<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" gd:etag="W/&quot;CU8BR3ozfyp7ImA9WhRaFkg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617255631018047396</id><updated>2012-02-19T04:17:36.487-08:00</updated><category term="Games" /><category term="TV" /><category term="Internet" /><category term="Cinema" /><category term="Videoclip" /><category term="Quadrinhos" /><title>- AUDIOVISUEIROS -</title><subtitle type="html">Vídeo, Audio, Cinema, Hipermídia e conselhos...</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Gui Ferrari</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16480539933340230509</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="21" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_JMP3298ck0A/TO0NSgxQU_I/AAAAAAAAAMc/55IKwZrKVJU/S220/IMG_8043...JPG" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>100</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/Audiovisueiros" /><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="audiovisueiros" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;DEcGRXwzeyp7ImA9WhdRF0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617255631018047396.post-3764771541980453071</id><published>2011-07-11T11:08:00.000-07:00</published><updated>2011-08-07T21:00:24.283-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-07T21:00:24.283-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cinema" /><title>Bravura Indômita (Joel e Ethan Coen, 2010)</title><content type="html">&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-zeVk5st0f-8/Thz6dN1UYmI/AAAAAAAAAOs/8Ux3RvVYZLk/s1600/bravura.1.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-zeVk5st0f-8/Thz6dN1UYmI/AAAAAAAAAOs/8Ux3RvVYZLk/s200/bravura.1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628649014142722658" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="white-space: pre; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="white-space: normal; "&gt;&lt;b&gt;O western revisitado...&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="white-space: pre; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="white-space: normal; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="white-space: pre; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="white-space: normal; "&gt;Em sua cinematografia recente os irmãos Coen são reconhecidos pela alta dose de ironia e humor negro em seus filmes, en&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="white-space: normal; "&gt;charcados em seus dramas/comédias. Ao to&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="white-space: normal; "&gt;mar como exemplo alguns filmes recentes da dupla: "Onde os fracos não tem vez" (2007) e "Queime depois de ler" (2008), temos uma forte evidência desses elementos, presentes até mesmo em m&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="white-space: normal; "&gt;omentos de profunda dramaticidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Mas nesse novo filme, "Bravura Indômita" (2010), refilmagem do clássico de 1969, dirigido por Henry Hathaway, baseado no romance de Charles Portis, esses elementos foram deixados de lado e o que prevalece é um certo "retorno as raízes", mas não raízes da dupla e sim do cinema clássico consagrado dos anos 1950: o Western. Esse gênero já havia sido explorado pelos Coen em "Onde os fracos não tem vez", mas naquela o&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;casião foram acrescentados elementos "modernos" á narrativa, ou seja, o filme era um faroeste, mas se passava nos tempos de hoje.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Não é dessa maneira que "Bravura" é construído, aqui o gênero é explorado como foi no passado, utilizando elemen&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;tos caros ao Western: na história existe a vingança, o relacionamento entre desconhecidos, o duelo; nos personagens temos xerifes, matadores de aluguel, assassinos; e na constituição da época, cavalos, carroças, vestim&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;entas, enfim, a história é construída nos moldes como s&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;e consagrou.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/-6oOSQ5nbg3s/Thz5g_QgdeI/AAAAAAAAAOc/Jwp8lWbLhcE/s200/Bravura.3.jpg" style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 108px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628647979438077410" /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;No enredo temos uma menina de 1&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;4 anos, Mattie Ross (Hailee Steinfeld), que jura buscar vingança e para isso "contrata" um federal, o Senhor Cogburn (Jeff Bridges, numa atuação de cair o queixo), para ajudar no serviço. Junta-se a essa dupla, um ranger texano, LaBoeuf (Matt Damon) e todos partem nessa empreitada atrás do assassino. A &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;história, narrada linearmente, exceto por um momento, quando Mattie conta como seu pai foi assassinado, nos traz essa busca, ou seria errância? Desses 3 personagens que buscam um assassino e até que ponto cada um pode se sacrificar para atingir seus próprios objetivos: Mattie busca vingança, Sr. Cogburn quer o dinheiro e o ranger tenta representar a lei. Os personagens, muito bem construídos, são esteriótipos dentro do gênero, muito claramente demarcados: o ranger com uniforme e bigode; o federal, bêbado, corajoso e aut&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;o-confiante; e a menina indefesa, jovem e ingênua, que sozinha não pode fazer muito. Ela precisa de um mentor, construído na figura do Sr. Cogburn, esse último, o personagem que sofre mais transformação na história.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Enquanto narrativa, o filme segue o padrão do gênero: personagens hostis que são hostis com os demais, mas que aos poucos vão se solidarizando e ficando mais íntimos uns dos outros; peregrinação por diversos ambientes e cenários, passando por diferentes estações do ano; direção de arte, cenografia, figurino e objetos que sempre estão a favor da história, bem como os próprios animais, principalmente os cavalos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Quanto a linguagem, não existe nada de inovador e acredito que nesse ponto se encontre a graça do filme, a decupagem, os diálogos, as posições e os movimentos de câmera não somente respeitam o gênero como &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/-M0q6DaEXhdI/Thz5yEe4eeI/AAAAAAAAAOk/FVo1x5vcB_M/s200/Bravura.2.jpg" style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628648272898324962" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;também prestam uma homenagem. "Bravura" é um clássico na sua essência e aqui cabe uma ressalva, os irmãos Coen se inovam ao reconstruir um gênero que nada tem de novo, ou seja, provam que também dominam a linguagem clássica para poder fazer o básico.&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Ah, um fato, não falei da fotografia. Bom, como diria um grande amigo meu: "dizer que a fotografia desse filme é bonita, seria um pleonasmo."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Para finalizar, traçaria um rápido paralelo entre esse filme e um outro clássico do Western, "Rastros de Ódio" (1956) de John Ford, um dos meus favoritos, onde os protagonistas masculinos precisam salvar as personagens femininas, ambos se envolvem e se emocionam com a situação e no final, acabam sozinhos, para o bem e para o mal. E ao pensarmos no primeiro "Bravura", teríamos então um Jonh Wayne duplicado, mas essa deixa fica para a próxima prosa,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;iframe width="480" height="295" src="http://www.youtube.com/embed/5GkAH7IUWOE?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;*Renan Lima é editor do Audiovisueiros&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617255631018047396-3764771541980453071?l=audiovisueiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/feeds/3764771541980453071/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617255631018047396&amp;postID=3764771541980453071" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/3764771541980453071?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/3764771541980453071?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/2011/07/bravura-indomita-2010-dir-joel-e-ethan.html" title="Bravura Indômita (Joel e Ethan Coen, 2010)" /><author><name>Renan Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05870521820630792761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://bp3.blogger.com/_onQUzAiYZiI/SAzRcn1PKVI/AAAAAAAAAAM/T5RuBMsXCAs/S220/IMG_8604.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-zeVk5st0f-8/Thz6dN1UYmI/AAAAAAAAAOs/8Ux3RvVYZLk/s72-c/bravura.1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEYEQHs8eCp7ImA9WhdRF0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617255631018047396.post-5034577185754564918</id><published>2011-06-06T10:09:00.000-07:00</published><updated>2011-08-07T21:01:41.570-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-07T21:01:41.570-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cinema" /><title>Um lugar qualquer (Sofia Coppola, 2010)</title><content type="html">&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;&lt;b&gt;Entre o aprisionamento e a alforria de um personagem&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;&lt;span style=" line-height: 115%; font-size:12pt;" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;&lt;span style=" line-height: 115%; font-size:12pt;" lang="PT-BR"&gt;Dois minutos e vinte segundos. É esse &lt;/span&gt;&lt;span style=" line-height: 115%; font-size:12pt;" lang="PT-BR"&gt;o tempo que Sofia Coppola precisa para apresentar Johnny Marco, o personagem princip&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;al de &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Um Lugar Qualquer&lt;/i&gt; (&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Somewhere&lt;/i&gt;, 2010), seu novo filme. A seqüência inicial, em único pl&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;&lt;span style=" line-height: 115%; font-size:12pt;" lang="PT-BR"&gt;ano&lt;/span&gt;&lt;span style=" line-height: 115%; font-size:12pt;" lang="PT-BR"&gt;, mostra uma Ferrari preta – que mais se ausenta do que se faz presente no enquadramento – dando voltas em uma pista perdida no meio do deserto. O veículo é concretizado muito mais pelo som do que pela imagem, jogando com a distância da Ferrari em relação ao ponto de vista do espectador e também com o formato da pista, à &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;&lt;span style=" line-height: 115%; font-size:12pt;" lang="PT-BR"&gt;medida que é possível perceber os momentos de aceleração e desaceleração do carro. Depois da repetição quase incômoda das voltas que a Ferrari faz, o veículo finalmente pára – nesse caso, dentro do enquadramento – e dele sai o personagem em questão. E, apesar do momento pedir uma manifestação de fortes emoções, Johnny, blasé, apenas pára ao lado do carro, olhand&lt;/span&gt;o calmamente um lado e outro do deserto, como a perfeita manifestação do tédio.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/-NNQSpyZdAig/Te0PSEEBgGI/AAAAAAAAANk/PQad3uNxQ08/s200/Somewhere%2B1.jpg" style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 102px;" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5615161113403555938" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=" ;font-size:16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 115%;"&gt;Esse tema não é novidade na obra de Sofia Coppola: nos três longas que antecedem &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style="font-size: 12pt; line-height: 115%; "&gt;Um Lugar Qualquer&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 115%;"&gt;, o tédio aparece através de ad&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;olescentes na década de 1960 nos Estados Unidos, na jovem desencontrada e no ator de meia-idade que se encontram em Tókio e, finalmente, na rainh&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=" ;font-size:16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 115%;"&gt;a francesa que se mostrou descontente com a corte francesa do século XVIII. Em todas essas representações, Sofia faz questão de apontar que este sentimento está presente em todas as fases da história e em todos os lugares do mundo, não permitindo que ninguém escape. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style="font-size: 12pt; line-height: 115%; "&gt;Preso&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 115%;"&gt; em uma Los Angeles contemporânea, isso não seria diferente com Johnny Marco.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=" line-height: 115%; text-align: justify; font-size:12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style=" line-height: 115%; font-size:12pt;" lang="PT-BR"&gt;Em seguida da sequência da Ferrari, outra cena pontua muito bem a situação da personagem: duas loiras gêmeas fazem o famoso &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;pole dance&lt;/i&gt; em seu quarto enquanto ele cai no sono. Depois da Ferrari, agora as loiras. Há um leve impulso de reagir numa segunda sequência de &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;pole dance&lt;/i&gt;, esforçando-se para sentir alguma coisa, para se &lt;/span&gt;empolgar ou se excitar com aquilo, mas a tentativa é mal sucedida. O que vemos, então, é uma constante manifestação de indiferença, através de uma banalização da facilidade com mulheres e com dinheiro. Dois pontos tão valorizados nos dias de hoje – a atração sexual e o sucesso financeiro – são indiferentes a ele. Mas é importante pontuar que o protagonista não abdica de nenhum dos dois; o que acontece é uma falta de ação para consegui-las e até uma falta de reação para rejeitá-las. Em estado de entorpecimento, ele segue acompanhando o fluxo das situações, sendo carregado sem tomar parte de nada do que lhe acontece.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=" line-height: 115%; text-align: justify; font-size:12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style=" line-height: 115%; font-size:12pt;" lang="PT-BR"&gt;O tédio, a indiferença e o torpor observados em Jo&lt;/span&gt;hnny Marco caracterizam uma situação de aprisionamento do personagem, que tem sua maior expressão na sequência em que ele, sentado, espera o gesso, que envolve toda a sua cabeça, secar, com a respiração forte e ritmada, enquanto a câmera, bem lentamente, aproxima-se dele, pontuando qual é o cenário desse personagem: um ambiente cada vez mais apertado, no qual a câmera o sufoca, aproximando-se e delimitando enquadramentos fixos e específicos. Ele não reage a isso, não tenta mudar seu estado, mas também não mostra contentamento com sua situação, quase como se houvesse uma conformação em estar lá porque não há outro caminho que possa ser seguido. É aí que o filme apresenta-lhe uma surpresa, um contraponto que poderia ser evidente e banal, mas que, por ser tratado com sutileza, ganha importância e profundidade. Esse contraponto chama-se Cleo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style=" line-height: 115%; text-align: justify; font-size:12pt;"&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/-cm-5Seii4Xo/Te0QYXFS3GI/AAAAAAAAANs/clPIx_20PWY/s200/somewhere%2B2.jpg" style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 106px;" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5615162321100004450" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;  line-height: 115%; font-size:12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Sua filha o encanta de maneira gradual: o primeiro contato deles, apresentado pelo filme, está na aula de patinação no gelo dela. Ele não mostra esforço nenhum em prestar atenção na filha, mas pouco a pouco ele deixa de dar a atenção ao celular para olhá-la durante a coreografia. O final da sequência mostra Marco emocionado, a ponto de chorar, enquanto Cleo sorri satisfeita e contente. O filme está repleto de oposições e é interessante chamar a atenção para uma delas aqui, que posiciona essa sequência e a segunda sequência do &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;pole dance&lt;/i&gt; em lugares contrários: enquanto vemos o esforço de Johnny Marco para mentir que tem interesse pela dança das loiras gêmeas, acompanhamos aqui, na sequência da dança de Cleo, uma ausência de esforço, que termina como uma genuína manifestação de interesse. Esse é o primeiro sinal que ele dá a respeito de uma mobilização interna, quando ele abandona o estado em que não sente nada para passar a sentir alguma coisa. Aqui, mesmo que sutil, existe uma reação dele, a primeira do filme.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=" line-height: 115%; text-align: justify; font-size:12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style=" line-height: 115%; font-size:12pt;" lang="PT-BR"&gt;Cleo vai voltar à vida do pai no momento em que a mãe dela, Layla, decide abdicar, pelo menos por um tempo, do seu papel materno. A convivência entre os dois se intensifica e o carinho que um tem com o outro se torna mais evidente. Cleo ir&lt;/span&gt;á para o acampamento em alguns dias, e a iminência da aproximação dessa data deixa tanto Johnny quanto a filha apreensivos com a separação, que é adiada em dois momentos: quando ele a convida para ficar um dia mais no Chateau Marmont – o hotel de Los Angeles famoso por hospedar celebridades – e quando eles mudam a rota do acampamento dela para Las Vegas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=" line-height: 115%; text-align: justify; font-size:12pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style=" line-height: 115%; font-size:12pt;" lang="PT-BR"&gt;Depois de acompanhar o pai na viagem à Itália e conviver com o amigo de Johnny, Cleo e seu pai programam-se para um dia que é só deles, no qual a relação “pai e filha” é o único laço que se estabelece: em um dia ensolarado, eles jogam &lt;/span&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;ping-pong&lt;/i&gt;, brincam na piscina e tomam sol, e é esse o momento que exprime a contribuição de Cleo à vida do pai. Lembremos da sequência já citada a respeito do molde de gesso que envolve toda a cabeça de Johnny Marco, que espera que ele seque com concentra-se numa respiração que aparece forte enquanto a câmera, calmamente, aproxima-se dele, fechando o quadro cada vez mais – é bom lembrar que o propósito desse molde é o de tornar Marco envelhecido, a partir de uma maquiagem. A sequência na qual ele toma sol com a filha apresenta uma situação completamente diferente: ouvimos pássaros e a música de Julian Casablancas – I’ll try anything once – enquanto os dois, lado a lado, repousam sobre as esteiras da piscina; a câmera executa um movimento de afastamento dos personagens, abrindo o enquadramento e mostrando o ambiente calmo que os envolve; a simbologia é completada com um plano rápido do céu.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style=" line-height: 115%; text-align: justify; font-size:12pt;"&gt;&lt;span style=" line-height: 115%; font-size:12pt;" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/-9XsqqATbodY/Te0RGORHtBI/AAAAAAAAAN0/HbHYur83ESA/s200/somewhere%2B3.jpg" style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 110px;" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5615163109007668242" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style=" line-height: 115%; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Apesar de manter rígidas semelhanças com &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Encontros e Desencontros&lt;/i&gt; (&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;lost in translation&lt;/i&gt;, 2003), &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Um Lugar Qualquer&lt;/i&gt;, diferente dos três longas-metragens anteriores de Sofia Coppola. Este apresenta uma situação otimista para seu personagem: enquanto Johnny Marco é aprisionado pelas circunstâncias, Cleo aparece, não exatamente para libertá-lo, mas para mostrar que a libertação é possível. É a sua capacidade de não ignorar a possibilidade da mudança que difere Marco e o filme dos demais personagens e filmes de Coppola. É como se aquele sentimento de mudança, que rondava tanto o final de &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Encontros e Desencontros&lt;/i&gt;, mas que não ia além de uma sombra sobre Bob Harris e Charlotte, finalmente se concretizasse em um movimento pró-ativo do personagem principal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;div style="font-size: 12pt; line-height: 115%; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Se todos os filmes de Sofia Coppola reiteram sempre o mesmo mote, abordando o tédio como sentimento-base dos personagens, aprisionados em seus ambientes e apontando-os como seres cuja única mobilização é o ato de excluírem-se de seus universos – muito mais através do entorpecimento do que de algum movimento que visa mudança – essa é a primeira vez em que um personagem de Sofia Coppola tem a possibilidade de alforriar-se, de agir, de reagir, de movimentar-se e de comandar-se, sem que a câmera o impeça, e sem que ele impeça a si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 12pt; line-height: 115%; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;iframe width="480" height="295" src="http://www.youtube.com/embed/6PPzDeh6fGw?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;*Natália Vestri é colaboradora do Audiovisueiros&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617255631018047396-5034577185754564918?l=audiovisueiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/feeds/5034577185754564918/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617255631018047396&amp;postID=5034577185754564918" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/5034577185754564918?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/5034577185754564918?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/2011/06/um-lugar-qualquer-sofia-coppola-2010.html" title="Um lugar qualquer (Sofia Coppola, 2010)" /><author><name>Renan Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05870521820630792761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://bp3.blogger.com/_onQUzAiYZiI/SAzRcn1PKVI/AAAAAAAAAAM/T5RuBMsXCAs/S220/IMG_8604.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-NNQSpyZdAig/Te0PSEEBgGI/AAAAAAAAANk/PQad3uNxQ08/s72-c/Somewhere%2B1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEYBRn46eip7ImA9WhdRF0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617255631018047396.post-5138301813909306161</id><published>2011-03-03T19:30:00.000-08:00</published><updated>2011-08-07T21:02:37.012-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-07T21:02:37.012-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cinema" /><title>Minhas mães e meu pai (Lisa Cholodenko, 2010)</title><content type="html">&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-_sqcosKC50I/TX7zxRadgVI/AAAAAAAAAMc/yuSAXJ4f_O0/s1600/minhas-maes-e-meu-pai-poster.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 136px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-_sqcosKC50I/TX7zxRadgVI/AAAAAAAAAMc/yuSAXJ4f_O0/s200/minhas-maes-e-meu-pai-poster.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5584168615799521618" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Filhos de mães lésbicas querem conhecer "O doador de sêmen"&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A premissa é simples, a filha mais velha Joni (Mia Wasikowaska), ao completar a maioridade, encoraja o irmão mais novo Laser (Josh Hutcherson) a encontrar o pai biológico do casal, sem que "as mães" Jules (Julianne Moore) e Nic (Annette Bening) saibam. A partir de uma ligação, os filhos descobrem quem foi o "doador" e propôem um encontro. A partir disso se iniciam diversas situações que vão tomando proporções cada vez mais catastróficas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De início, somente os filhos fazem um contato com o pai biológico, Paul (Mark Ruffalo), mas logo as "mães" ficam sabendo e também decidem conhecer o homem, marcando um almoço com caráter "familiar". Jules trabalha com jardinagem e decide ajudar no novo estabelecimento de Paul, que administra um restaurante. Eles iniciam um contato mais amplo, enquanto os filhos vivem um novo momento em suas vidas, a presença do ser masculino é recente e gera bastante curiosidade. Paul, por sua vez, é colocado numa situação inusitada, o pai de primeira viagem que já conhece os filhos na fase adolescente (ou aborrecente) tenta se enquadrar na condição de pai ausente, não por escolha, mas por falta de, e ensina o pouco que sabe aos dois filhos, dá conselhos para o mais novo em relação a amizades e tenta mostrar um outro lado seu. Já para a menina, ele tenta ser o pai amoroso e conselheiro que quase sempre vai de choque com os ensinamentos das "mães".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tudo começa a ficar mais complicado quando Paul e Jules iniciam um relacionamento mais sério. Ao mesmo tempo que isso acontece, os filhos do casal vão ficando mais rebeldes e começam a ficar do lado de Paul, as mães começam a ter problemas para resolver questões relacionadas a sexo entre outros departamentos. A relação de Jules e Nic também começa a ser afetada, baseado principalmente na mentira que Jules esconde.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme é marcado por um certo conservadorismo americano na medida que Paul adentra a vida dos filhos. Nic posuiu um gênio difícil, se colocando como patriarca da família, e muitas vezes subjulga a posição da outra mulher, Jules. O relacionamento entra em colapso quando Nic descobre sobre a traição de Jules em um jantar na casa de Paul, é nesse momento que algumas constatações sobre questões familiares são colocadas em cheque, como a presença ou ausência do pai, a homossexualidade e a criação dos filhos, principalmente a do menino, e mais do que tudo, mostra quais problemas são ocasionados com essa clara tendência para o futuro: a criação de filhos por pais h&lt;/div&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/-ZNCgy5Lo6R0/TX7z5oPGrBI/AAAAAAAAAMk/CnuHQn-jMG0/s200/Filme-Minhas-M%25C3%25A3es-e-Meu-Pai-Sinopse-Fotos-Trailer.jpg" style="text-align: justify;float: right; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; cursor: pointer; width: 200px; height: 127px; " border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5584168759364856850" /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;omossexuais. De qualquer forma, o filme coloca de maneira muito clara os dois lados da moeda, da presença do pai, o que pode ocasionar e como pode ser bom e ruim ao mesmo tempo. Claro que neste caso não estamos falando de qualquer pai, estamos falando de Mark Ruffalo, mas o que importa é o exemplo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os atores estão muito bem caracterizados no filme, inclusive as crianças e o que nasce como uma comédia, termina como um drama. Nesse aspecto, o filme engana, ele cria uma situação que é, no mínimo engraçada, e depois turbina a narrativa com as consequências dessas mães e dese pai. O filme tenta abordar de maneira até certo ponto engraçada alguns aspectos incomuns de uma nova constituição familiar, entretanto, como já colocado anteriormente, mais uma vez o conservadorismo americano prevalece e diz não. Não em diversos aspectos, Jules sente atração por Paul, seria um questionamento sobre sua sexualidade? Ela seria realmente homossexual? Ela se descobre ao encontrar Paul? E quanto a Nic, ela se sente o homem da relação? Mas isso não seria o oposto do que elas (lésbicas) estariam realmente tentando provar? Que nesse tipo de relação não existe essa coisa de "homem da relação", e sim duas mulheres de fato? Enfim, de todo jeito, o filme carrega (assim como muitos títulos recentes) toda uma crítica sobre a nova pirâmide familiar e a sua novidade, como lidar com a chegada do outro, suscitada pela curiosidade dos filhos? É mais ou menos isso que o filme coloca, mas não necessariamente responde.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;iframe width="480" height="295" src="http://www.youtube.com/embed/nv_fvUkDrKk?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;*Renan Lima é editor do Audiovisueiros&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617255631018047396-5138301813909306161?l=audiovisueiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/feeds/5138301813909306161/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617255631018047396&amp;postID=5138301813909306161" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/5138301813909306161?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/5138301813909306161?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/2011/03/minhas-maes-e-meu-pai-dir-lisa.html" title="Minhas mães e meu pai (Lisa Cholodenko, 2010)" /><author><name>Renan Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05870521820630792761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://bp3.blogger.com/_onQUzAiYZiI/SAzRcn1PKVI/AAAAAAAAAAM/T5RuBMsXCAs/S220/IMG_8604.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-_sqcosKC50I/TX7zxRadgVI/AAAAAAAAAMc/yuSAXJ4f_O0/s72-c/minhas-maes-e-meu-pai-poster.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEUGRn47fCp7ImA9WhdRF0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617255631018047396.post-7939577547332588399</id><published>2011-02-16T05:56:00.000-08:00</published><updated>2011-08-07T21:03:47.004-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-07T21:03:47.004-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cinema" /><title>Inverno da Alma (Debra Granik, 2010)</title><content type="html">&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-waPzfHhOTE0/TVwAUymZXQI/AAAAAAAAALg/xmh9VGIqPCs/s1600/inverno-alma-blog%2B1.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px; height: 132px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-waPzfHhOTE0/TVwAUymZXQI/AAAAAAAAALg/xmh9VGIqPCs/s200/inverno-alma-blog%2B1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574330795958033666" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:Calibri;font-size:130%;" lang="PT-BR"&gt;Filme independente americano surpreende com fortes interpretações.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Calibri;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:85%;" lang="PT-BR"&gt;Antes de falar do filme de fato, acho importante salientar que não existe nenhuma grande distribuidora por trás dessa produção, exatamente como vem acontecendo com alguns filmes indicados ao Oscar de melhor filme nos últimos anos, a exemplo de &lt;i style=""&gt;Pequena Miss Sunshine (2006)&lt;/i&gt; e &lt;i style=""&gt;Juno (2007)&lt;/i&gt;.&lt;span style="color:blue;"&gt; &lt;/span&gt;Eu gostaria de achar que o Oscar está proporcionando uma maior abertura para produções independentes, gostaria. Mas de qualquer forma o filme chamou bastante atenção pelo fato de ter vencido o Prêmio do Júri do Festival de Sundance e o Gotham Awards, além de ter sido exibido e vencido dois prêmios no Festival de Berlim&lt;span style="color:blue;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:85%;" lang="PT-BR"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:85%;" lang="PT-BR"&gt;&lt;i style=""&gt;Inverno da Alma&lt;/i&gt; conta a história de uma menina de 17 anos, Ree Dolly (Jennifer Lawrence), que toma&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:85%;" lang="PT-BR"&gt; conta dos dois irmãos menores e de sua mãe doente. Logo de início ficamos sabendo que seu pai desapareceu no mundo e deixou sua família, mas agora o pai precisa retornar e comparecer em uma audiência judicial ou todos os bens da família serão tomados pelo governo. A partir daí, a menina mais velha inicia uma busca por seu pai, descobrindo algumas verdades até então omitidas, como seu envolvimento com o tráfico de drogas. O filme inicialmente choca pelo amadurecimento da protagonista, com uma interpretação de encher os olhos, encarada com seriedade e coragem, onde ela se deixa quase sempre em segundo&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:85%;" lang="PT-BR"&gt;plano, pensando no bem maior dos imãos&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:85%;" lang="PT-BR"&gt;,&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:85%;" lang="PT-BR"&gt; uma menina que encara a vida sem lástimas ou ressentimentos, que sabe cozinhar, cuida da casa, da mãe e dos irmãos, enfim, por mais que a condição social seja evidente, pela falta de comida, pela ajuda dos vizinhos e pela tentativa de encontrar emprego nas forças armadas ela não é o foco principal do filme, isso quer dizer, a questão está colocada, mas o filme não trabalha somente em cima disso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:85%;" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;               &lt;/span&gt;O ponto central do filme é a constituição familiar, o que o torna mais interessante. Os dois irmãos menores e&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:85%;" lang="PT-BR"&gt;ntendem o que está acontecendo e protegem a irmã mais velha, o que demonstra, acima de tudo, que eles estão unidos. O tio Teardrop (&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:85%;" lang="PT-BR"&gt;John Hawkes), com uma interpretação chocante, que desempenha um papel importantíssimo como um falso mentor da menina, nega ajuda no início, mas depois se redime,&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:85%;" lang="PT-BR"&gt; ele representa um personagem dúbio que funciona como um divisor de águas na narrativa, tendo comportamentos diferentes no início e no fim da história&lt;span style="color:blue;"&gt;. &lt;/span&gt;E ainda temos outras questões que atingem diretamente os três&lt;span style="color:blue;"&gt; &lt;/span&gt;irmãos, como o fato de que alguns parentes desejam adotar (ficar) com o irmão mais novo para diminuir as despesas da casa e também as constantes confusões em que Ree se envolve na procura de seu pai, onde sempre sai machucada. Mas de qualquer maneira, os irmãos, juntamente com a mãe, que aparece muito pouco durante toda a narrativa, se mantêm firmes, Ree passa alguns ensinamentos para os pequenos, algumas artimanhas na cozinha além de ensina a atirar, para uma possível proteção em sua ausência. O filme nos faz refletir sobre a função de uma família, sobre o porquê de sua estruturação e de como alguém pode crescer apenas cuidando dos outros e sem saber de fato o que é "ser cuidado" por alguém.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:85%;" lang="PT-BR"&gt;Mesmo sem possuir um elenco conhecido, o filme é marcado por ótimas interpretações, até mes&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-O2PnjJAqZKs/TVwArCsvZXI/AAAAAAAAALo/p9qh0dTICDQ/s1600/winters-bone-image%2B2.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px; height: 134px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-O2PnjJAqZKs/TVwArCsvZXI/AAAAAAAAALo/p9qh0dTICDQ/s200/winters-bone-image%2B2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574331178236732786" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:85%;" lang="PT-BR"&gt;m&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:85%;" lang="PT-BR"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:85%;" lang="PT-BR"&gt; de personagens coadjuvantes como o policial que conhece os esquemas em que o pai da menina estava envolvido, e tam&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:85%;" lang="PT-BR"&gt;bém a mulher que inicialmente reprime Ree, mas depois mostra onde estava “escondido” o corpo do pai da menina. As &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:85%;" lang="PT-BR"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:85%;" lang="PT-BR"&gt;rianças também se destacam, e isso com certeza é enfatizado pela excelente seqüência em que aprendem a caçar esquilos, pois e&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:85%;" lang="PT-BR"&gt;xiste nesta cena uma clara demonstração de confiança, que é salientada por um silêncio inicial&lt;s&gt; &lt;/s&gt;depois por algumas trocas de olh&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:85%;" lang="PT-BR"&gt;ares entre a irmã mais velha e a mais nova, em seguida pela captura dos esquilos, então Ree ensina o irmão a tirar a pele do bicho e o encoraja mesmo contra a vontade do menino. O elenco todo atua em alto nível, tornando a trama bastante real e a história mais palpável, ou seja, você acredita que ela existiu de fato. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:85%;" lang="PT-BR"&gt;Outro ponto bastante interessante e bastante explorado no filme é a fotografia, com suas cores acinzentadas (em um tom quase monocromático) que funciona como uma metáfora para a vida da protagonista, sem brilho, praticamente sem cor, e agora presa em uma busca que pode tirar seus bens mais preciosos. Enquanto a arte tenta diferenciar pelos figurinos dos três irmãos alguns de seus sentimentos, com cores mais vivas para os irmãos menores, tentanto destacar a importância da infância e cores mais escuras para a irmã mais velha, que passa por um momento conturbado.&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;               &lt;/span&gt;O filme é realmente muito interessante, muito bem estruturado a partir de um roteiro que deve ter deixado margem para possíveis improvisações dos atores, mas que não se perde em nenhum momento e de uma direção feminina (Debra Granik) que consegue colocar uma intensa carga de sensibilidade e ternura no filme, sem cairo no clichê.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Calibri;font-size:85%;" lang="PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:85%;" lang="PT-BR"&gt;Do meu ponto de vista só pecou em um ponto: o violão, utilizado como elemento narrativo poderia ser muito mais significativo se tivesse aparecido em outros momentos durante o filme, ele poderia ser o fio condutor, o que tornaria, talvez, a história ainda mais interessante. A se destacar o início do filme, onde ouvimos uma bela canção executada por um violão, que poderia facilmente ser o mesmo intrumento do final do filme e conduzido pelo mesmo personagem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:85%;" lang="PT-BR"&gt;Um filme maravilhoso que faz pensar sobre a estruturação familiar, visto que estamos em&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;um momento propício, não somente pelos contantes filmes que tratam desse assunto como &lt;i style=""&gt;Tetro &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;(2010) e &lt;i style=""&gt;Somewhere&lt;/i&gt; (2010), mas pelo próprio mundo que hoje, passa por muitas mudanças, inclusive familiares.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:85%;" lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 14px;"&gt;&lt;iframe width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/ihcTyPaRxVk?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span lang="PT-BR" &gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;*Renan Lima é editor do Audiovisueiros&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617255631018047396-7939577547332588399?l=audiovisueiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/feeds/7939577547332588399/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617255631018047396&amp;postID=7939577547332588399" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/7939577547332588399?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/7939577547332588399?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/2011/02/inverno-da-alma-dir-debra-granik.html" title="Inverno da Alma (Debra Granik, 2010)" /><author><name>Renan Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05870521820630792761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://bp3.blogger.com/_onQUzAiYZiI/SAzRcn1PKVI/AAAAAAAAAAM/T5RuBMsXCAs/S220/IMG_8604.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-waPzfHhOTE0/TVwAUymZXQI/AAAAAAAAALg/xmh9VGIqPCs/s72-c/inverno-alma-blog%2B1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEUMSXk5cCp7ImA9WhdRF0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617255631018047396.post-7922852603625758654</id><published>2011-01-31T10:49:00.000-08:00</published><updated>2011-08-07T21:04:48.728-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-07T21:04:48.728-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cinema" /><title>A rede social (David Fincher, 2010)</title><content type="html">&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TUcV9xicMDI/AAAAAAAAAK8/gVgdOBU1uN8/s1600/social_network_facebook_movie-o.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 166px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TUcV9xicMDI/AAAAAAAAAK8/gVgdOBU1uN8/s200/social_network_facebook_movie-o.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568443615280902194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;"&gt;Ou como o mundo aprendeu a cultuar alguém que passou por cima de todos para atingir seus objetivos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'courier new'; "&gt;&lt;span&gt;A premissa é básica e conhecida: a história do criador do Facebook, Mark Zuckerberg. O filme já começa num ritmo alucinante, em um bar, quando Mark conversa com uma garota, e pela velocidade da conversa ficamos por dentro do universo tratado indic&lt;/span&gt;&lt;span&gt;ando logo de cara que o ambiente multimidiático da internet está incorporado ao fime. Na história, Mark é um inteligente nerd excluído que passa mais tempo na frente do computador do que fazendo qualquer outra coisa e aos poucos vai descobrindo que as pessoas se interessam muito pelas redes virtuais, pelo fato de poderem interagir na "web", contar sobre suas próprias vidas na internet, em um lugar onde todos os seus "amigos" possam ler e comentar. Com a ajuda de seu amigo Eduardo Saverin, eles criam o "TheFacebook", um site de relacionamentos que começa de maneira modesta, apenas dentro do ambiente universitário. Mas com o decorrer da história Mark se afasta de Eduardo e se torna amigo de Sean Parker, um cara que acredita ter a fórmula do sucesso para o ambicioso projeto de Mark, e sugere que ele tire o prefixo "the" da rede, para se transformar somente em "Facebook".&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Enquanto conteúdo e proposta narrativa, o filme não é inovador, muito pelo contrário, é até clássico demais, contado em flashback, a partir do julgamento de Mark, sobre ter supostamente roubado a ideia do Facebook dos gêmeos &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Cameron e Tyler Winklevoss&lt;/span&gt;&lt;span&gt;, estudantes e esportistas de Harvard. O protagonista ganha pontos por ser um "herói" nada carismático, e que vai se tornando um vilão no decorrer do filme, belamente coroado no final com a frase: "Você não é um idiota, mas está o tempo todo tentando ser um." Os irmãos gêmeos merecem grande destaque, por c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TUcWPC7kgTI/AAAAAAAAALE/RChY4VFtmiw/s1600/The-Social-Network-movie%2B2.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="text-align: justify;margin-top: 0pt; margin-right: 0pt; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px; height: 116px; " src="http://2.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TUcWPC7kgTI/AAAAAAAAALE/RChY4VFtmiw/s200/The-Social-Network-movie%2B2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568443912007483698" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'courier new'; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;onstituírem o tempo todo personagens esteriótipos que fogem do próprio esteriótipo, formando um paradoxo, é como se eles estivessem fugindo da própria caracterização que lhes compete. Justin Timberlake no papel de Sean Parker rouba a cena fazendo um papel que só poderia ter sido escrito pra ele.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Contudo, acredito que, o filme em si próprio gera uma enorme contradição: como uma pessoa que não possuía amigo algum, e também não era seu objetivo possuí-lo, pode criar uma rede em que um dos principais objetivos é ter o maior número de amigos possível, aumentando assim a sua rede social? Ou seja, Mark criou um dos maiores sites de relacionamento do mundo, sem se relacionar com ninguém e é isso que o faz ser um gênio certo? Talvez sim, talvez não. A discussão vai além e nos leva a crer que realmente podemos consumir absolutamente tudo, e nunca, ou quase nunca, nos importamos de onde ela veio, e por quais processos passou. Isso é Mark&lt;/span&gt;&lt;span&gt; Zuckerberg, uma pessoa que trocou seu melhor amigo e possivelmete a única pessoa que realmente gostava dele no mundo, por uma rede social e seus frutos. Não estou sendo hipócrita, tenho facebook e adoro usá-lo, mas não custa nada refletir sobre o porquê de certos fenômenos darem tão certo. &lt;/span&gt;Reafirmo, o filme não tem nada de genial, mas propôe uma reflexão mais do que profunda em um mundo dominado por conexões online, onde se evita o cara-a-cara.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;iframe width="480" height="295" src="http://www.youtube.com/embed/kAwIKMYN6UU?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;*Renan Lima é editor do Audiovisueiros&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617255631018047396-7922852603625758654?l=audiovisueiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/feeds/7922852603625758654/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617255631018047396&amp;postID=7922852603625758654" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/7922852603625758654?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/7922852603625758654?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/2011/01/rede-social.html" title="A rede social (David Fincher, 2010)" /><author><name>Renan Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05870521820630792761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://bp3.blogger.com/_onQUzAiYZiI/SAzRcn1PKVI/AAAAAAAAAAM/T5RuBMsXCAs/S220/IMG_8604.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TUcV9xicMDI/AAAAAAAAAK8/gVgdOBU1uN8/s72-c/social_network_facebook_movie-o.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEQAQX09fyp7ImA9WhdRF0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617255631018047396.post-4056769179865618791</id><published>2011-01-18T18:33:00.000-08:00</published><updated>2011-08-07T21:05:40.367-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-07T21:05:40.367-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cinema" /><title>Filmes em 1ª pessoa</title><content type="html">Rec, Rec 2 e a questão do ponto de vista...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No prime&lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TTZbnOW8eeI/AAAAAAAAAKs/e-dSkOhA1dY/s1600/rec1.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="text-align: justify;margin-top: 0pt; margin-right: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 142px; height: 200px; " src="http://1.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TTZbnOW8eeI/AAAAAAAAAKs/e-dSkOhA1dY/s200/rec1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5563735119090186722" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;iro filme da agora constituída franquia "REC" (Além do segundo filme que já foi lançado, teremos mais outros dois, prometidos para a segunda metade desse ano), uma repórter, e seu fiel cameraman "Pablo" decidem acompanhar um dia de um grupo de bombeiros, fazendo uma reportagem para uma TV espanhola. Eles então recebem um chamado, vindo de um prédio, onde uma mulher ficou presa em seu apartamento, e lá descobrem uma ameaça muito maior.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Independente do acontecimento estabelecido dentro do filme, a discussão que proponho aqui é sobre, exclusivamente, o ponto de vista. Durante todo o tempo fílmico, a visão que é estabelecida para nós, espectadores, é a do cameraman Pablo, nosso olhar é guiado por sua câmera de reportagem, unicamente. Quando a câmera é desligada, temos um black, não existe um corte para outra câmera, enfim, somos Pablo, e essa é nossa única opção, somos obrigados a nos identificar com um único personagem pelo seu caráter subjetivo, ou seja, a partir do momento que a câmera entra no prédio infectado, não podemos "escolher" não entrar, convivemos com a repórter e com os outros bombeiros por uma condição pré-estabelecida, a de que a câmera de Pablo será a única opção do filme.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por outro lado, nos identificamos com Pablo sem nunca vê-lo, sem conhecer seu rosto, apenas ouvimos sua voz. O fato inusitado é que nos identificamos com o único personagem que não podemos ver no filme, ou seja, estamos conectados o tempo todo em que a diegese fílmica acontece com um personagem que está no extra-campo, não conseguimos saber se o verdadeiro Pablo estaria atrás da câmera, ou se o fotógrafo nos "engana" o tempo todo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diferentemente do primeiro filme, "Rec 2 - Possuídos", aborda a situação de uma maneira um pouco mais fragmentada. A história acontece 1 hora depois do fim do primeiro filme e mostra um grupo especial da polícia que entra no prédio, que no momento está em quarentena. Aqui temos, não somente uma câmera, mas várias, entretanto, todas elas continuam representando uma subjetiva de uma personagem. São câmeras que estão colocadas nos capacetes dos policiais e uma outra que presente com um g&lt;/div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TTZb11b3M3I/AAAAAAAAAK0/s9xsH3k8qy0/s1600/rec-2.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="text-align: justify;margin-top: 0pt; margin-right: 0pt; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px; height: 112px; " src="http://3.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TTZb11b3M3I/AAAAAAAAAK0/s9xsH3k8qy0/s200/rec-2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5563735370097963890" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;rupo de jovens (essa última, que do meu "ponto de vista", é a parte fraca da história). O fato é que, agora temos diversos pontos de vista, que se mesclam e muitas vezes se confundem, mas ainda temos uma "câmera-chefe", a de um novo cameraman que acompanha o grupo de soldados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De qualquer maneira, seja enquanto proposta narrativa, seja para uma solução da história, perguntamos: por que a utilização de mais de um ponto de vista? O consagrado ponto de vista único em Rec 1 perde força no segundo filme, já que agora temos a segmentação dos olhares, o que não deixa de ser interessante, mas concordamos que existe uma menor tendência à identificação nesse formato. Talvez os realizadores tenham sentido medo de fazer Rec 2 parecido com o primeiro filme, mas a divisão de um único ponto de vista em vários acabou fazendo com que o filme fosse mais "normal" do que a proposta original, agora podemos, mesmo que não claramente, sentir a presença do corte, e não existe momento de black total, porque sempre existirá outra câmera. E dificilmente seriamos enganados nessa nova proposta, porque nós podemos ver quem está atrás da câmera, sempre que o ponto de vista é alternado. Enfim, acredito que a continuação, embora com mais requinte, teve menos audácia que o primeiro, e deixou o espectador mais protegido da narrativa, já que, se Rec 2 fosse um game e existisse a possibilidade de escolha de personagem, poderíamos facilmente escolher o caminho mais fácil, escolhendo o grupo de jovens, e se o jogo fosse mais aberto ainda, poderíamos escolher não entrar no prédio e sendo assim não haveria jogo e nem filme. Rec 2 foi medroso por dar alternativa ao interator, alternativa essa que o primeiro filme não dá, nem nos momentos mais dramáticos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esperemos os outros dois e seus futuros pontos de vista...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/L73Sbi3k_ao?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;*Renan Lima é editor do Audiovisueiros&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617255631018047396-4056769179865618791?l=audiovisueiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/feeds/4056769179865618791/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617255631018047396&amp;postID=4056769179865618791" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/4056769179865618791?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/4056769179865618791?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/2011/01/filmes-em-1-pessoa.html" title="Filmes em 1ª pessoa" /><author><name>Renan Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05870521820630792761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://bp3.blogger.com/_onQUzAiYZiI/SAzRcn1PKVI/AAAAAAAAAAM/T5RuBMsXCAs/S220/IMG_8604.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TTZbnOW8eeI/AAAAAAAAAKs/e-dSkOhA1dY/s72-c/rec1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>4</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEQNRnk_eCp7ImA9WhdRF0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617255631018047396.post-6658525744418591298</id><published>2010-11-24T02:56:00.001-08:00</published><updated>2011-08-07T21:06:37.740-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-07T21:06:37.740-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Internet" /><title>A internet como ferramenta de publicação e divulgação I</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A famosa afirmação de McLuhan, “o meio é a mensagem” , pretendia fazer um contraponto para a leitura tradicional dos meios como simples canais de passagem ou suporte aos conteúdos. A tese de McLuhan é a de que, longe de ser “transparente” ou inerte, o meio influencia a interpretação da mensagem e é determinante para a geração do conteúdo . Lamentavelmente, ele faleceu exatamente no momento do surgimento da Internet, um projeto ambicioso iniciado nos anos 60 e consolidado no início da década de 80 com a adoção do protocolo universal de comunicação entre computadores (TCP/IP).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez a internet não seja a principal criação do momento em que vivemos, mas sem dúvidas representa uma mudança na forma pela qual nos comunicamos e é a demonstração cabal da tese de McLuhan.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entre palavras como convergência, web, rede de computadores, e-commerce, busca de informação e redes sociais, o que é a internet? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma plataforma de entretenimento; uma ferramenta de trabalho; um meio de comunicação? Ela pode ser um pouco de tudo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O nome completo da internet é public worldwide computer network system , ou seja, é um espaço público que conecta o mundo todo através de uma rede de computadores. Quando esse conceito foi concebido ainda não existiam os dispositivos móveis de acesso. Hoje é possível conectar-se com praticamente qualquer aparelho através de seu protocolo, da geladeira ao televisor, passando por qualquer equipamento capaz de comunicar-se direta ou indiretamente com a rede. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Internet já faz parte de todas as “indústrias”, não só a da comunicação. Ela participa de nossa vida social, sem dúvidas, mas também esta mudando nossos hábitos de consumo e a forma de se fazer negócio. Sistemas de e-mail, o Google, a Wikipédia, o Msn, as lojas virtuais, os sites de conteúdo e os torrents são só alguns exemplos de como a internet impacta nosso cotidiano pessoal e profissional. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para a indústria midiática a internet é um importante acontecimento, por ser o centro da convergência das mídias  e um espaço onde podemos buscar o feedback dos nossos consumidores e o perfil dos mesmos, além de estabelecer um diálogo de forma nunca antes possível.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tanto a convergência como o diálogo geram um engajamento do consumidor único, proveniente da liberdade e da comunicação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;*Guilherme Ferrari é colaborador do Audiovisueiros&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617255631018047396-6658525744418591298?l=audiovisueiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/feeds/6658525744418591298/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617255631018047396&amp;postID=6658525744418591298" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/6658525744418591298?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/6658525744418591298?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/2010/11/internet-como-ferramenta-de-publicacao.html" title="A internet como ferramenta de publicação e divulgação I" /><author><name>Gui Ferrari</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16480539933340230509</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="21" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_JMP3298ck0A/TO0NSgxQU_I/AAAAAAAAAMc/55IKwZrKVJU/S220/IMG_8043...JPG" /></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DE8AR385eCp7ImA9WhdRF0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617255631018047396.post-9100715751781532568</id><published>2010-11-21T06:41:00.000-08:00</published><updated>2011-08-07T21:14:06.120-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-07T21:14:06.120-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cinema" /><title>Como funciona a decupagem de uma cena? (decupar um roteiro III)</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Percebi, através do Google Analytics e dos e-mails que recebemos dos nossos leitores, que o post sobre decupagem é um dos mais acessados. Portanto resolvi dar continuidade ao estudo... Lembrando que os anteriores são bem "básicos", isso porque decupagem é um processe complicado que define todos os aspectos artísticos e até de produção de um audiovisual. Já disse antes mas repito, a decupagem é específica de cada área, ou seja, existe decupagem de produção, de arte, de fotografia... a que expliquei nos outros posts referem-se à decupagem de direção. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;para ver as postagens anteriores clique nos link abaixo:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- &lt;a href="http://audiovisueiros.blogspot.com/2008/07/como-funciona-decupagem-de-uma-cena.html"&gt;Primeiro Post&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- &lt;a href="http://audiovisueiros.blogspot.com/2008/11/como-funciona-decupagem-de-uma-cena.html"&gt;Segundo Post&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vou direcionar esse novo post baseado no email que recebi de Paulo Fernando. Ele pediu para que eu fizesse um novo post semelhante ao primeiro. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para as observações que vou fazer usarei &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=6PteH2A1Pw0"&gt;ESSE VÍDEO.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;trata-se de uma cena do seriado &lt;a href="http://abc.go.com/shows/lost"&gt;LOST.&lt;/a&gt;, e vou comentar, de forma bem simples e sem nenhuma análise dos objetivos da decupagem (deixo isso para os comentários). Analisarei apenas os primeiros 44 segundos, que é a cena do Jack com a aeromoça. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;ANÁLISE:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Primeiro plano é um pequeno traveling para trás que começa da visão de Jack da janela do avião e no moviento apresenta o personagem em primeiro plano. Ainda sem um corte o plano recua até o braço da aeromoça que ocupa o lado esquerdo da , para então cortar para um plano médio dela. No corte vemos que a aeromoça permaneçe no lado esquerdo da tela, definindo assim o &lt;a href="http://www.mnemocine.com.br/cinema/durandling.htm"&gt;EIXO DA CENA.&lt;/a&gt; o plano médio da aeromoça é seguido de um corte novamente para o plano fechado iniciando assim o &lt;a href="http://www.contracampo.com.br/66/campocontracampopeerre.htm"&gt;campo e o contra-campo&lt;/a&gt; Esse campo/contracampo entre o plano fechado de Jack e o médio da aeromoça é interrompido por um médio de jack que mostra, além do braço da aeromoça ao lado esquerdo da tela, todo o tronco da personagem e o movimento que ela faz para entregar a bebida para Jack, além do carrinho de bordo. Então vem um corte para um fehado da aeromoça, um fechado de Jack, e, depois de cerca de 4 segundos nesse plano, sem nenhum diálogo, com a trilha começando a se destacar adicionando elementos musicais, tem um corte para o médio de jack guardando a garrafa no bolso (no fechado não teríamos visto o movimento pois estaria &lt;a href="http://audiovisueiros.blogspot.com/2008/07/sobre-edio-de-som-no-cinema-dentro-e.html"&gt;Fora de Quadro&lt;/a&gt;). A cena seguinte, na mesma locação (pode não ser chamada de uma nova cena, e sim apenas da continuação da mesma cena), entra com um corte para outra aeromoça atendendo outra personagem protagonista (Jack e Kate são dois principais da série e aparecem nas 6 temporadas). A aeromoça esta do lado esquerdo da tela, como com a outra aeromoça na cena com Jack.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;SOBRE A EXECUÇÃO:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa cena pode ser resolvida com três planos diferentes na hora de filmar. Um deles seria o fechado de Jack, que vem da janela. Outro seria o aberto de Jack, que mostra o carrinho parcialmente e o tronco da aeromoça. O terceiro compilaria dois dos planos apresentados pois o operador de câmera teria cerca de 5 segundos para mudar de posição (mas poderiam ter sido filmados os quatro planos separadamente, mas essas produções costumam a ser rápidas durante as graçações então imagino que eles tenham poupado tempo sempre que tiveram a oportunidade. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É isso. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- SPOILER ALERT - &lt;/div&gt;&lt;apartir daqui=""&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;vejo que a cena é bem simples mas ao mesmo tempo tem algumas coisas para analisar, como o porque abrir o plano de Jack para enquadrar o movimento dele guardando a garrafa ao invés de deixar o movimento fora de quadro (o personagem de Jack se revela alcoólatra mais adiante na série). Ou porque depois do mais aberto de Jack temos a primeira aparição do primeiro plano da aeromoça seguido do fechado de Jack (até antes daquele momento a aeromoça estava na cena sem muita importância, então ela decide dar para Jack a garrafa, contra as regras do avião, porque ele comenta que não é uma bebida forte).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Espero que gostem desse post e Obrigado Paulo Fernando, Thuka Dias, PH Backward, Raphael Azevedo, Raphael Felisbino de Jesus, Bruna Campelo, Débora Lima dos Santos, Isabelle Mesquita, Vanessa Melo, &lt;a href="http://videoprodutor.blogspot.com/"&gt;Vídeo Produtor&lt;/a&gt;, Andréia Santos de Aguiar, Luís Alves, Vagner Villa, Leonardo Lacrod, Laura Borges e Luis Mendes pelos e-mails interessados e todos os seguidores! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;*Guilherme Ferrari é colaborador do Audiovisueiros&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/apartir&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617255631018047396-9100715751781532568?l=audiovisueiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/feeds/9100715751781532568/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617255631018047396&amp;postID=9100715751781532568" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/9100715751781532568?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/9100715751781532568?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/2010/11/como-funciona-decupagem-de-uma-cena.html" title="Como funciona a decupagem de uma cena? (decupar um roteiro III)" /><author><name>Gui Ferrari</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16480539933340230509</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="21" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_JMP3298ck0A/TO0NSgxQU_I/AAAAAAAAAMc/55IKwZrKVJU/S220/IMG_8043...JPG" /></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEACRnc6eyp7ImA9WhdRF0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617255631018047396.post-1678892874100535865</id><published>2010-11-18T18:42:00.000-08:00</published><updated>2011-08-07T21:12:47.913-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-07T21:12:47.913-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Games" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Quadrinhos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cinema" /><title>Scott Pilgrim Contra o Mundo (Edgar Wright, 2010)</title><content type="html">&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Um épico de pequenas proporções.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Quando Bryan Lee O'Malley lançou a série de quadrinhos &lt;i&gt;Scott Pilgrim&lt;/i&gt; em 2004, usando Toronto e um personagem principal meio loser e cabeça-oca como foco, nuvens não se dissiparam e o mundo não mudou para sempre. Apesar de ter atingido relativo sucesso no mundo das graphic novels indie, os leitores de HQs mais ávidos só achavam que a &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;história era boa ou, quase sempre, 'divertida'. Scott só atingiu o pico do amor indie em 2010, quando O'Malley decidiu encerrar a publicação e Edgar Wright, cineasta que virou sensação underground com seu &lt;i&gt;"Todo Mundo Quase Morto"&lt;/i&gt;, prometia um épico lançamento de um igualmente épico filme baseado nos seis volumes da série.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O lançamento em si foi surpreendentemente fraco. Depois de todo um circo montado em torno de Michael Cera - o ator de um personagem só - e os 7 ex-namorados do mal durante a San Diego Comic-Con em julho, o filme só chegaria por aqui com entrada mais que modesta em três esparsas salas de cinema (em SP). Mas o épico ainda estava lá. Se você foi dos poucos que entrou nessas salas - ou dos muitos que não aguentou e baixou o BluRay Rip -, sabe do que eu estou falando.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_3Cd7UEHCcQ0/TOXxhUCdswI/AAAAAAAAAZM/LCW-2v1y8jU/s200/20101022115523_21206_medium_scott-pilgrim.jpeg" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px; height: 200px;" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5541100471166284546" border="0" /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A parte complicada de adaptar &lt;i&gt;Scott Pilgrim vs. The World&lt;/i&gt; (dir. Edgar Wright, 2010) é que a série era... &lt;i&gt;quadrinhos demais&lt;/i&gt;. As onomatopéias, o uso dos limites dos quadros, o visual preto e branco, a base e a essência que faziam a história ser como ela é. Transferir essas particularidades do quadrinho para a imagem em movimento é tarefa com potencial para virar um desastre de grandes proporções (&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Hulk&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;?&lt;/span&gt;), mas o coelho na cartola de Edgar Wright era um inesperado fator &lt;i&gt;complicação&lt;/i&gt;. Não contente em fazer um crossover entre dois meios, ele foi lá e colocou os videogames na massa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Mais como uma referência à classe que Scott representa, a tal geração Y que só quer ser &lt;a href="http://vimeo.com/16641689"&gt;jovem para sempre&lt;/a&gt; e acaba vivendo num limbo de (in)significância, transformar a preciosa vidinha de um baixista sem perspectivas em metáfora de um jogo de videogame é o recurso que pontua não só o tom extremamente despretensioso (e sim, completamente pretensioso também) do filme como também a sensação de que nada acontece de verdade, mesmo que muita coisa aconteça ao mesmo tempo. O jogo existe de fato dentro da cabeça de Scott - e essa licença de tornar tudo tão literal como na cabeça de um jovem como nós acerta os corações juvenis em cheio. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Além do espetáculo visual que abraça as referências de quadrinhos, videogame, televisão (no genial momento &lt;i&gt;Seinfeld&lt;/i&gt;), cinema e cultura pop de todo tipo em ritmo acelerado e elipses de cair o queixo, &lt;i&gt;Scott Pilgrim Contra o Mundo&lt;/i&gt; retrata sem nenhum filtro de seriedade adulta o que é a atração, e não necessariamente o amor. Ramona Flowers pode ser o sentido que todo jovem procura na troca de olhares na balada, no poke do Facebook ou no corredor da faculdade. Ou simplesmente a princesa no castelo ao final da fase. Isso realmente não importa, observando o conjunto da obra. Aquilo tudo que você - nerd, indie, facilmente agradável - curte, misturado num filme que te deixa crer que, bem... o Mundo que você enfrenta depende, sobre todas as coisas, da sua cabeça.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;iframe width="480" height="295" src="http://www.youtube.com/embed/nKsGhF31oA8?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;*Maíra Testa é colaboradora do Audiovisueiros&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617255631018047396-1678892874100535865?l=audiovisueiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/feeds/1678892874100535865/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617255631018047396&amp;postID=1678892874100535865" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/1678892874100535865?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/1678892874100535865?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/2010/11/scott-pilgrim-contra-o-mundo.html" title="Scott Pilgrim Contra o Mundo (Edgar Wright, 2010)" /><author><name>Maíra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07092791754561177943</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="30" src="http://3.bp.blogspot.com/_3Cd7UEHCcQ0/Sm4SQyUXaMI/AAAAAAAAARs/2q_a7GJ2TU0/S220/avatinho.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_3Cd7UEHCcQ0/TOXxhUCdswI/AAAAAAAAAZM/LCW-2v1y8jU/s72-c/20101022115523_21206_medium_scott-pilgrim.jpeg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkcGRHc6fCp7ImA9WhdUE00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617255631018047396.post-684028570258982064</id><published>2010-09-23T12:59:00.000-07:00</published><updated>2011-09-29T06:47:05.914-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-29T06:47:05.914-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cinema" /><title>A Origem (Chistopher Nolan, 2010)</title><content type="html">&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Depois do filme de herói, Nolan se arrisca agora no campo do sonho, e se sai muito bem...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O novo filme de C&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TK9Q0ey1E_I/AAAAAAAAAKU/FdmSmJdjlRc/s1600/a-origem-inception.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="text-align: justify;margin-top: 0pt; margin-right: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px; height: 136px; " src="http://4.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TK9Q0ey1E_I/AAAAAAAAAKU/FdmSmJdjlRc/s200/a-origem-inception.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5525724130356564978" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;histopher Nolan se concentra "basicamente" no campo do sonho e da imaginação. Cobb (Leonardo DiCaprio) invade o sonho das pessoas e rouba seus segredos mais profundos para depois vendê-los para algum poderoso "cliente". O filme se constrói, desde o início, de maneira bastante surreal, e não conseguimos saber ao certo em que momento estamos dentro de um sonho, em que momento estamos na própria realidade ou se todo o filme é um grande sonho, enfim, a história permite que diferentes interpretações sejam propostas. Cobb é então contratado para fazer um serviço que seria exatamente o inverso do seu, ele teria que inserir um pensamento na cabeça de um homem, a pedido de uma pessoa que Cobb, anteriormente, teria tentado roubar o sonho. Esse "pensamento inserido" faria com que o herdeiro de um poderoso reino dividisse seu império e evitasse o início de um grande monopólio. A partir disso, Cobb começa a formar uma equipe que possa ajudá-lo a criar o sonho dessa pessoa para que ele posso invadir e cumprir sua missão. Além disso, fica claro que Cobb possui uma estranha relação com Mall (Marion Cotillard), sua "falecida" (ou não) ex-mulher, o que vem prejudicando os seus próprios sonhos. Cobb também que realizar seu maior sonho: rever seus filhos, de quem ele já nem lembra mais os rostos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme se faz impecável em diversas frentes: a história é completamente envolvente e instigante, nos faz viajar dentro e fora do mundo dos sonhos, deixa várias brechas abertas, e nos proporicona uma complexa imersão dentro da mise-em-scène criada a partir desse campo não-real; os atores apresentam ótimas interpretações, não somente DiCaprio mas também Marion Cotillard, Elen Page e Joseph Gordon Levitt; a grande maioria dos efeitos estão em prol da narrativa e não são feitos de pós-produção, mas sim trucagens de cenário, como na cena da briga no hotel; a montagem é bem estruturada, consegue situar os momentos dos sonh&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TK9Q_IIO2QI/AAAAAAAAAKc/4znHPDv3yqI/s1600/Cena-do-filme-A-Origem-size-598.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="text-align: justify;margin-top: 0pt; margin-right: 0pt; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px; height: 112px; " src="http://4.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TK9Q_IIO2QI/AAAAAAAAAKc/4znHPDv3yqI/s200/Cena-do-filme-A-Origem-size-598.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5525724313250879746" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;os (1º, 2º e 3º grau) além de dar um ótimo ritmo ao filme; o fotógrafo é o mesmo de "Dark Night", precisa dizer alguma coisa? Incríveis master shots que situam a ação e os personagens, além de planos gerais, e precisas movimentações de câmera; A arte também é bastante imponente, construindo um mundo real e um mundo ficcional ao mesmo tempo e confundindo os dois, trazendo o passado, o presente e o futuro para o mesmo campo; e por último e não menos importante, o som, onde percebe-se um cuidado imenso com cada ruidagem, foley e som ambiente, bem como a intensidade e dramaticidade dos diálogos, acompanhados pela bélissima, estonteante e arrasadora trilha sonora de Hans Zimmer (não podemos esquecer a contribuição de Edith Piaf) que abusa dos gravez e provoca uma certo entorpecimento narrativo, enfim, parece que todos os elementos nesse filme estão em favor do próprio filme, tudo está na medida, a decupagem, os objetos cênicos, o figurino, a luz, nada está em excesso, parece de fato CINEMA, em sua essência, com uma boa história e ótimos atores.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Chris se superou mais uma vez, já podem ter uma ideia do que esperar de "Batman 3"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;iframe width="480" height="295" src="http://www.youtube.com/embed/UAvm3aBJUvQ?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;*Renan Lima é editor do Audiovisueiros&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617255631018047396-684028570258982064?l=audiovisueiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/feeds/684028570258982064/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617255631018047396&amp;postID=684028570258982064" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/684028570258982064?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/684028570258982064?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/2010/09/origem-dir-chistopher-nolan.html" title="A Origem (Chistopher Nolan, 2010)" /><author><name>Renan Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05870521820630792761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://bp3.blogger.com/_onQUzAiYZiI/SAzRcn1PKVI/AAAAAAAAAAM/T5RuBMsXCAs/S220/IMG_8604.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TK9Q0ey1E_I/AAAAAAAAAKU/FdmSmJdjlRc/s72-c/a-origem-inception.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUUCQ3w8eSp7ImA9WhdRF0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617255631018047396.post-4971110723344613038</id><published>2010-07-28T22:11:00.000-07:00</published><updated>2011-08-07T21:21:02.271-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-07T21:21:02.271-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Videoclip" /><title>Nada foi em vão (Kiwi Dilemma, 2010)</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'courier new'; "&gt;Dessa vez não estou aqui para escrever alguma crítica ou texto reflexivo sobre algum filme em cartaz. Venho agora divulgar um trabalho meu e de amigos da faculdade, um clip em plano-sequência que filmamos durante um longo dia de domingo. A câmera utilizada foi Cannon 5D Mark II e não existe, mesmo (eu juro), nenhum corte, foi tudo de resultado de muita dedicação e suor de uma galera que está começando uma próspera caminhada no mundo audiovisual. Espero que vocês gostem, e por favor divulguem, sabem como é o mundo da comunicação, um fala para o outro que fala para o outro e enfim...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'courier new'; "&gt;E não deixem de conferir o making of, vale a pena...&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;"É, a gente ainda é cabaço mas até que fazemos um barulho mais ou menos" - Fábio Aguiar, diretor.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;&lt;iframe width="480" height="295" src="http://www.youtube.com/embed/96W0mCCw2_A?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;*Renan Lima é editor do Audiovisueiros&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617255631018047396-4971110723344613038?l=audiovisueiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/feeds/4971110723344613038/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617255631018047396&amp;postID=4971110723344613038" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/4971110723344613038?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/4971110723344613038?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/2010/07/nada-foi-em-vao-kiwi-dilemma.html" title="Nada foi em vão (Kiwi Dilemma, 2010)" /><author><name>Renan Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05870521820630792761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://bp3.blogger.com/_onQUzAiYZiI/SAzRcn1PKVI/AAAAAAAAAAM/T5RuBMsXCAs/S220/IMG_8604.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/96W0mCCw2_A/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CU8NR344eyp7ImA9WhdUE00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617255631018047396.post-2644890235467466556</id><published>2010-07-20T17:11:00.000-07:00</published><updated>2011-09-29T06:44:56.033-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-29T06:44:56.033-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cinema" /><title>Dzi Croquettes (Tatiana Issa e Raphael Alvarez, 2009)</title><content type="html">&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TGxVGF7IkXI/AAAAAAAAAJk/_hZbJY87xqk/s1600/dzi-croquettes-mostra-2.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 136px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TGxVGF7IkXI/AAAAAAAAAJk/_hZbJY87xqk/s200/dzi-croquettes-mostra-2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5506870007525052786" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;"&gt;Grupo revolucionou o cenário artístico e cultural brasileiro na década de 70...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span&gt;"Bicha não morre filha...vira purpurina", a expressão, hoje popularmenta conhecida, ganha força extrema no documentário dirigido por Tatiana Issa e Raphael Alvarez, que conta a história do grupo "Dzi Croquettes", famoso na década de 70, por uma inovação teatral através da dança e da música. No contexto histórico, estamos falando do auge da ditadura militar, do AI-5&lt;/span&gt;&lt;span&gt;, onde qualquer forma de liberdade e manifestação política era duramente reprimida, incluindo shows, espetáculos teatrais e até mesmo exibições de filmes em salas de cinema. O grupo, composto inicialmente por 13 homens, fazia shows onde a performance corporal tinha papel de destaque, eles se apresentavam vestidos de mulher ou, na maioria das vezes, semi-nus, gerando ao olhar um certo desconforto e prazer ao mesmo tempo, de uma &lt;/span&gt;&lt;span&gt;sexualidade dúbia e andrógina, que mexia com os hormônios e com os desejos de uma platéia extasiada.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;O documentário relata depoimentos de pessoas diversas: atrizes como Marília Pêra e Betty Faria e atores como Pedro Cardoso e Miguel Falabela; músicos, cantores ou produtores musicais como Ney Matogrosso e Nelson Motta; além de é claro, alguns ex-integrantes do Dzi Croquettes que falam sobre o momento que o grupo surgiu, até o seu auge e o seu rompimento no final da década de 80. O filme também se preenche com imagens de arquivo dos show&lt;/span&gt;&lt;span&gt;s e reportagens e fotos da época, conseguidos através de uma televisão alemã.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Um dos momentos mais interessantes do documentário é quando alguns dos "Dzi" falam sobre a volta ao Brasil e o fim do grupo depois de passarem uma temporada na Europa, de onde iriam direto para a Broadway, mas por algum motivo (explicado de maneira muito superficial no filme) decidem retornar para fazer um show em uma fazenda na Bahia. A partir disso fica claro que &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TGxVQpIaGYI/AAAAAAAAAJs/9a5nZoENHw4/s1600/Dzi+1.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="text-align: justify;margin-top: 0pt; margin-right: 0pt; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px; height: 147px; " src="http://3.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TGxVQpIaGYI/AAAAAAAAAJs/9a5nZoENHw4/s200/Dzi+1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5506870188774660482" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;houve um motivo muito maior para que eles retornassem, que não é exposto no filme.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;O tom nostálgico e pessoal é dado pela diretora Tatiana Issa que conviveu com o grupo durante algum tempo, seu pai era cenógrafo e amigo do grupo, e isso se dá de maneira bastante subjetiva, em voz off, com apenas 3 passagens durante todo o filme, mas que garantem um forte sentimento de admiração e reconhecimento por parte dela.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Se não é inovador enquanto formato, é interessante pela trajetória desse fantástico grupo.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;"Quando eu ficava com medo, eles vinham e falavam para eu fechar os olhos que tudo ia ficar bem, aqueles palhacinhos que enfeitavam minha vida" - Tatiana Issa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;iframe width="480" height="295" src="http://www.youtube.com/embed/Otch5bIi8L8?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;*Renan Lima é editor do Audiovisueiros&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617255631018047396-2644890235467466556?l=audiovisueiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/feeds/2644890235467466556/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617255631018047396&amp;postID=2644890235467466556" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/2644890235467466556?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/2644890235467466556?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/2010/07/dzi-croquettes-dir-tatiana-issa-e.html" title="Dzi Croquettes (Tatiana Issa e Raphael Alvarez, 2009)" /><author><name>Renan Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05870521820630792761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://bp3.blogger.com/_onQUzAiYZiI/SAzRcn1PKVI/AAAAAAAAAAM/T5RuBMsXCAs/S220/IMG_8604.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TGxVGF7IkXI/AAAAAAAAAJk/_hZbJY87xqk/s72-c/dzi-croquettes-mostra-2.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUADQHg4cSp7ImA9WhdRF0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617255631018047396.post-8440900524466263848</id><published>2010-07-17T18:45:00.000-07:00</published><updated>2011-08-07T21:29:31.639-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-07T21:29:31.639-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cinema" /><title>O Pequeno Nicolau (Laurent Tirard, 2009)</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;e a fábula da infância.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conversando com franceses dias desses, soube que existem dois livros que praticamente toda criança na França acaba lendo - a popular fábrica de lágrimas "O Pequeno Príncipe" e a série de quadrinhos "O Pequeno Nicolau", de René Goscinny (o mesmo das histórias de Astérix). O livro de Saint-Exupéry aborda em profundidade a inocência e propõe reflexões filosóficas sobre a pureza, enquanto os livros de Goscinny mergulham no imaginário pueril das crianças quase que literalmente. No ano passado, a série ganhou uma adaptação cinematográfica produzida na França, que entrou em cartaz no Brasil no início do mês. &lt;/div&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_3Cd7UEHCcQ0/TEJm9xjeKQI/AAAAAAAAAX8/tkFZYBFCvuo/s320/petit_cartaz.jpeg" style="text-align: justify;float: right; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; cursor: pointer; width: 160px; height: 240px; " border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5495067706805594370" /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mantendo o título original dos quadrinhos, &lt;i&gt;Le Petit Nicolas &lt;/i&gt;(2009, dir. Laurent Tirard) conta a história de Nicolau - a escolha da tradução de todos os nomes de personagens indica algum apelo, mesmo que esquecido, ao público infantil -, um menino que tem a vida que gostaria de ter: uma boa família, uma professora amável e colegas divertidos. Nicolau é tão feliz com a maneira como as coisas estão que mal consegue se decidir sobre o que quer ser quando crescer. Para ele, basta que tudo continue igual.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É quando o mundo dos adultos, que Nicolau e os colegas de sua idade tanto custam a entender, dá a ele sinais de que as mudanças estão por vir - e são muitas! Acreditando que sua mãe pode estar grávida de um irmãozinho e que seus pais farão de tudo para livrar-se do filho mais velho antes do bebê nascer, ele e seus amigos começam a bolar planos para salvar o garoto e acabar com a ameaça. A brincadeira realidade/imaginação entre o que Nicolau pensa e o que as coisas são de fato dá o tom da narrativa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É justamente nesse sentido que a direção leve de Laurent Tirard mantém o espectador imerso nessa aura de inocência com que o garoto enxerga o mundo. &lt;/div&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_3Cd7UEHCcQ0/TEJnTrHkUoI/AAAAAAAAAYE/POWQmsF6RBM/s320/petit_hq.jpeg" style="text-align: justify;float: left; margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; cursor: pointer; width: 160px; height: 163px; " border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5495068083035067010" /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apresentando a visão de Nicolau (onde tudo pode ser interpretado pelos olhos da criança que não compreende os assuntos e preocupações dos mais velhos) e também a versão dos adultos diante dos fatos, ainda que contidos no mesmo universo agradavelmente colorido (na direção de arte impecável que retrata uma França cotidiana da década de 50), o filme garante risos e situações divertidas entrando em temas que fazem qualquer marmanjo se identificar (da rivalidade meninos X meninas até as reuniões da turminha do bairro). O clima lembra "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain", com inserções pontuais para apresentar personagens e a abordagem quase lúdica do universo do menino.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É preciso, no entanto, abrir os horizontes; "O Pequeno Nicolau" é uma fábula de inocência despretensiosa, sem grandes objetivos de fazer pensar como "O Pequeno Príncipe" o fazia nos livros. Trata-se de uma pequena amostra de como a mente de uma criança funciona e de como os adultos, algum dia, deixam de compreender o que era pensar como uma. Mas nada de lágrimas, nostalgia ou sentimentos descortinados - vale mais abraçar a noção de que esse é um filme para crianças, sim, mas onde qualquer um pode rir e se divertir do mesmo jeito. Para uma boa tarde de domingo no cinema.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;iframe width="480" height="295" src="http://www.youtube.com/embed/n0eO-JU0bdg?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;*Maíra Testa é colaboradora do Audiovisueiros&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617255631018047396-8440900524466263848?l=audiovisueiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/feeds/8440900524466263848/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617255631018047396&amp;postID=8440900524466263848" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/8440900524466263848?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/8440900524466263848?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/2010/07/o-pequeno-nicolau.html" title="O Pequeno Nicolau (Laurent Tirard, 2009)" /><author><name>Maíra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07092791754561177943</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="30" src="http://3.bp.blogspot.com/_3Cd7UEHCcQ0/Sm4SQyUXaMI/AAAAAAAAARs/2q_a7GJ2TU0/S220/avatinho.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_3Cd7UEHCcQ0/TEJm9xjeKQI/AAAAAAAAAX8/tkFZYBFCvuo/s72-c/petit_cartaz.jpeg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkYCRXwzfSp7ImA9WhdUE00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617255631018047396.post-4280055459256864799</id><published>2010-07-14T16:51:00.000-07:00</published><updated>2011-09-29T06:49:24.285-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-29T06:49:24.285-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cinema" /><title>É proibido fumar (Anna Muylaert, 2009)</title><content type="html">&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TEBfjAKo0jI/AAAAAAAAAJU/FsUK_hhDfWc/s1600/Filme-proibido-fumar.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 136px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TEBfjAKo0jI/AAAAAAAAAJU/FsUK_hhDfWc/s200/Filme-proibido-fumar.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5494496600336683570" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span&gt;Sobre músicas e cigarros...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;O 2° longa-metragem dirigido por Anna Muylaert (o 1° foi Durval Discos, 2002), trás a história de Baby (Glória Pires), coroa solteirona, fumante, professora de música, que vive no apartamento deixado pela mãe e Max (Paulo Miklos), um homem de meia-idade, músico e "supostamente" divorciado. Eles acabam se conhecendo quando ele se torna vizinho de apartamento dela, mas logo descobrem que ambos nutrem um gosto em particular, a música, mas divergem quanto ao gosto pessoal. De qualquer maneira a relação se constitui, entretanto Max não p&lt;/span&gt;&lt;span&gt;ermite que Baby fume em seu apartamento, daí o título do filme e a iniciativa de Baby em parar de fumar. Com o decorrer do tempo, Baby descobre que Max mantém contato com sua ex-mulher, que é fumante.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;A trama se desenvolve de maneira simples, Baby gosta de Max, mas ao mesmo tempo sabe que ele alimenta uma mentira: de não manter relações com sua ex, contudo, a situação muda quando um fato inusitado retira a "ex" da vida do casal. Baby é uma mulher que vive no passado, no passado da mãe, enquanto mantém uma relação de tapas e beijos com suas 2 irmãs, já Max é um cara que ainda tem um pouco a curtir na vida, mas encontra em Baby seu "porto seguro".&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O filme preza por um tom realista dado pela fotografia quase sem contraste, marcada por movimentações em travellings (algumas vezes de maneira desnecessária) que ajudam a compor o 1° e o 2° plano no &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TEBfpYHxIoI/AAAAAAAAAJc/fk0VgRxs9EQ/s1600/eproibidofumar_041.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="text-align: justify;float: right; margin-top: 0pt; margin-right: 0pt; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; cursor: pointer; width: 200px; height: 133px; " src="http://1.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TEBfpYHxIoI/AAAAAAAAAJc/fk0VgRxs9EQ/s200/eproibidofumar_041.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5494496709846311554" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;quadro, e por alguns movimentos de grua que dão tom mais emotivo ao filme, principalmente no plano do cemitério. A direção de arte, um ponto muito forte no filme, trabalha em cima do cotidiano e do básico, a cenografia e os objetos dão o tom nostálgico para o apartamento de Baby, de um não desvincilhamento do passado, bem como o figurino, exagerando na utilização de moletons de cores extravagentes que sugerem uma forte ligação com o comodismo da personagem. O som, marcado bastante pela trilha sonora, compõe uma ponte interessante entre os momentos de comédia e de não comédia, com algumas piadas soltas e pausas dramáticas silenciosas. O roteiro é marcado por bons diálogos mas peca por uma certa obviedade, ele não nos surpreende ao ponto de causar surpresa, mas se estabelece como um guia seguido pelos personagens principais.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Glória Pires atua de maneira convincente, buscando o roteiro e improvisando quando necessário, já Miklos faz o contrário, improvisa o tempo todo e isso provoca um certo descompasso entre os dois, ora de maneira positiva, logo no começo da trama e hora de maneira negativa, já no final do filme.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;O filme vale a pena principalmente pela simplicidade e pela sinceridade com que a história é contada. Nada de novo, mas pelo menos não é igual ao resto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;iframe width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/kCAB0R98oCE?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;*Renan Lima é editor do Audiovisueiros&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617255631018047396-4280055459256864799?l=audiovisueiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/feeds/4280055459256864799/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617255631018047396&amp;postID=4280055459256864799" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/4280055459256864799?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/4280055459256864799?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/2010/07/e-proibido-fumar-dir-anna-muylaert.html" title="É proibido fumar (Anna Muylaert, 2009)" /><author><name>Renan Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05870521820630792761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://bp3.blogger.com/_onQUzAiYZiI/SAzRcn1PKVI/AAAAAAAAAAM/T5RuBMsXCAs/S220/IMG_8604.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TEBfjAKo0jI/AAAAAAAAAJU/FsUK_hhDfWc/s72-c/Filme-proibido-fumar.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUIHQn4_eSp7ImA9WhdRGE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617255631018047396.post-5038313927385473494</id><published>2010-06-20T16:30:00.000-07:00</published><updated>2011-08-08T12:58:53.041-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-08T12:58:53.041-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cinema" /><title>Homem de Ferro 2 (Jon Favreau, 2010)</title><content type="html">&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TD0CF5P6uoI/AAAAAAAAAJE/v74XTT-f7Q8/s1600/iron+man.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 135px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TD0CF5P6uoI/AAAAAAAAAJE/v74XTT-f7Q8/s200/iron+man.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493549420752059010" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;"&gt;Continuação é boa, mas não supera o 1° filme...&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Robert Downey Jr. retorna no papel do herói milionário Tony Stark, dessa vez assumindo sua identidade secreta publicamente. Nesse novo filme, Stark começa a sofrer com o equipamento instalado em seu peito e revela-se (nessa parte a trama se identifica bastante com a história original) um legítimo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;alcoólatra, sendo assim, passa boa parte do filme bêbado, o que gera uma pequena crise de identidade e um certo mal-estar para com as pessoas de sua confiança. Em sua companhia continuam a secretaria Pepper Potts (Gwyneth Paltrow) e James Rhodes (Don Cheadle), subtituindo o ator Terrence Howard. O vilão da vez é Ivan Vanko, interpretado por Mickey Rourke que tenta vingar o pai, este que teria sido enganado, no passado, pelo pai de Tony Stark. O enredo se apresenta de maneira clara, sabemos o tempo todo o que está acontecendo, do que Stark tem medo, o que esconde, o que estão tramando contra ele, enfim, não existem muitas surpresas no filme, mas isso não significa que o filme seja previsível, ele não é, e isso fica claro pela aparição súbita de Nick Fury (Samuel L. Jackson), que surgiu no final do 1&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;° filme e pela misteriosa Viúva Negra (Scarlett Johansson), que dão indícios de com&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;o pode vir a se formar "Os Vingadores", com a convocação, mesmo que indireta, de Tony Stark.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;No mais, o filme preza pelos ótimos efeitos visuais, pela trilha sonora da banda ACDC e por uma bela edição de som e mixagem. O tom característico de Robert Downey Jr. deixa Tony Stark bastante irreverente e divertido, ás vezes até demais, mas serve para contagiar e deixar o personagem mais próximo do público, bem como seu romance/não romance com Pepper. Quem realmente rouba a cena é Mickey Rourke como o vilão russo Ivan, e sua arara de estimação, Rourke faz uso de um sotaque russo, o que faz com que sua voz se torne estranha, mas ao mesmo tempo, cheia de autoridade e confiança, além de seus dentes de ouro e suas espressões faciais que são um show a parte. Os demais&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TD0CPur0XUI/AAAAAAAAAJM/mHq4A2VL_JI/s1600/Whiplash-homem-de-ferro-2.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="text-align: justify;margin-top: 0pt; margin-right: 0pt; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; float: right; cursor: pointer; width: 128px; height: 200px; " src="http://2.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TD0CPur0XUI/AAAAAAAAAJM/mHq4A2VL_JI/s200/Whiplash-homem-de-ferro-2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493549589714984258" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana; "&gt;personagens mantém aquilo que é esperado, sem nenhum destaque especial.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Uma grande relação que se estabele e se revela de um modo bastante peculiar é a de Stark com seu falecido pai. Stark filho percebe, através de um filme deixado por Fury, que seu pai sentia muito carinho por ele e que não vivia somente para o trabalho, mas que também pensava no futuro do filho.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Novas roupas, novos personagens e uma nova história, mas mesmo assim, Homem de Ferro 2 não supera o 1° filme, com todo seu frisson e sua surpresa. Acabo levando a sério minha tese de que existe um "mal" entre os filmes de herói, o 1° sempre acaba sendo melhor do que as continuações.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;P.S.: Por favor, fiquem até o fim dos créditos, se você acompanha a história do filme "Os Vingadores", não vai se arrepender...&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;iframe width="480" height="295" src="http://www.youtube.com/embed/b5qs_RtpkhA?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;*Renan Lima é editor do Audiovisueiros&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617255631018047396-5038313927385473494?l=audiovisueiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/feeds/5038313927385473494/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617255631018047396&amp;postID=5038313927385473494" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/5038313927385473494?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/5038313927385473494?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/2010/06/homem-de-ferro-2-dir-jon-favreau.html" title="Homem de Ferro 2 (Jon Favreau, 2010)" /><author><name>Renan Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05870521820630792761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://bp3.blogger.com/_onQUzAiYZiI/SAzRcn1PKVI/AAAAAAAAAAM/T5RuBMsXCAs/S220/IMG_8604.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TD0CF5P6uoI/AAAAAAAAAJE/v74XTT-f7Q8/s72-c/iron+man.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEYCRno-fip7ImA9WhdRGE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617255631018047396.post-6182065024050779579</id><published>2010-06-07T16:58:00.000-07:00</published><updated>2011-08-08T09:49:27.456-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-08T09:49:27.456-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cinema" /><title>O mundo imaginário do Dr. Parnassus (Terry Gilliam, 2009)</title><content type="html">&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TBrAHCFsEkI/AAAAAAAAAIg/ehsDUyKNTB4/s1600/20_1413-blog-parnassus.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 135px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TBrAHCFsEkI/AAAAAAAAAIg/ehsDUyKNTB4/s200/20_1413-blog-parnassus.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5483906723329348162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;"&gt;Surreal e fantástico enriquecem último filme com a participação de Heath Ledger&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;O filme criou muita espectativa a partir da última aparição de Ledger no cinema e acabou gerando inclusive, algumas polêmicas pela troca de atores. O novo filme de Terry Gilliam (um dos &lt;/span&gt;&lt;span&gt;criadores da série Monty Python), conta a história de Parnassus, um senhor de mais de 1000 anos, que fez um pacto com o diabo, onde teria que dar a ele sua filha, assim que esta completasse 16 anos. O senhor Parnassus comanda uma pequena trupe: um anão; um jovem menino e sua filha e eles apresentam seus espetáculos contando com a ajuda de um enorme espelho mágico, onde as pessoas podem entrar e &lt;/span&gt;&lt;span&gt;se deliciar com suas mais profundas imaginações. Então, eles encontram Tony (Ledger), um rapaz em estado de amnésia que acaba incorporado ao grupo e passa a participar dos espetáculos. Parnassus faz então um outro pacto com o diabo para salvar sua filha e Tony acaba envolvido na situação, consciente ou inconscientemente. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;O filme tenta, num primeiro momento, se prender num campo mais realista, mesmo com os índices não reais: homem de mais de 1000 anos de idade, diabo, espelho mágico, o que temos é a apresentação de uma história clara e clássica, com uma estrutura completamente segura e óbvia. Mas, aos poucos, vamos embarcando nesse mundo do sonho, através da imaginação das pessoas que conhecem o espelho e também pelo choque de imaginações provacada por Tony (a regra do espelho não permite que duas pessoas o visitem juntas), que acaba servindo como mentor dos curiosos.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A direção de arte impecável, explorando ao máximo esse ambiente anti-naturalista, com cores fortes e expressivas, além de objetos e figurinos extravagentes; a fotografia segue&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt; o mesmo ritmo, muitas vezes, utilizando movimentos de câmera impossíveis e enquadramentos diferenciados; a montagem altera momentos frenéticos com momentos calmos, em variação com a imaginação de cada personagem. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A utilização de outros atores (Johhny Depp, Jude Law e Colin Farrel) para substiuição de Heath Ledger no papel de Tony, acabou casando com a narrativa do filme de uma maneira bastante interessante, ainda mais em se tratando de um campo do sonho e do surreal. O filme se utiliza de um recurso difundido por &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; "&gt;Alice&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; (Lewis Carrol) e muito bem utilizad&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TBrAPrKhRdI/AAAAAAAAAIo/h4fYRl-akQw/s1600/parnassus-689x4571.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="text-align: justify;float: right; margin-top: 0pt; margin-right: 0pt; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; cursor: pointer; width: 200px; height: 132px; " src="http://4.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TBrAPrKhRdI/AAAAAAAAAIo/h4fYRl-akQw/s200/parnassus-689x4571.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5483906871794419154" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;o em "Matrix" (Irmãos Wachowski, 1999), quando, a partir de uma decisão simplória do personagem, ele escolhe que caminho seguir, se o da realidade ou o da ficção, ou vice-versa.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Sobretudo, o filme não tem medo de errar explorando esse novo mundo, cheio de possibilidades, de uma maneira bastante intensa e muitas vezes até, exaustiva. O filme "não fica em cima do muro", ele se encontra com o surreal e parte em busca do imaginário de fato. Me lembrei bastante de um filme nacional bastante competente, "O contador de histórias" (Luis Villaça, 2009), que também apresenta essa premissa do mundo imaginário e inventado, mas que infelizmente não o explora a fundo, fica apenas na superfície, o que é uma pena, porque esse poder que o surreal exerce enriqueceria muito a narrativa. Mas me parece, que mais uma vez no cinema nacional, houve medo de se arriscar.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Bom, Gilliam não teve medo e realizou um excelente filme, a&lt;/span&gt;&lt;span&gt;deus querido Heath Ledger, você fará muita falta...&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;iframe width="480" height="295" src="http://www.youtube.com/embed/TrB7i6J1has?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;*Renan Lima é editor do Audiovisueiros&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617255631018047396-6182065024050779579?l=audiovisueiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/feeds/6182065024050779579/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617255631018047396&amp;postID=6182065024050779579" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/6182065024050779579?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/6182065024050779579?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/2010/06/o-mundo-imaginario-do-dr-parnassus-dir.html" title="O mundo imaginário do Dr. Parnassus (Terry Gilliam, 2009)" /><author><name>Renan Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05870521820630792761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://bp3.blogger.com/_onQUzAiYZiI/SAzRcn1PKVI/AAAAAAAAAAM/T5RuBMsXCAs/S220/IMG_8604.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TBrAHCFsEkI/AAAAAAAAAIg/ehsDUyKNTB4/s72-c/20_1413-blog-parnassus.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0QGSXs9fSp7ImA9WhdRGE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617255631018047396.post-7296334445284698658</id><published>2010-06-06T16:07:00.000-07:00</published><updated>2011-08-08T10:42:08.565-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-08T10:42:08.565-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cinema" /><title>Mary e Max (Adam Elliot, 2009)</title><content type="html">&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TAw2rIY75hI/AAAAAAAAAIQ/Z2vDL3sGaYk/s1600/Mary+e+Max+1.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 175px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TAw2rIY75hI/AAAAAAAAAIQ/Z2vDL3sGaYk/s200/Mary+e+Max+1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5479814961217398290" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Stop Motion resgata o espírito da amizade&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Max, um velho rabugento e Mary, uma jovenzinha de 8 anos? Não, não é um novo filme do Woody Allen, estou falando de uma animação em stop motion exibida no festival de Sundance, que conta a história dos protagonistas já citado&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;s, que não se conhecem mas buscam a mesma coisas: um amigo de verdade. Mary vive com seus pais em uma pequena cidade da Austrália, cultiva uma infância sem graça, onde a única diversão é beber leite condensado assistindo ao seu desenho favorito, "Os Noblets", já Max é um senhor de 44 anos que vive em Nova Iorque, grande amante de cachorro quente de chocolate, encontra em seus animais de estimação e em "Os Noblets" algum sopro de vida.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Em um determinado dia, Mary encontra o endereço de Max em uma lista telefônica e eles começam a trocar correspondências. O diálogo se inicia com a pergunta de Mary para Max: "De onde veêm os bebês?", e a partir disso eles iniciam um longo processo de conhecimento sem se conhecerem de fato. Max funciona, inicialmente, como um "psicólogo imaginário" para Mary, que responde suas perguntas e suas inquietaçãos mundanas, mas a relação se estreita quando Mary pergunta sobre o amor, assunto que trás a Max fantasmas do passado.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Essa relação se alterna em certos momentos quando Max passa a perguntar e Mary, a responder. O filme caminha dessa maneira enquanto cada um tenta lutar contra os seus próprios me&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TAw2zadehvI/AAAAAAAAAIY/QyLRHq_EWDQ/s1600/Mary+e+Max+2.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="text-align: justify;margin-top: 0pt; margin-right: 0pt; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px; height: 160px; " src="http://2.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TAw2zadehvI/AAAAAAAAAIY/QyLRHq_EWDQ/s200/Mary+e+Max+2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5479815103507236594" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'courier new'; "&gt;dos, encontrando no outro, força e(de) vontade, além da realização de uma amizade verdadeira.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A fotografia é destoante nos dois espaços: enquanto Nova Iorque é retratada em preto e branco, temos a Austrália toda colorida, estabelecendo uma metáfora para a vida de Mary que começa e a de Max, que termina. Além de uma direção de arte bastante detalhista, tanto com objetos e figurinos quanto características individuais dos personagens. Por último, e não menos importante, a trilha sonora (sim, tenho dado bastante importância ao som em meus últimos textos, deve ser porque percebi que uma boa trilha sonora me fascina), com uma música tema que capta de maneira simbólica e especial, o sentimento de amizade.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Um filme que teria recursos para se tornar um clichê, se mostra muito maduro e consciente, fazendo bonecos transmitirem sentimentos reais. o filme traz a reflexão sobre o sentimento "AMIZADE", em seu estado mais puro e nos mostra porque ELA vale a pena.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Engraçado, fazia tempo que eu não me emocionava tanto com um filme, mas esse me pegou de jeito...&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;&lt;iframe width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/KPULUwu0Wm8?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;*Renan Lima é editor do Audiovisueiros&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617255631018047396-7296334445284698658?l=audiovisueiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/feeds/7296334445284698658/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617255631018047396&amp;postID=7296334445284698658" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/7296334445284698658?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/7296334445284698658?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/2010/06/mary-e-max-dir-adam-elliot.html" title="Mary e Max (Adam Elliot, 2009)" /><author><name>Renan Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05870521820630792761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://bp3.blogger.com/_onQUzAiYZiI/SAzRcn1PKVI/AAAAAAAAAAM/T5RuBMsXCAs/S220/IMG_8604.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TAw2rIY75hI/AAAAAAAAAIQ/Z2vDL3sGaYk/s72-c/Mary+e+Max+1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUQMQXw6eip7ImA9WhdRGE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617255631018047396.post-5053707859215973349</id><published>2010-05-20T12:09:00.000-07:00</published><updated>2011-08-08T12:56:20.212-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-08T12:56:20.212-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cinema" /><title>Viajo porque preciso, volto porque te amo (Marcelo Gomes e Karim Aiñouz, 2009)</title><content type="html">&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TANBKxBMwBI/AAAAAAAAAIA/2HWBsVB6Gzw/s1600/Viajo+Porque+Preciso,+Volto+Porque+Te+Amo+poster.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 136px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TANBKxBMwBI/AAAAAAAAAIA/2HWBsVB6Gzw/s200/Viajo+Porque+Preciso,+Volto+Porque+Te+Amo+poster.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5477293225025519634" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-family: 'times new roman'; font-weight: bold; font-size: 130%; "&gt;Marcelo Gomes e Karim Aiñouz em "Viajo"&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Poderíamos resumir o novo filme de Karim Aiñouz e Marcelo Gomes como uma poesia narrativa, com uma "quase" estrutura clássica (começo, meio e fim) permeada por momentos profundamente subjetivos e emotivos.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A história do filme se resume a uma viagem pelo nordeste brasileiro, feita pelo geólogo José Renato (Irandhir Santos, Pedra do Reino) onde ele faz uma pesquisa sobre um possível canal que será construído a partir do desvio das águas. José Renato, personagem o qual nunca vemos o rosto, nos conta dados técnicos sobre a sua viagem, sobre o seu trabalho, informações que ele vai coleta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;nto para algum fim, que aos poucos vai ficando em segundo plano.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;Já no pano de fundo da história, outra narrativa começa a se expandir e tomar conta da situação, é uma leitura sobre a memória, o passado e a nostalgia. Percebemos que José deixou um grande amor para trás e que isso ainda o afeta e o perturba, mas ele sabe que deve continuar, esquecer e iniciar uma nova jornada: "Eta, saudade da porra", clama o personagem, durante suas andanças. Mas quando descobrimos que o seu &lt;/span&gt;&lt;span&gt;"amor" na verdade o deixou antes dele partir, nos identificamos e nos solidarizamos ainda mais com José, que ainda remoe aquele sentimento e que a fuga, no momento, é a melhor saída para o esquecimento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TANBbgl00gI/AAAAAAAAAII/RyD3_DK5zQM/s1600/viajo.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="text-align: justify;margin-top: 0pt; margin-right: 0pt; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px; height: 132px; " src="http://4.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TANBbgl00gI/AAAAAAAAAII/RyD3_DK5zQM/s200/viajo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5477293512673513986" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;O título, outra grande virtude do filme, foi retirado de um cartaz, que o próprio personagem viu durante a sua trajetória pelo nordeste. O filme mescla imagens em super-8 com digital e em det&lt;/span&gt;&lt;span&gt;erminados  momentos se deixa levar para um viés documental, principalmente quando José entrevi&lt;/span&gt;&lt;span&gt;st&lt;/span&gt;&lt;span&gt;a uma garota de programa, durante uma parada. O som se preenche quase que praticamente pela narraç&lt;/span&gt;&lt;span&gt;ão do personagem, que alterna momentos de extensos monólogos com silencios sepulcrais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;Por fim, e não menos importante, relato a passagem que mais me agradou no film&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;e: no momento em que vemos um casal de senhores, José aponta: "eles moram juntos há 50 anos e nunca dormiram uma noite separados, eles serão uns dos primeiros a serem despejados para a construção do canal. Pedi ao senhor que desligasse o rádio...mas pedi que voltasse, não queria filmá-los separados".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Um típico road movie brasileiro, uma belíssima obra,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;"Viajo porque preciso...Não volto porque ainda te amo"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;                                                                 - José Renato&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;iframe width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/wn4ZBttHVaU?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;*Renan Lima é editor do Audiovisueiros&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617255631018047396-5053707859215973349?l=audiovisueiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/feeds/5053707859215973349/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617255631018047396&amp;postID=5053707859215973349" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/5053707859215973349?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/5053707859215973349?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/2010/05/viajo-porque-preciso-volto-porque-te.html" title="Viajo porque preciso, volto porque te amo (Marcelo Gomes e Karim Aiñouz, 2009)" /><author><name>Renan Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05870521820630792761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://bp3.blogger.com/_onQUzAiYZiI/SAzRcn1PKVI/AAAAAAAAAAM/T5RuBMsXCAs/S220/IMG_8604.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/TANBKxBMwBI/AAAAAAAAAIA/2HWBsVB6Gzw/s72-c/Viajo+Porque+Preciso,+Volto+Porque+Te+Amo+poster.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkMEQXg6cCp7ImA9WhdRGE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617255631018047396.post-2953855032139814312</id><published>2010-05-12T17:25:00.000-07:00</published><updated>2011-08-08T13:13:20.618-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-08T13:13:20.618-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cinema" /><title>Tudo pode dar certo (Woody Allen, 2009)</title><content type="html">&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/S-93TzOYlUI/AAAAAAAAAHw/nPskv6hcR-U/s1600/images_movies_tudo.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 150px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/S-93TzOYlUI/AAAAAAAAAHw/nPskv6hcR-U/s200/images_movies_tudo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5471723254330201410" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O retorno às raízes de Woody Allen...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span&gt;O novo filme de Woody Allen, "Tudo pode dar certo" (Eua/França, 2009) retoma alguns conceitos contruídos pelo diretor ao longo de sua carreira. Primeiramente, temos um personagem idoso, o alter-ego de Woody Allen, vivido por Larry David, que reclama da vida e diz ser o único que realmente entende a raça humana, este se envolve com uma jovem, a bela atriz Evan R&lt;/span&gt;&lt;span&gt;achel Wood, ingênua e sedutora, que precisa dar um rumo na sua vida, e temos também um segundo homem, o belíssimo Henry Cavill,&lt;/span&gt;&lt;span&gt; um jovem que se apaixona pela menina e recebe ajuda mãe da mesma para conseguir ficar com ela. Adiociona-se o humor inóspito e as situações inusitadas, características marcantes do cinema &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;woodyaliano&lt;/span&gt;. Afora a semelhança com um outro filme do mesmo diretor, "Manhattan" (Eua, 1979), pelas relações e pelas caracterísiticas dos personagens, ainda temos a quebra da 4ª parede, quando, logo no início do filme, David olha diretamente para a câmera e fala com espectador: "Eles pagaram ingresso e compraram pipoca para nos ver" - ele avisa.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Mais uma vez a exploração do diálogo é o ponto forte, com diversos momentos em que o personagem faz um monólogo para a câmera, lembrando muito uma encenação teatral, mas também temos, em outras circunstâncias, momentos em que as falas são explicativas demais, tornando o filme um pouco ca&lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/S-93miEfMkI/AAAAAAAAAH4/3_TpFmxqZ1I/s1600/Tudo-Pode-Dar-Certo-3.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="text-align: justify;margin-top: 0pt; margin-right: 0pt; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px; height: 140px; " src="http://3.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/S-93miEfMkI/AAAAAAAAAH4/3_TpFmxqZ1I/s200/Tudo-Pode-Dar-Certo-3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5471723576142803522" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;nsativo. As atuações são fortes, e salientam as personalidades distintas dos personagens, além disso, aquelas situações inusitadas, citadas no começo do texto, aparecem de formar muito impactantes, como a chegada inesperada da mã&lt;/span&gt;&lt;span&gt;e &lt;/span&gt;&lt;span&gt;da menina no refúgio em que se "esconde" com David e a futura transformaç&lt;/span&gt;&lt;span&gt;ão da própria mãe estabe&lt;/span&gt;&lt;span&gt;lecendo um relacionamento com dois homens ao mesmo tempo; além da chegada do pai que procura pela sua ex-esposa e nos antecipa para seu final surpreendente.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Sobretudo, Woody Allen explora o gênero que o consagrou e que o tornou um dos mestres do cinema, a comédia de tipos e estereótipos, personagens bem demarcados e relacionamentos quase impossíveis, muitas vezes um velho e uma jovem que se apaixonam de maneira inexplicável e que vão acabar sofrendo com isso em um determinado momento.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;O momentos mais engraçado do filme, coincidentemente ou não, é quando o velho olha para "nós" e nos trata como íntimos, conta algum aspecto de sua vida ou fala sobre o próprio filme: "&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Este não é um filme alegrinho&lt;/span&gt;&lt;span&gt;", ele avisa, parecendo ser o próprio Woody dizendo aquela frase, o que nos faz refletir um pouco sobre o seu cinema, sobre a sua forma de ver as coisas, o trágico visto de uma maneira engraçada, o final feliz que é triste, enfim, as coisas que não se resolvem direito, aquilo que pede continuação. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Alguns amam, outros odeiam, mas esse é o nosso Woody...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span&gt;&lt;iframe width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/8CFLKpRm1Bw?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;*Renan Lima é editor do Audiovisueiros&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617255631018047396-2953855032139814312?l=audiovisueiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/feeds/2953855032139814312/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617255631018047396&amp;postID=2953855032139814312" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/2953855032139814312?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/2953855032139814312?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/2010/05/tudo-pode-dar-certo.html" title="Tudo pode dar certo (Woody Allen, 2009)" /><author><name>Renan Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05870521820630792761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://bp3.blogger.com/_onQUzAiYZiI/SAzRcn1PKVI/AAAAAAAAAAM/T5RuBMsXCAs/S220/IMG_8604.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/S-93TzOYlUI/AAAAAAAAAHw/nPskv6hcR-U/s72-c/images_movies_tudo.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;Dk4HRXY7eSp7ImA9WhdRGE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617255631018047396.post-8057044404147803284</id><published>2010-04-27T11:48:00.000-07:00</published><updated>2011-08-08T13:22:14.801-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-08T13:22:14.801-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="TV" /><title>How i met your mother (CBS, desde 2005)</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_xmtXNKYd7Cs/S9cy3fX6QSI/AAAAAAAAADc/KpuoMNROCBY/s1600/how_met_mother2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464892601733366050" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left; width: 200px; height: 157px;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_xmtXNKYd7Cs/S9cy3fX6QSI/AAAAAAAAADc/KpuoMNROCBY/s200/how_met_mother2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span &gt;   Antes de mais nada, aqui vai um SPOILER, a série já está no meio da sua 5ª temporada e &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_xmtXNKYd7Cs/S9cyAdmjccI/AAAAAAAAADM/i-j2ASUVGTI/s1600/how-i-met-your-mother1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;o protagonista ainda não conheceu a mãe de seus filhos.
&lt;br /&gt;Continuando... How i met Your mother veio suprir a (minha) necessidade de séries água com açúcar como FRIENDS . Ela conta a historia de TED, ou melhor, TED conta para seus filhos a história de como conheceu a mãe deles, mas esse é apenas um pano de fundo para descobrirmos as partes mais interessantes da vida de TED.
&lt;br /&gt;A série não tem nada de inovador, mas tudo que ela tem de clichê, ela faz melhor. Sua montagem é evidente e descontraída e seus personagens são muito bem construídos. O protagonista consegue não ser nem o malandro conquistador e nem o bonzinho, ele é um equilíbrio perfeito, um homem comum que ainda assim consegue ser carismático. Diferente do que acontece na maioria das comédias românticas, em que o protagonista tenta alterar características de sua personalidade para conseguir o que quer, TED demonstra uma personalidade e continua com ela até o fim, é consistente e plausível.
&lt;br /&gt;Por ele estar contando suas memórias, a narração é recheada de flashbacks dentro de um grande flashback, em que vivemos o processo de relembrar o que aconteceu com o próprio personagem, isso implica, às vezes, ele se corrigir no meio de uma história, voltar atrás e contar uma nova versão ou até mesmo parar no meio de uma cena importante para dar uma explicação qualquer. &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_xmtXNKYd7Cs/S9czBSNrqHI/AAAAAAAAADk/bdct5AJc_4w/s1600/how-i-met-your-mother1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464892769999497330" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 204px; height: 255px;" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_xmtXNKYd7Cs/S9czBSNrqHI/AAAAAAAAADk/bdct5AJc_4w/s320/how-i-met-your-mother1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;O fato da história estar sendo contada aos filhos é um p&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_xmtXNKYd7Cs/S9cylJxzhAI/AAAAAAAAADU/306Svc-WDUg/s1600/how_met_mother2.jpg"&gt;&lt;/a&gt;onto a mais, pois ele modifica elementos de sua juventude para não servir de mau exemplo, como ao invés de falar “maconha” ele fala “sanduiche”, então em muitas cenas vemos ele fumando sanduiches.
&lt;br /&gt;Com diálogos muito bem construídos, How I Met Your Mother explica o óbvio sobre uma nova perspectiva.
&lt;br /&gt;Apesar da curiosidade de saber como ele de fato conhece a mãe, não tenho pressa, pois sei que quando isso acontecer, o seriado acaba.
&lt;br /&gt;Então é isso... fica a dica!
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span &gt;   HAVE YOU MET TED?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span &gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span &gt;&lt;iframe width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/lj6x3XgyQAQ?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span &gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span &gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;*Babi Fernandes é colaboradora do Audiovisueiros&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617255631018047396-8057044404147803284?l=audiovisueiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/feeds/8057044404147803284/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617255631018047396&amp;postID=8057044404147803284" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/8057044404147803284?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/8057044404147803284?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/2010/04/how-i-met-your-mother.html" title="How i met your mother (CBS, desde 2005)" /><author><name>Babi Fernandes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08131522163058074283</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="27" src="http://4.bp.blogspot.com/_xmtXNKYd7Cs/S9EseFyYDGI/AAAAAAAAACo/mLKBCfI7P_E/S220/para-o-curriculo.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_xmtXNKYd7Cs/S9cy3fX6QSI/AAAAAAAAADc/KpuoMNROCBY/s72-c/how_met_mother2.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>4</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0MNSHc8fip7ImA9WhdRGE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617255631018047396.post-1144161824474693953</id><published>2010-04-21T17:39:00.001-07:00</published><updated>2011-08-08T13:31:39.976-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-08T13:31:39.976-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cinema" /><title>Os famosos e os duendes da morte (Esmir Filho, 2009)</title><content type="html">&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/S-oKG4oHxFI/AAAAAAAAAHg/6VsylaDHJJ4/s1600/os-famosos-e-os-duendes-da-morte-1.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 133px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/S-oKG4oHxFI/AAAAAAAAAHg/6VsylaDHJJ4/s200/os-famosos-e-os-duendes-da-morte-1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470195810791048274" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size: 130%; "&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;O cinema sensitivo de Esmir Filho...&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Mais do que ver e ouvir, é preciso sentir o 1° longa-metragem do diretor Esmir Filho (premiado com os curtas "Alguma coisa assim" e "Saliva").&lt;span&gt;Sentir, no sentido de captar as sensações que o filme nos permite compartilhar: as sensações daqueles jovens gaúchos, da ponte mortal, da músic&lt;/span&gt;&lt;span&gt;a, dos sentimentos reprimidos, do ambiente, da calmitude, do silêncio e do "cú", este último, utilizado no filme como espressão equivalente para o "fim do mundo". Repetindo a estética desenvolvida em "Saliva", Esmir segue novamente com essa preocupação em conciliar som e imagem na criação de sensações, seja de maneira diegética ou não-diegética: uma música (elemento presente e marcante no filme), um barulho de mar, um zumbido de grilo, uma locomotiva de trem, um diálogo em off, enfim, elementos que nos fazem, mesmo que por instantes, ser aqueles personagens, sem se fazer necessário o uso da câmera subjetiva.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;A história se passa numa cidade interiorana, no Rio &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Grande do Sul, onde um Menino (denominado simplesmente menino) se comunica com o restante do mundo pela internet e vive a espectativa e a espera de um show do Bob Dylan. Enquanto isso, temos a ponte, que serve literalmente como a chave para o suícidio, muitas pessoas se jogam dela de maneira inexplicável. Paralela a essa história, outro menino, Diego, convive com a morte (pela ponte) da irmã Jingle Jangle (codinome utilizado por ela na internet), possivelmente provocada pelo ex-namorado Julian. A pon&lt;/span&gt;&lt;span&gt;te e a cidade atuam como personagens e afetam diretamente as decisões dos protagonistas, causando uma sensação de enclausuramento e asfixia, a cidade não permite que o menino saia para conseguir ver o show e ao mesmo tempo indica o caminho da ponte, num movimento sem escapatória, nos mostrando que o destino de todos naquela cidade é, inveitavelmente, a morte.&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/S-oKMqfyAhI/AAAAAAAAAHo/5UrfD8Q0PWA/s1600/os+famosos+2.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="text-align: justify;float: right; margin-top: 0pt; margin-right: 0pt; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; cursor: pointer; width: 200px; height: 150px; " src="http://1.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/S-oKMqfyAhI/AAAAAAAAAHo/5UrfD8Q0PWA/s200/os+famosos+2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470195910077186578" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;O filme preza por planos longos onde muitas vezes temos a ausência de diálogos, ficando somente com as expressões e com a trilha sonora (a se destacar a bela sequência em que Diego anda de bicicleta circundando o menino, enquanto este ouve música num aparelho eletrônico), e peca pelo uso excessivo de imagens em vídeo, mostrando o casal Jingle Jungle e Julian em uma espécie de documentário experimental.&lt;span&gt;A direção, e principalmente a direção de atores, no filme, atua de maneira primorosa com um belo controle de cena e de narrativa, característica que Esmir já vinha desenvolvendo em seus dois últimos curtas. Além disso, a belíssima fotografia de Mauro Pinheiro, que além de utilizar muito bem o claro/escuro nos oferece ainda enquadramentos sensíveis e emotivos, como quando o Menino gira num gira-gira pela ótica de um enquadramento aéreo. Direção de arte e figurino se casam para estabelecer o padrão de interior e ajudar a criar o clima frio do sul brasileiro. Por último e não menos importante, a direção sonora do filme, feita por Martin Grignaschi, com quem Esmir já trabalhou em "Saliva", simplesmente maravilhosa e super bem trabalhada, não me lembro de algum exemplo recente no cinema brasileiro que possua um som tão bem pensado quanto este: a maneira como os ruídos e o som ambiente se interagem, a entrada e a saída da música, os diálogos e a utilização da voz off, enfim, tudo está encaixado e bem concatenado, numa concepção sonora bastante apurada.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Contudo, "Os famosos e os Duendes da morte" é um filme difícil, que exige alto grau de concentração e aceitação, portanto será muito complicado atingir o grande público. Um projeto um tanto quanto ambicioso para alguém que estréia o primeiro longa, mas esperamos que este seja apenas o início de uma próspera carreira de direção para Esmir Filho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;iframe width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/4fBUjaii4kw?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;*Renan Lima é editor do Audiovisueiros&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617255631018047396-1144161824474693953?l=audiovisueiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/feeds/1144161824474693953/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617255631018047396&amp;postID=1144161824474693953" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/1144161824474693953?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/1144161824474693953?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/2010/04/os-famosos-e-os-duendes-da-morte.html" title="Os famosos e os duendes da morte (Esmir Filho, 2009)" /><author><name>Renan Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05870521820630792761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://bp3.blogger.com/_onQUzAiYZiI/SAzRcn1PKVI/AAAAAAAAAAM/T5RuBMsXCAs/S220/IMG_8604.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/S-oKG4oHxFI/AAAAAAAAAHg/6VsylaDHJJ4/s72-c/os-famosos-e-os-duendes-da-morte-1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEcMRn05fip7ImA9WhdRGE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617255631018047396.post-7615855509179023206</id><published>2010-04-18T10:48:00.000-07:00</published><updated>2011-08-08T13:41:27.326-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-08T13:41:27.326-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cinema" /><title>Ilha do Medo (Martin Scorsese, 2010)</title><content type="html">&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/S97pmrrAksI/AAAAAAAAAHI/GtmNwFV516I/s1600/poster-3-ilha-do-medo.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 142px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/S97pmrrAksI/AAAAAAAAAHI/GtmNwFV516I/s200/poster-3-ilha-do-medo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467063848441778882" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-weight: bold; "&gt;Estrelando, Scorsese em "Thriller"&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Depois de quase 4 anos sem dirigir uma ficção (Scorsese dirigiu "Os Infiltrados" em 2006 e realizou o documentário "Shine a Light", sobre os Rolling Stones, em 2008) Martin Scorsese retorna em grande estilo com o suspense "Ilha do Medo", Leonardo DiCaprio é o novo Robert DeNiro, formando uma parceria com o diretor em mais um trabalho. No Filme, DiCarpio interpreta Teddy Daniels, um policial que investiga o desaparecimento de uma paciente do hospital Shutter Island Ashecliffe, em Boston e conta com a ajuda de seu parce&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span&gt;iro Chuck Aule para desvendar o mistério. A trama se passa no ano de 1954, num EUA pós-guerra, Daniels ainda é atormentado por traumas da Segunda Guerra, e aos poucos, conforme a narrativa caminha vamos descobrindo um pouco sobre esse personagem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span&gt;Mesmo utilizando apenas uma ilha como "cenário" e ambientação da história, temos referências de outros lugares de outros anos que são fundamentais para o entendimento da trama, como Daniels em guerra na Alemanha Nazista e na companhia de sua mulher e filhos. Assim percebemos que durante muito tempo, ele tentou conciliar sua vida pós-traumática com a constituição de uma família, junção esta que não deu certo e culminou na morte de sua mulher e filhos. A "Ilha", utilizada como personagem no fi&lt;/span&gt;&lt;span&gt;lme, cria o clima sufocante e claustrofóbico necessário para a imersão na história e causa ainda a sensação de um lugar finito, de onde não se sai e não se chega. Juntam-se a essa ilha as ótimas interpretações de DiCaprio e Ruffalo, o segundo, baseado muitas vezes nas feições e gestos do que no próprio diálogo. Fotografia e arte se conciliam para criar o ambiente sombrio e escuro, nos remetendo bastante a um clima "noir", trabalhando bastante com cores escuras e pálidas. Estes dois artifícios prepara&lt;/span&gt;&lt;span&gt;m o caminho para a montagem de uma velha conhecida e parceira absoluta de Scorsese, Thelma Schoonmaker, que por seus cortes descontínuos em determinados momentos do filme (que trabalham em função da narrativa, em cima da psiquê de Daniels), geram um certo estranhamento ao expectador mas que de nada atrapalha seu belo trabalho na criação de tensão do filme.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/S97ptoFCd6I/AAAAAAAAAHQ/cVvUMRn7pRM/s1600/20101218_3-600x400.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="text-align: justify;margin-top: 0pt; margin-right: 0pt; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px; height: 134px; " src="http://1.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/S97ptoFCd6I/AAAAAAAAAHQ/cVvUMRn7pRM/s200/20101218_3-600x400.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467063967736297378" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span&gt;Nesse novo filme, Scorsese foge um pouco do cinema que está habituado a trabalhar um cinema realista, muitas vezes pautado na realidade e em biografias de personalidades reais e se arrisca com um "thriller", um suspense preso muitas vezes no sonho e na loucura de um personagem. Com um final surpreendente e momentos de muita tensão, "Ilha do Medo" se torna um ótimo film&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;e, trabalhando a relação da memória e da loucura com extrema qualidade. Não deixem de ver...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;iframe width="480" height="295" src="http://www.youtube.com/embed/uyX_TcGHuGg?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;*Renan Lima é editor do Audiovisueiros&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617255631018047396-7615855509179023206?l=audiovisueiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/feeds/7615855509179023206/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617255631018047396&amp;postID=7615855509179023206" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/7615855509179023206?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/7615855509179023206?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/2010/04/ilha-do-medo-martin-scorsese.html" title="Ilha do Medo (Martin Scorsese, 2010)" /><author><name>Renan Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05870521820630792761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://bp3.blogger.com/_onQUzAiYZiI/SAzRcn1PKVI/AAAAAAAAAAM/T5RuBMsXCAs/S220/IMG_8604.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/S97pmrrAksI/AAAAAAAAAHI/GtmNwFV516I/s72-c/poster-3-ilha-do-medo.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEMFQHkyfCp7ImA9WhdRGE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617255631018047396.post-2639504266173458107</id><published>2010-04-09T15:52:00.000-07:00</published><updated>2011-08-08T13:46:51.794-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-08T13:46:51.794-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cinema" /><title>As Melhores Coisas do Mundo (Laís Bodanzky, 2010)</title><content type="html">&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/S7-9RQ_e2MI/AAAAAAAAAGc/Tc6E5gvdYiU/s1600/as+melhores.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 136px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/S7-9RQ_e2MI/AAAAAAAAAGc/Tc6E5gvdYiU/s200/as+melhores.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5458289377712986306" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Aos jovens, com carinho...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Adolescência, sexualidade e liberdade: a junção desses 3 elementos é fundamental para se contar a história do novo filme de Laís Bodanzky, "As melhores coisas do mundo". Um filme jovem, feito para o público jovem, "As melhores" tráz a vida de Mano, um menino de 15 anos que encara as questões e os "problemas" de uma juventude agitada: a separação dos pais, a revolta do irmão, a paixão adolescente, os círculos de amizade, enfim,  retrata o cotidiano do jovem em fase de transição, que tenta entender seus próprios "por quês", muitas vezes encarando a família como inimiga e  tornando o diálogo impossível, mas por outro lado, buscando nos amigos a ajuda para resolver os próprios problemas. Junta-se a Mano, a menina Carol, madura para sua idade, ela partilha dos conflitos do amigo, tentando compreender melhor o seu papel no mundo em que está inserida, lidando ainda com uma paixão platônica por um professor da escola.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Com diálogos muito bem desenvolvidos e sinceras atuações (principalmente do casal protagonista, não atores), o filme carrega um tom de nostalgia e resgata possíveis traumas nos pós-adolescentes de hoje que acaba se refletindo nos espectadores de maneira muito pessoal e íntima. A fotografia realista de Mauro Pinheiro e a montagem dramática de Daniel Rezende dão o tom necessário para o agradável clima que o filme carrega.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;As notas baixas ficam por conta dos personagens: Pedro, irmão de Mano, um adolescente bebezão,  atormentado pelo abandono da namorada, irritado com o irmão, com a família e com o mundo; Marcelo, o professor de violão de Mano, que nos momentos de "respiro" do filme, não dá conta de tranquilizar o seu pupilo, colocando ainda mais dúvidas em sua cabeça; e Bruna, a lésbica do colégio, cuja personagem poderia ter sido melhor explorada durante toda a trama.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;de qualquer forma, "As melhores coisas do mundo" torna-se um ótimo filme, tão b&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/S7-9aBbcHBI/AAAAAAAAAGk/zRDidZgTKT0/s1600/as+melhores+2.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;img style="text-align: justify;margin-top: 0pt; margin-right: 0pt; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px; height: 114px; " src="http://2.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/S7-9aBbcHBI/AAAAAAAAAGk/zRDidZgTKT0/s200/as+melhores+2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5458289528154102802" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;om quanto o anterior, da mesma diretora (Chega de saudade), que dessa vez,  tenta através da internet (o filme foi amplamente divulgado e comentado em grandes sites de relacionamento como Twitter e Facebook) a sua aproximação com o público jovem. Esperamos que o filme vá muito bem nas bilheterias e que "As melhores coisas do mundo" torne-se uma das "melhores coisas do cinema".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;iframe width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/eIGGnj3MBZc?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;*Renan Lima é editor do Audiovisueiros&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617255631018047396-2639504266173458107?l=audiovisueiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/feeds/2639504266173458107/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617255631018047396&amp;postID=2639504266173458107" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/2639504266173458107?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/2639504266173458107?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/2010/04/as-melhores-coisas-do-mundo-lais.html" title="As Melhores Coisas do Mundo (Laís Bodanzky, 2010)" /><author><name>Renan Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05870521820630792761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://bp3.blogger.com/_onQUzAiYZiI/SAzRcn1PKVI/AAAAAAAAAAM/T5RuBMsXCAs/S220/IMG_8604.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/S7-9RQ_e2MI/AAAAAAAAAGc/Tc6E5gvdYiU/s72-c/as+melhores.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEABSX0-eCp7ImA9WhdRGE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617255631018047396.post-9199504357056502469</id><published>2010-03-25T22:08:00.000-07:00</published><updated>2011-08-08T13:52:38.350-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-08T13:52:38.350-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cinema" /><title>O segredo dos seus olhos (Juan José Campanella, 2009)</title><content type="html">&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:arial;"&gt;O segredo dos seus olhos, Juan José Campanella&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;A notória ascensão do cinema argentino não é nenhuma novidade, quando se pensa em cinema latino-americano de qualidade, lembramos sempre de nossos queridos "hermanos". Em "O segredo dos seus olhos", o que encontramos é um cinema maduro e consciente, que "bri&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/S6xLFDk-jjI/AAAAAAAAAGU/PFweGL2BdQo/s1600/o+segredo+dos+seus+olhos.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 150px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/S6xLFDk-jjI/AAAAAAAAAGU/PFweGL2BdQo/s200/o+segredo+dos+seus+olhos.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5452815799070658098" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;nca" com os costumes, as gírias, os tipos e o humor do povo argentino. No elenco, o já consagrado ator Ricardo Darín e a atriz Soledad Villamil formam o casal protagonista numa história que joga com o passado e o presente, tendo como fio narrativo um crime brutal não resolvido: o estupro e assassinato de uma mulher. A narrativa se desenvolve a partir do desenrolar deste caso, dado de um único ponto de vista, ponto de vista este que somente será outro quando a resolução da história será dada pela atitude surpreendente do marido viúvo. O filme conta com interpretações impressionantes, marcada por diálogos muito bem desenvolvidos e uma narração em voz over, cheia de nostalgia e um certo tom de reflexão, dada pelo personagem principal. A montagem paralela alterna não somente situações dramáticas distintas mas também tempos históricos, sendo assim, podemos perceber traços de personalidade diferente nos mesmos personagens, que num 1&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;º momento demostram uma certa excitação e ingenuidade, combinados a uma certa hesitação perante a possibilidade de uma paixão sem limites; e, num 2&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;º momento, apresentam o amadurecimento de uma vida que poderia ter sido melhor aproveitada, e agora decidem, de uma maneira muito mais racional e espontânea, retomar o amor adormecido. O crime passional, então resolvido pelo tom de confiança estabelecido entre o casal cria as condições necessárias para o estabelecimento de uma relação amorosa.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Com uma câmera segura e realista, que tenta se aproximar ao máximo dos personagens, se estabelece uma situação de cumplicidade para com os fatos apresentados (a se destacar o primorável plano-sequência de mais de 4 minutos, executado com excelência técnica e uma primorosa criação dramática). Desbancando o filme alemão "A Fita Branca" (Palma de Ouro no Festival de Cannes em 2009) no oscar de melhor filme estrangeiro deste ano "O segredo dos seus olhos" é com certeza um filme que merece ser visto. Como diz aquele outro: "Se o tango não agrada, a se ver o cinema, muito mais adulto que o nosso...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span &gt;&lt;iframe width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/T-8w1HrHQYU?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span &gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span &gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;*Renan lima é editor do Audiovisueiros&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617255631018047396-9199504357056502469?l=audiovisueiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/feeds/9199504357056502469/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617255631018047396&amp;postID=9199504357056502469" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/9199504357056502469?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/9199504357056502469?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/2010/03/o-segredo-dos-argentinos.html" title="O segredo dos seus olhos (Juan José Campanella, 2009)" /><author><name>Renan Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05870521820630792761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://bp3.blogger.com/_onQUzAiYZiI/SAzRcn1PKVI/AAAAAAAAAAM/T5RuBMsXCAs/S220/IMG_8604.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/S6xLFDk-jjI/AAAAAAAAAGU/PFweGL2BdQo/s72-c/o+segredo+dos+seus+olhos.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkcBR3s9cSp7ImA9WhdRGE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7617255631018047396.post-4254419299563374648</id><published>2010-03-06T14:58:00.001-08:00</published><updated>2011-08-08T14:14:16.569-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-08T14:14:16.569-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cinema" /><title>Guerra ao Terror (Kathryn Bigelow, 2009)</title><content type="html">&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/S5LlMoowvMI/AAAAAAAAAGM/89omu1lXqhI/s1600-h/guerra-ao-terror%281%29.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px; height: 133px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/S5LlMoowvMI/AAAAAAAAAGM/89omu1lXqhI/s200/guerra-ao-terror%281%29.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5445666904673926338" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;b&gt;A guerra de poucos...ou de muitos?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Mesmo ofuscado pelo rival "Avatar" concorrente direto pelo oscar de melhor filme, "Guerra ao Terror" conseguiu seu espaço e repercutiu de maneira intensa na mídia internacional. O filme mostra o cotidiano de um grupo especial anti-bombas que atua no Iraque. Até aí muitos pensariam: "E lá vem mais um filme de guerra" mas o que se tem é um retrato impressionante e até certo ponto revelador sobre a psiquê desses soldados americanos. Deixando de lado o espírito nacionalista americano juntamente com o "novo" governo Obama (o que na minha opinião será determinante para o resultado do oscar no próximo domingo), o retrato que se faz é de pessoas comuns que tiveram suas vidas completamente modificadas por uma guerra que não lhes pertence e que de um ponto de vista mais externo e abrangente não faz o menor sentido. Os personagens, reais, são dominados pela loucura, uns mais do que outros, e pela pergunta, que de maneira subjetiva, atinge o filme: "O que estamos fazendo aqui?" A "guerra" levada de dentro para fora em um país que esconde o rosto (literalmente) nos faz pensar o que se passa na cabeça de um soldado americano que vive cada dia como se fosse o último, contanto os minutos para voltar para casa. O esquadrão anti-bombas se vê a mercê de um comandante já atingido pela loucura que toma atitudes inesperadas e suicidas como, em uma das passagens do filme, quando retira o agasalho de proteção durante um desativamento de bomba. Vale ressaltar a atitude da câmera como elemento atuante, alternado momentos de grande euforia e agitação, zoom in e zoom out, além de muita câmera na mão; com momentos mais calmos, onde podemos respirar e tentar compreender a complexidade pela qual se passa o personagem em guerra. A montagem, primorosa, caminha nos mesmos moldes da fotografia, se valendo de planos curtos e planos longos em demanda da intenção dramática. Numa das sequências finais do filme, um soldado tenta ajudar um cidadão iraquiano, que tem seu corpo repleto de bombas, mas a ajuda é em vão e o soldado diz: "Me desculpe, eu queria ajudar mas não posso", além da ambiguidade na fala, cabe pensar também sobre o que é essa guerra, que é tão distante para alguns e tão próxima para outros...&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;iframe width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/OJS4maWtw5s?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;*Renan Lima é editor do Audiovisueiros&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7617255631018047396-4254419299563374648?l=audiovisueiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/feeds/4254419299563374648/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7617255631018047396&amp;postID=4254419299563374648" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/4254419299563374648?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7617255631018047396/posts/default/4254419299563374648?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://audiovisueiros.blogspot.com/2010/03/guerra-de-poucosou-de-muitos.html" title="Guerra ao Terror (Kathryn Bigelow, 2009)" /><author><name>Renan Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05870521820630792761</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://bp3.blogger.com/_onQUzAiYZiI/SAzRcn1PKVI/AAAAAAAAAAM/T5RuBMsXCAs/S220/IMG_8604.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_onQUzAiYZiI/S5LlMoowvMI/AAAAAAAAAGM/89omu1lXqhI/s72-c/guerra-ao-terror%281%29.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></entry></feed>

