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	<title>Associação Rumos</title>
	
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	<description>Movimento Nacional das Famílias dos Padres Casados</description>
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		<title>QUARESMA, TEMPO DE PENITÊNCIA</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 00:21:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giba</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Na liturgia cristã, a palavra quaresma se refere ao período de quarenta dias que vai desde a quarta-feira de cinzas até o domingo de páscoa.</p>
<p> É um tempo destinado pelos cristãos e ortodoxos à reflexão e à penitência. Oriundo da lascívia dos costumes pagãos, o carnevale, a festa da liberação da carne, consistia num conjunto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na liturgia cristã, a palavra quaresma se refere ao período de quarenta dias que vai desde a quarta-feira de cinzas até o domingo de páscoa.</p>
<p><span id="more-3050"></span> É um tempo destinado pelos cristãos e ortodoxos à reflexão e à penitência. Oriundo da lascívia dos costumes pagãos, o carnevale, a festa da liberação da carne, consistia num conjunto de festas onde a censura e a ética iam para o beleléu, e cada um fazia o que tivesse vontade. Assim como ocorre ainda hoje.</p>
<p>Por conta de tanta orgia, foi instituída pela Igreja, ainda no período medieval, uma época de penitência pelos excessos praticados no carnaval. Excessos nossos e dos outros. Como a fase seguinte seria a da páscoa, a ninguém era lícito nela entrar sem uma purificação. As “cinzas” que os católicos recebem nesta quarta-feira, representam o fim do incêndio das paixões, que se rende ao desejo de conversão e temor a Deus. Tem origem nas cinzas que os antigos povos da Bíblia colocavam sobre a cabeça em sinal de penitência e arrependimento. Pois a quaresma, como tempo de contrição e de temor, nos dá muito que pensar. Nós costumamos nos queixar da desordem do mundo, de tanta coisa errada, violência, injustiça, opressão. E nós, o que fizemos para evitar isso? Lutamos, denunciamos, ou apenas cruzamos os braços, limitando-nos às queixas? Deus é pai, criador e construtor.</p>
<p>Se quisermos modificar o mundo para melhor, é só imitá-lo. As flores, por exemplo, ajudam as abelhas a fazer mel e a tornar as pessoas mais alegres. Será que nós não podemos ser flores na vida dos outros? Quem tem rejeitado a Jesus nesses dois mil anos de cristianismo? Os agarrados ao poder da autoridade, do prazer, da riqueza ou da posição social. Por causa desse comportamento, as pessoas sofrem, as famílias se desestruturam e o convívio se torna cada vez mais difícil. Todos têm “idéias próprias”; ninguém quer ceder um milímetro.</p>
<p>As imagens da tevê mostraram que o carnaval, em todos os quadrantes do Brasil, atingiu níveis incontroláveis de uma imoral liberalidade. A pouca roupa de algumas sambistas, a violência, os acidentes de trânsito, as intoxicações por conta das bebidas, as mortes e agressões, tudo retrata como que um desespero existencial de muitas pessoas, onde o álcool, a droga e a exacerbação dos sentidos para querer levar a limites nunca atingidos, como se a vida se resumisse àqueles momentos, em que o império da carne, o carnevale, fosse o tudo e o sempre. Por isso, cabe a penitência&#8230;</p>
<p>Antônio Mesquita Galvão</p>
<p>kerygma.amg@terra.com.br</p>
<p>Filósofo, Escritor e Doutor em Teologia Moral</p>
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		<title>Campanha da Fraternidade 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 01:15:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O inicio da Quaresma abre a Campanha da Fraternidade no Brasil. O tema proposto para a Campanha deste ano é  “Fraternidade e Saúde Pública” e o lema “Que a saúde se difunda sobre a terra”, tirado do livro do Eclesiástico.</p>
<p></p>
<p>A Quaresma é o tempo em que a liturgia da Igreja convida os fiéis a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O inicio da Quaresma abre a Campanha da Fraternidade no Brasil. O tema proposto para a Campanha deste ano é  “Fraternidade e Saúde Pública” e o lema “Que a saúde se difunda sobre a terra”, tirado do livro do Eclesiástico.</p>
<p><span id="more-3047"></span></p>
<p>A Quaresma é o tempo em que a liturgia da Igreja convida os fiéis a se prepararem para a Páscoa, mediante a conversão, com práticas de oração, jejum e esmola. E é justamente na Quarta-Feira de Cinzas, que acontece um dos principais eventos da Igreja Católica no Brasil, o lançamento da Campanha da Fraternidade.</p>
<p>O primeiro movimento regional, que foi uma espécie de embrião para a criação do atual modelo da “Campanha da Fraternidade”, foi realizado na cidade de Natal em 1962, por iniciativa do então Administrador Apostólico da cidade de Natal, dom Eugênio de Araújo Sales, Heitor de Araújo Sales e de Otto Santana. Esta campanha tinha como objetivo fazer “uma coleta em favor das obras sociais e apostólicas da arquidiocese, aos moldes de campanhas promovidas pela instituição alemã Misereor”, explicou dom Eugênio Sales, em entrevista a arquidiocese de Natal, em 2009.</p>
<p>Em 1963, envolvidos pelo Concílio Vaticano II, os bispos brasileiros fizeram o lançamento do Projeto da Campanha da Fraternidade para todo o Brasil. Dessa forma, na Quaresma de 1964 foi realizada a primeira Campanha em âmbito nacional.</p>
<p>A Campanha da Fraternidade está na sua 49ª edição, e seu principal objetivo é despertar a solidariedade das pessoas em relação a um problema concreto que envolve a sociedade brasileira, buscando caminhos e apontando soluções; mobilizando todas as comunidades católicas do país e procurando envolver outros segmentos da sociedade no debate do tema escolhido.</p>
<p>O texto base da CF-2012 foi dividido em três partes: a fraternidade e a saúde pública; que a saúde se difunda sobre a terra; Indicações para a ação transformadora no mundo da saúde.</p>
<p>O objetivo geral, citado no texto, é refletir sobre a realidade da saúde no Brasil em vista de uma vida saudável, suscitando o espírito fraterno e comunitário das pessoas na atenção aos enfermos e mobilizar por melhoria no sistema público de saúde.</p>
<p>Dentre os objetivos específicos se destaca: o disseminar o conceito de bem viver e sensibilizar para a prática de hábitos de vida saudável; o alerta para a importância da organização da pastoral da Saúde nas comunidades: criar onde não existe, fortalecer onde está incipiente e dinamizá-la onde ela já existe, entre outros.</p>
<p>O secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Ulrich Steiner, abrirá, na quarta-feira de Cinzas, 22, às 14h, na sede da Conferência, em Brasília (DF), a Campanha da Fraternidade-2012. O ministro da saúde, Alexandre Rocha Santos Padilha, confirmou sua presença.</p>
<p>ROMA, 21 de fevereiro de 2012(ZENIT.org)<br />
Maria Emília Marega</p>
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		<title>Para onde irão os indignados e os ‘occupiers’?</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 01:06:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giba</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Leonardo Boff</p>
<p>Uma das mesas de debates importante no Fórum Social Temático em Porto Alegre, da qual me coube participar, foi escutar os testemunhos vivos dos Indignados da Espanha, de Londres, do Egito e dos USA.</p>
<p> O que me deixou muito impressionado foi a seriedade dos discursos, longe do viés anárquico dos anos 60 do século [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leonardo Boff</p>
<p>Uma das mesas de debates importante no Fórum Social Temático em Porto Alegre, da qual me coube participar, foi escutar os testemunhos vivos dos Indignados da Espanha, de Londres, do Egito e dos USA.</p>
<p><span id="more-3045"></span> O que me deixou muito impressionado foi a seriedade dos discursos, longe do viés anárquico dos anos 60 do século passado com suas muitas &#8220;parolle”. O tema central era &#8220;democracia já”. Reivindicava-se uma outra democracia, bem diferente desta a que estamos acostumados, que é mais farsa do que realidade. Querem uma democracia que se constrói a partir da rua e das praças, o lugar do poder originário. Uma democracia que vem de baixo, articulada organicamente com o povo, transparente em seus procedimentos e não mais corroída pela corrupção. Esta democracia, de saída, se caracteriza por vincular justiça social com justiça ecológica.</p>
<p>Curiosamente, os indignados, os &#8220;occupiers” e os da Primavera Árabe não se remeteram ao clássico discurso das esquerdas, nem sequer aos sonhos das várias edições do Fórum Social Mundial. Encontramo-nos num outro tempo e surgiu uma nova sensibilidade. Postula-se outro modo de ser cidadão, incluindo poderosamente as mulheres antes feitas invisíveis, cidadãos com direitos, com participação, com relações horizontais e transversais facilitadas pelas redes sociais, pelo celular, pelo twitter e pelos facebooks. Temos a ver com uma verdadeira revolução. Antes as relações se organizavam de forma vertical, de cima para baixo. Agora é de forma horizontal, para os lados, na imediatez da comunicação à velocidade da luz. Este modo representa o tempo novo que estamos vivendo, da informação, da descoberta do valor da subjetividade, não aquela da modernidade, encapsulada em si mesma, mas da subjetividade relacional, da emergência de uma consciência de espécie que se descobre dentro da mesma e única Casa Comum, Casa, em chamas ou ruindo pela excessiva pilhagem praticada pelo nosso sistema de produção e consumo.</p>
<p>Essa sensibilidade não tolera mais os métodos do sistema de superar a crise econômica e derivadas, sanando os bancos com o dinheiro dos cidadãos, impondo severa austeridade fiscal, a desmontagem da seguridade social, o achatamento dos salários, o corte dos investimentos no pressuposto ilusório de que desta forma se reconquista a confiança dos mercados e se reanima a economia. Tal concepção é feita dogma e ai se ouve o estúpido bordão: &#8220;TINA: there is no alternative”, não há alternativa. Os sacrílegos sumos sacerdotes da trindade nada santa do FMI, da União Européia e do Banco Central Europeu deram um golpe financeiro na Grécia e na Itália e puseram lá seus acólitos como gestores da crise, sem passar pelo rito democrático. Tudo é visto e decidido pela ótica exclusiva do econômico, rebaixando o social e o sofrimento coletivo desnecessário, o desespero das famílias e a indignação dos jovens por não conseguirem trabalho. Tudo pode desembocar numa crise com consequências dramáticas.</p>
<p>Paul Krugmann, prêmio Nobel de economia, passou uns dias na Islândia para estudar a forma como esse pequeno pais ártico saiu de sua crise avassaladora. Seguiram o caminho correto que outros deveriam também ter seguido: deixaram os bancos quebrar, puseram na cadeia os banqueiros e especuladores que praticaram falcatruas, reescreveram a constituição, garantiram a seguridade social para evitar uma derrocada generalizada e conseguiram criar empregos. Consequência: o país saiu do atoleiro e é um dos que mais cresce nos países nórdicos. O caminho islandês foi silenciado pela mídia mundial de temor de que servisse de exemplo para os demais países. E a assim a carruagem, com medidas equivocadas, mas coerentes com o sistema, corre célere rumo a um precipício.</p>
<p>Contra esse curso previsível se opõem os indignados. Querem um outro mundo mais amigo da vida e respeitoso da natureza. Talvez a Islândia servirá de inspiração. Para onde irão? Quem sabe? Seguramente não na direção dos modelos do passado, já exauridos. Irão na direção daquilo que falava Paulo Freire &#8220;do inédito viável” que nascerá desse novo imaginário. Ele se expressa, sem violência, dentro de um espírito democrático-participativo, com muito diálogo e trocas enriquecedoras. De todas as formas o mundo nunca será como antes, muito menos como os capitalistas gostariam que ficasse.</p>
<p>Leonardo Boff &#8211; Teólogo, filósofo e escritor<br />
Fonte: Adital http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?boletim=1&amp;lang=PT&amp;cod=64352</p>
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		<title>Brasil: de empresa internacionalizada a uma sociedade biocentrada</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 00:59:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giba</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p> Leonardo Boff</p>
<p>Há interpretações clássicas sobre a formação da nação-Brasil. Mas esta do cientista político Luiz Gonzaga de Souza Lima é seguramente singular e adequada para entender o Brasil no atual processo de globalização: A Refundação do Brasil: rumo a uma sociedade biocentrada (Rima, São Carlos 2011).</p>
<p> Seu ponto de partida é o fato brutal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.padrescasados.org/wp-content/uploads/2012/02/Boff.bmp" title="Boff" rel="lightbox[3040]"><img class="alignleft size-full wp-image-3041" title="Boff" src="http://www.padrescasados.org/wp-content/uploads/2012/02/Boff.bmp" alt="" /></a> Leonardo Boff</p>
<p>Há interpretações clássicas sobre a formação da nação-Brasil. Mas esta do cientista político Luiz Gonzaga de Souza Lima é seguramente singular e adequada para entender o Brasil no atual processo de globalização: A Refundação do Brasil: rumo a uma sociedade biocentrada (Rima, São Carlos 2011).</p>
<p><span id="more-3040"></span> Seu ponto de partida é o fato brutal da invasão e expropriação das terras brasileiras pelos “colonizadores” à base da escravidão e da superexploração da natureza.</p>
<p>Não vieram para fundar aqui uma sociedade, mas para montar uma grande empresa internacional privada, uma verdadeira agroindústria, destinada a abastecer o mercado mundial. Ela resultou da articulação entre reinos, igrejas e grandes companhias como a das Índias Ocidentais, Orientais, a Holandesa (de Mauricio de Nassau), com navegadores, mercadores, banqueiros, não esquecendo as vanguardas modernas, dotadas de espírito de aventura e de novos sonhos, buscando novos conhecimentos e enriquecimento rápido.</p>
<p>Ocupada a terra, para cá foram trazidas matrizes (cana de açúcar e depois café), tecnologias modernas para a época, capitais e escravos africanos. Todos eram considerados “peças” a serem compradas no mercado e como carvão a ser consumido nos engenhos de açúcar. Com razão afirma Souza Lima: ”o resultado foi o surgimento de uma formação social original e desconhecida pela humanidade até aquele momento, criada unicamente para servir à economia; no Brasil nasceu o que se pode chamar de ‘formação social empresarial”.</p>
<p>A modernidade no sentido da utilização da razão produtivista, da vontade de acumulação ilimitada e da exploração sistemática da natureza, da criação de vastas populações excluídas, nasceu no Brasil e na América Latina. O Brasil, neste sentido, é novo e moderno desde suas origens.</p>
<p>A Europa só pôde fazer a sua revolução, chamada de modernidade, com seu direito e instituições democráticas, porque foi sustentada pela rapinagem brutal feita nas colônias. Com a independência política do Brasil, a formação social empresarial não mudou sua natureza. Todos os impulsos de desenvolvimento ocorridos ao longo de nossa história, não conseguiram diluir o caráter dependente e associado que resulta da natureza empresarial de nossa conformação social. A tendência do capital mundial global ainda hoje é tentar transformar nosso eventual futuro em nosso conhecido passado. Ao Brasil cabe ser o grande fornecedor de commodities para o mercado mundial, sem ou com parca tecnologia e valor agregado.</p>
<p>A empresa Brasil é a categoria-chave, segundo Souza Lima, para se entender a formação histórica do Brasil e o lugar que lhe é assinalado no processo atual de globalização desigual.<br />
O desafio consiste em gestar um outro software social que nos seja adequado, que nos desenhe um futuro diferente. A inspiração vem de algo bem nosso: a cultura brasileira. Ela foi elaborada pelos escravos e seus descendentes, pelos indígenas que restaram, pelos mamelucos, pelos filhos e filhas da pobreza e da mestiçagem. Gestaram algo singular, não desejado pelos donos do poder que sempre os desprezaram e nunca os reconheceram como sujeitos e filhos e filhas de Deus.</p>
<p>O que se trata agora é refundar o Brasil, “construir, pela primeira vez, uma sociedade humana neste território imenso e belo; é habitá-lo, pela primeira vez, por uma sociedade humana de verdade, o que nunca ocorreu em toda a era moderna, desde que o Brasil foi fundado como uma empresa; fundar uma sociedade é o único objetivo capaz de salvar nosso povo”. Trata-se de passar do Brasil como Estado economicamente internacionalizado para o Brasil como sociedade biocentrada.</p>
<p>Ao refundar-se como sociedade humana biocentrada, o povo brasileiro deixará para trás a modernidade apodrecida pela injustiça e pela ganância e que está conduzindo a humanidade para um abismo. Não obstante, esta modernidade entre nós, bem ou mal, nos ajudou a forjar uma infra-estrutura material que pode permitir a construção de uma biocivilização que ama a vida em todas as suas formas, que convive pacificamente com as diferenças, dotada de incrível capacidade de integrar e de sintetizar os mais diferentes dados e valores.</p>
<p>É neste contexto que Souza Lima associa a refundação do Brasil às promessas de um mundo novo que deve suceder a este que está agonizando, incapaz de projetar qualquer horizonte de esperança para a humanidade. O Brasil poderá ser um nicho gerador de novos sonhos e da possibilidade real de realizá-los em harmonia com a Mãe Terra e aberto a todos os povos.</p>
<p>Por Leonardo Boff.<br />
Fonte: http://desacato.info/2012/02/brasil-de-empresa-internacionalizada-a-uma-sociedade-biocentrada/</p>
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		<item>
		<title>Os “lobos” ao redor do papa</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 15:23:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Um papa cercado por lobos, que não recua e não renunciará por medo. A uma curta distância um do outro, o diretor do L&#8217;Osservatore Romano, Giovanni Maria Vian, e o porta-voz papal, Lombardi, traçam o clima dramático que caracteriza a fase atual do pontificado de Bento XVI: enquanto o seu reinado entra no oitavo ano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Um papa cercado por lobos, que não recua e não renunciará por medo. A uma curta distância um do outro, o diretor do L&#8217;Osservatore Romano, Giovanni Maria Vian, e o porta-voz papal, Lombardi, traçam o clima dramático que caracteriza a fase atual do pontificado de Bento XVI: enquanto o seu reinado entra no oitavo ano e se comemora o 30º aniversário da chegada de Joseph Ratzinger ao Vaticano.</em></p>
<p><em><span id="more-3038"></span></em></p>
<p>O L&#8217;Osservatore Romano desta quarta-feira, 15 de fevereiro, descreve um pontífice agredido &#8220;por lobos&#8221;, uma Cúria em que se manifestam &#8220;comportamentos irresponsáveis e indignos&#8221;, uma estrutura eclesial que, diante dos clamores midiáticos, deve saber &#8220;aproveitar a ocasião de uma purificação da Igreja&#8221;.</p>
<p>O editorial de tons tão dramáticos e solenes do diretor do L&#8217;Osservatore Romano testemunha o impacto da publicação no Il Fatto Quotidiano da nota sobre os complôs antipapais, repassados pelo cardeal Castrillón Hoyos aBento XVI em pessoa. Nota que se entrelaça com a avalanche de cartas internas ao Vaticano enviadas ao exterior para assinalar a insustentabilidade de uma situação de não governo e (no caso Viganò) de mal governo da máquina curial.</p>
<p>Truculenta nos tons, a nota tinha o objetivo, no momento em que foi posta preto sobre branco, de descobrir uma colônia de vermes. E assim foi. Malgrado seu, a Santa Sé foi obrigada a se confrontar com uma situação caótica e venenosa em que todo o pessoal curial dispara contra todos. Não adianta que os ambientes oficiais do outro lado do Tibre se lancem contra os jornalistas ou se afanem por usar a sua influência sobre os canais de televisão públicos e privados a fim de abafar a notícia.</p>
<p>O artigo alarmado do L&#8217;Osservatore revela a intenção de restaurar a ordem, a tranquilidade e a confiança em um contexto intratável. No entanto, a inquietação e o mal humor, que serpenteiam nos corredores do palácio apostólico, não parecem destinados a cessar.</p>
<p>No Vaticano, nestas horas, estão aterrorizados com a ideia de que possam sair novos documentos comprometedores da Secretaria de Estado ou de algum outro dicastério. Mas irão sair. Um desvio está em andamento. Muitos sinais indicam que se rompeu a tradicional &#8220;solidariedade palaciana&#8221; e que mais de um monsenhor está convencido de que as batalhas internas não devem ser mais combatidas como no passado através de &#8220;sussurros&#8221; de sala em sala, mas sim levadas para o lado de fora, na cena midiática.</p>
<p>O aspecto inédito dessa fase é caracterizado pelo fato de que personalidades muito católicas, conhecidas por serem totalmente fiéis ao Papa Ratzinger, se prestam, nestes dias, a lançar alertas e denunciar os efeitos negativos de uma evidente ausência de governo. O ex-vice-diretor do L&#8217;Osservatore Romano, Gianfranco Svidercoschi, fala abertamente de uma &#8220;crise de liderança&#8221;. Certamente, explica, há comportamentos individuais de monsenhores infiéis, mas existe um problema de fundo: &#8220;A um papa teólogo, talvez devesse corresponder uma maior atenção por parte de uma estrutura fundamental da Igreja, como a Secretaria de Estado, para contrabalançar a atitude de um papa que não está tão presente na realidade eclesial&#8221;.</p>
<p>Vittorio Messori – o escritor católico amigo de João Paulo II e do próprio Bento XVI – denuncia as falhas que ocorrem com &#8220;inquietante frequência&#8221; na máquina vaticana, em um redemoinho de &#8220;equívocos, distrações, gafes diplomáticas&#8221;. A expansão burocrática no Vaticano e a vontade de manter um aparato barroco, defende Messori, leva inevitavelmente a &#8220;desvios e aos erros que são constatados na gestão eclesial&#8221;.</p>
<p>Até a historiadora Lucetta Scaraffia, colunista do L&#8217;Osservatore Romano, sempre voltada a elevar lamentos contra jornalistas malvados que estariam intencionados a profanar a Sé Apostólica, foi obrigada a afirmar que, na Igreja, há &#8220;pesadas hipotecas de um passado e de um presente muito frequentemente opacos&#8221;.</p>
<p>A linha oficial – para lançar uma palavra de ordem tranquilizante, enquanto cardeais de todo o mundo chegam a Roma para o consistório, inquietos pelo emaranhado de rixas internas – é que a confusão e os ataques de hoje são, indiretamente, o efeito do caminho certo tomado pelo Papa Ratzinger para renovar a Igreja, combatendo o fenômeno dos padres pedófilos e garantindo também uma &#8220;verdadeira transparência do funcionamento das instituições vaticanas do ponto de vista econômico&#8221;.</p>
<p>O porta-voz papal, Lombardi, se encarrega de desmentir, na Rádio do Vaticano, todas as hipóteses de renúncia deBento XVI. O papa, na realidade, está decepcionado e desencantado com o que está acontecendo ao seu redor. Mas, como a sua mentalidade, impregnada com o pessimismo de Santo Agostinho, já o levou no passado a condenar carreirismos e manobras curiais, no fundo, ele nem se admira muito. Ao invés disso, cresce a sua irritação contra a incapacidade do cardeal Bertone de manter a Cúria sob controle. Esse é um dado novo. Que abre novos cenários. A poltrona do secretário de Estado range.</p>
<p><strong>A reportagem é de Marco Politi, publicada no jornal Il Fatto Quotidiano, 15-02-2012.</strong></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/506599-os-lobos-ao-redor-do-papa" target="_blank"><span style="font-size: medium;">http://www.ihu.unisinos.br/noticias/506599-os-lobos-ao-redor-do-papa</span></a></p>
<h3><span style="text-decoration: underline;">PARA LER MAIS:</span></h3>
<p>&nbsp;</p>
<li><a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/506525-complo-contra-o-papa-uma-encruzilhada-chinesa" target="_blank">14/02/2012 &#8211; &#8221;Complô&#8221; contra o papa: uma encruzilhada chinesa</a></li>
<li><a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/506492-vaticano-investiga-complo-contra-o-papa" target="_blank">13/02/2012 &#8211; Vaticano investiga complô contra o papa</a></li>
<li><a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/506459-complo-contra-bento-xvi-nota-em-discussao-e-investigacao-interna" target="_blank">12/02/2012 &#8211; Complô contra Bento XVI: nota em discussão e investigação interna</a></li>
<li><a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/506456-vaticano-ridiculariza-noticia-sobre-complo-para-matar-o-papa" target="_blank">12/02/2012 &#8211; Vaticano ridiculariza notícia sobre complô para matar o papa</a></li>
<li><a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/506455-os-documentos-confidenciais-do-vaticano-e-os-complos-inexistentes" target="_blank">12/02/2012 &#8211; Os documentos &#8221;confidenciais&#8221; do Vaticano e os complôs inexistentes</a></li>
<li><a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/506427-complo-contra-bento-xvi-ele-ira-morrer-dentro-de-12-meses" target="_blank">11/02/2012 &#8211; Complô contra Bento XVI. A denúncia de um jornal italiano</a></li>
<li><a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/506526-uma-fe-enfraquecida-nos-palacios-das-intrigas" target="_blank">14/02/2012 &#8211; Uma fé enfraquecida nos palácios das intrigas</a></li>
<li><a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/506457-intrigas-sagradas" target="_blank">12/02/2012 &#8211; Intrigas sagradas</a></li>
<li><a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/506524-ha-um-estilo-maldoso-na-curia-entrevista-com-walter-kasper" target="_blank">14/02/2012 &#8211; &#8221;Há um estilo de trabalho maldoso na Cúria&#8221;. Entrevista com Walter Kasper</a></li>
<li><a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/506569-o-vaticano-das-lavadeiras" target="_blank">15/02/2012 &#8211; O Vaticano das lavadeiras</a></li>
<li><a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/506568-o-vaticano-nao-se-deixa-intimidar-a-transparencia-continua-afirma-lombardi" target="_blank">15/02/2012 &#8211; &#8221;O Vaticano não se deixa intimidar. A transparência continua&#8221;, afirma Lombardi</a></li>
<p><span style="font-size: medium;"><br />
</span></p>
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		<title>Salvar vidas ou o capital?</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 15:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O melhor Papai-Noel do mundo mereceram 523 instituições financeiras europeias quatro dias antes do Natal: 489 bilhões de euros (o equivalente a R$ 1,23 trilhão), emprestados pelo BCE (Banco Central Europeu) a juros de 1% ao ano!</p>
<p></p>
<p>Curiosa a lógica que rege o sistema capitalista: nunca há recursos para salvar vidas, erradicar a fome, reduzir a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O melhor Papai-Noel do mundo mereceram 523 instituições financeiras europeias quatro dias antes do Natal: 489 bilhões de euros (o equivalente a R$ 1,23 trilhão), emprestados pelo BCE (Banco Central Europeu) a juros de 1% ao ano!</p>
<p><span id="more-3036"></span></p>
<p>Curiosa a lógica que rege o sistema capitalista: nunca há recursos para salvar vidas, erradicar a fome, reduzir a degradação ambiental, produzir medicamentos e distribuí-los gratuitamente. Em se tratando da saúde dos bancos, o dinheiro aparece num passe de mágica!</p>
<p>Há, contudo, um aspecto preocupante em tamanha generosidade: se tantas instituições financeiras entraram na fila do bolsa-BCE, é sinal de que não andam bem das pernas…</p>
<p>Quais os fundamentos dessa lógica que considera mais importante salvar o Mercado que vidas humanas? Um deles é este mito de nossa cultura: o sacrifício de Isaac por Abraão (Gênesis 22, 1-19).</p>
<p>No relato bíblico, Abraão deve provar a sua fé sacrificando a Javé seu único filho, Isaac. No exato momento em que, no alto da montanha, prepara a faca para matar o filho, o anjo intervém e impede Abraão de consumar o ato. A prova de fé fora dada pela disposição de matar. Em recompensa, Javé cobre Abraão de bênçãos e multiplica-lhe a descendência como as estrelas do céu e as areias do mar.</p>
<p>Essa leitura, pela ótica do poder, aponta a morte como caminho para a vida. Toda grande causa &#8211; como a fé em Javé &#8211; exige pequenos sacrifícios que acentuem a magnitude dos ideais abraçados. Assim, a morte provocada, fruto do desinteresse do Mercado por vidas humanas, passa a integrar a lógica do poder, como o sacrifício &#8220;necessário” do filho Isaac pelo pai Abraão, em obediência à vontade soberana de Deus.</p>
<p>Abraão era o intermediário entre o filho e Deus, assim como o FMI e o BCE fazem a ponte entre os bancos e os ideais de prosperidade capitalista dos governos europeus &#8211; que, para escapar da crise, devem promover sacrifícios.</p>
<p>Essa mesma lógica informa o inconsciente do patrão que sonega o salário de seus empregados sob pretexto de capitalizar e multiplicar a prosperidade geral, e criar mais empregos. Também leva o governo a acusar as greves de responsáveis pelo caos econômico, mesmo sabendo que resultam dos baixos salários pagos aos que tanto trabalham sem ao menos a recompensa de uma vida digna.</p>
<p>O deus da razão do Mercado merece, como prova de fidelidade, o sacrifício de todo um povo. Todos os ideais estão prenhes de promessas de vida: a prosperidade dos bancos credores, a capitalização das empresas ou o ajuste fiscal do governo. Salva-se o abstrato em detrimento do concreto, a vida humana.</p>
<p>O espantoso dessa lógica é admitir, como mediação, a morte anunciada. Mata-se cruelmente através do corte de subsídios a programas sociais; da desregulamentação das relações trabalhistas; do incentivo ao desemprego; dos ajustes fiscais draconianos; da recusa de conceder aos aposentados a qualidade de uma velhice decente.</p>
<p>A lógica cotidiana do assassinato é sutil e esmerada. Aqueles que têm admitem como natural a despossessão dos que não têm. Qualquer ameaça à lógica cumulativa do sistema é uma ofensa ao deus da liberdade ocidental ou da livre iniciativa. Exige-se o sacrifício como prova de fidelidade. Não importa que Isaac seja filho único. Abraão deve provar sua fidelidade a Javé. E não há maior prova do que a disposição de matar a vida mais querida.</p>
<p>A lógica da vida encara o relato bíblico pelos olhos de Isaac. Este não sabia que seria assassinado, tanto que indagou ao pai onde se encontrava o cordeiro destinado ao sacrifício. Abraão cumpriu todas as condições para matar o filho. Subjugou-o, amarrou-o, colocou-o sobre a lenha preparada para a fogueira e empunhou a faca para degolá-lo.</p>
<p>No entanto, inspirado pelo anjo, Abraão recuou. Não aceitou a lógica da morte. Subverteu o preceito que obrigava os pais a sacrificarem seus primogênitos. Rejeitou as razões do poder. À lei que exigia a morte, Abraão respondeu com a vida e pôs em risco a sua própria, o que o forçou a mudar de território.</p>
<p>Se não mudarmos de território – sobretudo no modo de encarar a realidade -, como Abraão, continuaremos a prestar culto e adoração a Mamom. Continuaremos empenhados em salvar o capital, não vidas, e muito menos a saúde do planeta.</p>
<div><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;"><em>Frei Betto</em></span></div>
<div><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;"><em>Escritor e assessor de movimentos sociais; autor de &#8220;Sinfonia Universal – a cosmovisão de Teilhard de Chardin” (Vozes), entre outros livros. <span style="font-family: Calibri; font-size: medium;"><a href="http://www.freibetto.org/" target="_blank">http://www.freibetto.org/</a>&gt; twitter:@freibetto</span>.</em></span></div>
<div></div>
<div><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;"><em>Fonte: </em><em><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;"> <a href="http://minutonoticias.com.br/salvar-vidas-ou-o-capital" target="_blank">http://minutonoticias.com.br/salvar-vidas-ou-o-capital</a></span></em></span></div>
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		<item>
		<title>”O papa pensa em renunciar”, afirma bispo italiano</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 23:41:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A uma rádio italiana, o ex-bispo de Ivrea fornece a sua interpretação sobre as supostas manobras de atentado contra Ratzinger, publicada nos jornais. &#8220;Ele está cansado. Poderia ser uma manobra midiática para preparar a renúncia&#8221;. O padre Lombardi, porta-voz da Santa Sé, afirma: &#8220;O complô é uma história para não ser levada absolutamente a sério&#8221;.</p>
<p></p>
<p>O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.padrescasados.org/wp-content/uploads/2012/02/Papa1.jpg" title="Papa" rel="lightbox[3032]"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-3034" title="Papa" src="http://www.padrescasados.org/wp-content/uploads/2012/02/Papa1-150x150.jpg" alt="" width="105" height="105" /></a>A uma rádio italiana, o ex-bispo de Ivrea fornece a sua interpretação sobre as supostas manobras de atentado contra Ratzinger, publicada nos jornais. &#8220;Ele está cansado. Poderia ser uma manobra midiática para preparar a renúncia&#8221;. O padre Lombardi, porta-voz da Santa Sé, afirma: &#8220;O complô é uma história para não ser levada absolutamente a sério&#8221;.</p>
<p><span id="more-3032"></span></p>
<p>O Papa Ratzinger pensa na renúncia. Essa é a opinião de Dom Luigi Betazzi, bispo emérito de Ivrea, dada no programa Un Giorno da Pecora, da Radio2.</p>
<p>O bispo não acredita que exista um complô para matar o Papa Ratzinger, como especulado pela imprensa. &#8220;Não, não acredito. Se fosse o papa anterior, eu entenderia, mas este papa aqui me parece muito manso, religioso. Não poderia encontrar os motivos para atacá-lo&#8221;.</p>
<p>Betazzi, porém, tem outra teoria, de algum modo relacionada com a notícia. &#8220;Acho que é um sistema para preparar a eventualidade da renúncia. Para preparar esse choque – porque a renúncia de um papa seria um choque – começam a jogar ali a coisa do complô&#8221;.</p>
<p>Mas Ratzinger realmente tem a intenção de renunciar? &#8220;Eu acredito que sim&#8221;, disse o purpurado, &#8220;embora tenham negado. Um velho cardeal, porém, sempre me dizia: se o Vaticano desmente, quer dizer que é verdade&#8230;&#8221;.</p>
<p>E os motivos da renúncia do papa poderiam ser encontrados no cansaço. &#8220;Penso que ele se sente muito cansado. Basta vê-lo. É um habituado aos estudos&#8221;, explica Bettazzi. &#8220;E diante dos problemas que existem, talvez também diante das tensões que existem dentro da Cúria, ele poderia pensar que o novo papa se ocuparia com essas coisas&#8221;, disse Dom Betazzi.</p>
<p>Sobre a questão do suposto complô contra o papa, pronunciou-se o porta-voz do Vaticano, o Pe. Lombardi: &#8220;É uma história que não merece ser levada a sério&#8221;, explicou. Uma longa resposta aos rumores que envolveram o Vaticano a golpes de documentos confidenciais que acabaram nos jornais. &#8220;Uma informação séria – afirma o Pe. Lombardi no comunicado divulgado pela Rádio do Vaticano – deveria saber distinguir as questões e entender o seu significado diferente. É óbvio que as atividades econômicas do Governatorato devem ser geridas sabiamente e com rigor; é claro que o IOR e as atividades financeiras devem se inserir corretamente nas normas internacionais contra a lavagem de dinheiro&#8221;.</p>
<p>&#8220;Estas – explica – são evidentemente as indicações do papa. Entretanto, é evidente que a história do complô contra o papa, como disse desde o início, é uma divagação, uma loucura e não merece ser levada a sério&#8221;. &#8220;Hoje – revela ainda o jesuíta – é preciso manter todos os nervos firmes, porque ninguém pode se surpreender com nada. O governo norte-americano teve o Wikileaks, oVaticano tem agora os seus leaks, os seus vazamentos de documentos que tendem a criar confusão e perplexidade e a facilitar que se jogue uma má luz sobre o Vaticano, sobre o governo da Igreja e, mais amplamente, sobre a própria Igreja&#8221;.</p>
<p>&#8220;Portanto, calma e sangue frio – afirma-se ainda na nota – e muito uso da razão, o que nem todos os meios de comunicação tendem a fazer. Trata-se de documentos de natureza e de peso diferentes, nascidos em tempos e em situações diferentes: uma coisa são as discussões sobre uma melhor gestão econômica de uma instituição com muitas atividades materiais como o Governatorato; outra coisa são as notas sobre questões jurídicas e normativas em discussão e sobre as quais é normal que existam opiniões diversas; outra coisa ainda são os memorandos divagantes que nenhuma pessoa com a cabeça sobre o pescoço considerou como sérios, como o recente sobre o complô contra a vida do papa. De fato, juntar tudo isso ajuda a criar confusão&#8221;.</p>
<p><em>A reportagem é do jornal <strong>La Repubblica</strong>, 13-02-2012. A tradução é de <strong>Moisés Sbalerdotto</strong></em></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/506567-o-papa-pensa-em-renunciar-afirma-bispo-italiano" target="_blank"><span style="font-size: medium;">http://www.ihu.unisinos.br/noticias/506567-o-papa-pensa-em-renunciar-afirma-bispo-italiano</span></a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>PARA LER MAIS</strong></span>:</p>
<li><a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/506526-uma-fe-enfraquecida-nos-palacios-das-intrigas" target="_blank">14/02/2012 &#8211; Uma fé enfraquecida nos palácios das intrigas</a></li>
<li><a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/506457-intrigas-sagradas" target="_blank">12/02/2012 &#8211; Intrigas sagradas</a></li>
<li><a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/506524-ha-um-estilo-maldoso-na-curia-entrevista-com-walter-kasper" target="_blank">14/02/2012 &#8211; &#8221;Há um estilo de trabalho maldoso na Cúria&#8221;. Entrevista com Walter Kasper</a></li>
<li><a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/506525-complo-contra-o-papa-uma-encruzilhada-chinesa" target="_blank">14/02/2012 &#8211; &#8221;Complô&#8221; contra o papa: uma encruzilhada chinesa</a></li>
<li><a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/506492-vaticano-investiga-complo-contra-o-papa" target="_blank">13/02/2012 &#8211; Vaticano investiga complô contra o papa</a></li>
<li><a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/506459-complo-contra-bento-xvi-nota-em-discussao-e-investigacao-interna" target="_blank">12/02/2012 &#8211; Complô contra Bento XVI: nota em discussão e investigação interna</a></li>
<li><a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/506456-vaticano-ridiculariza-noticia-sobre-complo-para-matar-o-papa" target="_blank">12/02/2012 &#8211; Vaticano ridiculariza notícia sobre complô para matar o papa</a></li>
<li><a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/506455-os-documentos-confidenciais-do-vaticano-e-os-complos-inexistentes" target="_blank">12/02/2012 &#8211; Os documentos &#8221;confidenciais&#8221; do Vaticano e os complôs inexistentes</a></li>
<li><a href="http://www.ihu.unisinos.br/noticias/506427-complo-contra-bento-xvi-ele-ira-morrer-dentro-de-12-meses" target="_blank">11/02/2012 &#8211; Complô contra Bento XVI. A denúncia de um jornal italiano</a></li>
<p><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: medium;"><br />
</span></span></p>
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		<item>
		<title>As 10 estratégias de manipulação midiática, por Noam Chomsky</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/AssociaoRumos/~3/Mm5wTMQFI6M/</link>
		<comments>http://www.padrescasados.org/archives/3030/as-10-estrategias-de-manipulacao-midiatica-por-noam-chomsky/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 23:22:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>1- A ESTRATÉGIA DA DISTRACÇÃO.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distracção que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distracções e de informações insignificantes.</p>
<p></p>
<p>A estratégia da distracção é igualmente indispensável [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1- A ESTRATÉGIA DA DISTRACÇÃO.</strong><br />
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distracção que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distracções e de informações insignificantes.</p>
<p><span id="more-3030"></span></p>
<p>A estratégia da distracção é igualmente indispensável para impedir o povo de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área das ciências, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. &#8220;Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à quinta como os outros animais (citação do texto &#8216;Armas silenciosas para guerras tranquilas&#8217;)&#8221;.</p>
<p><strong>2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.</strong><br />
Este método também é chamado &#8220;problema-reacção-solução&#8221;. Cria-se um problema, uma &#8220;situação&#8221; prevista para causar certa reacção no público, a fim de que este tenha a percepção que participou nas medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público exija novas leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou ainda: criar uma crise económica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.</p>
<p><strong>3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.</strong><br />
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, durante anos consecutivos. É dessa maneira que condições socio-económicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários baixíssimos, tantas mudanças que teriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.</p>
<p><strong>4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.</strong><br />
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo &#8220;dolorosa e necessária&#8221;, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é aplicado imediatamente. Segundo, porque o público &#8211; a massa &#8211; tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que &#8220;tudo irá melhorar amanhã&#8221; e que o sacrifício exigido poderá vir a ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se à ideia da mudança e de aceitá-la com resignação quando chegar o momento.</p>
<p><strong>5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO SE DE CRIANÇAS SE TRATASSEM</strong>.<br />
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entoação particularmente infantis, muitas vezes próximos da debilidade mental, como se cada espectador fosse uma criança de idade reduzida ou um deficiente mental. Quanto mais se pretende enganar o espectador, mais se tende a adoptar um tom infantilizante. Porquê? &#8220;Se você se dirigir a uma pessoa como se ela tivesse 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a dar uma resposta ou reacção também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver &#8220;Armas silenciosas para guerras tranquilas&#8221;)&#8221;.</p>
<p><strong>6- UTILIZAR MUITO MAIS O ASPECTO EMOCIONAL DO QUE A REFLEXÃO.</strong><br />
Fazer uso do discurso emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e pôr fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registo emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para incutir ideias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos&#8230;</p>
<p><strong>7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE</strong>.<br />
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para o seu controle e escravidão. &#8220;A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores e as classes sociais superiores seja e permaneça impossível de eliminar (ver &#8216;Armas silenciosas para guerras tranquilas&#8217;)&#8221;.</p>
<p><strong>8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE</strong>.<br />
Promover no público a ideia de que é moda o facto de se ser estúpido, vulgar e inculto&#8230;</p>
<p><strong>9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE</strong>.<br />
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência da sua inteligência, de suas capacidades, ou do seu esforço. Assim, ao invés de revoltar-se contra o sistema económico, o indivíduo autocritica-se e culpabiliza-se, o que gera um estado depressivo, do qual um dos seus efeitos mais comuns, é a inibição da acção. E, sem acção, não há revolução!</p>
<p><strong>10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.</strong><br />
No decorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado um crescente afastamento entre os conhecimentos do público e os possuídos e utilizados pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o &#8220;sistema&#8221; tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo se conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos sobre si próprios.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.nossofuturoroubado.com.br/arquivos/janeiro_11/21.html" target="_blank">http://www.nossofuturoroubado.com.br/arquivos/janeiro_11/21.html</a></p>
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		<title>JORNAL RUMOS N° 224</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 22:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornal Rumos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Clique aqui para ler &#8211; Jornal Rumos 224</p>
<p>Jornal Rumos 224</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Clique aqui para ler &#8211; Jornal Rumos 224</p>
<p><a href="http://www.padrescasados.org/wp-content/uploads/2012/02/Jornal-Rumos-224.pdf">Jornal Rumos 224</a><span id="more-3027"></span></p>
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		<title>Dom Gómez reza a Missa por 54 milhões de bebês mortos pelo aborto nos EUA</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 00:44:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>giba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O Arcebispo de Los Angeles (Estados Unidos), rezou uma Missa de réquiem pelos mais de 53 milhões de bebês abortados nesse país desde que a Corte Suprema legalizou o aborto com a sentença Roe vs Wade em 1973.</p>
<p></p>
<p>Em sua homilia na Catedral de Nossa Senhora de Los Angeles no sábado 21 de janeiro, o Arcebispo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em><a href="http://www.padrescasados.org/wp-content/uploads/2012/02/missa-pelos-bebês-mortos-pelo-aborto.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-3024" title="missa-pelos-bebês-mortos-pelo-aborto" src="http://www.padrescasados.org/wp-content/uploads/2012/02/missa-pelos-bebês-mortos-pelo-aborto-150x150.jpg" alt="" width="84" height="84" /></a>O Arcebispo de Los Angeles (Estados Unidos), rezou uma Missa de réquiem pelos mais de 53 milhões de bebês abortados nesse país desde que a Corte Suprema legalizou o aborto com a sentença Roe vs Wade em 1973.</em></strong></p>
<p><strong><em><span id="more-3023"></span></em></strong></p>
<p>Em sua homilia na Catedral de Nossa Senhora de Los Angeles no sábado 21 de janeiro, o Arcebispo assinalou que “não podemos jamais deixar de fazer que o mundo saiba a verdade” já que a humanidade das pessoas não é uma “verdade religiosa ou católica” e sim uma “verdade da biologia e da ciência”.<br />
O Prelado criticou a sentença da Corte Suprema que em 1973 deu ao estado a potestade de reger os direitos das pessoas.<br />
As palavras do Arcebispo foram pronunciadas um dia depois de que a administração Obama anunciasse que não ampliará a isenção para os grupos religiosos que se opõem ao pagamento de planos de seguro médico para seus empregados que incluem esterilização e anticoncepcionais, inclusive os de efeito abortivo.<br />
Dom José Gómez se referiu ao Evangelho do dia, que narra a fuga ao Egito da Sagrada Família para evitar que o Menino Jesus fosse assassinado logo que o rei Herodes ordenou acabar com todos os pequenos varões com menos de dois anos.<br />
O Arcebispo alentou a rezar aos Santos Inocentes pelo estado da Califórnia e pelos Estados Unidos, e advertiu que ainda “existem Herodes” que aceitam e promovem a injustiça do aborto.<br />
“O rei Herodes é um símbolo de todos os governantes e todas as forças de nosso mundo que temem e estão ciumentos de Deus… representa todos os que querem expulsar Deus do mundo e erradicá-lo da memória da sociedade”, disse o Prelado.</p>
<p>NÃO VAMOS PERMITIR QUE LEIS COMO ESTA DOS EUA SEJAM APROVADAS NO BRASIL! <strong><a href="http://www.oratoriodamedalhamilagrosa.org.br/vela-da-vida/?origem=1" target="_blank">ACENDA AQUI</a></strong> A VELA DA VIDA, ASSIM VOCÊ DEIXA REGISTRADO QUE É CONTRA ESTE ATO DESEMUNO QUE É O ABORTO.</p>
<p>O amparo da vida humana, precisou logo, “é vital para a civilização porque em uma criança e na família vemos o amor de Deus”.</p>
<p>Deste modo exortou os presentes a serem “guardiães do direito à vida” como São José quando respondeu à voz de Deus que lhe pediu partir para o Egito.</p>
<p>“Precisamos dizer ao mundo as boas notícias deste Menino, que o Filho de Deus se fez carne no seio de Maria e que cada filho de uma mãe pode ser o filho de Deus”, concluiu.</p>
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