<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8626129489293776221</id><updated>2024-09-12T00:48:27.226-03:00</updated><category term="Maçonaria"/><category term="Ciência"/><category term="Teosofia"/><category term="Esoterismos"/><category term="Religião"/><category term="Filosofia"/><category term="Biografia"/><category term="Criptozoologia"/><category term="Mitologia"/><category term="Ocultismo"/><category term="Ufologismo"/><title type='text'>Ave de Rapina</title><subtitle type='html'>As aves de rapina ou Rapinantes, são aves carnívoras que compartilham características semelhantes, bicos recurvados e pontiagudos, garras fortes e visão de longo alcance. Assim as rapinantes são aves ágeis na captura de seus alimentos: grandes artrópodes, peixes, anfíbios, pequenos mamíferos e pequenas aves. Mas cada rapinante está adaptada para caçar um tipo de animal, ou um certo grupo deles.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://delumar.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>34</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8626129489293776221.post-4660505129519348314</id><published>2012-02-15T11:46:00.000-02:00</published><updated>2012-02-15T11:46:22.010-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Maçonaria"/><title type='text'>ADMISSÃO A MAÇONARIA</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ADMISSÃO À MAÇONARIA Fonte: Brasil Maçom &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GRUPO MAÇÔNICOS &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgHGN28qTkjgNFGQ3V9xNL31de0n-0zabaod_1qTskSOjTfcuDRUoOC3Gp-455yltTkuL4aDwuXumccd5iT5Jd-vmYVAiaKbLHxS4F7JNQL18HQOyLOT8rsD9wa0DR7zY-Mc6Y2QRobuuw/s1600/4F58CALOTS74CAY12WR2CAC2OXEFCA9342R9CAEOW6TMCAI3XUB5CAIPIBLICAKJ234GCA6IRHW7CAFD7Y3PCAEHHXJ0CAWUH5W3CA3B63HLCANKIE0TCAD3VWSQCAO2F3TBCAVNOG4JCABAM7ZRCAHHNEYP.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgHGN28qTkjgNFGQ3V9xNL31de0n-0zabaod_1qTskSOjTfcuDRUoOC3Gp-455yltTkuL4aDwuXumccd5iT5Jd-vmYVAiaKbLHxS4F7JNQL18HQOyLOT8rsD9wa0DR7zY-Mc6Y2QRobuuw/s1600/4F58CALOTS74CAY12WR2CAC2OXEFCA9342R9CAEOW6TMCAI3XUB5CAIPIBLICAKJ234GCA6IRHW7CAFD7Y3PCAEHHXJ0CAWUH5W3CA3B63HLCANKIE0TCAD3VWSQCAO2F3TBCAVNOG4JCABAM7ZRCAHHNEYP.jpg&quot; yda=&quot;true&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
foto: divulgação&amp;nbsp; Informações para análise dos possíveis novos membros da Ordem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pedido - O candidato para admissão deve deixar claro que ele pretende respeitar e admirar a Ordem Maçônica e que busca a associação por razões que não sejam benefícios pessoais. O pedido é revisado assim como seu caráter e reputação, e faz-se uma votação na Loja. Embora as práticas variem, tradicionalmente, um voto negativo é suficiente para rejeitar sua solicitação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O candidato a Aprendiz é sujeito ao interrogatório final antes de ser preparado para sua iniciação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisa então confirmar se foi levado a buscar a admissão por uma opinião favorável já formada sobre a Maçonaria, que não teve motivos mercenários pessoais, que tem o desejo de conhecimento e auto-aperfeiçoamento e uma vontade sincera de ser útil a seu semelhante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente, chega o dia em que o candidato será iniciado como um Aprendiz Maçom. Geralmente essa cerimônia acontece no “recinto da Loja”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Loja – Hoje, o lugar onde os maçons se reúnem chama-se Loja e cada Loja tem características próprias. Algumas são mais filantrópicas, promovem atividades para arrecadar dinheiro e ajudam asilos, orfanatos e creches, outras Lojas têm um cunho mais político e seus membros gostam de analisar a situação do país nessa área, mas, enfatizamos, em Maçonaria não se permite discussão de política partidária. Todas as atividades visam melhorar a moral, o caráter e o comprometimento dos Irmãos para com o progresso da humanidade, não havendo nenhum ganho político ou financeiro em ser Maçom.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Maçom – Verdadeiro homem de bem, cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza. É bom, humano e benevolente para com todos, sem distinção de raças, nem de crenças, porque em todos os homens vê irmãos seus. Possuído do sentimento de caridade e de amor ao próximo, faz o bem pelo bem, sem esperar paga alguma; retribui o mal com o bem, toma a defesa do fraco contra o forte, e sacrifica sempre seus interesses à justiça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encontra satisfação nos benefícios que espalha, nos serviços que presta, no fazer ditosos os outros, nas lágrimas que enxuga, nas consolações que prodigaliza aos aflitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não alimenta orgulho, nem ódio, nem rancor, nem desejo de vingança; perdoa e esquece as ofensas e só dos benefícios se lembra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nunca se compraz em rebuscar os defeitos alheios nem evidenciá-los. Estuda suas próprias imperfeições e trabalha incessantemente em combatê-las.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não se envaidece da sua riqueza, nem das suas vantagens pessoais, usa, mas não abusa dos bens que lhe são concedidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se a Sociedade colocou sob o seu mando outros homens, trata-os com bondade e benevolência, porque são seus iguais perante o Criador do Universo; usa da sua autoridade para lhes levantar a moral e não para esmagá-los com o seu orgulho. Evita tudo quanto lhes possa tornar mais penosa a posição subalterna em que se encontram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando subordinado, de sua parte compreende os deveres da posição que ocupa e se empenha em cumpri-los conscienciosamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente, o verdadeiro Maçom respeita todos os direitos que aos seus semelhantes dão as leis da natureza, como quer que sejam respeitados os seus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Maçonaria - é a maior organização fraternal do mundo, com quase três milhões de membros nos Estados Unidos, mais de 700 mil membros na Grã-Bretanha e mais de um milhão no resto do mundo. Embora seja a firme crença em um Ser Supremo, condição sem a qual não será admitido na Ordem, que acolhe em seus quadros homens de todas as religiões e tem como tema central o comportamento moral, o auto-aperfeiçoamento constante e a dedicação à caridade, a Maçonaria não responde à acusações. Não se importou por ter sido declarada ilegal por Adolf Hitler, Benito Mussolini e Francisco Franco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo em nossa sociedade dominada pela mídia, que fatos são mais importantes do que matérias em jornais, em TV ou Internet, as críticas antimaçônicas permanecem não respondidas em razão da tradicional política da Maçonaria não responder aos ataques, mesmo disponibilizando notáveis conhecedores de sua filosofia, história e ritualística que escolheram ser membros dela, com extrema facilidade poderiam refutar esses ataques.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Influência maçônica na história – Sem mencionarmos a Maçonaria Brasileira, diremos que a Maçonaria estava presente na Revolução Americana, com membros como George Washington, Benjamim Franklin, James Monroe, Alexander Hamilton, Paul Revere, John Paul Jones e mesmo o marquês de Lafayette e Benedict Arnold. Outras revoluções, contra a Igreja e o Estado, foram lideradas por Maçons como Benito Juarez, Simon Bolívar, Giuseppe Garibaldi e Sam Houston (ajudado, em alguns casos pelos produtos de seu companheiro Maçom, Samuel Colt).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reis e imperadores que fizeram o juramento maçônico incluem Eduardo VII, Eduardo VIII e George VI da Inglaterra, Frederico, o Grande, da Prússia, George I da Grécia, Haakon VII da Noruega, Stanislaw II da Polônia e até o rei Kamehameha V do Havaí. Além de Washington e Monroe, o rol maçônico de presidentes dos Estados Unidos inclui Andrew Jackson, James K. Polk, James Buchanan, Andrew Johnson, James A. Garfield, Theodore Roosevelt, William Howard Taft, Warren G. Harding, Franklin D. Roosevelt, Harry S. Truman, Lyndon Johnson, Gerald Ford e o Irmão honorário Ronald Reagan.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Segunda Guerra Mundial foi travada pelos líderes maçônicos britânicos Sir Winston S. Churchill, o marechal-de-campo conde Alexander de Túnis, o marechal-de-campo Sir Claude Auchinlech, o marechal lorde Newhall (Royal Air Force) e o general Sir Francis Wingate.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Maçonaria americana estava bem representada pelos generais Mark Clark, Omar Bradley, George Marshall, Joseph Stillwell e Douglas Mac Arthur.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também não havia sempre Maçons no mesmo lado. Napoleão comandou seus marechais Maçons Messena, Murat, Soult, Mac Donald e Ney contra os Maçons Kutuzov da Rússia, Blucher da Prússia e a causa de sua ruína, o duque de Wellington.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É difícil saber onde parar ao se enumerar a influência maçônica em todos os aspectos da vida ocidental nos últimos 271 anos, seja essa influência política, militar ou cultural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em música, a Maçonaria aparece em toda a escala, desde William C. Handy, compositor do The St. Louis Blues, até John Philip Sousa, e de Gilbert e Sullivan, passando por Sibellius e Haydn até Wolfgang Amadeus Mozart, que, segundo alguns, foi assassinado por revelar segredos maçônicos em sua ópera A Flauta Mágica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os membros maçônicos do mundo literário incluem Sir Walter Scott, Robert Burns, Rudyard Kipling, Jonathan Suvift, Oscar Wilde, Oliver Goldsmith, Mark Twain e Sir Arthur Conan Doyle (que nunca teria permitido que o livro anatimaçônico Jack the Ripper: The Final Solution de Stephen Knight fosse reescrito, como foi, em uma versão de filme de ficção, degradando a criação de Sir Arhur, Sherlock Homes, contra os Irmãos do próprio Sir Arthur em Londres).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maçonaria e Religião (Síntese) - Os requisitos religiosos da Maçonaria são bastante simples: a crença em um Ser Supremo e a inexistência de qualquer interferência, ou mesmo persuasão contra, a crença individual do Maçom. Pode-se afirmar com segurança que a Maçonaria não é uma religião por uma simples razão; em geral, os adeptos acreditam que seus credos religiosos estão completamente certos. Isso significa que eles acreditam que todos os outros credos são, ao menos até certo ponto, errados. A posição da Maçonaria é oposta, uma vez que admite que haja alguma verdade em todas as percepções humanas de Deus e declina de afirmar que qualquer crença em particular é perfeita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso dever - Atravessamos uma época de crise abrangendo todos os pontos de vista, mas principalmente no comportamento humano, onde prevalecem a violência, o egoísmo, a corrupção e a licenciosidade, resultando, conseqüentemente, em insegurança quanto ao futuro imediato e gerando simultaneamente ceticismo, desencanto e conformismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conscientizando-nos de nossas responsabilidades, cabe-nos trabalhar por uma sociedade melhor, dentro dos princípios da Razão e da Justiça e para tanto se faz urgente selecionar candidatos de valor para as escolhas de futuros maçons capazes de lutar permanentemente contra aquilo que á abominável, contra o que escraviza e degenera. Eu vos afirmo que o mundo está repleto de homens bons, cultos, sensatos, preciosos, de valor. Que sejam bem-vindos à Maçonaria e à Ordem!. .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;Valdemar Sansão – M.’. M.’.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
vsansao@uol.com.br&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://delumar.blogspot.com/feeds/4660505129519348314/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2012/02/admissao-maconaria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/4660505129519348314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/4660505129519348314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2012/02/admissao-maconaria.html' title='ADMISSÃO A MAÇONARIA'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgHGN28qTkjgNFGQ3V9xNL31de0n-0zabaod_1qTskSOjTfcuDRUoOC3Gp-455yltTkuL4aDwuXumccd5iT5Jd-vmYVAiaKbLHxS4F7JNQL18HQOyLOT8rsD9wa0DR7zY-Mc6Y2QRobuuw/s72-c/4F58CALOTS74CAY12WR2CAC2OXEFCA9342R9CAEOW6TMCAI3XUB5CAIPIBLICAKJ234GCA6IRHW7CAFD7Y3PCAEHHXJ0CAWUH5W3CA3B63HLCANKIE0TCAD3VWSQCAO2F3TBCAVNOG4JCABAM7ZRCAHHNEYP.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8626129489293776221.post-87381823720132723</id><published>2010-10-19T15:31:00.002-02:00</published><updated>2010-10-19T15:31:36.870-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ciência"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religião"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Teosofia"/><title type='text'>A BATALHA PELA SUA MENTE</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A BATALHA PELA SUA MENTE&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dick Sutphen &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu sou Dick Sutphen e este artigo, uma versão expandida de uma conferência que fiz na Convenção do Congresso Mundial de Hipnotizadores Profissionais em Las Vegas, Nevada. Eu convido os indivíduos a compartilhar este artigo com outras pessoas interessadas e dá-las aos amigos ou qualquer pessoa em posição de divulgar esta informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora eu tenha sido entrevistado acerca deste assunto em muitos locais, rádios e programas de entrevistas em TV, os meios de comunicação de massa parecem estar bloqueados, porque isto poderia resultar em desconfiança e investigações dos meios de divulgação e de seus patrocinadores. Algumas agências governamentais não querem que esta informação seja divulgada. Nem os movimentos de Novos Cristãos, os cultos, e mesmo muitos treinadores de potencial humano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada uma das coisas que vou relatar apenas exporá a superfície do problema. Eu não sei como o abuso destas técnicas pode ser parado. Eu não penso que seja possível legislar contra algo que freqüentemente não pode ser detectado; e se os próprios legisladores estão usando estas técnicas, há pouca esperança de o governo usar leis assim. Sei que o primeiro passo para iniciar mudanças é gerar interesse. Neste caso, apenas um movimento subterrâneo poderia provocar isto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falando deste assunto, estou falando acerca de meu próprio negócio. Eu sei disto, e sei quão efetivo isto pode ser. Eu faço fitas de hipnose e [de técnicas] subliminares, e, em alguns de meus seminários, uso táticas de conversão com os participantes para torná-los independentes e auto-suficientes. Mas, sempre que uso estas técnicas, eu ressalto que estou usando-as, e todos podem escolher entre participar ou não. Eles também sabem qual será o resultado desejado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, para começar, eu quero declarar o que é o fato mais básico de todos acerca de lavagem cerebral: EM TODA A HISTÓRIA DO HOMEM, NINGUÉM QUE TENHA SOFRIDO LAVAGEM CEREBRAL ACREDITARÁ OU ACEITARÁ QUE SOFREU TAL COISA. Todos aqueles que a sofreram, usualmente, defenderão apaixonadamente os seus manipuladores, clamando que simplesmente lhes foi &quot;mostrada a luz&quot;...ou que foram transformados de modo miraculoso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O NASCIMENTO DA CONVERSÃO &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CONVERSÃO é uma palavra &quot;agradável&quot; para LAVAGEM CEREBRAL. E qualquer estudo de lavagem cerebral tem de começar com o estudo do Revivalismo Cristão no século dezenove, na América. Aparentemente, Jonathan Edwards descobriu acidentalmente as técnicas durante uma cruzada religiosa em 1735, em Northampton, Massachusetts. Induzindo culpa e apreensão aguda e aumentando a tensão, os &quot;pecadores&quot; que compareceram aos seus encontros de reavivamento foram completamente dominados, tornando-se submissos. Tecnicamente, o que Edwards estava fazendo era criar condições que deixavam o cérebro em branco, permitindo a mente aceitar nova programação. O problema era que as novas informações eram negativas. Ele poderia então dizer-lhes, &quot;vocês são pecadores! vocês estão destinados ao inferno!&quot;. Como resultado, uma pessoa tentou e outra cometeu suicídio. E os vizinhos do suicida relataram que eles também foram tão profundamente afetados que, embora tivessem encontrado a &quot;salvação eterna&quot;, eram também obcecados com a idéia diabólica de dar fim às próprias vidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez que um pregador, líder de culto, manipulador ou autoridade atinja a fase de apagamento do cérebro, deixando-o em branco, os sujeitos ficam com as mentes escancaradas, aceitando novas idéias em forma de sugestão. Porque Edwards não tornou sua mensagem positiva até o fim do reavivamento, muitos aceitaram as sugestões negativas e agiram, ou desejaram agir, de acordo com elas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Charles J. Finney foi outro cristão revivalista que usou as mesmas técnicas quatro anos mais tarde, em conversões religiosas em massa, em Nova Iorque. As técnicas são ainda hoje utilizadas por cristãos revivalistas, cultos, treinadores de potencial humano, algumas reuniões de negócios, e nas forças armadas dos EUA, para citar apenas alguns. Deixem-me acentuar aqui que eu não creio que muitos pregadores revivalistas percebam ou saibam que estão usando técnicas de lavagem cerebral. Edwards simplesmente topou com uma técnica que realmente funcionou, e outros a copiaram e continuam a copiá-la pelos últimos duzentos anos. E o mais sofisticado de nosso conhecimento e tecnologia tornou mais efetiva a conversão. Sinto fortemente que esta é uma das maiores razões para o crescimento do fundamentalismo cristão, especialmente na variedade televisiva, enquanto que muitas das religiões ortodoxas estão declinando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
AS TRÊS FASES CEREBRAIS &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os cristãos podem ter sido os primeiros a formular com sucesso a lavagem cerebral, mas teremos de ir a Pavlov, um cientista russo, para uma explicação técnica. Nos idos de 1900, seu trabalho com animais abriu a porta para maiores investigações com humanos. Depois da revolução russa, Lênin viu rapidamente o potencial em aplicar as pesquisas de Pavlov para os seus próprios objetivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Três distintos e progressivos estados de inibição transmarginal foram identificados por Pavlov. O primeiro é a fase EQUIVALENTE, na qual o cérebro dá a mesma resposta para estímulos fortes e fracos. A segunda é a fase PARADOXAL, na qual o cérebro responde mais ativamente aos estímulos fracos do que aos fortes. E a terceira é a fase ULTRA-PARADOXAL, na qual respostas condicionadas e padrões de comportamento vão de positivo para negativo, ou de negativo para positivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a progressão por cada fase, o grau de conversão torna-se mais efetivo e completo. São muitos e variados os modos de alcançar a conversão, mas o primeiro passo usual em lavagens cerebrais políticas ou religiosas é trabalhar nas emoções de um indivíduo ou grupo, até eles chegarem a um nível anormal de raiva, medo, excitação ou tensão nervosa. O resultado progressivo desta condição mental é prejudicar o julgamento e aumentar a sugestibilidade. Quanto mais esta condição é mantida ou intensificada, mais ela se mistura. Uma vez que a catarse, ou a primeira fase cerebral é alcançada, uma completa mudança mental torna-se mais fácil. A programação mental existente pode ser substituída por novos padrões de pensamento e comportamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outras armas fisiológicas freqüentemente utilizadas para modificar as funções normais do cérebro são os jejuns, dietas radicais ou dietas de açúcar, desconforto físico, respiração regulada, canto de mantras em meditação, revelação de mistérios sagrados, efeitos de luzes e sons especiais, e intoxicação por drogas ou por incensos. Os mesmos resultados podem ser obtidos nos tratamentos psiquiátricos contemporâneos por eletrochoques e mesmo pelo abaixamento proposital do nível de açúcar no sangue, com a aplicação de injeções de insulina. Antes de falar sobre exatamente como algumas das técnicas são aplicadas, eu quero ressaltar que hipnose e táticas de conversão são duas coisas distintas e diferentes -- e que as técnicas de conversão são muito mais poderosas. Contudo, as duas são freqüentemente misturadas ... com poderosos resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
COMO OS PREGADORES REVIVALISTAS TRABALHAM &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você desejar ver um pregador revivalista em ação, há provavelmente vários em sua cidade. Vá para a igreja ou tenda e sente-se acerca de três-quartos da distância ao fundo. Muito provavelmente uma música repetitiva será tocada enquanto o povo vem para o serviço. Uma batida repetitiva, idealmente na faixa de 45 a 72 batidas por minuto (um ritmo próximo às batidas do coração humano) é muito hipnótica e pode gerar um estado alterado de consciência, com olhos abertos, em uma grande porcentagem das pessoas. E, uma vez você esteja em um ritmo alfa, você está pelo menos 25 vezes mais sugestionável do que você estaria, em um ritmo beta, de plena consciência. A música é provavelmente a mesma para cada serviço, ou incorpora a mesma batida, e muitas das pessoas irão para um estado alterado de consciência quase imediatamente após entrarem no santuário. Subconscientemente, eles recordam o estado mental quando em serviços religiosos anteriores, e respondem de acordo com a programação pós-hipnótica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Observe as pessoas esperando pelo início do serviço religioso. Muitas exibirão sinais exteriores de transe -- corpo relaxado e olhos ligeiramente dilatados. Freqüentemente, eles começam a agitar as mãos para diante e para trás no ar, enquanto estão sentadas em suas cadeiras. A seguir, o pastor assistente muito provavelmente virá, e falará usualmente com uma simpática &quot;voz ritmada&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TÉCNICA DA VOZ RITMADA &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma &quot;voz ritmada&quot; é um estilo padronizado, pausado, usado por hipnotizadores quando estão induzindo um transe. É também usado por muitos advogados, vários dos quais são altamente treinados hipnólogos, quando desejam fixar um ponto firmemente na mente dos jurados. Uma voz ritmada pode soar como se o locutor estivesse conversando ao ritmo de um metrônomo, ou pode soar como se ele estivesse enfatizando cada palavra em um estilo monótono e padronizado. As palavras serão usualmente emitidas em um ritmo de 45 a 60 batidas por minuto, maximizando o efeito hipnótico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, o pastor assistente começa o processo de &quot;acumulação&quot;. Ele induz um estado alterado de consciência e/ou começa a criar excitação e expectativas na audiência. A seguir, um grupo de jovens mulheres vestidas em longos vestidos brancos que lhes dão um ar de pureza, vêm e iniciam um canto. Cantos evangélicos são o máximo, para se conseguir excitação e ENVOLVIMENTO. No meio do canto, uma das garotas pode ser &quot;golpeada por um espírito&quot; e cai, ou reage como se estivesse possuída pelo Espírito Santo. Isto efetivamente aumenta a excitação na sala. Neste ponto, hipnose e táticas de conversão estão sendo misturadas e o resultado é que toda a atenção da audiência está agora tomada, enquanto o ambiente torna-se cada vez mais tenso e excitado. Exatamente neste momento, quando a indução ao estado mental alfa foi conseguido em massa, eles irão passar o prato ou cesta de coleta. Ao fundo, em uma voz ritmada a 45 batidas por minuto, o pregador assistente poderá exortar, &quot;dê ao Senhor...dê ao Senhor...dê ao Senhor...dê ao Senhor&quot;. E a audiência dá. Deus pode não obter o dinheiro, mas seu já rico representante, sim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A seguir, vem o pregador fogo-e-enxôfre. Ele induz medo e aumenta a tensão falando sobre &quot;o demônio&quot;, &quot;ir para o inferno&quot;, e sobre o Armageddon próximo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na última dessas reuniões que assisti, o pregador falou sobre o sangue que brevemente escorreria de cada torneira na terra. Ele também estava obcecado com um &quot;machado sangrento de Deus&quot;, o qual todos tinham visto suspenso sobre o púlpito, na semana anterior. Eu não tinha nenhuma dúvida de que todos o tinham visto -- o poder da sugestão hipnótica em centenas de pessoas assegura que entre 10 a 25 por cento verão o que quer que lhes seja sugerido ver.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na maioria da assembléias revivalistas, &quot;depoimentos&quot; ou &quot;testemunhos&quot; usualmente seguem-se ao sermão amedrontador. Pessoas da audiência virão ao palco relatar as suas histórias. &quot;Eu estava aleijado e agora posso caminhar!&quot;. &quot;Eu tinha artrite e ela se foi!&quot;. Esta é uma manipulação psicológica que funciona. Depois de ouvir numerosos casos de curas milagrosas, a pessoa comum na audiência com um problema menor está certa de que ela pode ser curada. A sala está carregada de medo, culpa e intensa expectativa e excitação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, aqueles que querem ser curados são freqüentemente alinhados ao redor da sala, ou lhes é dito para vir à frente. O pregador pode tocá-los na cabeça e gritar &quot;esteja curado!&quot;. Isto libera a energia psíquica, e, para muitos, resulta a catarse. Catarse é a purgação de emoções reprimidas. Indivíduos podem gritar, cair ou mesmo entrar em espasmos. E se a catarse é conseguida, eles possuem uma chance de serem curados. Na catarse (uma das três fases cerebrais anteriormente mencionadas), a lousa do cérebro é temporariamente apagada e novas sugestões são aceitas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para alguns, a cura pode ser permanente. Para muitos, irá durar de quatro dias a uma semana, que é, incidentalmente, o tempo que dura normalmente uma sugestão hipnótica dada a uma pessoa. Mesmo que a cura não dure, se eles voltarem na semana seguinte, o poder da sugestão pode continuamente fazer ignorar o problema... ou, algumas vezes, lamentavelmente, pode mascarar um problema físico que pode se mostrar prejudicial ao indivíduo, a longo prazo. Eu não estou dizendo que curas legítimas não aconteçam. Acontecem. Pode ser que o indivíduo estava pronto para largar a negatividade que causou o problema em primeiro lugar; pode ser obra de Deus. Mas afirmo que isto pode ser explicado com o conhecimento existente acerca das funções cérebro/mente. As técnicas e encenações variarão de igreja para igreja. Muitos usam &quot;falar línguas&quot; para gerar a catarse em alguns, enquanto o espetáculo cria intensa excitação nos observadores. O uso de técnicas hipnóticas por religiões é sofisticado, e profissionais asseguram que elas tornaram-se ainda mais efetivas. Um homem em Los Angeles está projetando, construindo e reformando um monte de igrejas por todo o país. Ele diz aos ministros o que eles precisam, e como usá-lo. Sua fita gravada indica que a congregação e a renda dobrarão, se o ministro seguir suas instruções. Ele admite que cerca de 80 por cento de seus esforços são para o sistema de som e de iluminação. Som potente e o uso apropriado de iluminação são de importância primária em induzir estados alterados de consciência -- eu os tenho usado por anos, em meus próprios seminários. Contudo, meus participantes estão plenamente conscientes do processo, e do que eles podem esperar como resultado de sua participação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SEIS TÉCNICAS DE CONVERSÃO &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cultos e organizações que ensinam potencial humano estão sempre procurando por novos convertidos. Para conseguí-los, eles precisam criar uma fase cerebral. E geralmente precisam fazê-lo em um curto espaço de tempo -- um fim-de-semana, até mesmo em um dia. O que se segue são as seis técnicas primárias usadas para gerar a conversão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O encontro ou treinamento tem lugar em uma área onde os participantes estão desligados do resto do mundo. Isto pode ser em qualquer lugar: uma casa isolada, um local remoto ou rural, ou mesmo no salão de um hotel, onde aos participantes só é permitido usar o banheiro, limitadamente. Em treinamentos de potencial humano, os controladores darão uma prolongada conferência acerca da importância de &quot;honrar os compromissos&quot; na vida. Aos participantes é dito que, se eles não honram seus compromissos, sua vida nunca irá melhorar. É uma boa idéia honrar compromissos, mas os controladores estão subvertendo um valor humano positivo, para os seus interesses egoístas. Os participantes juram para si mesmos e para os treinadores que eles honrarão seus compromissos. Qualquer um que não o faça será intimado a um compromisso, ou forçado a deixá-los. O próximo passo é concordar em completar o treinamento, deste modo assegurando uma alta porcentagem de conversões para as organizações. Eles terão, normalmente, que concordar em não tomar drogas, fumar, e algumas vezes não comer...ou lhes são dados lanches rápidos de modo a criar tensão. A razão real para estes acordos é alterar a química interna, o que gera ansiedade e, espera-se, cause ao menos um ligeiro mal-funcionamento do sistema nervoso, que aumente o potencial de conversão. Antes que a reunião termine, os compromissos serão lembrados para assegurar que o novo convertido vá procurar novos participantes. Eles são intimidados a concordar em fazê-lo, antes de partirem. Desde que a importância em manter os compromissos é tão grande em sua lista de prioridade, o convertido tentará trazer à força cada um que ele conheça, para assistir a uma futura sessão oferecida pela organização. Os novos convertidos são fanáticos. De fato, o termo confidencial de merchandising nos maiores e mais bem sucedidos treinamentos de potencial humano é &quot;vender com fanatismo!&quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pelo menos muitos milhares de pessoas se graduam, e uma boa porcentagem é programada mentalmente de modo a assegurar sua futura lealdade e colaboração se o guru ou a organização chamar. Pense nas implicações políticas em potencial, de centenas de milhares de fanáticos programados para fazer campanha pelo seu guru. Fique precavido se uma organização deste tipo oferecer sessões de acompanhamento depois do seminário. Estas podem ser encontros semanais ou seminários baratos dados em uma base regular, nos quais a organização tentará habilmente convencê-lo -- ou então será algum evento planejado regularmente, usado para manter o controle. Como os primeiros cristão revivalistas descobriram, um controle de longo prazo é dependente de um bom sistema de acompanhamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito bem. Agora, vamos ver uma segunda dica, que mostra quando táticas de conversão estão sendo usadas. A manutenção de um horário que causa fadiga física e mental. Isto é primariamente alcançado por longas horas nas quais aos participantes não é dada nenhuma oportunidade para relaxar ou refletir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A terceira dica: quando notar que são utilizadas técnicas para aumentar a tensão na sala ou meio-ambiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Número quatro: incerteza. Eu poderia passar várias horas relatando várias técnicas para aumentar a tensão e gerar incerteza. Basicamente, os participantes estão preocupados quanto a serem notados ou apontados pelos instrutores; sentimentos de culpa se manifestam, e eles são tentados a relatar seus mais íntimos segredos aos outros participantes, ou forçados a tomar parte em atividades que enfatizem a remoção de suas máscaras. Um dos mais bem sucedidos seminários de potencial humano força os participantes a permanecerem em um palco à frente da audiência, enquanto são verbalmente atacados pelos instrutores. Uma pesquisa de opinião pública, conduzida a alguns anos, mostrou que a situação mais atemorizante na qual um indivíduo pode se encontrar, é falar para uma audiência. Isto iguala-se à lavar uma janela externamente, no 85º andar de um prédio. Então você pode imaginar o medo e a tensão que esta situação gera entre os participantes. Muitos desfalecem, mas muitos enfrentam o stress por uma mudança de mentalidade. Eles literalmente entram em estado alfa, o que automaticamente os torna mais sugestionáveis do que normalmente são. E outra volta da espiral descendente para a conversão é realizada com sucesso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O quinto indício de que táticas de conversão estão sendo usadas é a introdução de jargão -- novos termos que tem significado unicamente para os &quot;iniciados&quot; que participam. Linguagem viciosa é também freqüentemente utilizada, de propósito, para tornar desconfortáveis os participantes. A dica final é se não há nenhum humor na comunicação...ao menos até que os participantes sejam convertidos. Então, divertimentos e humor são altamente desejáveis, como símbolos da nova alegria que os participantes supostamente &quot;encontraram&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não estou dizendo que boas coisas não resultem da participação em tais reuniões. Isto pode ocorrer. Mas afirmo que é importante para as pessoas saberem o que aconteceu, e ficarem prevenidas de que o contínuo envolvimento pode não ser de seu maior interesse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Através dos anos, tenho conduzido seminários profissionais para ensinar às pessoas a serem hipnotizadores, treinadores e conselheiros. Tive como alunos muitos daqueles que conduzem treinamentos e reuniões, que vêm a mim e dizem, &quot;estou aqui porque eu sei que aquilo que faço funciona, mas não sei o por quê&quot;. Depois de mostrar-lhes o como e o por quê, muitos deles tem deixado este negócio, ou decidido abordá-lo diferentemente, de uma maneira mais amorosa e humana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos destes treinadores tem se tornado meus amigos, e marcou-nos a todos ter experimentado o poder de uma pessoa com um microfone na mão em uma sala cheia de pessoas. Some um pouco de carisma, e você pode contar com uma alta taxa de conversões. A triste verdade é que uma alta porcentagem de pessoas quer ceder o seu poder - eles são verdadeiros &quot;crentes&quot;! Reuniões de culto e treinamentos de potencial humano são um ambiente ideal para se observar em primeira mão o que é tecnicamente chamado de &quot;Síndrome de Estocolmo&quot;. Esta é uma situação na qual aqueles que são intimidados, controlados e torturados começam a amar, admirar e muitas vezes até desejar sexualmente os seus controladores ou captores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas permitam-me deixar aqui uma palavra de advertência: se você pensa que pode assistir tais reuniões e não ser afetado, você provavelmente está errado. Um exemplo perfeito é o caso de uma mulher que foi ao Haiti com Bolsa de Estudos da Guggenheim para estudar o vudu haitiano. Em seu relatório, ela diz como a música eventualmente induz movimentos incontroláveis do corpo, e um estado alterado de consciência. Embora ela compreendesse o processo e pudesse refletir sobre o mesmo, quando começou a sentir-se vulnerável à música ela tentou lutar e fugir. Raiva ou resistência quase sempre asseguram conversão. Poucos momentos mais tarde ela sentiu-se possuída pela música e começou a dançar, em transe, por todo o local onde se realizava o culto vudu. A fase cerebral tinha sido induzida pela música e pela excitação, e ela acordou sentindo-se renascida. A única esperança de assistir tais reuniões sem sentir-se afetado é ser um Buda, e não se permitir sentimentos positivos ou negativos. Poucas pessoas são capazes de tal neutralidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de prosseguir, vamos voltar às seis dicas de conversão. Eu quero mencionar o governo dos Estados Unidos, e os campos de treinamento militar. O Corpo de Fuzileiros Navais (the Marine Corps) afirma que quebra o moral dos homens antes de &quot;reconstruí-los&quot; como novos homens - como fuzileiros (marines)! Bem, isso é exatamente o que eles fazem, da mesma maneira que os cultos vergam o moral das pessoas e as reconstróem como felizes vendedores de flores nas esquinas. Cada uma das seis técnicas de conversão é usada nos campos de treinamento militar. Considerando as necessidades militares, não estou fazendo um julgamento quanto a se isto é bom ou ruim. É UM FATO, que as pessoas efetivamente sofrem lavagem cerebral. Aqueles que não querem se submeter devem ser dispensados, ou passarão muito de seu tempo no quartel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PROCESSO DE DECOGNIÇÃO &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez que a conversão inicial é realizada, nos cultos, no treinamento militar, ou em grupos similares, não pode haver dúvidas entre seus membros. Estes devem responder aos comandos, e fazer o que estes lhes disserem. De outra forma, eles seriam perigosos ao controle da organização. Isto é normalmente conseguido pelo Processo de Decognição em três passos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O primeiro passo é o de REDUÇÃO DA VIGILÂNCIA: os controladores provocam um colapso no sistema nervoso, tornando difícil distinguir entre fantasia e realidade. Isto pode ser conseguido de várias maneiras. DIETA POBRE é uma; muito cuidado com Brownies e com Koolaid. O açúcar &#39;desliga&#39; o sistema nervoso. Mais sutil é a &quot;DIETA ESPIRITUAL&quot;, usada por muitos cultos. Eles comem somente vegetais e frutas; sem o apoio dos grãos, nozes, sementes, laticínios, peixe ou carne, um indivíduo torna-se mentalmente &quot;aéreo&quot;. Sono inadequado é outro modo fundamental de reduzir a vigilância, especialmente quando combinada com longas horas de intensa atividade física. Também, ser bombardeado com experiências únicas e intensas consegue o mesmo resultado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O segundo passo é a CONFUSÃO PROGRAMADA: você é mentalmente assaltado enquanto sua vigilância está sendo reduzida conforme o passo um. Isto se consegue com um dilúvio de novas informações, leituras, discussões em grupo, encontros ou tratamento individual, os quais usualmente eqüivalem ao bombardeio do indivíduo com questões, pelo controlador. Durante esta fase de decognição, realidade e ilusão freqüentemente se misturam, e uma lógica pervertida é comumente aceita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O terceiro passo é PARADA DO PENSAMENTO: técnicas são usadas para causar um &quot;vazio&quot; na mente. Estas são técnicas para alterar o estado de consciência, que inicialmente induzem calma ao dar à mente alguma coisa simples para tratar, com uma atenta concentração. O uso continuado traz um sentimento de exultação e eventualmente alucinação. O resultado é a redução do pensamento, e eventualmente, se usado por muito tempo, a cessação de todo pensamento e a retirada de todo o conteúdo da mente, exceto o que os controladores desejem. O controle é, então, completo. É importante estar atento que quando membros ou participantes são instruídos para usar técnicas de &quot;parar o pensamento, eles são informados de que serão beneficiados: eles se tornarão &quot;melhores soldados&quot;, ou &quot;encontrarão a luz&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há três técnicas primárias usadas para parar o pensamento. A primeira é a MARCHA: a batida do “tump”, “tump”, “tump”, literalmente gera auto-hipnose, e grande susceptibilidade à sugestão. A segunda técnica para parar o pensamento é a MEDITAÇÃO. Se você passar de uma hora a uma hora e meia por dia em meditação, depois de poucas semanas há uma grande probabilidade de que você não retornará à consciência plena normal beta. Você permanecerá em um estado fixo alfa tanto mais quanto você continue a meditar. Não estou dizendo que isto é ruim - se você mesmo o faz. Pode então ser benéfico. Mas é um fato que você está levando a sua mente a um estado de vazio. Eu tenho testado quem medita, com máquinas EEG, e o resultado é conclusivo: quanto mais você medita, mais vazia se torna a sua mente, principalmente se usada em excesso ou em combinação com decognição; todos os pensamentos cessam. Alguns grupos espiritualistas vêem isto como nirvana - o que é besteira. Isto é simplesmente um resultado fisiológico previsível. E se o céu na terra significa não-pensamento e não-envolvimento, eu realmente pergunto por que nós estamos aqui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A terceira técnica de parar o pensamento é pelo CÂNTICO, e freqüentemente por cânticos em meditação. &quot;Falar em línguas&quot; poderia também ser incluído nesta categoria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas as três técnicas produzem um estado alterado de consciência. Isto pode ser muito bom se VOCÊ está controlando o processo, porque você também controla o que vai usar. Eu pessoalmente uso ao menos uma sessão de auto-hipnose cada dia, e eu sei quão benéfico isto é para mim. Mas você precisa saber, se usar estas técnicas a ponto de permanecer continuamente em estado alfa, embora você permaneça em um estado levemente embriagado, você estará também mais sugestionável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VERDADEIROS CRENTES &amp;amp; MOVIMENTOS DE MASSA &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de terminar esta seção de conversão, eu quero falar sobre as pessoas que são mais susceptíveis a isto, bem como sobre os Movimentos de Massa. Eu estou convencido que pelo menos um terço da população é aquilo que Eric Hoffer chama &quot;verdadeiros crentes&quot;. Eles são sociáveis, e são seguidores... são pessoas que se deixam conduzir por outros. Eles procuram por respostas, significado e por iluminação fora de si mesmos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoffer, que escreveu O VERDADEIRO CRENTE, um clássico em movimentos de massa, diz: &quot;os verdadeiros crentes não estão decididos a apoiar e afagar o seu ego; têm, isto sim, uma ânsia de se livrarem dele. Eles são seguidores, não em virtude de um desejo de auto-aperfeiçoamento, mas porque isto pode satisfazer sua paixão pela auto-renúncia!&quot;. Hoffer também diz que os verdadeiros crentes &quot;são eternamente incompletos e eternamente inseguros&quot;! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu sei disto, pela minha própria experiência. Em meus anos de ensino e de condução de treinamentos, eu tenho esbarrado com isto muitas vezes. Tudo que eu quero fazer é tentar mostrar-lhes que a única coisa a ser buscada é a Verdade interior. Suas respostas pessoais deverão ser encontradas lá, e solitariamente. Eu sempre digo que a base da espiritualidade é a auto-responsabilidade e a auto-evolução, mas muitos dos verdadeiros crentes apenas respondem que eu não possuo espiritualidade, e vão em seguida procurar por alguém que lhes dará o dogma e a estrutura que eles desejam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nunca subestime o potencial de perigo destas pessoas. Eles podem facilmente ser moldados como fanáticos, que irão com muito prazer trabalhar e até morrer pela sua causa sagrada. Isto é um substituto para a sua fé perdida, e freqüentemente lhes oferece um substituto para a sua esperança individual. A Maioria Moral é feita de verdadeiros crentes. Todos os cultos são compostos de verdadeiros crentes. Você os encontrará na política, nas igrejas, nos negócios e nos grupos de ação social. Eles são os fanáticos nestas organizações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Movimentos de Massa possuem normalmente um líder carismático. Seus seguidores querem converter outros para o seu modo de vida ou impor um novo estilo de vida - se necessário, recorrendo a uma legislação que os force a isto, como evidenciado pelas atividades da Maioria Moral. Isto significa coação pelas armas ou punição, que é o limite em se tratando de coação legal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um ódio comum, um inimigo, ou o demônio são essenciais ao sucesso de um movimento de massas. Os Cristão Renascidos tem o próprio Satã, mas isto não é o bastante - a ele se soma o oculto, os pensadores da Nova Era, e mais tarde, todos aqueles que se oponham à integração de igreja e política, como evidenciado pelas suas campanhas políticas contra a reeleição daqueles que se oponham às suas opiniões. Em revoluções, o demônio é usualmente o poder dominante ou a aristocracia. Alguns movimentos de potencial humano são bastantes espertos para pedir a seus graduados para que associem-se a alguma coisa, o que o etiquetaria como um culto - mas, se você olhar mais de perto, descobrirá que o demônio deles é quem quer que não tenha feito o seu treinamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há movimentos de massa sem demônios, mas eles raramente alcançam um maior status. Os Verdadeiros Crentes são mentalmente desequilibrados ou mesmo pessoas inseguras, sem esperança e sem amigos. Pessoas não procuram aliados quando estão amando, mas eles o fazem quando odeiam ou tornam-se obcecados com uma causa. E aqueles que desejam uma nova vida e uma nova ordem sentem que os velhos caminhos devem ser destruídos antes que a nova ordem seja construída.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TÉCNICAS DE PERSUASÃO &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Persuasão não é uma técnica de lavagem cerebral, mas é a manipulação da mente humana por outro indivíduo, sem que o sujeito manipulado fique consciente do que causou sua mudança de opinião. Eu somente tenho tempo para apresentar umas poucas das centenas de técnicas em uso atualmente, mas a base da persuasão é sempre o acesso ao seu CÉREBRO DIREITO. A metade esquerda de seu cérebro é analítica e racional. O lado direito é criativo e imaginativo. Isto está excessivamente simplificado, mas expressa o que quero dizer. Então, a idéia é desviar a atenção do cérebro esquerdo e mantê-lo ocupado. Idealmente, o agente gera um estado alterado de consciência, provocando uma mudança da consciência beta para a alfa; isto pode ser medido em uma máquina de EEG.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro, deixem-me dar um exemplo de como distrair o cérebro esquerdo. Políticos usam esta poderosa técnica todo o tempo; advogados usam muitas variações, as quais eles chamam &quot;apertar o laço&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assuma por um momento que você está observando um político fazendo um discurso. Primeiro, ele pode suscitar o que é chamado &quot;SIM, SIM&quot;. São declarações que provocarão assentimentos nos ouvintes; eles podem mesmo sem querer balançar suas cabeças em concordância. Em seguida vem os TRUÍSMOS. Estes são, usualmente, fatos que podem ser debatidos, mas uma vez que o político tenha a concordância da audiência, as vantagens são a favor do político, que a audiência não irá parar para pensar a respeito, continuando a concordar. Por último vem a SUGESTÃO. Isto é o que o político quer que você faça, e desde que você tenha estado concordando todo o tempo, você poderá ser persuadido a aceitar a sugestão. Agora, se você ler o discurso político a seguir, você perceberá que as três primeiras sentenças são do tipo &quot;sim, sim&quot;, a três seguintes são truísmos, e a última é a sugestão. &quot;Senhoras e senhores: vocês estão indignados com os altos preços dos alimentos? Vocês estão cansados dos astronômicos preços dos combustíveis? Estão doentes com a falta de controle da inflação? Bem, vocês sabem que o Outro Partido permitiu uma inflação de 18 por cento no ano passado; vocês sabem que o crime aumentou 50 por cento por todo o país nos últimos 12 meses, e vocês sabem que seu cheque de pagamento dificilmente vem cobrindo os seus gastos. Bem, a solução destes problemas é eleger-me, John Jones, para o Senado dos E.U.A.&quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu penso que você já ouviu isto antes. Mas você poderia atentar também para os assim chamados Comandos Embutidos. Como exemplo: em palavras chaves, o locutor poderia fazer um gesto com sua mão esquerda, a qual, como os pesquisadores tem mostrado, é mais apta para acessar o seu cérebro direito. Os políticos e os brilhantes oradores de hoje, orientados pela mídia, são com freqüência cuidadosamente treinados por uma classe inteiramente nova de especialistas, os quais estão usando todos os truques - tanto novos quanto antigos - para manipulá-lo a aceitar o candidato deles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os conceitos e técnicas da Neuro-Lingüística são tão fortemente protegidos que eu descobri que, mesmo para falar sobre ela publicamente ou em impressos, isto resulta em ameaça de ação legal. Já o treinamento em Neuro-Lingüística está prontamente disponível para qualquer pessoa que queira dedicar o seu tempo e pagar o preço. Esta é uma das mais sutis e poderosas manipulações a que eu já me expus. Uma amiga minha que recentemente assistiu a um seminário de duas semanas em Neuro-Lingüística descobriu que muitos daqueles com quem ela conversou durante os intervalos era pessoal do governo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma outra técnica que eu aprendi há pouco tempo é inacreditavelmente escorregadia; ela é chamada de TÉCNICA INTERCALADA, e a idéia é dizer uma coisa com palavras, mas plantar uma impressão inconsciente de alguma outra coisa na mente dos ouvintes e/ou observadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quero dar um exemplo: suponha que você está observando um comentarista da televisão fazer a seguinte declaração: &quot;O SENADOR JOHNSON está ajudando as autoridades locais a esclarecer os estúpidos enganos das companhias que contribuem para aumentar os problemas do lixo nuclear&quot;. Isto soa como uma simples declaração, mas, se o locutor enfatiza a palavra certa, e especialmente se ele faz o gesto de mãos apropriado junto com as palavras chaves, você poderia ficar com a impressão subconsciente de que o senador Johnson é estúpido. Este era o objetivo subliminar da declaração, e o locutor não pode ser chamado para explicar nada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Técnicas de persuasão são também freqüentemente usadas em pequena escala com muita eficácia. O vendedor de seguro sabe que a sua venda será provavelmente muito mais eficaz se ele conseguir que você visualize alguma coisa em sua mente. É uma comunicação ao cérebro direito. Por exemplo, ele faz uma pausa em sua conversação, olha vagarosamente em volta pela sua sala, e diz, &quot;Você pode imaginar esta linda casa incendiando até virar cinzas?&quot;. Claro que você pode! Este é um de seus medos inconscientes, e quando ele o força a visualizar isto, você está sendo muito provavelmente manipulado a assinar o contrato de seguros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Hare Krishna, ao operarem em um aeroporto, usam o que eu chamo técnicas de CHOQUE E CONFUSÃO para distrair o cérebro esquerdo e comunicarem-se diretamente com o cérebro direito. Enquanto estava esperando no aeroporto, uma vez eu fiquei por uma hora observando um deles operar. A sua técnica era a de saltar na frente de quem passasse. Inicialmente, sua voz era alta; então ele abaixava o tom enquanto pedia para que a pessoa levasse um livro, após o que pedia uma contribuição em dinheiro para a causa. Usualmente, quando as pessoas ficam chocadas, elas imediatamente recuam. Neste caso, eles ficavam chocados pela estranha aparência, pela súbita materialização e pela voz alta do devoto Hare Krishna. Em outras palavras, as pessoas iam para um estado alfa por segurança, porque elas não queriam confrontar-se com a realidade à sua frente. Em alfa, elas ficavam altamente sugestionáveis, e por isto aceitavam a sugestão de levar o livro; no momento em que pegavam o livro, sentiam-se culpadas e respondiam a uma segunda sugestão: dar dinheiro. Nós estamos todos condicionados de tal forma que, se alguém nos dá alguma coisa, nós temos de dar alguma coisa em troca - neste caso, era dinheiro. Enquanto observava este trabalhador incansável, eu estava perto o bastante para perceber que muitas das pessoas que ele parara exibiam um sinal externo de que estavam em alfa - seus olhos estavam dilatados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PROGRAMAÇÃO SUBLIMINAR &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Subliminares são sugestões ocultas que somente o nosso subconsciente percebe. Podem ser sonoras, ocultas por entre a música; visuais, disfarçadas em cada quadro e mostrados tão rapidamente na tela que não são vistos; ou espertamente incorporados ao quadro ou desenho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas fitas de áudio de reprogramação subliminar oferecem sugestões verbais gravadas em baixo volume. Eu questiono a eficácia desta técnica - se as subliminares não são perceptíveis, elas não podem ser efetivas, e subliminares gravadas abaixo do nível de audição são, por esta razão, inúteis. A mais antiga técnica de áudio subliminar usa uma voz que segue o volume da música de tal modo que as subliminares são impossíveis de detectar sem um equalizador paramétrico. Mas esta técnica é patenteada, e, quando eu quis desenvolver minha própria linha de audiocassetes subliminares, negociações com os detentores desta patente provaram ser insatisfatórias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu procurador obteve cópias das patentes, as quais eu dei a alguns talentosos engenheiros de som de Hollyhood pedindo-lhes para criarem uma nova técnica. Eles encontraram um modo de modificar psico-acusticamente e sintetizar as subliminares de tal modo que elas fossem projetadas no mesmo acorde e freqüência que a música, assim dando-lhes o efeito de fazerem parte da música. Mas nós descobrimos que usando estas técnicas, não há maneira de reduzir as freqüências para detectar os subliminares. Em outras palavras, embora eles possam ser ouvidos pela mente subconsciente, não podem ser monitorados mesmo pelos mais sofisticados equipamentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se nós podemos criar esta técnica tão facilmente como o fizemos, eu posso somente imaginar quão sofisticada a tecnologia se tornou, com fundos ilimitados do governo e da publicidade. E eu estremeço só de pensar na manipulação dos comerciais de propaganda a que estamos expostos diariamente. Não há simplesmente nenhuma maneira de saber o que há por trás da música que você ouve. E pode mesmo ser possível esconder uma segunda voz por trás da voz que você está ouvindo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As séries de Wilson Bryan Key, Ph.D., sobre subliminares em publicidade e campanhas políticas documentam bem o abuso em muitas áreas, especialmente na publicidade impressa em jornais, revistas e posters.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A grande questão sobre subliminares é: eles funcionam? Eu garanto que sim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não somente devido àqueles que usaram minhas fitas, mas também dos resultados de tais programas subliminares por trás das músicas das lojas de departamentos. Supostamente, a única mensagem eram instruções para não roubar: uma cadeia de lojas de departamentos da Costa Leste reportou uma redução de 37 por cento em furtos nos primeiros nove meses do teste.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um artigo de 1984 no jornal &quot;Brain-Mind Bulletin&quot; declara que até 99 por cento de nossa atividade cognitiva pode ser &quot;não-consciente&quot;, de acordo com o diretor do Laboratório de Psicofisiologia Cognitiva da Universidade de Illinois. O longo relatório termina com a declaração, &quot;estas ferramentas apoiam o uso de abordagens subliminares tais como sugestões gravadas em fita para perder peso, e o uso terapêutico da hipnose e Programação Neuro-Lingüística&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ABUSO DAS MASSAS &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu poderia relatar muitas histórias que apoiam a programação subliminar, mas eu gastaria muito tempo para falar mesmo dos mais sutis usos de tal programação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu experimentei ir pessoalmente, com um grupo, a reuniões no auditório de Los Angeles, onde mais de dez mil pessoas se reúnem para ouvir uma figura carismática. Vinte minutos depois de entrar no auditório eu percebi que estava indo e vindo de um estado alterado de consciência. Todos que me acompanhavam estavam experimentando a mesma coisa. Como este é o nosso negócio, nós percebíamos o que acontecia, mas os que nos rodeavam nada percebiam. Por cuidadosa observação, o que parecia ser uma demonstração expontânea era, de fato, uma astuta manipulação. A única maneira que eu podia imaginar pela qual se poderia fazer a indução ao transe era por meio de uma vibração de 6 a 7 ciclos por segundo que soava juntamente com o som do ar condicionado. Esta vibração em particular gera um ritmo alfa, a qual tornará a audiência altamente susceptível às sugestões. De 10 a 25 por cento da população é capaz de ir para um estado alterado de consciência sonambúlico; para estas pessoas, as sugestões do locutor, se não-ameaçadoras, podem potencialmente ser aceitas como &quot;comandos&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIBRATO &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isto nos leva a mencionar o VIBRATO. Vibrato é o efeito de trêmulo feito por alguma música instrumental ou vocal, e a sua faixa de freqüências conduz as pessoas a entrarem em um estado alterado de consciência. Em um período da história inglesa, aos cantores cuja voz possuía um vibrato pronunciado não era permitido cantarem em público, porque os ouvintes entravam em um estado alterado de consciência, quando então tinham fantasias, inclusive de ordem sexual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pessoas que assistem à ópera ou apreciam ouvir cantores como Mário Lanza estão familiarizados com os estados alterados induzidos pelos cantores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ELF &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, vamos levar esta condição um pouco mais longe. Há também ondas de freqüência extra-baixa (ELFs) inaudíveis. Elas são eletromagnéticas por natureza. Um dos usos básicos das ELFs é a comunicação com nossos submarinos. O dr. Andrija Puharich, um altamente respeitado pesquisador, em uma tentativa de alertar os oficiais americanos acerca do uso pelos russos das ELFs, realizou uma experiência. Voluntários tinham conexões ligadas aos seus cérebros de modo a que as ondas pudessem ser medidas em um EEG. Eles eram isolados em uma sala de metal que era imune à penetração de qualquer sinal normal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Puharich então irradiou ondas ELF para os voluntários. As ondas ELFs passam direto através da Terra, e, claro, atravessam paredes de metal. Os que estavam isolados não sabiam se o sinal estava ou não sendo enviado, e Puharich observou as reações em um aparelho: 30 por cento dos que estavam na sala acusavam o sinal de ELF em seis ou dez segundos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando eu digo &quot;acusavam&quot;, eu quero dizer que o seu comportamento seguia as mudanças prevista para freqüências muito precisas. Ondas abaixo de seis ciclos por segundo causavam perturbações emocionais e até a interrupção de funções físicas. Para 8.2 ciclos, eles sentiam um um elevado sentimento, como se estivessem em uma poderosa meditação, aprendida à custa de muitos anos. Onze até 11,3 ciclos induziam ondas de depressão e agitação, que conduziam a um comportamento turbulento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O NEUROFONE &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O dr. Patrick Flanagan é um meu amigo pessoal. No início dos anos 60, como um adolescente, Pat foi listado como um dos maiores cientistas do mundo pela revista Life. Entre os seus muitos inventos havia um dispositivo que ele chamou Neurofone - um instrumento eletrônico que podia, com sucesso, transmitir sugestões diretamente através do contato com a pele. Quando ele tentou patentear o dispositivo, o governou demandou para que ele provasse que era dele o invento. Quando ele o fez, a Agência de Segurança Nacional confiscou o neurofone. Pat levou dois anos de batalha legal para ter sua invenção de volta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usando o dispositivo, você não ouve ou vê nada; ele é aplicado à pele, a qual Pat afirma que é a fonte de sentidos especiais. A pele contém mais sensores de calor, toque, dor, vibração e campos elétricos do que qualquer outra parte da anatomia humana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um de seus recentes testes, Pat conduziu dois idênticos seminários para uma audiência militar - um seminário em uma noite e outro na seguinte, porque a sala não era bastante grande para acomodar todos ao mesmo tempo. Quando o primeiro grupo provou ser muito pouco receptivo e relutante em responder, Patrick passou o dia seguinte fazendo uma fita de áudio especial para tocar no segundo seminário. A fita instruía a audiência a ser extremamente calorosa, sensível e para que as suas mãos &quot;formigassem&quot;. A fita foi tocada através do neurofone, o qual foi conectado por um fio que ele colocou ao longo do teto da sala. Não havia locutores, e assim nenhum som podia ser ouvido, e ainda assim a mensagem foi transmitida com sucesso através do fio diretamente para a mente dos que assistiam o seminário. Eles foram calorosos e receptivos, suas mãos formigaram e eles responderam à programação, com reações que não posso mencionar aqui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto mais procuramos descobrir sobre como os seres humanos agem, através da altamente avançada tecnologia de hoje, tanto mais aprendemos a controlá-los. E o que provavelmente mais me assusta é que o meio para dominá-los já está aí! A televisão em sua sala e quarto está fazendo muito mais do que apenas dar-lhe entretenimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de continuar, deixem-me ressaltar alguma coisa a mais acerca do estado alterado de consciência. Quando você vai para um estado alterado, você passa a usar o lado direito do cérebro, o que resulta na liberação dos opiáceos internos do corpo: encefalinas e beta-endorfinas, que quimicamente são quase idênticas ao ópio. Em outras palavras, dá uma boa sensação, a qual você sempre irá querer mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Testes recentes feitos pelo pesquisador Herbert Krugman mostraram que enquanto as pessoas assistem à TV, a atividade do cérebro direito excede em número a atividade do cérebro esquerdo por uma relação de dois para um. Colocando de maneira mais simples, as pessoas estão em um estado alterado e muito freqüentemente, em transe. Elas estão conseguindo a sua beta-endorfina &quot;fixa&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para medir a extensão da atenção, o psicofisiologista Thomas Mulholland, do Hospital de Veteranos de Bedford, Massachusetts, ligou telespectadores jovens a uma máquina EEG que estava ligada a um fio que interrompia a TV sempre que o cérebro dos jovens produzisse uma maioria de ondas alfa. Embora lhes fosse pedido que se concentrassem, somente uns poucos puderam manter o aparelho ligado por mais do que 30 segundos! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos telespectadores já estão hipnotizados. Aprofundar o transe é fácil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um modo simples é colocar um quadro preto a cada 32 quadros do filme que está sendo projetado. Isto cria uma pulsação de 45 batidas por minuto, percebida somente pela mente subconsciente - o ritmo ideal para provocar uma hipnose profunda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os comerciais ou sugestões apresentados pelas emissoras seguindo esta indução ao transe-alfa são muito mais comumente aceitas pelos telespectadores. A alta porcentagem da audiência que atinge o sonambulismo profundo pode muito bem aceitar as sugestões como comandos - pelo menos enquanto estes não contrariarem suas convicções morais, a religião ou sua auto-preservação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O meio para dominar está aqui. Até a idade de 16 anos, as crianças terão passado de 10.000 a 15.000 horas vendo televisão - o que é mais tempo do que ele passam na escola! Na média dos lares, o aparelho de TV fica ligado seis horas e 44 minutos por dia - um acréscimo de nove minutos sobre o ano passado, e três vezes a média de crescimento durante os anos 70.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isto obviamente não está melhorando...nós estamos rapidamente nos movendo para um mundo nível alfa - muito possivelmente o mundo Orwelliano de &quot;1984&quot; - plácido, olhar vítreo e resposta obediente às instruções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um projeto de pesquisa de Jacob Jacoby, um psicólogo da Universidade Purdue, descobriu que de 2.700 pessoas testadas, 90 por cento entenderam mal até mesmo simples opiniões mostradas em comerciais e &quot;Barnaby Jones&quot;. Apenas alguns minutos depois, o típico telespectador esquece de 23 a 36 por cento dos assuntos que ele ou ela vê. É claro que eles estavam entrando e saindo do transe! Se você for para um transe profundo, pode ser instruído para relembrar - do contrário, automaticamente esquece tudo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu toquei unicamente a ponta do iceberg. Quando você começa a combinar mensagens subliminares por trás da música, projetar cenas subliminares na tela, produzir efeitos ópticos hipnóticos, ouvir batidas musicais a um ritmo que induz ao transe...você tem uma extremamente eficaz lavagem cerebral. Cada hora que você passa assistindo a TV deixa-o cada vez mais condicionado. E, no caso de você pensar que exista uma lei contra tudo isto, esqueça. Não há! Existem muitas pessoas poderosas que obviamente preferem que as coisas permaneçam exatamente como estão. Será que elas planejam algo? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Texto traduzido por LGA) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: http://www.dicksutphen.com/html/dick_sutphen_articles.html&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://delumar.blogspot.com/feeds/87381823720132723/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/10/batalha-pela-sua-mente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/87381823720132723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/87381823720132723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/10/batalha-pela-sua-mente.html' title='A BATALHA PELA SUA MENTE'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8626129489293776221.post-1197219605985788721</id><published>2010-09-25T10:44:00.000-03:00</published><updated>2010-09-25T10:44:36.374-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Esoterismos"/><title type='text'>H. P. BLAVATSKY: UM ESBOÇO DE SUA VIDA</title><content type='html'>H. P. BLAVATSKY: UM ESBOÇO DE SUA VIDA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1xzhsU4mbR6Tj_DISYY0FoBbJKsF9be7T3J9Jcg0DMP7RS3BMELYdaQIDspwXQqpBVSG5bwg1Vc23qrlA1FSCIW7EyXUOtNmzABBIuHIMb37YiFawbsexjr3s01C1HJV2g4AXGnNh3wA/s1600/HELENA.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1xzhsU4mbR6Tj_DISYY0FoBbJKsF9be7T3J9Jcg0DMP7RS3BMELYdaQIDspwXQqpBVSG5bwg1Vc23qrlA1FSCIW7EyXUOtNmzABBIuHIMb37YiFawbsexjr3s01C1HJV2g4AXGnNh3wA/s1600/HELENA.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena Petrovna Blavatsky, uma das mais notáveis figura mundiais de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
fins do século XIX, foi muito revolucionária e desafiante ante as&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ortodoxias que imperavam, já se tratasse de religião, ciência,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
filosofia ou psicologia, para permanecer ignorada. Foi uma iconoclasta&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que fez pedacinhos os envoltórios que ocultavam o Real do ilusório:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mas a maioria, obstinada aos convencionalismos e ignorante da Verdade,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
atacou-a e injuriou por sua temeridade e coragem ao rasgar o véu&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
daquilo que parecia uma blasfêmia revelar. Lenta mas certamente os&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
anos a vindicaram. Apesar de ser ultrajada, ela se contentou&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
trabalhando “ao serviço da humanidade” e demonstrou sua sabedoria ao&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
deixar que as futuras gerações julgassem sua magnífica obra .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena Petrovna Hahn nasceu prematuramente na meia-noite entre o 30 e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31 de julho (segundo o calendário russo em 12 de agosto) de 1831, no&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ekaterinoslav, província do Ekaterinoslav, ao sul da Rússia. Alguns&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
estranhos incidentes que ocorreram na hora de seu nascimento e em&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
oportunidade de seu batismo, fizeram que a servidão lhe pressagiasse&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
uma existência tormentosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena foi uma menina indócil, descendente de uma larga linha de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
homens e mulheres poderosos e altivos. A história de sua linhagem é a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
história da Rússia. Séculos atrás os nômades eslavos erravam pelas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
regiões do centro e parte oriental da Europa, e embora tinham suas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
formas próprias de governo, quando se estabeleceram no Novgorod&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
começaram a produzir-se entre eles lutas internas às quais não&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
conseguiam pôr fim. Chamaram então em sua ajuda ao Rurik (862), chefe&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de uma das errantes tribos do Russ”, homens do norte ou escandinavos,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que procuravam estender seu rádio de influência. Rurik estabeleceu o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
primeiro governo civil no Novgorod, que se converteu em um poderoso&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
centro comercial para o oriente e ocidente. Ele foi o primeiro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
soberano e reinou por espaço de quinze anos. Durante sua vida seu&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
filho Igor e seu sobrinho Oleg consolidaram seu poderio no oeste e no&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sul do país; Kiev se converteu em um grande principado, e o que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
governava ali era virtualmente o soberano da Rússia. Ao correr dos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
séculos os descendentes do Rurik se expandiram em são de conquista e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
domínio através do país: Vladimiro I (morto no ano 1015) escolheu ao&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cristianismo como religião de seu povo e o denominado “paganismo”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
desapareceu. Yaroslao o Sábio (morto no 1034) estruturou os Códigos e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Direitos Russos”. O sexto filho do Vladimiro II (1113-25) foi Yuri, o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ambicioso ou “dolgorouki”, apelativo este que se manteve como um&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
título de família. Yuri fundou Moscou e sua dinastia deu origem aos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
capitalistas Grandes Duques que governaram e, como sempre, lutaram&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
entre si ferozmente. Em 1224 as hordas mogóis aproveitaram esta falta&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de união e dominaram aos grupos turbulentos, cada um dos quais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
invejava o poder e a posição do outro. Mas Iván III, um Dolgorouki, no&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ano 1480 rompeu o jugo mogol, e Iván IV exigiu ser coroado como Czar,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
adotando-a autoridade suprema. Com seu filho terminou a larga e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
brilhante dinastia Dolgorouki. Não obstante, a família ainda teve&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
influência na época dos Romanoff até a morte da avó da senhora&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Blavatsky, a talentosa e erudita Princesa Elena Dolgorouki que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
contraiu matrimônio com o André Mikaelovitch Fadéef, o “major” da&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
linha dos Dolgorouki, da qual os Czares Romanoff eram considerados um&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dos ramos mais “jovens”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como se viu, a família da Helena era uma das de primeira fila na&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rússia, com tradição e dignidade a sustentar e conhecida através de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
toda a Europa. Helena foi uma rebelde e desde sua infância se burlou&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
firmemente dos convencionalismos, embora ela era o suficientemente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sensitiva para compreender que suas ações não deviam afetar a sua&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
família nem ferir sua honra. Seu pai, o Capitão Peter Hahn, descendia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dos velhos Cruzados do Mecklenburg, os Rottenstern Hans. Devido a sua&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mãe, uma ilustrada literata, morreu quando ela tinha onze anos, passou&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena sua infância com seus avós, os Fadéef, em uma velha e imensa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mansão no Saratov que cobria a muitos membros da família e a numerosos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
criados e assistentes por ser seu avô Fadéef, governador da província&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
do Saratov.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A natureza da Helena estava fortemente imbuída com uma inata&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
capacidade psíquica, tão capitalista que indubitavelmente constituía&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sua mais predominante característica. Ela sustentava e demonstrava que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tinha habilidade para comunicar-se com os moradores dos mundos sutis e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
invisíveis e com os seres que para nós estão “mortos”. Esta capacidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
natural foi posteriormente disciplinada e desenvolvida através de toda&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sua vida. Sua educação sofreu a influência da posição social de sua&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
família e dos fatores culturais imperantes. Assim ela foi uma hábil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
lingüista e uma brilhante música, adquiriu sentido científico e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
experiência através de sua erudita avó e herdou as faculdades&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
literárias que caracterizavam à família.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1848, à idade de 17 anos, Helena contraiu matrimônio com o General&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nicephore V. Blavatsky, governador da província do Erivan, que era um&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
homem já entrado em anos. existem diversas versões referentes ao&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
porquê deste casamento, mas o que se fez evidente de um primeiro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
momento foi que esta união não agradou a Helena, pois depois de três&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
meses ela abandonou a seu marido e fugiu a casa de seus familiares,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
quem a enviou a seu pai. Mas, temerosa de que a obrigasse a retornar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
com o General Blavatsky, voltou a escapar, começando assim seus anos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de vagabundagem e aventuras. Apesar disso seu pai manteve contato com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ela e a ajudou financeiramente. Aparentemente ela se manteve afastada&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
da Rússia o tempo necessário para fazer que a separação de seu marido&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
fora legal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1851 Helena, agora Madame Blavatsky ou H. P. B., encontrou pela&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
primeira vez fisicamente a seu Professor, o Irmão Maior ou Adepto, que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tinha sido sempre seu protetor e a tinha preservado de danos maiores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em suas aventuras juvenis. A partir desse momento ela se converteu em&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sua fiel discípula, totalmente obediente a suas indicações ou&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
diretivas. Sob Seu guia aprendeu a controlar e dirigir as forças às&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
quais se encontrava submetida em razão de sua excepcional natureza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta condução a levou através de experiências de extraordinária&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
variedade dentro dos domínios da magia e do ocultismo. Ela aprendeu a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
receber mensagens de seus Professores e a transmiti-los a seus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
destinatários, evitando corajosamente cada perigo e má interpretação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em seu caminho. Seguir o rastro de suas peregrinações durante o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
período de sua aprendizagem, é vê-la a ela trabalhando através de todo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o mundo. Parte deste tempo o passou H. P. B. nas regiões do Himalaya,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
estudando em monastérios nos quais se preservaram os ensinos de alguns&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dos mais eruditos e espirituais Professores dos tempos passados. Ela&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
estudou a Vida e as Leis dos mundos internos e as regras que devem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cumprir-se para ganhar o acesso aos mesmos. Como testemunho desta&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
etapa de seu treinamento esotérico, deixou-nos uma deliciosa versão de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
axiomas espirituais em seu livro The Voice of the Silence (A Voz do&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Silêncio).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1873, H. P. Blavatsky foi aos Estados Unidos da América para&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
realizar a obra que lhe tinha sido encomendada. Para qualquer espírito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
menos valoroso, isto tivesse parecido irrealizável, mas ela, uma&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
desconhecida mulher russa, irrompeu no movimento Espírita que então&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
comovia tão profundamente a América e em menor grau a outros países.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As mentes científicas estavam ansiosas de descobrir o significado dos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
estranhos fenômenos e lhes resultava difícil encontrar o caminho no&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
enorme conjunto de fraudes e enganos existentes. Desde duas maneiras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tratou H. P. B. de achar uma explicação aos mesmos, ou seja: 1) pela&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
demonstração prática de seus próprios poderes; e 2) declarando que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
existia um antiquísimo conhecimento das mais profundas leis da vida,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
estudado e preservado por aqueles que podiam usá-lo com segurança e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
para realizar o bem, seres que em suas mais altas filas recebiam a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
denominação de “Professores”, embora também outros títulos eram usados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por Eles, como ser Adeptos, Chohans, Irmãos Maiores, a Hierarquia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oculta, etcétera.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para substanciar suas declarações, H. P. B. escreveu Isis Unveiled&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Isis sem Véu), em 1877, e The Secret Doctrine (A Doutrina Secreta),&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em 1888, obras ambas transmitidas a ela pelos Professores. No Isis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Unveiled arrojou valorosamente o peso da evidência recolhimento por&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ela nas escrituras do mundo e outros registros, nos aspectos relativos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
à ortodoxia religiosa, o materialismo científico, as crenças cegas, o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cepticismo e a ignorância. Ela tropeçou com a injúria, mas o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pensamento do mundo foi afetado e iluminado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando H. P. B. foi “enviada” aos Estados Unidos, uma de suas tarefas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mais importantes foi constituir uma Sociedade, a qual foi denominada&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
durante sua formação THE THEOSOPHICAL SOCIETY (Sociedade Teosófica) e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tinha por objeto “recolher e difundir o conhecimento das leis que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
governam o Universo” . A Sociedade convidava a fraternal cooperação de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
todos os que pudessem compreender a importância de seu campo de ação e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tivessem simpatia pelos objetivos para os quais tinha sido organizada”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
. Esta “cooperação fraternal” chegou a converter-se no primeiro dos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Três Propósitos do trabalho desenvolvido pela Sociedade, os que por&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
muitos anos foram enunciados como segue:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro: Formar o núcleo de uma Fraternidade Universal da Humanidade, sem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
distinção de raça, crença, sexo, casta ou cor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo: Fomentar o estudo comparativo da Religião, a Filosofia e a Ciência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Terceiro: Investigar as leis inexplicáveis da Natureza e os poderes latentes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
latentes no homem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encomendou ao Madame Blavatsky persuadisse ao Coronel Henry Steel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olcott para que cooperasse com ela no concernente à formação da&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sociedade. Ele era um homem altamente apreciado e muito conhecido na&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
vida pública da América, e tanto ele como H. P. B. sacrificaram tudo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
com o fim de desenvolver a tarefa que os Professores lhes tinham&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
crédulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eles foram à a Índia em 1879 e ali estabeleceram os primeiros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
fundamentos firmes de seu trabalho. A Sociedade se expandiu&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
rapidamente de país em país, fortemente apoiada pelos homens e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mulheres para quem tinha resultado convincentes sua afirmação de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
serviço à humanidade, a amplitude de sua plataforma, a claridade e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
lógica de sua filosofia e a inspiração de seu guia espiritual. H. P.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
B. foi investida pelos Professores com a responsabilidade de repartir&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a Doutrina Secreta ou teosofía ao mundo - ela foi a suprema&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
instrutora; e ao Coronel Olcott foi delegada a terea de organizar a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sociedade, o que realizou com notável êxito. É obvio estes pioneiros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
acharam oposição e incompreensão, especialmente H. P. B., mas ela&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
estava preparada para qualquer sacrifício. Assim ela tinha escrito no&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Prefácio de LA DOUTRINA SECRETA: “Estou acostumada às injúrias,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
acho-me em relação diária com a calúnia, e ante a maledicência me&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sorrio com silencioso desdém”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O período mais efetivo e brilhante da vida do H. P. B. foi&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
possivelmente o que aconteceu a Inglaterra entre 1887 e 1891. Já&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tinham passado em parte os efeitos causados pelo injusto Relatório da&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Society for Psychical Research” do ano 1885, a respeito dos fenômenos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que ela produzia, como deste modo os dos ataques dos missionários&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cristãos da Índia. A sua incessante tarefa de escrever, editar e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
atender a correspondência, adicionava-se a tarefa de instruir a seus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
discípulos para capacitá-los no prosseguimento de sua obra. A este fim&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ela organizou, com a aprovação oficial do Presidente (o Coronel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olcott), a Seção Esotérica da Sociedade Teosófica. No ano 1890 mais de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
um milhar de membros de muitos países se encontravam sob sua direção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A DOUTRINA SECRETA se define por si mesmo através de seu título, e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“não expõe a Doutrina Secreta em sua totalidade, a não ser um número&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
selecionado de fragmentos de seus princípios fundamentais”. 1) Ela&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
indica: que pode obter uma percepção das verdades universais através&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
da comparação da Cosmogénesis dos antigos; 2) proporciona uma guia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
para revelar a verdadeira história racial da humanidade; 3) levanta o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
véu da alegoria e do simbolismo para revelar a beleza da Verdade; 4)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
apresenta ao intelecto ofegante, à intuição e à percepção espiritual,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
os “secretos” cientistas do Universo para sua compreensão. Eles seguem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sendo secretos até tão não sejam comprovados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
H. P. B. faleceu em 8 de maio de 1891 e deixou à posteridade o grande&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
legado de alguns dos mais elevados pensamentos jamais apresentados ao&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mundo. Ela abriu as portanto tempo fechadas leva dos Mistérios,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
revelou uma vez mais a verdade sobre o Homem e a Natureza e deu&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
testemunho da presença sobre a terra da Hierarquia Oculta que guarda e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
guia ao mundo. Ela é reverenciada por muitos milhares, porque ela foi&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e é um farol que ilumina o caminho às alturas às quais todos devem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ascender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
JOSEPHINE RANSOM</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://delumar.blogspot.com/feeds/1197219605985788721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/09/h-p-blavatsky-um-esboco-de-sua-vida_25.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/1197219605985788721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/1197219605985788721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/09/h-p-blavatsky-um-esboco-de-sua-vida_25.html' title='H. P. BLAVATSKY: UM ESBOÇO DE SUA VIDA'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1xzhsU4mbR6Tj_DISYY0FoBbJKsF9be7T3J9Jcg0DMP7RS3BMELYdaQIDspwXQqpBVSG5bwg1Vc23qrlA1FSCIW7EyXUOtNmzABBIuHIMb37YiFawbsexjr3s01C1HJV2g4AXGnNh3wA/s72-c/HELENA.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8626129489293776221.post-8071635206764550491</id><published>2010-08-13T16:39:00.000-03:00</published><updated>2010-08-13T16:39:40.674-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Biografia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Maçonaria"/><title type='text'>VIDA E OBRA DE JEAN DESAGULIERS ( 1683 - 1744 )</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiyPXxQSpHFft_-tf4aG_wbwZhyphenhyphenmDhi9ReKM1gOR0wffoOG5y9lyt1X38vCmDupvcWZzL-auahljFWgmXRB-Bw0sQ5zXgJULxwuHzVpXQRW_for22ZZRLZmBIe33FNDbAqSxD_S0eySYxU/s1600/images.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; ox=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiyPXxQSpHFft_-tf4aG_wbwZhyphenhyphenmDhi9ReKM1gOR0wffoOG5y9lyt1X38vCmDupvcWZzL-auahljFWgmXRB-Bw0sQ5zXgJULxwuHzVpXQRW_for22ZZRLZmBIe33FNDbAqSxD_S0eySYxU/s320/images.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vida e Obra de Jean Theophile Desaguliers (1683-1744) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autor : Venerável Ir. William Almeida de Carvalho 33 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I – Introdução&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Visa-se aqui dar uma idéia acerca da vida e da obra de Jean Théophile Desaguliers, mais conhecido na Inglaterra como John Theophilus. Desaguliers ocupa uma posição impar quando da fundação da Grande Loja de Londres, por não se identificar com alguns nobres empoados de então nem com os supersticiosos maçons plebeus dos primórdios que confundiam superstição com esoterismo e misticismo, fato tão comum no Brasil de hoje.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desaguliers, além de possuir uma sólida formação científica, como se verá a seguir, era um homem também pragmático, preocupado em resolver os problemas concretos de seu tempo, extrapolando na preocupação com questões metafísicas. Homem de escol, é considerado um dos Pais Fundadores da moderna maçonaria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II – A Saga Huguenote de La Rochelle &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O nosso personagem é proveniente de uma família huguenote. Como se sabe, huguenotes são protestantes franceses que se desenvolveram durante a Reforma do século XVI. Sofreram penosas perseguições já que a fé que os guiava, durante muitos anos, esteve baseada nas idéias de Calvino. Esses protestantes fundaram em 1559 uma igreja na França que grassou como um rastilho de pólvora. Emergiram vitoriosos sobre as forças católicas durante as Guerras Religiosas (1562-98) e, pelo Edito de Nantes, receberam uma certa liberdade religiosa e política.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desaguliers nasceu em 12 de março de 1683 em Aytré, um subúrbio de La Rochelle na França. Era filho do pastor huguenote Jean Desaguliers da comunidade protestante de La Rochelle.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os huguenotes franceses viviam por esta época momentos difíceis. Desde o começo do século XVI, La Rochelle era uma cidade muito próspera que lucrava com o comércio, principalmente com o da América. Tornou-se um centro calvinista extremamente ativo. Em 1571, houve um importante sínodo protestante que adotou, sobre a inspiração de Théodore de Bèze, a Confissão de La Rochelle. Em 1573, Henrique III, ainda como duque de Anjou, cercou a cidade por mais de seis meses. Os protestantes franceses formavam então um formidável grupo de pressão econômica, política e militar, sustentados pelos ingleses, alemães, holandeses e genebrinos. Não eram camponeses, mas sim citadinos nobres e burgueses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na segunda metade do século XVI, os ataques católicos aos protestantes fazem-se cada vez mais virulentos, culminando com o massacre de São Bartolomeu, em 24 de agosto de 1572, no qual foram mortos mais de 30.000 pessoas. Os católicos franceses, reagrupados no partido da Santa Liga, entre 1576 e 1584, não cessaram de fustigar os protestantes e os reis considerados muito hesitantes. Na esperança de legalizar na França a existência de uma igreja reformada e de apaziguar os ânimos, o rei Henrique IV (1553-1610), soberano então protestante, convertido ao catolicismo uma semana antes do massacre de São Bartolomeu e reconvertido ao protestantismo em 1576, assina em 13 de abril o Edito de Nantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Edito de Nanates concedia aos protestantes concessões consideráveis, notadamente a liberdade de consciência; a liberdade de culto nos domicílios senhoriais, em todas as cidades onde o culto reformado existisse de fato; uma anistia geral para todos os “crimes” cometidos no passado e a outorga de 150 lugares de refúgio, 66 cidades ou castelos onde a guarnição era mantida pelo rei. São exemplos significativos as cidades de Montauban e La Rochelle que pertenciam então aos protestantes desde a primeira guerra de religião de 1562. La Rochelle tornou-se a mais forte praça de guerra cedida aos protestantes pelo Edito de Nantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Edito de Nantes era mais uma constituição que um edito, pois, efetivamente, era a constituição político-religiosa de uma minoria tornada independente dentro do país, ou seja, um Estado dentro do Estado. Tal situação não iria durar muito, já que os ódios represados logo explodiriam. Em 1627, o cardeal Richelieu, a propósito do pacto entre La Rochelle e a Inglaterra, que já declarara guerra à França, iniciou a destruição daquela praça de guerra protestante em solo francês. O cardeal conduziu pessoalmente o cerco à cidade rebelde, construindo em terra firme, 12 km de linhas contínuas de fortificações e, no mar, a construção de um dique destinado a impedir a chegada de suprimentos aos sitiados pela frota inglesa. Os rochelenses, comandados pelo almirante Jean Guitton, prefeito da cidade, resistiram durante quinze meses até que a fome forçou-os à rendição em 28 de outubro de 1628. As fortificações da cidade foram arrasadas e as franquias municipais suprimidas. A partir de então, La Rochelle entrou em declínio sensível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luiz XIV, persuadido pelo fato de que os protestantes, desde então, haviam desaparecido do solo francês, seja pela fuga, pela conversão ou pelo massacre, resolveu abolir o Edito de Nantes pela sua inutilidade e falta de objetivo. Pensou ter criado, assim, a ferro e fogo, a unidade religiosa do país. Em 18 de outubro de 1685, outorgou o edito de Fontainebleau que revogou o Edito de Nantes. Por tal edito, os protestantes perderam “ipso facto” toda liberdade de culto e toda garantia de segurança, ou seja, seriam extirpado, seu “status” legal. Tornaram-se, portanto, foras-da-lei; suas propriedades foram confiscadas e privados de todos os seus direitos pessoais. A guerra civil irrompeu como guerra clandestina, com a fuga para os países protestantes de centenas de clérigos, que se auto-exilaram, pois foi-lhes dado um prazo de 14 dias para deixar a França, caso contrário sofreriam a pena de morte. Suas igrejas destruídas, foram deixadas em ruínas. Tiveram, por conseguinte, que abandonar ex abrupto não somente seus bens, também de seus filhos, sendo-lhes proibido levá-los para fora da França, para que se se reeducassem na fé romana. Mais de 400.000 huguenotes se refugiaram, principalmente na Holanda e na Prússia, países que se gratificaram em receber tais recursos humanos estratégicos, em sua imensa maioria, comerciantes, empresários e letrados. A América inglesa recebeu também um contigente respeitável de tais quadros que desfalcaram a elite francesa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III – O Exílio Londrino e a Vida Acadêmica&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pai do nosso Desaguliers, o pastor Jean foge para Guernsey por causa da Revogação, levando consigo o pequeno Jean Théophile, com dois anos, escondido dentro de um tonel. Nove anos depois se estabeleceram em Londres. Convém aqui especular sobre como tais fatos trágicos, vividos pelos huguenotes e pela família Desaguliers em particular, marcaram a mente do nosso personagem, influenciando-o na busca da paz e da fraternidade e na sede por conhecimento científico e tecnológico que o perseguiram durante toda sua vida. Nunca confundiu esoterismo com superstição, como é tão comum no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Instalado em Londres, Jean Desaguliers pai integrou-se rapidamente ao clero anglicano e tornou-se pastor numa igreja na Swallow Street (rua da Andorinha), templo favorito dos imigrados franceses. Criou, concomitantemente, uma escola em Islington, freqüentada pelos filhos de outros refugiados, dentre eles vários nobres. Seria aí, que o jovem Jean Théophile, educado pelo seu pai até os 16 anos, matriculou-se e recebeu um estudo de elite que o tornou apto a ingressar na mais prestigiosa universidade inglesa: o Christ Church de Oxford. Ali estudou com o Dr. John Keill, professor de astronomia já célebre pelas suas teorias de filosofia experimental, premissas das ciências modernas, e autor de duas obras: uma Introductio ad veram physicam seu lectiones physicae habitae in schola naturalis philosophiae Academia Oxoniensis (Uma Introdução à Filosofia Natural ou Conferências Filosóficas lidas na Universidade de Oxford) e uma Introductio ad veram astronomiam seu lectiones astronomicae habitae in schola astronomiae Academia Oxoniensis (Uma Introdução à verdadeira astronomia ou Conferências de Astronomia lidas na Escola de Astronomia da Universidade de Oxford).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jean T. Desaguliers bacharelou-se em 1709 e recebeu o diaconado do bispo de Londres em 7 de junho de 1710. Neste mesmo ano, diplomou-se, tendo, em seguida, obtido um mestrado em filosofia e letras em 1712, sucedendo ao Dr. Keill na cadeira de filosofia experimental no Hert Hall de Oxford. Neste meio tempo, em Shadwell, casou-se com Joanna, a filha de William Pudsley e um ano mais tarde mudou-se para Westminster onde se tornou o primeiro mestre de conferências em ciências. Vem desta época a sua amizade com Sir Isaac Newton (1642-1727) que se tornou o padrinho de um de seus dois filhos. Em 16 de março de 1718 obtém o título de Doutor em Direito Civil por Oxford, tendo, antes, recebido as ordens sacerdotais em 8 de dezembro de 1717 do bispo de Ely, sendo presenteado, pelo Lorde Chanceler, com a cúria de Bridgeham no Norfolk, que dirigiu até março de 1726 quando a trocou para viver em Little Warley no Essex.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No século XVIII, não era usual para um clérigo operar em dois lugares simultâneamente. Assim, em 28 de agosto de 1719, tornou-se capelão do duque de Chandos que lhe ofereceu a paróquia de Whitchurch no Middlesex. Nesse ínterim, conservou sua residência em Londres onde deu aulas até a sua morte em 1744. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paralelamente às suas pesquisas em física, traduziu para o inglês uma obra de Nicolas Gauger intitulada Mécanique du feu que trata da concepção e da construção das chaminés. Tal obra teve como título em inglês: Treatise on the Construction of Chimneys, publicada em 1716. Tornou-se também um especialista em ventilação, chegando mesmo a superintender a construção de um sistema de ventilação na Casa dos Comuns. Neste mesmo ano publica seus estudos de física experimental sob o título de Lectures of Experimental Philosophy (Lições de Filosofia Experimental) reeditadas posteriormente em 1719. Vêm, desta época, seus estudos sobre a máquina a vapor: aplicou a válvula de segurança, inventada pelo huguenote Dennis Papin, que tinha estudado em Paris com o holandês Christiann Huygens, à máquina inventada pelo mecânico inglês Thomas Savery que utilizava a tensão do vapor d’água como força motriz para bombear água nas minas de carvão. Tal máquina foi melhorada por James Watt tornando-se a primeira máquina a vapor, fator propulsor da Revolução Industrial. Releva-se aqui que Desaguliers não só participou ativamente da corrente científica do seu tempo mas também comungou da idéia de que a tecnologia deveria servir à humanidade, libertando-a do trabalho braçal escravizante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sua crescente reputação de sábio facultou-lhe o ingresso em diversas sociedades científicas. Em 29 de julho de 1714, ingressou como Membro, na Royal Society de Londres, fundada em 1660, chegando mesmo a se tornar Demonstrador e Curador da referida Sociedade. Participou também da Gentlemen’s Society em Spalding no Lincolnshire em 1724, uma sociedade literária e de antiquários. Era ainda Membro Correspondente da Academia Francesa de Ciências. Desaguliers consagrou-se, então com Newton, do qual se tornou assistente, a diversas pesquisas no terreno da física experimental, notadamente aquela que consistiu em se deixar cair do topo da Catedral de São Paulo, globos de vidro a uma altura de 105,72 m, fato que lhe permitiu escrever um artigo intitulado: “An Account of some experiments made in the 27th. Day of April, 1719, to find how much the resistence of the air retards falling bodies” (Relatório sobre diversas experiências tentadas no dia 27 de abril de 1719 com o propósito de avaliar em que medida a resistência do ar retarda a queda dos corpos), publicado nos Philosophical Transactions da Royal Society. Desaguliers ajudou ainda Isaac Newton, na redação dos Corrigenda e dos Addenda, acrescida por ele ao Livro I de seus Philosophiae naturalis principia mathematica (Princípios matemáticos de filosofia natural) já editados em 1687.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De 1730 a 1732, viajou freqüentemente aos Países-Baixos, dando inúmeras conferências pagas a 30 shillings por cabeça, um preço alto para a época. Retornando à Inglaterra entre 1733-1734, uma controvérsia o opõe a Jacques Cassini, considerado o inventor da cartografia topográfica e diretor do Observatório de Paris, sobre o maior problema científico do século XVIII: a determinação da longitude. Como se sabe, a determinação da latitude nunca foi problema desde priscas eras, mas a longitude só foi resolvida no século XVIII por um relojoeiro, contra todos os pareceres dos cartógrafos e astrônomos da época, conforme bem elucidado no opúsculo sobre a matéria de Dava Sobel. O Brasil possui esta dimensão continental pela incapacidade dos nossos antepassados coloniais em determinar com precisão a longitude, fossem eles espanhóis ou portugueses. Cassini sustentava que a determinação do meridiano de Paris poderia ser encontrada, traçando-se uma perpendicular indo de Saint-Malo a Estrasburgo. Tudo isto estava no contexto da polêmica opositora entre os membros da Real Sociedade, conjuntamente aos integrantes do Observatório de Greenwich, fundado em 1675, contra os membros da Academia Real de Ciências de Paris, criada em 1666 e os do Observatório de Paris, fundado em 1667, sobre o melhor meio de determinar-se o exato comprimento e a localização dos arcos do meridiano, dados vitais para a navegação da época.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desaguliers publicou em seguida, diversas obras: em 1734, A Course of Experimental Philosophy (Curso de Filosofia Experimental) em dois volumes e, em 1735, uma edição dos Elements of Catoptrics and Dioptrics (Elementos de Catóptrica e Dióptrica) de David Gregory. Por último, traduz do latim para o inglês, os Mathematical Elements of Natural Philosophy (Elementos Matemáticos de Filosofia Natural) de Gravesandes. Em 1742, recebeu a Medalha de Ouro Copley da Real Sociedade em reconhecimento pelos seus diversos experimentos científicos e tecnológicos, e sua Dissertation of Electricity, publicada no mesmo ano, ganhou o prêmio da Academia de Bordéus. Seu profundo conhecimento científico, apoiado numa intensa mente pragmática, tornou-o, também, um inventor e um consultor de engenharia em diversos projetos. Tanto assim, que deu consultoria em questões de engenharia na reconstrução da ponte de Westminster nos anos que se seguiram a 1738.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em todos os debates, Desaguliers mostrou-se provido de um grande talento para a vulgarização científica, falando das coisas mais complexas em termos simples e compreensíveis, tanto para os especialistas como para os leigos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desaguliers tornou-se mais conhecido pela sua contribuição à evolução da ciência do que por suas obras religiosas como ministro do culto. Sua obra religiosa reduziu-se à publicação de um sermão sobre o arrependimento. Se sua obra religiosa era o ponto fraco de sua vida intelectual, o mesmo não se pode dizer de sua produção, tanto universitária onde mereceu, como vimos, o respeito e a amizade dos homens de ciências e dos grandes de seu tempo, como maçônica, onde se distinguiu de maneira ainda mais marcante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IV – A Vida Maçônica&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A data de Iniciação de Desaguliers não pode ser precisada[1], mas deve-se situar antes da primeira assembléia da Grande Loja da Inglaterra em 24 de junho de 1717. Como é notório, este dia inicia o período obediencial, sendo um marco relevante na história da maçonaria universal. Pode-se afirmar, contudo, que Desaguliers foi, conjuntamente a Anderson, membro da Loja Nº 2 que se reunia na Taverna Horn. Existem registros de que teria sido também Venerável da French Lodge do Templo de Salomão em Hemmings Row. Aparece também como Venerável da Lodge of Antiquity, então Loja Nº 1, em 1723. Em 1731, na Lista das Lojas, aparece tanto como membro da Loja Bear &amp;amp; Harrow (atualmente Loja São Jorge &amp;amp; Corner Stone nº 5) quanto como integrante da Loja University nº 74 que abateu colunas em 1736.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desaguliers apresentou sua candidatura ao grão-mestrado em 1717, mas somente foi eleito para este posto em 24 de junho de 1719 numa loja reunida na Taberna do Ganso e da Grelha, conforme foi descrito por Anderson na segunda edição (1738) de suas Constituições[2]. É o terceiro grão-mestre da ordem e o último plebeu a ocupar tal posição. Após a administração de Desaguliers, a função de Grão-Mestre torna-se apanágio de membros da família real inglesa ou da nobreza, apresentando-se, desde então, como essencialmente honorífica. Vale aqui recordar a cronologia da sucessão do grão-mestrado: i) Anthony Sayer (1717-1718), ii) George Payne (1718-1719), iii) o nosso Desaguliers (1719-1720), iv) a reeleição de George Payne (1720-1721), v) o primeiro nobre: John, duque de Montangu (1721-1722) e vi) Philip, duque de Wharton, um nobre lascivo cuja biografia os nossos Irmãos ingleses comentam pouco. Quando aqui chegarem informações acerca da sua notória participação no Hells Fire Club, escandalizar-se-ão 98% dos maçons brasileiros. Os ingleses morrem de vergonha da atuação do duque de Wharton e escondem com unhas e dentes as informações sobre o Hells Fire Club. Como o referido duque de Wharton era um doidivanas, seria tarefa do grão-mestre adjunto dirigir os trabalhos da ordem e o nosso Desaguliers, ainda bem, foi nomeado três vezes para tal posto: em 1722, pelo femeeiro Wharton; em 1724, pelo conde de Dalkeith; e em 1725, por Lorde Paisley.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os maçons ingleses daquele tempo eram como os brasileiros de hoje: demonstravam pouco apreço para com os documentos e arquivos da ordem. Deve-se a Desaguliers a conservação, depois de 1723, da maior parte dos documentos históricos da obediência, notadamente as atas das reuniões dos primórdios da ordem. Ainda como campeão da ordem, da regularidade e do protocolo, introduziu inúmeras regras concernentes aos seguintes aspectos: traje maçônico, alfaias, jóias, festas na ordem, hierarquia dos brindes nos banquetes e outros costumes que vieram a fazer parte integrante da nova maçonaria especulativa que estava em gestação. Sob sua administração, numerosos antigos discípulos, que tinham negligenciado seus deveres maçônicos, retomaram seus trabalhos em loja e muitos nobres são iniciados. Importante é salientar que, no período em que Desaguliers exerceu o grão-mestrado, seja como titular ou adjunto, vários irmãos eram também membros da Real Sociedade, ou seja eram homens de escol não só pela sua posição social como também pela intelectual. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desaguliers sentiu na própria pele o significado da intolerância, pautou, pois, a sua atuação na ordem então nascente para direcioná-la no sentido da tolerância e da fraternidade universais. Criou assim a caixa de auxílio mútuo maçônico e os fundos de beneficência da Grande Loja da Inglaterra. A idéia de tolerância, cuja primeira definição sistematizada se encontra no Tratado Teológico-político (1670) de Spinoza, funda a noção de igualdade entre indivíduos no seio de uma sociedade pluralista sobre o plano religioso. Foi, mais tarde, estendida por John Locke que, nas suas Cartas sobre a Tolerância e sobretudo no Segundo Tratado sobre o Governo, propõe o sistema parlamentar representativo de governo como meio de barrar o arbítrio do poder do Príncipe, outorgando direitos aos indivíduos, legitimando assim a consecução dos interesses individuais. Antes de Locke na Inglaterra, quando um grupo político-dinástico vencia outro, matava, exilava, confiscava os bens dos adversários, numa selvageria digna de uma cubata africana. A elite inglesa tomou consciência de que tal procedimento político gerava insegurança, transformando o mundo político numa arena hobbesiana (a luta de todos contra todos) extremamente instável e perigosa. Locke então propõe carrear todo o conflito político para um caldeirão, chamado parlamento, onde os que detivessem a maioria, formariam o governo e os minoritários cuidariam da oposição. Com o correr do tempo, o governo sofreria a erosão natural do poder, cabendo a vez à oposição formar o novo governo. Ao invés da morte e do confisco dos bens, haveria a queda do gabinete, favorecendo assim a rotação de elites no poder. Mecanismo institucional muito mais civilizado e inteligente do que resolver o conflito político na base da peixeira na barriga do oponente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após 1723, Desaguliers ajuda Anderson a redigir as famosas Constituições que se tornaram o farol básico da maçonaria simbólica. Anderson faz uma síntese dos antigos deveres misturando-os com outros tirados das diversas tradições, especialmente os documentos góticos, queimando o resto, fato que escandalizou as velhas lojas-mães de Londres, York e Westminster. As Constituições de Anderson de 1723 é o divisor de águas entre os maçons operativos e especulativos. No mesmo ano, sobre a inspiração de Desaguliers, a Bíblia, qualificada daí por diante, de Livro da Lei, substitui as Antigas Obrigações sobre as quais os juramentos eram prestados. É ainda atribuído a Desaguliers, a redação do livro Charges of a Free-Mason (Obrigações de um Maçom) e que tem permanecido substancialmente o mesmo desde a edição de 1723.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No ofício de grão-mestre adjunto, Desaguliers contribui ativamente para a redação dos primeiros rituais. Introduziu nestes a idéia de que os maçons operativos faziam do trabalho: como um ato nobre, um dom de Deus, e não, como se pensava até então, como uma maldição, um castigo devido à expulsão do paraíso, como está no Gêneses (4:17-19). Por falar em Deus, a expressão GADU, apesar de ter sido introduzida por Anderson, tem também o dedo de Desaguliers, pois o referido conceito – GADU – facilita a introdução do deísmo na maçonaria nascente, substituindo o teísmo católico, tão bem professado pelos maçons operativos, reforçando assim o anglicanismo que era um pouco mais aberto à tolerância do que a religião de Roma. Convém ainda salientar que o deísmo é mais professado entre os cientistas crentes do que o teísmo, o Deus de Leibniz, de Spinoza, de Einstein, dos cientistas enfim, não é o mesmo Deus de Abraão, Isaac e Jacó. E Desaguliers como cientista...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir de 1670, muitos rabinos de origem polonesa estabeleceram-se em Londres e Desaguliers manteve contato com eles ou com seus sucessores para que se juntassem à então maçonaria nascente. No dizer de Robert Ambelain[3], foi devido a esses rabinos que Desaguliers hauriu a história de um novo personagem maçônico: o mito de Hiram. Inspirados pela cabala prática, ou seja, pela magia, a história de um novo personagem - Hiram – arquiteto do templo de Salomão adentra ao ritual maçônico do terceiro grau[4]. Hiram acossado por três maus companheiros que desejavam roubar seus segredos, é morto, enterrado, encontrado e depois ressuscitado. A interpretação simbólica desta morte em loja, aplicada ao sentido moral e espiritual, enquanto o candidato toma o lugar de Hiram, faz definitivamente a ordem sair do domínio operativo e ingressar compulsoriamente no domínio especulativo. Este ritual, oposto ao ensino bíblico e à interdição de tocar os cadáveres, extremamente surpreendente para os maçons do século XVIII, encontra de fato sua justificação pela envergadura do espírito de Desaguliers, que desejava assim legar à maçonaria uma dimensão que ultrapassasse um cristianismo tacanho e etnocêntrico da sua época. É preciso ver aqui um símbolo: as profundas mudanças que Desaguliers aporta ao relato da cabala dão a este ritual uma profundidade que supera a tristeza e o macabro. Desde então, para os maçons, a morte não é mais um fim terrível, mas somente uma passagem, e a iniciação, que é de fato este ritual de passagem, termina necessariamente por uma regenerescência do indivíduo. Por este ritual, Desaguliers oferece aos maçons que se iniciam, uma mensagem de esperança: pela força do trabalho e da virtude, o maçom ganha sua própria purificação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desaguliers sempre foi um viajor contumaz. Convidado a ir à Escócia como homem de ciências e engenheiro, aproveita a ocasião para explicar o novo ritual simbólico aos membros da Loja St. Mary’s Chapel. Faz uma demonstração prática iniciando o lorde prefeito de Edimburgo e todos os membros do seu conselho. A maçonaria escocesa, então operativa, ansiava por tornar-se verdadeiramente especulativa nesta ocasião. De volta à Inglaterra em 1726, inicia a Lorde Kingsdale na loja que se reunia no Swan &amp;amp; Rummer, na presença do Grão-Mestre, conde de Inchquin. Em 1731, viajando pelos Países Baixos, preside, como Venerável Mestre de uma Loja de Ocasião, nos salões do embaixador inglês na Haia - Lorde Philip Chesterfield – uma sessão no curso da qual inicia Francisco, duque de Lorena, futuro duque de Toscana, imperador do Santo Império Germânico e esposo de Maria Teresa, imperatriz da Áustria. Pode-se afirmar que o nosso personagem introduziu a maçonaria nos Países Baixos. Voltando, em seguida à Inglaterra, é julgado o mais apto a iniciar o príncipe de Gales - Frederik Lewis[5] - tendo sido o primeiro de uma longa linhagem de príncipes da Casa Real de Hanover que se tornaram maçons - e o faz, no curso de uma sessão organizada no Palácio de Kew em 1732. Ainda sobre sua estreita relação com a realeza, foi nomeado Capelão para o mesmo príncipe de Gales, dava conferências para a família do rei George II e era um dos favoritos da rainha Carolina. Entre 1734 e 36, voltamos a encontrá-lo em Paris, onde pronunciou diversas conferências científicas, sempre ao lado de lorde Chesterfield. Inicia, na loja De Bussy, a Luiz Phélipeaux, conde de Saint-Florentin e duque de Lavrillière. Ajuda a fundar, ainda em Paris em 1735, a famosa loja Louis d’Argent. Em 1738 foi nomeado capelão do Regimento de Dragões Bowles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desaguliers, como muito outros homens, tinha uma dupla personalidade. Reservado e austero em público, ele se transformava no interior das reuniões maçônicas. No interior de uma loja, quando as portas ficavam bem guardadas, liberava seu espírito, tornava-se gozador, cantarolava com vivacidade os hinos maçônicos e, até mesmo, apreciava uma alegre libação que muitas vezes, acentuava a sua famosa gota, forçando-o a andar de bengala. Dizia-se mesmo que despendia bastante dinheiro nas suas mini-farras com os irmãos, o que provavelmente era verdadeiro, pois viajava muito, como vimos acima, e suas numerosas atividades deviam render-lhe somas apreciáveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As atas da Grande Loja demonstram cabalmente que até quase o final de sua vida participou ativamente das suas deliberações. Sua última presença em loja ocorreu em 8 de fevereiro de 1742. Faleceu em 29 de fevereiro de 1744, com 61 anos e está enterrado na Capela Real do célebre Hotel Savoy de Londres. Seu filho primogênito, Alexander, tornou-se, como ele, ministro do culto. Thomas, seu segundo filho, seguiu a carreira militar, chegando ao posto de coronel, além de ser escudeiro do rei George III da Inglaterra. Atualmente contam-se como seus descendentes os troncos dos Cartwrights e dos Shuttleworths.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Feller, autor de uma Biografia Universal, declara que os últimos dias de Desaguliers foram passados na tristeza e na miséria; teria perdido a razão e se fantasiava, algumas vezes, de arlequim e palhaço. Cawthorn, num poema intitulado The Vanity of Human Enjoyments (Vaidade das Humanas Alegrias), afirma que Desaguliers estava quase indigente no momento de seu passamento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Albert Mackey sustenta, pelo contrário, que estas descrições apócrifas da morte de Desaguliers são francamente exageradas. Nichols, autor das Literary Anecdotes (Anedotas Literárias), que conhecia Desaguliers pessoalmente, traça-lhe um retrato mais lisonjeiro, declarando, no volume nono de sua obra, que ele morreu no Bedford Coffee House e foi enterrado no Savoy.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
V - Conclusão&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não importam tanto estes fatos finais. O que está gravado no mármore da história é que Jean Théophile Desaguliers, doutor em direito, cientista, tecnólogo, ministro do culto e membro da Sociedade Real, a par de seus conhecimentos, de sua situação social, de sua forte personalidade e de suas contribuições ao espírito e às estruturas da maçonaria, enriqueceu tanto esta instituição que carreou para ela um número crescente de pessoas de estatura intelectual e social semelhantes às suas. Apesar de sofrer de forte miopia foi um dos mais argutos maçons de sua época. Sob sua liderança intelectual, a então nascente Grande Loja da Inglaterra se espalhou para todo o mundo, tornando a maçonaria uma das maiores instituições universais e, no acertado dizer de Mackey, fez de Desaguliers o Pai da Maçonaria Especulativa Moderna.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VI - Bibliografia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- ENCYCLOPAEDIA BRITANNICA, 30 vols., University of Chicago, USA, 1982.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Jean Théophile Desaguliers, trabalho da Loja Jean-Théophile-Desaguliers nº 138, filiada à Grande Loja do Quebec, Canadá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- MACKEY, Albert G., Encyclopedia of Freemasonry, vols. I e II, Kessinger Reprints, Kessinger Publishing, LLC, Kila, MT, USA, s/d.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- NEWTON, Edward, Brethren Who Made Masonic History, The Prestonian Lecture for 1965, in The Collected Prestonian Lectures, vol. II, 1961-1974, Lewis Masonic, London, 1983, pg. 46.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- SINGH, Simon, O Último Teorema de Fermat (A História do Enigma que Confundiu as Maiores Mentes do Mundo Durante 358 Anos), ed. Record, Rio de Janeiro, 1998.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- SOBEL, Dava, Longitude – A Verdadeira História de um Gênio Solitário que Resolveu o Maior Problema Científico do Século XVIII, Ediouro, Rio de Janeiro, 1996.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- STOKES, John, Life of John Theophilus Desaguliers, in Ars Quatuor Coronatorum, vol. 38, Anais da Quatuor Coronati Lodge Nº 2076, London, 1925, p. 285.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[1] Alguns autores afirmam que teria sido iniciado em 1712, mas inexistem provas documentais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[2] ASSEMBLY and Feast at the Said Place, 24 June 1719, Brother Payne having gather’d the Votes, after dinner proclaim’d aloud our Reverend Brother John Theophilus Desaguliers, LLD, FRS, Grand Master of Masons, and being duly invested, install’d, congratulated and homaged, forthwith reviv’d the old regular and peculiar Toasts or Healths of the Free Masons. Now several old Brothers, that had neglected the Craft, visited the Lodges; some Noblemen were made Brothers, and more new Lodges were constituted. In Lamoine, Georges, Les Constitutions d’Anderson, GLNF, Grande Loge de la Province d’Occitanie, ed. SNES, Toulouse, 1995, pg. 188.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[3] Ambelain, Roberto, La Franc-Maçonnerie Oubliée 1352-1688-1720, Ed. Robert Laffond, Paris, 1985, pp. 119-120.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[4] Desnecessário assinalar que na primeira edição das Constituições de Anderson em 1723 não se fazia menção ao grau de mestre, somente na segunda edição de 1738 é que se menciona explicitamente o terceiro grau.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[5] Pai de George III, rei da Inglaterra.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://delumar.blogspot.com/feeds/8071635206764550491/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/08/vida-e-obra-de-jean-desaguliers-1683.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/8071635206764550491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/8071635206764550491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/08/vida-e-obra-de-jean-desaguliers-1683.html' title='VIDA E OBRA DE JEAN DESAGULIERS ( 1683 - 1744 )'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiyPXxQSpHFft_-tf4aG_wbwZhyphenhyphenmDhi9ReKM1gOR0wffoOG5y9lyt1X38vCmDupvcWZzL-auahljFWgmXRB-Bw0sQ5zXgJULxwuHzVpXQRW_for22ZZRLZmBIe33FNDbAqSxD_S0eySYxU/s72-c/images.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8626129489293776221.post-4148800513615048488</id><published>2010-07-29T15:39:00.000-03:00</published><updated>2010-07-29T15:39:07.444-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religião"/><title type='text'>A  INFLUÊNCIA DOS ESSÊNIOS NO CRISTIANISMO</title><content type='html'>Page 1 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;A INFLUÊNCIA DOS ESSÊNIOS NO CRISTIANISMO&lt;br /&gt;
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&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgn-BVYrksYdTJA51mQNVJ39YzRSvxB5f5ashIVlpv3pGajZMe9mrcM2BxtRubrcYihQrjjPGPIszoJl8kt-owwSIB3xVwxHNEzaDd-wmWXD3OrdmDK6B8rqZDicC_vojhL4vru2HHnwVs/s1600/Cristo.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; bx=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgn-BVYrksYdTJA51mQNVJ39YzRSvxB5f5ashIVlpv3pGajZMe9mrcM2BxtRubrcYihQrjjPGPIszoJl8kt-owwSIB3xVwxHNEzaDd-wmWXD3OrdmDK6B8rqZDicC_vojhL4vru2HHnwVs/s320/Cristo.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Os Manuscritos do Mar Morto são agora internacionalmente reconhecido como leitura essencial na tentativa para compreender Jesus como um ser humano. Eles estão iluminando nossa compreensão de como e em que forma Jesus é diferente ou parecido ao Essênios. Nós temos muitos para ponderar; por exemplo; Jesus esteve ao não no Qumran dos Essênios vivendo no deserto de Judéia. Ele anuncia as regras daquele Deus, &quot;o reino de Deus, está tornando-se poderoso apresentando milagres de cura e parábolas. Seguramente Jesus Ter ascendido a Cristandade pode ser explicada unicamente face ao gênio criativo de Jesus de Nazareth.Aquela figura histórica misteriosa, Jesus. Aos Cristãos que lutam para compreender seu compromisso com Deus através do Jesus.Examinar documentos Judaicos, estudar os Manuscritos do Mar Morto que são contemporâneos de Jesus , nós encontramos muitos termos, frases, e conceitos até então considerados únicos à Jesus. Esta descoberta pode desapontar os que desejam um Jesus que é único e de nenhuma forma parecido com seus contemporâneos Judaicos ou influenciado por seus pensamentos. Teólogos Cristãos da nossa época, têm avisado que esta linha de raciocínio é perigosa e nega a verdade encapsulada em João Batista 1:14, &quot;E a Palavra se tornou carne e residiu entre nós. . . &quot; Como nós compreendemos Jesus dentro de sua cultura Judaica, nós estamos aprendendo a confrontar uma pessoa real em um tempo específico e lugar. Algumas doutrinas negam que Jesus foi ser humano e sofreu. Asseguram que ele teve unicamente uma existência divina. Nós estamos agora, graças à descoberta dos Manuscritos do Mar Morto, mais realisticamente confrontado com as dinâmicas da vida humana autorizada pela presença temerosa de Deus....Cinco conclusões [com respeito à relação de Jesus e os Essênios] são aparentes. Primeiro, Jesus foi, certamente, não um Essênio, como alguns autores têm reclamados. Ele também não ensinou por ou significativamente influenciou os Essênios, a despeito das tentativas de muitos. Segundo, Jesus foi provavelmente influenciado em caminhos menores pelo Essênios. &lt;br /&gt;
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2Ele compartilhava sua ternura aos mesmos livros da escritura e por seu pneumatico, escatologico, e messianica exegese Ele pode ter herdado do Essênios as idéias de redenção escatologicamente para &quot;o Pobre, compartilhando de posses, e condenação de divórcio; o termo técnico &quot;filhos de luz&quot;, e o conceito de &quot;o Espírito Sagrado.&quot; Philippi Jesus podia ter sido atraido pela dedicação do Essênios ao Torah. Ele referiu-se ao Essênios apreciativamente o dito sobre o eunucos no Mateus deriva finalmente dele e ele teve o Essênios em mente. Talvez com a publicação dos Manuscritos do Mar Morto, nós podemos ser capazes para espalhar alguma luz neste ainda não resolvido problema. Daqui a pouco, nós poderemos estar intrigado pelas possibilidades de Jesus so referir-se ao Essênios com admiração quando ele elogiou os eunucos. (Mt 19:10-12). Até mesmo isto está clareando que Jesus poderia rejeitar o calendário do Essênios, conservatismo estrito, conceito de pureza e regras obrigatórias rígidas.Yadin concluiu que Jesus soube dos ensinos dos Essênios e foi &quot;anti-essênio.&quot; Irto é parcialmente verdadeiro; algumas das palavras de Jesus indica que ele pode ter gostado de algo do modo de vida do Essênio - estilos e umas dimensões de sua teologia.Os Manuscritos do Mar Morto são uma fonte inestimável para ajudar-nos a compreender a vida e ensinamentos de Jesus. Eles fornecem alguns contextos ideologico para seu pensamento, e ilumina o valor social e contexto dos 70 ac da vida Judaica na Terra.Jesus foi influenciado por muitos grupos dentro do Judaísmo. Ele foi obviamente influenciado por João Batista e seu grupo, desde ele foi batizado por ele, e pode bem ter inicialmente liderado um movimento de batista parecido e herdado algum de João Batista discípulos do Batista. As possibilidades últimas contam com a validade histórica dos capítulos do Evangelho de João Batista.Jesus pode ter sido diretamente influenciado por Hillel, que morreu alguns dias antes de seu ministério público. Ele foi certamente influenciado pelos grupos dos Judaicos apocalípticos; mas embora alguns pesquisadores entretêm a possibilidade de que ele foi influenciado pelos autores dos Apocalipses de Enoch (1 Enoch), não há evidencia de que ele tenha sido influenciado por qualquer apocalipse existente. Diferente do Mestre da Retidão, Hillel, e Paulo , Jesus não foi um membro de qualquer grupo Judaico. As tentativas recentes para definir-lo como um Fariseu não tem convencido muitos pesquisadores. &lt;br /&gt;
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3Jesus foi influenciado por grupos numerosos e correntes de pensamento dentro do Judaísmo daquele tempo, que esteve muito criativo e diverso. Mérito contemplado é &quot;O Resumo do Schiffman: &quot;Contrário do que foi previamente assumido, as Casas de Hillel e Shammai não exerceram muita influência sobre a Cristandade, como as várias seitas cuja literatura sobrevive no Manuscritos do Mar Morto e nos Apócrifos e pseudoepígrafos.&quot;Schiffman está falando sobre &quot;Cristandade.&quot; Eu tenho enfocando em Jesus antes a emergência de &quot;Cristandade&quot; depois 70 CE. Pessoalmente, Eu tendo concordar com Schiffman, sem fechar a porta em influências fortes de Hillel em Jesus.As tentativas para reviver o E. Reclamação do Renan que Cristandade é Essenismo que tem sobrevivido tem falhado. Cristandade não é uma forma de Essenismo. Ainda, como pesquisa nos Manuscritos do Mar Morto continua especialmente com a publicação de fragmentos adicionais, e com a elucidação do mundo social e pensamento dos evangelistas, isto tem tornado-se mais óbvio que a influência do Essênio é maior na segunda e terceira gerações de seguidores de Jesus, que nos tempos de Jesus e dentre eles, seguidores os mais antigos. Há mais evidências dos Essênios terem influenciado as cartas-Paulinas, epístolas (especialmente Aos Efésios) que nas letras de Paulo (notavelmente Galatas e Romanos). Há mais evidência de Essênios influenciarem em Mateus e João Batista, que em Marcos, que os precede. Entre Jesus da sagrada escritura talvez e o Essênios provavelmente teve ternura especial aos mesmos livros, a saber, Deuteronômio, Isaias, e especialmente os Salmos de Davi. Esta preferência pode, mas não necessariamente, indica alguma relação entre Jesus e o Essênios. Eles foram provavelmente mais ligados ao Deuteronômio que ele. Esta área para pesquisa frutífera necessitará muito trabalho, discernimento, que pode ser indagado da confiança, sobre Jesus e nós temos agora evidência ampla para acessar preferências do Qumran. Contudo, isto é interessante para ponderar por que Jesus e o Essênios pareciam compartilhar uma ternura aos mesmos livros de sagrada escritura. Jesus e o Essênios utilizaram meios parecidos para interpretar as sagrada escritura. Eles lêem sob a orientação do Espírito e assegurando as promessas de Deus, tiveram agora existência preenchida. Ambos, Jesus e os Essênios foram escatologicamente orientados (viz., Mk 9:1; 1QH 8)....Ambos compartilhavam o princípio da hermenêutica , que resulta em uma interpretação indicando que unicamente eles, e seu grupo, realmente compreendiam o significado das sagradas escrituras. A palavra chave é &quot;revelação.&quot; Jesus acreditava que o significado verdadeiro da sagrada escritura tinha sido revelada para ele. O Qumran dos Essênios acreditavam que Deus &quot;tinha &lt;br /&gt;
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4feito saber ao&quot; Mestre de Retidão&quot; todo os mistérios das palavras Dele observada pelos profetas&quot; (lQpHab 7.4-5).Os Essênios eram mais extremistas que Jesus; eles asseguraram que unicamente o Mestre de Retidão&quot; compreendia a sagrada escritura (lQpHab 7). Eles insistiam que o autor original, especificamente Habacuc, e outros nunca compreenderam o significado da sagrada escritura. Jesus nunca fez uma tal reclamação; melhor, ele assegurou que as promessas da escritura apontaram para ele e seu tempo.Jesus e os Essênios, em um unico caminho compartilhado, indicou que as sagrada escrituras falaram sobre eles especificamente, escatologicamente, e às vezes &quot;messianicamente.&quot; Ambos insistiram que os profetas falaram sobre o fim dos tempos e que este tempo futuro era agora e em sua própria comunidade....Ambos Jesus e o Essênios enfatizaram que a redenção era oferecida aos pobres e que era claramente um termo técnico dos Essênios e pode ter sido que Jesus. Segundo Mateus 5:3, no Sermão da Montanha , Jesus abençoou &quot;o pobre de espírito, e segundo Lucas 6:20, no Sermão da Planície, ele abençoou &quot;o pobre&quot;Em contraste com Jesus, os Essênios desenvolveram regras extensas e rígidas para protege-los das impurezas, para punir aqueles dentre eles que tenham sido violadores , e para restaurar sua momentanea pureza perdida.... O Qumranic código penal, que incluia a pena de morte, foi estreitamente alinhada com as regras para pureza....Em termos do conceito de Jesus de pureza esteve categoricamente diferente do Essênios. G. Jeremias aponta para &quot;um contraste irreconciliável.&quot; Para Jesus, impureza não era um perigo, como era para os Essênios. Jesus parece à distância dos debates acima do conceito de pureza que existiu no primeiro-século na Palestina....Jesus convivia com os comuns, e até mesmo com leprosos, os proscritos, e mulheres; essas ações poderiam teriam sido anatema (amaldiçoado) aos Essênios. Em contraste com os Essênios, Jesus visita a casa de um leproso (Mk 14:3 e paralelos). Os Essênios tinham medo de lepra, desenvolvendo regras estritas para procedimento com tais perigos (lQS, 1QM, 11QTemple), e colocou leprosos como proscritos em uma seção ao oriente de Jerusalem (llQTemple 46), precisamente onde Jesus entrou na &quot; casa de um leproso&quot;. A atitude de Jesus em relação aos leprosos e réprobos era incomum. Jesus até mesmo se associou com prostitutas. Como Vermes aponta, &quot;Jesus o Galileu, homem sagrado, que usou o conceito da perfeição, mas as pessoas do interior simples, incluindo publicanos, transgressores e prostitutas&quot; contrasta com &quot;a figura austera do Mestre de Retidão. . . &quot; &lt;br /&gt;
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5Jesus e o Essênios tinham fins contrários do espectro em consideração às mulheres. Jesus incluiu mulheres em seu grupo, considerando-as discípulas, ensinando as sagradas escrituras (Lk 10:38-42), e até mesmo quebrou tabus Judaicos por conversar com uma mulher Gentia da Syrophoenicia e uma mulher de Samaria. Como R. Hamerton-kelly tem mostrado,&quot;Jesus quebrou as formas da família patriarcal em nome de Deus o Pai, e reconhecendo o direito natural das mulheres para a humanidade igual aos homens&quot; Esta perspectiva é desenvolvida por pessoas numerosas, incluindo B. Witherington e E. Schussler Fiorenza. O Essênios, em contraste arrojado com Jesus, considerava as mulheres indignas de confiança e sem fé e lutou por separar eles mesmos do contato natural de uma mulher (Josephus,Guerra2.121). Os autores (e editores) do Documento Do Damasco explica que a corrupção em culto de Templo, era resultado da associação impura com as mulheres (CD 4-5), e eles estipulam que aqueles Essênios que casa deve obedecer não unicamente as sagrada escrituras (Torah) mas também os estatutos do Essênio e juramentos obrigatórios(CD 7). Um Dos estatutos proibindo comércio com esposa em Jerusalem (CD 12). Um poema de sabedoria de Caverna Do Qumran 4 (4Q184) descreve os perigos de interpretações falsas de sagrada escritura como uma mulher cujo coração está &quot;um laço,&quot; que é o &quot;causa de toda maldade,&quot; e cujos caminhos são &quot;caminhos de morte.&quot; A Regra da Comunidade não menciona ou inclue uma &quot;mulher&quot; (issa)*. Essas perspectivas não são para que sejam igualadas com as atitudes às mulheres encontradas dentre a maioria dos Judeus, provavelmente refletidos em MishnaNashim,queinter aliarequer que uma mulher e um homem quando casados são igualmente responsáveis em consentir para comércio sexual (m.Ket 5:7; cf. lCor 7:3-4, que foi composto pelo Fariseu-cristão Paulo). Meio século passou desde que um beduino-guia descobriu os pergaminhos em uma caverna nos rochedos acima da costa oeste do Mar Morto. Os detalhes daquela descoberta inicial provavelmente nunca será conhecida com certeza. Que encontrado os pergaminhos, como, sob precisamente que condições - tais perguntas estão por este tempo escondido em mistério. Até Mesmo a data é incerta; o 1930, 1942, e 1945 tem tudo como alternativas, geralmente a data aceita é de 1947, provavelmente Fevereiro daquele ano. Não há dúvidas, entretanto, sobre a idade dos pergaminhos. Eles datam do tempo de Jesus e um pouco antes.Entre I950 e 1956, arqueologistas e o beduíno foram procurar mais pergaminhos, e futuramente uma biblioteca de mais de oitocentos manuscritos diferentes foram recuperados.&lt;br /&gt;
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6Em um caso, o beduíno explorou uma caverna, a mais rica, agora Caverna conhecida como 4, direita sob os narizes de arqueologistas que estavam escavando um local próximo à Qumran, visando aprender mais sobre os pergaminhos.Dos oitocentos manuscritos, menos que um dúzia estava, em qualquer sentido intacto.mil deles--muitos fragmentos não eram maiores que uma unha. Adquirindo esses fragmentos do beduino despedido era mais complicado que adquirindo o pergaminho intacto do cache inicial Comecou em 1953, um grupo internacional de pesquisadores jovens em Jerusalem sob cuidados dos Jordanianos para classificar esses milhares de fragmentos. . Enquanto a tarefa de identificar fragmentos nunca foram completados (ainda hoje várias peças estão sendo encaixadas dentro de quebra-cabeças), em 1960 este grupo de pesquisadores identificaram as peças de oitocentos documentos e arranjados eles assim como eles puderam, eles tinham também decifrado e transcreveram de modo que podiam ser facilmente lido.Enquanto Isso, por 1958, pesquisadores Israelenses e Americanos tinham publicados os sete pergaminhos intactos do cache inicial.O maioria dos pergaminhos intactos estava facilmente legível por qualquer um que soubesse Hebreu ou, em um caso, Aramaico. Os pergaminhos fragmentados, entretanto, apresentaram um problema difícil. Esses também estavam escritos principalmente em Hebreu, embora uns 25 porcento Aramaico, uma língua Semitica relacionada com o vernacular na Palestina no tempo de Jesus. Mas, em média, 90 porcento de cada destes documentos eram fragmentos. Letras estavam freqüentemente obscurecidas e incertas. Que o grupo de pesquisadores foram capazes de reproduzir transcrições destes fragmentos, com algumas reconstruções em partes desaparecidas, por algum espaço de tempo, é uma realização sábia.Por volta de 1960 os conteúdos da coleção estavam razoavelmente claros. Mais de duzentos documentos eram livros da Bíblia Hebráica. Mas centenas de documentos eram completamente desconhecidos. Esses que eram mais fascinantes, ambos aos pesquisadores e o público. A maioria dos documentos foram escritos em couro. Uns poucos foram em papiro. Um especialmente intrigante, intacto esculpido em cobre identificado acima de sessenta locais. Os vários textos estavam confundindo--previamente Salmos desconhecido, comentários da Bíblia, textos do calendrical, textos místicos, textos do apocalípse, textos liturgico, leis de pureza, Rabbinic-iguais expansões de estórias bíblicas. Como fazer sentido nisto tudo?&lt;br /&gt;
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7Pareceu claro que alguns refletiam as visões de uma seita Judaica distinta, que pesquisadores logo identificaram como dos Essênios, um movimento Judaico obscurecido descrito em algum detalhe no primeiro-século por Josephus Um historiador Judaico. Recentemente, entretanto, a hipótese do Essênio tem sido cada vez mais inquirido.Outro aspecto dos rolos mais sensacionais: Em muitos respeitos o pergaminho publicado parecia com a doutrina Cristã--embora a maioria deles datado para um tempo antes a era Cristã. Os conceitos da doutrina cristã já existiam, prefigurado pelos pergaminhos?O pesquisador Andre Dupont-sommer, tentando conectar os Manuscritos do Mar Morto do Qumran e cristandade discutindo que Jesus foi prefigurado por seu caracter em rolos conhecido como o mestre de retidão. Em uma famosa passagem, Dupont-sommer escreveu:O Mestre da Galiléia . . . aparece em muitos respeitos como uma reencarnação surpreendente do mestre da retidão nos pergaminhos. Do último, Ele pregou penitência, pobreza, humildade, amor ao próximo, castidade . Dele, Ele prescreveu a observância da lei de Moises, a Lei inteira, mas a Lei terminada e perfeita, graças às suas revelações. Dele, Ele foi o Eleito e Messias de Deus, o redentor do mundo. Dele, Ele foi o objeto da hostilidade dos padres.... Ele foi condenado e colocou para morte. Ele pronunciou julgamento em Jerusalem, que foi tomado e destruído pelos Romanos., No fim dos tempos, Ele será o juiz supremo., Ele encontrou uma Igreja cujos adeptos ardentemente esperam sua volta gloriosa.Dupont-sommer grandemente influenciado o pelo americano proeminente Edmund Wilson, crítico literário, que escreveu o mais vendido best-sellers, reimpresso de uma série de artigos que apareceram em 1951 para 1954. Wilson, seguinte Dupont-sommer, reclamou que a seita do Qumran e a Cristandade antiga foram &quot; fases sucessivas de um movimento. Esta posição obteve credibilidade dada por fatores inteiramente sem relação ao conteúdo dos pergaminhos eles mesmos. O time de publicação, era, em sua maioria Católicos, padres Católicos, e, tolamente, eles recusaram liberar os textos dos pergaminhos fragmentados inéditos. Esta decisão, compreensivelmente, liderada por acusações de que os pergaminhos inéditos estava sendo impedido porque eles solapavam a fé Cristã. Finalmente a recusa para liberar os rolos, que os pergaminhos conta-nos sobre o período de que ambas, Cristandade e Judaísmo andavam juntas. Os pergaminhos nos conta um grande acordo que nós não soubemos sobre a situação de Judaísmo no amanhecer de Cristandade. Eles também nos conta muito sobre Judaísmo no tempo em que o Templo ainda ficava em Jerusalem e &lt;br /&gt;
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8sobre as raizes do Judaísmo; o antecessor direto de todas as denominações Judaicas maiores hoje, que emergidas após os Romanos destruírem o Templo. Conta-nos, finalmente sobre a Bíblia antes do canon autorizado ser estabelecido no segundo século D.C.., quando versões diferentes dos livros bíblicos circulados dentro do mundo Judaico. Os rolos assim fornecem uma visão única dentro de uma cultura religiosa, assim como a agitação social. As mais antigas datas dos rolos é aproximadamente 250 A.C..; o mais recente para 68 D.C.., quando os Romanos conquistaram Qumran em seu caminho a Jerusalem, que eles queimaram uns dois anos mais tarde, efetivamente finalizando a Primeira Revolta Judaica contra Roma.Jerusalém e a influência da cultura GregaEm 332 A.C.. Alexandre, o Grande, conquistou Judéia. Assim começou um processo de Helenização que adotou profundamente toda a cultura dos judeus em vários aspectos. Cidades Gregas foram estabelecidas na Palestina. Templos Gregos foram construídos e dedicados para divindades não judaicas ; A língua Grega foi logo falada pelo mundo Judaico, junto com o vernacular Aramaico e o hebraico cada vez menos frequente. Após a morte de Alexandre em 323 A.C.., seu império partiu em duas partes menores: o Seleucidas na Siria ao norte e o Ptolomaicos no Egito ao sul. Durante o terceiro século A.C.. o Seleucidas e o Ptolemaicos lutaram pelo menos, cinco guerras, com a judeia. Durante este período na Judéia, aumentou as tensões sociais entre os helenizados, que introduziram idéias Gregas e costumes, e aqueles Judeus tradicionais, fizeram oposição a influência Grega, entre as cidades sofisticadas e as aldeias conservadoras, entre aristocratas urbanos e fazendeiros rurais, e entre pobres e ricos. Muitos Judeus encontraram sua fé e a continuidade de seu mundo ameaçado por esses gregos intrusos. O livro de Eclesiastes, com seu ceticismo teológico, é um exemplo da profunda alteração que esta nova cultura efetuou face aos compromissos religiosos tradicionais. Em aproximadamente 175 A.C.. Jason--que teve seu nome Helenizado do Hebreu, Josué—subornou-se a Antiochus IV, monarca dos Seleucidas, depôs seu irmão e ficou em seu lugar, Jason na posição de alto padre em Jerusalem. Em &lt;br /&gt;
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9gratidão, Jason logo mudou o nome de Jerusalem para Antioquia e erigiu um ginásio na capital, onde esportes Gregos foram incentivados e a filosofia Grega foi ensinada. Josephus relata que Jason &quot;movia sua cidadania acima dos caminhos Grego da vida.&quot; Mais Tarde Antiochus emitiu um decreto proibindo a circuncisão, estudos religiosos, e observância de festivais e o Sabbath. Tal Helenização radical inevitavelmente trouxe a revolta dos Macabeus, dando luz a disnastia de Hasmoneus, de reis Judaicos e sacerdotes(142-37 A.C..). Que começou como um revolta anti-helenística, entretanto, logo virou uma disnastia pro-helenísitica. Intrigas Políticas entre os Hasmoneanos e a a mais alta autoridade política (o rei) foi logo combinado com a mais alta autoridade religiosa (o alto padre). cismas Religiosos aumentaram. Uma guerra civil durante os anos do primeiro século A.C.., dissidentes ]udeus unidos, Demetrius III rei da Siria atacaram Jerusalem, enquanto Alexandre, rei Judaico contratou mercenários para defender a cidade. Crucificaram oitocentos deles. À elite, cujo túmulos e mansões elegantes têm sido descobertas em Jerusalem, houve nos tempos prósperos. Uma primeira seção residencial em Jerusalem, Nahman Avigad da Universidade Hebráica foi recuperada não unicamente suas residências opulentas, banhos rituais, mas também suas mobílias dispendiosas. Em meados de-segundo século A.C.., entretanto, um pequeno grupo de Judeus, talvez ofendidos pelo materialismo que eles viam em toda parte , talvez angustiados pela degradação da classe dos sacerdotes, que se fundiu com a aristocracia de Jerusalem, optaram viver em isolamento. Eles foram para um lugar chamado Qumran. Essas pessoas ocupam o assunto maior deste livro. Se de fato eles foram os guardas dos pergaminhos que foram mais tarde encontrados nesta área,e seu líder o Mestre de retidão. Está claro que eles rejeitaram o Templo de Jerusalem ou ao menos seu sacerdote. Aproximadamente ao mesmo tempo, outros grupos religiosos Judaicos ou seitas estavam emergindo. Destes, o Fariseus são os mais conhecidos. Para eles são atribuídos as fontes da Lei Oral--o Talmud que mais tarde formaram os fundamentos do Judaísmo Rabinico, o Judaísmo que se espalhou por todo a diaspora depois da destruição do Templo pelos Romanos e mais tarde a expulsão dos Judeus do Jerusalem. O segundo maior grupamento, o Saduceus (Tsadukim), que dizia descender do Zadok (Tsadok). Eles contestaram a usurpação do alto sacerdócio por não-zadokitas, eles contudo freqüentemente alinharam-se com o Helenisticos Hasmonianos. Um terceiro, muito menor, foi a dos Essênios. Eles também contestaram um não-zadokita Ter usurpado o alto sacerdócio, mas eles mais rígidos em sua aderência para e interpretação estrita de lei religiosa e menos desejosa para ajustar às realidades políticas dos Hasmoneus.&lt;br /&gt;
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10Até Mesmo o Essênios, entretanto, não inteiramente escapou das influências helenísticas por exemplo, em dualismo (caracterizado por contrastar forças, tal como bom e mau, que freqüentemente permeia sua escrita religiosa.Enquanto esses foram os agrupamentos maiores, havia muitos que não deixou nenhum traço em registro histórico.Em meados de-sessentas A.C.., dois filhos de Hasmoneus se empenharam em uma guerra fratricida ao trono. Um destes filhos procurou ajuda Romana, e em 63 A.C.. o general Pompeu Romano conquistou Jerusalem, efetivamente finalizando a soberania Judaica, embora governantes de Hasmoneus continuaram, ao menos nominalmente, sentados no trono de um reino truncado por mais um quarto de século Então, em 40 A.C.., Parthians do oriente invadiu Judéia, vencendo os Romanos e nomeando o último governante dos Hasmoneus (Mattathias Antigonus). No tempo da invasão do Parthian, Herodes, um Judeu de Idumean e linhagem do Nabatean, subseqüentemente Herodes conhecido como o Grande, estava servindo como procurador Romano. Ele prontamente foi a Roma para convencer o senado Romano que unicamente ele poderia restaurar a regra Romana. Em 37 A.C.. Herodes liderou um exército contra Parthians e depois reconquistou Jerusalem.Por trinta-três anos ele controlou Judéia, como um vassalo Romano. Ele foi odiado pelos judeus. Josephus, historiador Judeu se refere ao plano de Herodes para assassinar os líderes da Judeia. Herodes exerceu sua força através do terror e brutalidade, mas uma razão para ele ficar anti-popular foi sua violação de lei Judaica tradicional. Ele construiu templos pagãos numerosos e estádios para gladiadores em Jerusalem. Entretanto, ele também reconstruiu o Templo Judaico em Jerusalem em grande escala que de longe eclipsou o edifício original construído um milênio atrás pelo rei Salomão.Depois da morte de Herodes, em 4 A.C.., Os Romanos assumiram cada vez mais a força direta. Distúrbios continuados, conduziram futuramente a erupção do da primeira revolta Judaica contra Roma, que começou em 66 D.C.. e efetivamente terminado em 70 D.C.., quando os Romanos queimaram Jerusalem e destruíram o Templo.O Judaísmo durante este período tem sido descrito como &quot;notavelmente variado.&quot; Alguns pesquisadores diziam Judaísmos, em vez de um Judaísmo. Naqueles tempos inseguros o Judaísmo tradicional, centralizado em sacrifício de Templo, foi amplamente considerado inadequados, por Judeus, devido ao presente tempestuoso. Assim, uniram-se a instituições da sinagoga, que poderiam repor o Templo e tornarem-se o foco da vida Judaica depois disso, nós também vemos o desenvolvimento de expectativas do fim dos tempo, das visões divinas, da vida após a morte, da resurreição dos mortos, dos apocalipses (revelações) onde bons e maus lutariam mutuamente em uma batalha cósmica final, e dos portadores do messianismo.&lt;br /&gt;
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11QS, 4Q255-264a, 5Q11 Isto estava entre os primeiros sete pergaminhos encontrados e é motivo central para discussões sobre os Manuscritos do Mar Morto desde sempre. As cópias da Caverna 1 esteve virtualmente intacta. Também, o número puro de cópias deste trabalho descoberto nas cavernas--treze, quase como muitos como copia de Gênesis e Êxodo, e os outros livros da Bíblia--dita centralizou este trabalho na tentativa em compreender o fenômeno dos pergaminhos. Claramente sectario, e escrevendo em língua e imagem para expressar a mente-conjunto .Pesquisadores comumente referem a este trabalho como &quot; Regra De Comunidade.&#39;&#39; Este trabalho supostamente foi feito para governar uma comunidade vivendo em Qumran. Mas esta idéia está ao menos parcialmente errada; o trabalho em si mesmo se refere a vários grupos por toda a Palestina. Portanto isto não anexou especificamente ao local do Qumran (qualquer que seja a conexão dos Manuscritos do Mar Morto ao local). Este texto reflete uma pequena comunidade vivendo lá. Desde que &quot;comunidade&quot; usualmente implica numa definida e restrita localização geográfica Para evitar as conotações enganosas de vários semi-equivalentes linguisticas possíveis, decidimos usar uma das pessoa-designações na maioria comuns de associação, Yahad, &quot;unidade.&quot;O texto presente é essencialmente uma constituição do Yahad. Que isto é uma constituição torna-se claro por comparação com as constituições de qualquer outra parte do mundo Greco-Romano contemporâneo. Pesquise por Moshe Weinfeld e Matthias Klinghardt dentre outros têm mostrados que virtualmente todo elemento estrutural deste Judaismo antigo escruto, tem analogias com constituições e associações religiosas do Egito, Grécia, e Ásia Menor. Josephus, o historiador Judeu do primeiro século, descrevendo os grupos Judaicos maiores como escolas filosóficas. Seu retrato é usualmente colocado como uma adaptação enganosa da situação Judaica verdadeira. Como o trabalho é descrito, a associação é suprida de padres, Levitas (um pedido do sacerdócio secundário),&quot;Israel,&quot; e proselitos Gentio.. Outros Judeus, junto com as nações Gentias circundadas, eram considerados &quot;Homens de Peversidade&quot; que &quot;anda em caminho mau.&quot; Entrava no grupo através de conversão. Durante este período ele (mulheres não é especificamente mencionada) recebe instrução em conhecimento, segredos do grupo e passa progressivamente pelos mais altos estágios de pureza; Sua riqueza (segundo 7:6-8 ele não retém qualquer porção de seus bens) é fundida com o do grupo, uma prática parecida com os Cristãos descritos no Novo Testamento de Atos. Futuramente a associação designa a ele uma posição baseada na obediência à Lei de Moises.&lt;br /&gt;
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12Cada capítulo da associação tem um líder conhecido como o Instrutor, provavelmente o padre primeiro, que guia deliberações sobre pergaminhos para governo do grupo, fundos de associação, e interpretação bíblica. Realmente, o título do texto da Caverna 1 declara que esta cópia pertencia a um Instrutor, que pode bem se referir ao trabalho quando instruia novos convertidos. Decisões estão por regra de maioria. Os capítulos locais compreendem ao menos dez homens que se encontram para refeições e estudo da Bíblia. A cada ano eles conduz uma revisão cheia do sócio. Naquele tempo a posição de um homem podia mudar, para melhor ou pior, segundo seu comportamento e compreensão bíblica. O uso de terminologia militar é notável. Membros são descritos como &quot;voluntários&quot; e são organizados dentro de grupos de milhares, centenas, cinqüentas, e dezenas. O método de organização é aquela utilizada na guerra sagrada conduzida sob Moisés e Josué quando Israel foi atacado pelos Canaanitas e tomou posse da terra de Israel. Esta escolha de terminologia foi, certamente, deliberada. O grupo pensando em si mesmo como guerreiros, esperando sinal de Deus para começar a guerra final contra as nações e as maus dentre os Judeus. Enquanto Isso eles procuraram viver em um estado maior de pureza como a Bíblia requeria aos guerreiros sagrados...Muitos das idéias teológicas deste trabalho, são familiares para nós através da escrita de Judeus e Da Cristandade (que foi, certamente, em si mesmo um movimento Judaico quando começou). Como Cristandade, membros como entrando numa nova aliança com Deus, verdadeiramente preenchendo o aliança do velho Mosaísmo. A constiuição chama de Aliança da Misericórdia, o Aliança do Yahad Eterno, a Aliança Eterna, e a Aliança de Justiça. Crentes estão daqui a pouco vivendo em uma era quando Satanás (aqui chamado Belial). O Novo Satanás nos termos do Testamento &quot;o Príncipe deste mundo.&quot; Finalmente, aquele fato explica por que crentes, que sabem e vivem pela verdade, tem tais dificuldades neste mundo. Crentes são Crianças de Luz, Crianças não-crentes de Escuridão--terminologia também utilizada no Novo Testamento. Dentre os nomes, a associação chama a si mesmo &quot;O Caminho&quot; (e.g., 9:18), um pessoa-designação que algum dos primeiros Cristãos também utilizavam (Atos 9:2).No futuro a constituição antecipa uma &quot; visitação benévola&quot; de Deus. Uma passagem do texto fala da esperança da ressurreição (11:16-17). Crentes um dia receberão um &quot;coroa de glória&quot; e uma &quot;galardão de honra.&quot; Na outra mão, todos não pertencente ao grupo é levado para danação eterna, uma eternidade de tortura pelo mau &quot;anjos de perdição,&quot; todos queimando na escuridão completa. Passagens descritivas longas da constituição no inferno e o destino de não-crentesTalvez o mais grave conceito-- verbal por semelhança entre pensamentos Cristãos antigas e desta constituição é a noção de comunidade como templo. Paulo fala da existência de crentes &quot;construída sobre a fundação dos apóstolos e profetas, com Jesus. Nele a estrutura inteira é unida juntamente e cresce num templo sagrado no Senhor; em que você também é edificado para morada de Deus,mediante o Espírito.&quot; (Eph. 2:20-22). Nosso texto descreve os crentes como &quot;templo para &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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13Israel e . . . Sagrado dos sagrados . . . Assim ambos Cristãos antigos e membros desta associação concebida por eles mesmos é estritamente como o templo verdadeiro. Eles tinham reposto a estrutura física em Jerusalem Isto foi uma idéia com uma implicação do transcendental, desde a Bíblia podia ser lida dizendo que Deus vivia no Templo Do Jerusalem. Para ambos destes grupos, Deus não fez moradia naquele edifício oco mero construído por mãos humanas. Ele viveu neles.O trabalho começa por caracterizar o aliança com que membros estão comprometidos eles mesmos. O autor além disso descreve uma comunidade mestre, que, em termos gerais explica o papel para tomar um Instrutor como um ideal à comunidade. Col. 1 Um texto pertencente ao Instrutor, que está para ensinar o Ho. Uns do ly de como viver segundo o livro de Regra do Yahad. Ele irá ensinar como procurar Deus em todo seu coração e com toda sua alma, para fazer que é bom e direito ante Ele, e como Ele comandou através de Moisés e todos Seus servos, os profetas. Ele irá ensinar a eles a amar tudo o que é escolhido e para odiar tudo que Ele rejeitou, para se afastar eles mesmos de todo mau e para fazer bons atos; para praticar a verdade, justiça, e retidão na terra, e para andar no caminho do bem. Que os voluntários devem viver segundo as leis de Deus na Aliança de Misericórdia, a fim de que seja unida com a sociedade do Deus e ser perfeito ante Ele, segundo tudo que tem sido revelado aos tempos o os nomeados. Ele irá ensinar a amar todas as Crianças de Luz --e para odiar todo as Crianças da Escuridão,Todos os que são voluntários de Deus, irão trazer a medida cheia de conhecimento, vigor, e riqueza dentro do Yahad de Deus. Assim eles purificam seu conhecimento em verdade das leis de Deus, e exercitam seu vigor segundo a perfeição de seus caminhos, e igualmente sua riqueza pelo canon dos conselhos da direita. Eles não irão desviar-se no menor detalhe de qualquer das palavras de Deus. Pergaminhos e a conduta da comunidade. Primeira seção , regras e resumo geral. Col. 5 Isto é a regra aos homens do Yahad (unidade) que voluntários ao reparar todo mau e para firmar teste para que possa comandar-se por Ele, de boa vontade. Eles deverão separar-se da congregação de homens perversos. Eles virão juntamente com respeito para Lei e riqueza. Suas discussões sob a vigilância dos Filhos de Zadok--padres e preservação da Aliança--e segundo a maioria dos pergaminhos dos homens do Yahad, que segura a Aliança. Esses homens decidem em matérias de Lei, dinheiro, e julgamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
14Eles praticam a verdade com humildade, caridade, justiça, amorosa-gentileza, e modéstia em todos seus caminhos. Portanto, nada permanecerá em um coração intencional e assim seja seduzido, não por seu coração, nem por seus olhos nem ainda por sua natureza. Juntamente eles são obrigados a circuncisão. O prepúcio desta natureza, este pescoço rígido, e assim estabelece uma fundação de verdade para Israel--que quer dizer, ao Yahad do Aliança com o Eterno. Ambos por experiência e por veredicto irão condenar qualquer que transgredem um regulamento.Princípios Gerais da organização.Da Comunidade em suas refeições associadas ao estudo da BÍBLIA.Por essas regras eles governam a eles mesmos onde quer que eles residam, de acordo com a vida da comunidade. Inferiores devem obedecer a seu superiores de posição no que diz respeito ao trabalho e riqueza. Eles, oram, e dez homens pertencentes à sociedade do Yahad são unidos, um padre deve sempre se apresentar. Os homens ante o padre por posição, e desta maneira sua vontade e opiniões seja procurada em qualquer assunto.Em qualquer lugar onde se unem os dez homens, alguém deve sempre empenhar-se em estudo da Lei.O propósito de comunidade faz, seu manifesto, É reiterado. Esta declaração termina por esperar a chegada de um profeta--talvez o &quot;profeta Moisés&quot; previsto pelo livro de Deuteronômio, ou talvez um mensageiro tal como João Batista, conforme os Cristãos antigos--e dois messias, um sacerdote e um presumivelmente,um rei da linha real de David.Quando, unidos por todos esses preceptores, tais homens vêm a ser uma comunidade em Israel, eles acreditavam Ter a verdade eterna guiada pela instrução do espírito sagrado. Eles à culpa de transgressão e a rebelião de pecado, tornam-se um sacrifício aceitável à terra através da carne de queimou ofertas. a gordura de porções do sacrificio, e oração, formam, justiça em si mesmo, um sabor doce de retidão e comportamento sem culpa, uma oferta voluntária agradável.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://delumar.blogspot.com/feeds/4148800513615048488/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/07/influencia-dos-essenios-no-cristianismo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/4148800513615048488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/4148800513615048488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/07/influencia-dos-essenios-no-cristianismo.html' title='A  INFLUÊNCIA DOS ESSÊNIOS NO CRISTIANISMO'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgn-BVYrksYdTJA51mQNVJ39YzRSvxB5f5ashIVlpv3pGajZMe9mrcM2BxtRubrcYihQrjjPGPIszoJl8kt-owwSIB3xVwxHNEzaDd-wmWXD3OrdmDK6B8rqZDicC_vojhL4vru2HHnwVs/s72-c/Cristo.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8626129489293776221.post-7442481931383137185</id><published>2010-07-16T20:10:00.000-03:00</published><updated>2010-07-16T20:10:24.742-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religião"/><title type='text'>RELIGIÕES ANTIGAS E SUAS HISTÓRIAS</title><content type='html'>“Religiões Antigas e suas Histórias”&lt;br /&gt;
Conceito: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhF_nDSeBKwugx7BPvydmtShLTsxLtxs41D9AGnevQhAXH6PzmdIdb-8_N72iuG73GjbsQhM4668pmfCVY3sn1coaVo4z5KJmmhign4pim9so1_kztwPR3mWjbb1B_KoLsy4FHxGr5GoZ4/s1600/RELIGI%C3%83O.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; hw=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhF_nDSeBKwugx7BPvydmtShLTsxLtxs41D9AGnevQhAXH6PzmdIdb-8_N72iuG73GjbsQhM4668pmfCVY3sn1coaVo4z5KJmmhign4pim9so1_kztwPR3mWjbb1B_KoLsy4FHxGr5GoZ4/s320/RELIGI%C3%83O.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os primeiros indícios de atividade religiosa existem, como origem principal e em primeiro lugar na África-Negra (Kam, um dos filhos de Noé, que originou os Kamitas). Devemos lembrar que Noé não era apenas um líder político, mas também um instrutor religioso, que de alguma maneira carregou a antiga religião da raça de “Adão”. Assim, esta religião primitiva foi transmitida, através de “Kam” aos povos - negro-africano (Kamitas). Que datam, segundo os historiadores de 30.000 a 10.000 ªC. E que, até hoje, persiste e aumenta seus adeptos, como exemplo: no Brasil. Já em outros lugares, pinturas rupestres encontradas na França, datadas de 20.000 a 11.000 ªC., mostram rituais aparentemente ligados à caça, e estatuetas que remontam a 25.000 ªC. surgem uma deusa-mãe ou figura ligada à fertilidade. O desenvolvimento da escrita no Oriente Médio antigo, por volta de 3000 ªC., revela a existência de grande variedade de crenças, rituais e práticas religiosas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sumário:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os cultos da Antigüidade, com exceção do zoroastrismo e do judaísmo, os demais, todos politeístas e os deuses, organizados em grupos hierárquicos ou familiares. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
“África”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O site www.paijulioesteio.kit.net descreve o “Fundamento e de alguns rituais, hoje, praticados no Brasil”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“O Oriente Médio”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os povos do Levante glorificavam vários deuses sob o comando de El, “Criador das Coisas Criadas”, e seu complemento, Asherah (deusa-mãe); Baal (deus da tempestade) é auxiliado por sua irmã e defensora Anat (deusa da fertilidade e da guerra) em sua luta com Yam (senhor dos mares) e com Mot (morte e esterilidade). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma terceira deusa associada à fertilidade é Astarde, a versão Cananéia de Ishtar, a deusa-mãe semítica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As práticas religiosas parecem ter consistido, em sua maior parte, de sacrifícios de animais e ocasionalmente humanos, encenação de mitos e decretação de casamentos sagrados. Os reis eram considerados “seres divinos”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já na Mesopotâmia, cada cidade suméria tinha suas próprias divindades, embora muitas tenham sido incorporadas aos tipos dominantes (Nanna – Lua; Utu – Sol; Anu – céu; Ea – tempestade; Enki – Terra; Inanna – a deusa-mãe, equivalente à Ishtar semítica). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As religiões dos acadianos, babilônios e assírios conservaram muitas das características sumérias, adaptadas às suas culturas. Ligados à natureza, os deuses da Mesopotâmia também simbolizavam valores morais e sociais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os cultos consistiam em oferendas de sacrifícios de animais a imagens divinas. Nos Templos (blocos empilhados, conhecidos como zigurates) era narrado o mito da criação, proclamando a vitória de Marduk (Babilônia) ou Assur (Assíria) sobre Tiamat (águas primordiais). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Anatólia (atual Turquia), o império Hitita do segundo milênio antes de Cristo deixou poucas informações sobre assuntos religiosos. Muitos de seus mitos eram traduzidos de textos semíticos ou outros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O reinado frígio, que sucedeu os Hititas, era o centro do culto a Cibele – deusa da Terra, cujos sacerdotes eram eunucos. Mais tarde, este se disseminou pela Grécia e por Roma. No segundo milênio antes de Cristo, formou-se o grande império mitânico na Síria e norte da Mesopotâmia, cuja religião incorporava diversas características ou semelhança, somente encontradas nos vedas da Índia. Uma religião semelhante à dos vedas também era praticada na antiga Pérsia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Egito”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Faraós do Egito antigo eram vistos como “seres divinos” e chamados de “Horus” “Filho de Ra”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ra era o deus Sol e o senhor dos deuses. Como “Filho de Ra”, o Faraó incorporava o poder solar de dar a vida. Horus era o filho de Ísis¸a Mãe divina, e de Osíris, o deus da inundação, vegetação e dos mortos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como Horus, o Faraó personificava a renovação da vida e da fertilidade trazidas pela inundação anual da terra pelo Rio Nilo. Para aumentar seus poderes, as divindades locais eram freqüentemente unidas às oficiais; a mais importante era Amon, deus da invisibilidade que, por volta de 2000 ªC., foi associado a Ra e se tornou-se Amon-Ra, cujo o Templo em Tebas torno-se o mais rico do Egito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A efêmera “Revolução de Amama” (c.1.350 ªC.) sob o reinado de Akhenaton promoveu o culto de Aton (a divindade única representada pelo disco solar) em oposição a Amon-Ra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como os egípcios não conseguiam imaginar que a morte fosse diferente da vida no Egito, a preservação do corpo era essencial para sobrevivência na vida após a morte. Realizavam rituais, alimentos e oferendas; roupas e artigos de luxo acompanhavam o corpo (morto) ao túmulo. Os rituais realizados aos mortos eram julgados pelos deuses do mundo invisível e subterrâneo, mas, munidos, da “Confissão Negativa”, a negação de 49 possíveis ofensas contidas no “Livro dos Mortos” – uma coleção de palavras mágicas e orações – garantiam uma vida após a morte segura e próspera. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É bom citar a semelhança existente entre alguns rituais, como por exemplo, os dos mortos dos egípcios e do negro-africano, onde nos rituais africanos (Egún ou Egungun &amp;gt; osso, esqueleto &amp;lt; , mas, não confundir com “Bàbá Eégún” &amp;gt; espíritos, almas reencarnado dos mortos ancestrais que voltam à Terra em determinadas cerimônias ritualísticas), até hoje, realizam-se rituais aos ancestrais, é de sumo importância aos rituais africanos, por ser esta, comprovadamente, uma das mais antiga. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Zoroastrismo”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No nordeste da Pérsia, no final do segundo milênio (por volta de 1.200 ªC.), um reformador religioso chamado Zaratustra (Zoroastro) pregava uma simplificação da antiga cosmologia politeísta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vida pressupunha uma escolha entre “Aura Masda” (espírito sábio) e Angra Mainyu (espírito destruidor), personificando o bem e o mal. Aura Masda era assistido por anjos, os amesha spentas (espíritos bons). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O destino da pessoa após a morte (céu ou inferno) era determinado por sua própria escolha. O Zoroastrismo, aparentemente a mais antiga “religião de salvação”, tornou-se a religião nacional do império aquemêndia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O dualismo masdeísta (visão do mundo como uma luta entre o bem e o mal) pode ter influenciado o pensamento grego e judaico antigo e ainda sobrevive na religião dos parses da Índia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Grécia”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os textos na escritura Linear B da civilização micênica, primeiros escritos religiosos na Europa, mostram a importância de Poseidon, deus dos mares, e da “Senhora” (presumidamente uma deusa-mãe). Já outras divindades, como Zeus e Hera, são citadas. Na poesia de Homero, os deuses eram imortais e imutáveis e viviam no Monte Olimpo, embora se portassem como seres humanos, nem sempre bem-comportados. Podiam mudar de forma, interferir na vida dos homens e até alterar o destino destes (mas não sua natureza) em troca de oferendas (presentes) e orações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os deuses do Olimpo foram incorporados ao trabalho das sociedades secretas e aos cultos de cura e adivinhação (por exemplo, o oráculo de Delfos). Por volta do séc. VI ªC., faziam parte dos cultos oficiais das cidades-estados gregas. No entanto, a religião da Grécia antiga tinha pouca relação com a moralidade, e as considerações morais, metafísicas e científicas dos filósofos de Atenas dos séculos V e IV ªC. desafiavam a religião popular com idéias diferentes sobre Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As conquistas de Alexandre, o Grande disseminaram o idioma e as idéias dos gregos por todo o Oriente Médio. A civilização helenística realizou uma fusão entre as culturas grega e oriental. O culto aos deuses do Olimpo se disseminou, assim como a adoração de Ísis, do Egito, e de Cibele, da Frígia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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“Roma”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A religião romana baseou-se provavelmente na etrusca e se relacionava ao calendário agrícola, dando origem a duas formas de manifestação religiosa: a devoção doméstica reconhecia os deuses do lar (lares e penates), enquanto o culto do Estado, comandado pelo sumo-sacerdote (o pontifex maximus) e outras autoridades, assegurava o bem-estar da coletividade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Roma se deparou com a cultura grega, as divindades do Estado foram identificadas com seus equivalentes do “Olimpo”. À medida que o império se expandia, seus exércitos traziam religiões estrangeiras para Roma. A mais importante, até a adoração do cristianismo no séc. IV foi o mitraísmo, baseado na adoração de Mitra ou Mitras (o deus persa da luz, verdade e justiça), cujo sacrifício de um touro cósmico era aclamado por seus devotos em sacrifícios ritualísticos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um culto de mistérios exclusivamente masculinos, o mitraísmo chegou a Roma no séc. 1 ªC. e se tornou muito popular no exército. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A religião oficial resistia às inovações ou admitia sua existência apenas quando comprovadamente importantes. Homenagens divinas póstumas foram prestadas a “Julio César”, a “Augusto”, a muitos de seus sucessores e a vários membros da família imperial. Nas províncias orientais do Império Romano, os imperadores vivos eram saudados como deuses. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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“Os doze Deuses do Monte Olimpo”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zeus (júpiter para os romanos) &amp;gt; divindade dos céus, senhor dos imortais. Pai dos deuses e homens (mas não o criador). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hera (Juno) consorte de Zeus, guardiã do casamento e do parto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Poseidon (Netuno) o abalador do solo, senhor dos mares. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deméter (Ceres), deusa do milho e das colheitas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apolo (não há equivalente romano direto), aquele que afasta o mal, fonte de profecia e adivinhação; às vezes associado ao Sol, à música e à poesia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ártemis (Diana) deusa virgem da caça e dos animais selvagens; originalmente uma deusa-mãe e, às vezes, associada à Lua. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ares (Marte), deus da guerra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Afrodite (Vênus), deusa do amor e da beleza. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hermes (Mercúrio), mensageiro dos deuses e guardião do comércio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atena (Minerva), deusa da sabedoria e virgem protetora do lar; protetora de Atenas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hefesto (Vulcano), deus do fogo e dos vulcões; protetor dos ferreiros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Héstia (Vesta), deusa do lar; protetora da cidade de Roma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há outras divindades, não incluídas aqui, que também eram importantes na religião popular: Dionísio (Baco), associado ao vinho e às colheitas e adorado em rituais orgíacos. E Asclépio (Esculápio), fonte de cura, principalmente, através das ervas sagradas e medicinais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vejam! A analogia entre a Religião Africana (Òrìsàs) e os Deuses do Monte Olimpo!!! Mais uma vez, se comprova a origem religiosa de Noé e seus filhos, em diversos povos do Mundo. Será que estas religiões existissem como existe até hoje a Africana, seriam tão discriminadas como as de origem Africana em nosso País!? Faça sua reflexão! Porque? Uma tem sua origem “branca” e a outra sua origem é “negra”. Por tais motivos, devemos sempre respeitar qualquer credo religioso antigo, independente de cor ou de origem, porque, a base religiosa vem de Noé e seus filhos e, logicamente, extensivos aos seus descendentes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Religiões Celtas e Germânicas”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não dispomos de relatos de adeptos da religião celta pré-cristã e muitos detalhes continuam desconhecidos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas lendas irlandesas sugerem a existência de um Deus celta soberano, mas a representação mais comum é a figura “masculina com chifres”, evidentemente, ligado à fertilidade, tendo às vezes uma deusa como consorte. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os vestígios de lugares de cultos encontram-se próximos florestas, água que traduzem a fertilidade: fontes; poços e nascente de rios. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sacrifícios humanos parecem ter sido comuns teria um significado especial. Vários observadores mencionam “druidas”conduzindo sacrifícios e cerimônias divinatórias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As religiões dos povos germânicos perduraram até a Idade Média: a Escandinávia só tornou-se cristã após os séculos X a XII. Conhecemos bastante sobre as formas mais recentes, especialmente através da literatura nórdica. Entretanto, as lendas nórdicas foram escritas na época cristã e oferecem uma visão incompleta da religião dos “vikings e anglo-saxões”. A religião germânica possuía várias divindades. Na Antigüidade, três eram especialmente adoradas: Wotan ou Woden (Odin nórdico), pai dos deuses e dos mortos; Tiw ou Tiwaz (Tyr nórdico), o outorgante da lei; e Thor, a divindade do trovão. Odin e Thor pertencem a Aesir, que derrotou Vanir, uma outra raça de deuses. Aesir e Vanir reconciliaram-se e Frey (dos Vanir) e seu complemento feminino, Freya, fortemente associados à fertilidade, são as figuras principais. Não existia um Deus supremo, apenas um caos de energia divina, e o devoto escolhia a divindade que lhe fosse mais útil. Odin era o patrono natural dos guerreiros e suas Valquírias (mulheres guerreiras) levavam os heróis mortos ao seu grande saguão, Valhada. Thor parece ter sido a divindade mais popular. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como observação: Mais uma vez, existe a analogia entre as religiões antigas! Porque, hoje, a discriminação com as religiões de origem africana, se, na verdade todas as raças humanas do universo possuíam a semelhança religiosa! Será preconceito ou discriminação? Com as Religiões de Matriz Africana! Talvez, seja falta de conhecimento dos povos de hoje, com relação à origem das religiões antigas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Era Moderna – Cristianismo”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conceito: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O calendário ocidental, formado e determinado pelo cristianismo, considera o nascimento de “Jesus de Nazaré” &amp;gt; conhecido como Cristo &amp;lt; como sendo, o ponto de virada da História. Ao datar a “Era Moderna” a partir de seu suposto nascimento (acredita-se que, na verdade, tenha nascido no ano 4 ªC.), o cristianismo concretizou a importância de “Jesus Cristo”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sumário: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para os cristãos, a criança judia nascida em “Belém” não era um ser humano comum, era humano e divino &amp;gt; o Filho de Deus. Embora seja possível dizer que um personagem histórico chamado “Jesus” viveu entre 4 ªC., apenas a fé pode afirmar que se tratava do “Cristo” consagrado por “Deus”, o tão esperado “Messias dos judeus” . &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A natureza de Deus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os cristãos acreditam que Deus é o criador do universo e de todas as formas existentes de vida. Acreditam também que Jesus Cristo é o único Filho de Deus e que existia, assim como Deus Pai, desde antes do início dos tempos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus encarnou (recebeu forma humana) quando sua mãe humana, Maria, o gerou através do poder do “Espírito Santo”.O objetivo de sua encarnação era reconciliar a raça humana (humanidade) com Deus, pois a pecabilidade humana havia rompido seu relacionamento com “Ele”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus quebrou o poder do pecado e do mal através da morte de Jesus na cruz; através da ressurreição de Jesus no terceiro dia, “Deus mostrou o triunfo da vida sobre a morte, do bem sobre o mal” e prometendo vida eterna àqueles que acreditam em Jesus. Está foi a grande profecia da transformação da religião praticada na época e marcando a Era Moderna Religiosa da maioria da humanidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim diz: O Livro Sagrado (Bíblia &amp;gt; elaborado e escrito pelos seus adeptos) dos cristãos. Depois de sua morte, Jesus, apareceu muitas vezes aos seus discípulos e, em seguida, ascendeu ao céu, prometendo enviar o “Espírito Santo” para guiar e iluminar a Igreja dos cristãos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os cristãos acreditam e na sua fé que Jesus retornará no fim dos tempos para julgar o mundo. Escrito, no Livro Sagrado dos cristãos e funciona como uma coação aos seus adeptos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A “Trindade” expressa a crença cristã na união de “Três Pessoas” distintas cuja essência é a mesma &amp;gt; Deus, o Pai e o criador; O Filho, que revelou o amor de Deus e seu objetivo em relação à humanidade e à criação; e o Espírito Santo, através do qual Deus procura guiar e instruir o mundo de seus adeptos. E assim, no Livro Sagrado, fazendo e induzindo a todos os cristãos à discriminação às demais religiões existentes na época, assim, registra a história das grandes guerras e as perseguições religiosas, e que nos dias de hoje, ainda existem, mas, discretas e ocultas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Os ensinamentos de Jesus”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que sabemos dos ensinamentos e da vida de Jesus está registrado nos Evangelhos, assim como em várias citações e histórias encontradas em outros livros do “Novo Testamento”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma observação importante: Todos foram escritos por pessoas adeptas ao cristianismo e que acreditavam que Jesus era, ao mesmo tempo, humano e divino. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso conhecimento de Jesus, portanto, vem dos escritos de seus fiéis e adeptos. Jesus, por ser o maior dos maiores profetas, ensinou que Deus é como um pai que cuida de cada uma das pessoas na Terra; através do “arrependimento e do perdão”. Deus chama para si, com amor, toda a humanidade cristã e deseja que cada indivíduo faça a Sua vontade na Terra. Jesus ensinou à todos os cristãos também que, vivendo de acordo com a Sua vontade, o “Reino de Deus”&amp;gt; justiça, amor, clemência e paz &amp;lt; poderá vir à Terra. Contudo, não podemos saber com certeza de que modo Jesus via seu papel. Certamente rejeitava o modelo do “Messias” no qual os judeus de seu tempo acreditavam – um guerreiro justo que os livraria do domínio de Roma e lhes devolveria seu país. Mas, Jesus não pregava a guerra e sim a paz, portanto, os judeus o condenaram. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Debate-se intensamente se Jesus acreditava ser divino. É certo que Ele falava do Reino que estava por vir – não um Reino Político ou Militar, mas sim estabelecido nos corações e mentes das pessoas. Jesus, para época era um sábio e sabia como utilizar as palavras, era além de profeta, ou seja, o sumo dos profetas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os cristãos acreditam que através dos doze, principais, discípulos de Jesus, os apóstolos, a autoridade na Terra tenha sido outorgada a ela, que deve ser vista como o corpo de Cristo na Terra. A Igreja (cristianismo) é, portanto, considerada como a única religião e implantada na mente da humanidade, principalmente, a cristã, como sendo, essencial para salvação, para a libertação dos pecados e para possibilidade de vida eterna. A partir desta época, constata-se a maior revolução religiosa, tornando-se o cristianismo um poder político e religioso no mundo, bem como, o preconceito, perseguição e a discriminação religiosa com as demais religiões primitivas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A Igreja e os ritos”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A estrutura da Igreja foi formada pela mente cristã através do “livro Sagrado, Bíblia” realizado e escrito pelos ensinamentos e pela doutrina dos seres cristãos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Através de uma interação dinâmica entre a Bíblia e a tradição, a Igreja desenvolveu o teatro de seus ensinamentos, crenças e credos, além de liturgias, sacramentos e festividades, concedendo aos fiéis a essência da fé cristã e incluindo aos estágios importantes de suas vidas o significado e o propósito dos cristãos. As práticas das Igrejas Católica Romana e Anglicana; na verdade, há uma ampla divergência de crenças e de práticas dentro da própria fé cristã. Pois, fé, crença e rituais, dos cristãos, não é unânime. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dois ritos ou “sacramentos”, foram instituídos pelo próprio Jesus; o “batismo” e a “eucaristia”. Os demais, ou seja, outros ritos (celebrados em períodos de graça ou bênção, feitos pelos cristãos, conforme a Bíblia) incluem o crisma, o casamento, a ordenação para o sacerdócio, a confissão e a extrema-unção. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A “eucaristia” (ou Sagrada Comunhão) =&amp;gt; na qual o “pão e vinho” (a grande profecia de Jesus) são consagrados e oferecidos à congregação =&amp;gt; é o principal ritual de muitas Igrejas, pelo fato de Jesus ter dito a seus discípulos na Última Ceia (pouco antes da Crucificação), disse: que se lembrassem dele quando partissem, “o pão” e tomassem “vinho”. Observação: Há uma grande diversidade de interpretações sobre o papel do “pão” e do “vinho”. Na teologia Católica Romana, acredita-se que “o pão”e o “vinho” se tornarão o “corpo”e o “sangue” de Cristo – processo conhecido como “transubstanciação”. Já de acordo com a Igreja e a teologia e crença Protestante, o termo “consubstanciação” envolve a idéia de que o “corpo” e o “sangue” de Cristo estão presentes no “pão” e no “vinho”. Os Protestantes acreditam também que o “pão” e o “vinho”, foi a maior das profecias de Jesus, como sendo, uma homenagem à memória do “sangue” e do “corpo” de Cristo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O “batismo” marca a aceitação (muitas vezes impostas por familiares ao cristianismo, e não dando as opções religiosas ao ser humano) de um novo membro na Igreja e consiste em “borrifar com água-benta a cabeça da pessoa em questão ou, em algumas tradições, na imersão total”. Este último, ritual (sacramento) lembra o batismo de Jesus por João Batista, assim como o batismo dos próprios discípulos por Jesus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas Igrejas têm um clero profissional, agrupado em duas categorias principais: “padres” ou “ministros”. A função do padre na Igreja Católica Romana ou Ortodoxa é agir como um intermediário Deus e os adeptos. O “padre” tem um papel formal e litúrgico que não envolve necessariamente uma dimensão pastoral. Ao contrario, o “ministro” em muitas Igrejas Protestantes não age como um intermediário, pois, acredita-se que todas as pessoas estejam em comunicação direta com Deus ou que tenham capacidade de estabelecer essa comunicação. O papel do ministro é guiar a reflexão sobre a “Palavra de Deus” e ajudar os fiéis na sua conduta diária, de acordo com princípios cristãos. Em tais Igrejas, há um ritual, crença no sacerdócio de todos os fiéis. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maior parte das Igrejas possui seu santuário onde se localiza o altar, além de oferecer locais para a devoção da comunidade, para a leitura da Bíblia, para o culto religioso e para a administração da “Eucaristia” e de outros sacramentos, como o “Batismo”. Em algumas tradições, a Igreja é voltada para “Jerusalém”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caso, o leitor, deseja se aprofundar nas diferentes formas e tradições do cristianismo, elas estão descritas em “O Cristianismo no Mundo”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Livro Sagrado =&amp;gt; Bíblia”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resumo: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como já sabemos o Livro Sagrado =&amp;gt; Bíblia foi escrita pelos cristãos. A “Bíblia judaica” é chamada de “Velho Testamento” pelos cristãos e os “Evangelhos” =&amp;gt; Atos dos Apóstolos, Cartas e Apocalipse, de “Novo Testamento”. Ao fazer esta separação, a Igreja considera-se a verdadeira herdeira de Israel, a quem o “Velho Testamento” e, portanto, o relacionamento especial que Israel tinha com Deus foi transferido à Igreja. Alguns cristãos acreditam que a Bíblia (ela, sendo escrita pelos cristãos) é narrativa real, histórica e cientifica da vida na Terra, de seu objetivo e de seu significado. Já para outros, a Bíblia revela, através de histórias realizadas pelos próprios cristãos e, assim como, mitos, a natureza do relacionamento da humanidade entre si e com Deus. Em ambos os casos, desempenham um papel central, ajudando-os a determinar sua conduta moral, social e espiritual, bem como, religiosa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o vosso conhecimento, a primeira Bíblia conhecida pelos cristãos foi a judaica, na qual vêem a profecia da vinda de Jesus. A Bíblia judaica era conhecida em duas formas pelos cristãos antigos: “a original em hebraico e a tradução grega conhecida como o“Septuaginta”. O cristianismo começou entre os judeus – Jesus aparentemente tinha poucos seguidores não-judeus (gentios) durante sua vida na Terra. Conduto, cristãos de grupos “gentios” foram rapidamente atraídos e liam a Bíblia em grego. Já o “Novo Testamento” foi inteiramente escrito em grego, o que mostra que o mundo “gentio” tornou-se cada vez mais importante que o judaico para a Igreja. Jesus falava “aramaico” (um idioma semítico), sendo que algumas palavras desse idioma permanecem no “Novo Testamento”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Atos dos Apóstolos narram a história mais antiga da Igreja, enquanto os quatro Evangelhos retratam, de formas diferentes, a vida de Jesus. O Novo Testamento contém também as cartas de São Paulo, entre outros, para as igrejas antigas; nessas cartas, a teologia cristã e reflexões sobre Jesus começam a ser desenvolvidas. Ao final do Novo Testamento, está o Livro do Apocalipse, que descreve o fim do mundo e a Segunda Vinda de Jesus. A Igreja antiga parece ter acreditado que Jesus voltaria muito em breve para estabelecer o governo de Deus na Terra. Quando isso não ocorreu, a Segunda Vinda passou a ser considerada como um evento do futuro distante, quando todos seriam julgados e o governo justo de Deus viria à Terra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pesquisas realizadas em diversos livros inclusive a Bíblia, bem como, em Enciclopédias.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://delumar.blogspot.com/feeds/7442481931383137185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/07/religioes-antigas-e-suas-historias.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/7442481931383137185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/7442481931383137185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/07/religioes-antigas-e-suas-historias.html' title='RELIGIÕES ANTIGAS E SUAS HISTÓRIAS'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhF_nDSeBKwugx7BPvydmtShLTsxLtxs41D9AGnevQhAXH6PzmdIdb-8_N72iuG73GjbsQhM4668pmfCVY3sn1coaVo4z5KJmmhign4pim9so1_kztwPR3mWjbb1B_KoLsy4FHxGr5GoZ4/s72-c/RELIGI%C3%83O.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8626129489293776221.post-1610832313311389759</id><published>2010-07-14T17:52:00.000-03:00</published><updated>2010-07-14T17:52:16.679-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Maçonaria"/><title type='text'>O CARGO DE ORADOR NO RITO BRASILEIRO (*)</title><content type='html'>O Cargo de Orador no Rito Brasileiro (*)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiFRANAfXLDh2WRUw_rIjWNMYM-c6j4Axb3sB8NCOPUao7gwUaIgmUZJq2nhyymq5V5EVfOC8eGGaecXa2d1i-N2KuISTubcU9-EzYNguawjAFas1V8VIhhDGmu2KX8zg5jBtLiL9Hb5uk/s1600/ORADOR.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; rw=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiFRANAfXLDh2WRUw_rIjWNMYM-c6j4Axb3sB8NCOPUao7gwUaIgmUZJq2nhyymq5V5EVfOC8eGGaecXa2d1i-N2KuISTubcU9-EzYNguawjAFas1V8VIhhDGmu2KX8zg5jBtLiL9Hb5uk/s200/ORADOR.jpg&quot; width=&quot;134&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
IrCarlos Augusto F. de Viveiros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Orador numa Loja Maçônica do Rito Brasileiro, desempenha várias funções, dentre elas o de fazer os discursos, pronunciamentos e conclusões. A outra é o conhecimento e aplicação do ordenamento jurídico Maçônico, constituindo o cerne de sua missão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É um dos cargos da Diretoria de uma Loja do Rito Brasileiro que desempenha papel de grande relevância para o funcionamento regular de uma Loja Maçônica, motivo pelo qual tecemos algumas considerações, visando proporcionar aos Irmãos um pouco dos entendimentos sobre essas funções atribuídas ao Irmão Orador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Orador, juntamente com o Venerável Mestre, o Primeiro e Segundo Vigilantes, o Secretário, Tesoureiro e o Chanceler, formam as Dignidades da Loja do Rito Brasileiro. Na hierarquia Maçônica, ocupa o posto da Quarta Dignidade, tendo assento no Oriente próximo a grade, ficando ao norte e à direita do Venerável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Altar do Irmão Orador devem estar as Constituições e o Regulamento Geral da Federação, adquirindo o direito de solicitar a palavra diretamente ao Venerável Mestre, podendo permanecer sentado em suas manifestações, sendo um ponto de equilíbrio da Loja para que os trabalhos sejam desenvolvidos dentro da legalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Orador é um cargo de múltiplas funções numa Loja do Rito Brasileiro: apresenta perfil de Orador propriamente dito e outro de representante do Ministério Público Maçônico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Orador Maçônico do Rito Brasileiro, enquanto Orador, não tem qualquer diferença do orador no mundo profano, vive da arte de falar bem, com desenvoltura, em sua manifestação. Poderá sustentar-se em anotações e até em discurso a ser lido, preparado previamente, o que propiciará uma abordagem objetiva e correta do que se pretende exaltar. Em outro momento, o Orador não é apenas o orador, mas também o representante do Ministério Público Maçônico, o Guarda da Lei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Cargo de Orador exige que, aquele que se encontra no seu exercício, tenha discernimento suficiente para não confundir os momentos de atuação funcional - maçônica. Uma coisa é falar como Orador e outra é atuar como representante do Ministério Público Maçônico, o Guarda da Lei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao Irmão Orador, como membro do Ministério Público, compete: observar, promover e fiscalizar o rigoroso cumprimento das Leis Maçônicas e dos Rituais; cumprir e fazer cumprir os deveres e obrigações a que se comprometeram os membros da Loja; comunicar qualquer infração; promover a denúncia do infrator; ler os textos de lei e decretos; verificar a regularidade dos documentos maçônicos que lhe forem apresentados; apresentar suas conclusões no encerramento das discussões, sob o ponto de vista legal, qualquer que seja a matéria, de forma sucinta; opor-se, de oficio, a qualquer deliberação contrária à Lei e em caso de insistência na matéria, formalizar denúncia ao Poder competente em desfavor do infrator; manter arquivo atualizado de toda Legislação Maçônica; assinar com o Venerável Mestre e o Secretário as atas da Loja, tão logo sejam aprovadas; apresentar peças de Arquitetura nas Iniciações, Filiações, Regularizações, Elevações, Exaltações, etc; agradecer a presença de visitante e acatar ou rejeitar denúncias formuladas à Loja, escritas ou verbais, representando aos Poderes Constituídos. Em caso de rejeição, recorrer ao Tribunal competente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Irmão Orador tem como Jóia do cargo um Livro aberto, simbolizando o livro da Lei Maçônica, pois o Orador é o representante do Ministério Público, é o guardião das Constituições Maçônicas e também representa a consciência da Loja. As decisões da Loja são um livro aberto, indicando também que você deve ser um livro aberto à conduta de seus Irmãos, bem como compreender as responsabilidades que o seu cargo atribui, devendo estudar profundamente toda Legislação Maçônica e Rituais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Orador fala sempre no final das discussões, sobre qualquer assunto proposto, dando o seu parecer sobre a legalidade, dizendo se as proposições estão ou não dentro da legalidade Maçônica, mesmo que ele seja contra a matéria em discussão, deve opinar somente quanto a legalidade da proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Irmão Orador poderá também se manifestar a respeito do assunto proposto na condição de membro da Oficina, que deverá solicitar ao Venerável Mestre a palavra nessa condição. A respeito do assunto é expressado muito bem pelo Emin. Irmão Sylvio Cláudio, Ex - Presidente do Supremo Tribunal de Justiça Maçônico do Grande Oriente do Brasil, em sua obra Manual do Orador de Loja (Jurisprudência e Doutrina Maçônica, pág. 469): “Quando o Orador pretende participar da discussão, no mérito, deve informar ao Venerável que deseja falar como Obreiro e não como Orador, dará a sua opinião pessoal e nada falará sobre o aspecto legal da proposta. Nas conclusões, porém, se limitará a dizer sobre a legalidade ou não da matéria em pauta, ocasião em que demonstrará sua isenção, pois pode ter sido contra a proposta mas considerá-la “legal” para efeito de prosseguimento da discussão.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando da abertura dos trabalhos Maçônicos, cabe ainda, ao Irmão Orador, a abertura do Livro Sagrado lendo a parte correspondente ao Grau no qual os trabalhos serão realizados e rogar a presença do Supremo Arquiteto do Universo, Deus, para radiar sobre a Oficina energia, ungindo-nos, transformando-nos em iluminados e conservar todos unidos na lei Divina, para que os trabalhos transcorram justos e perfeitos. E o fechamento do Livro da Lei da Lei através de ritual adequado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, como podemos observar, a área de atuação do Orador é extremamente extensa e nem sempre fácil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um Guarda da Lei que conheça a legislação Maçônica jamais permitiria que certas coisas sejam praticadas em Loja, impunemente, uma vez que é seu dever zelar pelo cumprimento da Legislação Maçônica e Rituais, denunciando os responsáveis pelo descumprimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Orador de uma Loja do Rito Brasileiro não é apenas um fazedor de discursos, ao contrário. Ele deve ser comedido no falar e só fazer as brilhantes Peças de Arquitetura nas ocasiões propicias, abstendo-se nas sessões ordinárias de produzir erudição longa e demorada, que não trará nenhum proveito para os participantes, após várias horas de trabalho, que precisam sim, ouvir informações simples, claras, objetivas e não discursos retóricos que, no fim não diz nada a respeito do assunto tratado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como tudo em nossa Ordem, o Orador deve ser aquele que fala com o coração, sendo a boca mero instrumento de transmissão das idéias; tem de ser equilibrado, sereno e fraterno no cumprimento de sua missão, estar entrosado com o Venerável, sendo recomendável que nunca demonstre, em Loja, discordância com o Altar da Sabedoria, salvo quando uma solução envolve responsabilidade do Irmão Orador, ocasião que deverá solicitar para consignar em ata o seu entendimento a respeito da ilegalidade do ato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Orador é o assessor do Venerável Mestre em assuntos envolvendo a aplicação de leis e normas jurídicas, devendo ser tratados, previamente para que o mesmo estude e apresente em Loja uma opinião a respeito do assunto dentro do interesse da Administração e de sua legalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, o irmão que venha ocupar tal cargo deve fazê-lo com propriedade e dedicação, a fim de contribuir com o funcionamento regular de uma Loja Maçônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bibliografia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Rituais de Maçons Antigos, Livres e Aceitos do Rito Brasileiro - GOB.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Regulamento Geral da Federação - GOB, edição 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Constituição do GOB, edição 2001.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Constituição do GOEGO, ed. 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Carvalho, Francisco de Assis. Cargos em Loja, 7a. ed. Londrina: Ed. Maçônica “A TROLHA”, 1998.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Monteiro Filho, Arthur de Almeida. Ramos da acácia. Antonio Rocha Fadista, trad. e Jefferson Soares Carvalho. 1a. ed. Londrina: Ed. Maçônica “A TROLHA”, 2005.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ferreira Sobrinho, José Wilson. Legislação maçônica, 1a. ed. Londrina: Ed. Maçônica “A TROLHA”, 2002.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Ferreira Sobrinho, José Wilson. Maçonaria e direito, 1a. ed. Londrina: Ed. Maçônica “A TROLHA”, 2001.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Joaquim da Silva Pires. Rituais Maçônicos Brasileiros, 1a. ed. Londrina: Ed. Maçônica “A TROLHA”, 1996.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Jakobi, Heinz Roland. Como gerenciar uma Loja Maçônica: recomendado para a administração de uma Loja Maçônica, a nível de Venerável Mestre, Luz, Secretários, Tesoureiros e Oficiais/Heinz Roland Jakobi e José Soares Barbosa. 3a. ed. Londrina: Ed. Maçônica “A TROLHA”, 2003.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Carlos Simões, O Rito Brasileiro, 1a. ed. Ed. “A GAZETA MAÇÔNICA”, 1999.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mota, Willian Felicio da. Rito Brasileiro de maçons antigos, livres e aceitos “normas - ritualística e estrutura”, 1a. ed. Ed. “PONTUAL”, 2001.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Valter Martins de Toledo. Jurisprudência de Doutrina Maçônica. Impressão - Gráfica Nadai. 2002.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pinto, G. Hercules. A Maçonaria e o rito brasileiro. Ed. Maçônica, 1981. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Conte, Carlos Brasílio. O livro do orador: oratória maçônica , São Paulo, Ed. Madras, 2004.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(*) Texto enviado pelo Ser Irmão José Robson Gouveia Freire, MI, Gr 33º e Membro Ativo da ARLS Pioneiros de Brasília nº 2288 – Federada ao GOB e Jurisdicionada ao GODF – Rito Brasileiro.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://delumar.blogspot.com/feeds/1610832313311389759/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/07/o-cargo-de-orador-no-rito-brasileiro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/1610832313311389759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/1610832313311389759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/07/o-cargo-de-orador-no-rito-brasileiro.html' title='O CARGO DE ORADOR NO RITO BRASILEIRO (*)'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiFRANAfXLDh2WRUw_rIjWNMYM-c6j4Axb3sB8NCOPUao7gwUaIgmUZJq2nhyymq5V5EVfOC8eGGaecXa2d1i-N2KuISTubcU9-EzYNguawjAFas1V8VIhhDGmu2KX8zg5jBtLiL9Hb5uk/s72-c/ORADOR.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8626129489293776221.post-5893338095557586681</id><published>2010-06-10T15:31:00.000-03:00</published><updated>2010-06-10T15:31:04.958-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ciência"/><title type='text'>O EXPERIMENTO FILADÉFIA</title><content type='html'>O EXPERIMENTO FILADÉFIA &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na década de 40 em plena Segunda Guerra Mundial, alguns cientistas reconhecidos e famosos e alguns que acabariam por ser, criaram e construíram a mais avançada e espetacular experiência que o homem daquela época até a nossa poderia imaginar. Sob o pano ‘protetor’ da hecatombe mundial os Estados Unidos, através da sua marinha de guerra, incentivou e financiou o que já era um estudo desde a década de 20, mais que permanecia na mais completa teoria, formulada pelo físico e professor Aeinstein. Segundo a Teoria da Relatividade de aistein, e a Teoria do Campo Unificado do mesmo autor, eles poderiam fazer desaparecer dos olhos das pessoas qualquer objeto que tivesse em sua adjacência a trajetória da luz desviada, tornando assim este objeto invisível aos olhos de quem olhasse. Assim fizeram quando resolveram passar da teoria para a realidade, e por incrível que pareça conseguiram êxito, quando fizeram desaparecer pequenos objetos, como copos, bules e até garrafas, segundo consta. Na década de 40 o Mundo se encontrava em guerra e a marinha americana viu naquilo uma forma excelente de proteger os seus navios e poder ganhar a guerra, que se exercia em alto-mar, tendo vários navios seus e dos aliados torpedeados pelos inimigos, que já possuíam torpedos tele-guiados pelo magnetismo do casco do navio, explodindo quando tivessem bem perto do casco do navio inimigo, afundando-os assim com facilidade. A marinha americana viu naquele experimento uma solução para esconder os seus navios da visão dos navios inimigos e passou, através do governo americano, a financiar o projeto dos cientistas dando um rumo grandioso e importante a experiência, que no inicio foi um sucesso total, mas eles não sabiam de tudo, pois este era, como é até hoje, um campo totalmente novo para a ciência e ainda faltam elos seguros para a sua continuidade, resultando na época em algo inesperado e inimaginável até hoje, pois se na época já era secreto, hoje, se existe estudos a seu respeito ou algum tipo de experiência, certamente é secretíssimo, pois envolve a dimensão, o espaço e o tempo. A seguir a mostra de um documento produzido pelo Sr. Clay Tippen de Los Angels em 1991, transcrito de uma fita de vídeo do Sr. Afred Bielek um dos poucos sobreviventes do que veio a acontecer na época, documento este que foi publicado em 1992 pelo Sr, Rick Andersen da Pensilvania e assim se encontra originalmente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;O Universo não é apenas mais estranho do que imaginamos, ele é mais estranho do que nós podemos imaginar.&quot; &lt;br /&gt;
EXPERIMENTO FILADÉLFIA &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Palestra de Al Bielek na Conferência da MUFON, em 13 de janeiro de 1990 &lt;br /&gt;
INTRODUÇÃO: &lt;br /&gt;
Transcrito em 12 de outubro de 1991 por Clay Tippen, 7809 Cypress St. West Monroe, L.A 71291-8282. A advertência a seguir foi feita por Rick Andersen. Nota do tradutor: Todas notas entre &quot;[ ]&quot; são do tradutor. &lt;br /&gt;
&quot;Este documento pode ser publicado livremente*. Serve ao propósito daquelas partes interessadas em aumentar a sua informação sobre o Experimento Filadélfia. Por favor, sinta-se à vontade para levar este documento para qualquer BBS [ou site] que desejar. Mas por favor, não o aumente ou diminua. No momento, ele não tem nenhuma alteração. &lt;br /&gt;
Este documento foi transcrito de um fita de vídeo. Recebi o tape por volta de maio ou junho de 1990. Depois de assisti-lo e revisá-lo cerca de uma dúzia de vezes, mostrei-o a alguns amigos, e como eu, eles ficaram espantados. Alguns acreditaram nele, e outros não. Agora, vocês poderão tomar a sua própria decisão. Alfred Bielek é um dos sobreviventes do Experimento Filadélfia. &lt;br /&gt;
Vários dos nomes e lugares que o senhor Bielek menciona, não puderam ser entendidos corretamente, devido aos níveis de áudio, e por terem sido apenas murmurados. Claro, havia muitos lugares e coisas que eu nunca tinha ouvido falar, e não tinha a menor idéia de como eram soletrados. Tentei pesquisar alguns deles para ter certeza que estava tudo correto. Igualmente, algumas das palavras soam um pouco estranhas, em um inglês pouco apropriado, com palavras e sentenças duplas [este documento está exatamente como foi deixado por Rick Andersen, em outubro de 92]. &lt;br /&gt;
Esta conferência foi realizada na Mufon Metroplex em Dallas, Texas, em uma reunião sobre UFOs. A data desta conferência foi 13 de janeiro de 1990. O nome do locutor é Alfred Bielek, e isto é como ele explica a começo e o assim chamado término do experimento&quot;. &lt;br /&gt;
Anfitriã: &lt;br /&gt;
Alfred Bielek é nosso locutor esta noite, e eu o ouvi na conferência sobre UFOs em Phoenix, em setembro, e penso que todos concordam que ele foi o mais interessante de todos os locutores, ao menos no material subjetivo. Então, que eu saiba, não há muitos por aí que tenham estado envolvidos no Experimento Filadélfia e que ainda possam contar sobre esta experiência. Ele está. Então, acho que este é realmente um excitante programa. &lt;br /&gt;
Agora, há muitas conexões sobre UFOs em um sentido que, bem ... vou deixá-lo contar-lhes um pouco sobre isso, mas um dos projetos no qual ele estava trabalhando ainda é altamente classificado, envolve os UFOs, e ele realmente não pode falar muito sobre isto; esta noite, ele poderá somente tocar brevemente no assunto. Mas eu penso que é realmente interessante que há tantos segredos governamentais sobre isto quanto há sobre UFOs, e o governo sempre nega que isto tenha acontecido. &lt;br /&gt;
Então, quanto a esta relação, eu penso que isto é realmente interessante, e isto certamente tem uma conexão com as coisas que discutimos aqui em nosso grupo. Então, com tudo isso, apresento Alfred Bielek. &lt;br /&gt;
O Experimento Filadélfia &lt;br /&gt;
Como foi anunciado, meu nome é Alfred Bielek, eu sou um sobrevivente do Experimento Filadélfia. Antes de começar, vou perguntar: quanto às pessoas que estão aqui, quantos de vocês sabem sobre o que era, realmente, o assim chamado Experimento Filadélfia? &lt;br /&gt;
Eu não vejo muitas mãos se levantando. Então, provavelmente a segunda pergunta é um pouco supérflua. Quantos de vocês tem qualquer idéia sobre se este experimento começou nos anos da guerra? É isto, Segunda guerra Mundial, eu diria 41 ou 42. Quantos de vocês pensam que isto começou aí? Muitos poucos se informaram sobre isto.... Umas poucas mãos se levantaram. Ou quem pensa que isto começou mais cedo? Bem, aqueles que disseram mais cedo estão corretos. &lt;br /&gt;
Isto teve a sua gênese em 1931-1932, em uma estranha e pequena cidade onde ventava muito, chamada Chicago, em Illinois. Por esta época, pelos anos vinte e trinta, houve muita especulação na literatura popular, ou seja, na literatura popular do tipo &quot;Popular Science&quot;, &quot;Popular Mechanics&quot;, &quot;Science Illustrated&quot;, sobre assuntos como invisibilidade, tentativas de fazer um objeto ou uma pessoa desaparecer, e até em teletransporte. Eu penso nas pessoas daquela época, escrevendo e achando que talvez estivessem perto disso, em termos de realização científica, mas havia muita especulação, e muito pouco, se havia, sendo feito neste sentido. Por volta de 1931, algumas pessoas decidiram que era tempo de fazer alguma coisa a este respeito, e foram todos à Universidade de Chicago. Os três principais envolvidos eram o dr. Nikola Tesla, o dr. John Hutchinson, deão da Universidade de Chicago, mais tarde chanceler, e o dr. Kirtenauer, que era um físico austríaco, que tinha vindo da Áustria e estava no corpo docente da Universidade de Chicago. Eles fizeram uma pequena pesquisa.... um estudo de plausibilidade, tipo coisa daquela época, que não realizou muito, naquele momento em particular, naquele período. Um pouco mais tarde, o projeto inteiro foi levado para o Instituto de Estudos Avançados de Princeton. &lt;br /&gt;
O Instituto de Estudos Avançados era uma organização interessante. Não era parte do sistema da universidade, nem era parte de Princeton. Ficava em sua área, mas era uma entidade independente. Foi fundado em 1933, sob os auspícios de quem, ou para qual propósito, não poderia realmente dizer, outros do que alguém poderia desejar, um instituto para estudos muito adiantados, pesquisa pós-doutoral e este tipo de coisas. Entre as primeiras pessoas que vieram se juntar estava uma pessoa bastante interessante e bem conhecida, Albert Einstein. Não entrarei em detalhes sobre ele, porque sua história é bem conhecida, mas ele uniu-se à equipe em 1933. Ele era, claro, de Bonn, Alemanha, e depois de deixar este país em 1930 (alguns dos biógrafos dizem que ele saiu em 1933, mas foi em 1930), ele veio para os Estados Unidos, e foi para Pasadena, Califórnia. Ele estava ensinando em Cal-Tech. Ele esteve lá por cerca de três anos, e foi então convidado a unir-se ao Instituto, o que ele fez em 1933, e ele permaneceu lá até a sua morte. Sua função principal era como físico teórico, um pensador, estritamente matemático, na área da física. Tornou-se bem conhecido por sua Teoria Especial da Relatividade, sua Teoria Geral da Relatividade e sua especulativa Teoria do Campo Unificado. &lt;br /&gt;
Outras pessoas vieram unir-se, pela mesma época. Um dos mais importantes foi o dr. John von Neumann, nascido em Budapeste, Hungria, que tinha vindo da Europa. Ele graduou-se em matemática, e teve seu PhD em matemática em 1925, em Budapeste. Ele ensinou no sistema universitário alemão por aproximadamente quatro anos, em dois diferentes cargos. Durante este período ele encontrou o dr. Robert Oppenheimer, que estava na Europa na mesma época e que veio a tornar-se importante após este projeto, e inúmeras outras pessoas. Agora, von Neumann era bastante interessante. Ele era um teórico, um matemático teórico. Mas ele era também um &quot;crânio&quot;, o que significa que ele sabia como aplicar a teoria pura. Einstein não sabia, e isto é muito importante. Então, uma das outras pessoas dirigiu-se para aquela universidade, uma onde alguém estava ensinando à época, era um homem muito importante, se puder ler minhas notas aqui, era um homem chamado David Hilbert. Provavelmente nenhum de vocês jamais ouviu falar sobre ele. Um doutor em matemática, ele era considerado na Europa como o matemático de maior projeção; que eu saiba, ele nunca deixou a Europa. Ele nasceu, cresceu e morreu na Alemanha. Ele morreu lá por volta de 1965, aproximadamente. Mas ele estava no círculo de contatos do dr. von Neumann. Hilbert é mais conhecido e lembrado pelo fato de ter desenvolvido uma forma muito exótica de matemática, chamada Espaço de Hilbert. Ele foi o primeiro homem a definir matematicamente realidades múltiplas, espaços múltiplos e o que tudo isto significava em termos de um ponto de vista da matemática. Para a maioria de nós isto é quase sem sentido, e para a pessoa comum isto é sem sentido, mas é importante para os físicos e para os matemáticos, porque ele traçou o caminho para o que veio a tornar-se o Experimento Filadélfia. &lt;br /&gt;
Hilbert e von Neumann o fizeram juntos. Von Neumann escreveu um ensaio na Alemanha, em alemão, sobre Hilbert e alguns de seus trabalhos. E von Neumann, sendo ele mesmo bastante conhecido, tomou o trabalho de Hilbert e &quot;deu-lhe uma melhorada&quot;, como se costuma dizer, desenvolvendo um completo e novo sistema de matemática. Von Neumann é bem conhecido nos círculos matemáticos, como também Hilbert, e teve publicados trabalhos, alguns discretos, pós-Experimento Filadélfia. Uma das coisas pelas quais ele tornou-se conhecido foi a Teoria dos Jogos. Ele também desenvolveu um sistema de operadores de anéis [ring operators], uma espécie muito exótica de álgebra, mas nada que signifique algo para qualquer um, exceto para aquele altamente graduado em matemática e que seja matemático puro. &lt;br /&gt;
Outras pessoas tornaram-se importantes para este projeto à medida que o tempo corria. Aproximadamente em 1934, eles mudaram o projeto para o Instituto, e o dr. Tesla entra aqui. Tesla é um homem muito importante. Toda a sua história é bem conhecida. Há um filme, feito por Segrabe Productions na Iugoslávia, descrevendo a sua vida. Ele nasceu em 1856. Ele foi para a escola, a escola regular, um ginásio, que era o colégio deles, ele começou em uma universidade. Ele estava lá há um ano quando o seu pai morreu. Ele ficou sem dinheiro, e assim não podia continuar sua educação formal, mas ele fez um acordo com os professores, que o deixavam sentar-se nas salas de aula. Ele então buscou trabalho onde podia encontrar, na Europa, e trabalhou para a Western Union por um período de tempo. Depois, uniu-se às Edison Corps. da Europa. E, quando decidiu mudar-se para os Estados Unidos em 1884, ele tinha uma carta de apresentação de um homem de Edison, que gerenciava as Edison Corps. na Europa. Então ele chegou aos Estados Unidos em 1884, e como se diz, com um bom conhecimento de onze línguas, quatro centavos no bolso, um livro de poesia, e uma carta de apresentação para Thomas Edison. Isto era o mais importante que ele tinha, a carta de apresentação, porque ela tornou-se, por um período de tempo, o seu sustento. &lt;br /&gt;
Ele foi apresentado a Edison, e imediatamente entrou em discussão com ele sobre as diferenças em sua abordagem básica da eletricidade. Edison era partidário da DC [direct current - corrente contínua], e Tesla, como é bem sabido, era partidário da AC [alternate current - corrente alternada]. Edison não podia ver nada na AC, nem queria ter nada com ela. Ele tinha interesse em investir, se o quiserem, no maquinário DC o qual ele tinha projetado e construído, e nos sistemas de energia que ele tinha montado. Bem, ele trabalhou, quer dizer, Tesla trabalhou para Edison por cerca de seis meses. Eles entraram em uma violenta discussão sobre dinheiro, isto é, sobre uma promessa que Edison tinha feito a Tesla, de que, se ele resolvesse um determinado problema, dentro de um certo limite de tempo, ele, Edison, lhe daria US$50.000,00 como bônus. Bem, Tesla fez o trabalho no prazo e foi a Edison perguntar-lhe pelo bônus. Edison riu, isto era uma grande piada, era o senso de humor americano e tudo isso. Tesla não pensava assim, que aquilo era uma grande piada, fez suas malas e deixou-o imediatamente, indo de novo cavar fossas. &lt;br /&gt;
Depois disso ele encontrou várias pessoas, fez várias coisas, uma delas sendo para o presidente da Western Union, tendo trabalhado para ele por um período de tempo. Este cavalheiro ajudou-o a instalar o seu primeiro laboratório. Com o tempo, tornou-se um cidadão americano, e começou a dar uma série de palestras no antigo Instituto de Engenheiros Eletricistas, o qual, entre os anos de 1880 e final da década de 1890, era muito famoso em Nova Iorque, tendo Tesla se tornado um locutor regular e proeminente, sobre vários assuntos e cursos envolvendo teoria sobre AC, energia elétrica e tudo aquilo que ele pensava que era importante. Com o apoio de todos lá, tudo que ele apresentava era importante. &lt;br /&gt;
Certa vez, ele deu uma demonstração sobre teoria elétrica e energia AC, e um dos freqüentadores era o senhor George Westinghouse. Então, aproximadamente em 1889, Westinghouse comprou todas as patentes de Tesla, 20 delas sobre sistemas de geração e distribuição de energia elétrica em AC, pagando-lhe um milhão de dólares em dinheiro vivo, e um royalty de um dólar por cada cavalo-vapor, ou seja, por cada cavalo-vapor produzido pelas maquinas, a partir daquele instante e enquanto durassem as patentes. Isto colocou Tesla completamente nos negócios. &lt;br /&gt;
Em 1893, Tesla ganhou um prêmio por ter fornecido a energia para a Exposição Mundial de Chicago. Era a primeira vez que uma grande exposição tinha qualquer aparelho de geração de energia AC; anteriormente, era a energia DC, quando havia energia disponível, e isto não agradou em nada o senhor Edison, mas, não obstante, Tesla ganhou-a. Ele foi apoiado por J.P. Morgan. E ele também fez algo de notável nesta exposição: demonstrou pela primeira vez, publicamente, um modelo de barco rádio-controlado, em uma doca. Ele repetiu esta demonstração em 1898, no Madison Square Garden, na cidade de Nova Iorque. &lt;br /&gt;
Neste meio tempo, houve uma competição sobre o desenvolvimento de alta tensão e transmissão de energia a longas distâncias, e Tesla ganhou a concessão para construir a estação elétrica do Niágara, a primeira e maior estação de energia hidrelétrica nos Estados Unidos a ser equipada com energia AC. Ele ganhou-a porque ele prometeu que podia transportar energia até a cidade de Nova Iorque, sem perdas, e provou-o. Em 1899, Tesla foi para Colorado Springs para fazer um monte de pesquisas, e neste período ele estava intrometendo-se em várias áreas básicas envolvendo eletricidade em alta tensão e raios elétricos — a bobina de Tesla, se desejarem. Já estava lá há dois anos, quando fez alguns anúncios para a imprensa. Uma delas, em 1899, foi que ele tinha estado em contato com pessoas de fora do planeta Terra, et’s, se quiserem, em nossa terminologia moderna. A imprensa tomou bastante notas de tudo aquilo, e os colegas cientistas viram aquilo com desagrado, na época. Aquele não era um assunto popular; eles pensavam que ele era talvez um pouco ‘biruta’, o mesmo que pensariam dele muito mais tarde, um par de décadas mais tarde. Mas ele manteve suas opiniões. &lt;br /&gt;
Bem, em 1906, com JP Morgan apoiando-o de novo, ele desenvolveu um sistema para transmissão de sinais de rádio e televisão [sic - não existia televisão, na época - NT], e a Torre Wardencliff foi construída em Long Island, em 1906. Cerca de um ano antes de sua conclusão, ele foi até JP Morgan e disse, &quot;Realmente, senhor Morgan, eu pretendo usar esta torre para a produção de ENERGIA LIVRE [grátis], para todo mundo. ENERGIA ELÉTRICA LIVRE&quot;. E o senhor Morgan disse a ele, &quot;O que o senhor quer me dizer, senhor Tesla, é que qualquer um pode esticar uma vara de antena na terra, e outra no ar, e pegar toda ENERGIA LIVRE que quiser, e eu não posso colocar um medidor lá para medir isto e cobrar?&quot;. E Tesla disse, &quot;Isto é correto&quot;. JP Morgan disse, &quot;Eu vou responder-lhe, senhor Tesla, quando estiver pronto para o senhor&quot;. Obviamente, o senhor Morgan nunca chamou-o de novo, e cortou-lhe todo os fundos. A Torre Wardencliff ficou lá até 1914, quando foi dinamitada por alguém. E esse foi o fim daquele projeto. Neste meio tempo, Tesla iniciou outras coisas. Eu serei mais breve agora, porque estamos entrando na parte principal disto tudo. &lt;br /&gt;
Em 1917, é claro, teve início uma guerra - a Primeira Guerra Mundial. Tesla foi abordado por Franklin Delano Roosevelt, então secretário da Marinha, para fazer algum trabalho para o governo, com o que ele concordou prazerosamente. Ele também envolveu-se à época com a American Marconi Co., e esta companhia foi confiscada durante a Primeira Guerra Mundial, porque poderia ser um possível rincão de atividades estrangeiras, e vocês conhecem a paranóia usual que existe em tempos de guerra. E a companhia inteira foi absorvida pelo governo, Tesla com ela. Tesla desenvolveu um número de coisas interessantes nesta época, uma das quais foi o Sistema de Antenas Rogers [Rogers Antenna System]. &lt;br /&gt;
O Sistema Rogers para transmissão sem fio, tornou isto possível para os militares da época — a patente esteve classificada [secreta] por muitos anos ¾ transmitir comunicações por voz para a Europa, a partir dos Estados Unidos, sem estática e sem ruído, um feito inédito para a época. O sistema ainda é usado hoje em dia pelos militares. &lt;br /&gt;
Em 1919 uma nova corporação foi formada, a RCA, e Tesla tornou-se parte dela. Ela foi formada a partir do antigo núcleo da American Marconi. Tesla permaneceu com a RCA, primeiro como engenheiro, depois como diretor de engenharia, e depois de 1935 como o diretor mundial de toda engenharia e pesquisa para a RCA, onde permaneceu até 1939, época em que se aposentou. &lt;br /&gt;
Durante todo este período de tempo, ele teve uma impecável trilha de recordes em produzir maquinário que trabalhava e nunca falhava, i. é, ele nunca falhava em produzir alguma coisa que funcionasse. Ele era também bem conhecido como alguém capaz de visualizar as coisas em sua cabeça antes de colocá-las no papel, ou em dizer a alguém o que construir, descendo aos menores detalhes. O que é importante é saber isto, e compreender que a abordagem de Tesla aos projetos era largamente intuitiva, não sem uma base matemática, porque ele a tinha, mas a sua matemática era aquela do século passado, dos anos 1880. E havia um monte de coisas conhecidas sobre teoria elétrica na época, mas ainda não foi nesta época que eles desenvolveram o rádio. Hertz entrou nisto entre os anos 1880 e 1890. Tesla nunca concordou com Hertz sobre o que seria uma onda de rádio. &lt;br /&gt;
Mas em 1933 Roosevelt tornou-se presidente dos Estados Unidos. Ele chamou seu velho amigo Nikola Tesla para ir até Washington, e perguntou-lhe, &quot;Você gostaria de fazer mais algum trabalho para o governo?&quot;, e Tesla disse, &quot;Claro!&quot;. Então Roosevelt disse, &quot;Nós temos um projeto para você&quot;. Ele iria tornar-se o diretor do que seria mais tarde conhecido como o Projeto Filadélfia. E foi assim que Tesla basicamente veio a envolver-se com esse projeto. Ele foi nomeado pelo presidente, até onde podemos determinar agora. Ele foi o primeiro diretor, isto é mostrado em alguns registros, e eles prosseguiram. &lt;br /&gt;
Em 1936, houve um primeiro teste de algumas máquinas, e isto teve um sucesso moderado. Isto teve como resultado uma invisibilidade parcial, o bastante para encorajá-los e mostrar-lhes que estavam no caminho e na trilha certa, e a Marinha ficou muito interessada; este interesse começou no início de 1931, o que fez aparecer algum dinheiro para pesquisa. E em 1936 eles forneceram mais, e o projeto expandiu-se. Bem, as coisas continuaram se expandindo a partir deste ponto, e mais pessoas vieram trabalhar no projeto. &lt;br /&gt;
Um tal dr. Gustave Le Bon veio a tornar-se um íntimo associado do dr. von Neumann, e juntou-se à equipe. Não pude encontrar nenhum registro dele hoje, mas não obstante ele estava lá, e um outro homem, um tal dr. Clarkston, que veio aproximadamente em 1940. Agora, já não era apenas este projeto que estava sendo desenvolvido no Instituto. Havia outras pessoas lá, fazendo variadas coisas. O único homem que sabia tudo que estava acontecendo lá, era, é claro, o dr. Einstein; ele era considerado como um general. Se você tinha um problema, ia ver o general. Ele era um general de consultas para todos, qualquer que fosse o projeto. Agora, a coisa continuava a crescer. &lt;br /&gt;
Não entrarei ainda em detalhes sobre como me envolvi nisto, não disse ainda o suficiente para isso. Eu entrei muito mais tarde. Mas acho que o que quero agora é fazer um ligeiro intervalo do lado teórico, e mostrar-lhes um fita de vídeo, parte dele, produzido pela EMI Thorn Corp. da Inglaterra. Este filme foi produzido basicamente em 1983, e ele foi distribuído nos Estados Unidos em 1984 a partir da Inglaterra, para ser exibido em cinemas, para ficar em cartaz até meados de agosto de 84, e o filme só permaneceu por DUAS SEMANAS. &lt;br /&gt;
Cerca de três dias antes do filme ser lançado, a EMI Thorn recebeu uma carta do governo dos Estados Unidos dizendo &quot;não queremos que este filme seja exibido nos Estados Unidos&quot;. Eles decidiram, depois de alguma deliberação, ignorar a carta, porque eles já tinham planejado as datas de lançamento, e eles disseram, bem, só três dias antes, nós podemos dizer que jamais recebemos a carta. Então eles lançaram o filme, e ele foi mostrado em vários lugares; Nova Iorque, Filadélfia, e como se esperava, houve enorme filas para vê-lo, em várias outras cidades dos EUA; Phoenix, Sedona, AZ., Chicago, Los Angeles, onde estivesse. &lt;br /&gt;
Uma outra carta chegou à EMI Thorn, na Inglaterra, logo depois disso ¾ e bem rigorosa, &quot;Nós não queremos este filme exibido nos Estados Unidos&quot;. Então a EMI Thorn não podia ignorar a segunda carta. Então eles expediram outra de volta para o governo, dizendo ‘se vocês quiserem interromper a exibição deste filme, terão que fazer uma injunção judicial para isto’. E o governo dos EUA disse ‘nós o faremos’, e eles o fizeram. Eles conseguiram uma ordem judicial proibindo a exibição do filme nos Estados Unidos. Aquela ordem judicial foi cumprida um pouco antes de setembro, e o filme desapareceu completamente por dois anos. Neste meio tempo, a EMI Thorn foi em frente e decidiu que iriam lutar, o que fizeram com sucesso. Dois anos depois eles conseguiram uma contra-injunção, derrubando a primeira, e o filme ficou disponível em fita de vídeo. Eu não acredito que ele tenha sido exibido em algum cinema depois disso, mas a fita de vídeo está disponível. &lt;br /&gt;
Agora o filme, a fita de vídeo, &quot;O Experimento Filadélfia&quot; é o título atual. Ele é relativamente preciso na primeira parte do filme, mas eles o embelezaram, eles queriam fazer um filme bem interessante, uma história de amor, e distorceram alguns das partes no final, não obstante, eu gostaria de mostrar-lhes a primeira parte dele, porque é muito apropriado para o que vem a partir deste ponto. &lt;br /&gt;
{O senhor Bielek mostrou um curto excerto do filme (agora disponível em locadoras de vídeo), chamado &quot;O Experimento Filadélfia&quot;. O filme começa do início e continua até os dois rapazes saltarem sobre a amurada do navio. Se vocês ainda não viram este filme, &quot;O Experimento Filadélfia&quot;, valeria a pena fazê-lo}. &lt;br /&gt;
O senhor Bielek continua... &lt;br /&gt;
Até este ponto a história é relativamente precisa; eles mudaram uma coisa: a data. Isto ocorreu em 12 de agosto de 1943. Foi uma experiência verdadeiramente desastrosa, mas um pouco aconteceu no intervalo, e isto conduzirá eventualmente ao resto da história. &lt;br /&gt;
Agora, como eu tinha falado, em 1936 eles tiveram um grau moderado de sucesso, mas nada além disto. A intenção original era produzir um campo de invisibilidade em volta de um objeto. Então eles seguiram trabalhando, e em 1940 eles conseguiram o seu primeiro sucesso real sob a direção de Tesla, num estaleiro da Marinha, em Brooklyn. Era um pequeno navio, sem ninguém a bordo. O equipamento especial foi colocado no navio. Ele foi energizado a partir de dois navios, um de cada lado, que o supriam de energia através de cabos de força; no caso de alguma coisa sair errada, eles podiam cortar os cabos, e se as coisas ficassem irremediáveis, poderiam afundar o navio. Mas eles não precisavam ficar apreensivos, aquelas eram precauções que a Marinha sempre tomava. &lt;br /&gt;
Foi um sucesso completo. O pequeno navio tornou-se invisível. Não havia ninguém a bordo desta vez, porque isto seria feito mais tarde, como parte do teste. Bem, aquilo foi declarado como um sucesso. A Marinha estava radiante, eles sentiam isso e liberaram enormes montantes de dinheiro para a pesquisa, e o projeto foi classificado em setembro de 1940, tendo sido denominado &quot;Projeto Rainbow&quot; [Projeto Arco-Íris]. As coisas começaram a engrenar, deste ponto em diante. &lt;br /&gt;
Agora, acho que neste ponto deveria dizer onde entro nisto, eu e meu irmão. Nasci a 4 de agosto de 1916, em uma área de Nova Iorque, de um senhor Alexander Duncan Cameron, Sr., o pai, e uma mãe que não acredito fosse casada, a partir da pequena pesquisa que pudemos fazer. Tive uma vida bastante monótona, embora agradável, porque havia dinheiro na família. Meu irmão nasceu em maio de 1917. E nós seguimos nosso caminho feliz. Nós estávamos com tudo, não tínhamos qualquer preocupação com dinheiro. Quando vieram os anos da Depressão, nós decidimos ir para a escola e obter educação. Meu irmão foi para a universidade de Edimburgo, em Edimburgo, na Escócia, até graduar-se em 1939, no verão de 39, com um PhD em Física. Eu fui para Princeton, onde tirei o bacharelado e o mestrado; fui para Harvard para o meu doutorado. Anteriormente, von Neumann me falara, &quot;Você não deve tirar o seu doutorado aqui em Princeton. Vá para Harvard, é uma escola melhor&quot;. Então eu tirei o meu doutorado em Harvard; acho que foi em agosto de 39. Neste meio tempo, eu deveria acrescentar, houve algumas outras coisas acontecendo nos bastidores, e o que aconteceu estava relacionado ao nosso pai. &lt;br /&gt;
Ele tinha servido na Marinha durante a Primeira Guerra Mundial. Ele era marinheiro, pelas fotos que temos em nosso álbum de família. Quando ele engajou-se e quando deixou a Marinha, não sabemos exatamente. Estes documentos se perderam. Mas, até onde sabemos, ele passou vinte anos lá, tendo se reformado no início dos anos 30. Não sabemos qual patente ele atingiu, nem quais conexões ele tinha, mas ele devia ter várias e interessantes conexões com a inteligência, devido ao que aconteceu a partir daí. &lt;br /&gt;
Agora, os anos 30. A partir daí, ele nunca mais trabalhou um dia em sua vida... a propósito, ele não precisava disto. Agora, nos anos 30 ele tinha um passatempo, que era a construção de enormes barcos a vela, os quais ele usava para disputar várias regatas, em volta de Long Island, o que era muito comum então. &lt;br /&gt;
Ganhou um ou dois troféus. Quando se cansava do barco, vendia-o e construía outro. Neste meio tempo, ele veio também a tornar-se muito ativo em outras coisas. Estas outras coisas eram o contrabando de cientistas fugitivos do nazismo e da Alemanha, trazendo-os para os Estados Unidos. Esta é uma longa história, e eu não necessito realmente alongar-me nela. Mas isto cessou em 1939, quando a guerra começou. Em setembro de 1939, devido aos arranjos de meu pai, que aparentemente tinha muita influência na Marinha, ficou combinado que nos alistaríamos nesta, o que fizemos nesta data. Fomos então comissionados e enviados para uma escola especial de treinamento naval em Providence, Rhode Island, por 90 dias. Nós estávamos, provavelmente, entre os primeiros a passar pelo que seria mais tarde chamado de &quot;os 90 dias maravilhosos&quot; na Marinha. Em 90 dias você era treinado como oficial, e era suposto que saberíamos de tudo. Seja como for, estávamos então ao final de 1939, começo de 1940. Nós fomos designados para o instituto. Agora, neste meio tempo, tínhamos tido algum contato com ele, e íamos lá periodicamente. Eu mesmo tinha estado lá por um período de tempo, porque estava em Princeton. Mas fomos designados para o instituto em tempo integral, e nosso trabalho era representar o interesse da Marinha neste projeto. Eles queriam duas pessoas que tivessem experiência científica e treinamento para relatar acuradamente, na teoria e na prática, tudo o que se fizera, estava sendo feito ou iria se fazer. &lt;br /&gt;
E este era o nosso principal trabalho. Tínhamos sido designados para o instituto, e tínhamos também escritórios no estaleiro da Marinha, em Filadélfia. Agora em 1940, como eu tinha dito, um teste tivera sucesso. O projeto fora classificado. Foram dados fundos ilimitados a Tesla, em companhia do grupo, o qual continuou a se expandir. Não me lembro de todas as pessoas envolvidas, mas tivemos uma outra estrutura que veio a ser criada, uma estrutura da Marinha. Até agora eu toquei em grande parte na parte civil disto. Agora, há uma parte da Marinha. &lt;br /&gt;
No topo estava o Office of Naval Engineering [Escritório de Engenharia Naval]. Naqueles dias, eles não tinham um Office of Naval Research [Escritório de Pesquisas Navais]. Este era o Office of Naval Engineering, e Hal Bowen, Sr., Almirante, era o encarregado. Ele não somente era o supervisor da Marinha para este projeto, mas para todos os projetos de desenvolvimento de engenharia desta natureza, durante a guerra. Este escritório, a propósito, foi fechado em 1946, e substituído pelo Office of Naval Research, do qual Hal Bowen foi novamente o diretor até reformar-se em 1947. Mas durante aquele período ele foi, pode se dizer, o manda-chuva na Marinha. Abaixo dele havia várias outras pessoas. Havia um comando firmemente estabelecido. Não entrarei em detalhes, mas havia um tenente-comandante, Alan Batchelor, que tornou-se uma espécie de chefe da equipe, e cuidava do pessoal que iria trabalhar no projeto de invisibilidade, o qual era então desenvolvido em duas fases. &lt;br /&gt;
Alan Batchelor, a propósito, ainda está vivo; ele reformou-se da Marinha como tenente-comandante. Eu o conheci pessoalmente. Eu não sabia, por um longo período de tempo, se haveriam outros sobreviventes, e então repentinamente descobri sobre este cavalheiro através de outros amigos em Nova Iorque, e conversei com ele, eventualmente indo visitá-lo. E ele se lembrava, essencialmente, de todo o projeto. De fato, ele identificou-me pelo telefone, na conversação telefônica. Ele disse, &quot;Sim, você trabalhou no projeto, eu me lembro de você. Não, seu nome não era Bielek&quot;. Eu disse, &quot;Bem, e qual era, então?&quot;. Eu queria ver se ele se lembrava. Ele me disse o nome, e se lembrou de meu irmão. Isto tudo apenas margeia a história principal. &lt;br /&gt;
Agora, uma das outras coisas que tinham que ser feitas era desenvolver uma equipe especial. Isto veio a ser feito um pouco mais tarde. Em janeiro de 41, a Marinha decidiu que eu e meu irmão necessitávamos de alguma experiência marítima, então eles nos transferiram para o estaleiro da Marinha no Brooklin, e cerca de um mês ou mais depois, fomos designados para o Pensilvânia, uma conservada galera de guerra, e saímos em direção ao Pacífico. Ficamos por lá por todo o ano de 1941. Por volta de outubro de 41, quando o Pensilvânia foi levado para Pearl Harbor, para um dique seco para realizar alguns reparos, nós tiramos uma licença e fomos para São Francisco. Estávamos com tudo na São Francisco daqueles dias, e ficamos lá durante os meses de outubro e novembro, início de novembro; e neste mês finalmente decidiu-se que nós íamos voltar para Pearl Harbor. Nossas ordens eram breves, e em 5 de dezembro já estávamos na pista para tomar o avião, na Base Aérea Naval, para sermos mandados de volta para Pearl Harbor, quando fomos interceptados por um capitão da Marinha, que nos cumprimentou e falou, &quot;Suas ordens foram canceladas. Venham comigo&quot;. Nós o seguimos subindo as escadas para uma sala da Base Naval, e encontramos Hal Bowen, Sr., que falou, Cavalheiros, suas ordens foram canceladas. Talvez vocês saibam que estaremos em guerra com o Japão dentro de 48 a 72 horas. Nós esperamos um ataque a Pearl Harbor. Vocês são muito valiosos para serem mandados de volta a Pearl Harbor; vocês permanecerão aqui na área de São Francisco. Vocês podem trabalhar com papelada. Vocês serão designados para o Pensilvânia; ele está lotado em São Francisco. Podem terminar o seu turismo aqui em São Francisco. Depois, voltarão para o Instituto, para continuarem o seu trabalho. Apreciem enquanto podem, porque depois não haverá mais tempo, e lá não haverá nada além de trabalho pesado para vocês&quot;. E fizemos isso, e gostamos muito. E voltamos para lá em janeiro de 42. &lt;br /&gt;
Mas neste ponto, um monte de coisas tinham acontecido. Tesla tinha conseguido um navio de guerra, através de um amigo. Eu acho que era Franklin Delano Roosevelt, que estava na Casa Branca. Ele disse, &quot;você pode ter este navio; vá em frente, torne-o invisível&quot;. Havia plena confiança de que ele podia fazê-lo. Daí, este estava prosseguindo com a construção do maquinário. Havia vários, três transmissores de RF [radio-frequency], um gerador principal, acredito eu, então havia dois. O plano geral de ataque, sem me tornar altamente técnico, era uma série de bobinas magnéticas alimentadas por estes geradores, as quais produziriam um campo magnético muito intenso, e inicialmente elas eram enroladas em volta do casco do navio. Depois, isto foi mudado para bobinas montadas no convés, quatro delas. E campos de RF, todos sincronizados com freqüências especiais, e com uma modulação de formas de onda desenvolvida por Tesla, as quais iriam produzir o campo de invisibilidade. &lt;br /&gt;
Ao longo de todo este tempo (terei de preenchê-lo um pouco com Tesla), ele fez um outro anúncio para a imprensa, em 1923, acerca de conversação com et’s fora do planeta, o que caiu em alguns ouvidos interessados, mas em muitos ouvidos moucos, também. E ele afirmava estar em comunicação com et’s. Depois de ter-se aposentado da RCA, ele se tornou mais ativo neste projeto, mas ele também mantinha um laboratório em seu refúgio no Hotel Nova Iorque, em Nova Iorque, no último andar. Ele tinha um outro laboratório em Nova Iorque, não muito importante, em um lugar separado. Sem que muita gente soubesse, ele mantinha um segundo laboratório, o qual aparentemente era o principal, no topo do Wardolf Astória, em ambos os terraços. Ele mantinha um transmissor instalado no Wardolf, e suas antenas receptoras e os receptores, que tinham sido construídos pela RCA sob a sua direção, estavam no New Yorker. E sei de duas pessoas que trabalharam com Tesla, durante aquele período, que dizem que ele estava usando aquele equipamento, ele estava conversando com alguém, quase todo dia, e um deles foi enfático: era alguém de fora do planeta. Falando claramente, ele estava se comunicando com et’s! &lt;br /&gt;
Quem? Não tenho idéia. Isto nunca foi revelado. Mas durante aquele período ele conseguiu mais informações, porque foi repentinamente até a Marinha e disse, &quot;Nós iremos ter problemas. Iremos ter um problema realmente sério. Vocês não poderão gerar a quantidade de energia necessária para fazer um navio enorme desaparecer sem ter efeitos sobre os tripulantes. Eu preciso de mais tempo. Preciso desenvolver contramedidas, para evitar que o pessoal sofra danos&quot;. A Marinha disse, &quot;Você não pode. Você tem prazo final. Há uma guerra em andamento. Faça isto funcionar. Você pode fixar a data, mas não pode mudá-la&quot;. &lt;br /&gt;
Faça-o funcionar, em outras palavras. Havia um prazo limite, que aconteceu de ser março de 42. A data do teste se aproximava; ele ficou apreensivo com aquilo, e finalmente decidiu, se não houve prorrogação no tempo e ele não pudesse modificar o maquinário para corrigir o problema, só restaria uma saída. E isto seria sabotar o equipamento, não destruindo-o fisicamente, mas certificando-se de que ele nunca iria funcionar, quando fosse ligado, e isto é o que ele faria na data do teste, em março de 42. O navio de guerra não teria uma tripulação especial. Ele tinha a tripulação regular, muito embora tivesse o equipamento especializado. As chaves foram viradas e nada aconteceu. O senhor Tesla inclinou-se, e falou, &quot;Bem, cavalheiros, o experimento falhou, e é hora de deixá-los. Há uma pessoa aqui que pode tomar conta disso e fazer as coisas funcionarem para vocês. E aqui está o dr. John von Neumann. Adeus!&quot;. &lt;br /&gt;
Como a história conta, ele foi despedido. Há uma outra história, que diz assim, &quot;Vocês não podem despedir-me, eu renuncio&quot;. Qualquer que seja o caso, ele se foi. Havia algum outro interesse, e ele fez outras pesquisas a partir deste dia até a data de sua morte, em 7 de janeiro de 1943, as quais figuram entre as outras coisas que aconteceram mais tarde, mas que não estavam diretamente relacionadas com o experimento, à época. &lt;br /&gt;
Agora, naquele período, um monte de outros projetos estavam em andamento. Um deles, que estava sendo desenvolvido e já estava funcional, anterior a este projeto, e que estava sendo feito basicamente no estaleiro da Marinha e também no Instituto, sob a direção específica de Einstein, eram as experiências com desmagnetização [Degaussing]. Eu não sei quantos de vocês sabem disso, mas anterior à Segunda Guerra Mundial , em 1938, os alemães desenvolveram um novo tipo de mina, chamada mina magnética. Ela não explodia por contato, ela explodia ao detetar a massa magnética do casco de aço do navio que se aproximava. Isto distorcia o campo magnético da Terra, o que era usado pelos elementos sensíveis desta mina; e quando ela estava bastante perto do navio, ou embaixo dele, sem qual quer contato sendo feito, o mecanismo disparava, a mina explodia e abria um buraco no fundo do navio, e este era o fim dele. A Marinha dos EUA sabia disto, e eles queriam desenvolver contramedidas, o que fizeram. Eles tiveram bastante sucesso. Tanto sucesso, de fato, que os alemães abandonaram a mina magnética em 1943, e voltaram às minas comuns, as quais, se vocês não sabem, não é afetada por este tipo de equipamento. O formato tradicional deste equipamento envolvia enrolar dois conjuntos de cabos em volta do navio, e colocar geradores especiais a bordo; não havia nenhuma intenção de produzir invisibilidade, radar ou outra coisa qualquer, era estritamente uma forma de explodir aquelas minas magnéticas alemãs. Eles explodiram montes delas, e salvaram muitos navios como resultado disto, e o projeto foi um completo sucesso. Acho que neste ponto devemos mostrar os slides. &lt;br /&gt;
Neste momento, o senhor Bielek mostra alguns slides da faculdade de Princeton. Estes slides incluem vistas da escola, i. é, a sala onde ele ensinava, o pátio interno, algumas árvores, e outros itens em volta da escola. Mas ele também mostrou um slide do prédio onde eles primeiro conduziram a experiência de tornar as coisas invisíveis opticamente invisíveis! O senhor Bielek apresentou outros slides do equipamento original do Experimento Filadélfia, do Eldridge, o navio no qual o experimento foi realizado. Alguns dos slides mostravam geradores especiais, e controles. Ele também mencionou que ele sabia que este equipamento viera do Eldridge, por causa das VIBRAÇÕES, que estavam em volta deste equipamento. &lt;br /&gt;
E o senhor Bielek continua... &lt;br /&gt;
Ok, uma vez a experiência tendo falhado devido à preocupação de Tesla, o dr. von Neumann tomou conta. Agora, algumas das outras pessoas em segundo plano que tomaram parte neste projeto são bem conhecidas. &lt;br /&gt;
Uma delas é T. Townsend Brown. Ele tem uma longa história; muitas pessoas o conhecem pelo fato de ter ele trabalhado no campo dos UFOs, com eletrostática, tentando provar que pode-se fazer um objeto mover usando apenas a alta tensão de campos eletrostáticos. E ele fez muitos funcionarem, e isto está muito bem pesquisado e documentado. Ele trabalhou na universidade com alguém chamado dr. Bifield [Biefeld], e o efeito tornou-se conhecido como o efeito Bifield-Brown. &lt;br /&gt;
Eventualmente, ele foi descoberto pela Marinha. Ele uniu-se à Reserva Naval em 1933, e tomou parte em vários pequenos projetos. Em 1939 eles o indicaram para o serviço ativo, e ele foi para a Marinha. Lá, eles lhe deram o projeto de desenvolvimento de contramedidas para minas. E este era, basicamente, o seu departamento. &lt;br /&gt;
Havia várias áreas de especialidade, ele trabalhou no projeto mina magnética. Ele também era considerado um especialista em RF, então ele também trabalhou no Experimento Filadélfia, pelo menos no âmbito de projeto de um transmissor especial de rádio, e uma torre para suportar as antenas, que era a torre alta que se podia ver depois no Eldridge, e que é mostrada no filme, e isto está correto, que ela estava quebrada, e por isto caiu. Este foi o seu trabalho, não quebrá-la, mas montá-la e testá-la. &lt;br /&gt;
Antes que o dr. von Neumann pudesse completar o seu trabalho, ele disse à Marinha: &quot;Tenho que reestudar esta coisa. Obviamente, ela não funciona, tenho que voltar atrás e descobrir o motivo&quot;. E ele precisava de muito tempo. A Marinha não teve escolha, a não ser dar o tempo que ele precisava. Então foi em 42, uma boa parte de 42, de muito estudo teórico. Por volta de maio de 42, eles decidiram que iriam precisar de um navio especial. O navio de guerra não estava mais disponível; ele voltara ao serviço. Eles decidiram que queriam construir um veículo de teste a partir do zero. Então por volta de junho ou julho decidiram ir às pranchetas de desenho para escolher que navios poderiam estar disponíveis, entre os que estavam sendo construídos, e eles escolheram um &quot;DE 173&quot;, o qual foi mais tarde batizado como &quot;Eldridge&quot;. Ele não era conhecido nesta época por este nome. &lt;br /&gt;
E em julho eles modificaram os desenhos. Decidiram onde iriam querer os dois geradores. A razão porque tiveram que fazer a modificação era que o destróier, o ‘DE’, era uma navio muito pequeno. Seu deslocamento normal era de 1.500 toneladas, e não 30.000. Como conseqüência, eles tinham que montar o equipamento, que era muito pesado, com muito cuidado. O que eles decidiram fazer foi deixar de fora a torreta de canhão frontal, e em seu lugar colocariam os dois geradores. Então eles montaram os dois geradores dentro deste espaço onde iria normalmente a torreta, o depósito de pólvora e tudo mais. O motor de alimentação dos geradores, o sistema diesel elétrico para alimentar o sistema todo, e quatro transmissores foram eventualmente montados no convés. Mas o navio tinha que ser primeiro construído. Ele ficou pronto por volta de outubro de 42, e então foi levado a um dique seco, onde começaram as montagens de várias peças do equipamento. Por volta de janeiro de 43 ele estava virtualmente pronto. &lt;br /&gt;
Agora, à medida que a &quot;equação humana&quot; era considerada, o que ele iriam fazer com a tripulação... por volta de junho 42 eles decidiram que teriam uma tripulação especial. Todos voluntários, escolhidos a dedo, que seriam, como o foram, essencialmente marcados pelo resto de suas vidas. Eles eram voluntários, eles não seriam responsabilizados, e por aí, e iriam dizer a eles que iriam participar de uma experiência exótica, na qual havia algum perigo possivelmente envolvido. &quot;Você quer ser voluntário?&quot;. &lt;br /&gt;
Bem, eles conseguiram o tipo de gente que queriam, cerca de 33, e eles foram para uma escola especial de treinamento em Groton, Connecticut, uma Academia da Guarda Costeira. Foram cerca de três meses de treinamento. Eles se graduaram em dezembro de 42, e quem era o instrutor da classe, que aparece naquela foto, onde se vê também a classe inteira que estava se graduando? Está ainda nos álbuns de fotos da família, acreditem ou não, era o nosso pai, em seu uniforme naval. Como ele voltou para a Marinha, nós não sabemos, a menos que fosse um uniforme da Guarda Costeira, mas parecia-me um uniforme da Marinha. E todas as pessoas que se alistaram, incluindo dois oficiais de alta patente, eles foram então, pode-se dizer, carregados para Filadélfia, para onde estavam designados, não sabendo, é claro, quando o navio ficaria pronto. E eles ficaram ali em disponibilidade até que fossem necessários. Aqueles trinta e três foram até o fim do treinamento, e foram avisados de certas coisas, mas ninguém esperava o que aconteceu então. Desde que uma tripulação especial estava disponível, o navio foi sendo aparelhado, tudo indo em frente, e em janeiro de 43 foram iniciados alguns testes, de sistemas separados. Nada foi jamais testado em conjunto, e não poderia ser, porque aquele era o teste final. &lt;br /&gt;
Então vários subsistemas foram testados; os geradores, os transmissores de RF. Tesla tinha usado três, von Neumann aumentou para quatro, e ele finalmente decidiu a potência dos transmissores selecionados por Tesla, que eram General Electric. 500 kilowats de CW [continuous-wave - onda contínua, não modulada] não eram suficientes. Ele colocou boosters [dínamos de reforço; amplificadores] neles para elevar cada um até 2 megawats de CW, e os dois geradores permaneceram essencialmente o mesmo, 75 KVA cada. Baixa freqüência regulada, alimentação dos motores, circuitos especiais de sincronização, para ter certeza que os dois geradores estariam em absoluta sincronia, caso contrário não funcionariam. Um sistema especial de geração foi construído com um outro estranho dispositivo herdado diretamente de Tesla e que era o gerador de Referência de Tempo Zero. &lt;br /&gt;
Agora, o que é uma Referência de Tempo Zero? Este é um termo que vocês nunca verão nos livros didáticos. Este é um sistema o qual simplesmente fecha com o campo da Terra, a estrutura do campo magnético da Terra, e também sua ressonância de massa através de um sistema muito engenhoso projetado por Tesla. Agora, todos os planetas em nosso sistema e todos os planetas através da galáxia estão basicamente fechados cosmologicamente, e tendo o que podem chamar uma Referência de Tempo Zero, o qual é o centro de nossa galáxia. Tudo tem de ter uma referência com este ponto de Tempo Zero, ele é uma referência real. Com relação ao tempo local, você deve colocá-lo em referência a isto, para fazer tudo funcionar. E Tesla encontrou os meios para fazê-lo, de um modo bastante simples. Estes geradores de referência existem em cada sistema FAA [Federal Aviation Administration - Administração Federal de Aviação] já construídos para a rampa inclinada (sic?), nossos sistemas em terra, e isto era parte do sistema. Todos os geradores, tais como um que eu lhes mostrei, e vários outros equipamentos. Foram usadas cerca de 3.000 válvulas a vácuo ‘6L6’ para alimentar as bobinas de campo dos dois geradores, esta seria uma estimativa acurada; a propósito, talvez não fosse exatamente isto, senão no sentido de que era um grande número de válvula a vácuo, cerca de 3.000 no total. &lt;br /&gt;
Por volta de março de 43 von Neumann começou a ficar abalado. Ele não acreditava em Tesla, que ficava dizendo, &quot;Haverá um problema com o pessoal&quot;; ele não acreditava nisto. Bem, eu e meu irmão acreditávamos em Tesla, porque tínhamos grande respeito por ele, e começamos e entrar na matemática e nas equações e nas coisas que Tesla nos dizia. Finalmente, concordamos com ele, e ficamos dizendo a von Neumann que, ‘você não pode ligar este sistema do modo como está. Você terá um problema, como Tesla avisou’. Bem, a simples menção do nome de Tesla fazia von Neumann explodir, ele ficava muito perturbado quando este nome era mencionado. Eventualmente, no entanto, ele captou a mensagem. Ele disse, &quot;Pode ser que haverá um problema. Bem, vamos ver o que podemos fazer sobre isto&quot;. &lt;br /&gt;
Ele decidiu adicionar um terceiro gerador. Eles projetaram e construíram um e o colocaram por volta de abril, começo de maio. Aqui, não estou realmente certo de onde o colocaram, pode ter sido no convés ou embaixo dele, porque ele não podia ficar muito tempo. Eles tiveram problemas, problemas muito sérios, eles não conseguiam sincronizá-lo com os outros dois. A propósito, nesta mesma época, início de 43, um terceiro homem, meu irmão e eu fomos os escolhidos para operar o equipamento, e fomos treinados para operar todo o sistema, porque nós sabíamos o que ele era, e tínhamos os antecedentes educacionais para apreciar o que se estava tentando fazer. &lt;br /&gt;
Mas como o filme mostra, e isto está correto, nós estávamos em uniformes de marinheiro. Tínhamos o posto de especialista de primeira classe [oficiais], mas quando estávamos entre o resto da tripulação, nós usávamos estes uniformes, e estávamos trabalhando com eles a maior parte do tempo. Naqueles dias, havia um sistema de castas muito forte na Marinha. Novos oficiais não se misturavam com os outros homens, a não ser para dar-lhes ordens. Você não trabalharia com eles dessa maneira, nesses uniformes, naqueles dias. Eles o fazem agora, e também nos submarinos. Mas foi-nos dito para usar estes uniformes quando estivéssemos trabalhando com a tripulação, ou fazendo testes no navio. &lt;br /&gt;
Um terceiro homem foi-nos dado, um ajudante de nome Jack, e ele era um técnico eletrônico de primeira classe que conhecia de tudo um pouco, e tinha os antecedentes corretos. Por volta de junho, meio de junho, em um dos testes, este terceiro gerador ficou ligeiramente furioso. Começou a emitir enormes arcos, e Jack foi atingido por um deles, e ele caiu como um animal atingido. Pensamos que ele estivesse morto, e os médicos entraram e o puxaram para fora; ele estava em coma. Ele permaneceu assim por quatro meses, recuperando-se mais tarde. Ele nunca mais fez parte do projeto. &lt;br /&gt;
Então von Neumann olhou aquilo e disse ‘o gerador não é bom, removam-no’. Ele foi removido e nos voltamos para os outros dois geradores. Ele coçou sua cabeça, e voltou-se para o que não estava em ordem. ‘Bem, o que nós fazemos agora?’. Decidimos continuar. A Marinha, é claro, o estava pressionando neste meio tempo, ‘Você tem que levar esta coisa adiante’. Eles fizeram um monte de testes. Eventualmente, em fins de junho, começo de julho, eles decidiram, o navio ali há tempos saiu do dique seco e foi assentado na zona portuária, no estaleiro da Marinha em Filadélfia. Nós, a propósito, tínhamos um escritório lá, no topo de um dos prédios. De alta segurança, com uma vista para o porto. Eles decidiram que o Eldridge iria para o mar para ser experimentado, o que era normal. Então ele passou três dias no mar. No meio de junho, num cruzeiro de adaptação. Tudo estava certo. Ele não tinha levado sua tripulação especial desta vez. Levou uma tripulação normal. E ele voltou, tudo estava ótimo. Ele foi para o porto, para o teste final. &lt;br /&gt;
Finalmente, a 20 de julho, eles decidiram que o navio estava pronto para o teste final. Então a tripulação especial de teste foi reunida, o capitão que iria comandar o navio, um homem de nome Hangle, Capitão Hangle, um capitão da Marinha, foi a bordo. Ele não era o capitão definitivo. Todos os 22 foram para bordo, nós inclusive. Como o filme mostrou, o navio saiu para sua posição, sua localização no porto. Às 09:00 horas mandaram-nos virar as chaves, na verdade uma série completa delas. Havia somente dois geradores, então o filme é ligeiramente pouco preciso a este respeito. Então eles funcionaram e o navio tornou-se invisível, de acordo com os observadores. Eles o deixaram assim por cerca de 15 a 20 minutos. Disseram-nos para desligá-los e para trazer o navio de volta para o porto, e nós o fizemos. E foi somente quando fomos de volta para o porto que percebemos que havia um sério problema. &lt;br /&gt;
O pessoal, aquele que estava sobre o convés (havia alguns acima, e outros por baixo do convés), estavam totalmente desorientados, nauseados, vomitando, quase delirando e obviamente nada bem. Então a Marinha viu o estado das coisas, eles disseram para a tripulação sair, que eles nos dariam uma nova. Von Neumann sabia então com certeza que tínhamos problema com o pessoal, e foi dizer à Marinha &quot;Preciso de mais tempo para estudar este problema. Precisamos descobrir o que aconteceu, e corrigir&quot;. A Marinha disse, &quot;Você tem uma data-limite, e ela é o dia 12 de agosto de 1943. Ou você faz o teste até lá, ou então esqueça!&quot;. Eles não lhe deram uma razão para isso. Nem a nenhum de nós. Eu fui a Hal Bowen e perguntei-lhe de onde esta ordem viera. Ele nos dera a ordem. Ele disse ‘Eu não sei, mas descobrirei de onde ela veio’. E finalmente ele descobriu, através da cadeia de comando, que ela viera da CNO, ou seja, do Chefe de Operações Navais (Chief of Naval Operations), o que ele achou algo peculiar. O Chefe de Operações Navais incumbia-se de conduzir a guerra, onde os navios iam, o que eles fariam. Ele não se preocupava com os detalhes de um projeto de engenharia realizado em um estaleiro em Filadélfia. Eu vou dizer-lhes, se há um projeto de engenharia de alguma espécie, então alguma coisa está acontecendo. Ela provavelmente veio de um nível ainda maior. Bem, nós tínhamos a data, von Neumann e todos mais trabalhavam dia e noite tentando fazer as correções. A Marinha decidiu, neste meio tempo, que eles não queriam invisibilidade total. Eles queriam somente invisibilidade ao radar. O raciocínio por trás disto era que, à época, claro, nós não tínhamos coisas tais como sistemas de guia por inércia, ou sistemas mundiais de navegação Loran e Shoran. Um é em baixa freqüência, e o outro em freqüência média. Tudo que você precisava para navegar era a luz do sol, o olho e o radar. Se você fizer o navio invisível ao radar à noite, você não pode dizer onde ele está, a menos que ele esteja opticamente visível. Se ele estiver opticamente invisível, você pode abalroar um navio que esteja perto. Este era o pensamento, e eles disseram, não queriam mais invisibilidade óptica. Von Neumann disse que podíamos modificar o equipamento para isto, e ele o fez. &lt;br /&gt;
E a data fatal chegou, 12 de agosto de 1943. Voltamos outra vez para o porto. Todos estavam um pouco inseguros, meu irmão e eu em particular. Então nós fomos para a base, as ordens vieram para abaixar as chaves, para ligar o equipamento. Por cerca de 60 a 70 segundos, tudo parecia bem. Eles tinham a sua invisibilidade ao radar, você ainda podia ver o navio, o seu contorno. &lt;br /&gt;
Então, houve um relâmpago azul, e o navio desapareceu totalmente. Neste momento, claro, von Neumann entrou em pânico. O navio desapareceu completamente, e eles não sabiam o que tinha acontecido com ele. Cerca de quatro horas mais tarde o navio reapareceu no porto, no mesmo lugar onde ele estava. Era bastante óbvio, quando ele reapareceu, que alguma coisa estava errada. Eles enviaram uma equipe em uma lancha, porque eles não tinham tido respostas aos sinais de rádio. Eles tiveram indicações de que alguma coisa estava seriamente errada. Eles já podiam ver isto, porque a antena na superestrutura estava quebrada. Então a equipe foi para lá, e quando subiram a bordo, encontraram o seguinte: &lt;br /&gt;
Dois homens embutidos no aço do convés; dois homens embutidos no aço do anteparo; o quinto homem estava com mão embutida no aço do anteparo ¾ ,ele estava vivo. Eles cortaram sua mão fora e lhe deram uma mão artificial. Pessoas andando de um lado para outro, completamente malucos, realmente insanos, fora de si. &lt;br /&gt;
Pessoas que apareciam e desapareciam. Alguns estavam em chamas, se vocês se lembram da história bíblica acerca do arbusto ardente, que queimava sem se consumir. Alguns homens estavam assim. E todos estavam seriamente desorientados. As únicas pessoas que escaparam a esta desorientação foram os que estavam sob o convés, o que incluía a mim e ao meu irmão. É aqui que entra a parte mais interessante da história. &lt;br /&gt;
O que aconteceu ao navio e o que deu errado. Nós saltamos sobre a amurada esperando cair na água; ao invés disso, nós caímos em 1983, 12 de agosto de 1983, em meio de um outro projeto chamado Projeto Fênix (Phoenix Project), em Montauk, Long Island, à noite, do lado de dentro de suas cercas periféricas. Eles tinham conseguido tornar aquilo operacional, à época, e tinham guardas, cães, e um helicóptero regular de patrulha. Nós fomos iluminados pelo holofote de um helicóptero; nós não sabíamos o que era um helicóptero. Os guardas vieram, agarraram-nos, e nos levaram por umas escadas abaixo. Havia cinco níveis no subterrâneo até Montauk, e era lá onde a maior parte do equipamento estava. E nós fomos apresentados ao dr. von Neumann. ‘Bem, quem é você?’. ‘Eu sou o dr. von Neumann’. Nós estávamos mais do que chocados, porque tínhamos acabado de deixá-lo, em 1943 ele era um homem relativamente jovem, e ali estava um homem bem mais velho se apresentando como von Neumann. Ele disse rapidamente para nós o que tinha acontecido, o que estava acontecendo, porque ele possuía os relatórios finais. Aquilo era uma longa história. Como isto acontecera? E ele disse, &quot;Cavalheiros, vocês precisam voltar e desligar o equipamento no Eldridge; isto já aconteceu, de acordo com os nossos registros, mas ainda não aconteceu na realidade, não tinha acontecido ainda, mas vocês precisam voltar lá e fazê-lo. Nós não podemos desligá-lo daqui. Não podemos desligar esta estação; o que tinha acontecido era que as duas experiências no tempo, distanciadas exatamente quarenta anos no tempo, tinham se acoplado uma à outra, o que criou um buraco no Hiperespaço, que sugou o Eldridge para dentro dele. &lt;br /&gt;
&quot;Em um sentido vocês tiveram sorte; vocês saltaram do navio e caíram aqui&quot;. A outra pessoa, a propósito, ainda está a bordo, fechada dentro de uma bolha de energia que rodeia o navio. Ele disse, &quot;Esta bolha no Hiperespaço está se expandindo, e vai criar alguns sérios problemas; não sabemos quão longe isto irá, se não o desligarmos. Poderia engolir parte do planeta&quot;. Havia um monte de especulações; ele percebeu que isto era uma coisa da qual estes não tinham nenhum conhecimento, e eles tinham que estabelecer o controle pelo desligamento do elemento principal que estava gerando o campo, e este era o Eldridge. O Projeto Fênix — não vou contar sua história aqui, mas neste momento, que acontecera ser o último dia que ele estava on-line, tinha a capacidade, naquele momento, já tinha tido há ano e meio para dois anos um total controle do tempo, e eles podiam mandar-nos de volta ao Eldridge, o que eles fizeram. Eles disseram, você tem que fazer o que for necessário para desligar o equipamento, esmagá-lo, se for preciso. Foi o que fizemos. Nós pegamos os machados e esmagamos tudo que estava à vista. Os bastidores com válvulas a vácuo, as chaves de energia, tudo que formava o circuito de controle, e os geradores pararam, eles vagarosamente pararam de girar, até pararem por completo, e as coisas começaram a se restabelecer e a voltar ao normal, i.é, o navio voltou ao seu lugar no porto. Ao mesmo tempo, um outro após uma passagem de cerca de três ou quatro horas, naquele momento, eu fiquei no navio. Meu irmão decidiu, de fato, como me lembro, que ele tinha ordens para retornar a 83, então ele saltou sobre a sua amurada de novo. Ele acabou em 83. &lt;br /&gt;
Eles abordaram o navio; encontraram, é claro, a antena quebrada. O equipamento no convés estava intacto. O equipamento abaixo do convés, no buraco, estava desmantelado, conforme eu disse, e eles viram o estado terrível que estava o pessoal. Bem, eles não podiam levar o navio de volta com o pessoal. Trouxeram outra tripulação, e levaram o navio à base, e tiveram reuniões por quatro dias com von Neumann, Le Bon, Hal Bowen, Batchelor, e inúmeras outras pessoas. &quot;Bem, o que fazemos agora&quot;. Então eles decidiram que fariam mais um teste, eles reconstruiriam o equipamento, mas desta vez o teste seria sem pessoas a bordo, como tinham feito da primeira vez com outro navio. Eles reconstruiriam e refariam a fiação elétrica no Eldridge. Então, no final de outubro, eles levaram o navio para a parte mais exterior do porto, à noite, levaram-no com uma tripulação comum, que logo deixou o navio. Eles tinham milhares de metros de cabo, então eles podiam ligar o equipamento, e tinham esperança de poder desligá-lo. Na hora apropriada, por volta de 10:00 horas da noite, ou 22:00 horas pelo horário da Marinha, eles ligaram o equipamento e o navio imediatamente desapareceu. Agora, isto leva às lendas, às histórias apócrifas do Eldridge aparecendo no porto de Norfolk, Virgínia, e muitas pessoas relataram isto, ele foi visto lá por dez ou quinze minutos, e desapareceu. Então ele voltou ao porto em Filadélfia. Quando ele voltou, eles não tiveram que desligar o equipamento, pois já estava desligado, e metade dele tinha desaparecido. Eles viram que dois gabinetes transmissores e um dos geradores tinham desaparecido. A sala de controle estava em ruínas fumegantes. Ninguém havia feito aquilo, mas estava assim. A Marinha concluiu que aquilo era algo do qual eles não nada conheciam, e eles decidiram descartar totalmente o projeto, naquele ponto. Mandaram o Eldridge de volta para o estaleiro, retiraram tudo, reequiparam-no como um navio normal, o que ele era, e ele foi mandado para o mar como um navio normal, com um capitão normal, o qual tinha sido designado em agosto, em 22 de agosto ele foi batizado após o segundo teste, o qual foi o desastre real. &lt;br /&gt;
Ele teve uma ação normal no mar durante a guerra. Em 1946, ele foi ancorado e deixado às traças, junto com muitos outros navios. Em 1950, o presidente Truman fez a transferência de cerca de cinqüenta destróieres para a Grécia e outras nações da Europa. O Eldridge era um deles. Ele foi para os gregos. A Marinha rebatizou-o de Leão. A Marinha tido tido repetidos problemas com todos eles, e eles tiveram que despojá-los, repintá-los e reequipá-los, e fora isto eles não tinham mais problemas. Ele pode ainda estar em serviço na Marinha grega, pelo que sei. Eles não descartam navios tão rápido como nós fazemos. Mas eles também herdaram o diário de bordo, o diário de bordo do Eldridge. Como as leis marítimas declaram, o diário de bordo deve ir com o navio. Bem, ele foi. Quando eles o abriram, encontraram uma coisa muito interessante. Todas as páginas do diário anteriores ao dia 1 de janeiro de 1944 estavam desaparecidas, e não havia nenhuma história do que tinha acontecido ao navio. No que concerne ao diário de bordo, os gregos não podiam fazer nada sobre isto. Eles não podiam reclamar à Marinha, senão esta não mais faria o favor de dar sobras para eles. Então, este foi o fim da saga do Eldridge. &lt;br /&gt;
O projeto foi fechado. Neste momento, há um outro aspecto interessante que eu esqueci de mencionar, e que figura na história toda. Aproximadamente seis dias antes do teste final com o Eldridge, em agosto, aquele que foi um completo desastre, três UFOs apareceram sobre o Eldridge. A que altitude, eu não sei. Não me lembro de tê-lo visto. Meu irmão o viu, assim como outras pessoas. E ficaram por ali, imóveis. Agora, o que eles estavam fazendo, nada sabemos, apenas que eles estavam lá, observando. No momento do teste, quando o navio desapareceu para dentro do Hiperespaço, um daqueles UFOs desapareceu com ele. Ele ficou encerrado em um subterrâneo, em Montauk. Ele foi sugado através do Hiperespaço, e terminou no subterrâneo, intacto! Mais tarde, ele foi desmontado. &lt;br /&gt;
Agora, depois de o projeto ter sido fechado, von Neumann mudou-se, é claro, para Los Alamos, no Novo México, porque ele foi trabalhar com Oppenheimer no projeto da Bomba Atômica. O projeto foi um sucesso, é claro. Eles também tiveram problemas, mas não é necessário falar sobre isto. E a disputa que havia existido por vários anos entre a Marinha e o Exército, sobre de quem seriam as armas secretas que seriam usadas para ganhar a guerra, foi ganha pelo Exército e o projeto da Bomba Atômica. Leslie Groves espalhou isso. Nós somente podemos especular, agora, sobre o que poderia ter acontecido se o teste da Marinha tivesse sido bem sucedido: eles provavelmente teriam recebido todos os fundos, e provavelmente teriam despachado peças do equipamento para todos os navios da Marinha, e até talvez da Marinha Mercante, porque esta estava também muito interessada, à época. Um cavalheiro de nome Carl Allende, comumente chamado, de acordo com as histórias que tem circulado por anos, &quot;Carlos Miguel Allende&quot;, era um observador no SS Furuseth, um barco mercante na época daquele teste em agosto. Muitas histórias são contadas sobre ele; ele tem sido entrevistado muitas vezes, e certas coisas não colam, nas histórias que ele conta. Ele pode muito bem ter estado lá, mas ninguém conseguiu descobrir ainda a sua verdadeira história. &lt;br /&gt;
m 47, a Marinha decidiu reabrir o projeto. Neste meio tempo, aconteceu uma pequena reorganização de toda a estrutura militar. Foi criado o Ministério da Defesa você tinha o Ministério do Exército, o Ministério da Marinha, o Ministério da Força Aérea e isto aconteceu em 1947. Você tinha Chefes do Estado Maior, Chefias Adjuntas do Estado Maior, e, é claro, o enorme edifício chamado Pentágono. Bem, a infra-estrutura da Marinha mudou, e um monte de gente fardada foi reformada. Algum deles veio ao Escritório de Pesquisas Navais, e disse para o dr. von Neumann, &quot;vamos reabrir este projeto, ‘Projeto Arco-Íris’ (Project Rainbow). Descubra o que realmente aconteceu, e veja se há alguma coisa nisso que possamos salvar&quot;. &lt;br /&gt;
Então ele fez isso, quer dizer, começou a fazer, e eu fui chamado para Los Alamos, para um lugar chamado Camp Hale, no Colorado, em companhia do dr. Vannevar Bush; e o que estava ele fazendo? Ele e Vannevar Bush eram da equipe científica a cargo da recuperação do UFO destroçado em Aztec, Novo México, em 1947. Isto foi totalmente sem o meu conhecimento, porque, no meio tempo, a Marinha tinha me encostado; e ele foi lá novamente em 1948, devido a uma outra queda, ou duas quedas de UFOs; todos os corpos estavam mortos, nestes casos. Em 1949, houve uma queda e o UFO ficou mais ou menos intacto, e eles recuperaram um vivo. Ele foi chamado &quot;EBE-1&quot;, e foi encontrado vagando pelos campos. Eles o capturaram, e cuidaram dele, e tentaram descobrir o que o fazia &quot;funcionar&quot;. Eles se comunicaram com ele ele ou aquilo. Não puderam determinar o seu sexo individual. Eles chamaram os médicos, porque obviamente ele não estava bem. Ele estava ficando pior a cada dia. Os doutores não puderam fazer muito por ele, eles não sabiam o que estava errado. Eles chamaram um botânico, um PhD em botânica. Ele encontrou o que estava errado. Aquele rapaz tinha CLOROFILA em suas veias. Ele tinha cerca de um metro e vinte de altura. Ele se parece com aqueles descritos como os pequenos cinzentos (Gray), exceto que ele não era um cinzento. Mas ele tinha clorofila em suas veias, e ele vivia da luz do sol. Então eles tiveram que conservá-lo ao sol, pelo menos uma parte do tempo. E o resto do tempo eles o mantinham oculto, e eles também o mantinham bem guardado, porque ele possuía uma característica muito estranha: eles descobriram não somente que ele era completamente telepata, e capaz de se comunicar com seus semelhantes, membros de seu grupo, mas também descobriram que ele tinha uma muita estranha e interessante propriedade ¾ ele podia caminhar através das paredes! Então eles descobriram como poderiam segurá-lo. Eles o conservavam em uma gaiola de Faraday a maior parte do tempo, e aconteceu que este se tornou o modo de transportá-los, eles e aqueles que mais tarde aconteceram de ser os cinzentos. E esta é outra história na qual não quero entrar, mas não obstante, ele foi capturado vivo e eventualmente morreu dentro de um ano e meio a dois anos depois. Eles tiraram dele um monte de informações. &lt;br /&gt;
Mas antes dele morrer, um monte de coisas estranhas aconteceu. Ele se comunicou. Foi-me dito, por alguém que era do governo, que ele deu as bases para o moderno transistor para o dr. von Neumann e o dr. Vannevar Bush. Se isto é verdade ou não, eu não sei, porque os Laboratórios Bell tinham já anunciado o transistor em 1947. Mas este era um dispositivo diferente. Ele era um tablete de germânio, com fios finíssimos de ligação, e, é claro, foi desenvolvido a partir daí, se você está familiarizado com a história dos transistores. Mas, supostamente, ele deu-lhes a informação e croques para um transistor mais rudimentar, baseado em seus próprios sistemas de comunicação, o qual não era compreendido — nada era compreendido, a bordo de suas naves. Mas ele também falou ao dr. von Neumann sobre o seu problema. O problema com o Eldridge, e como basicamente, ele poderia resolvê-lo. Ele não iria lhe dizer exatamente como resolver o problema, mas disse-lhe o que estava errado, deu-lhe alguns indícios, e disse, &quot;você tem de voltar à prancheta e resolvê-lo você mesmo. Eu não vou resolvê-lo para você!&quot;. &lt;br /&gt;
Ele o fez, finalmente, por volta de 1949, depois de ‘fazer o seu dever de casa’ e depois de estudar um monte de metafísica [ocultismo]. Vocês podem imaginar um matemático cabeçudo sendo forçado a estudar metafísica e matérias do oculto; de início aquilo era odioso para ele, mas eventualmente ele tornou-se bastante versado no assunto, reconheceu o problema e foi trabalhar em cima dele. &lt;br /&gt;
Agora, qual era a natureza do problema, que ele finalmente veio a dominar? Era realmente básico. O navio voltou ao seu ponto de referência devido a que ele tinha um Gerador de Tempo Zero, a referência do sistema que o traria de volta. Aquilo permaneceu intacto; foram os geradores e alguns outros equipamentos que foram destruídos, mas aquele dispositivo de referência zero trouxe o navio de volta ao seu ponto de referência original, apesar dele ter andando ligeiramente no tempo. &lt;br /&gt;
Os humanos nascem, ou, eu diria, não somente eles nascem, mas ao tempo da concepção, como ele descobriu em sua pesquisa, com suas próprias CHAVES DE TEMPO. Agora, você teria que entrar em uma física muito obscura, deixarei de lado a matemática e tentarei simplificar. Nós não moramos em um universo com três dimensões. Nós moramos em um universo com cinco dimensões. A quarta e a quinta dimensões são o TEMPO. A quarta dimensão, claro, tem sido freqüentemente mencionada por Einstein e por outros. O conceito de quinta dimensão apareceu em 1931, em um livro de P. D. Auspinski [Ouspensky], &quot;Tertium Organum, um novo modelo do universo&quot;, em inglês. E ele falava de cinco dimensões em nossa realidade. Ele chama a quarta de tempo; ele nunca veio a dar nome à quinta. &lt;br /&gt;
Mas von Neumann percebeu, como é sabido hoje por alguns físicos, que a quinta dimensão é também tempo; é um rotator, um vetor, que gira em volta de um primeiro vetor primário, o qual indica o fluxo e a direção do tempo. O fluxo é imaterial. Podemos dizer que ele está se movendo para a frente no tempo, e isso devido ao seu aspecto, e à nossa referência. Nós não sentimos o tempo, mas ele flui a uma razão razoavelmente estável. E este outro vetor girando à sua volta, não nos concerne... normalmente. &lt;br /&gt;
Contudo, a cada pessoa, no tempo de sua concepção, é dado um conjunto de chaves, se vocês desejam (é parte da estrutura genética), para o ponto no tempo ao qual aquele indivíduo está ligado pela concepção, de forma que aquele indivíduo flui com o tempo e ele nasce e vive uma vida que está ligada a cada coisa em volta dele, tudo que ele vem a conhecer, todos seus amigos, família, escola, o que seja, e ele não desliza nem para a frente nem para trás deste ponto de referência [no tempo] que é usado para ele. Assim é, normalmente. &lt;br /&gt;
No caso do experimento com o Eldridge, a potência era tão gigantesca que rompeu esta referência temporal daqueles indivíduos que estavam diretamente expostos aos campos, ou seja, os que estavam sobre o convés. Eles perderam sua referência temporal. Uma vez tendo o navio voltado, foi quando o problema começou. Contanto que ele estivesse no Hiperespaço e os geradores estivessem ligados, eles estariam encerrados dentro do campo. Até onde sei, nenhum outro saltou da amurada, exceto nós dois. Em retrospecto, eu me pergunto se nós tínhamos mesmo feito aquilo, mas não obstante nós o fizemos, e os eventos que aconteceram, aconteceram. Quando os campos entraram em colapso, aqueles indivíduos, tendo perdido sua referência temporal correta para aquele ponto, e que estavam seguros e contidos pelo campo, ficaram à deriva. Alguns deles deslizaram totalmente para fora da realidade, outros ficaram à sua margem, e tiveram sorte se conseguiram pôr os pés no convés, e alguns deslizaram e finalmente se materializaram, como aconteceu, dois no convés, dois nos anteparos, e um com sua mão na parede, e isto foi devido ao fato de que eles tinham perdido sua referência temporal, e eles deslizaram, e sucedeu de deslizarem de volta. Alguns jamais voltaram de todo! Outros, estranhamente, desapareciam e se rematerializavam, repetidamente! &lt;br /&gt;
E houve aqueles estranhos casos dos que estavam em fogo, tal como na história bíblica do arbusto ardente que não se consumia. Houve vários indivíduos nesta condição. A Marinha gastou uma fortuna em equipamento eletrônico para corrigir o problema. Eventualmente, eles o fizeram, mais ou menos. Mas todos ficaram de quarentena por um longo período. &lt;br /&gt;
A Marinha jamais admitirá que este experimento aconteceu. A Marinha fez um monte de inquéritos. O Ministério da Marinha expediu muitas cartas padronizadas, negando que tivesse acontecido um experimento deste tipo. Eles não negaram a existência do Eldridge, mas eles negavam que o experimento tivesse acontecido. E, em 1979, quando William Moore e Berlitz escreveram seu livro e o distribuíram, Moore estimou que até ali a Marinha tinha gasto um total de dois milhões de dólares somente respondendo perguntas sobre o Experimento Filadélfia, com cartas padronizadas que eram enviadas. Eles ainda negam que aquilo aconteceu. &lt;br /&gt;
Em todo caso, von Neumann fez o seu dever de casa, percebendo que ele precisava de um computador para resolver os problemas relacionados com o pessoal. Então ele voltou à prancheta, como se diz, para o Instituto, e ele desenvolveu o primeiro computador completamente eletrônico. Naquela época não havia computadores eletrônicos. Von Neumann é o pai do moderno computador eletrônico. Isto é bem conhecido e bem documentado. Por volta de 1950 ele tinha alguma coisa funcionando, e em 52 eles já tinham um modelo completo funcionando, e livros estão ainda nas prateleiras do Instituto, a (maior parte?) de seu desenvolvimento foi com o dr. Goldsten, que está ainda em Filadélfia, cuja ligação com o Instituto era recente. Eu conversei com Goldsten. E em 53, aproximadademente ele liberou um novo sistema para a Marinha, com um computador, com a total correção dos fatores. Precisamente o que ele fez, eu não sei. Mas eles conduziram outro teste com um navio diferente, uma tripulação diferente, com sucesso total, nenhum efeito colateral. A Marinha ficou exultante. Claro, a guerra tinha acabado, mas eles imediatamente classificaram este projeto, desistiram do nome &quot;Projeto Arco-Íris&quot;, e reclassificaram-no como &quot;Projeto Fênix&quot;. &lt;br /&gt;
A partir daí eles desenvolveram outros sistemas, outro maquinário, o que entra em áreas muito sensíveis; não entrarei nisto publicamente. Mas muitas coisas saíram daquilo. Entre elas vários estudos médicos, pelo menos quatro relatórios médicos foram escritos. Sei deles através de George Hoover, que era parte da comissão do Escritório de Pesquisas Navais que investigou o assunto quando ele surgiu novamente em 55 (devido às &quot;Cartas de Allende&quot; e ao envolvimento do dr. Morris K. Jessup). Mas Hoover me falou por telefone, ele agora está aposentado e mora na California ¾ ele disse, bem, é claro que ele percebeu, e ele disse, Moore não não tinha percebido, que havia muitos outros projetos sendo realizados à época, e, é claro, ele sabia sobre as experiências de desmagnetização [degaussing experiments]. &lt;br /&gt;
Ele disse também que, como resultado do Experimento Filadélfia, ou Projeto Arco-Íris, um monte de estudos médicos foram feitos. Ele disse, nunca antes na história tinham sido a mente e o corpo humanos sido sujeitos a tão intenso campos magnéticos, a tão poderosos campos eletromagnéticos. Eles não sabiam quais seriam as conseqüências. Ele disse, eles descobriram, como conseqüência daqueles estudos, que as conseqüências eram enormes. Ele disse, havia muitos relatórios valiosos. E certamente havia; muitas outras coisas vieram dali. Bem, a Marinha resolveu o problema, eventualmente, e von Neumann permaneceu por lá. &lt;br /&gt;
O que aconteceu comigo? O que aconteceu com meu irmão? Eu não esqueci, mas deixarei isto para o fim. Meu irmão tinha retornado para 1983! Logo após ele ter perdido suas ‘chaves temporais’ devido a um acidente, ele envelheceu muito, muito rápido, a uma razão de um ano por hora. Ele morreu dentro de poucos dias. Eles tentaram mantê-lo vivo com outro maquinário que eles tinham desenvolvido. Mas não conseguiram, e ele morreu. Mas era muito importante, por razões que não citarei agora, conservá-lo vivo. Então, se aceitarem o ponto de vista metafísico ou não, foi-me permitido ajudá-lo. Porque eu tinha voltado a 43, e houve algum trânsito de idas e vindas devido a Montauk, que estava ainda on-line por um período de tempo. Voltar ao pai e dizer, ‘Hei cara, apronte-se, precisamos de outro filho, alguma coisa aconteceu a Duncan’. Então um novo filho, o último, nasceu em 1951, e de 83 sua alma caminhou para dentro do corpo, em 12 de agosto de 1963. Tinha de ser em 12 de agosto. E ele é o homem que vocês viram naquela foto hoje. Ele tem a memória de todas as coisas, mais ou menos. Há buracos e há falhas. &lt;br /&gt;
Há outro elemento envolvido nisto, do porquê os dois navios ficarem presos. Tivesse aquele experimento não sido conduzido em 12 de agosto, se ele tivesse acontecido no dia 10 ou 14 de agosto, ou fosse o caso, em julho, consideravelmente mais cedo, ou tivesse sido adiado, digamos para setembro, e nós nunca teríamos ficado presos ao Projeto Fênix. Por que? Há um ponto fundamental envolvido aqui. Não são somente os homens que possuem biocampos; isto está muito bem documentado hoje. Eles começam no nascimento. Mas o planeta Terra tem o seu próprio conjunto de biocampos. Isto foi descoberto bem recentemente, aproximadamente na última década. Quatro deles, e eles atingem um pico máximo a cada vinte anos. Adivinhem em qual dia? A 12 de agosto de 1963, 1983, 1943, vocês podem ir para frente ou para trás, sempre vinte anos. E isto cria um conjunto de condições muito estranhas no planeta Terra, onde há um pico de energia, um pico de energias magnéticas, e a capacidade de acoplamento, e foi isto o que aconteceu devido à culminação de datas dos dois experimentos, em 12 de agosto, e à subida ao máximo dos biocampos da Terra neste momento. As energias foram suficientes para criar o campo no Hiperespaço e o acoplamento, o que de outra maneira não teria ocorrido, e o Eldridge deslizou para dentro dele junto com o UFO, e tudo isto veio a acontecer. Isto tudo está registrado nos documentos da Marinha, nos arquivos da Marinha. Eles não os perderam. Eu sei que eles existem, eu sei de gente que teve acesso a eles, e é por isto que eu sei que eles existem. E eles não querem liberar a história, eles não querem que o público, até hoje, saiba quão desastroso foi aquilo. &lt;br /&gt;
Agora, existe uma interessante, podemos dizer, anedota ‘pós mortem’ desta história. William Moore, escrevendo seu livro (e a propósito, como mostrarei, houve dois livros escritos. O primeiro foi editado em 1978, &quot;Thin Air&quot;, era uma ficção, foi escrito por duas pessoas que eu nunca ouvi falar, George E. Simpson e Neil R. Burger. Não temos idéia de quem eles são. Não existem créditos no livro que digam quem são os autores, é uma publicação padronizada, e há muito que desapareceu)... Cerca de um ano a um ano e meio depois veio um livro mais definitivo, não-ficção (pelo menos, não havia intenção de ser ficção), escrito por Berlitz e Moore, basicamente por William R. Moore, intitulado &quot;O Experimento Filadélfia&quot;, originalmente encadernado, e depois, claro, em brochura. ele tornou-se bastante popular, eles venderam mais de dez milhões de exemplares até agora. Eu não sei quem o está imprimindo agora, mas é uma co-edição. &lt;br /&gt;
Moore, em sua pesquisa, nunca poderia extrair a data exata da última experiência; ele jamais teve qualquer noção do &quot;Projeto Fênix&quot; ou do acoplamento, ou da natureza real do desastre. Ele entrevistou o dr. von Neumann. Ele entrevistou-o, e chamou de &quot;dr. Reinhardt&quot;, no livro. De um modo bastante interessante, eles também entrevistam um dr. Reinhardt. Alguém com o mesmo nome! O dr. von Neumann. &lt;br /&gt;
Von Neumann não está morto! Ele ainda está vivo, nesta data. A Marinha e os registros oficiais do governo dizem que ele morreu de câncer em 1957. Bem, se ele tinha câncer, o que não sei, se ele tinha eles encontraram um modo e uma maneira de curá-lo. Eles o fizeram. Eles precisavam dele por perto. Eles o conservaram no projeto. Ele foi o diretor do Projeto Fênix até 77, quando ele desenvolveu uma muito pronunciada personalidade separada [esquizofrenia?], a qual tornou-se pior com o tempo. E ele renunciou à sua posição como diretor do projeto, e um outro o assumiu, o dr. Herman C. Unterman, da Alemanha. E ele tornou-se um consultor. Ele não está morto, ele ainda vive, mas agora ele dividiu totalmente sua personalidade, e usualmente o alter-ego, um senhor Howard E. Decker, que é bem conhecido em Nova Iorque como um negociante de sobras eletrônicas, é a única pessoa que agora se mostra, no mesmo corpo. Eu passei três horas conversando com Howard Decker, então eu sei que o homem está vivo, pelo menos até novembro de 1989. E estas fotos foram feitas em sua casa, nesta data, e a mostram em bastante mau estado. Ele se tornou, podemos dizer, um péssimo dono-de-casa, desde que sua esposa morreu. &lt;br /&gt;
A coisa inteira morreu, e ressurgiu em essência com o Projeto Fênix. Meu irmão tinha renascido. Fui enviado para 83. Eles decidiram que não me queriam mais por perto, por quaisquer que fossem as razões. E eles me encostaram Uma completa lavagem cerebral estabeleceu uma nova personalidade, lançaram-me de volta ao passado, e eu me tornei Alfred Bielek. Com novos pais, uma falsa certidão de nascimento e uma completa história de cobertura pendurados juntos, e lembranças, as quais podem ou não ser completamente verdadeiras, mas que não obstante, estão aí. Fui bem doutrinado. Eu não tinha a mais leve idéia de que tinha alguma vez me envolvido no Experimento Filadélfia, muito menos no Projeto Fênix, pelo menos alguma vez em 86. A razão pela qual lembrei-me disso foi porque eu revisitei Long Island, que há muito tempo deixara. Fui até Montauk, com alguns amigos. Eventualmente, algumas da lembranças começaram a voltar. Elas diziam, &quot;Você foi parte disto&quot;. Eu dizia, &quot;Não, não fui&quot;. Eventualmente, lembrei-me que tinha sido. &lt;br /&gt;
Mas em janeiro de 88 eu comecei a lembrar-me do Experimento Filadélfia, e minha memória só fez aumentar desde então. Meu irmão lembrou-se, também. E isto foi um horrendo desperdício, eu diria, de uma carreira acadêmica que tive uma vez. As peças foram se encaixando aos poucos. Mas a personalidade básica agora permanece bastante estável como Al Bielek, e as lembranças de Edward A. Cameron vem e vão, mas elas estão muito mais agora lá, particularmente dos anos anteriores, e que vão até e por todo o experimento. De 43 a 47, uma boa parte está em branco. Eu não sei o que mais aconteceu. Exceto que sei que em 47 eles decidiram que eu não era mais útil. De fato, eles se livraram de mim. Então esta é, basicamente, a história do que aconteceu. &lt;br /&gt;
Mas há outra interessante anedota a qual William Moore descobriu em sua pesquisa: ele estava também interessado em UFOs; em 1975, no final de dezembro, ou começo de janeiro de 76, ele foi visitar uma família no Canadá, que, acredito que foi em 12 de setembro, tinha tido um encontro com um UFO na província de Ontário. Um fazendeiro bem comum. Ele estava se dirigindo para casa uma noite em sua camioneta, e encontrou um UFO estacionado na rodovia, ocupando o lado pelo qual ele iria passar. Não havia ninguém, nenhuma luz, nada. Ele olhou aquilo, &quot;que ‘inferno’ é isto?&quot;, e desviou para o outro lado, e o que ele fez? Ele praticamente atropelou um ufonauta, que deveria ter cerca de um metro e vinte de altura, em um traje prateado, que estava no meio da rodovia. Ele pisou os freios com força, por pouco não o atingindo; havia cascalho ali e ele derrapou, e aquele pequeno ufonauta, o que ou quem quer que fosse, saltou sobre a cerca a desapareceu. &lt;br /&gt;
Aproximadamente no dia 12 de dezembro, de acordo com Moore foi nesta data, esta família, veio a ter um monte de aborrecimentos com os vizinhos, devido aos UFOs que continuavam a aparecer na área. Estes vinham em busca de souvenires e tudo o mais, e eles não sabiam mais o que fazer para manter as coisas em paz. Eles foram visitados por três oficiais de alta patente, um dos Serviços Armados do Canadá (Canadian Armed Services), representando a província de Ottawa; um general da Força Aérea, do Pentágono; e um oficial da Marinha, do Escritório de Inteligência Naval (Office of Naval Intelligence). Eles lhes pediram desculpas. Eles disseram que o que tinha acontecido, não deveria ter acontecido. &quot;Bem, o que vocês querem dizer, que não deveria ter acontecido?&quot;. &quot;Foi um acidente&quot;. &quot;Bem, o que vocês querem dizer com acidente?&quot;. &quot;Bem, não deveria ter acontecido. Fomos enviados aqui para lhes pedir desculpas formais, e para responder a quaisquer perguntas que possam ter. O que gostariam de saber?&quot;. Esta foi provavelmente uma das poucas vezes que o governo fez isto, e eles disseram, de acordo com o relato de William Moore, que tiveram suas perguntas respondidas durante as próximas duas horas seguintes, ou mais. E entre todas aquelas inesperadas revelações do Escritório de Inteligência Naval, o oficial soltou um comentário muito interessante. Ele disse, &quot;Oh, nós temos tido contatos com os ETs desde 1943. Foi devido a um acidente em uma experiência que a Marinha estava fazendo na época, sobre invisibilidade!&quot;. &lt;br /&gt;
Fim da exposição &lt;br /&gt;
Então, com isto eu encerro a apresentação formal, e se vocês tiverem quaisquer perguntas, farei o melhor que puder para respondê-las. (A pessoa que fez esta fita, que gravou a conferência, perdeu a primeira parte das perguntas e das respostas. Quanto ele perdeu, não tenho idéia). &lt;br /&gt;
Pergunta: (?) &lt;br /&gt;
Resposta: O experimento se expandiu. Eles tentaram em 1948, a Força Aérea Naval (Naval Air Armed) tentou ver se eles conseguiriam por este projeto para funcionar antes que von Neumann ressuscitasse o seu, em um avião. Eles tinham um F-80 disponível para isto. Eles ligaram a ele algum equipamento mais leve. Bem, você não precisa de toneladas e toneladas de equipamento em um avião, então eles o encolheram. Colocaram um sistema a bordo do F-80, colocaram nele um piloto e um rádio-controle por terra, foram para uma determinada área e ligaram o equipamento, e depois de ele ter ficado invisível ao radar por um certo período de tempo, eles o desligaram. Tudo estava ótimo. Eles retornaram à base. Eles disseram, ok.. Bem, parecia que tinha sido. Mas não estavam seguros disso! &lt;br /&gt;
Eles deixaram o oficial, o piloto e o avião, de quarentena por cerca de um ano. Cerca de um ano depois, eles disseram, &quot;Ok, leve-o de novo para cima, mas vamos mandar um observador com você desta vez. E nós vamos tentar isto de novo na mesma área&quot;. Então eles subiram e tudo correu bem até eles ligarem o equipamento. O piloto desapareceu e nunca mais foi visto outra vez. O observador não era um piloto treinado para um F-80. Ele não podia controlar o avião, e este caiu. O corpo do observador foi recuperado, mas o corpo do piloto nunca o foi. Então, este foi o fim das tentativas de usar avião, pelo menos nesta fase. Desde então, eu entendo, eles tem feito o equipamento pequeno o bastante para colocá-lo em um avião grande. Mas isto é altamente classificado. &lt;br /&gt;
Pergunta: Você poderia dizer se há alguma experiência [sendo feita] em viagem controlada no tempo? &lt;br /&gt;
Resposta: Sim. Tem sido feita, e isto é novamente um conhecimento altamente classificado pelo governo, mas isto definitivamente tem sido feito. A viagem no tempo existe. Você aí, tem uma pergunta? &lt;br /&gt;
Pergunta: Esta era uma das minhas questões, se a viagem no tempo existe. Mas ela ainda existe? Eles a estão usando? Você sabe disto? &lt;br /&gt;
Resposta: Ela ainda existe, e só o que direi. &lt;br /&gt;
Pergunta: Quando você estava falando sobre a invisibilidade do navio, falou que a primeira experiência foi ótima, e que a segunda foi aquele na qual desapareceu. O que quer dizer, acho que quis dizer isso, tanto invisibilidade em si quanto invisibilidade ao radar foi conseguida, mesmo da primeira vez? &lt;br /&gt;
Resposta: Isto está correto. Em termos de maquinário, foi um sucesso. Em termos do pessoal não foi, foi um completo desastre. Agora, um pouco não foi um completo desastre no primeiro teste de 22 de julho, não foi muito ruim porque eles mudaram a tripulação, e perceberam que havia um sério problema. O segundo teste poderia ter sido um sucesso completo se eles não o tivessem acoplado ao Projeto Fênix; isso em termos de maquinário. Mas ele foi um completo desastre, tanto em termos de maquinário quanto de pessoal. &lt;br /&gt;
Pergunta: Você disse que eles tinham que ter o seu irmão de volta. Isto era alguma coisa apenas do seu conhecimento pessoal, que eles precisavam dele ainda, ou era aquilo uma espécie, uma grade semelhante ao tempo, ou o entusiasmo comum que se poderia ouvir deles, ou os cientistas deixaram aquilo escapar, ou foi algo que eles inventaram? &lt;br /&gt;
Resposta: Ele precisava voltar por razões que são extremamente sensíveis, mas ele tinha de permanecer vivo tanto quanto eu e um terceiro sujeito. A única maneira de dizer isto, é que, se ele tivesse morrido e não renascesse depois dos equipamentos e projetos chegarem ao fim, poderia ter havido um problema muito sério. Então, estávamos estabilizando os fatores, colocarei desta maneira, e não irei além deste ponto. Mas ele tinha que estar vivo, e ele está vivo. &lt;br /&gt;
Pergunta: Você ficou entusiasmado por ter viajado através do tempo e mudado alguma coisa que aconteceu? Poderia isto causar algo que eles receassem? &lt;br /&gt;
Resposta: Entusiasmo, você poderia chamar assim. Eu não sei se há um termo ou expressão que já tenha visto, que descreva isto como você a viu, ou leu em algum lugar. Eu realmente não posso responder isso com um sim ou não. Eu não sei. &lt;br /&gt;
COMENTÁRIO: Ah, você não poderia fazê-lo! Ha! Ha! Ha! &lt;br /&gt;
Resposta: Perdão? &lt;br /&gt;
COMENTÁRIO: Você não poderia responder isto porque você provavelmente não saberia. Isto porque, se alguma coisa séria realmente acontecesse, você não poderia estar aqui para contar-nos! &lt;br /&gt;
Resposta: Está certo. Alguma muito séria aconteceu, claro; esta viagem não foi um passeio. &lt;br /&gt;
Pergunta: Assumindo que o governo está testando tecnologia desta natureza, quero saber por que não a está colocando para ajudar o planeta, para ajudar ao público e a todos neste planeta. Nós temos tantos problemas difíceis, e eles não estão usando nada disso para ajudar. Por que? &lt;br /&gt;
Resposta: Bem... para responder a esta questão, terei de dar-lhe uma resposta em duas partes. &lt;br /&gt;
1- Nós temos tido uma tecnologia dupla por pelo menos um século, talvez mais, na qual há desenvolvimentos tecnológicos que tem sido negados ao público, e que tem se mantido nas mãos de uma elite controladora, se vocês quiserem, por pelo menos um século, ou talvez um século em meio, porque esta base tecnológica vem desde 1800 ou antes. E na medida do por quê isto não foi liberado nesta época, ou não o é agora devido aos problemas que temos. Se você tem os meios para fazer as coisas, como por exemplo, viajar no tempo, ou desenvolver novos sistemas de energia, ou novos sistemas de comunicação, ou então viajar para outros planetas; se você encerrar estes desenvolvimentos dentro de um pequeno grupo, um grupo controlador, você pode literalmente controlar o planeta e humanidade. E se você não deixar o resto do público saber o que está acontecendo, você pode então controlá-lo, de dentro deste grupo. &lt;br /&gt;
2- Há um outro problema, chamado enfraquecimento econômico. Se você for liberar alguns destes novos desenvolvimentos, muito rapidamente, e muito cedo, você quebra totalmente a nossa atual base econômica, que é baseada em combustíveis fósseis, geração de energia elétrica através de fios e transformadores e coisas assim, comunicações como as conhecemos, aviões a jato como os conhecemos, e foguetes químicos para levar-nos à Lua. tudo isto está baseado em nossa atual indústria, nossa atual sociedade e nossa atual economia. Você não pode substituir isto rapidamente da noite para o dia. Por outro lado, você pode destruir a base econômica. Estou certo que isto será liberado, em algum tempo. Mas não está sendo liberado agora. Esta é uma das razões porque você não pode brincar com a base econômica. E, além do mais, aqueles que são beneficiados com isto, em termos de lucros gigantescos, como as companhias de petróleo, não vão distribuir seus lucros conosco. Este é somente um exemplo. Não significa que só existam estes. &lt;br /&gt;
Pergunta: Você pode, com esta tecnologia, voltar no tempo, para, digamos, 1843? &lt;br /&gt;
Resposta: Você pode ir no passado tão longe quanto queira, ou ir para o futuro tão distante quanto queira, contanto que o equipamento o leve lá. Sim. &lt;br /&gt;
Pergunta: Isto agora é parte também da tecnologia do bombardeiro Stealth? &lt;br /&gt;
Resposta: Existem alguns rumores neste sentido. Isto é uma parte dele. Sim. &lt;br /&gt;
Pergunta: Você disse que não tinha nenhuma lembrança disto até 83 ou por aí? &lt;br /&gt;
Resposta: 88. &lt;br /&gt;
Pergunta: Ok. De onde vieram a informação para o livro e também para o filme? &lt;br /&gt;
Resposta: O primeiro livro nós realmente não sabemos. Para o outro, o dr. Reinhardt, definitivamente identificado como dr. John von Neumann, que foi entrevistado e deu um monte de informações. De onde as outras vieram? Eu não sei. Eles não foram muito longe nos arquivos, porque a Marinha não os está liberando. Quanta informação está perdida por aí, eu não sei. Moore andou muito, e fez um bom trabalho de pesquisa para nós, sob a Lei de Liberdade de Informação (FOIA - Freedom of Information Act), liberando algumas das informações; ele realmente não conseguiu muito da Marinha, porque a Lei de Liberdade de Informação não estava em vigor, acho, até cerca de 1981. E ele passou muito tempo tentando tirar o que pudesse de quem encontrava. &lt;br /&gt;
... : Ivan T. Sanderson, ele nunca escreveu um livro sobre este assunto, ele morreu em 1973, era muito interessado no Experimento Filadélfia em si; de fato, algum material seu caiu nas mãos de Moore, e foi aí onde este conseguiu alguma coisa. Mas onde ele obteve basicamente a informação, eu não sei. Uma ou outra entrevista, uma entrevista em algum lugar por telefone com Allende e quem quer que fosse. Eu nunca conversei com Moore, eu não sei onde ele arranjou sua fonte, ou as suas fontes de informação. &lt;br /&gt;
Pergunta: E que tal o filme? &lt;br /&gt;
Resposta: O filme foi produzido pela EMI Thorn. A Thorn Industries existe desde alguma época entre 1820 e 1830, no século 19. Era uma indústria inglesa que produzia instrumentos científicos para a Inglaterra e para a Europa. Ela foi assumida em 1850 pelos irmãos Wilson, que a herdaram de sua mãe. E eles ficaram lá até a virada do século, quando morreram. Por volta de 1980, final dos 70, começo dos anos 80, eu não sei a data exata, mas houve uma fusão entre a Thorn Industries e a EMI Corporation. E esta indústria eletrônica, com a etiqueta e os discos EMI é bem conhecida na Inglaterra, aqui, e em todo o mundo. Houve uma fusão. Quem comprou quem? Eu não sei. E eles decidiram que iriam fazer um filme. E decidiram que iriam fazer o Experimento Filadélfia! &lt;br /&gt;
... : Agora, durante aquele período em que estavam filmando, ou talvez um pouco antes, um certo amigo meu, de Long Island foi questionado, perguntado repetidamente, por um ator bastante conhecido, que tornou-se diretor do filme mas que não aparece nos créditos. Seu logotipo da New World Pictures esta lá, então eu sei quem ele é. Meu amigo falou que ele fez milhares de perguntas acerca do Experimento Filadélfia. Ele certamente sabia um pouco, mas não sabia tudo sobre isto. Nós achamos que ele supriu o material básico para o filme. E não foi só isto! De acordo com uma história bastante bizarra, que vocês podem aceitar ou não, em fevereiro de 1989, eu estava em Nova Iorque, junto com meu irmão e um cavalheiro por nome Preston Nichols, que fez uma apresentação para a Divisão de Nova Iorque (New York Chapter) da USPA, a Associação de Psicotrônica dos Estados Unidos (United States Psychotronics Association), que tem Clarence Robinson como presidente. Ele falou sobre o Projeto Fênix, eu falei sobre o Projeto Filadélfia, e foi feito uma fita de vídeo privado disto tudo. Nós sabíamos que alguém estava filmando. E não era para ser exibido mais tarde. &lt;br /&gt;
A história que Preston me contou, alguns meses mais tarde, foi bastante interessante. Ele disse que por volta de julho, ele foi visitado uma noite em seu laboratório. Alguém bateu à porta, e falou, &quot;Preston Nichols?&quot;. &quot;Sim&quot;! Eu sou Bill... tal &amp;amp; tal da EMI Thorn Industries da Inglaterra. Sou chefe dos arquivistas. Eu achei que você gostaria de conhecer a história. Nós temos estado procurando por você há algum&quot;. Ele disse, &quot;O que você quer dizer, procurando por mim?&quot;. &quot;Posso mostrar-lhe porque&quot;. E ele mostrou-lhe uma foto, tirada de um álbum de família, dos Irmãos Wilson em 1890, em companhia de uma terceira pessoa, Aleister Crowley. Este é muito conhecido no meio metafísico, apesar do que possam pensar dele. Ele era aparentemente um investidor pesado da corporação, e ele viveu até os anos 50, 1950; havia também uma quarta pessoa. O quarto sujeito era a cara do meu amigo Preston, aparentando ter aproximadamente dez anos mais do que agora. Ele disse, &quot;Nós tínhamos esta foto quando vimos a sua fita de vídeo, de você em Nova Iorque fazendo sua apresentação; nós sabíamos que finalmente o tínhamos encontrado&quot;. Ele disse, &quot;Posso ficar com esta foto?&quot;. &quot;Não&quot;. Ele disse, &quot;Bem, qual é a história?&quot;. &lt;br /&gt;
&quot;A história é que Crowley disse que você não era desta época (referindo-se a 1890). Você era do FUTURO! E você deu-nos a história inteira do Experimento Filadélfia, e ela tem estado em nossos arquivos desde 1890. Nós já conhecíamos a história, e tínhamos decidido somente agora, recentemente&quot; (isto em 1983) &quot;produzi-la&quot;. &lt;br /&gt;
Bem, eles foram ao governo dos EUA pedir para filmarem em Long Island, porque eles sabiam que o outro terminal estava em Long Island, em Montauk. O governo dos EUA recusou totalmente permissão para eles chegarem perto do lugar. Foi então que eles foram para Wendover, Utah, para o outro terminal do 84, como eles o chamavam, experimento 84. Eu conheço Wendover, Utah, porque trabalhei em Salt Lake City, e visitei-a um monte de vezes; é a velha Base da Força Aérea de Wendover, a qual foi usada intensamente durante a Segunda Guerra Mundial. Mas foi assim, acreditem ou não (Ripley* adoraria esta), a história de como eles conseguiram o roteiro, ou o material básico para fazer o roteiro do Experimento Filadélfia. Eles o enfeitaram, é claro. Ele admitiu isto. Colocaram mais coisas para tornar mais interessante a história. O lado amoroso, as viagens à Califórnia e tudo o mais. Então, uma boa parte dele é ficção, mas a história básica foi um fato real, que eles aumentaram para fazer o filme. &lt;br /&gt;
Pergunta: Você estava um pouco relutante em falar sobre outros altamente classificados projetos que conheceu, mas obviamente o Experimento Filadélfia é altamente classificado também. Por que? &lt;br /&gt;
Resposta: Teoricamente, o Experimento Filadélfia foi desclassificado. Existe uma lei, um estatuto que diz que qualquer projeto do governo que não seja classificado, é automaticamente desclassificado após quarenta anos. Agora, aquele experimento tomou lugar em 43, ele foi terminado em 43, como conseqüência, quarenta anos se passaram até 83. Então, teoricamente ele foi desclassificado em 83. Agora, um projeto qualquer pode ser desclassificado, mas o governo tem meios de esconder as referências a ele que existam nos arquivos, de modo que você só pode encontrá-lo se souber os códigos numéricos apropriados. Manuais ou relatórios técnicos podem não ser desclassificados. Há uma lei que diz, se for no interesse da segurança nacional, relatórios técnicos e outras informações pertencentes a projetos desclassificados podem não ser liberados. Como um exemplo típico, depois que a Segunda Guerra Mundial terminou, alguns anos depois, as bombas Norton K2 começaram a ser mostrados nas lojas de excedentes de guerra, em Nova Iorque e em todo lugar. Eles as estavam vendendo com preços que variavam de 2.500 até 200 dólares cada uma. Você podia comprar a coisa completa, intacta! Mas você não podia colocar as mãos nos manuais, dizer o que elas faziam, ou como usá-las, porque eles estavam classificados como altamente confidenciais, e ainda estão. Mas o equipamento em si está totalmente desclassificado. &lt;br /&gt;
Pergunta: Eu tenho duas perguntas. Uma delas tem a ver com sua viagem ao futuro, onde viu o doutor que estava encarregado do Experimento Fênix, e que estava encarregado também do Experimento Filadélfia. Você sabia que tinha ido, e então você voltou. Você sabia que estava no futuro, mas na época o doutor não sabia. Isto está correto? &lt;br /&gt;
Resposta: Não, não, ele sabia, ele em 83 sabia onde ele estava. &lt;br /&gt;
Pergunta: Ah, mas em 43 ele não sabia. &lt;br /&gt;
Resposta: Não, ele não sabia disto na época. eu eventualmente disse-lhe o que estava acontecendo, e é por isto que ele escreveu um relatório, porque ele veio a conhecer os fatos. &lt;br /&gt;
Pergunta: Quando isto foi escrito, em 43 ou em 83? &lt;br /&gt;
Resposta: Em 43 houve uma série de relatórios que foram escritos, e ele conhecia os fatos, sabia o que tinha dado errado no acoplamento do futuro. E foi-lhe pedido em 47 que ele ressuscitasse o experimento. &lt;br /&gt;
Pergunta: Mas é sobre isto que eu estou curioso: se você teve de contar-lhe que o havia visto no futuro, e ele estava quase o mesmo... &lt;br /&gt;
Resposta: Ele não acreditou nisto. Ele muito certamente não acreditou nisto no início; eventualmente, ele passou a acreditar! &lt;br /&gt;
Pergunta: Você o persuadiu disto? &lt;br /&gt;
Resposta: Perdão? &lt;br /&gt;
Pergunta: Foi devido à sua persuasão que ele acreditou em você? &lt;br /&gt;
Resposta: Nããoo! Não foi inteiramente devido a isto, havia outros elementos envolvidos. &lt;br /&gt;
Pergunta: A segunda pergunta tem a ver com o comentário daquela outra pessoa sobre Pearl Harbor, dizendo que dentro de algum tempo nós iríamos estar em guerra com o Japão, e eles estavam vindo bombardear Pearl Harbor. Eu não sei, pode ser que esteja errada, mas eu pensava que Pearl Harbor tinha sido uma completa surpresa para nós. &lt;br /&gt;
[......A audiência ri e se manifesta com algum barulho....] &lt;br /&gt;
Resposta: Desculpe, senhora; não foi nenhuma surpresa para a administração, eles levaram as coisas de tal modo para os japoneses nos bombardearem, e pudéssemos entrar na guerra. Isto foi planejado pelo presidente e por George C. Marshall. Os únicos no escuro sobre isto era o almirante Kenwell e o general Short, que estavam em Pearl Harbor, na época. Não lhes foi dito o que iria acontecer. Eles pediram uma Corte Marcial imediatamente depois. Eles foram afastados de seus postos, e isso quando eles pediram a Corte Marcial, porque eles sabiam que alguma errada estava acontecendo, e eles não tiveram o seu pedido atendido senão depois que a guerra terminou. &lt;br /&gt;
NOTA: Eu não pude compreender os nomes orientais aqui mencionados. &lt;br /&gt;
E quando, claro, colocados frente aos registros, dos registros capturados dos japoneses em =ininteligível= e todo o gabinete de paz, e Tojo, e a coisa toda, e o modo como eles foram incessantemente empurrados por Roosevelt, até eles procurarem lavar sua honra, eles começaram a deslocar a sua frota para atacar. Eles queriam chegar a um acordo com os EUA, sem guerra! &lt;br /&gt;
Pergunta: Isto é de conhecimento comum?.... &lt;br /&gt;
...Bielek continua falando... &lt;br /&gt;
Roosevelt não queria assim. Agora, houve alguns militares que não fizeram nada, que sabiam o que estava acontecendo. Algumas altas patentes, mas não o pessoal estacionado em Pearl Harbor. &lt;br /&gt;
Pergunta: Eu tenho uma pergunta. Você lembra se um dr. Harry Woo estava ligado ao Projeto Arco-Íris? &lt;br /&gt;
Resposta: Qual era o nome? &lt;br /&gt;
Pergunta: Harry Woo. Ele era um cavalheiro da quarta geração de chineses; ele era um físico ligado a R&amp;amp;D, a Marinha e ao Pentágono. &lt;br /&gt;
Resposta: Harry Wood? &lt;br /&gt;
Pergunta: WOO! W... O... O &lt;br /&gt;
Resposta: Oh! Woo. Não, não me lembro ninguém com este nome, não neste ponto. Se ele tinha alguma conexão com o projeto, é possível que estivesse em Princeton, ou algum outro lugar. Você vê, havia um monte de pessoas ligadas com esse projeto, e que não pertenciam à equipe. Quer dizer, formalmente ligados à equipe de Princeton, e eles nunca apareceriam nos registros, e eu procurei em todos os que estavam disponíveis nos arquivos. Claro, o dr. Von Neumann está lá; Tesla não, ele nunca esteve na equipe; hum, Gustave Le Bon não está lá, não encontramos nenhum registro dele, embora ele pertencesse a ela, pelo que eu sabia. Clarkston estava na equipe, mas sob um nome diferente, naquela época. Clarkston era um pseudônimo, uma cobertura; não Clarkston, ele atendia por um nome diferente, pois Clarkston era então um pseudônimo. Exatamente como Reinhardt era um pseudônimo para von Neumann. Nunca ouvi sobre este nome, não. &lt;br /&gt;
Pergunta: O dr. Woo, que foi designado pela Marinha para investigar os relatos de UFOs; era isto... &lt;br /&gt;
Resposta: Podia ser... &lt;br /&gt;
Pergunta: Bem, ele mencionou Rupelt. Ele encontrou e conversou com Rupelt, e ele mencionou algumas outras pessoas, e eu penso talvez que ele poderia estar ligado... &lt;br /&gt;
Resposta: Eu não estava envolvido neste ponto com qualquer investigação sobre UFOs, e eu estava em outro departamento da Marinha, que surgiu, aparentemente de modo simultâneo, e obviamente numa época muito posterior a agosto de 43. &lt;br /&gt;
Hum, você aí tem uma pergunta? &lt;br /&gt;
Pergunta: Sim! Você disse que em 1943 você foi para 83, e voltou para 43. E quando sua memória voltou em 88, isto mostraria que, nesta dimensão em particular, você estaria possivelmente em algum lugar em 83.... Você sabe o que estou falando? Você estava em dois lugares, em 83. &lt;br /&gt;
Resposta: É verdade. Em 1983, Eu era Alfred Bielek; estava trabalhando em Los Angeles, Califórnia. Eu fui mandado para bem longe da Costa Leste. &lt;br /&gt;
Pergunta: Então, o universo é como um holograma, no qual você pode ir para diferentes lugares no tempo, isto é somente um outro... &lt;br /&gt;
Resposta: Você entra aqui em alguns problemas bastante complexos, em termos de tempo. O homem que fez um grande trabalho sobre isso foi o dr. Norman Levinson (Nota: de outras vezes, Bielek chamou este personagem de HENRY Levinson, ou Levenson. Teria ele mudado de idéia, ou quem transcreveu isto bobeou? - R.A.) que não aparece em qualquer das biografias do Quem é Quem, na ciência da matemática. Ele é americano. Eu sei que ele escreveu três livros. Ele era um professor assistente de matemática no MIT [Massachusetts Institute of Technology - NT] em 1955, quando então tornou-se professor titular. E foi assim até morrer, em 1974. Ele nasceu em 1912. E ele figurou com destaque nos bastidores do Experimento Filadélfia, porque ele desenvolveu as equações de tempo de um trabalho previamente feito, e elas são totalmente classificadas. Você terá muito trabalho para encontrar seus livros. Ele escreveu um livro intitulado &quot;Equações Diferenciais Ordinárias&quot;, publicado pela McGraw Hill, acredito que em 1974. Tenho todos os dados, se você estiver interessado. Eu tenho os nomes, e os títulos, e os números usuais dos livros. Mas eu nunca os encontrei em qualquer das livrarias em Phoenix. Finalmente, em minha última viagem de volta ao Leste, fui até Princeton. Eu digo, se eles existem em algum lugar, só pode ser em Princeton. Bem, eles os tinham, nos cartões de arquivo. Mas não nas estantes da biblioteca da faculdade, mas no Instituto eles tinham os livros nas estantes. &lt;br /&gt;
Pergunta: Bem, você sabe como isso aconteceu, então você pode me dizer, ou isto é.... &lt;br /&gt;
Resposta: Não, ele tornou-se um escritor maldito, não porque fosse uma má pessoa, mas devido, aparentemente, à natureza do seu trabalho. É por isto que não existem referências a ele, na literatura científica, eu não posso compreender isto, a não ser que seja deliberado. &lt;br /&gt;
Pergunta: O que eu estava dizendo é, você sabe como você estava em dois lugares... no mesmo lugar... quero dizer, em dois lugares diferentes, no mesmo ano. Você compreende que, como... &lt;br /&gt;
Resposta: Bem, em termos de tempo temporal, você pode dizer que eu estava em dois lugares ao mesmo tempo. Eles estavam separados. Mas em termos do meu eu, eu estava em um único lugar, no qual você terá de seguir o progresso do indivíduo através do tempo nos laços de retorno [loop-backs], quais lugares seguir, e este é um conceito muito difícil, difícil para compreender, a menos que você soubesse alguma coisa de matemática. Mesmo a matemática é muito difícil. Mas isto pode ser expresso em termos de viagem através do tempo através de vários laços [loops], você pode seguir... se você não atravessar o seu próprio caminho no mesmo lugar, senão você terá uma situação bastante desastrosa. &lt;br /&gt;
Pergunta: Isto acontece de uma vez? &lt;br /&gt;
Resposta: Perdão... &lt;br /&gt;
Pergunta: Isto acontece realmente, não são apenas palavras, então isto tudo acontece de uma vez? Não consigo pensar sobre isto. &lt;br /&gt;
Resposta: Se você estiver para atravessar o seu próprio caminho, você teria um sério problema: você pode desaparecer. Mas contanto que você não atravesse o seu próprio caminho, no mesmo lugar físico onde possa alcançar e tocar a si mesmo, então, digo, não há nenhum problema real. &lt;br /&gt;
Você aí, tem uma pergunta? &lt;br /&gt;
Pergunta: Sim, tenho duas perguntas. A primeira, é sobre a data de 12 de agosto. O modo como compreendo isto, depois de ouvir você, era que seria pura coincidência que o desastre tivesse ocorrido em 12 de agosto, e que era também uma segunda coincidência que a conexão com o Fênix também tenha sido realizada a 12 de agosto? Se nenhum delas tivesse sido realizado naquelas datas, então você não teria ligação com o Hiperespaço? Isto está correto? &lt;br /&gt;
Resposta: Está correto. Se não na extensão que o Projeto Fênix estava, é preocupante, por causa das séries de experiências que estavam sendo feitas há dois anos e meio, e pelo que entendi, dos registros que foram capturados, se vocês quiserem assim, por um certo amigo quando fomos lá naquela área, depois deles a terem abandonado, eles deixaram um monte de documentos e livros para trás. Eles iniciaram uma operação no dia 1 de agosto de 1983, vinte e quatro horas por dia e sete dias por semana. Agora, devido ao primeiro dos picos de biocampo em 12 de agosto, o qual a propósito, não é uma data exata, devido ao sistema de calendário, que não é absolutamente preciso, e os picos não ocorreram com traços de precisão no tempo dado aquele dia. Atualmente, poderia ser mais um dia ou menos um dia; naquele ponto não era. Se o Eldridge não tivesse feito aquele experimento no dia 12, e esperasse dois dias, com toda probabilidade não teria havido aquela ligação. Mas alguém insistia que ele tinha de ser no dia 12. Acidente? Nós questionamos isto seriamente, em retrospecto, se foi um acidente que aquela data nos tivesse sido dada. Eles sabiam muito bem que von Neumann iria espremer cada minuto e segundo que pudesse, para conseguir fazer mais testes e modificações. E portanto eles sabiam, ele faria dia 12, ou que esquecesse. E ele não era o tipo de pessoa que iria esquecer aquilo. Ele estava esperando pelo melhor, e colheu o pior. &lt;br /&gt;
Pergunta: Da segunda vez foi também coincidência, que eles não tinham deliberadamente montado aquilo para tentar recebê-lo, naquele momento? Ou eles sabiam que você estava vindo? &lt;br /&gt;
Resposta: Você está falando sobre 43 ou 83? &lt;br /&gt;
Pergunta: 83. &lt;br /&gt;
Resposta: Este foi um projeto totalmente diferente, e se a operação no tempo àquela época foi devido a algum conhecimento prévio do que estava acontecendo em 43, ou não, eu não sei. Eu não posso responder isso, porque simplesmente não sei. &lt;br /&gt;
Pergunta: A outra pergunta que eu tenho, parece uma espécie de objeção, nós abordamos mais cedo o bombardeiro Stealth, mas isto parece um pouco ridículo, que nós gastamos tanto em cada aeronave, por achar que aquilo funcionaria perfeitamente, provou-se que isto funciona perfeitamente, eles não podiam ter moderado (?) isto agora, e cortar os custos tremendamente?. &lt;br /&gt;
Resposta: Eles provavelmente adaptaram este tipo de maquinário para outra aeronave. Você se lembra da história do ataque dos israelenses a Entebe, na África, para resgatar algumas centenas de judeus que estavam sendo mantido prisioneiros lá, na época? Existe um filme documentário de longa metragem feito sobre isto. Os fatos são que quando o estado de Israel conduziu seus aviões através da África, todos os radares estavam operacionais à época. Nenhum apanhou os aviões atravessando a África. Eles atingiram Entebbe de surpresa, sem nenhum aviso prévio. Eles tinham sistemas para bloquear o radar. &lt;br /&gt;
Pergunta: O que você experimentou, o que você viu, quando se moveu através do tempo? &lt;br /&gt;
Resposta: Desculpe? &lt;br /&gt;
Pergunta: O que você experimentou quando se moveu através do tempo? &lt;br /&gt;
Resposta: É algo do qual não se tem muita experiência. É uma sensação de queda, é como você saltar de um edifício muito alto, e você não pode ver o fundo, não sabe onde está indo, ou se você cairá em um abismo, algumas centenas de metros abaixo. Você está caindo, e você sabe que está caindo, e tem o sentimento de queda, e não sabe onde está indo, ou o que o está realmente acontecendo. É algo similar a isto. Nós não sabíamos o que estava acontecendo à época, não tínhamos nenhuma idéia naquele instante, quando isto aconteceu pela primeira vez. &lt;br /&gt;
Este parece ter sido o fim da conferência. A anfitriã que conduzia a conferência agradeceu ao senhor Bielek por ter gasto seu tempo ali, e compartilhado a informação que ele tinha sobre o Experimento Filadélfia. Este foi o fim desta fita. &lt;br /&gt;
Houve uma fita anterior a esta, de dezembro de 1989, como foi dito acima na transcrição de Alfred Bielek. Parece que a EMI Thorn fez esta fita de vídeo. Se ela existe, e alguém tem as conexões certas para receber esta fita, por favor, me contate (Rick Andersen). &lt;br /&gt;
Uma coisa mais, se você pensa tentar localizar esta pessoa. Como foi mencionado antes, Preston Nichols parece que irá ele mesmo fazer uma viagem no tempo! Da transcrição, pelo que entendi, ele foi visitado em 1983-84 por um representante da Thorn EMI. Na foto, ele parecia cerca de dez anos mais velho. Muito bem, nós estamos agora em 1991! Mais ou menos dez anos depois de 1983-84, que ele teve esta visita da EMI! Muito em breve, este homem, Preston Nichols estará indo fazer alguma viagem no tempo. Se pudermos juntar nossos esforços, e tentar, ou localizar este homem, ou então o senhor Bielek, nós poderemos finalmente ir até o fundo da verdade destes quarentas e oito anos de mistério. &lt;br /&gt;
Conclusão &lt;br /&gt;
Eu espero que vocês tenham apreciado isto, e sendo assim gostaria de ouvir seus comentários com relação ao Experimento Filadélfia, UFOs e outras coisas que serão mencionadas neste documento. Também gostaria de saber de vocês, se alguém fez mais pesquisas sobre esta experiência. Gostaria também de saber o paradeiro de Alfred Bielek. &lt;br /&gt;
]Por favor, contatem-me: &lt;br /&gt;
]CRC Technology, Inc. Att. Clay Tippen ]7809 Cypress St., West Monroe, LA 71291-8282 &lt;br /&gt;
]VOICE (318) 397-2723 ] MODEM (318) 361-5080 The Jolly Roger BBS Robotics HST &lt;br /&gt;
A atual fita de vídeo da qual este documento foi transcrito estava à venda em Phoenix, Arizona, em uma LIVRARIA! Pelo que entendo, o proprietário da livraria esteve na conferência sobre UFOs, e gravou-a. A qualidade da fita é muito pobre, mas isto realmente não importa. O que é importante é a conferência em si. Eu espero que o autor desta fita não se importe que eu a tenha transcrito para este documento. Não havia nenhuma indicação de copyright na fita, e ao invés de copiá-la, decidi transcrevê-la para este documento, e compartilhá-lo com as partes interessadas. &lt;br /&gt;
Se qualquer de vocês puder contatar, ou William Moore, ou Charles Berlitz, espero que dêem uma cópia para eles. Pode ser que isto os ajude em suas pesquisas, e finalmente cheguemos à verdade sobre o Experimento Filadélfia. Pode ser que eles tenham mais sorte em tentar ir no encalço do senhor Bielek. &lt;br /&gt;
NOTA DO CORRETOR DESTE ARQUIVO, RICK ANDERSEN: &lt;br /&gt;
Enquanto fazia a correção gramática e ortográfica deste arquivo, em outubro de 1992, eu topei com a seguinte informação: &lt;br /&gt;
Al Bielek reside em Phoenix, Arizona. Seu número de telefone não está no catálogo. &lt;br /&gt;
Preston Nichols vive East Islip, Long Island, NY. Seu telefone normalmente está ligado a uma secretária eletrônica, que diz que ele &quot;não está mais recebendo chamadas&quot;, a menos que ele sinta que você merece falar com ele. &lt;br /&gt;
Não estou certo do paradeiro de Duncan Cameron, mas acredito que ele ainda viva em Long Island. &lt;br /&gt;
William Moore, que foi &quot;excomungado&quot; há alguns anos, se querem assim, por uma parte da comunidade de pesquisadores de UFOs em razão de algumas dúvidas sobre a sua credibilidade, está atualmente editando uma revista chamada FAR OUT! Um número recente continha artigos sobre Groom Lake/Área 51, T. Townsend Brown, a lenda do &quot;demônio de Jersey&quot;, e variadas pinceladas sobre mistérios de UFOs. &lt;br /&gt;
Existe outra fita de vídeo por aí, chamada &quot;A Verdade Sobre O Experimento Filadélfia&quot;, disponível através de Bill Knell de Long Island Skywatch, Flushing, NY. Esta é a fita que apresentou-me à versão de Bielek/Cameron/Nichols do Exp. Fil. Ela contém a mesma informação, até onde diz respeito ao relato de Bielek, mas vai um pouco mais sobre o suposto &quot;Projeto Fênix&quot;, na base de radar de Montauk Point, em Long Island, e como aquele projeto supostamente cresceu a partir de uma síntese do Exp. Fil., os dispositivos de &quot;controle de clima&quot; de Wilhelm Reich, e o desenvolvimento dos transmissores da Rádiosonda pelos Laboratórios Nacionais de Brookhaven (Brookhaven National Labs), em Long Island, durante os anos 50. (Preston Nichols é o narrador, nesta fita). &lt;br /&gt;
Também, Brad Steiger, conhecido nos círculos dos ufólogos por muitos anos, escreveu um livro intitulado &quot;The Philadelphia Experiment &amp;amp; Other UFO Conspiracies&quot;, no qual a história de Al Bielek tem o maior destaque. O livro foi publicado por Timewalker Productions, c. 1990; Inner Light Publications, Box 753, New Brunswick, New Jersey 08903. (ISBN: 0-948395-97-0). &lt;br /&gt;
Finalmente, Nichols mesmo publicou (ou sua história apareceu em) um livro chamado o &quot;The Montauk Project&quot; – o qual eu estou ainda esperando recebê-lo pelo correio, então não posso dar nenhum detalhe ainda. &lt;br /&gt;
Aqueles de vocês que possuem uma bagagem técnica em física ou eletrônica estarão, claro, interessados nos pequenos detalhes da TECNOLOGIA supostamente usada para criar o Experimento Filadélfia e o Projeto Montauk. Eu sou técnico em eletrônica, e estou tentando coletar e juntar cada pedaço de informação que puder, e determinar de uma vez por todas se estas histórias são verdadeiras ou não. Descarreguei recentemente meu arquivo ASCII TECH-1 em várias BBSs; foi uma tentativa de conseguir pensadores sérios, ou seja, pessoas mais espertas do que eu, e espertas o suficiente para enfrentar seriamente Bielek e Nichols nos pontos técnicos. Contanto que não estejamos ouvindo apenas anedotas bem boladas, nós iremos correndo ouvir cada história que aparecer. Nós precisamos começar a pensar acerca da ciência por trás disto, e precisamos chamar os narradores para contarem suas histórias. Se eles vão enfiar a mão no nosso bolso, cobrando 10 dólares de nós, que vamos às suas palestras, então vamos perguntar-lhes pelos detalhes técnicos, não é? Se eles ficarem relutantes em revelar-nos estes detalhes, então qual é o problema em &quot;quebrar o seu silêncio&quot;, e contar-nos o que aconteceu em um projeto classificado ha quarenta anos atrás? Podemos nós, seus ouvintes, fazer algo sobre isto? Não – tudo que podemos fazer trocar nosso dinheiro pelos seus livros, por freqüentar suas palestras. Se eles têm a &quot;necessidade&quot; altruística ou compulsão de &quot;fanfarronear-se&quot; e contar ao mundo acerca de governo sobre experiências de viagens no tempo, teletransporte, etc, então eu insisto que nós temos o direito de exigir alguns detalhes técnicos. O que mais podemos fazer? &lt;br /&gt;
Al Bielek e seus associados contam histórias fascinantes. Será que eles podem contar histórias tão valiosas para os físicos e engenheiros quanto as que eles contam para as pessoas leigas que freqüentam suas palestras? &lt;br /&gt;
Se alguém estiver interessado em trocar informações sobre estes assuntos, eu posso ser encontrado no endereço abaixo: &lt;br /&gt;
Rick Andersen R.D. 1, Box 50A Newport, Pennsylvania 17074</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://delumar.blogspot.com/feeds/5893338095557586681/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/06/o-experimento-filadefia.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/5893338095557586681'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/5893338095557586681'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/06/o-experimento-filadefia.html' title='O EXPERIMENTO FILADÉFIA'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8626129489293776221.post-6448803068894342991</id><published>2010-05-28T10:44:00.000-03:00</published><updated>2010-05-28T10:44:07.711-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ciência"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Esoterismos"/><title type='text'>ESTUDO DAS SOCIEDADES SECRETAS</title><content type='html'>ESTUDO DAS SOCIEDADES SECRETAS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgPdHBpjhGL5ef1vJh9Zj0HvF3rUJ4_ZhYxLx3lFyPFPMyeUMvkGkzvGZTMrEO9ixVJfdPl4gXgKH4lk__k1ljaeLnSb2WYsUVl-2dApjw8J9uQeT3Ewpm2LKjfnFL_J48VDgebQOdMH6Y/s1600/ss.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; gu=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgPdHBpjhGL5ef1vJh9Zj0HvF3rUJ4_ZhYxLx3lFyPFPMyeUMvkGkzvGZTMrEO9ixVJfdPl4gXgKH4lk__k1ljaeLnSb2WYsUVl-2dApjw8J9uQeT3Ewpm2LKjfnFL_J48VDgebQOdMH6Y/s320/ss.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mailto:elijah11maquedes@yahoo.com.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OS TEMPLÁRIOS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fundada em 12 de junho de 1118, em Jerusalém por Hugues de Payens e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gogofredo de Saint Omer. Chamada de &quot;Pobres Cavaleiros de Cristo e do&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Templo de Salomão&quot;, a Ordem do Templo foi criada, supostamente, para&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
defender Jerusalém dos infiéis, guardar o Santo Sepulcro e proteger os&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
peregrinos à caminho a Terra Santa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após o término da construção do Templo de Jerusalém, Salomão levou a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Arca para lá. O Templo era a casa do Senhor, edificado por Salomão,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
para a eterna habitação do Senhor, com a presença da Arca e das Tábuas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
da Lei como testemunhas. Esses dois fatos são mencionados na Bíblia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pela última vez e com precisão em ( I Reis 8,9).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O grande interesse pela Arca não se prendia apenas ao valor religioso&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que elas apresentavam, mas também, segundo Charpentier, pelos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
capítulos mais importantes e essenciais nelas escondidos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cuidadosamente e fora do alcance do público. Essa parte continha a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sabedoria antiquíssima, a verdadeira Lei Divina participada a Moisés,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
no Monte Sinai, ou escrita por ele mesmo com os conhecimentos que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
adquirira através de sua iniciação no Egito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seja qual for o sentido esotérico dos documentos trazidos, o fato é&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que nas Tábuas não havia mensagens míticas os considerações vagas que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pudessem dar margem a interpretações arbitrárias. Pois a parte da lei&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
não destinada ao público formava uma enciclopédia compacta e de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
natureza científica e parecida com o texto de Hermes Trimegisto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
contendo dados de milhares de anos antes de Moisés.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa ciência podia ser comparada perfeitamente a um impresso político&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ou, ao que tudo indica, seria um manual prático para o esclarecimento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
do reino de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em conseqüência às informações dos teólogos e cabalistas judeus é que,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o grupos dos Templários foram à Jerusalém para conquistar a Arca e seu&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
conteúdo inestimável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A intenção era por em prática, com muito cuidado e de maneira&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
experimental, a verdadeira Lei Divina, chave dos segredos do universo,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
para o bem da humanidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tal missão lembra-nos a procura do Santo Graal, assunto que, nas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
décadas seguintes, passou a Ter um vivo interesse na literatura&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ocidental.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Baldwuin II, rei de Jerusalém, recebeu a ambos e mais sete templários&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
nos alojamentos das estrebarias do Templo de Salomão onde permaneceram&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por nove anos e seus trabalhos e pesquisas permaneceram secretos. Eles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
retornaram à Europa plenos de glória e mistérios e seu retorno&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
coincidiu com a construção das primeiras catedrais góticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O SURGIMENTO DA ARQUITETURA GÓTICA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um núcleo, provavelmente ultra secreto, dos Templários, formado à&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
liderança da Ordem (seria esse o pequeno grupo dos cavaleiros do&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Graal), dispunha, por meio das tábuas completas da lei, de um&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
conhecimento ainda hoje fora do alcance da humanidade. Por exemplo,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
podemos provar que os Templários não só racionalizou como também&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
revolucionou a agricultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No tempo do florescimento da Ordem do Templo, surgiu a arquitetura&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
gótica. Curiosamente , esse &quot;aparecer&quot; foi repentino, e não resultado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de um crescimento orgânico e lento. O goticismo não cresceu da&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
arquitetura romana que a precedeu. Era algo completamente novo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Subitamente estava lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A arquitetura romana baseia-se numa força que age de cima para baixo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a cúpula redonda pressiona com seu peso os muros e estabiliza dessa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
maneira a construção. Os arcos pontudos da catedral gótica baseiam-se&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
exatamente no princípio contrário: a pressão age de baixo para cima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto uma cúpula romana pode eventualmente cair, se mal construída,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
um arco gótico pode explodir. Trata-se de um caso de tensão dinâmica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resumindo. Podemos dizer que os arquitetos romanos, com toda sua&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
inteligência, aplicaram nas suas construções uma técnica pouco&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
diferente daquela usada pelos construtores megalíticos, quando&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
amontoavam pedras pesadas umas sobre as outras. Já a catedral gótica&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
exige um conhecimento muito maior, assim como dados científicos,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tradicionalmente recebidos ou geometricamente calculados e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
recalculados constantemente. Isso superava amplamente os conhecimentos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
daquela época.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da arquitetura e agricultura, um outro fato é válido também para&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o campo financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os monarcas estavam constantemente sem dinheiro. As cidades eram&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pequenas e o núcleo de habitantes também; a igreja protegia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cuidadosamente seu tesouro. Os funcionários públicos eram, salvo raras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
exceções, bastante pobres. Logicamente podemos perguntar o que estaria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
atrás dessa mania de construir que consumia somas astronômicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É muito provável que essas construções, surgindo de uma hora para&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
outra, dentro de um curto espaço de tempo, dezenas ao mesmo tempo,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
faziam parte de um gigantesco projeto ainda não esclarecido para a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
humanidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De onde vieram esses operários especializados, do arquiteto ao&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
escultor ou o chaveiro, num mundo de relativamente poucos habitantes?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seja como for, nasceu uma classe de operários de construção, treinados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
numa técnica exemplar e fisicamente livres para, em caso de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
necessidade, se locomover de uma oficina para outra, sem problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é sem razão que se considera essas oficinas de construtores livres&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(chamadas loges, em francês) como precursores das lojas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
franco-maçônicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre as invenções dos Templários, podemos acrescentar a idéia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
original da criação dos bancos, com seus cheques e outros métodos de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
créditos, projetados para ajudar as finanças e suas atividades na&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Terra Santa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CABALA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(trechos extraídos do livro &quot;Dogma e Ritual da Alta Magia)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Alquimia tomou emprestado da Cabala todos os seus signos, e era na&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
lei das analogias, resultantes da harmonia dos contrários, que baseava&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
suas operações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A magia é a primeira das ciências e a mais caluniada de todas, porque&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o vulgo obstina-se em confundir a magia com a bruxaria supersticiosa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cujas práticas abomináveis são denunciadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os próprios historiadores religiosos reconhecem a existência e o poder&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
da magia que concorria abertamente com a de Moisés.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saber, ousar, querer, calar-se, são os quatro verbos cabalísticos do&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tetragrama e as quatro formas hieroglíficas da esfinge. Saber é a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cabeça humana; ousar são as garras do leão; querer são as ilhargas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
laboriosas do touro; calar são as asas místicas da águia. A magia é a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cabala física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OS MISTÉRIOS MÁGICOS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TEORIA DA VONTADE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vida humana e suas dificuldades incontestáveis têm por finalidade,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
na ordem da sabedoria eterna, a educação da vontade do homem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A dignidade do homem consiste em fazer o que quer e querer o bem, em&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
conformidade com a ciência do verdadeiro. O bem conforme ao verdadeiro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
é o justo. A justiça é a prática da razão. A razão é o verbo da&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
realidade. A realidade é a ciência da verdade. A verdade é a história&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
idêntica do ser. O homem chega à idéia absoluta do ser por duas vias;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a experiência e a hipótese. A hipótese é provável quando é solicitada&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pelos ensinamentos da experiência; é improvável ou absurda quando é&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
rejeitada por esse ensinamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A experiência é a ciência e a hipótese é a fé. A verdadeira ciência&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
admite necessariamente a fé; a verdadeira fé conta necessariamente com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a ciência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este relato é, no mínimo, intrigante. Como nove membros da nobreza&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
conseguiriam proteger peregrinos, guardar o Santo Sepulcro e, pior,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
defender Jerusalém? Além do mais, não se admitia outros membros nessa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
época. Na verdade, esta Ordem foi criada por uma outra Ordem e esses&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
nobres permaneceram dentro do Templo de Jerusalém para uma cumprir uma&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
missão. Missão definida e claramente apoiada pelo rei de Jerusalém,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Baldwuin II que era na verdade, um descendente da nobreza francesa, da&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
casa d’Anjou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Templários juraram pobreza, castidade e obediência; não aceitavam&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
adeptos, porém a Ordem dos Templários foi uma das mais ricas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
instituições posteriormente e contavam com milhares de adeptos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por trás da Ordem do Templo, se ergueram figuras míticas de personagem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
bem curiosos, que inspiraram o ideal Sinárquico Templário do Oriente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em conjunção com os Ismaelitas do Velho da Montanha, os cabalistas,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
judeus da Espanha muçulmana, as ordas do Khanat de Gengiskan , os&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cavaleiros árabes de Saladino, as histórias do cálice, romances e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
lendas da Távola Redonda, Parcival entre outros. Um ímpeto espiritual&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sem precedentes na história medieval.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E Jerusalém foi tomada de assalto no século XII, o que também&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
descaracterizou a principal missão externa da Ordem do Templo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São Bernardo de Clairvaux, fundador da Ordem Cistercense, foi o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
patrono dos templários e recebeu de presente várias propriedades&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pertencentes aos templários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bernardo de Clairvaux defendia os judeus e convidava escriturólogos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cabalistas para trabalhar na abadia de Clairvaux.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele pediu a cooperação da Ordem, através de Hugues de Payen, para&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
reabilitar os ladrões, sacrílegos, assassinos, perjuros e adúlteros,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
porém que estivessem dispostos as se alistar nas fileiras das cruzadas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pela libertação da Terra Santa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1128 de nossa era, o Papa Honório II aprova a Ordem Templária,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dando a eles uma vestimenta especial, um hábito e um manto brancos. Em&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1145 o Papa Eugênio III, lhes concede como distintivo, a cruz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
vermelha, que foi inicialmente usada do lado esquerdo do manto e mais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tarde, também no peito. Em 1163, o Papa Alexandre III outorgou a carta&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
constitutiva da Ordem, que na verdade parecia com as regras da Ordem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cistercense.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devido as doações altíssimas de jóias e terras, auferiram poderes e,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
até chegaram a só render obediência ao grão-mestre e ao Papa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma informação deve ser acrescentada: O Vaticano, em Roma, está por&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cima do cemitério onde supostamente Pedro, o Apóstolo foi enterrado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
após ser crucificado de cabeça para baixo. A autoridade Papal é&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
baseada no fato de Jesus Ter chamado Pedro de &quot;rocha&quot;, que ele daria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
continuidade a mensagem externa de Jesus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os templários, por sua vez, possuíam a missão de guardiães da mensagem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
interna, ou seja, do continuísmo profético da arca da aliança,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tesouros espirituais e, dos segredos da genealogia de Jesus que,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
descendendo da linhagem de Davi, via Salomão era, além do Messias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Prometido, um rei de fato. Eram mais afeitos à João (NT) que , segundo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
relato bíblico, recebeu de Jesus a incumbência da linhagem ou&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
seguidores da linhagem, já que Jesus solicitou a João que cuidasse de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maria, sua mãe e vice-versa..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Ordem do Templo era constituída de vários graus e a mais importante&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
foi a dos cavaleiros, descendentes de alta estirpe em sua maioria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tinham também clérigos ( bispos, padres e diáconos) e outras duas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
classes de irmãos servidores, os criados e artífices.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegaram a ser grandes financistas e banqueiros internacionais, cuja&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
riquezas chegaram a o seu apogeu no século XIII. Seu papel na Igreja&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pode ser avaliado pelo fato de haver representantes nos Concílios da&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Igreja católica (Troyes, Latão, Lyon).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devido ao extremo sigilo de sua missão e sua iniciação, os leigos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
atribuíam as mais horríveis práticas e histórias infundadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a tomada de Jerusalém pelos sarracenos (muçulmanos que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
negociavam, no período de trégua, com os templários, pois acreditavam&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ser prudente Ter algum dinheiro investido com os cristãos para o caso&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de que os avatares da guerra pudessem terminar em alguma espécie de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pacto com os europeus) em 1291, adveio a queda do reino latino; o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
quartel general da Ordem foi transferida da Cidade Santa para Chipre,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e Paris passou à categoria de seu principal centro na Europa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora a Ordem tenha sido abalada em sua razão de ser quando o túmulo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de Cristo passou para os muçulmanos, ainda era poderosamente rica e, a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
corte da França além do Papa deviam dinheiro a eles e passaram a ser&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cobiçados pelo rei francês, Felipe, o Belo. Esse rei confiscou os&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
haveres dos lombardos e judeus e os expulsou do país. Os templários&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
corriam perigo pois o imenso patrimônio (150.000 florins de ouro,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10.000 casa ou solares, inúmeras fortalezas, pratarias, vasos de ouro,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
entre outras preciosidades. Trinta mil simpatizantes em 9.000&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
comendadorias entre Palestina, Antióquia,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tripoli, França, Sicília, Inglaterra, Escócia, Irlanda etc. Isto era&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
apenas o que o rei sabia , em seu território.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Felipe e o Papa fizeram uma perigosa cilada, ajudada por opositores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que, interessados na desmoralização da Ordem, contra ela, levantou&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
graves acusações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 13 de outubro de 1307, numa Sexta feira, mandou prender todos os&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
templários e seu grão-mestre, Jacques de Molay, os quais, submetidos à&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
inquisição, foram por estes, acusados de hereges. Por meio de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
inomináveis torturas físicas, infligidas a ferro e fogo, foram&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
arrancados desses infelizes as mais contraditórias confissões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Papa, desejoso de aniquilar a Ordem, mantendo a hegemonia da Igreja&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de S. Pedro, e livrar-se da dívida, convocou o Concílio de Viena em&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1311, com esse fim mas não conseguiu. Convocou um outro, porém privado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em 22 de novembro de 1312 e aboliu a Ordem, conquanto admitindo a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
falta de provas das acusações. As riquezas da Ordem foram confiscadas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em benefício da Ordem de São João, mas é certo que uma grossa parcela&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
foi parar nos cofres franceses de Felipe, o Belo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A tragédia atingiu seu ponto culminante em 14 de março de 1314, quando&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o grão-mestre do templo, Jacques De Molay e Godofredo de Charney,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
preceptor da Normandia, foram publicamente queimados no pelourinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
diante da Catedral de Notre Dame, ante o povo, como hereges&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
impenitentes. Diz-se que o grão-mestre, ao ser queimado lentamente,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
voltou a cabeça em direção ao local onde se encontrava o rei e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
imprecou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Papa Clemente, Cavaleiro guilherme de Nogaret, rei&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Felipe...Convoco-os ao tribunal dos céus antes que termine o ano, para&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que recebam vosso justo castigo. Malditos, malditos,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
malditos!...Sereis malditos até treze gerações...&quot; E de fato, antes de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
decorridos o prazo, todos estavam mortos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Portugal, o rei D.Dinis não aceita as acusações, funda a Ordem de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cristo para qual passou alguns templários. Na Inglaterra, o rei&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eduardo II, que não concordara com as ações do sogro. Felipe, ordena&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
uma investigação cujo resultado proclama a inocência da Ordem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na inglaterra, Escócia e Irlanda, os templários distribuíram-se entre&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a Ordem dos Hospitalários, monastérios e abadias. Na Espanha, o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Concílio de Salamanca, declara unanimemente que os acusados são&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
inocentes e funda a Ordem de Montesa. Na Alemanha e Itália a maioria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dos Cavaleiros permaneceram livres. Tambem os rozacruzes, Grande&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fraternidade Universal, OSTG (Ordem sagrada do Templo e do Graal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A destruição da Ordem não suprimiu os ensinamentos mais profundos. A&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
maçonaria e a Ordem DeMolay mantém a mística até os dias de hoje.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ORDEM ATRÁS DA ORDEM&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A missão do priorado do Sion continuou intocável. Os seguidores da&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
linhagem mantiveram-se atentos e, apesar do sofrimento do segmento da&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ordem dos Templários, e o surgimento de outras denominações envolvendo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
os templários, os guardiães do Graal e dos tesouros hebraicos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
continuavam sob a égide do Priorado de Sion.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas quem foram realmente os templários e qual foi a verdadeira&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
finalidade da criação dessa Orem de Cavalaria? Se havia uma Ordem que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
autorizou esta facção, o que ela realmente desejava? Quem seriam?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando foi fundada? E por que?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com os lendários conhecimentos ocultos e bem guardados pelos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
templários antigos e modernos, os princípios que serviram de ideal&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
para a fundação oficial da Ordem do Templo perante o mundo profano,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
são tão antigos quanto a própria história da humanidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existiram os cruzados e os templários, onde estes últimos seguiram um&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
objetivo bem diferente do que o da conquista de Jerusalém...Ao se&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
instalarem nas ruínas do templo de Salomão, diz-se que eles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
encontraram os túneis secretos que levavam ao tesouro da biblioteca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
oculta onde estava guardados os segredos da antiga Ordem Hermética a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
qual pertenceu o rei Salomão, contendo também os diversos segredos de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
construção e arquitetura (gótica), segredos de navegação , as tábuas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
da lei e a arca da aliança, ressurgindo assim, os sagrados ideais de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
outrora, ocultado no interior de uma Ordem monástica com o nome de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Ordem dos Pobres Companheiros de Cristo&quot;, ficando conhecida mais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tarde por &quot;Ordem dos Pobres Cavaleiros do Templo de Salomão, ou do&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Templo de Jerusalém&quot;, e , finalmente &quot;Ordem do Templo&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vencidos os obstáculos, descobriram uma passagem oculta só conhecida&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
antes por iniciados nos mistérios, e no fim dessa passagem, uma porta&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dourada onde estava escrito: &quot;Se é a curiosidade que aqui vos conduz,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
desisti e voltai. Se persistirdes em conhecer os mistérios da&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
existência, fazei antes o vosso testamento e despedi-vos do mundo dos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
vivos&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, após muita hesitação, um dos cavaleiros bateu na porta&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dizendo: &quot;Abri em nome de Cristo&quot; e a porta abriu-se. Ao entrarem,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
encontraram entre figuras estranhas um forma de estátuas e estatuetas,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
um trono coberto de seda e sobre ele, um triângulo com a décima letra&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
hebraica, YOD. Junto aos degraus do trono, estava a Lei Sagrada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Ordem do Templo sempre possuiu duas hierarquias, uma Interna e outra&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Externa. Faziam parte da Hierarquia Externa, os militares que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
defendiam a Terra Santa e os peregrinos que a ela se dirigiam. Já a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Interna, era composta por homens e algumas mulheres que se dedicavam&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
principalmente aos estudos herméticos e ocultos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No início da Ordem, os Mestres do Templo eram sempre oriundos da&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hierarquia Interna, sendo portanto, grandes Iniciados nos mistérios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, a partir do mestrado de Bertrand de Blanchefort (1156-1169),&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
introduziu-se o costume de escolher como Mestre do Templo, um profano&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
da Hierarquia Externa que já tivesse, inclusive, desempenhado altas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
funções no Reino de Jerusalém, sendo Cavaleiros já amadurecidos na&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
observância da regra. Esse costume demonstra o possível desejo de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
garantir a influência da Ordem perante aqueles que exerciam o poder na&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
época, influência aliás, que já era muito grande. Foi nessa época&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
também que houveram muitos desmandos, vícios, prepotência e arrogância&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dos Mestres do Templo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isto talvez explique os erros lastimáveis que cometeram os Mestres da&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ordem, como por exemplo, a perda da batalha de Hattin e a conseqüente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
perda de Jerusalém durante o mestrado de Gerard de Ridefort&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(1184-1189). Por erros e traições perpetradas por alguns Mestres,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
muitos se revoltaram dentro e fora da Ordem, até que novamente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
conseguiram trazer para Mestre, Jacques de Molay, que apesar de ser&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
praticamente iletrado, possuía o verdadeiro coração de um templário,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sendo um dos responsáveis pela perpetuação da Hierarquia Interna&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
através dos difíceis dias daquela época da Inquisição, bem como pela&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
passividade diante da destruição da Hierarquia Externa, aceita pelos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mestres Ocultos do Templo como condição para que a Sabedoria secreta&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pudesse ser salva. Seria difícil crer que um exército disciplinado e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
treinado, com milhares de homens, com influências em todas as áreas e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
possuidores de imensas riquezas, não tivesse amigos e informantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, puderam os altos dignitários do Templo, dar a seus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
membros, palavras de passe e sinais de reconhecimento, para que se&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
albergassem em outras confrarias onde seriam acolhidos e protegidos,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
principalmente pelos franco-maçons. Seus verdadeiros tesouros, isto é,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
seus conhecimentos, foram resguardados de mãos profanas, os arquivos e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pergaminhos valiosos, foram colocados a salvo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, a Hierarquia Externa do templo, seu lado profano e militar,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
perdeu seu poderio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ORDEM DE CRISTO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conforme foi dito em outro capítulo, Felipe, o Belo, rei da França,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
junto com o Papa Clemente, dizimaram a fogo todos os templários que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
puderam e confiscaram todos os seus bens; e que houve um êxodo de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
templários para Portugal, Inglaterra, Irlanda etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a chegada dos templários em Portugal em 1307, D.Diniz os recebeu e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
funda a &quot;Ordem de Cristo! Que recebeu em 1416 D. Infante de Sagres&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
como grão-mestre. Conforme havíamos dito, os templários tinham os&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
segredos da arquitetura e construíram prédios góticos. Também possuíam&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
segredos de navegação e astronomia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parecia loucura para os europeus circunavegar a África e chegar às&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Índias, onde chegou via Coluna de Hércules às Américas, terra de Ofir,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
as naus Fenícias entre outras, séculos antes de Cristo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não havia conhecimento sobre navegar o hemisfério Sul, porque só o céu&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
do Norte havia sido mapeado. Acreditava-se também que, no sul, os&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mares eram repletos de monstros terríveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De onde teria vindo a informação de que era possível encontrar um novo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
caminho para o Oriente?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Possivelmente dos templários que, durante as cruzadas, além de se&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
especializarem no transporte marítimo de peregrinos para a Terra&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Santa, mantiveram intenso contato com os viajantes de toda a Ásia e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
segredos marítimos da Ordem do qual pertencia o rei Salomão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns historiadores tradicionais informam que a América foi visitada&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
regularmente por Vikings e na época pré-cristã por egípcios, gregos,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
fenícios, cartagineses e celtas. Todas essas informações haviam sido&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
catalogadas e guardadas por ocultistas famosos desde a época de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Salomão, e isto é o mais longe que sabemos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fontes como a mitologia clássica, lendas indígenas e folclores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
marítimos sugerem estas visitas. Antes de Colombo, informa-se que o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
príncipe Henry Sinclair, cavaleiro do Templo de Salomão. Esses mesmos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cavaleiros templários serviram de base para a Franco-Maçonaria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escocesa que herdaram seus segredos e mistérios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Vide nosso site sobre os Fenícios na construção do Templo de Salomão)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proposta visionária recebeu o aval do Papa MartinhoV, em 1418, na&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
bula Sane Charissimus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As terras tomada dos &quot;infiéis&quot; passariam à Ordem de Cristo, que teria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sobre elas tanto o poder temporal, de administração civil, quanto o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
espiritual, isto é, o controle religioso e a cobrança de impostos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
eclesiásticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1498, o cavaleiro Vasco da Gama conseguiria chegar às Índias. D.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Henrique morreu em 1460, não assistindo portanto o seu triunfo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E Portugal ia se tornando a maior potência marítima da terra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Escola de Sagres foi uma lenda criada por poetas românticos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
portugueses do século XIX. Na verdade, foi do porto de Lagos , no&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sudoeste de Portugal que a Ordem de Cristo , liderada por D. Henrique&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
deflagrou a expansão marítima do século XV.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Ordem de Cristo , sendo prosseguimento da Ordem dos Templários&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tinham normas secretas e só conhecidas na totalidade pelo grão-mestre,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
podendo assim Ter interesses próprios. Ao entrar na companhia, o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
novato conhecia só uma parte das regras que o guiavam e , a medida em&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que era promovido , sempre em batalha, tinha acesso a mais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
conhecimento, reservados aos graus hierárquicos superiores. Rituais de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
iniciação marcavam as promoções. Foi essa estrutura que permitiu ,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mais tarde, à Ordem de Cristo manter secreto os conhecimentos de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
navegação do Atlântico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usavam a cruz vermelha em fundo branco nas naus portuguesas ; a mesma&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que a Ordem dos Templários usavam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O castelo de Tomar virou a caixa-forte dos segredos que a inquisição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
não conseguiu arrancar. Até a metade do século XV, os cavaleiros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
saíram na frente sem esperar pelo Estado Português. Uma vez anunciada&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a colonização, eventualmente doavam à família real o domínio material&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dos territórios , mantendo o controle espiritual. A corte, interessada&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em promover o desenvolvimento da produção de riquezas e do comércio ,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cabia então consolidar a posse do que havia sido descoberto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1550, o rei D. João III fez o Papa Julio III fundir as duas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
instituições. Com isso, o grão-mestre passa a ser sempre o rei de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portugal, e o seu filho tem direito de sucedê-lo também no comando das&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
expedições.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os templários tinham em suas mãos relatórios reservados de navegadores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que já haviam percorrido regiões desconhecidas e ver preciosidades&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
como as tábuas de declinação magnética, que permitiam calcular a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
diferença entre o polo norte verdadeiro e polo norte magnético que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
aparecia nas bússolas. E à medida que as conquistas avançavam no&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atlântico , eram feitos novos mapas de navegação astronômica , que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
forneciam orientação pelas estrelas do hemisfério sul, a que também&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
unicamente os iniciados tinham acesso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos sabem que Cabral só esteve no comando da esquadra porque era&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cavaleiro da Ordem de Cristo e como tal , tinha duas missões: criar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
uma feitoria na Índia e , no caminho , tomar posse de uma terra já&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
conhecida Brasil. Sua presença era indispensável pois só a Ordem de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cristo , herdeira da Ordem dos Templários tinha autorização para&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ocupar os territórios tomados dos infiéis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o sucesso atraía a competição. A Espanha , tradicional adversária&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
, também fazia política no Vaticano para minar os monopólios da Ordem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
, em ação combinada com seu crescente poderio militar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1480, depois de vencer Portugal numa guerra de dois anos na&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
fronteira, os reis Fernando e Isabel, começaram a interessar-se pelas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
terras de além mar. Com a viagem vitoriosa de Colombo à América, em&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1492, o Papa Alexandre VI , um espanhol de Valência, reconheceu em&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
duas bulas, a Inter Caetera, o direito de posse dos espanhóis sobre o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que o navegante genovês havia descoberto e rejeitou as reclamações de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
D. João II de que as novas terras pertenciam a Portugal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O rei não se conformou e ameaçou com outra guerra. A controvérsia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
induziu os dois países a negociarem , frente a frente, na Espanha, em&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1494, um tratado para dividir o vasto novo mundo que todos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pressentiam: &quot;O Tratado de Tordesilhas&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na volta da viagem à América, em 1493, Cristóvão Colombo fez uma&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
escala em Lisboa para visitar o rei D. João II, um gesto corajoso. O&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
soberano estava dividido entre dois conselhos: prender o Genovês ou&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
reclamar direitos sobre as terras descobertas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a sorte de Colombo decidiu pela Segunda alternativa. Como a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
reivindicação não foi atendida acabou sendo obrigado a enviar os&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
melhores cartógrafos e navegadores da Ordem de Cristo, liderados pelo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ex-presidente Duarte Pacheco Pereira, a Tordesilhas , na Espanha, para&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tentar um tratado definitivo, mediado pelo Vaticano, com os espanhóis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de toda a contestação a seus atos , a santa Sé ainda era o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
único poder transnacional na Europa do século XV. Só ela podia mediar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e legitimar negociações entre países.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O cronista espanhol das negociações, Frei Bartolomeu de Las Casas,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
invejou a competência da missão portuguesa. No livro &quot;História de Las&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Índias&quot; , escreveu:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;No que julguei, tinham os portugueses mais perícia e mais experiência&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
daquelas artes, ao menos das coisas do mar que as nossas gentes&quot;. Sem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a menor dúvida, era a vantagem dada pela estrutura secreta da Ordem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portugal saiu-se bem no acordo. Pelas bulas Inter Caetera, os&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
espanhóis tinham direito às terras situadas mais de 100 léguas a Oeste&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e Sul da Ilha dos Açores e Cabo Verde. Pelo acordo de Tordesilhas, a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
linha divisória e imaginária , que ia do polo norte ao polo sul, foi&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
esticada para 370 léguas, reservando tudo que estivesse a leste desse&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
limite para os portugueses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;trechos extraídos de Jorge Caldeira, da revista Super Interessante,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ano: 12 - n° 2 - fev 98.&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OS CAVALEIROS TEMPLÁRIOS&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjpA80w8cwkCTKKWjWb8Dd9WOwEyzqKkQ7i6n23wDY_ZhX-pAo17TyB2I70C3dw2f2aNBOyZHYD9Ve8eALCZMh6QCc_uFqANYuUBltZajjnKnJ6z7JRsV4SIunoNR34ZMe_OhyIkhvqaGc/s1600/Templa%C2%B4rios.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; gu=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjpA80w8cwkCTKKWjWb8Dd9WOwEyzqKkQ7i6n23wDY_ZhX-pAo17TyB2I70C3dw2f2aNBOyZHYD9Ve8eALCZMh6QCc_uFqANYuUBltZajjnKnJ6z7JRsV4SIunoNR34ZMe_OhyIkhvqaGc/s320/Templa%C2%B4rios.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
OS HOSPITALÁRIOS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os cavaleiros hospitalares de São João, Jerusalém, Rodhes e Malta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Formados depois da primeira cruzada. A ordem dos Hospitalários&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dedicou-se originalmente à medicina, curando e provendo o repouso para&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
os peregrinos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devido às contínuas invasões muçulmanas, os hospitalares adotaram a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
filosofia guerreira dos Templários e rapidamente dedicaram-se à defesa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
militar da cristandade. Porém, os cavaleiros hospitalares nunca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
esqueceram suas origens e sempre mantiveram hospitais para cuidar dos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
doentes e feridos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os hospitalares foram a única a sobreviver incólumes aos turbulentos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
séculos (ainda hoje a Ordem Hospitalária é atuante, com sede na ilha&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de Malta, no Mediterrâneo) em que atuaram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante os últimos séculos, eles agiram freqüentemente em auxílio ao&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
braço da espionagem do Vaticano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maioria das pessoas os vêem como dedicados à obras beneficientes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
especialmente em auxílio pelo mundo inteiro em serviço de ajuda a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
desastres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os membros desta ordem, aparecem em público normalmente muito bem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
vestidos. Como a maioria dos médicos, eles acreditam em padrões altos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de limpeza e higiene. Seu uniforme cerimonial é negro com uma cruz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
branca (a cruz maltesa).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ocasionalmente, os guerreiros monges mais antigos, usam batas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
vermelhas com a cruz maltesa branca. Desde que foram expulsos de sua&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sede na ilha de Malta em 1700, por Napoleão, os Hospitalários tiveram&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que contentar-se com uma propriedade pequena perto do Vaticano em&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Roma. Porém, foi permitido recentemente aos cavaleiros, reaverem seu&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
castelo de Valletta; entretanto, o Maltês já não os aceita como&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
senhores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os membros dessa Ordem são geralmente escolhidos entre os médicos,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
homens de ciência ou com tendência ao sacerdócio conforme comentamos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
acima, um braço dos Hospitalários foi fortemente envolvido na&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
espionagem do Vaticano durante séculos. O autor levanta a suspeita de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que ainda hajam membros da Ordem dedicados à esta tarefa. Esta é a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ordem mais tradicional ( do ponto de vista de submissão ao Papa) e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
coloca grande ênfase em religião e cerimônias religiosas. Como&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
resultado, só são permitidas para as mulheres servir dentro da Ordem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de uma maneira não combatente. Os Hospitalários têm um forte senso de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
justiça. Eles não auxiliarão nenhuma pessoa ou criatura que eles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pensem que são más e isto os põem freqüentemente em conflito com os&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Templários e Teutônicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRINCÍPIOS HISTÓRICOS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os cavaleiros hospitalares pertencem à uma Ordem cuja poderosa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
documentação os torna oficiais, legais até os dias de hoje. Seus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tradicionais rivais foram os Cavaleiros Templários. Sua estrutura&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
básica é bastante parecida com a dos Templários, porém com maior&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
enfoque em saúde e medicina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Ordem de Saint John, originou-se com o hospital dedicado a São João&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em Jerusalém, aproximadamente em 1070, trinta anos antes da primeira&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cruzada, por um grupo de comerciantes italianos que queriam cuidar dos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
peregrinos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi constituída como uma Ordem aproximadamente em 1100, logo após a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
primeira cruzada , quando assumiu seu primeiro grão-mestre principal (&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
seu autor não cita o nome).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por volta de 1126 porém, aproximadamente 8 anos depois dos Templários,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
publicamente, apareceram como &quot;Os Cavaleiros de Saint John&quot;, começando&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a assumir um caráter crescentemente militar, que ficaria, com o tempo,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mais proeminente que o próprio serviço de hospital para o qual tinham&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sido instituídos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O autor cita aqui que em sua opinião, os Hospitalários podem Ter sido&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
obrigados a adotar o braço combatente, por que os Templários não&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
estavam fazendo o trabalho a eles destinados, dedicando-se a percorrer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a Terra Santa, em busca de relíquias Santas, em vez de proteger os&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
peregrinos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Hospitalários, juntos com os Templários e Teutônicos, tornaram-se o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
exército principal e o poder financeiro da Terra Santa. Este poder&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
expandiu-se ao longo do mediterrâneo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como os Templários, eles ficaram imensamente ricos. A Ordem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
desenvolveu-se em um exército vasto, organização eclesiástica e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
administrativa com centenas de cavaleiros, um exército parado,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
numerosos serviços secundários, uma cadeia de fortalezas e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
propriedades enormes de terras pelo mundo Cristão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ordem permaneceu verdadeira às suas origens e mantém até os dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
atuais, hospitais atendidos por seus próprios cirurgiões e demais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
funcionários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1307, quando os Templários foram acusados de uma série de ofensas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
contra a ortodoxia católica, os Hospitalários conseguiram ficar imunes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de qualquer estigma. Eles retiveram o favor do papado. Na Inglaterra e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em outros lugares, ex-propriedades dos Templários foram devolvidas -&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
impulsionando ainda mais suas riquezas. Depois de 1291, os Cavaleiros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de São João retiraram-se para Chipre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1309 eles estabeleceram sua sede na Ilha de Rhodes que governaram&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
como o principado privado. Eles ali permaneceram durante dois séculos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e resistiram a dois ataques dos turcos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1522, um terceiro ataque os forçou a abandonar a ilha e em 1530&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
eles novamente estabeleceram-se em Malta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1565, Malta foi sitiada pelos turcos em uma tentativa ambiciosa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
para conquistar o Mediterrâneo. Em uma defesa épica, 541 cavaleiros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hospitalários e sargentos junto com 1500 soldados a pé e mercenários&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
repeliram os repetidos ataques de 30000 inimigos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A derrota histórica infligida aos turcos, destruiu seus planos de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
invasão. Seis anos depois, em 1571, a Frota da Ordem, junto com navios&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de guerra da Áustria, Itália e Espanha, ganharam batalha naval de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Levanto e quebraram o poder marítimo turco. A frota dos Hospitalários&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
foi premiada com créditos pelos afundamentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No 16o século eles eram ainda um exército supremo com poderes navais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
considerável no mundo Cristão, contando com força e recursos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
financeiros comparável à maioria das nações. Mas a reforma protestante&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tinha começado a quebrar a força na Europa Católica, e a própria Ordem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
viu-se fendida com novas convicções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Europa passou para uma idade nova de tolerância religiosa e mercantilismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os cavaleiros ainda estavam em Malta em 1798, entretanto a Ordem havia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
transformado-se em apenas uma sombra do que eles eram. A Freemason&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tinha corroído as suas submissões católicas e quando Napoleão invadiu&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a ilha a caminho do Egito, os cavaleiros não ofereceram nenhuma&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
resistência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Horatio Nelson recapturou as ilhas, os cavaleiros puderam ali&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
restabelecer uma presença não oficial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1834, uma base oficial era estabelecida em Roma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez mais dedicados ao hospital e ao trabalho, junto à saúde, os&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cavaleiros mantém sua fortaleza em Malta mas, não têm nenhum poder de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
governo. De maneira muito interessante, foi considerado seriamente a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
possibilidade de entregar Israel para os Hospitalários depois da&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segunda Guerra Mundial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do ponto de vista de direitos internacionais, os Cavaleiros de Malta&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
são encarados como um principado soberano independente, com a opção de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
um assento nas Nações Unidas (o qual eles nunca ocuparam)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podem ser identificadas embaixadas na África e países americanos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
latinos com plenos privilégios diplomáticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OS TEUTÔNICOS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nome completo: A Ordem Sagrada dos Cavaleiros Teutônicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Ordem dos Cavaleiros Teutônicos foi fundada em 1900 por cruzados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
alemães na Palestina e foi reconhecida pelo Papa em 1199, instituída&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
depois dos Cavaleiros Templários, e dos Hospitalários, restringiu a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
admissão à Ordem, apenas aos membros da Nobreza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A nova Ordem, constituiu-se no principal grupo militar Alemão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1229, os Cavaleiros Teutônicos começaram uma cruzada para converter&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e pacificar eslavos pagãos da Prússia. Eles esmagaram os eslavos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
nativos e adotaram para si próprios, um estado de semideuses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A forma impiedosa de combater os inimigos, rendeu aos Teutônicos a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
reputação de guerreiros malignos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Cavaleiros Teutônicos tornaram-se cínicos, e acreditavam que a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
eliminação total do inimigo era o único meio de erradicar rapidamente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o mal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para atingir seus objetivos, seu treinamento militar era supremo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vestidos para batalha, são iguais a todos os demais cavaleiros; em&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
alguns casos um Teutônico pode Ter alguns suplementos opcionais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
alinhavados em seu vestuário, entretanto, normalmente, suas batas eram&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
brancas e adornados com uma cruz preta simples.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após as batalhas da Idade Média, durante vários séculos, um pequeno&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
grupo de Teutônicos serviu em Viena como uma pequena chama que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mantinha viva a Ordem; porém, agora que a Ordem dos Cavaleiros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teutônicos foi restabelecida, eles readquiriram sua antiga sede no&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Castelo de Marienburg .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os membros da Ordem são encarados pela população em geral, como&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pessoas normais que pertencem à uma Ordem semi clerical, dedicada ao&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
trabalho de caridade; mas, segundo o autor, os membros da Ordem têm&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
força para dobrar barras de ferro, o que os afasta da média da&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
população.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Cavaleiros Teutônicos escolhem os seus sócios cuidadosamente,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
geralmente provenientes de polícias especiais os forças armadas de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
vários pontos ao redor do mundo. A maioria dos Cavaleiros Teutônicos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
vêm destes exércitos ou equipes da força policial. São muito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
reservados e raramente revelam sua identidade em público. Esta é a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
única Ordem que obriga os seus membros às antigas regras de não manter&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
contatos familiares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os fundos financeiros deles são quase impossíveis de serem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
localizados, seus detalhes pessoais são protegidos até mesmo de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teutônicos da mesma categoria e suas habilidades de luta são&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cuidadosamente desenvolvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para pertencer à Ordem é necessário possuir muito bons atributos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
físicos e ser um excelente lutador. Sua fama é de possuírem um&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
temperamento agressivo, e freqüentemente estão ansiosos para entrar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
numa briga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este tipo de atitude é interpretado pelos Hospitalários e Templários&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
como puro instinto animal. As outras Ordens não apreciam o ódio e a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
preocupação com que os Teutônicos agem com os inimigos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Teutônicos normalmente ficam frustrados com estratégias a longo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
prazo. Eles gastam a maior parte de suas vidas treinando para lutar e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
querem pôr todo o treinamento em prática rapidamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendem a serem difíceis de se dar socialmente. Repugnam o artifício ou&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
as táticas sutis e acreditam na confrontação frente-a-frente como&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
melhor tática de aproximação. Isto os conduziu freqüentemente, em&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
desentendimentos com os Hospitalários e Templários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As vezes os Teutônicos quando fora da Ordem, ignoram as instruções de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
seus próprios oficiais, se julgarem que a mesma é imprópria ou&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
incorreta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Princípios Históricos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Cavaleiros Teutônicos são um exército e Ordem Religiosa Alemã,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
baseada nos Hospitalários e Templários. É a mais jovem das 3 Ordens&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
militares, foram fundadas em 1190 como uma unidade de auxílio, por&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
comerciantes alemães preocupados com os compatriotas sujeitos às&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
doenças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os membros do grupo estabeleceram-se entre os integrantes do exército&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cristão acampado fora do Acre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pouco depois, foi-lhes concedido terras para construir um hospital, e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
também um Estado Monástico. Os Teutônicos foram então, surpreendidos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
com a instrução do Papa Innocent III, para se tornarem uma Ordem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Militar. O braço militar era baseado no modelo dos Cavaleiros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Templários e o hospital nos Cavaleiros Hospitalários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Ordem dos Teutônicos não restringiu então, aos seus membros, a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
exigência de pertencer à nobreza alemã. Os únicos limites eram ser um&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
homem livre e não estar casado. A Ordem geralmente usava um hábito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
branco com uma cruz preta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada um dos doze Capítulos da Ordem , havia um líder conhecido como&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Komtur, significando o oficial da diligências. Quando um grão-mestre&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
morria , todos os Komturs reuniam-se para eleger treze membros que ,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em troca , elegeria um novo grão-mestre. Os outros oficiais do comando&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(GrossKomtur) , eram: os Ordensmarshall, o Tressler (o tesoureiro) ,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
os Spittler (hospitalários) e o Trapier (chefe de quartel). A Ordem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
nunca se distinguiu na Terra Santa. Não lutou nenhuma batalha famosa ,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
nem desfrutou inicialmente a riqueza de apoio dada às outras Ordens. É&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
parcialmente por causa dessa falta de apoio que permaneceu um&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
movimento puramente germânico; fato este que logo direcionou seus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
interesses para própria Pátria. Em 1216, a Ordem perdeu a maioria dos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
seus cavaleiros e seu grão-mestre em ação na defesa da Terra Santa. A&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ordem ficou em Acre até a queda do reino em finais do 13° século,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
quando os Teutônicos aumentaram gradativamente sua força nos Balcãs.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Ordem ajudou o rei Andrew da Hungria nos meados de 1210, a desalojar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
os Kumans que estavam invadindo a Transilvânia. Outro que pediu ajuda&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
à Ordem foi o Duque polaco Conrad de Masovia, que pediu para a Ordem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
proteção contra os pagãos que invadiam suas terras. A ordem era&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
inumana em sua briga contra as tribos pagãs, até mesmo com pequenos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
contingentes de cavalarias eram praticamente invencíveis em face a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
qualquer inimigo. Os Teutônicos não tinham misericórdia. Qualquer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
homem , mulher ou criança conquistado tinha que se converter ou seriam&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
executados. Os nativos tornaram-se servos da Ordem , controlados de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
uma série de fortalezas poderosas. Os domínios Teutônicos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
estenderam-se pelos Bálcãs da Polônia, pela Lituânia e Suécia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos 100 anos seguintes eles estenderam seu domínio ao longo do Báltico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
do Golfo da Finlândia para as margens do Pomeranian. Os Teutônicos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
colonizaram a terra com alemãs e estabeleceram um governo central&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
forte e com sede em Mariengburg Prússia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rebeliões nos anos 1.260 forçaram a Ordem em seus limites. Depois que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
vários castelos Balcãnicos e Acre caíram em finais do 13° século, os&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cavaleiros migraram a sede deles para Veneza. Os território perdido&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
nos Bálcãs foi logo recapiturado. Os cavaleiros Teutônicos governaram&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a nova terra deles eficazmente. A maioria dos colonos achou estranho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ter que responder a assuntos financeiros a monges que não foram&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
autorizados a possuir qualquer coisa, mas isto limitou a corrupção e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
permitiu que os negócios fossem operados com eficácia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante princípios de 1.300, a Inquisição atacou os Templários e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teutônicos com as acusações de crueldade e bruxaria ; entretanto o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
teatro de operações dos Teutônicos (Prússia e Costa do Báltico) ,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
colocou-os em segurança , além do alcance de qualquer autoridade que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
poderia agir contra eles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As regras dos Teutônicos não era fácil. No 14° século aconteceram uma&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
série de batalhas contínuas contra Lituanos; até 80 expedições ao todo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
com até sete em um ano. Os Teutônicos alcançaram o Cume do seu poder e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
reputação durante esse período, aparecendo então, algumas das melhores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mentes militares da era.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos membros da SS auto nomearam-se como cavaleiros da Ordem Militar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Ordem dos cavaleiros Teutônicos ainda existe na Áustria como uma&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
organização semi-clerical, dedicada ao trabalho de caridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OS LUGARES SANTOS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4.1 - VALLETA , MALTA (Hospitalares)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre suas características originais, possuía uma série de albergues&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(pousadas) , representando áreas da Europa , tais como Aragão ,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
França, Alemanha, Provence, Castilha, Itália e Inglaterra. Na costa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
norte da ilha está a Bahia onde São Paulo Naufragou em sua tentativa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de chegar em Roma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A presença dos cavaleiros permanece, com várias estruturas e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
fortificações que comemoram locais com significado religioso; mas mais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
proeminente é a do castelo do mar de Sant’Angelo, o forte de St Elmo e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o subúrbio cercado de vittoriosa , abrangendo dois promotórios que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
proveram um porto natural facilmente defendido. Todos esses pontos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tornou-se a cidade de Valleta. A cidade foi nomeada em homenagem ao&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
grão-mestre Jean de la Valette, veterano do ataque de Rhodes sendo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
considerado como o defensor próspero de malta contra os Turcos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Otomanos. No chão de um quarto estão 375 tabletes (lajotas) de mármore&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
, cada uma ricamente decorada e registrando as ações da Ordem. Este&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
quarto é conhecido o mausoléu de cavalheirismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O grande hospital - contendo um dos quartos maiores em toda a Europa -&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
é o ponto alto da construção médica hospitalária. o pupilo principal&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mede 185 pés de comprimento por 35 pés de largura, com 31pés de altura&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(pé direito). Construído por volta de 1570 e está atualmente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
desativado. Foram observados padrões rígidos de limpeza e higiene ,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pelos hospitalários, que cuidaram dos pacientes usando utensílios de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
prata para assegurar higiene, além de contarem com um corpo de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cirurgiões da Ordem, considerados como os melhores e mais bem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
treinados de toda a Europa. A cidade foi tomada por Napoleão Bonaparte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em 1798 sem resistência. Reduzidos a alguma propriedade de terra em&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
edifício em Roma , os hospitalários buscaram consolo nas origens de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sua Ordem e devolveram suas regras. Com o tempo, com o reaparecimento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de seu poder e prestígio, foi devolvida a sua propriedade dentro de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Valleta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CASTELO DE MARIENBURG, POLÔNIA (Teutônicos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sede dos cavaleiros Teutônicos na Prússia Oriental (agora Polônia),&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
castelo de Marienburg foi construído originalmente em 1276 pelo grão&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mestre Von Winrich Kniprode como uma fortaleza funcional e sua&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
importância foi estratégica para o comando e sede dos Teutônicos por&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
volta de 1309.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como os cavaleiros ampliaram seus territórios e trouxeram paz para a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
área, o castelo tornou-se um magnífico hotel para os nobres visitantes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e cavaleiros que quiseram tomar parte nas campanhas da Ordem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reformados completamente durante o 19 ° século, foi bombardeado pelos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
aliados que o reduziram a ruínas durante a Segunda guerra mundial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O governo polonês devolveu o castelo aos Teutônicos como meio de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
restabelecer a tradição e manter o local histórico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CAPELA DE ROSSLYN, ESCÓCIA (Templários)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Três milhas sul de Edinburg e sete milhas da antiga sede dos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Templários, na Escócia, em Balantrodoch, está a aldeia chamada&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rosslyn.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Empoleirado na extremidade de um desfiladeiro sobre a cidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
encontramos a capela de Rosslyn - gotejando tão pesadamente com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
esculturas góticas, nórdicas e Célticas que parecem ser parte de algo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
maior. Esta era a intenção. Pretendia-se originalmente que a capela de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rosslyn fosse a capela da senhora , parte de uma estrutura maior que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pretendeu ser a maior Catedral na Europa. A falta de capital e a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
necessidade de atenção em outro lugar (?) impediu a obra de ser&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
completa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O interior da capela que teve essas fundações iniciadas em 1446 ,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
contém muitas imagens esculpidas além de padrões geométricos e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
símbolos que são muito populares entre os freemasons .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OS TEMPLÁRIOS NA ATUALIDADE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Templários atualmente são pessoas intelectuais e empresários de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
alto nível aquisitivo. O equipamento (atualmente apenas ritualístico)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de combate é igual aos tradicionais cavaleiros, porém, não é admitido&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o uso de nenhuma marca, broche, símbolo ou emblema de identificação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Suas batas monásticas e cerimoniais são distintivas, com uma cruz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
alargada vermelha ( a cruz patté ou de malta) fixada sobre um fundo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
branco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sua bandeira é um céu preto em um campo branco ou a tão conhecida&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
bandeira quadriculada ( usada para designar os vencedores em&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
competições).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os atuais Templários pertencem a um grupo cauteloso e fechado, que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
após a amarga experiência de princípios do século XIV, costumam&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
manter-se herméticos. São pessoas que dão muita importância à&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
investigação e pesquisa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dezenas de grupos que se denominam descendentes dos Templários de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Origem, na verdade não o são.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quase todos os Templários são obcecados pelo conhecimento; sendo este,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
considerados como primários para o desenvolvimento da habilidade de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pesquisa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eles têm conceitos profissionais altamente educados. Cultivam o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
desenvolvimento intelectual, bem como o burocrático, investigativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lingüístico, legislativo e habilidades financeiras. Possuem também,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
fortes contatos, influências e recursos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ESTUDOS DAS SOCIEDADES SECRETAS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CABALA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Alguns trechos extraídos do &quot;A Chave dos Grandes Mistérios&quot;, por&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eliphas Levi, de Acordo com Henoch, Hermes Trimegisto e Salomão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
/chave absoluta das ciências ocultas dadas por Guilherme Postel e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
completado por Eliphas Levi.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Todo saber é o sonho do impossível, mas ai de quem não ousa aprender&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tudo e não sabe que para aprender alguma coisa, é preciso resignar-se&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e estudar sempre! Dizem que para bem aprender é preciso esquecer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
várias vezes...&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existe um alfabeto oculto e sagrado que os hebreus atribuem a Henoch,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
os Egípcios a Tot ou a Trimegisto, os gregos, a Cadmo e a Palamédio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse alfabeto, conhecido pelos Pitagóricos, compõe-se de idéias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
absolutas ligadas a signos e a números e realiza, por suas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
combinações, as matemáticas do pensamento. Salomão havia representado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
esse alfabeto por 72 nomes escritos em trinta e dois talismãs e é o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que os iniciados do Oriente denominam ainda de &quot;as pequenas chaves ou&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
clavículas de Salomão&quot;. Essas chaves são descritas e seu uso é&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
explicado num livro cujo dogma tradicional remonta ao patriarca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abraão, é o Sopher Yétsinah que penetra o sentido oculto de Zohar, o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
grande livro dogmático da Cabala dos hebreus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A necessidade de crer liga-se estreitamente à necessidade de amar. É&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por isso que as almas têm necessidade de comungar com as mesmas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
esperanças e com o mesmo amor. As crenças isoladas não passam de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dúvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fé não se inventa, não se impõe, não se estabelece por convicção&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
política; manifesta-se, como a vida, com uma espécie de fatalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo o que eleva o homem acima do animal, o amor moral, a abnegação, a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
honra são sentimentos essencialmente religiosos. As instituições como&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o lar, a pátria, se degradariam completamente e não saberiam existir,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
uma crença em alguma coisa maior do que a vida mortal, com todas as&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
suas vicissitudes, suas ignorâncias e suas misérias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A essência do objeto religioso é o mistério, uma vez que a fé começa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
no desconhecido e abandona todo o resto às investigações da ciência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas para que o ato de não seja um ato de loucura, a razão quer que ele&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
seja dirigido e regulado. Chega-se então a uma dupla definição; a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
verdadeira religião natural é a religião revelada, acima das&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
discussões humanas pela comunhão da fé, da esperança e da caridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há religião sem mistérios e nem mistérios sem símbolos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Metáforas não deveriam ser confundidas com realidade nem fé com história.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O símbolo é a forma de expressão do mistério, ele só exprime sua&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
profundidade desconhecida por imagens paradoxais emprestadas do&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
conhecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crer e saber são dois termos que nunca se podem confundir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ousemos apenas confirmar que existe um fato imenso, igualmente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
apreciável pela fé e pela ciência, um fato que torna Deus visível de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
algum modo sobre a terra, um fato incontestável e de alcance&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
universal; esse fato é a manifestação no mundo, a partir da época em&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que começa a revelação cristã, de um espírito evidentemente divino,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mais positivo que a ciência em suas obras, mais magnificamente ideal&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em suas aspirações que a mais elevada poesia, um espírito para o qual&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
era preciso criar um nome novo e que é, tanto para a ciência quanto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
para a fé, a expressão do absoluto; a palavra é caridade e o espírito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de que falamos é o espírito da caridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante da caridade, a fé e a ciência inclinam-se vencidas. Ela, por si&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
só, leva à compreensão de Deus porque contém uma revelação inteira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A UNIDADE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para os iniciados da cabala, Deus é a unidade absoluta. A unidade da&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
inteligência humana, demonstra a unidade de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As matemáticas não poderiam demonstrar a fatalidade cega, uma vez que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
são a expressão da exatidão que é o caráter da mais suprema razão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na cabala, a unidade é , o princípio, a síntese dos números, é a idéia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de Deus e do homem, é a aliança da razão e da fé. A fé não pode ser&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
oposta à razão, é exigida pelo amor, é idêntica à esperança. Amar ,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
acreditar e esperar, e esse triplo ímpeto da alma é chamado virtude,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
porque é preciso coragem para realiza-la.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A analogia era o dogma único dos antigos magos. Dogma verdadeiramente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mediador, pois é metade científico, metade hipotético, metade razão e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
metade poesia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O BINÁRIO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o número feminino, o yin. Diz a parábola celeste: &quot;A mulher está&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
antes dos homens, porque é mãe e tudo lhe é perdoado de antemão porque&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dá a luz com dor&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O TERNÁRIO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o número da criação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O QUATERNÁRIO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o número da força. É o ternário completado por seu produto, o homem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E quando o homem compreender sua essência quaternária, em união com a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
criação, terá a liberdade. O anjo da liberdade nasceu antes da aurora&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
do primeiro dia antes mesmo de despertar a inteligência, e Deus o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
denomina estrela da manhã. &quot;Ó Lúcifer, tu te desligaste voluntária e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
desdenhosamente do céu onde o sol te inundava com sua claridade, para&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
com sulcar teus próprios raios os campos agrestes da noite. Brilhas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
quando o sol se põe e teu olhar resplandecente precede o nascer do&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dia. Cais para de novo levantar, experimentas a morte para melhor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
conhecer a vida. És, para antigas do mundo, a estrela da noite; para a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
verdade renascente, a bela estrela da manhã! A liberdade não é a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
licença (libertinagem); a licença é a tirania. A liberdade é a guardiã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
do dever, porque ela reivindica o direito. Lúcifer, cujas idades das&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
trevas fizeram o gênio do mal, será verdadeiramente o anjo da luz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(tradução da palavra Lúcifer) quando, tendo conquistado a liberdade ao&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
preço da reprovação fizer uso dela para se submeter a ordem eterna,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
inaugurando assim as glórias da obediência voluntária. O direito é&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
apenas a raiz do dever, é preciso possuir para dar&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eis como uma elevada poesia explica a queda dos anjos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Deus tinha dado aos espíritos a luz e a vida, depois lhe disse: Amai.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O que é amar?, responderam os espíritos. -Amar é dar-se aos outros,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
respondeu Deus. -Os que amarem sofrerão, mas serão amados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Temos o direito de não dar nada, e nada queremos sofrer, disseram os&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
espíritos inimigos do Amor. -Estais em vosso direito, respondeu Deus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-apartai! Os meus querem sofrer e morrer, mesmo para amar. É o dever!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O anjo caído é aquele que recusou amar; não ama, e é todo seu&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
suplício; não dá, e é toda sua miséria; não sofre, e é seu nada; não&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
morre, e é seu exílio. O anjo caído não é Lúcifer, a estrela da manhã,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o porta-luz, é satã, o caluniador do amor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ser rico é dar; não dar é ser pobre; viver é a harmonia dos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sentimentos gerais; o inferno é o conflito dos instintos carnais. O&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dever é obrigação, o direito é egoísmo; O dever é amor, o direito é o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ódio; O dever é a vida infinita o direito é a morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa alegoria semita indica a função quaternária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O QUINÁRIO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
È o número religioso. A fé não é a credulidade estúpida da ignorância&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
maravilhada. A fé é a consciência e a confiança do amor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fé não consiste na confirmação deste com aquele símbolo, mas na&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
aspiração verdadeira e constante às verdades veladas por todos os&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
simbolismos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os perseguidores da Roma decaída também chamavam os primeiros cristãos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de ateus porque não adoravam os ídolos de Calígula ou de Nero.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fé é um sentimento comum a toda humanidade. O homem que se isola de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
todo amor humano ao dizer: Eu servirei a Deus, este se engana. Pois&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
diz o apóstolo João: &quot;Se ele não ama ao próximo que vê, como amará a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus que não vê?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O SENÁRIO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o número da iniciação pela prova. É o número do equilíbrio. É o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
código da ciência do bem e do mal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O SETENÁRIO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o grande número bíblico. É a chave da história de Moisés e o símbolo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de toda a religião. O Cristo é o dever real que protesta contra o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
direito imaginário. É a emancipação do espírito que quebra as algemas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
da carne. É a devoção revoltada contra o egoísmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O OCTONÁRIO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o número da reação e da justiça equilibrante. Toda ação produz uma&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
reação. É a lei universal. O cristianismo produz o anticristianismo. O&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
anticristo é a sombra , o contraste e a prova de Cristo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os protestantes disseram: o anticristo é o Papa. O Papa respondeu:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo herege é anticristo. O anticristo é o espírito oposto ao Cristo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem é então o anticristo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;É a usurpação do direito, o orgulho da dominação e o despotismo do&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pensamento. É o egoísmo pretensamente religioso de alguns protestantes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
da mesma maneira que a ignorância crédula e imperiosa dos maus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
católicos. É o que divide o homem ao invés de os unir, o desejo ímpio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de se apropriar da verdade e dela excluir os outros, que condena e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
amaldiçoa ao invés de salvar e abençoar. É o fanatismo odioso que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
desencoraja a boa vontade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O NÚMERO NOVE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o eremita do tarot; eis o número dos iniciados e dos profetas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os profetas são solitários pois o seu destino é, na maioria, nunca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
serem ouvidos. Vêem muito mais do que os outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Salvador disse à samaritana: &quot;Mulher, em verdade vos digo que virá o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tempo em que os homens não adorarão mais a Deus, nem em Jerusalém, nem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sobre esta montanha, pois Deus é espírito, e seus verdadeiros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
adoradores devem servi-lo em espírito e em verdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O NÚMERO DEZ&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O número absoluto da cabala. A chave dos sefirotes (Ver o &quot;Dogma e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ritual da Alta Magia)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Substância una que é céu e terra, conforma seus graus de polarização,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sutil ou fixa. Hermes Trimegisto chama de grande Telesma. Quando&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
produz o esplendor, ela demonstra-se luz. É essa substância que Deus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cria antes de todas as coisas, quando diz: &quot;Fiat Lux&quot; (Faça-se a luz)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É simultaneamente substância e movimento, fluido e vibração perpétua.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A força que a põe em movimento denomina-se magnetismo. No infinito, é&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a luz etérea (ou força eletromagnética). Nos astros é a luz astral;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
nos seres é o fluido magnético; no homem, forma o corpo astral ou&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mediador plástico. A vontade dos seres inteligentes age diretamente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sobre essa luz e, por meio dela, sobre toda natureza submetida às&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
modificações da inteligência; é o meio pelo qual os magos fazem a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
maioria dos trabalhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa luz é o espelho comum de todas as formas e pensamentos; guarda as&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
imagens de tudo que foi, os reflexos dos mundos passados, e por&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
analogia, os esboços dos mundos futuros. É o instrumento da&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
taumaturgia e da adivinhação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecida por Hermes e Pitágoras, Sinésio e Platão, escola da&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alexandria, Mesmer etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É essa substância primeira que se designa na narrativa hierática do&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gênesis, quando o verbo dos Eloim faz a luz ordenando-lhe que seja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eloim diz: &quot;Que seja a luz, e a luz foi&quot;. Essa luz, cujo nome hebreu é&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
rut, or, é o ouro fluido e vivo da filosofia hermética. Seu princípio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
positivo é o enxofre; o negativo, o mercúrio e seu equilíbrio é&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
denominado seu sal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmer informa que nosso corpo astral ou mediador plástico é um imã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que atrai ou repele a luz astral astral sob a pressão da vontade. É um&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
corpo luminoso que reproduz com a maior facilidade as formas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
correspondentes às idéias. Até sob o exercício da vontade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossos corpos fluidicos atraem-se ou repelem-se uns aos outros,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
segundo leis consoantes à elasticidade. É o que produz simpatias a as&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
antipatias instintivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O NÚMERO ONZE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o número da força; da luta e do martírio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo homem que morre por uma idéia é um mártir, pois nele, as&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
aspirações do espírito triunfaram sobre os temores da carne. Todo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
homem que morre na guerra é um mártir pois morre pelos outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os que morrem pelo direito são tão bons em seus sacrifícios quanto às&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
vítimas do dever e, nas lutas da revolução, os mártires caem dos dois&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
lados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sendo o direito a raiz do dever, nosso dever é defender nossos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
direitos. O crime é o exagero de um direito. O assassínio e o roubo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
são negações da sociedade; é o despotismo isolado de um indivíduo que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
usurpa o governo e a sociedade e faz guerra por sua conta e risco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem não for irrepreensível é cúmplice do todo mal, e quem não for&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
absolutamente perverso pode participar de todo bem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O NÚMERO DOZE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o número cíclico; do símbolo universal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O NÚMERO TREZE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o número da morte e do renascimento, da propriedade, da herança,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sociedade, família, guerras e tratados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As sociedades têm por base a troca do direito, do dever e da fé mútua.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O direito é a propriedade; a troca, a necessidade; a boa fé, o dever.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O NÚMERO CATORZE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o número da fusão, da associação e da unidade universal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O NÚMERO QUINZE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o número do antagonismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O cristianismo agora divide-se em Igrejas civilizadoras ou bárbaras;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
progressistas ou estacionárias; ativas ou passivas ; as que condenam e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
as que se submetem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O NÚMERO DESESSEIS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o número do templo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O NÚMERO DESSSETE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o número da estrela, da inteligência e do amor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O NÚMERO DEZOITO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o do dogma religioso, que é todo poesia e todo mistério.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus, que foi o último e o mais sublime dos arcanos, a última palavra&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de todas as iniciações, sabia que não seria compreendido a princípio e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
disse: &quot; Não suportaríeis agora toda a luz da minha doutrina; mas,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
quando se manifestar o Espírito da Verdade, ele vos ensinará todas as&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
coisas e explicará o sentido do que eu vos disse.&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O NÚMERO DEZENOVE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o número da luz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a existência de Deus provada pela própria idéia de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A afirmação do ateísmo é o dogma da noite eterna; a afirmação de Deus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
é o dogma da luz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OS NÚMEROS VINTE, VINTE E UM E VINTE DOIS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora o alfabeto sagrado tenha 22 letras; as dezenove primeiras são a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
chave da teologia oculta. As outras são as chaves da natureza. O&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
grande agente mágico. Substâncias propagada no infinito que é a décima&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
chave do tarot.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Separar a religião da superstição e do fanatismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A superstição, da palavra latina superstes, sobrevivente, é o símbolo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que sobreviveu à idéia, á a forma preferida à coisa, é o ritual sem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
razão, é a fé tornada insensata, por que se isola. E, por conseguinte,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o cadáver da religião, a morte da vida, é a inspiração substituída&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pelo embrutecimento. O fanatismo é a superstição apaixonada, seu nome&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
vem da palavra fanum, que significa templo, é o templo colocado no&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
lugar de Deus, é a honra do sacerdote substituída pelo interesse&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
humano e temporal do padre, é a paixão miserável do homem explorando a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
fé do crente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da superstição e do fanatismo, há também a paixão; outro exagero&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que denota desequilíbrio. Há dois amores, o do coração e o da mente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apenas a sabedoria é livre, as paixões desordenadas são o domínio da&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
loucura, e a loucura é a fatalidade. O que dissemos do amor pode-se&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dizer também da religião, que é o mais poderoso e o mais inebriante&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dos amores. A paixão religiosa também tem seus excessos e suas reações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
fatais. Pode-se Ter êxtases e estigmas e sair, em seguida em abismos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de devassidão e impiedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A verdadeira magia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A verdadeira magia, isto é, a ciência tradicional dos magos, é inimiga&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mortal dos encantadores; ela impede ou faz cessar os falsos milagres,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
hostis a luz e fascinadores de um pequeno número de testemunhas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
despreparadas ou crédulas. A desordem aparente nas leis da natureza é&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
uma mentira; não é, pois, uma maravilha. A maravilha verdadeira, o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
verdadeiro prodígio sempre resplandecente aos olhos de todos é a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
harmonia sempre constante dos efeitos e das causas, são os esplendores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
da ordem eterna!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi a alta magia que, apoiando o universo sobre as duas colunas de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hermes e Salomão, dividiu o mundo metafísico em duas zonas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
intelectuais, uma branca e luminosa encerrando as idéias positivas, a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
outra negra e obscura contendo as idéias negativas, e que deu à noção&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sintética da primeira o nome de Deus, à síntese da outra, o nome de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Satã.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O diabo é o uso abusivo de uma força natural; não é nenhuma pessoa nem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
uma força; é um vício e, por conseguinte, uma fraqueza. O inferno não&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
é um lugar, é um estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existe um poder gerador das formas, que cria segundo as leis das&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
matemáticas eternas, pelo equilíbrio universal. Os signos primitivos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
do pensamento, delineiam-se por si só na luz, que é o instrumento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
material do pensamento. Deus é a alma da luz. A luz universal e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
infinita é para nós como o corpo de Deus. A cabala ou a alta magia é a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ciência da luz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos os mistérios por meio das chaves da magia cabalística, são&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
encontradas as idéias de antagonismo e harmonia (antíteses) produzindo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
uma noção tributária na concepção divina, depois a personificação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mitológica dos quatro pontos cardeais do céu, completa o setentrião&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sagrado, base de todos os dogmas e rituais. A reforma religiosa de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Moisés era inteiramente cabalística, e que o cristianismo, no&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
instituir um dogma novo, simplesmente reaproximou-se das fontes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
primitivas do mosaísmo, e que o Evangelho não é mais que um véu&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
transparente lançado sobre os mistérios universais e naturais da&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
iniciação oriental.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na cabala hebraica, o verbo ou a palavra, segundo os iniciados dessa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ciência, é toda a revelação, os princípios da alta cabala que devem se&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
encontrar reunidos nos próprios sinais que compõem o alfabeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
primitivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alquimia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A alquimia, precursora da química e da medicina, foi a ciência&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
principal da idade média. A busca da pedra filosofal e da capacidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de transmutação dos metais, incluía não só as experiências químicas,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mas também uma série de rituais. A filosofia Hermética era um dos seus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
alicerces, assim também como partes de Cabala e da Magia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo do tempo, diversos alquimistas descobriram que a verdadeira&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
transmutação ocorria no próprio homem, numa espécie de Alquimia da&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alma; diversos outros permaneceram na busca sem sucesso do processo de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
transformações de metais menos nobres em ouro; afirma-se que alguns&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mestres atingiram seus objetivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A alquimia também preocupava-se com a Cosmogonia do Universo, com a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
astrologia e a matemática. Os escritos alquímicos, constituíam-se&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
muitas vezes, de modo codificado ou dissimulado, daí, talvez a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
conotação dada ao termo hermético ( fechada), acessível apenas para os&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
iniciados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A HISTÓRIA OCULTA DE JESUS E A LINHAGEM SAGRADA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os antigos líderes cristãos da Igreja, adotaram as escrituras e os&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ensinos que obscureceriam a verdade sobre a linhagem real de Jesus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sabe-se que Maria Madalena estava grávida de 3 meses quando Jesus foi&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
crucificado, consequentemente seu filho deve Ter nascido em setembro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa época, os casamentos dinásticos deveriam ser consumados em&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dezembro, pois setembro era um mês sagrado para os judeus e os filhos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
deveriam nascer nessa época. Certamente era esta linha que os próprios&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pais de Jesus (José e Maria), eles mesmos tinham quebrado (Jesus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
nasceu em 6 de janeiro) e esta foi a razão porque os judeus ficaram&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
divididos a respeito, se Jesus era, de fato, seu Messias verdadeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando uma criança considerada dinástica era concebida na época errada&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
do ano, a mãe era colocada geralmente sob custódia monástica para&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
evitar o embaraçamento público e Mateus indica claramente que quando&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maria ficou grávida, José, seu marido, sendo um homem justo e não&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
querendo fazer-lhe um constrangimento público, ocupou-se em afastá-la.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Mateus 1:18,19).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste exemplo, a dispensa especial para o nascimento foi concedido&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pelo arcanjo Simão , que nesse tempo foi distinguido com o nome de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Gabriel&quot; , sendo o prior angélico no cargo. Os Manuscritos do Mar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Morto e o Livro de Enouch (que foram excluídos do VT) detalham que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
arcanjos ou embaixadores principais eram os grão-mestres senior em&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qurãn, retendo os títulos tradicionais de &quot;Miguel , Rafael e Gabriel&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;trechos extraídos do livro de Laurence Gardner e Bloodline do Grail&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Holy e Messianic Bloodline&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Investiga-se a genealogia de Jesus até os nossos tempos. Também&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
compara o NT com os arquivos romanos e judaicos. Nessa consideração,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ele detalha como a igreja corrompeu e manipulou os registros para&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
servir suas próprias agendas políticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar da doutrina católica informar que Jesus era filho de uma virgem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e filho de Deus, (veja o site Rennés Le Chateau) definições que não&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
caracterizou nos textos originais pré-romanos no NT, Lucas e Mateus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
enfatiza a linhagem e descendência de Jesus , de Davi , de Israel e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dos reis de Judah.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Palestina pertencia ao império romano e César tinha em seu comando ,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Heródes, que por sua vez dominava o local , porém obedecia a César.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um rei descendente dos reis de Israel e Judah , poderia ser mantido em&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sigilo pela Ordem de Melquideseque que mesmo Abraão pertencia. E&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sempre segundo as linhagens , pois também Salomão pertencia para que,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
numa época propicia , ele pudesse reinar. Seria um expectativa não&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
muito delirante, considerando que o povo aspirava por um rei&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sacerdote.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A bíblia explica que a história da linhagem começou com Adão e Eva,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cujo filho Seth evoluiu numa linha que gerou Matusalém e Noé , Abraão&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que se transformou no patriarca da nação hebréia e que levou sua&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
família do Oeste da Menopotâmia (hoje Iraque) até a terra de Canaã&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Palestina). De onde alguns de seus descendentes foram levados para o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Egito. Após algumas gerações retornaram além Jordão, conduzidos por&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Moisés e através do tempo , Davi (de Belém) assentou seu reino onde&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
hoje é Israel. Sabemos que Davi pertence a tribo de Judah e que antes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dele era Saul, da tribo dos Benjamitas, que era o rei. Davi usurpou o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
trono Benjamita (o que fez graves discórdias até os dias de hoje.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Visto conforme está apresentado nas escrituras este relato é uma saga&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
fascinante , mas não há nada em qualquer lugar que indique porque a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
linha ancestral de Davi e seus descendentes seriam tão especial. O&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
fato é o inverso. Seus antepassados viviam vagueando por territórios&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sem nenhum significado particular até a época do rei Davi. O relato&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
bíblico não carrega nenhuma comparação, por exemplo dos Faraós&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
contemporâneos do Egito antigo. Seu significado vem do fato que , na&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
época de Abraão , foram designados como &quot;povo escolhido por Deus&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
porém , não há relatos desse povo Ter algum brilhantismo; pelo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
contrário , fome, guerra, escravidão, sucessivamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mediante isso , L. Gardner coloca duas possibilidades: ou Davi não era&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
desta sucessão de Abraão ou nos apresentaram uma versão muito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
corrompida da história Hebréia. Uma versão que fosse projetada&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
especificamente para a fé Judáica emergente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Evangelhos foram compilados 400 d.C. pelos bispos para suportar a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
opinião cristã e adaptá-la à Roma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E se os escritores Judeus fizeram previamente exatamente a mesma coisa?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procurando sistematicamente no VT os mais antigos relatos a fim de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
encontrar todas as anomalias. O problema era que, eles mesmo foram&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
escritos nos primeiros século a.C. (vide site Manuscritos do Mar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Morto) assim, não era provável ser autêntico em seu dizer, da história&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
milhares de anos antes. E , foram escritos com a finalidade expressa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de orientar-se com os princípios da fé judaica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OS CÁTAROS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos meados do século XII iniciou-se na Itália um movimento religioso&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
denominado os Cátaros ( ou Albigenses), numa reação a Igreja Católica&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e suas práticas como a venda de indulgências e a soberba vida dos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
padres e bispos da época. Com medo da repressão da Igreja, os Cátaros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mantiveram sua fé em segredo, porém em pouco tempo esta seita atraiu&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
muitos seguidores. Cresceram bastante no sul da França e se estenderam&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a região do Flandres e da Catalunha, funcionaram abertamente com a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
proteção dos poderosos senhores feudais, capazes de desafiar até mesmo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o Papa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A doutrina dos cátaros eram nitidamente diferentes da Igreja&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Católica, eles eram extremamente radicais e dualistas como os&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
maniqueistas, acreditavam que a salvação vinha em seguir o exemplo da&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
vida de Jesus, negavam que o mundo físico imperfeito pudesse ser obra&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de Deus, acreditavam ser o mundo criação do príncipe das trevas,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
rejeitavam a versão bíblica da criação do mundo e todo o antigo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
testamento, acreditavam na reencarnação, não aceitavam a cruz, a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
confissão e todos os ornamentos religiosos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizavam cerimônias de iniciação e suas cerimônias eram muito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
simples, consistia basicamente em um sermão breve, uma benção e uma&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
oração ao Senhor, essa simplicidade influenciou posteriormente uma&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
gama de seguimentos protestantes. Possuíam duas classes ou graus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leigos eram conhecidos como crentes, e a esses não eram exigidos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
seguir suas regras de abstinência reservada aos perfecti, ou bonhomes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
eleitos, que formavam a mais alta hierarquia do catarismo. Para ser um&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
perfecti tinham que tanto homem quanto mulher, passar por um período&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de provas nunca inferior a 2 anos, e durante esse tempo, faziam a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
renúncia de todos os bens terrenos, abstinham de carne e vinho, não&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
poderiam Ter contato com o sexo oposto, e nem dormirem nus. Depois&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
deste período o candidato recebia sua iniciação conhecida com o nome&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de Consolamentum que era realizada em público. Essa cerimônia parecia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
com o batismo e continha também uma confirmação e uma ordenação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Igreja Católica fez tudo para combater a expansão do catarismo,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
chegando ao ponto de em 1209 fazer uma cruzada contra os cátaros, que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
com cerca de 20.000 cavaleiros os massacraram, durante 40 anos. Muitos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
morreram torturados ou na fogueira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Perguntado sobre como distinguir entre os hereges e os católicos, o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
legado papal respondeu: &quot;Matem-nos a todos. Deus se encarregará dos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
seus&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gênesis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Enki soube que os seres humanos ao Ter acesso à árvore do&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
conhecimento e da planta do nascimento, poderiam eles mesmos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tornarem-se como deuses. Mesmo Jeová reconheceu isto e Gênesis indica&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que quando Adão comeu o fruto proibido Jeová disse: &quot;o homem torna-se&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
como um de nós.&quot; (Gen 3:22)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enki o sábio, guardião da árvore do conhecimento , teve também um&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
outro nome na tradição hebréia. Chamavam-no Sama-El, porque era o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
senhor designado de Sama na Mesopotâmia do Norte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os ensinos das antigas escolas de Mistério era muito específicas sobre&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
as árvores da vida e do conhecimento e emularam os ensinos de Enki,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ele mesmo. Diziam: nada é obtido simplesmente querendo e nada é&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
conseguido abandonando a responsabilidade a uma autoridade mais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
elevada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os registros dos Sumérios relacionam que o filho de Caim, rei Etana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
usou a planta do nascimento para gera seu próprio filho, rei Baali - e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a planta do nascimento foi associada diretamente à longevidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
individual e relaciona-se à atividade da glândula Pineal; a essência&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pura de Anunnaki, o néctar de excelência suprema. Nesta consideração ,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o Anunnaki (planta do nascimento) &quot;flor&quot; (ou lírio) foi o corpo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
portador , o transmissor do alimento rico da Matriz (mãe). Foi chamada&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
também a rosa de Sharon (da palavra Sha, significando a &quot;órbita&quot; e o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ra da palavra, relacionando-se ao templo final &quot;da luz&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A significação altamente venerável desta palavra é feita aparentemente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
na canção esotérica da bíblica de Salomão, que de forma messiânica&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
proclama: &quot;Eu sou a rosa de Sharon e o lírio dos Vales&quot; (can 2:1)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerou Ter se tornado qualificado para rei quando alcançou um&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
estado predestinado de lucidez de coinciência - um estado quando suas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
aptidões para a sabedoria e a liderança tinham sido realçadas - há um&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
reino chamado Malkú. Era desta palavra Malkú Mesopotâmica que os&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hebreus derivaram suas palavras malchus (rei) Malkhut (reino).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Somente em épocas muito recentes , médicos cientistas identificaram a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
secreção hormonal da glândula pineal, isolando em 1968 a melatonina ,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que significa &quot;o trabalhador da noite&quot; e que reage fortemente à luz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pela virtude de seu condicionador corporal com a melatonina&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
suplementar e outras secreçoes hormonais , considerava-se que estariam&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
os príncipes na escuridão (noite) e ganharam sua consciência (luz),&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
adquirindo potências acima do normal e a longevidade da estrela- o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sangue lunar do fogo das rainhas do Anunnaki e das mulheres de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
escarlate.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inquisição católica brutal da idade média perseguiram todos os&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
chamados Heréticos que acreditaram no sangue messiânico real (o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sangraal). Muitas das vítimas foram classificadas como ocultistas e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
bruxas que supostamente pertenceriam ao culto herético de Draco ,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
príncipe da escuridão. Foram proclamados pelas autoridades da igreja&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
como vampiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já foi mencionado que o culto antigo egípcio do dragão há quatro mil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
anos é operativa até hoje.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há alguns séculos atrás um proeminente chanceler da corte, era o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
príncipe Vlad III, da Transilvânia que construiu a cidade de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bucareste. É conhecido também como drácula &quot;o filho de Dracul&quot; - o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
nome por que seu pai era conhecido na corte - e assim, as escavações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
arqueológicas foram trazidas sob o controle estrito e os financiamento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tiveram de ser aprovados pela Grã- Bretanha por autoridades&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
recentemente designadas. Um destes, o fundo da exploração do Egito,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
foi estabelecido em 1891 e , na primeira página de seu memorando e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
artigos de associação indica-se que o objetivo do fundo é promover o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
trabalho de escavação com a finalidade de elucidar ou ilustrar as&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
narrativas do VT. E que nós só seríamos informados (o público) se&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pudesse ser de encontro às velhas escrituras e , qualquer coisa que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
não suportasse as velhas escrituras , não seríamos informados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma descoberta importante bíblica é a Phoenix e da pedra de fogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentro do livro de Exodus , uma montanha bíblica significativa é&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
nomeada na península do Sinai - o monte de terra triangular que se&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
encontra acima do mar vermelho entre o golfo de Suez e o golfo de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqabah. No VT é chamado Monte Horeb e a seguir é chamada Sinai. Foi&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
nela que Moisés viu o arbusto ardente e recebeu os dez mandamentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não havia nenhuma montanha com esse nome até 300 d.C. O VT é uma&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tradução de um trecho hebreu compilado há 1000 anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Monte Sinai hoje fica no sul da Península e seu nome foi dado por&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
monges cristãos 1700 anos após Moisés. Existe lá o Monastério de Santa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Catarina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seria este o monte de Moisés?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O livro de Exodus explica alguma rota feita por Moisés a partir do&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
delta do Nilo, seguindo as regiões selvagens de Shur e Paran à terra&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de Midian (norte do Jordão até hoje). Horeb significa deserto e a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
montanha que fica próximo a essa rota , tem 2600 pés e fica onde hoje&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
é chamado &quot;Serábit&quot; ou Serábit El-Khâdim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1890, o britãnico Willian Flinders Petrie, Egiptólogo, professor da&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
universidade de Londres, fez uma expedição no Sinai. Publicou os seus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
resultados mais adicionou a seu relatório o fato que esta informação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
não seria disponível oficialmente a todos, e que receberiam apenas os&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mapas e um esboço geral. E , depois não quis mais retornar as&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pesquisas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
L. Gardner questiona se Petrie tinha descoberto o grande segredo da&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
montanha sagrada de Moisés.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Baseados nos achados arqueológicos de Flinders Petrie, sabe-se que foi&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
encontrado um laboratório alquimista , onde o ouro era derretido por&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
vários processos para produzir o pó, , conhecido como &quot;estrela de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
fogo&quot; (Starfire)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acreditava-se que a ingestão de certa quantidade deste pó, alimentava&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
faraós e dava-lhes propriedades mentais , aumentando suas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
propriedades, pensa-se que estimularia a glândula pineal que é&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
associado por sua vez ao 3° olho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os ocultistas costumam instalar-se em locais de forças&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
eletromagnéticas e harmônicas (Rennes, Carnac, etc.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OS CÁTAROS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos meados do século XII iniciou-se na Itália um movimento religioso&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
denominado os Cátaros ( ou Albigenses), numa reação a Igreja Católica&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e suas práticas como a venda de indulgências e a soberba vida dos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
padres e bispos da época. Com medo da repressão da Igreja, os Cátaros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mantiveram sua fé em segredo, porém em pouco tempo esta seita atraiu&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
muitos seguidores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cresceram bastante no sul da França e se estenderam a região do&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Flandres e da Catalunha, funcionaram abertamente com a proteção dos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
poderosos senhores feudais, capazes de desafiar até mesmo o Papa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A doutrina dos cátaros eram nitidamente diferentes da Igraja Católica,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
eles eram extremamente radicais e dualistas como os maniqueistas,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
acreditavam que a salvação vinha em seguir o exemplo da vida de Jesus,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
negavam que o mundo físico imperfeito pudesse ser obra de Deus,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
acreditavam ser o mundo criação do príncipe das trevas, rejeitavam a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
versão bíblica da criação do mundo e todo o antigo testamento,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
acreditavam na reencarnação, não aceitavam a cruz, a confissão e todos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
os ornamentos religiosos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizavam cerimônias de iniciação e suas cerimônias eram muito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
simples, consistia basicamente em um sermão breve, uma benção e uma&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
oração ao Senhor, essa simplicidade influenciou posteriormente uma&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
gama de seguimentos protestantes. Possuíam duas classes ou graus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os leigos eram conhecidos como crentes, e a esses não eram exigidos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
seguir suas regras de abstinência reservada aos perfecti, ou bonhomes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
eleitos, que formavam a mais alta hierarquia do catarismo. Para ser um&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
perfecti tinham que tanto homem quanto mulher, passar por um período&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de provas nunca inferior a 2 anos, e durante esse tempo, faziam a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
renúncia de todos os bens terrenos, abstinham de carne e vinho, não&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
poderiam Ter contato com o sexo oposto, e nem dormirem nus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois deste período o candidato recebia sua iniciação conhecida com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o nome de Consolamentum que era realizada em público. Essa cerimônia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
parecia com o batismo e continha também uma confirmação e uma&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ordenação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Igreja Católica fez tudo para combater a expansão do catarismo,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
chegando ao ponto de em 1209 fazer uma cruzada contra os cátaros, que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
com cerca de 20.000 cavaleiros os massacraram, durante 40 anos. Muitos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
morreram torturados ou na fogueira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Perguntado sobre como distinguir entre os hereges e os católicos, o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
legado papal respondeu: &quot;Matem-nos a todos. Deus se encarregará dos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
seus&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A MAÇONARIA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Trechos extraídos do livro &quot;As origens da Maçonaria&quot; de Realino de Oliveira)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma instituição fraternal iniciática, composta por homens que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
congregam ideais construtivistas como a Fraternidade, a Igualdade e a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Liberdade. Na Maçonaria exerce-se a caridade que é um dos seus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
princípios, seus ensinamentos são tradicionalmente transmitidos por&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
meio de suas simbologias, alegorias e analogias. Sobre a sua origem,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
temos uma grande discussão. Alguns acreditam que a Maçonaria descende&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
das Sociedades Iniciáticas do Antigo Egito, outros dos Antigos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Construtores Medievais e tem alguns que reivindicam sua origem aos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cavaleiros Templários. A Maçonaria denominada simbólica, possui três&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
graus de extrema importância que formam a base de seus ensinamentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os ensinamentos maçônicos são muito profundos, mas cabe ao verdadeiro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
maçom decifra-los e os que conseguem descobrem &quot;grandes verdades&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RITOS MAÇÔNICOS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Denomina-se de rito maçônico um conjunto sistemático de cerimônias e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ensinamentos maçônicos, esses variam de acordo com o período&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
histórico, conotação, objetivo e temática dada pelo seu criador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os ritos de hoje mais difundidos são: Os ritos de York, o rito Escocês&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antigo e Aceito, o rito Francês ou Moderno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Brasil se exercem todos esses, mais se destacam também o rito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brasileiro e o Adonhiramita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RITOS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Características:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ADONHIRAMITA - Criado pelo Barão de Tschoudy, ilustre escritor, em&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paris, França no ano de 1766, de caráter místico e cerimonial,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
atualmente só em funcionamento no Brasil. Iniciou-se no Recife, em&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1878. Ficou adormecido até que em 1976, por iniciativa de Lauro Sodré,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
grão-mestre, deu o caráter de regular, legítimo e legal para o rito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este sofreu atualizações, para a sua forma atual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO - Derivou-se do rito de Heredon, em primeiro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de maio de 1786 foram fixados as regras e seus fundamentos, composto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
até hoje de 33 graus, atualmente é o rito mais difundido nos países&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
latinos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ESCOCÊS RETIFICADO (1782) - Esse rito consiste numa reformulação do&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
REAA e o objetivo era retirar um conteúdo por alguns considerados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
desnecessários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ESTRITA OBSERVÂNCIA - Criado em 1764 pelo barão Hund, com fundamento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
nas antigas &quot;Ordens da Cavalaria&quot;. Era composto de 12 graus. Esse rito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
deu origem aos ritos da Alta Observância e o da Exata Observância.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RITO FRANCÊS OS MODERNO - A história desse rito se inicia em 1774, com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a nomeação de uma comissão para se reduzir os graus, deixando apenas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
os simbólicos. No princípio houve uma forte oposição, então a comissão&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
decidiu deixar 4 dos principais graus filosóficos; com o decorrer do&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tempo, algumas lojas adotaram o rito. Atualmente, é muito praticada na&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
França e nos países que estiveram sob sua influência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HEREDON OU PERFEIÇÃO - iniciado em Paris, em 1958.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
YORK (ou Arco Real) - Acredita-se Ter sido criado por volta de 1743,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
foi levado à Inglaterra por volta de 1977, inicialmente foi composta&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de 4 graus, hoje possui 13, atualmente é o rito mais difundido no&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MIZRAIM OU EGÍPCIO - Surgiu na Itália por volta de 1813, e em seguida&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
foi levada à França por Marc, Michel e Joseph Bédarride. Mizr&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
significa Egito em hebraico, e seus divulgadores afirmam ser derivado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dos Antigos Mistérios Egípcios. Possuem 90 graus, divididos em 4&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
classes:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mênphis ou Oriental - Foi introduzido em Marselha (França) pelos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maçons Marconis de Négre e Mouret, no ano de 1838. Esse rito dirige&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
seus ensinamentos como os de Mizraim para a tradição Egípcia,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
compõe-se de 92 graus divididos em 3 séries.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mênphis-Mizraim - Rito criado com a reunião dos ritos de Mênphis e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mizraim em 1899 no Grande Oriente da França.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mizraim-Mênphis - Rito criado com a reunião dos dois ritos, com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
conotação voltada ao Mizraim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adoção- Criado pelo grande Cagliostro (veja Alta´Magia) na França em&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1730, e reconhecido pelo Grande Oriente da França em 1774. Trata-se de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
um rito voltado para a temática egípcia e com participação de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mulheres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SCHRÖEDER - Criado por Frederik Luis Schröeder, em 1766 na Alemanha,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
com a idéia de maçonaria. Conta apenas com suas características&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
fundamentais iniciais, sem nenhum acréscimo, estudou muito as origens&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
maçônicas para compor esse rito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SWENDEBORG- Criado em 1721 pelo sueco Emmanuel Swendenborg, grande&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
iluminista, teósofo, filósofo, psicólogo, físico e estudioso dos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mistérios maçônicos, desenvolveu este rito em 8 graus, e deu origem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
aos ritos denominados iluministas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maçonaria é uma palavra francesa de origem latina, e o idioma&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
francês originou-se entre os séculos VIII e XII.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na história da Ordem, inclui-se razões bíblicas que levariam muitos a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
acreditarem que Jesus não morreu na cruz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A MAÇONARIA EM SEU CARÁTER MORAL&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(trechos extraídos de Eliphas Levi do livro &quot;Ritual da Alta Magia)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ORIGENS MÁGICAS DA MAÇONARIA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A grande associação cabalística, conhecida na Europa sob o nome de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maçonaria, surge de repente no mundo, no momento em que o protesto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
contra a Igreja acaba de desmembrar a unidade Cristã. Os historiadores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
desta Ordem não sabem explicar-lhe a origem; mas dão-lhe por mãe uma&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
associação de pedreiros formada no tempo da construção da catedral de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estrasburgo; outros dão-lhe Cromwell por fundador, sem entrarem em&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
indagações se os ritos da Maçonaria inglesa do tempo de Cromwell não&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
são organizados contra este chefe de anarquia puritana; há ignorantes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que atribuem aos jesuítas, senão a fundação ao menos a continuação e a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
direção desta sociedade muito tempo secular e sempre misteriosa. À&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
parte esta última opinião, que se refuta por si mesma, podem se&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
conciliar todas as outras, dizendo que os irmãos maçons pediram aos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
construtores da catedral de Estrasburgo seu nome e os emblemas de sua&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
arte, que eles se organizaram pela primeira vez publicamente na&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inglaterra, a favor das instituições radicais e a despeito do&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
despotismo de Cromwell. Pode-se ajuntar que eles tiveram os templários&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por modelos, os rosa-cruzes por pais e os joanitas por antepassados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seu dogma é o de Zoroastro e de Hermes, sua regra é a iniciação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
progressiva, seu princípio é a igualdade regulada pela hierarquia e a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
fraternidade universal; são os continuadores da escola da Alexandria,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
herdeiros de todas as iniciações antigas; são os depositários dos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
segredos do Apocalipse o do Zohar, o objeto de seu culto é a verdade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
representada pela luz; eles toleram todas as crenças e não professam&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
senão uma só e mesma filosofia; eles não procuram senão a verdade; não&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ensinam senão a realidade e querem chamar progressivamente todas as&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
inteligências à razão. O fim alegórico da maçonaria é a reconstrução&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
do templo de Salomão; o fim real é a iniciação e as provas por graus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
REVOLUÇÃO FRANCESA E A MAÇONARIA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(trechos extraídos do Irm:. João Alves da Silva , Or:. De Maceió - Al)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considera-se o 14 de julho de 1789 como a data da Revolução Francesa,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
porque foi nesse dia que o povo francês assaltou a célebre fortaleza&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
da Bastilha, tomada após quatro horas de combate; cuja vitória fez o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
rei capitular completamente: Ironicamente, os cerca de 600 invasores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
da Bastilha foram encontrar encarcerados apenas sete presos: 2 loucos,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4 vigaristas e 1 lorde tarado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa Bastilha começou a ser construída em 1369 e foi concluída em&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1383. Seu construtor, Aubriot, foi o primeiro a ser nela encarcerado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltaire também foi preso ali em 1717, e lá concluiu sua primeira&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tragédia - Édipo - em 1718. Em 1726, voltou a ser encarcerado na&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bastilha; liberto, seguiu para a Inglaterra retornando à França em&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1729.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luiz XVI (1754- 1793) era neto de Luiz XV (1715-1774) e tetraneto de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luiz XIV (1643-1715), o rei sol.. soberanos absolutos, donos de todo o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
poder, esses três homens governaram a França durante 150 anos. A&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bastilha, que era símbolo do absolutismo, caiu em 14 de julho de 1789,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mas Luiz XVI somente deixou de reinar em 22 de setembro de 1792,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
quando foi proclamada a República. Em 21 de janeiro de 1793, por&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
decisão da Convenção Nacional que o condenou à guilhotina, num&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
escrutínio em que 387 votaram a favor e 344 contra. Luiz XVI foi&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
decapitado na Place de la Revolucion, hoje Place de La Concordia..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Revolução Francesa de 1789 foi feita então pela burguesia em virtude&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de gerar quase toda a renda da França e desejar reformas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(administrativas, jurídicas, fiscais). Nenhum proeminente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
revolucionário era Maçon, embora quase todos Maçons fossem burgueses,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
já que lordes eram poucos. Da plebe não tinha ninguém. Não eram&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maçons: Robespierre, Marat, Carmot, Danton, Condorcet, Jean Luiz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
David, Saint-Just, nem mesmo Antoine-François Marmoro, um dos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
principais editores de imprensa do período revolucionário e que, em&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1791, cunhou a expressão LIBERTÉ, ÉGUALITÉ, FRATERNITÉ e a fez&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
escrever nos edifícios públicos. Também não eram Maçons o libertino&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mirabeau, preso várias vezes e eleito deputado do Terceiro Estado para&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
os Estados Gerais e que também era grande orador e fundador dos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
primeiros jornais revolucionários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todavia era Maçon Orléans (Louis-Philipe Joseph), duque, príncipe de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sangue, Grão-Mestre da Maçonaria que, eleito para a Constituinte e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
para a convenção, pertencente à bancada da Montanha e votou pela morte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
do rei, seu primo. Terminou preso e condenado por pertencer à família&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bourbon; foi guilhotinado a 6 de novembro de 1793.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode-se querer alegar que a Revolução Francesa foi inspirada nos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ideais de Voltaire, mas este iniciou-se na Maçonaria em 7 de abril de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1778, aos 84 anos de idade, e morreu a 30 de maio do mesmo ano,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
lamentando tê-la conhecido tão tarde e afirmando que os Maçons e os&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
filósofos buscam o mesmo fim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Treze anos depois de sua morte, a Revolução Francesa transladou sua&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
esquife para o Panteon, em homenagem àquele considerado &quot;o libertador&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
do pensamento humano&quot;, talvez por haver sido Voltaire o profeta de uma&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revolução inevitável a qual não estaria presente como testemunha do&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
seu vaticínio..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para com a Revolução, Voltaire contribuiu apenas com o vocábulo que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
trouxe para a filosofia política. Entretanto, Maçons desavisados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
proclamam que a revolução Francesa foi feita pela Maçonaria, inspirada&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
na sua divisa LIBERDADE, IGUALDADE, FRATERNIDADE, criada por um&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
profano e adotada depois da Revolução.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O envolvimento da Maçonaria na Revolução Francesa, nasceu da&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
imaginação do jesuíta francês Agostinho Barruel que, em 1797, publicou&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
uma obra intitulada &quot;Memória para servir à História do Jacobinismo&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tal obra foi publicada na Alemanha sob o título FEITOS NOTÁVEIS PARA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SERVIR À HISTÓRIA DO JACOBINISMO E AS PROVAS DE UMA CONSPIRAÇÃO CONTRA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TODAS AS RELIGIÕES E TODOS OS GOVERNOS DA EUROPA, QUE EXISTE NAS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
REUNIÕES SECRETAS DOS FRANCO-MAÇONS, DOS ILUMINADOS E DAS SOCIEDADES&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DE LEITURA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nela Barruel afirma: &quot;Nesta Revolução Francesa, tudo, até nos seus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
crimes mais espantosos, tudo foi previsto, meditado, constituído,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
resolvido, estatuído; tudo tem tido o efeito da mais profunda&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
perversidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
, pois que foi preparado, conduzido por homens que tinham, sozinhos, o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
fio das conspirações há muito tempo tramadas dentro das sociedades&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
secretas&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Barruel atribuía a Diderot, d’Alembert, Voltaire e a outros Maçons, a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
inspiração da Revolução, incluiu entre os cúmplices d’Argenson,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Choiseul, Malesherbes, Turgot, e sobretudo Necker. Em sua obra afirma:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A conjuração visa, antes de tudo, destruir o Cristianismo&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DRUIDAS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O druidismo é uma designação da doutrina mistico-religiosa praticada&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pelos Druídas, sacerdotes celtas que habitavam as florestas da Gália&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(França), as brumosas ilhas britânicas e parte da região da Irlanda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudavam as forças ocultas da natureza, como também os movimentos das&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
estrelas. praticavam a cura pelas ervas, métodos de advinhação,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
entoavam cânticos e eram grandes poetas. Cultuavam a natureza e faziam&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cerimônias religiosas nos solstícios e equinócios sempre a céu aberto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(não construíam templos). Não possuíam escrita e passavam a vida toda&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
decorando suas leis e seus épicos. Elegiam dentro da família real o&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
novo rei. Os futuros reis eram escolhidos entre os membros das classes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
superioras e possuíam 3 níveis ou graus de autoridade. O druidismo foi&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
um belo sistema religioso celta, que até hoje possui seus seguidores.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://delumar.blogspot.com/feeds/6448803068894342991/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/05/estudo-das-sociedades-secretas_28.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/6448803068894342991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/6448803068894342991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/05/estudo-das-sociedades-secretas_28.html' title='ESTUDO DAS SOCIEDADES SECRETAS'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgPdHBpjhGL5ef1vJh9Zj0HvF3rUJ4_ZhYxLx3lFyPFPMyeUMvkGkzvGZTMrEO9ixVJfdPl4gXgKH4lk__k1ljaeLnSb2WYsUVl-2dApjw8J9uQeT3Ewpm2LKjfnFL_J48VDgebQOdMH6Y/s72-c/ss.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8626129489293776221.post-8910659103625466072</id><published>2010-05-28T09:45:00.000-03:00</published><updated>2010-05-28T09:45:07.331-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religião"/><title type='text'>O DOGMA NA FÉ CRISTÃ</title><content type='html'>O Dogma na Fé Cristã!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiFQkaFFZS9Rw0rqPux7MJtCbH3xBOFFtDVWgb90m6QOOoz5Ok8Q331b7qy7KMlKbm2It3TTtHRBW5BJsXraomt7FIDCVoNSlekLQH42bYV7TSoxYNtX3QcAMgKp0wlC6sx1FXhhXRrWP4/s1600/rei.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; gu=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiFQkaFFZS9Rw0rqPux7MJtCbH3xBOFFtDVWgb90m6QOOoz5Ok8Q331b7qy7KMlKbm2It3TTtHRBW5BJsXraomt7FIDCVoNSlekLQH42bYV7TSoxYNtX3QcAMgKp0wlC6sx1FXhhXRrWP4/s320/rei.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Introdução ao d]ogma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A palavra d]ogma (dogma) tem o significado de lei, ordem, decisão e/ou decreto[1] e é exatamente com esses significados que o encontramos na vida da Igreja primitiva e que permeia o pensamento cristão até os dias atuais. Claro que essa é uma afirmação redundante, todavia ela se faz necessária para descrever seu papel na história eclesiástica e na história dos seres humanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sua natureza e função surgiu pela necessidade do ser humano em buscar seu Novo Ser, ou seja, na sua análise do entendimento da sua condição existencial o ser humano buscou saber se havia uma forma de reverter ou superar seu estado existencial para uma nova realidade. Biblicamente encontramos um sentido pelo qual o ser humano interpela sua existência: Jesus Cristo. E é nesse ponto que o dogma entra em questão, pois é preciso criar argumentos sólidos na afirmação de que Cristo pode reverter à situação existencial dos seres humanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O problema é de ordem cristológico, pois ao voltarmos nossos olhos para a história, “de forma antecipatória, o problema cristológico apareceu nas expectativas proféticas e apocalípticas associadas ao Messias ou ao Filho do Homem”[2]. A elaboração cristológica se deu na necessidade dos evangelistas em atribuir símbolos a Jesus, “a quem chamaram de ‘Cristo’”[3] e dentre os símbolos atribuídos, a associação com a palavra Logos foi a mais discutida, pois ela fazia parte de um contexto filosófico no qual foi desenvolvido todo o processo dogmático da cristologia, pois “este perigo, sempre presente no cristianismo, foi uma das razões que levaram a igreja primitiva a interpretar os símbolos cristológicos segundo os termos conceituais que lhe foram proporcionados pela filosofia grega”[4].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste trabalho, buscaremos dentro de alguns tópicos, desenvolver o caminho traçado pelo dogma, do seu surgimento à sua função de fundamento da fé. O primeiro ponto a ser apresentado é o surgimento e a necessidade do dogma na história cristã. Neste ponto serão abordados os conflitos que a igreja cristã primitiva enfrentou contra os constantes ataques filosóficos gregos, perseguições por parte do imperialismo romano e os pensamentos errôneos elaborados a respeito da nova comunidade que surgia e sua pregação sobre o Cristo Ressurreto, onde a elaboração do dogma foi fundamental para a “sobrevivência” do cristianismo no mundo. O segundo ponto, e acredito ser o mais polêmico está na discussão sobre o dogma trinitário e suas implicações, cujo estudo ainda hoje traça grandes divergências a cerca da unicidade de Deus na pessoa de Pai, Filho e Espírito Santo. E o terceiro e último ponto explanaremos a respeito do dogma trinitário como o fundador da fé cristã, onde temos a iniciação pelo Batismo na confissão da ordenança de Jesus Cristo baseado no evangelho de Mateus 28:19.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. O surgimento e a necessidade do d]ogma na história cristã.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os primeiros séculos da era cristã mostram na história do cristianismo um processo contínuo de tradução das fontes hebraicas com o objetivo de oferecer ao mundo uma compreensão cada vez mais adequada de seu conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este processo se teria iniciado com os evangelistas, cujas interpretações doutrinárias se faziam conforme as categorias da Lei e os Profetas, dentro da tradição messiânica de Israel. A partir daí se daria o encontro da cultura clássica com o Cristianismo em proporções sempre mais amplas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No século II A.D., a rápida expansão do Cristianismo, leva as elites intelectuais do mundo greco-romano, postas em contacto mais direto com a doutrina cristã, a lhe oporem uma primeira reação. Nesta época o Cristianismo, considerado a filosofia dos bárbaros, é severamente julgado pela mentalidade pagã com as categorias da cultura clássica como: canibalismo, ateísmo, subversão política, pelas quais os primeiros Pais da Igreja procuraram responder apologeticamente[5].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre os pensadores cristãos se percebe duas orientações opostas. Uma representada por Justino e Atenágoras, que procuram absorver a tradição grega na doutrina cristã, e a outra, de feições claramente anti-helênicas, defendida por Taciano e Tertuliano, que denunciam e condenam a helenização do cristianismo. Tertuliano, em particular, separa razão e fé, e repete a idéia de um paralelo entre cristianismo e helenismo em termos filosóficos[6].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No século III A.D. surge a necessidade de maior adaptação das interpretações dos evangelhos ao povo de fala grega, principalmente nas suas camadas mais altas. Aí, então, com os trabalhos de Clemente e Orígenes, falar-se numa teologia cristã. Esta tarefa de tradução cada vez mais eficiente da doutrina de Cristo, exposta agora também às camadas mais altas e mais cultas do meio pagão, exige da parte de seus defensores um trabalho cada vez mais elaborado, de homens eruditos e comportamento ascético. Constrói-se então uma interpretação da Bíblia em nível mais elevado, para satisfazer um público exigente, da razão mais crítica. Surgem então os primeiros passos para a elaboração dos dogmas e doutrinas cristãs[7].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Clemente de Alexandria e Orígenes procuram se servirem da especulação filosófica para sustentar uma religião positiva fundada na revelação divina, alheia, em suas origens a uma investigação humana independente acerca da verdade. Em outros termos, o processo de assimilação da tradição clássica pelo cristianismo pôde desenvolver-se com maior elasticidade a partir do momento em que, no meio cristão, homens intelectualmente formados na cultura grega passaram a reconhecer a capacidade religiosa da defesa da fé, atitude claramente assumida no século III por Clemente e Orígenes, que procurara mostrar como a fé hebraica podia ser exposta em termos do pensamento grego e justificada racionalmente[8].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com estes precedentes, o encontro do helenismo com o cristianismo em nível erudito adquire em Clemente e Orígenes uma importância da mais alta significação, uma tentativa clara de fundamentação filosófica das verdades da fé. Esta se consubstancia nos seus mistérios, opostos aos da religião pagã, inteiramente falsa, mas que já a partir do século IV A.D. por oferecerem uma relação mais pessoal com a divindade, passaram a ocupar no coração do homem helenístico o vazio deixado pela fé olímpica. Desenvolve-se então todo um trabalho de exegese da doutrina cristã, voltado para a discussão da autentica natureza divina, daquilo que lhe é próprio e nesta tarefa de fixar e fundamentar os princípios vitais do Cristianismo, de superar-lhe o aparente caráter mitológico, não basta elevar Cristo à dignidade apenas de mestre da humanidade, mas é preciso também cuidar para que orientações espúrias como o gnosticismo, o maniqueísmo e o mitraísmo não venham a comprometer a universalidade do kerygma cristão. Trabalha-se então em várias frentes, mas o maior problema é enfrentar o ideal de cultura grega como um todo e neste confronto solidificar a liderança espiritual da doutrina cristã. Deste encontro histórico o resultado será uma teologia cristã que não pode ocultar sua dívida com a erudição clássica. Para esta tarefa, entram em cena os padres capadócios na segunda metade do século IV A.D.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a cultura dos padres capadócios, a sabedoria clássica, pela retórica ou pelo pensamento filosófico, se conjuga com a sabedoria da sinagoga e é neste contexto que se constrói uma verdadeira literatura cristã, muitas vezes livremente alimentada na tradição grega.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora os capadócios ataquem o helenismo em suas debilidades (atitude que em São Gregório de Nisa, além de reforçar a importância do dogma, de distanciar-se de uma interpretação intelectualista, ressalta o valor dos costumes veneráveis – liturgia e mistérios) há o interesse de se fazer do helenismo um instrumento da fé[9].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre estes pensadores, São Gregório de Nisa, mostra-se à altura das maiores exigências da filosofia pedagógica grega. A partir daqui, o padre capadócio desenvolve uma teoria dos graus do caminho místico da theognosis. Por trás da idéia de salvação individual coloca-se a de um plano mais amplo de apocatástasis, tomada a Orígenes, que leva a uma restauração final da obra divina originária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, através do estudo do humanismo cristão em suas origens, viu-se necessário a sistematização dos dogmas sobre as verdades da fé, dando-lhe uma fundamentação teórica a partir da mensagem ligada a figura de Cristo exercida no confronto entre o cristianismo e o helenismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. O d]ogma trinitário e suas implicações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em continuidade aos acontecimentos do IV século, ainda referente aos capadócios, um significativo conceito escolástico foi aprovado e determinante no pensamento teológico a cerca do dogma da doutrina da Trindade. Orígenes elaborou duas concepções para designar o Ser de Deus, ou seja, sua essência presente em três pessoas distintas, porém perfeitas. Falamos das expressões ousia e hypostaseis[10].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas foram concepções usadas no Oriente para falar a cerca da unicidade na Trindade. Todavia, ao se referir sobre o mesmo assunto no Ocidente, essas expressões sofreram pequenas modificações, pois para designar o mesmo sentido sobre a unicidade da Trindade, no lugar de ousia foi colocado à expressão substantia, e no lugar de hypostaseis, a expressão personae[11].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Robert W. Jenson explica de forma inconfundível essas expressões da seguinte maneira:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Tanto ousia quanto hypostasis entraram na teologia procedentes da tradição filosófica. Nela foram usadas quase intercambi-avelmente para designar o que é – conforme a apreensão helênica, aquilo que é pela possessão de algum complexo específico de características permanentes. Por conseguinte, são usadas também para designar o ‘ser’ assim possuído, isto é, tanto este complexo de características quanto a estabilidade ao longo do tempo que a possessão das mesmas confere”[12].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pequenas nuancem existentes nestes termos é que hypostasis foi direcionado para o que difere um indivíduo de outro, ou seja, suas particularidades e ousia foi utilizada para designar o ser que constitui este indivíduo. Daí a análise que distingue – para os capadócios – Pai, Filho e Espírito, ou seja, “são três indivíduos que partilham da Divindade, como Pedro, Paulo e barnabé são três indivíduos que partilham da humanidade”[13].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para explicar a questão das três hypostasis, os capadócios conceituaram da seguinte maneira: a relação da identificação das hypostasis é feita pelas suas características individuais e a relação que uma tem com a outra, ou seja, “Deus é o Pai como a fonte da Divindade do Filho e do Espírito; Deus é o Filho como o recipiente da Divindade do Pai; e Deus é Espírito como o espírito da possessão da Divindade do Pai pelo Filho”[14].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa maneira ficam essencialmente claro que “as relações (...) são a obediência e dependência históricas de Jesus em relação a seu Pai e a entrada de seu futuro” na vida do cristão[15]. Vemos uma relação horizontal no qual se mostra no conteúdo desta relação à vida de Deus. Essa vida é identificada por termos bíblicos através da história temporal evangélica por “Gerando”, “gerado” e “procedente”, todavia esses termos criaram certo conflito após o concílio de Niceno, pois levantou questões de origem metafísica pelo fato dos termos “gerando” e “procedente” entrarem em conflito com o pensamento filosófico grego. Há então a necessidade, segundo Jenson, e para a progressão do desenvolvimento da compreensão trinitária a substituição de hypostasis por identidade. Consequentemente, essa expressão abre margem para a inserção de atributos, pois identidade identifica algo, assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“O fato de que há três identidades em Deus significa que há três conjuntos distintos de nomes e descrições e cada um é suficiente para especificar de modo único, mas todos identificam a mesma realidade (...) As três identificações podem, quanto ao mais, ser realizadas independentemente ”[16].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Poder-se-ia especular sobre a existência, portanto, de não um Deus, mas de três deuses? Para essa questão, retornamos à expressão sobre o Ser de Deus, ou ao termo ousia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se dissermos que “Deus” é infinito, somente uma “vida que não conhece limite” poderia identificá-lo. Dessa forma quando identificamos “Deus” como “aquele que ressuscitou a Jesus” automaticamente estamos falando não de um ser único, mas três[17]. Essa é a maneira então pelos quais três indivíduos compartilham da mesa ousia de Deus, não constituindo por tanto três deuses, pois a ousia se transforma em um predicado para a ação divina na relação trinitária em direção a nós[18].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Toda essa tentativa da explicação do dogma trinitário aconteceu porque a doutrina veio “pronta” do Oriente para o Ocidente, por essa razão, não houve uma construção, mas sim, uma tentativa de explicação do pensamento Oriental para a aplicação desse pensamento na Igreja Ocidental.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. O d]ogma trinitário como o fundador da fé cristã.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No evangelho de Mateus, no verso 19 do capítulo 28 encontramos uma citação e ordenança de Jesus Cristo, que diz: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”. Nesta frase, encontramos dois elementos muito importantes na comunidade primitiva que caracterizam o “início” da fé cristã: o batismo e a confissão trinitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O batismo significa a “incorporação na comunidade salvífica de Jesus Cristo; através dele Deus acrescenta novos membros à Igreja (...), a qual, por meio dele, cresce externa e visivelmente”[19]. O ato do batismo é uma forma visível de confissão de arrependimento, pelo qual, o ser humano através de sua fé em Cristo, professa diante dos homens o arrependimento dos seus pecados e sua conversão a uma nova vida, todavia para essa iniciação “em vista da função da autorização canônica dos sacramentos, a fixação bíblica de uma forma triúna para o Batismo deve ser considerada um dogma”[20]. A essa necessidade, Robert W. Jenson faz o seguinte acréscimo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A função da menção do nome de Deus na iniciação, no Batismo como em outras ocasiões, é de remeter o iniciando à nova realidade, de conceder um novo acesso a Deus. Por isso, na comunidade dos batizados, o nome divino pronunciado no Batismo é estabelecido como a forma particular da comunidade dirigir-se a Deus”[21].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste sentido, segue-se em decorrência do Batismo a pronunciação ou a invocação tripla de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
João Calvino, se referindo ao mesmo dogma, produz o seguinte comentário a cerca da invocação triúna na fórmula batismal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Nem, de fato, resta duvida de que, ao dizer: ‘Batizai-vos em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo’ [Mt 28:19], Cristo haja, mediante esta solene injunção, desejado testificar que a perfeita luz da fé já [então] se manifestara, por isso que, na realidade, equivale isto exatamente a serem batizados em nome de um só e único Deus, que, em plena evidência, Se mostrou no Pai, no Filho e no Espírito. De onde se faz meridianamente claro que na essência de Deus residem três pessoas, nas quais, um único Deus se conhece”[22]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa fórmula batismal foi tão importante e predominante, que a ordenança de Jesus para batizar “em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo” deve ser considerado “o dogma fundador da fé” cristã[23].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Conclusão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentro do estudo pelo qual desenvolvemos neste trabalho, pudemos ter uma rápida identificação do dogma na fé cristã. Há muitos outros assuntos que poderiam ter sido abordados aqui, todavia fica claro que foi de extrema importância à necessidade do dogma para a sobrevivência e para o exercício da fé na tentativa de buscar o caminho do encontro do ser humano com seu Novo Ser, como foi dito na introdução deste trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É fato que, todo o trabalho da dogmática na exploração de conceitos doutrinários, assim, “se estes conceitos são ou não adequados para a interpretação da mensagem cristã, segue sendo uma pergunta permanente na teologia”[24]. Conceitos como os da doutrina da Trindade, ainda estão abertos, pois “não é possível nem descartá-la, nem aceitá-la em sua forma tradicional. Ela deve permanecer aberta para que cumpra a sua função original – expressar em símbolos abrangentes a automanifestação da Vida Divina ao ser humano”[25].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, nos encontramos ainda hoje com a responsabilidade de nos esforçarmos para uma futura contribuição no desenvolvimento destes conceitos que ainda buscam de alguma forma, respostas ao mundo moderno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[1] RUSCONI,Carlo. Dicionário do Grego do Novo Testamento, p. 135.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[2] TILLICH, Paul. Teologia Sistemática, p. 426.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[3] TILLICH, Paul. Teologia Sistemática, p. 426.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[4] TILLICH, Paul. Teologia Sistemática, p. 426.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[5] GONZALES, Justo L. Uma História Ilustrada do Cristianismo. A Era dos Mártires, p.80-86.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[6] GONZALES, Justo L. Uma História Ilustrada do Cristianismo. A Era dos Mártires, p.86-94.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[7] GONZALES, Justo L. Uma História Ilustrada do Cristianismo. A Era dos Mártires, p.109-132.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[8] Ibid.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[9] GONZALES, Justo L. Uma História Ilustrada do Cristianismo. A Era dos Gigantes, p.133.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[10] BRAATEN, Carl E; JENSON, Robert W. Dogmática Cristã. Vol.1, p. 149.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[11] BRAATEN, Carl E; JENSON, Robert W. Dogmática Cristã. Vol.1, p. 150.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[12] Ibid.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[13] Ibid.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[14] BRAATEN, Carl E; JENSON, Robert W. Dogmática Cristã. Vol.1, p. 151.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[15] BRAATEN, Carl E; JENSON, Robert W. Dogmática Cristã. Vol.1, p. 152.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[16] BRAATEN, Carl E; JENSON, Robert W. Dogmática Cristã. Vol.1, p. 153.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[17] BRAATEN, Carl E; JENSON, Robert W. Dogmática Cristã. Vol.1, p. 154.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[18] BRAATEN, Carl E; JENSON, Robert W. Dogmática Cristã. Vol.1, p. 155.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[19] BAUER, Johannes B. Dicionário de Teologia Bíblica, p. 116.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[20] BRAATEN, Carl E; JENSON, Robert W. Dogmática Cristã. Vol.1, p. 112.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[21] BRAATEN, Carl E; JENSON, Robert W. Dogmática Cristã. Vol.1, p. 112.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[22] CALVINO, João. As Institutas ou Tratado da Religião Cristã. Vol 1, p. 156-157.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[23] BRAATEN, Carl E; JENSON, Robert W. Dogmática Cristã. Vol.1, p. 113.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[24] TILLICH, Paul. Teologia Sistemática, p. 426.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://delumar.blogspot.com/feeds/8910659103625466072/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/05/o-dogma-na-fe-crista.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/8910659103625466072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/8910659103625466072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/05/o-dogma-na-fe-crista.html' title='O DOGMA NA FÉ CRISTÃ'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiFQkaFFZS9Rw0rqPux7MJtCbH3xBOFFtDVWgb90m6QOOoz5Ok8Q331b7qy7KMlKbm2It3TTtHRBW5BJsXraomt7FIDCVoNSlekLQH42bYV7TSoxYNtX3QcAMgKp0wlC6sx1FXhhXRrWP4/s72-c/rei.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8626129489293776221.post-3442726685570737980</id><published>2010-05-10T11:06:00.000-03:00</published><updated>2010-05-10T11:06:36.497-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ciência"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Filosofia"/><title type='text'>Egoísmo, a Virtude Maldita - Parte I</title><content type='html'>Egoísmo, a Virtude Maldita - Parte I &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
Autor: Ayn Rand&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi9H3AyqxUzgFs9ynQNnAyCExidPfEThYMhgimxjoTcdZ6-L-Sj-jn46d0XU_y1xCHykFsT2xnXnKG_Y691MeAxpa60ii2xKbs0UAshwJ3g-NOk_0NdYvxZzeGxT9J1NzKw5TW0vyPtvaU/s1600/Avirtude.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi9H3AyqxUzgFs9ynQNnAyCExidPfEThYMhgimxjoTcdZ6-L-Sj-jn46d0XU_y1xCHykFsT2xnXnKG_Y691MeAxpa60ii2xKbs0UAshwJ3g-NOk_0NdYvxZzeGxT9J1NzKw5TW0vyPtvaU/s320/Avirtude.jpg&quot; tt=&quot;true&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&quot;I have come here to say that I do not recognized anyone’s right to one minute of my life… It had to be said. The world is perishing from an orgy of self-sacrificing&quot;. Ayn Rand, The Fountainhead &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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Para Ayn Rand, o significado atribuído ao egoísmo representa uma tergiversação intelectual devastadora, a qual é responsável pelo restrito desenvolvimento moral da humanidade. Abram o dicionário, recomenda ela. Eu abri o Aurélio no verbete egoísmo, e o que encontrei? O significado que Ayn Rand considerava um embuste, quase sempre carregado de tintas emocionais e ideológicas. Mas não é somente lá. Egoism OU egotism, no International Cambridge Dictionary of English, is the tendency to think only about yourself and consider yourself better and more important than other people, ou seja, a tendência a pensar somente em si mesmo e considerar você mesmo melhor e mais importante do que as outras pessoas (grifei em itálico os exageros contidos na definição). No primeiro dicionário, mais relevante para o nosso tema, o registro já equipara, como sinônimos, egoísmo e egotismo. No dicionário de que fala Ayn Rand, o significado não tem essa confusão e denotação, apenas registra que egoísmo é a preocupação com os nossos próprios interesses. Mas o nosso Aurélio dá, da primeira à última entrada do verbete, tão-somente denotações pejorativas ao egoísmo, ali visto como um vício moral, algo funesto e não recomendável. &quot;Amor excessivo ao bem próprio, sem consideração aos interesses alheios&quot;. Novamente grifei os exageros. Afinal, não estarão certos os dicionários e errada Ayn Rand? &lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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O que veremos abaixo é que ela demonstrou, em a Virtude do Egoísmo [1], exatamente o oposto. Sua demonstração se desenrola por toda a sua filosofia - o objetivismo. De fato, toda a sua vida e obra foram dedicadas a afirmar que o egoísmo é uma virtude, ao contrário que registra o senso comum. &lt;br /&gt;
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Para melhor entender a sua preocupação com o egoísmo e nele reconhecer uma virtude, nada como demonstrá-lo pelo seu oposto, o altruísmo. Se olharmos o dicionário e procurarmos o significado de altruísmo, não encontraremos interpretações pejorativas. Altruísmo, no Aurélio, significa primeiro amor ao próximo; desprendimento, abnegação; doutrina que considera como fim da conduta humana o interesse do próximo - ama o próximo mais que a ti mesmo. Não há exageros, não há juízos morais negativos. Pelo contrário, o altruísmo é o próprio juiz moral com que se julgam todos os atos humanos e que no caso em questão tem um forte apelo religioso e bíblico. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
O altruísta diz que a preocupação com os nossos próprios interesses (egoísmo) é nociva e que devemos renunciar (sacrificar-nos) aos nossos interesses em favor alheio. É precisamente contra esse elemento sacrificial que se insurge Ayn Rand, em outra passagem de sua obra: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;A relação entre razão e moralidade é recíproca. O homem que aceita o papel de um animal sacrificial não obterá a autoconfiança necessária para sustentar a validade de sua mente. O homem que duvida da validade de sua mente não alcançará a auto-estima necessária para sustentar o valor de sua pessoa e descobrir as premissas morais que tornam possível o valor do homem&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, qualquer ação praticada para os outros é boa, e é má toda ação para nós mesmos. A ética do altruísmo afirma que o que vale (o que é moral) é a intenção de ajudar aos outros, servir ao &quot;interesse público&quot;, ao &quot;povo&quot;, de modo que a medida desse valor é o beneficiário da ação, e não a ação em si mesma. Por esse raciocínio, um ditador com as mãos sujas de sangue, mas munido da nobre intenção de servir ao seu povo, seria considerado moral. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há nesse exemplo a preocupação com o conteúdo da ação. Pela ética do altruísmo, o homem só é um ser moral quando é capaz de auto-sacrifício, de abandono do maior pelo menor, do melhor pelo pior. A renúncia ao auto-interesse e a concessão de si ao sofrimento, ou a uma resignada humildade, é vista como o único ato verdadeiramente moral. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os altruístas costumam apresentar como prova a exceção, a emergência das situações humanas. Por exemplo, quem nunca ouviu as perguntas do tipo: o que você faria em um incêndio? Salvaria o seu próximo ou trataria de safar-se? Salvaria quem estivesse se afogando ou a tudo assistiria impassível? Para Ayn Rand, situações como essas são excepcionais, não são prova de nada, e nem põem à prova a moral humana. Não vivemos em um bote salva-vidas, assevera ela. Nossa moralidade permanente e constante não pode ser testada por situações de excepcional emergência. Ayn Rand ironiza os voluntários altruístas, abnegados e desprendidos, almas permanentemente dispostas a procurar náufragos nos sete mares para serem salvos por seu amor altruísta. Pela mesma razão ela alfineta os exércitos de voluntários. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em suma, a moral atual não está no indivíduo, mas naquilo e naqueles em que ele se projetou - a sociedade; antes ainda ela habitava um centro divino. Esta sociedade é a beneficiária; esta é a ação moral exclusiva. Por esta ótica o indivíduo está totalmente ausente, a humanidade é por ela mal interpretada, e a natureza humana é vista como vil e má. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão da auto-estima também serve à prova de Ayn Rand de que o egoísmo é uma virtude. Toda a discussão atual da auto-estima está falseada por essa ética do altruísmo, porque a auto-estima somente pode se referir ao indivíduo - aquele que deveria ser o beneficiário do seu próprio interesse e assim conquistar o título de moral. O altruísmo é o contrário; é a antítese da auto-estima. Além disso, a auto-estima reconhecida apenas pelo altruísmo, ou pela negação do egoísmo, gerou sociedades modernas coletivistas e racistas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nestas últimas a auto-estima é automática, diz Ayn Rand. Ela é dada pela &quot;raça&quot;, por determinação genética, pela magia tribal primitiva que prende o indivíduo em uma esfera de exceção autoglorificante. Daí, infere ela, a necessidade daquele que nada construiu querer se integrar no bando que artificiosamente lhe infunde uma sensação de poder, de segurança, de pertinência, que só pode gerar uma falsa auto-estima. Como a auto-estima só se pode referir ao indivíduo, assim como o orgulho só se pode referir a nós mesmos (não há orgulho pelos feitos dos outros; esse sentimento chama-se admiração, respeito, amor, nunca orgulho), o altruísmo coletivista é uma base falsa sobre a qual viceja o racismo. Não é por outro motivo que em sociedades que se auto-reverenciam como &quot;morais&quot; pelo apelo quase irresistível ao altruísmo se fortalecem todos os tipos de racismo. Elas são também coletivistas, e nelas o valor não repousa mais no indivíduo, mas na massa. Reciprocamente, o valor socialista máximo, a igualdade, já antecipa os esforços dos abnegados salvadores do mundo sempre em busca de quem igualar, alimentando, abrigando, vestindo, salvando e, finalmente, tiranizando, até aqueles que não pediram para serem salvos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Orgulhos&quot; de raça, de bando, são manifestações e expressões de ódio disfarçado que se nutrem do sofrimento, do desprezo; são valores negativos de destruição, de supremacia violenta e, como tais, violentam o princípio fundamental do pensamento randiano, o indivíduo racional, cujo maior valor é a vida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pior conseqüência que uma sociedade erigida na base &quot;ética&quot; altruísta pode sofrer tem sido o Estado totalitário a partir do surgimento do coletivismo e do racismo. Ayn Rand adverte que contra o racismo somente se pode receitar o individualismo, o egoísmo virtuoso, antídoto certo que recupera a verdadeira auto-estima, condição prazerosa para a paz verdadeira dentro da sociedade e entre elas, algo que só se torna possível quando a razão é o norte humano, o único juiz a testar a nossa moralidade. Lutar contra o coletivismo é lutar contra as maiorias em favor das minorias, e não existe minoria menor do que um, o indivíduo. Ao contrário, segregar a sociedade por grupos, raças, ou bandos, somente engendra ódios destruidores. Cotas raciais são cotas certas de ódio, resgatáveis em um tempo líquido e certo dentro de uma sociedade. Como disse Ayn Rand:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Como toda a forma de coletivismo, o racismo é uma procura pelo não-obtido. É uma procura pelo conhecimento automático - por uma avaliação automática da índole dos homens que desviam as responsabilidades de exercitar o julgamento racional ou moral - e, acima de tudo, uma procura por uma auto-estima automática (ou pseudo auto-estima)&quot;. (pg. 160; A Virtude do Egoísmo). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não admira que o mundo hoje, eivado de irracionalismo, racismo, affirmative actions, cotas raciais, coletivismo, direitos sociais, produzidos pela aberração autodestruidora do altruísmo, esteja a sofrer como nunca. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não admira que em um mundo como este, o homem seja considerado mau, que a natureza humana seja dita má e pervertida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não admira que, em um mundo como este, o egoísmo seja visto como imoral. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje podemos descobrir que o homem só é vítima de outros homens porque abdicou de sua razão; abandonou ou renunciou à fonte da moral. Hoje sabemos que os homens e seus líderes foram ensinados a viver à custa da verdadeira razão de sua própria existência, isto é, o centro metafísico e psicológico do indivíduo, o ego. Os líderes intelectuais são os causadores da derrota moderna do homem e de uma ética destruidora e suicida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Vocês têm usado o medo como sua arma, e têm trazido morte aos homens, punindo-os por rejeitarem a sua moralidade. Nós lhes oferecemos a vida, como recompensa por aceitar a nossa&quot;. (Do discurso de John Galt, Atlas Shrugged). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vossa moral altruísta é podre, diria John Galt se &quot;vivo&quot; estivesse, e como John Galt nos faz falta! Por isso, como na epígrafe, Ayn Rand denuncia qualquer auto-sacrifício como causa da degeneração da moral da humanidade moderna. [1] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Original de 1964; versão brasileira de 1991, com tradução de Candido Prunes e Winston Ling, editada pela Ortiz, e co-editado em 1991 pelo IEE de Porto Alegre. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Carlos Alberto Reis Lima é médico e escritor.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://delumar.blogspot.com/feeds/3442726685570737980/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/05/egoismo-virtude-maldita-parte-i.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/3442726685570737980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/3442726685570737980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/05/egoismo-virtude-maldita-parte-i.html' title='Egoísmo, a Virtude Maldita - Parte I'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi9H3AyqxUzgFs9ynQNnAyCExidPfEThYMhgimxjoTcdZ6-L-Sj-jn46d0XU_y1xCHykFsT2xnXnKG_Y691MeAxpa60ii2xKbs0UAshwJ3g-NOk_0NdYvxZzeGxT9J1NzKw5TW0vyPtvaU/s72-c/Avirtude.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8626129489293776221.post-5498376962692289242</id><published>2010-05-10T11:03:00.000-03:00</published><updated>2010-05-10T11:03:20.508-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ciência"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Filosofia"/><title type='text'>Egoísmo, a Virtude Maldita - Parte II</title><content type='html'>Egoísmo, a Virtude Maldita - Parte II &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autor: Ayn Rand&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhijpFxd_CNDDCElVI9RxPTCfxS2vXYX69SsKQrKkvrf4PSB8mQZf0UlGjYrISZ5RG-WHktErFQyE3EcyrbJMg9cSaMHtJZDVNUOMbdFD0T3ABGZYEmo8fdA427xynOwGkcsWEEDoOtk8U/s1600/Ego%25C3%25ADsmo,%2Ba%2Bvirtude%2Bmaldita%2B-%2Bparte%2BII.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhijpFxd_CNDDCElVI9RxPTCfxS2vXYX69SsKQrKkvrf4PSB8mQZf0UlGjYrISZ5RG-WHktErFQyE3EcyrbJMg9cSaMHtJZDVNUOMbdFD0T3ABGZYEmo8fdA427xynOwGkcsWEEDoOtk8U/s320/Ego%25C3%25ADsmo,%2Ba%2Bvirtude%2Bmaldita%2B-%2Bparte%2BII.jpg&quot; tt=&quot;true&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;O criador está acima de qualquer humanitário É verdade que os reais benfeitores da humanidadeforam os homens produtivos, criadores. Nenhum humanitário jamais teve ou pôde se igualar em benefícios para os homens como um Thomas Edison, ou um Henry Ford. Mas o criador não está preocupado com os benefícios; eles são conseqüências secundárias. Ele considera seu trabalho, não o amor ou serviço para os outros. Thomas Edison não estava preocupado com os pobres nas favelas ou com quem viesse a ter luz elétrica. Ele estava preocupado com a luz. (Cartas de Ayn Rand (New York: Dutton [Penguin], 1995), M. Berliner, ed., p. 82.) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Indivíduos livres e que trocam experiências (afetivas, culturais, comerciais) entre si não têm tempo para semear revoltas e secessões raciais. As pessoas doentias moralmente, com o cérebro embotado pela &quot;ética&quot; altruísta e coletivista que plantam sementes de inveja colherão ódios generalizados e muita pobreza. Tais pessoas estariam dominadas pelo feitiço dos direitos &quot;sociais&quot;, por privilégios de grupos, e teriam pseudoqualidades étnicas e raciais. Em sociedades assim constituídas, o indivíduo tenderia a dar lugar ao rebanho furioso, enlouquecido, invejoso e rancoroso estimulado pelo coletivismo, que reivindica direitos e mais direitos para a consagração de um pai generoso que os prodigaliza, mas que na verdade os escraviza. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lula no discurso da sessão inaugural da 58a Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas fez um discurso que podemos identificar como apaziguador e altruísta. Citou Gandhi e seu apelo pela não-violência quanto à questão do terrorismo; falou na fome internacional concitando os países ricos a darem maior atenção a ela. Sua intenção no discurso era falsa porque seu objetivo era alfinetar os Estados Unidos, ajudando a manter o clima hostil à atuação americana no mundo. Mesmo se sua intenção fosse honesta estaria equivocado porque seu discurso seria altruísta e apaziguador se pudéssemos interpretá-lo pelo discurso de Ayn Rand. Tentava ele domesticar o monstro terrorista com o discurso da covardia moral, o discurso do auto-sacrifício imerso no banho sagrado do &quot;interesse público&quot;. Ele teria sido intimidador, destrutivo, e inculcador de dúvidas e incertezas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E por que ele fez isso? Ayn Rand responderia que ele não o faria se o mundo não esperasse que ele fizesse exatamente isso, porque a linguagem do altruísmo hoje, como propaganda, domina todo o cenário e o imaginário, todo o consciente e o inconsciente humano. É tão amplamente majoritário que qualquer objeção a essa &quot;norma&quot; será considerada imoral ou dada como insana. É simplesmente a moralidade vigente. Ayn Rand fez há mais de 30 anos essa advertência clareando para nós, com muita coragem, o caminho do sucesso do altruísmo, e como ele veio a se tornar a única norma moral válida e universal em nossos tempos. Sua filosofia, o Objetivismo, que recebeu esse nome no lugar de Racionalismo - porquanto este estava muito desgastado à época em que ela delineou e fechou seu sistema -, se fosse apenas uma ética, seria o oposto perfeito de altruísmo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o Objetivismo pretendia ser muito mais. Para começar, ele foi a primeira filosofia a identificar a relação entre a vida e os valores morais, diz Leonard Peikoff, seu herdeiro. &quot;Ética, diz Ayn Rand, é uma necessidade metafísica e objetiva da sobrevivência humana - não pela graça do sobrenatural, dos seus vizinhos, nem dos seus desejos, mas pela graça da realidade da natureza da vida&quot;. &quot;Tudo que é próprio para a vida de um ser racional é bom; tudo que a destrói é mau&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas asserções, típicas do discurso do seu herói - John Galt -, são o oposto do altruísmo que não reconhece no indivíduo nenhum valor. As mentes obliteradas pelo misticismo e pelo ceticismo retiraram do homem qualquer chance de usar sem culpa a própria razão, única faculdade capaz de promover a escolha de um código moral para si. Para o místico a realidade é o infinito, para o cético é o zero. É a perdição, a desorientação dos valores. A ética é então a ciência que constrói um código de valores capaz de nos orientar para a busca do nosso maior propósito, a vida. Mas usar a razão é pensar, e pensar é difícil e exige egoísmo. A vida requer ganho de valores, não perda; conquista, não renúncia; autopreservação, não auto-sacrifício, afirma Leonard Peikoff. O homem até pode escolher a auto-imolação, mas não deverá esperar dela a prosperidade e a sobrevivência, continua ele. Um código de auto-interesse racional rejeita toda forma de sacrifício humano, seja o nosso em relação aos outros, seja o dos outros em relação a nós. Dele emanam todas as outras virtudes; a independência, honestidade, justiça, produtividade, integridade, orgulho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Objetivismo de Ayn Rand, que pode ser resumido esquematicamente nas equações: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Metafísica = Realidade &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Epistemologia = Razão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ética = Auto-Interesse &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Política = Capitalismo, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
repousa no indivíduo e em sua razão soberana. Mas o processo do pensamento é feito pelo homem, no singular, não pelos homens, ou sociedade, comitê, grupo orgânico, &quot;sociedade civil organizada&quot;. Há quem contradite isso sob vários argumentos, mas esse raciocínio seria outra forma, ou outra expressão do altruísmo vigente, encouraçado, infenso à argumentação não viciada e contaminada, perdidamente contaminada pelo coletivismo. Rand pensava no ser vivente, não no ser humano; Rand pensava aqui e agora. Nenhuma visão de além-túmulo ou futurista está no sistema filosófico que ela deixou. A é A, assim como o homem é homem, se individualmente considerado. Este é seu princípio de identidade; é nele que surge a condição metafísica primária para o conhecimento, e pelo uso da razão, a escolha de valores dada pela ciência da ética. Depois disso tem que lhe ser reservada e preservada a liberdade para o seu sucesso econômico vital. Não há outro discurso filosófico possível para a busca do auto-interesse e da autopreservação, pelo menos não com esse apelo natural. Qualquer tentativa de fugir dessa ciência natural explica e justifica a autodestruição do homem. No entanto... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, os destruidores da riqueza e da vida; os predadores da razão e da liberdade, por pobreza de caráter, por inveja, ou por limitação da inteligência, estão cultivando o zero ou o infinito. Do discurso de John Galt o culto ao zero - o símbolo da impotência - busca eliminar da raça humana o herói, o pensador, o inventor, o produtor, o persistente, o puro. Para os apóstolos do zero é como se sentir fosse humano, e pensar não. Como se fracassar fosse humano, e triunfar não, com se fosse humano a corrupção, a virtude não. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já os místicos declarados sustentariam a vontade de Deus como o padrão do bem e como validação da ética. Os neomísticos iluminados O substituíram pelo &quot;bem da sociedade&quot;. Desta forma, com esse novo deus de minúscula magnitude, mas de infinita importância - a sociedade -, e desde então, se criou o mito do século XX e XXI. Porém, sociedade não existe, é apenas um número de indivíduos, embora alguns homens estejam eticamente autorizados a perseguir quaisquer caprichos (ou quaisquer atrocidades) enquanto outros homens estão eticamente obrigados a passar suas vidas a serviço desta gangue. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se alguém denunciar essa ética deformada logo será jogado contra a parede e será coberto de impropérios de todos os lados. Ayn Rand também se lembrou disso. A essa estratégia de fugir do discurso de John Galt ela chamou argumento de intimidação. Segundo ela, esse método usual no debate político e público, é estratégia de difamação, intimidação e apaziguamento. É a tentativa de promover a credulidade irrefletida apelando e contando com a covardia moral dos ouvintes. Seria o discurso de Lula na ONU? Seria o discurso político no Brasil? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outra passagem de sua obra Ayn Rand, talvez precavidamente adverte: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;... Não sou primariamente uma advogada do capitalismo, mas do egoísmo; e não sou primariamente uma advogada do egoísmo, mas da razão. Se alguém reconhece a supremacia da razão e a aplica consistentemente, tudo o mais segue. Isto - a supremacia da razão - foi, é e será a preocupação primária de meu trabalho, e a essência do Objetivismo. ... A razão na epistemologia leva ao egoísmo na ética, que por sua vez leva ao capitalismo na política. A estrutura hierárquica não pode ser invertida, nem pode um nível posterior se sustentar sem o fundamental&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E em outro pensamento do tipo &quot;objetivista&quot; de Ayn Rand: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Não podemos lutar contra o coletivismo, a menos que lutemos contra sua base moral, o altruísmo. Não podemos lutar contra o altruísmo, a menos que lutemos contra sua base epistemológica, o irracionalismo. Não podemos lutar contra nada - a menos que lutemos por alguma coisa, e aquilo pelo que devemos lutar é a supremacia da razão, e uma visão do homem como ser racional&quot; Ayn Rand, &quot;Don&#39;t Let it Go&quot;, in PWNI, p.214 (penúltimo parágrafo do livro) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até aqui nessa segunda parte, tenho recolhido os principais pontos da doutrina a qual Ayn Rand deu o nome de Objetivismo como mostrados em seu livro A VIRTUDE DO EGOISMO. Na parte final, maior, e momento próprio da crítica, estarei mostrando as suas principais objeções. Ayn Rand e sua filosofia tiveram e têm críticos ferozes, inclusive entre libertários famosos como Murray Rothbard, por exemplo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas uma nota seria necessária nesse momento. O tópico da virtude, propriamente dito, nunca foi o objetivo desse estudo e muito menos o do egoísmo. Foi um moto para oportunizar outras diversas preempções felizes que atualizam a autora frente à realidade brasileira. À virtude, ao egoísmo/altruismo, deverei voltar oportunamente; em outra série, em outro âmbito, na etologia, na zoologia, onde, porém, as controvérsias não são menores, apenas gozam de número menor de contendores iluminados. O mérito, que nunca esteve em conta se o egoísmo é ou não é uma virtude, parece que foi apagado por um consenso que absorvi de críticas recentes, algumas delas justamente indignadas. De fato, seria preferível dar ao altruísmo a dúvida de ele sim ser uma virtude e não o egoísmo, como escreveu Ayn Rand. Não foi a intenção de Ayn Rand, entretanto. Ela preferiu o confronto e arcou com os custos e os riscos disso tentando apresentá-lo dentro de um edifício filosófico, quase unanimemente contraditado e condenado por outros cultos e por quem de direito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Carlos Alberto Reis Lima é médico e escritor.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://delumar.blogspot.com/feeds/5498376962692289242/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/05/egoismo-virtude-maldita-parte-ii_10.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/5498376962692289242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/5498376962692289242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/05/egoismo-virtude-maldita-parte-ii_10.html' title='Egoísmo, a Virtude Maldita - Parte II'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhijpFxd_CNDDCElVI9RxPTCfxS2vXYX69SsKQrKkvrf4PSB8mQZf0UlGjYrISZ5RG-WHktErFQyE3EcyrbJMg9cSaMHtJZDVNUOMbdFD0T3ABGZYEmo8fdA427xynOwGkcsWEEDoOtk8U/s72-c/Ego%25C3%25ADsmo,%2Ba%2Bvirtude%2Bmaldita%2B-%2Bparte%2BII.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8626129489293776221.post-7564578124185722199</id><published>2010-04-09T16:45:00.000-03:00</published><updated>2010-04-09T16:45:25.520-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Teosofia"/><title type='text'>DO MONOTEÍSMO PARA O UNIVERSALISMO</title><content type='html'>Superstição Monoteísta Tornou-se Anacrônica &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DO MONOTEÍSMO PARA O UNIVERSALISMO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg7tuuFuTlGLdR0hn0J1D_nzwYc9EorMeDwdtd5zvG9YsDg1QO9qtdDdeN5yv5wxkRNgALJBRacCaLSSEgJfFGqtm95_vBRVujUmJXmPj8FccuVbVhktqzWGISJ4WeK8TzTAgnpUNbl2iU/s1600/Teosofia.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;73&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg7tuuFuTlGLdR0hn0J1D_nzwYc9EorMeDwdtd5zvG9YsDg1QO9qtdDdeN5yv5wxkRNgALJBRacCaLSSEgJfFGqtm95_vBRVujUmJXmPj8FccuVbVhktqzWGISJ4WeK8TzTAgnpUNbl2iU/s200/Teosofia.gif&quot; width=&quot;200&quot; wt=&quot;true&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Século 21 Pode Trazer a Fraternidade Planetária&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por toda parte e desde a mais remota antiguidade, o homem criou Deus à sua própria imagem e semelhança, e não o contrário. As ideologias monoteístas fortalecem a intolerância. Desde que elas passaram a dominar, não têm faltado tentativas de assegurar-se a posse exclusiva do mundo divino por parte de diferentes povos, cujos deuses, convenientemente, autorizam a matar e a maltratar sem dó nem piedade os “infiéis”, os “hereges” e os “descrentes”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O deus dos cristãos seria, supostamente, “o único existente”. Esta pretensão pouco modesta justificou o desrespeito e a perseguição não só dos judeus, mas dos povos indígenas das Américas, da África e da Ásia. Na verdade o deus dos cristãos é uma cópia e uma versão romanizada do deus judaico, que, por sua vez, também é supostamente “único”, tenha sido tomado e adaptado de povos e tribos ainda mais antigos. Ao invés de agradecer aos hebreus por tomar-lhes emprestado o seu Deus e a sua escritura, os cristãos perseguiram os seguidores de Jeová durante quase dois mil anos. Tentaram eliminá-los como povo e como cultura, pela intimidação, pela assimilação forçada, e pela violência física. Talvez por isso Adolf Hitler nunca tenha sido excomungado, e nem sequer criticado pelo Papa, antes da sua derrota militar. Na área do desrespeito aos direitos humanos, Adolf Hitler e os papas tinham muito em comum. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O deus muçulmano é uma criação mais recente que a divindade monoteísta cristã. Ele também é apresentado como o único deus que existe, mas, na prática, ele é um irmão mais jovem do deus que hoje é controlado - em suas diversas versões - pelas igrejas católicas, ortodoxas, protestantes e luteranas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A verdade é que, desde a mais remota antiguidade, cada povo tem produzido sempre os seus mitos simbólicos e divinos com base na mitologia herdada de povos mais antigos. Helena P. Blavatsky escreveu em “A Doutrina Secreta”: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Não é o Uno Desconhecido e sempre presente Deus na Natureza, ou Natureza in abscondito, que é rejeitado, mas o Deus do dogma humano e a sua “Palavra” humanizada. Com sua infinita presunção e seu orgulho e vaidade inerentes, o homem criou ele próprio o seu Deus com sua mão sacrílega a partir dos materiais que encontrou em sua pequena estrutura cerebral, e o impôs à humanidade como se fosse uma revelação direta do ESPAÇO uno e não revelado.” [1]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A “Carta do Grande Mestre” - também conhecida na literatura esotérica como “Carta do Chohan” - descreve o programa de ação de longo prazo do movimento teosófico. Ali podemos ler a seguinte profecia, cujo cumprimento deverá ocorrer com ajuda ativa do movimento esotérico autêntico:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“As doutrinas fundamentais de todas as re­ligiões se comprovarão idênticas em seu significado esotérico, uma vez que sejam desagrilhoadas e libertadas do peso morto representado pelas interpre­ta­ções dogmáticas, dos nomes pessoais, das concepções antropo­mórfi­cas e dos sacerdotes assalariados. Osíris, Krishna, Buda e Cristo serão apre­sentados como no­mes diferentes de uma mesma estrada real para a bem-aventurança fi­nal, o Nirvana.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E a carta do Chohan prossegue: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“O Cristianismo místico, isto é, aquele Cristianismo que ensina a autolibertação através do nosso próprio sétimo princípio - o Para-Atma (Augoeides) libertado, chamado por alguns de Cristo, por outros, de Buda, e equivalente à regeneração ou renasci­mento em espíri­to - será visto como exatamente a mesma ver­dade do Nirvana do Bu­dismo. To­dos nós temos de nos livrar de nosso próprio Ego, o ser ilusório e apa­rente, a fim de reconhecer nosso verdadeiro ser em uma vida divina trans­cendental. Mas, se não formos egoís­tas, devemos esforçar-nos e fazer com que outras pessoas ve­jam essa verdade, e reconheçam a reali­dade desse ser trans­cen­dental, o Buda, Cristo ou Deus de cada prega­dor. Esta é a razão por que mesmo o Budismo exotérico é o caminho mais seguro para conduzir os homens em direção à única verdade esoté­rica. Do modo como se encontra o mundo agora, seja cristão, mu­çulmano ou pa­gão, a justiça é desconsiderada, enquanto a honra e a piedade são atiradas ao vento.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais adiante, o documento afirma:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“O mundo em geral, e especialmente a cristandade, abandona­do por dois mil anos ao regime de um Deus pes­soal, bem como a seus sistemas políticos e sociais baseados nessa idéia, provou agora ser um fracasso.” [2] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De fato, as religiões supersticiosas não produziram ética, nem paz, nem justiça social. Tampouco estabeleceram um convívio equilibrado com o meio ambiente natural. Elas deixaram de servir à evolução humana, e algo melhor do que elas está surgindo agora, gradualmente. O processo de nascimento da visão pós-dogmática e universalista do mundo deverá acelerar-se nos séculos 21 e 22. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NOTAS: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[1] “A Doutrina Secreta”, H.P. Blavatsky, Ed. Pensamento, edição em seis volumes, ver volume I, p. 77. Na edição original, “The Secret Doctrine”, H. P. Blavatsky, Theosophy Co., Los Angeles, 1982, volume I, p. 9. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[2] O texto “A Carta do Grande Mestre” pode ser localizado através da “Lista de Textos por Ordem Alfabética”, no website www.filosofiaesoterica.com. Para localizar o documento através da Lista de Textos por Autor, busque-se como autor “Um Mahatma dos Himalaias”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Dimensão Sutil da Crença em Deus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espíritos Anti-Evolutivos Animam as Crenças Religiosas Dogmáticas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A crença popular no Deus pessoal, vingativo, rancoroso e temível que é imaginado pelas igrejas e religiões convencionais constitui uma causa desnecessária de sofrimento humano, segundo alerta a Carta 88 das “Cartas dos Mahatmas”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A julgar pelas ações dos seus sacerdotes, este deus justifica mentir, matar e oprimir, sempre que tais crimes sejam feitos - pelo menos nominalmente - para maior glória dele próprio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, isso não é tudo. Não basta perceber apenas este mecanismo da credulidade dos povos. Um documento incluído em “Cartas dos Mahatmas” mostra um aspecto mais sutil, e amplamente desconhecido, do processo da crença em deus. Trata-se da Carta número 30, no volume I, que inclui uma mensagem colocada no papel por H.P. Blavatsky, sob ditado do mestre dela. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O texto ditado revela que os deuses das religiões dogmáticas são de fato energias sutis animadas por espíritos planetários anti-evolutivos, cuja função cármica é evitar que a Vitória da Sabedoria Universal no coração humano ocorra de modo prematuro. O Mestre designa tais espíritos planetários atrasados pelo nome de Ma-Mo Chohans. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na mesma Carta 30, o Mahatma explica por que motivo um Raja-Iogue não pode ajudar em sua caminhada a quem crê em superstições como “Deus” e “Deuses” no sentido dogmático. Tal crença destrói as possibilidades de uma afinidade magnética, porque fecha a aura do indivíduo para a expansão de consciência que constitui a substância do caminho espiritual. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diz a Carta 30: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A fé em Deuses ou em Deus e outras superstições atraem milhões de influências alheias, entidades vivas e poderosos agentes para perto das pessoas, e nos veríamos obrigados a usar algo mais que o exercício comum de poder para afastá-los. Nós decidimos não fazê-lo. Não consideramos necessário nem proveitoso perder o nosso tempo travando uma guerra com planetários [1] atrasados que se deliciam personificando deuses e, às vezes, personagens famosos que viveram na terra. Existem Dhyan-Chohans, e &#39;Chohans das Trevas&#39;, não o que eles chamam de diabos, mas &#39;Inteligências&#39; imperfeitas que nunca nasceram nesta ou em qualquer outra terra ou esfera, tanto quanto os &#39;Dhyan-Chohans&#39;, e que nunca farão parte dos &#39;construtores do Universo&#39;, as Inteligências Planetárias puras que presidem cada Manvantara, enquanto que os Chohans das Trevas presidem os Pralayas. Explique isso ao sr. Sinnett (EU NÃO POSSO) – diga-lhe que leia de novo o que disse a eles nas poucas coisas que expliquei ao sr. Hume, e que ele se lembre de que, assim como tudo neste universo é contraste (não posso traduzi-lo melhor) assim também a luz dos Dhyan Chohans e sua inteligência pura é contrastada pelos &#39;Ma-Mo Chohans&#39; – e sua inteligência destrutiva. Esses são os deuses que hindus, cristãos, maometanos e todos os demais integrantes de religiões e seitas intolerantes fanáticas adoram; e enquanto a sua influência se fizer sentir sobre os seus devotos, não nos ocorreria a idéia de associar-nos a eles nem de opor-nos a seu trabalho, do mesmo modo como em relação aos Gorros Vermelhos [2] na terra, cujos resultados maléficos tratamos de diminuir, mas com cujo trabalho não temos direito de imiscuir-nos, enquanto eles não se interpuserem em nosso caminho.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois desta mensagem ditada pelo raja-iogue, Helena Blavatsky prossegue na carta acrescentando uma explicação sua. Ela diz o seguinte (colocamos alguns termos explicativos entre colchetes, em itálico e sublinhados) : &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Aqui (...) [o Mestre] quer dizer que eles não têm o direito, nem o poder, de ir contra a natureza, ou contra aquele trabalho que foi destinado pela lei da natureza para cada tipo de seres ou coisas existentes. Os Irmãos [os Mahatmas] , por exemplo, podem (....) até certo grau reduzir o mal e aliviar o sofrimento: mas não podem destruir o mal. Do mesmo modo os Dhyan Chohans [espíritos planetários evolutivos, que trabalham pela libertação humana] não podem impedir o trabalho dos Mamo Chohans, pois a Lei destes é trevas, ignorância, destruição, etc., assim como a Lei dos primeiros é Luz, conhecimento e criação. Os Dhyans Chohans respondem a Buddh, Sabedoria Divina e Vida em conhecimento abençoado, e os Ma-mos são a corporificação na natureza de Shiva, Jeová e outros monstros inventados, que têm a ignorância como seguidora.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vemos assim que, de acordo com a filosofia esotérica, há de fato algo “real” que interage no plano sutil com as seitas religiosas cuja base é o dogmatismo e a crença ritualista. Este “algo” são espíritos planetários anti-evolutivos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A tarefa da teosofia - e a filosofia ocidental clássica sempre apontou no mesmo sentido - é libertar a humanidade do pensamento supersticioso que procura perpetuar a ignorância. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NOTAS: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[1] Isto é, espíritos planetários. (N. ed. bras.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[2] Seita asiática cujo trabalho é contrário à evolução espiritual. (N. ed. bras.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
000000000000000000000&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dependência Teológica Destrói Autoconfiança&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Crença Como Problema Pedagógico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um Mahatma explicou os motivos psicológicos pelos quais a crença supersticiosa em um Deus Monoteísta obstaculiza o aprendizado espiritual. Diz o Mestre: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Um sentimento constante de dependência abjeta a uma Divin­dade vista como a única fonte de poder faz com que um homem perca toda autoconfiança e o impulso para a atividade e a inicia­tiva. Tendo co­meçado por criar um pai e guia para si, ele se torna como um menino e permanece as­sim até a idade avançada, esperando ser conduzido pela mão tanto nos pequenos como nos grandes acon­tecimentos da vida. O ditado “Ajuda a ti mesmo e Deus te ajudará” é in­ter­pretado por ele de tal maneira que, quando um empreen­di­mento resulta de modo vantajoso, ele credita isso apenas a si mesmo; quando é um fracasso, ele atribui isto à vontade de seu Deus. (.....) Os pecados de vocês? O maior é atribuir a Deus a tarefa de libertá-los deles. Esta não é uma piedade meritória, mas uma debilidade egoísta e in­dolente. Ainda que a vaidade possa sussurrar o contrário, preste aten­ção apenas a seu bom senso.” [1] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou seja, enquanto houver crença em um deus monoteísta, não pode haver uma compreensão cabal de que o principal templo é nossa própria consciência, e que a grande divindade, invisível e impessoal, é Atma, o princípio universal presente neste Templo e também fora dele. Este princípio é imparcial. Ele não manipula os fatos. Ele não faz favores, nem não pode ser comprado ou subornado com homenagens, velas acesas, elogios, missas, cultos, orações, pedidos, novenas, procissões ou promessas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caminho da felicidade, vale, isso sim, o ensinamento do Jesus do Novo Testamento: o que se planta, se colhe. Vale a lei do carma, e não o suposto favor pessoal de deuses monoteístas imaginários. É deste modo que a humanidade cresce. Pode ser difícil desafiar e abandonar as ilusões: mas não há outro caminho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NOTA: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[1] “Cartas dos Mestres de Sabedoria”, Ed. Teosófica, Brasília, Primeira Série, Carta 43. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Raja Ioga Propõe a Auto-Libertação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Liberdade Resulta do Exercício da Responsabilidade Cármica&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A teosofia - assim como a Raja Ioga - propõe o caminho da autonomia do aprendiz. Os obstáculos que impedem a felicidade de cada indivíduo devem ser afastados do seu caminho por ele mesmo e por mérito próprio. Ele próprio criou os obstáculos, e, portanto, a tarefa de afastá-los pertence a ele. Este é o ensinamento da lei do carma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O processo pelo qual o indivíduo humano cria sempre a cada momento as circunstâncias do seu futuro passa pelo encadeamento constante dos pensamentos entre si, através de hábitos e padrões estabelecidos. Estes hábitos, porém, estão sujeitos à alteração através da força de vontade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um Mestre explica como se dá o mecanismo: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“....Cada pensamento do homem, ao ser produzido, passa ao mundo interno e se torna uma entidade ativa associando-se - amalgamando-se, poderíamos dizer - com um elemental, isto é, com uma das forças semi-inteligentes dos reinos. Ele sobrevive como inteligência ativa - uma criatura gerada pela mente - por um período mais curto ou mais longo, proporcionalmente à intensidade da ação cerebral que o gerou. Desse modo um bom pensamento é perpetuado como força ativa e benéfica, um mau pensamento como demônio maléfico. Assim, o homem está constantemente ocupando sua corrente no espaço com seu próprio mundo, um mundo povoado com a prole de suas fantasias, desejos, impulsos e paixões; uma corrente que reage sobre qualquer organização sensível ou nervosa que entre em contato com ela na proporção da sua intensidade dinâmica. A isto os budistas chamam ‘Skandha’. Os hindus lhe dão o nome de ‘Carma’. O adepto produz essas formas conscientemente; os outros homens as atiram fora inconscientemente.” [1] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NOTA: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[1] “Cartas dos Mahatmas”, Ed. Teosófica, Brasília, volume II, p. 343, Primeira Carta para A.O.Hume. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trocando Dogmas por Autoconfiança&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Combinando Independência Pessoal Com Compaixão Universal&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a teosofia original, o estudante deve combinar independência pessoal com solidariedade. Ele deve reunir em si auto-responsabilidade e compaixão universal. Nenhum mestre tem como função salvar o aprendiz dos seus próprios erros, ou das consequência dos seus erros no passado. A função do mestre é dar elementos para que o discípulo liberte a si próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos trechos a seguir, tirados de cartas dos Mestres, vemos os princípios pedagógicos seguidos pelos instrutores autênticos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* “... Você tem uma carta minha em que explico por que nós nunca guiamos nossos chelas (mesmo os mais avançados); nem os avisamos antecipadamente, mas deixamos que os efeitos produzidos pelas causas criadas por eles ensinem-lhes uma melhor experiência.” [1] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* “Você está pronta para fazer a sua parte no grande trabalho da filantropia? Você ofereceu-se para a Cruz Vermelha; mas, Irmã [2] , existem doenças e feridas da alma que não podem ser curadas pela arte de nenhum cirurgião. Irá auxiliar-nos a ensinar à humanidade que os doentes-da-alma devem curar-se a si próprios? Sua ação será sua resposta.” [3] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* “Todo ser humano contém dentro de si vastas potencialidades, e é dever dos adeptos rodear o possível chela com circunstâncias que o capacitarão para tomar o “caminho da direita” - se ele tiver a capacidade dentro de si. Não temos o direito de retirar a chance de um postulante, assim como não podemos guiá-lo e dirigi-lo pelo caminho correto. Na melhor das hipóteses, podemos apenas mostrar a ele - depois que seu período de provação terminou exitosamente - que se ele fizer isso irá bem; se fizer aquilo, irá mal. Mas até que ele haja passado por esse período, nós deixamos que ele trave suas batalhas do melhor modo que puder; e temos que fazer o mesmo ocasionalmente com chelas mais adiantados e iniciados, como H.P.B., uma vez que lhes é permitido trabalhar no mundo, o que todos nós evitamos mais ou menos. E além disso (.....) nós deixamos que nossos candidatos sejam tentados de mil maneiras diferentes, de modo que venha para fora a totalidade da sua natureza interna, e deixamos a esta a possibilidade de vencer de uma maneira ou de outra. (.....) Todos nós somos testados dessa maneira (.....).” [4] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao analisar certos erros cometidos por Helena Blavatsky, um Mestre escreve: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“De acordo com nossas regras, (....) [o Mestre de H.P.B.] não tinha permissão para proibi-la claramente de fazer tal coisa. Ela tinha que ter total e inteira liberdade de ação, a liberdade de criar causas que se transformariam com o tempo no seu carrasco, seu pelourinho público. Ele podia, no máximo, proibi-la de produzir fenômenos, e ele recorria a este último recurso tão freqüentemente quanto podia, para grande insatisfação dos amigos dela e dos teosofistas.” [5] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A independência é essencial para que haja um real aprendizado, segundo explica um Mahatma:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Você está completamente desinformado sobre o nosso sistema, e se eu pudesse torná-lo claro para você, haveria dez chances contra uma de que os seus “melhores sentimentos” - os sentimentos de um europeu - ficariam perturbados, ou algo pior, com uma disciplina tão “chocante”. O fato é que, até a última e suprema iniciação, todo chela - (e mesmo alguns adeptos) - é deixado com seus recursos e opinião próprios. Temos que enfrentar nossas próprias batalhas, e o adágio familiar - “o adepto faz a si mesmo, ninguém o faz” - é verdadeiro literalmente. Já que cada um de nós é o criador e produtor das causas que levam a este ou àquele resultado, temos que colher apenas aquilo que semeamos. Nossos chelas são ajudados apenas quando são inocentes das causas que os colocaram em dificuldades; quando tais causas são geradas por influências alheias, externas. A vida e a luta pelo adeptado seriam demasiado fáceis, se todos tivéssemos limpadores atrás de nós varrendo para longe os efeitos que geramos através da nossa imprudência e presunção. (.....) Assim, passo a passo, e depois de uma série de punições, o chela aprende pela amarga experiência a suprimir e guiar seus impulsos; ele perde sua imprudência, sua auto-suficiência, e nunca cai nos mesmos erros.” [6]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No discipulado, o aprendiz deve optar entre dois caminhos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Um chela em provação tem permissão para pensar e fazer o que quiser. Ele é advertido e informado previamente: ‘Você será tentado e enganado pelas aparências; dois caminhos se abrirão diante de você, os dois levando à meta que você está tentando alcançar; um, fácil, e este o levará mais rapidamente ao cumprimento das ordens que você pode receber; o outro, mais árduo, mais longo; um caminho cheio de pedras e espinhos que o farão pisar em falso mais de uma vez; e no final do qual você pode, talvez, chegar a um fracasso, depois de tudo, e ser incapaz de executar as ordens dadas para um pequeno trabalho particular - mas, enquanto este caminho fará com que as dificuldades enfrentadas por você devido a ele sejam todas contabilizadas a seu favor a longo prazo, o outro, o caminho fácil, só pode oferecer a você uma gratificação momentânea, uma realização fácil da tarefa’.” [7] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O princípio pedagógico e filosófico da “autonomia do aprendiz” - para citar a expressão criada pelo educador brasileiro Paulo Freire - pode demorar ainda algum tempo até ser absorvido na prática e substituir, finalmente, as crenças dogmáticas. Ele deve ser adaptado e aplicado gradualmente a cada situação humana. Todos os seres são aprendizes, e cada momento da vida traz uma ou mais lições, para quem tem olhos para ver. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o aprendizado consciente substituir finalmente os dogmas cegos, três axiomas fundamentais ficarão claros para o conjunto da humanidade:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I - “A alma do homem é imortal e o seu futuro é o de algo cujo crescimento e esplendor não têm limites”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II- “O princípio que dá a vida mora em nós e fora de nós; é imortal e eternamente benéfico; não é ouvido, nem visto, nem apreendido pelo olfato, mas pode ser percebido pelo homem desejoso de o perceber”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III - “Cada homem é o seu absoluto legislador, o dispensador da glória ou das trevas para si próprio; é o decretador de sua vida, recompensa e punição.” [8] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NOTAS:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[1] “Cartas dos Mahatmas”, Ed. Teosófica, Carta 95, vol. II, p. 151 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[2] Na edição brasileira, vemos a palavra “Filha”. Porém vale o original em inglês, em que temos “Irmã”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[3] “Cartas dos Mestres de Sabedoria”, Ed. Teosófica, Carta 72, segunda série, p. 248.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[4] “Cartas dos Mahatmas”, Carta 92, vol. II, pp. 97-98.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[5] “Cartas dos Mahatmas”, Carta 92, vol. II, pp. 92-93.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[6] “Cartas dos Mahatmas”, Carta 92, vol. II, p. 90-91. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[7] “Cartas dos Mahatmas”, Carta 74, vol. I. p. 343. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[8] “Luz no Caminho”, M. Collins, Ed. Pensamento, SP, p. 27.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://delumar.blogspot.com/feeds/7564578124185722199/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/04/do-monoteismo-para-o-universalismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/7564578124185722199'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/7564578124185722199'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/04/do-monoteismo-para-o-universalismo.html' title='DO MONOTEÍSMO PARA O UNIVERSALISMO'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg7tuuFuTlGLdR0hn0J1D_nzwYc9EorMeDwdtd5zvG9YsDg1QO9qtdDdeN5yv5wxkRNgALJBRacCaLSSEgJfFGqtm95_vBRVujUmJXmPj8FccuVbVhktqzWGISJ4WeK8TzTAgnpUNbl2iU/s72-c/Teosofia.gif" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8626129489293776221.post-512443457073449150</id><published>2010-04-02T12:22:00.000-03:00</published><updated>2010-04-02T12:22:45.144-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Teosofia"/><title type='text'>A TEOSOFIA E A CRENÇA EM DEUS</title><content type='html'>Um Informe Especial Sobre o Monoteísmo &lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1escSDp7bvwHVs-SpqEurZxJcpZ8oHFc_YWqApgCH6cls7Ci9bnKTa_YHBfuWxhdGUCNFdS6ke_gWAt4O4keiGkduM4wB4OinT0hHuM-Pb51iLRbxUxK-93qR1raXmD6mG7w8up85eZE/s1600/a.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;73&quot; nt=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1escSDp7bvwHVs-SpqEurZxJcpZ8oHFc_YWqApgCH6cls7Ci9bnKTa_YHBfuWxhdGUCNFdS6ke_gWAt4O4keiGkduM4wB4OinT0hHuM-Pb51iLRbxUxK-93qR1raXmD6mG7w8up85eZE/s200/a.gif&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os textos a seguir reproduzem a edição &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
especial de “O Teosofista” de fevereiro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de 2010, dedicada a examinar o processo &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pelo qual a crença em um deus monoteísta &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e a religiosidade dogmática devem dar &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
lugar, hoje, a uma pedagogia espiritual &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
baseada na independência solidária. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Raja Ioga Trabalha com o Conceito de Lei Universal &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sábios Orientais Não Conhecem Deus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Seus Discípulos Devem Avançar Com Independência &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um Estudante de Teosofia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“..... Nós negamos Deus como filósofos e como budistas.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[Da Carta 88 de “Cartas dos Mahatmas”, Ed. Teosófica, Vol. II, p. 54]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um número crescente de pessoas examina hoje a origem e a história da noção de Deus, e compreende que os deuses Criadores e Salvadores das diferentes religiões populares foram, sempre, inventados pelos próprios seres humanos. &lt;br /&gt;
A credulidade religiosa dos povos não sustenta só as ilusões teológicas e as castas sacerdotais. Ela também justifica e legitima a guerra, o terror, o armamentismo, a escravização das mentes e outras formas de desrespeito à vida. O que está em jogo, pois, não é um mero debate teórico entre os seguidores desta ou daquela tese, mas o futuro da atual civilização. A violência no Afeganistão, no Paquistão, no Oriente Médio e ao redor do mundo não é obra do acaso. O ódio entre povos e religiões tem um fundo cultural, e resulta de uma visão teológica e monoteísta do mundo. &lt;br /&gt;
A violência e até a proliferação nuclear feitas em nome de Deus estão na pauta das reuniões da ONU. Elas também são discutidas diariamente nos meios de comunicação. Mas a agressão que surge da fé em deus nem sempre chega ao nível político-militar. Ela pode ser mais sutil, como quando promove, por exemplo, a dominação mental e a cegueira voluntária de milhões de pessoas. &lt;br /&gt;
A força atual da credulidade supersticiosa resulta da pouca popularização, durante o século 20, da filosofia esotérica oriental e das diversas filosofias universalistas. Isso torna mais difícil, e mais importante, o desafio da primeira metade do século 21. &lt;br /&gt;
A crise global de hoje deve ser olhada de frente. Ela é ao mesmo tempo ética, geológica, financeira, política, espiritual, e, potencialmente, militar-nuclear. Nesta situação, a iniciativa positiva deveria vir dos países cristãos. O cristianismo lidera a civilização. Há milhões de cristãos sinceros. Os cidadãos ocidentais deveriam ser os primeiros a romper com as antigas superstições forjadas durante a idade média. Eles deveriam resgatar por iniciativa própria aquela ética universal que permite ver além dos dogmas e que nos capacita para reconhecer como irmãos todos os povos. Abandonando as superstições, os cidadãos de todo o mundo perceberão a unidade interdisciplinar que permeia as diferentes culturas, religiões e filosofias, e também poderão ver as imperfeições de cada uma delas. Abrir espaço para esta nova visão das coisas é uma tarefa prática. &lt;br /&gt;
Como parte da reflexão a este respeito, transcrevemos a seguir cinco trechos de um dos documentos mais extraordinários da filosofia esotérica de todos os tempos. Escrito em 1882, o texto está publicado como Carta 88 na coletânea de “Cartas dos Mahatmas”. Nele, um Raja Iogue explica a posição da filosofia esotérica diante da questão de Deus.[1] Diz o Mestre:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Causas e Efeitos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Nem a nossa filosofia, nem nós próprios acreditamos em um Deus, e muito menos em um Deus cujo pronome necessita uma inicial maiúscula. Nossa filosofia se encaixa na definição de Hobbes. Ela é preeminentemente a ciência dos efeitos pelas causas e das causas por seus efeitos, e já que ela é também a ciência das coisas surgidas do primeiro princípio, segundo a definição de Bacon, antes de admitir qualquer primeiro princípio devemos conhecê-lo, sem o que não temos o direito de admitir nem mesmo sua possibilidade.” (páginas 53-54) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) A Verdade Sem Meios-Termos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Nossa doutrina não conhece meios-termos. Ela afirma ou nega, porque só ensina aquilo que sabe que é a verdade. Portanto, nós negamos Deus como filósofos e como budistas. Sabemos que há vidas planetárias e outras vidas espirituais, e sabemos que em nosso sistema solar não existe coisa tal como Deus, seja pessoal ou impessoal. Parabrahm não é um Deus, mas a lei absoluta imutável, e Ishwar é o efeito de Avidya e Maya, ignorância baseada na grande ilusão. A palavra ‘Deus’ foi inventada para designar a causa desconhecida daqueles efeitos que o homem tem admirado ou temido sem entender, e já que nós alegamos e somos capazes de comprovar o que alegamos - isto é, que conhecemos aquela causa e outras causas - temos condições de sustentar que não há Deus ou Deuses atrás daqueles efeitos.” (página 54) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) Deus é um Bicho-Papão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A idéia de Deus não é uma noção inata, mas adquirida, e nós só temos uma coisa em comum com as teologias - nós revelamos o infinito. Mas enquanto atribuímos causas materiais, naturais, sensíveis e conhecidas (por nós, pelo menos) a todos os fenômenos que procedem do espaço, da duração e do movimento infinitos e ilimitados, os teístas atribuem a eles causas espirituais, sobre-naturais, ininteligíveis e desconhecidas. O Deus dos teólogos é simplesmente um poder imaginário, un loup garou [bicho-papão] na expressão de d’Holbach - um poder que até agora nunca se manifestou. Nossa principal meta é libertar a humanidade deste pesadelo, ensinar ao homem a virtude pelo bem da virtude, e ensiná-lo a caminhar pela vida confiando em si mesmo, ao invés de depender de uma muleta teológica que por eras incontáveis foi a causa direta de quase toda a miséria humana.” (páginas 54-55)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4) A Vida Una Inclui o Mundo Material. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Podemos ser chamados de panteístas - de agnósticos, NUNCA. Se as pessoas estiverem dispostas a aceitar e a ver como Deus nossa VIDA UNA, imutável e inconsciente em sua eternidade, poderão fazê-lo e assim manter mais um gigantesco equívoco de denominação. Mas então terão de dizer como Spinoza que não há e não podemos conceber qualquer outra substância além de Deus, conforme aquele famoso e infeliz filósofo [2] diz em sua décima-quarta proposição: “praeter Deum neque dari neque concipi potest substantia” - e assim tornarem-se panteístas... Quem, exceto um teólogo formado no mistério e no mais absurdo sobrenaturalismo pode imaginar um ser auto-existente, necessariamente infinito e onipresente, fora do universo manifestado que não tem fronteiras? A palavra infinito é apenas uma negativa que exclui a idéia de limites. É evidente que um ser independente e onipresente não pode estar limitado por nada que seja externo a ele; que não pode haver nada externo a ele - nem mesmo um vácuo; portanto, onde haverá espaço para a matéria? Para aquele universo manifestado, mesmo que este último seja limitado? Se perguntarmos aos teístas se o Deus deles é vácuo, espaço ou matéria, eles responderão que não. E no entanto eles sustentam que o Deus deles penetra a matéria embora ele próprio não seja matéria. Quando nós falamos da nossa Vida Una, também dizemos que ela não só penetra, mas é a essência de cada átomo de matéria; e que, portanto, ela não apenas tem correspondência com a matéria mas possui também todas as suas propriedades, etc. - conseqüentemente, é material, é a própria matéria.” (página 55) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;5) Crença em Deus Produz Sofrimento Desnecessário. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“....Direi a você qual é a maior, a principal causa de cerca de dois terços dos males que perseguem a humanidade desde que esta causa se tornou um poder. É a casta sacerdotal, o clero e as igrejas; é nestas ilusões que o homem vê como sagradas, que ele deve procurar a fonte daquele sem-número de males, que é a grande maldição da humanidade e que quase domina totalmente o gênero humano. A ignorância criou os Deuses e a astúcia aproveitou a oportunidade. Veja a Índia, veja a Cristandade, o Islamismo, o Judaísmo e o fetichismo. Foi a impostura dos cleros que fez com que estes Deuses passassem a ser tão terríveis para o homem; é a religião que o transforma no beato egoísta, no fanático que odeia toda a humanidade fora da sua própria seita, sem torná-lo em nada melhor ou mais moral por isso. É a crença em Deus e nos Deuses que faz de dois terços da humanidade escravos de um punhado daqueles que os enganam com o falso pretexto de salvá-los. O homem não está sempre pronto a cometer qualquer tipo de maldade se lhe disserem que seu Deus ou Deuses exigem o crime – vítima voluntária de um Deus ilusório, escravo abjeto de seus ministros astuciosos? Os camponeses irlandeses, italianos e eslavos passarão fome, e verão suas famílias famintas e sem roupa, para alimentar e vestir seu padre e seu papa. Durante dois mil anos a Índia gemeu sob o peso das castas, com os brâmanes engordando só a si mesmos com o melhor da terra, e hoje os seguidores de Cristo e os de Maomé estão cortando as gargantas uns dos outros em nome – e para maior glória – dos seus respectivos mitos. Lembre que a soma da miséria humana nunca será diminuída até aquele dia em que a parte melhor da humanidade destruir, em nome da Verdade, da moralidade e da caridade universal, os altares dos seus falsos deuses.” (páginas 61-62)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NOTAS: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[1] “Cartas dos Mahatmas Para A. P. Sinnett”, Editora Teosófica, Brasília, 2001, edição em dois volumes, ver volume II, Carta 88. Os números das páginas são indicados entre parênteses ao final de cada trecho. A íntegra da Carta 88 está publicada em www.filosofiaesoterica.com sob o título “Deus Pessoal ou Lei Universal?”, e pode ser facilmente localizada no website através da Lista de Textos por Ordem Alfabética. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[2] Benedictus de Spinoza foi perseguido por suas idéias filosóficas mesmo na Holanda do século 17, conhecida por seu clima de liberdade religiosa. Sua principal obra, “Ética”, não pôde ser publicada enquanto ele viveu. Foi acusado de ateísmo e considerado um herege pela comunidade judaica. A décima-quarta proposição mencionada a seguir pelo Mestre pertence à parte I, “De Deus”, do seu famoso tratado sobre a Ética (publicado no Brasil pela Ed. Ediouro). (Nota da edição brasileira de “Cartas dos Mahatmas”)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Superstição Monoteísta Tornou-se Anacrônica &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do Monoteísmo para o Universalismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Século 21 Pode Trazer a Fraternidade Planetária&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por toda parte e desde a mais remota antiguidade, o homem criou Deus à sua própria imagem e semelhança, e não o contrário. As ideologias monoteístas fortalecem a intolerância. Desde que elas passaram a dominar, não têm faltado tentativas de assegurar-se a posse exclusiva do mundo divino por parte de diferentes povos, cujos deuses, convenientemente, autorizam a matar e a maltratar sem dó nem piedade os “infiéis”, os “hereges” e os “descrentes”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O deus dos cristãos seria, supostamente, “o único existente”. Esta pretensão pouco modesta justificou o desrespeito e a perseguição não só dos judeus, mas dos povos indígenas das Américas, da África e da Ásia. Na verdade o deus dos cristãos é uma cópia e uma versão romanizada do deus judaico, que, por sua vez, também é supostamente “único”, tenha sido tomado e adaptado de povos e tribos ainda mais antigos. Ao invés de agradecer aos hebreus por tomar-lhes emprestado o seu Deus e a sua escritura, os cristãos perseguiram os seguidores de Jeová durante quase dois mil anos. Tentaram eliminá-los como povo e como cultura, pela intimidação, pela assimilação forçada, e pela violência física. Talvez por isso Adolf Hitler nunca tenha sido excomungado, e nem sequer criticado pelo Papa, antes da sua derrota militar. Na área do desrespeito aos direitos humanos, Adolf Hitler e os papas tinham muito em comum. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O deus muçulmano é uma criação mais recente que a divindade monoteísta cristã. Ele também é apresentado como o único deus que existe, mas, na prática, ele é um irmão mais jovem do deus que hoje é controlado - em suas diversas versões - pelas igrejas católicas, ortodoxas, protestantes e luteranas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A verdade é que, desde a mais remota antiguidade, cada povo tem produzido sempre os seus mitos simbólicos e divinos com base na mitologia herdada de povos mais antigos. Helena P. Blavatsky escreveu em “A Doutrina Secreta”: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Não é o Uno Desconhecido e sempre presente Deus na Natureza, ou Natureza in abscondito, que é rejeitado, mas o Deus do dogma humano e a sua “Palavra” humanizada. Com sua infinita presunção e seu orgulho e vaidade inerentes, o homem criou ele próprio o seu Deus com sua mão sacrílega a partir dos materiais que encontrou em sua pequena estrutura cerebral, e o impôs à humanidade como se fosse uma revelação direta do ESPAÇO uno e não revelado.” [1]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A “Carta do Grande Mestre” - também conhecida na literatura esotérica como “Carta do Chohan” - descreve o programa de ação de longo prazo do movimento teosófico. Ali podemos ler a seguinte profecia, cujo cumprimento deverá ocorrer com ajuda ativa do movimento esotérico autêntico:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“As doutrinas fundamentais de todas as re­ligiões se comprovarão idênticas em seu significado esotérico, uma vez que sejam desagrilhoadas e libertadas do peso morto representado pelas interpre­ta­ções dogmáticas, dos nomes pessoais, das concepções antropo­mórfi­cas e dos sacerdotes assalariados. Osíris, Krishna, Buda e Cristo serão apre­sentados como no­mes diferentes de uma mesma estrada real para a bem-aventurança fi­nal, o Nirvana.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E a carta do Chohan prossegue: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“O Cristianismo místico, isto é, aquele Cristianismo que ensina a autolibertação através do nosso próprio sétimo princípio - o Para-Atma (Augoeides) libertado, chamado por alguns de Cristo, por outros, de Buda, e equivalente à regeneração ou renasci­mento em espíri­to - será visto como exatamente a mesma ver­dade do Nirvana do Bu­dismo. To­dos nós temos de nos livrar de nosso próprio Ego, o ser ilusório e apa­rente, a fim de reconhecer nosso verdadeiro ser em uma vida divina trans­cendental. Mas, se não formos egoís­tas, devemos esforçar-nos e fazer com que outras pessoas ve­jam essa verdade, e reconheçam a reali­dade desse ser trans­cen­dental, o Buda, Cristo ou Deus de cada prega­dor. Esta é a razão por que mesmo o Budismo exotérico é o caminho mais seguro para conduzir os homens em direção à única verdade esoté­rica. Do modo como se encontra o mundo agora, seja cristão, mu­çulmano ou pa­gão, a justiça é desconsiderada, enquanto a honra e a piedade são atiradas ao vento.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais adiante, o documento afirma:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“O mundo em geral, e especialmente a cristandade, abandona­do por dois mil anos ao regime de um Deus pes­soal, bem como a seus sistemas políticos e sociais baseados nessa idéia, provou agora ser um fracasso.” [2] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De fato, as religiões supersticiosas não produziram ética, nem paz, nem justiça social. Tampouco estabeleceram um convívio equilibrado com o meio ambiente natural. Elas deixaram de servir à evolução humana, e algo melhor do que elas está surgindo agora, gradualmente. O processo de nascimento da visão pós-dogmática e universalista do mundo deverá acelerar-se nos séculos 21 e 22. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NOTAS: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[1] “A Doutrina Secreta”, H.P. Blavatsky, Ed. Pensamento, edição em seis volumes, ver volume I, p. 77. Na edição original, “The Secret Doctrine”, H. P. Blavatsky, Theosophy Co., Los Angeles, 1982, volume I, p. 9. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[2] O texto “A Carta do Grande Mestre” pode ser localizado através da “Lista de Textos por Ordem Alfabética”, no website www.filosofiaesoterica.com. Para localizar o documento através da Lista de Textos por Autor, busque-se como autor “Um Mahatma dos Himalaias”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Dimensão Sutil da Crença em Deus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espíritos Anti-Evolutivos Animam as Crenças Religiosas Dogmáticas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A crença popular no Deus pessoal, vingativo, rancoroso e temível que é imaginado pelas igrejas e religiões convencionais constitui uma causa desnecessária de sofrimento humano, segundo alerta a Carta 88 das “Cartas dos Mahatmas”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A julgar pelas ações dos seus sacerdotes, este deus justifica mentir, matar e oprimir, sempre que tais crimes sejam feitos - pelo menos nominalmente - para maior glória dele próprio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, isso não é tudo. Não basta perceber apenas este mecanismo da credulidade dos povos. Um documento incluído em “Cartas dos Mahatmas” mostra um aspecto mais sutil, e amplamente desconhecido, do processo da crença em deus. Trata-se da Carta número 30, no volume I, que inclui uma mensagem colocada no papel por H.P. Blavatsky, sob ditado do mestre dela. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O texto ditado revela que os deuses das religiões dogmáticas são de fato energias sutis animadas por espíritos planetários anti-evolutivos, cuja função cármica é evitar que a Vitória da Sabedoria Universal no coração humano ocorra de modo prematuro. O Mestre designa tais espíritos planetários atrasados pelo nome de Ma-Mo Chohans. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na mesma Carta 30, o Mahatma explica por que motivo um Raja-Iogue não pode ajudar em sua caminhada a quem crê em superstições como “Deus” e “Deuses” no sentido dogmático. Tal crença destrói as possibilidades de uma afinidade magnética, porque fecha a aura do indivíduo para a expansão de consciência que constitui a substância do caminho espiritual. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diz a Carta 30: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A fé em Deuses ou em Deus e outras superstições atraem milhões de influências alheias, entidades vivas e poderosos agentes para perto das pessoas, e nos veríamos obrigados a usar algo mais que o exercício comum de poder para afastá-los. Nós decidimos não fazê-lo. Não consideramos necessário nem proveitoso perder o nosso tempo travando uma guerra com planetários [1] atrasados que se deliciam personificando deuses e, às vezes, personagens famosos que viveram na terra. Existem Dhyan-Chohans, e &#39;Chohans das Trevas&#39;, não o que eles chamam de diabos, mas &#39;Inteligências&#39; imperfeitas que nunca nasceram nesta ou em qualquer outra terra ou esfera, tanto quanto os &#39;Dhyan-Chohans&#39;, e que nunca farão parte dos &#39;construtores do Universo&#39;, as Inteligências Planetárias puras que presidem cada Manvantara, enquanto que os Chohans das Trevas presidem os Pralayas. Explique isso ao sr. Sinnett (EU NÃO POSSO) – diga-lhe que leia de novo o que disse a eles nas poucas coisas que expliquei ao sr. Hume, e que ele se lembre de que, assim como tudo neste universo é contraste (não posso traduzi-lo melhor) assim também a luz dos Dhyan Chohans e sua inteligência pura é contrastada pelos &#39;Ma-Mo Chohans&#39; – e sua inteligência destrutiva. Esses são os deuses que hindus, cristãos, maometanos e todos os demais integrantes de religiões e seitas intolerantes fanáticas adoram; e enquanto a sua influência se fizer sentir sobre os seus devotos, não nos ocorreria a idéia de associar-nos a eles nem de opor-nos a seu trabalho, do mesmo modo como em relação aos Gorros Vermelhos [2] na terra, cujos resultados maléficos tratamos de diminuir, mas com cujo trabalho não temos direito de imiscuir-nos, enquanto eles não se interpuserem em nosso caminho.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois desta mensagem ditada pelo raja-iogue, Helena Blavatsky prossegue na carta acrescentando uma explicação sua. Ela diz o seguinte (colocamos alguns termos explicativos entre colchetes, em itálico e sublinhados) : &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Aqui (...) [o Mestre] quer dizer que eles não têm o direito, nem o poder, de ir contra a natureza, ou contra aquele trabalho que foi destinado pela lei da natureza para cada tipo de seres ou coisas existentes. Os Irmãos [os Mahatmas] , por exemplo, podem (....) até certo grau reduzir o mal e aliviar o sofrimento: mas não podem destruir o mal. Do mesmo modo os Dhyan Chohans [espíritos planetários evolutivos, que trabalham pela libertação humana] não podem impedir o trabalho dos Mamo Chohans, pois a Lei destes é trevas, ignorância, destruição, etc., assim como a Lei dos primeiros é Luz, conhecimento e criação. Os Dhyans Chohans respondem a Buddh, Sabedoria Divina e Vida em conhecimento abençoado, e os Ma-mos são a corporificação na natureza de Shiva, Jeová e outros monstros inventados, que têm a ignorância como seguidora.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vemos assim que, de acordo com a filosofia esotérica, há de fato algo “real” que interage no plano sutil com as seitas religiosas cuja base é o dogmatismo e a crença ritualista. Este “algo” são espíritos planetários anti-evolutivos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A tarefa da teosofia - e a filosofia ocidental clássica sempre apontou no mesmo sentido - é libertar a humanidade do pensamento supersticioso que procura perpetuar a ignorância. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NOTAS: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[1] Isto é, espíritos planetários. (N. ed. bras.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[2] Seita asiática cujo trabalho é contrário à evolução espiritual. (N. ed. bras.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
000000000000000000000&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dependência Teológica Destrói Autoconfiança&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Crença Como Problema Pedagógico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um Mahatma explicou os motivos psicológicos pelos quais a crença supersticiosa em um Deus Monoteísta obstaculiza o aprendizado espiritual. Diz o Mestre: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Um sentimento constante de dependência abjeta a uma Divin­dade vista como a única fonte de poder faz com que um homem perca toda autoconfiança e o impulso para a atividade e a inicia­tiva. Tendo co­meçado por criar um pai e guia para si, ele se torna como um menino e permanece as­sim até a idade avançada, esperando ser conduzido pela mão tanto nos pequenos como nos grandes acon­tecimentos da vida. O ditado “Ajuda a ti mesmo e Deus te ajudará” é in­ter­pretado por ele de tal maneira que, quando um empreen­di­mento resulta de modo vantajoso, ele credita isso apenas a si mesmo; quando é um fracasso, ele atribui isto à vontade de seu Deus. (.....) Os pecados de vocês? O maior é atribuir a Deus a tarefa de libertá-los deles. Esta não é uma piedade meritória, mas uma debilidade egoísta e in­dolente. Ainda que a vaidade possa sussurrar o contrário, preste aten­ção apenas a seu bom senso.” [1] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou seja, enquanto houver crença em um deus monoteísta, não pode haver uma compreensão cabal de que o principal templo é nossa própria consciência, e que a grande divindade, invisível e impessoal, é Atma, o princípio universal presente neste Templo e também fora dele. Este princípio é imparcial. Ele não manipula os fatos. Ele não faz favores, nem não pode ser comprado ou subornado com homenagens, velas acesas, elogios, missas, cultos, orações, pedidos, novenas, procissões ou promessas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caminho da felicidade, vale, isso sim, o ensinamento do Jesus do Novo Testamento: o que se planta, se colhe. Vale a lei do carma, e não o suposto favor pessoal de deuses monoteístas imaginários. É deste modo que a humanidade cresce. Pode ser difícil desafiar e abandonar as ilusões: mas não há outro caminho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NOTA: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[1] “Cartas dos Mestres de Sabedoria”, Ed. Teosófica, Brasília, Primeira Série, Carta 43. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Raja Ioga Propõe a Auto-Libertação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Liberdade Resulta do Exercício da Responsabilidade Cármica&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A teosofia - assim como a Raja Ioga - propõe o caminho da autonomia do aprendiz. Os obstáculos que impedem a felicidade de cada indivíduo devem ser afastados do seu caminho por ele mesmo e por mérito próprio. Ele próprio criou os obstáculos, e, portanto, a tarefa de afastá-los pertence a ele. Este é o ensinamento da lei do carma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O processo pelo qual o indivíduo humano cria sempre a cada momento as circunstâncias do seu futuro passa pelo encadeamento constante dos pensamentos entre si, através de hábitos e padrões estabelecidos. Estes hábitos, porém, estão sujeitos à alteração através da força de vontade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um Mestre explica como se dá o mecanismo: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“....Cada pensamento do homem, ao ser produzido, passa ao mundo interno e se torna uma entidade ativa associando-se - amalgamando-se, poderíamos dizer - com um elemental, isto é, com uma das forças semi-inteligentes dos reinos. Ele sobrevive como inteligência ativa - uma criatura gerada pela mente - por um período mais curto ou mais longo, proporcionalmente à intensidade da ação cerebral que o gerou. Desse modo um bom pensamento é perpetuado como força ativa e benéfica, um mau pensamento como demônio maléfico. Assim, o homem está constantemente ocupando sua corrente no espaço com seu próprio mundo, um mundo povoado com a prole de suas fantasias, desejos, impulsos e paixões; uma corrente que reage sobre qualquer organização sensível ou nervosa que entre em contato com ela na proporção da sua intensidade dinâmica. A isto os budistas chamam ‘Skandha’. Os hindus lhe dão o nome de ‘Carma’. O adepto produz essas formas conscientemente; os outros homens as atiram fora inconscientemente.” [1] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NOTA: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[1] “Cartas dos Mahatmas”, Ed. Teosófica, Brasília, volume II, p. 343, Primeira Carta para A.O.Hume. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trocando Dogmas por Autoconfiança&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Combinando Independência Pessoal Com Compaixão Universal&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a teosofia original, o estudante deve combinar independência pessoal com solidariedade. Ele deve reunir em si auto-responsabilidade e compaixão universal. Nenhum mestre tem como função salvar o aprendiz dos seus próprios erros, ou das consequência dos seus erros no passado. A função do mestre é dar elementos para que o discípulo liberte a si próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos trechos a seguir, tirados de cartas dos Mestres, vemos os princípios pedagógicos seguidos pelos instrutores autênticos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* “... Você tem uma carta minha em que explico por que nós nunca guiamos nossos chelas (mesmo os mais avançados); nem os avisamos antecipadamente, mas deixamos que os efeitos produzidos pelas causas criadas por eles ensinem-lhes uma melhor experiência.” [1] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* “Você está pronta para fazer a sua parte no grande trabalho da filantropia? Você ofereceu-se para a Cruz Vermelha; mas, Irmã [2] , existem doenças e feridas da alma que não podem ser curadas pela arte de nenhum cirurgião. Irá auxiliar-nos a ensinar à humanidade que os doentes-da-alma devem curar-se a si próprios? Sua ação será sua resposta.” [3] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* “Todo ser humano contém dentro de si vastas potencialidades, e é dever dos adeptos rodear o possível chela com circunstâncias que o capacitarão para tomar o “caminho da direita” - se ele tiver a capacidade dentro de si. Não temos o direito de retirar a chance de um postulante, assim como não podemos guiá-lo e dirigi-lo pelo caminho correto. Na melhor das hipóteses, podemos apenas mostrar a ele - depois que seu período de provação terminou exitosamente - que se ele fizer isso irá bem; se fizer aquilo, irá mal. Mas até que ele haja passado por esse período, nós deixamos que ele trave suas batalhas do melhor modo que puder; e temos que fazer o mesmo ocasionalmente com chelas mais adiantados e iniciados, como H.P.B., uma vez que lhes é permitido trabalhar no mundo, o que todos nós evitamos mais ou menos. E além disso (.....) nós deixamos que nossos candidatos sejam tentados de mil maneiras diferentes, de modo que venha para fora a totalidade da sua natureza interna, e deixamos a esta a possibilidade de vencer de uma maneira ou de outra. (.....) Todos nós somos testados dessa maneira (.....).” [4] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao analisar certos erros cometidos por Helena Blavatsky, um Mestre escreve: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“De acordo com nossas regras, (....) [o Mestre de H.P.B.] não tinha permissão para proibi-la claramente de fazer tal coisa. Ela tinha que ter total e inteira liberdade de ação, a liberdade de criar causas que se transformariam com o tempo no seu carrasco, seu pelourinho público. Ele podia, no máximo, proibi-la de produzir fenômenos, e ele recorria a este último recurso tão freqüentemente quanto podia, para grande insatisfação dos amigos dela e dos teosofistas.” [5] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A independência é essencial para que haja um real aprendizado, segundo explica um Mahatma:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Você está completamente desinformado sobre o nosso sistema, e se eu pudesse torná-lo claro para você, haveria dez chances contra uma de que os seus “melhores sentimentos” - os sentimentos de um europeu - ficariam perturbados, ou algo pior, com uma disciplina tão “chocante”. O fato é que, até a última e suprema iniciação, todo chela - (e mesmo alguns adeptos) - é deixado com seus recursos e opinião próprios. Temos que enfrentar nossas próprias batalhas, e o adágio familiar - “o adepto faz a si mesmo, ninguém o faz” - é verdadeiro literalmente. Já que cada um de nós é o criador e produtor das causas que levam a este ou àquele resultado, temos que colher apenas aquilo que semeamos. Nossos chelas são ajudados apenas quando são inocentes das causas que os colocaram em dificuldades; quando tais causas são geradas por influências alheias, externas. A vida e a luta pelo adeptado seriam demasiado fáceis, se todos tivéssemos limpadores atrás de nós varrendo para longe os efeitos que geramos através da nossa imprudência e presunção. (.....) Assim, passo a passo, e depois de uma série de punições, o chela aprende pela amarga experiência a suprimir e guiar seus impulsos; ele perde sua imprudência, sua auto-suficiência, e nunca cai nos mesmos erros.” [6]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No discipulado, o aprendiz deve optar entre dois caminhos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Um chela em provação tem permissão para pensar e fazer o que quiser. Ele é advertido e informado previamente: ‘Você será tentado e enganado pelas aparências; dois caminhos se abrirão diante de você, os dois levando à meta que você está tentando alcançar; um, fácil, e este o levará mais rapidamente ao cumprimento das ordens que você pode receber; o outro, mais árduo, mais longo; um caminho cheio de pedras e espinhos que o farão pisar em falso mais de uma vez; e no final do qual você pode, talvez, chegar a um fracasso, depois de tudo, e ser incapaz de executar as ordens dadas para um pequeno trabalho particular - mas, enquanto este caminho fará com que as dificuldades enfrentadas por você devido a ele sejam todas contabilizadas a seu favor a longo prazo, o outro, o caminho fácil, só pode oferecer a você uma gratificação momentânea, uma realização fácil da tarefa’.” [7] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O princípio pedagógico e filosófico da “autonomia do aprendiz” - para citar a expressão criada pelo educador brasileiro Paulo Freire - pode demorar ainda algum tempo até ser absorvido na prática e substituir, finalmente, as crenças dogmáticas. Ele deve ser adaptado e aplicado gradualmente a cada situação humana. Todos os seres são aprendizes, e cada momento da vida traz uma ou mais lições, para quem tem olhos para ver. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o aprendizado consciente substituir finalmente os dogmas cegos, três axiomas fundamentais ficarão claros para o conjunto da humanidade:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I - “A alma do homem é imortal e o seu futuro é o de algo cujo crescimento e esplendor não têm limites”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II- “O princípio que dá a vida mora em nós e fora de nós; é imortal e eternamente benéfico; não é ouvido, nem visto, nem apreendido pelo olfato, mas pode ser percebido pelo homem desejoso de o perceber”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III - “Cada homem é o seu absoluto legislador, o dispensador da glória ou das trevas para si próprio; é o decretador de sua vida, recompensa e punição.” [8] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NOTAS:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[1] “Cartas dos Mahatmas”, Ed. Teosófica, Carta 95, vol. II, p. 151 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[2] Na edição brasileira, vemos a palavra “Filha”. Porém vale o original em inglês, em que temos “Irmã”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[3] “Cartas dos Mestres de Sabedoria”, Ed. Teosófica, Carta 72, segunda série, p. 248.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[4] “Cartas dos Mahatmas”, Carta 92, vol. II, pp. 97-98.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[5] “Cartas dos Mahatmas”, Carta 92, vol. II, pp. 92-93.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[6] “Cartas dos Mahatmas”, Carta 92, vol. II, p. 90-91. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[7] “Cartas dos Mahatmas”, Carta 74, vol. I. p. 343. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[8] “Luz no Caminho”, M. Collins, Ed. Pensamento, SP, p. 27.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://delumar.blogspot.com/feeds/512443457073449150/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/04/teosofia-e-crenca-em-deus.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/512443457073449150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/512443457073449150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/04/teosofia-e-crenca-em-deus.html' title='A TEOSOFIA E A CRENÇA EM DEUS'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1escSDp7bvwHVs-SpqEurZxJcpZ8oHFc_YWqApgCH6cls7Ci9bnKTa_YHBfuWxhdGUCNFdS6ke_gWAt4O4keiGkduM4wB4OinT0hHuM-Pb51iLRbxUxK-93qR1raXmD6mG7w8up85eZE/s72-c/a.gif" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8626129489293776221.post-2274632707881472093</id><published>2010-03-29T10:49:00.001-03:00</published><updated>2011-10-30T15:23:49.041-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religião"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Teosofia"/><title type='text'>O Futuro do Cristianismo</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
O Futuro do Cristianismo &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma Carta Aberta ao Arcebispo de Cantuária &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena P. Blavatsky &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjbn12Wyq2bUU0qT-uYmGaRZsajHzjGoIHW6j1mK5_-VW-L60ra7rg04XWsHjYCwFB0C9opxO6oHd-Kk6SZHz7Zofx6csoN5qZ-e0tP2VUZibxoMPhhqscNo0SnnydYd8eTeJmHWap5FhM/s1600/aprendendoaviverateosofia.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;142&quot; nt=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjbn12Wyq2bUU0qT-uYmGaRZsajHzjGoIHW6j1mK5_-VW-L60ra7rg04XWsHjYCwFB0C9opxO6oHd-Kk6SZHz7Zofx6csoN5qZ-e0tP2VUZibxoMPhhqscNo0SnnydYd8eTeJmHWap5FhM/s200/aprendendoaviverateosofia.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota dos Editores:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante séculos, o Vaticano promoveu a tortura e a morte no fogo de &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
centenas de milhares de pessoas inocentes. A desculpa era “Lúcifer”, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o inimigo imaginário de um deus medieval sedento de sangue. A palavra &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Lúcifer”, porém, é muito anterior ao cristianismo e significa “portador &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
da luz”. O termo designa o planeta Vênus, a “estrela da manhã”, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que anuncia o nascer do sol. A palavra foi distorcida pelos teólogos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
medievais, quando eles decidiram fabricar um “inimigo terrível” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
para justificar o uso sistemático do assassinato em nome de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Londres, na etapa final da sua vida, Helena P. Blavatsky fundou &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
uma revista e chamou-a de “Lúcifer”. H.P.B. queria resgatar da fraude &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
teológica este termo pré-cristão da sabedoria universal. Foi em “Lúcifer”, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
na edição de dezembro de 1887, que apareceu pela primeira vez o artigo &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a seguir, uma carta aberta ao Arcebispo de Cantuária. Seu título original é &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Lucifer to the Archbishop of Canterbury, Greeting!” (“Saudações de &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lúcifer ao Arcebispo de Cantuária!”). A cidade de Cantuária (em inglês, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Canterbury) está situada no sudeste da Inglaterra e constitui o principal &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
centro religioso do país. Ali vive tradicionalmente o arcebispo que lidera &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a Igreja Anglicana. Cabe registrar ainda que a Sociedade Teosófica &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
original não existe mais. Ela deu lugar a um movimento amplo e marcado &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pela diversidade de organizações. Portanto, no texto a seguir, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde se lê “Sociedade Teosófica”, deve-se ler “Movimento Teosófico”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Senhor Primaz de toda a Inglaterra,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fazemos uso de uma carta aberta a Sua Graça para transmitir a você e para fazer chegar através de você aos membros do clero, às suas ovelhas e a todos os cristãos em geral – que nos consideram como inimigos de Cristo – uma breve descrição da posição da teosofia em relação ao cristianismo, pois pensamos que chegou o momento de fazer isso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
Sua Graça é sem dúvida consciente de que a teosofia não é uma religião, mas uma filosofia ao mesmo tempo religiosa e científica; e que a principal tarefa da Sociedade Teosófica até agora tem sido fazer reviver em cada religião o seu espírito próprio que a anima, ao encorajar e ajudar o estudo do verdadeiro significado das suas doutrinas e das suas práticas. Os teosofistas sabem que quanto mais profundamente se avança na compreensão das doutrinas e das cerimônias de todas as religiões, maior e mais aparente se torna a sua semelhança básica, até que, por fim, se chega à percepção da sua unidade fundamental. Este terreno comum é a teosofia – a Doutrina Secreta de todas as épocas; que, diluída e disfarçada para se adaptar à percepção das multidões e às exigências de cada época, constitui a essência viva de todas as religiões. A Sociedade Teosófica tem lojas compostas por budistas, hindus, maometanos, parses, cristãos e livre-pensadores, que trabalham como irmãos no terreno comum da teosofia. E é precisamente porque a teosofia não é uma religião, nem pode cumprir o papel de uma religião para as multidões, que o sucesso desta Sociedade foi tão grande, não apenas em relação ao número crescente dos seus membros e à sua influência cada vez maior, mas também no que se refere à realização do seu trabalho - o resgate da espiritualidade na religião, e o cultivo do sentimento de FRATERNIDADE entre os homens. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós, teosofistas, cremos que a religião é um incidente natural na vida do homem, no seu estágio atual de desenvolvimento; e que embora em casos raros os indivíduos possam nascer sem o sentimento religioso, uma comunidade deve ter uma religião, isto é, um laço de união – sob pena de cair na decadência social e na aniquilação material. Acreditamos que nenhuma doutrina religiosa pode ser mais que uma tentativa de descrever - para a nossa limitada capacidade atual de compreensão e nos termos das nossas experiências terrestres - grandes verdades cósmicas e espirituais que, no estado normal de consciência, sentimos vagamente, mais do que realmente percebemos e compreendemos; e uma revelação, para que possa revelar alguma coisa, deve necessariamente adequar-se às mesmas exigências do intelecto humano. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na nossa avaliação, portanto, nenhuma religião pode ser absolutamente verdadeira, e nenhuma pode ser absolutamente falsa. Uma religião é verdadeira na medida em que atende as necessidades espirituais, morais e intelectuais da sua época, e ajuda o desenvolvimento da humanidade nestas áreas. Ela é falsa na medida em que bloqueia este desenvolvimento e prejudica a parte espiritual, moral e intelectual da natureza do homem. E as ideias transcendentemente espirituais sobre os poderes dirigentes do universo, adotadas por um sábio do Oriente, seriam para um selvagem africano uma religião tão falsa quanto o fetichismo inferior deste selvagem seria para aquele sábio, embora os dois pontos de vista devam necessariamente ser verdadeiros, em certa medida, porque ambos representam as mais elevadas ideias que estes indivíduos podem respectivamente conceber a respeito destes fatos cósmico-espirituais. Tais fatos jamais podem ser conhecidos na sua realidade pelo homem, enquanto ele for apenas um homem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os teosofistas, portanto, respeitam todas as religiões e têm uma profunda admiração pela ética religiosa de Jesus. E não poderia ser de outro modo, pois estes ensinamentos que chegaram até nós são os mesmos que os da teosofia. Na medida, pois, em que o cristianismo moderno se conduz de acordo com a sua afirmação de que é a religião prática ensinada por Jesus, os teosofistas estão com ele de todo o coração. A partir do momento em que age contra esta ética, pura e simples, os teosofistas tornam-se seus opositores. Qualquer cristão pode, se quiser, comparar o Sermão da Montanha com os dogmas da sua igreja e o espírito que respira nela, e com os princípios que guiam esta civilização cristã e governam a sua própria vida; e então estará em condições de julgar por si mesmo até que ponto a religião de Jesus está presente em seu cristianismo, e até que ponto, consequentemente, ele e os teosofistas estão de acordo. Mas os cristãos declarados, e especialmente o clero, evitam fazer esta comparação. Como comerciantes que temem ir à falência, eles parecem ter receio de encontrar na sua contabilidade um saldo negativo que não poderia ser compensado contabilizando bens materiais em lugar de bens espirituais. A comparação entre os ensinamentos de Jesus e as doutrinas das igrejas foi, todavia, feita frequentemente - e muitas vezes com um grande conhecimento e uma perspicácia decisiva - tanto por aqueles que queriam abolir o cristianismo, quanto pelos que queriam reformá-lo; e o resultado total destas comparações, como Sua Graça deve saber, prova que em quase todos os pontos as doutrinas das igrejas e o modo de agir dos cristãos estão em contradição direta com os ensinamentos de Jesus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos o costume de dizer aos budistas, aos maometanos, aos hindus ou aos parses: “O caminho que conduz à teosofia passa por vocês mesmos, por sua própria religião”. Dizemos isto porque as suas crenças possuem um significado profundamente filosófico e esotérico, que explica as alegorias sob as quais são apresentadas ao povo. Mas não podemos dizer a mesma coisa aos cristãos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os sucessores dos Apóstolos nunca registraram por escrito a doutrina secreta de Jesus - os “mistérios do reino dos céus” -, que foi dada a conhecer apenas a eles (seus apóstolos) [1]. Estes mistérios foram suprimidos, afastados, destruídos. O que nos chegou através do tempo são os preceitos, as parábolas, as alegorias e as fábulas que Jesus destinou expressamente aos espiritualmente surdos e cegos, e que deveriam ser reveladas mais tarde para o mundo, e que o cristianismo moderno ora as toma na íntegra, literalmente, ora as interpreta segundo a fantasia dos Padres da igreja secular. Em ambos os casos, elas são como flores cortadas: estão separadas da planta em que cresceram e da raiz de que esta planta tirou sua vida. Portanto, se fôssemos encorajar os cristãos, como fazemos com os fiéis de outras crenças, a estudarem por si mesmos a sua própria religião, a consequência seria não um conhecimento do significado dos seus mistérios, mas o redespertar da superstição e da intolerância medievais, acompanhado de uma formidável explosão de preces e sermões ditos apenas da boca para fora - tal como o que resultou na formação de 239 seitas protestantes, apenas na Inglaterra - ou, alternativamente, um grande aumento do ceticismo, pois o cristianismo não tem uma base esotérica conhecida pelos que o seguem. Porque mesmo você, Senhor Primaz da Inglaterra, deve estar dolorosamente consciente do fato de que não sabe absolutamente nada sobre os “mistérios do reino dos céus” ensinados por Jesus aos seus discípulos - que não seja conhecido pelo membro mais humilde e mais iletrado da sua Igreja. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, é facilmente compreensível que os teosofistas nada têm a dizer contra a política da Igreja Católica Romana de proibir, e a política das igrejas protestantes de desencorajar, qualquer investigação individual sobre o significado dos dogmas “cristãos” que seja correspondente ao estudo esotérico das outras religiões. Com as suas ideias e conhecimentos atuais, os cristãos não têm condições de empreender um exame crítico da sua fé com uma perspectiva de bons resultados. O seu efeito inevitável seria paralisar, ao invés de estimular, os sentimentos religiosos adormecidos; porque os estudos críticos da Bíblia e a mitologia comparada provaram de uma forma conclusiva - pelo menos, para aqueles que não têm interesse pessoal, espiritual ou temporal, na manutenção da ortodoxia -, que a religião cristã, tal como existe agora, é composta de cascas externas do judaísmo, com retalhos do paganismo e restos mal digeridos de gnosticismo e neoplatonismo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este curioso conglomerado que se formou gradualmente à volta do registro das palavras ditas por Jesus começou agora, eras mais tarde, a desintegrar-se e a desagregar-se, separando-se das jóias puras e preciosas da verdade teosófica que durante tanto tempo ele encobriu e escondeu, mas que nunca puderam ser desfiguradas ou destruídas. A teosofia não só resgata estas jóias preciosas do destino que ameaça o lixo ao qual estiveram tanto tempo misturadas. Ela também salva o próprio lixo de uma condenação completa; porque ela mostra que o resultado do exame crítico da Bíblia está longe de ser a análise última do cristianismo, uma vez que cada um dos pedaços que compõem os curiosos mosaicos das Igrejas pertenceu, em algum momento, a uma religião que tinha um significado esotérico. Só quando estes pedaços forem recolocados nos lugares que ocupavam originalmente poderá ser percebido o significado real das doutrinas do cristianismo. Para fazer tudo isto, contudo, é necessário um conhecimento da Doutrina Secreta tal como ela existe nas bases esotéricas de outras religiões; e o clero não possui este conhecimento, pois a Igreja escondeu as suas chaves, e depois as perdeu. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sua Graça compreenderá agora por que motivo a Sociedade Teosófica tem como um dos seus três “objetivos” o estudo das religiões e filosofias orientais, que lançam esta luz sobre o sentido oculto do cristianismo; e compreenderá também, segundo esperamos, que, ao fazê-lo, não agimos como inimigos, mas como amigos da religião ensinada por Jesus – o verdadeiro cristianismo, na realidade. Porque é só através do estudo destas religiões e filosofias que os cristãos poderão chegar em algum momento à compreensão das suas próprias crenças, ou descobrir o sentido oculto das parábolas e das alegorias ditas pelo Nazareno aos paralíticos espirituais da Judeia. Ao considerá-las como fatos literais ou como fantasia, as igrejas colocaram os seus próprios ensinamentos no ridículo e fizeram com que eles fossem desprezados, levando o cristianismo a um sério perigo de um colapso completo, debilitado como ele está pelos estudos históricos críticos e pelas pesquisas mitológicas, além de ser quebrado pela marreta da ciência moderna. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deveriam então os próprios teosofistas ser considerados pelos cristãos como seus inimigos, porque crêem que o cristianismo ortodoxo é em tudo oposto à religião de Jesus; e porque têm a coragem de dizer às igrejas que elas são traidoras do MESTRE que elas pretendem venerar e servir? Longe disso, de fato. Os teosofistas sabem que o mesmo espírito que animava as palavras de Jesus existe em estado latente no coração dos cristãos, como existe naturalmente no coração de todos os homens. A sua doutrina fundamental é a Fraternidade Humana, cuja realização última só é possibilitada por aquilo que era conhecido muito tempo antes de Jesus como “o espírito de Cristo”. Mesmo agora este espírito está potencialmente presente em todos os homens e se tornará ativo quando os seres humanos não forem mais impedidos de se compreenderem, de se apreciarem e de simpatizarem entre si pelas barreiras da luta e do ódio, erguidas pelos sacerdotes e pelos príncipes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sabemos que os cristãos, nas suas vidas, se elevam frequentemente acima do cristianismo. Todas as Igrejas têm numerosos homens e mulheres nobres, virtuosos e com espírito de sacrifício, desejosos de fazer o bem durante suas vidas, segundo o seu grau de compreensão e as oportunidades que encontram, e que estão plenos de aspiração por coisas mais elevadas que as da terra - sendo seguidores de Jesus apesar do cristianismo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por indivíduos como estes os teosofistas sentem a mais profunda simpatia; porque só um teosofista, ou então uma pessoa que tenha a delicada sensibilidade e o grande saber teológico de Sua Graça, pode apreciar adequadamente as dificuldades horríveis contra as quais a frágil planta da religiosidade natural deve lutar, quando afunda com esforço suas raízes no solo estéril da nossa civilização cristã, e tenta florir na atmosfera fria e árida da teologia. Como deve ser difícil, por exemplo, “amar” um Deus como aquele que é descrito numa bem conhecida passagem de Herbert Spencer: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A crueldade de um deus Fidjiano que, representado como devorador das almas dos mortos e, pode supor-se, torturando-as enquanto as engole, é pouca coisa se comparada à crueldade de um deus que condena os homens a torturas eternas. … Atribuir aos descendentes de Adão, durante centenas de gerações, castigos horríveis por uma pequena transgressão que eles não cometeram; a condenação de todos os homens que não têm a possibilidade de recorrer a um pretenso método de obter o perdão, e do qual a maior parte dos homens nunca ouviu falar, e a reconciliação efetuada pelo sacrifício de um filho perfeitamente inocente, para satisfazer a suposta necessidade de uma vítima propiciatória, são modos de ação que, se fossem atribuídos a um dirigente humano, provocariam horror.”[2] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sua Graça dirá, sem dúvida, que Jesus nunca ensinou que se deveria adorar um deus como este. Nós, teosofistas, dizemos o mesmo. Contudo este deus é o deus cuja adoração é oficialmente pregada na Catedral de Cantuária, por você mesmo, Senhor Primaz da Inglaterra; e Sua Graça concordará seguramente conosco em que deve existir de fato uma centelha divina de intuição religiosa no coração dos homens, que os capacita a resistir tão bem quanto resistem à ação mortal de uma teologia venenosa como esta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se Sua Graça dirigir o olhar à sua volta, verá desde a sua elevada posição uma civilização cristã em que uma luta frenética e sem trégua do homem contra o homem é, não só a característica que a distingue, mas também um princípio reconhecido. É um axioma científico e econômico bem estabelecido em nossos dias que todo progresso é conseguido através da luta pela vida e sobrevivência do mais apto; e os mais aptos a sobreviver nesta civilização cristã não são os que possuem as qualidades reconhecidas pela moralidade de todos os tempos como sendo as melhores - não são os generosos, os piedosos, os nobres de coração, capazes de perdoar, humildes, fiéis, honestos e bons - mas sim aqueles que são mais fortes em egoísmo, astúcia, hipocrisia, em força bruta, fingimento, falta de escrúpulos, crueldade e avareza. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os indivíduos espirituais e os altruístas são “os fracos”, a quem as “leis” que governam o universo dão como alimento aos egoístas e aos materialistas - “os fortes”. A “ lei do mais forte” é a única conclusão legítima, a última palavra da ética do século 19, pois o mundo tornou-se um grande campo de batalha no qual os “mais aptos” descem como abutres para arrancar os olhos e o coração dos que caíram durante o combate. Será que a religião faz cessar a batalha? As igrejas espantam os abutres, ou reconfortam os feridos e os moribundos? Hoje a religião no mundo em geral não pesa mais que uma pluma, quando as vantagens terrestres ou os prazeres egoístas são colocados no outro prato da balança; e as igrejas não têm o poder de revivificar o sentimento religioso entre os homens, porque as suas ideias, o seu conhecimento, os seus métodos e os seus argumentos são os da Idade das Trevas. Senhor Primaz, o seu cristianismo é o de quinhentos anos antes da nossa época. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto os homens discutiam para saber se este deus ou aquele outro era o verdadeiro deus, ou se a alma ia para este ou aquele lugar depois da morte, vocês, do clero, compreendiam a pergunta e tinham argumentos prontos para influenciar a opinião – pelo silogismo ou pela tortura, conforme fosse o caso. Mas agora é a própria existência de qualquer ser semelhante a Deus, ou de qualquer espécie de espírito imortal, que é questionada ou negada. A ciência inventa novas teorias sobre o Universo que ignoram com desprezo a existência de qualquer deus; os moralistas concebem teorias relativas à ética e à vida social nas quais a não-existência de uma vida futura é considerada como uma premissa; em física, em psicologia, em direito, em medicina, a única coisa necessária para assegurar o sucesso de um professor é que a exposição das suas ideias não contenha nenhuma alusão à Providência, ou à alma. O mundo é conduzido rapidamente à convicção de que deus é uma concepção mítica, que não tem de fato nenhum fundamento, e nenhum lugar na Natureza; e que a parte imortal do homem é o sonho estúpido de selvagens ignorantes, perpetuado pelas mentiras e pelos embustes dos padres, que fazem uma ampla colheita cultivando nos homens o temor de que as suas almas imaginárias sejam torturadas, por toda a eternidade, pelo seu Deus mítico, num Inferno que só existe em fábulas. Diante de tudo isto, o clero permanece, atualmente, silencioso e impotente. A única resposta que a Igreja sabia dar a “objeções” como estas era a tortura e a fogueira; mas agora ela não pode servir-se deste sistema de argumentação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É certo que se o Deus e a alma descritos pelas igrejas são entidades imaginárias, então a salvação e a danação cristãs são puras ilusões da mente, produzidas em grande escala pelo processo hipnótico de afirmação e de sugestão, agindo cumulativamente sobre gerações de dóceis “histéricos”. Que resposta você dá a uma tal teoria da religião cristã, além da repetição de afirmativas e sugestões? Que modo tem você de reconduzir os homens às suas antigas crenças, além de fazer reviver os seus velhos hábitos? “Construam mais igrejas, rezem mais orações, fundem mais missões e a sua fé na condenação e na salvação será reanimada e uma nova crença em Deus e na alma será o resultado inevitável”. Tal é a política das igrejas. É a sua única resposta ao agnosticismo e ao materialismo. Mas sua Graça deve saber que responder aos ataques da ciência e da crítica modernas com armas como a afirmação e o hábito é como atacar metralhadoras usando bumerangues e escudos de couro. No entanto, enquanto o progresso das ideias e o aumento do conhecimento arruínam a teologia popular, cada descoberta da ciência e cada nova concepção do pensamento europeu avançado aproximam o espírito do século 19 das ideias do Divino e do Espiritual, conhecidos de todas as religiões esotéricas e da teosofia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Igreja alega que o cristianismo é a única religião verdadeira, e esta pretensão implica duas afirmações diferentes, a saber, que o cristianismo é uma religião verdadeira, e que não há religião verdadeira exceto o cristianismo. Parece que nunca passa pela cabeça dos cristãos a ideia de que Deus e o Espírito possam existir de qualquer forma diferente da que é apresentada nas doutrinas da igreja. O selvagem chama o missionário de ateu porque ele não transporta um ídolo na sua mala; e o missionário, por sua vez, qualifica de ateu qualquer um que não traga um fetiche no seu espírito; e nem o selvagem, nem o cristão parecem ter jamais suposto que possa existir uma concepção mais elevada que a sua em relação ao grande poder oculto que governa o Universo, e ao qual o nome “Deus” é muito mais aplicável. É difícil saber se as Igrejas tentam mais provar que o cristianismo é “verdadeiro”, ou provar que qualquer outra espécie de religião é necessariamente “falsa”; as más consequências que resultam deste seu ensino são terríveis. Quando as pessoas rejeitam o dogma, elas imaginam que rejeitaram também o sentimento religioso, e concluem que a religião é algo supérfluo na vida humana – uma forma de mandar para as nuvens coisas que pertencem à terra, uma perda de energia que poderia ser usada mais eficientemente na luta pela existência. O materialismo desta época é, portanto, consequência direta da doutrina cristã segundo a qual não existe poder dirigente no Universo, nem qualquer Espírito imortal no homem, além dos que foram descritos nos dogmas cristãos. O ateu, Senhor Primaz, é o filho bastardo da Igreja. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas isto não é tudo. As igrejas nunca ensinaram aos homens alguma razão para serem justos, bons e sinceros, que seja mais elevada do que a esperança de uma recompensa ou o medo do castigo; e, quando eles abandonam a crença no capricho Divino e na injustiça Divina, as bases da sua moralidade ficam fragilizadas. Eles nem sequer têm uma moralidade natural à qual possam voltar conscientemente, pois o cristianismo ensinou-lhes a considerá-la como algo sem valor, alegando a perversidade natural do homem. Portanto, o interesse pessoal torna-se a única motivação da conduta, e o receio de ser descoberto, a única coisa que o afasta do vício. Assim, no que se refere à moralidade, bem como a Deus e à alma, o cristianismo empurra os homens para fora do caminho que conduz ao conhecimento, e precipita-os no abismo da incredulidade, do pessimismo e do vício. A Igreja é agora o último lugar onde os homens iriam procurar ajuda contra os males e as misérias da vida, porque eles sabem que a construção de igrejas e a repetição de ladainhas não influenciam nem os poderes da natureza nem os conselhos das nações. Eles sentem instintivamente que, desde o momento em que as Igrejas aceitaram o princípio da conveniência, elas perderam o poder de chegar ao coração dos homens, e agora elas só podem agir no plano externo, apoiando a ação do policial e do político. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A função da religião é reconfortar e encorajar a humanidade na sua luta constante contra o pecado e o sofrimento. Isto só pode ser feito apresentando à humanidade o nobre ideal de uma vida mais feliz após a morte, e de uma vida mais digna sobre a terra, o que deve ser obtido nos dois casos por um esforço consciente. O que o mundo necessita agora é de uma Igreja que lhe fale da Divindade ou Princípio Imortal no homem como algo situado pelo menos ao nível das ideias e do conhecimento dos tempos atuais. O cristianismo dogmático não é adequado para um mundo que raciocina e pensa. Só aqueles que estão dispostos a lançar-se a um estado de espírito medieval podem apreciar uma Igreja cuja função religiosa (considerada como diferente da sua função social e política) é manter Deus de bom humor enquanto os fiéis fazem o que crêem que não é aprovado por ele; cuja função é rezar para obter mudanças no clima; e, ocasionalmente, agradecer ao Todo Poderoso por haver ajudado a massacrar o inimigo. Não é de “curandeiros”, mas de guias espirituais que o mundo necessita hoje - um “clero” que lhe dê ideais tão adequados para a inteligência do nosso século como o eram o Céu e o Inferno, o Deus e o Diabo cristãos, na época de sombria ignorância e da superstição. Será que o clero cristão atende, ou pode atender, esta necessidade? A miséria, o crime, o vício, o egoísmo, a brutalidade, a falta de auto-respeito e de autocontrole que caracterizam a nossa civilização moderna unem as suas vozes num grito terrível e respondem – NÃO! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual o significado da reação contra o materialismo, um materialismo cujos sinais hoje enchem o ar? O significado é que o mundo está mortalmente cansado do dogmatismo, da arrogância, da auto-suficiência e da cegueira espiritual da ciência moderna, dessa mesma ciência moderna que os homens ainda ontem saudavam como a sua libertadora do fanatismo religioso e da superstição cristã, mas que, assim como o Diabo das lendas sacerdotais, reclama, como recompensa pelos seus serviços, o sacrifício da alma imortal do homem. E, enquanto isso, o que fazem as Igrejas? Elas dormem o sono pacífico obtido pelas doações e pela influência social e política, enquanto que o mundo, a carne e o diabo se apropriam dos seus segredos, dos seus milagres, dos seus argumentos e da sua fé cega. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os espíritas - ó Igrejas de Cristo! - roubaram o fogo dos seus altares para iluminar as suas salas de sessões mediúnicas. Os salvacionistas pegaram o seu vinho sacramental e se embriagam espiritualmente nas ruas; o infiel roubou as armas com as quais vocês o venceram em outros tempos, e diz a vocês triunfantemente: “O que vocês afirmam, já foi dito muitas vezes antes”. Teve o clero alguma vez uma oportunidade tão esplêndida? As uvas da vinha estão maduras, e só faltam os trabalhadores eficazes para a colheita. Se vocês dessem ao mundo alguma prova, situada no padrão intelectual do que é verificável, de que a Divindade - o Espírito imortal no homem - tem uma existência real como fato da Natureza, será que os homens não os saudariam como salvadores que os libertaram do pessimismo e do desespero, do pensamento enlouquecedor e brutalizante de que não há para o homem outro destino a não ser um vazio eterno, após alguns breves anos de duras fadigas e sofrimentos? Como seus salvadores de uma luta assustadora pela satisfação material e pelas vantagens do mundo, consequência direta da crença de que esta vida mortal é o começo e o fim da existência? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas as Igrejas não possuem nem o conhecimento nem a fé necessários para salvar o mundo, e a sua Igreja, Senhor Primaz, talvez ainda menos que as outras, porque está com a pesada carga de oito milhões de libras por ano à volta do pescoço. Vocês tentam em vão tornar o navio mais leve, lançando pela borda, como lastro, as doutrinas que os seus antepassados consideravam vitais ao cristianismo. O que mais pode fazer agora a sua Igreja, exceto fugir da tempestade com os mastros desguarnecidos, enquanto o clero tenta, debilmente, tapar os buracos do casco com a “versão revisada” da Bíblia, e procura impedir que o navio naufrague com a sua pesada carga social e política, levando para o fundo do mar a sua carga de dogmas e de doações? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem construiu a catedral de Cantuária, Senhor Primaz? Quem inventou e deu vida à grande organização eclesiástica que torna possível a existência de um Arcebispo de Cantuária? Quem estabeleceu as bases de um vasto sistema de impostos religiosos que lhe dá quinze mil libras por ano e um palácio? Quem instituiu os rituais e as cerimônias, as orações e as litanias que, ligeiramente alteradas e despojadas de arte e ornamento, fazem a liturgia da Igreja da Inglaterra? Quem extorquiu ao povo os orgulhosos títulos de “divino reverendo” e “Homem de Deus”, dos quais o clero da sua Igreja se apropria com tamanha confiança? Quem, de fato, exceto a Igreja de Roma? Falamos sem espírito de inimizade. A teosofia viu a ascensão e a queda de muitas crenças, e estará presente ao nascimento e à morte de muitas outras. Sabemos que a vida das religiões está sujeita à lei. Se vocês receberam uma herança legítima de Roma, ou tomaram posse pela violência, é uma questão que vocês devem decidir com os seus inimigos e com a sua consciência; a atitude mental frente à sua Igreja é determinada pelo seu valor intrínseco. Sabemos que se ela for incapaz de desempenhar a verdadeira função espiritual de uma religião será certamente exterminada, mesmo que o erro se encontre mais nas suas tendências hereditárias, ou no que a rodeia, do que em si mesma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Igreja da Inglaterra, para usar uma comparação simples, é como um trem que prossegue a sua marcha graças à velocidade adquirida antes de o vapor ter sido cortado. Depois de ter deixado a linha principal, encontra-se num desvio que não leva a lugar algum. O trem está agora quase parado, e muitos dos seus passageiros o trocaram por outros meios de transporte. Os restantes estão, na maioria, conscientes de que durante este tempo só podiam contar com o pouco vapor que restou na caldeira depois que os fogos de Roma foram retirados. Eles suspeitam que, neste momento, talvez já estejam apenas brincando de andar de trem; mas o maquinista continua a assobiar, o controlador prossegue a sua inspeção, examinado os bilhetes, os freios foram acionados como antes e, convenhamos, não é uma brincadeira desagradável. As carruagens estão aquecidas e confortáveis e o dia é frio, e, desde que recebam gorjetas, os empregados da companhia são muito obsequiosos. Mas aqueles que sabem para onde querem ir não estão assim tão contentes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante vários séculos, a Igreja da Inglaterra conseguiu a difícil proeza de navegar em duas canoas ao mesmo tempo, dizendo aos católicos romanos: “Raciocinem!” e aos céticos: “Tenham Fé!” Foi regulando constantemente as forças desta atitude de duas caras que ela pôde permanecer durante tanto tempo em cima do muro. Mas agora, o próprio muro está caindo. A supressão das doações e a separação entre Igreja e Estado pairam no ar. E o que a sua Igreja invoca a seu favor? A sua utilidade. É útil ter muitos homens instruídos, morais, não-mundanos, espalhados por todo o país, impedindo o mundo de esquecer completamente a ideia de religião, e agindo como centros de ação benfeitora. Mas a questão agora já não é a de repetir orações e dar esmola aos pobres, como era há quinhentos anos atrás. As pessoas tornaram-se maiores de idade, e tomaram nas mãos o seu pensamento e a direção dos seus assuntos sociais, individuais e até mesmo espirituais, porque descobriram que o clero não sabe mais do que elas mesmas sobre as “coisas do Céu”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a Igreja de Inglaterra, diz-se, tornou-se tão liberal que todos devem apoiá-la. Realmente, pode-se fazer uma excelente imitação da missa, ou ser um virtual Unitário, e ainda fazer parte do seu rebanho. Esta bela tolerância, no entanto, significa apenas que a Igreja achou necessário tornar-se um vasto campo comum, em que cada um pode armar a sua própria tenda e agir como lhe aprouver, desde que participe na manutenção dos benefícios. A tolerância e a liberalidade são contrárias às leis da existência de qualquer igreja que crê na condenação divina, e a sua aparição na Igreja da Inglaterra não é um sinal de vida renovada, mas antes da chegada da desagregação. Não menos ilusória é a energia manifestada pela Igreja na construção de igrejas. Se isto fosse um critério de medição do espírito religioso, que piedosa época seria a nossa! Nunca o dogma esteve tão bem alojado, embora os seres humanos sejam obrigados a dormir aos milhares nas ruas, e morram literalmente de fome à sombra das suas majestosas catedrais, construídas em nome d´Aquele que não tinha onde repousar a Sua cabeça. Terá Jesus dito a você, Sua Graça, que a religião não se encontra no coração dos homens, e sim nos templos feitos pelas mãos? Vocês não podem converter sua piedade em pedra e utilizá-la nas suas vidas; e a história mostra que a petrificação do sentimento religioso é uma doença tão mortal como a ossificação do coração. No entanto, ainda que as igrejas fossem multiplicadas por cem, e que cada pastor se tornasse um centro de filantropia, isso iria apenas produzir o trabalho que os pobres esperam dos seus semelhantes, mas não dos seus líderes espirituais - em lugar daquilo que eles pedem e não conseguem obter. Isso só colocaria em maior destaque a esterilidade espiritual da Igreja e das suas doutrinas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aproxima-se o tempo em que o clero terá de prestar contas das suas ações. Você está pronto, Senhor Primaz, a explicar ao SEU MESTRE por que tem dado pedras aos Seus Filhos, quando eles lhe suplicavam por pão? Você sorri na sua imaginária segurança. Os servidores fizeram festas durante tanto tempo nos aposentos interiores da casa do Senhor, que pensavam que Ele certamente nunca voltaria. Mas Ele disse que Ele viria como um ladrão durante a noite; e eis! Ele está chegando já no coração dos homens. Ele está vindo para tomar posse do reino de Seu Pai no único lugar em Seu reino existe. Mas vocês não O conhecem! Se as próprias Igrejas não estivessem sendo carregadas pela onda de negação e de materialismo que dominou a sociedade, elas reconheceriam o germe do espírito do Cristo crescendo com rapidez no coração de milhares de seres, a quem agora classificam como infiéis e loucos. Reconheceriam neles aquele mesmo espírito de amor, sacrifício de si mesmo e piedade imensa pela ignorância, pela loucura e pelos sofrimentos do mundo, que surgiu em toda a sua pureza no coração de Jesus, assim como surgiu no coração de outros Santos Reformadores em diferentes épocas. Este espírito é a luz de toda verdadeira religião, e o archote com o qual os teosofistas de todos os tempos trataram de iluminar os seus passos, ao longo do caminho estreito que conduz à salvação – o caminho que é percorrido por toda encarnação de CHRISTOS ou o ESPÍRITO DA VERDADE. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E agora, Senhor Primaz, expusemos muito respeitosamente a você os pontos principais de divergência e desacordo que existem entre a teosofia e as igrejas cristãs, e mostramos a unidade entre a teosofia e os ensinamentos de Jesus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você viu a nossa profissão de fé, e conheceu quais são os nossos protestos e as nossas queixas contra o cristianismo dogmático. Nós, um punhado de indivíduos humildes, que não possuímos riquezas materiais nem influência sobre o mundo, mas somos fortes no nosso conhecimento, estamos unidos na esperança de cumprir a tarefa que você diz que lhe foi confiada pelo seu MESTRE, mas que é tão tristemente negligenciada por esse colosso opulento e dominador – a Igreja Cristã. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós nos perguntamos se você chamará isso de presunção. Será que, nesta terra de liberdade de pensamento, de palavra e de ação, você não nos responderá exceto pelo anátema habitual que a Igreja reserva para todo reformador? Ou podemos esperar que as amargas lições da experiência, obtidas no passado pelas Igrejas devido a esta política, terão mudado o coração e iluminado o espírito dos seus dirigentes; e que o próximo ano, de 1888, verá os cristãos estender-nos a mão com toda a simpatia e boa-vontade? Isso seria apenas o reconhecimento de que o grupo relativamente pequeno chamado de Sociedade Teosófica não é pioneiro do Anti-Cristo, nem fruto do Maldoso, mas, o ajudante prático, talvez o salvador da Cristandade, e que só está se esforçando por fazer a obra que Jesus - assim como Buddha e os outros “filhos de Deus” que o precederam - recomendou a todos os seus seguidores que realizassem, mas que as Igrejas, tendo-se tornado dogmáticas, são inteiramente incapazes de fazer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E agora, se Sua Graça puder provar que somos injustos em relação à Igreja da qual você é o Chefe, ou em relação à teologia popular, prometemos reconhecer publicamente nosso erro. Contudo - “QUEM CALA CONSENTE”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NOTAS:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[1] Marcos, 4:11; Mateus, 13:11; Lucas, 8:10.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[2] “Religion: A Retrospect and Prospect,” in the Nineteenth Century, Vol. XV, número 83, Janeiro 1884. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
00000000000000000000 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando esta carta foi publicada, em 1887, o arcebispo de Cantuária era Edward White Benson. O texto acima faz parte da edição em 15 volumes dos “Collected Writings” (“Escritos Reunidos”), de H. P. Blavatsky, publicados pela editora TPH, Adyar, Índia, volume VIII, pp. 268-283. Uma primeira tradução do texto, feita pelo teosofista português Humberto Álvares da Costa, apareceu na revista “Portugal Teosófico”, número 76, de 1999, pp. 7 a 12. Em dezembro de 2009, associados da Loja Unida de Teosofistas (LUT) fizeram a presente tradução especialmente para o website www.filosofiaesoterica.com. Durante o trabalho, foi consultada a versão de Álvares da Costa, com autorização do teosofista português.&lt;br /&gt;
Fonte:&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;background-color: #1b703a; color: #ffff66; font-family: Georgia, Times, serif; font-size: 15px; line-height: 23px;&quot;&gt;//filosofiaesoterica.com/ler.php?id=788&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://delumar.blogspot.com/feeds/2274632707881472093/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/03/o-futuro-do-cristianismo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/2274632707881472093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/2274632707881472093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/03/o-futuro-do-cristianismo.html' title='O Futuro do Cristianismo'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjbn12Wyq2bUU0qT-uYmGaRZsajHzjGoIHW6j1mK5_-VW-L60ra7rg04XWsHjYCwFB0C9opxO6oHd-Kk6SZHz7Zofx6csoN5qZ-e0tP2VUZibxoMPhhqscNo0SnnydYd8eTeJmHWap5FhM/s72-c/aprendendoaviverateosofia.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8626129489293776221.post-6545761576324483109</id><published>2010-03-23T17:32:00.001-03:00</published><updated>2011-10-30T15:28:23.613-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ciência"/><title type='text'>A Arte de Ler</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
A Arte de Ler &lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://farm1.static.flickr.com/25/99664548_967bf0f102_o.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;263&quot; src=&quot;http://farm1.static.flickr.com/25/99664548_967bf0f102_o.jpg&quot; vt=&quot;true&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
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Um Jeito Misterioso de Falar em Silêncio&lt;br /&gt;
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Carlos Cardoso Aveline&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A leitura é uma forma de magia. Lendo, deixamos de lado as limitações da vida cotidiana, a nossa consciência se expande e podemos visitar lugares e tempos diferentes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A boa leitura provoca experiências místicas e rompe os muros da mediocridade. Nos livros, impressos ou online, vivemos pessoalmente os acontecimentos mais inspiradores de todas as épocas. Conhecemos santos, reis e filósofos da antiguidade. Podemos saber o que disseram Jesus Cristo na Palestina e Gautama Buda no continente indiano. Revivemos guerras e revoluções e percebemos que o passado da humanidade é o mesmo da nossa alma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando descobrimos a delícia de ler, nosso aprendizado na vida adquire proporções ilimitadas. Mas isso não é tudo. A palavra escrita também é um instrumento revolucionário. Ela desperta as consciências, revoluciona o espírito humano, derruba governos corruptos e provoca grandes transformações sociais. O escritor argentino Jorge Luís Borges escreveu: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Dos instrumentos do homem, o livro é, sem dúvida, o mais assombroso. Os demais são extensões do corpo. O microscópio, o telescópio, são extensões da sua vista; o telefone é extensão da sua voz; depois temos o arado e a espada, extensões do seu braço. Mas o livro é outra coisa: o livro é extensão da memória e da imaginação.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É claro que o ato de ler tem seus perigos. Há livros que nos libertam da ignorância, mas há leituras que são inúteis ou até prejudiciais. O bom gosto e o critério correto são armas indispensáveis na hora de escolher textos. E, feita a escolha, há maneiras certas e erradas de ler a obra preferida. Para Jorge Luís Borges, “colocar um livro nas mãos de um ignorante é tão perigoso como pôr uma espada nas mãos de uma criança.” Segundo ele, a função do livro “não é revelar-nos as coisas, mas, simplesmente, ajudar-nos a descobri-las”. [1] Assim, não devemos acreditar supersticiosamente em tudo que lemos. A palavra escrita é apenas um instrumento decisivo para que encontremos a verdade por nós mesmos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pensador chinês Lin Yutang escreveu: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A leitura foi sempre contada entre os encantos da vida culta e é respeitada e invejada por aqueles que raramente ou nunca se concedem esse privilégio. (...) O homem que não tem o costume de ler está aprisionado num mundo imediato, em relação ao tempo e espaço. Sua vida cai numa rotina fixa: acha-se limitado ao contato e à conversa com alguns poucos amigos e conhecidos, e só vê o que acontece na vizinhança imediata. Mas quando toma em suas mãos um livro, penetra em um mundo diferente e, se o livro é bom, vê-se imediatamente em contato com um dos melhores conversadores do mundo.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E Lin Yutang prosseguiu: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A melhor leitura é a que nos leva a esse mundo contemplativo, e não a que se ocupa unicamente dos fatos. Considero que não se pode chamar leitura a essa tremenda quantidade de tempo que se perde com os jornais, pois os leitores de jornais se preocupam antes de tudo em obter notícias sobre fatos e acontecimentos.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A leitura profunda é meditativa. Ela ocorre naturalmente, porque é movida pelo princípio do prazer e não por alguma exigência externa. “Todo aquele que lê um livro como quem cumpre uma obrigação” ― lembra Lin Yutang ― “faz isso porque não compreende a arte da leitura.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os textos têm sabores, assim como as comidas. E cada leitor tem o seu paladar próprio. “A forma mais correta de comer é, afinal de contas, comer o que nos agrada”, diz Yutang, “porque só então se poderá ter segurança da digestão. Quando se lê, como quando se come, o que faz bem a um pode matar o outro. O mestre não pode forçar seus alunos a gostarem do que agrada a ele como leitura, e um pai não pode esperar que os filhos tenham o mesmo gosto que ele. E se um leitor não tem prazer com o que lê, perde o seu tempo.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os nossos verdadeiros interesses intelectuais crescem de modo natural, como uma árvore que sabe buscar a luz e os nutrientes. Nossa vontade de ler flui como um rio. Quando há um obstáculo, a água o desvia e segue pelo caminho mais fácil. A curiosidade do leitor, como a água, avança pelo critério da afinidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Considero o descobrimento do autor favorito de cada um como o momento definitivo da sua evolução espiritual”, explica Yutang. “Há algo que se chama afinidade de espíritos, e, entre os autores antigos e modernos, devemos procurar aquele cujo espírito é semelhante ao nosso. Só dessa maneira podemos tirar real proveito da leitura.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As afinidades mais profundas da alma ultrapassam as barreiras de tempo e lugar. Lin Yutang destaca: “Há sábios que viveram em épocas diferentes, separados por muitos séculos, mas com maneiras de pensar e de sentir tão semelhantes que, ao se encontrarem nas páginas de um livro, pareciam uma única pessoa que encontrava a própria imagem.” [2]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Graças aos livros e à internet, podemos ter alguns dos maiores sábios da humanidade como amigos e conselheiros — e conviver com eles interiormente. Essa amizade sem fronteiras estabelece um contato vivo entre a consciência divina presente em nós e a consciência divina que há na alma dos bons autores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao mesmo tempo, o livro que contém sabedoria é o melhor espelho do homem – um espelho em que se reflete nosso eu imortal, nosso potencial para o bem e nosso rosto espiritual. Diferentes leituras despertam distintos aspectos do ser humano. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O livro que traz sabedoria é sempre um instrumento que faz o espírito avançar em direção à luz, mas há várias maneiras de utilizá-lo. É possível ler rapidamente e sem compromisso, para obter uma idéia geral do que há na obra. Pode-se usar um livro como material de consulta e como recurso para pesquisas eventuais. E pode-se ler um livro em profundidade e meditativamente, testando em nossa vida diária as verdades que ele traz e renovando nossa experiência concreta com o material que ele contém. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas leituras são exercícios de ioga e contemplação. Pouco antes de morrer, a escritora russa Helena Blavatsky disse que, ao ler sobre filosofia esotérica, o estudante deve manter presentes três idéias:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1)A primeira é a unidade fundamental de tudo o que existe. Essa unidade interior não nega, mas, ao contrário, alimenta e reforça a diversidade externa da vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) A segunda idéia é que não há matéria morta ou inanimada no universo. Tudo está em movimento, tudo tem vida. A Lei Universal e a Inteligência Cósmica estão presentes no movimento de cada átomo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3)A terceira idéia é que o homem é o microcosmo. Cada ser humano é uma miniatura do universo e está em relação dinâmica com todo ele. [3]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É possível manter estas três idéias em nossa consciência não só enquanto lemos um livro, mas em todos os momentos da vida. Olhar o mundo é a mesma coisa que ler a natureza. Podemos estar em contato consciente com o universo enquanto agimos nas situações concretas da vida. Sugerindo algo parecido, a brasileira Cecília Meireles escreveu em um dos seus poemas: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Não sejas o de hoje. Não suspires por ontens... Não queiras ser o de amanhã. Faze-te sem limites no tempo. Vê a tua vida em todas as origens. Em todas as existências. Em todas as mortes. E sabe que serás assim para sempre. Não queiras marcar a tua passagem. Ela prossegue: é a passagem que se continua. É a tua eternidade... É a eternidade. És tu.” [4] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No outro extremo do mundo, ao abordar a leitura como um modo mágico de olhar a vida, um mestre zen-budista escreveu: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Tudo que pode ser escrito em um livro, tudo que pode ser dito – tudo isso é pensamento. Se você está pensando, então todos os livros de Zen, todos os sutras budistas e todas as Bíblias são como palavras do demônio. Mas se você ler com uma mente que está livre de todo pensamento, então os livros de Zen, sutras e Bíblias são todos verdadeiros. Assim também são o latido de um cão ou o canto do galo; todas as coisas estão ensinando algo a você a cada momento, e esses sons são ensinamentos ainda melhores do que os livros de zen-budismo. O Zen existe quando se mantêm a mente livre do pensamento.” [5]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A leitura de um bom livro nos enriquece. Especialmente quando lemos sem pressa. É válido parar para pensar, e principalmente para interromper o pensamento. É importante, de tempos em tempos, suspender a leitura entre uma frase e outra e meditar deixando o olhar perdido em um ponto qualquer do espaço. É por isso que Jorge Luis Borges confessou: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Creio que uma forma de felicidade é a leitura; outra forma de felicidade menor é a criação poética, ou o que chamamos de criação, que é uma mistura de esquecimento e de lembrança do que lemos antes. Emerson coincide com Montaigne no fato de que devemos ler unicamente o que nos agrada, que um livro tem que ser uma forma de felicidade.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mera presença de um bom livro em nossa casa pode irradiar uma misteriosa influência benigna. Já velho e cego, Borges contou o seguinte durante uma das suas palestras:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Eu continuo brincando de não ser cego, continuo comprando livros, continuo enchendo minha casa de livros. Outro dia me deram de presente uma edição de 1966 da Enciclopédia de Brokhause. Eu senti a presença desse livro em minha casa, eu a senti como uma espécie de felicidade. Ali estavam os vinte e tantos volumes com uma letra gótica que não posso ler, com os mapas e gravuras que não posso ver; e, no entanto, o livro estava ali. Eu sentia como uma gravitação amistosa do livro. Penso que o livro é uma das formas possíveis de felicidade que os homens possuem.” [6] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrever é um jeito misterioso de falar em silêncio. Por outro lado, ler é uma maneira sutil de ouvir o que não tem som. Quando alguém não consegue ler um texto com atenção plena, a razão disso é a sua incapacidade de ouvir em um nível mais profundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para fugir do “barulho” das suas emoções ansiosas, o cidadão moderno costuma apelar para o rádio, a televisão, a conversa fiada ou a música ruidosa. Só quando confronta o vazio e a solidão ele tem acesso ao acompanhamento mágico e completo que surge durante a leitura atenta de um bom texto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então não importa se você está em pé em um ônibus lotado ou sentado sob uma árvore; se dispõe de silêncio e sossego ou há ruídos a seu redor. Você aproveita cada momento para ler o texto que expande e liberta a sua consciência. Ler é um ato de desapego em relação ao mundo externo. É um ato de liberdade pessoal – e de compromisso com a verdade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Notas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(1) Borges, Oral, Jorge Luís Borges, Emecé Editores, Buenos Aires, 1979, 105 pp. Veja, respectivamente, as pp. 13 e 16.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(2) A Importância de Viver, de Lin Yutang, Editora Globo, 1963, tradução de Mário Quintana, 360 pp., ver pp. 302 a 305.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(3) Fundamentos da Filosofia Esotérica, Helena P. Blavatsky, Editora Teosófica, Brasília, 90 pp., ver pp. 83-85.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(4) Poesia Completa, Cecília Meireles, Ed. Nova Fronteira, RJ, dois volumes. Veja a obra “Cânticos&#39;, de 1927, no volume I, pp. 121-122, poema II.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(5) 365 Zen Daily Readings, de Jean Smith, HarperSanFrancisco, Califórnia, EUA, p. 145. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(6) Borges, Oral, obra citada, pp. 22 e 23.&lt;br /&gt;
Fonte:&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;background-color: #f9f4ee; color: #333333; font-family: &#39;trebuchet ms&#39;, verdana, arial, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 18px;&quot;&gt;filosofiaesoterica.com/ler.php?id=398&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://delumar.blogspot.com/feeds/6545761576324483109/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/03/arte-de-ler_23.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/6545761576324483109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/6545761576324483109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/03/arte-de-ler_23.html' title='A Arte de Ler'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8626129489293776221.post-912177285377759361</id><published>2010-03-12T19:25:00.002-03:00</published><updated>2010-03-12T19:25:52.151-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Maçonaria"/><title type='text'>VOCÊ QUER SER MAÇOM ?</title><content type='html'>Condições e Informações Para se Tornar um Maçom &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas as informações necessárias ao ingresso na Maçonaria estão contidas nos tópicos descritos abaixo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leia com atenção e procure proceder conforme essas orientações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não será possível ingressar na Ordem Maçônica, sem que seja, rigorosamente, observado o exposto nesta página.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Declaração de princípios: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
01. A Maçonaria tem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- por princípio: o amor a DEUS, à Humanidade, à Pátria e à família; &lt;br /&gt;
- por objetivo: pregar e propagar os sentimentos de Tolerância, Respeito e Amor Fraternal, que garantem a liberdade de consciência e a livre manifestação do pensamento, dentro da moral e das leis democráticas do país, que permitirão com Virtude e Sabedoria, o alcance do ideal maçônico, que é:&lt;br /&gt;
A Paz Universal pela Confraternização dos Povos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
02. É indispensável para admissão de membros nos quadros das Lojas Maçônicas a aceitação dos seguintes fundamentos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) A crença em DEUS; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) O Sigilo; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) A iniciação só de homens; (No brasil, assim como em muitos outros países, existem as Lojas Femininas e Mistas, onde são aceitas mulheres. Essas Lojas são independentes, não fazem parte do Grande Oriente do Brasil, da COMAB ou das Grandes Lojas).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) A caridade, a Beneficência e a Educação, como principais meios de combater a ignorância e o erro, em todas as suas manifestações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03. A Maçonaria não impõe nenhum limite à livre investigação da verdade e para garantir essa liberdade, exige de todos a maior tolerância. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
04. A Maçonaria é acessível aos homens de todas as raças, classes sociais, crenças religiosas e convicções políticas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
05. A Maçonaria propugna combater a ignorância em todas as suas modalidades, constituindo uma escola que impõe este programa: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obedecer às leis democráticas do País, viver segundo os ditames da honra, praticar a justiça, amar ao próximo e trabalhar incessantemente pela felicidade do gênero humano a conseguir a sua emancipação progressiva e pacificamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os requisitos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caso tenha encontrado sintonia com estes princípios, quem pretender ingressar na Maçonaria deverá, ainda, verificar se possui, dentre outros, os seguintes requisitos básicos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. estar em pleno gozo da capacidade civil e ser maior de 21 anos; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. ter bons costumes e reputação ilibada, sujeitando-se à verificação de tais requisitos em sindicância a ser feita; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. ter inteligência e capacidade de discernimento suficientes para o entendimento e aplicação dos princípios maçônicos; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. exercer profissão ou atividade lícita que lhe assegure a subsistência própria e a de sua família e lhe permita contribuir para as atividades maçônicas, dentro dos padrões médios da sociedade; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. não ter processos criminais em curso, nunca ter sido condenado por crime infamante, a juízo da Maçonaria; &lt;br /&gt;
Nunca ter dado prejuízos a quem quer que seja e não ter dívidas vencidas; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. estar quite com o serviço militar; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. dominar o idioma brasileiro; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. não estar preso a votos religiosos ou a quaisquer compromissos que o impeçam de manifestar livremente sua vontade; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. não professar ideologias exóticas e contrárias aos princípios maçônicos, tais como o comunismo, o nazismo, o fascismo e assemelhadas; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Dispor de tempo para dedicar à Instituição Maçônica, principalmente para freqüentar as reuniões semanais, à noite. (Normalmente uma vez por semana das 20:00&#39; às 22:00&#39; horas). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deve ainda estar preparado para: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São exigências básicas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) admitir a reformulação de seus conceitos sobre todas as coisas se, após participar de discussões livres, não convencer o grupo quanto às suas opiniões; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) reconciliar-se com qualquer eventual inimigo que tenha e que venha a encontrar na Maçonaria, já que é absolutamente proibida a inimizade entre os Maçons; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) ter sua vida particular examinada pela Maçonaria, que não tolerará desvios de conduta, exigindo comportamento exemplar e retidão de vida, no mundo profano, como se diz; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) estar apto a ajudar, na medida de suas possibilidades, material ou espiritualmente, a quantos necessitem de ajuda, Maçons ou não; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) renunciar à pregação religiosa ou política em Loja, já que é proibida a discussão político-partidária ou religiosa-sectária, uma vez que a Maçonaria não cuida de política partidária nem interfere na religiosidade dos seus membros, deles exigindo, apenas, que não sejam ateus libertinos e que admitam a prevalência do espírito sobre a matéria e creiam num Ente Superior, Deus, que é pelos Maçons denominado GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como fazer o primeiro contato&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Normalmente, o interessado deve procurar um amigo, que saiba ser Maçom, e solicitar-lhe que o proponha à entrada na Maçonaria. Tal amigo estará apto a julgar, de início, se é viável ou não a pretensão, pois, tendo conhecimento do trabalho maçônico, está em condições de julgar se o pretendente a ele se adaptará ou não. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É preciso dizer-se, de passagem, que a recusa de ingresso a uma pessoa não significa, necessariamente, demérito para a mesma, pois muitas vezes alguém reúne excelentes qualidades, mas, por força de suas atividades não maçônicas, estará impedido de ser um bom Obreiro, como se autodenominam os Maçons, pois não terá condições de freqüência, uma das exigências básicas para que o Maçom mantenha sua regularidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode ocorrer que não se conheça ou não se saiba ao certo de alguém que seja realmente Maçom. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aí, a solução é procurar a LOJA MAÇÔNICA da sua cidade ou do seu bairro, informando-se do dia das suas reuniões e, lá, manifestar ao seu Presidente (que é chamado de Venerável Mestre) o seu desejo. Ele dará a orientação necessária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O recrutamento de novos Maçons&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A regra básica, na Maçonaria, é a preferência pela QUALIDADE. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há, pois, campanhas de angariação de sócios, nem o Maçom deve estar interessado em aumentar o efetivo de sua Loja sem atentar para os detalhes mínimos que são exigidos para alguém ingressar na Maçonaria. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Maçom é o primeiro juiz quanto ao ingresso de alguém na Ordem Maçônica, pois, muitas vezes, uma pessoa tem todos os requisitos básicos apontados, mas não é altruísta, tolerante, estudiosa, afável no trato, desprendida das coisas materiais e não tem espírito de confraternidade e, em tais casos, é preferível não propô-la à Iniciação, pois fatalmente tal pessoa não será um bom Maçom. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O rigor na seleção deve ser extremo, uma vez que se estará analisando a possibilidade da admissão de um novo participante do Círculo Interior. E necessário, portanto, que só seja admitido aquele que demonstrar, exaustivamente, que apresenta as condições necessárias para participar da Grande Obra e que quer dela participar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um antigo Iniciado deparou-se, certa vez, com alguns operários que cavavam buracos, quebravam pedras, transportavam materiais e ferramentas etc. perguntou a um deles o que fazia e a resposta foi: &quot;Estou quebrando pedras&quot;. Outro operário, à mesma pergunta, respondeu: &quot;Estamos construindo um edifício&quot;; um terceiro, à mesma pergunta respondeu, por sua vez, com emoção: &quot;Participo da construção de uma belíssima catedral&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este terceiro operário é aquele de quem a Maçonaria precisa: alguém que perceba o objetivo da Ordem e se emocione com ele. O papel do Mestre apoiador de um candidato é mostrar-lhe o que é a Ordem, o que é esperado de cada Irmão, e avaliar adequadamente a resposta total do candidato. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é demais recordar que a palavra &quot;candidato&quot; teve origem na Roma Antiga, onde aquele que postulava a indicação para cargo público se vestia com uma túnica branca (&quot;cândida&quot;), para mostrar a pureza e a elevação de seus propósitos. O candidato a Maçom deverá poder envergar a &quot;cândida&quot; simbólica por ter os mais puros e elevados propósitos e devera mostrar a capacidade de trabalhar para o bem do Homem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Evangelho, segundo Lucas (13 - 23,24), está dito: &lt;br /&gt;
23 - E alguém lhe perguntou (a Jesus): Senhor, são poucos os que se salvam? &lt;br /&gt;
24 - Respondeu-lhes: &quot;Esforçai-vos por entrar pela porta estreita, pois eu vos digo que muitos procurarão entrar e não poderão&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rigorosa, da mesma forma, deve ser a aceitação de um novo Irmão e amigo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sete pontos a observar quando da indicação de candidato&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Os irmãos consangüíneos não são escolhidos por nós, pelo menos conscientemente, mas os Irmãos da Ordem o são; a indicação deve ser objeto de profunda meditação, considerando que estará sendo indicado alguém para ser Irmão não somente do Mestre apoiador, mas de todos os Maçons do mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode ser que um amigo, excelente companheiro para esportes, lazer e vida social, não seja um bom candidato a ser um indicado para admissão, por lhe faltar, sem demérito como pessoa, o perfil básico do Maçom que caracteriza o candidato ideal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) O trabalho da Ordem, no grau de Aprendiz, é desbastar a pedra bruta, mas isso não significa que qualquer pessoa possa ser iniciada nos Mistérios. Significa que o candidato em potencial já deve possuir a capacidade de vir a entender o real significado da Iniciação em toda a sua extensão; isto significa que ele deve ser realmente uma pedra e não um torrão de barro que pareça ser uma pedra - trabalhado com maestria, ele deve poder vir a se transformar, pelo auto-conhecimento e aprimoramento de qualidades inatas, em parte do Templo a ser construído. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) É preferível deixar de admitir um candidato que poderia vir a se tornar um verdadeiro Maçom a correr o risco de admitir um profano que talvez não venha a perceber e praticar em sua totalidade a grandeza dos Princípios da Ordem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4) Maçom tem a obrigação de ser melhor que o homem vulgar. O candidato já deve apresentar, antes de sua indicação, as qualidades que o tornam superior ao profano comum. Cabe ao Mestre apoiador a responsabilidade de observar e avaliar judiciosamente, e pelo tempo que se fizer necessário, todo o comportamento do candidato em potencial. Se qualquer dúvida surgir quanto a alguma faceta do caráter do profano em observação, a avaliação deve ser imediatamente adiada. Na natureza nada acontece aos saltos; um carvalho demora dezenas de anos para atingir seu porte majestoso porque cresce lenta e continuamente - a indicação de um candidato deve ser produto de um processo semelhante, e a certeza de uma boa indicação deve surgir lenta e seguramente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5) A Maçonaria só será forte quando formada por homens livres e de bons costumes, íntegros e que façam amar e respeitar a Ordem pelo exemplo de suas qualidades em todos os momentos. Irmãos assim são o resultado de um diligente trabalho da Loja sobre uma &quot;matéria-prima&quot; da primeira qualidade; esta &quot;matéria-prima&quot; é o profano bem indicado para admissão. O Mestre, como artífice, deve selecionar com extremo cuidado a &quot;matéria-prima&quot; para sua obra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6) Para poder vivenciar e perceber todo o significado da Iniciação, o candidato deve estar em condições físicas, emocionais, financeiras que permitam sua concentração durante a Cerimônia. Se o candidato não apresentar, no momento, essas condições, a indicação deve ser adiada até o momento em que ele as recupere. Da Iniciação deve surgir um novo homem, e toda a Cerimônia propicia este renascimento, mas é necessário que o Iniciante esteja receptivo às forças que causarão a modificação em si próprio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7) Não basta que o Mestre apoiador conheça algumas das facetas do candidato em potencial. É necessário conhecê-lo em todas as suas facetas, e testá-lo efetivamente, para bem poder avaliar suas reações em situações diversas e adversas. É necessário saber a opinião da esposa ou companheira do candidato em potencial a respeito do ingresso deste na Ordem. É necessário informar adequadamente a respeito dos objetivos da Maçonaria, das obrigações que serão assumidas e das novas responsabilidades. É de todo conveniente que o Mestre apoiador indique obras maçônicas para leitura pelo candidato em potencial, o qual deve estar informado de que da Iniciação surgirá um novo homem, liberto das trevas, e que, portanto é necessária uma longa e cuidadosa preparação. As obras indicadas devem abordar o assunto no grau de superficialidade adequado, para que delas o candidato em potencial retire as informações necessárias ao seu melhor entendimento a respeito da Ordem - mas é necessário que informações mais detalhadas e aprofundadas sejam evitadas para não confundir o até então profano. (Vide Obras Consultadas no final do Post). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A CULTURA NA MAÇONARIA &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao propor-se o ingresso de um profano, não se deve esquecer ainda, de perscrutar a sua cultura. Também quando se faz uma sindicância, quase sempre se esquece que a nossa Constituição determina que, entre outros requisitos, &quot;a admissão de profanos depende da verificação, na pessoa do candidato, de possuir ele instrução que lhe permita compreender e aplicar o ideal da instituição&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A cultura exigida não é a de anéis de grau ou diplomas em parede, não. Estes são apenas pressupostos de uma condição a ser verificada e confirmada. Não precisamos de seguidores do Culturanismo entre nós, mas temos de exigir que os Obreiros tenham aquilo que os dicionários dizem quando conceituam a expressão &quot;cultura geral&quot;: conjunto de conhecimentos fundamentais necessários ao entendimento de qualquer ramo do saber humano, sem que para isso, é claro, o indivíduo tenha o domínio absoluto de cada ciência em particular. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seria cansativo dizer-se que o semi-analfabeto é mil vezes mais prejudicial que o analfabeto, pois enquanto este, ciente do seu não-saber, se abstém de falar sobre o que não entende, aquele que lê ou entende mal com toda a sinceridade, com toda a boa-fé, defende veementemente um ponto-de-vista falho e deturpador, trazendo o tumulto à discussão, o mal-estar aos que o rodeiam, pois nada lhe podem fazer, já que não estão lidando com um indivíduo mal-intencionado, mas apenas ignorante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só o inculto, por outro lado, é fanático; só ele é sectário; só ele é intolerante. Pode-se mesmo afirmar que todo sujeito inculto é fanático, sectário e intolerante, qualidades que reprovam de plano qualquer candidato a ingresso em uma Loja. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VANTAGENS&quot; DE SER MAÇOM &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Maçonaria não é uma sociedade de auxílio mútuo, embora os Maçons se ajudem, entre si, como de resto têm de ajudar aos necessitados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é um clube para se fazer negócios ou para se angariar clientes ou se obter serviços e utilidades a preços baixos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evidentemente, as amizades entre os Maçons acabam pó ensejar relações comerciais, o que não é exclusividade da Maçonaria, pois sempre se procura o médico, o advogado, o engenheiro, o mecânico, nas nossas relações de amizade, em quem, em princípio, se pode confiar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há, também, como muitos pensam, uma &quot;obrigação&quot; de o Maçom, em qualquer circunstância, dar preferência a outro Maçom. Deve-se levar em conta, sempre, os princípios morais e fazer-se justiça. É claro que, entre um desconhecido e um Maçom, outro Maçom prefere este último. Mas isso também não é só na &lt;br /&gt;
Maçonaria que ocorre. Em qualquer coletividade os seus membros dão-se preferência, mutuamente, em relação aos estranhos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os sinais de identificação dos Maçons não são usados como &quot;gazuas&quot; para abrirem portas fechadas. A retidão de conduta exigida aos Maçons impede, sempre, que um &quot;profano&quot; seja prejudicado por um Maçom, a favor de outro Maçom; a rigor, se um Maçom toma conhecimento de qualquer prejuízo causado por um Irmão a alguém, tem o dever de informar a Loja do fato, para as providências cabíveis. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As &quot;vantagens&quot; de se ser Maçom, portanto, são inúmeras, mas não de ordem meramente material, como muitos pensam. São de natureza moral, filosófica e, principalmente, espiritual. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PODE-SE SAIR DA MAÇONARIA? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das muitas informações erradas que existem sobre a Maçonaria é a de que a pessoa, uma vez ingressando na Ordem, jamais pode dela se retirar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nada mais falso. Qualquer um, após se iniciar, pode tranqüilamente deixar a Maçonaria. É claro que ele não deixará de ser um &quot;Iniciado&quot;, já que Iniciação não se devolve. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas ele se desligará da Loja e não haverá nenhum problema, até porque, como se disse quando se tratou do &quot;Segredo Maçônico&quot;, se ele não o descobriu, de nada ficou sabendo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há, inclusive, documentação própria, de desligamento, para permitir o retorno do que se afastou, se eventualmente ele desejar voltar à atividade maçônica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, quem ingressa na Maçonaria e depois se afasta, por questões pessoais (falta de tempo, desinteresse do assunto etc.), nem por isso deixa de se considerar Maçom, e, como tal, preserva os conhecimentos que adquiriu para si, mantendo a discrição recomendada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, se não o fizer, não quer isso dizer que ele irá causar maior prejuízo à Ordem, mesmo porque não se pode conceber que a estrutura da Maçonaria fosse tão frágil que ficasse dependente da leviandade de uma pessoa, de suas inconfidências. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exige-se do Maçom que mantenha reserva quanto ao trabalho maçônico, aos rituais, mas apenas por uma questão de tradição, pois os ensinamentos maçônicos são ministrados de forma paulatina e é muito raro alguém abandonar a Maçonaria depois de ter recebido tais ensinamentos. Quando muito, a pessoa deixa de estar em atividade plena. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não fez o Maçom, também, atos reprováveis, que o impeçam de deixar a organização, como pensam os menos avisados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por menos que ele se tenha adaptado, por menor que tenha sido o seu aproveitamento nos estudos maçônicos, o Maçom terá sempre, no íntimo, a certeza de que pertence a uma Entidade ímpar, e isso será sempre motivo de satisfação, mesmo que ele, por alguma razão, se afaste dos trabalhos ativos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se desejar saber mais sobre o assunto, algumas indicações para leitura são: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &quot;Como ser Maçom&quot; - de Sylvio Cláudio, da Editora Essinger. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &quot;Maçonaria Para Leigos e Maçons&quot; - de Wilson Ribeiro, Editora Master Book. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Requisitos aos pretendentes à iniciação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot; Por muito que soubermos mui pouco teremos chegado a saber&quot; (Ir.&#39;. Rui Barbosa).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num clube de futebol, num sindicato de classe ou num partido político, claro é que a campanha de &quot;mais um&quot; seja válida e necessária, porque aí é o &quot;número&quot; o que mais importa. Mas, na Maçonaria, onde os princípios e finalidades são outros, bem diferentes devem ser os processos para admissão de &quot;mais um&quot;.&lt;br /&gt;
Muitos candidatos são iniciados em nossa Ordem sem os suficientes esclarecimentos sobre o que realmente é e representa. Tal falha resulta em muitas decepções, não só para o Candidato, como para a própria Loja que deveria dar mais amplo conhecimento sobre quem somos e o que fazemos, além de nossos objetivos maiores.&lt;br /&gt;
A Maçonaria é um grêmio de teor moral, composto de elementos selecionados no mundo profano. Quase todos são procedentes de um meio social mais elevado e evoluído que o comum. Daí a necessidade da garimpagem maçônica que se assemelha aos cuidados empregados na escolha das &quot;pedras&quot; preciosas e diamantes embrionários, que, tarde ou cedo irão ser transmutados por meio da lapidação, no caso o processo da iniciação.&lt;br /&gt;
O que representa maior valor no setor maçônico é a qualidade e não a quantidade de candidatos. A vida e vigor de uma Instituição, sempre dependeram do modo efetivo e reto com que ela cumpra seus objetivos. Para isso acontecer em maçonaria, urge que se faça uma garimpagem profunda acerca dos pretendentes à iniciação nos seus augustos mistérios.&lt;br /&gt;
Afinal, o que fazem os Maçons? – Os maçons são dedicados a tornarem-se melhores homens, seja como cidadãos, seja como chefes de família, seja como profissionais, seja em todas as suas demais relações com a humanidade. Os maçons tentam viver e proceder de acordo com elevados princípios éticos e morais ensinados pela maçonaria. Em suas lojas, são constantemente expostos a sessões de instrução e estudos nas quais esses princípios éticos, morais e espirituais são ensinados e debatidos.&lt;br /&gt;
Como conseqüência, os maçons são levados a observar, ensinar e praticar os ideais de bondade, honestidade, tolerância, verdade, decência e mútuo entendimento. Preservam e praticam ainda o patriotismo, a benemerência, justiça social e os valores espirituais. Em suas reuniões em loja ou fora dela, os maçons buscam trabalhar para, de alguma forma, se tornarem melhores cidadãos e assim contribuir para uma sociedade melhor.&lt;br /&gt;
O que acontece na Iniciação? - Nos casos de pedidos para iniciação, todos os integrantes do quadro social de obreiros da mesma Loja são, tacitamente, havidos como sindicantes aditivos ou complementares.&lt;br /&gt;
Fazer de um cidadão um maçom irmão e amigo é uma das obras mais importantes da maçonaria. Por essa razão sugerimos que dentre outras observações, devemos cogitar dos requisitos seguintes:&lt;br /&gt;
a) se o candidato exerce profissão honesta e se procede desta maneira, nas suas transações comerciais;&lt;br /&gt;
b) se tem instrução suficiente para assimilar e desenvolver o ideário maçônico, uma norma de vida, um objetivo ideal, esforçando-se por discernir a Verdade, através de uma leal e sã investigação, procurando ter uma vida decente e exemplar e trabalhando para o bem-estar geral e a fraternidade entre os homens;&lt;br /&gt;
c) se goza no conceito público, nas relações sociais de que disponham, as sociedades ou ambientes que freqüentam, ou se o ingresso desse candidato contribuirá para manter, para elevar o nível da Loja, ou, pelo contrário, a Loja estaria melhor sem ele;&lt;br /&gt;
d) se crê no poder das idéias e da nobreza de sentimentos, para reformar o homem e a sociedade, opondo-se, neste sentido, tanto ao materialista quanto ao egoísta;&lt;br /&gt;
e) bom será, também, indagar dos seus sentimentos patrióticos, porque são similares com os que devem ser dedicados à Ordem, considerada como designação da segunda pátria dos maçons.&lt;br /&gt;
f) se sua conduta é reta e não palmilha o caminho do jogo ou do alcoolismo que causam prejuízos e inconveniências, arruínam a saúde e arrastam aos mais vergonhosos procedimentos. Um alcoólatra caminha desvairado para o abismo onde rolará sua tranqüilidade, sua honra e sua existência. A preservação das virtudes é um mandamento divinizado. Todos os iniciados lutam e labutam no sentido de transformarem os múltiplos aspectos do Mal e das más tendências.&lt;br /&gt;
E por fim, se professam ideologia contrária ao espírito da fraternidade humana, se a alma deles está bem formada, se respeitam a Deus, se merecem, ao final, de contas, ser recebidos como irmãos.&lt;br /&gt;
São legítimas essas exigências. Nenhuma vantagem ocorrerá à Maçonaria na admissão de um indivíduo tardo de inteligência, cheio de problemas ou dificuldades financeiras, incorreto nas suas transações e que não tenha vida familiar bem orientada.&lt;br /&gt;
Ninguém deverá se esquecer que, a partir da iniciação, todos os integrantes da Loja assumem sérios compromissos com o neófito. Mas, é justo que não sejam elementos que lhe possam ser pesados de imediato ao ingresso na Oficina. Mas, para propor-se à iniciação, é exigido, preliminarmente, que o candidato sinta-se libertado dos dogmas do mundo profano, desobrigado das convenções que constituem a base da sociedade humana, bem como descarregado de preconceitos de qualquer natureza. &lt;br /&gt;
Então, ele passará, se aceito a uma nova casta de criaturas privilegiadas, com personalidade especial, visto não atender mais à superstições vulgares, não se dobrar a simples interesses de terceiros, não se fazer servil a quem quer que seja. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem são os Maçons? – Muitos homens de bem, de diferentes classes sociais, têm pertencido à maçonaria. Políticos, governantes, empresários, líderes religiosos, intelectuais, militares, educadores e benfeitores da humanidade são contados entre os maçons. No Brasil estima-se em 230 mil o número de maçons em todo o território nacional. A Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo (GLESP) tem sob sua jurisdição mais de 600 lojas com um total de aproximadamente 19 mil maçons.&lt;br /&gt;
Alguns exemplos de maçons notáveis no Brasil:&lt;br /&gt;
Presidentes do Brasil: 1) – DEODORO DA FONSECA, foi o 13º Grão-mestre do Grande Oriente do Brasil; 2) -FLORIANO PEIXOTO,; 3) - PRUDENTE DE MORAES; 4) - CAMPOS SALLES; 5) - NILO PEÇANHA; 6) - HERMES DA FONSECA; 7) - WENCESLAU BRÁS; 8) - DELFIM MOREIRA; 9) - WASHINGTON LUÍS e 10) - JÂNIO QUADROS.&lt;br /&gt;
Vultos proeminentes da Maçonaria: José Bonifácio de Andrade, D. Pedro I, Américo Brasiliense, Benjamim Constant, Bento Gonçalves, Casemiro de Abreu, Cipriano Barata, Frei Caneca, Padre Diogo Antônio Feijó, Eusébio de Queiroz, Saldanha Marinho, Rangel Pestana, Francisco Gê de Acaiaba Montezuma (Visconde de Jequitinhonha), Hipólito da Costa, José da Silva Lisboa (Visconde de Cayru), José do Patrocínio, Joaquim Nabuco, José Maria da Silva Paranhos (Juca Paranhos, Visconde do Rio Branco), Lauro Sodré, Luiz Alves de Lima e Silva (Duque de Caxias), Nunes Machado, Quintino Bocaiúva, Castro Alves, Giuseppe Garibaldi, Silva Jardim, Rui Barbosa, Antonio Carlos Gomes, Hervê Cordovil e muitos outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Valdemar Sansão – M.’. M.’.&lt;br /&gt;
vsansao@uol.com.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fontes: Folheto “A Maçonaria Universal “ (GLESP).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que é a Maçonaria de nossos dias? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Maçonaria é uma Ordem Universal formada de homens de todas as raças, credos e nacionalidades, acolhidos por suas qualidades morais e intelectuais e reunidos com a finalidade de construírem uma Sociedade Humana, fundada no Amor Fraternal, na esperança com amor à Deus, à Pátria, à Família e ao Próximo, com Tolerância, Virtude e Sabedoria e com a constante investigação da Verdade e sob a tríade LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE, dentro dos princípios da Ordem, da Razão e da Justiça, o mundo alcance a Felicidade Geral e a Paz Universal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. A Maçonaria é uma sociedade secreta? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Maçonaria não é uma sociedade secreta, no sentido como tal termo é geralmente empregado. Uma sociedade secreta é aquela que tem objetivos secretos e oculta a sua existência assim como as datas e locais de suas sessões. O objetivo e propósito da Maçonaria, suas leis, história e filosofia tem sido divulgados em livros que estão a venda em qualquer livraria. Os únicos segredos que a maçonaria conserva são as cerimônias empregadas na admissão de seus membros e os meios usados pelos Maçons para se conhecerem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. A Maçonaria é uma religião? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Maçonaria não é uma religião no sentido de ser uma seita, mas é um culto que une homens de bons costumes. A Maçonaria não promove nenhum dogma que deve ser aceito taticamente por todos, mas inculca nos homens a prática da virtude, não oferecendo panacéias para a redenção de pecados. Seu credo religioso consiste apenas em dois artigos de fé que não foram inventados por homens, mas que se encontram neles instintivamente desde os mais remotos tempos da história: A existência de Deus e a Imortalidade da Alma que tem como corolário a Irmandade dos Homens sob a Paternidade de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. A Maçonaria é anti-religiosa? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Maçonaria não é contra qualquer religião. Ela ensina e pratica a tolerância, defendendo o direito do homem praticar a religião ed seu agrado. A Maçonaria não dogmatiza as particularides do credo e da religião. Ela reconhece os benefícios e a bondade assim como a verdade de todas as religiões, combatendo, ao mesmo tempo, as suas inverdades e o fanatismo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. A Maçonaria é ateísta ou meramente agnóstica? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Maçonaria não é ateísta nem agnóstica. O ateu é aquele que diz não acreditar em Deus enquanto o agnóstico é aquele que não pode afirmar, conscientemente, se Deus existe ou não. Para ser aceito e ingressar na Maçonaria, o candidato deve afirmar a crença em Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. A Maçonaria é um partido político? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Maçonaria não é um partido político. Ela não tem partido. Em princípio, a maçonaria apóia o amor à Pátria, respeito às leis e à Ordem, propugnando pelo aperfeiçoamento das condições humanas. Os maçons são aconselhados a se tornarem cidadãos exemplares e a se afastarem de movimentos cuja tendência seja a de subverter a paz e a ordem da sociedade, e se tornarem cumpridores das ordens e das leis do país em que estejam vivendo, sem nunca perder o dever de amar o seu próprio país. A maçonaria promove o conceito de que não pode existir direito sem a correspondente prestação de deveres, nem privilégios sem retribuição, assim como privilégios sem responsabilidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. A Maçonaria é uma sociedade de auxílios mútuos? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Maçonaria não é uma sociedade de auxílios mútuos, ela não garante à ninguém a percepção de uma soma fixa e constante a nenhum de seus membros, na eventualidade de uma desgraça ou calamidade pode reclamar tal auxílio. Entretanto, a Maçonaria se empenha para que nenhum de seus membros sofra necessidades ou seja um peso para os outros. O Maçom necessitado recebe de acordo com as condições e as possibilidades dos demais membros da Ordem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. A Maçonaria é uma ideologia ou um &quot;ismo&quot;? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Maçonaria nem é uma ideologia, nem um &quot;ismo&quot;. Ela não se envolve com as sutilezas da filosofia política, religiosa ou social. Mas, ela reconhece que todos os homens tem uma só origem, participam da mesma natureza e tem a mesma esperança e, por conseguinte, devem trabalhar em união para o mesmo objetivo - a felicidade e bem estar da sociedade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Então o que é a Maçonaria? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Maçonaria é uma organização mundial de homens que, utilizando-se de formas simbólicas dos antigos construtores de templos, voluntariamente se uniram para o propósito comum de se aperfeiçoarem na sociedade. Admitindo em seu seio, homens de caráter, sem consideração à sua raça, cor ou credo, a Maçonaria se esforça para constituir uma liga internacional de homens dedicados a viverem em paz, harmonia e afeição fraternal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Qual é a missão da Maçonaria? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A missão da Maçonaria é a de &quot;fazer amigos, aperfeiçoar suas vidas, dedicar-se às boas obras, promover a verdade e reconhecer seus semelhantes como homens e irmãos&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A missão da Maçonaria ainda é a prática das virtudes e da caridade, é confortar os infelizes, não voltar as costas à miséria, restaurar a paz de espírito e a paz aos desamparados e dar novas esperanças aos desesperançados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. A Maçonaria convida as pessoas para se filiarem a ela? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Maçonaria não &quot;convida&quot; ninguém, mesmo aos mais qualificados para se tornarem um membro da Ordem. Aquele que deseja entrar para ela, deve manifestar esse desejo espontaneamente, declarando que livre e conscientemente deseja participar dela. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Maçonaria não prende nenhum homem a juramentos incompatíveis com sua consciência o liberdade de pensar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Porque a Maçonaria não inicia mulheres? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo evoluído da Maçonaria Operativa que erguia templos no período da construção de catedrais, a Maçonaria adotou a antiga regulamentação que provia o seguinte: &quot;As pessoas admitidas como membros de uma Loja devem ser homens bons e de princípios virtuosos, nascidos livres de idade madura, sem vínculos que o privem de pensar livremente, sendo vedada a admissão de mulheres assim como homens de comportamento duvidoso ou imoral. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A regularidade da maçonaria se deve ao fato de se ater aos seus princípios básicos e imutáveis regidos por mandamentos, entre os quais se inclui o que acima se disse. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Por que são chamados de templos os locais de reunião? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os lugares onde os maçons se reúnem são chamados de templos porque, embora não sendo uma religião ou reunindo-se em uma igreja, a Maçonaria preserva religiosamente os direitos de cada indivíduo praticar a religião ou credo de sua preferência, mantendo-se eqüidistante das diferentes seitas ou credos. Ela ensina a todos como respeitar e tolerar as religiões diversas de seus membros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. A Maçonaria Universal obedece a uma autoridade máxima? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nem mesmo em um país como os Estados Unidos que agora se compõe de 50 Estados e conta com cerca de 4 milhões de Maçons, obedece a Maçonaria a uma autoridade suprema. A Maçonaria em cada país ou em cada estado de uma Federação é regulada e dirigida por uma Grande Loja independente e soberana.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://delumar.blogspot.com/feeds/912177285377759361/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/03/voce-quer-ser-macom.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/912177285377759361'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/912177285377759361'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/03/voce-quer-ser-macom.html' title='VOCÊ QUER SER MAÇOM ?'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8626129489293776221.post-6810508453811758243</id><published>2010-02-22T18:12:00.000-03:00</published><updated>2010-02-22T18:12:05.980-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Esoterismos"/><title type='text'>RITO e RITUAL: O TEXTO E A FÓRMULA</title><content type='html'>RITO e RITUAL: O TEXTO E A FÓRMULA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
António de Macedo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhts0BkoTcXDqjO41yYvCy_I0I4y4j62Uw57vMqvmbEgNI326GZZeDgWZcvLjdQeh_oR0mjbyXwvaKZgbNdUfyGoQQKu24zWcGweV-7fosXtYYKx-U8Ne3JoCKYiBInMpA4T8Hc72dZ36U/s1600-h/Antonio-de-Macedo.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; ct=&quot;true&quot; height=&quot;288&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhts0BkoTcXDqjO41yYvCy_I0I4y4j62Uw57vMqvmbEgNI326GZZeDgWZcvLjdQeh_oR0mjbyXwvaKZgbNdUfyGoQQKu24zWcGweV-7fosXtYYKx-U8Ne3JoCKYiBInMpA4T8Hc72dZ36U/s400/Antonio-de-Macedo.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Ao começar a escrever este artigo para a Revista TriploV de Artes, Religiões e Ciências, logo me acudiu à memória uma curiosa passagem de Max Heindel que diz o seguinte:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
«A Religião, a Arte e a Ciência são os três mais importantes meios da educação humana, e constituem uma trindade na unidade que não podemos separar sem distorcer o nosso ponto de vista do que quer que investiguemos. A verdadeira Religião incorpora tanto a Ciência como a Arte, porque nos ensina a beleza da vida em harmonia com as leis da Natureza. A verdadeira Ciência é artística e religiosa no mais elevado sentido, porque nos ensina a ajustar-nos e a obedecer, com reverência, às leis que governam o nosso bem-estar e explicam por que a vida religiosa conduz à saúde e à beleza. A verdadeira Arte é tão educativa como a Ciência e tão enobrecedora na sua influência como a Religião. […] Tudo o que careça deste ensino abrangente e integral jamais responderá de forma consistente e duradoura às necessidades da humanidade. Em tempos muito remotos — e até mais tarde, na antiga Grécia —, a Religião, a Arte e a Ciência eram ensinadas em conjunto nos Templos de Mistérios. Todavia, a partir de uma certa fase histórica, tornou-se necessário, para um melhor desenvolvimento e aperfeiçoamento de cada uma delas, que se separassem durante algum tempo» (Max Heindel, The Rosicrucian Cosmo-Conception, pp. 516-517).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na continuidade, chega-se à conclusão lógica de que, após as «idades negras» que atravessámos e continuamos a atravessar de conflitualidades entre as três áreas — como por exemplo nos tempos em que a Religião escravizava a Arte e sufocava a Ciência, ou em seguida quando a Ciência se sobrepôs à Religião para subalternizá-la se não mesmo para negá-la, e a Arte se emancipou ao ponto de se tornar anti-religiosa e anti-científica —, chega-se à conclusão lógica, dizia eu, de que a Religião, a Ciência e a Arte devem voltar a reunir-se numa só expressão platónica do BEM, do VERDADEIRO e do BELO a fim de evitar a calamidade que se prefigura e avizinha de um Cosmo assolado por um novo Caos e fracturado em contendas e conflagrações cada vez mais convulsivas e demolidoras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A própria actividade do TriploV, ao longo dos anos, sobretudo evidenciada nos seus colóquios de «alquimias» — e digo bem, no plural, alquimias —, busca no fundo alicerçar-se no passado (Alquimia) para se projectar no futuro (re‑unidade Religião-Ciência-Arte), pois não é gratuitamente que se diz que a Alquimia é uma «ciência sagrada», ou uma «arte real», e aqui a Religião, a Ciência e a Arte aliam-se à Realeza do rei-sacerdote que unirá as linhagens de Caim e de Seth — os inventores-filósofos-construtores e os místicos eclesiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que tem tudo isto a ver com rito e ritual?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem no sentido em que qualquer texto ritualístico autêntico, que presumivelmente remontará à ancestral prisca theologia já visionada e defendida pelo humanista Marsilio Ficino (1433-1499), filósofo e astrólogo do Renascimento, congloba inevitavelmente uma síntese dos três domínios. Para Ficino havia somente uma única fonte de conhecimentos e de verdade (a tal remota unidade Religião-Ciência-Arte) donde haviam emanado duas grandes correntes: a Teologia cristã e a Filosofia dos Gregos, sobretudo a de Platão, cujos sábios, ainda que portadores de ensinamentos diferentes, no fundo se inseriam numa mesma família, ou numa mesma prisca theologia, isto é: num mesmo primevo discurso divino que, tanto para Ficino como para outros intelectuais renascentistas, formava uma cadeia contínua desde Zoroastro e Hermes Trismegisto, passando por Orfeu, Aglaofemo, Pitágoras, Platão, e as Sibilas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de seguirmos adiante, porém, convém distinguir entre «rito» e «ritual». Rito é um substantivo derivado do latim ritus, ‑us, que por sua vez deriva de uma arcaica raiz indo-europeia *er‑, e tem o significado genérico de forma, processo, cerimónia, como por exemplo em ritus sacrorum, cerimónia religiosa. Por sua vez, ritual é o adjectivo relativo a rito, como por exemplo em «gestos ou palavras rituais», e deriva do adjectivo latino ritualis, ‑e. Este adjectivo não existia em latim clássico; surgiu nos primeiros século dos Cristianismo e na Idade Média, nomeadamente por influência eclesiástica. Da forma neutra rituale adoptou-se um substantivo neutro, rituale, como se pode observar por exemplo no antigo Rituale Romanum, livro litúrgico do rito romano reunindo a liturgia dum certo número de cerimónias católicas, incluindo principalmente bênçãos, exorcismos e os sacramentos, ou seja, contém todos os serviços que podem ser desempenhados por um sacerdote ou por um diácono que não estejam contidos nem no Missale Romanum nem no Breviarium Romanum. Portanto, e para resumir, o rito é o conjunto característico das cerimónias que se praticam em religiões, cultos ou organizações, desde ritos litúrgicos até ritos maçónicos (por exemplo, Rito Escocês), abrangendo ritos de passagem (baptismo, puberdade, casamento), ritos de adoração (missa cristã), ritos de devoção (peregrinações), etc. —, ao passo que o ritual é, de uma forma geral, o livro ou o texto contendo a descrição dos ritos e que consigna as formas e fórmulas que se devem observar na prática das respectivas cerimónias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estas cerimónias, quer em ambiente pagão, quer em ambiente cristão, assumiam (e assumem) o carácter de encenações ou dramatizações ritualísticas, sejam de episódios da vida de Cristo como no rito eucarístico da missa cristã, sejam de episódios de antigos mitos como no caso dos Mistérios de Elêusis cuja performance dramatizava o mito de Deméter (Terra Mater) e sua filha Perséfone (a Korê, ou jovem vegetação), representando o rapto desta última pelo deus Hades, rei dos mundos infernos (Perséfone no submundo, vegetação oculta, meses invernosos) e o renovo primaveril e estival com o regresso periódico da jovem deusa às culturas de superfície, ou seja, o seu regresso à companhia da Grande Mãe (Magna Mater = Terra Mater).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo considerando os tempos em que a Religião, a Ciência e a Arte já se haviam separado e distanciado, vestígios da sua ancestral conjunção são detectáveis nestes ritos, onde se articulam inequivocamente ideias de RELIGIÃO — o elenco de todos os processos envolvendo as divindades na sua fase de superentidades que evoluíram a partir de primitivas forças naturais —, de ARTE — as teatralizações litúrgicas de textos poéticos e respectivas emoções estéticas —, e de CIÊNCIA, entendendo-se neste caso a acepção tradicional de scientia como um saber antigo, organificado mas não no sentido hard das tecnociências físicas de hoje, seja esse saber secreto (esotérico) ou divulgável (exotérico). Esta arcana scientia equibalança-se com «sabedoria» e não se confunde com uma fria investigação sensorial/racional tal como tomou forma a partir de Galileu, Newton, Lavoisier e se conceptualizou desde os séculos XIX e XX — é antes uma scientia que se insere no conjunto que o esoterólogo W. J. Hanegraaff, na sua classificação «de um corpus esotérico referencial», designa como as três «ciências tradicionais» (Astrologia, Magia e Alquimia) (Wouter J. Hanegraaff, New Age Religion and Western Culture, p. 388).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nunca perdendo portanto de vista que os textos ritualísticos dos diversos tipos de Tradições, de Ordens e de Mistérios iniciáticos se encruzilham de Religião, Arte e Ciência, devemos igualmente ter em conta que tais textos, nas tradições regulares, são textos formulaicos, ou seja, textos que reproduzem — em consonância com uma «astrogeometria» espiritual, para não dizer oculta —, as grandes correspondências entre Macrocosmo e Microcosmo, abrangendo todos os fenómenos e segredos astrológicos, mágicos e alquímicos aplicáveis a cada caso, de que um dos exemplos mais flagrantes, na nossa civilização judaico-cristã, é o do real significado dos textos evangélicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comecemos por escutar a teosofista Helena P. Blavatsky (1831-1891), que em confirmação do que acabou de se dizer não hesitava em afirmar que o Cristo «é a personificação divinizada e a glorificação de um modelo, o dos grandes Hierofantes dos Templos, e a sua história, tal como é contada no Novo Testamento, é uma alegoria, contendo sem dúvida profundas verdades esotéricas, mas uma alegoria, em suma. Cada acto do Jesus do Novo Testamento, cada palavra que lhe é atribuída, cada evento relacionado com ele durante os três anos da missão que se diz que levou a cabo, não são mais do que o programa do Ciclo de Iniciação, um ciclo fundamentado na Precessão dos Equinócios e nos Signos do Zodíaco» (Helena P. Blavatsky, Collected Writings, vol. 9, p. 225).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por sua vez, e referindo-se a certas passagens incompatíveis entre si ou mesmo contraditórias nos Evangelhos, o filósofo e esoterista Rudolf Steiner (1861-1925) acentua: «Para compreender estas diferenças basta admitir que os quatro evangelistas foram beber em diversas tradições místicas. […] Tão grande era a fé que Jesus despertava neles pelos seus actos e palavras, que cada um se persuadia que ele respondia ao tipo da sua específica Iniciação. E é de acordo com essa Iniciação que eles pintam o seu desenvolvimento espiritual conservando ao mesmo tempo os factos da sua vida pública» (Rudolf Steiner, Christianity as Mystical Fact and the Mysteries of Antiquity, pp. 99-104).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente, o místico rosicrucista Max Heindel (1865-1919), que citámos de início, vai mais longe e não só relaciona as diferentes Escolas de Mistérios Cristãos com os ciclos cósmicos mas diz claramente que os Evangelhos são «fórmulas de Iniciação»: «Ao contrário da opinião correntemente aceite, os quatro Evangelhos não são apenas a biografia de Jesus, o Cristo, mas fórmulas de Iniciação de quatro Escolas de Mistérios diferentes. A fim de encobrir e velar o seu significado esotérico, a vida e o ministério do Cristo foram incorporados no conjunto. Isto pôde facilmente ser feito uma vez que todos os Iniciados, sendo personagens cósmicas, têm experiências semelhantes» (Max Heindel, The Rosicrucian Philosophy in Questions and Answers, vol. 1, pp. 200-201).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entretanto, com o desandar dos tempos e das modas os dois termos «rito» e «ritual» acabaram por se confundir em certas circunstâncias, a tal ponto que em francês, por exemplo, rite e rituel são praticamente sinónimos, designando de uma forma muito generalizada uma sequência de acções padronizadas (sagradas ou profanas) imbuídas de significado simbólico e organizadas segundo certos códigos e regras fixas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com o antropólogo James G. Frazer (1854-1941), especialista em mitologia e religião comparada, a concretização dos formatos ritualísticos dos vários tipos de cerimónias, em função das finalidades pretendidas, passaram por evolutivas fases no seu desenvolvimento histórico-cultural: numa cultura primitiva, os ritos podiam ser desempenhados por qualquer indivíduo; numa fase posterior, essa função passou a ser domínio de uma classe especial, os sacerdotes ou os hierofantes. O mesmo se passou com os lugares: de início, a performance do rito podia decorrer em qualquer local, mais tarde criaram-se recintos especializados para o efeito (templos, santuários, câmaras de iniciação). As próprias entidades supranaturais que se invocavam (de início apenas para obter efeitos mágicos, mais tarde com elevados fins propiciatórios) também evoluíram: deixaram de ser meros espíritos associados à natureza para passar a ser deuses na plenitude da sua entronização divina (James G. Frazer, The Golden Bough, pp. 476-477). Em qualquer das fases e das circunstâncias, no entanto, preservava-se um inalterável formalismo nos diversos ritos de iniciação, sempre envoltos em mistérios e marcados por provas, muitas vezes cruéis e assustadoras, senão mesmo perigosas (Bronislaw Malinowski, Magic, Science and Religion, p. 38).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os textos dos antigos ritos perderam-se na sua quase totalidade. Os que hoje subsistem, ou são reconstituições de obscuros retalhos respigados deste ou daquele autor da Antiguidade, ou são simplesmente apócrifos. Exceptuam-se os que se encontram preservados nos Rituais das Igrejas e das Obediências Maçónicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sobre estes dois últimos conjuntos não me pronunciarei, todavia, porque já beneficiam de uma abundantíssima literatura que os tem reproduzido, estudado e esquadrinhado em maior ou menor profundidade e sob os ângulos mais diversos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, neste breve apanhado sobre Religião, Ciência, Arte e textos dos ritos e respectivas fórmulas ritualísticas (e tendo em conta que a scientia infundida nestas fórmulas corresponde ao conjunto das «ciências tradicionais» classificadas pelo esoterólogo W. J. Hanegraaff, a que atrás me referi), limitar-me-ei a concluir mencionando apenas dois exemplos que se me afiguram significativos: o rito Crata Repoa da antiga Iniciação Egípcia e a reconstituição formulaica da iniciação de Platão nos Mistérios de Ísis e Osíris.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O primeiro apareceu num texto alemão do séc. XVIII intitulado Crata Repoa oder Einweihung in der alten geheimen Gesellschaft der Aegyptischen Priester [Crata Repoa ou Iniciação nos Antigos Mistérios dos Sacerdotes Egípcios]. Editado por Karl Friedrich Koeppen e Johann Wilhelm Bernhard Hymmen na Alemanha em 1770, consta de uma compilação, feita por um redactor anónimo, de textos de autores antigos reproduzindo os rituais dos sete graus da Iniciação Egípcia. Os principais autores compilados, cujos extractos são alinhados pelo anónimo redactor a fim de restaurar a liturgia mistérica egípcia, são, entre outros, Heródoto, Porfírio, Jâmblico, Apuleio, Plutarco, Cícero, Arnóbio, Heliodoro, Luciano, Rufino, etc. O esoterista e mitólogo Manly P. Hall (1901-1990), que em 1934 fundou a Philosophical Research Society, reproduziu numa das suas obras o elenco sequencial do rito Crata Repoa integralmente reconstituído (Manly P. Hall, Freemasonry of the Ancient Egyptians, pp. 81-101).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta reconstituição de um antigo Rito Mistérico foi possível devido às inúmeras alusões contidas nos textos dos autores clássicos referidos, e outros: a maior parte dos filósofos da Antiguidade eram Iniciados nos Mistérios, e, nos seus escritos, ainda que de forma velada por força da «disciplina do segredo», encontram-se com frequência alusões às cerimónias dos ritos iniciáticos (e, em certos casos, parágrafos inteiros transcritos). O supradito anónimo redactor coligiu essas alusões e menções, organizou-as cuidadosamente e dispô-las por ordem, tendo em vista que estamos perante as palavras autênticas escritas pelos próprios Iniciados. A Iniciação egípcia Crata Repoa, sob esta forma, foi escrutinada por estudiosos do oculto como Joseph-Marie Ragon, Charles William Heckethorn, John Yarker (detentor dos mais altos graus maçónicos do Rito de Memphis), e incluso por H. P. Blavatsky na sua obra Isis Unveiled. Trata-se, como seria de esperar, de um conjunto sequencial de encenações ritualísticas que se desenrolam de grau em grau, a começar pelo pedido de admissão feito pelo aspirante, que aliás só podia ingressar desde que fosse dotado de qualificações excepcionais, recomendado por um Iniciado Introdutor e expressamente autorizado pelo faraó. Resumindo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A admissão do aspirante ao primeiro grau, denominado Pastophoris, fazia-se após preparação numa câmara subterrânea (equipolente à câmara sepulcral dos antigos Mistérios e à «câmara de reflexão» maçónica). Em seguida, e depois de ter respondido correctamente às perguntas feitas pelo Hierofante, passava por várias provas ou provações, que incluíam percursos circulares sobressaltados por relâmpagos, trovões, granizo, aguaceiros, tempestades; numa outra fase os olhos eram-lhe vendados, até que por fim os adjutores o conduziam ao Hierofante perante o qual se ajoelhava e recebia um golpe iniciático desferido por uma espada. A venda era-lhe então retirada e o candidato via-se diante de duas colunas de Héracles entre as quais se erguia uma escada de sete degraus, que era obrigado a subir e a descer, a fim de poder ser instruído nos primeiros segredos da natureza, da arte de curar, e do significado da doutrina dos renascimentos (ou reencarnações). Uma vez a recepção concluída, o aspirante — agora neófito — recebia a palavra secreta de passe ou de reconhecimento e era revestido com uma túnica e um capuz e adornado com um colar cujas borlas simbólicas lhe pendiam sobre o peito. A partir de então, podia desempenhar a primeira função de Guardão dos Portais dos Homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não gastaremos tempo nem espaço a pormenorizar as cerimónias dos graus seguintes, sempre recheadas de dramatizações e encenações complexas e textos mais ou menos poético-filosóficos que se deviam recitar, além de alusões mágicas, astrológicas, alquímicas, etc. Alinhemos apenas a respectiva sequenciação, e uma breve caracterização geral: 1.º Grau—Pastophoris; 2.º Grau—Neocoris; 3.º Grau—Melanophoris ou Portal da Morte; 4.º Grau—Chistophoris; 5.º Grau—Balahate; 6.º Grau—Astrónomo Diante do Portal dos Deuses; 7.º Grau—Profeta ou Saphenat Pancah. Os três primeiros graus ainda hoje encontram reminiscências nos três graus azuis da Maçonaria regular. Os restantes quatro graus conduziam e elevavam o Iniciado ao resplendor do Demiurgo, permitindo-lhe por fim que ficasse a conhecer a Palavra Misteriosa e sendo autorizado a ler todos os livros secretos escritos na enigmática língua Ammónica, cuja chave era fornecida sob o nome de código «Viga Real». Os antigos Mistérios Mitríacos da Escola persa tinham igualmente sete graus, como aliás todas as escolas esotéricas desse tempo. Posteriormente, a Iniciação nos Mistérios Cristãos passou a ter nove graus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O segundo exemplo a que aludi mais atrás, o cerimonial de iniciação de Platão nos Mistérios de Ísis e Osíris, foi possível conhecer-se graças ao trabalho de reconstituição de dois autores franceses do séc. XIX, Charles Beaumont e Auguste Beaumont. Existe no Museu Britânico um documento com registos curiosos sobre a iniciação egípcia de Platão: começou por ser iniciado nos Mistérios gregos, do Estado, e, pretendendo seguir as pisadas de Pitágoras, partiu para o Egipto onde recebeu, em Saís, os ritos de Ísis e Osíris aos quarenta e sete anos de idade. Os referidos autores franceses compilaram uma enorme quantidade de documentação respeitante a antigos saberes e organizaram uma sucessão de cenas sob a forma teatral de um quadro vivo, alegórico, com a restauração formulaica da Iniciação de Platão. Este raro texto, a partir duma edição parisiense de 1867, vem reproduzido na íntegra, tal como o da Crata Repoa, na obra de Manly P. Hall mencionada atrás (Manly P. Hall, op. cit., pp. 136-162). Nesta encenação reconstituída, intervêm como principais personagens o faraó do Egipto, o Grande Hierofante também designado por Demiurgo, Platão, um sumo-sacerdote, três sacerdotes, adjutores sagrados, bailarinas sagradas, etc., num local secreto com sarcófagos e múmias, e o texto constitui uma elaborada trama de perguntas e respostas ritualísticas, entremeadas de provas como as clássicas do caixão e da escada, algumas delas terrificantes. O candidato deveria passar por todas elas sem hesitar nem tremer, incluso quando era confrontado com visões do futuro como por exemplo palácios desmoronados e em ruínas — consequência de se não praticar a justiça, cimento indispensável para que os impérios se mantenham, caso contrário nada restará dos mais poderosos reis da terra. No final, o candidato é coroado «Patriarca da Instituição Imortal», e torna-se um Iniciado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da análise deste texto, embora com todas as reservas e cautelas por se tratar duma mera reconstituição elaborada sobre fragmentos de diversas ainda que antigas proveniências, podemos constatar, mais uma vez, que nos encontramos perante uma peça ritualística onde se detectam elementos respigados dos três domínios da velha tradição místico-cultural por onde começámos a nossa indagação: a religio, a ars e a scientia, ou a «verdadeira Religião», a «verdadeira Arte» e a «verdadeira Ciência» na sua expressão triuna mais elevada: a perene unuidade transcendental do Todo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
António de Macedo (1931, Lisboa, Portugal).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com formação académica de arquitecto, dedicou-se às actividades de escritor, cineasta e professor, tendo sido docente em diversas instituições de ensino (IADE, Universidade Lusófona, Universidade Moderna, Universidade Nova de Lisboa-ISER, etc.). Autor de onze filmes de longa-metragem e de diversos livros de ficção e de ensaios. Destacam-se: - no ensaio: Esoterismo da Bíblia (2006), O Neoprofetismo e a Nova Gnose (2003), Laboratório Mágico (2002), Instruções Iniciáticas (1999), etc. - e, na ficção: A Conspiração dos Abandonados (2007), As Furtivas Pegadas da Serpente (2004), O Cipreste Apaixonado (2000), A Sonata de Cristal (1996), etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Actualmente, é doutorando em Sociologia da Cultura (Área Religiões) pela FCSH-UNL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.triplov.com/macedo/index.htm&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://en.wikipedia.org/wiki/Antonio_de_Macedo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contato: ademac@netcabo.pt&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://delumar.blogspot.com/feeds/6810508453811758243/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/02/rito-e-ritual-o-texto-e-formula_2698.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/6810508453811758243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/6810508453811758243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/02/rito-e-ritual-o-texto-e-formula_2698.html' title='RITO e RITUAL: O TEXTO E A FÓRMULA'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhts0BkoTcXDqjO41yYvCy_I0I4y4j62Uw57vMqvmbEgNI326GZZeDgWZcvLjdQeh_oR0mjbyXwvaKZgbNdUfyGoQQKu24zWcGweV-7fosXtYYKx-U8Ne3JoCKYiBInMpA4T8Hc72dZ36U/s72-c/Antonio-de-Macedo.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8626129489293776221.post-4298136363497316947</id><published>2010-02-17T12:26:00.000-02:00</published><updated>2010-02-17T12:26:32.523-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Maçonaria"/><title type='text'>As Raízes do Anti-Maçonismo</title><content type='html'>Introdução:

A Maçonaria foi e é perseguida pelos governos totalitários e diversas ordens religiosas. É acusada de subversão à ordem pública e culto ao demônio. O anti-maçonismo é antigo, singular e fantasioso e há muito é público.

Na História surgiram poderosos detratores da Ordem Maçônica, imbuídos de preconceitos dissimulados, aproveitando-se do nível de ignorância e crendices, como meio de gerar adeptos às suas inverdades. O método antigo, mas que infelizmente ainda existente.


O anti-maçonismo religioso.

Sustentam os anti-maçons religiosos, que a tolerância religiosa é incompatível com a respectiva doutrina. Outros, sob alegação de combate ao &quot;culto às imagens&quot;, acusam a maçonaria de culto a símbolos demoníacos.

Mas, o pano de fundo do anti-maçonismo religioso surge com o anglicanismo. Henrique VIII, rei da Inglaterra, desobedece o papa e divorcia-se de sua primeira mulher, casando-se com Ana Bolena, sendo excomungado. Posteriormente, em 1534, numa disputa de poder com o Papa, o Parlamento inglês aprovou o Ato de Supremacia, que, colocou a Igreja sob a autoridade real: nascia a igreja anglicana.

A Maçonaria especulativa sempre foi aceita pelo catolicismo. Tanto é que eram os maçons operativos quem construiam as antigas Igrejas e Catedrais, adornadas com inúmeros símbolos maçônicos.

Posteriormente, de iniciativa dos pastores protestantes ingleses James Anderson e J. T. Desaguliers surge a Grande Loja da Inglaterra. No ano de 1723, Anderson elabora a primeira Constituição maçônica. Criava-se um sistema de regularidade para a Maçonaria e só quem fosse reconhecido pela Grande Loja da Inglaterra pudesse ser considerado maçom regular. Para tanto era preciso ter como princípio, dentre outros, a tolerância religiosa.

Por isso mesmo, o conflito entre anglicanos e católicos, num movimento de contra-reforma da Igreja Católica, fez com que a intolerância religiosa transpirasse para a Maçonaria. Em 24 de abril de 1738, o papa Clemente XII condenou abertamente a maçonaria pela primeira vez (encíclica In Eminenti). A partir dessa palavra oficial da Igreja, foi proibido aos católicos pertencer á maçonaria.

A questão se agravou com o movimento da Reunificação da Itália (período que foi de 1848-1870). O governo da Itália estava fragmentado e dividido entre bispos católicos, que eram proprietários de grandes propriedades de terras. Esse governo se via envolvido em escândalos e corrupção, e se sustentava explorando o misticismo medieval e no fundamentalismo religioso.

O movimento iluminista que combatia o misticismo, aproveitando-se do segredo e sigilo maçônico, reunindo-se em segredo nas Lojas Maçônicas, coordenou uma verdadeira revolução que retomou as propriedades das mãos da Igreja, destacando-se dentre eles Giuseppe Garibaldi, que dedicou sua vida à luta contra a tirania.

Esse episódio despertou o ódio do clero católico contra a maçonaria, a ponto do papa Leão XIII (1846), redigir a encíclica HUMANUM GENUS, dizendo: &quot;a Igreja católica e a maçonaria são como dois reinos em guerra&quot; e que &quot;a finalidade da maçonaria é destruir toda ordem religiosa e política do mundo inspirada pelos ensinamentos cristãos e substituí-las por uma nova ordem de acordo com suas idéias&quot;, estimulando &quot;o sincretismo religioso, isto é, a mistura das mais diferentes crenças&quot;.


O anti-maçonismo político.


Conhecedores da história e da participação da Maçonaria no processo da Reunificação da Itália, inúmeros os governantes, tanto de direta quanto de esquerda, se tornaram anti-maçons.

O caráter discreto e sigiloso das reuniões maçônicas causou sempre o temor da &quot;conspiração&quot; e &quot;subversão política&quot; e estimulou a fantasia popular acerca do &quot;culto ao demônio&quot;.

Essas sempre foram as acusações dissimuladas de seus perseguidores, aproveitando-se da ignorância de muitos e da crendice popular. Todavia, os ideais maçônicos de liberdade de expressão do pensamento e a liberdade de crença religiosa, sempre foram os reais motivos pelos de sua perseguição e de seus membros.

Com a expansão do comunismo no início do século XIX, a maçonaria foi proibida na Rússia (1917) e na Hungria (1919). A reação ao comunismo fez surgir o nazismo e facismo, que também proibiram a Maçonaria (Mussolini na Itália-1925, Hitler na Alemanha-1933, Salazar em Portugal - 1935, Getúlio Vargas-Brasil, 1937, Franco na Espanha-1940).

General Francisco Franco, ditador espanhol, decretou em 1940, todos Maçons de seu país estavam condenados a 10 anos de prisão.

Joseph Goebbels, ministro da propaganda regime nazista, inaugurou em 1937 uma &quot;Campanha Anti-Maçônica&quot;, sob alegação de as Lojas Maçônicas estavam impregnadas de judaísmo. Outro apóstolo nazista, Alfred Rosenberg, exaltando a superioridade da raça alemã, acusou a Maçonaria de disseminadora da idéia de igualdade.

Os maçons sempre ignoraram seus detratores achando que o silêncio era a melhor arma. Lamentavelmente esse silencio muitas vezes foi usado contra a Fraternidade. Durante Segunda Guerra Mundial, as tropas nazistas que ocuparam a Bélgica, pilhariam as Loja Maçônicas e destruíram o que eles não puderam roubar.

Entre os reféns tomados nos povoados, na média 15%, eram Maçons, que era uma proporção enorme consideram isso há só um Maçom a cada mil habitantes em Bélgica! (Revista de Philalethes, 1947 de maio)

Conclusão. 

Dois fatos determinaram a ruptura entre a Igreja e a Maçonaria, dando origem ao anti-maçonismo. O primeiro foi a disputa política entre o papa e o rei da Inglaterra (século XVIII), o segundo a disputa de terras entre bispos católicos e italianos (Século XIX). Maçons envolvidos nesses dois episódios determinaram a ruptura entre a Maçonaria e a Igreja Católica.

Nem o anti-maçonismo religioso, nem o político foram capazes de acabar com a Maçonaria. Mesmo perseguida, a influência da maçonaria na história tem sido grande. Hoje são cerca de 6 milhões de maçons, em mais de 164 países, sendo cerca de 150 mil no Brasil. Há grande quantidade de parlamentares, altos funcionários do governo, líderes religiosos, muitos empresários e membros de outras elites.

Vivemos atualmente um regime democrático, e por isso, a Maçonaria sobrevive abertamente. Por exemplo, na inauguração do novo Palácio Maçônico de Brasília do Grande Oriente do Brasil, compareceram 120 parlamentares, além do então Ministro da justiça, Maurício Correia.

Mas o anti-maçonismo não desiste. Além do anti-maçonismo religioso e político, uma nova ordem de anti-maçons surge no sistema democrático: o anti-maçom degenerado. Esse grupo é composto pelos descontentes com resultados políticos ou jurisdicionais e quando vencidos em suas pretensões, como último recurso, acusam as autoridades de favorecimento maçônico. Polemizam o ingresso de juízes, delegados, políticos e outras autoridades na maçonaria, argumentando que a fraternidade se incompatibiliza com tais cargos, que requerem imparcialidade, mas a maçonaria pressupõe o favorecimento, a parcialidade.

É verdade que o maçom tem o dever de socorrer todos os necessitados, especialmente membros da fraternidade. Isso não pode ser confundido com favoritismo, pois esse dever significa dever de caridade para com o próximo. Antes de tudo, o Maçom faz juramento solene de obedecer as leis, agir sempre com ética e com os bons costumes, amar a família e defender a pátria com a própria vida.

A corrupção permeia todas as instituições sejam religiosas, políticas ou associativas e necessita ser combatida. Isso porque a corrupção é vício humano, tão combatido pela maçonaria. Apesar disso, a maçonaria não está imune a ela. Todavia, possui mecanismos de se livrar dos corruptos e desonestos. Consta das normas internas, que aquele que estiver envolvido em corrupção ou desonestidade, será processado internamente, previsto como pena, a exclusão da ordem, com sua inscrição no &quot;Livro Negro&quot;, impedindo definitivamente seu retorno.

Exerço o cargo de Juiz e tenho orgulho em pertencer a tão nobre e digna ordem, composta em sua essência, de homens livres, puros e de bons costumes.

Autoria do Irmão M. Mendes
Fonte: http://www.construtoresdavirtude.com.br/pag_as_raizes.htm</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://delumar.blogspot.com/feeds/4298136363497316947/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/02/as-raizes-do-anti-maconismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/4298136363497316947'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/4298136363497316947'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/02/as-raizes-do-anti-maconismo.html' title='As Raízes do Anti-Maçonismo'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8626129489293776221.post-2227415338847117421</id><published>2010-01-15T10:03:00.001-02:00</published><updated>2010-01-19T10:04:56.056-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Biografia"/><title type='text'>NOSTRADAMUS MÁGICO OU PROFETA ?</title><content type='html'>Nostradamus Mágico ou Profeta?


Não há registros da infância e adolescência  de Nostradamus.

Em 25 de outubro de 1529, um rapaz de 26 anos matricula-se na Faculdade de Medicina de Montpellier, na França. Os registros do estabelecimento de ensino conservam até hoje a data dessa matrícula, acompanhada da assinatura do estudante: Michel de Nostradame.

Trata-se de um dos raríssimos autógrafos daquele que viria a ser um mito que atendia pelo nome de Nostradamus. É provável que ele tenha recebido seu título de médico por volta de 1533 e merecido a fama de aluno assíduo e brilhante na universidade. Sabe-se, que seus mestres reconheciam nele habilidades originais.

Sua formação acadêmica, porém, data de antes desses registros. Michel de Nostradame matriculou-se pela primeira vez em Montpellier em 1521. Recebeu o diploma de “bacharel em medicina” em 1525 e ganhou imediatamente as estradas da Provença e do sudoeste, para combater a peste que assolava o sul da França. Durante três anos, visitou cidades e campos, correndo riscos, na tentativa de conter a terrível calamidade.

No relato documental Histoire et chronique de Provence (História e Crônica da Provença), Cesar, o filho de Nostradamus escreveu em 1614 que o pai retornou desse périplo “aureolado de hipocrática”. Teria ficado célebre por elaborar um vinagre de substâncias aromáticas com propriedades antissépticas e um misterioso “pó curativo contra o contágio”. Propenso a elogiar o pai, Cesar de Nostradame exagerou, sem dúvida, sua ciencia  e notoriedade. Nostradamus desenvolveu, efetivamente, tais remédios contra a peste, mas somente 20 anos depois da primeira fase de viagens e por ocasião de outra epidemia que devastou o vale do Rhône, a partir de 1546. Note-se, porém, que isso não diminuiu a competência nem a coragem do jovem bacharel durante a peste.

A partir de 1533, já médico em tempo integral, Nostradamus retornou às estradas da Provença, hábito muito praticado entre os doutores da época.

Nostradamus vivia de suas consultas, durante a peregrinação entre cidades e vilarejos, e, durante suas caminhadas colhia ervas medicinais que macerava à noite.

Era meio alquimista, como todos os da profissão, e também recorria à estranha farmacopéia da época. Usava pós oriundos das vísceras e tecidos animais, moeduras minerais e mesmo excrementos. O resultado era vendido em barracas de feira na forma de poções, unguentos e “drágeas”. A produção e a venda dos remédios também eram parte importante da renda de generalistas nômades, meio feiticeiros, meio boticários, que percorriam a França do século XVI, Consta que Nostradamus ganhava bem.

Nostradamus, gravura colorizada, séc. XIX, autor desconhecido, Biblioteca Nacional de Paris

Nostradamus, adquiriu de seu bisavô o conhecimento profundo da botânica, aprendeu as propriedades das plantas e a ciência do preparo de fórmulas farmacêuticas.

Um pouco charlatão como seus colegas boticários, Nostradamus tinha verdadeira paixão pela medicina e pela filosofia. Em 1536, fixou-se em Agen, onde chamou a atenção do humanista Jules César Scaligner. Médico e comentador de Hipócrates, esse foi um personagem do Renascimento dado às polêmicas envolvendo os saberes da Igreja. Patrocinou o casamento de Nostradamus com uma moça da região, cujo nome permanece desconhecido. Ela morreu em 1539, deixando um casal de filhos pequenos.

As Viagens

As extravagâncias e as provocações de Scaliger exasperaram o inquisidor de Toulouse. Para escapar de qualquer perseguição, Nostradamus refugiou-se na cidade de Bordeaux e, em seguida, em La Rochele. Em 1540, retomou suas viagens.

Perdem-se nesse ponto alguns importantes registros de sua história. Reza a lenda que ele teria percorrido França, Alemanha, Itália, Espanha e até mesmo que teria se iniciado nas ciências ocultas à sombra da esfinge, no Egito. Sabe-se com segurança que passou por muitas regiões da França.

Deixou vestígios incontestáveis na atual região da Alsácia-Lorena e não é improvável que tenha atravessado o rio Reno e chegado à Alemanha. Sua presença na Itália também é quase certa, em Gênova, Florença, Turim e Milão.O resto é literatura.

O fio da meada da vida de Nostradamus reaparece por volta de 1545, na França, quando uma nova epidemia eclodiu em Aix. A cidade recordaria durante muito tempo o “carvão provençal”, doença assim chamada por escurecer radicalmente a epiderme dos afetados. “As pessoas atacadas por essa doença”, escreveria mais tarde César de Nostradame, “perdem a esperança de salvação”.

Nostradamus mostrou nessa época a coragem, determinação e generosidade de 20 anos antes. Seguiu o flagelo em cada canto daquela região e desenvolveu seu célebre “pó excelente para eliminar os odores pestilenciais”. À base de serragem de cipreste, íris de Florença, âmbargris, cravo-da-índia, almíscar, aloé e rosas encarnadas, aparentemente o produto tinha um efeito profilático real, pois seu inventor foi homenageado em Aix, já libertada da moléstia. Em Lyon, onde a peste chegou em 1547, o remédio também fez maravilhas.

No outono de 1547, Nostradamus retorna a Provença, casa-se pela segunda vez,  com Anne  Ponsard, que lhe deu  oito filhos.

Como todo prático da época, Nostradamus era “astrófilo”,  ou seja, seguia os princípios da medicina astrológica, herdada de Galeno, Averróis e Ptolomeu. A alma, o corpo e suas enfermidades estavam ligados ao Sol, à Lua e aos astros. A astrologia figurava no currículo da universidade. Por isso todo médico era um fazedor de horóscopos.

Para complementar a renda, a partir de 1550, Nostradamus passou a publicar anualmente um almanaque de conselhos e previsões metereológicas. Em 1555, editou suas sete primeiras “centúrias”, um conjunto de versos codificados, supostamente previsões do futuro.

No mesmo ano, lançou o livreto, Tratado sobre as maquiagens e os confeitos. O sucesso foi tanto que se seguiram numerosas reedições.  Nostradamus o aprimorava cada vez mais a cada reedição novas receitas de beleza e gastronomia. Embora estejam em francês antigo, salpicado de latim e provençal, as receitas têm ainda o mérito de ser inteligíveis. O que não é bem o caso de suas profecias. 

Jean-Louis De Degaudenzi  

As profecias de Nostradamus são chamadas de “centúrias” porque se compõem de quadras reunidas em grupos de 100. Foram publicadas em tempos diferentes, algumas das quais depois de sua morte . As falsificações também foram muitas, ao longo dos séculos. Uma parte do que se apresenta ainda hoje como obra do médico foi, antes, arte de espertalhões.

fonte: revista História Viva. ano VI. nº 66

Technorati Marcas: Nostradamus,médico,astrólogo,filósofo,a metereologista,profeta</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://delumar.blogspot.com/feeds/2227415338847117421/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/01/nostradamus-magico-ou-profeta_15.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/2227415338847117421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/2227415338847117421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/01/nostradamus-magico-ou-profeta_15.html' title='NOSTRADAMUS MÁGICO OU PROFETA ?'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8626129489293776221.post-8120232168570266765</id><published>2009-12-16T16:07:00.001-02:00</published><updated>2010-01-17T16:15:41.910-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ocultismo"/><title type='text'>O CONDE DE SAINT- GERMAIN</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgjQaCH6dBiiQ0YcfCAaCKMFbwpCyfQZ__QvJOzLPgT2BXfxRCG58AQgc5eXT-rbICZJdj9p5YksYAz5B2VkyRO3rIIu1BStUrB0i-1QgdphfIaii5gyM9_n0cXubuauRQx4lQsNBvgG2o/s1600-h/germain01.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; ps=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgjQaCH6dBiiQ0YcfCAaCKMFbwpCyfQZ__QvJOzLPgT2BXfxRCG58AQgc5eXT-rbICZJdj9p5YksYAz5B2VkyRO3rIIu1BStUrB0i-1QgdphfIaii5gyM9_n0cXubuauRQx4lQsNBvgG2o/s320/germain01.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
O lendário Conde de Saint Germain é um dos personagens mais intrigantes do século XVIII. Sua vida pode ser avaliada sob vários pontos de vista, desde a condição de um elevado e sábio alquimista até a de um simples e nobre excêntrico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Conde Saint Germain teria nascido na Transilvânia, em 28 de maio de 1696; mas, outra fontes determinam seu nascimento em 1709. Era, provavelmente, filho de Francis II Rákóczi, príncipe exilado da Transilvânia. Mas, há referências de que poderia ser filho ilegítimo de Marie-Ann de Neuborg, esposa viúva de Carlos II da Espanha, com o desconhecido Conde Adanero.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sabe-se que o Conde Saint Germain teve sua educação acadêmica na Itália, sob os cuidados do Duque de Médici. Mas, estranhamente, os primeiros registros de sua vida pública e social iniciam-se apenas em 1743, quando então contava 47 anos de idade, na cidade de Londres. Aproximadamente dois anos mais tarde, esteve na cidade de Edimburgo (Escócia) onde teria sido retido sob a acusação de espionagem. Após recuperar a liberdade, conheceu o célebre filósofo e escritor suíço Jean-Jacques Rousseau, desaparecendo misteriosamente em 1746.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1758, na cidade francesa de Versalhes, retomou sua vida pública e convívio social. Porém, o Conde declarava-se um profissional de pedras preciosas (ourives e lapidador) e comerciante de tecidos que, segundo a lenda, possuíam uma fórmula misteriosa e nunca desbotavam. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste mesmo período, infiltrou-se na corte francesa ao presentear com diamante e pedras preciosas. Conta-se que conquistou a confiança do monarca ao reconstituir, de modo misterioso, um diamante quebrado. Ainda, ganhou fama de ser um hábil violinista. Assim, aproveitando-se dos benefícios que sua popularidade lhe trazia, hospedou-se no vilarejo de Chambord, sob a tutela do Rei Luís XV.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No ano de 1760, deixa a França e viaja para a Inglaterra, Países Baixos e Rússia. Neste momento, na Rússia, o Conde Saint Germain é acusado de conspirar contra o imperador e a favor de Catarina – A Grande, de modo que ela pudesse assumir o comando do estado russo. Em seguida, viaja para a Bélgica, onde, sob o nome de Conde de Surmount, adquire terras. Neste momento, o Conde oferece suas técnicas de tratamento de material ao governo belga; mas, sem obter sucesso. Porém, durante as negociações, o Conde Saint Germain, supostamente, transformou ferro em um material semelhante ao ouro, como uma forma de provar sua capacidade técnica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após estes fatos, o Conde &quot;desaparece&quot; por onze anos e ressurge em 1774, na Bavária, sob o nome de Conde Tsarogy. Dois anos mais tarde, já estava na Alemanha, apresentando-se como Conde Welldone e comercializando poções, elixires, licores e cosméticos. Ainda, apresentou-se como membro da maçonaria e ganhava notoriedade na corte do Rei Frederico, ao transmutar metal comum em ouro. Ainda na Alemanha, em Schleswig-Holstein, mas sustentando o nome de Francis Rákóczi II, príncipe da Transilvânia, passou a produzir medicamentos naturais e doá-los aos pobres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente, em 1784, surgiram rumores de sua morte, que teria ocorrido em 27 de fevereiro daquele ano, vitimado por uma pneumonia. Não havia deixado testamento, apenas alguns escritos de cunho esotéricos e medicinais, além de uma respeitosa obra musical e (supostamente) o livro Santíssima Trinosofia. Porém, a trajetória do Conde Saint Germain não se encerra com este fato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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A Imortalidade&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1789, no período inicial da Revolução Francesa, a condessa d&#39;Adhemar, biógrafa e dama da corte de Maria Antonieta, recebeu um bilhete misterioso: &quot;Encontre-me na Igreja da Recoleta&quot;. Ao chegar no local, a condessa se espanta ao ver o Conde de Saint Germain, que teria morrido cinco anos antes, aparentando em torno de quarenta e cinco anos de idade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Giacomo Casanova, o músico Rameau e Madame de Gergy afirmavam ter conhecido o Conde em Veneza, no ano de 1710, sob o nome de Marquês de Montferrat e tê-lo reencontrado em 1775, com a mesma aparência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1835, o Conde teria sido visto em Paris. Em 1867, em Milão e no Egito. Ainda, a teosofista Annie Besant, afirma tê-lo conhecido pessoalmente em 1896. C.W. Leadbeater, também adepto da Teosofia, teria o encontrado em 1926, na cidade de Roma. Ainda, há rumores de que viva atualmente na Holanda, na cidade de Ulsselstein, atuando como engenheiro ambiental.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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Divino e Contestável&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
Jean-Jacques Rousseau declarou que era &quot;a mais fascinante e enigmática personalidade que já conhecera&quot;. O escritor Horace Walpole, que conheceu Saint Germain em Londres, em 1745, o descreveu: &quot;Ele canta, toca o violino maravilhosamente, compõe, mas é louco e falta-lhe sensibilidade&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além destes adjetivos, o Conde de Saint Germain possuía um discurso eloqüente que envolvia seus ouvintes. Possivelmente, esta habilidade era usada para galgar degraus sociais de tantos países visitados e seduzir as nobres damas das cortes européias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas escolas místicas afirmam que Saint Germain é a reencarnação de Santo Albano, do filósofo grego Proclo, José (pai de Jesus), do mago arthuriano Merlin, do ocultista Roger Bacon, de Christian Rosenkreuz (fundador da Ordem Rosa Cruz); até mesmo do navegador Cristóvão Colombo e do escritor e poeta inglês William Shakespeare.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Versado em grego, latim, sânscrito, árabe, chinês, francês, inglês, italiano, espanhol e português, narrava fatos ocorridos milhares de anos antes e pouco registrados na literatura histórica. Capaz de hipnotizar um grande grupo de pessoas. Uma biografia com pouco ou nenhum registro confiável; surgimentos repentinos nas altas classes e desaparecimentos prolongados e inexplicáveis, estatura mediana e uma aparência física constantemente jovial, detentor da Pedra Filosofal e do Elixir da Juventude; estas eram algumas de suas características.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fato curioso que afirmava-se que o Conde não se alimentava em público; quando questionado a respeito, argumentava que utilizava-se apenas de alimentos específicos, preparados por ele próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Homem de comportamento refinado e misterioso que, aparentemente, possuía uma imensa fortuna (de origem desconhecida). Mesmo seu título nobiliárquico era alvo de contestações; bem como seus &quot;pequenos milagres&quot; ao transmutar material e produzir panacéias infalíveis. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob a perspectiva de uma Europa aristocrática e iluminista, o Conde de Saint Germain é uma figura misteriosamente atraente. Sob os olhares contemporâneos, poderia ser considerado um charlatão ou um &quot;engenheiro social&quot;. De qualquer forma, ainda hoje, a vida e a imagem de Saint Germain são temas de estudos sérios e divagações de curiosos. Este fato, por si só, já é um índice de popularidade e notoriedade de um homem que nasceu, viveu (e morreu) há aproximadamente trezentos anos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por Spectrum&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://delumar.blogspot.com/feeds/8120232168570266765/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/01/o-conde-de-saint-germain.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/8120232168570266765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/8120232168570266765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2010/01/o-conde-de-saint-germain.html' title='O CONDE DE SAINT- GERMAIN'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgjQaCH6dBiiQ0YcfCAaCKMFbwpCyfQZ__QvJOzLPgT2BXfxRCG58AQgc5eXT-rbICZJdj9p5YksYAz5B2VkyRO3rIIu1BStUrB0i-1QgdphfIaii5gyM9_n0cXubuauRQx4lQsNBvgG2o/s72-c/germain01.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8626129489293776221.post-863093185141713061</id><published>2009-12-08T10:14:00.004-02:00</published><updated>2011-10-30T15:32:57.235-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Teosofia"/><title type='text'>A TEOSOFIA ANTECIPA A FÍSICA ATUAL</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
Obra de H. P. Blavatsky Abre Caminho Para a Ciência&lt;br /&gt;
Sylvia Cranston&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escritos em pleno século 19, os livros de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helena Blavatsky não anunciaram apenas &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o rumo, mas também abriram caminho &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
para o progresso realizado pela Física até &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o século 21. E este não é o aspecto mais &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
importante da questão. Resta muito por ser &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
compreendido na obra de H. P. Blavatsky.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda hoje a obra da grande pensadora russa &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
contém inúmeros elementos e chaves essenciais &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
para o avanço futuro da ciência. Segundo a &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
teosofia, a ciência ocidental está em sua&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
infância, e apenas começa a reaproximar-se&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
da antiga filosofia universal e esotérica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reproduzimos a seguir a primeira parte &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
do Capítulo 3, Parte 7, da obra “Helena&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Blavatsky” de Sylvia Cranston (Ed. Teosófica,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brasília, 1997, 678 pp.) O capítulo é intitulado &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A Ciência e A Doutrina Secreta.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1988, por ocasião dos cem anos da publicação da obra “A Doutrina Secreta” [de Helena Blavatsky], foram realizados vários simpósios nos Estados Unidos, Europa e Índia. Em uma palestra na cidade de Culver, na Califórnia, o destacado teosofista norte-americano Jerry Hejka-Ekins observou: [1]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“É muito pouco provável que algum crítico literário, examinando ‘A Doutrina Secreta’ em 1888, pensasse que esta obra pudesse ter mais do que algumas poucas edições. É uma obra de tamanho considerável, com cerca de 1500 páginas, cheia de termos filosóficos e religiosos do Extremo Oriente que contrastavam com a ciência do século dezenove e com as teorias agora descartadas. Mas, de qualquer modo, cem anos depois, ‘A Doutrina Secreta’ continua sendo impressa e ainda está sendo estudada... O que há em ‘A Doutrina Secreta’ que a faz perdurar e continuar influenciando o pensamento atual quando outras obras foram esquecidas há muito tempo? Talvez este livro pertença realmente ao século vinte e tenha sido escrito 100 anos antes do seu tempo... Se a autora não fosse capaz de antecipar as descobertas futuras, o livro teria se tornado obsoleto em pouco tempo diante do avanço da ciência. No entanto, HPB fez a predição de que ‘só no século vinte, partes desta obra, se não a integridade, seriam aceitas’ [2].” &lt;br /&gt;
Profecias são raras em “A Doutrina Secreta”. A que se segue é particularmente fascinante pois foram dadas as datas específicas em que ela se realizaria: [3]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“O total exato, a profundidade, a amplitude e a extensão dos mistérios da natureza só se encontram na ciência esotérica oriental. Eles são tão vastos e profundos que apenas um número muito restrito entre os mais altos Iniciados — aqueles cuja própria existência só é conhecida de uns poucos Adeptos — são capazes de compreender tais conhecimentos. Tudo, porém, está ali; e os fatos e processos do laboratório da natureza podem, um por um, abrir caminho na ciência exata, quando uma assistência misteriosa é proporcionada a uns poucos indivíduos em seus esforços para desvendar os seus arcanos. É no fim dos grandes ciclos relacionados com o desenvolvimento das raças que geralmente se produzem esses acontecimentos. Estamos chegando precisamente ao final do ciclo de 5000 anos do presente Kali Yuga ariano; e entre este momento [1888] e o ano de 1897 será feita uma enorme ruptura no véu da natureza, e a ciência materialista receberá um golpe mortal.” [4] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há duas partes na profecia. A primeira levanta a questão sobre se alguma descoberta científica notável seria permitida no período mencionado de nove anos. David Deitz, em seu trabalho “The New Outline of Science” (“Uma Nova Visão da Ciência”), nos dá uma visão geral bastante útil:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A história da civilização mostra poucos contrastes maiores do que a diferença entre os pontos de vista dos físicos do século dezenove e do século vinte. Quando o século dezenove estava terminando, os físicos sentiam que haviam completado as suas tarefas. Um eminente cientista daquele tempo, ao fazer uma conferência em 1893, disse que era muito provável que as grandes descobertas no campo da Física já tivessem sido feitas. Ele esboçou a história e o desenvolvimento da ciência, resumindo ao final as teorias bem estruturadas do século dezenove — segundo ele afirmava — totalmente suficientes. O físico do futuro, disse ele tristemente, nada terá a fazer senão repetir e refinar as experiências do passado, acrescentando mais uma ou duas decimais a algum peso atômico ou constante da natureza.” [5] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Mas, dois anos mais tarde, no dia 28 de dezembro de 1895, Wilhelm Conrad Roentgen apresentava ao secretário da Sociedade de Física Médica de Würzburg o seu primeiro relatório escrito sobre a sua descoberta [acidental] dos raios-x. No primeiro dia de 1896, ele enviou pelo correio cópias do texto impresso para amigos cientistas em Berlim e outros lugares. Enviava com o texto algumas cópias das primeiras fotografias feitas por ele com os raios-x... das quais a mais espetacular mostrava os ossos de uma mão humana. Ali estava exatamente o que o orador de 1893 havia dito que não poderia ocorrer: havia sido feita uma nova descoberta... Roentgen havia encontrado alguns raios misteriosos que penetravam em objetos opacos tão facilmente como a luz do sol atravessa os vidros de uma janela. No século dezenove não havia físicos que pudessem explicar esse fenômeno surpreendente... Não só os físicos mas as pessoas por toda parte ficaram excitadas com a novidade. Roentgen ficou famoso da noite para o dia.” [Ele recebeu, em 1901, o Prêmio Nobel da Física.] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A segunda grande descoberta no reino da física atômica foi a da radioatividade, realizada por Antoine Henri Becquerel em Paris, [em 1896] poucas semanas depois do anúncio de Roentgen. O pai de Becquerel, também físico, tinha investigado a fluorescência, o fato de que muitas substâncias submetidas à luz do sol reluziam mais tarde no escuro. Becquerel recordava o trabalho de seu pai e perguntou-se se havia alguma semelhança entre a fluorescência e os raios-x. Em função disso, ele envolveu uma chapa fotográfica em papel preto e colocou sobre ela um cristal de sal de urânio que o seu pai havia usado. Ele expôs este conjunto aos raios do sol. Ao revelar a chapa fotográfica, constatou que ela estava manchada ou escurecida como se alguma luz tivesse penetrado nela através do papel negro. Ele supôs que a ação da luz do sol tinha feito com que o urânio emitisse raios-x.” [6] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante os preparativos para experiências posteriores, Becquerel descobriu acidentalmente não os raios-x que ele buscava, mas a radioatividade. Sobre o assunto, o eminente físico moderno Robert Millikan observa:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A radioatividade era revolucionária para o pensamento humano, pois significava que alguns dos “átomos eternos”, isto é, os de urânio e tório, são instáveis e lançam fora espontaneamente com grande energia pedaços de si mesmos, desta forma transformando-se em outros átomos... De todas as novas descobertas, esta era a mais espantosa para o pensamento humano e estimulante para a imaginação, pois destruía a idéia da imutabilidade dos elementos e mostrava que os sonhos dos alquimistas poderiam tornar-se verdade um dia.” [7] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A próxima “revelação” ocorrida dentro do período de tempo previsto em “A Doutrina Secreta” foi a mais importante de todas; a descoberta do elétron, em 1897, por sir J. J. Thomson. O dr. Karl Compton, ex-presidente do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, fez o seguinte comentário em 1936, quando se afastava do cargo de presidente da Associação Americana Para o Progresso da Ciência:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A história da ciência está cheia de exemplos de que um novo conceito ou descoberta pode levar a avanços tremendos em campos novos e vastos cuja própria existência era, até então, insuspeitada... Mas, do meu ponto de vista, nenhum exemplo foi tão dramático como o da descoberta do elétron, a menor partícula do universo que, no período de uma geração, transformou não só a estagnada ciência da Física, mas também uma Química puramente descritiva e uma estéril Astronomia em ciências que se desenvolvem dinamicamente, cheias de aventura intelectual, com interpretações inter-relacionadas e valores práticos.” [8] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A descoberta de Thomson foi a culminação de uma série de experimentos iniciados por sir William Crookes, que se dedicava ao estudo das descargas elétricas em alto vácuo no tubo de Crookes, inventado por ele. Este tubo iria tornar-se um protótipo para os tubos de televisão e luz fluorescente usados hoje. As experiências de Crookes implicavam a existência de um quarto estado da matéria, que ele chamava de matéria radiante, e que, dez anos depois, constatou-se serem elétrons! É interessante que, em 1888, em “A Doutrina Secreta” [9] , HPB predizia que: “a descoberta da matéria radiante do sr. Crookes conduzirá a um estudo mais completo sobre a verdadeira origem da luz, revolucionando todas as teorias atuais”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A descoberta do elétron, observa o renomado físico norte-americano Robert Millikan, foi “extremamente útil para a humanidade, com suas milhares de extensões e aplicações para o rádio, para as comunicações de todo tipo, para a produção cinematográfica e inúmeras outras indústrias...” As descobertas científicas foram poderosamente aceleradas pelo uso de instrumentos eletrônicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A própria obra “A Doutrina Secreta” foi usada para diversas finalidades. O major Herbert S. Turner, inventor do cabo co-axial utilizado na telefonia e instalado de um lado a outro dos Estados Unidos no final da década de 1940, relacionou sua invenção com algumas passagens-chave de “A Doutrina Secreta” [10] como o conceito de círculo-que-não-pode-ser-transposto [11] , aplicadas por ele em idéias de caráter profundamente oculto em relação ao mundo da energia física. [12]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A profecia de “A Doutrina Secreta” que estamos examinando afirma que como resultado da “enorme ruptura feita no véu da natureza... a ciência materialista receberá um golpe mortal”. Em “Time, Matter and Values” (“Tempo, Matéria e Valores”), após haver descrito as novas descobertas da Física, Millikan conclui: “como resultado, o materialismo dogmático na Física está morto”.[13] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Raymond S. Yates, em seu livro “These Amazing Electrons” (“Esses Elétrons Surpreendentes”), assevera: “A velha escola estava em plena retirada. A Física estava totalmente confusa. Estava momentaneamente atordoada por uma avalanche de questões ponderáveis. O último tijolo sólido do edifício do materialismo caíra, e o pequeno e cômodo sistema de categorias e os refúgios engenhosos, construídos com tanto trabalho, haviam caído com um ruído surdo e inquietante”.[14]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo David Deitz, quando o século dezenove terminou já era claro que uma “verdadeira revolução acontecera no campo da Física”. Ele continua:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quatro descobertas significativas — os raios-x, a radioatividade, o elemento químico rádio e o elétron — convenceram os cientistas de que a sua tarefa estava apenas começando, e não terminando. Havia chegado o momento de invadir o interior do átomo. É arriscado, no entanto, afirmar que alguém pudesse prever, no começo do século vinte, os grandes avanços que seriam feitos na visão teórica, ou as aplicações espetaculares que surgiriam a partir desse novo conhecimento.” [15] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ciclo do despertar científico, que se seguiu à descoberta do elétron, continuou a aprofundar-se com três descobertas adicionais, que abalaram ainda mais os alicerces das doutrinas materialistas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1898 — Rádio. O elemento descoberto por Marie Curie e seu marido, Pierre, é quatro vezes mais radiante do que o urânio de Becquerel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1900 — A Física Quântica. Max Planck lançou as bases da teoria quântica em 1900 ao mostrar que a matéria emite e absorve radiação em pequenos pacotes ou quanta, mais tarde chamados de fótons por Einstein, ficando demonstrado que a luz pode, portanto, ser vista como partícula e como onda. (Mais de duas décadas depois, Louis de Broglie demonstrou que a matéria também se comporta com a dualidade partícula-onda). Em 1913, Niels Bohr afirmou que os elétrons saltam de uma órbita para outra em torno de um núcleo atômico ao absorver ou emitir quanta de energia, sem atravessar o espaço entre uma órbita e outra (em outras palavras, dão um salto quântico, expressão freqüentemente usada hoje em diversos contextos). Este foi um grande golpe contra a doutrina mecanicista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1905 — A Equação de Einstein E = mc². A teoria de Einstein “acrescentou o reconhecimento de que a massa ou matéria é equivalente à energia, e de que o tempo e o espaço são partes integrantes do continuum de matéria-energia que constitui o universo”. [16] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como foi indicado no prefácio deste livro, um certo número de cientistas tem-se interessado por “A Doutrina Secreta”. De acordo com uma sobrinha sua, Einstein tinha sempre uma cópia dessa obra na sua mesa de trabalho. Detalhes do seu testemunho são dados na Nota 22 da Parte 7, ao final deste livro, onde se evidencia também que duas pessoas poderiam ter despertado o interesse de Einstein nesta obra.[17] “A Doutrina Secreta” contém muitos ensinamentos que eram negados pela ciência nos dias de HPB, mas que foram comprovados mais tarde como verdadeiros, e é possível que essa obra contenha sugestões de outras verdades que ainda serão aceitas. Aqui estão três exemplos de descobertas pré-configuradas por HPB, no campo da Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Os átomos são divisíveis. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sir Isaac Newton escreveu na sua obra “Optics” (“Ótica”) que: “No início Deus formou a matéria em partículas maciças, sólidas, duras, impenetráveis e em movimento, com os tamanhos, formas, propriedades e proporções em relação ao espaço que eram mais adequados ao objetivo em função do qual foram criadas”. [18] Mais tarde, os cientistas eliminaram a teologia contida nessa declaração, mas conservaram a idéia das “partículas duras e impenetráveis”, ou átomos, como os tijolos básicos da construção do universo. Quando o elétron foi descoberto em 1897, os tijolos começaram a fragmentar-se. O átomo era divisível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aqui está o que HPB disse em “A Doutrina Secreta” [19]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“O átomo é divisível e deve compor-se de partículas ou sub-átomos... A ciência do ocultismo é toda baseada na doutrina da natureza ilusória da matéria e na divisibilidade infinita do átomo.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto à divisibilidade infinita do átomo, um cientista amigo escreveu para esta autora: “A ciência avançou nessa direção só passo a passo — encontrando primeiro o elétron e depois os prótons, mais tarde os nêutrons e a seguir os quarks e outras partículas, pensando, a cada vez, que havia encontrado a última partícula. Agora, finalmente, chegou às ondas puras, como na teoria das cordas, que corresponde à ciência da D.S.” [20] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando os quarks foram localizados pela primeira vez, Werner Heisenberg comentou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Mesmo que os quarks pudessem ser encontrados, segundo tudo o que sabemos, eles poderiam ser divididos novamente em dois quarks e um antiquark etc., e, assim, eles não seriam mais elementares que um próton... Nós teremos que abandonar a filosofia de Demócrito e o conceito de partículas elementares fundamentais. Devemos, em vez disso, aceitar o conceito das simetrias fundamentais, que tem base na filosofia de Platão.” [21]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Os átomos estão em movimento perpétuo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os cientistas do tempo de HPB não só acreditavam que os átomos eram indivisíveis mas também que eles eram imóveis, exceto no estado gasoso. “A Doutrina Secreta” declara: [22] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Diz o ocultismo que nunca a matéria se acha mais ativa do que quando parece morta. Um bloco de madeira ou de pedra está imóvel e é impenetrável em todos os sentidos. Não obstante, na realidade, suas partículas estão animadas por um movimento vibratório incessante, eterno, tão rápido que, para o olho físico, o objeto parece em absoluto desprovido de movimento; e a distância daquelas partículas entre si, no seu movimento vibratório, é tão grande — vista de outro plano de existência e percepção — como a que separa flocos de neve ou gotas de chuva. Mas, para a ciência física, esta idéia é um absurdo.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje é difícil pensar que algum dia isso foi considerado um absurdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo “A Doutrina Secreta”, o movimento incessante dos átomos no que vemos como um objeto sólido está de acordo com uma lei universal subjacente ao cosmo de que “não há repouso nem interrupção de movimento na natureza”. [23] Isso está de acordo com a visão de Einstein, segundo “The Theory of Relativity” (“A Teoria da Relatividade”), de Garrett Service:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Pesquisas científicas mostram que, nas coisas infinitamente pequenas assim como nas infinitamente grandes, tudo é movimento... e não encontramos nada em repouso. Assim sendo, diz Einstein, o movimento deve ser visto como a condição natural e também real da matéria, algo que não necessita de ser explicado, porque surge da própria substância do universo. É a verdadeira essência da existência.” [24] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em “A Doutrina Secreta”, HPB afirma que “o movimento abstrato absoluto” é um símbolo do próprio Absoluto. [25] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Matéria e energia são conversíveis. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ciência do século dezenove acreditava no oposto. Einstein desaprovou a crença antiga em 1905 com a sua famosa equação E = mc2. Millikan traduz a equação da seguinte maneira:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“m é massa em gramas; c é velocidade da luz em centímetros por segundo (30.000.000.000 cm/s); e E é energia em unidades de energia, isto é, em ergs. Expressa na linguagem comum de engenharia, a equação de Einstein diz que, se um grama de massa é transformado em calor a cada segundo, são gerados continuamente 90 bilhões de quilowatts de energia.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A concepção extraordinariamente importante aqui”, acrescenta Millikan, é que a própria matéria é conversível em energia radiante”.[26] Uma maneira mais geral de explicar este fato agora comprovado seria dizer que a matéria é energia condensada, enquanto energia é matéria que se expandiu. HPB cita um trecho de um artigo da revista “The Path” (janeiro de 1887, p.297) em “A Doutrina Secreta” [27] :&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Como declarou um teosofista norte-americano, ‘as mônadas (de Leibnitz) podem ser consideradas como força, de certo ponto de vista; e, de outro, como matéria. Para a ciência oculta, força e matéria não são mais que dois aspectos da mesma substância’.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa substância ela chamava de prakriti, que emana da matéria primordial, ou mulaprakriti (a raiz da matéria).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em “Ísis Sem Véu” [28], HPB postula diretamente a conversibilidade de força em matéria ao afirmar:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Toda manifestação objetiva, seja no movimento do corpo de um ser vivo, seja no movimento de algum corpo inorgânico, requer duas condições: vontade e força — além de matéria, que é aquilo que faz com que o objeto que se move seja visível aos nossos olhos; e essas três são todas forças conversíveis...”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A referência que se segue [29] é especialmente interessante, não só porque a expressão energia atômica indica que os átomos têm energia, mas porque HPB parece ter sido a primeira pessoa a usar esta expressão tão comum hoje:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“O ‘movimento ondulatório das partículas vivas’ torna-se compreensível com a teoria de um... Princípio Vital universal, que é espiritual, independente de nossa matéria e que se manifesta como energia atômica somente no nosso plano de consciência.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo em vista tudo o que foi dito antes, não é surpreendente ser informada pelos atuais editores de “A Doutrina Secreta” que eles têm recebido pedidos freqüentes de exemplares dessa obra feitos por professores universitários. Um professor do Instituto de Tecnologia da Califórnia comprou o livro diversas vezes nos últimos anos. Perguntado amavelmente sobre a razão disso, soube-se que, cada vez que um exemplar estava demasiadamente marcado, dificultando a sua leitura, ele comprava outro exemplar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta escritora soube em 1982, quando visitava Boston e Cambridge, que os professores e alunos de química do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) estavam fazendo planos para investigar os ensinamentos em “A Doutrina Secreta” relativos às suas especialidades. Em 1988, soube-se, por meio de Philip Perchion, um cientista que havia trabalhado na bomba atômica, que professores e estudantes do MIT haviam formado uma sociedade alquímica e que estudavam regularmente “A Doutrina Secreta”. Ele também disse que ele e vários professores de química — a maior parte professores aposentados do MIT — encontravam-se periodicamente para discutir a D.S. no Harvard Club, em Nova Iorque.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Albert Einstein e “A Doutrina Secreta”:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Texto Completo da Nota 22, Parte 7, do &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
livro “Helena Blavatsky”, de Sylvia Cranston:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Veja o prefácio, NF # 11. Robert Millikan pode ter sido um dos primeiros cientistas a apresentar “A Doutrina Secreta” para Einstein. De 1921 a 1945 ele foi o diretor do Laboratório Norman Bridges no Instituto de Tecnologia da Califórnia, em Pasadena; ele era também o presidente do comitê executivo do Cal Tech. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos anos 30, Millikan ajudou a trazer Einstein para os Estados Unidos. Por três verões, Einstein trabalhou em Cal Tech, antes de aceitar um posto em Princeton. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Millikan estava profundamente interessado em “A Doutrina Secreta”. Durante seu mandato em Cal Tech, uma cópia do livro, na biblioteca da escola, era tão solicitada que para alguém conseguir o seu empréstimo tinha que colocar o nome numa longa lista de espera. Parece provável que Millikan tenha sido um dos que despertaram o interesse de Einstein pela Doutrina Secreta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra pessoa pode ter sido Gustav Stromber, um astrofísico do Observatório Mount Wilson, de Los Angeles, que foi um bom amigo de Einstein e trabalhou com ele no observatório. Quando a obra de Stromberg “Soul of the Universe” (“Alma do Universo”) foi publicada, tinha na orelha uma recomendação de Einstein. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É interessante notar que, durante este período, Boris de Zirkoff, compilador de “H.P.Blavatsky Collected Writings”, visitava freqüentemente o observatório e fez amizade com os astrônomos de lá. Disse ele que todos estavam interessados em teosofia, particularmente o dr. Hubbell. Stromberg visitou a Sociedade Teosófica em Point Loma, e, certa vez, fez uma palestra lá; ele escreveu até mesmo a introdução para um livro de astronomia de dois teosofistas de Point Loma. Stromberg afirma: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“ ‘Star Habits and Orbits’ é descrito como ‘astronomia para estudantes de teosofia’. Isto inclui, conseqüentemente, dois temas diferentes; primeiro, a descrição dos fatos astronômicos fundamentais, e, segundo, uma interpretação destes fatos do ponto de vista dos ensinamentos teosóficos (.....) O grande edifício da ciência moderna é incompleto sem a apresentação de um mundo não-físico, a partir do qual a energia, a organização e a mente temporariamente emergem e vão para dentro do mundo físico de espaço e tempo. Teorias físicas modernas mostram a insuficiência dos conceitos materialistas que até recentemente caracterizaram a ciência natural apontam diretamente para um mundo que está em contato íntimo com a nossa própria consciência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há muitos caminhos para o conhecimento e nenhum deles deve ser negligenciado. Sabendo, como sabemos agora, que a nossa mente, inclusive a nossa capacidade de pensar, tem suas raízes num mundo invisível mas não desconhecido, é concebível que possam existir homens e mulheres inspirados capazes de perceber algo dos mistérios fundamentais da vida e do universo sem o uso de microscópios e telescópios.” (Charles J. Ryan e L. Gordon Plummer, “Star Habits and Orbits”, Covina, Califórnia, EUA, Theosophical University Press, 1944, pp. V-VI.) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[ Assim termina o texto da Nota 22, parte 7, do livro de Sylvia Cranston. ] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Veja em www.filosofiaesoterica.com o texto “A Teosofia de Albert Einstein”, de Carlos Cardoso Aveline.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sylvia Cranston, autora do livro “Helena Blavatsky - a Vida e a Influência Extraordinária da Fundadora do Movimento Teosófico Moderno” (Ed. Teosófica) , foi associada da Loja Unida de Teosofistas, LUT, e teve uma longa vida dedicada à causa da teosofia. Morreu na segunda metade da década de 1990. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[1] “The Secret Doctrine in the Light of Twentieth Century” (“A Doutrina Secreta à Luz do Pensamento do Século Vinte”), revista “Sunrise”, publicada pela Sociedade Teosófica de Pasadena, abril-maio de 1989, pp 150-151. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[2] Veja “A Doutrina Secreta”, H.P.B., ed. Pensamento, SP, volume III. Na edição em inglês, “The Secret Doctrine”, Theosophy Co., Los Angeles, veja vol. II, p. 442. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[3] Volume II, pp. 323-324 da edição em português de “A Doutrina Secreta”, Ed. Pensamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[4] “A Doutrina Secreta”, HPB, Ed. Pensamento, SP, volume II, pp. 323-324. Em inglês, “The Secret Doctrine”, vol. I, pp. 611-612. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[5] “O diretor do Departamento de Física da Universidade de Harvard desencorajava o estudo de graduação, pois só bem poucos problemas permaneciam sem solução”. (Gary Zukav, “The Dancing Wu Li Masters”, Nova Iorque, Bantam, , 1980, p. 311.) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[6] David Dietz, “The New Outline of Science” (“O Novo Perfil da Ciência”), Nova Iorque, EUA, Dodd, Mead, 1972,, pp. 259-263. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[7] Robert Millikan, “The Autobiography of Robert A. Millikan”, Nova Iorque, EUA, Prentice-Hall, 1950, pp. 272, 271. Em 1909, o próprio Millikan cumpriu um importante papel ao determinar as cargas elétricas exatas dos elétrons, e em 1923 recebeu o Prêmio Nobel de Física pela descoberta dos raios cósmicos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[8] “Science”, 8 janeiro 1937, p. 598. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[9] Volume II, p. 333 da edição em português, da Ed. Pensamento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[10] “A Doutrina Secreta”, volume I, pp. 176-179, especialmente 177. Em inglês, “The Secret Doctrine”, Theosophy Company, Los Angeles, Volume I, pp. 129-132. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[11] O círculo-que-não-pode-ser-transposto (ring-pass-not no original) é aquilo que separa o mundo da forma do mundo sem forma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[12] “Theosophia”, volume 4, número 22, novembro-dezembro de 1947, p. 15. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[13] Robert Millikan, “Time, Matter and Values” (“Tempo, Matéria e Valores”), Chapel Hill, Carolina do Norte, EUA, University of North Carolina Press, 1932, p. 96. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[14] Raymond F. Yates, “These Amazing Electrons” (“Esses Eletrons Incríveis”), Nova Iorque, EUA, the Macmillan Company, 1937. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[15] Dietz, “The New Outline of Science”, p. 277. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[16] A. March e I.M. Freeman, “The New World of Physics” (“O Novo Mundo da Física”), 1963; citado na revista “Sunrise”, novembro de 1975, p. 81. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[17] Veja a Nota 22 da parte 7 do livro de Sylvia Cranston, completa, ao final do presente texto. Sobre este tema, leia o artigo “A Teosofia de Albert Einstein”, de Carlos Cardoso Aveline, em www.filosofiaesoterica.com . &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[18] M.R. Crossland, editor, “The Science of Matter”, Nova Iorque, EUA, Penguin, 1971, p. 76. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[19] Vol. II, p. 232 da edição em português. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[20] “Em 1984”, escreve Stephen Hawking, “houve uma mudança de opinião notável em favor do que é chamado de teoria das cordas ..... O que antes se via como partículas, é agora representado como ondas vibrando no cordel de uma pipa ou pandorga”. (Hawking, “A Brief History of Time” – “Uma Breve História do Tempo”, p. 158-160 da edição em inglês).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[21] Werner Heisenberg, “Science”, 19 de março de 1976, p. 1165. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[22] Volume II, p. 220 da edição em português. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[23] Blavatsky, “The Secret Doctrine”, vol. I, p. 97; veja também vol. I, pp. 2, 55 e nota de rodapé da p. 76. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[24] S. Garrett Service, “The Einstein Theory of Relativity” (“A Teoria da Relatividade de Einstein”), Nova Iorque, EUA, E. M. Radimann, 1928, p. 48. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[25] Vol I, p. 14 da edição em inglês. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[26] Millikan, “The Autobiography of Robert A. Millikan”, p. 273. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[27] Vol. II, p. 335 da edição em português. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[28] Página 260, no volume I, da edição brasileira. Em inglês, “Isis Unveiled”, Theosophy Co., Los Angeles, Vol I, p. 198. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[29] “A Doutrina Secreta”, vol. IV, p. 242, da edição em português.&lt;br /&gt;
Fonte:&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;background-color: #1b703a; color: #ffff66; font-family: Georgia, Times, serif; font-size: 15px; line-height: 23px;&quot;&gt;http://www.filosofiaesoterica.com/ler.php?id=610.&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;background-color: #1b703a; color: #ffff66; font-family: Georgia, Times, serif; font-size: 15px; line-height: 23px;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://delumar.blogspot.com/feeds/863093185141713061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2009/12/teosofia-antecipa-fisica-atual_08.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/863093185141713061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/863093185141713061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2009/12/teosofia-antecipa-fisica-atual_08.html' title='A TEOSOFIA ANTECIPA A FÍSICA ATUAL'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8626129489293776221.post-7619917870633031721</id><published>2009-11-26T18:44:00.000-02:00</published><updated>2009-11-26T18:44:56.185-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Criptozoologia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Mitologia"/><title type='text'>OS DEUSES SUMÉRIOS DAS ESTRELAS</title><content type='html'>Add comments &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OS DEUSES SUMÉRIOS DAS ESTRELAS &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Mistério dos Sumérios &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os primeiros registros dos sumérios remontam mais de 3.000 anos antes de nossa era. Sua origem ainda permanece desconhecida. O que sabemos no entanto, é que os Sumérios possuíam uma cultura superior, plenamente desenvolvida, a qual impunham aos semitas, em parte ainda bárbaros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto aos seus deuses, estes os procuravam nos cumes da montanhas, ou, quando não haviam montanhas onde se encontravam, faziam aterros formando morros artificiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecimentos e Tecnologia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A astronomia suméria era extremamente avançada. Seus observatórios eram capazes de obter cálculos do ciclo lunar que diferiam somente 0.4 segundos dos nossos cálculos atuais. Foi encontrado também, na colina de Kuyundjick (a antiga Nínive), um cálculo com impressionantes 15 casas, com resultado final igual a 195.955.200.000.000. Os gregos, no auge de seu saber, não se atreveram a ultrapassar o número 10.000, considerando tudo o que passasse deste valor como infinito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na cidade de Nipur, a 150 quilômetros de Bagdá, foi encontrada uma biblioteca sumeriana inteira, contendo cerca de 60.000 placas de barro com inscrições cuneiformes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Suas tábulas de argila contém informações preciosas sobre o Sistema Solar. O mais impressionante são os dados sobre Plutão – planeta só (re)descoberto em 1930! Eles possuíam conhecimentos sobre o tamanho, composições químicas e físicas de Plutão e afirmavam que este era na verdade um satélite de Saturno que se “desprendeu” e ganhou nova órbita. A Lua era por eles chamada de “pote de chumbo” e diziam que seu núcleo era uma cabaça de ferro. Durante o programa Apollo, a NASA confirmou estes dados…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Idades Avançadas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo os escritos cuneiformes encontrados, os sumérios conseguiram alcançar idades fantásticas. Segundo estes escritos, os dez primeiros reis governaram, no total, 456.000 anos e os vinte e três reis seguintes, 24.510 anos, 3 meses e 3 dias e meio – período o qual trouxe muitos aborrecimentos a estes reis, ocasionados pela era pós-dilúvio, tempo de reconstrução geral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Dilúvio Segundo os Sumérios: Influência Extraterrestre?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reza um escrito cuneiforme sumério: “E depois veio o dilúvio e após o dilúvio a realeza tornou a descer mais uma vez do céu…”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este trecho, de uma das placas encontradas, faz parte da mais antiga descrição do dilúvio que temos conhecimento. Mais antiga até que o poema épico de Gilgamés.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na mais antiga das placas até hoje encontradas, o “Noé” dos sumerianos chamado Ziusudra, morava em Shuruppak e lá construiu sua arca. Os sumérios foram edificando ao longo dos séculos torres, pirâmides e casas com todo o conforto para seus “deuses” a quem ofereciam sacrifícios enquanto aguardavam o regresso – e a cada cem anos eles retornavam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seria possível que seres extraterrestres tivessem descido nesta região da terra, passado um pouco de seus conhecimentos para os sumérios e de tempos em tempos voltassem para saber como estavam seus “pupilos”? Isso explicaria a fantástica vida dos reis sumérios e sua incrível tecnologia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na tradução das placas de barro sumérias encontradas, diz-se que a Terra teve origem extraterrestre, através da colisão de dois corpos celestes. Parte dos destroços caíram aqui e no outro corpo celeste chamado Nibiru.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os sumérios acreditavam que seus deuses vieram deste planeta – “o décimo segundo planeta” – que completa uma volta ao Sol a cada 3.600 anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A história diz ainda que após 35 milhões de anos, Nibiru corria risco de se acabar totalmente, então, como a Terra era o único planeta com condições favoráveis para a sua sobrevivência, fizeram misturas genéticas entre os primatas e a sua espécie. Esta mesma história conta que estes eram seres humanóides gigantes que, com o passar do tempo, misturaram-se com os humanos, gerando assim novas raças e etnias: os “filhos dos deuses”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estas plaquetas também contém advertências dos ET’s sobre as calamidades que o planeta iria passar. Segundo estas advertências, o planeta Nibiru passaria muito perto da Terra, fazendo com que a atração gravitacional dos dois planetas provocasse um cataclisma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Investigando a mitologia sumeriana e algumas plaquetas e quadros acádicos, temos que os “deuses” sumerianos não tinham forma humana, e o símbolo de cada um dos deuses era invariavelmente ligado a uma estrela. Nos quadros acádicos, as estrelas estão reproduzidas assim como desenharíamos hoje. O singular porém, é que estas estrelas são rodeadas de planetas de diversos tamanhos. Como poderiam saber os sumérios que uma estrela possui planetas?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os “Deuses” Sumerianos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os deuses sumerianos correspondiam a estrelas / astros. Seu deus supremo, Marduk (Marte), segundo o que se sabe, teve construída em sua homenagem, uma estátua em ouro puro, de oitocentos talentos de peso; isso correspondia a uma imagem de 24 toneladas de ouro puro!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ninurta (Sírio) era o juiz do Universo. Este pronunciava sentenças sobre os mortais. Há placas com inscrições dirigidas à Marte, Sírio e às Plêiades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Suas descrições sobre as armas utilizadas por estes deuses para combater os inimigos, nos remontam a bomba atômica! Foram encontrados desenhos e até uma maquete de uma residência assemelhando-se a um abrigo anti-atômico pré-fabricado, redondo e tosco e com uma única entrada estranhamente emoldurada. Por que e como um povo de mais de 3 mil anos iria construir um abrigo anti-aéreo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Curiosidades Encontradas nas Terras do Sumérios&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Em Geoy Tepe, desenhos espirais, uma raridade há 6 mil anos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Em Gar Kobeh, uma indústria de pederneiras, a qual se atribuem 4 mil anos de idade;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Em Baradostian, achados idênticos com idade provável de 30 mil anos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Em Tepe Asiab, figuras, túmulos e instrumentos de pedra com data anterior a 13 mil anos passados;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- No mesmo local foram encontrados excrementos petrificados de origem desconhecida (não humana);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Em Karim Schair encontraram-se buris e outras ferramentas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Em Barda Balka, foram desenterradas ferramentas e armas de pederneira;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Na caverna de Schandiar foram encontrados esqueletos de homens adultos e de uma criança, que datam cerca de 47 mil anos, conforme avaliação realizada pelo processo de C-14.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nov 19 HERCÓLUBUS O DECIMO SEGUNDO PLANETA [Zecharia Sitchin] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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HERCÓLUBUS O DECIMO SEGUNDO PLANETA [Zecharia Sitchin] &lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----Os sumérios descreviam nosso sistema solar como um conjunto de 12 corpos celestes significativos. Na linguagem zodiacal, estes astros são todos chamados&quot;planetas&quot;, embora, entre eles, os antigos incluíssem a Lua e o Sol. Isso significa que os mesopotâmicos, não somente possuíam um inexplicável conhecimento astronômico; eles também afirmavam a existência de planetas que somente a ciência contemporânea pôde reconhecer, como o longínquo Plutão, hoje destituído de seu status planetário; os miteriosos Urano e Saturno e o até hoje desconhecido porém procurado 12º planeta, este que os sumérios denominavam Nibiru. Ora, se os sumérios, há 6 mil anos, estavam corretos em relação aos nove planetas reconhecidos hoje porque não poderiam estar, igualmente corretos, em relação a Nibiru? Meditemos...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DIREITA: Ut’napishtim, o Noé da Suméria, resgata Gilgamesh do meio dos oceanos durante o Dilúvio provocado pelos Anunnaki. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há seis mil anos atrás, os Sumérios conheceram um planeta chamado Nibiru. Era o planeta de origem de um povo descrito pelos antigos como &quot;raça de deuses&quot;. Os nativos de Nibiru visitaram a Terra no passado influenciando decisivamente a cultura humana. Artefatos e tabuletas cuneiformes de argila e pedra encontradas no Iraque referem-se claramente a um planeta de onde vieram viajantes cósmicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A herança deste remotos alienígenas aparece na avançada tecnologia dos sumérios e de outros povos ao redor do mundo. Muitas relíquias não são acessíveis ao público que, assim, desconhece essa face da mitologia mesopotâmica. No caso dos sumérios, sua cultura é a mais antiga do Ocidente. Entretanto, seu sistema matemático e o calendário permanecem atuais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aos poucos, a pesquisa sobre Nibiru começa a aparecer, ainda que o planeta seja chamado por outros nomes, como , 12º planeta ou &quot;planeta da cruz&quot; (Planet of the crossing). Os sumérios tinham doze corpos celestes em seu zodíaco, contando o sol e a lua e mais DEZ Planetas que, afirmavam, pertencem ao nosso sistema solar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje os cientistas estão procurando este planeta misterioso nos confins do espaço; a NASA se empenha nessa pesquisa e os especialistas investigam porque já têm certeza de que o &quot;Planeta X&quot; existe. Observado há milhares de anos passados, Nibiru não é visto nos céus contemporâneos. Isso acontece porque a órbita do 10º planeta (12º astro dos sumérios) é uma elíptica extremamente alongada. Durante milênios, o globo se mantém longe do sol e da vista dos terráqueos, muito além da órbita de Plutão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Sumérios descrevem o Planeta X ou Nibiru, no ponto mais extremo de suatrajetória, distante da Terra aproximadamente 30 milhões de anos-luz. Os viajantes de Nibiru que chegaram à Terra são chamados Anunnaki e foram considerados deuses. A tradição conta que os Anunnaki possuíam &quot;servos&quot; que eram &quot;seres andróides&quot;. Não eram seres vivos mas agiam como se fossem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zecharia Sitchin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zecharia Sitchin é lingüista, perito em escrita cuneiforme (suméria) e em muitas outras linguagens antigas. Em 1976, publicou The Tewlfht Planet e assim começou sua trajetória transformadora da pesquisa da história antiga. Em 1993, lançou seu sexto livro, parte da série de Earth Chronicles (Crônicas da Terra) - When Time Began. Este último livro fala das relações entre o complexo calendário de Stonehenge, as ruínas de Tiahuanacu, no Peru, a antiga cultura suméria e, por extensão, a conexão desses monumentos antigos com os Anunnaki. Sitchin defende que os Anunnaki não são uma alegoria ou criação fabulosa dos sumérios; antes, são seres humanóides que habitam o misterioso planeta Nibiru.A órbita excêntrica, extensa de Nibiru, faz com que o planeta passe milênios totalmente invisível à observação no centro do sistema solar. Zecharia Sitchin acredita que quando a posição de Nibiru é favorável, ciclicamente, os Anunnaki - habitantes de Nibiru - visitam a Terra e interferem no curso da história humana. O ano de Nibiru corresponde a 3 mil e 600 anos terrenos, período regular de intervalo entre as visitas dos Anunnaki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sitchin já decifrou mais de dois mil cilindros e fragmentos de cerâmica com inscrições da Mesopotâmia, alguns de 4.000 a.C., que fazem parte do acervo de museus de todo o mundo. Um desses fragmentos, que se encontra na Alemanha, indica que a Terra é o &quot;sétimo planeta&quot;, contando a partir de Plutão. Ocorre que Plutão somente foi descoberto pela astronomia moderna no início do século XX. Como os sumérios poderiam saber de tal coisa?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O lingüísta acredita que, na antiguidade, seres extraterrenos conviveram com antigos mesopotâmicos e foram os &quot;instrutores&quot;, os deuses da humanidade dos primeiros tempos históricos (pós-advento da escrita). Comparando as mitologias da Criação de diferentes culturas, verifica-se a coincidência dos mitos, que são recorrentes nas referências a uma &quot;colonização&quot; ou instrução das primeiras nações humanas por seres superiores, que vieram do espaço e se encarregam de ensinar aos homens primitivos as &quot;artes&quot; que caracterizam as civilizações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre buscando a identidade desses &quot;instrutores celestes&quot;, Sitchin começou sua jornada pelo mundo das cidades antigas e dos grandes impérios do passado. Uma de suas conclusões mais significativas afirma a existência, em Marte, de uma estrutura alienígena, artificial, de forma piramidal, situada na região denominada Cydonia. Essa pirâmide não é a única; sua distância em relação a outra estrutura semelhante é proporcionalmente idêntica à distância que existe entre a Esfinge e as pirâmides do Egito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas relações entre pirâmides podem significar que elas servem como marcos topográficos para viajantes celestes, como os Annunaki, tanto na Terra quanto em Marte. Sitchin acredita que as pirâmides de Gizé não foram um realização dos egípicios. Em 1993 foi divulgada a descoberta de que a Esfinge é dois mil anos anos antiga do que se pensava, o que reforça a teoria de Sitchin.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Buraco de Saddam&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Polêmico, Sitchin fundamenta suas teorias em rigorosas traduções dos textos sumérios, escrituras Védicas (indianas) e textos originais da Bíblia escritos em hebraico e grego. O local, na Terra, de chegada ou aterrisagem dos Annunaki é uma região chamada Eridu, sul do Iraque. A dificuldade de captura de Saddam Hussein decorreu do fato de que seu esconderijo, o &quot;buraco&quot; onde foi encontrado o ditador, é parte de uma pirâmide construída na antigüidade e desconhecida dos arqueólogos que trabalham naquele país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Céu do Hemisfério Sul&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A NASA localizou uma maciço e negro objeto cósmico nos céus do hemisfério sul, fato que pode justificar a recente reativação de telescópios na Argentina e no Chile. Sitchin, que visitou vários observatórios astronômicos da antigüidade, constatou que todos privilegiam a visão do quadrante sul e também estão localizados na mesma latitude da Terra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos desses observatórios permitem medir com exatidão o nascer do sol e da lua. É possível que esse notável interesse pelo céu tenha sido motivado pela expectativa de um retorno desses alenígenas que foram, no passado, considerados criadores e instrutores da raça humana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Anunnaki: na língua suméria significa &quot;Aqueles que desceram dos céus&quot;; para os hebreus eram Nefilim, Elohim; em egípcio, Neter. Descobertas arqueológicas e artefatos recolhidos nos últimos duzentos anos são o fundamento da teoria de que uma avançada civilização proveniente de um planeta distante, porém pertencente ao sistema solar do qual a Terra faz parte, chegou ao golfo Pérsico a cerca de 432 mil anos atrás; eram os Anunnaki. Os visitantes estelares colonizaram a Terra com o propósito de obter grandes quantidades de ouro. Sua mão-de-obra foi arrebanhada entre os humanos primitivos, que foram manipulados geneticamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há 250 mil anos, o sistema de colonização alienígena começou a decair; os operários das minas (terráqueos) começaram a se rebelar contra as condições de trabalho e os Anunnaki, então, decidiram criar um ser que pudesse substituir os humanos primitivos. O experimento de engenharia genética teve de ser refeito. Enki, cientista genético e Ninhursag, chefe de medicina, criaram híbridos usando material do homo erectus, de animais e dos próprios Anunnaki. O resultado foi o homo sapiens, que veio ao mundo para ser escravo! Os primeiros homens, sendo híbridos, não se reproduziam. Novos ajustes foram feitos e, assim, a espécie pôde procriar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando os sapiens tornaram-se muito numerosos, parte deles era expulsa das cidades Anunnaki e, assim, gradualmente espalharam-se no planeta. Mas as criaturas surpreenderam os criadores: eram belos e se desenvolviam muito bem. Algumas fêmeas começaram a servir de parceiras sexuais para os colonizadores. Essas uniões eram férteis, produziam prole. Era uma situação inaceitável para a maioria dos Anunnaki que decidiram exterminar a população colonizada - a humanidade - provocando uma colossal inundação em época próxima à reentrada de Nibiru nas proximidades da órbita da terra. Esse dilúvio aconteceu há cerca de 12 mil anos atrás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos humanos foram salvos por Enki, que simpatizava com aqueles que ele mesmo havia criado. Por milhares de anos, homens e mulheres foram escravos e soldados. Os Anunnaki usavam seus servos nas guerras que travaram entre si, na construção de palácios e cidades, em instalações astronômicas situadas em todos os continentes. Eles ocuparam não somente a Mesopotâmia, mas também o Egito, a Índia, as Américas. Por isso os sinais de sua presença são encontrados em todo o mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seis mil anos depois do dilúvio, os Anunnaki que aqui permaneceram resolveram que era hora de deixar o planeta e, gradualmente, conduziram a raça humana à independência, introduzindo um sistema sociopolítico fortemente hierarquizado. Linhagens de reis foram estabelecidas, possivelmente considerando a descendência dos Anunnaki: eram os &quot;Iniciados&quot;, versados em ciências como matemática e astronomia, conhecedores de técnicas de medicina, arquitetura e engenharia. Dinastias cuja continuidade era feita por meio &quot;colégios&quot; - os &quot;colégios dos mistérios&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Evidência Astronômica&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prova definitiva da veracidade da tradição suméria seria o reconhecimento científico de um décimo planeta (ou 12º astro) no sistema solar, ou seja, a &quot;descoberta&quot; de Nibiru com tamanho, órbita e outras características descritas nos registros da Mesopotâmia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Plutão foi descoberto em 1930 e Caronte, sua lua, em 1978. A análise de Plutão mostra que determinadas peculiaridades da órbita deste planeta e também das órbitas de Urano e Netuno somente podem ser explicadas pela existência de um planeta desconhecido que deve ser bem maior que Plutão e mesmo a Terra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre 1983 e 1984, o IRAS - Infrared Astronomical Satellite produziu observações relacionadas a um décimo planeta. Em 1992 novas descobertas foram publicizadas sobre um planeta a mais no sistema, denominado &quot;intruder - &quot;planeta intruso&quot;. Os cientistas começaram, então, a confrontar os dados da astronomia com as traduções de Zecharia Sitchin, em especial, a tradução do documento Enuma Elish, que contém a história da formação deste sistema solar. São anais muito antigos que falam de um planeta do tamanho de Urano chamado Tiamat, cuja órbita passa entre Marte e Júpiter.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O grande planeta Nibiru foi capturado pela força gravitacional do sistema solar e sua entrada no conjunto causou anomalias nas luas dos outros planetas. Nibiru colidiu com Tiamat e enormes fragmentos entraram na órbita da Terra. Um desses fragmentos veio a ser a Lua.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O interesse de antigos e contemporâneos por Nibiru decorre de uma questão muito prática. Os relatos arqueológicos são claros: a passagem deste planeta a cada 3 mil e 600 anos nas proximidades da Terra produz efeitos sensíveis na realidade ambiental; catástrofes são desencadeadas. A passagem de Nibiru é, possivelmente, a causa da mudança nos pólos da Terra, dos regimes da marés, dos padrões climáticos, dos desvios da órbita e choque com asteróides que são arrastados pelo &quot;intruso&quot;. Nibiru pode ter provocado, por exemplo, a extinção da vida em Marte ou o fim da época dos dinossauros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MISTÉRIO DE TIAMAT: O OUTRO NOME DA TERRA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há 500 mil anos atrás o planeta Terra não se chamava &quot;Terra&quot;. O nome &quot;Terra&quot;, do grego gaia, é uma inovação recente. Seu nome mais antigo é Tiamat. Era um lugar completamente diferente do que é hoje e localizava-se no espaço em outra posição, mais distante do sol, entre Marte e Júpiter. Marte, que ficava mais perto do sol era, então, completamente habitável, com um clima temperado e água abundante em estado líquido. Este fato, embora não divulgado, já foi amplamente verificado pela NASA e outros grupos científicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tiamat estava mais próximo da estrela Sírius (ou Sothis, como a chamavam os antigos egípcios). O sistema planetário de Sírios e o sistema da estrela que chamada Sol eram parte de um mesmo e único sistema maior, parte de uma unidade cósmica. Os dois sistemas ainda são gravitacionalmente conexos com um terceiro sistema, outro fato que começa a ganhar espaço nos meios científicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O &quot;Sistema Regional de Sírius&quot; evoluciona em torno de um sol central chamado Alcyone, estrela situada na constelação das Pleiades ou &quot;Quadrante das Pleiades&quot;. O conjunto Sol-Sírius-Alcyone descreve uma órbita ao redor do centro da galáxia (Via Lactea) em direção da estrela de Sagitário. Todo o movimento orbital do megasistema tem uma duração de 200 milhões de anos. Este grande ciclo deve completar uma revolução em 21 de dezembro de 2012, data prevista pelos maias para a deflagração de uma catástrofe mundial apocalíptica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FONTE: SOLÀRION, Robertino. A Brief History Of Planet X Nibiru, 2003. IN APOLLONIUS.NET &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Evidência Tecnológica&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há muito tempo escavações arqueológicas têm trazido à luz artefatos, ferramentas, máquinas e registros que surpreendem, pelo seu avanço, as expectativas dos estudiosos. São objetos inexplicáveis para a ciência histórica acadêmica. No deserto do Iraque foram encontradas baterias de argila com eletrodos datadas em 2 mil e 500 anos antes de Cristo; em uma pirâmide funerária, havia um modelo de aeroplano perfeitamente funcional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais recentemente, a redescobeta de ouro monoatômico em sítios arqueológicos do Oriente Médio veio reforçar a crença em civilizações do passado altamente sofisticadas. As substâncias monoatômicas são supercondutoras de energia em temperatura ambiente e possuem propriedades anti-gravitacionais. Somente nos últimos anos o ouro monoatômico tem sido investigado pela física. Arqueologicamente, entretanto, o ouro monoatômico mesopotâmico é conhecido desde 1889, quando sir Flinders Petrie demonstrou que o material era produzido há 3 mil anos atrás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Evidência Documental&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O registro histórico documentado da existência e das realizções dos Anunnaki começaram a aparecer desde os primeiros anos do século XIX. A escavação de antigos sítios arqueológicos mesopotâmicos revelaram uma avançada civilização Suméria. Milhares de lâminas de argila contêm escrituras relacionadas não somente com às questões do cotidiano, como o comércio, os casamentos, as ações militares e sistema de cálculos astronômicos; as tábuas cuneiformes também falam dos Anunnaki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fica evidente que os sumérios sabiam perfeitamente que aqueles aliens eram criaturas vivas, de &quot;carne e osso&quot;. A Biblioteca de Assurbanipal, apesar de ter sofrido um incêndio, não perdeu nada de seus documentos feitos de argila, resistente ao fogo. Assim, foram preservadas 400 tabuletas cuneiformes que contêm a história dos tempos arcaicos, sem falhas; uma espécie de &quot;cápsula do tempo&quot; feita de barro cozido. São estes documentos que contam a saga dos Anunnaki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Evidência Genética&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os registros sumérios localizam o laboratório, onde os Anunnaki criaram o homo sapiens na região leste da África Central, próximo às minas de ouro. É uma área que coincide com o lugar onde foi encontrado o mais antigo DNA mitocondrial, pertencente ao fóssil que ficou conhecido como Lucy. Os arqueólogos também encontraram ruínas de minas de ouro de 100 mil anos. Os documentos descrevem, ainda, os avanços da engenharia genética. O rápido progresso da espécie humana sapiens, que chega a Marte apenas 250 mil anos depois de começar a realmente &quot;sair das cavernas&quot; é notavelmente anômalo diante dos milhões de anos que foram necessários para consolidar os membros mais antigos do nicho dos homo erectus &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FONTE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Giants Upon the Earth - por Jason Martell, ANCIENT-X - Planet X: Past and Present - ANCIENT-X - Zecharia Sitchin - ANCIENT-X &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fim dos Tempos; uma era em que a perversidade humana atingirá seu ápice.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot; Se o cataclismo que é aguardado demorasse muito os seres humanos destruir-se-íam entre si de forma horripilante. Indiscutivelmente, à medida que o tempo passa, o Ego complica-se cada vez mais e mais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Ego, complicado, torna-se terrivelmente maligno. A humanidade terrestre já fracassou espantosamente e tornar-se-á cada vez mais e mais perversa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentro de pouco tempo,viver normalmente na Terra será algo mais do que impossível. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentro em pouco, será tão grande a malignidade, que os seres humanos terão na sua mente dois pensamentos: primeiro matar; segundo, ser morto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brevemente, à velocidade a que vamos, em todas as casas reinará a morte, o assassinato, o vício, a perversidade, multiplicadas ao máximo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A grande catástrofe que se aguarda converteu-se numa necessidade inadiável. Somente a grande catástrofe poderá salvar-nos dos pavores mais horripilantes que o Ego desencadeará sobre a face da Terra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já não temos outra esperança senão o incêndio universal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Cristo é a Virtude que sai dos Espaços com os Mistérios do Reino da Luz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Cristo Íntimo, expressando-se através do Homem Perfeito, é sempre o Mestre que ensina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Cristo fala sempre. É o Verbo que nos mostra o perigo. A Palavra do Senhor já nos havia advertido sobre a hora atual e a catástrofe que se avizinha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes da grande catástrofe multiplicar-se-ão as guerras, a fome, as doenças e horríveis holocaustos atômicos destruirão esta perversa civilização de víboras. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desta vez os justos não pagarão pelos pecadores. Isto aconteceu uma vez e esse tempo passou. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes do grande cataclismo, os justos serão salvos secretamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recordemos a Lot, tirado da cidade maldita, a Elias arrebatado ao céu por um carro de fogo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os justos serão tirados da grande Babilônia antes do grande cataclismo. Muitos discos voadores virão à Terra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outras humanidades planetárias nos vigiam, elas conhecem a terrível hora que vivemos. Momentos antes do estalido final, os justos serão auxiliados secretamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui, as montanhas voarão pelos ares em pedaços e se farão poeira, a Terra vomitará fogo e água e a superfície se converterá em uma massa de fogo e água. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sinal? O dia? A hora? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando hajam astronaves capazes de chegar a outros planetas. Quando os homens se preparem para conquistar e dominar à força outras humanidades planetárias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando quiserem repetir em outros planetas suas conquistas históricas e sangrentas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vivam alertas e vigilantes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada passo que o homem dá na conquista do espaço, o aproxima mais e mais do grande cataclismo, contudo, antes ainda haverá guerras atômicas espantosas e terríveis. &quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Samael Aun Weor &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot; Porém, daquele dia e da hora ninguém sabe, nem mesmo os Anjos que estão no céu, nem o Filho, mas o PAI. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Velai, pois, porque não sabeis quando virá o senhor da casa (nem em que data, nem em que ano ), se ao anoitecer, à meia noite, ao cantar do galo, ou pela manhã. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Velai, pois, para que quando vier de repente, não vos encontre dormindo (quer dizer: com a consciência adormecida ). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que vos digo, digo à todos: velai ( despertai a consciência ). &quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus Cristo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Criptozoologia [- Cryptozoology] &lt;br /&gt;
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Criptozoologia [- Cryptozoology] &lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
Criptozoologia é o estudo de espécies animais lendárias, mitológicas, hipotéticas ou avistadas por poucas pessoas. Inclui também o estudo de ocorrências de animais presumivelmente extintos. A criptozoologia aborda ainda os seus tópicos de um ponto de vista antropológico, procurando relacionar os mitos de várias culturas com animais extintos ou desconhecidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cripto é uma palavra grega e quer dizer: galerias subterrâneas, labirintos. Todavia ela se refere a uma fauna cuja dispersão geográfica ocorre nos locais menos acessíveis do Planeta: as altas cordilheiras de montanhas, as grandes profundidades marítimas e hipotéticos bolsões subterrâneos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma fauna oculta e bizarra cuja existência não é admitida pela Zoologia oficial, nem possui espécimes nas coleções de museus de zoologia, mas que ao longo de séculos e milênios o povo insiste em vê-las.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O criador do termo Criptozoologia e da Criptozoologia clássica foi o holandês Bernard Heuwelmann. Todavia Fernando Grossmann procura os fundamentos da Criptozoologia na revisão das hipóteses sobre a origem e evolução da vida em nosso Planeta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nov 19 O SOL NEGRO [O OLHO DE HÓRUS] &lt;br /&gt;
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O SOL NEGRO [O OLHO DE HÓRUS] &lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual a origem do ódio nazista pelos judeus? Várias teses são conhecidas, mas a que mais encontra adeptos pelo mundo todo é a de que o pensamento ariano, que já era predominante nos alemães de forma discreta, encontrou um elemento que provocou o foco desses sentimentos e se tornou a válvula de escape desse povo após o fracasso de sua atuação na Primeira Guerra Mundial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o que provocaria o surgimento desse ódio? Claro que admitir o fracasso pela derrota era pouco, alguém deveria estar pro trás dos acontecimentos. Mas quem?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para entender melhor a obsessão que tomou conta dos nazistas é necessário conhecer um pouco sobre esse texto que, hoje, sabemos ser uma farsa. Os famosos Protocolos dos Sábios de Sião, que os nazistas e neonazistas adoram citar como se fosse uma verdadeira obra literária, nada mais é do que uma obra forjada durante a Rússia do Czar Nicolau II, o último dos Romanov, que governou entre 1894 e 1917. A obra culpa os judeus pelos males que se abateram naquele país e surgiu originalmente em edições privadas no ano de 1897, sendo que somente se tornou pública em 1905. É uma cópia tirada de outra obra literária, um romance do século XIX chamado Biarritz, originalmente publicado em 1868, cuja história gira ao redor da existência de uma cabala secreta judaica e suas conspirações para conquistar o mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse romance foi criado por um autor alemão claramente anti-semita chamado Hermann Goedsche, que preparou o escrito sob o pseudônimo de Sir John Retcliffe. A idéia, por sua vez, veio de outro escritor, Maurice Joly, autor de Diálogos no Inferno entre Maquiavel e Montesquieu, publicado em 1864, e que falava sobre uma conspiração no Inferno contra Napoleão III. Goeddsche somente trocou a figura conspiratória dos escritores citados pelos judeus e inseriu cenários mais contemporâneos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como sabemos, o Império Russo anterior à Revolução Comunista procurava um bode expiatório para os problemas internos, mais ou menos como na Alemanha entre guerras. E os russos não tiveram escrúpulos ao usar partes da novela de Goedsche e publicá-las separadamente, já com o nome dos Protocolos, acompanhadas de afirmações de que se tratavam de atas verdadeiras de reuniões secretas realizadas pelos judeus. Com isto esperavam reforçar a imagem do Czar ao identificar seus verdadeiros oponentes. Registros históricos demonstram que Nicolau já via o Manifesto Comunista de Marx e Engels, publicados em 1848, como uma ameaça. Marx, por ser judeu mas não seguir a religião e falar abertamente sobre a idéia de um regime político onde a religião como um todo seria banida, era a figura perfeita para a criação de uma “ameaça judaica fundamentada”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar da obra ter sido constantemente acusada como fraudulenta (em 1921 por Philip Grave, um correspondente do London Times; em 1920 por Lucien Wolf no livro The Jewish Bogey and the Forged Protocols of the Learned Elders of Zion; e em 1971 por Herman Bernstein na obra The Truth About The Protocols of Zion: A Complete Exposure, entre outros) ela continuou ser usada como um documento histórico verídico e confundiu as cabeças das pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas os anti-semitas usaram e abusaram do texto. Um caso que ficou notório foi sua publicação nos Estados Unidos num jornal de Michigan cujo proprietário era ninguém menos do que Henry Ford, o criador dos carros que levam seu nome. O próprio Ford era anti-semita e autor de um livro obscuro chamado O Judeu Internacional. Mesmo depois que a fraude foi denunciada o jornal continuou a publicar o texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hitler usaria os Protocolos como uma justificativa para a necessidade do extermínio dos judeus numa atividade de propaganda que começou cerca de dez anos antes da eclosão da Segunda Guerra Mundial. De acordo com o pensamento nazista, era necessário tomar certos cuidados contra os planos judeus de domínio mundial, que haviam sido “descobertos” pelos russos em 1897. Eles ainda afirmariam que o plano ainda estava em andamento 33 anos depois. Hitler dizia que eram a prova da “culpa” dos judeus pela Revolução Comunista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E o texto seria usado até hoje por grupos racistas, supremacistas brancos, nazistas e neo-nazistas para justificar os males que afligem os povos que estejam sob regimes autoritários. A publicação dos Protocolos em várias línguas, incluindo o português, ajudou em sua propagação. Ainda hoje neonazistas afirmam que os judeus seriam responsáveis pela queda do comunismo e sua posterior democratização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Sociedade Thule&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um dos primeiros lugares a usar o conteúdo dos Protocolos para discutir em público foi a chamada Sociedade Thule (no original, Thule-Gesellschaft). O grupo foi fundado originalmente como Studiengruppe für germanisches Altertum (ou Grupo de Estudo para Antiguidade Germânica), mas logo começou a disseminar propaganda anti-semita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seu fundador foi Rudolf von Sebottendorff, um ocultista alemão que era maçom, astrólogo, numerólogo e praticante de meditação sufi, ligado à tradição sufista muçulmana. Inicialmente uma loja maçônica, logo assumiria o nome de Germanenorder Walvater, um desdobramento da Germanenorder, uma sociedade secreta conhecida como Ordem Teutônica, fundada em 1911. Era baseada em Munique e tirou seu nome mais conhecido de um país mítico localizado, segundo um mito grego, no nordeste daquele país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Von Sebottendorff declarou em várias oportunidades que a verdadeira missão da Sociedade Thule era “ser um veículo para promover suas próprias teorias ocultistas”. A pressão para que se tornasse um grupo voltado para a política da época surgiu devido a pressões da própria Germanenorder. Essas declarações foram feitas numa época em que os nazistas estavam em pleno poder e o fundador da Thule tinha pouco a ganhar ao negar o anti-semitismo, o que levou muitos pesquisadores do assunto a assumirem isto como uma verdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fato é que o grupo se tornou conhecido como a organização que apoiou o Deutsche Arbeiterpartei, mais tarde transformado por obra de Hitler no Partido Nacional-Socialista alemão. Vale, entretanto, lembrar que o próprio Hitler, até onde se sabe, nunca foi membro da Thule.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O foco principal das atividades era determinar a origem da raça ariana. O fato de poetas como Virgílio (que menciona na Eneida o termo Ultima Thule, ou a Thule mais distante) e geógrafos greco-romanos localizarem o país Thule no extremo nordeste (ou seja, no extremo do mundo conhecido de então) levaram aos “pesquisadores” da sociedade identificarem esta terra com a Escandinávia. Assim os místicos nazistas definem a terra de Ultima Thule como um longo território próximo da Islândia ou da Groenlândia, capital da terra da Hiperbórea.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De um modo geral essas idéias vem de uma especulação inicial de Ignatius L. Donnelly, um congressista norte-americano que fez fama com escritos sobre teorias concernentes ao destino da Atlântida. Ele afirmava que a terra perdida dos atlantes era a origem dos arianos.Para apoiar sua teoria ele usava a distribuição da suástica pelas culturas mundiais como um indício grande do êxodo dos sobreviventes atlantes. E fazia ligações entre essa distribuição e os escritos de Platão sobre o continente perdido, teoria também utilizada por Madame Blavatsky, como já vimos no capítulo anterior. Para completar, vale lembrar que a Thule manteve contato constante com os seguidores da teosofia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguidores e atividades&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O contingente da Thule alcançou a marca dos 250 membros em Munique e mais 1.500 na Bavária. Seus encontros aconteciam em geral num hotel de Munique chamado Vier Jahreszeiten (As Quatro Estações). Muito das atividades do grupo tinham mais a ver com a divulgação de idéias racistas (como os debates promovidos para propagar os Protocolos) do que com possíveis estudos ocultistas. Sua meta era combater a influência “perniciosa” de judeus e comunistas. Alguns estudiosos chegam a apontar o boato que correu na época de que a Thule estaria envolvida num plano de seqüestro do primeiro-ministro socialistas Kurt Eisner, organizador da Revolução Socialista que conseguiu derrubar a monarquia da Bavária em 1918.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fato é que a Thule foi acusada de tentar impor seu próprio governo quando da criação da República Soviética da Bavária em 1919. Foi durante esta tentativa que o então governo soviético prendeu vários membros do grupo para executá-los mais tarde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto isso, em Munique, a sociedade comprou um jornal semanal, conhecido como Münchener Beobachter (Observador de Munique) e mudou seu nome para Münchener Beobachter und Sportblatt (algo como Observador de Munique e Relatório de Esportes), numa tentativa de aumentar sua circulação. Algum tempo depois esse mesmo periódico iria se tornar o Völkischer Beobachter (Observador do Povo), o principal jornal nazista, editado por Karl Harrer, um dos membros fundadores do Partido dos Trabalhores Alemães, o embrião do Partido Nazista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Naquele mesmo ano outro membro da Thule, Anton Drexler, que estabelecera contatos entre a sociedade e várias outras organizações extremistas dos direitos trabalhistas, junta-se a Karl Harrer para participar do Partido dos Trabalhadores. Também Hitler entra em cena no mesmo ano. Em abril, o DAP (do alemão Deutsche Arbeiterpartei) se reorganiza e torna-se o Partido Nacional Socialista Alemão dos Trabalhadores ou NSDAP (do alemão Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fundador da Thule, por sua vez, resolve abandonar o grupo e, até onde se saiba, nunca se juntou ao DAP ou ao NSDAP. Vários textos históricos de proeminentes estudiosos falam sobre a inclusão de vários membros da Thule no alto escalão nazista, incluindo nomes como Dietrich Eckart (um dos membros-chave do nazismo e o primeiro a utilizar o termo Terceiro Reich, em cuja honra Hitler dedicou seu livro Mein Kampf), Gottfried Feder (cujas palestras atraíram Hitler para o partido), Hans Frank(julgado em Nuremberg por seu papel na execução do Holocausto na Polônia), Rudolf Hess (assistente de Hitler no partido nazista) e Alfred Rosenberg (principal teórico do nacional-socialismo e conselheiro de Hitler). O historiador Nicholas Goodrick-Clarke, autor de Sol Negro, sobre o lado esotérico do nazismo, afirma que esses mesmos supostos membros não o seriam de fato, uma vez que tudo não passou de uma gentileza oferecida a eles pela Thule durante a Revolução Bávara, ocorrida em 1918. Além dos nazistas mais iminentes também há outros nomes que são ligados à Thule, como Karl Fiehler (prefeito de Munique entre 1933 e 1945)e o doutor Wilhelm Frick (executado por crimes de Guerra logo após o fim da Segunda Guerra Mundial).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros autores e estudiosos divulgaram que Hitler era um membro do grupo. O fato é que não há até hoje uma única evidência de que isto fosse verdade. Pelo contrário, a maioria dos historiadores afirma que o Fuhrer nunca esteve num encontro da sociedade e citam como prova os registros controlados por Johannes Hering. A principal corrente de pesquisas afirma que Hitler era um homem que tinha pouco ou nenhum interesse em questões esotéricas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No começo de 1920 Harrer é forçado a deixar o DAP e Hitler tornou-se o elo com a Thule, que em seguida começou a perder influência e foi dissolvida cinco anos depois, bem antes do Fuhrer tomar o poder.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1933 Rudolf von Sebottendorff, que já estava afastado da Thule há pelo menos 14 anos, voltou à Alemanha com a esperança de que pudesse reativá-la, desta vez com os propósitos corretos. Naquele ano ele publicou um livro, Bevor Hitler kam (Antes de Hitler), onde afirmava que a Thule preparou o caminho para o líder nazista. As afirmações, entretanto, não foi bem recebida pelas autoridades em questão e, como resultado, nos anos seguintes as sociedades secretas alemãs (incluindo ocultistas ditos do movimento popular) foram proibidos e muitas fecharam suas portas graças à legislação antimaçônica de 1935. O livro de von Sebottendorff foi proibido e o autor preso em 1934, para depois ser enviado para o exílio na Turquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém muito foi dito sobre a incorporação de idéias vindas da Thule dentro dos conceitos do Terceiro Reich. Algusn desses ensinamentos teriam sido divulgados nos livros de Alfred Rosenberg como O Mito do Século XX. Muitas dessas idéias de cunho ocultistas encontraram em Heinrich Himmler um defensor que, ao contrário de Hitler, não só tinha um grande interesse no assunto como também aplicou muitos conceitos que foram facilmente identificados, como a estrututa das SS, semelhante à da Ordem dos Jesuítas conduzida por Santo Inácio de Loyola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre os muitos boatos e teorias de conspiração ligados à Thule e jamais confirmados estão várias histórias que alimentaram o mundo do cinema e das bandas desenhadas. Por exemplo, como Dietrich Eckart ajudou Hitler a desenvolver suas habilidades de oratória, foi dito que a sociedade de alguma forma havia dado ao Fuhrer poderes hipnóticos para o domínio das massas, que mais tarde contribuiriam para sua popularidade e sucesso. Uma teoria derribada somente pela confirmação de que Eckard nunca foi membro da sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra história famosa fala sobre uma paranormal chamada Maria Orsic, que teria convencido os naxistas de quea raça ariana não teria se originado na Terra, como dizem os ensinamentos de Madame Blavatsky, mas sim num planeta chamado Aldebaran na constelação de Touro, cerca de 65 anos-luz distante de nosso planeta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outras histórias falam da ligação entre Thule e Sociedade Vril (da qual falaremos em outros capítulos) em algum ponto do ano de 1919. Tanto a Vril quanto outro grupo, conhecido como Os Homens da Pedra Negra adorariam uma deusa germânica da montanha chamada “Isias” (talvez uma corruptela de Isis) e uma Pedra Negra vinda do espaço (a Schwarzer Stein), talvez um meteorito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Sol Negro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora os nazistas não admitam oficialmente o uso de signos místicos, sua crença na raça ariana já os contradiz. E é da mesma Helena Blavatsky que podemos encontrar mais um conceito místico por eles usado, o do Sol Negro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Blavatsky lançou o conceito na verdade como o Sol Central, apresentado na Gnose como “o Centro de Centros, que enlaça e unifica as nebulosas de milhões e milhões de sóis que existem aos milhares no céu”, em oposição ao Sol Polar, “o centro galáctico de toda a nossa nebulosa e de seus cem mil sóis”. Esse sol invisível simboliza a ascensão de uma força ou pólo opositor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O símbolo pode ser decomposto basicamente em um grupo que contém três suásticas, uma nascente, uma no zênite e uma poente. Uma outra interpretação para o desenho é que ele incorporaria as 12 runas Sig reversas das runas armânicas. O desenho foi também adotado por neonazistas como um substituto para a suástica tradicional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Sol Negro foi muito usado como adorno de broches, onde era possivelmente uma variação da suástica usada nos emblemas da Roma imperial e era usado por tribos de francos e germânicos como fivela de cintos femininos, com o número de raios nos broches varia entre cinco e 12.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Goodrick-Clarke descreve em Sol Negro que os broches do começo da Alemanha medieval apresentavam o mesmo símbolo e conclui que os artefatos originais que o usavam tinham umaimportância ligada ao Sol. Diz ele:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Esta roda solar de 12 raios é derivada dos discos decorativos do Merovíngios do começo da era medieval e supostamente representa o Sol visível ou sua passagem pelos meses do ano”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mais famoso local ligado aos nazistas e que apresentou este símbolo foi mesmo mosaico de Wewelsburgo, que é onde podemos observar a forma utilizada pelo esoterismo germânico e pelo nazismo esotérico de hoje. Trata-se de um mosaico encontrado no piso de um castelo construído em 1603, datado da época da Renascença e localizado na região conhecida como Renânia do Norte-Vestfália, um dos 16 estados da Alemanha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mosaico em questão fica no chão da Torre Norte do Castelo, uma parte que sobreviveu quando o local estava em ruínas até 1815. Claro que, para aqueles que seguiam as normas esotéricas, isso foi de grande importância e este fato não passou desapercebido de Himmler no outono de 1935. Ao estabelecer o castelo como o “centro do mundo”, que servia mais como uma central de seu grupo, a torre serviu como uma espécie de centro de culto pseudo-religioso para os oficiais do alto escalão das SS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um projeto assim ambicioso precisaria de ajuda para que tomasse a forma desejada. Afinal, um castelo medieval precisaria de alguns retoques em seus planos estruturais, tarefa que coube ao arquiteto Hermann Bartels, ele próprio um membro das SS. A Torre Norte teve as seguintes áreas planejadas para poder aproveitar sua significância em três níveis:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Onde havia originalmente uma cisterna foi criado uma caverna no modelo dos túmulos encontrados por Heinrich Schliemann (o descobridor de Tróia) na cidade grega de Micenas que deveria servir para uma espécie de comemoração dos mortos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) O andar térreo deveria receber ainda uma sala cheia de colunas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) Os níveis superiores deveriam ser completados com salas de reunião para os componentes das SS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém o projeto nunca foi completado, pois foi interrompido em 1943. Os estudiosos do local não conseguiram ainda discernir se o símbolo no piso da Torre foi posto antes ou depois dos nazistas e da ocupação de Himmler. Há várias especulações e discussões sobre o verdadeiro propósito do Sol Negro naquele local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Museu de Wewelsburg comercializa um livro sobre a história do castelo entre 1933 e 1935, mas não diz quem o colocou lá. Os planos que haviam sido traçados por Bartels não mencionam o mosaico. Para ajudar na divulgação das lendas nazistas, ainda circulam boatos de que, no meio do desenho, havia um disco de ouro, embora fotos do local mostrem que isso não seria muito provável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra história que ajuda no mito do Sol Negro é o rumor de que um desenho idêntico ao do castelo de Wewelsburg foi encontrado numa parede pintada num abrigo memorial militar dedicado a Otto von Bismark, responsável pela unificação da Alemanha e primeiro chanceler do Império Alemão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O grande mistério reside no fato de se saber um detalhe: qual teria sido a real inspiração para Himmler lançar mão de tal símbolo. Aparentemente sua inspiração foi um “velho símbolo ariano” que deveria imitar a Távola Redonda do mito arturiano, onde cada raio do Sol representaria originalmente um cavaleiro ou, no caso dos nazistas, um oficial do círculo interno das SS. Há uma versão do Sol cuja interpretação foi divulgada num romance de grande sucesso britânico, The Black Sun, de James Twining. O símbolo uniria três outros componentes da ideologia nazista: a roda solar, a suástica e a runa estilizada da vitória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Erich Halik, membro de um grupo esotérico chamado Círculo de Viena (formado em 1950), foi o primeiro a ligar as SS com o símbolo do Sol Negro após observar a presença do mesmo num avião alemão ao final da Segunda Guerra Mundial. Outra fonte que liga o símbolo ao culto nazista foi o chamado Seminário Thule (não confundir com a Sociedade Thule), uma organização neonazista de elite com sede em Kassel, cidade situada no norte do Estado de Hessen, no oeste da Alemanha. Seu jornal, chamado Elemente, traz em edição publicada em 1998 uma ilustração composta por um guerreiro marcial que segura um escudo decorado com a roda de Wewelsburg. Sua espada levantada proclama o esforço para o “renascimento da Europa” contra o “holocausto de pessoas no altar do multiculturalismo”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo uma lenda, o olho esquerdo de Hórus simbolizava a Lua e o direito, o Sol. Durante a luta, o deus Set arrancou o olho esquerdo de Hórus, o qual foi substituído por este amuleto, que não lhe dava visão total, colocando então também uma serpente sobre sua cabeça. Depois da sua recuperação, Horus pôde organizar novos combates que o levaram à vitória decisiva sobre Set. Era a união do olho humano com a vista do falcão, animal associado ao deus Hórus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MITOLOGIA EGÍPCIA: HÓRUS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HÓRUS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hórus, mítico soberano do Egipto, desdobra as suas divinas asas de falcão sob a cabeça dos faraós, não somente meros protegidos, mas, na realidade, a própria incarnação do deus do céu. Pois não era ele o deus protector da monarquia faraónica, do Egipto unido sob um só faraó, regente do Alto e do Baixo Egipto? Com efeito, desde o florescer da época história, que o faraó proclamava que neste deus refulgia o seu ka (poder vital), na ânsia de legitimar a sua soberania, não sendo pois inusitado que, a cerca de 3000 a. C., o primeiro dos cinco nomes da titularia real fosse exactamente “o nome de Hórus”. No panteão egípcio, diversas são as deidades que se manifestam sob a forma de um falcão. Hórus, detentor de uma personalidade complexa e intrincada, surge como a mais célebre de todas elas. Mas quem era este deus, em cujas asas se reinventava o poder criador dos faraós? Antes de mais, Hórus representa um deus celeste, regente dos céus e dos astros neles semeados, cuja identidade é produto de uma longa evolução, no decorrer da qual Hórus assimila as personalidades de múltiplas divindades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Originalmente, Hórus era um deus local de Sam- Behet (Tell el- Balahun) no Delta, Baixo Egipto. O seu nome, Hor, pode traduzir-se como “O Elevado”, “O Afastado”, ou “O Longínquo”. Todavia, o decorrer dos anos facultou a extensão do seu culto, pelo que num ápice o deus tornou-se patrono de diversas províncias do Alto e do Baixo Egipto, acabando mesmo por usurpar a identidade e o poder das deidades locais, como, por exemplo, Sopedu (em zonas orientais do Delta) e Khentekthai (no Delta Central). Finalmente, integra a cosmogonia de Heliópolis enquanto filho de Ísis e Osíris, englobando díspares divindades cuja ligação remonta a este parentesco. O Hórus do mito osírico surge como um homem com cabeça de falcão que, à semelhança de seu pai, ostenta a coroa do Alto e do Baixo Egipto. É igualmente como membro desta tríade que Hórus saboreia o expoente máximo da sua popularidade, sendo venerado em todos os locais onde se prestava culto aos seus pais. A Lenda de Osíris revela-nos que, após a celestial concepção de Hórus, benção da magia que facultou a Ísis o apanágio de fundir-se a seu marido defunto em núpcias divinas, a deusa, receando represálias por parte de Seth, evoca a protecção de Ré- Atum, na esperança de salvaguardar a vida que florescia dentro de si. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Receptivo às preces de Ísis, o deus solar velou por ela até ao tão esperado nascimento. Quando este sucedeu, a voz de Hórus inebriou então os céus: “ Eu sou Hórus, o grande falcão. O meu lugar está longe do de Seth, inimigo de meu pai Osíris. Atingi os caminhos da eternidade e da luz. Levanto voo graças ao meu impulso. Nenhum deus pode realizar aquilo que eu realizei. Em breve partirei em guerra contra o inimigo de meu pai Osíris, calcá-lo-ei sob as minhas sandálias com o nome de Furioso... Porque eu sou Hórus, cujo lugar está longe dos deuses e dos homens. Sou Hórus, o filho de Ísis.” Temendo que Seth abraçasse a resolução de atentar contra a vida de seu filho recém- nascido, Ísis refugiou-se então na ilha flutuante de Khemis, nos pântanos perto de Buto, circunstância que concedeu a Hórus o epíteto de Hor- heri- uadj, ou seja, “Hórus que está sobre a sua planta de papiro”. Embora a natureza inóspita desta região lhe oferecesse a tão desejada segurança, visto que Seth jamais se aventuraria por uma região tão desértica, a mesma comprometia, concomitantemente, a sua subsistência, dada a flagrante escassez de alimentos característica daquele local. Para assegurar a sua sobrevivência e a de seu filho, Ísis vê-se obrigada a mendigar, pelo que, todas as madrugadas, oculta Hórus entre os papiros e erra pelos campos, disfarçada de mendiga, na ânsia de obter o tão necessário alimento. Uma noite, ao regressar para junto de Hórus, depara-se com um quadro verdadeiramente aterrador: o seu filho jazia, inanimado, no local onde ela o abandonara. Desesperada, Ísis procura restituir-lhe o sopro da vida, porém a criança encontrava-se demasiadamente débil para alimentar-se com o leite materno. Sem hesitar, a deusa suplica o auxílio dos aldeões, que todavia se relevam impotentes para a socorrer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MITOLOGIA EGÍPCIA: HÓRUS&lt;br /&gt;
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HÓRUS&lt;br /&gt;
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Hórus, mítico soberano do Egipto, desdobra as suas divinas asas de falcão sob a cabeça dos faraós, não somente meros protegidos, mas, na realidade, a própria incarnação do deus do céu. Pois não era ele o deus protector da monarquia faraónica, do Egipto unido sob um só faraó, regente do Alto e do Baixo Egipto? Com efeito, desde o florescer da época história, que o faraó proclamava que neste deus refulgia o seu ka (poder vital), na ânsia de legitimar a sua soberania, não sendo pois inusitado que, a cerca de 3000 a. C., o primeiro dos cinco nomes da titularia real fosse exactamente “o nome de Hórus”. No panteão egípcio, diversas são as deidades que se manifestam sob a forma de um falcão. Hórus, detentor de uma personalidade complexa e intrincada, surge como a mais célebre de todas elas. Mas quem era este deus, em cujas asas se reinventava o poder criador dos faraós? Antes de mais, Hórus representa um deus celeste, regente dos céus e dos astros neles semeados, cuja identidade é produto de uma longa evolução, no decorrer da qual Hórus assimila as personalidades de múltiplas divindades. &lt;br /&gt;
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Originalmente, Hórus era um deus local de Sam- Behet (Tell el- Balahun) no Delta, Baixo Egipto. O seu nome, Hor, pode traduzir-se como “O Elevado”, “O Afastado”, ou “O Longínquo”. Todavia, o decorrer dos anos facultou a extensão do seu culto, pelo que num ápice o deus tornou-se patrono de diversas províncias do Alto e do Baixo Egipto, acabando mesmo por usurpar a identidade e o poder das deidades locais, como, por exemplo, Sopedu (em zonas orientais do Delta) e Khentekthai (no Delta Central). Finalmente, integra a cosmogonia de Heliópolis enquanto filho de Ísis e Osíris, englobando díspares divindades cuja ligação remonta a este parentesco. O Hórus do mito osírico surge como um homem com cabeça de falcão que, à semelhança de seu pai, ostenta a coroa do Alto e do Baixo Egipto. É igualmente como membro desta tríade que Hórus saboreia o expoente máximo da sua popularidade, sendo venerado em todos os locais onde se prestava culto aos seus pais. A Lenda de Osíris revela-nos que, após a celestial concepção de Hórus, benção da magia que facultou a Ísis o apanágio de fundir-se a seu marido defunto em núpcias divinas, a deusa, receando represálias por parte de Seth, evoca a protecção de Ré- Atum, na esperança de salvaguardar a vida que florescia dentro de si. &lt;br /&gt;
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Receptivo às preces de Ísis, o deus solar velou por ela até ao tão esperado nascimento. Quando este sucedeu, a voz de Hórus inebriou então os céus: “ Eu sou Hórus, o grande falcão. O meu lugar está longe do de Seth, inimigo de meu pai Osíris. Atingi os caminhos da eternidade e da luz. Levanto voo graças ao meu impulso. Nenhum deus pode realizar aquilo que eu realizei. Em breve partirei em guerra contra o inimigo de meu pai Osíris, calcá-lo-ei sob as minhas sandálias com o nome de Furioso... Porque eu sou Hórus, cujo lugar está longe dos deuses e dos homens. Sou Hórus, o filho de Ísis.” Temendo que Seth abraçasse a resolução de atentar contra a vida de seu filho recém- nascido, Ísis refugiou-se então na ilha flutuante de Khemis, nos pântanos perto de Buto, circunstância que concedeu a Hórus o epíteto de Hor- heri- uadj, ou seja, “Hórus que está sobre a sua planta de papiro”. Embora a natureza inóspita desta região lhe oferecesse a tão desejada segurança, visto que Seth jamais se aventuraria por uma região tão desértica, a mesma comprometia, concomitantemente, a sua subsistência, dada a flagrante escassez de alimentos característica daquele local. Para assegurar a sua sobrevivência e a de seu filho, Ísis vê-se obrigada a mendigar, pelo que, todas as madrugadas, oculta Hórus entre os papiros e erra pelos campos, disfarçada de mendiga, na ânsia de obter o tão necessário alimento. Uma noite, ao regressar para junto de Hórus, depara-se com um quadro verdadeiramente aterrador: o seu filho jazia, inanimado, no local onde ela o abandonara. Desesperada, Ísis procura restituir-lhe o sopro da vida, porém a criança encontrava-se demasiadamente débil para alimentar-se com o leite materno. Sem hesitar, a deusa suplica o auxílio dos aldeões, que todavia se relevam impotentes para a socorrer.&lt;br /&gt;
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Hórus, mítico soberano do Egipto, desdobra as suas divinas asas de falcão sob a cabeça dos faraós, não somente meros protegidos, mas, na realidade, a própria incarnação do deus do céu. Pois não era ele o deus protector da monarquia faraónica, do Egipto unido sob um só faraó, regente do Alto e do Baixo Egipto? Com efeito, desde o florescer da época história, que o faraó proclamava que neste deus refulgia o seu ka (poder vital), na ânsia de legitimar a sua soberania, não sendo pois inusitado que, a cerca de 3000 a. C., o primeiro dos cinco nomes da titularia real fosse exactamente “o nome de Hórus”. No panteão egípcio, diversas são as deidades que se manifestam sob a forma de um falcão. Hórus, detentor de uma personalidade complexa e intrincada, surge como a mais célebre de todas elas. Mas quem era este deus, em cujas asas se reinventava o poder criador dos faraós? Antes de mais, Hórus representa um deus celeste, regente dos céus e dos astros neles semeados, cuja identidade é produto de uma longa evolução, no decorrer da qual Hórus assimila as personalidades de múltiplas divindades. &lt;br /&gt;
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Originalmente, Hórus era um deus local de Sam- Behet (Tell el- Balahun) no Delta, Baixo Egipto. O seu nome, Hor, pode traduzir-se como “O Elevado”, “O Afastado”, ou “O Longínquo”. Todavia, o decorrer dos anos facultou a extensão do seu culto, pelo que num ápice o deus tornou-se patrono de diversas províncias do Alto e do Baixo Egipto, acabando mesmo por usurpar a identidade e o poder das deidades locais, como, por exemplo, Sopedu (em zonas orientais do Delta) e Khentekthai (no Delta Central). Finalmente, integra a cosmogonia de Heliópolis enquanto filho de Ísis e Osíris, englobando díspares divindades cuja ligação remonta a este parentesco. O Hórus do mito osírico surge como um homem com cabeça de falcão que, à semelhança de seu pai, ostenta a coroa do Alto e do Baixo Egipto. É igualmente como membro desta tríade que Hórus saboreia o expoente máximo da sua popularidade, sendo venerado em todos os locais onde se prestava culto aos seus pais. A Lenda de Osíris revela-nos que, após a celestial concepção de Hórus, benção da magia que facultou a Ísis o apanágio de fundir-se a seu marido defunto em núpcias divinas, a deusa, receando represálias por parte de Seth, evoca a protecção de Ré- Atum, na esperança de salvaguardar a vida que florescia dentro de si. &lt;br /&gt;
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Receptivo às preces de Ísis, o deus solar velou por ela até ao tão esperado nascimento. Quando este sucedeu, a voz de Hórus inebriou então os céus: “ Eu sou Hórus, o grande falcão. O meu lugar está longe do de Seth, inimigo de meu pai Osíris. Atingi os caminhos da eternidade e da luz. Levanto voo graças ao meu impulso. Nenhum deus pode realizar aquilo que eu realizei. Em breve partirei em guerra contra o inimigo de meu pai Osíris, calcá-lo-ei sob as minhas sandálias com o nome de Furioso... Porque eu sou Hórus, cujo lugar está longe dos deuses e dos homens. Sou Hórus, o filho de Ísis.” Temendo que Seth abraçasse a resolução de atentar contra a vida de seu filho recém- nascido, Ísis refugiou-se então na ilha flutuante de Khemis, nos pântanos perto de Buto, circunstância que concedeu a Hórus o epíteto de Hor- heri- uadj, ou seja, “Hórus que está sobre a sua planta de papiro”. Embora a natureza inóspita desta região lhe oferecesse a tão desejada segurança, visto que Seth jamais se aventuraria por uma região tão desértica, a mesma comprometia, concomitantemente, a sua subsistência, dada a flagrante escassez de alimentos característica daquele local. Para assegurar a sua sobrevivência e a de seu filho, Ísis vê-se obrigada a mendigar, pelo que, todas as madrugadas, oculta Hórus entre os papiros e erra pelos campos, disfarçada de mendiga, na ânsia de obter o tão necessário alimento. Uma noite, ao regressar para junto de Hórus, depara-se com um quadro verdadeiramente aterrador: o seu filho jazia, inanimado, no local onde ela o abandonara. Desesperada, Ísis procura restituir-lhe o sopro da vida, porém a criança encontrava-se demasiadamente débil para alimentar-se com o leite materno. Sem hesitar, a deusa suplica o auxílio dos aldeões, que todavia se relevam impotentes para a socorrer.&lt;br /&gt;
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Quando o sofrimento já quase a fazia transpor o limiar da loucura, Ísis vislumbrou diante de si uma mulher popular pelos seus dons de magia, que prontamente examinou o seu filho, proclamando Seth alheio ao mal que o atormentava. Na realidade, Hórus ( ou Harpócrates, Horpakhered- “Hórus menino/ criança”) havia sido simplesmente vítima da picada de um escorpião ou de uma serpente. Angustiada, Ísis verificou então a veracidade das suas palavras, decidindo-se, de imediato, e evocar as deusas Néftis e Selkis (a deusa- escorpião), que prontamente ocorreram ao local da tragédia, aconselhando-a a rogar a Ré que suspendesse o seu percurso usual até que Hórus convalescesse integralmente. Compadecido com as suplicas de uma mãe, o deus solar ordenou assim a Toth que salvasse a criança. Quando finalmente se viu diante de Hórus e Ísis, Toth declarou então: “ Nada temas, Ísis! Venho até ti, armado do sopro vital que curará a criança. Coragem, Hórus! Aquele que habita o disco solar protege-te e a protecção de que gozas é eterna. Veneno, ordeno-te que saias! Ré, o deus supremo, far-te-á desaparecer. A sua barca deteve-se e só prosseguirá o seu curso quando o doente estiver curado. Os poços secarão, as colheitas morrerão, os homens ficarão privados de pão enquanto Hórus não tiver recuperado as suas forças para ventura da sua mãe Ísis. Coragem, Hórus. O veneno está morto, ei- lo vencido.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após haver banido, com a sua magia divina, o letal veneno que estava prestes a oferecer Hórus à morte, o excelso feiticeiro solicitou então aos habitantes de Khemis que velassem pela criança, sempre que a sua mãe tivesse necessidade de se ausentar. Muitos outros sortilégios se abateram sobre Hórus no decorrer da sua infância (males intestinais, febres inexplicáveis, mutilações), apenas para serem vencidos logo de seguida pelo poder da magia detida pelas sublimes deidades do panteão egípcio. No limiar da maturidade, Hórus, protegido até então por sua mãe, Ísis, tomou a resolução de vingar o assassinato de seu pai, reivindicando o seu legítimo direito ao trono do Egipto, usurpado por Seth. Ao convocar o tribunal dos deuses, presidido por Rá, Hórus afirmou o seu desejo de que seu tio deixasse, definitivamente, a regência do país, encontrando, ao ultimar os seus argumentos, o apoio de Toth, deus da sabedoria, e de Shu, deus do ar. Todavia, Ra contestou-os, veementemente, alegando que a força devastadora de Seth, talvez lhe concedesse melhores aptidões para reinar, uma vez que somente ele fora capaz de dominar o caos, sob a forma da serpente Apópis, que invadia, durante a noite, a barca do deus- sol, com o fito de extinguir, para toda a eternidade, a luz do dia. Ultimada uma querela verbal, que cada vez mais os apartava de um consenso, iniciou-se então uma prolixa e feroz disputa pelo poder, que opôs em confrontos selváticos, Hórus a seu tio. Após um infrutífero rol de encontros quase soçobrados na barbárie, Seth sugeriu que ele próprio e o seu adversário tomassem a forma de hipopótamos, com o fito de verificar qual dos dois resistiria mais tempo, mantendo-se submergidos dentro de água. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escoado algum tempo, Ísis foi incapaz de refrear a sua apreensão e criou um arpão, que lançou no local, onde ambos haviam desaparecido. Porém, ao golpear Seth, este apelou aos laços de fraternidade que os uniam, coagindo Ísis a sará-lo, logo em seguida. A sua intervenção enfureceu Hórus, que emergiu das águas, a fim de decapitar a sua mãe e, acto contíguo, levá-la consigo para as montanhas do deserto. Ao tomar conhecimento de tão hediondo acto, Rá, irado, vociferou que Hórus deveria ser encontrado e punido severamente. Prontamente, Seth voluntariou-se para capturá-lo. As suas buscas foram rapidamente coroadas de êxito, uma vez que este nem ápice se deparou com Hórus, que jazia, adormecido, junto a um oásis. Dominado pelo seu temperamento cruel, Seth arrancou ambos os olhos de Hórus, para enterrá-los algures, desconhecendo que estes floresceriam em botões de lótus. Após tão ignóbil crime, Seth reuniu-se a Rá, declarando não ter sido bem sucedido na sua procura, pelo que Hórus foi então considerado morto. Porém, a deusa Hátor encontrou o jovem deus, sarando-lhe, miraculosamente, os olhos, ao friccioná-los com o leite de uma gazela. Outra versão, pinta-nos um novo quatro, em que Seth furta apenas o olho esquerdo de Hórus, representante da lua. Contudo, nessa narrativa o deus-falcão, possuidor, em seus olhos, do Sol e da lua, é igualmente curado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[topo]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em ambas as histórias, o Olho de Hórus, sempre representado no singular, torna-se mais poderoso, no limiar da perfeição, devido ao processo curativo, ao qual foi sujeito. Por esta razão, o Olho de Hórus ou Olho de Wadjet surge na mitologia egípcia como um símbolo da vitória do bem contra o mal, que tomou a forma de um amuleto protector. A crença egípcia refere igualmente que, em memória desta disputa feroz, a lua surge, constantemente, fragmentada, tal como se encontrava, antes que Hórus fosse sarado. Determinadas versões desta lenda debruçam-se sobre outro episódio de tão desnorteante conflito, em que Seth conjura novamente contra a integridade física de Hórus, através de um aparentemente inocente convite para o visitar em sua morada. A narrativa revela que, culminado o jantar, Seth procura desonrar Hórus, que, embora precavido, é incapaz de impedir que um gota de esperma do seu rival tombe em suas mãos. Desesperado, o deus vai então ao encontro de sua mãe, a fim de suplicar-lhe que o socorra. Partilhando do horror que inundava Hórus, Ísis decepou as mãos do filho, para arremessá-las de seguida à água, onde graças à magia suprema da deus, elas desaparecem no lodo. Todavia, esta situação torna-se insustentável para Hórus, que toma então a resolução de recorrer ao auxílio do Senhor Universal, cuja extrema bonomia o leva a compreender o sofrimento do deus- falcão e, por conseguinte, a ordenar ao deus- crocodilo Sobek, que resgatasse as mãos perdidas. Embora tal diligência haja sido coroada de êxito, Hórus depara-se com mais um imprevisto: as suas mãos tinham sido abençoadas por uma curiosa autonomia, incarnando dois dos filhos do deus- falcão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Novamente evocado, Sobek é incumbido da taregfa de capturar as mãos que teimavam em desaparecer e levá-las até junto do Senhor Universal, que, para evitar o caos de mais uma querela, toma a resolução de duplicá-las. O primeiro par é oferecido à cidade de Nekhen, sob a forma de uma relíquia, enquanto que o segundo é restituído a Hórus. Este prolixo e verdadeiramente selvático conflito foi enfim solucionado quando Toth persuadiu Rá a dirigir uma encomiástica missiva a Osíris, entregando-lhe um incontestável e completo título de realeza, que o obrigou a deixar o seu reino e confrontar o seu assassino. Assim, os dois deuses soberanos evocaram os seus poderes rivais e lançaram-se numa disputa ardente pelo trono do Egipto. Após um recontro infrutífero, Ra propôs então que ambos revelassem aquilo que tinham para oferecer à terra, de forma a que os deuses pudessem avaliar as suas aptidões para governar. Sem hesitar, Osíris alimentou os deuses com trigo e cevada, enquanto que Seth limitou-se a executar uma demonstração de força. Quando conquistou o apoio de Ra, Osíris persuadiu então os restantes deuses dos poderes inerentes à sua posição, ao recordar que todos percorriam o horizonte ocidental, alcançando o seu reino, no culminar dos seus caminhos. Deste modo, os deuses admitiram que, com efeito, deveria ser Hórus a ocupar o trono do Egipto, como herdeiro do seu pai. Por conseguinte, e volvidos cerca de oito anos de altercações e recontros ferozes, foi concedida finalmente ao deus- falcão a tão cobiçada herança, o que lhe valeu o título de Hor-paneb-taui ou Horsamtaui/Horsomtus, ou seja, “Hórus, senhor das Duas Terras”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[topo]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como compensação, Rá concedeu a Seth um lugar no céu, onde este poderia desfrutar da sua posição de deus das tempestades e trovões, que o permitia atormentar os demais. Este mito parece sintetizar e representar os antagonismos políticos vividos na era pré- dinástica, surgindo Hórus como deidade tutelar do Baixo Egipto e Seth, seu oponente, como protector do Alto Egipto, numa clara disputa pela supremacia política no território egípcio. Este recontro possui igualmente uma cerca analogia com o paradoxo suscitado pelo combate das trevas com a luz, do dia com a noite, em suma, de todas as entidades antagónicas que encarnam a típica luta do bem contra o mal. A mitologia referente a este deus difere consoante as regiões e períodos de tempo. Porém, regra geral, Hórus surge como esposo de Háthor, deusa do amor, que lhe ofereceu dois filhos: Ihi, deus da música e Horsamtui, “Unificador das Duas Terras”. Todavia, e tal como referido anteriormente, Hórus foi imortalizado através de díspares representações, surgindo por vezes sob uma forma solar, enquanto filho de Atum- Ré ou Geb e Nut ou apresentado pela lenda osírica, como fruto dos amores entre Osíris e Ísis, abraçando assim diversas correntes mitológicas, que se fundem, renovam e completam em sua identidade. É dos muitos vectores em que o culto solar e o culto osírico, os mais relevantes do Antigo Egipto, se complementam num oásis de Sol, pátria de lendas de luz, em cujas águas d’ ouro voga toda a magia de uma das mais enigmáticas civilizações da Antiguidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Detalhes e vocabulário egípcio:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
culto de Hórus centralizava-se na cidade de Edfu, onde particularmente no período ptolomaico saboreou uma estrondosa popularidade;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
culto do deus falcão dispersou-se em inúmeros sub- cultos, o que criou lendas controversas e inúmeras versões do popular deus, como a denominada Rá- Harakhty;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
as estelas (pedras com imagens) de Hórus consideravam-se curativas de mordeduras de serpentes e picadas de escorpião, comuns nestas regiões, dado representarem o deus na sua infância vencendo os crocodilos e os escorpiões e estrangulando as serpentes. Sorver a água que qualquer devotado lhe houvesse deixado sobre a cabeça, significava a obtenção da protecção que Ísis proporcionava ao filho. Nestas estelas surgia, frequentemente, o deus Bes, que deita a língua de fora aos maus espíritos. Os feitiços cobrem os lados externos das estelas. Encontramos nelas uma poderosa protecção, como salienta a famigerada Estela de Mettenich: “Sobe veneno, vem e cai por terra. Hórus fala-te, aniquila-te, esmaga-te; tu não te levantas, tu cais, tu és fraco, tu não és forte; tu és cego, tu não vês; a tua cabeça cai para baixo e não se levanta mais, pois eu sou Hórus, o grande Mágico.”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o sofrimento já quase a fazia transpor o limiar da loucura, Ísis vislumbrou diante de si uma mulher popular pelos seus dons de magia, que prontamente examinou o seu filho, proclamando Seth alheio ao mal que o atormentava. Na realidade, Hórus ( ou Harpócrates, Horpakhered- “Hórus menino/ criança”) havia sido simplesmente vítima da picada de um escorpião ou de uma serpente. Angustiada, Ísis verificou então a veracidade das suas palavras, decidindo-se, de imediato, e evocar as deusas Néftis e Selkis (a deusa- escorpião), que prontamente ocorreram ao local da tragédia, aconselhando-a a rogar a Ré que suspendesse o seu percurso usual até que Hórus convalescesse integralmente. Compadecido com as suplicas de uma mãe, o deus solar ordenou assim a Toth que salvasse a criança. Quando finalmente se viu diante de Hórus e Ísis, Toth declarou então: “ Nada temas, Ísis! Venho até ti, armado do sopro vital que curará a criança. Coragem, Hórus! Aquele que habita o disco solar protege-te e a protecção de que gozas é eterna. Veneno, ordeno-te que saias! Ré, o deus supremo, far-te-á desaparecer. A sua barca deteve-se e só prosseguirá o seu curso quando o doente estiver curado. Os poços secarão, as colheitas morrerão, os homens ficarão privados de pão enquanto Hórus não tiver recuperado as suas forças para ventura da sua mãe Ísis. Coragem, Hórus. O veneno está morto, ei- lo vencido.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após haver banido, com a sua magia divina, o letal veneno que estava prestes a oferecer Hórus à morte, o excelso feiticeiro solicitou então aos habitantes de Khemis que velassem pela criança, sempre que a sua mãe tivesse necessidade de se ausentar. Muitos outros sortilégios se abateram sobre Hórus no decorrer da sua infância (males intestinais, febres inexplicáveis, mutilações), apenas para serem vencidos logo de seguida pelo poder da magia detida pelas sublimes deidades do panteão egípcio. No limiar da maturidade, Hórus, protegido até então por sua mãe, Ísis, tomou a resolução de vingar o assassinato de seu pai, reivindicando o seu legítimo direito ao trono do Egipto, usurpado por Seth. Ao convocar o tribunal dos deuses, presidido por Rá, Hórus afirmou o seu desejo de que seu tio deixasse, definitivamente, a regência do país, encontrando, ao ultimar os seus argumentos, o apoio de Toth, deus da sabedoria, e de Shu, deus do ar. Todavia, Ra contestou-os, veementemente, alegando que a força devastadora de Seth, talvez lhe concedesse melhores aptidões para reinar, uma vez que somente ele fora capaz de dominar o caos, sob a forma da serpente Apópis, que invadia, durante a noite, a barca do deus- sol, com o fito de extinguir, para toda a eternidade, a luz do dia. Ultimada uma querela verbal, que cada vez mais os apartava de um consenso, iniciou-se então uma prolixa e feroz disputa pelo poder, que opôs em confrontos selváticos, Hórus a seu tio. Após um infrutífero rol de encontros quase soçobrados na barbárie, Seth sugeriu que ele próprio e o seu adversário tomassem a forma de hipopótamos, com o fito de verificar qual dos dois resistiria mais tempo, mantendo-se submergidos dentro de água. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escoado algum tempo, Ísis foi incapaz de refrear a sua apreensão e criou um arpão, que lançou no local, onde ambos haviam desaparecido. Porém, ao golpear Seth, este apelou aos laços de fraternidade que os uniam, coagindo Ísis a sará-lo, logo em seguida. A sua intervenção enfureceu Hórus, que emergiu das águas, a fim de decapitar a sua mãe e, acto contíguo, levá-la consigo para as montanhas do deserto. Ao tomar conhecimento de tão hediondo acto, Rá, irado, vociferou que Hórus deveria ser encontrado e punido severamente. Prontamente, Seth voluntariou-se para capturá-lo. As suas buscas foram rapidamente coroadas de êxito, uma vez que este nem ápice se deparou com Hórus, que jazia, adormecido, junto a um oásis. Dominado pelo seu temperamento cruel, Seth arrancou ambos os olhos de Hórus, para enterrá-los algures, desconhecendo que estes floresceriam em botões de lótus. Após tão ignóbil crime, Seth reuniu-se a Rá, declarando não ter sido bem sucedido na sua procura, pelo que Hórus foi então considerado morto. Porém, a deusa Hátor encontrou o jovem deus, sarando-lhe, miraculosamente, os olhos, ao friccioná-los com o leite de uma gazela. Outra versão, pinta-nos um novo quatro, em que Seth furta apenas o olho esquerdo de Hórus, representante da lua. Contudo, nessa narrativa o deus-falcão, possuidor, em seus olhos, do Sol e da lua, é igualmente curado.&lt;br /&gt;
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[topo]&lt;br /&gt;
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Em ambas as histórias, o Olho de Hórus, sempre representado no singular, torna-se mais poderoso, no limiar da perfeição, devido ao processo curativo, ao qual foi sujeito. Por esta razão, o Olho de Hórus ou Olho de Wadjet surge na mitologia egípcia como um símbolo da vitória do bem contra o mal, que tomou a forma de um amuleto protector. A crença egípcia refere igualmente que, em memória desta disputa feroz, a lua surge, constantemente, fragmentada, tal como se encontrava, antes que Hórus fosse sarado. Determinadas versões desta lenda debruçam-se sobre outro episódio de tão desnorteante conflito, em que Seth conjura novamente contra a integridade física de Hórus, através de um aparentemente inocente convite para o visitar em sua morada. A narrativa revela que, culminado o jantar, Seth procura desonrar Hórus, que, embora precavido, é incapaz de impedir que um gota de esperma do seu rival tombe em suas mãos. Desesperado, o deus vai então ao encontro de sua mãe, a fim de suplicar-lhe que o socorra. Partilhando do horror que inundava Hórus, Ísis decepou as mãos do filho, para arremessá-las de seguida à água, onde graças à magia suprema da deus, elas desaparecem no lodo. Todavia, esta situação torna-se insustentável para Hórus, que toma então a resolução de recorrer ao auxílio do Senhor Universal, cuja extrema bonomia o leva a compreender o sofrimento do deus- falcão e, por conseguinte, a ordenar ao deus- crocodilo Sobek, que resgatasse as mãos perdidas. Embora tal diligência haja sido coroada de êxito, Hórus depara-se com mais um imprevisto: as suas mãos tinham sido abençoadas por uma curiosa autonomia, incarnando dois dos filhos do deus- falcão. &lt;br /&gt;
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Novamente evocado, Sobek é incumbido da taregfa de capturar as mãos que teimavam em desaparecer e levá-las até junto do Senhor Universal, que, para evitar o caos de mais uma querela, toma a resolução de duplicá-las. O primeiro par é oferecido à cidade de Nekhen, sob a forma de uma relíquia, enquanto que o segundo é restituído a Hórus. Este prolixo e verdadeiramente selvático conflito foi enfim solucionado quando Toth persuadiu Rá a dirigir uma encomiástica missiva a Osíris, entregando-lhe um incontestável e completo título de realeza, que o obrigou a deixar o seu reino e confrontar o seu assassino. Assim, os dois deuses soberanos evocaram os seus poderes rivais e lançaram-se numa disputa ardente pelo trono do Egipto. Após um recontro infrutífero, Ra propôs então que ambos revelassem aquilo que tinham para oferecer à terra, de forma a que os deuses pudessem avaliar as suas aptidões para governar. Sem hesitar, Osíris alimentou os deuses com trigo e cevada, enquanto que Seth limitou-se a executar uma demonstração de força. Quando conquistou o apoio de Ra, Osíris persuadiu então os restantes deuses dos poderes inerentes à sua posição, ao recordar que todos percorriam o horizonte ocidental, alcançando o seu reino, no culminar dos seus caminhos. Deste modo, os deuses admitiram que, com efeito, deveria ser Hórus a ocupar o trono do Egipto, como herdeiro do seu pai. Por conseguinte, e volvidos cerca de oito anos de altercações e recontros ferozes, foi concedida finalmente ao deus- falcão a tão cobiçada herança, o que lhe valeu o título de Hor-paneb-taui ou Horsamtaui/Horsomtus, ou seja, “Hórus, senhor das Duas Terras”.&lt;br /&gt;
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Como compensação, Rá concedeu a Seth um lugar no céu, onde este poderia desfrutar da sua posição de deus das tempestades e trovões, que o permitia atormentar os demais. Este mito parece sintetizar e representar os antagonismos políticos vividos na era pré- dinástica, surgindo Hórus como deidade tutelar do Baixo Egipto e Seth, seu oponente, como protector do Alto Egipto, numa clara disputa pela supremacia política no território egípcio. Este recontro possui igualmente uma cerca analogia com o paradoxo suscitado pelo combate das trevas com a luz, do dia com a noite, em suma, de todas as entidades antagónicas que encarnam a típica luta do bem contra o mal. A mitologia referente a este deus difere consoante as regiões e períodos de tempo. Porém, regra geral, Hórus surge como esposo de Háthor, deusa do amor, que lhe ofereceu dois filhos: Ihi, deus da música e Horsamtui, “Unificador das Duas Terras”. Todavia, e tal como referido anteriormente, Hórus foi imortalizado através de díspares representações, surgindo por vezes sob uma forma solar, enquanto filho de Atum- Ré ou Geb e Nut ou apresentado pela lenda osírica, como fruto dos amores entre Osíris e Ísis, abraçando assim diversas correntes mitológicas, que se fundem, renovam e completam em sua identidade. É dos muitos vectores em que o culto solar e o culto osírico, os mais relevantes do Antigo Egipto, se complementam num oásis de Sol, pátria de lendas de luz, em cujas águas d’ ouro voga toda a magia de uma das mais enigmáticas civilizações da Antiguidade. &lt;br /&gt;
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Detalhes e vocabulário egípcio:&lt;br /&gt;
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culto de Hórus centralizava-se na cidade de Edfu, onde particularmente no período ptolomaico saboreou uma estrondosa popularidade;&lt;br /&gt;
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culto do deus falcão dispersou-se em inúmeros sub- cultos, o que criou lendas controversas e inúmeras versões do popular deus, como a denominada Rá- Harakhty;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
as estelas (pedras com imagens) de Hórus consideravam-se curativas de mordeduras de serpentes e picadas de escorpião, comuns nestas regiões, dado representarem o deus na sua infância vencendo os crocodilos e os escorpiões e estrangulando as serpentes. Sorver a água que qualquer devotado lhe houvesse deixado sobre a cabeça, significava a obtenção da protecção que Ísis proporcionava ao filho. Nestas estelas surgia, frequentemente, o deus Bes, que deita a língua de fora aos maus espíritos. Os feitiços cobrem os lados externos das estelas. Encontramos nelas uma poderosa protecção, como salienta a famigerada Estela de Mettenich: “Sobe veneno, vem e cai por terra. Hórus fala-te, aniquila-te, esmaga-te; tu não te levantas, tu cais, tu és fraco, tu não és forte; tu és cego, tu não vês; a tua cabeça cai para baixo e não se levanta mais, pois eu sou Hórus, o grande Mágico.”. &lt;br /&gt;
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Quando o sofrimento já quase a fazia transpor o limiar da loucura, Ísis vislumbrou diante de si uma mulher popular pelos seus dons de magia, que prontamente examinou o seu filho, proclamando Seth alheio ao mal que o atormentava. Na realidade, Hórus ( ou Harpócrates, Horpakhered- “Hórus menino/ criança”) havia sido simplesmente vítima da picada de um escorpião ou de uma serpente. Angustiada, Ísis verificou então a veracidade das suas palavras, decidindo-se, de imediato, e evocar as deusas Néftis e Selkis (a deusa- escorpião), que prontamente ocorreram ao local da tragédia, aconselhando-a a rogar a Ré que suspendesse o seu percurso usual até que Hórus convalescesse integralmente. Compadecido com as suplicas de uma mãe, o deus solar ordenou assim a Toth que salvasse a criança. Quando finalmente se viu diante de Hórus e Ísis, Toth declarou então: “ Nada temas, Ísis! Venho até ti, armado do sopro vital que curará a criança. Coragem, Hórus! Aquele que habita o disco solar protege-te e a protecção de que gozas é eterna. Veneno, ordeno-te que saias! Ré, o deus supremo, far-te-á desaparecer. A sua barca deteve-se e só prosseguirá o seu curso quando o doente estiver curado. Os poços secarão, as colheitas morrerão, os homens ficarão privados de pão enquanto Hórus não tiver recuperado as suas forças para ventura da sua mãe Ísis. Coragem, Hórus. O veneno está morto, ei- lo vencido.”&lt;br /&gt;
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Após haver banido, com a sua magia divina, o letal veneno que estava prestes a oferecer Hórus à morte, o excelso feiticeiro solicitou então aos habitantes de Khemis que velassem pela criança, sempre que a sua mãe tivesse necessidade de se ausentar. Muitos outros sortilégios se abateram sobre Hórus no decorrer da sua infância (males intestinais, febres inexplicáveis, mutilações), apenas para serem vencidos logo de seguida pelo poder da magia detida pelas sublimes deidades do panteão egípcio. No limiar da maturidade, Hórus, protegido até então por sua mãe, Ísis, tomou a resolução de vingar o assassinato de seu pai, reivindicando o seu legítimo direito ao trono do Egipto, usurpado por Seth. Ao convocar o tribunal dos deuses, presidido por Rá, Hórus afirmou o seu desejo de que seu tio deixasse, definitivamente, a regência do país, encontrando, ao ultimar os seus argumentos, o apoio de Toth, deus da sabedoria, e de Shu, deus do ar. Todavia, Ra contestou-os, veementemente, alegando que a força devastadora de Seth, talvez lhe concedesse melhores aptidões para reinar, uma vez que somente ele fora capaz de dominar o caos, sob a forma da serpente Apópis, que invadia, durante a noite, a barca do deus- sol, com o fito de extinguir, para toda a eternidade, a luz do dia. Ultimada uma querela verbal, que cada vez mais os apartava de um consenso, iniciou-se então uma prolixa e feroz disputa pelo poder, que opôs em confrontos selváticos, Hórus a seu tio. Após um infrutífero rol de encontros quase soçobrados na barbárie, Seth sugeriu que ele próprio e o seu adversário tomassem a forma de hipopótamos, com o fito de verificar qual dos dois resistiria mais tempo, mantendo-se submergidos dentro de água. &lt;br /&gt;
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Escoado algum tempo, Ísis foi incapaz de refrear a sua apreensão e criou um arpão, que lançou no local, onde ambos haviam desaparecido. Porém, ao golpear Seth, este apelou aos laços de fraternidade que os uniam, coagindo Ísis a sará-lo, logo em seguida. A sua intervenção enfureceu Hórus, que emergiu das águas, a fim de decapitar a sua mãe e, acto contíguo, levá-la consigo para as montanhas do deserto. Ao tomar conhecimento de tão hediondo acto, Rá, irado, vociferou que Hórus deveria ser encontrado e punido severamente. Prontamente, Seth voluntariou-se para capturá-lo. As suas buscas foram rapidamente coroadas de êxito, uma vez que este nem ápice se deparou com Hórus, que jazia, adormecido, junto a um oásis. Dominado pelo seu temperamento cruel, Seth arrancou ambos os olhos de Hórus, para enterrá-los algures, desconhecendo que estes floresceriam em botões de lótus. Após tão ignóbil crime, Seth reuniu-se a Rá, declarando não ter sido bem sucedido na sua procura, pelo que Hórus foi então considerado morto. Porém, a deusa Hátor encontrou o jovem deus, sarando-lhe, miraculosamente, os olhos, ao friccioná-los com o leite de uma gazela. Outra versão, pinta-nos um novo quatro, em que Seth furta apenas o olho esquerdo de Hórus, representante da lua. Contudo, nessa narrativa o deus-falcão, possuidor, em seus olhos, do Sol e da lua, é igualmente curado.&lt;br /&gt;
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Em ambas as histórias, o Olho de Hórus, sempre representado no singular, torna-se mais poderoso, no limiar da perfeição, devido ao processo curativo, ao qual foi sujeito. Por esta razão, o Olho de Hórus ou Olho de Wadjet surge na mitologia egípcia como um símbolo da vitória do bem contra o mal, que tomou a forma de um amuleto protector. A crença egípcia refere igualmente que, em memória desta disputa feroz, a lua surge, constantemente, fragmentada, tal como se encontrava, antes que Hórus fosse sarado. Determinadas versões desta lenda debruçam-se sobre outro episódio de tão desnorteante conflito, em que Seth conjura novamente contra a integridade física de Hórus, através de um aparentemente inocente convite para o visitar em sua morada. A narrativa revela que, culminado o jantar, Seth procura desonrar Hórus, que, embora precavido, é incapaz de impedir que um gota de esperma do seu rival tombe em suas mãos. Desesperado, o deus vai então ao encontro de sua mãe, a fim de suplicar-lhe que o socorra. Partilhando do horror que inundava Hórus, Ísis decepou as mãos do filho, para arremessá-las de seguida à água, onde graças à magia suprema da deus, elas desaparecem no lodo. Todavia, esta situação torna-se insustentável para Hórus, que toma então a resolução de recorrer ao auxílio do Senhor Universal, cuja extrema bonomia o leva a compreender o sofrimento do deus- falcão e, por conseguinte, a ordenar ao deus- crocodilo Sobek, que resgatasse as mãos perdidas. Embora tal diligência haja sido coroada de êxito, Hórus depara-se com mais um imprevisto: as suas mãos tinham sido abençoadas por uma curiosa autonomia, incarnando dois dos filhos do deus- falcão. &lt;br /&gt;
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Novamente evocado, Sobek é incumbido da taregfa de capturar as mãos que teimavam em desaparecer e levá-las até junto do Senhor Universal, que, para evitar o caos de mais uma querela, toma a resolução de duplicá-las. O primeiro par é oferecido à cidade de Nekhen, sob a forma de uma relíquia, enquanto que o segundo é restituído a Hórus. Este prolixo e verdadeiramente selvático conflito foi enfim solucionado quando Toth persuadiu Rá a dirigir uma encomiástica missiva a Osíris, entregando-lhe um incontestável e completo título de realeza, que o obrigou a deixar o seu reino e confrontar o seu assassino. Assim, os dois deuses soberanos evocaram os seus poderes rivais e lançaram-se numa disputa ardente pelo trono do Egipto. Após um recontro infrutífero, Ra propôs então que ambos revelassem aquilo que tinham para oferecer à terra, de forma a que os deuses pudessem avaliar as suas aptidões para governar. Sem hesitar, Osíris alimentou os deuses com trigo e cevada, enquanto que Seth limitou-se a executar uma demonstração de força. Quando conquistou o apoio de Ra, Osíris persuadiu então os restantes deuses dos poderes inerentes à sua posição, ao recordar que todos percorriam o horizonte ocidental, alcançando o seu reino, no culminar dos seus caminhos. Deste modo, os deuses admitiram que, com efeito, deveria ser Hórus a ocupar o trono do Egipto, como herdeiro do seu pai. Por conseguinte, e volvidos cerca de oito anos de altercações e recontros ferozes, foi concedida finalmente ao deus- falcão a tão cobiçada herança, o que lhe valeu o título de Hor-paneb-taui ou Horsamtaui/Horsomtus, ou seja, “Hórus, senhor das Duas Terras”.&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[topo]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como compensação, Rá concedeu a Seth um lugar no céu, onde este poderia desfrutar da sua posição de deus das tempestades e trovões, que o permitia atormentar os demais. Este mito parece sintetizar e representar os antagonismos políticos vividos na era pré- dinástica, surgindo Hórus como deidade tutelar do Baixo Egipto e Seth, seu oponente, como protector do Alto Egipto, numa clara disputa pela supremacia política no território egípcio. Este recontro possui igualmente uma cerca analogia com o paradoxo suscitado pelo combate das trevas com a luz, do dia com a noite, em suma, de todas as entidades antagónicas que encarnam a típica luta do bem contra o mal. A mitologia referente a este deus difere consoante as regiões e períodos de tempo. Porém, regra geral, Hórus surge como esposo de Háthor, deusa do amor, que lhe ofereceu dois filhos: Ihi, deus da música e Horsamtui, “Unificador das Duas Terras”. Todavia, e tal como referido anteriormente, Hórus foi imortalizado através de díspares representações, surgindo por vezes sob uma forma solar, enquanto filho de Atum- Ré ou Geb e Nut ou apresentado pela lenda osírica, como fruto dos amores entre Osíris e Ísis, abraçando assim diversas correntes mitológicas, que se fundem, renovam e completam em sua identidade. É dos muitos vectores em que o culto solar e o culto osírico, os mais relevantes do Antigo Egipto, se complementam num oásis de Sol, pátria de lendas de luz, em cujas águas d’ ouro voga toda a magia de uma das mais enigmáticas civilizações da Antiguidade. &lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Detalhes e vocabulário egípcio:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
culto de Hórus centralizava-se na cidade de Edfu, onde particularmente no período ptolomaico saboreou uma estrondosa popularidade;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
culto do deus falcão dispersou-se em inúmeros sub- cultos, o que criou lendas controversas e inúmeras versões do popular deus, como a denominada Rá- Harakhty;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
as estelas (pedras com imagens) de Hórus consideravam-se curativas de mordeduras de serpentes e picadas de escorpião, comuns nestas regiões, dado representarem o deus na sua infância vencendo os crocodilos e os escorpiões e estrangulando as serpentes. Sorver a água que qualquer devotado lhe houvesse deixado sobre a cabeça, significava a obtenção da protecção que Ísis proporcionava ao filho. Nestas estelas surgia, frequentemente, o deus Bes, que deita a língua de fora aos maus espíritos. Os feitiços cobrem os lados externos das estelas. Encontramos nelas uma poderosa protecção, como salienta a famigerada Estela de Mettenich: “Sobe veneno, vem e cai por terra. Hórus fala-te, aniquila-te, esmaga-te; tu não te levantas, tu cais, tu és fraco, tu não és forte; tu és cego, tu não vês; a tua cabeça cai para baixo e não se levanta mais, pois eu sou Hórus, o grande Mágico.”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o sofrimento já quase a fazia transpor o limiar da loucura, Ísis vislumbrou diante de si uma mulher popular pelos seus dons de magia, que prontamente examinou o seu filho, proclamando Seth alheio ao mal que o atormentava. Na realidade, Hórus ( ou Harpócrates, Horpakhered- “Hórus menino/ criança”) havia sido simplesmente vítima da picada de um escorpião ou de uma serpente. Angustiada, Ísis verificou então a veracidade das suas palavras, decidindo-se, de imediato, e evocar as deusas Néftis e Selkis (a deusa- escorpião), que prontamente ocorreram ao local da tragédia, aconselhando-a a rogar a Ré que suspendesse o seu percurso usual até que Hórus convalescesse integralmente. Compadecido com as suplicas de uma mãe, o deus solar ordenou assim a Toth que salvasse a criança. Quando finalmente se viu diante de Hórus e Ísis, Toth declarou então: “ Nada temas, Ísis! Venho até ti, armado do sopro vital que curará a criança. Coragem, Hórus! Aquele que habita o disco solar protege-te e a protecção de que gozas é eterna. Veneno, ordeno-te que saias! Ré, o deus supremo, far-te-á desaparecer. A sua barca deteve-se e só prosseguirá o seu curso quando o doente estiver curado. Os poços secarão, as colheitas morrerão, os homens ficarão privados de pão enquanto Hórus não tiver recuperado as suas forças para ventura da sua mãe Ísis. Coragem, Hórus. O veneno está morto, ei- lo vencido.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após haver banido, com a sua magia divina, o letal veneno que estava prestes a oferecer Hórus à morte, o excelso feiticeiro solicitou então aos habitantes de Khemis que velassem pela criança, sempre que a sua mãe tivesse necessidade de se ausentar. Muitos outros sortilégios se abateram sobre Hórus no decorrer da sua infância (males intestinais, febres inexplicáveis, mutilações), apenas para serem vencidos logo de seguida pelo poder da magia detida pelas sublimes deidades do panteão egípcio. No limiar da maturidade, Hórus, protegido até então por sua mãe, Ísis, tomou a resolução de vingar o assassinato de seu pai, reivindicando o seu legítimo direito ao trono do Egipto, usurpado por Seth. Ao convocar o tribunal dos deuses, presidido por Rá, Hórus afirmou o seu desejo de que seu tio deixasse, definitivamente, a regência do país, encontrando, ao ultimar os seus argumentos, o apoio de Toth, deus da sabedoria, e de Shu, deus do ar. Todavia, Ra contestou-os, veementemente, alegando que a força devastadora de Seth, talvez lhe concedesse melhores aptidões para reinar, uma vez que somente ele fora capaz de dominar o caos, sob a forma da serpente Apópis, que invadia, durante a noite, a barca do deus- sol, com o fito de extinguir, para toda a eternidade, a luz do dia. Ultimada uma querela verbal, que cada vez mais os apartava de um consenso, iniciou-se então uma prolixa e feroz disputa pelo poder, que opôs em confrontos selváticos, Hórus a seu tio. Após um infrutífero rol de encontros quase soçobrados na barbárie, Seth sugeriu que ele próprio e o seu adversário tomassem a forma de hipopótamos, com o fito de verificar qual dos dois resistiria mais tempo, mantendo-se submergidos dentro de água. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escoado algum tempo, Ísis foi incapaz de refrear a sua apreensão e criou um arpão, que lançou no local, onde ambos haviam desaparecido. Porém, ao golpear Seth, este apelou aos laços de fraternidade que os uniam, coagindo Ísis a sará-lo, logo em seguida. A sua intervenção enfureceu Hórus, que emergiu das águas, a fim de decapitar a sua mãe e, acto contíguo, levá-la consigo para as montanhas do deserto. Ao tomar conhecimento de tão hediondo acto, Rá, irado, vociferou que Hórus deveria ser encontrado e punido severamente. Prontamente, Seth voluntariou-se para capturá-lo. As suas buscas foram rapidamente coroadas de êxito, uma vez que este nem ápice se deparou com Hórus, que jazia, adormecido, junto a um oásis. Dominado pelo seu temperamento cruel, Seth arrancou ambos os olhos de Hórus, para enterrá-los algures, desconhecendo que estes floresceriam em botões de lótus. Após tão ignóbil crime, Seth reuniu-se a Rá, declarando não ter sido bem sucedido na sua procura, pelo que Hórus foi então considerado morto. Porém, a deusa Hátor encontrou o jovem deus, sarando-lhe, miraculosamente, os olhos, ao friccioná-los com o leite de uma gazela. Outra versão, pinta-nos um novo quatro, em que Seth furta apenas o olho esquerdo de Hórus, representante da lua. Contudo, nessa narrativa o deus-falcão, possuidor, em seus olhos, do Sol e da lua, é igualmente curado.&lt;br /&gt;
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[topo]&lt;br /&gt;
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Em ambas as histórias, o Olho de Hórus, sempre representado no singular, torna-se mais poderoso, no limiar da perfeição, devido ao processo curativo, ao qual foi sujeito. Por esta razão, o Olho de Hórus ou Olho de Wadjet surge na mitologia egípcia como um símbolo da vitória do bem contra o mal, que tomou a forma de um amuleto protector. A crença egípcia refere igualmente que, em memória desta disputa feroz, a lua surge, constantemente, fragmentada, tal como se encontrava, antes que Hórus fosse sarado. Determinadas versões desta lenda debruçam-se sobre outro episódio de tão desnorteante conflito, em que Seth conjura novamente contra a integridade física de Hórus, através de um aparentemente inocente convite para o visitar em sua morada. A narrativa revela que, culminado o jantar, Seth procura desonrar Hórus, que, embora precavido, é incapaz de impedir que um gota de esperma do seu rival tombe em suas mãos. Desesperado, o deus vai então ao encontro de sua mãe, a fim de suplicar-lhe que o socorra. Partilhando do horror que inundava Hórus, Ísis decepou as mãos do filho, para arremessá-las de seguida à água, onde graças à magia suprema da deus, elas desaparecem no lodo. Todavia, esta situação torna-se insustentável para Hórus, que toma então a resolução de recorrer ao auxílio do Senhor Universal, cuja extrema bonomia o leva a compreender o sofrimento do deus- falcão e, por conseguinte, a ordenar ao deus- crocodilo Sobek, que resgatasse as mãos perdidas. Embora tal diligência haja sido coroada de êxito, Hórus depara-se com mais um imprevisto: as suas mãos tinham sido abençoadas por uma curiosa autonomia, incarnando dois dos filhos do deus- falcão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
Novamente evocado, Sobek é incumbido da taregfa de capturar as mãos que teimavam em desaparecer e levá-las até junto do Senhor Universal, que, para evitar o caos de mais uma querela, toma a resolução de duplicá-las. O primeiro par é oferecido à cidade de Nekhen, sob a forma de uma relíquia, enquanto que o segundo é restituído a Hórus. Este prolixo e verdadeiramente selvático conflito foi enfim solucionado quando Toth persuadiu Rá a dirigir uma encomiástica missiva a Osíris, entregando-lhe um incontestável e completo título de realeza, que o obrigou a deixar o seu reino e confrontar o seu assassino. Assim, os dois deuses soberanos evocaram os seus poderes rivais e lançaram-se numa disputa ardente pelo trono do Egipto. Após um recontro infrutífero, Ra propôs então que ambos revelassem aquilo que tinham para oferecer à terra, de forma a que os deuses pudessem avaliar as suas aptidões para governar. Sem hesitar, Osíris alimentou os deuses com trigo e cevada, enquanto que Seth limitou-se a executar uma demonstração de força. Quando conquistou o apoio de Ra, Osíris persuadiu então os restantes deuses dos poderes inerentes à sua posição, ao recordar que todos percorriam o horizonte ocidental, alcançando o seu reino, no culminar dos seus caminhos. Deste modo, os deuses admitiram que, com efeito, deveria ser Hórus a ocupar o trono do Egipto, como herdeiro do seu pai. Por conseguinte, e volvidos cerca de oito anos de altercações e recontros ferozes, foi concedida finalmente ao deus- falcão a tão cobiçada herança, o que lhe valeu o título de Hor-paneb-taui ou Horsamtaui/Horsomtus, ou seja, “Hórus, senhor das Duas Terras”.&lt;br /&gt;
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[topo]&lt;br /&gt;
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Como compensação, Rá concedeu a Seth um lugar no céu, onde este poderia desfrutar da sua posição de deus das tempestades e trovões, que o permitia atormentar os demais. Este mito parece sintetizar e representar os antagonismos políticos vividos na era pré- dinástica, surgindo Hórus como deidade tutelar do Baixo Egipto e Seth, seu oponente, como protector do Alto Egipto, numa clara disputa pela supremacia política no território egípcio. Este recontro possui igualmente uma cerca analogia com o paradoxo suscitado pelo combate das trevas com a luz, do dia com a noite, em suma, de todas as entidades antagónicas que encarnam a típica luta do bem contra o mal. A mitologia referente a este deus difere consoante as regiões e períodos de tempo. Porém, regra geral, Hórus surge como esposo de Háthor, deusa do amor, que lhe ofereceu dois filhos: Ihi, deus da música e Horsamtui, “Unificador das Duas Terras”. Todavia, e tal como referido anteriormente, Hórus foi imortalizado através de díspares representações, surgindo por vezes sob uma forma solar, enquanto filho de Atum- Ré ou Geb e Nut ou apresentado pela lenda osírica, como fruto dos amores entre Osíris e Ísis, abraçando assim diversas correntes mitológicas, que se fundem, renovam e completam em sua identidade. É dos muitos vectores em que o culto solar e o culto osírico, os mais relevantes do Antigo Egipto, se complementam num oásis de Sol, pátria de lendas de luz, em cujas águas d’ ouro voga toda a magia de uma das mais enigmáticas civilizações da Antiguidade. &lt;br /&gt;
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Detalhes e vocabulário egípcio:&lt;br /&gt;
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culto de Hórus centralizava-se na cidade de Edfu, onde particularmente no período ptolomaico saboreou uma estrondosa popularidade;&lt;br /&gt;
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culto do deus falcão dispersou-se em inúmeros sub- cultos, o que criou lendas controversas e inúmeras versões do popular deus, como a denominada Rá- Harakhty;&lt;br /&gt;
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as estelas (pedras com imagens) de Hórus consideravam-se curativas de mordeduras de serpentes e picadas de escorpião, comuns nestas regiões, dado representarem o deus na sua infância vencendo os crocodilos e os escorpiões e estrangulando as serpentes. Sorver a água que qualquer devotado lhe houvesse deixado sobre a cabeça, significava a obtenção da protecção que Ísis proporcionava ao filho. Nestas estelas surgia, frequentemente, o deus Bes, que deita a língua de fora aos maus espíritos. Os feitiços cobrem os lados externos das estelas. Encontramos nelas uma poderosa protecção, como salienta a famigerada Estela de Mettenich: “Sobe veneno, vem e cai por terra. Hórus fala-te, aniquila-te, esmaga-te; tu não te levantas, tu cais, tu és fraco, tu não és forte; tu és cego, tu não vês; a tua cabeça cai para baixo e não se levanta mais, pois eu sou Hórus, o grande Mágico.”.&lt;br /&gt;
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Nov 19 BIBLIOTECA DE ALEXANDRIA - O SEGREDO DOS LIVROS RAROS &lt;br /&gt;
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BIBLIOTECA DE ALEXANDRIA - O SEGREDO DOS LIVROS RAROS &lt;br /&gt;
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A BÍBLIA DOS 72 - SEPTUAGINTA &lt;br /&gt;
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Quando Aristeu, aproveitando as boas circunstâncias da autorização de Ptolomeu para a tradução do Pentateuco para o grego, lhe pediu para libertar os judeus cativos desde o tempo de Sóter na campanha da Síria que eram cerca de 100.000. Não pensou que o soberano aquiescesse de tão bom grado,apesar de Sosíbio de Tarento e André, os dois chefes da guarda pessoal do rei também partilharem desta libertação. Este gesto foi quase uma credencial junto de Eleazar,sumo sacerdote de Jerusalém,e reforçou a chegada da missiva de Ptolomeu onde este dizia que para bem de todos os judeus daqui e doutras partes do mundo, para conhecimento de todos os povos deveria a lei hebraica ser traduzida para o grego e figurar na biblioteca a par dos mais raros dos livros.Foi ester selar das boas relações entre os dois povos finalizado com a chegada a Alexandria de 72 sábios judeus cuja erudição e escolha foi feita em 6 por cada tribo de Israel.Foi levado a cabo uma homenagem aos vindos, que durou sete dias com vários banquetes, durante estes Ptolomeu pode aferir do comportamento e frugalidade de pose dos estudiosos que o maravilharam na dialética, perguntava-lhe o soberano:&quot; Como conservar o reino? &quot;; &quot;Como ter o assentimento dos amigos?&quot;; &quot;Como transmitir o reino intacto aos herdeiros?&quot;,e assim por diante. Mnedemo de Erétria, um dos presentes, um dialético que frequentara a Academia de Atenas, foi incapaz de discussão tão estravagante, mas os velhos anciãos não desanimaram e tiveram sempre respostas respeitosas e originais lembrando a idéia da omnipotência divina até mesmo na mais recôndita interrogação da mente humana.Démetrio o plenipotenciário da biblioteca levou os 72 sábios para a ilha de Faros, num palácio quase junto ao farol,ali em maior sossego do que no Museu , os 72 eruditos fizeram todo o trabalho de tradução em 72 dias. Nasceu a Septuaginta a versão da Bíblia Hebraica para o grego Koiné. Embora com alguma contorvérsia (mais tarde), quanto à existência desta versão pré-cristã do velho testamento em grego , pois nunca foi encontrada nenhuma versão da mesma datada de antes de Orígenes(185-253 d.C.). A Septuaginta foi muito enaltecida na antiguidade,entre várias menções destacam-se as de Filon de Alexandria e de Flávio Josefo. &lt;br /&gt;
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II &lt;br /&gt;
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APOGEU E DESTRUIÇÃO DA MAIS CÉLEBRE DAS BIBLIOTECAS &lt;br /&gt;
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Não é só aos árabes que se deve atribuir a destruição da biblioteca de Alexandria em 646 da nossa era.Anteriormente outros actos de destruição puseram em causa todo o acervo de saber acumulado durante séculos. A biblioteca de Alexandria parece ter sido fundada por Ptolomeu I, ou Ptolomeu II. A cidade, como o seu nome indica, por Alexandre o Grande, nos começos do Inverno de 331 a.C. . Alexandria foi talvez a primeira grande cidade do mundo a ser construida unicamente com pedra e quase sem nenhuma utilização de madeira. A biblioteca compunha-se de dez grandes salas e de câmaras separadas para os sábios, professores e estudiosos acreditados, salas de refeições e jardins. Parece ter sido Demétrio de Falerno,o primeiro plenipotenciário da biblioteca, nascido entre 354 e 348 a.C., contemporâneo e conviva de Aristóteles. Demétrio chegou a ser governador de Atenas durante dez anos. Homem de grandes horizontes intelectuais, mecenas das artes, e até &quot;um árbitro da elegância&quot;, contam os anais que foi o primeiro homem em Atenas a dar aos seus cabelos a coloração loura Após várias convulsões políticas é banido do governo e parte para Tebas, lá escreve um grande número de obras, das quais uma tinha um título estranho&quot;Acerca de aparições e cintilâncias de luz nos céus&quot;. Talvez a primeira obra sobre Discos Voadores. Em 297 a.C. o Faraó Ptolomeu convida-o a instalar-se em Alexandria e fundar a biblioteca. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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Entretanto 14 anos volvidos Ptolomeu I morre, e seu filho Ptolomeu II, que não apreciava muito Demétrio,exila-o em Busiris no Egipto, onde este morre da mordedura de uma serpente. É então nomeado bibliotecário responsável Zénodotus de Efeso. Depois sucendem-se durante vários séculos outros bibliotecários, tais como: Callimachus de Ciréne,Apollonius de Rodes,Eratosthénes,Aristophanes de Bizâncio,Aristarchus de Samotrácia, tantos quanto é dado saber dos registos. Durante este período o acervo da biblioteca prospera em numero de obras e raridade das mesmas: pergaminhos,mapas raros ,gravuras. Para tudo isto contribuia a chegada incessante de barcos com livros para serem copiados e outros originais para aumentarem o acervo, sabia-se quase tudo sobre Roma um inimigo que mais tarde haveria de ser letal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira delapidação séria ocorre no ano de 47 a.C. aquando da presença de Júlio César e suas legiões no Egipto. A biblioteca estava no seu apogeu no que consta ao acervo,constava nesse tempo, e hoje julgamos ser verdade que existiam codificações raras e secretas, livros que podiam dar um poder quase ilimitado a quem deles se apoderasse. No momento em que César chega a Alexandria, a biblioteca devia possuir cerca de 700.000 livros,porque existiria tanto medo no que estava exposto nalguns deles? Alguns documentos raros, de hoje, dão-nos a indicação de que existiam obras de todos os grandes pensadores e escritores gregos clássicos e outros de nomeada: Euclides,Aristarco de Samos,Arquimedes,Galeno, Herófilo,Hipátia,Ptolomeu; mas também obras que se diziam heréticas perigosas e imcompreendidas por algum poder vigente ou correntes religiosas. A obra de Bérose era uma das que inquietava. Sacerdote babilónio refugiado na Grécia, descreve numa obra &quot; História do Mundo&quot; um avistamento e um encontro com o que se póde chamar hoje &quot; entra-terrestres&quot;: chamava-lhe &quot;Apkallus&quot;,semelhantes a peixes, viviam dentro de um envolucro semelhante a um escafandro. Ainda segundo esta descrição de Bérose, estes homens vindos das estrelas pretendiam entregar aos homens conhecimentos científicos. Bérose tinha vivido no tempo de Alexandre o Grande, e até à época de Ptolomeu I. Tinha sido sacerdote de Bel-Marduk na Bbilónia. Era historiador, astrónomo e astrólogo. Inventou um calendário solar semi-circular; e o relógio de Sol;escreveu um tratado sobre o antagonismo entre os raio solares e os lunares e seus efeitos, o que se chama hoje inferência da Luz. Há elementos que fazem supor que a famosa Sibila, que profetizava,era sua filha. &lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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Perdeu-se a &quot; História do Mundo &quot; de Bérose,restam-nos alguns fragmentos, mas a totalidade da obra estava em Alexandria e relatava o que os enviados do espaço tinham ensinado. Encontrava-se tabém em Alexandria a obra completa de Manéthon,sacerdote e historiador egipcio,contemporâneo de Ptolomeu I e Pltolomeu II,tudo indica que foi o último grande estudioso e codificador de todos os grandes segredos do antigo Egipto. O seu nome póde-se interpretar como o &quot; Bem amado de Toth&quot; ou &quot; Detentor da verdade de Toth&quot;. Este homem sabia tudo sobre o Egipto, estudando todas as formas de escritos hieroglificos, tinha tido ainda contácto com os últimos anciãos dos Templos. Deixou ainda uma obra de 8 livros, e reuniu na biblioteca quarenta rolos de pergaminho cuja escolha e raridade continha todos os segredos do mundo oculto egipcio e provavelmente do livro de Toth. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se esta colecção não tivesse sido destruida,provavelmente poderiamos hoje saber tudo o que nos falta sobre os segredos dos primórdios do aparecimento do povo que deu lugar ao Egipto. Existia ainda na biblioteca de Alexandria obras do historiador fenício Mochus, que já descrevia muitos elementos que se enquadram hoje na base da Teoria Atómica. De todos estes manuscritos não restou nenhum,sómente referências a fragmentos. Sabemos,também hoje, que existia uma secção &quot;Ciência das Matemáticas&quot;; outra de &quot; Ciências Naturais&quot;, existia ainda um catálogo geral que também foi destruido. Júlio César começou por ser para a história o primeiro destruidor. Ainda hoje passados 2000 anos, se levantam partidários da inocência de César e partidários da sua culpa. Na verdade é que há registos que nesse ano de 47 a.C. , com a presença de César em edificios contíguos ao porto, manisfeta-se um grande e violento incêndio; teriam ardido cerca de 70.000 obras ( quantidade que seria difícil de apurar); outros atribuiem que César procurava o &quot; Livro de Thot&quot; e outros manuscritos egipcios de saber raro, grande parte das preciosidades estavam num armazém do porto contíguo a lugares dos edificios dos silos. Começam nestes o incêndio de grandes proporções que alastrou ao depósito de papiro virgem e aos livros que deveriam ser embarcados. Mas a ofensiva maior no que toca a destruição começou por ser lançada pela imperatriz Zenóbia,voltam a desaparecer livros muito raros. Depois segue-se outro rude golpe no saber milenar. O Imperador romano Diocleciano (284-305 depois de J.C.), esta intenção de destruição está bem documentada. &lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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Diocleciano queria que fossem destruidas todas as obras que transmitissem os segredos da fabricação de ouro e prata. Portanto todas as obras de Alquimia. Ele receava que os egipcios pudessem fabricar frequentemente ouro e prata e reforçar o exército, dotarem-se de uma armada forte e aliciarem mercenários e alianças com reinos vizinhos contra Roma. Diocleciano além de mandar destruir inúmeras obras raras e de grande saber para a humanidade. Mandou em 295 perpetrar um massacre violentissimo contra todos os cristãos que viviam em Alexandria. &lt;br /&gt;
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Hoje não temos a lista de manuscritos destruidos,mas seguramente figuravam entre eles obras de Pitágoras,Salomão, e do próprio Hermes. Não obstante tudo isto a Biblioteca continuou a sua obra de se ir recompondo destas perdas até à tomada dos árabes ( os árabes,com algumas excepções,já tinham destruido dentro do próprio Islão-Pérsia, um grande número de livros secretos de magia,alquimia e astrologia). A palavra de ordem dos conquistadores era: « Não há necessidade de outros livros que o livro, isto é o Corão. Assim, a destruição de 646 visava a destruição dos livros impuros. O historiador muçulmano Abb al-Latif (1160-1231) escreve: « A biblioteca de Alexandria foi consumida pelas chamas por Amr ibn-el-As, agindo por ordem de Omar o vencedor.» O próprio Omar era tão fanático que se opunha a que no próprio Islão fossem ensaidas obras sobre o Profeta,confortava-se dando ao intento de destruição um fim de combater o impuro,dado que nenhum daqueles livros falava do Profeta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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Com a ordem de Omar, Amr ibn-el-As mandou retirar milhares de rolos de papiro, e livros,mapas e outras preciosidades da biblioteca,destribuindo-os como combustíveis para as fornalhas das Hammas ( salas de banhos e saunas). Em 1692 o consul de França, M. de Maillet,nomeado no Cairo. Faz grandes pesquizas em Alexandria,diz-se que a cidade era quase vazia e deserta, os únicos habitantes eram compostos de muitos salteadores que viviam nas multiplas ruínas da cidade. Nenhuns livros de interesse foram encontrados, se restaram alguns foram levados para locais incertos. Certamente escaparam ainda muitos livros raros; parece datar de 391 a última presença de duas sinarquias que lutavam pela guarda dos livros secretos da Biblioteca de Alexandria. A &quot; Ordem Branca&quot; que os queria perservar e os &quot;Homens de Negro&quot;que se empenhava na sua destruição final. &lt;br /&gt;
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Não tivesse persistido esta sanha destrutiva no decorrer de largos períodos da história,e talvez hoje tivessemos mais adiantados na resolução dos grandes mistérios da Arqueologia,das Civilizações desaparecidas,da Evolução,da Ciência e do Espaço Estelar. &lt;br /&gt;
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Resta-nos essa guarda perseverada só conhecida dos últimos dos iniciados,talvez à espera do derradeiro momento das necessidades humanas, dos ensinamentos dos últimos Atlantes virá o derradeiro códice que continuará a vida noutro local. &lt;br /&gt;
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Nov 19 A BIBLIOTECA DE ALEXANDRIA [manuscritos aliens] &lt;br /&gt;
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A BIBLIOTECA DE ALEXANDRIA [manuscritos aliens] &lt;br /&gt;
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Biblioteca de Alexandria&lt;br /&gt;
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O imenso arquivo de livros considerados &#39;perigosos&#39;, como as obras de Bérose que relatavam seus encontros com extraterrestres. Uma fantástica coleção de saber foi definitivamente aniquilada pelos árabes em 646 da era cristã. Antes disso muitos ataques foram destruindo aos poucos esse monumento. Alexandria foi a primeira cidade do mundo totalmente construida em pedra. A biblioteca compreendia dez grandes salas e quartos separados para os consultantes. Discute-se, ainda, a data de sua fundação, por Demétrios de Phalére. Desde o começo, ele agrupou setecentos mil livros e continuou aumentando sempre esse número. Os livros eram comprados às expensas do rei.&lt;br /&gt;
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A biblioteca de Alexandria tinha a reputação corrente de guardar livros secretos que davam poder praticamente ilimitado. Algumas obras, uma com o título estranho: &#39;Sobre o feixe de luz no céu&#39;, que é provavelmente, a primeira obra sobre discos voadores.Quando Júlio César chegou a Alexandria a biblioteca já tinha pelo menos setecentos mil manuscritos. Sacerdote babilônico refugiado na Grécia, Bérose nos deixou de um encontro o relato com os extraterrestres: os misteriosos Apkallus, seres semelhantes a peixes, vivendo em escafandros e que teriam trazido aos homens os primeiros conhecimentos científicos. Bérose viveu no tempo de Alexandre, o Grande, até a época de Ptolomeu I. Foi sacerdote de Bel-Marduk na babilônia. Era historiador, astrólogo e astrônomo.A História do Mundo de Bérose, que descrevia seus primeiros contatos com os extraterrestres, foi perdida. Restam alguns fragmentos, mas a totalidade desta obra estava em Alexandria. Nela estavam todos os ensinamentos dos extraterrestres.A História do Mundo de Bérose, que descrevia seus primeiros contatos com os extraterrestres, foi perdida. Restam alguns fragmentos, mas a totalidade desta obra estava em Alexandria. Nela estavam todos os ensinamentos dos extraterrestres.&lt;br /&gt;
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A História do Mundo de Bérose, que descrevia seus primeiros contatos com os extraterrestres, foi perdida. Restam alguns fragmentos, mas a totalidade desta obra estava em Alexandria. Nela estavam todos os ensinamentos dos extraterrestres.&lt;br /&gt;
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A realidade dos alienígenas interação com os seres humanos podem sér vistos ao longo da história. No 1 º século, o estadista romano Cícero escreveu esferas de estranho no céu. No 1 º século, Existem registos que remontam ao século 8o França ue dizer dos indivíduos durante Charlemagne do tempo que foram ocupados por estranho artesanais e demonstraram várias maravilhas. Nessa altura, se revelou o que havia acontecido com elas ou se ele se tornou do conhecimento público, as enguias foram mortos. Há ainda registros durante esse tempo, que falam da estranha aérea navios destruir culturas. Todas as grandes religiões da Mesopotâmia, o Egipto e as Américas são dominadas pela adoração dos &quot;Deuses do céu&quot;. Há evidências de que estes governantes da custódia estrelas controlados todos os aspectos da sociedade humana um partir da primeira aparição da versão atual do Homo Sapiens cerca de 30000 anos atrás. Era, ao mesmo tempo que o Neanderthal versão do Homo Sapiens e, de repente desapareceu misteriosamente da face da Terra.&lt;br /&gt;
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Early investigações sobre este assunto foram feitas por Charles Fort, que viveu entre 1867 e 1932. Ele descobriu que extraterrestre sociedades era muito envolvido em Terras prehistory, e que o estatuto da raça humana parecia serviços como uma auto-satisfação gado. Seu último pensamento foi de que os seres humanos eram usados como escravos. &lt;br /&gt;
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A idéia do homem como um escravo corrida não é nova. Ancient sumério registos remontam a 4500BC referem que humanoids do céu eram os governantes dos seres humanos. Human sacerdotes atuaram como intermediários entre os governantes do céu e as massas humanas. Human sacerdotes atuaram como intermediários entre os governantes do céu e como massas humanas. Os governantes do céu foram descritos nesses registos como tendo os sexos masculino e feminino, racialmente diversas, e behaviorally semelhantes aos seres humanos. Os registros de que o tempo também referem que era o grande sumério crença de que os primeiros seres humanos foram criados encerram os ventres maternos de alien fêmeas. Sumério registros indicam que o alien governantes estiveram envolvidos na exploração de minas e de outros recursos naturais que exercem vidas das pessoas envolvidas backbreaking trabalhistas. A criação efectiva da espécie Homo Sapiens ocorreu algures entre 300000 um 500000 anos atrás. (Ver &quot;La Creacion del Hombre - El 12 º Planeta&quot;) (Ver &quot;La Creacion del Hombre - El 12 º Planeta&quot;) &lt;br /&gt;
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Records na antiga Mesopotâmia crédito um estrangeiro com o nome de Ea para orientar a criação do Homo Sapiens como um híbrido genético. Ea era também conhecido como o príncipe da Terra. Ea era também conhecido como o príncipe da Terra. Outras partes da Terra eram controladas por Ea do meio-irmão. Durante o tempo de sua influência ininterrupta, sapais pelo Golfo Pérsico foram drenados e represas e diques foram construídos. Durante o tempo de sua influência ininterrupta, sapais pelo Golfo Pérsico foram drenados e represas e diques foram construídos. Ea era o principal defensor da espécie híbrida mais tarde conhecido como Homo Sapiens perante o conselho de estrangeiros que gerida operações no planeta. &lt;br /&gt;
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Sumério registros indicam que os seres humanos eram seres espirituais animação corpos físicos, e que o alien governantes contrived um plano original para manter entidades associadas ao corpos físico, corpo fisicamente e psicologicamente, de modo a que os seres humanos poderiam funcionar como o trabalho escravo. População controle medidas foram realizadas com o homem. População controle medidas foram realizadas com o homem. Abastecimentos alimentares foram cortadas, os seres humanos foram obrigados a canibalismo, doenças foram introduzidas, e houve inundações global. A fim de impedir o homem de faixas juntos e percebendo a situação em que se encontrava, os estrangeiros tentaram bloquear espiritual recuperação para o homem.Vários foram tomadas medidas imediatas a fim de impedir humanos unidade. Formais religiões foram introduzidas, as pessoas estavam espalhadas ao redor do planeta, e diferentes funções linguagem introduzida. Vários foram tomadas medidas imediatas um fim de impedir humanos unidade. Os estrangeiros a certeza que a existência de seres humanos tornou-se um físico chore, que exclui excesso tempo em suas mãos. , quando no poder, foi dedicada à divulgação de conhecimento espiritual para o recém-criado humanos híbridos. Ele estava consciente do desejo por outros grupos alien para promover humanos prisão. Apesar das suas boas intenções, Ea falhou em manter a liberdade da espécie humana. Sua facção, por vezes conhecido como a Irmandade da Serpente, foi derrotado por outras facções alienígena. Ea foi banido para a Terra por outros estrangeiros, e seu título foi mudado desde o Príncipe da Terra para o Príncipe das Trevas. Ele foi então para o homem retratado como o &quot;inimigo de um Ser Supremo&quot; eo homem foi-nos dito que todos os seus problemas foram a falta de Ea. Humans foram posteriormente programado para detectar qualquer vestígio de Ea em futuras vidas. Ele foi então para o homem retratado como o &quot;inimigo de um Ser Supremo&quot; eo homem foi-nos dito que todos os seus problemas foram uma falta de E bis. Sob influência negativa alien, a Irmandade da Serpente foi alterado de uma força difundir conhecimentos científicos e espirituais para aquele que se tornou conhecido pela repressão espiritual e traição. Corrupção da Irmandade foi evidente no Egito por 2000. Sob influência negativa alienígena, uma Irmandade da Serpente foi alterado de uma força difundir conhecimentos científicos e espirituais para aquele que se tornou conhecido pela repressão espiritual e traição. Corrupção da Irmandade foi evidente no Egito por 2000. O Pharaohs e sacerdotes foram endoutrinadas na Fraternidade como Elite, que iria manipular as massas para os seus próprios fins. Brotherhood funções na sociedade eventualmente evoluiu para o Mistério Escolas, que torcidas conhecimento espiritual, e restringe o acesso público a qualquer verdades que haviam sobrevivido. Tradições foram transferidos conhecimentos que começou por via oral e também incorporados na simbologia que ele só poderia compreender o Elite. &lt;br /&gt;
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Monoteísmo foi uma das mais insidiosas ensinamentos da Irmandade. Ela foi criada no Egito durante o reinado de Akhenaton, e eventualmente evoluiu para os ensinamentos consubstanciado no Judaísmo, Cristianismo e Islamismo. Ela foi criada no Egito durante o reinado de Akhenaton, e eventualmente evoluiu para os ensinamentos consubstanciado no Judaísmo, Cristianismo e Islamismo. Os seres humanos que foram ensinados a estrangeiros eram deuses, e os estrangeiros executada humanos obediência. Um grupo de alienígenas custódia foi nomeado o Jeová, que tinha influência sobre o hebraico povos. Os hebreus foram befriended e regida pelas Jeová, que tipicamente pousou sua embarcação nas montanhas. A fim de promover a &quot;Deus&quot;, só foram autorizados a específicos homem aproxima a Jeová, que foram apresentados ao homem como uma sucessão de seres singular, chamado Jeová, durante um longo período de tempo. Ao longo do tempo, uma rede de organizações Irmandade impostas alien instituições sobre a espécie humana e gerou conflito e guerra, a fim de manipular e dividir a raça humana. &lt;br /&gt;
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Brotherhood influência na Índia foi personificada em 1500BC quando a facção conhecida como o Aryans (que apoiaram alien objectivos) invadiu a área. O Aryans foi um não-semita de pele branca corrida que estabeleceu um sistema de religiosos-feudal religião que se tornou conhecido como Hinduísmo. O Aryans foi um não-trajeto de pele branca corrida que estabeleceu um sistema de religiosos-feudal religião que se tornou conhecido como Hinduísmo. Durante este tempo os estrangeiros viajaram abertamente em navios com os seres humanos, engajados em guerras com outras facções alienígena (que envolveu o uso de armas nucleares e feixe). Foi descrita na altura que alguns dos estrangeiros tinham pele azul. Os estrangeiros então imposta uma casta sistemas, mais confusa e dividindo-se o homem no espaço. A religião hindu introduziu o conceito de &quot;reencarnação&quot; e com o princípio da &quot;obediência trazendo progresso&quot;. &lt;br /&gt;
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Devido à influência da custódia estrangeiros, de uma sucessão de dissidentes &quot;religiões começou a primavera up. Estes conceitos religiosos atraiu milhares de adeptos e basicamente constituída de seis&quot; sistemas de salvação &quot;, misturando verdade e manipulativas conceitos. O primeiro &quot;sistema de salvação&quot; (a seguir SOS) foi Samkya, que foi introduzido sobre 500BC. O Ele ensinou que Souls eram em número infinito, constituído de pura inteligência, eram independentes, incapazes de mudar, e vinculados em questão. O sistema homem ensinou o conceito de que &quot;sofrimento&quot;, foi o resultado de &quot;prisão ao assunto&quot; e falta de conhecimento. A segunda SOS foi Toga. Uma segunda SOS foi Toga. &lt;br /&gt;
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O terceiro foi Mimamsa, que foi uma tentativa de manter Aryan credos. O conflito no Mimamsa era entre as idéias de rígida obediência à doutrina versus liberdade espiritual. &lt;br /&gt;
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O budismo foi a quarta SOS. Ela opõe o sistema de castas Hindism, mas acrescentou novas e mais insidiosas elementos de vidas humanas. Ela opõe o sistema de castas Hindism, mas acrescentou novas e mais insidiosas elementos de vidas humanas. Budismo ensinou que a &quot;liberdade virá um dia&quot;. Um dos mais influentes ensinamentos do budismo foi o que se tornou conhecido como o Mettaya Profecia. &lt;br /&gt;
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A Profecia Mettaya disse que uma pessoa com grande conhecimento e habilidade &quot;vai chegar um dia para salvar a raça humana&quot;. Isso acabou evoluindo para as diversas &quot;End of the World&quot; doutrinas, que se tornou conhecido nos conceitos do Dia do Juízo Final, Final Battle, Armagedon, e Messias De Deus (750BC). ). Uma das pessoas mais influentes nesta área foi Zoroaster, que divulgadas as Mettaya conceitos juntamente com Monotheism. Isto teve um efeito catastrófico sobre a sociedade humana. Idem teve um efeito catastrófico sobre uma sociedade humana. &lt;br /&gt;
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As idéias e conceitos a serem injetados pelo conhecido como Jesus deteriorou rapidamente devido à custódia influência e, em 325AD o Conselho de Nicea começou a definir e interpretar conceitos religiosos que tenham a ver com o Ministério Jesus. Assim, o que começou como uma tentativa por parte de um avançado se deteriorou no quinto SOS. . Ó Nicene Creed redefiniu uma entidade Jesus como o &quot;filho de Deus&quot;, e proibiu o conceito de Pré-existência de seres humanos em outras vidas. &lt;br /&gt;
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A introdução do conceito de &quot;sexo como pecado&quot; produziu efeitos devastadores sobre os seres humanos. É mentalmente eles vinculados à ansiedade e frustração sobre processos naturais e humanos acentuou centrar-se no corpo. Nós tempos modernos, isto é visto como um componente de todo um sistema de defesa ego incorporando mecanismos de segurança, sensação de poder e que hoje criar um sentimento de impotência e de dependência de seres humanos. Além disso, promove a &quot;roda da fortuna&quot; mentalidade que blinds homem à verdade das suas próprias capacidades e natureza. Além disso, promove uma &quot;roda da fortuna&quot; mentalidade que blinds homem à verdade das suas próprias capacidades e natureza. &lt;br /&gt;
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A segunda SOS foi Toga. Uma segunda SOS foi Toga. O terceiro foi Mimamsa, que foi uma tentativa de manter Aryan credos. O conflito no Mimamsa era entre as idéias de rígida obediência à doutrina versus liberdade espiritual. O budismo foi a quarta SOS. O budismo foi uma quarta SOS. Foi fundada sobre 525BC. Foi fundada sobre 525BC. Ela opõe o sistema de castas Hindism, mas acrescentou novas e mais insidiosas elementos de vidas humanas. Ela opõe o sistema de castas Hindism, mas acrescentou novas e mais insidiosas elementos de vidas humanas. Budismo ensinou que a &quot;liberdade virá um dia&quot;. Uma das pessoas mais influentes nesta área foi Zoroaster, que divulgadas como Mettaya conceitos juntamente com Monotheism. Isto teve um efeito catastrófico sobre a sociedade humana. Idem teve um efeito catastrófico sobre uma sociedade humana. Além disso, promove a &quot;roda da fortuna&quot; mentalidade que blinds homem à verdade das suas próprias capacidades e natureza. Além disso, promove uma &quot;roda da fortuna&quot; mentalidade que blinds homem à verdade das suas próprias capacidades e natureza. &lt;br /&gt;
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O sexto SOS foi promovido por Mohammed, em 570 dC, que tinha uma missão na vida, que foi desencadeada pelo aparecimento de uma aparição. Ele ensinou que Deus é o Ser Supremo, interposto no conceito de &quot;fogo e enxofre&quot;, como consubstanciado no Corão, e foi um guarda religião centrada em torno de &quot;obediência&quot;. Ele ensinou que Deus é o Ser Supremo, interposto no conceito de &quot;fogo e enxofre&quot;, como consubstanciado no Corão, e foi um guarda religião centrada em torno de &quot;obediência&quot;. O Corão também promove o Mettaya idéias, e que se tornou Islão eventualmente se tornou a fonte de uma série de guerras santas e cruzadas. O Corão também promove o Mettaya idéias, e que se tornou Islão eventualmente se tornou uma fonte de uma série de guerras santas e cruzadas. &lt;br /&gt;
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Aqui, a Irmandade conceito de assassinatos foi introduzido. Ele eventualmente evoluiu para o &quot;assassino solitário&quot; conceito utilizado pela CIA e outras extensões da Irmandade para mascarar o seu envolvimento na manipulação da população. Alien custódia religiosa programação encarna as seguintes principais conceitos para confundir a população humana: Alien custódia religiosa programação encarna como seguintes principais conceitos para confundir uma população humana: &lt;br /&gt;
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.&quot; Fontes de ensinamentos foram declarou-se um &quot;Deus uo vigor&quot;. &lt;br /&gt;
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Crença em um &quot;único Ser Supremo.&quot; Crença em um &quot;único Ser Supremo.&quot; &lt;br /&gt;
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Crença na &quot;imortalidade física&quot;. Veja Mormon crença sistema. Crença na &quot;imortalidade física&quot;. Veja Mormon crença Sistema. &lt;br /&gt;
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Crença ea adesão à &quot;doutrina&quot;. Crença ea adesão à &quot;doutrina&quot;. &lt;br /&gt;
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Crença na &quot;punição severa para backsliders / não-crentes.&quot; Crença na &quot;punição grave para backsliders / não-crentes&quot;. &lt;br /&gt;
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Crença de que &quot;reencarnação é parte de um plano espiritual&quot;. Crença de que &quot;reencarnação é parte de um plano espiritual&quot;. &lt;br /&gt;
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Crença de que &quot;forças maior controle humano destino.&quot; Crença de que &quot;forças maior controle humano destino&quot;. &lt;br /&gt;
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Crença de que &quot;um Ser Supremo criou o universo.&quot; Crença de que &quot;um Ser Supremo criou o universo.&quot; &lt;br /&gt;
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Crença de que &quot;o sofrimento humano faz parte de um plano mais amplo.&quot; Crença de que &quot;o sofrimento humano faz parte de um plano mais amplo.&quot; &lt;br /&gt;
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Crença de que &quot;espiritual recuperação&quot; ou &quot;salvação&quot; é &quot;mediante uma graça de Deus&quot;. &lt;br /&gt;
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População controle Controle da População &lt;br /&gt;
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A criação da mentalidade que produz armas químicas e biológicas deve a sua origem à influência alienígena. O Entre 540AD e 592AD o bubonic peste devastado Império Romano do Oriente. Registros mostram freqüentes aérea fenômenos em conjunto com surtos. Muitas vezes, pragas seria precedida por misteriosas chula cheirosa névoas, humanoids vestido de preto, e &quot;cometas&quot; no céu. Muitas vezes, pragas seria precedida por misteriosas chula cheirosa névoas, humanoids vestido de preto, e &quot;cometas&quot; no céu. &lt;br /&gt;
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Ele ensinou que Deus é o Ser Supremo, interposto no conceito de &quot;fogo e enxofre&quot;, como consubstanciado no Corão, e foi um guarda religião centrada em torno de &quot;obediência&quot;. O Corão também promove o Mettaya idéias, e que se tornou Islão eventualmente se tornou a fonte de uma série de guerras santas e cruzadas. O Corão também promove o Mettaya idéias, e que se tornou Islão eventualmente se tornou uma fonte de uma série de guerras santas e cruzadas. Aqui, a Irmandade conceito de assassinatos foi introduzido. Aqui, a Irmandade conceito de assassinatos foi introduzido. Ele eventualmente evoluiu para o &quot;assassino solitário&quot; conceito utilizado pela CIA e outras extensões da Irmandade para mascarar o seu envolvimento na manipulação da população. Ele eventualmente evoluiu para o &quot;assassino solitário. conceito utilizado pela CIA e outras extensões da Irmandade para mascarar o seu envolvimento na manipulação da população. Alien custódia religiosa programação encarna as seguintes principais conceitos para confundir a população humana: Alien custódia religiosa programação encarna como seguintes principais conceitos para confundir uma população humana: de ensinamentos foram declarou-se um &quot;Deus ou força.&quot; Fontes de ensinamentos foram declarou-se um &quot;Deus uo vigor Crença em um &quot;único Ser Supremo.&quot; Crença em um &quot;único Ser Supremo.&quot; Crença na &quot;imortalidade física&quot;. Veja Mormon crença sistema. Crença na &quot;imortalidade física&quot;. Veja Mormon crença Sistema. Crença ea adesão à &quot;doutrina&amp;amp; Crença de que &quot;reencarnação é parte de um plano espiritual;. &quot;mediante a graça de Deus&quot;. Crença de que &quot;espiritual recuperação&quot; ou &quot;salvação&quot; é &quot;mediante uma graça de Deus&quot;. &lt;br /&gt;
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A criação da mentalidade que produz armas químicas e biológicas deve a sua origem à influência alienígena. A criação da mentalidade que produz armas químicas e biológicas desenvol a sua origem à influência alienígena. O surgimento da doença global é também aí. O surgimento da doença global é também aí. Registros mostram freqüentes aérea fenômenos em conjunto com surtos. Muitas vezes, pragas seria precedida por misteriosas chula cheirosa névoas, humanoids vestido de preto, e &quot;cometas Uma pequena lista das pragas que foram precedidos pelos referidos eventos: Uma pequena lista das pragas que foram precedidos pelos referidos eventos: &lt;br /&gt;
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Ano Ano &lt;br /&gt;
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Descrição Descrição &lt;br /&gt;
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1298-1314 1298-1314 &lt;br /&gt;
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Large &quot;cometas&quot; visto a Europa Large &quot;cometas&quot; visto uma Europa &lt;br /&gt;
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1333 1333 &lt;br /&gt;
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Peste iniciada após um perverso névoa apareceu Peste iniciada após um perverso névoa apareceu &lt;br /&gt;
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1347 1347 &lt;br /&gt;
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Peste epidemia na Europa. Peste epidemia na Europa. 40 milhões de mortos em 4 anos 40 milhões de mortos em 4 anos &lt;br /&gt;
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Nota: Este cenário aconteceu a cada 10-20 anos até o 1700&#39;s, resultando na morte de mais de 100 milhões de pessoas Nota: Este cenário aconteceu uma cada 10-20 anos até o 1700&#39;s, resultando na morte de mais de 100 milhões de pessoas &lt;br /&gt;
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1500-1543 1500-1543 &lt;br /&gt;
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26 &quot;cometas&quot; gravada 26 &quot;cometas&quot; gravada &lt;br /&gt;
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1556-1597 1556-1597 15 &quot;cometas&quot; gravada 15 &quot;cometas&quot; gravada &lt;br /&gt;
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1568 1568 &quot;cometa&quot; precedida praga em Viena &quot;Cometa&quot; precedida praga em Viena &lt;br /&gt;
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1582 1582 &quot;cometa&quot; precedida peste &quot;Cometa&quot; precedida peste &lt;br /&gt;
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1618 1618 9 &quot;cometas&quot; gravado 9 &quot;cometas&quot; gravada &lt;br /&gt;
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1606 1606 &quot;cometa&quot; precedida geral mundial peste &quot;Cometa&quot; precedida geral mundial peste &lt;br /&gt;
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Através da história registrada, também existem referências a humanoids vestido de preto. Através da história registrada, também existem referências um humanoids vestido de preto. A sua presença seria um sinal quase imediata surto da peste. A sua presença seria um sinal quase imediata surto da peste. Em 1559 homens vestidos de preto foram vistos pulverização aveia um campo pouco antes do surto da peste em Brandenburg, Alemanha. Durante a peste anos, houve uma enorme decadência ética entre os seres humanos. Durante uma peste anos, houve uma enorme decadência ética entre os seres humanos. Houve tentativa, por diversas facções religiosas para eliminar outros.Houve uma tentativa pelos cristãos para eliminar os judeus. Houve mais genocídio durante este período que fazer durante uma segunda guerra mundial. Genocídios durante este período foram muitas vezes instigados por alemão comércio guildas, que eram Irmandade organizações. Genocídios durante este período foram muitas vezes instigados por alemão comércio guildas, que era Irmandade organizações. &lt;br /&gt;
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O efeito das pragas foi:&lt;br /&gt;
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Peste Inquisição + + = Genocídio Religiosa Apocalyptic Profecia Fulfilled Peste Inquisição + + = genocídio religioso apocalíptica profecia cumprida &lt;br /&gt;
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A Bavarian Illuminati e os Rosecrucians estavam por detrás de muitos dos novos movimentos que apareceu neste momento. Um dos primeiros movimentos foi o &quot;Amigos de Deus&quot;, que apareceu em 1347, que é o mesmo ano em que a morte negra atingiu a Europa. É instituído um programa de nove passo concebido para ser humano tem &quot;obedientes a Deus&quot;. Um dos primeiros movimentos foi o &quot;Amigos de Deus&quot;, que apareceu em 1347, que é o mesmo ano em que a morte negra atingiu uma Europa. É instituído um programa de novos passo concebido para sér humano tem &quot;obedientes um Deus&quot;. Os ensinamentos eram apocalípticos e garantiu uma grande quantidade de converte. Eventualmente, o movimento evoluiu para a Reforma de Martin Luther. Eventualmente, o movimento evoluiu para uma Reforma de Martin Luther. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peste epidemia na Europa. Peste epidemia na Europa. 40 milhões de mortos em 4 anos 40 milhões de mortos em 4 anos Nota: Este cenário aconteceu a cada 10-20 anos até o 1700&#39;s, resultando na morte de mais de 100 milhões de pessoas Nota: Este cenário aconteceu uma cada 10-20 anos até o resultando na morte de mais de 100 milhões de pessoas ; gravada 26 &quot;cometas&quot; gravada &amp;lt;&quot;cometas&quot; gravada 15 ;cometas&quot; gravada ;cometa precedida praga em Viena &quot;Cometa&quot; precedida praga em Viena ;cometa&quot; precedida peste &amp;amp;precedida peste &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1618 1618 9 &quot;cometas&quot; gravadocometas&quot; gravada &quot;cometa&quot; precedida geral mundial peste &amp;amp;Através da história registrada, também existem referências a humanoids vestido de preto. Durante uma peste anos, houve uma enorme decadência ética entre os seres humanos. Houve tentativa, por diversas facções religiosas para eliminar outros. &lt;br /&gt;
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Destruição de Registros e conhecimento do passado para Isolar homem Destruição de Registros e conhecimento do passado para os seres humanos Isolado &lt;br /&gt;
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Há muitos registros que indicam que a Irmandade forças destruiu a biblioteca de Alexandria, que continham registros datam quase dez mil anos. Há muitos registros que indicam que uma Irmandade forças destruiu uma biblioteca de Alexandria, Early missionários cristãos destruíram todos os registos relativos aos religiões no início Américas. Um pé fim da Irmandade foi ao limite da percepção e do conhecimento da espécie humana a um limite definido de forma restritiva. Early missionários cristãos destruíram todos os registos relativos aos religiões no início Américas. Um permanente fim da Irmandade foi ao limite da percepção e do conhecimento da espécie humana a um limite definido de forma restritiva. &lt;br /&gt;
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O Mayans O Mayans &lt;br /&gt;
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Maia crenças e lendas dizer uma história interessante sobre a &quot;criação do homem&quot;. Ele diz que os homens (seres humanos) foram criadas para ser o &quot;servos dos Deuses&quot;. Estes &quot;deuses&quot; feito &quot;figuras de madeira&quot; antes que eles fizeram humanos. Estes números de madeira &quot;não tinham alma&quot;. Eles estavam animados com organismos não seres espirituais dentro. Os Deuses assim produzido criaturas de seres espirituais que poderia ser anexado. O primeiro homem, de acordo com o Mayans, eram demasiado inteligente e tinha muitas habilidades , De modo que os &quot;deuses&quot; reduziu a inteligência ea visão do homem. Maia crenças e lendas dizer uma história interessante sobre a &quot;criação do homem.&quot; Estes números de madeira &quot;não tinham alma&quot;. Enguias estavam animados com organismos não seres espirituais dentro. Os Deuses assim produzido criaturas de seres espirituais que poderia sér anexado. O primeiro homem, de acordo com o Mayans, era demasiado inteligente e vmmm muitas habilidades, de modo que os &quot;deuses&quot; reduziu uma inteligência ea visão do homem. &lt;br /&gt;
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Calvinism Calvinism &lt;br /&gt;
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John Calvin foi um importante líder da Reforma. John Calvin foi um importante líder da Reforma. Em 1536, ele escreveu seu primeiro religioso tracto em Basel, Suíça. Em 1536, ele escreveu seu primeiro religioso tratar em Basel, Suíça. De acordo com Lutero, &quot;salvação&quot; exige um acto de fé. De acordo com Lutero, &quot;salvação&quot; exige um acto de fé. De acordo com a Calvin, &quot;salvação&quot; está &quot;determinado por Deus&quot;. De acordo com um Calvin, &quot;salvação&quot; está &quot;determinado por Deus&quot;. &lt;br /&gt;
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Calvin promoveu a ideia de pré-destino, e introduziu a idéia de que alguns seres humanos eram &quot;favorecido por Deus antes do nascimento&quot; e foram &quot;o Eleito&quot;, que tinha um &quot;dever de reprimir pecados dos outros&quot;, como um &quot;serviço de Deus&quot; . De acordo com Calvin, o &quot;pecado original&quot; foi a tentativa de adquirir conhecimento da ética e da imortalidade. Destes conceitos nasceu a ideia de que a &quot;guerra deve ser um passo necessário para salvação espiritual&quot;. Calvin promoveu uma ideia de pré-destino, e Introduziu uma idéia de que alguns seres humanos era &quot;favorecido por Deus antes do nascimento&quot; e foram &quot;o Eleito&quot;, que vmmm um &quot;dever de reprimir pecados dos outros&quot;, como um &quot;serviço de Deus&quot;. De acordo com Calvin, o &quot;Pecado original&quot; foi uma tentativa de adquirir conhecimento da ética e da imortalidade. Destes conceitos nasceu uma ideia de que a &quot;guerra desen sér um passo necessário para salvação espiritual&quot;. &lt;br /&gt;
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Mormonism Mormonism &lt;br /&gt;
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Mormon crenças são bastante outspoken sobre custódia intenções sobre a terra. Mormon crenças são bastante outspoken sobre custódia intenções sobre uma terra. Mormons acreditam que os seres humanos são organismos espírito imortal e que o objetivo é &quot;habitar numa perfeita imortal corpo humano&quot;. Mormons acreditam que os seres humanos são organismos espírito imortal e que o objetivo é &quot;habitar numa perfeita imortal corpo humano&quot;. Mormon ensinamentos encorajar a ideia de intermináveis envolvimento na órgãos humanos. Através destes princípios, espiritual memória é desactivado e questões éticas permanecem por resolver. Neste sistema, as guerras são vistas como &quot;God&#39;s ferramenta de controle&quot;. Neste sistema, como guerras são vistas como &quot;God&#39;s ferramenta de controle&quot;. &lt;br /&gt;
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Marxismo Marxismo &lt;br /&gt;
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A filosofia marxista segue alien custódia padrões. A filosofia é fortemente apocalípticos e descreve a &quot;batalha final&quot;, seguido de uma &quot;utopia&quot;. A filosofia é fortemente apocalípticos e descreve a &quot;batalha final&quot;, seguido de uma &quot;utopia&quot;. Neste sistema, espírito é um produto de fenômenos físicos e materiais. Neste sistema, espírito é um produto de fenômenos físicos e materiais. Os ensinamentos de Marx custódia objectivo promover o envolvimento da entidade. Os ensinamentos de Marx custódia objectivo promover o envolvimento da entidade. &lt;br /&gt;
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Nazismo Nazismo &lt;br /&gt;
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Talvez um dos maiores e mais influentes movimentos da Irmandade, nazismo subscrito às ideias do Aryan circulação, a destruição de todos os seres não como eles mesmos, e poder absoluto, dominação e controle sobre o planeta. Talvez um dos maiores e mais influentes movimentos da Irmandade, nazismo subscrito às ideias do Aryan circulação, a destruição de todos os seres não como eles mesmos, e poder absoluto, dominação e controle sobre o planeta. Há evidências de que os alemães feitos vários acordos com diferentes facções estrangeiro durante a vida do nazismo. Há evidências de que os alemães feitos vários acordos com diferentes facções estrangeiro durante uma vida fazer nazismo. Post WWII actividades desta facção inclui criação da CIA, Interpol, bem como o Federal Reserve System, que, curiosamente, também foi consagrado no Manifesto Comunista. Post WWII actividades desta facção inclui criação da CIA, Interpol, bem como o Federal Reserve System, que, curiosamente, também foi consagrado no Manifesto Comunista. &lt;br /&gt;
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Brotherhood símbolos fraternidade Símbolos &lt;br /&gt;
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Comum símbolos que são característicos da Irmandade envolvimento são: Comum símbolos que são característicos da Irmandade envolvimento são: &lt;br /&gt;
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Swastika Swastika &lt;br /&gt;
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Phoenix Phoenix &lt;br /&gt;
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Serpente ou Serpente Serpente uo Serpent &lt;br /&gt;
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Olho de Horus / All-Vendo Eye / Masons / Selo de E.U.A. Olho de Horus / All-Vendo Eye / Masons / Selo de UCE &lt;br /&gt;
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Dinheiro sistemas Dinheiro sistemas&lt;br /&gt;
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Insufláveis Moeda Sistema como um Sistema de Controle e Manipulação Insufláveis Moeda Sistema como um Sistema de Controle e Manipulação &lt;br /&gt;
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Eventualmente, elite mundial estruturas de poder foram assumidas pela monetária e financeira do sistema bancário. Na 16 a 18 séculos, o sistema monetário foi o elemento-chave em guerras e revoluções. Na 16 a 18 séculos, o sistema monetário foi o elemento-chave em guerras e revoluções. A verdadeira finalidade do dinheiro é para representar a existência de reais tradable commodities. A introdução da moeda fiduciária insufláveis sistema começou na Holanda em 1609. &lt;br /&gt;
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Bancário é social e economicamente desestabilizadora. É uma fonte de riqueza e de poder para a Elite, que criaram a massa monetária. É uma fonte de riqueza e de poder para um Elite, que criaram uma massa monetária. Através do sistema de insufláveis papel moeda: Através do sistema de insufláveis papel moeda: &lt;br /&gt;
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Como as pessoas se tornarão empobrecidas pessoas se tornarão empobrecidas &lt;br /&gt;
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As notas são emitidas em excesso do activo base Conforme notas são emitidas em excesso do ativo base &lt;br /&gt;
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A luta pela existência física é dificultada A luta pela existência física é dificultada &lt;br /&gt;
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Steady inflação reduz o valor do dinheiro, para que acumulou riqueza é erodido &lt;br /&gt;
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Cria enormes dívidas e parasitárias absorção de riqueza Cria enormes dívidas e parasitárias absorção de riqueza &lt;br /&gt;
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Custodiante / Irmandade Métodos de Controle Custodiante / Irmandade Métodos de Controle &lt;br /&gt;
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Genocídio Genocídio &lt;br /&gt;
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Novas formas de abate ea guerra Novas modelo de abate e de guerra &lt;br /&gt;
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AIDS e Genéticos produtos de morte AIDS Genéticos e produtos de morte &lt;br /&gt;
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Agentes de guerra química Agentes de guerra química &lt;br /&gt;
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Implantes e manipulação e Controle Eletrônico Implantes e manipulação e Controle Eletrônico &lt;br /&gt;
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Mind Control programas. Mind Control programas. CIA / MKDELTA / MKULTRA CIA / MKDELTA / MKULTRA &lt;br /&gt;
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Criação de humanos conflito para enfraquecer e iludir espécies Criação de humanos conflito para enfraquecer e iludir espécies &lt;br /&gt;
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&quot;Lone Assassin&quot; gestão das metas de eliminação &quot;Lone Assassin&quot; gestão das metas de eliminação &lt;br /&gt;
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Natureza do &quot;Ser Supremo&quot; Natureza do &quot;Ser Supremo&quot; &lt;br /&gt;
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A verdadeira natureza do &quot;Ser Supremo&quot; é que não existe um &quot;Ser Supremo&quot;. Todos os seres espirituais são unidades de sensibilização da consciência inteligente matriz que subjaz a tudo. É desta maneira que pode sofrer indiferenciada potencial máximo diferenciação, que prevê o máximo esforço criação e evolução da consciência. É desta maneira que pode sofrer indiferenciada potencial máximo diferenciação, que prevê o máximo esforço criação e evolução da consciência. &lt;br /&gt;
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Existe criação de mais de uma perspectiva ou ponto de vista. &lt;br /&gt;
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Voltar à La Verdadera Historia de Los Nazarenos y La Biblia Voltar à La Verdadera Historia de Los Nazarenos y la Biblia &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
O regresso ao Divino e Os manipuladores Extraterrestrials Retornar ao divino e à manipulação extraterrestres &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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O regresso à Irmandade de A Serpente Volte para uma Irmandade da Serpente &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A História do Mundo de Bérose, que descrevia seus primeiros contatos com os extraterrestres, foi perdida. Restam alguns fragmentos, mas a totalidade desta obra estava em Alexandria. Nela estavam todos os ensinamentos dos extraterrestres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Destruição da Grande Biblioteca de Alexandria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A destruição da grande biblioteca de Alexandria foi rematada pelos árabes em 646 da era cristã. Mas essa destruição fora precedida de outras , e o furor com que essa fantástica coleção de saber foi aniquilada é particularmente significativo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A biblioteca de Alexandria parece ter sido fundada por Ptolomeu ou por Ptolomeu II . A cidade foi fundada , como seu próprio nome diz, por Alexandre, o Grande , entre 331 e 330 a.C. Escoou-se quase mil anos antes de a biblioteca ser destruida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alexandria foi, talvez, a primeira cidade do mundo totalmente construida em pedra, sem que se utilizasse nenhuma madeira. A biblioteca compreendia dez grandes salas , e quartos separados para os consultatntes. Discute-se , ainda , a data de sua fundação e o nome de seu fundador, mas o verdadeiro fundador , no sentido de organizador e criador da biblioteca, e não simplesmente do rei que reinava ao tempo de seu surgimento, parece ter sido um personagem de nome Demétrios de Phalère. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde o começo , ele agrupou setecentos mil livros e continuou aumentando sempre esse número . Os livros eram comprados às expensas do rei. Esse Demétrios de Phalère , nascido em 354 e 348 a.C. , parece ter conhecido Aristóteles . Apareceu em 324 a.C. como orador público , em 317 foi eleito governador de Atenas e governou-a durante dez anos, de 317 a 307 a.C. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Impôs um certo número de leis , notadamente uma, de redução do luxo nos funerais. Em seu tempo , Atenas contava 90.000 cidadãos , 45.000 estrangeiros e 400.000 escravos. No que concerne à própria figura de Demétrios, a História no-lo apresenta como um juiz de elegancia em seu país; foi o primeiro ateniense a descolorir os cabelos , alourando-os com água oxigenada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois foi banido de seu governo e partiu para Tebas . Lá escreveu um grande número de obras , uma com título estranho : Sobre o feixe de luz no céu , que é , provavelmente , a primeira obra sobre os disco voadores. Em 297 a. C., o faraó Ptolomeu persuadiu Demétrios a instalar-se em Alexandria. Fundou, então , a biblioteca. Ptolomeu I morreu em 283 a.C. e seu filho Ptolomeu II exilou Demétrios em Busiris, no Egito. Lá, Demétrios foi mordido por uma serpente venenosa e morreu. Demétrios tornou-se célebre no Egito como mecenas das ciencias e das artes , em nome do Rei Ptolomeu I, Ptolomeu II continuou a interessar-se pela biblioteca e pelas ciencias, sobretudo pela zoologia. Nomeou como bibliotecário a Zenodotus de Éfeso , nascido em 327 a.C. , e do qual ignoram as circunstancias e data da morte. Depois disso, uma sucessão de bibliotecários , através dos séculos , aumentou a biblioteca, aí acumulando pergaminhos, papiros, gravuras e mesmo livros impressos, se formos cre em certas tradições. A biblioteca continha portanto documentos inestimáveis. Colecionou, igualmente , documentos dos inimigos, notadamente de Roma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pela documentação de lá, poder-se-ia constituir uma lista bastante verossímil de todos os bibliotecários até 131 a.C.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois disso , as indicações se tornam vagas ,Sabe-se que um bibliotecário se opôs , violentamente, a primeira pilhagem da biblioteca por Júlio Cesar, no ano 47 a.C. , mas a História não tem o seu nome. O que é certo é que já na época de Júlio cesar a biblioteca de Alexandria tinha a reputação corrente de guardar livros secretos que davam poder praticamente ilimitado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Julio César chegou a Alexandria a biblioteca tinha pelo menos setecentos mil manuscritos. Quais ? E por que se começou a temer alguns deles? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os documentos que sobreviveram dão-nos uma idéica precisa. Havia lá livros em grego. Evidentemente, tesouros : toda essa parte que nos falta da literatura grega clássica. Mas entre esses manuscritos não deveria aparentemente haver nada de perigoso. Ao contrário , o conjunto de obras de Bérose é que pode inquietar. Sacerdote babilônico refugiado na Grécia , Bérose nos deixou de um encontro o relato com os extraterrestres : os misteriosos Apkaluus , seres semelhantes a peixes , vivendo em escafrandos e que teriam trazido aos homens os primeiros conhecimentos científicos. Bérose viveu no tempo de Alexandre , o Grande , até a época de Ptolomeu I. Foi sacerdote de Bel-Marduk na Babilônia. Era historiador , astrólogo e astrônomo. Inventou o relógio de sol semicircular .Fez uma teoria dos conflitos entre os raios do Sol e da Lua que antecipa os trabalhos mais modernos sobre a interferencia da luz . Podemos fixar as datas de sua vida em 356 a.C. , nascimento , e 261 , na sua morte. Uma lenda contemporanea diz que a famosa Sybila , que profetizava , era sua filha. A História do Mundo de Bérose , que descrevia seus primeiros contatos com os extraterrestres , foi perdida. Restam alguns fragmentos , mas a totalidade desta obra estava em Alexandria . Nela estavam todos os ensinamentos dos extraterrestres. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encontrava-se em Alexandria, também , a obra completa de Manethon . Este , sacerdote e historiador egípcio , contemporaneo de Ptolomeu I e II , conhecera todos os segredos do Egito. Seu nome mesmo pode ser interpretado como &quot;o amado de Thot &quot; ou &quot;detentor da verdade de Toth&quot;. Era o homem que sabia tudo sobre o Egito , lia os hieroglifos, tinha contato com os ultimos sacerdotes egípcios. Teria ele mesmo escrito oito livros , e reuniu quarenta rolos de pergaminho , em Alexandria , que continham todos os segredos egípcios e provavelmente o Livro de Toth . Se tal coleção tivesse sido conservada , saberíamos , quem sabe , tudo o que seria preciso saber sobre os segredos do Egito. Foi exatamente isto que se quis impedir. A biblioteca de Alexandria continha obras de um historiador fenício, Mochus, ao qual se atribui a invenção da teoria atomica. Ela continha , ainda , manuscritos indianos extraordináriamente raros e preciosos. De todos esses manuscritos não resta nenhum traço. Conhecemos o número total dos rolos quando a destruição começou: quinhetos e trinta e dois mil e oitocentos. Sabemos que existiu uma seção que se poderia batizar de &quot;Ciências Matemáticas &quot; e outra de &quot;Ciências Naturais&quot;. Um catalogo geral igualmente existia . Também este foi destruído. Foi César quem inaugurou estas destruições. Levou um certo número de livros , queimou uma parte e gradou o resto . Uma incerteza persite ainda em nossos dias sobre esse episódio, e 2.000 anos depois da sua morte, Julio César tem ainda partidários e adversários. Seus partidários dizem que ele jamais queimou livros na própria biblioteca; aliás um certo número de livros prontos a ser embarcados para Roma , foi queimado num dos depósitos do cais do porto de Alexandria , mas não foram os romanos que lhe atearam fogo &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao contrário, certos adversários de Cesar dizem que grande número de livros foi deliberadamente destruído. A estimativa do total varia de 40.000 a 70.000. Uma tese intermediária afirma que as chamas provenientes de um bairro onde se lutava , ganharam a biblioteca e destruiram-na acidentalmente. Parece certo , em todo caso, que tal destruição não foi total. Os adversários e os partidários de Cesar não dão referência precisa , os contemporaneos nada dizem e os escritos mais próximos do acontecimento lhe são posteriores de dois séculos. César mesmo, em suas obras , nada disse . Parece mesmo que ele se &quot;apoderou&quot; de certos livros que lhe pareciam especialmente interessantes. A maior parte dos especialistas em história egípcia pensa que o edificio da biblioteca deveria ser de grandes dimensões para conter setecentos mil volumes , salas de trabalho , gabinetes particulares , e que um monumento de tal importancia não pode ser totalmente destruído por um principio de incendio . ë possivel que o incêndio tenha consumido estoques de trigo , assim como rolos de papiro virgem. Não é certo que tenha desvastado grande parte da livraria , não é certo que ela tenha sido totalmente aniquilada. É certo , porém , que uma quantidade de livros considerados particularmente perigosos , desapareceu. A ofensiva seguinte , a mais séria contra a livraria , parece ter sido feita pela Imperatriz Zenóbia. Ainda desta vez a destruição não foi total , mas livros importantes desapareceram. Conhecemos a razão da ofensiva que lançou depois dela o Imperiador Diocleciano ( 284-305 d.C.) . Documentos contemporaneos estão de acordo a este respeito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diocleciano quis destruir todas as obras que davam os segredos de fabricação do ouro e da prata . Isto é , todas as obras de alquimia . Pois ele pensava que se os egípcios pudessem fabricar à vontade o ouro e a prata , obteriam assim meios para levantar um exército e combater o império. Diocleciano mesmo, filho de escravos, foi proclamado imperador em 17 de setembro de 284. Era , ao que tudo indica , perseguidor nato e o ultimo decreto que assinou antes de sua abdicação em maio de 305 , ordenava a destruição do cristianismo. Diocleciano foi de encontro a uma poderosa revolta do Egito e começou em julho de 295 o cerco a Alexandria. Tomou a cidade e nessa ocasião houve massacres inomináveis. Entretanto , segundo a lenda , o cavalo de Diocleciano deu um passo em falso ao entrar na cidade conquistada,e Diocleciano interpretou tal acontecimento como mensagem dos deuses que lhe mandavam poupar a cidade. A tomada de Alexandria foi seguida de pilhagens sucessivas que visavam acabar com os manuscritos de alquimia . E todos os manuscritos encontrados foram destruidos. Eles continham, ao que parece , as chaves essenciais da alquimia que nos faltam para compreensão dessa ciencia , principalmente agora que sabemos que as transmutações metálicas são possiveis . Não possuímos lista dos manuscritos destruidos , mas a lenda conta que alguns dentre eles eram obras de Pitagoras , de Salomão ou do próprio Hermes. É evidente que isto deve ser tomado com relativa confiança. Seja como for, documentos indispensáveis davam a chave da alquimia e estão perdidos para sempre : mas a biblioteca continuou. Apesar de todas as destruições sistemáticas que sofreu , ela continuou sua obra até que os árabes a destrtuíssem completamente. E se os árabes o fizeram , sabiam por que o faziam . Já haviam destruido , no próprio Islão --- como na Persia --- grande número de livros secretos de magia , de alquimia e de astrologia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A palavra de ordem dos conquistadores era &quot;não há necessidade de outros livros , senão o Livro&quot; , isto é, o Alcorão. Assim , a destruição de 646 d.C. visava não propriamente os livros malditos , mas todos os livros . O historiador muçulmano Abd al-Latif ( 1160-1231 ) escreveu : &quot;A biblioteca de Alexandria foi aniquilada pelas chamas por Amr ibn-el-As, agindo sob as ordens de Omar , o vencedor&quot;. Esse Omar se opunha aliás a que se escrevessem livros muçulmanos , seguindo sempre o principio : &quot;o livro de Deus é-nos suficiente&quot;. Era um muçulmano recém-convertido , fanático , odiava os livros e destruiu-os muitas vezes porque não falavam do profeta. É natural que terminasse a obra começada por Julio César , continuada por Diocleciano e outros. Se documentos sobreviveram a esses autos-de-fé, foram cuidadosamente guardados desde 646 d.C. e não mais reapareceram . E se certos grupos secretos possuem atualmente manuscritos provenientes de Alexandria , dissimulam isto muito bem. Retomemos , agora, o exame desses acontecimentos à luz da tese que sustentamos : a existencia desse grupo que chamamos de Homens de Negro e que constitui uma organização visando a destruição de determinado tipo de saber. Parece evidente que tal grupo se desmascarou em 391 depois que procurou , sistematicamente , sob Diocleciano , e destruiu as obras de alquimia e magia. Parece evidente , também , que tal grupo nada teve a ver com os acontecimentos de 646 : o fanatismo muçulmano foi suficiente. Em 1692 foi nomeado para o Cairo um consul frances chamado M. de Maillet . Ele assinalou que Alexandria é uma cidade praticamente vazia e sem vida. Os raros habitantes , que são sobretudo ladrões , se encerram em seus esconderijos. As ruinas das construções estão abandonadas. Parece provável que , se livros sobreviveram ao incendio de 646 , não estavam em Alexandria naquela época; trataram de evacua-los. A partir daí, fica-se reduzido a hipóteses. Fiquemos nesse plano que nos interessa, isto é, o dos livros secretos que dizem respeito às civilizações desaparecidas , à alquimia , à magia ou às técnicas que não mais conhecemos. Deixaremos de lado os clássicos gregos , cuja desaparição é evidentemente lamentável. mas escapa a nosso assunto. Voltemos ao Egito. Se um exemplar do Livro de Toth existiu em Alexandria, César apoderou-se dele como fonte possivel de poder . Mas o Livro de Toth não era certamente o unico documento egípcio em Alexandria. Todos os enigmas que se colocam ainda sobre o Egito teriam , talvez , solução , se tantos documentos egípcios não tivessem sidos destruidos. E entre esses documentos, eram particularmente visados e deveriam ser destruídos , no original e nas cópias, depois os resumos : aqueles que descreviam a civilização que precedeu o Egito conhecido. ë possivel que alguns traços subsistam , mas o essencial desapareceu e essa destruição foi tão completa e profunda que os arqueologos racionalistas pretendem , agora , que se pode seguir no Egito o desenvolvimento da civilização do neolítico até as grandes dinastias , sem que nada venha a provar a existencia de uma civilização anterior. Assim também a História , a ciencia e a situação geográfica dessa civilização anterior nos são totalmente desconhecidas. Formulou-se a hipótese que se tratava de uma civilização de Negros. Nessas condições , as origens do Egito deveriam ser procuradas na äfrica . Talvez tenham desaparecido em Alexandria , registros , papiros ou livros provenientes dessa civilização desaparecida. Foram igualmente destruidos tratados de alquimia os mais detalhados , aqueles que permitiriam , realmente obter a transmutações dos elementos. Foram destruidas obras de magia. Foram destruidas provas do encontro com extraterrestres do qual Bérose falou, citando os Apkallus. Foram destruidos . . . mas como prosseguir enumerando tudo o que ignoramos ! A destruição tão completa da biblioteca de Alexandria é, certamente, o maior sucesso dos Homens de Negro.&lt;br /&gt;
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NOVO TEXTO INFLUENCIA ALIENÍGENA&lt;br /&gt;
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A realidade dos alienígenas interação com os seres humanos podem ser vistos ao longo da história. No 1 º século, o estadista romano Cícero escreveu esferas de estranho no céu. Existem registos que remontam ao século 8o França que dizer dos indivíduos durante Charlemagne do tempo que foram ocupados por estranho artesanais e demonstraram várias maravilhas. Nessa altura, se revelou o que havia acontecido com elas ou se ele se tornou do conhecimento público, eles foram mortos. Há ainda registros durante esse tempo, que falam da estranha aérea navios destruir culturas. &lt;br /&gt;
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Todas as grandes religiões da Mesopotâmia, o Egipto e as Américas são dominadas pela adoração dos &quot;Deuses do céu&quot;. Há evidências de que estes governantes da custódia estrelas controlados todos os aspectos da sociedade humana a partir da primeira aparição da versão atual do Homo Sapiens cerca de 30000 anos atrás. Era, ao mesmo tempo que o Neanderthal versão do Homo Sapiens e, de repente desapareceu misteriosamente da face da Terra. &lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Early investigações sobre este assunto foram feitas por Charles Fort, que viveu entre 1867 e 1932. Ele descobriu que extraterrestre sociedades eram muito envolvido em Terras prehistory, e que o estatuto da raça humana parecia ser como a auto-satisfação gado. Seu último pensamento foi de que os seres humanos eram usados como escravos. &lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A idéia do homem como um escravo corrida não é nova. Ancient sumério registos remontam a 4500BC referem que humanoids do céu eram os governantes dos seres humanos. Human sacerdotes atuaram como intermediários entre os governantes do céu e as massas humanas. Os governantes do céu foram descritos nesses registos como tendo os sexos masculino e feminino, racialmente diversas, e behaviorally semelhantes aos seres humanos. &lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os registros de que o tempo também referem que era o grande sumério crença de que os primeiros seres humanos foram criados encerram os ventres maternos de alien fêmeas. Sumério registros indicam que o alien governantes estiveram envolvidos na exploração de minas e de outros recursos naturais que exercem vidas das pessoas envolvidas backbreaking trabalhistas. A criação efectiva da espécie Homo Sapiens ocorreu algures entre 300000 a 500000 anos atrás. (Ver &quot;La Creacion del Hombre - El 12 º Planeta&quot;) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Records na antiga Mesopotâmia crédito um estrangeiro com o nome de Ea para orientar a criação do Homo Sapiens como um híbrido genético. Ea era também conhecido como o príncipe da Terra. Outras partes da Terra eram controladas por Ea do meio-irmão. Durante o tempo de sua influência ininterrupta, sapais pelo Golfo Pérsico foram drenados e represas e diques foram construídos. Ea era o principal defensor da espécie híbrida mais tarde conhecido como Homo Sapiens perante o conselho de estrangeiros que gerida operações no planeta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sumério registros indicam que os seres humanos eram seres espirituais animação corpos físicos, e que o alien governantes contrived um plano original para manter entidades associadas ao corpos físico, corpo fisicamente e psicologicamente, de modo a que os seres humanos poderiam funcionar como o trabalho escravo. População controle medidas foram realizadas com o homem. Abastecimentos alimentares foram cortadas, os seres humanos foram obrigados a canibalismo, doenças foram introduzidas, e houve inundações global. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fim de impedir o homem de faixas juntos e percebendo a situação em que se encontrava, os estrangeiros tentaram bloquear espiritual recuperação para o homem. Vários foram tomadas medidas imediatas a fim de impedir humanos unidade. Formais religiões foram introduzidas, as pessoas estavam espalhadas ao redor do planeta, e diferentes funções linguagem introduzida. Os estrangeiros a certeza que a existência de seres humanos tornou-se um físico chore, que exclui excesso tempo em suas mãos. &lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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E bis, quando no poder, foi dedicada à divulgação de conhecimento espiritual para o recém-criado humanos híbridos. Ele estava consciente do desejo por outros grupos alien para promover humanos prisão. Apesar das suas boas intenções, Ea falhou em manter a liberdade da espécie humana. Sua facção, por vezes conhecido como a Irmandade da Serpente, foi derrotado por outras facções alienígena. Ea foi banido para a Terra por outros estrangeiros, e seu título foi mudado desde o Príncipe da Terra para o Príncipe das Trevas. Ele foi então para o homem retratado como o &quot;inimigo de um Ser Supremo&quot; eo homem foi-nos dito que todos os seus problemas foram a falta de Ea. Humans foram posteriormente programado para detectar qualquer vestígio de Ea em futuras vidas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob influência negativa alien, a Irmandade da Serpente foi alterado de uma força difundir conhecimentos científicos e espirituais para aquele que se tornou conhecido pela repressão espiritual e traição. Corrupção da Irmandade foi evidente no Egito por 2000. O Pharaohs e sacerdotes foram endoutrinadas na Fraternidade como Elite, que iria manipular as massas para os seus próprios fins. Brotherhood funções na sociedade eventualmente evoluiu para o Mistério Escolas, que torcidas conhecimento espiritual, e restringe o acesso público a qualquer verdades que haviam sobrevivido. Tradições foram transferidos conhecimentos que começou por via oral e também incorporados na simbologia que ele só poderia compreender o Elite. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Monoteísmo foi uma das mais insidiosas ensinamentos da Irmandade. Ela foi criada no Egito durante o reinado de Akhenaton, e eventualmente evoluiu para os ensinamentos consubstanciado no Judaísmo, Cristianismo e Islamismo. Os seres humanos que foram ensinados a estrangeiros eram deuses, e os estrangeiros executada humanos obediência. Um grupo de alienígenas custódia foi nomeado o Jeová, que tinha influência sobre o hebraico povos. Os hebreus foram befriended e regida pelas Jeová, que tipicamente pousou sua embarcação nas montanhas. A fim de promover a &quot;Deus&quot;, só foram autorizados a específicos homem aproxima a Jeová, que foram apresentados ao homem como uma sucessão de seres singular, chamado Jeová, durante um longo período de tempo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo do tempo, uma rede de organizações Irmandade impostas alien instituições sobre a espécie humana e gerou conflito e guerra, a fim de manipular e dividir a raça humana. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brotherhood influência na Índia foi personificada em 1500BC quando a facção conhecida como o Aryans (que apoiaram alien objectivos) invadiu a área. O Aryans foi um não-semita de pele branca corrida que estabeleceu um sistema de religiosos-feudal religião que se tornou conhecido como Hinduísmo. Durante este tempo os estrangeiros viajaram abertamente em navios com os seres humanos, engajados em guerras com outras facções alienígena (que envolveu o uso de armas nucleares e feixe). Foi descrita na altura que alguns dos estrangeiros tinham pele azul. Os estrangeiros então imposta a casta sistemas, mais confusa e dividindo-se o homem no espaço. A religião hindu introduziu o conceito de &quot;reencarnação&quot; e com o princípio da &quot;obediência trazendo progresso&quot;. &lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devido à influência da custódia estrangeiros, de uma sucessão de dissidentes &quot;religiões começou a primavera up. Estes conceitos religiosos atraiu milhares de adeptos e basicamente constituída de seis &quot;sistemas de salvação&quot;, misturando verdade e manipulativas conceitos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O primeiro &quot;sistema de salvação&quot; (a seguir SOS) foi Samkya, que foi introduzido sobre 500BC. Ele ensinou que Souls eram em número infinito, constituído de pura inteligência, eram independentes, incapazes de mudar, e vinculados em questão. O sistema homem ensinou o conceito de que &quot;sofrimento&quot;, foi o resultado de &quot;prisão ao assunto&quot; e falta de conhecimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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A segunda SOS foi Toga. &lt;br /&gt;
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O terceiro foi Mimamsa, que foi uma tentativa de manter Aryan credos. O conflito no Mimamsa era entre as idéias de rígida obediência à doutrina versus liberdade espiritual. &lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
O budismo foi a quarta SOS. Foi fundada sobre 525BC. Ela opõe o sistema de castas Hindism, mas acrescentou novas e mais insidiosas elementos de vidas humanas. Budismo ensinou que a &quot;liberdade virá um dia&quot;. Um dos mais influentes ensinamentos do budismo foi o que se tornou conhecido como o Mettaya Profecia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Profecia Mettaya disse que uma pessoa com grande conhecimento e habilidade &quot;vai chegar um dia para salvar a raça humana&quot;. Isso acabou evoluindo para as diversas &quot;End of the World&quot; doutrinas, que se tornou conhecido nos conceitos do Dia do Juízo Final, Final Battle, Armagedon, e Messias De Deus (750BC). Uma das pessoas mais influentes nesta área foi Zoroaster, que divulgadas as Mettaya conceitos juntamente com Monotheism. Isto teve um efeito catastrófico sobre a sociedade humana. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As idéias e conceitos a serem injetados pelo conhecido como Jesus deteriorou rapidamente devido à custódia influência e, em 325AD o Conselho de Nicea começou a definir e interpretar conceitos religiosos que tenham a ver com o Ministério Jesus. Assim, o que começou como uma tentativa por parte de um avançado se deteriorou no quinto SOS. O Nicene Creed redefiniu a entidade Jesus como o &quot;filho de Deus&quot;, e proibiu o conceito de pré-existência de seres humanos em outras vidas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A introdução do conceito de &quot;sexo como pecado&quot; produziu efeitos devastadores sobre os seres humanos. É mentalmente eles vinculados à ansiedade e frustração sobre processos naturais e humanos acentuou centrar-se no corpo. Nos tempos modernos, isto é visto como um componente de todo um sistema de defesa ego incorporando mecanismos de segurança, sensação de poder e que hoje criar um sentimento de impotência e de dependência de seres humanos. Além disso, promove a &quot;roda da fortuna&quot; mentalidade que blinds homem à verdade das suas próprias capacidades e natureza. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sexto SOS foi promovido por Mohammed, em 570 dC, que tinha uma missão na vida, que foi desencadeada pelo aparecimento de uma aparição. Ele ensinou que Deus é o Ser Supremo, interposto no conceito de &quot;fogo e enxofre&quot;, como consubstanciado no Corão, e foi um guarda religião centrada em torno de &quot;obediência&quot;. O Corão também promove o Mettaya idéias, e que se tornou Islão eventualmente se tornou a fonte de uma série de guerras santas e cruzadas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui, a Irmandade conceito de assassinatos foi introduzido. Ele eventualmente evoluiu para o &quot;assassino solitário&quot; conceito utilizado pela CIA e outras extensões da Irmandade para mascarar o seu envolvimento na manipulação da população. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alien custódia religiosa programação encarna as seguintes principais conceitos para confundir a população humana: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fontes de ensinamentos foram declarou-se um &quot;Deus ou vigor&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crença em um &quot;único Ser Supremo.&quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crença na &quot;imortalidade física&quot;. Veja Mormon crença sistema. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crença ea adesão à &quot;doutrina&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crença na &quot;punição severa para backsliders / não-crentes&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crença de que &quot;reencarnação é parte de um plano espiritual&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crença de que &quot;forças maior controle humano destino&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crença de que &quot;um Ser Supremo criou o universo.&quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crença de que &quot;o sofrimento humano faz parte de um plano mais amplo.&quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crença de que &quot;espiritual recuperação&quot; ou &quot;salvação&quot; é &quot;mediante a graça de Deus&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Controle da População &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A criação da mentalidade que produz armas químicas e biológicas deve a sua origem à influência alienígena. O surgimento da doença global é também aí. Entre 540AD e 592AD o bubonic peste devastado Império Romano do Oriente. Registros mostram freqüentes aérea fenômenos em conjunto com surtos. Muitas vezes, pragas seria precedida por misteriosas chula cheirosa névoas, humanoids vestido de preto, e &quot;cometas&quot; no céu. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma pequena lista das pragas que foram precedidos pelos referidos eventos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ano &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1298-1314 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Large &quot;cometas&quot; visto a Europa &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1333 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peste iniciada após um perverso névoa apareceu &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1347 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peste epidemia na Europa. 40 milhões de mortos em 4 anos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota: Este cenário aconteceu a cada 10-20 anos até o 1700&#39;s, resultando na morte de mais de 100 milhões de pessoas &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1500-1543 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
26 &quot;cometas&quot; gravada &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1556-1597 15 &quot;cometas&quot; gravada &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1568 &quot;cometa&quot; precedida praga em Viena &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1582 &quot;cometa&quot; precedida peste &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1618 9 &quot;cometas&quot; gravada &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1606 &quot;cometa&quot; precedida geral mundial peste &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Através da história registrada, também existem referências a humanoids vestido de preto. A sua presença seria um sinal quase imediata surto da peste. Em 1559 homens vestidos de preto foram vistos pulverização aveia um campo pouco antes do surto da peste em Brandenburg, Alemanha. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante a peste anos, houve uma enorme decadência ética entre os seres humanos. Houve tentativa, por diversas facções religiosas para eliminar outros. Houve uma tentativa pelos cristãos para eliminar os judeus. Houve mais genocídio durante este período do que durante a segunda guerra mundial. Genocídios durante este período foram muitas vezes instigados por alemão comércio guildas, que eram Irmandade organizações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O efeito das pragas foi: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peste Inquisição + + = genocídio religioso apocalíptica profecia cumprida &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Bavarian Illuminati e os Rosecrucians estavam por detrás de muitos dos novos movimentos que apareceu neste momento. Um dos primeiros movimentos foi o &quot;Amigos de Deus&quot;, que apareceu em 1347, que é o mesmo ano em que a morte negra atingiu a Europa. É instituído um programa de nove passo concebido para ser humano tem &quot;obedientes a Deus&quot;. Os ensinamentos eram apocalípticos e garantiu uma grande quantidade de converte. Eventualmente, o movimento evoluiu para a Reforma de Martin Luther. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Destruição de Registros e conhecimento do passado para os seres humanos Isolado &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há muitos registros que indicam que a Irmandade forças destruiu a biblioteca de Alexandria, que continham registros datam quase dez mil anos. Early missionários cristãos destruíram todos os registos relativos aos religiões no início Américas. Um pé fim da Irmandade foi ao limite da percepção e do conhecimento da espécie humana a um limite definido de forma restritiva. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Mayans &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maia crenças e lendas dizer uma história interessante sobre a &quot;criação do homem&quot;. Ele diz que os homens (seres humanos) foram criadas para ser o &quot;servos dos Deuses&quot;. Estes &quot;deuses&quot; feito &quot;figuras de madeira&quot; antes que eles fizeram humanos. Estes números de madeira &quot;não tinham alma&quot;. Eles estavam animados com organismos não seres espirituais dentro. Os Deuses assim produzido criaturas de seres espirituais que poderia ser anexado. O primeiro homem, de acordo com o Mayans, eram demasiado inteligente e tinha muitas habilidades , De modo que os &quot;deuses&quot; reduziu a inteligência ea visão do homem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Calvinism &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
John Calvin foi um importante líder da Reforma. Em 1536, ele escreveu seu primeiro religioso tracto em Basel, Suíça. De acordo com Lutero, &quot;salvação&quot; exige um acto de fé. De acordo com a Calvin, &quot;salvação&quot; está &quot;determinado por Deus&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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Calvin promoveu a ideia de pré-destino, e introduziu a idéia de que alguns seres humanos eram &quot;favorecido por Deus antes do nascimento&quot; e foram &quot;o Eleito&quot;, que tinha um &quot;dever de reprimir pecados dos outros&quot;, como um &quot;serviço de Deus&quot; . De acordo com Calvin, o &quot;pecado original&quot; foi a tentativa de adquirir conhecimento da ética e da imortalidade. Destes conceitos nasceu a ideia de que a &quot;guerra deve ser um passo necessário para salvação espiritual&quot;. &lt;br /&gt;
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Mormonism &lt;br /&gt;
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Mormon crenças são bastante outspoken sobre custódia intenções sobre a terra. Mormons acreditam que os seres humanos são organismos espírito imortal e que o objetivo é &quot;habitar numa perfeita imortal corpo humano&quot;. Mormon ensinamentos encorajar a ideia de intermináveis envolvimento na órgãos humanos. Através destes princípios, espiritual memória é desactivado e questões éticas permanecem por resolver. Neste sistema, as guerras são vistas como &quot;God&#39;s ferramenta de controle&quot;. &lt;br /&gt;
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Marxismo &lt;br /&gt;
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A filosofia marxista segue alien custódia padrões. A filosofia é fortemente apocalípticos e descreve a &quot;batalha final&quot;, seguido de uma &quot;utopia&quot;. Neste sistema, espírito é um produto de fenômenos físicos e materiais. Os ensinamentos de Marx custódia objectivo promover o envolvimento da entidade. &lt;br /&gt;
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Nazismo &lt;br /&gt;
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Talvez um dos maiores e mais influentes movimentos da Irmandade, nazismo subscrito às ideias do Aryan circulação, a destruição de todos os seres não como eles mesmos, e poder absoluto, dominação e controle sobre o planeta. Há evidências de que os alemães feitos vários acordos com diferentes facções estrangeiro durante a vida do nazismo. Post WWII actividades desta facção inclui criação da CIA, Interpol, bem como o Federal Reserve System, que, curiosamente, também foi consagrado no Manifesto Comunista. &lt;br /&gt;
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Brotherhood Símbolos &lt;br /&gt;
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Comum símbolos que são característicos da Irmandade envolvimento são: &lt;br /&gt;
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Swastika &lt;br /&gt;
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Phoenix &lt;br /&gt;
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Snake ou Serpent &lt;br /&gt;
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Olho de Horus / All-Vendo Eye / Masons / Selo de E.U.A. &lt;br /&gt;
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Dinheiro Systems &lt;br /&gt;
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Insufláveis Moeda Sistema como um Sistema de Controle e Manipulação &lt;br /&gt;
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Eventualmente, elite mundial estruturas de poder foram assumidas pela monetária e financeira do sistema bancário. Na 16 a 18 séculos, o sistema monetário foi o elemento-chave em guerras e revoluções. A verdadeira finalidade do dinheiro é para representar a existência de reais tradable commodities. A introdução da moeda fiduciária insufláveis sistema começou na Holanda em 1609. &lt;br /&gt;
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Bancário é social e economicamente desestabilizadora. É uma fonte de riqueza e de poder para a Elite, que criaram a massa monetária. Através do sistema de insufláveis papel moeda: &lt;br /&gt;
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As pessoas se tornarão empobrecidas &lt;br /&gt;
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As notas são emitidas em excesso do ativo base &lt;br /&gt;
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A luta pela existência física é dificultada &lt;br /&gt;
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Steady inflação reduz o valor do dinheiro, para que acumulou riqueza é erodido &lt;br /&gt;
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Cria enormes dívidas e parasitárias absorção de riqueza &lt;br /&gt;
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Custodiante / Irmandade Métodos de Controle &lt;br /&gt;
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Genocídio &lt;br /&gt;
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Novas formas de abate e de guerra &lt;br /&gt;
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AIDS e Genéticos produtos de morte &lt;br /&gt;
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Agentes de guerra química &lt;br /&gt;
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Implantes e manipulação e Controle Eletrônico &lt;br /&gt;
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Mind Control programas. CIA / MKDELTA / MKULTRA &lt;br /&gt;
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Criação de humanos conflito para enfraquecer e iludir espécies &lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&quot;Lone Assassin&quot; gestão das metas de eliminação &lt;br /&gt;
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Natureza do &quot;Ser Supremo&quot; &lt;br /&gt;
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A verdadeira natureza do &quot;Ser Supremo&quot; é que não existe um &quot;Ser Supremo&quot;. Todos os seres espirituais são unidades de sensibilização da consciência inteligente matriz que subjaz a tudo. É desta maneira que pode sofrer indiferenciada potencial máximo diferenciação, que prevê o máximo esforço criação e evolução da consciência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nov 19 AS PIRÂMIDES DE MEROÉ O IMPÉRIO NEGRO[Meroe pyramid] &lt;br /&gt;
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AS PIRÂMIDES DE MEROÉ O IMPÉRIO NEGRO[Meroe pyramid] &lt;br /&gt;
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Meroe (ou Meroé) é o nome de antiga cidade na margem leste do rio Nilo, na Núbia, a região do vale do rio Nilo que actualmente é partilhada pelo Egipto e pelo Sudão, a cerca de 300 km a nordeste de Cartum, que foi a capital do reino de Kush entre o século VII a.C. e o século IV da nossa era.No local onde se encontrava a cidade existem mais de 200 pirâmides em três grupos.Uma visão impressionante das milenares ruínas da enigmática Meroé, uma civilização bem mais antiga do que a egípcia! Apesar de o atual Sudão estar situado muito ao sul do Egito, os habitantes do Nilo somente souberam da sua existência durante as mais recentes Dinastias da sua História! Portanto, é inegável que ambas as civilizações desenvolveram-se separadamente,Um vasto conjunto piramidal cercando todo o complexo meroíta!As diversas pirâmides de Meroé não chegam a ser tão grandes como as egípcias, porém impressionam pela precisão arquitetônica e pela sua rara beleza. A influência egípcia é bem visível nas pirâmides, nos templos, nalgumas divindades da zona agora classificada. Embora o conjunto apresente características que só se encontram nesta região. No seu apogeu, o reino de Cush, um dos mais extensos impérios da antiguidade, estendia-se do Centro do Sudão até às fronteiras da Palestina. Uma bitola: nessa época, Roma era uma pequena cidade e as cidades-estado gregas governavam territórios minúsculos. Cush durou 1250 anos. O seu legado não são só monumentos e ruínas. Mas também a certeza de que é muito difícil apagar a alma negra de África.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://delumar.blogspot.com/feeds/7619917870633031721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2009/11/os-deuses-sumerios-das-estrelas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/7619917870633031721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/7619917870633031721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2009/11/os-deuses-sumerios-das-estrelas.html' title='OS DEUSES SUMÉRIOS DAS ESTRELAS'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8626129489293776221.post-2564747968393493835</id><published>2009-11-26T18:15:00.000-02:00</published><updated>2009-12-08T20:31:48.301-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ufologismo"/><title type='text'>A RAÇA HUMANA NÃO MAIS PODERÁ PROCRIAR!</title><content type='html'>&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
Algumas evidências que já começam a ser encaradas seriamente por cientistas e pesquisadores, parecem claramente indicar que as intensas atividades no nosso mundo, exercidas por certas criaturas tripulantes de alguns OVNI, são partes integrantes e até bastante assustadoras daquilo que poderíamos tranqüilamentedenominar OPERAÇÃO ENGANO. Seus tripulantes tentam confundir as vítimas dos seqüestros e também os chamados “contatados”, dando respostas SEMPRE evasivas quando perguntados sobre as suas origens. Os humanóides isto é, os que aqui realizam essas estranhas e inexplicáveis experiências genéticas tendo as nossas mulheres como cobaias, e em complemento outras aberrações de natureza semelhante, NUNCA revelam esse pormenor quando se referem à natureza dessas verdadeiras “misturas genéticas” que produzem, ficando invariavelmente em poder das crianças geradas, sempre dizendo que ‘ESTAMOS BUSCANDO AQUILO QUE NOS PERTENCE”. Ora, se fazem isso, conforme afirmam, para que “a semente do homem não se perca” e que as suas mulheres se tornaram estéreis após um “acidente” que não detalham especificamente qual foi, começamos a desconfiar das verdadeiras e sinistras razões, escondidas por trás dessa verdadeira Operação-Engano: Nos cadáveres examinados a partir do chamado “Acidente de Roswell”, os peritos constataram que as criaturas supostamente alienígenas até que se assemelhavam aos lagartos terrestres. Suas peles, bem como a ausência de órgãos reprodutores externos e a simultânea falta de aparelhos digestivos e excretores, sugeriam que essa raça SOFRERA INVOLUÇÃO FÍSICA DEVIDO A UM ACIDENTE NUCLEAR DE ALTA INTENSIDADE! Aliás, eles mesmos mencionam que “vêm de um mundo em ruínas e que dentro de um período de tempo qualquer será impossível viver lá”. Recordemos ainda que mencionam o fato de que brevemente AS NOSSAS MULHERES TAMBÉM SE TORNARÃO ESTÉREIS E A RAÇA HUMANA NÃO MAIS PODERÁ PROCRIAR! Falam também que a nossa humanidade passará brevemente pelo “grande portal” (esotericamente sinônimo de morte!) e por &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
isso estariam aqui tentando nos “ajudar”. Muito estranho mesmo! Essas criaturas são dotadas de olhos inteiramente negros, dilatados e oblíquos. Isso sugere de pronto que vivem em um mundo escuro e responsável por certos fatores involutivos que forçaram uma drástica alteração genética, originadora ainda da atrofia dos seus tipos físicos. Enfim, a degradação das suas morfologias internas externas. Os cadáveres desses humanóides examinados apresentavam ainda uma outra notável característica: provavelmente devido a uma intensa exposição à radioatividade ao longo do seu caminhar evolutivo (ou involutivo) suas peles e os músculos eram extremamente rígidos, difíceis de serem dissecados mesmo com as mais potentes máquinas cirúrgicas de corte... O que quer que tenha acontecido no mundo de onde essas criaturas se originam foi efetivamente tão terrível que atrofiou os seus habitantes, fazendo com que perdessem todos os pelos do corpo; aumentando suas cabeças de maneira desproporcional; forçando-os à telepatia para se comunicarem; tornado-os semelhantes a vegetais, ou ainda insetos (talvez devido á necessidade de se abrigarem da radiação em profundas cavernas) e, que é pior de tudo, TRANSFORMANDO-OS EM QUASE CANIBAIS -literalmente dependentes dos hormônios, enzimas e secreções de outras espécies de vidas as quais sacrificam para se alimentarem! Ora, se elas BUSCAM AQUILO QUE LHES PERTENCE e dizem ainda que “conseguiram sobreviver no seu mundo graças à sua engenharia genética e à sua alta tecnologia”, Como (note-se que são eles mesmos, os tais supostos “alienígenas”, que dizem isso!) “se trata de uma questão de sobrevivência”, além de o mundo deles estar em fase de próxima extinção, logicamente reuniriam o útil ao agradável..... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiramente alguns deles se alimentando de nós. Depois fazendo-nos de cobaias para, conforme também dizem (prestemos bastante atenção neste pormenor)), realmente recuperarem as suas formas originais e então -desprezando totalmente qualquer espécie de ética ou filosofia (lembremos que igualmente afirmam &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
serem desprovidos de sentimentos!) -como ponto culminante da OPERAÇÃO-ENGANO, voltando em massa um dia qualquer já devidamente adaptados para um mundo que de certa forma LHES PERTENCE e possa servir de morada. Os legistas constataram que tais criaturas tinham sistemas digestivos atrofiados, além de denotarem ter sofrido através dos tempos intensa exposição à radiação, ao ponto de suas peles terem sido literalmente serradas para a realização das necrópsias! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem registros sobre estes seres leiam &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um CONFLITO com outros seres, ELs (humanos gigantes) destruiu a maior parte da civilização , (draconiana). o que forçou alguns a se esconderem em cavernas profundas e outros a deixarem a Terra - para Alpha Draconis e/ou Altair na constelação Aquila, que de acordo com lendas antigas estava associada com criaturas malignas... O conflito é uma Guerra das Espécies, entre a Semente Evadâmica &amp;amp; a Semente Serpente (draconiana). esses gigantes eram fortes aliados de uma raça de nórdicos pré-escandinavos que mantinham uma civilização poderosa e cientificamente bem desenvolvida, cujos restos atualmente permanecem debaixo de toneladas de areia na antiga região da Ásia, o deserto de Gobi. Foi relatado como ambos, os gigantes e o povo louro, lutaram numa guerra pre-histórica contra uma raça(draconiana) baseada na Antártica, que eles conseguiram varrer da superfície do planeta durante o antigo conflito. &quot;Sob o manto da escuridão, com bases escondidas no interior da terra, este invasor noturno decidiu reivindicar o que havia pertencido a eles e usar como uma base para o antigo conflito com os ‘ELs’. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(OBS: Isto é, reivindicar aquilo que as raças serpentes querem que acreditemos pertencer a elas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ELs são a denominada EL-der race (raça antiga) , uma raça humana associada com os descendentes dos Evadâmicos mas que no entanto havia alcançado ou mantido uma estatura muito alta, 3 a 4 m em média. Outros se referiam a eles como os ‘Anakim’ ou ‘Nepheli’. &quot;Humanos com implantes cerebrais alienígenas (os zumbis), foram programados para derrotar a Humanidade num FUTURO PRÓXIMO. Os ‘Reptóides’ são até capazes de se transformar em seres com características e feições humanas. O planeta Terra está sendo estressado para que a resistência humana seja mínima, durante o ataque declarado e o controle da Humanidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Tudo começou como um programa de interação conjunta. Uma espécie alienígena desejou ‘compartilhar’sua tecnologia avançada com certos humanos em POSIÇÕES-CHAVE DE PODER no governo, entre os militares, corporações, ‘sociedades secretas’, etc... A população como um todo começou a ser manipulada conforme a estratégia alienígena... eles queriam CONTROLE TOTAL sobre nós!</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://delumar.blogspot.com/feeds/2564747968393493835/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2009/11/raca-humana-nao-mais-podera-procriar.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/2564747968393493835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/2564747968393493835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2009/11/raca-humana-nao-mais-podera-procriar.html' title='A RAÇA HUMANA NÃO MAIS PODERÁ PROCRIAR!'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8626129489293776221.post-3801192666007077323</id><published>2009-11-26T18:11:00.000-02:00</published><updated>2009-12-08T20:23:06.261-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Esoterismos"/><title type='text'>A GRANDE TRADIÇÃO HIPERBÓREA [THULE E ATLANTIDA]</title><content type='html'>Add comments &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A GRANDE TRADIÇÃO HIPERBÓREA [THULE E ATLANTIDA] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
A GRANDE TRADIÇÃO HIPERBÓREA &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Origens do Thule &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Migração Arianas &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Tibet, Agartha e Vril &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. O Swástika,Runas e do Trabalho Alquímica &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 - Origens do Thule &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os mitos da Antigüidade armazenados memória de uma antiga terra mágica que explica a origem do homem e da antiga civilização do lendário Hiperbórea, pátria original do Aryans. No Tibete, antes de ser invadido e destruído pelo marxismo, os templos foram guardados com zelo antigos manuscritos em causa passado que hoje silenciados por aqueles que dominam o mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Aryans hindos dizer-nos que o continente Ártico, milênios atrás, era um lugar de clima temperado e uma generosa natureza. Hiperbórea, mágicas terra liberta do tempo, o mundo foi criado por uma raça superior: hiperbóreos. Sua civilização estava envolvido transcendente ou espiritual conhecimentos e composta seres vieram as estrelas de puro sangue, bem como por semidivinos e Aryans. Este último é também chamado de &quot;ariyas&quot;, onde o termo &quot;Aryan&quot;, que está a dizer &quot;duas vezes nascido&quot; ou &quot;iluminados&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A origem da Hiperbórea está nos limites de tempo, quando no céu havia um confronto entre o Senhor, Deus do mundo material, e os anfitriões espiritual Lucifer. Neste cósmica luta foi a &quot;traição do Betrayers White&quot;. Através desta estratégia, que liga a consciência divina no mundo, o Senhor tenta dar o seu corpo ilusório mundo. SENHOR necessidades do elemento divino, mas sob o seu plano. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, como resultado desta situação, o espírito foi encadeada na arte e da alma do mundo, dando origem a uma linhagem de semidivinos. Esta prova será encontrada desde então entre os dois mundos e, no meio de um terrível confronto cósmico. Visando ajudar os seus filhos semidivinos, os deuses criaram Hiperbórea White, um território livre do mundo lutam para salvar a sua família da prisão na área. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hiperbórea foi localizado para além do oceano Boreal e isolado do mundo, de acordo com uma versão do mito, por uma parede de vidro formação. Em outras versões do muro foi mágico pedra, o estilo de cyclopic construções do mundo antigo. Devido a esta separação, a pureza racial não foi ameaçada e pode viver em harmonia. Quando os deuses estavam deixando para trás hiperbóreos além das estrelas, antes de sair à esquerda no terreno é particularmente sagrado objeto: Gral ou Graal. Este objeto, a esmeralda coroa por Lúcifer, tem o mérito de permitir que os espíritos baixou manter a ligação com o mundo dos deuses. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de um cataclismo planetário, Hiperbórea desapareceu e que eterna primavera Árctico anunciou em um clima frio e inabitável. Os descendentes do Aryans esquerda na superfície deste planeta teve de migrar para regiões mais a sul. Assim, o Aryans emigrarían fundadores da lendária civilização do Gobi, na Ásia e também migrar para a Escandinávia. As inúmeras faunal permanece congelado no Ártico ilhas inabitáveis hoje, como a ilha de Vrangelja (Vrangel), a norte da Sibéria, no meio do Oceano Árctico, bem como os depósitos de carvão do Árctico ilhas como Spitsberg (Noruega), assim Demonstração de que ao mesmo tempo essas terras polares agora inabitável, eram lugares de natureza exuberante. Assim, a pátria original do Aryans seria sepultado por gelo polar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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Em seu livro &quot;Nós. Livro de ressurreição&quot;, o escritor chileno Miguel Serrano, rebusca a origem do Aryans, e concluiu que o Genesis da Bíblia judaica é uma história atlante adulterada. Na verdade, o que seria mais próxima da realidade o que Platão afirma no seu Timaeus e os Critias. Serrano recorra à mitologia grega para descrever a origem do &quot;homem&quot; explicando que &quot;em princípio, um homem saiu da terra. Seu nome era Evénor e casado com Leucippe. Eles tiveram uma filha, Clito. Trata-se de&quot; amor &quot;Poseidon&quot; . Isto é, Poseidon, ou uma raça divina, que convivem com as &quot;filhas dos homens&quot; ou emana da terra &quot;, caindo no amor&quot; e cruzándose com eles. Isso provocadas heróis semidivinos não immortales agora. &quot;Na verdade, os deuses gregos são os heróis e reis (semi-divina), do Atlantis-Hiperbórea. Poseidon Clito e dão à luz cinco pares de gêmeos dos dez reis da Atlântida. Os Dioscuros, Castor e Pollux (Polo) são um desses Jovens. Assim, seria Jason. Pelo menos é um rei de Gral, como Heracles-Hercules &quot;. Aqui, Miguel Serrano indica que o duplo em cada um dos 5 pares de gêmeas reis da Atlântida, em vez de um material é a entidade&quot; Double &quot;da mesma divina&quot; semidivino. &quot; Desta forma, cada um teria um semidivino astrais mundo, em paralelo, duplo divino. Ou poderíamos dizer também que cada um tem dois semi-divino naturezas: um mortal e um divino. Serrano conclui que &quot;é claro de tudo isso que houve várias humanidades. A humanidade do divino hiperbóreos, semidivina descendentes dos heróis do divino mista e os animais-homem, sudra, pasu, os escravos do Atlantis, talvez robôs Atlantis De que, de alguma sobreviveu seu colapso. Platão nos diz a destruição do Atlantis, e deve referir-se a uma grande catástrofe ocorrida após a imensa tragédia em que só há memória no registro akásico o universo. Daqueles não guardar mais do que o divino em sua hiperbóreos Vimanas ou &quot;discos voadores&quot; ir a outras estrelas. (A Venus, estrela da manhã?). O eixo da Terra é desviada, nascido estações, involuciona a Segunda Terra. A Primeira Terra passa a Terra Interior, &quot;oco&quot;. Quando o Admoestação retornando depois idade (Lucifer é um dos seus patrões) encontrar tudo mudou. Na superfície não existem estranhos seres (Evénor, Leucippe, Clito?). &quot; &lt;br /&gt;
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Lendas dizem que o divino mingled seu sangue com os &quot;filhos da terra&quot;, transferindo &quot;fogo de deuses&quot; (Prometeu entregar os homens), que é o seu divino sangue, e Lúcifer e suas hostes entra a Terra Hollow, onde Eles construíram o Reino de Agartha. Edda também referir-se à mesma questão do &quot;Livro de Enoch&quot; e do &quot;Mahabharata&quot;, que introduz a Vanes e da Aces como extraterrestres. Eles são os anjos do &quot;Livro de Enoch&quot; homens que ensinar ciência, arte e civilização. As antigas escrituras falar de uma guerra lendária entre parentes do mesmo sangue, Aces e Vanes, os Pandavas e os Koravas da Guerra do Mahabharata. A Aces vêm de Mount Elbruz, no Cáucaso, e são liderados por Odin-Wotan com suas mágicas machado. O Vanes estão no norte do país. Atlas ou Irmín seria Vanes. Da união de Aces e Vanes os alemães que iria manter o seu sangue na memória dos antepassados hiperbóreos. Euripides Hiperbórea referido como o &quot;País de Amber&quot; (região do Báltico e do sul da Escandinávia), uma região localizada ao norte, de onde vêm os Aryans. Do mesmo modo, de acordo com Miguel Serrano, Tuathas de Dannan da Irlanda lenda, são os mesmos que os alemães identificado como o Aces, ou seja, os descendentes de estrangeiros estrelas. &lt;br /&gt;
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No livro de Enoch citados a história aparece em que Lamech, o pai de Noé disse: &quot;Tive uma criança diferente das outras, não é como os homens, mas que se parece com um filho dos anjos do céu.&quot; Robert Charroux, por seu lado, argumenta que a possibilidade Noé foi um hiperbóreo, como seu pai descreveu como &quot;carne branca como a neve e vermelha como a flor de rosa, e os seus cabelos brancos como lã, os seus olhos eram belos ...&quot;. E na verdade, isso é o que o velho hiperbóreos. &lt;br /&gt;
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Tem de ser memorizada, diz-nos novamente o autor Gallo, o Nordic colocar a pátria dos hiperbóreos e sua capital, Thule, no extremo septentrión onde acredita-se que eles tinham desembarcado os primeiros seres vieram as estrelas. Estes hiperbóreos, como alemães, e as antigas tradições celtas, desde que a raça dos homens acima, que se afundou com o seu continente, quando o cataclismo global ou o &quot;naufrágio do Atlantis&quot;. &lt;br /&gt;
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2 - Migração Arias &lt;br /&gt;
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Filósofos e investigadores identificaram o Nacional swástika swastika ou como um sinal de reconhecimento da Aryans, é também o sinal de espirituais e Sol Negro Origem. O Aryans representou o swástica back onde os seus gastos em Março através do mundo, que, de acordo com Alfred Rosenberg &quot;, que mostra as várias partes do mundo antigo foram resolvidos pela raça nórdica&quot;. &lt;br /&gt;
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Assim, o Aryans, enquanto ela ainda mais a partir do seu local de origem, estavam transportando sua civilização para as diversas partes do mundo, e resolução de angariação impérios. Mas o resultado foi a perda da pureza racial original corridas para misturar com o &quot;homem-animal&quot;, e verificou que estes eram acrescentando nas regiões do sul. Early Aryans após o desaparecimento dos polar Hiperbórea, hiperbóreos, que foi poupado pelo desastre, com o swástika dextrógira migram na direção do Gobi, verde terra, a floresta, então, e eles encontraram uma grande civilização, que ainda permanece pode ser encontrado Sob a areia da steppes e desertos da Ásia Central. Esta civilização também desaparece. Miguel Serrano disse que talvez se deva por causa de uma explosão atômica. Esta catástrofe seria falar sobre a história bíblica de Lot e mulheres da Estátua da Ps. Segundo o professor Hermann Wirth, a grande migração dos povos Gobi Aryo-góticos que conseguem escapar à catástrofe que se tornou um deserto árido a estas regiões (agora o deserto Gobi entre a China ea Mongólia), foi roubado e distorcido para o judeu, que Seria um abaixo-casta ou tribo de outcasts que estão parasitando mantidos na periferia do que o êxodo. Importa, assim, aproveitar o mito ea lenda judaica (as 12 tribos, &quot;Quarenta Anos de peregrinação no Deserto&quot;, etc) traspolando eventos para o deserto do Sinai e terra da Palestina, onde no final arribarían, como um grupo ou tribo indesejáveis . Diz-se que haveria um manuscrito para explicar essa história, como Miguel Serrano, podem ser mantidos em uma sinagoga ou no mesmo underground Vaticano. De um ex-Aryan migração na Ásia persistem lendas e conhecimento secreto como aqueles que anteriormente eram referindo-se os templos do Tibete antes da invasão marxista. O Aryans que ficaram mais estreitas origem foram aqueles que se estabeleceu na Escandinávia. Ali, a sua pureza durou muito mais fortemente do que no resto dos lugares que o Aryans liquidada. Este país nórdico que após a perda da Hiperbórea, Escandinávia, será a origem da migração das últimas Aryans no sentido de uma maior regiões meridionais da Europa e da Ásia mais estreita. Assim, da Escandinávia, migrar descendentes do Aryans vir à civilize Troy, e mais tarde Hélade Alba Longa, criadores do Império de Roma. &lt;br /&gt;
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Os fundadores das civilizações da Ásia eram pessoas de raça Aryan. Um exemplo é o Irão ( &quot;Arián&quot;), que leva o nome de seu original antigos conquistadores. Até 1979, o Shah foi o &quot;Senhor dos Aryans&quot;. Existe uma necessidade de esclarecer a origem da civilização da Índia, que se funda e civilizada pela Aryans do norte do país. É sabido também que, no século I DC Northwest China era habitado por pessoas brancas ou &quot;caucasiana&quot;, que falava uma língua denominada tochario. No início século XX, arqueólogos alemães e franceses, que escavações nas províncias do noroeste chinês descobriu as grandes semelhanças entre esta linguagem supostamente isoladas e línguas germânicas e célticas. Recentes escavações na província de Xinjiang ter descoberto mummified corpos de pessoas que viveu entre 4000 e 2400 anos. Os corpos foram surpreendentemente bem preservado e, de acordo com o New York Times, &quot;… arqueólogos dificilmente poderia acreditar que eles viam…&quot;. As múmias têm longos narizes como crânios, cabelos louros ou vermelho, lábios finos e outras características indiscutivelmente Aryans. A mummy de um adolescente menina cabelo louro tornou-se uma atracção para os turistas. Aparentemente ela era uma princesa de cerca de 3000 anos atrás, porque era embalada em roupas bordadas lã e couro, juntamente com belas jóias, canecas e jóias feitas de ouro, prata e jade. Dr. Victor H. Mair, da Universidade da Pensilvânia disse: &quot;Porque os corpos encontrados são certamente da família indo-europeia e porque datam de um período suficientemente velho estar relacionado com a expansão do indo-europeu a partir do seu local de origem , Vai desempenhar um papel fundamental na determinação da mesma (lugar de origem). &quot; &lt;br /&gt;
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Até ao ano 1167 dC, decorre da tribo de Kiyad um filho, que será chamado Temujin, na área geográfica onde corre o rio Onon, nordeste de Ulaan Baatar (atual capital da Mongólia), ou seja, o Extremo Oriente asiático, norte da China. Sua tribo veio de uma união entre turcos e iranios e, ao contrário do que pode parecer, havia parentes ou afastados do chinês, seus inimigos ancestrais. Temujin cabelo estava avermelhada, complexion branco, branco e cinzento olhos verdes. Em 1206, após anos de duras batalhas sangrentas e fraticidas, Temujin e seus homens saíram vitoriosos. O décimo terceiro século tinha feito acto de presença e o tempo era propício para assumir que todos os desenhos de um grande Khan. Assim, em 1206 foi chamado de &quot;kurultai&quot; ou assembléia de anciãos mongóis. Ele deixou seu nome Temujin para assumir o Gengis Khan, o fundador do maior império da história. O Khan foi um eugénicas genes que melhoraram as suas horde para igualar os seus guerreiros com as melhores mulheres cativas. A SS, sabendo que o próprio Gengis Khan (que tinha uma swastika em seu rótulo) e suas elites não eram de raça mas Mongol descendentes dos antigos Atlantis, fez uma edição especial em um volume de um livro sobre o mongol warlord para suas tropas. O mesmo Hitler admirava o génio organizador Gengis Khan e uma vez disse: &quot;Se Gengis Khan foi realmente o grande homem que a história mostra-nos, então, é que ela foi Aryan!&quot; &lt;br /&gt;
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Tudo isso indica a presença de brancos em grande número, mesmo no Extremo Oriente da Ásia, especialmente ao leme das grandes civilizações. Actualmente, os ainos, branca pessoas ainda permanecem em vários milhares de pessoas nas ilhas de Plaster (Japão), do Sul semestre de Sakhalin e alguns dos Kuril (Rússia), no Oceano Pacífico. O actual ainos ilhas habitadas do Japão antes da mongólicos. Na verdade, a corrida no Japão, hoje, ainda pode ser visto algumas características que indicam esta mistura racial com brancos. Segundo Charroux, o &quot;gigante&quot; hiperbóreos seria agora uma descida em &quot;sumotori&quot; (Sumo lutadores), no Japão são extremamente populares personagens, localizado na hierarquia imediatamente após os deuses e os imperador. O historiador Pierre Darcourt acredita que &quot;no início do sumotori foram recrutados entre os gigantes aínos de pele. O aínos, como dizemos, são brancos, protocaucasianos, que teriam migrado em toda a Sibéria. Sua divindade&quot; Kamu &quot;incluídos solar, eólica, oceano E do urso. Montanha Estas pessoas, ao contrário do que mongólicos são velludos, pele sonrosada e poderoso, hot bebem álcool, são formidáveis caças ...&quot;. O outro japonês de pele cobriza, seriam originários da polinésia ilhas do sul da Malásia e China. No processo de declínio, aínos teria sido vanquished. &quot;Mongólicos diz Darcourt-sul foram levadas para o belo mulheres brancas dos seus adversários e seus união nasceram mestizos asiáticos, que se tornou o primeiro imperador da guardas corps&quot;. &lt;br /&gt;
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Hitler afirma que &quot;Aryan é o Prometeu da humanidade&quot; e, de acordo com o nacional-socialista do mundo, esta corrida trouxe a civilização para os locais mais remotos da Terra, da Europa à Ásia, da África ou da América mesma dos tempos &quot;pré-colombiana &quot;. Ainda hoje, podemos ver o rosto do Aryan esculpida em locais tão distantes como as estátuas da Ilha de Páscoa megalítica. Na própria África, as ruínas de &quot;Zimbabwe&quot;, pedra construções que negros jamais construído, foram construídas pelo povo, que já perdeu sua memória. Na América do Norte, encontramos muitos vestígios da presença de Aryans, como entre os índios Mandan, em Missouri, o megalitos estilo Celtic e volta torres em Nova Inglaterra, o Viking ruínas em L&#39;anse Aux Meadow (Newfoundland), as inscrições Rúnicas em Dighton Rock, Conecticut e Minesotta. &lt;br /&gt;
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Em toda a área da América Central e do Sul, encontramos lendas relativas brancos &quot;deuses&quot;, para o que temos referido no primeiro capítulo, que lendas têm uma base na realidade e baseada em factos históricos positivos. E é que a presença de homens brancos na América antes da chegada dos espanhóis está documentado no mesmo crônicas dos conquistadores espanhóis, que foram encontrados em sua &quot;descoberta&quot;, com pessoas e aldeias inteiras de brancos, e ainda observáveis em diversos Regiões &quot;indígena&quot;, como por exemplo na região dos Andes peruanos Chachapoyas. Nesta região montanhosa localizada na origem da Amazônia, sobre o enorme American selva, mais de 2000 metros acima do nível do mar, e livre do terrível calor tropical e mosquitos, num local fresco e verde, hoje Há ainda aquilo que são conhecidos como &quot;Gringoitos&quot; características pessoas da Europa, cabelos louros, que não provenham de colonos europeus, mas a sua presença na região está documentada como antes da conquista espanhola. Já os conquistadores espanhóis fez menção em sua crônicas estas branco Chachapoyas, e especialmente a beleza de suas mulheres. Numa crônica já o nascimento de um filho que chachapoyas considerado como um filho dos deuses, por ter sido tão louro e branco de forma que era difícil encontrá-los e até mesmo na própria Europa. Os espanhóis, que conquistou a América definido chachapoyas branco, louro e elevada estatura, normalmente um centímetro a mais do que o mesmo espanhóis. O chachapoyas Branco recordou a memória de seus antepassados vieram do leste. A leste de Chachapoyas é a região da Floresta Amazônica e para além do Atlântico. Entre as representações que foram escritos em vários edifícios, vemos desenhos e figuras representações de grandes navios, o que nos dá a impressão de que o primeiro chachapoyas, poderiam muito bem ter vindo da Europa para a América do mar. Após correntes oceânicas da África Ocidental tenham atingido a costa da América do Sul, para, movendo-se ao longo do rio Amazonas de barco, eventualmente resolver no cool Andina regiões, evitando o calor tropical. O chachapoyas foram temidos guerreiros. Eles usado como uma arma Sling idênticas às dos antigos habitantes das Ilhas Baleares. Eles foram mestres na arte do trepanation do crânio para aliviar a pressão craniana, tal como o fizeram os celtas. Eles também coincidem com os Celtas que recolhidos cabeças cortadas de seus inimigos. Construían pedra casas redonda com um diâmetro entre 7 e 9 metros, casas idênticos aos celtas. Ainda hoje podem ser vistas as ruínas das paredes de seu império, paredes enormes montanhas que lembram fortalezas na Europa. Algumas esculturas de indo-europeu traços que impassível olhar para o horizonte, encontrado entre os desfiladeiros nas montanhas são muito semelhantes aos encontrados mais oeste no Oceano Pacífico, na Ilha de Páscoa. Quando o conquistador espanhol Orellana, que se deslocam até o rio Amazonas, chegou nas proximidades do atual Manaus, os índios da região que ele falou de homens brancos, e alta blond vivem em cidades fora da selva e tesouros que foram imensos. Mais tarde, os conquistadores espanhóis reuniram-se com uma delegação de 4 homens brancos louros e altos, bem vestido e educado formas, que pediu espanhóis intenção de ter. Os espanhóis disse-lhes que eles estavam olhando para converter ao cristianismo na região sujeita à coroa de Castela. É estabelecido fora e nunca retornou para encontrá-los. Poderia ter sido enviados alguns chachapoyas, ou talvez alguma outra cidade por brancos?. Qual é a origem da primeira chachapoyas brancos que chegaram no continente americano muito antes da chegada dos espanhóis?. O que fez naquela região?. Se nos centrar-se nas actuais descendentes dos chachapoyas brancos, vemos que entre eles ainda predominam racial traços nórdicos cabelos louros, olhos azuis, pele branca e rosa pecosa apesar ameríndias miscigenação é muito introduzidas. Embora, segundo a história oficial, que pode parecer um mistério, o presente mostra-nos que a América foi conhecido e habitado por pessoas de muito antiga Aryans que, talvez, foram os descendentes dos brancos &quot;deuses&quot; criadores dos antigos impérios. &lt;br /&gt;
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Seis séculos antes de Cristo nasceu no norte da Índia Aryan budismo. Segundo vários estudiosos relacionados ao Nacional Socialismo e fascismo, o mesmo que Julius Évola, na sua forma mais pura, removendo impurezas cultural mestiço que sofreram após Buda foi um &quot;iluminado&quot;, um &quot;ariya&quot; que o nome de Siddharta, um homem de Aryan race que permaneceram fiéis ao código de honra e lealdade do ex-hiperbóreos uma vez habitada Thule, e que veio denunciar a crescente degradação ea bastardización de Brahmanism do seu tempo. Barão Julius Évola, pesquisador do budismo, diz-nos que, em sua forma original, é puramente Aryan espírito e uma visão antes da humanidade hoje. ( &quot;A Doutrina do Despertar. Budismo e seus efeitos práticos.&quot; Editorial Grijalbo SA.). &lt;br /&gt;
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Como você pode ver, é incontestável que o germe da ideologia nacional-socialista têm a sua origem, bem como no antigo nórdico mitos e histórias, nas terras distantes da Ásia (onde existem numerosas swástikas que há milhares de anos) e Magic civilizações da antiguidade. Além disso, segundo a interpretação do budismo Nacional, que iria propor uma divisão clara entre o Aryans ( &quot;iluminados&quot;) e outras raças, incapaz por si para alcançar a verdadeira sabedoria e conhecimento. Segundo o Nacional Socialismo, a tomar medidas contra a mistura racial, que era preservar a pureza espiritual e, por conseguinte, foi abrandar degradação humana. &lt;br /&gt;
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3 - A Ásia. Agartha e Vril &lt;br /&gt;
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No coração da Ásia, encontramos as mais altas montanhas do mundo e um vasto planalto, o Tibete, situado a uma média de mais de quatro mil metros acima do nível do mar. A guerra mágica que moveu os fios da história foi a de que as relações entre a Alemanha nacional-socialista e Tibete além do mero diplomática rotina. Durante o Terceiro Reich, a Alemanha manteve-se no Tibete vários delegados e observadores e realizou SS expedição de 1938-1939 realizados numerosos estudos sobre os mais variados temas. Himmler estava tentando confirmar a hipótese de que, após o naufrágio do Atlantis, o Tibete foi habitada por brancos e Atlantis, em que parte do mundo continua a ser mantido conhecimento dos antigos e dos acessos ao seu &quot;reino subterrâneo&quot;. &lt;br /&gt;
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No Tibete preservando o mito de Aryan falando reinos escondidos, mas, principalmente, underground, conhecido como Agartha ou Shambhala. Como vimos anteriormente, Belicena Villca disse que Agartha é o Hidden Reino dos Deuses Liberadores embora afirmando que o Reino de Shambhala é a Deuses e Betrayers da fraternidade White afetar os planos do Senhor. &lt;br /&gt;
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Existem outras tradições ou interpretações alegando que Shambhala é a capital do Reino de Agartha da mesma forma que Thule é a capital da Hiperbórea. &lt;br /&gt;
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Sir Edward Bulwer-Lytton, um diplomata e membro da elite Golden Dawn, escreveu um romance em 1871, intitulado &quot;O futuro da raça.&quot; Este relata a aventura de um povo superior (Vril-ya), que surge a partir do reino subterrâneo, que havia sido exilado depois de um cataclismo no exterior superfície da terra, e que possui uma energia cósmica chamada vril. Este romance também se refere à guerra entre raças e é considerado o habitantes deste mundo subterrâneo como descendentes do original Aryans. De acordo com esta tradição viva em várias partes da Ásia, essas pessoas vivem no interior da terra e é superior a todos os níveis, tanto no desenvolvimento pessoal e no desenvolvimento material e conquistas, o homem da superfície da terra. Além disso, ele identifica com fins caritativos e seria regida pelo &quot;rei do mundo&quot;, como administrador para lendário civilizações desaparecidas, como Lemuria e Atlântida. Rene Guenón, em seu livro &quot;O rei do mundo&quot;, analisou as diversas tradições religiosas que confirmam esta ideia, segundo a qual culturas são alimentadas por um subsequente Aryan origem. Além disso, para alguns oculta, a swastika é o grande símbolo do reino subterrâneo, que seriam recolhidos pelos orientais e ocidentais tradições iniciáticas; principalmente por budismo e hermético. Nesta interpretação, que recria o símbolo rotação do universo em torno de um centro fixado para a circulação. &lt;br /&gt;
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Dentro do mesmo espírito em que também se adequa à famosa Mme. Blavatsky são outros ideólogos, que mostraram grande interesse em Agartha e que atraiu o interesse do nazismo. Durante o Terceiro Reich, foram enviadas várias expedições ao Tibete em busca deste reino subterrâneo. Ainda hoje continua a exercer grande poder fascinação do documentário &quot;O segredo do Tibete&quot;, o resultado de um nazista expedição ao Tibete, que continua a ser um indiscutível testemunho de alguns anos em que o Tibete foi um lugar desconhecido para o resto do mundo. &lt;br /&gt;
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O objectivo inicial dessas expedições foi muito semelhante ao que levou à emissão prevista de Tiahuanaco, e foi baseada na crença segundo a qual as montanhas mais altas do mundo poderia ter sido o refúgio de uma raça de Aryan primordial Atlantis depois do dilúvio . De acordo com o mito Agartha o original Aryans ter criado underground reinos em que continuar preservando antigos segredos. Esta ideia foi aprovada pelo engenheiro Ferdynand Ossendowski, que, em seu livro &quot;Beasts homens, deuses&quot; (1920-1921), descreve como na sua fugir da Bolsheviks através da Ásia Central, teve notícia do reino subterrâneo Agarthi, onde eles tinham Sobreviventes procuraram refúgio de afundado continentes e grandes, que seria sede de um Lord of the World. Edmund Kiss empate seria o mito Agarthi ou Agartha com cosmogony glacial Hörbiger, que já apontava para uma ligação entre a Atlantis e do telhado do mundo (Tibete). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O alemão expedição conseguiu criar uma atitude positiva em relação à Alemanha pelos tibetanos. Sob o tema &quot;Encontro do Oriente com o Ocidente swastika&quot; conseguiu estabelecer contactos de alto nível político com o governo tibetano disse que, entre outros, a declaração oficial de amizade que Qutuqtu de Rva-sgren, tibetano regente, ele por escrito Ao &quot;notável senhor Hitler, o Rei dos alemães, que conseguiram aproveitar o poder em todo o mundo.&quot; Também no documentário é uma longa fila de tibetanos que vem a oferecer brindes para &quot;os primeiros alemães que aqui são bem-vindas&quot; (o que não é inteiramente verdade, pois Schäfer já tinha participado em duas expedições ao Tibete realizado por uma equipe alemã-americana ). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nimrod del Rosario narra a conspiração urdida por Schäfer, em sua expedição ao Tibete para servir os interesses de Shambhala. Sua expedição ao Tibete Kangschur retornou com um conjunto de escrituras tibetano em 108 volumes. Além de suas cabeças, foram ritual Kalachakra Tantra. Este ritual é o &quot;supremo início&quot; do budismo tibetano, mas, paradoxalmente, pode ser dada a profana preço de US $ 120 (ano de 2001 em Barcelona pelo Dalai Lama). Esta iniciação ligando Shambhala no momento da batalha final entre as forças do bem e do mal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre os nacionais socialistas, que aventuraram pelas altas regiões do Himalaia e Tibete, encontramos lugar preferencial Heinrich Harrer, que relata suas aventuras em seu livro &quot;Sete anos no Tibet&quot;. Harrer foi preso no dia 1 de setembro de 1939 na Índia, basta começar a guerra, e, finalmente, depois de várias tentativas, consegue fugir da concentração acampamento onde ele foi detido pelos britânicos atingindo Tibete, em 17 de Maio 1944. Graças aos delegados que permaneceram em alemão Lasha, Harrer foi capaz de estabelecer contacto com as autoridades tibetano, para finalmente se tornar um instrutor e um homem de confiança do Dalai Lama.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Harrer aderiu ao &quot;Black Order&quot; (SS) desde 1938 e foi um membro do &quot;wandervogel&quot; ou &quot;errantes aves&quot;. Este foi um movimento juvenil que pregava o retorno à natureza e longe de um estilo de vida urbana dinâmica, e muitos dos seus membros foram montanhistas e alpinistas. Quando você parar o britânico na Índia, Harrer foi com outros camaradas num espedición a atingir o cume do Nanga Parvat () 8126 metros de altitude, o estado actual do Paquistão. Um ano antes, em 1938, quando ele era ainda uma SS, Harrer e três outros alpinistas a partir do mesmo corpo, subiu pela primeira vez a Cimeira do Eiger (Suíça) na face norte. A aventura ainda é considerada hoje um azaña montanhismo. Durante os três dias de subida Hitler foi informado do andamento da expedição e, após a sua brilhante resultado, ele quis saber os jogadores. Eles crônicas o Führer recebeu animado e lhes disse: &quot;Camaradas o que você tem feito?&quot; Harrer ele respondeu: &quot;Temos subiu a cimeira do Eiger para receber nosso Führer&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora nunca houve oficialmente declarado, que foi citado documentos desclassificados após a guerra na qual Berlin bunker foi encontrado vários corpos de guerreiros com características asiáticas, o que demonstra que as relações com os países da Ásia teve grande significado para o III Reich.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4 - O Swástika (swastika), o Eagles, Runas e do Trabalho Alquímica &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Esvástica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A swástika ou swastika é um sinal considerada por muitos pesquisadores como os mais antigos empregados pelos homens. It&#39;s espalhados por todo o mundo e é conhecido civilizações na sua utilização como indoarios, chineses, japoneses, índios, hindus, mongóis, celtas, Aztecs, bascos e muitos outros. O seu significado é o mais antigo dos nórdicos símbolo do sol, como é explicado antes, e nós sabemos que foi o objeto de adoração e respeito, é um sinal dos Lordes ou Aryans. Ela está ligada ao mundo mágico, espiritual e &quot;cósmica deuses&quot;, como Siva, Indo-Aryan deus que tinham registado em suas representações swástika e é portador de energia universal a mesma transportadora que Odin ou Wotan (chamado Odin na Escandinávia e nos Wotan Germania ). Mas, mais do que qualquer outro aspecto, vamos centrar-se em swástika ou hindu swastika como este foi de particular interesse para os nacionais socialistas e do Führer Adolf Hitler. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A swastika significa &quot;o grande roda de cada vez&quot;, irresistibly roda que gira em sua própria imutável marcando seu destino, o seu espaço-temporal expressão. No livro de SS N º 3 de 1944, Fritz Reich descreve o efeito sobre o virar do swastika: &quot;Sim, o crepúsculo dos deuses é absolutamente absurdo sem uma nova aurora dos mundos ótica germânica. A transformação do mal - Será cumprido em boas condições quando &quot;maus tornam-se melhores e Balder trás.&quot; Certeza mais sagrados aria quer à luz finalmente triunfo sobre trevas, a boa durante o mal. Ela encontrou a sua expressão no atemporal ensinamentos do grande persa Aryan Zaratustra em uma era Ilustre &quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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A swástika &quot;sinistrógira&quot;, que é orientado em direção à esquerda, simboliza o caminho de volta à origem, à Hiperbórea. Miguel Serrano diz que a swástika é um sinal do sol nórdicos origem aryo, posthiperbórico. Após a perda da Hiperbórea, juntamente com a terra e partem do Eixo do bem estar início às estações, o Aryans hiperbóreos trazer esta casa rúnico sinal de Runa Gibur, representando o sol promotor do Ano da Terra e do movimento das quatro estações do ano. Assim, os quatro ramos do swástika representam Primavera, Verão, Outono, Inverno e seu movimento do centro fixo e imutável dentro do círculo do ano. Dependendo do lado para transformar as extensões do Red, de modo que será o movimento da swástika. &quot;Hitlerismo Esotérico&quot; National esotéricos, alega que quando é deslocado para a direita-swástika Dextrógira-significaria a perda de Aurea, ou Golden Age, após o colapso da Hiperbórea, com o desvio do Hub Terra. Este swástika dextrógira simboliza o Êxodo ou migração de Polar semidivinos Aryans hiperbóreos, a variação movimento da Terra girando sobre si mesmo e ao &quot;saltar para os polacos&quot;, afirma Miguel Serrano. Pode ser visto essa variação no conchas de moluscos marinhos e algumas pedras muito antigo, encontrado na Antártida, onde espirais estão rodando no sentido oposto ao atual rotação da Terra. A swástika &quot;dextrógira&quot; está rodando na direcção dos ponteiros do relógio e da Terra hoje. A swástika Levógira ou siniestrógira (esquerda), que escolheu Nacional Socialismo, a inverter a direcção gira no sentido horário e hora da terra hoje. Assim, o swástika regresso à Hiperbórea. A Guerra do esotéricas Hítler foi feita seguindo o mesmo sentido: a Polónia, Dinamarca, França, Grécia, Cáucaso. Desde aí teria sido liderada pela Sibéria e do Deserto de Gobi o Pólo Norte, para novamente colocar o Hub da Terra e recuperar a Golden Age. Miguel Serrano diz que a Avatâra, Adolf Hitler, antes de finalmente voltar à Hiperbórea Extraterrestrial (antes da Hiperbórea Norden), em seguida transfigurar Terra. Com esta declaração deixou claro o absurdo de todas as explicações simplistas da alegada swástika levógira demoníacas e outras dextrógira benéfico. Bo também religião, o velho Tibete, o budismo Mahayánico anteriores, foi o emblema swástika levógira do nacional-socialismo. A swástika em qualquer direção que está representado, é originalmente um símbolo rúnico, como já expliquei, os povos nórdicos e heróicos, Aryans e brancos, de origem divina. &lt;br /&gt;
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A swástika Ground: &lt;br /&gt;
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A swástika água: &lt;br /&gt;
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A swástika-fogo: &lt;br /&gt;
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A swástika ar:&lt;br /&gt;
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O mesmo deus Thor, deus da forja e blacksmiths&#39; representante por excelência da mitologia nórdica, que transportam o martelo com Swástika, que protege as crianças do Black Sun. Ela marcou a conclusão Nacional recordar solstício de verão, quando a vitória do sol sobre as trevas, ou &quot;os homens sobre o sol das trevas&quot;. &lt;br /&gt;
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Aquila. &lt;br /&gt;
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No que diz respeito à águia imperial, Alfred Rosenberg, diz que &quot;aryas&quot; ao mais alto planaltos e regiões da Ásia Central foram o &quot;pássaro com os picos (a águia), o rei das montanhas… quem pode ver o sol frente, cara a cara… &quot;. A águia imperial, portadora do sinal do império (os swástika) e colocado no nacional-socialista alemão banner é o mesmo sinal da invencível legiões, ou das tropas napoleónicas. A tradição diz que o imperador Juliano, o último imperador romano &quot;, a noite antes que ele morresse uma ferida de guerra na Pérsia, teve uma visão: ele viu as águias do Império de Roma (sinal de Zeus-Júpiter) voando para Leste, a Ásia, ao amparo de quase dois milénios na montanha mais alta do mundo (o Himalaia). Após o período de retirada, a águia, ele retornou para o Ocidente exercer o sagrado símbolo (swástika) à Empire como aclamara. Este é o Contexto em que temos de encontrar o significado da águia trazendo-nos a Nazi swastika das montanhas mais altas do mundo. Assim, o Nacional Socialismo alemão tentou ser administrador para a tradição imperial, reivindicando para si o direito de ser legítimo herdeiro de O império romano (Reich), e águias de Zeus-Júpiter. &lt;br /&gt;
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As Runas. &lt;br /&gt;
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Alguns acreditam que o alfabeto rúnico foi desenvolvido baseado no grego, mas outros investigadores encontraram indícios de um antigo escrito prerrúnica que remonta ao fim da era glacial. O rúnico alfabeto tem 24 letras e cada letra é, em si, um mágico e místico significados simultaneamente. &lt;br /&gt;
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O conhecimento de runes conseguiu Wotan (Odin) colgándose nove dias na árvore cósmica de horror e hiriéndose (Yggdrasil), com uma lança na parte lateral, que é uma prática initiatic chamánica. Projetada em rituais mágicos, os antigos germânicos dotaban runes das grandes potências. Tacitus descreve em seu &quot;Germania&quot; uma prática baseada oracular varas de madeira com alguns que foram registrados runes. Devidamente ritualizadas, inscrições rúnicas espadas ou outros objectos no dotaban um poder excepcional. Quanto à SS runes da sua origem está na antiga guerreiros germânicos, que esculpían sinais rúnicos sagrado na bainha espadas eles utilizados em combate. Eles foram anexados a esses sinais valorizados mágica sabedoria, a protecção eo poder, permanecem gravadas em navios e solene locais para proporcionar segurança e estabilidade para o povo. Os SS foram identificadas com esses guerreiros Teutons e sua mitologia germânica a ser os guardiães da pátria ancestral na Escandinávia. &lt;br /&gt;
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Baron Sebottendorf, fundador da Ordem de Thule, acreditava que o runes foram &quot;poder esotérico original&quot;. Rudolf J. Gorsleben tentou reconstruir a ciência espiritual de runes e os seus poderes mágicos como condutores de energia que anima todo o universo e influencia o mundo material. Assim, o runes são o elo de ligação entre o macrocosmo eo microcosmo do homem Aryan permitindo mística união com Deus. Segundo Gorsleben, o mais sagrado de todos seria Hagal runes, que são encontradas no hexágono, o fleur-de-lis de heráldica e mesmo na pirâmide de Cheops, como o original Aryan civilização tinha sobrevivido sob diversas formas culturais. Gorsleben afirmar que as várias formas de cristalização projeções foram minerais sólidos geométricos e runes, a sua materialização cósmica. &lt;br /&gt;
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Os familiares ariosofista Guido von List, em 1902, quando ele foi cataratas, sofreu onze meses de cegueira transitória, no decurso da qual o olho olhar dentro dele germânica religião ea origem das runes, revelações de que tentou reconstruir o original Aryan Linguagem que deu origem a todas as outras. Esta língua é um mágico língua em que cada palavra tem um poder ligado a um princípio absoluto. Lista interpretado, de um lado as letras e os sons da runes e, antigas inscrições e emblemas e apresentou as suas conclusões em &quot;O segredo do runes&quot; (1907). Ocultismo rúnico surgiram a partir deste trabalho foi a principal chave para o esotericism da Lista, que ganhou grande popularidade no início do século XX, especialmente durante a Primeira Guerra Mundial. &lt;br /&gt;
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Karl Maria Wiligut, alguns conhecidos como os &quot;Rasputin&quot;, de Himmler, alegou ter recebido seu oculto conhecimento do seu avô Karl. Para Wiligut runes conter codificados em toda a sua história da criação do homem, surgiu nos tempos antigos, nos territórios dos Pólo Norte. Eles tinham vivido uma corrida ethereal luz e profunda sabedoria que, entretanto, tinha sido degenerar ao longo do tempo devido à degradação provocada pelo seu sangue com mistura racial telúricas raças. Actualmente, apenas os iniciados têm acesso à misteriosa linguagem de runes, acessíveis através de chaves secretas. &lt;br /&gt;
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Wiligut Himmler comissionados para conceber um anel com que honra o extraordinário mérito dos mais proeminentes membros da SS, o chamado anel de calabera (Totenkopfring), que foram emitidos com um certificado descrevendo tanto ornamentação como seu simbolismo. Neste anel, e três estão a swastika sinais rúnicos. Cujo sentido foi tomada quase literais de Guido von List: &lt;br /&gt;
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-- A Lenda do swastika é &quot;Conheço um com Deus, o Eterno&quot;. &lt;br /&gt;
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-- O rune Hagal: &quot;assegura o universo em você e dominaras o universo.&quot; &lt;br /&gt;
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-- A Sun rune: &quot;espítu criador sempre vence&quot;. &lt;br /&gt;
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-- Dual Sig rune, seguido por aquilo que parece ser uma sobreposição de Tyr rune com o Eixo, masterminded por Wiligut si mesmo: &quot;a força do seu espírito torna-lo livre&quot;. &lt;br /&gt;
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O trabalho Alquímica. &lt;br /&gt;
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Finalmente, comentário interessante que as cores da bandeira nacional-socialista alemão (preto, branco e vermelho) são os da Alemanha Imperial, embora não é por acaso que as pessoas que estão utilizando os discípulos de Manes, maniqueísta religião ea tradição de hermético. Portanto, como alquimia, o homem começou nesta faixa experiência em iniciar o processo do trabalho (alquimia) para os negros ou &quot;nigredo&quot;, o trabalho em branco ou &quot;albedo&quot;, e finalmente, a trabalhar para o vermelho ou &quot;rubedo&quot; Ou seja, a conversão através das necessárias início, o homem vulgar no homem espiritual, graças à alquímica processo: &lt;br /&gt;
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A nigredo-ou preto (decomposição) &lt;br /&gt;
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O albedo-ou branca, e (purificação) &lt;br /&gt;
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-- A rubedo ou vermelho (ou a ressurreição Matter Incorruptible).</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://delumar.blogspot.com/feeds/3801192666007077323/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2009/11/grande-tradicao-hiperborea-thule-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/3801192666007077323'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8626129489293776221/posts/default/3801192666007077323'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://delumar.blogspot.com/2009/11/grande-tradicao-hiperborea-thule-e.html' title='A GRANDE TRADIÇÃO HIPERBÓREA [THULE E ATLANTIDA]'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>