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	<title>Astronomia.Blog.Br</title>
	
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	<description>Blog para quem gosta de Astronomia</description>
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		<title>NASA Opta por Linux</title>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 17:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Guedes</dc:creator>
				<category><![CDATA[História e Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[astronautas]]></category>
		<category><![CDATA[astronáutica]]></category>
		<category><![CDATA[estação espacial internacional]]></category>
		<category><![CDATA[informática]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Comecei a usar Linux durante o mestrado, com o grupo de cosmologia observacional do Observatório Nacional, no Rio de Janeiro. Muitas vezes o processamento de enormes bases de dados com dezenas de dados referentes a milhares de galáxias demorava horas ou até mais que um dia, e seria extremamente frustrante descobrir que alguma instabilidade do sistema operacional interrompeu o trabalho no meio do caminho. Uma vez habituado com a estabilidade <a href="http://astronomia.blog.br/nasa-opta-por-linux/#more-'" class="more-link">mais »</a></p><p>O post <a href="http://astronomia.blog.br/nasa-opta-por-linux/">NASA Opta por Linux</a> apareceu primeiro em <a href="http://astronomia.blog.br">Astronomia.Blog.Br</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Comecei a usar Linux durante o mestrado, com o grupo de cosmologia observacional do Observatório Nacional, no Rio de Janeiro. Muitas vezes o processamento de enormes bases de dados com dezenas de dados referentes a milhares de galáxias demorava horas ou até mais que um dia, e seria extremamente frustrante descobrir que alguma instabilidade do sistema operacional interrompeu o trabalho no meio do caminho. Uma vez habituado com a estabilidade do Linux, e feita a transição de me habituar algumas coisas novas, nunca mais voltei para o Windows.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da estabilidade, o Linux é grátis e é extremamente mais seguro com relação a vírus. Tenho certeza que preço não é problema para a Agência Espacial Americana, NASA, mas segurança e estabilidade são.</p>
<p style="text-align: justify;">E a Linux Foundation (Fundação Linux) <a href="http://training.linuxfoundation.org/why-our-linux-training/training-reviews/linux-foundation-training-prepares-the-international-space-station-for-linux-migration" target="_blank">anunciou em seu website</a> que está promovendo o treinamento de astronautas e técnicos de informática, e também a migração dos sistemas dos laptops utilizados na Estação Espacial Internacional, ISS (do inglês <em>International Space Station</em>). E, mais legal ainda, o Linux também é usado no simpático R2, um astronauta robô, ou robonauta.</p>
<div id="attachment_4046" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://astronomia.blog.br/wp-content/uploads/2013/05/R2-robonaut.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-4046" alt="R2-robonaut" src="http://astronomia.blog.br/wp-content/uploads/2013/05/R2-robonaut.jpg" width="600" height="494" /></a><p class="wp-caption-text">R2, o astronauta robô funcionando com Linux (crédito da imagem: <a href="http://www.zdnet.com/to-the-space-station-and-beyond-with-linux-7000014958/" target="_blank">ZdNet.com</a>)</p></div>
<p style="text-align: justify;">O R2, cujo nome completo é <a href="http://www.nasa.gov/mission_pages/station/main/robonaut.html" target="_blank">Robonaut 2</a>, é um robô que visa ajudar os astronautas humanos em tarefas arriscadas. Simpático e nos faz ver como a ficção acaba, cedo ou tarde se tornando realidade&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">O Linux sempre esteve presente na NASA e na grande maioria das instituições que produzem ciência. Mas, sem dúvida, ser utilizado nos laptops da Estação Espacial Internacional e estar por trás do audacioso R2 coloca o coloca num patamar diferenciado no mundo da ciência e tecnologia. Isso é como um atestado de confiabilidade, ou o título de ser o sistema operacional mais confiável que existe.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem quiser experimentar o Linux em casa, minha sugestão é o <a href="http://www.ubuntu-br.org/" target="_blank">Ubuntu</a>. Você já usou ou pensou em usar o sistema do pinguim?</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><img alt="" src="http://img.efetividade.net/img/tux-3x4.jpg" width="200" height="238" /><p class="wp-caption-text">Tux, o mascote do Linux (Credito da Imagem: <a href="http://br-linux.org/faq-linux/" target="_blank">br-linux</a>)</p></div>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Para Ler Mais:</strong></span><br />
Sobre Linux: <a href="http://br-linux.org/faq-linux/" target="_blank">br-linux</a>, <a href="http://www.ubuntu-br.org/" target="_blank">ubuntu-br</a></p>
<p>Sobre a Nasa e Linux (em inglês): <a href="http://www.linuxfoundation.org/news-media/news/2013/05/space-station-and-beyond-linux" target="_blank">Linux Foundation</a>, <a href="http://training.linuxfoundation.org/why-our-linux-training/training-reviews/linux-foundation-training-prepares-the-international-space-station-for-linux-migration" target="_blank">Training Linux Foundation</a>, <a href="http://www.zdnet.com/to-the-space-station-and-beyond-with-linux-7000014958/" target="_blank">Zdnet</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="http://astronomia.blog.br/nasa-opta-por-linux/">NASA Opta por Linux</a> apareceu primeiro em <a href="http://astronomia.blog.br">Astronomia.Blog.Br</a>.</p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Astronomiablogbr/~4/3l8s1za-nhg" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Alienígenas Mal Passados – S01E04</title>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 14:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Guedes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gags]]></category>
		<category><![CDATA[gags]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Depois da fantástica série Alienígenas do Passado, apresentado no canal de TV a cabo History Channel, uma nova série volta a abordar o instigante tema</p><p>O post <a href="http://astronomia.blog.br/alienigenas-mal-passados-s01e04/">Alienígenas Mal Passados &#8211; S01E04</a> apareceu primeiro em <a href="http://astronomia.blog.br">Astronomia.Blog.Br</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Depois da fantástica série <em>Alienígenas do Passado</em>, apresentado no canal de TV a cabo History Channel, uma nova série volta a abordar o instigante tema.</p>
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/yMIdulG4OYo" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe>
<p>(Uma criação do grupo <a href="http://geracaox2.com.br/abducoes-de-animais-alienigenas-mal-passados-t001e004/" target="_blank">Geração X2</a>)</p>
<p>O post <a href="http://astronomia.blog.br/alienigenas-mal-passados-s01e04/">Alienígenas Mal Passados &#8211; S01E04</a> apareceu primeiro em <a href="http://astronomia.blog.br">Astronomia.Blog.Br</a>.</p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Astronomiablogbr/~4/K3AzGbZd7eU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Deus Egípcio na Primeira Missão da NASA Para Coletar Amostra de Asteroide</title>
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		<comments>http://astronomia.blog.br/deuse-egipcio-na-primeira-missao-da-nasa-para/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 May 2013 16:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Guedes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escala do Sistema Solar]]></category>
		<category><![CDATA[asteróides]]></category>
		<category><![CDATA[missões espaciais]]></category>
		<category><![CDATA[mitologia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A primeira missão da agência espacial norte-americana, NASA, para coletar amostra de um asteroide no espaço está em andamento, com lançamento previsto para 2016 e retorno à Terra em 2023. A missão tem um dos nomes mais complicados que eu já vi:  Origins-Spectral Interpretation Resource Identification Security Regolith Explorer, cuja abreviação  OSIRIS-REx faz referência ao deus egípcio dos mortos, ou da vida após a morte, Osíris.  O asteroide alvo da missão chama-se <a href="http://astronomia.blog.br/deuse-egipcio-na-primeira-missao-da-nasa-para/#more-'" class="more-link">mais »</a></p><p>O post <a href="http://astronomia.blog.br/deuse-egipcio-na-primeira-missao-da-nasa-para/">Deus Egípcio na Primeira Missão da NASA Para Coletar Amostra de Asteroide</a> apareceu primeiro em <a href="http://astronomia.blog.br">Astronomia.Blog.Br</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A primeira missão da agência espacial norte-americana, NASA, para coletar amostra de um asteroide no espaço está em andamento, com lançamento previsto para 2016 e retorno à Terra em 2023.</p>
<p style="text-align: justify;">A missão tem um dos nomes mais complicados que eu já vi:  <em>Origins-Spectral Interpretation Resource Identification Security Regolith Explorer</em>, cuja abreviação  <a href="http://www.nasa.gov/mission_pages/osiris-rex/index.html" target="_blank">OSIRIS-REx</a> faz referência ao deus egípcio dos mortos, ou da vida após a morte, Osíris.  O asteroide alvo da missão chama-se 101955 Bennu,  e Bennu é também nome de um personagem mitológico egípcio. Bennu era um pássaro que saiu do coração de Osiris.</p>
<p style="text-align: justify;">O nome gigantesco da missão OSIRIS-REx menciona &#8220;segurança&#8221; e &#8220;origens&#8221;. Asteroides e cometas trazem importantes informações sobre a química original do Sistema Solar. Amostras de poeira liberada por cometas já foram coletadas no espaço e trazidas para a Terra, mas essa será a primeira vez que teremos algo semelhante feito com um asteroide. Parte dessa química transportada por asteroides e cometas pode conter pistas sobre as origens da vida.</p>
<div id="attachment_4089" class="wp-caption alignleft" style="width: 412px"><a href="http://astronomia.blog.br/wp-content/uploads/2013/05/osiris-rex.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-4089 " alt="Concepção artística da missão OSIRIS-REx (Fonte: University of Arizona)" src="http://astronomia.blog.br/wp-content/uploads/2013/05/osiris-rex.jpg" width="402" height="312" /></a><p class="wp-caption-text">Concepção artística da missão OSIRIS-REx (Fonte: <a href="http://osiris-rex.lpl.arizona.edu/" target="_blank">University of Arizona</a>)</p></div>
<p style="text-align: justify;">A segurança envolvida diz respeito à preocupação com a possibilidade de impactos e o que poderíamos fazer com relação a isso. A melhor alternativa é alterar a trajetória do objeto em rota de colisão com a Terra, e um ensaio disso <a href="http://astronomia.blog.br/desviando-um-asteroide-finalmente/" target="_blank">foi anunciado</a> a dois aos atrás pela agencia espacial européia, ESA. A aproximação da sonda da missão OSIRIS-REx será idêntica à que seria necessária para se alterar a órbita do asteroide, mas Bennu, apesar de ser um objeto considerado próximo, não tem chance considerável de colidir com a Terra, e alterar sua trajetória não faz parte dos objetivos da missão.</p>
<p style="text-align: justify;">A química de asteroides é bastante conhecida graças aos meteoritos, que são restos sobreviventes da queda de um asteroide ou de fragmentos de um asteroide. Mas os meteoritos estudados passaram pelo forte aquecimento produzido pelo o atrito com a atmosfera, e a OSIRIS-REx vai trazer amostrar puras, direto do espaço para o laboratório.</p>
<p style="text-align: justify;">Um deus dos mortos e um pássaro que saiu do seu coração são personagens desagradáveis para estarem presentes num assunto relacionado à proteção da Terra contra uma possível colisão com um asteroide ou cometa.</p>
<p>O vídeo abaixo (em inglês) fala mais sobre a missão.</p>
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/e6XbYLGWmOs" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe>
<p>O post <a href="http://astronomia.blog.br/deuse-egipcio-na-primeira-missao-da-nasa-para/">Deus Egípcio na Primeira Missão da NASA Para Coletar Amostra de Asteroide</a> apareceu primeiro em <a href="http://astronomia.blog.br">Astronomia.Blog.Br</a>.</p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Astronomiablogbr/~4/EDh8CE8qBNk" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O Buraco Negro no Centro da Via Láctea Esquentando sua Refeição de Gás</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Astronomiablogbr/~3/qKpN39-ydMI/</link>
		<comments>http://astronomia.blog.br/buraco-negro-no-centro-da-via-lactea-esquentando-refeicao-gas/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 18 May 2013 13:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Guedes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escala Galáctica]]></category>
		<category><![CDATA[buracos negros]]></category>
		<category><![CDATA[espectroscopia]]></category>
		<category><![CDATA[infravermelho]]></category>
		<category><![CDATA[via láctea]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A maioria das galáxias espirais deve abrigar um buraco negro supermassivo em seu centro, e isso acontece com a nossa adorada Via Láctea. Temos um buraco negro com cerca de 4 milhões de vezes a massa do Sol e situado a cerca de 26 mil anos-luz, na direção da constelação do Sagitário. Apesar de ser o buraco negro central mais próximo de nós, os grãos de poeira que preenchem o <a href="http://astronomia.blog.br/buraco-negro-no-centro-da-via-lactea-esquentando-refeicao-gas/#more-'" class="more-link">mais »</a></p><p>O post <a href="http://astronomia.blog.br/buraco-negro-no-centro-da-via-lactea-esquentando-refeicao-gas/">O Buraco Negro no Centro da Via Láctea Esquentando sua Refeição de Gás</a> apareceu primeiro em <a href="http://astronomia.blog.br">Astronomia.Blog.Br</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A maioria das galáxias espirais deve abrigar um buraco negro supermassivo em seu centro, e isso acontece com a nossa adorada Via Láctea. Temos um buraco negro com cerca de 4 milhões de vezes a massa do Sol e situado a cerca de 26 mil anos-luz, na direção da constelação do Sagitário.</p>
<div id="attachment_4035" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://astronomia.blog.br/wp-content/uploads/2013/05/buraco-negro-central-gas.jpg" target="_blank"><img class=" wp-image-4035   " alt="buraco-negro-central-gas" src="http://astronomia.blog.br/wp-content/uploads/2013/05/buraco-negro-central-gas.jpg" width="640" height="350" /></a><p class="wp-caption-text">Concepção artística do gás ao redor do buraco negro no centro da Via Láctea (Fonte:<a href="http://spaceinimages.esa.int/Images/2013/05/Galactic_centre" target="_blank">ESA</a> )</p></div>
<p style="text-align: justify;">Apesar de ser o buraco negro central mais próximo de nós, os grãos de poeira que preenchem o plano da Galáxia dificulta sua observação. Muito da informação que temos sobre essa região central da Via Láctea e do que há depois dela, é obtida com observações no infravermelho (mais especificamente numa faixa espectral chamada infravermelho distante).</p>
<p style="text-align: justify;">O Telescópio Espacial Herschel conseguiu detectar gás molecular que provavelmente está caindo no buraco negro central da Via Láctea. Um dos problemas é entender como esse gás pode ser tão quente: cerca de mil graus Celsius, enquanto a maioria das nuvens moleculares interestelares são extremamente frias, com algumas dezenas de graus acima do zero absoluto, marcado pelos -273,15<sup>o</sup>C.</p>
<p style="text-align: justify;">Parte desse aquecimento pode ser devido à radiação ultravioleta de estrelas massivas também na região central da Galáxia e do próprio choque do gás com material sendo ejetado de estrelas. Mas o mecanismo ainda não está claro.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos responsáveis pela análise dos dados, Javier Goicoechea, brinca dizendo que o buraco negro central de nossa Galáxia pode estar cozinhando seu jantar bem diante dos olhos do telescópio espacial Herschel. Se assim for a figura abaixo mostra os elementos químicos que estão no menu. <em>Bon appetit</em>!</p>
<p><a href="http://spaceinimages.esa.int/var/esa/storage/images/esa_multimedia/images/2013/05/molecules_on_the_menu_at_the_milky_way_s_black_hole/12665861-1-eng-GB/Molecules_on_the_menu_at_the_Milky_Way_s_black_hole_node_full_image.jpg" target="_blank"><img alt="" src="http://spaceinimages.esa.int/var/esa/storage/images/esa_multimedia/images/2013/05/molecules_on_the_menu_at_the_milky_way_s_black_hole/12665861-1-eng-GB/Molecules_on_the_menu_at_the_Milky_Way_s_black_hole_node_full_image.jpg" width="625" height="227" /></a> Moléculas do gás observado ao redor do buraco negro no centro da Via Láctea (Fonte:<a href="http://spaceinimages.esa.int/Images/2013/05/Molecules_on_the_menu_at_the_Milky_Way_s_black_hole" target="_blank">ESA</a>)[/caption</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Para ler mais (em inglês):</strong></span> <a href="http://www.esa.int/Our_Activities/Space_Science/Herschel/Herschel_finds_hot_gas_on_the_menu_for_Milky_Way_s_black_hole" target="_blank">ESA</a></p>
<p>O post <a href="http://astronomia.blog.br/buraco-negro-no-centro-da-via-lactea-esquentando-refeicao-gas/">O Buraco Negro no Centro da Via Láctea Esquentando sua Refeição de Gás</a> apareceu primeiro em <a href="http://astronomia.blog.br">Astronomia.Blog.Br</a>.</p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Astronomiablogbr/~4/qKpN39-ydMI" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Água no Interior da Lua e da Terra Pode Ter Vindo de Asteroides, Não de Cometas</title>
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		<comments>http://astronomia.blog.br/agua-lua-terra-vinda-de-asteroides/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 May 2013 16:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Guedes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escala do Sistema Solar]]></category>
		<category><![CDATA[Escala Terrestre]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[lua]]></category>
		<category><![CDATA[origem da lua]]></category>
		<category><![CDATA[Terra]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O consenso científico atual sobre a origem da água na Terra é que ela tenha sido trazida por cometas. A água detectada na Lua, congelada em áreas de permanente sobra no fundo de algumas crateras e aprisionada em minerais, poderia ter a mesma origem. Mas uma recente e ainda bastante questionável pesquisa sugere outra coisa. Cientistas estudaram a proporção de deutério em relação ao hidrogênio regular em pequenas porções de vidro <a href="http://astronomia.blog.br/agua-lua-terra-vinda-de-asteroides/#more-'" class="more-link">mais »</a></p><p>O post <a href="http://astronomia.blog.br/agua-lua-terra-vinda-de-asteroides/">Água no Interior da Lua e da Terra Pode Ter Vindo de Asteroides, Não de Cometas</a> apareceu primeiro em <a href="http://astronomia.blog.br">Astronomia.Blog.Br</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O consenso científico atual sobre a origem da água na Terra é que ela tenha sido trazida por cometas. A água detectada na Lua, congelada em áreas de permanente sobra no fundo de algumas crateras e aprisionada em minerais, poderia ter a mesma origem. Mas uma recente e ainda bastante questionável pesquisa sugere outra coisa.</p>
<div id="attachment_1152" class="wp-caption alignleft" style="width: 366px"><a href="http://astronomia.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/Full_Moon.jpg" target="_blank"><img class=" wp-image-1152 " alt="Lua" src="http://astronomia.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/Full_Moon.jpg" width="356" height="359" /></a><p class="wp-caption-text">Lua</p></div>
<p style="text-align: justify;">Cientistas estudaram a proporção de deutério em relação ao hidrogênio regular em pequenas porções de vidro vulcânico aprisionados em cristais (o termo utilizado na geologia para isso é <em>melt inclusion</em>) encontrados em rochas lunares trazidas pelas missões Apollo 15 e Apollo 17. Deutério é um átomo idêntico ao átomo de hidrogênio mas com um nêutron a mais, e moléculas originadas em diferentes regiões do Sistema Solar tem diferentes proporções de deutério.</p>
<p style="text-align: justify;">As rochas trazidas da Lua são formadas por magma e trazem material vindo do interior do satélite há aproximadamente 3,7 bilhões de anos. O estudo indica que a proporção de deutério encontrada na água vinda do interior da Lua é idêntica àquela encontrada em asteroides condrictos carbonáceos, e semelhante à  da água do interior terrestre. Cometas tem uma proporção maior de deutério.</p>
<p style="text-align: justify;">Como um dos autores do estudo, Erik Hauri, disse, &#8220;as medidas foram muito difíceis&#8221;. Apenas agora foi possível identificar e determinar a quantidade de deutério nesse material trazido da Lua há mais de 40 anos, então, ainda são necessário mais estudos.</p>
<div id="attachment_3999" class="wp-caption alignright" style="width: 385px"><img class="size-full wp-image-3999 " alt="Vários melt inclusions em um cristal. A seta aponta um exemplo mas existem vários outros nessa figura (Foto de A. Kent, de Oregon State University)" src="http://astronomia.blog.br/wp-content/uploads/2013/05/melt_inclusions.jpg" width="375" height="300" /><p class="wp-caption-text">Vários <i>melt inclusions</i> em um cristal. A seta aponta um exemplo mas existem vários outros nessa figura (Foto de A. Kent, de Oregon State University)</p></div>
<p style="text-align: justify;">Outro autor do trabalho disse que &#8220;a mais simples explicação para o que encontramos é que havia água na proto-Terra quando houve o impacto gigante.&#8221;. O impacto gigante à que ele se refere é o impacto que teria arrancado o material da proto-Terra (Terra ainda em formação) que daria origem à Lua. Ótimo, realmente faz sentido, mas o próprio Saal reconhece que é difícil explicar como a água teria sobrevivido ao impacto: &#8220;O impacto de alguma forma não causou a perda total da água, mas não sabemos que processo teria sido esse.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Essa coisa de procurar encontrar &#8220;a mais simples explicação&#8221; é uma tendência científica a extrapolar o que ficou conhecido como Navalha de Occam. Em minha opinião, a navalha de Occam deveria vir com um rótulo escrito &#8220;Use com Moderação&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Para Ler Mais:</strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Artigo Científico na Revista Science (em inglês): <a href="http://www.sciencemag.org/content/early/2013/05/08/science.1235142.abstract" target="_blank">http://www.sciencemag.org/content/early/2013/05/08/science.1235142.abstract</a></p>
<p style="text-align: left;">Site da Browns University (em inglês): <a href="http://news.brown.edu/pressreleases/2013/05/moonwater" target="_blank">http://news.brown.edu/pressreleases/2013/05/moonwater</a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p>O post <a href="http://astronomia.blog.br/agua-lua-terra-vinda-de-asteroides/">Água no Interior da Lua e da Terra Pode Ter Vindo de Asteroides, Não de Cometas</a> apareceu primeiro em <a href="http://astronomia.blog.br">Astronomia.Blog.Br</a>.</p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Astronomiablogbr/~4/nNB9AupMOoc" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Observatório Investe em Educação Espacial</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Astronomiablogbr/~3/Zp0MJy4ImFU/</link>
		<comments>http://astronomia.blog.br/observatorio-investe-em-educacao-espacial/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 May 2013 06:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nelson Travnik</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[astronáutica]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[ensino de astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[foguetes]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Cientes de que não existe futuro para um país que não investir em educação e ciência espacial, uma nova atividade desenvolvida pelo Observatório Astronômico de Piracicaba – Secretaria de Educação, SP, está suscitando inusitado interesse e entusiasmo nas visitas escolares. Trata-se do lançamento de um foguete artesanal , segundo um modelo desenvolvido pela Agência Espacial Brasileira e publicado no Boletim Espaço, novembro/2012 através do programa AEB Escola. O lançamento é <a href="http://astronomia.blog.br/observatorio-investe-em-educacao-espacial/#more-'" class="more-link">mais »</a></p><p>O post <a href="http://astronomia.blog.br/observatorio-investe-em-educacao-espacial/">Observatório Investe em Educação Espacial</a> apareceu primeiro em <a href="http://astronomia.blog.br">Astronomia.Blog.Br</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Cientes de que não existe futuro para um país que não investir em educação e ciência espacial, uma nova atividade desenvolvida pelo Observatório Astronômico de Piracicaba – Secretaria de Educação, SP, está suscitando inusitado interesse e entusiasmo nas visitas escolares.</p>
<div id="attachment_4008" class="wp-caption aligncenter" style="width: 790px"><img class=" wp-image-4008" alt="estudantes-travnik" src="http://astronomia.blog.br/wp-content/uploads/2013/05/estudantes-travnik.jpg" width="780" height="603" /><p class="wp-caption-text">Alunos da E.M. Prof. Manoel Rodrigues Lourenço e participantes da 8ª edição dos Jogos Infantis de Piracicaba</p></div>
<p style="text-align: justify;">Trata-se do lançamento de um foguete artesanal , segundo um modelo desenvolvido pela Agência Espacial Brasileira e publicado no Boletim Espaço, novembro/2012 através do programa AEB Escola. O lançamento é antecedido por uma palestra em que é ensinado desde o primeiro uso com sucesso de foguetes em 1232 pelos chineses na cidade de Kai-fung-fu ao repelir um ataque dos mongóis com “flechas de fogo voador”, até os dias atuais mostrando os benefícios gerados através de novas tecnologias desenvolvidas pelos programas espaciais.</p>
<p style="text-align: justify;">É mostrado que elas constituem atualmente um dos elos mais importantes para o desenvolvimento e o aprimoramento de praticamente todos os ramos da atividade humana. A introdução da nova atividade do Observatório deveu-se a colaboração recebida da Agência Espacial Brasileira, AEB, em forma de amplo material de ensino e divulgação. Além da conscientização sobre a importância do Programa Espacial Brasileiro, é também transmitido aos alunos conhecimentos gerais sobre pesquisas envolvendo o estado da atmosfera terrestre realizada por foguetes e balões. Após a atividade os alunos complementam o assunto pela internet no programa AEB Escola ,www.aeb.gov.br, como também a escola é convidada a participar da ‘Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica’, OBAA, já em sua 16ª edição. Em 2012 a OBAA contabilizou 800 mil participantes e estima-se que em 2013 este numero atinja 1 milhão ! O sucesso da nova atividade desenvolvida pelo Observatório pode ser medida pelo numero das visitas escolares : estão totalmente preenchidas até o final do ano !</p>
<div id="attachment_4009" class="wp-caption aligncenter" style="width: 793px"><img class=" wp-image-4009" alt="observatorio-piracicaba-sp" src="http://astronomia.blog.br/wp-content/uploads/2013/05/observatorio-piracicaba-sp.jpg" width="783" height="524" /><p class="wp-caption-text">5, 4 , 3 , 2 , 1 fogo ! O foguete, no detalhe, alcança até 40 metros.</p></div>
<p>“<em>Eu acredito que a raça humana não tem futuro se não for para o espaço</em>” &#8211; (Stephen Hawking, físico inglês)</p>
<p>O post <a href="http://astronomia.blog.br/observatorio-investe-em-educacao-espacial/">Observatório Investe em Educação Espacial</a> apareceu primeiro em <a href="http://astronomia.blog.br">Astronomia.Blog.Br</a>.</p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Astronomiablogbr/~4/Zp0MJy4ImFU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Enxergando Planetas Extrassolares – HR 8799</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Astronomiablogbr/~3/E7Ar0l5a3wI/</link>
		<comments>http://astronomia.blog.br/enxergando-planetas-extrassolares-hr8799/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 May 2013 13:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Guedes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escala Galáctica]]></category>
		<category><![CDATA[exoplanetas]]></category>
		<category><![CDATA[observação]]></category>
		<category><![CDATA[planetas extrassolares]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Enxergar uma coisa pequena próximo a uma fonte de luz muito intensa é complicado, porque luz demais ofusca nossa visão. Essa é a situação enfrentada pela Astronomia na tentativa de obter imagens diretas de planetas extrassolares. Diferente do que acontece com os planetas do Sistema Solar, não podemos enxergar planetas extrassolares com um telescópio diretamente. Mas estamos conseguindo, aos poucos, obter as primeiras imagens desses instigantes e admiráveis mundos novos. <a href="http://astronomia.blog.br/enxergando-planetas-extrassolares-hr8799/#more-'" class="more-link">mais »</a></p><p>O post <a href="http://astronomia.blog.br/enxergando-planetas-extrassolares-hr8799/">Enxergando Planetas Extrassolares &#8211; HR 8799</a> apareceu primeiro em <a href="http://astronomia.blog.br">Astronomia.Blog.Br</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Enxergar uma coisa pequena próximo a uma fonte de luz muito intensa é complicado, porque luz demais ofusca nossa visão. Essa é a situação enfrentada pela Astronomia na tentativa de obter imagens diretas de planetas extrassolares.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="line-height: 1.4em;">Diferente do que acontece com os planetas do Sistema Solar, não podemos enxergar planetas extrassolares com um telescópio diretamente. Mas estamos conseguindo, aos poucos, obter as primeiras imagens desses instigantes e admiráveis mundos novos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="line-height: 1.4em;">Dentre as primeiras imagens obtidas em 2008, estavam as de três planetas do sistema HR 8799, que voltou a ser modelo fotográfico agora em 2013. Dessa vez, um quarto planeta, o mais próximo da estrela, apareceu nas imagens.</span></p>
<div id="attachment_3993" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://astronomia.blog.br/wp-content/uploads/2013/05/hr8799.jpg"><img class=" wp-image-3993 " alt="Imagens do sistema planetário que orbita a estrela HR 8799. A letra &quot;a&quot; (que não aparece na imagem) é associada à estrela, e as outras letras  &quot;b&quot;, &quot;c&quot;, &quot;d&quot; e &quot;e&quot; indicam os planetas que a orbitam." src="http://astronomia.blog.br/wp-content/uploads/2013/05/hr8799.jpg" width="640" height="350" /></a><p class="wp-caption-text">Imagens do sistema planetário que orbita a estrela HR 8799. A letra &#8220;a&#8221; (que não aparece na imagem) é associada à estrela, e as outras letras &#8220;b&#8221;, &#8220;c&#8221;, &#8220;d&#8221; e &#8220;e&#8221; indicam os planetas que a orbitam.</p></div>
<p style="text-align: justify;">As imagens foram feitas com telescópios em solo, observando no infravermelho. O brilho da estrela foi obscurecido com um coronógrafo, dispositivo inventado na década de 1930 pelo astrônomo francês Bernard Lyot para observações solares. O coronógrafo permite, por exemplo, obscurecer o disco solar e observarmos as deslumbrantes erupções de matéria chamadas <em>flares</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos autores do trabalho que produziu a recente imagem de HR 8799, Ben R. Oppenheimer, do departamento de astrofísica do Museu de História Natural de Nova York, disse: &#8220;É como tirar uma única foto do Empire State de um avião que revela um ressalto na calçada do tamanho de uma formiga.&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A verdadeira importância em se conseguir imagens dos exoplanetas, como também são chamados os planetas extrassolares, é a possibilidade de identificarmos a composição química de sua atmosfera. Isso é fundamental para identificarmos indícios de vida, e estamos cava vez mais perto!</p>
<p style="text-align: justify;">O vídeo abaixo mostra uma animação representando a observação de HR 8799 e alguns dos gráficos que mostram a composição química das atmosferas dos quatro planetas.</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/yDNAk0bwLrU" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Para ler mais:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Artigo científico no Astrophysical Journal (em inglês): <a href="http://dx.doi.org/10.1088/0004-637X/768/1/24" target="_blank">B. R. Oppenheimer, C. Baranec, C. Beichman, D. Brenner, R. Burruss, E. Cady, J. R. Crepp, R. Dekany, R. Fergus, D. Hale, L. Hillenbrand, S. Hinkley, David W. Hogg, D. King, E. R. Ligon, T. Lockhart, R. Nilsson, I. R. Parry, L. Pueyo, E. Rice, J. E. Roberts, L. C. Roberts, M. Shao, A. Sivaramakrishnan, R. Soummer, T. Truong, G. Vasisht, A. Veicht, F. Vescelus, J. K. Wallace, C. Zhai, N. Zimmerman.<strong>Reconnaissance of the HR 8799 Exosolar System. I. Near-infrared Spectroscopy</strong>. <em>The Astrophysical Journal</em>, 2013; 768 (1): 24 DOI: 10.1088/0004-637X/768/1/24</a></p>
<p style="text-align: justify;">JPL/NASA, em inglês: <a href="http://www.jpl.nasa.gov/news/news.php?release=2013-157">http://www.jpl.nasa.gov/news/news.php?release=2013-157</a></p>
<p>O post <a href="http://astronomia.blog.br/enxergando-planetas-extrassolares-hr8799/">Enxergando Planetas Extrassolares &#8211; HR 8799</a> apareceu primeiro em <a href="http://astronomia.blog.br">Astronomia.Blog.Br</a>.</p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Astronomiablogbr/~4/E7Ar0l5a3wI" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Astronomy (Blue Öyster Cult/Brain Surgeons/Metallica)</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Astronomiablogbr/~3/s7I0y2FRH9o/</link>
		<comments>http://astronomia.blog.br/astronomy-blue-oyster-cultbrain-sugeonsmetallica/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 May 2013 17:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Guedes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://astronomia.blog.br/?p=3858</guid>
		<description><![CDATA[<p>Essa música foi gravada originalmente pela banda Blue Öyster Cult em 1974, e regravada pelos Brain Surgeons em 1997 e pelo Metallica em 1998, em seu álbum Garage Inc. A letra abaixo é a original de Blue Öyster Cult, e possui algumas poucas modificações nas outras gravações (especialmente na do Metallica com muito mais YEAH!&#8217;s). Depois da letra estão os vídeos para as três gravações citadas. Astronomy (letra da gravação original de Blue <a href="http://astronomia.blog.br/astronomy-blue-oyster-cultbrain-sugeonsmetallica/#more-'" class="more-link">mais »</a></p><p>O post <a href="http://astronomia.blog.br/astronomy-blue-oyster-cultbrain-sugeonsmetallica/">Astronomy (Blue Öyster Cult/Brain Surgeons/Metallica)</a> apareceu primeiro em <a href="http://astronomia.blog.br">Astronomia.Blog.Br</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Essa música foi gravada originalmente pela banda Blue Öyster Cult em 1974, e regravada pelos Brain Surgeons em 1997 e pelo Metallica em 1998, em seu álbum <em>Garage Inc</em>. A letra abaixo é a original de Blue Öyster Cult, e possui algumas poucas modificações nas outras gravações (especialmente na do Metallica com muito mais YEAH!&#8217;s). Depois da letra estão os vídeos para as três gravações citadas.</p>
<div id="attachment_3861" class="wp-caption aligncenter" style="width: 810px"><img class=" wp-image-3861 " alt="Blue Öyster Cult, em 1977" src="http://astronomia.blog.br/wp-content/uploads/2013/05/Blue_Oyster_Cult_1977_publicity_photo.jpg" width="800" height="507" /><p class="wp-caption-text">Blue Öyster Cult, em 1977</p></div>
<h1><span style="text-decoration: underline;"><strong>Astronomy</strong></span></h1>
<h6><a href="http://blueoystercult.com/Studio/lyrics/3-A.html" target="_blank">(letra da gravação original de Blue Öyster Cult, por: Joe Bouchard, Albert Bouchard,Sandy Pearlman)</a></h6>
<div id="attachment_3859" class="wp-caption alignright" style="width: 341px"><img class=" wp-image-3859 " alt="Metallica, em 2008 (Foto de Kreepin Deth)" src="http://astronomia.blog.br/wp-content/uploads/2013/05/Metallica_at_The_O2_Arena_London_2008.jpg" width="331" height="252" /><p class="wp-caption-text">Metallica, em 2008 (Foto de <a href="http://commons.wikimedia.org/wiki/User:Kreepin_Deth" target="_blank">Kreepin Deth</a>)</p></div>
<p>Clock strikes twelve and moondrops burst<br />
Out at you from their hiding place<br />
Like acid and oil on a madman’s face<br />
His reason tends to fly away<br />
Like lesser birds on the four winds<br />
Like silver scrapes in May<br />
And now the sands become a crust<br />
Most of you have gone awayCome Susie dear, let’s take a walk<br />
Just out there upon the beach<br />
I know you’ll soon be married<br />
And you’ll want to know where winds come from<br />
Well it’s never said at all<br />
On that map that Carrie reads<br />
Behind the clock back there you know<br />
At the Four Winds BarHey! Hey! Hey! Hey!Four winds at the Four Winds Bar<br />
Two doors bought and windows barred<br />
One door to let to take you in<br />
The other one just mirrors it</p>
<p>Hey! Hey! Hey! Hey!</p>
<p>Hellish glare and inference<br />
The other one’s a duplicate<br />
The Queenly flux, eternal light<br />
Or the light that never warms<br />
Yes, the light that never, never warms<br />
Or the light that never<br />
Never warms<br />
Never warms<br />
Never warms</p>
<p>The clock strikes twelve and moondrops burst<br />
Out at you from their hiding place<br />
Miss Carrie nurse and Susie dear<br />
Would find themselves at the Four Winds Bar</p>
<p>It’s the nexus of the crisis<br />
And the origin of storms<br />
Just the place to hopelessly<br />
Encounter time and then came me</p>
<p>Hey! Hey! Hey! Hey!<br />
Hey! Hey! Hey! Hey!</p>
<p>Call me Desdinova<br />
Eternal light<br />
These gravely digs of mine<br />
Will surely prove a sight<br />
And don’t forget my dog<br />
Fixed and consequent</p>
<p>Astronomy<br />
A star<br />
Astronomy<br />
A star<br />
Astronomy<br />
A star<br />
Astronomy<br />
A star</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Videos</strong></span>:</p>
<p><span style="line-height: 1.4em;"></span><span style="line-height: 1.4em;"><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/7xXEtO3bEe0" frameborder="0" allowfullscreen></span><span style="line-height: 1.4em;"></span></p>
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/P7-tPqUWYxA" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe>
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/kgqDtU8BXf0" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe>
<p>O post <a href="http://astronomia.blog.br/astronomy-blue-oyster-cultbrain-sugeonsmetallica/">Astronomy (Blue Öyster Cult/Brain Surgeons/Metallica)</a> apareceu primeiro em <a href="http://astronomia.blog.br">Astronomia.Blog.Br</a>.</p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Astronomiablogbr/~4/s7I0y2FRH9o" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Nuvens de Hidrogênio entre Andrômeda e Triangulum</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Astronomiablogbr/~3/FTiF1-tBU_I/</link>
		<comments>http://astronomia.blog.br/nuvens-de-hidrogenio-entre-andromeda-e-triangulum/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 May 2013 14:38:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Guedes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escala Cosmológica]]></category>
		<category><![CDATA[cosmologia]]></category>
		<category><![CDATA[espaço intergaláctico]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://astronomia.blog.br/?p=3830</guid>
		<description><![CDATA[<p>Astrônomos conseguiram identificar detalhes da distribuição de nuvens de hidrogênio entre as galáxias de Andrômeda (M31 no catálogo de Messier) e Triangulum (M33 no meso catálogo). As nuvens já eram conhecidas desde 2004, mas a qualidade das imagens obtidas com esquipamentos atuais permitiram uma definição bem melhor que nas primeiras observações. Essa nuvens foram observadas numa região aparentemente vazia do espaço intergaláctico. O átomo de hidrogênio neutro, referenciado como HI, <a href="http://astronomia.blog.br/nuvens-de-hidrogenio-entre-andromeda-e-triangulum/#more-'" class="more-link">mais »</a></p><p>O post <a href="http://astronomia.blog.br/nuvens-de-hidrogenio-entre-andromeda-e-triangulum/">Nuvens de Hidrogênio entre Andrômeda e Triangulum</a> apareceu primeiro em <a href="http://astronomia.blog.br">Astronomia.Blog.Br</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Astrônomos conseguiram identificar detalhes da distribuição de nuvens de hidrogênio entre as galáxias de Andrômeda (M31 no catálogo de Messier) e Triangulum (M33 no meso catálogo). As nuvens já eram conhecidas desde 2004, mas a qualidade das imagens obtidas com esquipamentos atuais permitiram uma definição bem melhor que nas primeiras observações.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://player.vimeo.com/video/65402653" height="300" width="400" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Essa nuvens foram observadas numa região aparentemente vazia do espaço intergaláctico. O átomo de hidrogênio neutro, referenciado como HI, é muito comum dentro de galáxias e é observado por uma transição eletrônica que produz uma radiação com comprimento de onda de 21 centímetros. Apesar da abundância no interior das galáxias, as concentrações são muito baixas entre as galáxias, o que dificulta a observação.</p>
<div id="attachment_3831" class="wp-caption aligncenter" style="width: 464px"><a href="http://astronomia.blog.br/wp-content/uploads/2013/05/hi_entre_31_e_m33.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-3831 " alt="hi_entre_31_e_m33" src="http://astronomia.blog.br/wp-content/uploads/2013/05/hi_entre_31_e_m33.jpg" width="454" height="253" /></a><p class="wp-caption-text">Representação artística das nuvens de HI entre as galáxias de Andrômeda, acima, e Triângulum, abaixo. (Fonte:<a href="http://www.nrao.edu/pr/2013/gbtclouds/">NRAO</a>)</p></div>
<p style="text-align: justify;">Essa observação me lembra algumas imagens de céu profundo obtidas pelo Telescópio Espacial Hubble, mostrando uma miríade de galáxias em regiões aparentemente vazias do céu. Isso nos faz pensar seriamente sobre até que ponto o vazio não está ligado à nossa capacidade de percepção.</p>
<p style="text-align: justify;">Leia mais sobre as nuvens aqui (em inglês): <a href="http://www.nrao.edu/pr/2013/gbtclouds/" target="_blank">http://www.nrao.edu/pr/2013/gbtclouds/</a></p>
<p>O post <a href="http://astronomia.blog.br/nuvens-de-hidrogenio-entre-andromeda-e-triangulum/">Nuvens de Hidrogênio entre Andrômeda e Triangulum</a> apareceu primeiro em <a href="http://astronomia.blog.br">Astronomia.Blog.Br</a>.</p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Astronomiablogbr/~4/FTiF1-tBU_I" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Transgênicos no Espaço</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Astronomiablogbr/~3/-jM2CBc1neo/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 May 2013 21:16:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Guedes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escala Terrestre]]></category>
		<category><![CDATA[missões espaciais]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Numa experiência muito interessante levada a cabo na Estação Espacial Internacional, ISS (do inglês International Space Station), biólogos estão verificando o comportamento de plantas num ambiente extremo como o espaço. O objetivo é aprender mais sobre o mecanismo de adaptação das plantas a diferentes ambientes e condições. Na ISS as plantas podem ser expostas à condições extremas que dificilmente seriam simuladas na Terra. A motivação do experimento é o atual <a href="http://astronomia.blog.br/transgenicos-no-espaco/#more-'" class="more-link">mais »</a></p><p>O post <a href="http://astronomia.blog.br/transgenicos-no-espaco/">Transgênicos no Espaço</a> apareceu primeiro em <a href="http://astronomia.blog.br">Astronomia.Blog.Br</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Numa experiência muito interessante levada a cabo na Estação Espacial Internacional, ISS (do inglês <em>International Space Station</em>), biólogos estão verificando o comportamento de plantas num ambiente extremo como o espaço. O objetivo é aprender mais sobre o mecanismo de adaptação das plantas a diferentes ambientes e condições. Na ISS as plantas podem ser expostas à condições extremas que dificilmente seriam simuladas na Terra.</p>
<p style="text-align: justify;">A motivação do experimento é o atual cenário das mudanças climáticas que estamos experimentando aqui na Terra. As plantas são a maior parte da biosfera terrestre e desempenham um papel crucial no ciclo do carbono.</p>
<div id="attachment_3803" class="wp-caption aligncenter" style="width: 810px"><a href="http://astronomia.blog.br/wp-content/uploads/2013/05/plantas_iss.jpg" target="_blank"><img class=" wp-image-3803 " alt="(E) A zona meristemática em raízes de controle de solo (GC) e (FLT) plantas de voos. Centro epiderme, córtex, endoderme e de repouso (QC) são indicados em setas azuis. A linha de ouro ao longo da coluna de células da epiderme do centro de repouso mede 225?m. (F) A zona de alongamento em raízes de controle de solo e plantas de voos. O quadro azul define uma região de cerca de 225?m ao longo do comprimento de cada raiz a partir da zona de transição para a zona de alongamento. As barras transversais no retângulo definir fronteiras de células nesta área para cada raiz" src="http://astronomia.blog.br/wp-content/uploads/2013/05/plantas_iss.jpg" width="800" height="307" /></a><p class="wp-caption-text">Comparação entre raízes em solo (GC) e na Estação Espacial internacional (FLT). Na esquerda (E), zona meristemática (com células não diferenciadas e capazes de divisão celular contínua, como as células-tronco em animais), e na direita, a <i>elongation zone</i> (Fonte: <i>Paul et al.</i> &#8211; veja referencia no fim do post)</p></div>
<p style="text-align: justify;">Dois autores do estudo, Anna-Lis Paul e Robert J. Ferl, realizaram uma aplicação extremamente interessante da técnica de produção dos controversos alimentos transgênicos. Eles acrescentaram um gene que produz luminescência como reação a um hormônio no DNA de uma planta. Esse hormônio está relacionado à adaptabilidade da planta, de modo que é possível observar sua produção ao longo do processo de adaptação diretamente, e sem dissecar a planta.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das condições extremas conseguidas na ISS é a aparente ausência de gravidade, produzida pelo efeito da órbita da estação ao redor da Terra. Robert Ferl diz que &#8220;remover a gravidade da equação revela aspectos únicos do crescimento celular que não poderiam ser descobertos de outra maneira.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu continuo evitando alimentos transgênicos, mas, talvez essa experiência mostre uma boa utilização da tecnologia. E deixa nossa saúde fora disso.</p>
<p style="text-align: justify;">Link para o artigo científico completo (em inglês) : <a href="http://science.nasa.gov/media/medialibrary/2013/05/06/Paul_et_al_2012_BMC_plant_growth.pdf" target="_blank"><em>Paul et al.:</em> Plant growth strategies are remodeled by spaceflight. <em>BMC Plant Biology 2012</em> 12<em>:232</em> (doi:10.1186/1471-2229-12-232)</a></p>
<p style="text-align: left;">Para ler mais (em inglês):<a href="http://science.nasa.gov/science-news/science-at-nasa/2013/06may_arabidopsis/" target="_blank">http://science.nasa.gov/science-news/science-at-nasa/2013/06may_arabidopsis/</a></p>
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