntar-se com companhias que lhes  foram ocasião de pecado. Veja todos os maus pensamentos e desejos que  vossa filha inspirou; veja todos seus abraços e outras ações infames;  veja todas as palavras impuras que pronunciou vosso filho. Mas, Senhor,  dirão os pais e mães, eu não lhe mandava tais coisas.&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;color:blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Não  importa lhes dirá o juiz, os pecados de teus filhos são teus pecados.  Onde estão as virtudes que lhes fizestes praticar? Onde os bons exemplos  que lhes destes e as boas obras que lhes mandastes fazer? Ai! Que vai a  ser desses pais e mães que vêem como vão seus filhos, uns ao baile,  outros ao jogo ou &lt;span style="color:#000000;"&gt;aos bares,&lt;/span&gt; e vivem  tranqüilos? Deus meu, que cegueira! Que cúmulo de crimes, pelos quais  vão ver-se constrangidos naqueles terríveis momentos! Oh! Quantos  pecados ocultos, que vão ser publicados à face do universo! Oh, abismos  dos infernos! Abri-vos para engolir a essa multidão de réprobos que não  viveram senão para ultrajar o seu Deus e condenar-se.&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;color:blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mas  então, me direis, todas as boas obras que fizemos de nada serviram?  Nossos jejuns, nossas penitências, nossas esmolas, nossas comunhões,  nossas confissões, ficaram sem recompensa? Não, vos dirá Jesus Cristo,  todas vossas orações não era outra coisa que rotinas; vossos jejuns,  hipocrisias; vossas esmolas, vanglória; vosso trabalho não tinha outro  fim que a avareza e a cobiça; vossos sofrimentos não iam acompanhados  senão de queixas e murmurações; e tudo quanto fazia, eu não compactuava  com nada. Por outra parte, recompensei-vos com bens temporários:  abençoei vosso trabalho; dei fertilidade a vossos campos e enriqueci a  vossos filhos; do pouco bem que fizestes, dei-vos toda a recompensa que  podíeis esperar. Por outro lado vos dirá Jesus, vossos pecados vivem  ainda, viverão eternamente adiante de Mim; ide malditos, ao fogo eterno,  preparado para todos os que me desprezaram durante sua vida.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;II  - Sentença terrível, mas infinitamente justa. Que coisa mais justa, na  verdade, para o pecador que assegurava que tudo se acabava com a morte?  Vês agora seu desespero? Ouvis como confessam sua impiedade? Como clamam  misericórdia? Mas agora tudo está acabado; o inferno é vossa herança.  Vês a esse orgulhoso que escarnecia e desprezava a todo mundo? O vê  abismado em seu coração, condenado por uma eternidade sob os pés dos  demônios? Vês a esse incrédulo que dizia que não há Deus nem inferno? O  vê confessar à face de todo o universo que há um Deus que lhe julga e um  inferno onde vai ser precipitado para jamais sairá dele? Verdade é que  Deus dará a todos os pecadores liberdade de apresentar suas razões e  desculpas para justificar-se, se é que podem. Mas, Ai! Que poderá dizer  um criminoso que não vê em si mesmo senão crime e ingratidão? Ai! Tudo o  que o pecador possa dizer naquele momento infeliz só servirá para  mostrar mais e mais sua impiedade e sua ingratidão.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Eis  aqui, sem dúvida, Filhos meus, o que haverá de mais espantoso naquele  terrível momento: será quando vir-mos que Deus nada perdoou para  salvar-nos; que nos fez participantes dos méritos infinitos de sua morte  na cruz; que nos fez nascer no seio de sua Igreja; que nos deu pastores  para mostrar-nos e ensinar-nos tudo o que devíamos fazer para ser  felizes. Deu-nos os Sacramentos para fazer-nos recobrar sua amizade  quantas vezes havíamos perdido; não pôs limite ao número de pecados que  queria perdoar-nos; se nossa conversão tivesse sido sincera, estaríamos  seguros de nosso perdão. Esperou-nos anos inteiros, por mais do que nós  não vivêssemos senão para ultrajar-lhe; não queria perder-nos, melhor  digo, queria em absoluto salvar-nos; E nós não quisemos! Nós mesmos lhe  forçamos por nossos pecados a lançar contra nós sentença de eterna  condenação: Ide, filhos malditos, ide reunir-vos com aquele a quem  imitastes; por minha parte, não vos reconheço senão para esmagar-vos com  todos os furores de mim cólera eterna.&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;color:blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Venham,  diz-nos o Senhor por um de seus profetas, venham, homens, mulheres,  ricos e pobres, pecadores, quem quer que sejais, seja qual for vosso  estado e condição, dizei todos, dizei vossas razões, e eu direi as  minhas. Entremos no juízo, pesemos tudo com o peso do santuário.  Terrível momento para um pecador, que, por qualquer lado que considere  sua vida, não vê mais do que pecado, do que algo bom. Deus meu! Que será  dele! Neste mundo, o pecador sempre encontra desculpas para alegar por  todos os pecados que cometeu; leva seu orgulho até mesmo ao tribunal; da  penitência, onde não devia comparecer senão para acusar-se e  condenar-se a si mesmo. Algumas vezes, a ignorância; outras, as  tentações demasiadas violentas; outras, enfim, as ocasiões e os maus  exemplos: tais são as razões que, todos os dias, estão dando os  pecadores para encobrir a grandiosidade de seus crimes. &lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Venham,  pecadores orgulhosos, vejamos se vossas desculpas serão bem recebidas  no dia do juízo; explicai-vos a frente daquele que tem a tocha na mão, e  que tudo viu tudo contou e tudo pesou.&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;color:blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Não  sabia — dirá — que aquilo era pecado! Ah, infeliz! Dirá-te Jesus  Cristo: se tivesses nascido no meio das nações idólatras, que jamais  ouviram falar do verdadeiro Deus, poderia ter alguma desculpa de tua  ignorância; mas tu, cristão, que tiveste a felicidade de nascer no seio  de minha Igreja, de crescer no centro da luz, tu que a cada instante  ouvias falar da eterna felicidade? Desde tua infância te ensinaram o que  devias fazer para procura - lá; e tu, a quem jamais cessaram de  instruir, de exortar e de repreender, atreves-te ainda a desculpar-se de  ignorância? Infeliz! Se vivestes na ignorância, foi simplesmente porque  não quiseste instruir-te, porque não quiseste aproveitar-te das  instruções, ou fugistes delas. Veja infeliz, veja! Tuas desculpas só  servem para fazer-te mais digno ainda de maldição! Veja filho maldito,  ao inferno, a arder nele com tua ignorância.&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;color:blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mas  — dirá outro — é que minhas paixões eram muito violentas e minha  debilidade muito grande. Mas — lhe dirá o Senhor — já que Deus era tão  bom e te fazia conhecer tuas debilidades, já que teus pastores te  advertiam que devias velar continuamente sobre ti mesmo e mortificar-te,  para dominá-las, por que fazias tu precisamente tudo o contrário? Por  que tanto cuidado em contentar teu corpo e teus gostos? Deus te fazia  conhecer tua fraqueza, e tu caías a cada instante? Por que, pois, não  recorrer a Deus em busca de sua graça? Por que não escutar a teus  pastores que não cessavam de exortar-te a pedir as graças e as forças  necessárias para vencer ao demônio? Por que tanta indiferença e desprezo  pelos Sacramentos, onde tivestes achado abundância de graça e de força  para fazer o bem e evitar o mau? Por que tão freqüente desprezo da  palavra de Deus, que te havias guiado pelo caminho que devias seguir  para chegar a Ele? Pecadores ingratos e cegos! Todos estes bens estavam a  vossa disposição; deles podíeis servir-vos como tantos outros se  serviram. Que fizeste para impedir tua queda no pecado? Não oraste senão  por rotina ou por costume.&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;color:blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Veja  infeliz! Quanto mais conhecias tua fraqueza, tanto mais devias ter  recorrido a Deus, que haver-te-ia sustentado e ajudado na obra de tua  salvação. Veja maldito, por ela te fazes ainda mais criminoso.&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;color:blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mas,  as ocasiões de pecar são tantas! — dirá ainda outro. — Amigo meu, três  classes conheço de ocasiões que podem conduzir-nos ao pecado. Todos os  estados têm seus perigos. Três classes há, digo, de ocasiões: aquelas às  quais estamos necessariamente expostos pelos deveres de nosso estado,  aquelas com as quais tropeçamos sem procurá-las, e aquelas nas quais nos  prendemos sem necessidade. Se as ocasiões às quais nos expomos sem  necessidade não têm de servir-nos de desculpa, não tratemos de desculpar  um pecado com outro pecado. Ouvistes cantar — digo — uma má canção;  Ouvistes uma maledicência ou uma calúnia; mas por que freqüentavas  aquela casa ou aquela companhia? Por que ocupavas com aquelas pessoas  sem religião? Não sabias que quem se expõe ao perigo é culpado e nele  perecerá? O que cai sem ter-se exposto, em seguida se levanta, e sua  queda lhe faz ainda mais vigilante e prevenido. Mas não vês que Deus,  que nos prometeu seu socorro em nossas tentações, não nos há prometido  para o caso em que nós mesmos tenhamos a temeridade de expor-nos a elas?  Veja desgraçado, procuraste a maneira de perder-te a ti mesmo; mereces o  inferno que está reservado aos pecadores como tu.&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;color:blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mas  —dirás— é que continuamente temos maus exemplos frente aos olhos. Maus  exemplos? Frívola desculpa. Se há maus exemplos, não os há talvez também  bons? Por que, pois, não seguir os bons, que é melhor do que os maus?  Vias a uma jovem ir ao templo, aproximar-se à sagrada Mesa; por que não  seguias a esta, melhor do que à outra que ia ao baile? Vias aquele jovem  piedoso entrar na igreja para adorar a Jesus no Sacrário; por que não  seguias seus passos, melhor do que outros que iam à taberna? Digo antes,  pecador, que preferiste seguir o caminho largo, que te conduziu à  infelicidade no qual agora te encontras o caminho que te tinha traçado o  mesmo Filho de Deus. A verdadeira causa de tuas quedas e de tua  reprovação não está, pois, nem nos maus exemplos, nem nas ocasiões, nem  em tua própria fraqueza, nem na falta de graças e auxílios; está somente  nas más disposições de teu coração que tu não quiseste reprimir.&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;color:blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Fizestes o mau, foi porque quiseste. Tua ruína vem unicamente de ti.&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;color:blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mas  —replicarás ainda— se tivesses dito sempre que Deus era tão bom! Deus é  bom, não há dúvida; mas é também justo. Sua bondade e sua misericórdia  passaram já para ti; não te fica mais do que sua justiça e sua vingança.  Ai, Filhos meus! Com tanta repugnância como agora sentir-nos em  confessar-nos, se, cinco minutos antes daquele grande dia, Deus nos  concedesse sacerdotes para confessar nossos pecados, para que se nos  apagassem, Ah! Com que diligência nós aproveitaríamos desta graça! Mas  ai! Que isto não nos será concedido naquele momento de desespero. Bem  mais prudente do que nós foi o Rei Bogoris. Instruído por um missionário  na religião católica, mas cativo ainda dos falsos prazeres do mundo.  Tendo chamado a um pintor cristão para que lhe pintasse, em seu palácio,  a caça mais horrível de bestas ferozes. Este, ao contrário, por  disposição da divina providência, pintou-lhe o juízo final, o mundo  ardendo em chamas, Jesus Cristo no meio de raios e relâmpagos, o inferno  aberto já para engolir aos condenados, com tão espantosas figuras que o  rei ficou imóvel. Voltando a si, recordou-se do que o missionário lhe  tinha ensinado para que aprendesse a evitar os horrores. Daquele momento  no qual não caberá ao pecador outra sorte que o desespero; e  renunciando, ao instante, a todos seus prazeres, passou o restante de  sua vida no arrependimento e as lágrimas.&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;color:blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Se  este príncipe não se tivesse convertido, teria chegado igualmente para  ele a morte; teria demorado um pouco mais, é verdade, em deixar todos  seus bens e seus prazeres; mas, ao morrer, ainda que tivesse vivido  séculos, teriam passado a outros, e ele estaria no inferno ardendo para  sempre; enquanto agora se acha no céu, por uma eternidade, esperando  aquele grande dia, contente de ver que todos seus pecados lhe foram  perdoados e que jamais voltarão a aparecer, nem aos olhos de Deus, nem  aos olhos dos homens.&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;color:blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Foi  este pensamento bem meditado o qual levou São Jerônimo a tratar seu  corpo com tanto rigor e a derramar tantas lágrimas. Ah! —exclamava ele  naquela vasta solidão - parece-me que ouço, a cada instante, aquela  trombeta, que tem de acordar a todos os mortos, chamando-me ao tribunal  de meu Juiz. Este mesmo pensamento fazia tremer a David em seu trono, e a  Santo Agostinho no meio de seus prazeres, apesar de todos seus esforços  por apagar esta idéia de que um dia seria julgado. Dizia, de tempo em  tempo, a seu amigo Alípio: Ah, amigo querido! Dia virá em que  compareçamos todos ante o tribunal de Deus para receber a recompensa do  bem ou o castigo do mal que tenhamos feito durante nossa vida;  deixemos-nos, amigo meu — lhe dizia — o caminho do crime por aquele o  qual seguiram todos os santos. Preparemos-nos, desde este momento, para  esse grande dia.&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;color:blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Refere  São João Clímaco que um solitário deixou seu mosteiro para passar a  outro com o fim de fazer maior penitência. A primeira noite foi enviado  ao tribunal de Deus, quem lhe manifestou que era devedor, para com sua  justiça, diante de cem libras de ouro. Ah, Senhor! —exclamou ele - que  posso fazer para paga-las? Permaneceu três anos naquele mosteiro,  permitindo Deus que fosse desprezado e maltratado de todos os demais,  até ao extremo de que ninguém parecia poder-lhe sofrer. Aparecendo-lhe  Nosso Senhor pela segunda vez, dizendo-lhe que ainda não tinha pagado  mais do que a quarta parte de sua dívida. Ah, Senhor! —exclamou ele -  que devo, pois, fazer para justificar-me? Fingiu-se louco durante treze  anos, e faziam dele tudo o que queriam; tratavam-lhe duramente, como se  fosse um animal. Aparacendo-lhe pela terceira vez o Senhor, dizendo-lhe  que tinha pagado a metade. Ah, Senhor! —respondeu ele - já que eu o  quis, é preciso que eu sofra para satisfazer a vossa justiça. Oh, Deus  meu! Não espereis castigar meus pecados depois do juízo. Conta o mesmo  São João Clímaco outro fato que faz estremecer.&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;color:blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt; Tinha  -disse- um solitário que levava já quarenta anos chorando seus pecados  no fundo de uma selva. A véspera de sua morte, abrindo inesperadamente  os olhos, fora de si, olhando á direita e a esquerda de sua cama, como  se visse a alguém que lhe pedia conta de sua vida, respondia com voz  trêmula: Sim, cometi este pecado, mas o confessei e fiz penitência dele  anos e anos, até que Deus me perdoou. Também cometeste tal outro pecado,  dizia-lhe a voz. Não —respondeu o solitário— esse nunca eis cometido.  Antes de morrer, se lhe ouviu exclamar: Deus meu, Deus meu! Tirai,  tirai, peço-vos, meus pecados de frente de meus olhos, porque não posso  suportar sua vista. Ai! Que vai a ser de nós, se o demônio joga no nosso  rosto ainda os pecados que não se cometeram cobertos como estamos de  culpas reais e das quais não fez penitência? Ah! Por que adiar para  aquele terrível momento? Se mal os santos estão seguros, que vai ser de  nós?&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:10pt;color:blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Que  devemos concluir de tudo isto, Filhos meus? Temos de concluir que é  necessário não perder jamais de vista que um dia seremos julgados sem  misericórdia, e que nossos pecados se manifestarão à vista do universo  inteiro; e que, depois deste juízo, se nos achamos culpados destes  pecados, iremos chorá-los nos infernos, sem poder apagá-los, nem  esquecê-los. Tão cegos somos, Filhos meus, se não nos aproveitamos do  pouco tempo que nos fica de vida para assegurar-nos o céu! Se somos  pecadores, tenhamos agora esperança de perdão; ao passo que, se  aguardamos então, não nos ficará já recurso algum. Deus meu! Daí-me a  graça de que nunca me esqueça de tão terrível momento, em especial  quando me veja tentado, para não sucumbir; a fim de que naquele dia  possamos ouvir, sair da boca do Salvador, estas doces palavras: «&lt;i style=""&gt;Vinde benditos de meu Pai, a possuir o reino que vos está preparado desde o começo do mundo.&lt;/i&gt; » e esta é a graça que reservei.&amp;quot;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;&lt;br&gt;(São João Batista Maria Vianney, presbítero. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sermão para o I Domingo do Advento&lt;/span&gt;) &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/864046953440412964-4672122008170296161?l=asceseemistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://asceseemistica.blogspot.com/2011/11/o-advento-e-o-juizo-final.html</link><author>noreply@blogger.com (Allan Lopes dos Santos)</author><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/-GPPZK4eLNgw/TtJRmk6oVqI/AAAAAAAAAmk/6TWdvOxaWto/s72-c/judgement%2BVonCornelius_TheLastJudgement.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-864046953440412964.post-3201854722582060588</guid><pubDate>Sat, 26 Nov 2011 00:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-25T16:30:56.416-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">São João da Cruz</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mestres de Espiritualidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Allan Lopes</category><title>"O que DEUS pretende, é fazer-nos deuses por participação"</title><description>&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" height="265" id="twitcamPlayer" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.livestream.com/grid/LSPlayer.swf?hash=7demi"/&gt;



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O que Deus pretende é fazer-nos deuses por participação&lt;br /&gt;
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Como fogo que converte tudo em fogo&lt;br /&gt;
O que Deus pretende é fazer-nos deuses&lt;br /&gt;
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Ouça estas lindas palavras de São João da Cruz &lt;a href="http://trilhacatolica.wordpress.com/2007/08/28/sede-santos/"&gt;AQUI&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/864046953440412964-3201854722582060588?l=asceseemistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://asceseemistica.blogspot.com/2011/11/o-que-deus-pretende-e-fazer-nos-deuses.html</link><author>noreply@blogger.com (Allan Lopes dos Santos)</author><thr:total>0</thr:total><enclosure url="http://static.livestream.com/grid/LSPlayer.swf?hash=7demi" length="101761" type="application/x-shockwave-flash" /><media:content url="http://static.livestream.com/grid/LSPlayer.swf?hash=7demi" fileSize="101761" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle> O que Deus pretende é fazer-nos deuses por participação Sendo-O Ele por natureza Como fogo que converte tudo em fogo O que Deus pretende é fazer-nos deuses Deixa-te ensinar, deixa-te mandar, deixa-te sujeitar. Deixa-te ensinar, deixa-te mandar e despreza</itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (Allan Lopes dos Santos)</itunes:author><itunes:summary> O que Deus pretende é fazer-nos deuses por participação Sendo-O Ele por natureza Como fogo que converte tudo em fogo O que Deus pretende é fazer-nos deuses Deixa-te ensinar, deixa-te mandar, deixa-te sujeitar. Deixa-te ensinar, deixa-te mandar e desprezar E serás prefeita. Nega aos teus desejos e encontrarás o que deseja teu coração. Põe amorosa atenção em Deus, Sem desejo de querer sentir ou entender Coisa particular a respeito dEle. Aprende a amar como Deus quer ser amado E deixa a tua condição O demônio teme a alma unida a Deus Como ao próprio Deus. Ouça estas lindas palavras de São João da Cruz AQUI.</itunes:summary><itunes:keywords>São João da Cruz, Mestres de Espiritualidade, Allan Lopes</itunes:keywords></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-864046953440412964.post-4181586672282636396</guid><pubDate>Mon, 21 Nov 2011 06:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-20T22:33:49.432-08:00</atom:updated><title>Jovem de 15 anos recebe Crisma de véu e comunga de joelhos dando testemunho de modéstia e piedade</title><description>&lt;font face="georgia, serif"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;#39;Times New Roman&amp;#39;;font-size:medium"&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:justify"&gt; No dia 13 de novembro de 2011, em Ceilândia, Distrito Federal, a jovem &lt;a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=100000055352464" target="_blank"&gt;Daniella Buarque&lt;/a&gt; recebe o sacramento da Crisma. Paroquiana do Padre Jorge Eldo, Paróquia Nossa Senhora da Glória, recebeu o sacramento de suas mãos mesmo, pois o bispo não pôde comparecer.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:justify"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:justify"&gt;  Mesmo sendo jovem, demonstra coragem e amor ao ser uma das únicas a usar o piedoso véu na Santa Missa, como ela mesma descreve:&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;br&gt; &lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&amp;quot;Aos 15 anos, véu, modéstia, nada disso me passava pela cabeça. Até que certo dia fui presenteada por meu tio com um, que ele adquiriu por meio da  comunidade '&lt;i&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=51707642" target="_blank"&gt;O Piedoso Uso do Véu&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;' no &lt;i&gt;Orkut&lt;/i&gt;. Desde então, fui pesquisando seu real sentido e me encantava cada vez mais. Tive receio de usá-lo, e para me acostumar usava apenas na hora da Santa Comunhão. Era bem difícil na Santa Missa ficar silenciosa, quieta, quando todos ao redor batem palmas, fazem coreografias. E também, de certa forma, querendo velar-se inteiramente para Deus acabar atraindo para si os olhares. Sempre ao final alguém me abordava, pedia explicações sobre o  porquê do uso do véu, e certa vez até me perguntaram se eu era freira, mas sempre elogiam muito ( uso há 9 meses). Fico muito feliz pois meu exemplo foi um incentivo a outras duas jovens e algumas senhoras, já estamos com planos de fazer algo como que '&lt;i&gt;um movimento para o retorno do véu&lt;/i&gt;' aqui na Paróquia. Já &lt;b&gt;somos 6 com seus véus&lt;/b&gt;, e outras já estão se preparando. Expressando nossa reverência e decoro, queremos ser exemplo da Santíssima Virgem e que tudo seja ad majorem Dei Gloriam.&amp;quot;&lt;/blockquote&gt;  &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;Confiram as fotos da Crisma: &lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:center"&gt;  &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:center"&gt;&lt;img src="http://a3.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/s720x720/387484_310492838962559_100000055352464_1393971_592486202_n.jpg" width="291" height="400"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:center"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:center"&gt;&lt;img src="http://a2.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/s720x720/388481_310493892295787_100000055352464_1393976_1042309800_n.jpg" width="400" height="300"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:center"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:center"&gt;&lt;img src="http://a5.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/s720x720/315743_310495088962334_100000055352464_1393991_645639485_n.jpg" width="300" height="400"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:center"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:center"&gt;&lt;img src="http://a7.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/s720x720/384801_310495422295634_100000055352464_1393992_1212525059_n.jpg" width="400" height="300"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:center"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:center"&gt;&lt;img src="http://a1.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc7/s720x720/384388_310496975628812_100000055352464_1393998_1564225386_n.jpg" width="300" height="400"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:center"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:center"&gt;&lt;img src="http://a4.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/s720x720/312151_310497448962098_100000055352464_1394001_1310424235_n.jpg" width="253" height="400"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:center"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:center"&gt;&lt;img src="http://a2.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/s720x720/309627_310498515628658_100000055352464_1394009_1047898252_n.jpg" width="300" height="400"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:center"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:center"&gt;&lt;img src="http://a7.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/s720x720/393313_310499888961854_100000055352464_1394013_1220859409_n.jpg" width="400" height="300"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:center"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:center"&gt;&lt;img src="http://a8.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/s720x720/375682_310501328961710_100000055352464_1394017_1281938391_n.jpg" width="298" height="400"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:center"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" style="padding-top:6px;padding-right:6px;padding-bottom:6px;padding-left:6px;margin-bottom:0.5em;margin-left:auto;margin-right:auto;text-align:center"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align:center"&gt;&lt;img src="http://a7.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/s720x720/380464_310501715628338_100000055352464_1394018_1488505780_n.jpg" width="300" height="400" style="margin-right:auto;margin-left:auto"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-size:13px;padding-top:4px;text-align:center"&gt;Enquanto a maioria se prepara para receber o Senhor DEUS em suas próprias mãos, as jovens se colocam no seu devido lugar: o de criatura diante de seu DEUS CRIADOR.&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:center"&gt;&lt;img src="http://a8.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/s720x720/305698_310502185628291_100000055352464_1394020_1641847657_n.jpg" width="280" height="400"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:center"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:center"&gt;&lt;img src="http://a2.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc7/s720x720/310751_310554942289682_100000055352464_1394166_1735113616_n.jpg" width="300" height="400"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:center"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:center"&gt;&lt;img src="http://a5.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/s720x720/316222_310505872294589_100000055352464_1394038_1127836343_n.jpg" width="400" height="300"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:center"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:center"&gt;&lt;img src="http://a1.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/s720x720/321180_310507268961116_100000055352464_1394044_77237262_n.jpg" width="270" height="400"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:center"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;text-align:center"&gt;O grupo do Piedoso uso do véu no Facebook: &lt;a href="http://www.facebook.com/groups/265549633471781/" target="_blank"&gt;http://www.facebook.com/groups/265549633471781/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/864046953440412964-4181586672282636396?l=asceseemistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://asceseemistica.blogspot.com/2011/11/jovem-de-15-anos-recebe-crisma-de-veu-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Allan Lopes dos Santos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-864046953440412964.post-8712503889419516913</guid><pubDate>Mon, 21 Nov 2011 03:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-20T19:49:38.142-08:00</atom:updated><title>Santo Tomás de Aquino no gingado brasileiro</title><description>&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/RLvkpLnWqg8" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;

&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="post-body entry-content" id="post-body-1648520525032158373"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;&lt;strong&gt;Sidney Silveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;Mandam-me uma música popular de Jorge Ben Jor — da época em que ainda assinava Jorge Ben — interessantíssima. Nela o cantor da MPB consegue reproduzir várias premissas da metafísica de Santo Tomás aplicadas ao&amp;nbsp;&lt;strong&gt;problema dos nomes divinos&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;(questão 13 da&amp;nbsp;&lt;em&gt;Prima Pars&lt;/em&gt;&amp;nbsp;da&amp;nbsp;&lt;em&gt;Suma&lt;/em&gt;), em poucos parágrafos e com apenas uma ou outra imprecisãozinha conceptual.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Em resumo,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;estando Deus fora e acima de todo gênero, qualquer nome com que O designemos será necessariamente por meio de uma analogia, pois Ele é em Si mesmo inominável&lt;/strong&gt;, como há séculos já ensinava o&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=lLs_Yw2lf5k" style="color: #6699cc;"&gt;Pseudo Dionísio Aeropagita&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;, místico estupendo. Sendo assim, tratar-se-á de nomes&amp;nbsp;&lt;em&gt;temporários&lt;/em&gt;&amp;nbsp;predicados de uma realidade&amp;nbsp;&lt;em&gt;intemporal&lt;/em&gt;&amp;nbsp;— ou melhor,&amp;nbsp;&lt;em&gt;supratemporal&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Noutras palavras: Deus não pode ser medido, mensurado ou nomeado por nada que radique na criatura, sendo&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;a criação&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&amp;nbsp;uma&amp;nbsp;&lt;em&gt;&lt;a href="http://contraimpugnantes.blogspot.com/2009/10/criacao.html" style="color: #6699cc;"&gt;relação da criatura a Deus com novidade no ser&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;. Eis aqui a maior (e, no caso, perdoável) imprecisão da letra de Ben Jor:&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Deus transcende absolutamente à categoria da&amp;nbsp;&lt;em&gt;relação&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, por isso não se diz que a relação é d'Ele com as criaturas, mas tão-somente delas com Ele, ou seja: elas são o que são&amp;nbsp;&lt;em&gt;em relação a Ele&lt;/em&gt;, de Quem receberam o ser e as formas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Tudo que o que dissermos d'Ele será, portanto, a partir de vestígios da criação que encontramos na ordem do ser, que a propósito procede do&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;a href="http://contraimpugnantes.blogspot.com/2010/03/prova-da-existencia-de-deus-em-santo.html" style="color: #6699cc;"&gt;&lt;em&gt;Ipsum Esse Subsistens&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;strong&gt;Os vários conceitos que analogicamente aplicamos a Deus são meios humanos de expressar de forma múltipla a indivisível realidade divina&lt;/strong&gt;, por intermédio daquilo que o gigante Santiago Ramírez chamara de&amp;nbsp;&lt;em&gt;analogia de proporcionalidade própria com distância indeterminada&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;Esta foi mesmo uma surpresa: encontrar Santo Tomás de Aquino na música suingada do "teólogo" Jorge Ben Jor... Que coisa incrível e inesperada!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;Eis a letra:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;strong&gt;ASSIM FALOU SANTO TOMÁS DE AQUINO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;strong&gt;Jorge Ben Jor&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A semelhança da criatura com Deus&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;É tão imperfeita que não chega a ser&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;O gênero comum, comum&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;Pois certos nomes que implicam relação de Deus com a criatura&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;Dele se predicam temporariamente&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;E não são eternos, não são eternos e não são eternos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;Deve-se saber que quem ensinou&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;Que a relação não é uma realidade da natureza&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;E sim da razão&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;Estão enganados, puramente enganados&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;Estão errados, puramente enganados&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;Deus não é uma medida proporcionada ao medido&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;Por isso não é necessário que esteja contido&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;No mesmo gênero da criatura&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;No mesmo gênero da criatura&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;Da criatura&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;Por isso dobro os meus joelhos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;Diante do Pai de nosso Senhor Jesus Cristo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;Do qual toda sua sábia paternidade&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;Tomou nome nos céus e na terra&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;Assim falou Santo Tomás de Aquino&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;Assim falou Santo Tomás de Aquino&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;Assim falou Santo Tomás de Aquino&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;Assim falou Santo Tomás de Aquino&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;Senhor que tens tido feito o nosso refúgio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;Senhor que tens tido feito o nosso refúgio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;Senhor que tens tido feito o nosso refúgio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia;"&gt;Senhor que tens tido feito o nosso refúgio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/864046953440412964-8712503889419516913?l=asceseemistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://asceseemistica.blogspot.com/2011/11/santo-tomas-de-aquino-no-gingado.html</link><author>noreply@blogger.com (Allan Lopes dos Santos)</author><media:thumbnail url="http://img.youtube.com/vi/RLvkpLnWqg8/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-864046953440412964.post-5405349498684748125</guid><pubDate>Fri, 18 Nov 2011 18:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-18T10:25:19.404-08:00</atom:updated><title>Bento XVI: Não precisamos imitar os pentecostais. “Uma liturgia participativa é importante, mas uma que não seja sentimental”.</title><description>&lt;font face="georgia, serif"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;#39;Lucida Grande&amp;#39;,Verdana,Arial,sans-serif;font-size:12px"&gt;&lt;h2 style="margin-top:10px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px;text-decoration:none;font-family:Georgia,&amp;#39;Times New Roman&amp;#39;,Times,serif;letter-spacing:-1px;font-size:1.8em"&gt;  &lt;a href="http://fratresinunum.com/2011/11/18/bento-xvi-nao-precisamos-imitar-os-pentecostais-uma-liturgia-participativa-e-importante-mas-uma-que-nao-seja-sentimental/" rel="bookmark" title="Permalink to Bento XVI: Não precisamos imitar os pentecostais. "Uma liturgia participativa é importante, mas uma que não seja sentimental"." style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px;text-decoration:none;outline-style:none;outline-width:initial;outline-color:initial" target="_blank"&gt;Bento XVI: Não precisamos imitar os pentecostais. "Uma liturgia participativa é importante, mas uma que não seja sentimental".&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;  &lt;div style="margin-top:10px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px;line-height:1.6em"&gt; &lt;p style="margin-top:10px;margin-right:0px;margin-bottom:10px;margin-left:0px;padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px"&gt;O Papa Bento XVI inicia hoje uma viagem apostólica de dois dias ao Benim, África. Durante o vôo, o Santo Padre respondeu às tradicionais perguntas dos jornalistas presentes em sua delegação. Entre elas, &lt;a href="http://ncronline.org/blogs/ncr-today/transcript-papal-plane" style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px;text-decoration:none;outline-style:none;outline-width:initial;outline-color:initial;border-bottom-width:1px;border-bottom-style:dotted;border-bottom-color:rgb(102,102,102)" target="_blank"&gt;uma a respeito do crescimento das seitas pentecostais no continente africano&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote style="margin-top:15px;margin-right:30px;margin-bottom:0px;margin-left:10px;padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:40px;min-height:30px;background-color:initial"&gt; &lt;p style="margin-top:10px;margin-right:0px;margin-bottom:10px;margin-left:0px;padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px;text-align:justify"&gt;&lt;img title="A street vendor holds posters of Pope Be" src="http://fratresinunum.files.wordpress.com/2011/11/benin14.jpg?w=370&amp;amp;h=247" alt="" width="370" height="247" style="margin-top:2px;margin-right:0px;margin-bottom:2px;margin-left:10px;padding-top:2px;padding-right:2px;padding-bottom:2px;padding-left:2px;float:right;border-top-width:1px;border-right-width:1px;border-bottom-width:1px;border-left-width:1px;border-top-style:solid;border-right-style:solid;border-bottom-style:solid;border-left-style:solid;border-top-color:rgb(204,204,204);border-right-color:rgb(204,204,204);border-bottom-color:rgb(204,204,204);border-left-color:rgb(204,204,204);max-width:100%;width:auto;min-height:auto;display:inline"&gt;Essas comunidades são um fenômeno global, em todos os continentes. Naturalmente, elas estão presentes sobretudo, de formas diferentes, na América Latina e na África. Diria que seus elementos característicos são muito pouca "institucionalidade" e poucas instituições, dando pouco peso a instituições; uma mensagem que é simples, fácil e compreensível, e aparentemente concreta; e, como você disse, uma liturgia participativa expressando os sentimentos da cultura local, com uma abordagem da religião um tanto sincretista. Tudo isso lhes garante, por um lado, algum sucesso, mas também implica uma falta de estabilidade. Sabemos que alguns [seguidores desses grupos] voltam à Igreja Católica, ou se mudam de uma dessas comunidades para outra.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:10px;margin-right:0px;margin-bottom:10px;margin-left:0px;padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px;text-align:justify"&gt;Então, &lt;strong style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px"&gt;nós não precisamos imitar essas comunidades&lt;/strong&gt;, mas devemos nos perguntar o que podemos fazer para dar nova vida à fé Católica. Eu sugeriria, como um primeiro ponto, uma mensagem que é simples e compreensível, mas também profunda. [...]&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:10px;margin-right:0px;margin-bottom:10px;margin-left:0px;padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px;text-align:justify"&gt;Segundo, é importante que nossas instituições não sejam pesadas. O que deve predominar é a iniciativa da comunidade e da pessoa. Finalmente, eu diria que &lt;strong style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px"&gt;uma liturgia participativa é importante, mas uma que não seja sentimental&lt;/strong&gt;.&lt;strong style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px"&gt; A liturgia não deve ser simplesmente uma expressão de sentimentos&lt;/strong&gt;, mas deve emergir a presença e o mistério de Deus no qual ele entra e pelo qual nós nos permitimos ser formados.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:10px;margin-right:0px;margin-bottom:10px;margin-left:0px;padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px;text-align:justify"&gt;Por último, com relação à inculturação, diria que é importante &lt;strong style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px"&gt;não perdermos a universalidade&lt;/strong&gt;.&lt;strong style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px"&gt;Eu preferiria falar de "inter-culturação", não tanto inculturação&lt;/strong&gt;. É uma questão de um encontro entre culturas na verdade comum de nossos seres enquanto humanos, em nosso tempo. Então, crescemos numa fraternidade universal. &lt;strong style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px"&gt;Não devemos perder essa grande coisa que é a catolicidade&lt;/strong&gt;, de que em todas as partes do mundo somos irmãos e irmãs, somos uma família, onde conhecemos cada um e colaboramos num espírito de fraternidade.&lt;/p&gt;  &lt;/blockquote&gt;&lt;p style="margin-top:10px;margin-right:0px;margin-bottom:10px;margin-left:0px;padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px;text-align:justify"&gt;&lt;a href="http://www.vatican.va/news_services/liturgy/libretti/2011/messale_benin2011.pdf" style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px;text-decoration:none;outline-style:none;outline-width:initial;outline-color:initial;border-bottom-width:1px;border-bottom-style:dotted;border-bottom-color:rgb(102,102,102)" target="_blank"&gt;A introdução ao missal das celebrações pontifícias&lt;/a&gt; (pág. 11) demonstra como Bento XVI pretende enfatizar essa catolicidade, particularmente na liturgia da Santa Missa a ser celebrada no domingo, no Estádio da Amizade:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote style="margin-top:15px;margin-right:30px;margin-bottom:0px;margin-left:10px;padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:40px;min-height:30px;background-color:initial"&gt; &lt;p style="margin-top:10px;margin-right:0px;margin-bottom:10px;margin-left:0px;padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px;text-align:justify"&gt;Neste grande dia de encontro eucarístico do Santo Padre com toda a África múltipla em seus costumes e em suas línguas, não hesitamos em empregar a língüa da Igreja Universal, o latim, que tem a vantagem de unificar a oração de nossa assembléia tão diversificada e de manifestar assim a união das vozes e dos corações no canto gregoriano (Missa de Angelis) e na escolha do cânon romano (Oração Eucarística I).&lt;/p&gt;  &lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/864046953440412964-5405349498684748125?l=asceseemistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://asceseemistica.blogspot.com/2011/11/bento-xvi-nao-precisamos-imitar-os.html</link><author>noreply@blogger.com (Allan Lopes dos Santos)</author><thr:total>0</thr:total><enclosure url="http://www.vatican.va/news_services/liturgy/libretti/2011/messale_benin2011.pdf" length="1624850" type="application/pdf" /><media:content url="http://www.vatican.va/news_services/liturgy/libretti/2011/messale_benin2011.pdf" fileSize="1624850" type="application/pdf" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle> Bento XVI: Não precisamos imitar os pentecostais. "Uma liturgia participativa é importante, mas uma que não seja sentimental". O Papa Bento XVI inicia hoje uma viagem apostólica de dois dias ao Benim, África. Durante o vôo, o Santo Padre respondeu às tra</itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (Allan Lopes dos Santos)</itunes:author><itunes:summary> Bento XVI: Não precisamos imitar os pentecostais. "Uma liturgia participativa é importante, mas uma que não seja sentimental". O Papa Bento XVI inicia hoje uma viagem apostólica de dois dias ao Benim, África. Durante o vôo, o Santo Padre respondeu às tradicionais perguntas dos jornalistas presentes em sua delegação. Entre elas, uma a respeito do crescimento das seitas pentecostais no continente africano: Essas comunidades são um fenômeno global, em todos os continentes. Naturalmente, elas estão presentes sobretudo, de formas diferentes, na América Latina e na África. Diria que seus elementos característicos são muito pouca "institucionalidade" e poucas instituições, dando pouco peso a instituições; uma mensagem que é simples, fácil e compreensível, e aparentemente concreta; e, como você disse, uma liturgia participativa expressando os sentimentos da cultura local, com uma abordagem da religião um tanto sincretista. Tudo isso lhes garante, por um lado, algum sucesso, mas também implica uma falta de estabilidade. Sabemos que alguns [seguidores desses grupos] voltam à Igreja Católica, ou se mudam de uma dessas comunidades para outra. Então, nós não precisamos imitar essas comunidades, mas devemos nos perguntar o que podemos fazer para dar nova vida à fé Católica. Eu sugeriria, como um primeiro ponto, uma mensagem que é simples e compreensível, mas também profunda. [...] Segundo, é importante que nossas instituições não sejam pesadas. O que deve predominar é a iniciativa da comunidade e da pessoa. Finalmente, eu diria que uma liturgia participativa é importante, mas uma que não seja sentimental. A liturgia não deve ser simplesmente uma expressão de sentimentos, mas deve emergir a presença e o mistério de Deus no qual ele entra e pelo qual nós nos permitimos ser formados. Por último, com relação à inculturação, diria que é importante não perdermos a universalidade.Eu preferiria falar de "inter-culturação", não tanto inculturação. É uma questão de um encontro entre culturas na verdade comum de nossos seres enquanto humanos, em nosso tempo. Então, crescemos numa fraternidade universal. Não devemos perder essa grande coisa que é a catolicidade, de que em todas as partes do mundo somos irmãos e irmãs, somos uma família, onde conhecemos cada um e colaboramos num espírito de fraternidade. A introdução ao missal das celebrações pontifícias (pág. 11) demonstra como Bento XVI pretende enfatizar essa catolicidade, particularmente na liturgia da Santa Missa a ser celebrada no domingo, no Estádio da Amizade: Neste grande dia de encontro eucarístico do Santo Padre com toda a África múltipla em seus costumes e em suas línguas, não hesitamos em empregar a língüa da Igreja Universal, o latim, que tem a vantagem de unificar a oração de nossa assembléia tão diversificada e de manifestar assim a união das vozes e dos corações no canto gregoriano (Missa de Angelis) e na escolha do cânon romano (Oração Eucarística I). </itunes:summary></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-864046953440412964.post-2217953134598148438</guid><pubDate>Wed, 16 Nov 2011 14:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-16T06:34:59.865-08:00</atom:updated><title>Ícone dos 100.000 mártires georgianos, assassinados por ordem de "Jalāl al-Dīn" no séc. XIII, por se recusarem a abandonar a fé cristã.</title><description>&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:georgia, serif"&gt;LAVS DEO!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;span style="font-family:georgia, serif"&gt;Prezados,&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;span style="font-family:georgia, serif"&gt;Salve MARIA!&lt;/span&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;div style="text-align:center;font-family:georgia, serif"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;#39;Times New Roman&amp;#39;;font-size:medium"&gt;&lt;img src="http://a8.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc7/s720x720/391926_261452763907500_135924386460339_842039_851430534_n.jpg"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;font face="georgia, serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;div&gt;&lt;font face="georgia, serif"&gt;Em CRISTO,&lt;br&gt;Allan Lopes.&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/864046953440412964-2217953134598148438?l=asceseemistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://asceseemistica.blogspot.com/2011/11/icone-dos-100000-martires-georgianos.html</link><author>noreply@blogger.com (Allan Lopes dos Santos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-864046953440412964.post-3313349058557188974</guid><pubDate>Mon, 24 Oct 2011 12:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-24T05:09:03.064-07:00</atom:updated><title>S. Raphaelis Archangeli</title><description>&lt;font face="georgia, serif"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;#39;Times New Roman&amp;#39;;font-size:medium"&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt; &lt;font style="background-color:white"&gt;Missus est angelus Raphael ad Tobiam et Saram, ut curaret eos!&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt; &lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;img height="400" src="http://a2.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc6/205580_1736334048148_1232502095_31649747_429436_n.jpg" width="300"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;b&gt;São Rafael, o Arcanjo da cura.&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;  &lt;font style="background-color:white"&gt; Ego sum Raphael angelus qui adsto ante Dominum: vos autem benedicite Deum , et narrate omnia mirabilia eius, alleluia.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt; &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;b&gt;&lt;i style="background-color:white"&gt;&lt;br&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;  &lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;P&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;lacare, Christe, servulis,&lt;br&gt;Quibus Patris clementiam&lt;br&gt;Tuae ad tribunal gratiae&lt;br&gt;Patrona Virgo postulat.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Nobis adesto Archangele&lt;br&gt; Dei medelam denotans&lt;br&gt;Morbos repelle corporum&lt;br&gt;Affer salutem mentibus&lt;br&gt;&lt;br&gt;Auferte gentem perfidam&lt;br&gt;Credentium de finibus,&lt;br&gt;Ut unus omnes unicum&lt;br&gt;Ovile nos pastor regat.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Deo Patri sit gloria,&lt;br&gt;Qui, quos redemit Filius&lt;br&gt;  Et Sanctus unxit Spiritus&lt;br&gt;In sempiterna saecula.&lt;br&gt;Amen.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;br&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;O&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;remus&lt;br&gt; Deus qui beatum Raphaelem Archangelum Tobiae famulo tuo comitem dedisti in via: concede nobis famulis tuis; ut eiusdem semper protegamur custodia, et muniamur auxilio. Per Dóminum nostrum Jesum Christum, Filium tuum: qui tecum vivit et regnat in unitáte Spíritus Sancti Deus, per ómnia sæcula sæculórum. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;img height="400" src="http://www.universalonehealing.com/wp-content/uploads/2011/01/raphael.jpg" width="317"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt; &lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;b&gt;&lt;font size="5"&gt;Ladainha de São Rafael Arcanjo&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt; &lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;Senhor, tende piedade de nós &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt; &lt;font style="background-color:white"&gt;Cristo, tende piedade de nós &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;Senhor, tende piedade de nós &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;  &lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;Jesus Cristo, ouvi-nos &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt; &lt;font style="background-color:white"&gt;Jesus Cristo, atendei-nos &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;Deus, Pai Celestial, criador dos Espíritos Celestes, tende piedade de nós; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt; &lt;font style="background-color:white"&gt;Deus Filho, Redentor do mundo, a quem os Anjos desejam sempre contemplar, tende piedade de nós; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;  &lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;Deus Espírito Santo, felicidade dos Espíritos Bem-aventurados, tende piedade de nós; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt; &lt;font style="background-color:white"&gt;Santíssima Trindade que sois um só Deus, Glória dos Santos Anjos, tende piedade de nós; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt; &lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;São Rafael, Anjo da Saúde, rogai por nós; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt; &lt;font style="background-color:white"&gt;São Rafael, um dos sete espíritos que estão sempre diante do trono de Deus, rogai por nós; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt; &lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;São Rafael, que afastais para longe de nós os espíritos malignos, rogai por nós; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt; &lt;font style="background-color:white"&gt;São Rafael, fiel condutor de Tobias, rogai por nós; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;São Rafael, que levais nossas preces ao trono de Deus, rogai por nós; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt; &lt;font style="background-color:white"&gt;São Rafael, que curastes a cegueira de Tobit pai de Tobias, rogai por nós; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt; &lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;São Rafael, auxílio nas tribulações, rogai por nós; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt; &lt;font style="background-color:white"&gt;São Rafael, consolo nas necessidades, rogai por nós;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;São Rafael, que tornais felizes os vossos devotos, rogai por nós; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt; &lt;font style="background-color:white"&gt;Jesus Cristo, felicidade dos Anjos, perdoai-nos; Jesus Cristo, glória dos Espíritos Celestes, ouvi-nos; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;  &lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;Jesus Cristo, esplendor dos exércitos celestiais, tende piedade de nós.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt; &lt;font style="background-color:white"&gt;Oremos: &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;Ó Deus, que, em vossa inefável providência, fizestes São Rafael o condutor fiel de vossos filhos em suas viagens, humildemente vos imploramos que possamos ser conduzidos por ele no caminho da salvação e experimentemos seu auxílio nas doenças do corpo e da alma. Por Jesus Cristo, Nosso Senhor. Amém.&lt;/font&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt; &lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;i&gt;São Rafael Arcanjo:&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px"&gt;&lt;font style="background-color:white"&gt;&lt;i&gt;Vós que sois lança e bálsamo do amor divino, feri o nosso coração e depositai nele um amor ardente a Deus. Que a ferida não se apague nele para que nos faça perseverar todos os dias no caminho da caridade e do amor. Que tudo vençamos pelo amor!&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/864046953440412964-3313349058557188974?l=asceseemistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://asceseemistica.blogspot.com/2011/10/s-raphaelis-archangeli.html</link><author>noreply@blogger.com (Allan Lopes dos Santos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-864046953440412964.post-7717444814944540982</guid><pubDate>Thu, 20 Oct 2011 01:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-19T18:56:06.678-07:00</atom:updated><title>[Papa Leão XIII] Condenação do Americanismo</title><description>&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;font size="4"&gt;Trecho da Carta do&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;font size="4"&gt;Sumo Pontífice&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt; &lt;font size="4"&gt;Papa Leão XIII&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;font size="4"&gt;Testem benevolentiae&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;font size="4"&gt;ao cardeal Gibbons&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;font size="4"&gt;(22.1.1889) ASS 31&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;font size="4"&gt;Condenação do Americanismo&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Do erro em acomodar os dogmas à mentalidade moderna&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Dz 1967 (3340)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Este é o fundamento em que geralmente se baseiam as novas doutrinas de que estamos falando: para mais facilmente atrair à Fé católica os dissidentes, deve a Igreja aproximar-se um pouco mais da cultura de um mundo já adulto e, atenuando o antigo rigor, condescender com os gostos e princípios modernamente introduzidos entre os povos. E pensam muitos que isto deve ser entendido não só quanto à norma de vida, mas também no que se refere às doutrinas que expõem o Depósito da Fé. De fato, afirmam que, para atrair a vontade dos dissidentes, seja oportuno omitir certos pontos de doutrina, como se fossem de menor importância, ou mitigá-los de tal modo que não conservem o mesmo sentido que a Igreja constantemente manteve. Mas não é preciso um longo discurso para ver com que propósito condenável foi arquitetada semelhante idéia. Basta recordar a natureza e a origem da doutrina ensinada pela Igreja. A propósito diz o Concílio Vaticano [I]: "E jamais deve [alguém] afastar-se (...)" (Dz 3020)&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Dz 1968 (3341)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas a história de todo o passado [da Igreja] é testemunha de que esta Sé Apostólica, à qual foi confiado não só o Magistério, mas também o Governo supremo de toda a Igreja, constantemente se manteve "no mesmo dogma, no mesmo sentido, no mesmo modo de entender"; mas quanto à norma de vida, sua atitude foi sempre a de conduzir as coisas de tal modo que, mantendo incólumes os direitos de Deus, jamais desatendesse aos costumes e à psicologia dos tão diferentes povos que ela congrega. E quem duvidará de que também agora poderá fazê-lo, se assim o exigir a salvação das almas? Isto, no entanto, não deve ser resolvido ao arbítrio de pessoas particulares, que geralmente se enganam com a aparência de bem, mas é preciso deixá-lo ao juízo da Igreja (...).&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Dz 1970 (3342)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Todo o Magistério externo é desprezado como desnecessário, e até como menos útil, por aqueles que se esforçam em alcançar a perfeição cristã: agora – dizem eles – o Espírito Santo infunde nas almas dos fiéis maiores e mais abundantes carismas que nos tempos passados e os ensina e conduz com um certo misterioso instinto, sem mediação de ninguém (...). Mas se se considerar a fundo a questão, dispensada também qualquer direção externa, não se conseguirá entender, pelo modo de falar desses inovadores, em que consiste esse mais abundante influxo do Espírito Santo que tanto exaltam.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Além do mais, quanto a uma segunda vinda do Espírito Santo o Papa ainda afirma:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;10. Posto isso, não é, absolutamente, admissível excogitar-se ou guardar uma segunda, mais ampla e fecunda "aparição ou revelação do Espírito Divino"; a que atualmente se efetua na Igreja é deveras perfeita, e nela permanecerá incessantemente até que a Igreja militante, após o percurso do seu período de lutas, seja transplantada para as alegrias da Igreja triunfante no céu. (&lt;i&gt;Carta Encíclica Divinun Illud Múnus – Sobre a missão do Espírito Santo – Papa Leão XIII&lt;/i&gt;)&lt;/div&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/864046953440412964-7717444814944540982?l=asceseemistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://asceseemistica.blogspot.com/2011/10/papa-leao-xiii-condenacao-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Allan Lopes dos Santos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-864046953440412964.post-3855861510374620714</guid><pubDate>Wed, 19 Oct 2011 02:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-18T19:29:19.751-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Santa Teresa de Liseux</category><title>La poco conocida Santa Teresita</title><description>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; line-height: 16px;"&gt;&lt;a href="http://www.accionfamilia.org/formacion-catolica/fiestas-religiosas/la-poco-conocida-santa-teresita/"&gt;Autor: Luis C. Azevedo&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; line-height: 16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;El próximo 1 de octubre la Iglesia celebra la memoria de Santa Teresa del&lt;img alt="Santa Teresita de Lisieux" class="right" src="http://www.accionfamilia.org/images/TeresaLisieux.jpg" style="border-bottom-color: rgb(153, 153, 153); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(153, 153, 153); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(153, 153, 153); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(153, 153, 153); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; float: right; margin-bottom: 5px; margin-left: 12px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 1px; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px;" /&gt;&amp;nbsp;Niño Jesús y de la Santa Faz, “&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;la mayor santa de los tiempos modernos&lt;/em&gt;“, según palabras del Papa San Pío X. El encanto de su “Pequeña Vía”, con toda su suavidad y misericordia, armoniza admirablemente con los trazos de un genuino guerrero, “&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Quisiera morir en un campo de batalla, con las armas en la mano&lt;/em&gt;“, afirmó una vez.&amp;nbsp;[1]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Su alma tenía aspiraciones infinitas: quería ser guerrero, sacerdote, apóstol, doctor de la Iglesia y mártir; sentía el coraje de un cruzado, de un Suabo Pontificio; ella quería morir en el campo de batalla, defendiendo a la Iglesia; quería predicar el Evangelio en los cuatro continentes y en las islas remotas. “¡&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Jesús, Jesús&lt;/em&gt;&amp;nbsp;-ella decía- si&amp;nbsp;&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;fuera a escribir todos mis deseos, tendría que pedirte prestado Tu libro de vida, yo querría realizar todas esas hazañas por Ti&lt;/em&gt;…”&amp;nbsp;[2]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h5 id="toc-una-admiradora-de-santa-juana-de-arco" style="font: normal normal normal 1.2em/normal Georgia, 'Times New Roman', serif; margin-bottom: 4px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Una admiradora de Santa Juana de Arco.&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Este aspecto guerrero del alma de Santa Teresa es un aspecto dominante de su perfil moral. Sin embargo, aún aquellos que la quieren más, tienden a olvidar este aspecto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;“&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;En mi niñez, yo soñaba con combatir en un campo de batalla. Cuando comencé a leer la historia de Francia, quedé encantaba con las hazañas de Juana de Arco; y sentí en mi corazón el deseo y el coraje de imitarla&lt;/em&gt;“.&amp;nbsp;[3]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Santa Teresa gradualmente fue percibiendo las profundas similitudes entre su vida y la de la Virgen de Domrémy. Así, el 21 de enero de 1894, en el 101 aniversario del martirio del infortunado rey Luis XVI, ella escribió un libreto de teatro llamado “&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;La misión de Juana de Arco&lt;/em&gt;“. Al año siguiente, cuando el Papa León XIII la declaró “Venerable”, y Francia celebró a sus santa mártir y guerrera, Santa Teresa escribió otro libreto, “&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Juana de Arco cumple su misión&lt;/em&gt;“, que fue representada por la comunidad. Santa Teresa hizo el papel de Juana de Arco.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="img left" style="float: left; margin-bottom: 2px; margin-left: 0px; margin-right: 18px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; width: 199px;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;img alt="" height="311" src="http://www.accionfamilia.org/images/therese1.jpg" style="border-bottom-color: rgb(153, 153, 153); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(153, 153, 153); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(153, 153, 153); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(153, 153, 153); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 1px; padding-left: 1px; padding-right: 1px; padding-top: 1px;" width="199" /&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-color: rgb(255, 255, 255); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-top-color: rgb(255, 255, 255); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; line-height: 1.2em; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 3px; padding-bottom: 2px; padding-left: 2px; padding-right: 2px; padding-top: 2px; text-align: center;"&gt;
Santa Teresita en el papel de Santa Juan de Arco&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;La obra representaba la conquista de Orleáns, la coronación del rey Carlos VII, pero sobre todo la quema de Santa Juana de Arco en el patíbulo, lo que significaba para Santa Teresa el cumplimiento de la emisión de su heroína.&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
Santa Teresa firmó su Cántico para obtener la canonización de Santa Juana de Arco como “&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Un soldado francés, defensor de la Iglesia y admirador de Juana de Arco&lt;/em&gt;“.&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
Santa Juana, la Virgen de Orleáns, y Santa Teresa, la Virgen de Lisieux, son dos modelos de la militancia católica, combatiendo contra los enemigos de la Iglesia y de la Civilización Cristiana. Dos grandes santas, que llevaron vidas tan diferentes – una estrictamente militar y la otra contemplativa- tienen sin embargo profundas afinidades entre si.&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
Santa Teresa no vivió para ver la canonización de Santa Juana, y ella estaba muy lejos de imaginar que el 18 de mayo de 1925 el Papa Pío la presentaría a ella misma al mundo Católico como “&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;la nueva Juana de Arco&lt;/em&gt;“; y que durante la Segunda Guerra Mundial, el Papa Pío XII la declararía, al igual que a la Virgen de Orleáns, “&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;patrona secundaria de Francia&lt;/em&gt;“.&lt;/div&gt;
&lt;h5 id="toc-un-alma-de-cruzado-apariciones-el-combatiente" style="font: normal normal normal 1.2em/normal Georgia, 'Times New Roman', serif; margin-bottom: 4px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
Un alma de cruzado; Apariciones; el combatiente.&lt;/h5&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
La idea de la lucha alimentó constantemente el alma fuerte de la santa de la “&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;lluvia de rosas&lt;/em&gt;“.&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
“&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Me quedé dormida un instante durante la oración&lt;/em&gt;“, contó a la madre Agnès. “&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Soñé que no había soldados suficientes en una guerra contra los prusianos. Y usted dijo: Necesitamos enviar a la Hermana Teresa del Niño Jesús. Respondí que aceptaba, pero que prefería luchar en una guerra santa. Pero finalmente yo fui de todas maneras&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
“&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Oh no, no tendré miedo de ir a la guerra. Con la misma alegría, por ejemplo, en el tiempo de las Cruzadas, y habría ido a combatir a los herejes. Si. No habría temido ser muerta; no habría temido el fuego&lt;/em&gt;“.&amp;nbsp;[4]&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
“&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;¡Cuando yo pienso que estoy muriendo en una cama! Me habría gustado morir en la arena&lt;/em&gt;“.&amp;nbsp;[5]&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
El mismo espíritu combativo la animaba en las luchas de la vida espiritual: “¡&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Santidad. Necesitamos conquistarla a punta de espada… necesitamos luchar&lt;/em&gt;!”&amp;nbsp;[6]&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
Este es el temple de esta alma de guerrero, extremadamente activa y enérgica, de acuerdo a los testimonios de los que la conocieron: “&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Bajo un suave y gracioso aspecto, ella revelaba a cada instante, en sus acciones, un carácter fuerte y un alma varonil; ella no se desanimaba en su dedicación por los intereses de la Iglesia&lt;/em&gt;“.&amp;nbsp;[7]&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
“&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Esta es un alma varonil, un gran hombre&lt;/em&gt;“, dijo posteriormente el Papa Pío XI. Santa Teresa del Niño Jesús seguía el consejo de Santa Teresa de Avila a sus hermanas: “&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Quiero que no seáis mujeres en nada, pero similares a hombres fuertes en todo&lt;/em&gt;“.&amp;nbsp;[8]&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
Así escribió el Cardenal Vico a respecto de la Virgen de Lisieux: “&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;La virtud de Teresa se impone con una increíble majestad: la niña se transforma en héroe; la virgen con sus manos llenas de flores causa admiración por su coraje varonil&lt;/em&gt;“.&amp;nbsp;[9]&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
Un análisis grafológico del Acto de Profesión de Santa Teresa proporciona este admirable testimonio: “&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;una resolución férrea, un gran deseo de luchar, una indomable energía están expresadas aquí. Estos rasgos muestran al mismo tiempo el temor infantil y la decisión del guerrero&lt;/em&gt;“.&amp;nbsp;[10]&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
Al comenzar la Primera Guerra Mundial en 1914, ¡Santa Teresa apareció unas 40 veces en varios campo de batalla, algunas veces llevando una cruz en su mano, otras un sable! Los soldados la vieron; ella habla con ellos tranquilamente, resuelve sus dudas, vence sus tentaciones y calma sus temores. Ella los protege, los consuela y los convierte.&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
Los soldados franceses la invocaban como “&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;mi pequeña hermana de las trincheras&lt;/em&gt;“, “&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;el ángel de las batallas&lt;/em&gt;” y “&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;mi querido pequeño Capitán&lt;/em&gt;“. Un soldado escribió, “&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;De hecho, esa gentil Santa será la gran heroína de esta guerra&lt;/em&gt;“. Otro comentó, “&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Pienso en ella cuando truena el cañón con gran estruendo&lt;/em&gt;“.&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
Son innumerables las piezas de artillería y los aviones bautizados con el nombre de Hermana Teresa; regimientos enteros fueron consagrados a ella. En su convento de Lisieux, se encuentran Incontables reliquias de la santa que detuvieron milagrosamente balas de fusil como un real escudo, salvando las vidas de los soldados que las portaban. Ellas son un testimonio de los grandes prodigios de aquella que, de hecho, “&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;murió con las armas en la mano&lt;/em&gt;“.&amp;nbsp;[11]&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; line-height: 16px;"&gt;Notas:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; line-height: 16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;hr size="1" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #333333; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; display: block; height: 1px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;[1]&amp;nbsp;&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Poésies de Sainte Thérese de l’Enfant-Jésus&lt;/em&gt;, “Mes armes,” March 25, 1897, Office Central de Lisieux, 1951.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;[2]&amp;nbsp;&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Manuscrits Autobiographiques&lt;/em&gt;, dedicated to Mother Mary of the Sacred Heart, Office Central de Lisieux, 1956, folio 4 t’.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;[3]&amp;nbsp;&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Lettres de Sainte Thérese de l’Enfant-Jésus&lt;/em&gt;, Letter to Father Belliere, Office Central de Lisieux, 1948.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;[4]&amp;nbsp;Carnet Jaune, 4.8.6 in Demiers entretiens, Éditions du Centenaire, Desclée de Brouwer ­Éditions du Cerf, Paris, 1971.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;[5]&amp;nbsp;Summarium of the Process of Beatification and Canonization 1, testimony of Celine, 2753.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;[6]&amp;nbsp;Correspondance Générale, Éditions du Cerf-Desclée de Brouwer, Paris, 1972, t. I (1877–1890), Letter (no. 89) Celine, April 26, 1889; Letter to Leonie, May 20, 1894.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;[7]&amp;nbsp;Summarium of the Process of Beatification and Canonization 1, testimony of Mother Agnes, 706, and of Mother Therese of Saint Augustine, 1072.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;[8]&amp;nbsp;&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Lettres de Sainte Thérese de l’Enfant-Jésus&lt;/em&gt;, as quoted by Saint Therese of Avila in a letter to Father Rouland, November 10, 1896, Office Central de Lisieux, 1948.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;[9]&amp;nbsp;.&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&amp;nbsp;L’Esprit de Ia Bienheureuse Thérese de l’Enfant-Jésus d’après ses écrits et des témoins occulaires de sa vie.&lt;/em&gt;&amp;nbsp;Office Central de Lisieux, 1924, Preface, at VIII.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;[10]&amp;nbsp;Father François de Sainte-Marie, OCDP,&amp;nbsp;&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Manuscrits Autobiographiques&lt;/em&gt;, Office Central de Lisieux, 1956, vol. II, 53.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-indent: 20px;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;[11]&amp;nbsp;Cf.&amp;nbsp;&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Interventions de Sr. Thérèse de l’Enfant-Jésus pendant la guerre&lt;/em&gt;, Pluie de Roses, Lisieux, 1920; and Ch. Gabriel Sarraute,&amp;nbsp;&lt;em style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Un soldat français: sainte Thérèse de l’Enfant-Jésus,&amp;nbsp;&lt;/em&gt;Imprimerie Morière, 1970.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/864046953440412964-3855861510374620714?l=asceseemistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://asceseemistica.blogspot.com/2011/10/la-poco-conocida-santa-teresita.html</link><author>noreply@blogger.com (Allan Lopes dos Santos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-864046953440412964.post-6377746533350347393</guid><pubDate>Tue, 18 Oct 2011 15:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-18T08:30:24.557-07:00</atom:updated><title>[FSSP] Hoje, dia de São Lucas, a Fraternidade comemora seus 23 anos à serviço da Igreja!</title><description>&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;b&gt;CVM PETRO ET SVB PETRO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;img height="266" src="https://lh6.googleusercontent.com/-V6aDEEq6A24/ToxrIhWTA9I/AAAAAAAAIlA/BiuWDRLMgU4/s400/1285479530020.jpg" width="400" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;img height="392" src="https://lh3.googleusercontent.com/-Vk2WMEUA75s/ToxrIvD0idI/AAAAAAAAIlA/L0kMFDGkWgs/s400/1285479530019.jpg" width="400" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;img height="428" src="https://lh6.googleusercontent.com/-xV9GCSlr8Ok/ToxrIglnBlI/AAAAAAAAIlA/E4Hq1KJETAo/s640/1285479803660.jpg" width="640" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;img height="280" src="http://fssp.org/objet/Imax.jpg" width="640" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="font-family: arial;"&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;b&gt;FRATERNITAS SACERDOTALIS SANCTI PETRI&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://www.fssp.org/" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;http://www.fssp.org/&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: arial; text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;img src="http://petrusbruderschaft.eu/media/Wappen%20FSSP.jpg" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: arial;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia, serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/864046953440412964-6377746533350347393?l=asceseemistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://asceseemistica.blogspot.com/2011/10/fssp-hoje-dia-de-sao-lucas-fraternidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Allan Lopes dos Santos)</author><media:thumbnail url="https://lh6.googleusercontent.com/-V6aDEEq6A24/ToxrIhWTA9I/AAAAAAAAIlA/BiuWDRLMgU4/s72-c/1285479530020.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-864046953440412964.post-4923550806009379287</guid><pubDate>Mon, 17 Oct 2011 18:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-17T11:46:07.045-07:00</atom:updated><title>A virtude da modéstia: humildade no vestir e no falar</title><description>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #e0e0e0; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="post-body entry-content" id="post-body-4205933859344003504"&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 16pt; margin-bottom: 12pt; margin-left: 5cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: right;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;“&lt;b&gt;Feliz comportamento aquele em que os inimigos não encontram outra culpa além da observância da lei&lt;/b&gt;”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 16pt; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: right;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;(“&lt;b&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;Glossa – Interlin.”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 16pt; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Sidney Silveira&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 16pt; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;A humildade é uma&amp;nbsp;&lt;a href="http://contraimpugnantes.blogspot.com/2010/11/o-fundamento-metafisico-das-virtudes.html"&gt;virtude moral&lt;/a&gt;, e não intelectual ou teologal. Ora, como toda virtude moral — embora radique no interior da alma — traz consigo reflexos exteriores, com a humildade não poderia ser diferente: o seu signo visível é a&amp;nbsp;&lt;i&gt;modéstia&lt;/i&gt;, tanto no vestir, como no falar. Assim, no que diz respeito ao vestir, o ornato demasiado elegante, chamativo, indecoroso, ostensivo ou frívolo é sinal da imodéstia que vem sempre acompanhada do orgulho, o qual faz uma pessoa querer atrair para si as atenções; no tocante ao falar, as palavras chulas, detratórias, ociosas, excessivamente pomposas, fora de lugar, jactanciosas ou ofensivas são a mostra evidente da soberba, fonte de todos os pecados, amor excessivo, desmesurado, da própria excelência, o qual leva uma pessoa a invejar e a desprezar as demais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 16pt; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Desde o pecado original até o fim dos tempos, a modéstia sempre terá inimigos, pois a humildade de que é reflexo os têm em grande quantidade (sendo, como é, o primeiro degrau da sabedoria e o movimento inicial da alma a Deus). Pois bem:&amp;nbsp;&lt;b&gt;uma das formas mais antigas, enfadonhas e torpes de criticar a modéstia&lt;/b&gt;&amp;nbsp;— seja no vestir ou no falar —&amp;nbsp;&lt;b&gt;é simplesmente acusá-la de hipocrisia, de verniz superficial, de falsa simplicidade.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Ocorre que, como salienta muito bem a Glosa,&amp;nbsp;&lt;i&gt;não se conhecem os falsos profetas pelos vestidos, e sim pelas obras&lt;/i&gt;, razão pela qual&amp;nbsp;&lt;i&gt;as ovelhas não estão obrigadas a despir-se de suas peles pelo fato de os lobos&lt;/i&gt;[ocasionalmente]&amp;nbsp;&lt;i&gt;as usarem&lt;/i&gt;.&lt;strong&gt;[1]&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Assim, a ninguém é lícito envergonhar-se de se vestir ou de falar modestamente, pois isto não é possível sem algum grau de consciência culpável; não é lícito fazer isto por respeitos humanos, ou seja, pela preocupação com o&amp;nbsp;&lt;a href="http://contraimpugnantes.blogspot.com/2008/10/o-desprezo-do-mundo-na-viso-de-um.html"&gt;olhar do mundo&lt;/a&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 16pt; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Comentando aquela passagem da Glosa, Santo Tomás de Aquino afirma duas coisas preciosas na primeira parte do opúsculo&amp;nbsp;&lt;i&gt;Contra Impugnantes Dei Cultum et Religionem&lt;/i&gt;&amp;nbsp;(obra que dá título a este&amp;nbsp;&lt;i&gt;blog&lt;/i&gt;):&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="line-height: 16pt; margin-bottom: 12pt; margin-left: 36pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-family: Wingdings;"&gt;&lt;span&gt;Ø&lt;span style="font: normal normal normal 100%/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Os hipócritas não tentariam ocultar sua malícia sob a modéstia,&amp;nbsp;&lt;i&gt;se esta não tivesse aparência de bem&lt;/i&gt;;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoListParagraphCxSpLast" style="line-height: 16pt; margin-bottom: 12pt; margin-left: 36pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-family: Wingdings;"&gt;&lt;span&gt;Ø&lt;span style="font: normal normal normal 100%/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;O demônio não tentaria ocultar seus ministros sob o hábito religioso,&amp;nbsp;&lt;i&gt;se com isto não buscasse fazê-los parecer bons para obrar mais livremente o mal&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 16pt; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Como se pode deduzir do que está dito acima,&amp;nbsp;&lt;b&gt;até mesmo a hipocrisia é uma espécie de reverência&amp;nbsp;&lt;/b&gt;— canhestra, decerto —&lt;b&gt;&amp;nbsp;ao bem&lt;/b&gt;, pois os hipócritas, sendo maus, buscam ter aparência de bons. Mas a este respeito indaga São Jerônimo, com clareza e precisão, o seguinte: “Porventura devemos culpar a virgindade do crime cometido por quem finge praticá-la?”&lt;strong&gt;[2]&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Ora, muita razão tinha o grande Jerônimo ao fazer a necessária distinção entre a louvável prática de uma virtude e o vicioso uso de deturpá-la, macaqueando-a de forma caricata ao ponto de fazer o virtuoso parecer vicioso, de se tomar o joio pelo trigo. É, portanto, assaz corriqueiro as almas maliciosas chamarem a humildade de hipocrisia, e a modéstia de falsidade. Não encontrando sinais dessas virtudes em si, não as suportam ver nos outros. Precisam, pois, negá-las em gênero, número e grau.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 16pt; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Na verdade, a coisa é bastante&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=QlNb_r77D74"&gt;evidente&lt;/a&gt;&amp;nbsp;no tocante ao vestir, dado que&amp;nbsp;&lt;b&gt;a vestimenta indecorosa ou ostentadora exacerba o apetite concupiscível e desvia a inteligência das coisas verdadeiramente importantes a considerar nas pessoas&lt;/b&gt;, mas nem tanto no que tange ao falar, pois&amp;nbsp;&lt;a href="http://contraimpugnantes.blogspot.com/2009/09/filosofo-boca-suja.html"&gt;neste caso&lt;/a&gt;&amp;nbsp;a verdade é mais sutil e sujeita a enganos. Seja como for, ao abordar o problema das palavras que se devem usar no ensino da verdade — tanto a filosófica, como a de fé —, assim como se cabe aos religiosos vestir roupas humildes, o Aquinate pulveriza no citado&amp;nbsp;&lt;i&gt;Contra Impugnantes&lt;/i&gt;&amp;nbsp;os argumentos dos malvados que, julgando mal das coisas e das pessoas (&lt;i&gt;male iudicando de rebus et male iudicando de personis&lt;/i&gt;), diziam o seguinte:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="line-height: 16pt; margin-bottom: 12pt; margin-left: 36pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span&gt;a)&lt;span style="font: normal normal normal 100%/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;é sinal de imodéstia usar de beleza oratória, dos ornatos da eloqüência humana para falar das coisas divinas;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoListParagraphCxSpLast" style="line-height: 16pt; margin-bottom: 12pt; margin-left: 36pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span&gt;b)&lt;span style="font: normal normal normal 100%/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;é mais repreensível querer exceder-se em modéstia e pobreza no vestir do que em elegância e garbo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 16pt; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;À primeira dessas impugnações, partindo da premissa de que a perversidade de juízo sobre as coisas é perniciosa (&lt;i&gt;vero perversitas iuidicii de rebus perniciosior est&lt;/i&gt;), responde o Doutor Comum citando a São Jerônimo (Epístola 70, endereçada a Magno, orador de Roma) e a Santo Agostinho (tratado&amp;nbsp;&lt;i&gt;De Doctrina Christiana&lt;/i&gt;). De Jerônimo lembra que,&amp;nbsp;&lt;b&gt;desde os Apóstolos, passando pelos escritores canônicos e por seus expositores, os cristãos souberam unir a sabedoria divina à oratória humana, souberam com santa moderação imiscuir a retórica secular na sagrada doutrina&amp;nbsp;&lt;/b&gt;(...&lt;i&gt;sacrae doctrinae immiscuisse sapientiam et eloquentiam saecularem&lt;/i&gt;). Daí que, segundo o Aquinate, seja digno de elogio, e não de detração, quem com modéstia põe a eloqüência humana a serviço das verdades da fé. De Agostinho menciona ele a passagem em que se diz: “Requer-se a eloqüência quando se aconselha algo que deve ser feito, de maneira&amp;nbsp;&lt;i&gt;que se ensine para instruir e se deleite para atrair&lt;/i&gt;”&lt;strong&gt;[3]&lt;/strong&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 16pt; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Obviamente não se trata, nestes dois exemplos acima, de linguagem demasiado elegante — como fim em si mesma,&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=sjhf4mGIaEc"&gt;ao modo dos sofistas&lt;/a&gt;&amp;nbsp;—, mas da elegância diácona da verdade. Não se trata de imodéstia, mas do&lt;b&gt;humilde ato de revestir a verdade com a beleza [4]&lt;/b&gt;, para torná-la palatável aos homens.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 16pt; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;À segunda dessas impugnações o Angélico responde dizendo, entre várias outras coisas, o seguinte:&amp;nbsp;&lt;b&gt;o que é merecedor da misericórdia divina não pode ser mau&lt;/b&gt;&amp;nbsp;(&lt;i&gt;illud quod divinam misericordiam promeretur non potest esse malum&lt;/i&gt;). E recorre à autoridade da Sagrada Escritura para lembrar que até mesmo grandes pecadores alcançaram a misericórdia de Deus por humilhar-se com vestes pobres, modestas. Frisa o Aquinate: “Assim, por exemplo, em 1 Reis, XXI, 27, se diz do perverso Acab que, ao ouvir as palavras de Elias, ‘rasgou suas vestes,&amp;nbsp;&lt;i&gt;cobriu-se com um saco&amp;nbsp;&lt;/i&gt;e jejuou’. Por isso disse dele o Senhor a Elias: ‘Viste como Acab humilhou-se diante de Mim? Pois, por ter procedido assim, não lhe enviarei o castigo durante os dias de sua vida’”&lt;strong&gt;[5]&lt;/strong&gt;. Os demais argumentos desse trecho do opúsculo abordaremos noutra ocasião.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 16pt; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;A propósito do bem falar que revela ciência (ou seja, do discurso não vanglorioso), Santo Tomás cita novamente o Bispo de Hipona, que no mesmo&lt;i&gt;&amp;nbsp;De Doctrina Christiana&amp;nbsp;&lt;/i&gt;afirma: “Perante os pagãos, o Apóstolo não vacilou um segundo sequer em proclamar a sua ciência, sem a qual não poderia ser chamado de Doutor dos Gentios”. Ora — advirtamos nós —,&amp;nbsp;&lt;b&gt;ao contrário dos que põem no ornato verbal o fim do discurso, o Apóstolo punha-o na conversão e no ensino da verdade&lt;/b&gt;. Daí Santo Agostinho, no mesmo trecho da citada obra, apontar o seguinte: “O Apóstolo, quando fala de si como tosco de palavras mas não de conhecimento (2 Cor XI, 6), está fazendo uma concessão a seus detratores, e não falando como quem assumisse um ato mau e o confessasse”. Isto porque a sabedoria está acima da eloqüência&lt;b&gt;,&amp;nbsp;&lt;/b&gt;razão pela qual esta deve ser usada em função daquela, e não o contrário — o que, ademais, seria enorme estultice.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 16pt; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Assim, o&lt;b&gt;&amp;nbsp;fato de que a hipocrisia disfarçada de modéstia no vestir seja pecado grave não implica que a modéstia no vestir seja vil como a elegância excessiva&lt;/b&gt;&amp;nbsp;(&lt;i&gt;pretiositas&lt;/i&gt;).&lt;strong&gt;[6]&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;E o mesmo podemos dizer, com total segurança, da hipocrisia oculta por trás da modéstia no falar. Como porém os entes são especificados pela forma que possuem, e não pela corrupção dela, a modéstia não pode ser medida por uma hipocrisia pressuposta, e sim pela humildade de que é reflexo — até porque não nos cabe julgar ou adivinhar o coração dos homens, pois só Deus vê o oculto. E se agregue a isto um fator relevante:&lt;b&gt;a simplicidade do homem modesto é visível a olho nu,&lt;/b&gt;&amp;nbsp;razão pela qual o primeiro critério para julgar a modéstia são os seus sinais exteriores: falar e vestir-se com simplicidade e decoro. Até porque o falso modesto, o verdadeiro hipócrita, por mais que encha de encômios esta virtude sempre deixará escapar aos olhares atentos a sua verdadeira situação espiritual, análoga à do fariseu que, ao rezar no templo, se achara melhor que o publicano (Lc. XVIII, 10-14). Vejamos o que diz o Aquinate:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 16pt; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;“&lt;b&gt;A modéstia no vestir&lt;/b&gt;&amp;nbsp;(&lt;i&gt;vilitas vestium&lt;/i&gt;)&amp;nbsp;&lt;b&gt;não se ordena por si à hipocrisia, pois esta é certo abuso daquela&lt;/b&gt;. (...) E dado que o abuso é tanto mais digno de vitupério quanto mais a coisa [de que se abusa] é santa, sendo a hipocrisia tão grande pecado compreende-se que a modéstia no vestir seja coisa manifestamente recomendável, como o são também as obras exteriores de penitência das quais também abusa a hipocrisia”.&lt;strong&gt;[7]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 16pt; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Do que foi dito acima se segue, necessariamente, um corolário:&amp;nbsp;&lt;b&gt;ao imodesto está formalmente vedada a sabedoria&lt;/b&gt;, pois, agindo tão contrariamente à humildade, a sua ciência servirá apenas para inflar-lhe o ego de forma grotesca. E, como afirma o Aquinate neste tesouro espiritual que é o&amp;nbsp;&lt;i&gt;Contra Impugnantes&lt;/i&gt;, “a ciência infla quando não está acompanhada da caridade”; ou, na concisão da Glosa: “A ciência&lt;i&gt;sozinha&lt;/i&gt;&amp;nbsp;infla”&lt;strong&gt;[8]&lt;/strong&gt;. Ora, é justamente a essa ciência sem a mais ínfima sombra de espírito caritativo que se refere São Gregório Magno — tão lido por Tomás de Aquino! — ao afirmar o seguinte em sua&amp;nbsp;&lt;i&gt;Moral&lt;/i&gt;:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 16pt; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;“O perverso censura nos bons as obras retas que se nega a praticar”.&lt;strong&gt;[9]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 16pt; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Assim, ainda quando chamados de "hipócritas" por gente manifestamente maliciosa,&amp;nbsp;&lt;b&gt;aos cristãos é aconselhado não se envergonhar jamais de sua humildade&lt;/b&gt;&amp;nbsp;—&lt;b&gt;&amp;nbsp;a qual é uma&lt;i&gt;participação&lt;/i&gt;&amp;nbsp;na humildade de Cristo, o modelo perfeito a imitar&lt;/b&gt;. A sã doutrina nos ensina a reconhecê-la como uma dádiva de Deus, pois Nosso Senhor mesmo nos exortou a isto:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 16pt; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;“Aprendei de mim, que sou manso e&amp;nbsp;&lt;i&gt;humilde&lt;/i&gt;&amp;nbsp;de coração” (Mt. XI, 29).&lt;strong&gt;[10]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 16pt; margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;b&gt;P.S.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://contraimpugnantes.blogspot.com/2011/10/sobre-esperanca-e-esperancas-contra.html"&gt;Como se frisou alhures&lt;/a&gt;, o&amp;nbsp;&lt;i&gt;blog&lt;/i&gt;&amp;nbsp;entrou em nova fase, em que as atualizações serão bem menos freqüentes. O que já se está cumprindo; basta ver o número de postagens. E, quanto aos vídeos das palestras do evento&amp;nbsp;&lt;i&gt;Santo Tomás, médico da alma&lt;/i&gt;, continuo a devê-los, pois ainda não tive tempo de converter o formato da filmagem para adaptá-la ao Youtube.&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;____________________________&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoFootnoteText" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;i&gt;Glossa Margin&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoFootnoteText" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;São Jerônimo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;,&amp;nbsp;&lt;i&gt;Adversus Helvid&lt;/i&gt;. nº 21.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoFootnoteText" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;strong&gt;3.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;i&gt;De Doc. Christ&lt;/i&gt;. , XIII, nº. 29&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoFootnoteText" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;strong&gt;4.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Ora, sendo o verdadeiro (&lt;i&gt;verum&lt;/i&gt;) e o belo (&lt;i&gt;pulchrum&lt;/i&gt;) dois&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=vWHOcjwTsFY"&gt;transcendentais do ser&lt;/a&gt;, é conveniente estarem unidos no discurso humano, pois tudo o que é verdadeiro é, de alguma forma, belo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoFootnoteText" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;5. Tomás de Aquino&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;,&amp;nbsp;&lt;a href="http://books.google.com.br/books?id=Cf104NQHu_QC&amp;amp;pg=PA99&amp;amp;lpg=PA99&amp;amp;dq=ex+hoc+quod+hypocrisis+quae+latet+sub+vilitate+vestium+est+magnum+peccatum,+non+potest+haberi+quod+vilitas+vestium+sit+deterior+quam+pretiositas&amp;amp;source=bl&amp;amp;ots=da399qYI95&amp;amp;sig=hjds_urVYW3Gn"&gt;&lt;em&gt;Contra Impugnantes&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, q.8, nº 3.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoFootnoteText" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;strong&gt;6.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;(...)&amp;nbsp;&lt;i&gt;ex hoc quod hypocrisis quae latet sub vilitate vestium est magnum peccatum, non potest haberi quod vilitas vestium sit deterior quam pretiositas&lt;/i&gt;.&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;Tomás de Aquino&lt;/span&gt;,&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;Contra Impugnantes&lt;/i&gt;, q. 8, ad 7.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoFootnoteText" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;strong&gt;7.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;Tomás de Aquino&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;,&amp;nbsp;&lt;em&gt;Contra Impugnantes&lt;/em&gt;, q.8, ad. 6.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoFootnoteText" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;strong&gt;8.&lt;/strong&gt;“Scientia inflat si sola est”.&amp;nbsp;&lt;i&gt;Glossa Petri Lombardi,&lt;/i&gt;&amp;nbsp;a.1 Cor. VIII, 1.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoFootnoteText" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt;9. São Gregório&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;,&amp;nbsp;&lt;i&gt;Moral&lt;/i&gt;, VI, c. 22, nº 39.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoFootnoteText" style="margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;strong&gt;10.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Obviamente não se trata de gabar-se da humildade, o que (além de ridículo) implicaria perdê-la no ato. Não se trata de fazer como um famoso personagem de Dickens que vivia batendo no próprio peito e gritando aos quatro ventos: “Sou o sujeito mais humilde do mundo”. Não, o cristão reconhece-se humilde, sim, mas&amp;nbsp;&lt;i&gt;em Cristo&lt;/i&gt;, o que significa dizer que a sua humildade é toda ela advinda de instância superior. Negá-la seria negar um dom de Deus. A atitude correta, então, é exercitá-la enxergando a própria pequenez e a assombrosa misericórdia divina que, malgrado os nossos pecados, quer nos levar ao céu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/864046953440412964-4923550806009379287?l=asceseemistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://asceseemistica.blogspot.com/2011/10/virtude-da-modestia-humildade-no-vestir.html</link><author>noreply@blogger.com (Allan Lopes dos Santos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-864046953440412964.post-2280939562489800257</guid><pubDate>Mon, 17 Oct 2011 11:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-17T04:26:39.466-07:00</atom:updated><title>Ano da Fé: Carta Apostólica sob forma de Motu Proprio Porta Fidei</title><description>&lt;font face="georgia, serif"&gt;&lt;span style="font-family:arial, sans-serif;font-size:14px;background-color:rgb(255, 255, 255)"&gt;&lt;p align="center" style="text-align:center;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;  &lt;a href="http://press.catholica.va/news_services/bulletin/news/28221.php?index=28221&amp;amp;lang=po#TRADUZIONE%20IN%20LINGUA%20PORTOGHESE" style="text-decoration:underline" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" title="pontifice" src="http://fratresinunum.files.wordpress.com/2008/12/pontifice.gif?w=89&amp;amp;h=110" alt="" style="max-width:100%;border-top-width:0px;border-right-width:0px;border-bottom-width:0px;border-left-width:0px;border-top-style:none;border-right-style:none;border-bottom-style:none;border-left-style:none;border-color:initial;margin-top:3px;margin-bottom:3px"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="text-align:center;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt; &lt;strong&gt;Carta Apostólica sob forma de &lt;em&gt;Motu Proprio&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center" style="text-align:center;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;  &lt;strong&gt;Porta fidei&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center" style="text-align:center;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;  &lt;strong&gt;do Sumo Pontífice Bento XVI&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center" style="text-align:center;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;  &lt;strong&gt;pela qual se proclama o &lt;em&gt;Ano da Fé&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;  1. A PORTA DA FÉ (cf. &lt;em&gt;Act&lt;/em&gt; 14, 27), que introduz na vida de comunhão com Deus e permite a entrada na sua Igreja, está sempre aberta para nós. É possível cruzar este limiar, quando a Palavra de Deus é anunciada e o coração se deixa plasmar pela graça que transforma. Atravessar aquela porta implica embrenhar-se num caminho que dura a vida inteira. Este caminho tem início com o Baptismo (cf. &lt;em&gt;Rm&lt;/em&gt; 6, 4), pelo qual podemos dirigir-nos a Deus com o nome de Pai, e está concluído com a passagem através da morte para a vida eterna, fruto da ressurreição do Senhor Jesus, que, com o dom do Espírito Santo, quis fazer participantes da sua própria glória quantos crêem n'Ele (cf. &lt;em&gt;Jo&lt;/em&gt;17, 22). Professar a fé na Trindade – Pai, Filho e Espírito Santo – equivale a crer num só Deus que é Amor (cf. &lt;em&gt;1 Jo&lt;/em&gt; 4, 8): o Pai, que na plenitude dos tempos enviou seu Filho para a nossa salvação; Jesus Cristo, que redimiu o mundo no mistério da sua morte e ressurreição; o Espírito Santo, que guia a Igreja através dos séculos enquanto aguarda o regresso glorioso do Senhor.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;2. Desde o princípio do meu ministério como Sucessor de Pedro, lembrei a necessidade de redescobrir o caminho da fé para fazer brilhar, com evidência sempre maior, a alegria e o renovado entusiasmo do encontro com Cristo. Durante a homilia da Santa Missa no início do pontificado, disse: «A Igreja no seu conjunto, e os Pastores nela, como Cristo devem pôr-se a caminho para conduzir os homens fora do deserto, para lugares da vida, da amizade com o Filho de Deus, para Aquele que dá a vida, a vida em plenitude»&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;. Sucede não poucas vezes que os cristãos sintam maior preocupação com as consequências sociais, culturais e políticas da fé do que com a própria fé, considerando esta como um pressuposto óbvio da sua vida diária. Ora um tal pressuposto não só deixou de existir, mas frequentemente acaba até negado.&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;Enquanto, no passado, era possível reconhecer um tecido cultural unitário, amplamente compartilhado no seu apelo aos conteúdos da fé e aos valores por ela inspirados, hoje parece que já não é assim em grandes sectores da sociedade devido a uma profunda crise de fé que atingiu muitas pessoas.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;3. Não podemos aceitar que o sal se torne insípido e a luz fique escondida (cf. &lt;em&gt;Mt&lt;/em&gt; 5, 13-16). Também o homem contemporâneo pode sentir de novo a necessidade de ir como a samaritana ao poço, para ouvir Jesus que convida a crer n'Ele e a beber na sua fonte, donde jorra água viva (cf. &lt;em&gt;Jo&lt;/em&gt; 4, 14). Devemos readquirir o gosto de nos alimentarmos da Palavra de Deus, transmitida fielmente pela Igreja, e do Pão da vida, oferecidos como sustento de quantos são seus discípulos (cf. &lt;em&gt;Jo&lt;/em&gt; 6, 51). De facto, em nossos dias ressoa ainda, com a mesma força, este ensinamento de Jesus: «Trabalhai, não pelo alimento que desaparece, mas pelo alimento que perdura e dá a vida eterna» (&lt;em&gt;Jo&lt;/em&gt; 6, 27). E a questão, então posta por aqueles que O escutavam, é a mesma que colocamos nós também hoje: «Que havemos nós de fazer para realizar as obras de Deus?» (&lt;em&gt;Jo&lt;/em&gt; 6, 28). Conhecemos a resposta de Jesus: «A obra de Deus é esta: crer n'Aquele que Ele enviou» (&lt;em&gt;Jo&lt;/em&gt; 6, 29). Por isso, crer em Jesus Cristo é o caminho para se poder chegar definitivamente à salvação.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;4. À luz de tudo isto, decidi proclamar um &lt;em&gt;Ano da Fé&lt;/em&gt;. Este terá início a 11 de Outubro de 2012, no cinquentenário da abertura do Concílio Vaticano II, e terminará na Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo, a 24 de Novembro de 2013. Na referida data de 11 de Outubro de 2012, completar-se-ão também vinte anos da publicação do&lt;em&gt;Catecismo da Igreja Católica&lt;/em&gt;, texto promulgado pelo meu Predecessor, o Beato Papa João Paulo II,&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt; com o objectivo de ilustrar a todos os fiéis a força e a beleza da fé. Esta obra, verdadeiro fruto do Concílio Vaticano II, foi desejada pelo Sínodo Extraordinário dos Bispos de 1985 como instrumento ao serviço da catequese&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt; e foi realizado com a colaboração de todo o episcopado da Igreja Católica. E uma Assemb leia Geral do Sínodo dos Bispos foi convocada por mim, precisamente para o mês de Outubro de 2012, tendo por tema &lt;em&gt;A nova evangelização para a transmissão da fé cristã&lt;/em&gt;. Será uma ocasião propícia para introduzir o complexo eclesial inteiro num tempo de particular reflexão e redescoberta da fé. Não é a primeira vez que a Igreja é chamada a celebrar um &lt;em&gt;Ano da Fé&lt;/em&gt;. O meu venerado Predecessor, o Servo de Deus Paulo VI, proclamou um semelhante, em 1967, para comemorar o martírio dos apóstolos Pedro e Paulo no décimo nono centenário do seu supremo testemunho. Idealizou-o como um momento solene, para que houvesse, em toda a Igreja, «uma autêntica e sincera profissão da mesma fé»; quis ainda que esta fosse confirmada de maneira «individual e colectiva, livre e consciente, interior e exterior, humilde e franca».&lt;sup&gt;5&lt;/sup&gt; Pensava que a Igreja poderia assim retomar «exacta consciência da sua fé para a reavivar, purificar, confirmar, confessar».&lt;sup&gt;6&lt;/sup&gt; As grandes convulsões, que se verificaram naquele Ano, tornaram ainda mais evidente a necessidade duma tal celebração. Esta terminou com a &lt;em&gt;Profissão de Fé do Povo de Deus&lt;/em&gt;,&lt;sup&gt;7&lt;/sup&gt; para atestar como os conteúdos essenciais, que há séculos constituem o património de todos os crentes, necessitam de ser confirmados, compreendidos e aprofundados de maneira sempre nova para se dar testemunho coerente deles em condições históricas diversas das do passado.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;5. Sob alguns aspectos, o meu venerado Predecessor viu este Ano como uma «consequência e exigência pós-conciliar»&lt;sup&gt;8&lt;/sup&gt;, bem ciente das graves dificuldades daquele tempo sobretudo no que se referia à profissão da verdadeira fé e da sua recta interpretação. Pareceu-me que fazer coincidir o início do &lt;em&gt;Ano da Fé&lt;/em&gt; com o cinquentenário da abertura do Concílio Vaticano II poderia ser uma ocasião propícia para compreender que os textos deixados em herança pelos Padres Conciliares, segundo as palavras do Beato João Paulo II, «&lt;em&gt;não perdem o seu valor nem a sua beleza.&lt;/em&gt; É necessário fazê-los ler de forma tal que possam ser conhecidos e assimilados como textos qualificados e normativos do Magistério, no âmbito da Tradição da Igreja. Sinto hoje ainda mais intensamente o dever de indicar o Concílio como &lt;em&gt;a grande graça de que beneficiou a Igreja no século XX&lt;/em&gt;: nele se encontra uma bússola segura para nos orientar no caminho do século que começa».&lt;sup&gt;9&lt;/sup&gt; Quero aqui repetir com veemência as palavras que disse a propósito do Concílio poucos meses depois da minha eleição para Sucessor de Pedro: «Se o lermos e recebermos guiados por uma justa hermenêutica, o Concílio pode ser e tornar-se cada vez mais uma grande força para a renovação sempre necessária da Igreja».&lt;sup&gt;10&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;6. A renovação da Igreja realiza-se também através do testemunho prestado pela vida dos crentes: de facto, os cristãos são chamados a fazer brilhar, com a sua própria vida no mundo, a Palavra de verdade que o Senhor Jesus nos deixou. O próprio Concílio, na Constituição dogmática &lt;em&gt;Lumen gentium&lt;/em&gt;, afirma: «Enquanto Cristo &amp;quot;santo, inocente, imaculado&amp;quot; (&lt;em&gt;Heb&lt;/em&gt; 7, 26), não conheceu o pecado (cf. &lt;em&gt;2 Cor&lt;/em&gt; 5, 21), mas veio apenas expiar os pecados do povo (cf. &lt;em&gt;Heb&lt;/em&gt; 2, 17), a Igreja, contendo pecadores no seu próprio seio, simultaneamente santa e sempre necessitada de purificação, exercita continuamente a penitência e a renovação. A Igreja &amp;quot;prossegue a sua peregrinação no meio das perseguições do mundo e das consolações de Deus&amp;quot;, anunciando a cruz e a morte do Senhor até que Ele venha (cf. &lt;em&gt;1 Cor&lt;/em&gt; 11, 26). Mas é robustecida pela força do Senhor ressuscitado, de modo a vencer, pela paciência e pela caridade, as suas aflições e dificuldades tanto internas como externas, e a revelar, velada mas fielmente, o seu mistério, até que por fim se manifeste em plena luz».&lt;sup&gt;11&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;Nesta perspectiva, o &lt;em&gt;Ano da Fé&lt;/em&gt; é convite para uma autêntica e renovada conversão ao Senhor, único Salvador do mundo. No mistério da sua morte e ressurreição, Deus revelou plenamente o Amor que salva e chama os homens à conversão de vida por meio da remissão dos pecados (cf. &lt;em&gt;Act&lt;/em&gt; 5, 31). Para o apóstolo Paulo, este amor introduz o homem numa vida nova: «Pelo Baptismo fomos sepultados com Ele na morte, para que, tal como Cristo foi ressuscitado de entre os mortos pela glória do Pai, também nós caminhemos numa vida nova» (&lt;em&gt;Rm&lt;/em&gt; 6, 4). Em virtude da fé, esta vida nova plasma toda a existência humana segundo a novidade radical da ressurreição. Na medida da sua livre disponibilidade, os pensamentos e os afectos, a mentalidade e o comportamento do homem vão sendo pouc o a pouco purificados e transformados, ao longo de um itinerário jamais completamente terminado nesta vida. A «fé, que actua pelo amor» (&lt;em&gt;Gl&lt;/em&gt;5, 6), torna-se um novo critério de entendimento e de acção, que muda toda a vida do homem (cf. &lt;em&gt;Rm&lt;/em&gt; 12, 2; &lt;em&gt;Cl&lt;/em&gt; 3, 9-10; &lt;em&gt;Ef&lt;/em&gt; 4, 20-29; &lt;em&gt;2 Cor&lt;/em&gt; 5, 17).&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;7. «&lt;em&gt;Caritas Christi urget nos&lt;/em&gt; – o amor de Cristo nos impele» (&lt;em&gt;2 Cor&lt;/em&gt; 5, 14): é o amor de Cristo que enche os nossos corações e nos impele a evangelizar. Hoje, como outrora, Ele envia-nos pelas estradas do mundo para proclamar o seu Evangelho a todos os povos da terra (cf. &lt;em&gt;Mt&lt;/em&gt; 28, 19). Com o seu amor, Jesus Cristo atrai a Si os homens de cada geração: em todo o tempo, Ele convoca a Igreja confiando-lhe o anúncio do Evangelho, com um mandato que é sempre novo. Por isso, também hoje é necessário um empenho eclesial mais convicto a favor duma nova evangelização, para descobrir de novo a alegria de crer e reencontrar o entusiasmo de comunicar a fé. Na descoberta diária do seu amor, ganha força e vigor o compromisso missionário dos crentes, que jamais pode faltar. Co m efeito, a fé cresce quando é vivida como experiência de um amor recebido e é comunicada como experiência de graça e de alegria. A fé torna-nos fecundos, porque alarga o coração com a esperança e permite oferecer um testemunho que é capaz de gerar: de facto, abre o coração e a mente dos ouvintes para acolherem o convite do Senhor a aderir à sua Palavra a fim de se tornarem seus discípulos. Os crentes – atesta Santo Agostinho – «fortificam-se acreditando».&lt;sup&gt;12&lt;/sup&gt; O Santo Bispo de Hipona tinha boas razões para falar assim. Como sabemos, a sua vida foi uma busca contínua da beleza da fé enquanto o seu coração não encontrou descanso em Deus.&lt;sup&gt;13&lt;/sup&gt;Os seus numerosos escritos, onde se explica a importância de crer e a verdade da fé, permaneceram até aos nossos dias como um património de riqueza incomparável e consentem ainda a tantas pessoas à procura de Deus de encontrarem o justo percurso para chegar à «porta da fé».&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;Por conseguinte, só acreditando é que a fé cresce e se revigora; não há outra possibilidade de adquirir certeza sobre a própria vida, senão abandonar-se progressivamente nas mãos de um amor que se experimenta cada vez maior porque tem a sua origem em Deus.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;8. Nesta feliz ocorrência, pretendo convidar os Irmãos Bispos de todo o mundo para que se unam ao Sucessor de Pedro, no tempo de graça espiritual que o Senhor nos oferece, a fim de comemorar o dom precioso da fé. Queremos celebrar este &lt;em&gt;Ano&lt;/em&gt; de forma digna e fecunda. Deverá intensificar-se a reflexão sobre a fé, para ajudar todos os crentes em Cristo a tornarem mais consciente e revigorarem a sua adesão ao Evangelho, sobretudo num momento de profunda mudança como este que a humanidade está a viver. Teremos oportunidade de confessar a fé no Senhor Ressuscitado nas nossas catedrais e nas igrejas do mundo inteiro, nas nossas casas e no meio das nossas famílias, para que cada um sinta fortemente a exigência de conhecer melhor e de transmitir às gerações futuras a fé de sempre. Neste &lt;em&gt;Ano&lt;/em&gt;, tanto as comunidades religiosas como as comunidades paroquiais e todas as realidades eclesiais, antigas e novas, encontrarão forma de fazer publicamente profissão do &lt;em&gt;Credo&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;9. Desejamos que este &lt;em&gt;Ano&lt;/em&gt; suscite, em cada crente, o anseio de &lt;em&gt;confessar&lt;/em&gt; a fé plenamente e com renovada convicção, com confiança e esperança. Será uma ocasião propícia também para intensificar a &lt;em&gt;celebração&lt;/em&gt; da fé na liturgia, particularmente na Eucaristia, que é «a meta para a qual se encaminha a acção da Igreja e a fonte de onde promana toda a sua força».&lt;sup&gt;14&lt;/sup&gt; Simultaneamente esperamos que o &lt;em&gt;testemunho&lt;/em&gt; de vida dos crentes cresça na sua credibilidade. Descobrir novamente os conteúdos da fé professada, celebrada, vivida e rezada&lt;sup&gt;15&lt;/sup&gt; e reflectir sobre o próprio acto com que se crê, é um compromisso que cada crente deve assumir, sobretudo neste &lt;em&gt;Ano&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;Não foi sem razão que, nos primeiros séculos, os cristãos eram obrigados a aprender de memória o &lt;em&gt;Credo&lt;/em&gt;. É que este servia-lhes de oração diária, para não esquecerem o compromisso assumido com o Baptismo. Recorda-o, com palavras densas de significado, Santo Agostinho quando afirma numa homilia sobre a &lt;em&gt;redditio symboli&lt;/em&gt; (a entrega do &lt;em&gt;Credo&lt;/em&gt;): «O símbolo do santo mistério, que recebestes todos juntos e que hoje proferistes um a um, reúne as palavras sobre as quais está edificada com solidez a fé da Igreja, nossa Mãe, apoiada no alicerce seguro que é Cristo Senhor. E vós recebeste-lo e proferiste-lo, mas deveis tê-lo sempre presente na mente e no coração, deveis repeti-lo nos vossos leitos, pensar nele nas praças e não o esquecer durante as refeições; e, mesm o quando o corpo dorme, o vosso coração continue de vigília por ele».&lt;sup&gt;16&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;10. Queria agora delinear um percurso que ajude a compreender de maneira mais profunda os conteúdos da fé e, juntamente com eles, também o acto pelo qual decidimos, com plena liberdade, entregar-nos totalmente a Deus. De facto, existe uma unidade profunda entre o acto com que se crê e os conteúdos a que damos o nosso assentimento. O apóstolo Paulo permite entrar dentro desta realidade quando escreve: «Acredita-se com o coração e, com a boca, faz-se a profissão de fé» (&lt;em&gt;Rm&lt;/em&gt; 10, 10). O coração indica que o primeiro acto, pelo qual se chega à fé, é dom de Deus e acção da graça que age e transforma a pessoa até ao mais íntimo dela mesma.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;A este respeito é muito eloquente o exemplo de Lídia. Narra São Lucas que o apóstolo Paulo, encontrando-se em Filipos, num sábado foi anunciar o Evangelho a algumas mulheres; entre elas, estava Lídia. «O Senhor abriu-lhe o coração para aderir ao que Paulo dizia» (&lt;em&gt;Act&lt;/em&gt; 16, 14). O sentido contido na expressão é importante. São Lucas ensina que o conhecimento dos conteúdos que se deve acreditar não é suficiente, se depois o coração – autêntico sacrário da pessoa – não for aberto pela graça, que consente de ter olhos para ver em profundidade e compreender que o que foi anunciado é a Palavra de Deus.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;Por sua vez, o professar com a boca indica que a fé implica um testemunho e um compromisso públicos. O cristão não pode jamais pensar que o crer seja um facto privado. A fé é decidir estar com o Senhor, para viver com Ele. E este «estar com Ele» introduz na compreensão das razões pelas quais se acredita. A fé, precisamente porque é um acto da liberdade, exige também assumir a responsabilidade social daquilo que se acredita. No dia de Pentecostes, a Igreja manifesta, com toda a clareza, esta dimensão pública do crer e do anunciar sem temor a própria fé a toda a gente. É o dom do Espírito Santo que prepara para a missão e fortalece o nosso testemunho, tornando-o franco e corajoso.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;A própria profissão da fé é um acto simultaneamente pessoal e comunitário. De facto, o primeiro sujeito da fé é a Igreja. É na fé da comunidade cristã que cada um recebe o Baptismo, sinal eficaz da entrada no povo dos crentes para obter a salvação. Como atesta o &lt;em&gt;Catecismo da Igreja Católica&lt;/em&gt;, «&amp;quot;Eu creio&amp;quot;: é a fé da Igreja, professada pessoalmente por cada crente, principalmente por ocasião do Baptismo. &amp;quot;Nós cremos&amp;quot;: é a fé da Igreja, confessada pelos bispos reunidos em Concílio ou, de modo mais geral, pela assembleia litúrgica dos crentes. &amp;quot;Eu creio&amp;quot;: é também a Igreja, nossa Mãe, que responde a Deus pela sua fé e nos ensina a dizer: &amp;quot;Eu creio&amp;quot;, &amp;quot;Nós cremos&amp;quot;».&lt;sup&gt;17&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;Como se pode notar, o conhecimento dos conteúdos de fé é essencial para se dar o próprio &lt;em&gt;assentimento&lt;/em&gt;, isto é, para aderir plenamente com a inteligência e a vontade a quanto é proposto pela Igreja. O conhecimento da fé introduz na totalidade do mistério salvífico revelado por Deus. Por isso, o assentimento prestado implica que, quando se acredita, se aceita livremente todo o mistério da fé, porque o garante da sua verdade é o próprio Deus, que Se revela e permite conhecer o seu mistério de amor.&lt;sup&gt;18&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;Por outro lado, não podemos esquecer que, no nosso contexto cultural, há muitas pessoas que, embora não reconhecendo em si mesmas o dom da fé, todavia vivem uma busca sincera do sentido último e da verdade definitiva acerca da sua existência e do mundo. Esta busca é um verdadeiro «preâmbulo» da fé, porque move as pessoas pela estrada que conduz ao mistério de Deus. De facto, a própria razão do homem traz inscrita em si mesma a exigência «daquilo que vale e permanece sempre».&lt;sup&gt;19&lt;/sup&gt; Esta exigência constitui um convite permanente, inscrito indelevelmente no coração humano, para se pôr a caminho ao encontro d'Aquele que não teríamos procurado se Ele não tivesse já vindo ao nosso encontro.&lt;sup&gt;20&lt;/sup&gt; É precisamente a este encontro que nos convida e abre plenamente a fé.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;11. Para chegar a um conhecimento sistemático da fé, todos podem encontrar um subsídio precioso e indispensável no &lt;em&gt;Catecismo da Igreja Católica&lt;/em&gt;. Este constitui um dos frutos mais importantes do Concílio Vaticano II. Na Constituição Apostólica &lt;em&gt;Fidei depositum&lt;/em&gt; – não sem razão assinada na passagem do trigésimo aniversário da abertura do Concílio Vaticano II – o Beato João Paulo II escrevia: «Este catecismo dará um contributo muito importante à obra de renovação de toda a vida eclesial (...). Declaro-o norma segura para o ensino da fé e, por isso, instrumento válido e legítimo ao serviço da comunhão eclesial».&lt;sup&gt;21&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;É precisamente nesta linha que o &lt;em&gt;Ano da Fé&lt;/em&gt; deverá exprimir um esforço generalizado em prol da redescoberta e do estudo dos conteúdos fundamentais da fé, que têm no&lt;em&gt;Catecismo da Igreja Católica&lt;/em&gt; a sua síntese sistemática e orgânica. Nele, de facto, sobressai a riqueza de doutrina que a Igreja acolheu, guardou e ofereceu durante os seus dois mil anos de história. Desde a Sagrada Escritura aos Padres da Igreja, desde os Mestres de teologia aos Santos que atravessaram os séculos, o &lt;em&gt;Catecismo&lt;/em&gt; oferece uma memória permanente dos inúmeros modos em que a Igreja meditou sobre a fé e progrediu na doutrina para dar certeza aos crentes na sua vida de fé.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;Na sua própria estrutura, o &lt;em&gt;Catecismo da Igreja Católica&lt;/em&gt; apresenta o desenvolvimento da fé até chegar aos grandes temas da vida diária. Repassando as páginas, descobre-se que o que ali se apresenta não é uma teoria, mas o encontro com uma Pessoa que vive na Igreja. Na verdade, a seguir à profissão de fé, vem a explicação da vida sacramental, na qual Cristo está presente e operante, continuando a construir a sua Igreja. Sem a liturgia e os sacramentos, a profissão de fé não seria eficaz, porque faltaria a graça que sustenta o testemunho dos cristãos. Na mesma linha, a doutrina do&lt;em&gt;Catecismo&lt;/em&gt; sobre a vida moral adquire todo o seu significado, se for colocada em relação com a fé, a liturgia e a oração.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;12. Assim, no &lt;em&gt;Ano&lt;/em&gt; em questão, o &lt;em&gt;Catecismo da Igreja Católica&lt;/em&gt; poderá ser um verdadeiro instrumento de apoio da fé, sobretudo para quantos têm a peito a formação dos cristãos, tão determinante no nosso contexto cultural. Com tal finalidade, convidei a Congregação para a Doutrina da Fé a redigir, de comum acordo com os competentes Organismos da Santa Sé, uma &lt;em&gt;Nota&lt;/em&gt;, através da qual se ofereçam à Igreja e aos crentes algumas indicações para viver, nos moldes mais eficazes e apropriados, este &lt;em&gt;Ano da Fé&lt;/em&gt;ao serviço do crer e do evangelizar.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;De facto, em nossos dias mais do que no passado, a fé vê-se sujeita a uma série de interrogativos, que provêm duma diversa mentalidade que, particularmente hoje, reduz o âmbito das certezas racionais ao das conquistas científicas e tecnológicas. Mas, a Igreja nunca teve medo de mostrar que não é possível haver qualquer conflito entre fé e ciência autêntica, porque ambas tendem, embora por caminhos diferentes, para a verdade.&lt;sup&gt;22&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;13. Será decisivo repassar, durante este &lt;em&gt;Ano&lt;/em&gt;, a história da nossa fé, que faz ver o mistério insondável da santidade entrelaçada com o pecado. Enquanto a primeira põe em evidência a grande contribuição que homens e mulheres prestaram para o crescimento e o progresso da comunidade com o testemunho da sua vida, o segundo deve provocar em todos uma sincera e contínua obra de conversão para experimentar a misericórdia do Pai, que vem ao encontro de todos.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;Ao longo deste tempo, manteremos o olhar fixo sobre Jesus Cristo, «autor e consumador da fé» (&lt;em&gt;Heb&lt;/em&gt; 12, 2): n'Ele encontra plena realização toda a ânsia e anélito do coração humano. A alegria do amor, a resposta ao drama da tribulação e do sofrimento, a força do perdão face à ofensa recebida e a vitória da vida sobre o vazio da morte, tudo isto encontra plena realização no mistério da sua Encarnação, do seu fazer-Se homem, do partilhar connosco a fragilidade humana para a transformar com a força da sua ressurreição. N'Ele, morto e ressuscitado para a nossa salvação, encontram plena luz os exemplos de fé que marcaram estes dois mil anos da nossa história de salvação.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;Pela fé, Maria acolheu a palavra do Anjo e acreditou no anúncio de que seria Mãe de Deus na obediência da sua dedicação (cf. &lt;em&gt;Lc&lt;/em&gt; 1, 38). Ao visitar Isabel, elevou o seu cântico de louvor ao Altíssimo pelas maravilhas que realizava em quantos a Ele se confiavam (cf. &lt;em&gt;Lc&lt;/em&gt; 1, 46-55). Com alegria e trepidação, deu à luz o seu Filho unigénito, mantendo intacta a sua virgindade (cf. &lt;em&gt;Lc&lt;/em&gt; 2, 6-7). Confiando em José, seu Esposo, levou Jesus para o Egipto a fim de O salvar da perseguição de Herodes (cf. &lt;em&gt;Mt&lt;/em&gt; 2, 13-15). Com a mesma fé, seguiu o Senhor na sua pregação e permaneceu a seu lado mesmo no Gólgota (cf. &lt;em&gt;Jo&lt;/em&gt; 19, 25-27). Com fé, Maria saboreou os frutos da ressurreição de Jesus e, conservando no coração a memória de tudo (cf. &lt;em&gt;Lc&lt;/em&gt; 2, 19.51) , transmitiu-a aos Doze reunidos com Ela no Cenáculo para receberem o Espírito Santo (cf. &lt;em&gt;Act&lt;/em&gt; 1, 14; 2, 1-4).&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;Pela fé, os Apóstolos deixaram tudo para seguir o Mestre (cf. &lt;em&gt;Mc&lt;/em&gt; 10, 28). Acreditaram nas palavras com que Ele anunciava o Reino de Deus presente e realizado na sua Pessoa (cf.&lt;em&gt; Lc&lt;/em&gt; 11, 20). Viveram em comunhão de vida com Jesus, que os instruía com a sua doutrina, deixando-lhes uma nova regra de vida pela qual haveriam de ser reconhecidos como seus discípulos depois da morte d'Ele (cf. &lt;em&gt;Jo&lt;/em&gt; 13, 34-35). Pela fé, foram pelo mundo inteiro, obedecendo ao mandato de levar o Evangelho a toda a criatura (cf. &lt;em&gt;Mc&lt;/em&gt; 16, 15) e, sem temor algum, anunciaram a todos a alegria da ressurreição, de que foram fiéis testemunhas.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;Pela fé, os discípulos formaram a primeira comunidade reunida à volta do ensino dos Apóstolos, na oração, na celebração da Eucaristia, pondo em comum aquilo que possuíam para acudir às necessidades dos irmãos (cf. &lt;em&gt;Act&lt;/em&gt; 2, 42-47).&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;Pela fé, os mártires deram a sua vida para testemunhar a verdade do Evangelho que os transformara, tornando-os capazes de chegar até ao dom maior do amor com o perdão dos seus próprios perseguidores.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;Pela fé, homens e mulheres consagraram a sua vida a Cristo, deixando tudo para viver em simplicidade evangélica a obediência, a pobreza e a castidade, sinais concretos de quem aguarda o Senhor, que não tarda a vir. Pela fé, muitos cristãos se fizeram promotores de uma acção em prol da justiça, para tornar palpável a palavra do Senhor, que veio anunciar a libertação da opressão e um ano de graça para todos (cf. &lt;em&gt;Lc&lt;/em&gt; 4, 18-19).&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;Pela fé, no decurso dos séculos, homens e mulheres de todas as idades, cujo nome está escrito no Livro da vida (cf. &lt;em&gt;Ap&lt;/em&gt; 7, 9; 13, 8), confessaram a beleza de seguir o Senhor Jesus nos lugares onde eram chamados a dar testemunho do seu ser cristão: na família, na profissão, na vida pública, no exercício dos carismas e ministérios a que foram chamados.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;Pela fé, vivemos também nós, reconhecendo o Senhor Jesus vivo e presente na nossa vida e na história.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;14. O &lt;em&gt;Ano da Fé&lt;/em&gt; será uma ocasião propícia também para intensificar o testemunho da caridade. Recorda São Paulo: «Agora permanecem estas três coisas: a fé, a esperança e a caridade; mas a maior de todas é a caridade» (&lt;em&gt;1 Cor&lt;/em&gt; 13, 13). Com palavras ainda mais incisivas – que não cessam de empenhar os cristãos –, afirmava o apóstolo Tiago: «De que aproveita, irmãos, que alguém diga que tem fé, se não tiver obras de fé? Acaso essa fé poderá salvá-lo? Se um irmão ou uma irmã estiverem nus e precisarem de alimento quotidiano, e um de vós lhes disser: &amp;quot;Ide em paz, tratai de vos aquecer e de matar a fome&amp;quot;, mas não lhes dais o que é necessário ao corpo, de que lhes aproveitará? Assim também a fé: se ela não tiver obras, está completamente morta. Mais ainda! Po derá alguém alegar sensatamente: &amp;quot;Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me então a tua fé sem obras, que eu, pelas minhas obras, te mostrarei a minha fé&amp;quot;» (&lt;em&gt;Tg&lt;/em&gt; 2, 14-18).&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;A fé sem a caridade não dá fruto, e a caridade sem a fé seria um sentimento constantemente à mercê da dúvida. Fé e caridade reclamam-se mutuamente, de tal modo que uma consente à outra de realizar o seu caminho. De facto, não poucos cristãos dedicam amorosamente a sua vida a quem vive sozinho, marginalizado ou excluído, considerando-o como o primeiro a quem atender e o mais importante a socorrer, porque é precisamente nele que se espelha o próprio rosto de Cristo. Em virtude da fé, podemos reconhecer naqueles que pedem o nosso amor o rosto do Senhor ressuscitado. «Sempre que fizestes isto a um dos meus irmãos mais pequeninos, a Mim mesmo o fizestes» (&lt;em&gt;Mt&lt;/em&gt; 25, 40): estas palavras de Jesus são uma advertência que não se deve esquecer e um convite perene a devolvermos aquele amor com que Ele cuida de nós. É a fé que permite reconhecer Cristo, e é o seu próprio amor que impele a socorrê-Lo sempre que Se faz próximo nosso no caminho da vida. Sustentados pela fé, olhamos com esperança o nosso serviço no mundo, aguardando «novos céus e uma nova terra, onde habite a justiça» (&lt;em&gt;2 Ped&lt;/em&gt; 3, 13; cf. &lt;em&gt;Ap&lt;/em&gt; 21, 1).&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;15. Já no termo da sua vida, o apóstolo Paulo pede ao discípulo Timóteo que «procure a fé» (cf. &lt;em&gt;2 Tm&lt;/em&gt; 2, 22) com a mesma constância de quando era novo (cf. &lt;em&gt;2 Tm&lt;/em&gt; 3, 15). Sintamos este convite dirigido a cada um de nós, para que ninguém se torne indolente na fé. Esta é companheira de vida, que permite perceber, com um olhar sempre novo, as maravilhas que Deus realiza por nós. Solícita a identificar os sinais dos tempos no hoje da história, a fé obriga cada um de nós a tornar-se sinal vivo da presença do Ressuscitado no mundo. Aquilo de que o mundo tem hoje particular necessidade é o testemunho credível de quantos, iluminados na mente e no coração pela Palavra do Senhor, são capazes de abrir o coração e a mente de muitos outros ao desejo de Deus e da vida verdadeira, aquela que não tem fim.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;Que «a Palavra do Senhor avance e seja glorificada» (&lt;em&gt;2 Ts&lt;/em&gt; 3, 1)! Possa este &lt;em&gt;Ano da Fé&lt;/em&gt;tornar cada vez mais firme a relação com Cristo Senhor, dado que só n'Ele temos a certeza para olhar o futuro e a garantia dum amor autêntico e duradouro. As seguintes palavras do apóstolo Pedro lançam um último jorro de luz sobre a fé: «É por isso que exultais de alegria, se bem que, por algum tempo, tenhais de andar aflitos por diversas provações; deste modo, a qualidade genuína da vossa fé – muito mais preciosa do que o ouro perecível, por certo também provado pelo fogo – será achada digna de louvor, de glória e de honra, na altura da manifestação de Jesus Cristo. Sem O terdes visto, vós O amais; sem O ver ainda, credes n'Ele e vos alegrais com uma alegria indescritív el e irradiante, alcançando assim a meta da vossa fé: a salvação das almas» (&lt;em&gt;1 Ped&lt;/em&gt; 1, 6-9). A vida dos cristãos conhece a experiência da alegria e a do sofrimento. Quantos Santos viveram na solidão! Quantos crentes, mesmo em nossos dias, provados pelo silêncio de Deus, cuja voz consoladora queriam ouvir! As provas da vida, ao mesmo tempo que permitem compreender o mistério da Cruz e participar nos sofrimentos de Cristo (cf. &lt;em&gt;Cl&lt;/em&gt;1, 24) , são prelúdio da alegria e da esperança a que a fé conduz: «Quando sou fraco, então é que sou forte» (&lt;em&gt;2 Cor&lt;/em&gt; 12, 10). Com firme certeza, acreditamos que o Senhor Jesus derrotou o mal e a morte. Com esta confiança segura, confiamo-nos a Ele: Ele, presente no meio de nós, vence o poder do maligno (cf. &lt;em&gt;Lc&lt;/em&gt; 11, 20); e a Igreja, comunidade visível da sua misericórdia, permanece n'Ele como sinal da reconciliação definitiva com o Pai.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;À Mãe de Deus, proclamada «feliz porque acreditou» (cf. &lt;em&gt;Lc&lt;/em&gt; 1, 45), confiamos este tempo de graça.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;Dado em Roma, junto de São Pedro, no dia 11 de Outubro do ano 2011, sétimo de Pontificado.&lt;/p&gt;  &lt;p align="RIGHT" style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt; BENEDICTUS PP. XVI&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt; ______________________&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;  &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt; &lt;em&gt;Homilia no início do ministério petrino do Bispo de Roma&lt;/em&gt; (24 de Abril de 2005): &lt;em&gt;AAS&lt;/em&gt; 97 (2005), 710.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;  &lt;span style="font-size:x-small"&gt;2&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt; Cf. BENTO XVI, &lt;em&gt;Homilia da Santa Missa no Terreiro do Paço&lt;/em&gt; (Lisboa – 11 de Maio de 2010): &lt;em&gt;L'Osservatore Romano&lt;/em&gt;(ed. port. de 15/V/2010), 3.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;3 &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;Cf. JOÃO PAULO II, Const. ap. &lt;em&gt;Fidei depositum&lt;/em&gt; (11 de Outubro de 1992): &lt;em&gt;AAS&lt;/em&gt; 86 (1994), 113-118.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;&lt;em&gt;4&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt; Cf. &lt;em&gt;Relação final do Sínodo Extraordinário dos Bispos&lt;/em&gt; (7 de Dezembro de 1985), II, B, a, 4: &lt;em&gt;L'Osservatore Romano&lt;/em&gt;(ed. port. de 22/XII/1985), 650.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;&lt;em&gt;5&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;PAULO VI, Exort. ap. &lt;em&gt;Petrum et Paulum Apostolos&lt;/em&gt;, no XIX centenário do martírio dos Apóstolos São Pedro e São Paulo (22 de Fevereiro de 1967): &lt;em&gt;AAS&lt;/em&gt; 59 (1967), 196.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;&lt;em&gt;6&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;&lt;em&gt;Ibid.&lt;/em&gt;: &lt;em&gt;o.c.&lt;/em&gt;, 198.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;7&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt; PAULO VI, &lt;em&gt;Profissão Solene de Fé&lt;/em&gt;, Homilia durante a Concelebração por ocasião do XIX centenário do martírio dos Apóstolos São Pedro e São Paulo, no encerramento do «Ano da Fé» (30 de Junho de 1968): &lt;em&gt;AAS&lt;/em&gt; 60 (1968), 433-445.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;&lt;em&gt;8&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt; PAULO VI, &lt;em&gt;Audiência Geral&lt;/em&gt; (14 de Junho de 1967): &lt;em&gt;Insegnamenti&lt;/em&gt; V (1967), 801.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;9&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt; JOÃO PAULO II, Carta ap. &lt;em&gt;Novo millennio ineunte&lt;/em&gt; (6 de Janeiro de 2001), 57: &lt;em&gt;AAS&lt;/em&gt; 93 (2001), 308.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;&lt;em&gt;10&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt; &lt;em&gt;Discurso à Cúria Romana&lt;/em&gt; (22 de Dezembro de 2005): &lt;em&gt;AAS&lt;/em&gt; 98 (2006), 52.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;&lt;em&gt;11&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;CONC. ECUM. VAT. II, Const. dogm. sobre a Igreja &lt;em&gt;Lumen gentium&lt;/em&gt;, 8.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;&lt;em&gt;12&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt; &lt;em&gt;De utilitate credendi&lt;/em&gt;, 1, 2.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;&lt;em&gt;13 &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;Cf. &lt;em&gt;Confissões&lt;/em&gt;, 1, 1.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;&lt;em&gt;14&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt; CONC. ECUM. VAT. II, Const. sobre a Sagrada Liturgia &lt;em&gt;Sacrosanctum Concilium&lt;/em&gt;, 10.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;&lt;em&gt;15&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt; Cf. JOÃO PAULO II, Const. ap. &lt;em&gt;Fidei depositum&lt;/em&gt; (11 de Outubro de 1992): &lt;em&gt;AAS&lt;/em&gt; 86 (1994), 116.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;&lt;em&gt;16&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt; &lt;em&gt;Sermo&lt;/em&gt; 215, 1.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;&lt;em&gt;17&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;&lt;em&gt;Catecismo da Igreja Católica&lt;/em&gt;, 167.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;&lt;em&gt;18&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt; Cf. CONC. ECUM. VAT. I, Const. dogm. sobre a fé católica &lt;em&gt;Dei Filius&lt;/em&gt;, cap. III: &lt;em&gt;DS&lt;/em&gt; 3008-3009; CONC. ECUM. VAT. II, Const. dogm. sobre a Revelação divina &lt;em&gt;Dei Verbum&lt;/em&gt;, 5.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;19&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;BENTO XVI, &lt;em&gt;Discurso no&lt;/em&gt; «Collège des Bernardins» (Paris, 12 de Setembro de 2008): &lt;em&gt;AAS&lt;/em&gt; 100 (2008), 722.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;&lt;em&gt;20&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;Cf. SANTO AGOSTINHO, &lt;em&gt;Confissões&lt;/em&gt;, 13, 1.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;&lt;em&gt;21&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;JOÃO PAULO II, Const. ap. &lt;em&gt;Fidei depositum&lt;/em&gt; (11 de Outubro de 1992): &lt;em&gt;AAS&lt;/em&gt; 86 (1994), 115 e 117.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;font-size:14px;line-height:1.4em;font-family:&amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:1em;margin-left:0px"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;22&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size:x-small"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;Cf. JOÃO PAULO II, Carta enc. &lt;em&gt;Fides et ratio&lt;/em&gt; (14 de Setembro de 1998), 34.106: &lt;em&gt;AAS&lt;/em&gt; 91 (1999), 31-32.86-87.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/864046953440412964-2280939562489800257?l=asceseemistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://asceseemistica.blogspot.com/2011/10/ano-da-fe-carta-apostolica-sob-forma-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Allan Lopes dos Santos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-864046953440412964.post-1744669740082508966</guid><pubDate>Mon, 17 Oct 2011 03:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-16T20:32:10.860-07:00</atom:updated><title>Perdoai-nos, Senhor, pois pecamos!</title><description>&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;span style="font-family:georgia, serif"&gt;&lt;img src="http://a6.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc7/s720x720/314931_2192723337595_1232502095_32127719_1200113696_n.jpg"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/864046953440412964-1744669740082508966?l=asceseemistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://asceseemistica.blogspot.com/2011/10/perdoai-nos-senhor-pois-pecamos.html</link><author>noreply@blogger.com (Allan Lopes dos Santos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-864046953440412964.post-951267438090822654</guid><pubDate>Mon, 17 Oct 2011 03:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-16T20:29:41.302-07:00</atom:updated><title>Necessitamos nos santificar por Maria</title><description>&lt;div&gt;&lt;font face="georgia, serif"&gt;&lt;span style="color:rgb(51, 51, 51);font-family:Tahoma, Geneva, sans-serif;font-size:14px"&gt;&lt;div style="color:rgb(0, 51, 102);font-size:18px;font-weight:bold;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px;text-align:left"&gt;  &lt;span style="color:rgb(51, 51, 51);font-size:14px;font-weight:normal"&gt;Alma, imagem viva de Deus e resgatada pelo Sangue precioso de Jesus Cristo, a vontade de Deus a teu respeito é que te tornes santa como Ele nesta vida, e gloriosa como Ele na outra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align:left;font-size:14px"&gt;&lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;img title="maria_a.jpg" src="http://probe3.arautos.org/resource/view?id=12762&amp;amp;size=2" alt="maria_a.jpg" width="300" height="405" style="border-top-width:0px;border-right-width:0px;border-bottom-width:0px;border-left-width:0px;border-style:initial;border-color:initial;float:left;margin-top:15px;margin-right:15px;margin-bottom:15px;margin-left:15px"&gt;A aquisição da santidade de Deus é tua vocação assegurada; e é para lá que todos os teus pensamentos, palavras e ações, teus sofrimentos e todos os movimentos de tua vida devem tender; ou [do contrário] tu resistes a Deus, não fazendo aquilo para o que Ele te criou e te conserva agora.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;Ó! Que obra admirável! A poeira transformada em luz, a imundície em pureza, o pecado em santidade, a criatura em Criador e o homem em Deus! Ó obra admirável! Eu o repito, mas obra difícil em si mesma e impossível à natureza por si só; unicamente Deus, por uma graça, uma graça abundante e extraordinária, é Quem pode levá-la a cabo; e a criação de todo o universo não é maior obra-prima do que esta.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;Alma, como farás? Que meios tu escolherás para subir onde Deus te chama? Os meios de salvação e de santidade são conhecidos de todos, estão assinalados no Evangelho, explicados pelos mestres da vida espiritual, são praticados pelos santos e necessários a todos os que querem salvar-se e chegar à perfeição; tais são: a humildade de coração, a oração contínua, a mortificação universal, o abandono à divina Providência, a conformidade com a vontade de Deus.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;Para praticar todos esses meios de salvação e de santidade, a graça e o socorro de Deus são absolutamente necessários, e esta graça é dada a todos, maior ou menor; não resta dúvida. Eu digo: maior ou menor; pois Deus, ainda que sendo infinitamente bom, não dá Sua graça igualmente forte para todos, embora Ele a dê suficiente para todos. A alma fiel a uma grande graça faz uma grande ação, e com uma fraca graça faz uma pequena ação. O valor e a excelência da graça dada por Deus e correspondida pela alma fazem o valor e a excelência de nossas ações. Esses princípios são incontestáveis.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;Tudo se reduz, portanto, a encontrar um meio fácil para obter de Deus a graça necessária para tornar-se santo; e é isto que eu quero ensinar. E, eu digo que para encontrar a graça de Deus, é necessário encontrar Maria.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:rgb(153, 51, 0)"&gt;&lt;strong&gt;Porque Maria nos é necessária&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify"&gt;1º - Foi só Maria quem encontrou graça diante de Deus, para Si, e para cada homem em particular. Os patriarcas e os profetas, todos os santos da Antiga Lei não puderam encontrar esta graça.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;2º - Foi Ela que deu o ser e a vida ao Autor de toda graça, e, por causa disso, Ela é chamada a Mãe da graça, Mater Gratiae.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify"&gt;3º - Deus Pai, de Quem todo dom perfeito e toda graça desce como de sua fonte essencial, dando-Lhe Seu Filho, deu-Lhe todas as Suas graças; de sorte que, como diz São Bernardo, a vontade de Deus Lhe foi dada nEle e com Ele.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;4º - Deus A escolheu para ser a tesoureira, a ecônoma e a dispensadora de todas as Suas graças; de modo que todas Suas graças e todos Seus dons passam por Suas mãos; e, conforme o poder que Ela recebeu dEle, segundo São Bernardino, Ela dá a quem Ela quer, como Ela quer, quando Ela quer e tanto quanto Ela quer, as graças do Pai Eterno, as virtudes de Jesus Cristo e os dons do Espírito Santo.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;5º - Assim como, na ordem natural, é preciso que uma criança tenha um pai e uma mãe, do mesmo modo, na ordem da graça, é necessário que um verdadeiro filho da Igreja tenha Deus por pai e Maria por mãe; e, se ele se gloria de ter Deus por pai, não tendo o carinho de um verdadeiro filho por Maria, é um farsante que não tem senão o demônio por pai.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;6º - Uma vez que Maria formou o Chefe dos predestinados, que é Jesus Cristo, cabe a Ela também formar os membros deste Chefe, que são os verdadeiros cristãos: pois uma mãe não forma o chefe sem os membros, nem os membros sem o chefe. Quem deseje, portanto, ser membro de Jesus Cristo, pleno de graça e de verdade, deve ser formado em Maria por meio da graça de Jesus Cristo, que reside nEla em plenitude, para ser comunicada em plenitude aos verdadeiros membros de Jesus Cristo e a Seus verdadeiros filhos.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;7º - O Espírito Santo tendo desposado Maria, e tendo produzido nEla, e por Ela, e dEla, Jesus Cristo, esta obra-prima, o Verbo Encarnado, como Ele nunca A repudiou, Ele continua a produzir todos os dias nEla e por Ela, de uma maneira misteriosa, mas verdadeira, os predestinados.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;8º - Maria recebeu de Deus uma dominação particular sobre as almas para as nutrir e fazer crescer em Deus. Santo Agostinho diz mesmo que, neste mundo, os predestinados estão todos contidos no seio de Maria, e que eles não vêm à luz senão quando esta boa Mãe os faz nascer para a vida eterna. Em conseqüência, como a criança tira todo seu alimento de sua mãe, que o dá proporcionado à sua fraqueza, da mesma forma os predestinados tiram toda sua nutrição espiritual e toda sua força de Maria.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;img title="NSFATIMA_a.jpg" src="http://probe3.arautos.org/resource/view?id=12862&amp;amp;size=2" alt="NSFATIMA_a.jpg" width="330" height="454" style="border-top-width:0px;border-right-width:0px;border-bottom-width:0px;border-left-width:0px;border-style:initial;border-color:initial;float:left;margin-top:15px;margin-right:15px;margin-bottom:15px;margin-left:15px"&gt;9º - Foi a Maria que Deus Pai disse: In Jacob inhabita: Minha Filha, habita em Jacó, quer dizer, nos Meus predestinados figurados por Jacó. Foi a Maria que Deus Filho disse: In Israel haereditare: Minha querida Mãe, tende Vossa herança em Israel, ou seja, nos predestinados. Enfim, foi a Maria que o Espírito Santo disse: In electis meis mitte radices: Lançai, minha fiel Esposa, raízes nos Meus eleitos. Qualquer um que seja, portanto, eleito e predestinado tem a Santíssima Virgem habitando em sua casa, quer dizer, em sua alma, e ele A deixa introduzir nela as raízes de uma profunda humildade, de uma ardente caridade e de todas as virtudes.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;10º - Maria é chamada por Santo Agostinho, e é, com efeito, o molde vivo de Deus, forma Dei, quer dizer, somente nEla Deus feito homem foi formado ao natural, sem que Lhe falte nenhum traço da Divindade, e é também nEla somente que o homem pode ser formado em Deus ao natural, tanto quanto a natureza humana é capaz, pela graça de Jesus Cristo.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;Um escultor pode fazer uma figura ou um retrato ao natural de duas maneiras: 1º - servindo-se de sua indústria, de sua força, de sua ciência e da qualidade de seus instrumentos para fazer essa figura em uma matéria dura e informe; 2º - ele pode colocá-la num molde. A primeira maneira é demorada, difícil, e sujeita a vários acidentes: não é preciso, freqüentemente, mais que um golpe mal dado de cinzel ou de martelo para estragar toda uma obra. A segunda é pronta, fácil e doce, quase sem sofrimento e sem custo, desde que o molde seja perfeito e que ele represente ao natural; desde que a matéria de que ele se sirva seja bem maleável, não resistindo nunca à sua mão.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;Maria é o grande molde de Deus, feito pelo Espírito Santo, para formar ao natural um Homem-Deus pela união hipostática, e para formar um homem-Deus pela graça. Não falta a este molde nenhum traço da divindade; qualquer um que seja jogado nele e se deixa manejar, nele recebe todos os traços de Jesus Cristo, verdadeiro Deus, de uma maneira doce e proporcionada à fraqueza humana, sem muita luta e trabalho; de uma maneira segura, sem medo de ilusão, pois o demônio nunca teve e não terá jamais entrada junto a Maria, santa e imaculada, sem sombra da menor mancha de pecado.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;Ó! Cara alma, que diferença há entre uma alma formada em Jesus Cristo pelas vias ordinárias daqueles que, como os escultores, se fiam em sua experiência e se apóiam em sua capacidade, e uma alma bem maleável, bem desfeita, bem derretida, e que, sem nenhum apoio em si mesma, se lança em Maria e nEla se deixa manusear pela operação do Espírito Santo! Quanto há de máculas, quanto há de defeitos, quanto há de trevas, quanto há de ilusões, quanto há de natural, quanto há de humano na primeira alma; e como a segunda é pura, divina e parecida com Jesus Cristo!&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;Absolutamente não há, nem nunca haverá jamais, criatura onde Deus seja maior, fora dEle mesmo e em Si mesmo, que na divina Maria, sem exceção nem dos bem-aventurados, nem dos Querubins, nem dos mais altos Serafins, no Paraíso mesmo. Maria é o paraíso de Deus e Seu mundo inefável, onde o Filho de Deus entrou para lá operar maravilhas, para o guardar e comprazer-Se lá. Ele fez um mundo para o homem viandante, que é este [em que estamos]; Ele fez um mundo para o homem bem-aventurado, que é o Paraíso; mas Ele fez um outro para Si, ao qual deu o nome de Maria; mundo desconhecido a quase todos os mortais, e incompreensível a todos os Anjos e bem-aventurados, lá no Céu, que, na admiração de ver Deus tão elevado e tão distanciado deles todos, tão separado e tão recluso em Seu mundo, a divina Maria, bradam dia e noite: Santo, Santo, Santo.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;Feliz e mil vezes feliz a alma, cá embaixo, à qual o Espírito Santo revela o segredo de Maria, para o conhecer; e à qual Ele abre e permite penetrar esse jardim fechado, essa fonte selada para nela abeberar-se das águas vivas da graça! Esta alma não encontrará senão Deus somente, sem criatura, nesta amável criatura; mas Deus, ao mesmo tempo infinitamente santo e elevado, infinitamente condescendente e proporcionado à sua fraqueza. Uma vez que Deus está em todo lugar, pode-se encontrá-Lo em todo lugar, até nos infernos; mas não há lugar onde a criatura possa encontrá-Lo mais perto de si e mais proporcionada à sua fraqueza que em Maria, pois foi para este efeito que Ele desceu a Ela. Por toda parte Ele é o Pão dos fortes e dos Anjos; mas em Maria, Ele é o Pão dos filhos.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;Que ninguém imagine, portanto, junto com alguns falsos iluminados, que Maria, sendo criatura, seja um impedimento à união como o Criador; não é mais Maria que vive, é Jesus Cristo só, é Deus só que vive nEla. Sua transformação em Deus ultrapassa mais a de São Paulo e dos outros santos, de que o Céu ultrapassa a Terra em elevação. Maria não foi feita senão para Deus, e tal seria que Ela faça parar uma alma nEla mesma. Pelo contrário, Ela a lança em Deus e a une a Ele com tanto maior perfeição, quanto maior a união da alma com Ela. Maria é o eco admirável de Deus, que não responde senão: Deus, quando alguém grita: Maria, que não glorifica senão a Deus, quando, com Santa Isabel, alguém Lhe chama bem-aventurada. Se os falsos iluminados, que foram miseravelmente enganados pelo demônio até na oração, houvessem sabido encontrar Maria, e por Maria, Jesus, e por Jesus, Deus, eles não teriam tido tão terríveis quedas. Quando se tem uma vez encontrado Maria, e por Maria, Jesus, e por Jesus, Deus Pai, tem-se encontrado todo bem, dizem as almas santas: Inventa, etc. Quem diz a &amp;quot;todo&amp;quot; não faz exceção de nada: toda graça e toda amizade junto a Deus; toda sinceridade contra os inimigos de Deus; toda verdade contra&lt;img title="Imaculado Cora?ao de Maria_a.jpg" src="http://probe3.arautos.org/resource/view?id=12763&amp;amp;size=2" alt="Imaculado Cora?ao de Maria_a.jpg" width="300" height="381" style="border-top-width:0px;border-right-width:0px;border-bottom-width:0px;border-left-width:0px;border-style:initial;border-color:initial;float:right;margin-top:15px;margin-right:15px;margin-bottom:15px;margin-left:15px"&gt; a mentira; toda facilidade e toda vitória contra as dificuldades da salvação; toda doçura e toda alegria nas amarguras da vida.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;Isso não quer dizer que quem encontrou Maria, por meio de uma verdadeira devoção, seja isento de cruzes e de sofrimentos, tal seria; ele é mais assaltado do que qualquer outro, porque Maria, sendo a Mãe dos viventes, dá a todos os Seus filhos pedaços da Árvore da vida, que é a Cruz de Jesus; mas talhando-lhes umas boas cruzes, Ela lhes dá a graça de carregá-las pacientemente e mesmo alegremente; de sorte que as cruzes que Ela dá aos que Lhe pertencem são mais uns doces, ou umas cruzes confeitadas, que cruzes amargas; ou, se eles sentem por um tempo a amargura do cálice que é preciso beber necessariamente para ser amigo de Deus, a consolação e a alegria, que esta boa Mãe faz suceder à tristeza, os anima infinitamente a levar cruzes ainda mais pesadas e amargas.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:rgb(153, 51, 0)"&gt;&lt;strong&gt;Conclusão&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify"&gt;A dificuldade está, portanto, em saber encontrar verdadeiramente a divina Maria, para encontrar toda graça abundante. Deus, sendo Senhor absoluto, pode comunicar por Ele mesmo o que Ele não comunica ordinariamente senão por Maria; não se pode negar, sem temeridade, que Ele o faça mesmo algumas vezes; entretanto, segundo a ordem que a divina Sabedoria estabeleceu, Ele não se comunica ordinariamente aos homens senão por Maria na ordem da graça, como diz São Tomás. É necessário, para subir e se unir a Ele, servir-se do mesmo meio de que Ele Se serviu para descer a nós, para se fazer homem e para nos comunicar Suas graças; e este meio é uma verdadeira devoção à Santa Virgem.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;em&gt;Autor: São Luís Maria G. de Montfort - O Segredo de Maria&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;div&gt;&lt;font face="georgia, serif"&gt;Em CRISTO,&lt;br&gt;Allan Lopes.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Contato:&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="georgia, serif"&gt;Skype: allan.seminarista&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Facebook: &lt;/font&gt;&lt;span style="font-family:georgia, serif"&gt;&lt;a href="https://www.facebook.com/allanlopesdossantos" target="_blank"&gt;https://www.facebook.com/allanlopesdossantos&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div&gt;&lt;font face="georgia, serif"&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;  &lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font face="georgia, serif"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=2610612921958060084" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;Twitter: &lt;a href="http://twitter.com/#!/semallan" target="_blank"&gt;http://twitter.com/semallan&lt;/a&gt;&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;div&gt;&lt;font face="georgia, serif"&gt;&lt;b&gt;Tel.: (Oi) &lt;a href="tel:21%208781-1983" value="+552187811983" target="_blank"&gt;21 8781-1983&lt;/a&gt; / (Tim) &lt;a href="tel:21%208039-7515" value="+552180397515" target="_blank"&gt;21 8039-7515&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;---&lt;br&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;Acesse:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;a href="http://www.avidasacerdotal.com/" target="_blank"&gt;A VIDA SACERDOTAL&lt;/a&gt; &lt;/div&gt; &lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;a href="http://www.avidasacerdotal.com/" target="_blank"&gt;http://www.avidasacerdotal.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;a href="http://semallan.blogspot.com/" target="_blank"&gt;LAVS DEO&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;a href="http://semallan.blogspot.com/" target="_blank"&gt;http://semallan.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;a href="http://www.salvemaliturgia.com/" target="_blank"&gt;SALVEM A LITURGIA!&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;a href="http://www.salvemaliturgia.com/" target="_blank"&gt;http://www.salvemaliturgia.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;a href="http://asceseemistica.blogspot.com/" target="_blank"&gt;ASCESE E MÍSTICA&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;a href="http://asceseemistica.blogspot.com/" target="_blank"&gt;http://asceseemistica.blogspot.com/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;a href="http://padrepauloricardo.org/" target="_blank"&gt;PADRE PAULO RICARDO&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;a href="http://padrepauloricardo.org/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color:rgb(0, 0, 0)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://padrepauloricardo.org/" target="_blank"&gt;http://padrepauloricardo.org/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;font face="georgia, serif"&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;span style="font-family:georgia, serif"&gt;&lt;b&gt;FRATERNITAS SACERDOTALIS SANCTI PETRI&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;font face="georgia, serif"&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;a href="http://www.fssp.org/" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;http://www.fssp.org/&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;font face="georgia, serif"&gt;&lt;b&gt;&lt;img src="http://petrusbruderschaft.eu/media/Wappen%20FSSP.jpg"&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/864046953440412964-951267438090822654?l=asceseemistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://asceseemistica.blogspot.com/2011/10/necessitamos-nos-santificar-por-maria.html</link><author>noreply@blogger.com (Allan Lopes dos Santos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-864046953440412964.post-8508759720119738221</guid><pubDate>Mon, 17 Oct 2011 00:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-16T17:46:12.897-07:00</atom:updated><title>Sacrilégio e profanação na sacristia de uma paróquia que fica próxima da Basílica de São João de Latrão.</title><description>&lt;font class="Apple-style-span" face="georgia, serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 14px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;p style="text-align: center;font-size: 14px; line-height: 1.4em; font-family: &amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; "&gt; &lt;img border="0" title="INDIGNATI: ROMA, DITRUTTA STATUETTA MADONNA IN VIA LABICANA" src="http://fratresinunum.files.wordpress.com/2011/10/italia.jpg?w=622&amp;amp;h=411" alt="" style="max-width: 100%; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: right; font-size: 14px; line-height: 1.4em; font-family: &amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; "&gt; &lt;strong&gt;Com informações de Folha de São Paulo e Corriere della Sera.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-size: 14px; line-height: 1.4em; font-family: &amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; "&gt; Roma, 15 de outubro de 2011: Manifestantes italianos colocaram fogo em um anexo do ministério da Defesa, destruíram vitrines de lojas e incendiaram dois carros durante protestos dos &amp;quot;indignados&amp;quot;, que terminaram em violência em pleno centro de Roma. Os incidentes ocorreram perto do Coliseu, onde estima-se que ao menos 100 mil pessoas protestaram em meio ao dia mundial das manifestações contra a precariedade e o poder das finanças, em um contexto de crise global. O movimento dos &amp;quot;indignados&amp;quot; -- nascido em Madri em maio e imitado por outros grupos, como &amp;quot;Ocupe Wall Street&amp;quot;, nos Estados Unidos -- quer converter o 15 de outubro em um dia simbólico, com protestos em locais emblemáticos, como a Wall Street, em Nova York, a City de Londres e o BCE em Frankfurt.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; font-size: 14px; line-height: 1.4em; font-family: &amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; "&gt;Nem uma imagem da Santíssima Virgem e um pequeno Crucifixo ficaram ilesos.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; font-size: 14px; line-height: 1.4em; font-family: &amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; "&gt;Um grupo de jovens encapuzados, portando bastões, arrombaram o salão paroquial da Igreja dos Santos Marcelino e Pedro, próxima à Basílica de São João de Latrão, e tomaram uma pequena estátua de Nossa Senhora de Lourdes e um Crucifixo para, então, quebrá-los na rua, diante de todos. Na calçada, com o rosto desfigurado, restou apenas a estátua em mil pedaços.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; font-size: 14px; line-height: 1.4em; font-family: &amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; "&gt;O Vigário de Roma, Cardeal Agostino Vallini, condenou a &amp;quot;blasfêmia e profanação&amp;quot;. Rezemos em reparação, desagravando assim os tão ultrajados Sagrados Corações de Jesus e Maria.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; font-size: 14px; line-height: 1.4em; font-family: &amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; "&gt;Foto: &lt;a href="http://www.corriere.it/gallery/cronache/10-2011/scontri/4/madonnina-distrutta_348b466c-f768-11e0-9ce3-b3213c3a5a87.shtml#2" target="_blank" style="text-decoration: underline; "&gt;Corriere della Sera&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/span&gt;&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/864046953440412964-8508759720119738221?l=asceseemistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://asceseemistica.blogspot.com/2011/10/sacrilegio-e-profanacao-na-sacristia-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Allan Lopes dos Santos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-864046953440412964.post-2127549563660865385</guid><pubDate>Mon, 17 Oct 2011 00:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-16T17:42:08.884-07:00</atom:updated><title>Bento XVI proclama Ano da Fé.</title><description>&lt;font class="Apple-style-span" face="georgia, serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 14px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;div style="margin-top: 1em; max-width: 560px; "&gt; &lt;p style="text-align: justify; font-size: 14px; line-height: 1.4em; font-family: &amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-size: 14px; line-height: 1.4em; font-family: &amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-size: 14px; line-height: 1.4em; font-family: &amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; "&gt;&lt;em&gt;Via &lt;a href="http://fratresinunum.com/2011/10/16/bento-xvi-proclama-ano-da-fe/"&gt;Fratres in Unum&lt;/a&gt;&lt;br&gt; Confirmada a notícia já adiantada &lt;a href="http://fratresinunum.com/2011/06/24/2012-ano-da-fe/" target="_blank" style="text-decoration: underline; "&gt;aqui&lt;/a&gt; no mês de junho.&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.news.va/en/news/benedict-xvi-declared-a-year-of-faith" target="_blank" style="text-decoration: underline; "&gt;&lt;br&gt; &lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-size: 14px; line-height: 1.4em; font-family: &amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; "&gt; &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.news.va/en/news/benedict-xvi-declared-a-year-of-faith" target="_blank" style="text-decoration: underline; "&gt;News.va&lt;/a&gt; - Tradução: &lt;a href="http://fratresinunum.com/" target="_blank" style="text-decoration: underline; "&gt;Fratres in Unum.com&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; | Cidade do Vaticano - O Papa Bento XVI proclamou, neste domingo, um &amp;quot;Ano da Fé&amp;quot;, começando em 11 de outubro de 2012 para marcar o quinquagésimo aniversário da abertura do Concílio Vaticano II, que aprovou importantes reformas na Igreja Católica.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; font-size: 14px; line-height: 1.4em; font-family: &amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; "&gt;&amp;quot;Gostaria de anunciar que decidiu decretar um ano da fé&amp;quot;, disse o Papa em sua homilia, dirigindo-se, numa missa na basílica de São Pedro, a cerca de 8 mil delegados participantes de uma conferência organizada pelo Vaticano sobre a evangelização.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; font-size: 14px; line-height: 1.4em; font-family: &amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; "&gt;Ele afirmou que isso daria &amp;quot;um maior impulso à missão de toda a Igreja de trazer o homem para fora do deserto em que frequentemente ele se encontra, em direção à vida e à amizade com Cristo, que nos dá esta vida em toda a sua variedade&amp;quot;.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; font-size: 14px; line-height: 1.4em; font-family: &amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; "&gt;O ano começará em 11 de outubro de 2010 e terminará em 24 de novembro de 2013.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify; font-size: 14px; line-height: 1.4em; font-family: &amp;#39;Helvetica Neue&amp;#39;, Helvetica, Arial, sans-serif; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; "&gt;&amp;quot;Será um momento de graça e de engajamento por um movimento sempre mais pleno em direção a Deus, para fortalecer a fé Nele e anunciá-la com alegria ao homem moderno&amp;quot;, disse o Papa, que frequentemente enfatiza a necessidade de evangelização.&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/864046953440412964-2127549563660865385?l=asceseemistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://asceseemistica.blogspot.com/2011/10/bento-xvi-proclama-ano-da-fe.html</link><author>noreply@blogger.com (Allan Lopes dos Santos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-864046953440412964.post-4788161058278250888</guid><pubDate>Sat, 15 Oct 2011 06:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-14T23:07:57.803-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">esp</category><title>Santa Teresa Dávila</title><description>&lt;div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 14px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; width: 1006px;"&gt; &lt;tbody style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;tr style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt; &lt;td style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;img alt="SANTA TERESA DE JESUS" height="159" src="http://dev.arautos.org.br/arautos.org.br/resources/file_62873_Teresa-de-%c3%81vila-Botton.jpg" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" width="640" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
Santa Tereza nasceu em Ávila, na Espanha, no ano de 1515. A educação que os pais deram a ela e ao irmão Roderico, foi a mais sólida possível. Acostumada desde pequena à leitura de bons livros, o espírito da menina&amp;nbsp;&amp;nbsp;não conhecia maior&amp;nbsp;&amp;nbsp;encanto que o da vida dos&amp;nbsp;&amp;nbsp;santos mártires.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Tanto a impressionou esta leitura que, desejosa de encontrar o martírio, combinou com o irmão a fuga da casa paterna, plano que&amp;nbsp;&amp;nbsp;realmente tentaram executar, mas que se tornou irrealizável, dada a vigilância dos pais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A idéia e o desejo do martírio ficaram, entretanto, profundamente gravados no coração da&amp;nbsp;&amp;nbsp;menina. Quando tinha 12 anos, perdeu a boa mãe. Prostrada diante da imagem de Nossa Senhora,&amp;nbsp;&amp;nbsp;exclamou: "Mãe de misericórdia, a vós escolho para serdes minha Mãe.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Aceitai esta pobre órfazinha no número das vossas&amp;nbsp;&amp;nbsp;filhas".&amp;nbsp;&amp;nbsp;A proteção admirável que experimentou durante toda a vida, da parte de Maria Santíssima,&amp;nbsp;&amp;nbsp;prova que esse pedido foi atendido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus permitiu que Teresa por algum tempo, enfastiando-se dos livros religiosos, desse preferência a&amp;nbsp;&amp;nbsp;uma leitura profana, que poderia&amp;nbsp;&amp;nbsp;pôr-lhe em perigo a alma. Também umas relações demasiadamente íntimas com parentes, um tanto levianas, levaram-na ao terreno escorregadio da vaidade.&amp;nbsp;&amp;nbsp;O resultado disto tudo foi ela perder o primitivo fervor,&amp;nbsp;entregar-se ao bem-estar, companheiro fiel da ociosidade, sem entretanto chegar ao extremo de perder&amp;nbsp;&amp;nbsp;a inocência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pai, ao notar a grande mudança que verificava na filha,&amp;nbsp;&amp;nbsp;entregou-a aos cuidados&amp;nbsp;&amp;nbsp;das&amp;nbsp;&amp;nbsp;religiosas agostinianas.&amp;nbsp;&amp;nbsp;A conversão foi imediata e firme. Uma grave enfermidade obrigou-a a&amp;nbsp;&amp;nbsp;voltar para a casa paterna. Durante esta doença, percebeu o profundo desejo de abandonar o mundo e&amp;nbsp;&amp;nbsp;servir a Deus, na solidão dum claustro. O pai, porém,&amp;nbsp;opôs-se a esse plano, no que foi contrariado por Teresa, que fugiu de casa, para se internar num mosteiro das Carmelitas, em Ávila. No meio do caminho lhe sobreveio uma grande repugnância pela vida religiosa, e por um pouco teria desistido da idéia. Vendo em tudo isto uma cilada do inimigo de Deus e dos homens,&amp;nbsp;&amp;nbsp;seguiu resolutamente o caminho e ao transpor o limiar do mosteiro,&amp;nbsp;&amp;nbsp;os receios e&amp;nbsp;&amp;nbsp;escrúpulos deram lugar a uma grande calma e alegria no coração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o tempo do noviciado,&amp;nbsp;&amp;nbsp;foi provada por outro relaxamento no fervor religioso que, aliás,&amp;nbsp;&amp;nbsp;pouco tempo durou.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Deus mais uma vez lhe tocou o coração, mas de uma maneira tão sensível que Teresa, debulhada em lágrimas, prostrada diante do crucifixo, disse; " Senhor, não me levanto do lugar onde estou,&amp;nbsp;&amp;nbsp;enquanto não me concederdes a graça e fortaleza&amp;nbsp;&amp;nbsp;bastantes, para não cair mais em pecado e servir-vos de todo coração, com zelo e constância".&amp;nbsp;&amp;nbsp;A oração foi ouvida e de uma vez para sempre, ficou extinto no coração de Teresa o amor ao mundo e às criaturas e restabelecido o zelo pelas coisas de Deus, do seu santo serviço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi-lhe revelado que essa conversão era o resultado da intercessão de Maria Santíssima e&amp;nbsp;&amp;nbsp;de São José. Por isso, teve sempre profunda devoção a S. José e muito trabalhou para difundir este culto na Igreja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Profunda era a dor que sentia dos pecados cometidos e dolorosas eram as penitências que fazia, se bem que os confessores&amp;nbsp;&amp;nbsp;opinassem que nenhuma dessas faltas chegava a ser grave.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Em visões lhe foi mostrado o lugar no inferno, que lhe teria sido reservado, se tivesse seguido o caminho das vaidades. De tal maneira se&amp;nbsp;&amp;nbsp;impressionou com esta revelação, que resolveu restabelecer a Regra carmelitana,&amp;nbsp;&amp;nbsp;em todo o rigor primitivo. Esse plano, embora tivesse a aprovação do papa Pio IV,&amp;nbsp;&amp;nbsp;a mais decisiva resistência encontrou da parte do clero e&amp;nbsp;&amp;nbsp;dos religiosos. Teresa, porém,&amp;nbsp;&amp;nbsp;tendo a intenção de agir por vontade de Deus, pôs mãos à obra e venceu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trinta e dois&amp;nbsp;&amp;nbsp;mosteiros (17 femininos e 15 masculinos) foram por ela fundados e outros tantos reformados.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Em todos, tanto no convento dos religiosos, como das religiosas, entrou em vigor a&amp;nbsp;&amp;nbsp;antiga regra. São João da Cruz foi quem assumiu e escreveu as regras para o segmento masculino, a pedido de Santa Teresa.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em sua biografia há capítulos ( os 11 e os seguintes), que dão testemunho da intensidade da&amp;nbsp;&amp;nbsp;sua vida interior.&amp;nbsp;&amp;nbsp;O que diz sobre os quatro degraus da oração, isto é, sobre o recolhimento, a&amp;nbsp;quietação, a união e o arrebatamento, é realmente aquilo que a oração da sua festa chama "pábulo da celeste doutrina". Graças extraordinárias a acompanhavam constantemente como fossem: comunicações diretas divinas, visões, presença visível de Cristo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um anjo traspassou seu coração com uma seta de fogo, fato este que a Ordem carmelitana comemora na festa da transverberação do coração de Santa Teresa, em 27 de agosto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Doloroso foi o caminho da cruz pelo qual a&amp;nbsp;&amp;nbsp;Divina Providência a quis levar e não faltou quem lhe envenenasse as&amp;nbsp;&amp;nbsp;mais retas intenções, quem em suas medidas de&amp;nbsp;&amp;nbsp;reforma visse obra do demônio, e intervenção direta diabólica. A calma lhe voltou, quando em 1559, se confiou à direção de São Pedro de Alcântara.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não tardou que, em 1576, no seio da Ordem se levantasse uma grande tempestade contra a reforma. Veio a proibição de novas fundações, e Teresa viu-se obrigada a se recolher a um dos conventos.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Parecia ter-se declarado o fracasso da sua obra: Foi, quando interveio o rei Felipe II. A perseguição afrouxou só pouco a pouco e, em 1580, o Papa Gregório XIII declarou autônoma a província carmelitana descalça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta obra sobre-humana não teria tido o resultado brilhante que teve, se não fosse a&amp;nbsp;&amp;nbsp;execução da vontade divina e se Teresa não tivesse sido toda de Deus, possuidora das mais excelentes e sólidas virtudes, dotada de grande inteligência e senhora de profundos conhecimentos teológicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Santa Teresa teve o dom de&amp;nbsp;&amp;nbsp;ler nas consciências e predizer coisas futuras, não lhe faltou a cruz dos sofrimentos físicos e morais. No seio das maiores provações, nas ocasiões em que lhe parecia ter sido abandonada pelo céu e pela terra, era imperturbável sua paciência e conformidade com a vontade de Deus. No SS. Sacramento, achava a forma necessária para a luta e para a vitória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob&amp;nbsp;&amp;nbsp;o impulso de uma graça especial fez o voto de fazer sempre aquilo que a consciência lhe dizia ser o mais alto grau da vida mística. Os numerosos escritos, asseguraram-lhe um dos primeiros lugares entre os místicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oito anos antes de deixar este mundo, foi-lhe revelada a hora da morte. Sentindo esta se aproximar, dirigiu uma fervorosa ordem&amp;nbsp;&amp;nbsp;a todos os conventos de sua fundação ao ou reforma. Com muita devoção recebeu os santos Sacramentos, e constantemente rezava jaculatórias sobre esta: " Meu Senhor, chegou afinal a hora desejada, que traz a&amp;nbsp;&amp;nbsp;felicidade de ver-vos eternamente." – Sou uma filha de Vossa Igreja. Como filha de Igreja Católica, quero morrer."&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Senhor, não me rejeiteis a Vossa face. Um coração contrito e humilhado não haveis de desprezar".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Santa Teresa morreu em 1582, na idade de 67 anos. Logo após sua morte, o corpo da Santa exalava um perfume deliciosíssimo. Até o presente dia se conserva intacto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seu coração, apresentando larga e profunda ferida, acha-se guardado num precioso relicário na Igreja das Carmelitas em Alba.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/864046953440412964-4788161058278250888?l=asceseemistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://asceseemistica.blogspot.com/2011/10/santa-teresa-davila.html</link><author>noreply@blogger.com (Allan Lopes dos Santos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-864046953440412964.post-6053567234422792662</guid><pubDate>Fri, 14 Oct 2011 23:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-14T16:57:07.645-07:00</atom:updated><title>Fotos do corpo incorrupto de Santa Narcisa de JESUS</title><description>&lt;font class="Apple-style-span" face="georgia, serif"&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="georgia, serif"&gt;Veja mais &lt;a href="https://picasaweb.google.com/100017162040314934135/CORPOINCORRUPTODASANTANARCISADEJESUS"&gt;neste link&lt;/a&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="georgia, serif"&gt;&lt;img src="https://lh5.googleusercontent.com/-FLvmGEApx6M/SYJFQHKCAoI/AAAAAAAAXTk/CpFNfspmcQA/s512/15089681_743x768.jpg"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;font class="Apple-style-span" face="georgia, serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="georgia, serif"&gt;&lt;img src="https://lh3.googleusercontent.com/-HtCnZD_AqYo/Sa7zU0lpoCI/AAAAAAAAczs/gL3F-nZ4eXA/s512/Beata_Narcisa_de_Jesus__1955.jpg"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="georgia, serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="georgia, serif"&gt;&lt;img src="https://lh5.googleusercontent.com/-r87evxWUeso/Sa2ZCtmR2rI/AAAAAAAAcmA/9qL9eje5FvE/s640/Narcisa%252520de%252520Jesus%25252C%252520Urna2_1024x768.jpg"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="georgia, serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="https://lh3.googleusercontent.com/-ZlwmwExEsjY/Sa2ZNL2BdxI/AAAAAAAAcmo/2IhNK-BaXo0/s720/Narcisa%252520de%252520Jesus%25252C%252520Urna_1024x718.jpg"&gt;&lt;/div&gt; &lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/864046953440412964-6053567234422792662?l=asceseemistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://asceseemistica.blogspot.com/2011/10/fotos-do-corpo-incorrupto-de-santa.html</link><author>noreply@blogger.com (Allan Lopes dos Santos)</author><media:thumbnail url="https://lh5.googleusercontent.com/-FLvmGEApx6M/SYJFQHKCAoI/AAAAAAAAXTk/CpFNfspmcQA/s72-c/15089681_743x768.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-864046953440412964.post-7927794996445467500</guid><pubDate>Fri, 14 Oct 2011 20:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-14T13:28:51.216-07:00</atom:updated><title>Santa Narcisa de Jesús Martillo Morán: "Vim ao mundo para sofrer"</title><description>&lt;font class="Apple-style-span" face="georgia, serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 14px; "&gt;&lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; &lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;Oração, contemplação, grandes penitências e sacrifícios foram os meios pelos quais esta alma eleita cumpriu sua vocação de vítima expiatória e alcançou a glória dos altares. O Papa Bento XVI a canonizará no dia 12 deste mês.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; &lt;em style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;Pe. Ricardo Alberto del Campo Besa, EP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; A escuridão e o silêncio da noite envolviam as compridas e poeirentas ruas de uma importante cidade do litoral equatoriano. Contínuas brisas de verão produziam um suave murmúrio que se misturava com o ruído de folhas secas volteando lentamente ao impulso do vento. Em torno da praça e da catedral vislumbravam-se aristocráticas residências familiares cujos habitantes, nessa hora avançada, encontravam- se já em pleno repouso.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; Da. Silvania Gellibert de Negrete, nobre dama de Guayaquil, se despertou ao ouvir o ruído de fortes pancadas. O que estaria acontecendo na casa a estas horas da madrugada? &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; Pressurosa e assustada, dirigiu-se ao sótão, de onde pareciam provir os sons. Encostou o ouvido à parede, para escutar melhor. Ouviu, então, os estalos de violentas chicotadas e, ao mesmo tempo, fervorosas orações pedindo a Deus perdão pelos pecados dos homens. Atônita e com muita curiosidade, Da. Silvania procurou aguçar a vista e, por uma fenda da parede de madeira, viu sua jovem hóspede ajoelhada diante de um crucifixo, coroada de espinhos, com as costas ensangüentadas, castigando cruelmente seu corpo com um látego de pontas de aço.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; Quem seria essa mulher que se inflige semelhante castigo? Seu nome é Narcisa Martillo Morán. Trata-se de uma alma&lt;/p&gt;&lt;table border="0" align="right" style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;tbody style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;tr style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;td style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;img title="SANTA NARCISA DE JESUS MARTILO MORAN.jpg" src="http://www.arautos.org/artigo/resource/view?id=6130&amp;amp;size=2" alt="SANTA NARCISA DE JESUS MARTILO MORAN.jpg" width="250" height="365" style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;td style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;Santa Narcisa de Jesús - Coleção privada de&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;td style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;Mons. Roberto Pazmiño Guzmán&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;chamada por Deus para reparar, por meio de extraordinárias penitências, os pecados cometidos em sua época.&lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; &lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;Nasce uma vítima expiatória&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; Transcorria a primeira metade do século XIX. As guerras e as convulsões sociais eclodiam em quantidade na América do Sul. Quando Narcisa nasceu, em 29 de outubro de 1832, havia pouco tempo que o Equador tinha- se transformado em república.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; Foram seus progenitores Pedro Martillo Mosquera e Josefa Morán. Profundamente católicos, abastados e de ilustre ascendência espanhola, viviam numa fazenda no povoado de Nobol, província de Guaias.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; Sexta entre nove irmãos, a menina passou seus primeiros anos na casa paterna. Já na infância, abriu sua alma à voz de Deus, e quando, aos 7 anos, recebeu o Sacramento da Confirmação, passou a aplicar-se em alcançar a santidade, acostumando-se a dedicar longas horas à oração.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; &lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&amp;quot;Ninguém é profeta em sua própria terra&amp;quot;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; Não tardaram, entretanto, a surgir as primeiras dificuldades. &lt;em style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&amp;quot;Ninguém é profeta em sua própria terra&amp;quot;&lt;/em&gt; (Mc 6, 4), ensina o Divino Mestre. Em Santa Narcisa se cumpririam ao pé da letra estas palavras do Redentor.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; Narra-nos uma testemunha da época: &lt;em style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&amp;quot;Narcisa tinha uma irmã, porém, que tremenda irmã! Filhas dos mesmos pais, mas tão diferentes! No meio dos santos surgem também pecadores. Assim saiu a irmã de Narcisa, que foi terrível: gostava dos bailes e tinha muitos namorados. Convidava sua irmã a dançar nas festas que organizava na fazenda, mas ela nunca aceitava. [...] Narcisa brilhava por sua ausência, encontrando habilmente o modo de não participar dos bailes nem dos banquetes que sua irmã organizava&amp;quot;.1&lt;/em&gt;&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; As fugas das ocasiões de pecado e das más companhias, bem como as graças místicas que já marcavam a fundo sua alma, tornaram essa santa jovem alvo de um sem-número de incompreensões, zombarias e falatório de seus próprios familiares.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; &lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;Cumulada de graças extraordinárias&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; As fabulosas paisagens e as mil belezas naturais que lhe oferecia o ambiente familiar influenciaram o espírito contemplativo de Narcisa.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; Com freqüência, ela transformava um frondoso araçazeiro existente perto da fazenda em sua &amp;quot;catedral&amp;quot;, em seu oratório para &amp;quot;elevar a alma a Deus&amp;quot;. Num dia de inverno tropical, recolheu-se à sombra dessa árvore para orar. Absorta em seu convívio com Jesus, não percebeu uma chuva torrencial que começava a encharcar a floresta. Preocupado pela ausência da filha, seu pai saiu à sua procura, mas teve de regressar para casa com as roupas empapadas, sem encontrar seu paradeiro. Dentro de pouco tempo chegou a jovenzinha, também debaixo da chuva, mas, para surpresa de todos, com suas vestimentas totalmente secas! &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; Havia na casa dos Martillo Morán um aposento que, com o consentimento dos pais, Narcisa arranjara como oratório. Encerrada em sua &amp;quot;capela&amp;quot;, ela passava longas horas rezando diante de uma pequena imagem que representava a Divina Infância de Jesus. Seus irmãos, que a espiavam do lado de fora, escutavam às vezes a voz de Alguém que falava com ela. Ao lhe perguntarem com quem conversava, Narcisa respondia com simplicidade: &lt;em style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&amp;quot;Com Ele, com Ele&lt;/em&gt;&amp;quot;. 2 E guardava silêncio... Muitos anos depois, seu diretor espiritual, Mons. Manuel Medina, revelaria que Nosso Senhor &amp;quot;&lt;em style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;a consolava quase diariamente com Sua presença&amp;quot;. 3&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; &lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;Viagem a Guayaquil&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; Movida pela perda prematura dos pais, pelo desejo de encontrar um experimentado diretor de almas que a orientasse em sua vida espiritual e, sobretudo, pelo anelo de santificarse longe de qualquer obstáculo, Narcisa - já então com cerca de 20 anos - decidiu sair do ambiente familiar e mudar-se para Guayaquil.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; Deus serviu-Se da mencionada Da. Silvania Gellibert para satisfazer suas inquietudes. A amizade da jovem com essa nobre dama lhe permitiu renunciar à sua parte da herança paterna e estabelecer-se nessa cidade, onde estava certa de encontrar o que procurava.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; &lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;Difunde-se sua fama de santidade&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;table border="0" align="left" style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;tbody style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;tr style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;td style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;img title="SANTA NARCISA DE JESUS MARTILO MORAN_01.jpg" src="http://www.arautos.org/artigo/resource/view?id=6131&amp;amp;size=2" alt="SANTA NARCISA DE JESUS MARTILO MORAN_01.jpg" width="300" height="176" style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;td style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;Nosso Senhor aproximou Seu coração dos lábios da&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;td style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;Santa dizendo-lhe: &amp;quot;Jamais concedi igual graça a uma&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;td style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;alma&amp;quot;.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;td style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;Vitral do Santuário de Santa Narcisa de Jesús - Nobol&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;td style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;Equador - Fotos: Arquivos Arautos do Evangelho&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Em Guayaquil, viveu em vários lugares. As famílias que a acolhiam ofereciam-lhe confortáveis aposentos, porém, ela sempre os recusava. Em seu ardente desejo de passar despercebida, preferiu transformar o estreito e calorento sótão dos anfitriões em seu local de oração, de trabalho, de árduas e dolorosas penitências.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; No entanto, é impossível &amp;quot;tapar o sol com a peneira&amp;quot;... Em qualquer lugar onde ela se encontrasse, espalhavam-se rapidamente sua fama de santidade e &amp;quot;o bom odor de Jesus Cristo&amp;quot; que emanam de suas virtudes.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; As pessoas que a rodeavam começavam a ter-lhe muito respeito e até veneração.&lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; &lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;Mansidão e humildade de coração&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; Apesar de ter anteriormente usufruído de uma cômoda fortuna, Narcisa dedicou- se ao humilde ofício de costureira em Guayaquil. Passava até altas horas da noite, à luz de um candeeiro, trabalhando para as damas da sociedade. Estas, não poucas vezes vaidosas e caprichosas, obrigavam-na a desmanchar um vestido já concluído e costurá-lo de novo, com algumas modificações... O que ela fazia com inteira mansidão.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; Além de uma humildade profunda e sincera, a alma de Narcisa estava adornada com outras virtudes características dos bem-aventurados. Segundo os que a conheceram, ela era &lt;em style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&amp;quot;muito amável e alegre&amp;quot;, &amp;quot;de caráter doce e aprazível&amp;quot;, &amp;quot;sumamente boa e obediente&amp;quot;, &amp;quot;muito caritativa&amp;quot;, &amp;quot;bondosa e compassiva&amp;quot;,&lt;/em&gt; mas sobretudo &lt;em style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&amp;quot;extremamente piedosa&amp;quot;. 4&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; &lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;Suas três grandes devoções&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; A espiritualidade da humilde costureira se fundamentava em três firmes alicerces: uma arraigada devoção ao Santíssimo Sacramento, ao Coração de Jesus e à Santíssima Virgem, Mãe de Misericórdia. Tinha sempre consigo um terço e o desfiava com atenção e serenidade uma infinidade de vezes, ao longo de sua vida.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; Convém salientar que, embora sendo simples leiga, seguiu desde muito jovem os conselhos evangélicos de pobreza, castidade e obediência. A estes, somaram-se outros propósitos que praticou com todo rigor: &amp;quot;&lt;em style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;de clausura, até mesmo para não sair de seu quarto, de isolamento, de jejum a pão e água, de comunhão diária, de confissão, de mortificação e de oração&amp;quot;.5&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; &lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;Imitadora da Paixão do Redentor&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; Em 1853, Sua Santidade Pio IX beatificou Mariana de Jesús Paredes y Flores, a &amp;quot;&lt;em style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;Açucena de Quito&lt;/em&gt;&amp;quot;. Levantou- se em todo o país uma forte onda de devoção e entusiasmo por essa que, mais tarde, seria a primeira equatoriana canonizada. Sua vida de intensa penitência e oração cativou muitas almas, entre elas a de Narcisa de Jesús, que se propôs imitá-la. &amp;quot;&lt;em style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;E o Senhor a favoreceu tanto para cumprir esse propósito, que basta ler a vida de Mariana para conhecer as virtudes de Narcisa&lt;/em&gt;&amp;quot; - comenta seu biógrafo.6 &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; Tomando conhecimento da vida dessa santa de Quito, Narcisa - então com 21 anos - compreendeu que a Divina Providência lhe dera a sublime vocação de imolar-se como vítima expiatória.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; Ela começou, então, um severo regime de penitências e sacrifícios corporais. Usava diariamente cilícios em todas as partes de seu corpo virginal, a ponto de não conseguir fazer um movimento sequer sem sentir dor. Flagelava-se sem piedade com látego de pontas de aço até derramar sangue em tal abundância que este se escoava &lt;em style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&amp;quot;pelas fendas do piso de madeira, chegando assim a manchar o forro do piso inferior&amp;quot;.&lt;/em&gt;7 Não contente com semelhante penitência, seu desejo de desagravar, de reparar as faltas alheias a levava a crucificar-se e coroar-se de espinhos...&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; Foi muitas vezes surpreendida por seus familiares e conhecidos na prática de atos como esses. Apavorados, ao presenciar cenas tão tremendas e singulares, perguntavam-lhe por que fazia isso.&lt;em style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&amp;quot;Vim ao mundo para sofrer&amp;quot;&lt;/em&gt; - respondia-lhes com simplicidade a Santa, sempre com o rosto sereno e aprazível.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; &lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;Vida mística e perseguição do demônio&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; Em recompensa por tão grandes imolações, Deus lhe concedia graças muito peculiares. Entrava em êxtase após receber Nosso Senhor Jesus Cristo, na Eucaristia, ou simplesmente ao pôr-se em oração. Era necessário sacudi-la fortemente para fazê-la voltar a si.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; Por outro lado, Narcisa foi também muito perseguida pelo espírito infernal. O demônio lhe armava ciladas para afastá-la do caminho de santidade, interrompia com estrépitos suas orações, espancava-a cruelmente, sujava seu quarto, mas ela saía sempre vitoriosa de todas essas vexações.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; &lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&amp;quot;Se queres ser santa, vai para o Patronato&amp;quot;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; Sua última viagem, ela a fez por motivos de direção espiritual.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; Encontrava-se na &amp;quot;noite escura&amp;quot;, que assalta tantas almas virtuosas, quando Frei Pedro Gual - nessa época, comissário e visitador geral dos franciscanos na América do Sul - convidou-a a viajar para Lima, e estabelecer-se numa comunidade de terciárias da Ordem Dominicana. &lt;em style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&amp;quot;Se queres ser santa, vai para o Patronato&lt;/em&gt;&amp;quot;, disse-lhe o frade. 8&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; Narcisa passou seus últimos meses nesse convento da capital peruana, vivendo como uma observante religiosa de clausura, embora fosse uma simples secular. Ali intensificou suas orações, mortificações e sacrifícios, com o único desejo de clamar misericórdia e perdão pelos pecadores, e alcançar, a todo custo, a santidade.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; &lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&amp;quot;Jamais concedi igual graça a uma alma&amp;quot;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; Enquanto Narcisa redobrava suas penitências, as manifestações sobrenaturais aumentavam de forma extraordinária. Era-lhe cada vez mais fácil entrar em êxtase. Começou a gozar de dons muito especiais, como o de profecia, discernimento dos corações... Tinha visões e aparições de Jesus e de Sua Mãe Santíssima.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; Certo dia, quando fazia, absorta, a ação de graças depois de ter comungado, no fim de seu retiro espiritual, apresentou-&lt;/p&gt;&lt;table border="0" align="right" style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;tbody style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;tr style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;td style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;img title="SANTA NARCISA DE JESUS MARTILO MORAN_5.JPG" src="http://www.arautos.org/artigo/resource/view?id=6134&amp;amp;size=2" alt="SANTA NARCISA DE JESUS MARTILO MORAN_5.JPG" width="300" height="254" style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;td style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;    &lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;No Santuário de Santa Narcisa de Jesús, em Nobol,&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;td style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;   Equador, milhares de fiéis acorreram para venerar&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;td style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;   seu corpo incorrupto&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Se diante dela o Rei dos reis, envolto numa inefável e deslumbrante claridade. Com muita doçura e um suave sorriso, Nosso Senhor Jesus Cristo &lt;em style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&amp;quot;tirou da cavidade do peito o Seu Coração&lt;/em&gt;&amp;quot; 9, aproximou-o dos lábios da Santa e o deu a beijar, dizendo- lhe: &amp;quot;&lt;em style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;Jamais concedi igual graça a uma alma&amp;quot;. 10&lt;/em&gt;&lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; &lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;Sua viagem definitiva: a eternidade&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; Em um de seus costumeiros arrebatamentos, em 24 de setembro de 1869, apareceram-lhe o Salvador e Nossa Senhora. Pediram-lhe que manifestasse um desejo, alguma graça especial que quisesse obter. Então, Santa Narcisa, movida pela caridade, pediu por seus próximos, mas rogou também a graça de ir logo para o Céu.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; Seus pedidos foram atendidos diligentemente. Após essa revelação sobrenatural, ela caiu enferma, com agudas febres que aumentavam a cada dia.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; Chegou assim à noite de 8 de dezembro de 1869, festa da Imaculada Conceição e data da inauguração do Concílio Vaticano I, por cujo bom êxito Narcisa oferecia seus últimos sofrimentos. Quando no convento apagavam- se as candeias e as terciárias dominicanas se recolhiam para repousar, uma delas, admirada e assustada, procurou a superiora e lhe comunicou que tinha visto sair do quarto da Santa uns raios indescritíveis de luz, enquanto um agradável aroma inundava todo o claustro.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; A religiosa foi verificar o que ocorria e &amp;quot;&lt;em style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;ao abrir a porta do quarto de Narcisa, viu a mesma claridade que se notava do lado de fora e sentiu que ali a fragrância era maior; ela tinha falecido, abrasada pela febre de seu corpo e, sobretudo, pelo ardor do amor divino&amp;quot;.11&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;/em&gt;&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; Seus restos mortais irradiavam uma intensa luz e exalavam um discreto perfume, fazendo pressagiar sua entrada no coro dos Anjos e dos Santos. Ao ser exumado, anos depois seu corpo apareceu incorrupto, com um sorriso esboçado nos lábios.&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; &lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&amp;quot;Quem se humilha, será exaltado&amp;quot;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; O Servo de Deus João Paulo II sintetizou, com palavras de admiração e de glória, o singular chamado de Deus a Santa Narcisa e a fidelidade com a qual ela o recebeu:&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;em style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&amp;quot;Nesta jovem equatoriana, que viveu apenas 37 anos, entre contínuas mortificações e duras penitências corporais, encontramos a aplicação da sabedoria da cruz em cada instante da vida. Ela estava firmemente persuadida de que o caminho da santidade passa pela humilhação e pela abnegação, isto é, pelo sentir-se crucificada por Cristo. [...] &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; &amp;quot;A espiritualidade de Narcisa de Jesús está baseada no esconder-se aos olhos do mundo, vivendo na mais profunda humildade e pobreza, oferecendo ao Senhor suas penitências como holocausto para a salvação dos homens.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; Hoje, porém, cumprem-se verdadeiramente para a Beata as palavras que escutamos no Evangelho: 'Quem se humilha, será exaltado&amp;#39;&lt;/em&gt;&amp;quot;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; &lt;em style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;(Homilia na Missa de beatificação, 25/10/1992).&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-align: justify; "&gt; &lt;em style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;1 PAZMIÑO GUZMÁN, Roberto. Itinerario de una vida. Guayaquil: Vicepostulación de la Causa de Canonización de la Beata Narcisa de Jesús, 2007. p. 36.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; 2 PAZMIÑO GUZMÁN, Roberto. La Beata Narcisa, o.c. Guayaquil: Justicia y Paz, 2002. p. 21.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; 3 PAZMIÑO GUZMÁN, Roberto. Una mujer de nuestro pueblo. Guayaquil: Editora &amp;quot;Asociados&amp;quot;, 2002. p. 49.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; 4 Idem. p. 55.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; 5 Idem. p. 151.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; 6 Idem. p. 52.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; 7 Idem. p. 122.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; 8 Idem. p. 129.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; 9 Idem. p. 187.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; 10 Idem, ibidem.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; 11 PAZMIÑO GUZMÁN, Itinerario de una vida. Guayaquil: Vicepostulación de la Causa de Canonización de la Beata Narcisa de Jesús, 2007.&lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; "&gt; p. 23.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/864046953440412964-7927794996445467500?l=asceseemistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://asceseemistica.blogspot.com/2011/10/santa-narcisa-de-jesus-martillo-moran.html</link><author>noreply@blogger.com (Allan Lopes dos Santos)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-864046953440412964.post-2511937917992326772</guid><pubDate>Wed, 12 Oct 2011 01:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-11T18:57:44.412-07:00</atom:updated><title>[Cardeal Piacenza] A formação sacerdotal</title><description>&lt;font class="Apple-style-span" face="georgia, serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; "&gt;&lt;h5&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 9px; "&gt;Conversa com seminaristas de Los Angeles&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt; &lt;div&gt;&lt;p&gt;LOS ANGELES, terça-feira, 11 de outubro de 2011 (&lt;a href="http://www.zenit.org/" target="_blank" style="color: rgb(17, 65, 112); "&gt;ZENIT.org&lt;/a&gt;) – A primazia de Deus é fundamental na formação sacerdotal, que deve priorizar a formação humana e reservar um lugar central a uma formação intelectual sem enganos, afirmou o prefeito da Congregação para o Clero, cardeal Mauro Piacenza, em colóquio informal com os seminaristas de Los Angeles.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O purpurado participou da reunião anual de sacerdotes hispânicos em serviço nos Estados Unidos, a convite do novo arcebispo da arquidiocese de Los Angeles.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Antes de escutar e responder às perguntas dos seminaristas, o cardeal afirmou que a santidade é a verdadeira prioridade e o único recurso possível para a necessária reforma.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O representante vaticano confiou aos seminaristas "o segredo da felicidade, da plena realização da vida sacerdotal: doar tudo, sem conservar nada para si mesmo, a exemplo de Jesus".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Também ofereceu reflexões sobre o que o prefeito da Congregação para o Clero considera fundamental hoje, e sempre, na formação sacerdotal.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Homens de Deus&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O cardeal destacou que "qualquer outra motivação, que também pode acompanhar o início da percepção de um chamado ao sacerdócio, conflui no movimento de total doação ao Senhor e no reconhecimento do seu primado em nossa vida, na vida da Igreja e na vida do mundo".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Explicou ainda que "primado de Deus" significa "primado da oração, da intimidade divina; primado da vida espiritual e sacramental".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"A Igreja não tem necessidade de gestores, mas de homens de Deus", necessidade "de homens crentes e críveis".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"Primado de Deus significa primado da vida sacramental, vivida hoje e oferecida a todos os nossos irmãos".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E destacou que os homens procuram no padre "o que só ele pode dar: a divina Misericórdia, o Pão da vida eterna, um novo horizonte de significado que torne a vida presente mais humana e faça possível a vida eterna".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O cardeal Piacenza indicou que a Igreja precisa de "homens fortes, firmes na fé, capazes de conduzir os irmãos a uma autêntica experiência de Deus".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"A Igreja tem necessidade de sacerdotes que, nas tempestades da cultura dominante, quando a barca de não poucos irmãos é combatida pelas ondas do relativismo, saibam, em comunhão com Pedro, manter firme o timão da própria existência, das comunidades que foram confiadas e dos irmãos que pedem luz e ajuda para o seu caminho de fé".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Formação humana&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além do primado de Deus, "é necessário que a formação humana ocupe o lugar fundamental que lhe cabe".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E advertiu aos seminaristas que as questões não resolvidas (ou não devidamente encaradas) não se resolverão de repente depois da ordenação: "Não é assim! E a experiência demonstra que não".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Também reconheceu a necessidade de "um justo autoconhecimento" na formação humana dos seminaristas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"As ciências humanas podem oferecer uma válida ajuda, mas elas têm necessidade de estar em contato com a Santa Humanidade de Cristo", disse, destacando a importância da adoração eucarística prolongada.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Formação intelectual&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O cardeal prosseguiu indicando que "juntamente com a formação humana, a intelectual é central".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Constatou que nas últimas décadas, a formação intelectual tem ocupado uma importante parte de toda a formação dos seminaristas e que "agora, neste âmbito, é necessário valorizar atentamente as proporções e os equilíbrios".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"Para todos se deseja uma boa formação, mas nem todos os sacerdotes deverão ser teólogos", explicou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essa formação intelectual "deve tender a transmitir os conteúdos certos da fé, argumentando razoavelmente seus fundamentos escriturísticos, os da grande Tradição eclesial e do Magistério, e ser acompanhada pelos exemplos de vida de sacerdotes santos".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O prefeito insistiu que "uma boa e sólida formação teológica, que descubra também o fundamento filosófico da metafísica e não tema acolher toda a Verdade completa, é o melhor antídoto às tantas crises de identidade".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;E destacou a necessidade de usar o Catecismo e de "que a formação intelectual não viva equívocos de nenhum tipo".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Continuidade após o Vaticano II&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sobre o Concílio Vaticano II, o cardeal Piacenza chamou a atenção para as "polarizações, às vezes ideológicas, que a interpretação daquele acontecimento providencial suscitou".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"Vocês provavelmente serão a primeira geração que interpretará corretamente o Concílio Vaticano II, não segundo o 'espírito' do Concílio, que tanta desorientação trouxe à Igreja, mas segundo o que ele realmente disse, em seus textos, para a Igreja e para o mundo", afirmou.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"Não existe um Concílio Vaticano II diferente daquele que produziu os textos que hoje temos nas mãos".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sacerdotes santos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Finalmente, recordou aos seminaristas o exemplo de santos sacerdotes como Agostinho, Ambrósio, Tomás de Aquino, Carlos Borromeo, João Maria Vianney, João Bosco, Pio X, o Padre Pio, José Maria Escrivá e o beato João Paulo II.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;E concluiu: "Vocês serão sacerdotes da Igreja que é formada por tantíssimos sacerdotes santos, que durante os séculos tornaram luminoso, belo e radiante o rosto de Cristo, nosso Senhor, no mundo".&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/864046953440412964-2511937917992326772?l=asceseemistica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://asceseemistica.blogspot.com/2011/10/cardeal-piacenza-formacao-sacerdotal.html</link><author>noreply@blogger.com (Allan Lopes dos Santos)</author><thr:total>0</thr:total></item><language>en-us</language><media:rating>nonadult</media:rating></channel></rss>

