<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-4502101303596917749</atom:id><lastBuildDate>Fri, 03 Dec 2021 02:29:31 +0000</lastBuildDate><category>Manaus</category><category>lgbt</category><category>aids</category><category>amazonas</category><category>fmt</category><category>hiv</category><category>orquídeas</category><category>associação</category><category>coordenação</category><category>homofobia</category><category>2011</category><category>Gabriela Leite</category><category>II Conferência</category><category>ONG</category><category>assassinato 2011</category><category>ação social</category><category>bissexuais</category><category>cidadania</category><category>co-infecção</category><category>conferência nacional lgbt</category><category>discriminação</category><category>dst</category><category>encontro</category><category>escolas</category><category>feminização</category><category>fórum</category><category>gay</category><category>kit homofobia</category><category>lésbicas</category><category>mec</category><category>mulheres</category><category>nome social</category><category>portaria Nº 1.612 de 2011</category><category>presídios</category><category>prostituta</category><category>regimento</category><category>resolução</category><category>rio de janeiro</category><category>seminário</category><category>tb</category><category>transexuais</category><category>travesti</category><category>travestis</category><category>tuberculose</category><category>visita íntima</category><title>Associação Orquídeas GLBT</title><description></description><link>http://orquideasglbt.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Unknown)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>16</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4502101303596917749.post-4902873819261825800</guid><pubDate>Mon, 22 Apr 2013 17:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-04-22T10:36:20.037-07:00</atom:updated><title>teste</title><description>teste</description><link>http://orquideasglbt.blogspot.com/2013/04/teste.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4502101303596917749.post-6210378277345543322</guid><pubDate>Mon, 21 Nov 2011 19:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-21T11:07:09.324-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">mec</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">nome social</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">portaria Nº 1.612 de 2011</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">transexuais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">travestis</category><title>Portaria assegura uso de nome social de transexuais e travestis em órgãos do MEC</title><description>&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PORTARIA Nº 1.612, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso da competência que lhe confere o Art. 87, parágrafo único, incisos I e II, o disposto no Art. 5o, da Constituição Federal, e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONSIDERANDO a Portaria nº 223 de 18 de maio de 2010 do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONSIDERANDO os princípios dos direitos humanos consagrados em instrumentos internacionais, especialmente a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948) e a Declaração da&lt;br /&gt;Conferência Mundial contra o Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e Intolerância Correlata (Durban, 2001);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONSIDERANDO as propostas de ações governamentais contidas no Programa Nacional de Direitos Humanos 3 elaborado em 2010 (PNDH 3) relativas ao Eixo Orientador III: Universalizar Direitos em um Contexto de Desigualdades;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONSIDERANDO o Programa de Combate à Violência e à Discriminação contra Lésbicas, Gays, Transgêneros, Transexuais e Bissexuais e de Promoção da Cidadania Homossexual, denominado &quot;Brasil Sem Homofobia&quot;;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONSIDERANDO o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros e Transexuais - PNLGBT; CONSIDERANDO as resoluções da Conferência Nacional de Educação - Conae 2010 quanto ao gênero e a diversidade sexual;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONSIDERANDO a Portaria 233, datada de 18/05/2010, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão - Mpog, que estabelece o uso do nome social adotado por travestis e transexuais às/aos servidoras/es públicas/os, no âmbito da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional; e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONSIDERANDO o compromisso deste Ministério de desenvolver unidades em sua estrutura para o tratamento das questões de educação em direitos humanos, resolve:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 1º Fica assegurado às pessoas transexuais e travestis, nos termos desta portaria, o direito à escolha de tratamento nominal nos atos e procedimentos promovidos no âmbito do Ministério da Educação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 1º Entende-se por nome social aquele pelo qual essas pessoas se identificam e são identificadas pela sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 2º Os direitos aqui assegurados abrangem os agentes públicos do Ministério da Educação, cabendo às autarquias vinculadas a esta Pasta a regulamentação da matéria dentro da sua esfera de competência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 2° Fica assegurada a utilização do nome social, mediante requerimento da pessoa interessada, nas seguintes situações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - cadastro de dados e informações de uso social;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - comunicações internas de uso social;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III - endereço de correio eletrônico;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV - identificação funcional de uso interno do órgão (crachá);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V - lista de ramais do órgão; e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VI - nome de usuário em sistemas de informática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 1º No caso do inciso IV, o nome social deverá ser anotado no anverso, e o nome civil no verso da identificação funcional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 2º A pessoa interessada indicará, no momento do preenchimento do cadastro ou ao se apresentar para o atendimento, o prenome que corresponda à forma pela qual se reconheça, é identificada,reconhecida e denominada por sua comunidade e em sua inserção social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 3º Os agentes públicos deverão tratar a pessoa pelo prenome indicado, que constará dos atos escritos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 4º O prenome anotado no registro civil deve ser utilizado para os atos que ensejarão a emissão de documentos oficiais, acompanhado do prenome escolhido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 5º Em 90 (noventa) dias devem ser tomadas as medidas cabíveis para que o nome social passe a ser utilizado em todas as situações previstas nesta Portaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 3° Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação.&lt;br /&gt;FERNANDO HADDAD&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=1&amp;amp;pagina=67&amp;amp;data=21/11/2011&quot;&gt;Publicada no diário Oficial da União Nº 222, segunda-feira, 21 de novembro de 2011&lt;/a&gt;</description><link>http://orquideasglbt.blogspot.com/2011/11/portaria-assegura-uso-de-nome-social-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4502101303596917749.post-1102351165404548282</guid><pubDate>Sun, 17 Jul 2011 22:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-17T15:44:51.772-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">amazonas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">co-infecção</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">fmt</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">hiv</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Manaus</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">tb</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">tuberculose</category><title>I Seminário Estadual: Grupos vulneráveis: Co-Infecção TB/HIV, População de Rua e População Carcerária.</title><description>&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;I Seminário Estadual: Grupos vulneráveis: Co-Infecção TB/HIV, População de Rua e População Carcerária.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Local&lt;/span&gt;: Auditório 02 da Dermatologia – Fundação de Medicina Tropical -HVD&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Data&lt;/span&gt;: 28 de julho&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Hora&lt;/span&gt;: 08h00 às 17h00&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Público&lt;/span&gt;: 69 pessoas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Público-alvo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;ACS&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;ONG envolvidas com as populações-alvo do curso e com grupos de adesão (adultos e jovens)&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Profissionais de Saúde do Sistema Carcerário&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Programação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;MANHÃ&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;•    8h30: Credenciamento e entrega de material aos participantes&lt;br /&gt;•    9h: Abertura&lt;br /&gt;     Policlínica Cardoso Fonte&lt;br /&gt;     Coordenação Estadual de DST/AIDS&lt;br /&gt;     Coordenação Municipal de DST/AIDS&lt;br /&gt;     Fórum Amazonense de OSC/AIDS&lt;br /&gt;     Comitê Metropolitano de TB/Manaus&lt;br /&gt;     Fundação de Medicina Tropical&lt;br /&gt;     Associação Orquídeas GLBT&lt;br /&gt;     Coordenação Estadual de Tuberculose&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;•    09:30: Mesa Redonda: Panorama da Aids e Tuberculose no estado do Amazonas.   &lt;/span&gt;              &lt;br /&gt;Dr.Noaldo Lucena CE/DST/AIDS/AM e Marlúcia Garrido CE/TB/AM.&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;•    10:30: Apresentação: Reconhecendo o paciente com Tuberculose na comunidade.      &lt;/span&gt;            &lt;br /&gt;Dra. Irineide Assumpção – Diretora da Policlínica Cardoso Fontes&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;•    11:00: Apresentação: Quimioprofilaxia para tuberculose nos pacientes com HIV.   &lt;/span&gt;                 &lt;br /&gt;Coordenação Municipal de DST/AIDS (indicação da expositora)&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;•    11:30: Apresentação: Adesão ao tratamento. Problemas identificados e como solucioná-los. &lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;Coordenação Municipal de DST/AIDS (indicação da expositora)&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;•    12:00: Almoço&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center; font-weight: bold;&quot;&gt;TARDE&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;•    13h30:  Mesa Redonda. “Acesso ao diagnóstico de TB e HIV”. Rede de&lt;br /&gt;assistência ao paciente com HIVeTB. &lt;/span&gt;                                                                                                                  &lt;br /&gt;Dra.Silvana Silva – CM/DST/AIDS/MAO e Jair Pinheiro -  CM/TB/MAO.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;•    14h30: Apresentação: Co-infecção TB/HIV. Tratamento. Reconhecendo os efeitos adversos. &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Dra. Eda Cristina&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;•    15h:20: Apresentação: XDR-TB/HIV&lt;/span&gt; -                                                                                        Dra. Irineide Assumpção - Diretora da Policlínica Cardoso Fontes&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;•    16h:10: Apresentação: Tratamento Diretamente Observado e avaliação dos contatos.&lt;/span&gt;                    &lt;br /&gt;Jair Pinheiro – Coordenador Municipal do Programa de Tuberculose&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;•    17h:00:Encerramento&lt;/span&gt;</description><link>http://orquideasglbt.blogspot.com/2011/07/i-seminario-estadual-grupos-vulneraveis.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4502101303596917749.post-6116403474554657029</guid><pubDate>Sat, 02 Jul 2011 02:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-01T19:23:33.254-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">2011</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">conferência nacional lgbt</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">gay</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">II Conferência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">lgbt</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">regimento</category><title>Regimento Interno da II Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – LGBT</title><description>PORTARIA Nº 1.373 , DE 01 DE JULHO DE 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estabelece Regimento Interno da II Conferência Nacional&lt;br /&gt;de Políticas Públicas e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays,&lt;br /&gt;Bissexuais, Travestis e Transexuais – LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A MINISTRA DE ESTADO CHEFE DA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS DA&lt;br /&gt;PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, com fundamento no art. 5ª, do Decreto Presidencial de&lt;br /&gt;18 de maio de 2011, que convoca a II Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos&lt;br /&gt;Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – LGBT PUBLICA o&lt;br /&gt;Regimento Interno da II Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos de&lt;br /&gt;Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO I&lt;br /&gt;DOS OBJETIVOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 1º A II Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos de&lt;br /&gt;Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – LGBT (II Conferência Nacional&lt;br /&gt;LGBT), de caráter deliberativo, tem por objetivos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - avaliar e propor as diretrizes para a implementação de políticas públicas voltadas&lt;br /&gt;ao combate à discriminação e promoção dos direitos humanos e cidadania de LGBT no&lt;br /&gt;Brasil;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - avaliar a implementação e execução do Plano Nacional de Promoção da&lt;br /&gt;Cidadania e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais –&lt;br /&gt;LGBT e propor estratégias para seu fortalecimento e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III - propor diretrizes para a implementação de políticas públicas de combate à&lt;br /&gt;pobreza e à discriminação da população LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 2º Caberá à Plenária inicial aprovar o Regulamento Interno da etapa nacional da II&lt;br /&gt;Conferencia Nacional LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO II&lt;br /&gt;DA REALIZAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 3º A II Conferência Nacional LGBT será realizada em Brasília no Centro de&lt;br /&gt;Eventos e Treinamentos da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio –&lt;br /&gt;CET/CNTC, sob a responsabilidade da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da&lt;br /&gt;República, no período de 15 a 18 de dezembro de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 4º A II Conferência Nacional LGBT poderá ser realizada nas seguintes etapas:&lt;br /&gt;Municipal, Regional, Estadual/Distrital e Nacional - nas quais serão debatidos os objetivos&lt;br /&gt;do artigo 1º deste regimento, sem prejuízo de debates específicos, em função da realidade&lt;br /&gt;de cada município e unidades da federação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§1º As etapas Estaduais/Distrital são obrigatórias para a eleição de delegadas e&lt;br /&gt;delegados para a etapa nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§2º A etapa nacional da II Conferência Nacional LGBT considerará as&lt;br /&gt;consolidações da etapa de âmbito Estadual/Distrital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§3º Fica facultada a realização de conferências livres e conferências virtuais cujas&lt;br /&gt;deliberações devem ser enviadas às Conferências Municipal, Estadual/Distrital e Nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 5º A II Conferência Nacional LGBT, assim como suas análises, formulações,&lt;br /&gt;recomendações, proposições e deliberações, terá como panorama as conjunturas nacional e&lt;br /&gt;internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 6º A etapa municipal da II Conferência Nacional LGBT deverá ser convocada&lt;br /&gt;e realizada até 31 de agosto de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 7º A etapa estadual da II Conferência Nacional LGBT deverá ser convocada e&lt;br /&gt;realizada até 31 de outubro de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§1º A não realização das etapas, previstas nos artigos 4º e 6º deste Regimento, não&lt;br /&gt;impedirá a realização da Etapa Nacional no período previsto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§2º Os relatórios das Conferências estaduais LGBT deverão ser encaminhados a&lt;br /&gt;Comissão Organizadora da II Conferência Nacional LGBT até 11 de novembro de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§3º A composição das Comissões Organizadoras Municipais e Estaduais deverá&lt;br /&gt;assegurar a paridade entre o poder Público e a sociedade Civil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§4º O quórum mínimo das Conferências Estaduais e Distrital para eleger a&lt;br /&gt;delegação de cada unidade da federação deverá ser de, pelo menos, 4 (quatro) vezes o&lt;br /&gt;número de delegadas e delegados a serem eleitos para a II Conferência Nacional LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 5º As Comissões Organizadoras deverão assegurar as condições de total&lt;br /&gt;acessibilidade para pessoas com deficiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 8º Nas etapas estaduais/distrital, deverão ser asseguradas ampla e representativa participação dos segmentos sociais e entidades interessadas e comprometidas&lt;br /&gt;com a promoção da Cidadania e dos Direitos Humanos de LGBT, bem como incorporar as&lt;br /&gt;especificidades de orientação sexual, gênero e identidade de gênero, étnico-raciais, regionais, geracionais, pessoas com deficiência, populações tradicionais e população em&lt;br /&gt;situação de rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 9º A iniciativa de convocar e financiar a Conferência Municipal, bem como&lt;br /&gt;constituir a Comissão Organizadora, será do Governo Municipal.&lt;br /&gt;§1º Como cumprimento da Etapa Municipal da II Conferência Nacional LGBT, as&lt;br /&gt;Conferências Municipais deverão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - elaborar o seu próprio regimento em conformidade com este Regimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - assegurar a paridade entre representantes da sociedade civil e do poder público&lt;br /&gt;nas comissões organizadoras municipais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III - constituir uma Comissão Organizadora que seja composta, prioritariamente, por&lt;br /&gt;membros dos movimentos LGBT, representantes do Ministério Público, da&lt;br /&gt;Defensoria Pública, das Universidades Públicas, do Poder Executivo e do Poder&lt;br /&gt;Legislativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV - elaborar relatório a ser encaminhado à Comissão Organizadora da&lt;br /&gt;Estadual/Distrital, destacando-se o diagnóstico e as recomendações aprovadas nessa&lt;br /&gt;etapa, que subsidiarão na avaliação e na elaboração das políticas municipais e&lt;br /&gt;estaduais de promoção dos direitos de LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 2º Caso a convocação da Conferência Municipal não seja feita pelo Governo, esta&lt;br /&gt;poderá ser convocada pela Câmara de Vereadores, Ministério Público ou Sociedade Civil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 10. Os relatórios consolidados das conferências municipais deverão ser&lt;br /&gt;remetidos às Comissões Organizadoras Estaduais/Distritais em até 15 (quinze) dias após a&lt;br /&gt;sua realização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 11. A iniciativa de convocar e financiar a Conferência Estadual/Distrital, bem&lt;br /&gt;como constituir a Comissão Organizadora, será do Governo Estadual/Distrital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§1º Como cumprimento das Etapas Estaduais e Distrital da II Conferência Nacional&lt;br /&gt;LGBT, as Conferências Estaduais e Distrital deverão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - elaborar o seu próprio regimento em conformidade com este Regimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - assegurar a paridade entre representantes da sociedade civil e do poder público&lt;br /&gt;na composição das comissões organizadoras estaduais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III - constituir uma Comissão Organizadora para a realização das conferências que&lt;br /&gt;seja composta, prioritariamente, por membros dos movimentos LGBT,&lt;br /&gt;representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública, das Universidades&lt;br /&gt;Públicas, do Poder Executivo e do Poder Legislativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV - elaborar relatório a ser encaminhado à Comissão Organizadora destacando-se o&lt;br /&gt;diagnóstico e as recomendações aprovadas nessa etapa, que subsidiarão na avaliação&lt;br /&gt;e na elaboração das políticas municipais e estaduais de promoção dos direitos de&lt;br /&gt;LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 2º Caso a convocação não seja feita pelo Governo Estadual/Distrital, a mesma&lt;br /&gt;pode ser realizada pela Assembléia Legislativa/Câmara Distrital, Ministério Público ou&lt;br /&gt;Sociedade Civil.&lt;br /&gt;Art. 12. A Comissão Organizadora das Conferências Estaduais/Distrital deverá&lt;br /&gt;enviar cópia dos seus Regimentos e de sua programação à Comissão Organizadora&lt;br /&gt;Nacional até 30 (trinta) dias antes da realização da conferencia estadual e distrital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 13. Os relatórios consolidados das conferências Estaduais/Distrital e a relação&lt;br /&gt;da delegação eleita com os respectivos suplentes para a Conferência Nacional LGBT&lt;br /&gt;deverão ser remetidos à Comissão Organizadora Nacional em até 15 (quinze) dias após a&lt;br /&gt;sua realização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 14. Somente as propostas e as moções aprovadas de âmbito nacional serão&lt;br /&gt;consideradas na etapa nacional da II Conferência Nacional LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO III&lt;br /&gt;DO TEMA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 15. A II Conferência Nacional LGBT terá como tema central: “Por um país&lt;br /&gt;livre da pobreza e da discriminação: Promovendo a cidadania de lésbicas, gays,&lt;br /&gt;bissexuais, travestis e transexuais – LGBT”, com os seguintes eixos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - analise do contexto nacional e internacional, diagnóstico das políticas públicas e&lt;br /&gt;pacto federativo para o enfrentamento das violências e da vulnerabilidade relacionadas à&lt;br /&gt;população LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II – avaliação da implementação e execução do Plano Nacional de Promoção da&lt;br /&gt;Cidadania e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais –&lt;br /&gt;LGBT, com o diagnóstico de cada ação apresentado pelos Ministérios correspondentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III - diretrizes para a formulação e para a implementação de políticas públicas de&lt;br /&gt;combate à pobreza da população LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único. Os eixos serão apresentados em painéis centrais e discutidos em&lt;br /&gt;grupos de trabalho, assegurando o debate entre as delegadas e os delegados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO IV&lt;br /&gt;DA ORGANIZAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 16. Serão consideradas como instâncias da II Conferência Nacional LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I – Mesa de Abertura;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II- Plenária Inicial;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III – Painéis;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV – Grupos de Trabalho e&lt;br /&gt;V – Plenária Final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 17. A II Conferência Nacional LGBT será presidida pela Ministra Chefe de&lt;br /&gt;Estado da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República ou, na sua ausência&lt;br /&gt;ou impedimento eventual, pela Secretária Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos&lt;br /&gt;Humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 18. As Plenárias e os paineis serão coordenados por pessoas indicadas pela&lt;br /&gt;Comissão Organizadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 19. A Comissão Organizadora Nacional é composta pelos membros do&lt;br /&gt;Conselho Nacional de Combate a Discriminação e Promoção dos Direitos de LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único. A Comissão Organizadora Nacional será coordenada pelo&lt;br /&gt;Presidente, Vice-Presidenta e Secretário Executivo do CNCD/LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 20. Serão constituídas as seguintes subcomissões, sob a coordenação da&lt;br /&gt;Comissão Organizadora Nacional:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - Subcomissão de Conteúdo e de Relatoria:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - Subcomissão de Comunicação e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III - Subcomissão de Mobilização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO V&lt;br /&gt;DA METODOLOGIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEÇÃO I&lt;br /&gt;DO TEXTO BASE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 21. O Texto Base, aprovado pela Comissão Organizadora da II Conferência&lt;br /&gt;Nacional LGBT, norteará os debates e subsidiará a elaboração dos Textos Bases das etapas&lt;br /&gt;estaduais e municipais. Como cumprimento as especificações da II Conferência Nacional&lt;br /&gt;LGBT, as Conferências Municipais, Regionais e Estaduais deverão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - discutir o Texto Base Nacional e Estadual, quando publicados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - ter textos base fundamentados na avaliação dos planos e políticas existentes em&lt;br /&gt;cada esfera e/ou na aprovação de diretrizes para as mesmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III - contemplar, em seus textos bases, o diagnóstico de vulnerabilidade e o risco&lt;br /&gt;social, com o objetivo de formular diretrizes para ações de combate à pobreza da&lt;br /&gt;população LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV - ter como um dos resultados finais a produção de recomendações aos estados e&lt;br /&gt;municípios a partir do diagnóstico e/ou da analise dos planos e políticas, quando&lt;br /&gt;existentes.&lt;br /&gt;§1 As etapas regionais das conferências estaduais devem obrigatoriamente discutir o&lt;br /&gt;texto base do respectivo Estado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§2º As atribuições e responsabilidades de cada ente federado das políticas LGBT&lt;br /&gt;devem ser um dos temas centrais de todas as etapas da conferência;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 22. O texto base da Conferência Nacional terá como eixos os incisos previstos&lt;br /&gt;no artigo 15.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§1º Todas as discussões da II Conferência Nacional LGBT, bem como os das&lt;br /&gt;Conferências Municipais e Estaduais/Distrital, deverão, obrigatoriamente, incorporar as&lt;br /&gt;especificidades de orientação sexual, gênero e identidade de gênero, étnico-raciais,&lt;br /&gt;regionais, geracionais, pessoas com deficiência, populações tradicionais e população em&lt;br /&gt;situação de rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§2º O texto base deverá refletir a articulação, a pluralidade, a integralidade, a&lt;br /&gt;universalidade, a equidade, a diversidade, as especificidades e a transversalidade dos&lt;br /&gt;aspectos das políticas voltadas para LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEÇÃO II&lt;br /&gt;DA ELABORAÇÃO DOS RELATÓRIOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 23. As comissões organizadoras das etapas estaduais/distrital consolidarão os&lt;br /&gt;resultados de cada Conferência, em relatório, cuja minuta será disponibilizada pela&lt;br /&gt;comissão organizadora da II Conferência Nacional LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único. Os relatórios das Conferências Estaduais/Distrital LGBT devem ser&lt;br /&gt;encaminhados para a Secretaria Executiva da Conferência Nacional LGBT, até 11 de&lt;br /&gt;novembro 2011, por meio do endereço eletrônico: conferencialgbt@sdh.gov.br, com cópia&lt;br /&gt;para o cncd@sdh.gov.br.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 24. Os relatórios das Conferências Municipais e Estaduais serão elaborados por&lt;br /&gt;eixo temático, a partir do diagnóstico, avaliação e recomendações referentes ao tema&lt;br /&gt;proposto para a II Conferência Nacional LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 25. Os relatórios das Conferências Estaduais/Distrital serão consolidados pela&lt;br /&gt;Comissão Organizadora Nacional, por meio da Comissão de Conteúdo e Relatoria, de&lt;br /&gt;acordo com os eixos temáticos da II Conferência Nacional LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 26. Será disponibilizada uma equipe de relatoras e/ou relatores, coordenada pela&lt;br /&gt;Comissão de Conteúdo e Relatoria da II Conferência Nacional LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEÇÃO III&lt;br /&gt;DAS PLENÁRIAS E DOS GRUPOS DE TRABALHO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 27. A Plenária Inicial terá como objetivo aprovar o Regulamento Interno da&lt;br /&gt;etapa Nacional da II Conferência Nacional LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 28. Realizar-se-ão 9 (nove) Grupos de Trabalho, sendo 3 (três) para cada eixo&lt;br /&gt;temático, simultaneamente, que deliberarão sobre os eixos temáticos da II Conferência&lt;br /&gt;Nacional LGBT, da seguinte forma:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - O Relatório Consolidado será lido, discutido e votado por eixos temáticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - Os Grupos de Trabalho somente poderão deliberar com a presença de, no mínimo,&lt;br /&gt;50% (cinquenta por cento) mais 1 (um) das delegadas e dos delegados inscritos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III – As propostas que forem aprovadas em pelo menos 2 (dois) Grupos de Trabalho&lt;br /&gt;de cada eixo com no mínimo de 70% (setenta por cento), nas votações de cada grupo, não&lt;br /&gt;necessitando ir a votação da Plenária Final, estarão automaticamente aprovadas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV – As propostas que obtiverem votação inferior a 30% (trinta por cento) em mais de&lt;br /&gt;2 (dois) Grupos de Trabalho de cada eixo serão rejeitadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V - Os grupos de trabalho terão mesas compostas com coordenação e secretaria,&lt;br /&gt;indicadas pela Comissão Organizadora e suplências eleitas pelo Grupo de Trabalho e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VI - As propostas constantes do Relatório Consolidado da Etapa Estadual/Distrital,&lt;br /&gt;disponibilizadas às delegadas e aos delegados da etapa nacional e destacadas nas Plenárias&lt;br /&gt;dos Grupos de Trabalho, deverão ter a aprovação de, no mínimo, 50% (cinquenta por&lt;br /&gt;cento) dos votos mais 1 (um) dos presentes na plenária final para compor o relatório da&lt;br /&gt;Conferência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 29. A Plenária Final deliberará sobre:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - Relatório Consolidado das Plenárias dos Grupos de Trabalho, tendo como objetivo&lt;br /&gt;aprovar o Relatório da Conferência que expresse o resultado dos debates em todas as&lt;br /&gt;Etapas da Conferência e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II – Moções e Recomendações de âmbito nacional;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único. As deliberações acima deverão conter diretrizes para a&lt;br /&gt;implementação e para a avaliação de políticas públicas e do Plano Nacional de Promoção&lt;br /&gt;da Cidadania e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais -&lt;br /&gt;LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPITULO VI&lt;br /&gt;DAS ATRIBUIÇÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 30. A Comissão Organizadora da II Conferência Nacional LGBT tem as&lt;br /&gt;seguintes atribuições:&lt;br /&gt;I - encaminhar a realização da II Conferência Nacional LGBT;&lt;br /&gt;II - aprovar o tema e os eixos da II Conferência Nacional LGBT;&lt;br /&gt;III - aprovar a metodologia de realização da II Conferência Nacional LGBT e da&lt;br /&gt;consolidação do relatório das três Etapas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV - aprovar o texto base e documentos pertencentes a etapa Nacional;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V - aprovar os nomes das expositoras e dos expositores dos painéis;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VI - aprovar os critérios para participação e a definição das convidadas e dos&lt;br /&gt;convidados nacionais e internacionais;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VII - acompanhar a organização e infraestrutura;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VIII - discutir e deliberar sobre todas as questões julgadas pertinentes acerca da II&lt;br /&gt;Conferência Nacional LGBT e não previstas nos itens anteriores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 31. Cabe à Coordenação-Geral da II Conferência Nacional LGBT :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - convocar as reuniões da Comissão Organizadora;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - coordenar as reuniões e as atividades da Comissão Organizadora;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III - coordenar as atividades da Secretaria Executiva da Comissão Organizadora;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV - submeter à aprovação do CNCD/LGBT os encaminhamentos da Coordenação&lt;br /&gt;Geral da II Conferência Nacional LGBT;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V - convidar técnicos dos órgãos da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência&lt;br /&gt;da República para auxiliá-la, em caráter temporário, no exercício das suas atribuições;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VI – convidar técnicos de outros órgãos do Poder Público para auxiliar, em caráter&lt;br /&gt;temporário, no exercício de suas atribuições;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VII - supervisionar todo o processo de organização da II Conferência Nacional&lt;br /&gt;LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VIII - apresentar ao Plenário do CNCD/LGBT a prestação de contas da II&lt;br /&gt;Conferência Nacional LGBT;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IX - organizar a pauta das reuniões da Comissão Organizadora;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;X - organizar e manter arquivo dos documentos recebidos e das cópias dos&lt;br /&gt;documentos encaminhados em função da realização da II Conferência Nacional LGBT;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XI - encaminhar os documentos produzidos pela Comissão Organizadora da II&lt;br /&gt;Conferência Nacional LGBT;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XII - coordenar a Comissão de Relatoria da Etapa Nacional;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XIII - acompanhar e monitorar os relatórios das Conferências Estaduais/Distrital e o&lt;br /&gt;seu envio, no prazo, à Comissão Organizadora da II Conferência Nacional LGBT;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XIV - consolidar os Relatórios da Etapa Estadual/Distrital e sua distribuição na II&lt;br /&gt;Conferência Nacional LGBT;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XV - coordenar a elaboração das propostas consolidadas dos grupos de trabalho;&lt;br /&gt;XVI - coordenar o trabalho da relatoria das Plenárias e Grupos de Trabalho;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XVII - coordenar a organização das moções, no Relatório Final da II Conferência&lt;br /&gt;Nacional LGBT, aprovadas na Plenária Final;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XVIII - coordenar a elaboração do Relatório Final da II Conferência Nacional&lt;br /&gt;LGBT a ser apresentado ao CNCD/LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XIX - implementar as deliberações da Comissão Organizadora;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XX - articular a dinâmica de trabalho entre a Comissão Organizadora e a Secretaria&lt;br /&gt;de Direitos Humanos da Presidência da República;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XXI - enviar orientações as Comissões Organizadoras Municipal/Estadual/Distrital&lt;br /&gt;e às entidades nacionais da sociedade, relacionadas às matérias aprovadas pela Comissão&lt;br /&gt;Organizadora;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XXII - estimular e apoiar as etapas Municipais e Estaduais/Distrital da II&lt;br /&gt;Conferência Nacional LGBT nos seus aspectos preparatórios;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XXIII - obter das expositoras e dos expositores os textos de suas apresentações para&lt;br /&gt;fins de arquivo e divulgação e compor o Relatório Final;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XXIV - elaborar o orçamento e providenciar as suplementações necessárias, assim&lt;br /&gt;como propor a infraestrutura da II Conferência Nacional LGBT;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XXV - providenciar a divulgação do Regimento Interno da II Conferência Nacional&lt;br /&gt;LGBT;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XXVI – realizar o credenciamento dos participantes da Etapa Nacional;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XXVII - promover a ampla divulgação da II Conferência Nacional LGBT e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XXVIII - acompanhar o andamento das etapas Municipais e Estaduais da II&lt;br /&gt;Conferência Nacional LGBT, por meio das suas Comissões Organizadoras, especialmente,&lt;br /&gt;no recebimento de seus relatórios finais;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo Único. A Comissão Organizadora da II Conferência Nacional LGBT contará&lt;br /&gt;com suporte técnico e administrativo da Secretaria de Gestão da Política de Direitos&lt;br /&gt;Humanos da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República para a realização&lt;br /&gt;das atividades necessárias ao desempenho de suas atribuições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 32. Cabem às subcomissões constituídas as seguintes atribuições:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - Subcomissão de Conteúdo e de Relatoria:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) propor e elaborar o texto base sobre o temário central;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) sistematizar o relatório final e os relatórios finais da II Conferência;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) organizar aos termos de referência do tema central e eixos temáticos, visando&lt;br /&gt;subsidiar a apresentação das expositoras e dos expositores na Conferência;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) propor expositoras e expositores para os painéis;&lt;br /&gt;e) elaborar a relação de sub-temas e os roteiros para os grupos de trabalho e elaborar o&lt;br /&gt;roteiro para apresentação dos relatórios;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;f) formular proposta de metodologia para consolidação dos relatórios dos grupos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;g) monitorar o recebimento do Relatório final das Conferências Estaduais, bem como&lt;br /&gt;colaborar na consolidação das informações e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;h) elaborar, organizar e acompanhar a publicação do relatório final da II Conferência&lt;br /&gt;Nacional LGBT, junto à Subcomissão de Comunicação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - Subcomissão de Comunicação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) propor e colaborar na execução do projeto de divulgação para a II Conferência&lt;br /&gt;Nacional LGBT;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) propor instrumentos e mecanismos de divulgação da Conferência Nacional LGBT;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) promover a divulgação do regimento da II Conferência Nacional LGBT;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) orientar as atividades de comunicação social da Conferência;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) acompanhar o registro e a cobertura midiática dos principais momentos das etapas&lt;br /&gt;da Conferência, objetivando a divulgação, bem como o arquivamento da sua&lt;br /&gt;memória e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;f) receber da Subcomissão de Conteúdo e Relatoria, encaminhar e acompanhar a&lt;br /&gt;publicação do Relatório Final da Conferência Nacional LGBT;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III - Subcomissão de Mobilização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) estimular e monitorar a realização das Conferências Livres e Municipais e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) estimular e monitorar a realização das Conferências Estaduais e Distrital, como&lt;br /&gt;etapa necessária a participação na II Conferência Nacional LGBT;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único. As Subcomissões se dissovelrão após a publicação do Relatório&lt;br /&gt;Final da Conferência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO VII&lt;br /&gt;DAS PARTICIPANTES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 33. A II Conferência Nacional LGBT contará com 800 (oitocentos)&lt;br /&gt;participantes, dentre os quais 609 (seiscentos e nove) serão delegadas e delegados e 191&lt;br /&gt;(cento e noventa e um) serão de convidadas e convidados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único. Poderão ser credenciados, sem ônus para o Poder Público,&lt;br /&gt;observadoras e observadores até o limite da capacidade do local de realização das&lt;br /&gt;conferências, segundo a forma e os prazos a serem veiculadas pela Secretaria de Direitos&lt;br /&gt;Humanos.&lt;br /&gt;Art. 34. Poderão ser convidadas e convidados pela Comissão Organizadora&lt;br /&gt;Nacional, autoridades e representantes de entidades governamentais e não-governamentais&lt;br /&gt;nacionais e internacionais, com direito a voz em todos os momentos, exceto nas plenárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 35. A Conferência Nacional será composta por 40% de delegadas e delegados&lt;br /&gt;do Poder Público e 60% de delegadas e delegados da sociedade civil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 36. A delegação da sociedade civil a ser eleita nas Conferências Estaduais para&lt;br /&gt;a II Conferência Nacional deverá ser composta por, no mínimo, 60% (sessenta) de pessoas&lt;br /&gt;com identidade de gênero feminina (lésbicas, bissexuais, transexuais e travestis).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único. Quando da substituição das delegadas e dos delegados titulares&lt;br /&gt;pelos suplentes, deverá ser observado percentual mínimo deste artigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 37. A delegação de negras e negros da sociedade civil a ser eleita nas&lt;br /&gt;Conferências Estaduais para a II Conferência Nacional deverá ser composta por percentual&lt;br /&gt;de pretas/pretos e pardos declarados no Censo do IBGE por estados, conforme sugestão do&lt;br /&gt;Anexo 1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 38. A delegação eleita nos estados deverá compreender as dimensões de&lt;br /&gt;campo e cidade, da diversidade territorial e de povos e comunidades tradicionais, bem&lt;br /&gt;como intergeracionais, pessoas com deficiência e população em situação de rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 39. A plenária de delegadas e delegados da II Conferência Nacional LGBT terá&lt;br /&gt;a seguinte composição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - 565 (quinhentos e sessenta e cinco) delegadas eleitas e delegados eleitos nas&lt;br /&gt;Conferências Estaduais e Distrital, sendo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) 363 (trezentos e sessenta e três) delegadas eleitas e delegados eleitos da sociedade&lt;br /&gt;civil;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) 202 (duzentos e dois) delegadas eleitas e delegados eleitos do Poder Público&lt;br /&gt;Municipal e Estadual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) 44 (quarenta e quatro) delegadas e delegados de diferentes órgãos do Governo&lt;br /&gt;Federal indicadas e indicados para este fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 40. O critério utilizado para definição de quantitativo de delegadas e delegados&lt;br /&gt;por UF baseou-se da seguinte forma (Anexo 2):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I. Estados com população acima de 20 milhões: 42 delegadas e delegados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II. Estados com população entre 10 milhões e 20 milhões: 32 delegadas e delegados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III. Estados com população entre 5 milhões e 10 milhões: 23 delegadas e delegados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV. Estados com população entre 1 milhão e 5 milhões: 16 delegadas e delegados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V. Estados com menos de 1 milhão de habitantes: 11 delegadas e delegados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 41. A inscrição de delegadas e delegados, titulares e suplentes, para II&lt;br /&gt;Conferência Nacional LGBT deverá ser feita nos estados e no Distrito Federal pelas&lt;br /&gt;Comissões Organizadoras das respectivas etapas.&lt;br /&gt;Parágrafo único. As inscrições da delegação, titulares e suplentes, eleita nos&lt;br /&gt;estados devem ser enviadas à Comissão Organizadora da Conferência até 11 de novembro&lt;br /&gt;de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 42. Os Conselheiros e as Conselheiras titulares do CNCD/LGBT poderão ser&lt;br /&gt;delegadas e delegados da II Conferência Nacional LGBT, desde que eleitas e eleitos em&lt;br /&gt;seus estados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 43. Poderão ser convidados para a II Conferência Nacional LGBT:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - Representantes de órgãos, entidades, instituições nacionais e internacionais e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - Personalidades nacionais e internacionais, com atuação de relevância na área de&lt;br /&gt;promoção dos Direitos Humanos de LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§1º A Comissão Organizadora Nacional definirá os convidados da II Conferência&lt;br /&gt;Nacional LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§2º As inscrições das convidadas e dos convidados deverão ser enviadas a&lt;br /&gt;Secretaria Executiva da Conferência Nacional até 11 de novembro de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 44. Os participantes com deficiências e/ou patologias poderão informar na&lt;br /&gt;ficha de inscrição da II Conferência Nacional LGBT, para que sejam providenciadas as&lt;br /&gt;condições necessárias à sua participação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO VIII&lt;br /&gt;DOS RECURSOS FINANCEIROS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 45. As despesas com a organização geral para a realização da Etapa Nacional&lt;br /&gt;da II Conferência Nacional LGBT ocorrerão à conta da dotação orçamentária consignada&lt;br /&gt;pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e recursos provenientes&lt;br /&gt;de outros Ministérios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§1° A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República arcará com as&lt;br /&gt;despesas de hospedagem e alimentação de todas as delegadas e todos os delegados&lt;br /&gt;participantes da Conferência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§2º A Secretaria de Direitos Humanos arcará com as despesas de deslocamento,&lt;br /&gt;hospedagem e alimentação dos membros titulares e suplentes do CNCD/LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§3° As despesas com o deslocamento das delegações serão de responsabilidade dos&lt;br /&gt;respectivos governos estaduais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO IX&lt;br /&gt;DISPOSIÇÕES GERAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art.46. A II Conferência Nacional LGBT preparará relatório de avaliação e&lt;br /&gt;diagnóstico para o fortalecimento do Plano Nacional de Cidadania e Direitos Humanos de&lt;br /&gt;LGBT, a ser encaminhado às instituições do Poder Executivo, Legislativo e Judiciário e às&lt;br /&gt;instituições da Sociedade Civil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo Único. A Secretaria de Direitos Humanos será responsável pela ampla&lt;br /&gt;publicidade dos resultados e deliberações da II Conferência Nacional LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 47. Os casos omissos neste Regimento serão resolvidos pela Comissão&lt;br /&gt;Organizadora da II Conferência Nacional LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARIA DO ROSÁRIO NUNES&lt;br /&gt;Ministra de Estado Chefe da Secretaria de Direitos Humanos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-ULf7DXcEpac/Tg5_aoKIjBI/AAAAAAAAO7o/YO-jBYqqDe8/s1600/confer%25C3%25AAncia_lgbt_2011.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 313px; height: 400px;&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-ULf7DXcEpac/Tg5_aoKIjBI/AAAAAAAAO7o/YO-jBYqqDe8/s400/confer%25C3%25AAncia_lgbt_2011.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5624573080065575954&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-Ysva8fEf6kc/Tg5-uP-AjpI/AAAAAAAAO7g/EZiyQL9p8mA/s1600/confer%25C3%25AAncia_lgbt.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 395px;&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-Ysva8fEf6kc/Tg5-uP-AjpI/AAAAAAAAO7g/EZiyQL9p8mA/s400/confer%25C3%25AAncia_lgbt.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5624572317658025618&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;</description><link>http://orquideasglbt.blogspot.com/2011/07/regimento-interno-da-ii-conferencia.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-ULf7DXcEpac/Tg5_aoKIjBI/AAAAAAAAO7o/YO-jBYqqDe8/s72-c/confer%25C3%25AAncia_lgbt_2011.jpg" height="72" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4502101303596917749.post-6722693025429195450</guid><pubDate>Thu, 23 Jun 2011 13:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-23T06:33:40.436-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">associação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">homofobia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Manaus</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">orquídeas</category><title>Hoje é Dia Nacional de Combate à Homofobia</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-KPTBOpvfWXk/TgNABLl7ghI/AAAAAAAAO34/F5UXs6BrImQ/s1600/LGBT_ORQU%25C3%258DDEAS.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 400px;&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-KPTBOpvfWXk/TgNABLl7ghI/AAAAAAAAO34/F5UXs6BrImQ/s400/LGBT_ORQU%25C3%258DDEAS.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5621407148924437010&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;A data foi criada depois que, em 17 de maio de 1990, a assembleia geral  da Organização Mundial de Saúde (OMS) aprovou e oficializou a retirada  do homossexualismo da classificação internacional de doenças. A OMS,  também, declarou oficialmente que &quot;a homossexualidade não constitui  doença, nem distúrbio&quot;.</description><link>http://orquideasglbt.blogspot.com/2011/06/hoje-e-dia-nacional-de-combate.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-KPTBOpvfWXk/TgNABLl7ghI/AAAAAAAAO34/F5UXs6BrImQ/s72-c/LGBT_ORQU%25C3%258DDEAS.jpg" height="72" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4502101303596917749.post-8335447452286284904</guid><pubDate>Sun, 19 Jun 2011 03:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-22T17:16:18.773-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">aids</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">bissexuais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">feminização</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">fmt</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">lésbicas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Manaus</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">mulheres</category><title>I Encontro Amazonense de Mulheres Lésbicas, Bissexuais e Heterossexuais</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-kLYzavfsAJ0/TgKEoGHfDrI/AAAAAAAAO3M/UGnGE1Dm4_w/s1600/orqu%25C3%25ADdeas%2Bglbt.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 400px;&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-kLYzavfsAJ0/TgKEoGHfDrI/AAAAAAAAO3M/UGnGE1Dm4_w/s400/orqu%25C3%25ADdeas%2Bglbt.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5621201109283442354&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;I Encontro Amazonense de Mulheres Lésbicas, Bissexuais e Heterossexuais&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;Local: Auditório 02 da Dermatologia / Fundação de Medicina Tropical  HVD&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;Enfrentamento da Feminização da Aids e outras DST no Estado do Amazonas&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;“Mulheres de todos os jeitos: juntas fazemos a diferença”&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;                                                                      &lt;b&gt;        29 de junho&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Coordenação dos trabalhos / Manhã                               Coordenação dos Trabalhos / Tarde&lt;/div&gt;&lt;div&gt;      Evalcilene - Ardam                                                   Marinês Maciel - RNP+ AM&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;08h30min&lt;/b&gt; – Breakfest&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;09:00 às 09:30&lt;/b&gt; - Um olhar sobre o panorama da AIDS no Brasil&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;09:30 às 10:00&lt;/b&gt; - Perfil epidemiológico da feminização da AIDS no Estado do Amazonas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Coordenação Estadual de DST/AIDS&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;10h00min às 11h00min&lt;/b&gt; – Vacina anti-HIV&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Expositor: Wladimir Cardoso Reis&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Coordenador Geral do Grupo de Trabalhos em Prevenção Posithivo – GTP+;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Membro Comitê Comunitário de Vacinas Anti-HIV;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Membro Comitê Técnico Assessor de Vacinas Anti-HIV DN-DST-AIDS e Hepatites Virais - SVS – MS;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Membro Comitê de Acompanhamento Comunitário de pesquisas em HIV - PE ( CCAP-PE).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;11:00 às 11:30&lt;/b&gt; - A epidemia do HIV/AIDS no Estado do Amazonas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Coordenação Estadual de DST/AIDS&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;11:30 ás 12:00&lt;/b&gt; – Plano Estadual de Enfrentamento à feminização da Aids no Estado do Amazonas&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Coordenação Estadual de DST/AIDS&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;12h00min às 14h20min&lt;/b&gt; – Almoço&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;12h30min às 14h20min&lt;/b&gt; – Exibição de Filme&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A Cura&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;14h30min às 15h00min&lt;/b&gt; - Vivendo com o HIV e a importância do movimento social na luta pela garantia dos direitos das PVHA&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Expositoras&lt;/b&gt;: Marines Maciel - RNP / Evalcilene – ARDAM&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;15h00min às 15h30min&lt;/b&gt; - Violência contra as mulheres e o HIV/AIDS&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Expositora&lt;/b&gt;: Ísis Tavares – Presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;15h30min às 16h00min&lt;/b&gt; - O Enfrentamento à Feminização da Aids.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Expositora&lt;/b&gt;: Simoni Bitencourt – RNP+ CO&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;16h00min às 17h00min&lt;/b&gt; - O legislativo e sua contribuição para o combate e prevenção às&lt;/div&gt;&lt;div&gt;DST/HIV/AIDS&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Expositores: Deputado Estadual Luiz Castro - Vereadora Lucia Antony&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;17h00min&lt;/b&gt; – Encerramento&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;17h05min&lt;/b&gt; - Coffee Break&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;30 de junho&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;Coordenação dos Trabalhos&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;Dartanhã Silva - Orquídeas GLBT&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;08h30min&lt;/b&gt; - Breakfest&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;09h00min às 09h45min&lt;/b&gt; - Tema: “Criminalização da Transmissão do Vírus HIV/AIDS e a Mulher Soropositivo Vitimizada, tendo em vista Feminilização da Sorologia”).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Expositora&lt;/b&gt;: Simoni Bitencourt – RNP+ CO&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;09h45min&lt;/b&gt; – Orientação para condução dos Grupos de Trabalho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;10h00min&lt;/b&gt; - Grupos de Trabalho&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Reconstrução do Plano Estadual de Enfrentamento da Feminização da Epidemia de Aids no Amazonas&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Grupo 1&lt;/b&gt; - Metas de 1 a 5&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Facilitadores: CE/ DST/AIDS – Movimentos das Cidadãs Positivas – Anésia Machado -RNPVHA&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Grupo 2&lt;/b&gt; – Metas de 6 a 10&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Facilitadores: CM/DST/AIDS – RNP+ Amazonas&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Grupo 3&lt;/b&gt; – Metas de 11 a 14&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Facilitadores: DEDH – DISA SUL - ARDAM&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;12h00min&lt;/b&gt; – Almoço&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;12h30min às 14h00min&lt;/b&gt; – Exibição de Filme&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E a Vida Continua.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;14h10min&lt;/b&gt; – Retorno aos grupos de trabalho&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;16h00min&lt;/b&gt; – Apresentação do Plano Estadual de Enfrentamento da Feminização da Epidemia de Aids no Amazonas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;17h00min&lt;/b&gt; – Criação do Comitê de acompanhamento de implementação do Plano Estadual de&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enfrentamento da Feminização da Epidemia da Aids no Amazonas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;17h25min&lt;/b&gt; – Atividade cultural&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;18h00min – Encerramento&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Informações: (92) 9113-3874 / (92) 8153-0564&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;E-mail: dartanhasilva@yahoo.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://orquideasglbt.blogspot.com/2011/06/i-encontro-amazonense-de-mulheres.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-kLYzavfsAJ0/TgKEoGHfDrI/AAAAAAAAO3M/UGnGE1Dm4_w/s72-c/orqu%25C3%25ADdeas%2Bglbt.jpg" height="72" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4502101303596917749.post-7379375846471171658</guid><pubDate>Sun, 19 Jun 2011 02:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-18T20:32:10.583-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">aids</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">amazonas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">fmt</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">hiv</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Manaus</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">seminário</category><title>Seminário: Criminalização da transmissão do HIV e seus impactos na epidemia da AIDS</title><description>&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-RUio4KZ8f1A/Tf1lPGVvatI/AAAAAAAAO20/o2CQMUlZa68/s1600/LGO%2BORQUIDEA.jpg&quot; onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 129px;&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-RUio4KZ8f1A/Tf1lPGVvatI/AAAAAAAAO20/o2CQMUlZa68/s400/LGO%2BORQUIDEA.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5619759220102490834&quot; /&gt;&lt;/a&gt;A Associação Orquídeas GLBT realizara no dia 28 de junho o Seminário: Criminalização da transmissão do HIV e seus impactos na epidemia da AIDS e nos dias 29 e 30 o I Encontro Amazonense de Mulheres Lésbicas, Bissexuais e Heterossexuais. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As duas atividades acontecerão no auditório 02 da Dermatologia, localizado na Fundação de Medicina Tropical e servirão como referência para a reconstrução do Plano Estadual de Enfrentamento a Feminização das DST/HIV/AIDS no estado do Amazonas.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;Programação&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;Seminário: Criminalização da transmissão do HIV e seus impactos na epidemia da AIDS.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;28 de junho&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Local:&lt;/b&gt; Auditório 02 da Dermatologia / Fundação de Medicina Tropical  HVD&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;08h30min&lt;/b&gt; - Credenciamento e Breakfest.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;09h00min às 09h30min&lt;/b&gt; - Mesa de abertura&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Associação Orquídeas GLBT&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Coord. DST/AIDS Municipal&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Coord. DST/AIDS Estadual&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Fundação de Medicina Tropical&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- GTP+&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- RNPVHA&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Fórum de ONG/AIDS/AM&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Coordenação&lt;/b&gt;: Dartanhã Silva&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;09h30min às 10h40min&lt;/b&gt; - Mesa I – HIV e Saúde&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Tempo&lt;/b&gt;: 35 min&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Tema:&lt;/b&gt; Impacto no Diagnóstico Positivo, a Pessoa Como Vetor, Frente a Criminalização da Transmissão do Vírus HIV/AIDS.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Expositora&lt;/b&gt;: Maria do Perpetuo Socorro dos Santos Oliveira – Psicóloga e Terapeuta Sexual&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Tema&lt;/b&gt;: Forma de Resposta na Adesão ao Tratamento frente à Criminalização da Transmissão do Vírus HIV/AIDS.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Tempo&lt;/b&gt;: 35 min&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Expositora&lt;/b&gt;: Dra. Silvana de Lima e Silva - Médica Infectologista e Técnica Responsável em DST/AIDS e Hepatites Virais - SEMSA&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Coordenação&lt;/b&gt;: Evalcilene – ARDAM&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;09h40min às 12h00min&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Tema&lt;/b&gt;: “Criminalização da Transmissão do Vírus HIV/AIDS e o Impacto de uma Forma Geral Para Pessoa Soropositiva e a Atuação das ONG&#39;s&quot;. Tempo: 30 min&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Expositor:&lt;/b&gt; Coordenador do Fórum de ONG&#39;s/ AIDS/ AM&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Tema&lt;/b&gt;: “Discussões Nacionais sobre a Criminalização da Transmissão do Vírus HIV/AIDS”).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Tempo&lt;/b&gt;: 50 min&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Expositor&lt;/b&gt;: Wladimir Cardoso Reis&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Coordenador Geral do Grupo de Trabalhos em Prevenção Posithivo – GTP+;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Membro Comitê Comunitário de Vacinas Anti-HIV;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Membro Comitê Técnico Assessor de Vacinas Anti-HIV DN-DST-AIDS e Hepatites Virais - SVS – MS;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Membro Comitê de Acompanhamento Comunitário de pesquisas em HIV - PE ( CCAP-PE).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Coordenação&lt;/b&gt;: Marines Maciel – RNP+ Amazonas&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;12h00min às 14h20min – Almoço&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;12h30min às 14h20min&lt;/b&gt; – Exibição de Filme&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Meu Querido Companheiro&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;14h30min às 16h00min - Mesa III – HIV e Direito&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Tema&lt;/b&gt;: Violência Contra a Mulher Lésbica, bissexual e heterossexual e a Lei Maria da Penha.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Tempo&lt;/b&gt;: 30 min&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Expositora&lt;/b&gt;: Maria das Graças Soares Prola – Secretária Executiva da Secretaria de Estado da Ação Social/AM&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Tema&lt;/b&gt;: “Perspectivas de Direitos e Deveres frente a Criminalização da Transmissão do Vírus HIV/AIDS na visão do Departamento Estadual de Direitos Humanos”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Tempo&lt;/b&gt;: 30 min&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Expositora&lt;/b&gt;: Dra. Michele Custódio Campbell – Diretora do Departamento Estadual de Direitos Humanos –DEDH/SEJUS.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Tema&lt;/b&gt;: “Criminalização da Transmissão do Vírus HIV/AIDS e o Papel do Direito Penal”&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Tempo&lt;/b&gt;: 30 min&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Expositora&lt;/b&gt;: Dra. Sheryde Karoline Lima de Oliveira - Presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa Humana – CEDDPH/SEJUS&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Coordenação&lt;/b&gt; – Evalcilene – ARDAM&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;16:00 às 17:00 - Palestra Magna&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Tempo&lt;/b&gt;: 60 min&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Tema&lt;/b&gt;: “Criminalização da Transmissão do Vírus HIV/AIDS e Direitos Humanos”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Prof. Raimundo Fontes&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Coordenação&lt;/b&gt;: Marines Maciel – RNP+ Amazonas&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;17:00&lt;/b&gt; – &lt;a href=&quot;http://orquideasglbt.blogspot.com/2011/06/i-encontro-amazonense-de-mulheres.html&quot;&gt;Abertura do I Encontro Amazonense de Mulheres Lésbicas, Bissexuais e Heterossexuais.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;17:30&lt;/b&gt; – Coffee Break&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Informações: (92) 9113-3874 / (92) 8153-0564&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E-mail: dartanhasilva@yahoo.com.br&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: rgb(68, 68, 68); font-family: Georgia, &#39;Times New Roman Times&#39;, serif; font-size: 12px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://orquideasglbt.blogspot.com/2011/06/seminario-criminalizacao-da-transmissao.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-RUio4KZ8f1A/Tf1lPGVvatI/AAAAAAAAO20/o2CQMUlZa68/s72-c/LGO%2BORQUIDEA.jpg" height="72" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4502101303596917749.post-4186272699735931933</guid><pubDate>Sat, 30 Apr 2011 04:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-29T21:08:40.048-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">lgbt</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">presídios</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">resolução</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">rio de janeiro</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">visita íntima</category><title>Governo do Estado regulamenta visita íntima nos presídios para LGBT</title><description>&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot; class=&quot;mediacor1&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: normal;font-size:85%;&quot; &gt;Portal do Govreno de Rio de Janeiro   - 29/04/2011&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Entre as medidas, cartilhas sobre a conduta durante as visitas e encontros de capacitação dos agentes penitenciários      &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;    &lt;p&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;line-height: normal;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Os  detentos e as detentas LGBT dos presídios fluminenses conquistaram mais  um benefício rumo ao seu retorno ao contexto social livre: as visitas  íntimas. A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), a  partir da resolução nº 395 publicada no DO de 28 de março, regulamentou  a visitação dos presos e presas custodiados (as) nos estabelecimentos  prisionais do Rio de Janeiro.  A resolução garante isonomia de  tratamento à todos internos, ou seja, lésbicas, gays, bissexuais,  travestis e transexuais terão o direito de (re)estabelecer suas relações  homoafetivas dentro das penitenciárias.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style=&quot;text-align: justify; line-height: normal;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Para  o Secretario de Estado de Administração Penitenciária (Seap), Cesar  Rubens Monteiro de Carvalho “a secretaria tem que se adequar às normas  comportamentais de direitos hoje estabelecidas. Conforme preconiza o  artigo 5º da Constituição Federal, direitos iguais para todos, e há que  se fazer sem restrição, dentro do princípio de que todos são iguais  perante a Lei, no gozo de seus direitos e cumprimento de seus deveres  como cidadãos”. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style=&quot;text-align: justify; line-height: normal;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Já o  Superintende de Direitos Individuais Coletivos e Difusos da Secretaria  de Assistência Social e Direitos Humanos (SuperDir/SEAS/DH) e   Coordenador do Programa Estadual Rio Sem Homofobia, Cláudio Nascimento  acredita que “esta resolução é uma conquista especial para os detentos e  detentas LGBT. Essa proposta vem sendo debatida no Conselho dos  Direitos da População LGBT do Estado do Rio de Janeiro desde 2008 e sua  publicação se constitui como a resolução mais avançada e completa em  termos da garantia de direitos humanos de lésbicas, gays, bissexuais,  travestis e transexuais&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt; &lt;/span&gt;internos nas unidades prisionais ”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style=&quot;text-align: justify; line-height: normal;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;A  fim de orientar LGBT (detentos(as) e companheiros(as)), a SEAS/DH –  Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, através  da SuperDir  e Seap, fará uma cartilha com orientações contendo dicas e  informações de conduta para as visitas íntimas a ser lançada no mês de  maio. Além disso, também serão realizados encontros e seminários para  capacitar agentes penitenciários sobre esse tema, com o objetivo de  aplicar a nova resolução de maneira eficaz.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Procedimentos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;A  solicitação da visitação deverá ser requerida mediante a emissão de um  oficio, que será enviado a Direção da Unidade, onde este deverá conter a  declaração de homoafetividade (assinada pelo casal e duas  testemunhas). Para obter informações e consultas sobre como ter acesso a  este direito, os interessado deverão entrar em contato com Disque  Cidadania LGBT (&lt;span tabindex=&quot;-1&quot; dir=&quot;ltr&quot; class=&quot;skype_pnh_container&quot;&gt; &lt;span dir=&quot;ltr&quot; title=&quot;Ligue para este número em Brasil com o Skype: +558000234567&quot; class=&quot;skype_pnh_highlighting_inactive_common&quot;&gt;&lt;span class=&quot;skype_pnh_left_span&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span title=&quot;Ações Skype&quot; class=&quot;skype_pnh_dropart_span&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-position:-779px 1px !important;&quot; class=&quot;skype_pnh_dropart_flag_span&quot;&gt;      &lt;/span&gt;   &lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;skype_pnh_textarea_span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;skype_pnh_text_span&quot;&gt;0800 0234567&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;skype_pnh_right_span&quot;&gt;     &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-weight: bold;&quot;&gt;RESOLUÇÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Secretaria de Estado de&lt;br /&gt;Administração Penitenciária&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;ATO DO SECRETÁRIO&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;RESOLUÇÃO SEAP Nº 395 DE 21 DE MARÇO DE 2011&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;REGULAMENTA A VISITAÇÃO AOS PRESOS CUSTODIADOS NOS ESTABELECIMENTOS PRISIONAIS E HOSPITALARES DA SEAP E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O SECRETÁRIO DE ESTADO DE ADMINISTRAÇÃO PENITENCIÁ- RIA, no uso de suas  atribuições constitucionais e legais, tendo em vista o que consta no  processo nº E-21/956.049/2007,&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;CONSIDERANDO:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;- que os Estabelecimentos Prisionais e Hospitalares se constituem em  área de segurança e de acesso controlado, exigindo a adoção de medidas  preventivas quando do ingresso, permanência e saída de pessoas, em prol  da manutenção da ordem e da disciplina,&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;- que, a despeito de ser um direito, o visitante deve subordinar-se não  só às restrições atinentes aos presos como também às condições impostas  por motivos de segurança e de ordem nos Estabelecimentos Prisionais e  Hospitalares,&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;- a necessidade de uniformizar os procedimentos acerca da visita a que  os presos são suscetíveis de recebimento, inclusive, a visita íntima,  direito constitucionalmente assegurado e preconizado na Resolução nº  1/99 do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, tendo  por objetivo contribuir para o equilíbrio emocional do preso,&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;- que as Regras Mínimas para o Tratamento de Reclusos, da Organização  das Nações Unidas estabelecem a necessidade da manutenção e melhoramento  das boas relações entre o preso e sua família, quando estas sejam  convenientes a ambas as partes, devendo ser autorizadas visitas de  familiares e amigos, ao menos periodicamente, e sob a devida vigilância,  e&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;- ainda, que garantir o direito à visitação significa também propiciar o  (re)estabelecimento das relações socioafetivas entre presos e seu grupo  familiar na perspectiva de contribuir de forma construtiva e  emancipatória para o seu retorno ao contexto societário livre,&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;RESOLVE:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 1º- A presente Resolução visa disciplinar a visitação nos  Estabelecimentos Prisionais e Hospitalares que, para efeitos normativos,  fica dividida em três espécies: comum, extraordinária e íntima.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;DA VISITA COMUM&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 2º- A visitação comum será permitida:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;I - aos cônjuges, companheiros e filhos;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;II - aos pais, irmãos, avós, netos, tios e sobrinhos;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;III - madrasta, padrasto, pais de criação e enteados;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;IV - amigos, limitando-se em uma pessoa por preso.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;§ 1º- Os visitantes mencionados no inciso I, na qualidade de  companheiros, deverão comprovar o vínculo com o preso, apresentando a  certidão de nascimento da prole em comum ou por meio de declaração de  convivência marital, ou de homoafetividade com a assinatura de 02 (duas)  testemunhas, com firma reconhecida. No caso em que um dos pretendentes a  visitação, visitante ou visitado, se encontrar civilmente casado com  outra pessoa, será necessário apresentar uma declaração do cônjuge  informando a condição de separação de fato e de direito.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;§ 2º- O grau de afinidade citado nos incisos I, II e III deverá ser  comprovado por meio de documentos, tais como carteira de identidade,  certidão de nascimento e/ou casamento.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;§ 3º- Os visitantes mencionados nos incisos I, II e III deverão  comprovar a relação com o preso, apresentando declaração subscrita por  duas pessoas idôneas, com firma reconhecida em cartório, quando não  houver documento próprio comprobatório.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;§ 4º- O visitante de que trata o inciso IV, poderá se credenciar para a  visitação de um preso por vez. Em caso da ocorrência de  descredenciamento de pessoa amiga, somente poderá ocorrer um novo  credenciamento para o mesmo preso de outra pessoa amiga para o mesmo  preso após o decurso de 12 (doze) meses. O visitante que, na condição de  pessoa amiga, for descredenciado, somente poderá se habilitar ao  credenciamento para visitação a outro preso após 12 (doze) meses.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 3º- A visitação comum nas Penitenciárias, Presídios, Institutos  Penais, Cadeias Públicas, Colônia Agrícola e Hospitais serão realizadas  nos dias e horários determinados pela Subsecretaria-Adjunta a que  estiverem subordinados administrativamente, ouvidas as direções dos  Estabelecimentos  Prisionais e Hospitalares.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Parágrafo Único - Será permitida a entrada do visitante credenciado pelo  preso, por dia de visitação, excetuando-se desse grupo o cônjuge ou  companheiro e as crianças com até 12 anos incompletos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 4º- A visitação nos Estabelecimentos Prisionais e Hospitalares  far-se-á mediante a apresentação de uma carteira de visitante, expedida  pela Divisão de Atendimento à Família e Credenciamento sendo individual e  intransferível válida em todos os Estabelecimentos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Parágrafo Único - Os visitantes mencionados nos incisos I, II e III do  art. 1º da presente Resolução, em caso de possuir mais de uma pessoa  efetivamente presa, poderão se habilitar para visitação para cada uma  delas, desde que devidamente comprovado o grau de relacionamento.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 5º- A Subsecretaria-Adjunta de Tratamento Penitenciário, através da  Divisão de Atendimento à Família e Credenciamento, caberá emitir a  carteira de visitante.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;§ 1º- O credenciamento de visitantes será realizado mediante a apresentação de original e cópia dos seguintes documentos:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;I - carteira de identidade emitida por órgão oficial deste ou de outro Estado; ou&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;II - certidão de nascimento ou casamento;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;III - 01 fotografia 3x4 recente;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;IV - comprovante de residência atualizado;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;V - documento mencionado no § 3º do art. 2º.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;§ 2º - A carteira de visitante deverá conter, obrigatoriamente, referência à categoria de seu portador.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 6º- Os visitantes de presos de outros órgãos não integrantes da  estrutura da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária,  internados nos Estabelecimentos Hospitalares da Subsecretaria-Adjunta de  Tratamento Penitenciário/SEAP, receberão um cartão de visitante  provisório, que terá validade enquanto perdurar a internação do preso,  devendo este ser expedido pela direção do Estabelecimento Hospitalar.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Parágrafo Único - As regras de visitação, no presente caso, serão  estabelecidas pela Subsecretaria-Adjunta de Tratamento Penitenciário e  pela Subsecretaria-Adjunta de Unidades Prisionais.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 7º- O credenciamento de crianças e adolescentes, que sejam parentes consanguíneos do preso se dará da seguinte forma:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;I - até 6 (seis) anos incompletos: não há necessidade de credenciamento.  O ingresso se fará mediante a apresentação da certidão de nascimento,  acompanhado do responsável legal, devidamente credenciado;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;II- de 07 (sete) até 12 (doze) anos incompletos: a criança será  credenciada, apresentando-se apenas a carteira de identidade ou, na sua  ausência, a certidão de nascimento e seu ingresso far-se-á acompanhado  do responsável legal, devidamente credenciado;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;III- de 12 (doze) até 17 (dezessete) anos incompletos: o credenciamento  nesta faixa etária dar-se-á com a apresentação da carteira de identidade  e da certidão de nascimento e o ingresso na Unidade dar-se- á  acompanhado do responsável legal, devidamente credenciado;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;IV - o responsável pela criança ou adolescente ou quem tenha a sua  guarda poderá autorizar expressamente um de seus parentes, maior de 18  anos, para acompanhá-lo na visitação, desde que tenha também permissão  do preso.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 8º- A entrada de criança de até 12 (doze) anos de idade incompletos  em Estabelecimentos Hospitalares só será permitida com autorização  expressa do seu Diretor, que levará em consideração as condições de  saúde do paciente.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 9º- Será permitido o credenciamento de maiores de 14 (quatorze) e  menores de 18 (dezoito) anos de idade, na condição de pessoa amiga, que  comprovem possuir filhos com o preso, desde que autorizados pelo  responsável legal ou, na ausência deste, com autorização do Juiz da Vara  da Infância, da Juventude e do Idoso. A visitação far-se-á acompanhada  do responsável legal devidamente credenciado ou por pessoa por ele  autorizada, conforme disposto no artigo 6º inciso IV, da presente  Resolução.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Parágrafo Único - A transformação de pessoa amiga para companheiro, em  união estável só se dará aos 18 (dezoito) anos de idade ou com  autorização judicial.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 10- Caberá a Divisão de Atendimento à Família e Credenciamento  analisar e processar os seguintes requerimentos dos presos em Unidades  prisionais e Estabelecimentos Hospitalares.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;§ 1º- Havendo o cancelamento de credenciamento do companheiro, este  somente se reabilitará para novo credenciamento após 06 (seis) meses a  contar da data do cancelamento.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;§ 2º- O credenciamento para novo companheiro só pode ocorrer após 12  (doze) meses do cancelamento formal anterior, limitando-se a 01 (um)  credenciamento no período de 12 (doze) meses.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 11- A suspensão do direito de visitação comum, como medida  disciplinar decorrente de falta grave cometida pelo preso, não  ultrapassará o período de 30 (trinta) dias.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 12- A suspensão da visitação comum ao visitante, por desrespeito  cometido por este às normas dos Estabelecimentos Prisionais e  Hospitalares, sem a participação do visitado, ficará a critério da  direção de cada Estabelecimento, que poderá suspendê-la pelo prazo  máximo de 15 (quinze) dias, depois de ouvida a Comissão Técnica de  Classificação, que se reunirá no prazo máximo de 72 (setenta e duas)  horas úteis para analisar os fatos e emitir parecer sobre o que restar  apurado.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 13- As Direções dos Estabelecimentos Prisionais e Hospitalares, em  caso de prática de infração penal cometida pelo visitante, deverão  recolher a sua carteira e poderão cancelar o credenciamento concedido ao  visitante, pelo prazo de um ano, após manifestação da Comissão Técnica  de Classificação, que oferecerá parecer técnico sobre os fatos apurados,  sendo o resultado final comunicado à Divisão de Atendimento à Família e  Credenciamento.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;§ 1°- Findo o período supramencionado, o preso poderá requerer novo  credenciamento do mesmo visitante junto à Direção da Unidade, que  encaminhará a solicitação para análise da Divisão de Atendimento à  Família e Credenciamento, que oferecerá parecer dirigido ao  Subsecretário-Adjunto de Tratamento Penitenciário, para deliberação  final.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;§ 2° - No caso de reincidência o cancelamento será definitivo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 14 - A visitação poderá ser imediatamente interrompida e o  visitante retirado do Estabelecimento Prisional ou Hospitalar, no caso  da prática de atos contrários ao Regulamento da Unidade, à segurança ou a  Lei de Execução Penal, por parte do preso ou do seu visitante.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 15 - A visitação dos representantes diplomáticos e consulares ao  preso estrangeiro dar-se-á mediante prévio agendamento entre essa  Autoridade e o Diretor do Estabelecimento Prisional ou Hospitalar.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 16 - O visitante deverá estar convenientemente trajado, sendo vedado o uso do vestuário do tipo:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;I - Roupa transparente e/ou justa/colante;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;II - Roupas curtas, minissaia, minivestido, miniblusa, short e bermuda acima do joelho.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 17- O visitante deverá ser submetido à revista nos moldes  preconizados nas normas regulamentares. No caso de recusa do visitante  em realizar a revista eletrônica, a carteira de visitante deverá ser  recolhida, de tudo sendo elaborado registro circunstanciado e  encaminhado à Direção da Unidade do visitado.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;§ 1°- A Direção do Estabelecimento Prisional ou Hospitalar poderá  cancelar o credenciamento por 06 (seis) meses, após manifestação da  Comissão Técnica de Classificação, que oferecerá parecer técnico sobre  os fatos apurados, sendo o resultado final comunicado a Divisão de  Atendimento à Família e Credenciamento.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;§ 2°- Após o decurso do período, o preso poderá requerer novo  credenciamento do mesmo visitante junto à Direção da Unidade, que  enviará&lt;br /&gt;o requerimento para manifestação da Divisão de Atendimento à Família e  Credenciamento, que oferecerá parecer dirigido ao Subsecretário- Adjunto  de Tratamento Penitenciário, para deliberação final.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 18- Os egressos e os beneficiados por livramento condicional ou  sursis poderão realizar a visitação comum após 06 (seis) meses,  excetuando- se deste período, pais, filhos, cônjuge ou companheiro,  irmãos, tios e sobrinhos, que não terá efeito suspensivo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Parágrafo Único - Os presos em regime aberto poderão realizar visitação  comum aos seus pais, filhos, cônjuge ou companheiro e irmãos, desde que  devidamente credenciados.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;DA VISITA EXTRAORDINÁRIA&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 19- A visita extraordinária se dará mediante autorização do Diretor  do Estabelecimento Prisional ou Hospitalar, nos seguintes casos:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;I - Governador;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;II - Secretários de Estado;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;III - Parlamentares federais ou estaduais;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;IV - Autoridades judiciárias;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;V - Membros do Ministério Público;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;VI - Membros da Defensoria Pública;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;VII - Representantes credenciados da Ordem dos Advogados do Brasil;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;VIII - Quaisquer outras autoridades, instituições ou pessoas com tal prerrogativa por força da lei ou de sua função;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;IX - Instituições de assistência ao preso;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;X - Por morte das pessoas elencadas nos incisos I, II e III do art. 1º da presente Resolução;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;XI - Em caso de doença grave na família, apresentando documentação médica;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;XII - Representantes de Consulados, embaixadas etc.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;§ 1º- Não será permitida a entrada de acompanhante, exceto segurança  pessoal da autoridade, nem de gravadores, máquinas fotográficas,  filmadoras, armas de fogo e/ou objetos cortantes e aparelhos de  telefonia celular.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;§ 2º- Os visitantes constantes dos incisos IX, X e XI ficam limitados a 03 (três).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;DA VISITA ÍNTIMA&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 20- Será concedida ao preso a visita íntima de seu cônjuge ou companheiro a partir dos 18 anos de idade completos.&lt;br /&gt;Parágrafo Único- O preso poderá receber a visita íntima do menor de 18  (dezoito) anos, quando: legalmente casados; com autorização do Juiz da  Vara da Infância, da Juventude e do Idoso.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 21- O requerimento para a concessão do benefício de que trata o  artigo anterior será feito no setor de assistência social do  Estabelecimento Prisional, atendendo aos seguintes requisitos:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;I- não estar o interessado classificado no índice de aproveitamento negativo ou neutro, em decorrência de falta disciplinar;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;II - não estar o interessado usufruindo da concessão de visita periódica  à família, exceto nos casos em que seu cônjuge ou companheiro se  encontrar preso cumprindo pena em regime fechado, sendo necessária a  anuência dos Diretores das Unidades envolvidas, além do preenchimento de  todas as exigências legais e regulamentares;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;III - estarem ambos os interessados em perfeitas condições de saúde física e mental.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;§ 1º - A condição de saúde física e mental do preso será avaliada pelos  médicos do quadro de pessoal da SEAP, mediante solicitação do Serviço  Médico da Unidade de origem, sendo recomendado os exames de sangue, HIV,  VDRL, hepatite B e C, além de raios-x de tórax, sem prejuízo de outros  exames eventualmente julgados indispensáveis, cujo prazo máximo de  aceitação é de 06 (seis) meses, considerando a data de sua realização e a  data de apresentação, visando a preservação da saúde de ambos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;§ 2º - Pessoas livres, candidatos a visitação íntima, deverão comprovar  seu estado de saúde física e mental, mediante apresentação ao serviço  médico da Unidade, dos mesmos exames médicos referidos do § 1º emitido  por órgão de saúde da rede pública, com prazo máximo de 06 (seis) meses  de aceitação.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;§ 3º - A permissão poderá ser suspensa, temporariamente, a qualquer  momento em caso de surgimento de sintomatologia médica que indique a  necessidade de controle de doenças que não possuam métodos preventivos  na atividade de visita íntima. Esta suspensão será indicar  explicitamente pelo médico da Unidade prisional, especificando o tempo  necessário da suspensão da visita.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 22 - A Coordenação de Gestão em Saúde Penitenciária, da  Subsecretaria- Adjunta de Tratamento Penitenciário, em data e local  previamente estabelecidos, promoverá palestras sobre doenças sexualmente  transmissíveis para os requerentes à visita íntima, sendo a freqüência  obrigatória para as pessoas presas e para o visitante.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 23 - O processo de visita íntima, devidamente instruído na forma  dos artigos anteriores, será encaminhado ao diretor do Estabelecimento  Prisional que, após ouvir os demais membros da Comissão Técnica da  Classificação, deferirá ou não o pedido.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Parágrafo Único - Em caso de concessão da visita íntima, será elaborada  uma listagem com os nomes das pessoas autorizadas, que servirá para  controlar o acesso dos beneficiários ao Estabelecimento Prisional.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 24 - A Direção do Estabelecimento Prisional estabelecerá data,  local e a periodicidade (semanal ou quinzenal) para a realização da  visita íntima.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 25 -Fica vedada a permanência de crianças e adolescentes nos  parlatórios e no interior das galerias quando da realização da visita  íntima.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 26 - A concessão da visita íntima será anotada no prontuário móvel  da pessoa presa, constando a data do seu deferimento e nome da cônjuge,  companheiro, assim como o seu cancelamento.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 27- Depois de finalizado o processo de visita íntima, o mesmo  deverá ser juntado ao prontuário móvel da pessoa presa, o qual deverá  acompanhá-lo quando de sua transferência para outro Estabelecimento  Prisional.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;DA VISITA ENTRE PRESOS E PRESAS EM REGIME FECHADO E SEMIABERTO&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 28 - A visitação comum entre presos poderá ser concedida mediante  requerimento apresentado ao Diretor da Unidade onde o interessado se  encontrar custodiado, ouvindo-se, a seguir, o outro preso e sua  respectiva Direção e, ainda, as Comissões Técnicas de Classificação das  Unidades, cujos Diretores deferirão ou não o pedido.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 29 - A visitação de que trata o artigo anterior será permitida, nos  casos de cônjuge ou companheiro desde que, além do atendimento ao  disposto nesta Resolução, a relação entre os interessados seja  comprovada mediante  apresentação dos seguintes documentos:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;I - para o cônjuge: certidão de casamento;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;II - para o companheiro: declaração assinada por 02 (duas) pessoas  idôneas, atestando a relação de companheirismo, com firma reconhecida.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 30 - A pessoa presa com benefício de trabalho extramuros, dará  início na sua Unidade à solicitação de visita íntima entre o mesmo e um  preso em regime fechado que, após apreciação da Comissão Técnica de  Classificação, será encaminhada pela Direção à Vara de Execuções Penais,  mencionando o art. 122, inciso III da Lei de Execução Penal para  autorização.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;§ 1º - Não gozarão do beneficio da visita comum ou íntima, presos que  estejam classificados no índice de aproveitamento negativo ou neutro em  decorrência de falta disciplinar.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;§ 2º- Visita íntima entre cônjuges e companheiros só poderá ser  concedida, desde que atendidos os requisitos estabelecidos nos art. 21 e  24 desta Resolução, e efetuando-se na Unidade que custodiar o preso.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 31- Nos casos em que houver filhos em comum, abrigados na Unidade  Materno Infantil da SEAP, a visitação comum ou íntima poderá ser  concedida mediante requerimento apresentado ao Diretor da Unidade onde a  presa, mãe da criança, se encontrar custodiada, ouvindo- se a seguir o  preso, pai da criança, e sua respectiva Direção e, ainda as Comissões  Técnicas de Classificação das duas Unidades, cujos Diretores deferirão  ou não o pedido.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;§ 1º- A visitação de que trata este artigo, desde que autorizada, será  feita na Unidade do preso, pai da criança, em dia, local e horário  estabelecido pela Direção da Unidade em que se encontra.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;§ 2º- No transcorrer da visitação íntima, a que se refere o caput deste  artigo, a criança deverá permanecer na Unidade Materno Infantil, sob os  cuidados dos servidores.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 32. Concedida a visitação, o Diretor da Unidade encaminhará à  Coordenação de Segurança a relação dos presos para a elaboração de  cronograma de apresentação e viabilidade de execução, cabendo àquela  Coordenação comunicar a Subsecretaria-Adjunta de Unidades Prisionais,  quando houver dificuldades de proceder à apresentação por motivos  operacionais.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;DISPOSIÇÕES GERAIS&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 33- As normas acima não se aplicam aos presos submetidos ao Regime Disciplinar Diferenciado.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 34- Caso um dos requerentes a visitação comum, íntima ou  extraordinária apresentar documentos falsos ou praticar falsidade  ideológica, estes serão passíveis de responsabilização nas esferas  criminal&lt;br /&gt;e administrativa.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 35- Os visitantes idosos, portadores de necessidades especiais,  grávidas, lactantes e com criança de colo terão prioridade quando da  visitação.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 36- A Autoridade que negar provimento ao requerimento de visitação  comum, íntima ou extraordinária, deverá fundamentar sua decisão em  despacho circunstanciado.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 37- As normas aqui estabelecidas, no que couber, aplicam-se  igualmente aos homoafetivos, também denominados companheiros para fins  das três modalidades de visita, nos termos do art. 1º desta Resolução.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 38 - Os casos omissos serão resolvidos pelas  Subsecretarias-Adjuntas de Tratamento Penitenciário e de Unidades  Prisionais, no âmbito de suas atribuições.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 39 - Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação,  revogando-se as disposições em contrário e em especial a Resolução&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;SEAP nº 142, de 06 de novembro de 2006.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Rio de Janeiro, 21 de março de 2011&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;CESAR RUBENS MONTEIRO DE CARVALHO&lt;br /&gt;Secretário de Estado de Administração Penitenciária&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DE 28 DE MARÇO DE 2011&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://orquideasglbt.blogspot.com/2011/04/governo-do-estado-regulamenta-visita.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4502101303596917749.post-5601772207512144489</guid><pubDate>Sat, 16 Apr 2011 13:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-16T06:23:14.628-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">assassinato 2011</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">lgbt</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">travesti</category><title>Travesti assassinado com 11 facadas</title><description>&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.jornalonorte.com.br/2011/04/16/diaadia3_0.php&quot;&gt;Jornal O Norte&lt;/a&gt; - &lt;span class=&quot;DataCinza&quot;&gt;16 de abril de 2011 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na madrugada de ontem, mais um assassinato foi registrado na cidade de  Campina Grande. Um jovem, de apenas 24 anos, que ganhava a vida fazendo  programas sexuais como travesti, foi brutalmente assassinado com 11  golpes de faca peixeira. O crime, aconteceu em pleno Centro da cidade e  segundo testemunhas, foi praticado por três homens que ocupavam um  veículo de cor preta. Familiares de Daniel de Oliveira Felipe, de 24  anos, confirmaram que ele era viciado em drogas. Este foi o 44º  homicídio ocorrido na cidade neste ano de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com as  informações repassadas pela Polícia Civil, o crime aconteceu por volta  das 04h30, em uma das esquinas das ruas Presidente João Pessoa e Índios  Cariris, em pleno centro comercial de Campina Grande. Daniel estava  deitado em um lençol na calçada de uma loja de peças automotivas, como  fazia todos os dias, quando foi surpreendido pelo grupo de bandidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os  três homens chegaram no local em um veículo Chevrolet Celta, de cor  preta e placas até agora não identificadas. Apenas a chegada do  automóvel foi registrada pelas câmeras de monitoramento da Central  Integrada da STTP, no entanto, devido às falhas no sistema de captação,  sequer as placas puderam ser identificadas corretamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o  relato de algumas testemunhas, que estavam no local no momento do  crime, dois dos bandidos teriam segurado o travesti, enquanto que o  terceiro seria o responsável pelos golpes. No total, de acordo com o  laudo preliminar do Instituto de Polícia Científica (IPC), foram onze  golpes de faca peixeira aplicados contra o tórax da vítima que morreu no  local. Daniel de Oliveira morava com a família, em Campina.</description><link>http://orquideasglbt.blogspot.com/2011/04/travesti-assassinado-com-11-facadas.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4502101303596917749.post-6441893420935385456</guid><pubDate>Mon, 04 Apr 2011 21:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-04T14:41:45.159-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ação social</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cidadania</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">lgbt</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Manaus</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">orquídeas</category><title>Associação Orquídeas participa de ação social no bairro da Redenção</title><description>&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-EE_QbVeGaSc/TZo6V6SptdI/AAAAAAAAOxE/kDg0rUd7JzY/s1600/P1010367.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; 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 &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isabela Vieira&lt;br /&gt; &lt;em&gt;Repórter da Agência Brasil&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;  Rio de Janeiro – A criação de leis que especifiquem como crime a discriminação contra lésbicas, &lt;em&gt;gays&lt;/em&gt;,  travestis e transexuais (LGBT) ajudaria na elaboração de políticas  públicas contra o preconceito, além de diminuir a sensação de  impunidade. A avaliação é da subsecretária de Ensino e Programas da  Secretaria de Segurança do Estado do Rio, a delegada Jéssica Oliveira de  Almeida.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;  “As leis seriam um grande instrumento para enfrentar o problema.  Facilitaria o trabalho de tipificação de realidades que vivemos  cotidianamente e que não são normatizadas no país. Sem essas leis, não  há encaminhamento específico”, afirmou Jéssica Oliveira, hoje (25), à &lt;strong&gt;Agência Brasil&lt;/strong&gt;, durante o 1º Congresso Nacional de Direito Homoafetivo, no Rio.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;  De acordo com a subsecretária, a criminalização da homofobia também  permitiria pesquisar melhor os casos e proteger as vítimas potenciais.  Jéssica Oliveira chama atenção para a gravidade dos crimes praticados  contra pessoas LGBT, que, quase sempre, são lesão corporal e homicídio.  “São crimes que lesam a integridade física ou tiram a vida das pessoas,  principalmente de travestis e transexuais”, disse a delegada.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;  Numa iniciativa pioneira no país, para enfrentar a falta de dados sobre  a violência com motivação homofóbica, Jéssica Oliveira propôs a  inclusão pela Polícia Civil do Rio, da classificação “homofobia” nos  boletins de ocorrência com base no relato da situação de violência.  Paralelamente, a secretaria implementou uma capacitação para os agentes e  para os atendentes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;  Há dois anos em funcionamento, o programa das delegacias complementa o  atendimento da área de assistência social, feito por centros de  referência e serviços de promoção da cidadania no estado. Para reforçar a  rede, durante o congresso, foi confirmada a inauguração, em abril, de  um centro de referência LGBT em Duque de Caxias, na baixada fluminense.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;  De acordo com o superintendente estadual de Direitos Individuais,  Coletivos e Difusos, Claudio Nascimento, mais cinco centros serão  inaugurados até o final de 2011, sendo um deles na Região dos Lagos e  outro em Nova Iguaçu. No total, para a construção das unidades, serão  investidos R$ 4 milhões.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;  Perguntada sobre os dados da Região dos Lagos, que é a segunda área  mais violenta para a população LGBT no estado, depois da capital, a  delegada destacou que o ativismo de grupos &lt;em&gt;gays&lt;/em&gt;, em Cabo Frio, pode se refletir no aumento dos números de ocorrência.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;  “O município [Cabo Frio] tem índices altos. Lá, existe uma militância &lt;em&gt;gay&lt;/em&gt;  muito ativa. Por um lado que esses ativistas ajudam a informar a  população sobre os seus direitos, sobre a importância de ir na polícia  fazer uma queixa, isso os deixa mais vulneráveis a violência”, comentou a  subsecretária. Ela estima que as estatísticas de crimes contra a  população LGBT em Duque de Caxias sejam altas, mas afirmou que a  secretaria não tem dados oficiais porque o município ainda não está  incluído no programa de informatização da Polícia Civil.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;  &lt;em&gt;Edição: Lana Cristina&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;</description><link>http://orquideasglbt.blogspot.com/2011/03/lei-tipificando-como-crime.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4502101303596917749.post-5836017579248099440</guid><pubDate>Thu, 24 Mar 2011 20:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-24T13:22:15.084-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">aids</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">amazonas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">encontro</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">fórum</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ONG</category><title>I Encontro Estadual de ONG/Aids do Amazonas</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-x84q3gDET4I/TYumztyNYrI/AAAAAAAAOp8/BskcLrxEa-8/s1600/logo%2Bencontro.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 201px;&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-x84q3gDET4I/TYumztyNYrI/AAAAAAAAOp8/BskcLrxEa-8/s400/logo%2Bencontro.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5587743170076959410&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Fórum Amazonas de ONG AIDS, promove no próximo dia 26 de março de 2011, o I ENCONTRO DE ONG AIDS DO AMAZONAS, o encontro tem como temática central: A EFETIVAÇÃO DAS POLITICAS PUBLICAS EM HIV/AIDS NO ESTADO DO AMAZONAS, o evento pretende reunir Organizações Não-Governamentais que prestam serviços ou têm atividades de informação, educação, prevenção e/ou assistência em HIV/AIDS, com sede no Estado do Amazonas, filiadas ou não ao Fórum Amazonas de ONG/AIDS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Esta iniciativa tem como objetivos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I Promover discussões e traçar estratégias de ação relativas às políticas governamentais e não governamentais sobre HIV em nível Municipal/Estadual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II Discutir, sistematizar e encaminhar propostas para o Encontro Regional de ONG/AIDS – ERONG/Norte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III Escolher as instituições aptas a apresentar delegados (as) para o Encontro Regional de ONG/AIDS – ERONG/Norte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV Escolher os nomes indicados para disputar as vagas regionais nas representações nacionais (CAMS/CNAIDS).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As inscrições de delegados e suplentes encerram amanhã dia 25/03/2011, no dia serão realizadas apenas inscrições para participantes. A taxa de Inscrição é R$ 10,00, todos os participantes devem efetivar seu pagamento na secretária durante o credenciamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Encontro acontecerá no Centro Paroquial Frei Miguel Ângelo, localizado à Rua Tapajós, Nº 350 (Rua ao lado direito do SEBRAE)– CENTRO, início 8h30m com credenciamento e término às 17h.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada ONG tem direito a apresentar 01(um) delegado e 01(um) suplente e 02 (dois) participantes. O credenciamento tem início as 8h30 e encerra as 10h, só poderá participar da plenária as pessoas devidamente credenciadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;I ENCONTRO ESTADUAL DE ONG AIDS DO AMAZONAS &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Manaus 26 de março de 2011 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;“A efetivação das Políticas Públicas em HIV/AIDS no Amazonas”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROGRAMAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;MANHÃ 8h30 às 10h - Credenciamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9h às 9h45 - Mesa de Abertura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coordenação Estadual de DST/AIDS&lt;br /&gt;Coordenação Municipal de DST/AIDS.&lt;br /&gt;Coordenação da Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV/AIDS – Núcleo Amazonas&lt;br /&gt;Coordenação Movimento Nacional das Cidadãs Positivas – Núcleo Amazonas&lt;br /&gt;Coordenação da Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/AIDS&lt;br /&gt;Coordenação Fórum Amazonense LGBT&lt;br /&gt;Coordenação do Fórum Amazonas de ONG AIDS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9h45 às 10h15 - Coquetel de Abertura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10h15 às 11h30 - Mesa Redonda&lt;br /&gt;“A efetivação das Políticas Públicas em HIV/AIDS no Amazonas”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coordenação Estadual de DST/AIDS&lt;br /&gt;Coordenação Municipal de DST/AIDS&lt;br /&gt;Fórum Amazonas de ONG AIDS&lt;br /&gt;Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV/AIDS – Núcleo Amazonas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12h às 13h30 - Almoço&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TARDE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14h às 16h30 - Plenária Final&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coordenador: Frei Rodolfo Pimentel (Pastoral da AIDS)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Facilitadora: Sergio Garcia (RNP+)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16h30 - Encerramento com Coquetel</description><link>http://orquideasglbt.blogspot.com/2011/03/i-encontro-estadual-de-ongaids-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-x84q3gDET4I/TYumztyNYrI/AAAAAAAAOp8/BskcLrxEa-8/s72-c/logo%2Bencontro.jpg" height="72" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4502101303596917749.post-5736971791885028803</guid><pubDate>Thu, 24 Mar 2011 16:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-24T09:39:39.559-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">aids</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">amazonas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">coordenação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">hiv</category><title>Coordenação Estadual de DST/AIDS</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_P0dQwkf9Zjg/S1HTTiLupKI/AAAAAAAALU4/EyxtLsoP01U/s1600-h/logo+CED.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 193px; height: 193px;&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_P0dQwkf9Zjg/S1HTTiLupKI/AAAAAAAALU4/EyxtLsoP01U/s320/logo+CED.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5427351358505133218&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Av. Pedro Teixeira, 25&lt;br /&gt;Bairro: Dom Pedro&lt;br /&gt;CEP: 69040-000&lt;br /&gt;Fone: 9Fax) 2127-3532 / 2127-3531 / 2127-3559&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Email: &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;dstaids.am@hotmail.com&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/dstaids@saude.am.gov.br&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Coordenador:&lt;br /&gt;Dr. Noaldo de Oliveira Lucena</description><link>http://orquideasglbt.blogspot.com/2011/03/coordenacao-estadual-de-dstaids.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_P0dQwkf9Zjg/S1HTTiLupKI/AAAAAAAALU4/EyxtLsoP01U/s72-c/logo+CED.jpg" height="72" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4502101303596917749.post-710633323739800765</guid><pubDate>Thu, 24 Mar 2011 16:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-24T09:38:03.980-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">aids</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">coordenação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">dst</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Manaus</category><title>Coordenação Municipal de DST/AIDS - Manaus</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_P0dQwkf9Zjg/SsX3_pf6r5I/AAAAAAAAKmY/G_fFKNNZh04/s1600-h/lgo-coordenacao-municipal.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 202px; height: 119px;&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_P0dQwkf9Zjg/SsX3_pf6r5I/AAAAAAAAKmY/G_fFKNNZh04/s320/lgo-coordenacao-municipal.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5387985202062208914&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Coordenação Municipal de DST/AIDS/Manaus&lt;br /&gt;Cordenadora: Dra. Silvana Lima e Silva&lt;br /&gt;Endereço:Rua Comandante Paulo Lasmar, s/nº, sala Nº 08 - Conjunto Santos Dumont - Bairro da Paz&lt;br /&gt;Manaus-AM&lt;br /&gt;Telefone/fax: (92) 3642-6325&lt;br /&gt;E-mail: &lt;span dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;a href=&quot;mailto:dst.sms@pmm.am.gov.br&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span class=&quot;il&quot;&gt;dst&lt;/span&gt;.sms@pmm.am.gov.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Página relacionada: &lt;a href=&quot;http://www.manaus.am.gov.br/secretarias/semsa&quot;&gt;Secretaria Municipal de Saúde&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://orquideasglbt.blogspot.com/2011/03/coordenacao-municipal-de-dstaids-manaus.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_P0dQwkf9Zjg/SsX3_pf6r5I/AAAAAAAAKmY/G_fFKNNZh04/s72-c/lgo-coordenacao-municipal.jpg" height="72" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4502101303596917749.post-8756988524494953783</guid><pubDate>Thu, 24 Mar 2011 16:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-24T09:28:05.125-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">escolas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">kit homofobia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">lgbt</category><title>O bê-á-bá para conviver com a diversidade sexual</title><description>&lt;span style=&quot;font-size: 85%;&quot;&gt;Tory Oliveira&lt;br /&gt;23 de março de 2011&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-hKnVJdQVdFQ/TYthtDt8coI/AAAAAAAAOpQ/B2bMjWFSK0Q/s1600/ReportagemToryCE54.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 320px; height: 226px;&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-hKnVJdQVdFQ/TYthtDt8coI/AAAAAAAAOpQ/B2bMjWFSK0Q/s320/ReportagemToryCE54.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5587667189403251330&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);&quot;&gt;MEC cria kit anti-homofobia para combater o preconceito na escola. Por Tory Oliveira. Foto: Eduardo Knapp/Folhapress&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;MEC cria kit anti-homofobia para combater o preconceito na escola&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Depois  de discutir com uma colega na aula de Educação Física, Alecks-  Batista  foi abordado dentro dos muros do colégio particular onde  estudava pelo  pai da menina. “Ele me chamou de bichinha, viado e  aidético”, lembra,  que na época tinha 16 anos. A diretoria do colégio de  classe média alta  de Curitiba, no Paraná, não se manifestou sobre a  agressão. “E eu me  vi ali sozinho.” Hoje com 20 anos, estudante de  Ciências Contábeis e  gay assumido, Alecks ainda se lembra da sensação de  isolamento, das  piadinhas e da discriminação praticada pela maioria dos  professores e  alunos durante o Ensino Médio. Na sua época de escola,  Alecks não era  convidado para festas ou para jogos de futebol – na maior  parte do  tempo, circulava acompanhado apenas de amigas mulheres ou com  dois  outros colegas, também gays.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A situação vivenciada por Alecks não  é exceção – investigações  realizadas pela Unesco e também pelas ONGs  Reprolatina e Pathfinder  demonstram que há forte presença da  homo-lesbo-transfobia (discriminação  contra gays, lésbicas, transexuais  e travestis) dentro das escolas  brasileiras. Publicada em 2004, a  pesquisa da Unesco revelou, por  exemplo, que um quarto dos estudantes  entrevistados não gostaria de ter  um colega homossexual na mesma sala.  De acordo com a pesquisa  qualitativa realizada pela Reprolatina em 2009  em 11 capitais  brasileiras, evasão escolar, tristeza, depressão e até  casos de suicídio  são observados entre a população LGBT (lésbicas,  gays, bissexuais e  transgêneros) como consequência de um ambiente  escolar homofóbico. “O  ambiente escolar é em geral hostil para o  exercício da diversidade  sexual. Os professores não estão preparados e  não têm compreensão maior  da sexualidade e da homossexualidade”,  explica a pesquisadora  responsável pelo estudo, Margarita Díaz.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Diante  do quadro, o Ministério da Educação, em parceria com entidades  ligadas  aos direitos LGBTs, produziu um kit de material educativo que  será  distribuído oficialmente para os professores de 6 mil escolas  públicas a  partir do segundo semestre deste ano. O projeto – batizado   informalmente de “kit anti-homofobia” – é uma das ações do programa   federal Escola sem Homofobia. Polêmico, o assunto já vem causando   celeuma, principalmente na internet, onde grupos se manifestam   acaloradamente a favor e (principalmente) contra o material, chamado de   “kit gay” pelos seus opositores.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O kit&lt;br /&gt;Destinado ao Ensino  Médio, o kit é composto de caderno, pôster, carta ao  gestor da escola,  seis boletins (boleshs) e cinco vídeos. “É um  material para a promoção  dos direitos humanos, com o objetivo de fazer  da escola um espaço de  todas as pessoas, onde se possa aprender a  conviver com a diversidade”,  justifica Maria Helena Franco, uma das  coordenadoras de criação do kit  de material educativo. Considerado  peça-chave do kit, o caderno é um  livro de 165 páginas, no qual o  educador encontra referências teóricas,  conceitos e sugestões de  atividades e oficinas para se trabalhar o  tema da diversidade sexual nas  escolas. “O caderno ensina como fazer um  projeto político-pedagógico a  ser assumido pela escola como um todo  sobre esse enfrentamento da  violência homofóbica”, conta Maria Helena.  Escritos em linguagem jovem e  acessível, os boletins seriam  distribuídos entre os estudantes e também  tratam da temática da  diversidade sexual, com jogos, depoimentos e  sugestões de filmes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Entretanto,  o objeto de maior polêmica é a parte audiovisual do kit,  que inclui  três pequenos vídeos produzidos especialmente pela ONG Ecos,  que  trabalha com o tema desde 1989. Produzidos com diferentes estéticas –   teledramaturgia tradicional, animação de fotos e desenhos – os vídeos   abordam de forma coloquial temas específicos como lesbianidade,   transexualidade e bissexualidade. “São temas muito estigmatizados e   pouco compreendidos”, explica Vera Lúcia Simonetti Racy, uma das   coordenadoras da criação do kit do material educativo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Criado por  uma equipe multidisciplinar, o kit completo levou cerca de  dois anos  para ser pesquisado, construído e validado. Apenas o roteiro  de um dos  filmes, sobre o namoro de duas meninas, demorou oito meses  para ser  aprovado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ousada e polêmica, a proposta do material educativo  atende a uma  demanda das entidades que lutam pelos direitos LGBTs e  também dos  educadores – que não encontravam subsídios para trabalhar o  tema em aula  – além de estar articulada com políticas públicas de  combate à  homofobia de maneira geral. “O que a gente quer é que o  professor esteja  atento a essa situação de homofobia. A escola precisa  ser um espaço de  respeito e de formação cidadã.”, conclui Carlos  Laudari, presidente da  ONG Pathfinder.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Preconceito velado&lt;br /&gt;Realizada  em Manaus, Porto Velho, Recife, Natal, Goiânia, Cuiabá, São  Paulo,  Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Curitiba, a  pesquisa da  Reprolatina procurou investigar qual era o conhecimento e a  atitude  prática de educadores e alunos a respeito da homofobia nas  escolas.  Foram entrevistadas 1,4 mil pessoas, desde secretários da  Educação até  pessoas que fazem parte do cotidiano da escola, como  merendeiras e  porteiros, passando por diretores, coordenadores,  professores e  estudantes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Foi detectado um ambiente altamente homofóbico –  resultado semelhante  em todas as cidades – uma realidade, porém, em  geral negada pela  comunidade escolar. Segundo Margarita Díaz, quando  perguntados sobre a  existência de homofobia na escola, a resposta dos  participantes da  pesquisa era quase sempre negativa. Entretanto, quando  se começava a  discutir sobre o que acontecia quando havia a presença  de um menino gay  ou uma menina lésbica na escola, os relatos mostravam  muitas piadas e  atitudes potencialmente ofensivas. Tais reações não  eram catalogadas  como homofobia. “Elas são enxergadas como  brincadeiras. Na verdade, essa  ‘brincadeira’ é, sim, uma reação  homofóbica, mas ela está muito  naturalizada”, explica Margarita.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A  ausência de aulas sobre educação sexual que contemplem a  diversidade  também é apontada como um dos fatores que contribuem para a  permanência  da homofobia nas escolas. Segundo especialistas, a educação  sexual  disponível para a maioria dos estudantes é essencialmente   heteronormativa, ou seja, reproduz um modelo que coloca a   heterossexualidade como norma, o que acaba classificando outras   manifestações de gênero, amor e sexualidade como desvios. “É uma   educação sexual baseada no senso comum da sociedade, e não uma educação   sexual antenada com as políticas públicas”, conta Margarita Díaz. Outro   ponto percebido durante a pesquisa era o desconhecimento pelos   educadores da existência de políticas públicas voltadas ao combate da   homofobia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Evasão escolar&lt;br /&gt;Além de casos de violência física,  uma forma quase invísivel de  violência nas escolas – que inclui o  isolamento, rejeição,  brincadeirinhas e piadas – também costuma marcar  os jovens homossexuais  para a vida toda. “Especialmente na  adolescência, a gente quer se  enturmar. Quando você é rejeitado pelos  seus pares, é um sofrimento  horrível”, conta a terapeuta especializada  em diversidade sexual e  questões de gênero, Edith Modesto, que também é  fundadora do Grupo de  Pais de Homossexuais (GPH) e do Projeto  Purpurina, que atende jovens de  14 a 24 anos. “Eles falam da escola com  muita mágoa, lembram da  discriminação, do desprezo e da rejeição.”&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O  quadro é ainda mais grave quando se analisa a situação de  estudantes  transexuais e travestis. Segundo especialistas, não há espaço  para eles  na escola. Além de o preconceito ser maior, questões como o  uso do  nome social na chamada ou até mesmo situações prosaicas como qual   banheiro o jovem travesti deve usar pesam e acabam contribuindo para o   abandono da escola. “Existe uma porcentagem dos nossos jovens que está   sendo socialmente discriminada e forçada a assumir um papel sexual que   não é dela”, lamenta Carlos Laudari. “A gente pretende que a escola seja   uma escola cidadã, em que o aluno brasileiro aprenda a viver com a   diferença.”&lt;/p&gt; &lt;p&gt;“Outro aspecto importante da necessidade de esse tema  estar na escola  é que certos jovens acabam saindo, porque o sofrimento  é tão grande e o  ambiente é tão agressivo que a criança ou o  adolescente acaba  desistindo de estudar. Os índices de evasão escolar  são significativos  para essa população”, explica Vera Lúcia. Segundo  ela, o papel mais  importante do kit anti-homofobia é informar e  contribuir para erradicar a  violência e o preconceito. “Na medida em  que você trabalha esse tema na  escola e consegue criar uma convivência  melhor e mais respeitosa, isso  acaba se refletindo nas relações sociais  como um todo.”&lt;/p&gt;</description><link>http://orquideasglbt.blogspot.com/2011/03/o-be-ba-para-conviver-com-diversidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-hKnVJdQVdFQ/TYthtDt8coI/AAAAAAAAOpQ/B2bMjWFSK0Q/s72-c/ReportagemToryCE54.jpg" height="72" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4502101303596917749.post-2831474853172338811</guid><pubDate>Thu, 24 Mar 2011 16:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-25T13:04:24.221-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">associação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gabriela Leite</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Manaus</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">orquídeas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">prostituta</category><title>Gabriela Leite lança seu livro em Manaus</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-EpmR63al3cE/TYttkNZzSaI/AAAAAAAAOp0/AWqBP28LKfk/s1600/200714_160241850695721_100001297205287_312735_1251836_n.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 174px; height: 320px;&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-EpmR63al3cE/TYttkNZzSaI/AAAAAAAAOp0/AWqBP28LKfk/s320/200714_160241850695721_100001297205287_312735_1251836_n.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5587680231523830178&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;A Associação Orquídeas GLBT em parceria com a Saraiva Megastores, realizou a segunda edição do projeto “Lendo a Diversidade” com a sessão de autógrafos do livro “Filha, Mãe, Avó e Puta”, da escritora Gabriela Leite. O evento aconteceu no  dia 22 de março (terça-feira), no Espaço Cultural Thiago de Mello, na Saraiva Megastore (Av. Mario Ypiranga Monteiro, 1300, Adrianópolis, Manauara Shopping).&lt;br /&gt;Antes da sessão de autografo houve um debate com a autora Gabriela leite comandado pelo Presidente da Associação Orquídea, que teve a missão de desmistificar o livro Filha, Mãe, Avó e Puta e a vida da escritora. Após o debate houve a sessão de autógrafos juntamente com o coquetel que foi oferecido ao público presente.&lt;br /&gt;Gabriela fez  em Manaus um bate-papo, para, entre outras coisas, defender o vocábulo maldito. Nada mais coerente com a história de quem batia boca nos congressos sobre prostituição contra os eufemismos e termos politicamente corretos para enquadrar aquela que é descrita como a profissão mais antiga do mundo. E talvez a mais estigmatizada.&lt;br /&gt;Não sou Garota de Programa, Sou puta!&lt;br /&gt;Não chamem Gabriela Leite de menina, garota de programa ou profissional do sexo. Ela prefere puta. Com toda a sonoridade e o peso que a palavra tem, está lá, na capa da autobiografia dessa paulista de 60 anos, referência do movimento de prostitutas no Brasil, à frente da ONG “Da Vida” e da grife Daspu.&lt;br /&gt;— Gosto de todos os nomes que estão no dicionário, mas gosto mais de “puta”, porque é sonoro, explica quem somos. E quero que esse nome seja um dia considerado bonito. Nossos filhos são literalmente os maiores palavrões dessa cidade, os filhos-da-puta — afirma Gabriela, em entrevista por telefone, do Rio.&lt;br /&gt;O tom é bem-humorado, mas o assunto é sério. Gabriela milita há 30 anos pelo reconhecimento da profissão, por melhores condições de trabalho e o fim do preconceito. No dia em que atravessou a rua para conhecer a zona, a então estudante de Ciências Sociais da USP fez sua escolha. Deixou a universidade, o emprego de secretária, enfrentou a mãe, a irmã, acabou por abrir mão de criar a filha (e a outra menina que nasceria anos mais tarde) e foi ganhar a vida com sexo. Por 12 anos, trabalhou e morou em prédios de apartamentos controlados por cafetinas, passando por São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;E desde então, em entrevistas, mesas-redondas e bate-papos em mesa de bar, ouve sempre a mesma pergunta: “Por quê?”.&lt;br /&gt;— Acho que entrei na prostituição até para poder responder a essa pergunta às pessoas (risos): “Porque quis. Gosto da sexualidade e tal”. A prostituição é muito mais complexa do que as pessoas sentem ou acham.&lt;br /&gt;Filha Mãe Avó e Puta&lt;br /&gt;Não é a primeira autobiografia de Gabriela. Em 1992, ela havia lançado Eu, Mulher da Vida, que hoje considera datada, marcada por um momento difícil, em que o movimento de prostitutas perdeu o amparo da instituição que o abrigava. E, desde então, Gabriela realmente fez muito mais história para contar.&lt;br /&gt;Daspu&lt;br /&gt;Aposentou-se da profissão, casou-se com o jornalista Flávio Lenz, fundou no Rio a ONG Da Vida, que deu origem a badalada grife Daspu, motivo de dor de cabeça da luxuosa loja paulista Daslu, antes que eles tivessem problemas mais sérios a enfrentar — o processo por sonegação fiscal contra a proprietária, Eliana Tranchesi. A ação judicial que a Daslu moveu exigindo a mudança de nome da Daspu só tornou ainda mais conhecida — com direito a desfile de prostituas em rede nacional em novela da Globo.&lt;br /&gt;— Falei na imprensa que Eliana não deveria ser presa. O castigo deveria ser devolver todo o dinheiro ao fisco. Mas ouvi críticas por ter dito isso, de quem achava que estava perdoando a mulher rica da Daslu só porque agora estou aparecendo.&lt;br /&gt;E Gabriela vai aparecer ainda mais. Tem planos de montar uma loja da Daspu, está empreendendo uma pesquisa sobre a violação dos direitos humanos das prostitutas nas capitais do Brasil, que deverá se transformar em livro. Ela até pode se apresentar como prostituta aposentada, mas a militante segue na rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-WWt28mN0w6A/TYvqeQF8JGI/AAAAAAAAOqE/z5MezB5XDuU/s1600/P1010342.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-WWt28mN0w6A/TYvqeQF8JGI/AAAAAAAAOqE/z5MezB5XDuU/s400/P1010342.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5587817568120087650&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-U3oFQViMnxs/TYvt1aF4v_I/AAAAAAAAOqM/sR6RACgCLik/s1600/P1010343.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-U3oFQViMnxs/TYvt1aF4v_I/AAAAAAAAOqM/sR6RACgCLik/s400/P1010343.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5587821264476094450&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-Ncue562Wq04/TYv2sDqxMwI/AAAAAAAAOqc/SCexPHaaGJE/s1600/P1010344.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-Ncue562Wq04/TYv2sDqxMwI/AAAAAAAAOqc/SCexPHaaGJE/s400/P1010344.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5587830999442600706&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-I9UXktISmXM/TYv8DAbbDuI/AAAAAAAAOqk/mQftNGIvEiw/s1600/P1010345.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-I9UXktISmXM/TYv8DAbbDuI/AAAAAAAAOqk/mQftNGIvEiw/s400/P1010345.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5587836891268058850&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-rKamGg0oSlI/TYzljvAa6WI/AAAAAAAAOqs/RQrNEYdSCWI/s1600/P1010345.JPG&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-ptcASwXr1uQ/TYzzCG77UwI/AAAAAAAAOq0/VghtybacWIc/s1600/P1010349.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-ptcASwXr1uQ/TYzzCG77UwI/AAAAAAAAOq0/VghtybacWIc/s400/P1010349.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5588108455207195394&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;</description><link>http://orquideasglbt.blogspot.com/2011/03/gabriela-leite-lanca-seu-livro-em_24.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-EpmR63al3cE/TYttkNZzSaI/AAAAAAAAOp0/AWqBP28LKfk/s72-c/200714_160241850695721_100001297205287_312735_1251836_n.jpg" height="72" width="72"/></item></channel></rss>