<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-572961515729808244</atom:id><lastBuildDate>Fri, 01 Nov 2024 09:03:33 +0000</lastBuildDate><category>BrOffice.org</category><category>Instalação de programas</category><category>Criação de LiveCDs</category><category>Kubuntu</category><category>KDE 4</category><category>Meio ambiente</category><category>Programação WEB</category><category>Tecnologia</category><category>Free Pascal / Lazarus</category><category>Segurança</category><title>AvmLinux - Blog</title><description>Blog do AvmLinux</description><link>http://avmlinux.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Antonio)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>32</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-572961515729808244.post-5778245496005133760</guid><pubDate>Sat, 06 Nov 2010 00:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-11-05T22:02:45.226-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">BrOffice.org</category><title>Comparação entre o BrOffice.org e o Microsoft Office</title><description>Essa semana eu recebi um e-mail de um usuário do Viva o Linux perguntando-me quais eram as vantagens e desvantagens do BrOffice.org em relação ao Microsoft Office. Estava sem tempo para responder o e-mail, mas acabei me empolgando ao redigí-lo e quando dei por conta o texto estava enorme. Achei muito interessante fazer essa comparação, por isso estou publicando-a aqui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center; vertical-align: middle;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwbiee2L510xcqZTca1qHUQkPOV8dHbavGHgea5jmBn0ftusbVOg_Vd5ETnzORQC3suTln1nrdBz_Uss6CUG_BdVU26gcyFujUEOPKvqQxejZ8G9bwwfaVXKHyoSby4N8-LsAOVsQr6nc/s1600/bro_comparacao01.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;40&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwbiee2L510xcqZTca1qHUQkPOV8dHbavGHgea5jmBn0ftusbVOg_Vd5ETnzORQC3suTln1nrdBz_Uss6CUG_BdVU26gcyFujUEOPKvqQxejZ8G9bwwfaVXKHyoSby4N8-LsAOVsQr6nc/s320/bro_comparacao01.png&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhVk5JERdxwEo7PuWZrcgQN-wm-8th5tjT0t93v_gKRmadde258OJJ4nLGbPYDGpKV69cFZwsd3ZSRN67j6fa5WgeiKJqLxiE0cVOGOadDRegLlpKSMF3IQ8BM3RFv4FQO-yRQFDsJW3PE/s1600/bro_comparacao02.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;49&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhVk5JERdxwEo7PuWZrcgQN-wm-8th5tjT0t93v_gKRmadde258OJJ4nLGbPYDGpKV69cFZwsd3ZSRN67j6fa5WgeiKJqLxiE0cVOGOadDRegLlpKSMF3IQ8BM3RFv4FQO-yRQFDsJW3PE/s320/bro_comparacao02.png&quot; width=&quot;133&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é meu costume comparar softwares livres com softwares proprietários (nesse caso, BrOffice.org versus Microsoft Office), até porque sou contra a atitude de alguns amantes do Linux de chamar o Windows de &quot;Ruindows&quot; (podem perceber em meus artigos que eu não faço críticas negativas a softwares proprietários), portanto vou tentar ser imparcial nesta comparação, apesar de preferir o BrOffice.org.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acho que as maiores diferenças entre eles existem justamente por um ser livre e o outro ser proprietário. Alguns pontos em que o BrOffice.org leva vantagem em relação ao Microsoft Office são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;  &lt;li&gt;O BrOffice.org é gratuito, enquanto o Microsoft Office é pago e, aliás, custa bem caro (o Microsoft Office 2010 Professional está custando R$ 1.399,00, como você pode ver &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://www.microsoft.com/brasil/compreoffice/index.html&quot;&gt;nesta página&lt;/a&gt;). Vale lembrar também que, para os que não podem pagar por uma licença, o BrOffice.org é a alternativa legal ao &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://info.abril.com.br/aberto/infonews/042008/08042008-24.shl&quot;&gt;Microsoft Office pirata, que é, na verdade, o maior concorrente do Microsoft Office original&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;O BrOffice.org é desenvolvido por usuários para usuários, o que garante que as&lt;br /&gt;
 funcionalidades desejadas pelos usuários estarão presentes nele, enquanto o Microsoft Office só é desenvolvido pela Microsoft, assim o usuário pode, no máximo, enviar à Microsoft uma sugestão e aguardar que ela seja implementada na suíte;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;O fato de ser livre, possuir código-fonte aberto e ser desenvolvido por usuários para usuários também garante que o BrOffice.org não deixará de existir enquanto houver pessoas utilizando-o (inclusive já existe um fork do OpenOffice.org, o &lt;a href=&quot;http://www.documentfoundation.org/download/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;LibreOffice&lt;/a&gt;, lançado pela comunidade frente à possibilidade de &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://www.guiadohardware.net/noticias/2010-09/openoffice-libreoffice.html&quot;&gt; o OpenOffice.org ser descontinuado pela Oracle&lt;/a&gt;), ninguém pode garantir até onde a Microsoft desenvolverá o Microsoft Office;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;O BrOffice.org conta várias pessoas para suportá-lo ao redor do mundo (eu, por exemplo, não tenho nenhum vínculo oficial com o projeto BrOffice.org, mas estou redigindo isto) enquanto o Microsoft Office só é suportado pela Microsoft ou por suas autorizadas;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;O BrOffice.org possui um formato de documento aberto e homologado (vocês podem ler mais &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://www.infowester.com/odf.php&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt; e &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://www.vivaolinux.com.br/artigo/O-que-e-o-OpenDocument-Format/&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;), amplamente suportado por outros softwares e pela comunidade, enquanto o Microsoft Office possui um formato proprietário da Microsoft, que só é aberto corretamente utilizando sua suíte de escritório. Vale observar que o Microsoft Office 2007 já abre o formato ODF, mas com &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://www.infowester.com/blog/office-2007-compativel-com-odf-mas-entre-aspas/&quot;&gt;ressalvas&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;O BrOffice.org pode ser utilizado em vários sistemas, livres ou proprietários (Windows, MacOS, Linux, Solaris e Open Solaris) e pode ser portado para outros, uma vez que é código-aberto, enquanto o Microsoft Office só pode ser executado no sistema proprietário próprio da Microsoft (Windows) ou em outros sistemas através de artifícios (Wine, no caso do Linux), o que mesmo assim não é garantido.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;
Alguns pontos que podem ser citados como desvantagens do BrOffice.org em relação ao Microsoft Office são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;  &lt;li&gt;O BrOffice.org, uma vez que é gratuito, é distribuído com uma licença do tipo &quot;use por sua própria conta e risco&quot;, assim você está sujeito a encontrar falhas no programa, apesar de um grande esforço da comunidade para garantir a estabilidade do BrOffice.org. É bem verdade que nada é perfeito e a Microsoft também não pode garantir a estabilidade do Microsoft Office, mas ao menos neste caso você pode responsabilizá-la por qualquer prejuízo, uma vez que você está pagando pelo produto;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Em termos de recursos, se comparado ao Microsoft Office, o BrOffice.org pode ser considerado &quot;básico&quot;, se bem que ambos apresentam os recursos mais utilizados pela maioria dos usuários;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;O visual do Microsoft Office é mais trabalhado (quer queira, quer não, temos que admitir isso), apesar de não ser tão personalizável quanto o do BrOffice.org (há distribuições Linux que utilizam seus próprios ícones no OpenOffice.org, como é o caso do Ubuntu).&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;
Em termos de requisitos, o BrOffice.org também exige muito menos do computador que o Microsoft Office. Uma instalação completa do BrOffice.org no Windows ocupa apenas 440 MB (a página de requisitos do BrOffice.org está desatualizada, vejam &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://www.openoffice.org/dev_docs/source/sys_reqs_30.html&quot;&gt;esta&lt;/a&gt;) enquanto uma instalação também completa do Microsoft Office 2010 Professional Plus (a mais completa, com todos os recursos) ocupa 3,5 GB (para mais informações, leiam &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://office.microsoft.com/pt-br/products/requisitos-de-sistema-do-microsoft-office-2010-HA101810407.aspx&quot;&gt;esta página&lt;/a&gt;), é quase 8 vezes maior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em termos de memória consumida e versões do Windows suportadas os dois praticamente se igualam, mas vale lembrar que o BrOffice.org suportou o Windows 98 até a versão 2.4.2, lançada em outubro de 2008 (os requisitos desta versão podem ser encontrados &lt;a href=&quot;http://www.openoffice.org/dev_docs/source/sys_reqs_20.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt; e a notícia de seu lançamento &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://www.openoffice.org/news/&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;), enquanto o Microsoft Office parou de suportar esse sistema já na versão 2003 (para mais informações, leiam os &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://support.microsoft.com/kb/822129/pt-br&quot;&gt;requisitos do Microsoft Office 2003&lt;/a&gt;), o que significa dizer que o BrOffice.org é mais vantajoso em computadores antigos e confirma a tese de que ele exige menos do sistema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É difícil comparar ambos em termos de documentação. Pelo menos em tese o Microsoft Office deveria ser o melhor documentado, com ajuda completa e maior disponibilidade de textos na Internet, além do suporte oferecido pela Microsoft, mas a equipe do BrOffice.org fez um excelente trabalho com a ajuda, além do que o BrOffice.org também é muito bem documentado na Internet, haja vista a grande quantidade de usuários, uma vez que quase todas as distribuições Linux o trazem instalado como suíte de escritório padrão. Resumindo, em termos de documentação ambos são excelentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente, vale ressaltar que o usuário final não está necessariamente preocupado com vários desses aspectos, ele utilizará o que lhe for mais cômodo e satisfaça suas necessidades. Instituições públicas tendem a utilizar softwares livres, uma vez que podem reverter o dinheiro que seria gasto com licenças em outras ações. &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://www.broffice.org/petrobras_adota_broffice&quot;&gt;Nesta notícia&lt;/a&gt; vocês encontram alguns exemplos de instituições e empresas que já fizeram isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um abraço a todos e até a próxima.</description><link>http://avmlinux.blogspot.com/2010/11/comparacao-broffice-msoffice.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwbiee2L510xcqZTca1qHUQkPOV8dHbavGHgea5jmBn0ftusbVOg_Vd5ETnzORQC3suTln1nrdBz_Uss6CUG_BdVU26gcyFujUEOPKvqQxejZ8G9bwwfaVXKHyoSby4N8-LsAOVsQr6nc/s72-c/bro_comparacao01.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-572961515729808244.post-5069571475543533615</guid><pubDate>Mon, 01 Nov 2010 06:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-11-01T10:15:45.722-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">KDE 4</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Kubuntu</category><title>Incrementando o visual do KDE 4</title><description>Desde o lançamento da sua primeira versão em 1998, o KDE passou por diversos melhoramentos. A versão 4.5.1, distribuída com o Kubuntu 10.10 impressiona em termos de visual, funcionalidade e estabilidade mesmo àqueles que criticaram o projeto quando do lançamento do KDE 4. Confira neste artigo como você pode personalizar a aparência do seu ambiente gráfico e sugestões para um elegante visual.&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Aparência da Área de Trabalho&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Provavelmente, a primeira mudança feita no sistema pela maioria das pessoas no que se refere à aparência é o papel de parede (do inglês, &lt;i&gt;wallpaper&lt;/i&gt;), aquela figura que aparece no fundo da Área de Trabalho (&lt;i&gt;Desktop&lt;/i&gt;). O papel de parede pode ser facilmente mudado no KDE 4. Para isso, basta clicar com o botão direito em qualquer área livre da Área de Trabalho e clicar em &quot;Configurações de Desktop&quot; (&lt;i&gt;Desktop Settings&lt;/i&gt;). Uma caixa de diálogo é aberta, listando os papéis de parede disponíveis. Basta selecionar o de sua preferência e clicar em &quot;OK&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhLky9NWAedZfVcVM8PmKyzr5DUvoIGnGn0JXhpq1hq8IldyS-JeYYrR1KO7dYx7NfDybbof4uqHOdgkqMBDPTF0iveQRG2H5hzZ5TLst3NaXfHeLhLhVzGnWvfk-ErBy5w8W3k1ftVhgQ/s1600/kde4aparencia01.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhLky9NWAedZfVcVM8PmKyzr5DUvoIGnGn0JXhpq1hq8IldyS-JeYYrR1KO7dYx7NfDybbof4uqHOdgkqMBDPTF0iveQRG2H5hzZ5TLst3NaXfHeLhLhVzGnWvfk-ErBy5w8W3k1ftVhgQ/s1600/kde4aparencia01.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg7-rs0M_HkaymJZjaa3Pw62zl1MHUbTJX46L71olKXAa8qECng7cHBQvdhXZPsZsGXfxt2QZBdBxHLcund7FZ24PppPp_O03S9gjL3u7lyBV2rTxXqGao5hf7KqzhnvuoC9UAATdNiadk/s1600/kde4aparencia02.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img width=&quot;575&quot; height=&quot;324&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg7-rs0M_HkaymJZjaa3Pw62zl1MHUbTJX46L71olKXAa8qECng7cHBQvdhXZPsZsGXfxt2QZBdBxHLcund7FZ24PppPp_O03S9gjL3u7lyBV2rTxXqGao5hf7KqzhnvuoC9UAATdNiadk/s1600/kde4aparencia02.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Por padrão, o Kubuntu vem com apenas um papel de parede, mas é fácil obter mais papéis de parede no KDE 4. Para isso, na caixa de diálogo aberta anteriormente, clique em &quot;Obter novos papéis de parede...&quot; (&lt;i&gt;Get New Wallpapers...&lt;/i&gt;). É aberta uma nova caixa de diálogo, na qual você pode buscar e instalar novos papéis de parede. De volta à janela anterior, você pode escolher o papel de parede que você acabou de instalar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhT4nukIOfT8udcnv1dbRImgmTErIwMUXM0ebL2Y-f1C5zP0KXEe4pDtGvIKRNbf3M943klWTbMKoZN5ar-GRToqcT01htJMfSXbaCMuhyphenhyphenPFa5siehrL7tJRzVbwIkcV2S6SMobl4zujng/s1600/kde4aparencia03.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img width=&quot;575&quot; height=&quot;324&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhT4nukIOfT8udcnv1dbRImgmTErIwMUXM0ebL2Y-f1C5zP0KXEe4pDtGvIKRNbf3M943klWTbMKoZN5ar-GRToqcT01htJMfSXbaCMuhyphenhyphenPFa5siehrL7tJRzVbwIkcV2S6SMobl4zujng/s1600/kde4aparencia03.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Nos repositórios oficiais do Ubuntu você também encontra vários pacotes com papéis de parede disponíveis para download, entre eles o pacote &lt;b&gt;kdewallpapers&lt;/b&gt;, que contém os papéis de parede que são normalmente distribuídos com o KDE. Para visualizar a lista desses pacotes, abra o KPackageKit e procure por wallpaper ou &lt;a href=&quot;http://packages.ubuntu.com/search?suite=maverick&amp;amp;keywords=wallpaper&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Ubuntu -- Package Search Results -- wallpaper&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt; para realizar essa mesma busca na página de pacotes do Ubuntu. Você também pode obter papéis de parede no site &lt;a href=&quot;http://kde-look.org/index.php?xcontentmode=1x2x3x4x5x6x7x29x71x72x73x80&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Eyecandy for your KDE-Desktop - KDE-Look.org&quot;&gt;KDE-Look.org&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra coisa que pode ser feita para conferir à sua Área de Trabalho não só uma aparência mais interessante como também mais funcionalidade é a adição de widgets. Por padrão, o Kubuntu vem com vários deles. Para adicionar um widget na sua Área de Trabalho, clique no ícone que aparece no canto superior direito da tela e em seguida clique em &quot;Adicionar widgets&quot; (&lt;i&gt;Add Widgets&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi2JYTsA1pI2Uq338ZQQA4_4jNgIDCRgXGKz3nCCosDkMh59IbDUL4g4DD5AkwzgGibc-qoyHgZwakvIJy7j8oJKQA6dl-qHIncct92_MFyD3R_RkOiZPvldCXoWQSpbJVr87T1j_jugc0/s1600/kde4aparencia04.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi2JYTsA1pI2Uq338ZQQA4_4jNgIDCRgXGKz3nCCosDkMh59IbDUL4g4DD5AkwzgGibc-qoyHgZwakvIJy7j8oJKQA6dl-qHIncct92_MFyD3R_RkOiZPvldCXoWQSpbJVr87T1j_jugc0/s1600/kde4aparencia04.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Na parte inferior da tela, aparecerá uma lista dos widgets disponíveis. Observe que você pode instalar mais widgets através do botão &quot;Obter novos widgets...&quot; (&lt;i&gt;Get New Widgets...&lt;/i&gt;) o procedimento é semelhante ao mostrado anteriormente para os papéis de parede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh8wLDK1Iu7auHXCFzu6vueRq7riRkFoOiOqktHJM9zVZLH3BNdi4RqNqzTjCWUh-mSw3-ik6f6hEH4Vp0O7DCm-8l7CgOUnCQZ93jvB5sgNvEEw-S7-NNHcCnQn5gnTDv2bQc1Azpk89U/s1600/kde4aparencia05.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img width=&quot;575&quot; height=&quot;129&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh8wLDK1Iu7auHXCFzu6vueRq7riRkFoOiOqktHJM9zVZLH3BNdi4RqNqzTjCWUh-mSw3-ik6f6hEH4Vp0O7DCm-8l7CgOUnCQZ93jvB5sgNvEEw-S7-NNHcCnQn5gnTDv2bQc1Azpk89U/s1600/kde4aparencia05.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Para acrescentar um widget à Área de Trabalho, basta arrastá-lo dessa lista até o lugar onde você deseja que ele fique. Para exemplificar, eu acrescentei o widget &quot;Relógio Analógico&quot; (&lt;i&gt;Analog Clock&lt;/i&gt;):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjin4E6nhyWlIdS0SCqF7HTjF9iXNy4z0Zj151IOr5Xjnu0QvDAZQXYedfIpvgWvqrnbRadiLtnayFvTCeGXcHzNvDNvH_x8uIh2x0wzDLZVBrLpQacr13E1uubfCYkI7bGyF0Un4ytygE/s1600/kde4aparencia06.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img width=&quot;575&quot; height=&quot;431&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjin4E6nhyWlIdS0SCqF7HTjF9iXNy4z0Zj151IOr5Xjnu0QvDAZQXYedfIpvgWvqrnbRadiLtnayFvTCeGXcHzNvDNvH_x8uIh2x0wzDLZVBrLpQacr13E1uubfCYkI7bGyF0Un4ytygE/s1600/kde4aparencia06.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Vale lembrar que em versões anteriores do KDE 4 os ícones na Área de Trabalho não eram exibidos por padrão e você tinha que habilitá-los. Na versão 4.5.1 distribuída com o Kubuntu 10.10, a exibição de ícones é feita por padrão. Se na sua Área de Trabalho os ícones não são exibidos e você precisa habilitá-los, confira &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/icones-na-area-de-trabalho-do-kde-4.html&quot;&gt;esta dica&lt;/a&gt;, publicada anteriormente aqui no blog do AvmLinux.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vejamos outros ajustes que podemos fazer na aparência do nosso ambiente gráfico. Para isso, entre no Kickoff (o equivalente ao antigo menu K, ou ao menu Iniciar, para os mais acostumados com o Windows), clique em &quot;Aplicativos&quot; (&lt;i&gt;Applications&lt;/i&gt;), em seguida em &quot;Configurações&quot; (&lt;i&gt;Settings&lt;/i&gt;) e finalmente em &quot;Configurações do Sistema&quot; (&lt;i&gt;System Settings&lt;/i&gt;). Os demais ajustes que mostrarei neste artigo são todos feitos nessa janela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZntZteUp1ODYTeBiDyj8T4HfoARrMAzW55Sc_xDwr4hVmXdVqn1INuDOlujQY9Itrh2FpBZOQBqaKOTg8-dNr08umgaOmaJleboKszYO12hDU5dy3CW3su1Ls8qIZ_x78kjuTQszdjbs/s1600/kde4aparencia07.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZntZteUp1ODYTeBiDyj8T4HfoARrMAzW55Sc_xDwr4hVmXdVqn1INuDOlujQY9Itrh2FpBZOQBqaKOTg8-dNr08umgaOmaJleboKszYO12hDU5dy3CW3su1Ls8qIZ_x78kjuTQszdjbs/s1600/kde4aparencia07.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Aparência dos aplicativos&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Na janela &quot;Configurações do Sistema&quot; (&lt;i&gt;System Settings&lt;/i&gt;), podemos alterar a aparência das janelas do KDE clicando em &quot;Aparência dos aplicativos&quot; (&lt;i&gt;Application Appearance&lt;/i&gt;). Essa seção apresenta seis subseções, mostradas na figura a seguir. Vejamos cada uma delas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjFQw9_hJFW4nV-8zFoFqChOwOj1QA4bJsYcy6oK2RIhBs0-imDbFAc5LLj3sPmNYsOkNYtyv7XQRzfveIOEbElcrAk3CTSaP086qXqMJdtnuz-skQ8CHkiB0dvskcblneAH8IjW42zS24/s1600/kde4aparencia08.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img width=&quot;575&quot; height=&quot;413&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjFQw9_hJFW4nV-8zFoFqChOwOj1QA4bJsYcy6oK2RIhBs0-imDbFAc5LLj3sPmNYsOkNYtyv7XQRzfveIOEbElcrAk3CTSaP086qXqMJdtnuz-skQ8CHkiB0dvskcblneAH8IjW42zS24/s1600/kde4aparencia08.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
A primeira subseção, &quot;Estilo&quot; (&lt;i&gt;Style&lt;/i&gt;), serve para configurar o estilo (ou tema) das janelas de uma forma em geral. Uma dica é instalar o tema QtCurve, que pode ser obtido através do pacote &lt;b&gt;qtcurve&lt;/b&gt;. Ele serve tanto para programas desenvolvidos para KDE, usando a biblioteca Qt, quanto para programas que utilizam como base a biblioteca GTK, normalmente desenvolvidos para GNOME. Dessa forma você uniformiza a aparência dos aplicativos instalados no seu sistema. Se você tiver instalado o QtCurve no seu computador, pode selecioná-lo em &quot;Estilo dos widgets&quot; (&lt;i&gt;Widget style&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjVNhc57TEol_tjeVnmDNuCGC3HBneVvAykjLwwKWOFsEZEVK7AlonOksy0Mo5q4hawFLwpC2L_ISkNSHFXtZcEOk-EUczgwjW8nLDt7Wzndzvn_TUDOlFQD73URbJjRGk2c9xFNHA5o_I/s1600/kde4aparencia09.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img width=&quot;575&quot; height=&quot;413&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjVNhc57TEol_tjeVnmDNuCGC3HBneVvAykjLwwKWOFsEZEVK7AlonOksy0Mo5q4hawFLwpC2L_ISkNSHFXtZcEOk-EUczgwjW8nLDt7Wzndzvn_TUDOlFQD73URbJjRGk2c9xFNHA5o_I/s1600/kde4aparencia09.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
A segunda subseção, &quot;Cores&quot; (&lt;i&gt;Colors&lt;/i&gt;), permite que você altere as cores de cada elemento da janela. Observe que é possível obter novos esquemas de cores da Internet clicando no botão &quot;Obter novos esquemas...&quot; (&lt;i&gt;Get New Schemes...&lt;/i&gt;), o processo é semelhante ao de obtenção de papéis de parede, visto anteriormente. Também é possível importar esquemas de arquivos obtidos manualmente (o site &lt;a href=&quot;http://kde-look.org/index.php?xcontentmode=74&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Eyecandy for your KDE-Desktop - KDE-Look.org&quot;&gt;KDE-Look.org&lt;/a&gt; possui várias opções disponíveis para download), clicando em &quot;Importar esquema...&quot; (&lt;i&gt;Import Scheme...&lt;/i&gt;), ou salvar esquemas de cores feitos pelo usuário, clicando em &quot;Salvar esquema...&quot; (&lt;i&gt;Save Scheme...&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjeamttPn6dszHnI0b9Ye0tNdv25d0LoXuNjaPnG2_wXG9g4N9-B79YulrqnKTPMyNClh60m-qt_IQTYZF7RAufD1DxUgClKaLNaTjC84MGPyhJQe0TZG0ju6SH2CevzqqxhH-MyDxahwA/s1600/kde4aparencia10.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img width=&quot;575&quot; height=&quot;413&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjeamttPn6dszHnI0b9Ye0tNdv25d0LoXuNjaPnG2_wXG9g4N9-B79YulrqnKTPMyNClh60m-qt_IQTYZF7RAufD1DxUgClKaLNaTjC84MGPyhJQe0TZG0ju6SH2CevzqqxhH-MyDxahwA/s1600/kde4aparencia10.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
A terceira subseção, &quot;Ícones&quot; (&lt;i&gt;Icons&lt;/i&gt;), permite que você altere o tema de ícones usado pelo sistema. Aqui também é possível obter temas de ícones da Internet clicando no botão &quot;Obter novos temas...&quot; (&lt;i&gt;Get New Themes...&lt;/i&gt;) ou importá-los clicando em &quot;Instalar arquivo de tema...&quot; (&lt;i&gt;Install Theme File...&lt;/i&gt;). Nesse caso, você pode dar uma conferida na seção de ícones do &lt;a href=&quot;http://kde-look.org/index.php?xcontentmode=27&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Eyecandy for your KDE-Desktop - KDE-Look.org&quot;&gt;KDE-Look.org&lt;/a&gt;. Particularmente, eu acho o tema Oxygen muito bom e por isso não altero nada nessa seção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgRZ3CrzY5XPBNe-LoX2BLSt3VLKNdus8TZIE5og6fnHCrxdqgc0AAS8TcNmA4bJo75ORatuNWCKDmXW6nbSU1MEkAyNOM3FLxVA24D_EJBqqBiFLx1PAuwwsiOy4A0VQbQUu6Z9p_Q8OA/s1600/kde4aparencia11.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img width=&quot;575&quot; height=&quot;413&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgRZ3CrzY5XPBNe-LoX2BLSt3VLKNdus8TZIE5og6fnHCrxdqgc0AAS8TcNmA4bJo75ORatuNWCKDmXW6nbSU1MEkAyNOM3FLxVA24D_EJBqqBiFLx1PAuwwsiOy4A0VQbQUu6Z9p_Q8OA/s1600/kde4aparencia11.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Na subseção &quot;Fontes&quot; (&lt;i&gt;Fonts&lt;/i&gt;) podemos definir as fontes utilizadas pelo sistema para exibir textos nas barras de ferramentas, nas barras de título, nos ícones da Área de Trabalho, entre outros. Aqui não é possível instalar fontes novas no sistema, apenas utilizar as que já existem. Se desejar instalar novas fontes para utilizá-las aqui, você deve voltar à tela inicial da janela &quot;Configurações do Sistema&quot; (&lt;i&gt;System Settings&lt;/i&gt;) clicando em &quot;Visão geral&quot; (&lt;i&gt;Overview&lt;/i&gt;), e depois clicar em &quot;Instalador de fontes&quot; (&lt;i&gt;Font Installer&lt;/i&gt;). Você pode também configurar o KDE para utilizar apenas uma fonte para exibir todos esses itens, clicando no botão &quot;Ajustar todas as fontes...&quot; (&lt;i&gt;Adjust All Fonts...&lt;/i&gt;). Será exibida uma caixa de diálogo na qual você deverá selecionar a fonte que será utilizada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEicl1CkBDuoBYxIMeE5yiCiNX5dWJgwDG90AYHp0UOs2EHOoWrWIpaoF6KHh5j4aCC2daHzJTEnmk-f9dohx66Ksvu-uv0H4EQw1UpuBdF7-FdOQpGevuRmkE984dVWs6BAZ1hiV-g21ug/s1600/kde4aparencia12.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img width=&quot;575&quot; height=&quot;453&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEicl1CkBDuoBYxIMeE5yiCiNX5dWJgwDG90AYHp0UOs2EHOoWrWIpaoF6KHh5j4aCC2daHzJTEnmk-f9dohx66Ksvu-uv0H4EQw1UpuBdF7-FdOQpGevuRmkE984dVWs6BAZ1hiV-g21ug/s1600/kde4aparencia12.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Na próxima subseção, &quot;Aparência GTK+&quot; (&lt;i&gt;GTK+ Appearance&lt;/i&gt;), não há muito o que fazer: apenas definir como as aplicações que utilizam a biblioteca GTK serão exibidas no KDE, que utiliza preferencialmente a biblioteca Qt. Se você instalou o tema QtCurve, como eu sugeri anteriormente, ele deve estar selecionado em &quot;Estilo do widget&quot; (&lt;i&gt;Widget style&lt;/i&gt;), como mostra a figura a seguir. Nessa subseção também pode ser definida uma fonte diferente para ser utilizada pelas aplicações em GTK, o que não é interessante, se você estiver buscando a uniformização da aparência dos seus aplicativos. Aqui o melhor a ser feito é manter as configurações padrão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjvtizcu0W3MbqNtrLaM_WYyl88KvVaappaKm38fRJB91rpvMhiJVDNp12YT2VWxsirG3N7G_LcqAzoJ3dRY75nKwnzlAdmcBAiaQV9zHjeKQ7Yv9TFCn-FxTFROdie822LbPoDaWw9q74/s1600/kde4aparencia13.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img width=&quot;575&quot; height=&quot;453&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjvtizcu0W3MbqNtrLaM_WYyl88KvVaappaKm38fRJB91rpvMhiJVDNp12YT2VWxsirG3N7G_LcqAzoJ3dRY75nKwnzlAdmcBAiaQV9zHjeKQ7Yv9TFCn-FxTFROdie822LbPoDaWw9q74/s1600/kde4aparencia13.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Finalmente, na subseção &quot;Emoticons&quot; você define quais emoticons devem ser utilizados pelos aplicativos. Os emoticons aqui listados são utilizados pelo Kopete e pelo KMess, por exemplo. Observe que é possível obter novos temas de emoticons da Internet clicando no botão &quot;Obter novos temas de ícones...&quot; (&lt;i&gt;Get New Icon Themes...&lt;/i&gt;) ou importar arquivos obtidos manualmente (o site &lt;a href=&quot;http://kde-look.org/index.php?xcontentmode=23&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Eyecandy for your KDE-Desktop - KDE-Look.org&quot;&gt;KDE-Look.org&lt;/a&gt; oferece vários), clicando em &quot;Instalar arquivo de tema...&quot; (&lt;i&gt;Install Theme File...&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1cxlLUO9Fvw7EnZAFgWuKhz2vJjb_FmsFqULPGMPg7vjWJlXk84c0PdEFU8UnC_myy7lJ73ypR3NwUnBNbQBHAZafjeU-EVSwyyEtyIiQfTHn9zb0oI4xxSW3192j27j4g6z9BKVe63k/s1600/kde4aparencia14.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img width=&quot;575&quot; height=&quot;453&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1cxlLUO9Fvw7EnZAFgWuKhz2vJjb_FmsFqULPGMPg7vjWJlXk84c0PdEFU8UnC_myy7lJ73ypR3NwUnBNbQBHAZafjeU-EVSwyyEtyIiQfTHn9zb0oI4xxSW3192j27j4g6z9BKVe63k/s1600/kde4aparencia14.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Aparência do espaço de trabalho&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Ainda na janela &quot;Configurações do Sistema&quot; (&lt;i&gt;System Settings&lt;/i&gt;), podemos alterar a aparência de outros aspectos do ambiente gráfico exteriores às janelas, como por exemplo a aparência da barra de título, do Kickoff, dos gadgets que aparecem na Área de Trabalho e do KSplash (a tela que aparece enquanto o KDE está sendo iniciado). Para isso, no entanto, devemos nos dirigir a outra seção, &quot;Aparência do espaço de trabalho&quot; (&lt;i&gt;Workspace Appearance&lt;/i&gt;). Essa seção apresenta três subseções, mostradas na figura a seguir, que serão abordadas agora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhLYM4prOyVw8A-n-i8k36kx1ZMR-efjjyjBOWk7UJSWRY1qzUbHFKAnhwszxR0yi9BxPv6qR7FoVdO4c1cZ1roTA5gBNAYfuIJ4QnrG2Q4vGBTO1F9NmsrmFgyU07LL-pUfH8ExoZ_p-k/s1600/kde4aparencia15.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img width=&quot;575&quot; height=&quot;413&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhLYM4prOyVw8A-n-i8k36kx1ZMR-efjjyjBOWk7UJSWRY1qzUbHFKAnhwszxR0yi9BxPv6qR7FoVdO4c1cZ1roTA5gBNAYfuIJ4QnrG2Q4vGBTO1F9NmsrmFgyU07LL-pUfH8ExoZ_p-k/s1600/kde4aparencia15.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
A subseção &quot;Decorações das janelas&quot; (&lt;i&gt;Window Decorations&lt;/i&gt;) serve para configurar a aparência de elementos exteriores à janela mas diretamente relacionados a ela, como ícone, barra de título, borda e botões que são exibidos. O padrão é o Oxygen, mas você pode instalar novas decorações de janela clicando em &quot;Obter novas decorações...&quot; (&lt;i&gt;Get New Decorations...&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgOTeDpmdzKJh-Hw3RNXYiXSVNCH_tDE65hvS66b-a_S5sdUZfk1nSfCYS6eWB2OEouF4kgG3vykrZ5KFOZtROYX9Yae-qI00HBZ_gF7RSv5roY5oxSa4iBjcNY-yrbjfJ-L3iFvM8SGzs/s1600/kde4aparencia16.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img width=&quot;575&quot; height=&quot;413&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgOTeDpmdzKJh-Hw3RNXYiXSVNCH_tDE65hvS66b-a_S5sdUZfk1nSfCYS6eWB2OEouF4kgG3vykrZ5KFOZtROYX9Yae-qI00HBZ_gF7RSv5roY5oxSa4iBjcNY-yrbjfJ-L3iFvM8SGzs/s1600/kde4aparencia16.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
A subseção &quot;Tema da área de trabalho&quot; (&lt;i&gt;Desktop Theme&lt;/i&gt;) nos permite instalar, selecionar e até mesmo editar temas para o ambiente de trabalho. Assim podemos alterar a aparência de elementos exteriores à janela e que não são relacionados a ela, mas com o ambiente si, como a aparência do Kickoff, dos gadgets que aparecem na Área de Trabalho, dos painéis, dos diálogos de desligar e reiniciar o computador, entre outros itens. O padrão é o Air, mas você pode instalar novos temas clicando em &quot;Obter novos temas...&quot; (&lt;i&gt;Get New Themes...&lt;/i&gt;). Clicando na aba &quot;Detalhes&quot; (&lt;i&gt;Details&lt;/i&gt;), você pode combinar elementos de um ou mais temas, gerando um novo tema. Você também pode exportar os temas que você criar para arquivos, de forma que seja possível publicá-los na Internet ou compartilhá-los com outras pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEii_b8bHpv3G2PHRxvsySokaEbHkSWVEW4XpJ-5xnxjkp770-bXCkOYI1qgDbIviodafsA7eDYFjEJA8wzxDd4oQRmgCh8VFr2u_vqIlEjQkpaHeC6tT1lMR4cgf37sQenrO_GVRoN8M7U/s1600/kde4aparencia17.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img width=&quot;575&quot; height=&quot;413&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEii_b8bHpv3G2PHRxvsySokaEbHkSWVEW4XpJ-5xnxjkp770-bXCkOYI1qgDbIviodafsA7eDYFjEJA8wzxDd4oQRmgCh8VFr2u_vqIlEjQkpaHeC6tT1lMR4cgf37sQenrO_GVRoN8M7U/s1600/kde4aparencia17.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Finalmente, a subseção &quot;Tela de apresentação&quot; (&lt;i&gt;Splash Screen&lt;/i&gt;) serve para definir a&lt;br /&gt;
aparência do KSplash. Você pode instalar novos temas para o KSplash clicando em &quot;Obter novos temas...&quot; (&lt;i&gt;Get New Themes...&lt;/i&gt;) ou importá-los clicando em &quot;Instalar arquivo de tema...&quot; (&lt;i&gt;Install Theme File...&lt;/i&gt;). Nesse caso, você pode dar uma conferida na seção de temas para o KSplash do &lt;a href=&quot;http://kde-look.org/index.php?xcontentmode=45&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Eyecandy for your KDE-Desktop - KDE-Look.org&quot;&gt;KDE-Look.org&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg7JusFOx3zJP1QLWymqX9-gg2Obgi6rrWqQq-ZXi4Nm3rxNXDEdJ6nOlrSNI1Z36nfbKeh9N2-BeL9W4LzbIt8FhCO3ELEhZNBdhzqWROfqTMLRYf2agrCQBrNEwV-9eUnw5uNJMwtqLI/s1600/kde4aparencia18.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img width=&quot;575&quot; height=&quot;413&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg7JusFOx3zJP1QLWymqX9-gg2Obgi6rrWqQq-ZXi4Nm3rxNXDEdJ6nOlrSNI1Z36nfbKeh9N2-BeL9W4LzbIt8FhCO3ELEhZNBdhzqWROfqTMLRYf2agrCQBrNEwV-9eUnw5uNJMwtqLI/s1600/kde4aparencia18.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Outros ajustes&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Ainda na janela &quot;Configurações do Sistema&quot; (&lt;i&gt;System Settings&lt;/i&gt;), podemos configurar os efeitos especiais do KDE e alterar a aparência do KDM (a tela que aparece quando o KDE é iniciado, solicitando o nome e a senha do usuário). Vamos ao primeiro dos dois ajustes, que é feito na seção &quot;Efeitos da área de trabalho&quot; (&lt;i&gt;Desktop Effects&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhljYEyWe5u_tGlXJuT8UuWlvvDt-3ULywW6ddMicD_3q8xQPYND_5tph19elRLexuGvr-iWENBydfH28zVyhTdKLBSaF2OdtWuYguQxy6vH9SJYNK_OLglXfDtHzakSMmjhUuhdf3yuhs/s1600/kde4aparencia19.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img width=&quot;575&quot; height=&quot;426&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhljYEyWe5u_tGlXJuT8UuWlvvDt-3ULywW6ddMicD_3q8xQPYND_5tph19elRLexuGvr-iWENBydfH28zVyhTdKLBSaF2OdtWuYguQxy6vH9SJYNK_OLglXfDtHzakSMmjhUuhdf3yuhs/s1600/kde4aparencia19.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Essa seção nos permite basicamente ativar ou desativar os efeitos especiais, através da primeira opção da primeira aba, &quot;Ativar os efeitos da área de trabalho&quot; (&lt;i&gt;Enable desktop effects&lt;/i&gt;), e escolher quais deles devem ser exibidos, configurando as opções tanto da primeira quanto da segunda aba.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjQuZ8zJKiKVE_Gey7_L5n27ob898RN2xthG2oQQQ7xaF7uwnd6F4c1SGyPXp2lsUhaQ_bFgUO9ZOLN2xbuccVdYVTfahLJwtLRe_lo6bdoOluBuaqroW9MhoN60uZL4Uu2y8E-NH4e7tg/s1600/kde4aparencia20.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img width=&quot;575&quot; height=&quot;453&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjQuZ8zJKiKVE_Gey7_L5n27ob898RN2xthG2oQQQ7xaF7uwnd6F4c1SGyPXp2lsUhaQ_bFgUO9ZOLN2xbuccVdYVTfahLJwtLRe_lo6bdoOluBuaqroW9MhoN60uZL4Uu2y8E-NH4e7tg/s1600/kde4aparencia20.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEitDZAIBk5KH1WyDoaqsf0FLP-Uf5wO73eYoO-208Ec8xgT0rtgScCYOdGgKGFE7pBicPTpTyJPs3j3yfAxRu8lULL1eqSftds0ihhlTBbhO0oid4C3zDToiiHr3ecounlkpt6bQNse6pw/s1600/kde4aparencia21.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img width=&quot;575&quot; height=&quot;453&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEitDZAIBk5KH1WyDoaqsf0FLP-Uf5wO73eYoO-208Ec8xgT0rtgScCYOdGgKGFE7pBicPTpTyJPs3j3yfAxRu8lULL1eqSftds0ihhlTBbhO0oid4C3zDToiiHr3ecounlkpt6bQNse6pw/s1600/kde4aparencia21.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Se você possui uma placa de vídeo com aceleração 3D, é recomendado que instale seus drivers para que o KDE apresente um melhor desempenho ao renderizar os efeitos especiais. Para verificar e instalar se existem drivers proprietários disponíveis para sua placa de vídeo, confira &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/10/drivers-proprietarios-kubuntu.html&quot; title=&quot;Instalação de drivers proprietários no Kubuntu&quot;&gt;esta dica&lt;/a&gt; publicada anteriormente aqui no blog do AvmLinux.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos entrar agora na seção &quot;Tela de autenticação&quot; (&lt;i&gt;Login Screen&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjSvL3Z0RDyx-HQapDptqr_Mjb8DPxzBtQ1ooTMsUZxRXWzQDWHWn5G3QCnmf-_dqMK5k-WXpJG9oyyD_77woijEgCIQpZWGcDs8KdRoU4hBE1r6i3fkZ2gVIUat-BDK__v5zwO66w67rw/s1600/kde4aparencia22.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img width=&quot;575&quot; height=&quot;441&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjSvL3Z0RDyx-HQapDptqr_Mjb8DPxzBtQ1ooTMsUZxRXWzQDWHWn5G3QCnmf-_dqMK5k-WXpJG9oyyD_77woijEgCIQpZWGcDs8KdRoU4hBE1r6i3fkZ2gVIUat-BDK__v5zwO66w67rw/s1600/kde4aparencia22.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Essa seção é a responsável por configurar a aparência do KDM. Na aba &quot;Tema&quot; (&lt;i&gt;Theme&lt;/i&gt;) podemos selecionar o tema usado pelo KDM, obter temas da Internet clicando no botão &quot;Obter novos temas&quot; (&lt;i&gt;Get New Themes&lt;/i&gt;) ou importá-los clicando em &quot;Instalar novo tema&quot; (&lt;i&gt;Install new theme&lt;/i&gt;). Nesse caso, você pode dar uma conferida na seção de temas para o KDM do &lt;a href=&quot;http://kde-look.org/index.php?xcontentmode=41&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Eyecandy for your KDE-Desktop - KDE-Look.org&quot;&gt;KDE-Look.org&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi2KUYH1kD1VXtvF6aUikAB9B9rHIHh0MhkW7g8vhdjJZF6zmoeaN5sE12YhYhqt0et9xrxac27Bq5D9-9hMT-CgvqSjExT2qpg1GulIHfDJpUNbygin5W55woo_9GSP1Wv7-PhsCgaBAs/s1600/kde4aparencia23.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img width=&quot;575&quot; height=&quot;453&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi2KUYH1kD1VXtvF6aUikAB9B9rHIHh0MhkW7g8vhdjJZF6zmoeaN5sE12YhYhqt0et9xrxac27Bq5D9-9hMT-CgvqSjExT2qpg1GulIHfDJpUNbygin5W55woo_9GSP1Wv7-PhsCgaBAs/s1600/kde4aparencia23.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Vale observar que para mudar o tema do KDM você deve possuir privilégios de administrador. Ao selecionar um tema na lista e clicar em &quot;Aplicar&quot; (&lt;i&gt;Apply&lt;/i&gt;), são solicitados o nome e a senha de usuário. Somente se ele possuir privilégios de administrador a nova configuração é aplicada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Localização dos arquivos&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Para os mais afins de instalar os temas manualmente, abaixo seguem os caminhos para os itens de aparência vistos anteriormente. Os papéis de parede no KDE 4, por exemplo são armazenados na pasta &quot;/usr/share/wallpapers/&quot;, quando instalados por algum pacote, ou em &quot;~/.kde/share/wallpapers&quot;, quando instalados pelo usuário. Você pode baixar papéis de parede para uma dessas pastas que eles serão automaticamente listados na caixa de diálogo &quot;Configurações de Desktop&quot; (&lt;i&gt;Desktop Settings&lt;/i&gt;) da próxima vez em que você a abrir. Vale observar que os caminhos aqui listados são válidos para o Kubuntu 10.10, mas podem variar de distribuição para distribuição. Vale observar também que, como as pastas da segunda coluna fazem parte do diretório home do usuário, os temas aí colocados serão oferecidos apenas para aquele usuário. Segue também links onde esses temas podem ser obtidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table border=&quot;1&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; width=&quot;100%&quot;&gt;  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;&lt;b&gt;Item&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;&lt;b&gt;Localização global&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;&lt;b&gt;Localização individual&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;&lt;b&gt;Seção no KDE-Look.org&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Papéis de parede&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;/usr/share/wallpapers/&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;~/.kde/share/wallpapers&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;&lt;a href=&quot;http://kde-look.org/index.php?xcontentmode=1x2x3x4x5x6x7x29x71x72x73x80&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Eyecandy for your KDE-Desktop - KDE-Look.org&quot;&gt;Wallpapers&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Estilos de janela&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;/usr/share/kde4/apps/kstyle/themes&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;&lt;a href=&quot;http://kde-look.org/index.php?xcontentmode=9&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Eyecandy for your KDE-Desktop - KDE-Look.org&quot;&gt;Themes&lt;br /&gt;
/ Styles&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Esquemas de cores&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;/usr/share/kde4/apps/kstyle/color-schemes&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;~/.kde/share/apps/color-schemes&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;&lt;a href=&quot;http://kde-look.org/index.php?xcontentmode=74&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Eyecandy for your KDE-Desktop - KDE-Look.org&quot;&gt;Color&lt;br /&gt;
Schemes KDE4&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Temas de ícones&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;/usr/share/icons&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;~/.kde/share/apps/color-schemes&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;&lt;a href=&quot;http://kde-look.org/index.php?xcontentmode=27&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Eyecandy for your KDE-Desktop - KDE-Look.org&quot;&gt;Icon&lt;br /&gt;
Themes&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Fontes&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;/usr/share/fonts&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;~/.fonts&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;&lt;a href=&quot;http://kde-look.org/index.php?xcontentmode=39&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Eyecandy for your KDE-Desktop - KDE-Look.org&quot;&gt;Fonts&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Temas de emoticons&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;/usr/share/emoticons&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;~/.kde/share/emoticons&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;&lt;a href=&quot;http://kde-look.org/index.php?xcontentmode=23&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Eyecandy for your KDE-Desktop - KDE-Look.org&quot;&gt;Emoticon&lt;br /&gt;
Themes&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Decorações de janela&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;/usr/share/kde4/apps/kwin&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;~/.kde/share/apps/aurorae/themes&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;&lt;a href=&quot;http://kde-look.org/index.php?xcontentmode=17x18x19x20x21x75x81x102x103&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Eyecandy for your KDE-Desktop - KDE-Look.org&quot;&gt;Window&lt;br /&gt;
Decorations&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Temas da Área de Trabalho&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;/usr/share/kde4/apps/desktoptheme&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;~/.kde/share/apps/desktoptheme&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;&lt;a href=&quot;http://kde-look.org/index.php?xcontentmode=76&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Eyecandy for your KDE-Desktop - KDE-Look.org&quot;&gt;Plasma&lt;br /&gt;
Themes&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Temas do KSplash&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;/usr/share/kde4/apps/ksplash/Themes&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;~/.kde/share/apps/ksplash/Themes&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;&lt;a href=&quot;http://kde-look.org/index.php?xcontentmode=45&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Eyecandy for your KDE-Desktop - KDE-Look.org&quot;&gt;KDE&lt;br /&gt;
4.x Splash Screens&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;Temas do KDM&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;/usr/share/kde4/apps/kdm/themes&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
    &lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;&lt;a href=&quot;http://kde-look.org/index.php?xcontentmode=41&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Eyecandy for your KDE-Desktop - KDE-Look.org&quot;&gt;KDM4&lt;br /&gt;
Themes&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Sugestões&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Vou mostrar aqui algumas sugestões de temas para tornar seu KDE bastante interessante. Esta é a configuração que estou utilizando no momento:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;  &lt;li&gt;Papel de parede: &lt;a href=&quot;http://kde-look.org/content/show.php/Dreams?content=134118&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Dreams KDE-Look.org&quot;&gt;Dreams&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Estilo de janela: &lt;a href=&quot;http://kde-look.org/content/show.php/Vinspired?content=117709&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Vinspired KDE-Look.org&quot;&gt;Vinspired&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Esquema de cores: o que acompanha o estilo de janela &lt;a href=&quot;http://kde-look.org/content/show.php/Vinspired?content=117709&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Vinspired KDE-Look.org&quot;&gt;Vinspired&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Decoração de janela: &lt;a href=&quot;http://kde-look.org/content/show.php/Radial+%28thin+borders%29+Aurorae?content=115839&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Radial (thin borders) Aurorae KDE-Look.org&quot;&gt;Radial&lt;br /&gt;
(thin borders) Aurorae&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Tema da Área de Trabalho: uma combinação dos temas &lt;a href=&quot;http://kde-look.org/content/show.php/Kaleban+Plasma+Theme?content=123524&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Kaleban Plasma Theme KDE-Look.org&quot;&gt;Kaleban&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://kde-look.org/content/show.php/Fragile?content=125974&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Fragile KDE-Look.org&quot;&gt;Fragile&lt;/a&gt;, que explico como fazer a seguir&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Tema do KSplash: &lt;a href=&quot;http://kde-look.org/content/show.php/KDM+Dreams?content=134141&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Dreams-Ksplash KDE-Look.org&quot;&gt;Dreams-Ksplash&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Tema do KDM: &lt;a href=&quot;http://kde-look.org/content/show.php/KDM+Dreams?content=134141&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;KDM Dreams KDE-Look.org&quot;&gt;KDM Dreams&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;
Vejamos como podemos instalar cada um deles. É bom que esse passo-a-passo serve como exemplo das explicações que dei anteriormente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;Papel de parede&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
O papel de parede que eu estou utilizando aqui é o &lt;a href=&quot;http://kde-look.org/content/show.php/Dreams?content=134118&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Dreams KDE-Look.org&quot;&gt;Dreams&lt;/a&gt;, que pode ser obtido através da janela &quot;Configurações de Desktop&quot; (&lt;i&gt;Desktop Settings&lt;/i&gt;), como eu expliquei anteriormente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;Estilo de janela&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Os estilos de janela não podem ser instalados como os papéis de parede. Sua instalação deve ser feita manualmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ol&gt;  &lt;li&gt;Entre no site do &lt;a href=&quot;http://kde-look.org/content/show.php/Vinspired?content=117709&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Vinspired KDE-Look.org&quot;&gt;KDE-Look.org&lt;/a&gt; e baixe o arquivo &quot;Vinspired.tar.bz2&quot;. Isso também pode ser feito via terminal:&lt;/li&gt;
&lt;script type=&quot;syntaxhighlighter&quot; class=&quot;brush: shell&quot;&gt;&lt;![CDATA[
$ wget http://pawel-ciupak.ovh.org/Vinspired.tar.bz2
]]&gt;&lt;/script&gt;
  &lt;li&gt;Extraia o conteúdo do arquivo, utilizando um programa descompactador como o Ark ou através do terminal:&lt;/li&gt;
&lt;script type=&quot;syntaxhighlighter&quot; class=&quot;brush: shell&quot;&gt;&lt;![CDATA[
$ tar -vxjpf Vinspired.tar.bz2
]]&gt;&lt;/script&gt;
  &lt;li&gt;Acesse a configuração do estilo de janela, como explicado anteriormente.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Na aba &quot;Aplicativos&quot; (&lt;i&gt;Applications&lt;/i&gt;), em &quot;Estilo dos widgets&quot; (&lt;i&gt;Widget style&lt;/i&gt;), selecione &quot;QtCurve&quot;.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Clique em &quot;Configurar...&quot; (&lt;i&gt;Configure...&lt;/i&gt;).&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Na seção &quot;Predefinições&quot; (&lt;i&gt;Presets&lt;/i&gt;), clique em &quot;Importar...&quot; (&lt;i&gt;Import...&lt;/i&gt;).&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Abra o arquivo &quot;QtCurve-config-Vinspired.qtcurve&quot;, que está dentro da pasta &quot;Vinspired&quot;, extraída anteriormente do arquivo &quot;Vinspired.tar.bz2&quot;.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Clique em &quot;OK&quot;.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Clique em &quot;Aplicar&quot; (&lt;i&gt;Apply&lt;/i&gt;) para aplicar as alterações.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;Esquema de cores&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Os esquemas de cores podem ser instalados como os papéis de parede, mas vamos importar o esquema de cores que acompanha o estilo de janela &lt;a href=&quot;http://kde-look.org/content/show.php/Vinspired?content=117709&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Vinspired KDE-Look.org&quot;&gt;Vinspired&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ol&gt;  &lt;li&gt;Acesse a configuração do esquema de cores, como explicado anteriormente.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Clique em &quot;Importar esquema...&quot; (&lt;i&gt;Import Scheme...&lt;/i&gt;).&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Abra o arquivo &quot;Colours-Vinspired.colors&quot;, que está dentro da pasta &quot;Vinspired&quot;, extraída anteriormente do arquivo &quot;Vinspired.tar.bz2&quot;.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Selecione o esquema de cores &quot;Colours-Vinspired.colors&quot;.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Clique em &quot;Aplicar&quot; (&lt;i&gt;Apply&lt;/i&gt;) para aplicar as alterações.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;Decoração de janela&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
A decoração de janela que eu estou utilizando aqui é o &lt;a href=&quot;http://kde-look.org/content/show.php/Radial+%28thin+borders%29+Aurorae?content=115839&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Radial (thin borders) Aurorae KDE-Look.org&quot;&gt;Radial (thin borders) Aurorae&lt;/a&gt;, que pode ser obtido na janela &quot;Configurações do Sistema&quot; (&lt;i&gt;System Settings&lt;/i&gt;), na seção &quot;Aparência do espaço de trabalho&quot; (&lt;i&gt;Workspace Appearance&lt;/i&gt;), subseção &quot;Decorações das janelas&quot; (&lt;i&gt;Window Decorations&lt;/i&gt;), clicando em &quot;Obter novas decorações...&quot; (&lt;i&gt;Get New Decorations...&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;Tema da Área de Trabalho&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
O tema da minha Área de Trabalho é na verdade uma combinação dos temas &lt;a href=&quot;http://kde-look.org/content/show.php/Kaleban+Plasma+Theme?content=123524&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Kaleban Plasma Theme KDE-Look.org&quot;&gt;Kaleban&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://kde-look.org/content/show.php/Elegance?content=78034&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Elegance KDE-Look.org&quot;&gt;&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://kde-look.org/content/show.php/Fragile?content=125974&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Fragile KDE-Look.org&quot;&gt;Fragile&lt;/a&gt;, que podem ser obtidos na janela &quot;Configurações do Sistema&quot; (&lt;i&gt;System Settings&lt;/i&gt;), na seção &quot;Aparência do espaço de trabalho&quot; (&lt;i&gt;Workspace Appearance&lt;/i&gt;), subseção &quot;Tema da área de trabalho&quot; (&lt;i&gt;Desktop Theme&lt;/i&gt;), clicando em &quot;Obter novos temas...&quot; (&lt;i&gt;Get New Themes...&lt;/i&gt;). Vejamos como fazer essa combinação:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ol&gt;  &lt;li&gt;Baixados e instalados os temas, acesse a configuração do tema da Área de Trabalho, como explicado anteriormente.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Entre na aba &quot;Detalhes&quot; (&lt;i&gt;Details&lt;/i&gt;).&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Selecione o tema Kaleban, clicando em sua miniatura na lista de temas.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;No item &quot;Diálogo de desligamento&quot; (&lt;i&gt;Shutdown Dialog&lt;/i&gt;), selecione &quot;Fragile Diálogo de desligamento&quot; (&lt;i&gt;Elegance &lt;/i&gt;&lt;i&gt;Shutdown Dialog&lt;/i&gt;).&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Clique em &quot;Aplicar&quot; (&lt;i&gt;Apply&lt;/i&gt;) para aplicar as alterações.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;Tema do KSplash&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
O tema do KSplash que eu estou utilizando aqui é o &lt;a href=&quot;http://kde-look.org/content/show.php/KDM+Dreams?content=134141&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Dreams-Ksplash KDE-Look.org&quot;&gt;Dreams-Ksplash&lt;/a&gt;, que pode ser obtidona janela &quot;Configurações do Sistema&quot; (&lt;i&gt;System Settings&lt;/i&gt;), na seção &quot;Aparência do espaço de trabalho&quot; (&lt;i&gt;Workspace Appearance&lt;/i&gt;), subseção &quot;Tela de apresentação&quot; (&lt;i&gt;Splash Screen&lt;/i&gt;), clicando em &quot;Obter novos temas...&quot; (&lt;i&gt;Get New Themes...&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;Tema do KDM&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
O tema do KDM que eu estou utilizando aqui é o &lt;a href=&quot;http://kde-look.org/content/show.php/KDM+Dreams?content=134141&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;KDM Dreams KDE-Look.org&quot;&gt;KDM Dreams&lt;/a&gt;, que vou instalar manualmente para ilustrar um exemplo em que o tema seja instalado diretamente na pasta na qual o sistema o armazenaria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ol&gt;  &lt;li&gt;Se estiver na janela &quot;Configurações do Sistema&quot; (&lt;i&gt;System Settings&lt;/i&gt;), feche-a.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Entre no site do&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://kde-look.org/content/show.php/KDM+Dreams?content=134141&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;KDM Dreams KDE-Look.org&quot;&gt;KDE-Look.org&lt;/a&gt; e baixe o arquivo &quot;134141-kdm_dreams2.tar.gz&quot;. Isso também pode ser feito via terminal:&lt;/li&gt;
&lt;script type=&quot;syntaxhighlighter&quot; class=&quot;brush: shell&quot;&gt;&lt;![CDATA[
$ wget http://kde-look.org/CONTENT/content-files/134141-kdm_dreams2.tar.gz
]]&gt;&lt;/script&gt;
  &lt;li&gt;Extraia o conteúdo do arquivo, utilizando um programa descompactador como o Ark ou através do terminal:&lt;/li&gt;
&lt;script type=&quot;syntaxhighlighter&quot; class=&quot;brush: shell&quot;&gt;&lt;![CDATA[
$ tar -vzxf 134141-kdm_dreams2.tar.gz
]]&gt;&lt;/script&gt;
  &lt;li&gt;Copie a pasta extraída para a pasta onde ficam os temas do KDM (&quot;/usr/share/kde4/apps/kdm/themes&quot;). Para fazer isso, você necessitará abrir seu gerenciador de arquivos como administrador. No terminal, o comando seria:&lt;/li&gt;
&lt;script type=&quot;syntaxhighlighter&quot; class=&quot;brush: shell&quot;&gt;&lt;![CDATA[
# cp -R kdm_dreams2 /usr/share/kde4/apps/kdm/themes/
]]&gt;&lt;/script&gt; 
  &lt;li&gt;Acesse a configuração do tema do KDM, como explicado anteriormente, e selecione o tema Dreams para ser o novo tema do KDM. Para aplicar as alterações você deverá informar a senha do administrador.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;O resultado final&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Confira agora algumas telas que mostram como ficou o KDE depois de seguir todos os passos descritos acima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando ligo meu sistema, a primeira tela que eu vejo é o KDM solicitando meu nome de usuário e senha:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5DicbDTl132G6aBsLuDudXqYDDhuV2LrnocdM-vaRGnZb8qIzcklPBlgfYhiCsHD-wrK_UemwWJexby5UbEirvhuFIfIVg-EuwThj-M0Bb7gPBhGvriJ8kRiRWDu8AXwj4wcvjSIVbzM/s1600/kde4aparencia24.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5DicbDTl132G6aBsLuDudXqYDDhuV2LrnocdM-vaRGnZb8qIzcklPBlgfYhiCsHD-wrK_UemwWJexby5UbEirvhuFIfIVg-EuwThj-M0Bb7gPBhGvriJ8kRiRWDu8AXwj4wcvjSIVbzM/s1600/kde4aparencia24.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Assim que eu forneço meu nome de usuário e senha, aparece o KSplash mostrando o carregamento do KDE:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh4IYv7hgsLV6rZZ9pWFWXniQf4_20d9lldgxAMk0me6UIXNz9Nu9BauJ8EwQ5wALtRF4dwSsVU9FX6W4p1a7bpq6bPiTxEygMervQWceogipIsuZhwz-2k8RcxF2PYSicCDl4sj2OsFgk/s1600/kde4aparencia25.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh4IYv7hgsLV6rZZ9pWFWXniQf4_20d9lldgxAMk0me6UIXNz9Nu9BauJ8EwQ5wALtRF4dwSsVU9FX6W4p1a7bpq6bPiTxEygMervQWceogipIsuZhwz-2k8RcxF2PYSicCDl4sj2OsFgk/s1600/kde4aparencia25.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Nesta imagem, a Área de Trabalho exibindo os ícones da pasta Área de Trabalho e um widget &quot;Relógio Analógico&quot; (&lt;i&gt;Analog Clock&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgCteF6XHOM1U6WczMmZrRweT1Qx1kOPX9at-Z_V08jDMDRu3ecK7dHa-KngrQcvERTVVKWLC1dBPTjY0Z-v3g-PcHaTyuLWJKYG6Y9b2aXld1UAUSJCL_QonRn-KRC7ueLYmCLUr7lDJo/s1600/kde4aparencia26.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img width=&quot;575&quot; height=&quot;431&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgCteF6XHOM1U6WczMmZrRweT1Qx1kOPX9at-Z_V08jDMDRu3ecK7dHa-KngrQcvERTVVKWLC1dBPTjY0Z-v3g-PcHaTyuLWJKYG6Y9b2aXld1UAUSJCL_QonRn-KRC7ueLYmCLUr7lDJo/s1600/kde4aparencia26.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Nesta outra imagem, o Dolphi aberto. Chamo a atenção para a decoração da janela, a barra de menus, o esquema de cores e o menu rápido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj_p9pKAugSXqDe08ezMgVnPF6p_ir-z-01yrl1CsD84_ZPK3WlvQv45gFOI6uun8kFy8zMT6lziLLl5z3eQne04dO61VoW_Sl7uy-BfPrv7CVxoTV2oqv9pvmOz_oBPRc8XKf6R2pGvRk/s1600/kde4aparencia27.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img width=&quot;575&quot; height=&quot;431&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj_p9pKAugSXqDe08ezMgVnPF6p_ir-z-01yrl1CsD84_ZPK3WlvQv45gFOI6uun8kFy8zMT6lziLLl5z3eQne04dO61VoW_Sl7uy-BfPrv7CVxoTV2oqv9pvmOz_oBPRc8XKf6R2pGvRk/s1600/kde4aparencia27.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Veja agora como ficam as aplicações GTK renderizadas com o estilo de janela QtCurve. Como exemplo, utilizei o Mozilla Firefox. Observe também que ele utiliza os ícones e as fontes do KDE 4.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdGxdeQEaie4nGfO9qsl6eWpo4zQ1JQ_GCkmgkip3BYxysvinPogPl_j4Ak8GNXWYJ63pvaMjtQX4NdnY6xu-qNdok1hpO35F86a290YU7C8JgScmPW9DQL_dQGRDNCDC9riEtQ4zrlYg/s1600/kde4aparencia28.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img width=&quot;575&quot; height=&quot;431&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdGxdeQEaie4nGfO9qsl6eWpo4zQ1JQ_GCkmgkip3BYxysvinPogPl_j4Ak8GNXWYJ63pvaMjtQX4NdnY6xu-qNdok1hpO35F86a290YU7C8JgScmPW9DQL_dQGRDNCDC9riEtQ4zrlYg/s1600/kde4aparencia28.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Como é feita a alternância entre as janelas, quando eu pressiono a combinação de teclas Alt + Tab (todos os efeitos especiais estão ativados):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEitXxoZIKxlqBhDqv2bZBPLTbfN7YqUEEtYdH9o_ijHdG3GAOSDz5fX91YquzkbWB-JRPD8DslEkTfoWkJKWhIoyrJWSdvOZSOfa8WvvfNUrhDyTU5u6Mw9-1G8jr0GQwirH2uLG3GrLXQ/s1600/kde4aparencia29.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img width=&quot;575&quot; height=&quot;431&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEitXxoZIKxlqBhDqv2bZBPLTbfN7YqUEEtYdH9o_ijHdG3GAOSDz5fX91YquzkbWB-JRPD8DslEkTfoWkJKWhIoyrJWSdvOZSOfa8WvvfNUrhDyTU5u6Mw9-1G8jr0GQwirH2uLG3GrLXQ/s1600/kde4aparencia29.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Finalmente, a caixa de diálogo de desligamento:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiyNYkmhrLizwbSnJrMQw8o8gJr6L3-3vlxJmrD_EA2bnKbSGOTYMQJUxYbc3nGba0yR40jbQcVnVx6o3kU3_ztai1nzwxvG-X9Id5BWc0sa6aRsdST2tEBWCVYKSN9dVHh7AdGClgQxwY/s1600/kde4aparencia30.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img width=&quot;575&quot; height=&quot;431&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiyNYkmhrLizwbSnJrMQw8o8gJr6L3-3vlxJmrD_EA2bnKbSGOTYMQJUxYbc3nGba0yR40jbQcVnVx6o3kU3_ztai1nzwxvG-X9Id5BWc0sa6aRsdST2tEBWCVYKSN9dVHh7AdGClgQxwY/s1600/kde4aparencia30.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;Outras indicações&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Aqui vão outras indicações de temas bastante interessantes, em estilos parecidos com os anteriores:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Papel de parede&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;  &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://kde-look.org/content/show.php/NewEssence?content=114392&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;NewEssence KDE-Look.org&quot;&gt;NewEssence&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://kde-look.org/content/show.php?content=117373&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;NewEssenceFinal KDE-Look.org&quot;&gt;NewEssenceFinal&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Estilo de janela&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;  &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://kde-look.org/content/show.php/Soft+Metal?content=120867&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Soft Metal KDE-Look.org&quot;&gt;Soft Metal&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Esquema de cores&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;  &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://kde-look.org/content/show.php?action=content&amp;amp;content=79052&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Glacier KDE-Look.org&quot;&gt;Glacier&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Soft Metal Cold, que acompanha o estilo de janela &lt;a href=&quot;http://kde-look.org/content/show.php/Soft+Metal?content=120867&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Soft Metal KDE-Look.org&quot;&gt;Soft Metal&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Decoração de janela&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;  &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://kde-look.org/content/show.php/Crystal?content=75140&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Crystal KDE-Look.org&quot;&gt;Crystal&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Tema da Área de Trabalho&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;  &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://kde-look.org/content/show.php/Anadyr?content=125887&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Anadyr KDE-Look.org&quot;&gt;Anadyr&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://kde-look.org/content/show.php/Arezzo?content=84403&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Arezzo KDE-Look.org&quot;&gt;Arezzo&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://kde-look.org/content/show.php/Elegance?content=78034&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Elegance KDE-Look.org&quot;&gt;Elegance&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;  
  &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://kde-look.org/content/show.php/Nitro?content=94798&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Nitro KDE-Look.org&quot;&gt;Nitro&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Tema do KSplash&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;  &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://kde-look.org/content/show.php/NewEssence?content=114394&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;NewEssence KDE-Look.org&quot;&gt;NewEssence&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www.kde-look.org/content/show.php/NewEssenceFinal?content=117308&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;NewEssenceFinal KDE-Look.org&quot;&gt;NewEssence Final&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Tema do KDM&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;  &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://kde-look.org/content/show.php/NewEssence?content=114393&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;NewEssence KDE-Look.org&quot;&gt;NewEssence&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www.kde-look.org/content/show.php/NewEssenceFinal?content=117307&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;NewEssenceFinal KDE-Look.org&quot;&gt;NewEssence Final&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;
Espero que tenha conseguido mostrar neste artigo algumas das vantagens de se utilizar software livre:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;  &lt;li&gt;o sistema é totalmente personalizável (nesse caso, você pode ajustar cada elemento do ambiente gráfico de acordo com a sua vontade);&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;há milhares de pessoas ao redor do mundo para ajudar a desenvolvê-lo (veja quantos usuários possui o site &lt;a href=&quot;http://kde-look.org/&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Eyecandy for your KDE-Desktop - KDE-Look.org&quot;&gt;KDE-Look.org&lt;/a&gt;, sendo que ele é apenas um dos que disponibiliza temas para KDE); e&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;você também pode ajudar a desenvolvê-lo (depois que criar seu tema, você pode exportá-lo pelas configurações do KDE e mandá-lo para o &lt;a href=&quot;http://kde-look.org/&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Eyecandy for your KDE-Desktop - KDE-Look.org&quot;&gt;KDE-Look.org&lt;/a&gt;, por exemplo).&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;
O próximo artigo será uma espécie de continuação deste, ensinando a acrescentar efeitos ao ambiente gráfico. Da próxima vez não pelo KDE, mas instalando um outro programa, o Compiz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um abraço a todos e até a próxima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Fontes&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div id=&quot;fontes&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.vivaolinux.com.br/dica/Descompactar-.tar.gz-tar.bz2-tar-rar-e-zip-corretamente&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Linux: Descompactar .tar.gz, tar.bz2, tar, rar e zip corretamente [Dica]&quot;&gt;Linux: Descompactar .tar.gz, tar.bz2, tar, rar e zip corretamente [Dica]&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://kde-look.org/&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Eyecandy for your KDE-Desktop - KDE-Look.org&quot;&gt;KDE-Look.org&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://kubuntuguide.org/Maverick&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Maverick - Kubuntuguide&quot;&gt;Maverick - Kubuntuguide&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://packages.ubuntu.com/&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Ubuntu -- Ubuntu Packages Search&quot;&gt;Ubuntu -- Ubuntu Packages Search&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://avmlinux.blogspot.com/2010/11/incrementando-o-visual-do-kde-4.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhLky9NWAedZfVcVM8PmKyzr5DUvoIGnGn0JXhpq1hq8IldyS-JeYYrR1KO7dYx7NfDybbof4uqHOdgkqMBDPTF0iveQRG2H5hzZ5TLst3NaXfHeLhLhVzGnWvfk-ErBy5w8W3k1ftVhgQ/s72-c/kde4aparencia01.png" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-572961515729808244.post-7898083053315830324</guid><pubDate>Sat, 30 Oct 2010 20:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-30T17:57:49.233-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Instalação de programas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">KDE 4</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Kubuntu</category><title>Instalação de drivers proprietários no Kubuntu</title><description>A instalação de drivers proprietários no Kubuntu, como os drivers de vídeo da NVIDIA e ATI, é feita de forma bastante fácil através do Jockey, um utilitário em Python que se encarrega de buscar, baixar e instalar drivers para os dispositivos do sistema. Nesta dica, você verá como utilizá-lo. Verá também instruções para instalar o driver da NVIDIA através do terminal.&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Instalação de drivers proprietários no KDE&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Se o ambiente gráfico iniciou corretamente no seu computador, abra o menu K, clique em Aplicativos (Applications), em seguida em Sistema (System) e finalmente em Additional Drivers.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWTl-rp7WmGL1kbmbZuoa69P-ajeVKhjSlbN94FGEFcEgSmYAAhfQbEWU5CIXn8VonsMz-Ex2OWVs1hH_YaPkbEScQEgF-8RlanPYa2xDuGaOZe7SZ5NmbInRfa6VmqyN3HiG4BkQZVLA/s1600/nvidia1.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWTl-rp7WmGL1kbmbZuoa69P-ajeVKhjSlbN94FGEFcEgSmYAAhfQbEWU5CIXn8VonsMz-Ex2OWVs1hH_YaPkbEScQEgF-8RlanPYa2xDuGaOZe7SZ5NmbInRfa6VmqyN3HiG4BkQZVLA/s320/nvidia1.png&quot; width=&quot;226&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
O Jockey é então iniciado. Ele verificará se existem drivers proprietários para os dispositivos instalados no seu computador e listará esses drivers:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiQJLUrghnPA1o21gwV05rQ-_fINlfknKrRCC49dVKAPY4042rO1hiIIJh1kHZlhMj5JdA7EjkAEkEnKNT0yvI6vPwyBACLHVJKh6Eh6cZF0drUYlngPUMXn9LvDoBvwcU7YX0Vr_rlaxo/s1600/nvidia2.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiQJLUrghnPA1o21gwV05rQ-_fINlfknKrRCC49dVKAPY4042rO1hiIIJh1kHZlhMj5JdA7EjkAEkEnKNT0yvI6vPwyBACLHVJKh6Eh6cZF0drUYlngPUMXn9LvDoBvwcU7YX0Vr_rlaxo/s320/nvidia2.png&quot; width=&quot;257&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Selecione o driver que deseja instalar (de preferência, instale o recomendado pelo Jockey) e clique em Activate. O Jockey se encarregará de baixar e instalar o driver. Ao fim da instalação, ele pedirá para reiniciar o computador, o que deve ser feito de preferência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Instalação do driver da NVIDIA pelo terminal&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Se você preferir utilizar o terminal, verifique primeiramente se possui acesso aos pacotes restritos do repositório oficial do Ubuntu. Para isso, abra o arquivo &quot;/etc/apt/sources.list&quot; no seu editor favorito:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;script type=&quot;syntaxhighlighter&quot; class=&quot;brush: shell&quot;&gt;&lt;![CDATA[
# editor /etc/apt/sources.list
]]&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adicione as linhas a seguir, caso elas não constem nesse arquivo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;script type=&quot;syntaxhighlighter&quot; class=&quot;brush: text&quot;&gt;&lt;![CDATA[
deb http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ maverick main restricted
deb http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ maverick-updates main restricted
]]&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Salve o arquivo e saia do editor. De volta ao terminal, execute os seguintes comandos para atualizar a lista de pacotes dos repositórios e instalar o driver mais recente da NVIDIA:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;script type=&quot;syntaxhighlighter&quot; class=&quot;brush: shell&quot;&gt;&lt;![CDATA[
# apt-get update
# apt-get install nvidia-current nvidia-settings
]]&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Execute o seguinte comando para atualizar a configuração do X.Org:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;script type=&quot;syntaxhighlighter&quot; class=&quot;brush: shell&quot;&gt;&lt;![CDATA[
# nvidia-xconfig
]]&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora você pode iniciar o ambiente gráfico:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;script type=&quot;syntaxhighlighter&quot; class=&quot;brush: shell&quot;&gt;&lt;![CDATA[
$ startx
]]&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se preferir, ao invés de iniciar o ambiente gráfico, reinicie o computador para que ele entre no ambiente gráfico automaticamente ao reiniciar:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;script type=&quot;syntaxhighlighter&quot; class=&quot;brush: shell&quot;&gt;&lt;![CDATA[
# reboot
]]&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Resolvendo problemas no Kubuntu 10.10 64 bits&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
A motivação para eu escrever esta dica veio de um problema que enfrentei durante a instalação do Kubuntu 10.10 64 bits no meu computador. Primeiramente, eu não consegui utilizar o LiveCD do Kubuntu 10.10 64 bits no meu computador. Baixei o Alternative CD e instalei o sistema pelo modo texto, achando que, com isso, conseguiria acessar o terminal, instalar o driver da minha placa de vídeo e iniciar o ambiente gráfico. Terminada a instalação e reiniciado o computador, não consegui entrar nem no terminal. Felizmente, com um pouco de criatividade consegui resolver o problema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não tenho certeza se serve para todos os computadores, mas descrevo a seguir o procedimento que eu executei no meu computador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Insira o LiveCD do Kubuntu no leitor de CD do seu computador e inicie o sistema por ele. Quando aparecer a tela de boot do GRUB, mostrada na imagem a seguir, aperte F6:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj8-67CasPhDdtF5QlMSmLtxG1qctdQ8HNirNOgVJmEsHGplHPC_5NK3wXrFm8Kjw_lv-gh9hNHWnlnc_rJCnTC2K0FQ3Qi51lDoM7ZMFIEtYM1FGNYyb41nSttPA4K-ctNyPddHpMVnn8/s1600/nvidia3.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj8-67CasPhDdtF5QlMSmLtxG1qctdQ8HNirNOgVJmEsHGplHPC_5NK3wXrFm8Kjw_lv-gh9hNHWnlnc_rJCnTC2K0FQ3Qi51lDoM7ZMFIEtYM1FGNYyb41nSttPA4K-ctNyPddHpMVnn8/s320/nvidia3.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Desabilite o que for possível, como mostra a imagem a seguir:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEif0dBXQ29dInZU3uO8S_2DJwywyB8DnU1pOLhgDq23y3TpVKSIsNgXIRQfvD-qDIcia7kTY2JbXQyDZydpG0GDsLA-iXM30vGZHBWODITW3ibO9v8wmFKBC1y2qPdAhuV9f9IesfZ-DSM/s1600/nvidia4.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEif0dBXQ29dInZU3uO8S_2DJwywyB8DnU1pOLhgDq23y3TpVKSIsNgXIRQfvD-qDIcia7kTY2JbXQyDZydpG0GDsLA-iXM30vGZHBWODITW3ibO9v8wmFKBC1y2qPdAhuV9f9IesfZ-DSM/s320/nvidia4.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Pressione ESC, selecione &quot;Start Kubuntu&quot; e pressione Enter. Deverá ser iniciado um ambiente de terminal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgS4Abt74-z-Cy6V1yWQ2ormIHGcuUjpJz2sm0ev4S3SwCNQpc9deYkQoobhm8-IVtMUcDPkfkP1VjVuvQGHPg9K5_9kM4n1xp5ySsQkTfYviIykxmyoA-V5EPayoiqGwtPYegb8ywtKnA/s1600/nvidia5.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;177&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgS4Abt74-z-Cy6V1yWQ2ormIHGcuUjpJz2sm0ev4S3SwCNQpc9deYkQoobhm8-IVtMUcDPkfkP1VjVuvQGHPg9K5_9kM4n1xp5ySsQkTfYviIykxmyoA-V5EPayoiqGwtPYegb8ywtKnA/s320/nvidia5.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
O Kubuntu no meu computador foi instalado na partição &lt;b&gt;/dev/sda3&lt;/b&gt;. Vou utilizá-la como exemplo. Nos comandos a seguir, lembre-se de substituir essa partição pela equivalente no seu computador. Prosseguindo, vamos entrar nele através do &lt;b&gt;chroot&lt;/b&gt; (esse procedimento já foi executado em &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/10/restaurando-grub.html&quot;&gt;outra dica&lt;/a&gt;, portanto, se precisar de maiores explicações, visite-a):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;script type=&quot;syntaxhighlighter&quot; class=&quot;brush: shell&quot;&gt;&lt;![CDATA[
# mkdir /mnt/sda3
# mount /dev/sda3 /mnt/sda3
# mount --bind /dev /mnt/sda3/dev
# mount --bind /dev/pts /mnt/sda3/dev/pts
# mount --bind /proc /mnt/sda3/proc
# mount --bind /sys /mnt/sda3/sys
# chroot /mnt/sda3
]]&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Instale o driver da NVIDIA pelo terminal executando os comandos descritos anteriormente, mas não inicie o ambiente gráfico. Ao invés disso, no final da instalação, deixe o chroot, desmonte as pastas que foram montadas, e reinicie o computador:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;script type=&quot;syntaxhighlighter&quot; class=&quot;brush: shell&quot;&gt;&lt;![CDATA[
# apt-get update
# apt-get install nvidia-current nvidia-settings
# nvidia-xconfig
# exit
# umount /mnt/sda3/dev/pts
# umount /mnt/sda3/dev
# umount /mnt/sda3/proc
# umount /mnt/sda3/sys
# umount /mnt/sda3
# reboot
]]&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao reiniciar o computador, o ambiente gráfico deve iniciar automaticamente, como aconteceu aqui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um abraço a todos e até a próxima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Fontes&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div id=&quot;fontes&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.howtoforge.com:8080/enabling-compiz-fusion-on-an-ubuntu-10.10-desktop-nvidia-geforce-8200&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Enabling Compiz Fusion On An Ubuntu 10.10 Desktop (NVIDIA GeForce 8200) | HowtoForge - Linux Howtos and Tutorials&quot;&gt;Enabling Compiz Fusion On An Ubuntu 10.10 Desktop (NVIDIA GeForce 8200) | HowtoForge - Linux Howtos and Tutorials&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://ubuntuguide.net/how-to-install-nvidia-graphics-driver-in-ubuntu-10-10-maverick-meerkat&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;How to Install Nvidia Graphics Driver in Ubuntu 10.10 (Maverick Meerkat)&quot;&gt;How to Install Nvidia Graphics Driver in Ubuntu 10.10 (Maverick Meerkat)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://avmlinux.blogspot.com/2010/10/drivers-proprietarios-kubuntu.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWTl-rp7WmGL1kbmbZuoa69P-ajeVKhjSlbN94FGEFcEgSmYAAhfQbEWU5CIXn8VonsMz-Ex2OWVs1hH_YaPkbEScQEgF-8RlanPYa2xDuGaOZe7SZ5NmbInRfa6VmqyN3HiG4BkQZVLA/s72-c/nvidia1.png" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-572961515729808244.post-108952724366707077</guid><pubDate>Mon, 18 Oct 2010 01:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-17T22:33:03.327-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Programação WEB</category><title>Convertendo imagens PNG em imagens BMP utilizando PHP</title><description>Queria utilizar o &lt;a href=&quot;http://www.oxygen-icons.org/&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Oxygen Icons&quot;&gt;pacote de ícones Oxygen&lt;/a&gt;, o &lt;a href=&quot;http://dot.kde.org/2007/03/08/road-kde-4-oxygen-artwork-and-icons&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;The Road to KDE 4: Oxygen Artwork and Icons | KDE.news&quot;&gt;pacote de ícones padrão do KDE 4&lt;/a&gt;, no programa que estou desenvolvendo como trabalho de conclusão de curso, mas me esbarrei em um problema: o Delphi 7 não importa arquivos PNG para os ícones dos botões. A solução: pesquisando na Internet, desenvolvi um script em PHP para converter arquivos PNG em arquivos BMP e o utilizei para converter todos os ícones do pacote. Aqui venho mostrá-los minha invenção. As páginas que utilizei como referência aparecem nos comentários.&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Observação:&lt;/b&gt; esse script também funciona com imagens PNG com transparência!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;script type=&quot;syntaxhighlighter&quot; class=&quot;brush: php&quot;&gt;&lt;![CDATA[
&lt;?php 
 /*
 
 Este script PHP converte imagens no formato PNG em imagens no formato BMP.
 Autor: Antônio Vinícius (http://www.vivaolinux.com.br/~viniciusecia)
 
 Para executar esse script, você precisará da classe BMP, que pode ser obtida no seguinte endereço:
 
 imagebmp + imagecreatefrombmp Download - Softpedia 
 http://webscripts.softpedia.com/scriptDownload/imagebmp---imagecreatefrombmp-Download-58827.html
 
 Coloque o arquivo &quot;BMP.php&quot; na mesma pasta deste script ou altere a linha abaixo. 
 
 */
  
 include_once &#39;BMP.php&#39;;
 
 function ConvertePNG($nome_do_arquivo, $apagar_original = false) {
  /*
  Descrição: função que converte a imagem no formato PNG passada como parâmetro em uma imagem no formato BMP
  
  Parâmetros:
  
  $nome_do_arquivo: caminho do arquivo PNG que deve ser convertido.
  $apagar_original: define se o arquivo original deve ser excluído após a criação do novo arquivo. Por padrão é falso.
  
  Valor retornado: verdadeiro ou falso, conforme a imagem tenha sido convertida ou não    
  
  */

  //Verifica se o arquivo fornecido como parâmetro existe
  if (!file_exists($nome_do_arquivo)) {
   return false;
  }
  //Verifica se o arquivo fornecido como parâmetro é uma imagem .png
  $informacoes_diretorio = pathinfo($nome_do_arquivo);
  if (($informacoes_diretorio[&#39;extension&#39;] != &#39;png&#39;) or (is_dir($nome_do_arquivo))) {
   return false;
  }
  //Determina o caminho para a nova imagem
  $diretorio = $informacoes_diretorio[&#39;dirname&#39;];
  $arquivo = $informacoes_diretorio[&#39;filename&#39;];
  $caminho_nova_imagem = $diretorio.&#39;/&#39;.$arquivo.&#39;.bmp&#39;;
  //Apaga a nova imagem, caso já exista
  if (file_exists($caminho_nova_imagem)) {
   unlink($caminho_nova_imagem);
  }
  //Obtém as dimensões da imagem original
  list($largura, $altura) = getimagesize($nome_do_arquivo);
  //Inicia uma nova imagem
  $nova_imagem = imagecreatetruecolor($largura, $altura);
  //Define sua cor de fundo (verde)
  $cor_de_fundo = imagecolorallocate($nova_imagem, 128, 128, 0);
  imagefill($nova_imagem, 0, 0, $cor_de_fundo);
  //Insere a imagem original redimensionada na imagem nova     
  $imagem_original = imagecreatefrompng($nome_do_arquivo);
  imagecopy($nova_imagem, $imagem_original, 0, 0, 0, 0, $largura, $altura);
  //Grava a nova imagem na pasta de destino  
  @imagebmp($nova_imagem, $caminho_nova_imagem);
  if ($apagar_original) {
   unlink($nome_do_arquivo);
  }
  return true;
 }
 
 /* Exemplos de uso da função ConvertePNG() */
 
 //Tenta converter o arquivo &quot;favicon.png&quot; sem apaga-lo
 $arquivo = &#39;/opt/lampp/htdocs/favicon.png&#39;;
 if (@ConvertePNG($arquivo)) {
  echo &#39;O arquivo &#39;.$arquivo.&#39; foi convertido com sucesso!&lt;br&gt;&#39;;
 } else {
  echo &#39;Não foi possível converter o arquivo &#39;.$arquivo.&#39;. Verifique se esse arquivo existe e se é uma imagem PNG válida.&lt;br&gt;&#39;;
 }
 
 //Tenta converter o arquivo &quot;favicon.png&quot; e apaga-lo após a conversão
 if (@ConvertePNG($arquivo, true)) {
  echo &#39;O arquivo &#39;.$arquivo.&#39; foi convertido com sucesso!&lt;br&gt;&#39;;
 } else {
  echo &#39;Não foi possível converter o arquivo &#39;.$arquivo.&#39;. Verifique se esse arquivo existe e se é uma imagem PNG válida.&lt;br&gt;&#39;;
 }
 
 //Tenta converter o arquivo &quot;favicon.png&quot;. Desta vez deve dar erro, visto que ele foi excluído anteriormente
 if (@ConvertePNG($arquivo)) {
  echo &#39;O arquivo &#39;.$arquivo.&#39; foi convertido com sucesso!&lt;br&gt;&#39;;
 } else {
  echo &#39;Não foi possível converter o arquivo &#39;.$arquivo.&#39;. Verifique se esse arquivo existe e se é uma imagem PNG válida.&lt;br&gt;&#39;;
 }
 
 /*
 
 Deve ser interessante também converter todos os arquivos PNG de determinada pasta e suas subpastas.
 
 Para isso, você pode utilizar a função a seguir em conjunto com a função anterior.
 
 */
 
 function ListarPastasArquivos($pasta = &#39;.&#39;, $recursivamente = false) {
  /*
  Descrição: função que lista todos os arquivos e pastas de uma pasta e, opcionalmente, os arquivos e pastas de suas subpastas
  
  Parâmetros:
  
  $pasta: caminho da pasta cujos arquivos e pastas deseja-se listar.
  $recursivamente: define se os arquivos e pastas das subpastas também devem ser listados. Por padrão é falso.
  
  Valor retornado: um array contendo os arquivos e pastas da subpasta passada como parâmetro
  
  Adaptada de: http://www.phpbrasil.info/classes-funcoes-e-scripts/lista-recursiva-de-arquivos    
  
  */
  
  $diretorio = opendir($pasta);
  while ($arquivo = readdir($diretorio)) {
   if (($arquivo != &#39;.&#39;) &amp;&amp; ($arquivo != &#39;..&#39;)) {
    $path = $pasta.&#39;/&#39;.$arquivo;
    $lista[] = $path;
    if ((is_dir($path)) and ($recursivamente)) {
     $subitens = ListarPastasArquivos($path, true);
     foreach ($subitens as $subitem) {
      $lista[] = $subitem;
     }
    }
   }
  }
  closedir($diretorio);
  return $lista;
 } 

 /* Exemplo de conversão recursiva de arquivos PNG em arquivos BMP */

 //Converte todos os arquivos PNG encontrados na pasta &quot;/opt/lampp/htdocs&quot;, se houver 
 $listagem = ListarPastasArquivos(&#39;/opt/lampp/htdocs&#39;, true);
 
 foreach($listagem as $arquivo){
  if (@ConvertePNG($arquivo, false)) {
   echo &#39;Arquivo convertido: &#39;.$arquivo.&#39;&lt;br&gt;&#39;;
  }
 }
?&gt;
]]&gt;&lt;/script&gt;</description><link>http://avmlinux.blogspot.com/2010/10/conversao-png-bmp-usando-php.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-572961515729808244.post-261219715995237466</guid><pubDate>Mon, 18 Oct 2010 00:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-30T18:02:10.251-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Kubuntu</category><title>Restaurando o GRUB após a instalação de outro sistema operacional</title><description>No seu disco rígido estão instalados dois ou mais sistemas operacionais em dual boot? Na hora de instalar (ou reinstalar) um deles o menu de boot do GRUB sumiu? Veja nessa dica como recuperá-lo através de um LiveCD.&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os passos aqui apresentados foram executados em um computador com Windows 7 e Kubuntu 10.10 em dual boot com GRUB 2.0 instalado no disco rígido, mas os mesmos devem servir para outras distribuições Linux (como Ubuntu, por exemplo), mesmo que a versão do GRUB nelas instalada não seja a 2.0 (como Debian ou Kurumin). Para executá-los, você precisará iniciar um sistema Linux a partir de um LiveCD, que não precisa necessariamente ser da mesma distribuição instalada no computador. Após iniciá-lo, abra o terminal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiramente, devemos saber em qual partição do disco rígido está instalado o Linux. Se você não souber qual é a partição, este comando pode ajudá-lo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;script type=&quot;syntaxhighlighter&quot; class=&quot;brush: shell&quot;&gt;&lt;![CDATA[
# sudo fdisk -l
]]&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele deve retornar informações sobre os discos e suas partições. No meu computador, ele retornou isto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;script type=&quot;syntaxhighlighter&quot; class=&quot;brush: text&quot;&gt;&lt;![CDATA[
Disk /dev/sda: 320.1 GB, 320072933376 bytes
255 heads, 63 sectors/track, 38913 cylinders
Units = cylinders of 16065 * 512 = 8225280 bytes
Sector size (logical/physical): 512 bytes / 512 bytes
I/O size (minimum/optimal): 512 bytes / 512 bytes
Disk identifier: 0xf05ada11

   Device Boot      Start         End      Blocks   Id  System
/dev/sda1   *           1       13055   104857600    7  HPFS/NTFS
/dev/sda2           13055       32636   157286400    7  HPFS/NTFS
/dev/sda3           32636       38914    50425856   83  Linux
]]&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como você pode ver, o Linux está instalado na partição &lt;b&gt;/dev/sda3&lt;/b&gt;. Vou utilizá-la como exemplo. Nos comandos a seguir, lembre-se de substituir essa partição pela equivalente no seu computador. Prosseguindo, vamos montá-la:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;script type=&quot;syntaxhighlighter&quot; class=&quot;brush: shell&quot;&gt;&lt;![CDATA[
# mkdir /mnt/sda3
# mount /dev/sda3 /mnt/sda3
]]&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para que possamos &quot;entrar&quot; nela através do &lt;b&gt;chroot&lt;/b&gt;, vamos &quot;emprestar&quot; alguns recursos do nosso sistema para o sistema nela instalado (observe que já fizemos isso em &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/01/live-cd-debian-lenny.html&quot; title=&quot;Criando um LiveCD a partir de uma instalação do Debian Lenny&quot;&gt;outro artigo&lt;/a&gt; publicado aqui no blog do AvmLinux). Faremos isso através dos comandos a seguir:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;script type=&quot;syntaxhighlighter&quot; class=&quot;brush: shell&quot;&gt;&lt;![CDATA[
# mount --bind /dev /mnt/sda3/dev
# mount --bind /dev/pts /mnt/sda3/dev/pts
# mount --bind /proc /mnt/sda3/proc
# mount --bind /sys /mnt/sda3/sys
]]&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente, entramos no sistema que está instalado na partição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;script type=&quot;syntaxhighlighter&quot; class=&quot;brush: shell&quot;&gt;&lt;![CDATA[
# chroot /mnt/sda3
]]&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O comando a seguir é na verdade opcional, mas garante que a lista de sistemas operacionais oferecidos pelo GRUB na hora do boot esteja atualizada. Eu o executei aqui no meu computador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;script type=&quot;syntaxhighlighter&quot; class=&quot;brush: shell&quot;&gt;&lt;![CDATA[
# update-grub
]]&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele procura por sistemas operacionais no disco rígido, gera o arquivo de configuração do GRUB e retorna uma mensagem dizendo que a operação foi concluída com sucesso:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;script type=&quot;syntaxhighlighter&quot; class=&quot;brush: text&quot;&gt;&lt;![CDATA[
Generating grub.cfg ...
Found linux image: /boot/vmlinuz-2.6.35-22-generic
Found initrd image: /boot/initrd.img-2.6.35-22-generic
Found memtest86+ image: /boot/memtest86+.bin
Found Windows 7 (loader) on /dev/sda1
done
]]&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos então finalmente instalar o GRUB no disco rígido. Para isso, execute o seguinte comando (lembre-se de substituir &lt;b&gt;/dev/sda&lt;/b&gt; pelo seu disco rígido):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;script type=&quot;syntaxhighlighter&quot; class=&quot;brush: shell&quot;&gt;&lt;![CDATA[
# grub-install /dev/sda
]]&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se ele retornar a seguinte mensagem, tudo ocorreu perfeitamente:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;script type=&quot;syntaxhighlighter&quot; class=&quot;brush: text&quot;&gt;&lt;![CDATA[
Installation finished. No error reported.
]]&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora tudo o que temos que fazer é sair do sistema operacional instalado no disco rígido, desmontar as pastas que montamos anteriormente e reiniciar o computador. Tudo isso pode ser feito através dos seguintes comandos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;script type=&quot;syntaxhighlighter&quot; class=&quot;brush: shell&quot;&gt;&lt;![CDATA[
# exit
# umount /mnt/sda3/dev/pts
# umount /mnt/sda3/dev
# umount /mnt/sda3/proc
# umount /mnt/sda3/sys
# umount /mnt/sda3
# reboot
]]&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há outra solução ainda mais prática apresentada na &lt;a href=&quot;https://wiki.ubuntu.com/Grub2&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Grub 2 - Ubuntu Wiki&quot;&gt;wiki do Ubuntu&lt;/a&gt;, que não abordarei aqui por não ter testado a execução desses comandos nem saber sua compatibilidade com as distribuições anteriormente citadas. No entanto, amostro a seguir quais seriam os comandos que provavelmente eu usaria no meu computador para restaurar o GRUB, segundo essa solução.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;script type=&quot;syntaxhighlighter&quot; class=&quot;brush: shell&quot;&gt;&lt;![CDATA[
# mount /dev/sda3 /mnt/sda3
# grub-install –root-directory=/mnt/sda3/ /dev/sda3
# update-grub
# reboot
]]&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um abraço a todos e até a próxima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Fontes&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div id=&quot;fontes&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://wiki.ubuntu.com/Grub2&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Grub 2 - Ubuntu Wiki&quot;&gt;Grub 2 - Ubuntu Wiki&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.guiadohardware.net/artigos/lilo-grub/&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Introdução - Entendendo a configuração do Lilo e grub&quot;&gt;Introdução - Entendendo a configuração do Lilo e grub&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://avmlinux.blogspot.com/2010/10/restaurando-grub.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-572961515729808244.post-4796954139549029863</guid><pubDate>Sun, 18 Jul 2010 13:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-30T18:00:52.400-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Free Pascal / Lazarus</category><title>Reduzindo o tamanho dos executáveis gerados pelo Lazarus</title><description>Um aplicativo criado no Lazarus com apenas um Form e nenhuma alteração feita em seu código-fonte possui um tamanho de em média 20 MB. Veja nessa dica como reduzir o tamanho dos executáveis compilados pelo Lazarus. Procedimentos testados no Lazarus versão 0.9.28.2, no Windows e Linux.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img27.imageshack.us/img27/1885/lazarusexe1.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img27.imageshack.us/img27/1885/lazarusexe1.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há uma &lt;a href&quot;http://www.vivaolinux.com.br/dica/Lazarus-Reduzindo-o-tamanho-dos-executaveis/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;dica no Viva o Linux&lt;/a&gt; que ensina como reduzir o tamanho dos executáveis gerados pelo Lazarus. Essa dica, no entanto, ensina como utilizar uma ferramenta não-gráfica. Aqui, veremos como fazer isso pela própria IDE.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; Abra o projeto cujo tamanho do executável compilado você deseja reduzir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; Abra o menu &quot;Projeto&quot; (&lt;i&gt;Project&lt;/i&gt;) e clique em &quot;Opções do Compilador...&quot; (&lt;i&gt;Compiler Options...&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img27.imageshack.us/img27/9315/lazarusexe2.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;207&quot; src=&quot;http://img27.imageshack.us/img27/9315/lazarusexe2.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Abra a aba &quot;Código&quot; (&lt;i&gt;Code&lt;/i&gt;) e marque a opção &quot;Vinculação inteligente (-CX)&quot; (&lt;i&gt;Smart Linkable (-CX)&lt;/i&gt;) em &quot;Estilo de unidade&quot; (&lt;i&gt;Unit Style&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img27.imageshack.us/img27/8164/lazarusexe3.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;263&quot; src=&quot;http://img27.imageshack.us/img27/8164/lazarusexe3.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; Abra agora a aba &quot;Vinculando&quot; (&lt;i&gt;Linking&lt;/i&gt;) e desmarque todas as opções em &quot;Depuração&quot; (&lt;i&gt;Debugging&lt;/i&gt;), exceto &quot;Remover símbolos do executável (STRIP) (-Xs)&quot; (&lt;i&gt;Strip Symbols From Executable (-Xs)&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt; Ainda na aba &quot;Vinculando&quot; (&lt;i&gt;Linking&lt;/i&gt;), em &quot;Estilo de Vínculo&quot; (&lt;i&gt;Link Style&lt;/i&gt;), marque a opção &quot;Vínculo inteligente (-XX)&quot; (&lt;i&gt;Link Smart (-XX)&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img340.imageshack.us/img340/4307/lazarusexe4.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;263&quot; src=&quot;http://img340.imageshack.us/img340/4307/lazarusexe4.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;6.&lt;/b&gt; Clique em &quot;Ok&quot; e pronto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora é só compilar o projeto e ver o tamanho do executável gerado. Isso já reduz bastante o tamanho dele. Se você quiser reduzir ainda mais, você pode tentar o seguinte (é importante observar que isso pode afetar o desempenho do programa compilado):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; Com o projeto aberto, abra o menu &quot;Projeto&quot; (&lt;i&gt;Project&lt;/i&gt;) e clique em &quot;Opções do Compilador...&quot; (&lt;i&gt;Compiler Options...&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; Abra a aba &quot;Código&quot; (&lt;i&gt;Code&lt;/i&gt;) e marque a opção &quot;menor em vez de mais rápido (-Os)&quot; (&lt;i&gt;smaller rather than faster (-Os)&lt;/i&gt;) em &quot;Otimizações&quot; (&lt;i&gt;Optimizations&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img340.imageshack.us/img340/5475/lazarusexe5.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;262&quot; src=&quot;http://img340.imageshack.us/img340/5475/lazarusexe5.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Clique em &quot;Ok&quot; e pronto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante observar que a execução deste último ajuste .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Fontes&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div id=&quot;fontes&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.vivaolinux.com.br/dica/Lazarus-Reduzindo-o-tamanho-dos-executaveis/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Linux: Lazarus - Reduzindo o tamanho dos executáveis [Dica]&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://wiki.lazarus.freepascal.org/Lazarus_Faq&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Lazarus Faq - Lazarus wiki&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://avmlinux.blogspot.com/2010/07/lazarus-reduzindo-executaveis.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-572961515729808244.post-6977134091153773638</guid><pubDate>Sun, 27 Jun 2010 03:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-27T00:29:48.150-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Instalação de programas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Programação WEB</category><title>Instalação do MediaWiki em uma Project web do SourceForge</title><description>O &lt;b&gt;SourceForge&lt;/b&gt; disponibiliza uma wiki pré-instalada para os projetos de seus usuários, porém ela é um tanto limitada de recursos. Eu decidi fazer minha própria instalação do &lt;b&gt;MediaWiki&lt;/b&gt; na Project web do AvmLinux. Foi um pouco difícil, mas eu consegui. Por isso escrevo esse tutorial com o passo-a-passo completo para os que tiverem seus projetos no SourceForge e decidirem fazer o mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img267.imageshack.us/img267/6964/mwsf1.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img267.imageshack.us/img267/6964/mwsf1.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://img267.imageshack.us/img267/1549/mwsf2.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img267.imageshack.us/img267/1549/mwsf2.gif&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No final deste artigo, você terá uma wiki como home page do seu site. Somente a título de curiosidade, o &lt;a href=&quot;http://www.mediawiki.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;MediaWiki&lt;/a&gt; foi o mesmo software utilizado para produzir a wiki da &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Wikipédia&lt;/a&gt;. Acho que só esse exemplo já basta para ilustrar o quanto este software é funcional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vou procurar focar na finalidade do artigo, que é conseguir implantar uma wiki em uma Project web do &lt;a href=&quot;http://sourceforge.net/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;SourceForge&lt;/a&gt;. Este artigo, portanto, destina-se a pessoas que utilizam o SourceForge para armazenar seus projetos e não abordará quaisquer conceitos que não estejam diretamente ligados ao seu objetivo, apesar de não ser de difícil compreensão. Você pode encontrar mais informações a respeito do SourceForge e do MediaWiki nas suas respectivas documentações &lt;a href=&quot;https://sourceforge.net/apps/trac/sourceforge/wiki/WikiStart&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://www.mediawiki.org/wiki/Sysadmin_hub&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para facilitar a explicação, suponhamos que:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;seu login no SourceForge é &lt;b&gt;usuario&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;o nome UNIX do seu projeto é &lt;b&gt;meuprojeto&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;o GROUP ID do seu projeto é &lt;b&gt;123456&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Dica:&lt;/b&gt; se você não sabe o GROUP ID do seu projeto, faça &lt;a href=&quot;https://sourceforge.net/account/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;login no SourceForge&lt;/a&gt;, acesse a página do seu projeto (&quot;http://sourceforge.net/projects/meuprojeto/&quot;) e clique em &quot;Project Admin&quot;. Você deve ser levado a uma página com o endereço &quot;https://sourceforge.net/project/admin/?group_id=123456&quot;. Esse último número do endereço é o GROUP ID do seu projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Requisitos&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Antes de tudo nós devemos baixar a versão estável mais recente do MediaWiki (no momento da elaboração deste tutorial é a 1.15.4). Para isso, execute o comando a seguir (você pode ir até a &lt;a href=&quot;http://www.mediawiki.org/wiki/Download&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;página de Download do MediaWiki&lt;/a&gt; para verificar se já existe uma versão mais nova).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$ wget http://download.wikimedia.org/mediawiki/1.15/mediawiki-1.15.4.tar.gz&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Além disso, precisaremos de um cliente de FTP para enviar o MediaWiki para a &lt;a href=&quot;http://sourceforge.net/apps/trac/sourceforge/wiki/Project%20web&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Project web&lt;/a&gt;. Eu utilizei dois: o &lt;b&gt;FileZilla&lt;/b&gt; (aplicação gráfica) e o &lt;b&gt;sftp&lt;/b&gt; (programa de linha de comando), dando preferência a usar o FileZilla e deixando o sftp apenas para criar os symbolic links, já que o FileZilla não consegue fazer isso. Darei aqui instruções genéricas, que poderão ser executadas em qualquer cliente de FTP. Utilize aquele com o qual você já está acostumado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para instalar o FileZilla e o sftp em uma distribuição Debian ou derivada, você pode executar o seguinte comando no terminal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-get install openssh-client filezilla&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
No mais, precisaremos de um navegador para acessar os sites (provavelmente você está usando um para ler isto, então com navegador não precisamos nos preocupar) e algum programa para editar os arquivos PHP. Para isso um editor de texto já é suficiente (o KWrite, que foi o que eu utilizei, reconhece inclusive a sintaxe do PHP), mas você pode utilizar algum programa mais específico, se preferir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pelo menos em tese não é necessário um ambiente Linux para realizar esse passo-a-passo, visto que o que descrevo aqui é basicamente a instalação de uma aplicação web. No entanto, é recomendável, visto que precisaremos criar &lt;b&gt;symbolic links&lt;/b&gt;, que são característicos do Linux. Se você encontrar um cliente de FTP para Windows que ofereça a possibilidade de criar symbolic links, pode fazer todo o passo-a-passo utilizando programas de Windows.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Configurações preliminares&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Antes de iniciar a instalação propriamente dita do MediaWiki, precisamos fazer algumas alterações no seu código para adaptá-lo ao servidor do SourceForge e configurar a base de dados do projeto (a &lt;a href=&quot;http://sourceforge.net/apps/trac/sourceforge/wiki/Project%20database&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Project database&lt;/a&gt;), que será utilizada para armazenamento do conteúdo que será postado futuramente na wiki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos primeiramente às alterações referentes ao código do MediaWiki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Extraia o arquivo compactado que você baixou do site do MediaWiki na etapa anterior:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$ tar -zxvf mediawiki-1.15.4.tar.gz&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Será criada uma pasta com o nome &quot;mediawiki-versão&quot; (nesse caso, &quot;mediawiki-1.15.4&quot;). Para facilitar as coisas, vamos renomeá-la para &quot;mediawiki&quot;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$ mv mediawiki-1.15.4 mediawiki&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Vamos agora abrir o arquivo &quot;mediawiki/config/index.php&quot;, que é o script de instalação do MediaWiki, e fazer algumas alterações nele. Utilize seu editor de texto favorito para abrí-lo (eu utilizei o KWrite, que detecta a sintaxe do PHP):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$ kwrite mediawiki/config/index.php&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Substitua a seguinte linha (se você baixou o MediaWiki pelo link forneci acima, é a linha 30):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$IP = dirname( dirname( __FILE__ ) );&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
por:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$IP = &#39;/home/groups/m/me/meuprojeto/htdocs/mediawiki&#39;;&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Nesse mesmo arquivo, onde houver &quot;dbsource( &quot;../maintenance&quot; (são quatro linhas: 1099, 1133, 1134, 1167), devemos substituir por &quot;dbsource( &quot;$IP/maintenance&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, devemos substituir:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;Na linha 1099: dbsource( &quot;../maintenance/users.sql&quot;, $wgDatabase );
Na linha 1133: dbsource( &quot;../maintenance/tables.sql&quot;, $wgDatabase );
Na linha 1134: dbsource( &quot;../maintenance/interwiki.sql&quot;, $wgDatabase );
Na linha 1167: dbsource( &quot;../maintenance/users.sql&quot;, $wgDatabase );&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
por:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;Na linha 1099: dbsource( &quot;$IP/maintenance/users.sql&quot;, $wgDatabase );
Na linha 1133: dbsource( &quot;$IP/maintenance/tables.sql&quot;, $wgDatabase );
Na linha 1134: dbsource( &quot;$IP/maintenance/interwiki.sql&quot;, $wgDatabase );
Na linha 1167: dbsource( &quot;$IP/maintenance/users.sql&quot;, $wgDatabase );&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Salve e feche o arquivo &quot;mediawiki/config/index.php&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se quiser reduzir o tamanho do upload, você pode excluir as traduções do MediaWiki referentes aos idiomas que você não utilizará na sua wiki. Elas se encontram na pasta &quot;mediawiki/languages/messages/&quot;. Eu deixei apenas os arquivos &quot;MessagesEn.php&quot; e &quot;MessagesPt_br.php&quot;, que representam as traduções para o inglês internacional e o português brasileiro, respectivamente. Com isso eu reduzi o tamanho da pasta &quot;mediawiki&quot; em incríveis 32 MB!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Feito isso, terminamos as alterações com relação ao código do MediaWiki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos criar agora o arquivo &quot;.htaccess&quot; fora da pasta &quot;mediawiki&quot;. Os usuários de Apache já devem saber que esse arquivo nos permite fazer alterações na configuração do Apache de forma local, sem ter acesso à configuração do servidor em si (arquivo &quot;httpd.conf&quot;). No caso do MediaWiki, ele terá dois propósitos interessantes: reduzir o endereço dos artigos (você pode obter mais informações sobre esta utilização em particular &lt;a href=&quot;http://www.mediawiki.org/wiki/Manual:Short_URL/wiki/Page_title_--_no_root_access&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;) e redirecionar o usuário do endereço da Project web para o endereço da wiki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Novamente, utilizarei o KWrite. Com o comando a seguir, o arquivo será criado no mesmo diretório do arquivo &quot;mediawiki-1.15.4.tar.gz&quot; e da pasta &quot;mediawiki&quot;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$ kwrite .htaccess&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Copie e cole o seguinte conteúdo para dentro do arquivo, salve-o e feche-o:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;RewriteEngine On
RewriteRule ^admin/([a-z]*)/(.*)$ /mediawiki/index.php?action=$1&amp;title=$2 [L,QSA]
RewriteRule ^wiki/(.*)$ /mediawiki/index.php?title=$1 [PT,L,QSA]
RewriteRule ^wiki/*$ /mediawiki/index.php [L,QSA]
RewriteRule ^/*$ /mediawiki/index.php [L,QSA]
RewriteRule ^admin/login /wiki/Special:UserLogin [L,QSA]
RewriteRule ^admin/logout /wiki/Special:UserLogout [L,QSA]
RewriteRule ^admin/sidebar /admin/edit/MediaWiki:Sidebar [L,QSA]&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Vamos agora às configurações referentes ao SourceForge.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faça &lt;a href=&quot;https://sourceforge.net/account/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;login no SourceForge&lt;/a&gt;, acesse a página do seu projeto (&quot;http://sourceforge.net/projects/meuprojeto/&quot;), aponte para &quot;Project Admin&quot; e clique em &quot;Feature Settings&quot;. Clique então no link &quot;Manage&quot; ao lado de &quot;Project Database (MySQL)&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa página, você pode definir as senhas dos três usuários que o SourceForge disponibiliza para que as páginas da sua Project web acessem a Project database (para mais informações, veja a &lt;a href=&quot;http://sourceforge.net/apps/trac/sourceforge/wiki/Project%20database&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;documentação da Project database&lt;/a&gt;). Defina as senhas dos três usuários, com destaque para o último usuário (&quot;m12345admin&quot;), que tem privilégios de administrador e será utilizado pelo MediaWiki para acessar a base de dados do seu projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acesse agora a interface do phpMyAdmin no SourceForge em &quot;https://mysql-m.sourceforge.net/&quot; (para mais informações, veja a &lt;a href=&quot;https://sourceforge.net/apps/trac/sourceforge/wiki/phpMyAdmin&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;documentação do phpMyAdmin no SourceForge&lt;/a&gt;) usando o usuário &quot;m12345admin&quot; e a senha que você acabou de definir e crie um banco de dados para o MediaWiki. Sugiro que o nome seja algo como &quot;m12345_wiki&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Upload do MediaWiki&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Feitas as configurações preliminares, podemos enviar os arquivos do MediaWiki para o servidor e prosseguir à instalação. Usando um cliente de FTP, se conecte ao servidor do SourceForge e entre na Project web. Lembre-se que, para isso, você deve fornecer ao cliente de FTP os seguintes dados (para mais informações veja a &lt;a href=&quot;http://sourceforge.net/apps/trac/sourceforge/wiki/Project%20web&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;documentação da Project web no SourceForge&lt;/a&gt;):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Host:&lt;/b&gt; web.sourceforge.net&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Porta:&lt;/b&gt; 22&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Tipo de conexão:&lt;/b&gt; SFTP (SSH File Transfer Protocol)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Usuário:&lt;/b&gt; usuario,meuprojeto&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Senha:&lt;/b&gt; a senha da sua conta (usuario) no SourceForge&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Pasta remota pré-definida:&lt;/b&gt; /home/groups/m/me/meuprojeto/htdocs/&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;
Faça o upload do diretório &quot;mediawiki&quot; e do arquivo &quot;.htaccess&quot; para a raiz do site (&quot;/home/groups/m/me/meuprojeto/htdocs/&quot;). Depois, entre no diretório &quot;mediawiki&quot; que está no site e apague os diretórios &quot;config&quot; e &quot;images&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre agora no diretório &quot;persistent&quot; do servidor (&quot;/home/groups/m/me/meuprojeto/persistent/&quot;) e crie um diretório &quot;mediawiki&quot;. Entre no diretório &quot;mediawiki&quot; do seu computador e faça o upload dos diretórios &quot;config&quot; e &quot;images&quot; para o diretório &quot;mediawiki&quot; que você acabou de criar no servidor (&quot;/home/groups/m/me/meuprojeto/persistent/mediawiki/&quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora vamos criar symbolic links para os diretórios &quot;config&quot; e &quot;images&quot; que acabamos de enviar para o servidor dentro da pasta &quot;mediawiki&quot; para que eles possam ser acessados pelo MediaWiki. Essa parte deve ser feita usando o sftp. Os comandos que devem ser executados são os listados abaixo. O primeiro comando serve apenas para fazer a conexão, portanto se você já vinha usando o sftp sua execução é desnecessária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$ sftp usuario,meuprojeto@web.sourceforge.net:/home/groups/m/me/meuprojeto/htdocs/

sftp&gt; symlink /home/groups/m/me/meuprojeto/persistent/mediawiki/config /home/groups/m/me/meuprojeto/htdocs/mediawiki/config

sftp&gt; chmod 777 /home/groups/m/me/meuprojeto/persistent/mediawiki/config

sftp&gt; symlink /home/groups/m/me/meuprojeto/persistent/mediawiki/images /home/groups/m/me/meuprojeto/htdocs/mediawiki/images

sftp&gt; chmod 777 /home/groups/m/me/meuprojeto/persistent/mediawiki/images

sftp&gt; exit&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Em uma instalação normal, não seria necessário armazenar os diretórios &quot;config&quot; e &quot;images&quot; em um local externo ao diretório &quot;mediawiki&quot; e referenciá-los através de symbolic links. O problema é que a configuração do Apache no SourceForge é feita de maneira a não permitir a gravação de arquivos no diretório &quot;/home/groups/m/me/meuprojeto/htdocs&quot;. Assim, temos que usar o diretório &quot;/home/groups/m/me/meuprojeto/persistent&quot;, que eles criaram para essa finalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se não fizéssemos essa &quot;manobra&quot;, ao executar o script de instalação do MediaWiki obteríamos uma mensagem de erro informando que são necessários direitos de gravação no diretório &quot;config&quot;. A mesma coisa aconteceria com o diretório &quot;images&quot; ao tentar fazer uploads de imagens para a wiki após a instalação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Instalação&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Agora sim podemos prosseguir à instalação normal do MediaWiki. Acesse o endereço &quot;http://meuprojeto.sourceforge.net/mediawiki/config/&quot; em seu navegador e preencha o formulário que aparece com os seguintes dados:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Wiki name:&lt;/b&gt; MeuProjeto&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Contact e-mail:&lt;/b&gt; usuario@users.sourceforge.net&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Admin username:&lt;/b&gt; WikiSysop&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Password:&lt;/b&gt; defina uma senha de sua preferência&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Desabilite todas as funções referentes a &lt;b&gt;cache&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;e-mail&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Database type:&lt;/b&gt; MySQL&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Database host:&lt;/b&gt; mysql-m&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Database name:&lt;/b&gt; m12345_wiki&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;DB username:&lt;/b&gt; m12345admin&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;DB password:&lt;/b&gt; coloque a senha do usuário &quot;m12345admin&quot;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;
Fornecidos os dados necessários, clique em &quot;Install MediaWiki!&quot;, no final da página.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Terminada a configuração, ele gerará o arquivo &quot;LocalSettings.php&quot; dentro da pasta &quot;/home/groups/m/me/meuprojeto/persistent/mediawiki/config&quot; no servidor. Usando o cliente de FTP, baixe esse arquivo para que possamos fazer algumas alterações nele e enviá-lo novamente para o servidor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abra-o com o editor de texto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$ kwrite LocalSettings.php&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Antes da linha:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$wgScriptExtension = &quot;.php&quot;;&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
acrescente as linhas a seguir (para mais informações sobre a função dessas linhas, leia &lt;a href=&quot;http://www.mediawiki.org/wiki/Manual:$wgActionPaths&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;esta página&lt;/a&gt;):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$actions = array(&#39;view&#39;, &#39;edit&#39;, &#39;watch&#39;, &#39;unwatch&#39;, &#39;delete&#39;,&#39;revert&#39;, &#39;rollback&#39;, &#39;protect&#39;,
&#39;unprotect&#39;,&#39;info&#39;,&#39;markpatrolled&#39;,&#39;validate&#39;,&#39;render&#39;,&#39;deletetrackback&#39;,&#39;print&#39;,
&#39;dublincore&#39;,&#39;creativecommons&#39;,&#39;credits&#39;,&#39;submit&#39;,&#39;viewsource&#39;,&#39;history&#39;,&#39;purge&#39;);

foreach ($actions as $a)
$wgActionPaths[$a] = &quot;/admin/$a/$1&quot;;

$wgArticlePath = &quot;/wiki/$1&quot;;
$wgUsePathInfo = true;&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Habilite os uploads alterando essa linha:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$wgEnableUploads = false;&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
para:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$wgEnableUploads = true;&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Se desejar, você pode fazer mais configurações nesse arquivo. No meu caso, eu impedi que os usuários não cadastrados fizessem qualquer coisa que não fosse ler os artigos da wiki, até mesmo a criação de uma conta só poderá ser feita pelo administrador da wiki:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$wgGroupPermissions[&#39;*&#39;][&#39;createaccount&#39;]    = false;
$wgGroupPermissions[&#39;*&#39;][&#39;read&#39;]             = true;
$wgGroupPermissions[&#39;*&#39;][&#39;edit&#39;]             = false;
$wgGroupPermissions[&#39;*&#39;][&#39;createpage&#39;]       = false;
$wgGroupPermissions[&#39;*&#39;][&#39;createtalk&#39;]       = false;
$wgGroupPermissions[&#39;*&#39;][&#39;writeapi&#39;]         = false;

$wgDisabledActions = array(&#39;history&#39;);&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Eu também instalei as extensões &lt;a href=&quot;http://www.mediawiki.org/wiki/Extension:Multilang&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Multilang&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://www.mediawiki.org/wiki/Extension:Polyglot&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Polyglot&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://www.mediawiki.org/wiki/Extension:LanguageSelector&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;LanguageSelector&lt;/a&gt;, referentes à visualização de conteúdo em diferentes idiomas. Não entrarei em detalhes à respeito de personalizações do MediaWiki, deixando esse assunto para um possível próximo artigo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Terminadas as alterações, salve o arquivo, feche o editor de texto, volte ao cliente de FTP e faça o upload do arquivo &quot;LocalSettings.php&quot; alterado para a pasta &quot;/home/groups/m/me/meuprojeto/htdocs/mediawiki/&quot; no servidor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente, por questões de segurança, apague o symbolic link para o diretório &quot;config&quot; criado na etapa anterior, impedindo que qualquer um tenha acesso ao script de instalação do MediaWiki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Utilização&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Se nada de errado ocorreu, você agora tem uma wiki que funciona de forma semelhante à &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Wikipédia&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para fins de demonstração, acesse a home page do seu projeto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;http://meuprojeto.sourceforge.net/&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Você será redirecionado automaticamente para o endereço da wiki:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;http://meuprojeto.sourceforge.net/wiki/&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
O caminho para qualquer artigo com o título MeuArtigo será:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;http://meuprojeto.sourceforge.net/wiki/MeuArtigo&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Aliás, o caminho para a home page (que, na wiki, também é considerada um artigo) será:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;http://meuprojeto.sourceforge.net/wiki/Main_Page&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Além disso, quaisquer ações (editar, excluir, deletar, mover) referentes aos artigos serão acessadas via:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;http://meuprojeto.sourceforge.net/admin/nome_da_acao/nome_do_artigo&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Por exemplo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;http://myproject.sourceforge.net/admin/edit/Main_Page&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
O login, o logout e a edição da barra de navegação lateral também foram facilitados:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;http://myproject.sourceforge.net/admin/login
http://myproject.sourceforge.net/admin/logout
http://myproject.sourceforge.net/admin/sidebar&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Para os que desejarem ver o resultado desse artigo já em aplicação, aqui está o link para a &lt;a href=&quot;http://avmlinux.sourceforge.net/&quot;&gt;home page do projeto AvmLinux&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espero que tenham gostado do passo-a-passo e que ele possa ser útil para vocês assim como foi para mim. Um abraço a todos e até a próxima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Fontes&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div id=&quot;fontes&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://monda.hu/blog/2006/03/03/mediawiki-on-sourceforge-the-howto/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://monda.hu/blog/2006/03/03/mediawiki-on-sourceforge-the-howto/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://sourceforge.net/apps/trac/sourceforge/wiki/WikiStart&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://sourceforge.net/apps/trac/sourceforge/wiki/WikiStart&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://sourceforge.net/apps/trac/sourceforge/wiki/Project%20web&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://sourceforge.net/apps/trac/sourceforge/wiki/Project web&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://sourceforge.net/apps/trac/sourceforge/wiki/Project%20database&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://sourceforge.net/apps/trac/sourceforge/wiki/Project database&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://sourceforge.net/apps/trac/sourceforge/wiki/phpMyAdmin&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://sourceforge.net/apps/trac/sourceforge/wiki/phpMyAdmin&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mediawiki.org/wiki/Sysadmin_hub&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.mediawiki.org/wiki/Sysadmin_hub&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mediawiki.org/wiki/Manual:Running_MediaWiki_on_Sourceforge.net&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.mediawiki.org/wiki/Manual:Running_MediaWiki_on_Sourceforge.net&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mediawiki.org/wiki/Manual:Short_URL/wiki/Page_title_--_no_root_access&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.mediawiki.org/wiki/Manual:Short_URL/wiki/Page_title_--_no_root_access&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mediawiki.org/wiki/Manual:$wgActionPaths&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.mediawiki.org/wiki/Manual:$wgActionPaths&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://avmlinux.blogspot.com/2010/06/mediawiki-sourceforge.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-572961515729808244.post-502846833186025953</guid><pubDate>Sat, 29 May 2010 11:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-29T08:56:01.263-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Criação de LiveCDs</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Instalação de programas</category><title>Exibindo um splash durante o boot com Splashy</title><description>Dando continuidade às minhas pesquisas sobre a criação de LiveCDs, decidi seguir a sequência do boot e pesquisar o componente que seria exibido para o usuário logo após o gerenciador de boot: o &lt;b&gt;splash&lt;/b&gt; (&quot;tela de carregamento&quot;). Há no Linux diversos programas que podem ser utilizados para tal finalidade, entre eles o &lt;b&gt;Splashy&lt;/b&gt;, cujas instalação, configuração e personalização trataremos nesse artigo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img13.imageshack.us/img13/4237/splashy01.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img13.imageshack.us/img13/4237/splashy01.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale observar que, apesar da intenção do artigo ser continuar a série de artigos voltados para a criação de LiveCDs, o Splashy também pode ser utilizado em um sistema Linux instalado no disco rígido. Para esse tipo de instalação os passos citados nesse artigo permanecem os mesmos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;O que é o Splashy e como ele funciona?&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Nos artigos anteriores, vimos como funciona o processo de boot em um LiveCD: primeiramente, é carregado o gerenciador de boot (&lt;b&gt;bootloader&lt;/b&gt;). Os gerenciadores de boot mais conhecidos e utilizados são o GRUB, que abordei no &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/01/live-cd-debian-lenny.html&quot;&gt;primeiro artigo da série&lt;/a&gt;, o ISOLINUX, que também abordei &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/03/guia-de-referencia-do-isolinux-parte-1.html&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;, e o LILO, que não é utilizado em LiveCDs, mas ainda pode ser encontrado em instalações Linux feitas em computadores mais antigos. Qualquer que seja o gerenciador de boot que você estiver utilizando, ele deverá permitir ao usuário escolher o kernel que será carregado logo em seguida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vimos também que, como o kernel não pode acessar diretamente o sistema de arquivos em um LiveCD durante o boot, pois o mesmo se encontra compactado, é carregado antes dele um sistema de arquivos mínimo, chamado initramfs. Esse sistema de arquivos mínimo será utilizado pelo kernel para executar os primeiros procedimentos de boot, que incluem detecção de hardware, processamento dos parâmetros passados pelo gerenciador de boot e montagem de sistemas de arquivos. Terminados esses procedimentos, o sistema de arquivos principal poderá ser acessado pelo kernel e o restante do processo de boot é realizado como em uma instalação convencional do Linux feita no disco rígido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ora, se desejamos exibir um splash no lugar das mensagens que aparecem na tela durante o boot (nesse caso, um bootsplash, só para usar um termo mais específico), só existe duas opções onde podemos inseri-lo: no initramfs ou no próprio kernel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inserção do bootsplash no kernel já foi uma prática muito comum. O programa mais conhecido entre os que se encontram nessa categoria é o &lt;b&gt;Bootsplash&lt;/b&gt;. Ele foi utilizado por várias distribuições, como o OpenSUSE, o Mandriva (que na época era na verdade duas distribuições distintas: o Mandrake e o Conectiva) e o Kurumin, só para citar alguns exemplos. O processo de integração do Bootsplash com o kernel, no entanto, era muito complexo, uma vez que exigia configuração manual da barra de progresso, feita pela inclusão de linhas de código nos scripts de inicialização, e recompilação do kernel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o desenvolvimento dos programas de bootsplash, percebeu-se que era mais prático embutir o bootsplash no initramfs, sem prejuízo na funcionalidade. Entre os programas de bootsplash que se enquadram nessa categoria podemos citar o &lt;b&gt;USplash&lt;/b&gt;, que já era disponível no Debian Etch e ainda pode ser encontrado nos repositórios do Debian Lenny, o &lt;b&gt;Splashy&lt;/b&gt;, disponível no Debian Lenny, e o &lt;b&gt;Plymouth&lt;/b&gt;, que se encontra atualmente disponível nos repositórios do Debian Sid e já é utilizado nas versões mais recentes do Ubuntu e do Fedora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Splashy é a continuação do projeto Bootsplash e é o programa de bootsplash oficial do Debian Lenny, motivos pelos quais o escolhi para tratar neste artigo. Ele dispensa ao usuário editar os scripts de inicialização ou recompilar o kernel, sendo toda a sua instalação, configuração, personalização e execução feita por programas que se encontram dentro do próprio sistema que se encontra em execução (&quot;in user-space&quot;, como você encontra no site do Splashy).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Instalação do Splashy&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
A instalação do Splashy pode ser feita facilmente no Debian e derivados a partir do pacote &lt;b&gt;splashy&lt;/b&gt; que se encontra disponível nos repositórios oficiais do Debian Lenny. Opcionalmente, você pode instalar também os temas para Splashy feitos pela equipe do Debian, disponíveis no pacote &lt;b&gt;splashy-themes&lt;/b&gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-get install splashy splashy-themes&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Lembrando que para ter acesso aos repositórios do Debian Lenny você deve ter as seguintes linhas acrescentadas no arquivo &quot;/etc/apt/sources.list&quot;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;deb http://ftp.br.debian.org/debian/ lenny main contrib non-free
deb http://ftp.br.debian.org/debian-security/ lenny/updates main contrib non-free
deb http://ftp.br.debian.org/debian-volatile/ lenny/volatile main contrib non-free&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Além disso, é bom lembrar também que antes de instalar ou atualizar programas devemos sempre atualizar a lista de pacotes dos nossos repositórios. Para isso, execute o comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-get update&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Depois de baixados e instalados os pacotes, abra o arquivo de configuração do GRUB (&quot;/boot/grub/menu.lst&quot;) e altere a linha referente ao kernel, acrescentando &quot;vga=791 splash&quot;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;TITLE Debian GNU/Linux, kernel 2.6.26-2-686
ROOT (hd0,0)
KERNEL /boot/vmlinuz-2.6.26-2-686 root=/dev/hda1 ro quiet vga=791 splash
INITRD /boot/initrd.img-2.6.26-2-686&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Os parâmetros que acrescentamos agora à configuração do GRUB informarão ao kernel que devem ser carregados durante o boot o &lt;b&gt;framebuffer&lt;/b&gt;, necessário para a execução do Splashy, com resolução 1024x768 (parâmetro &quot;vga=791&quot;), e o bootsplash (&quot;splash&quot;). Observe que é interessante que o parâmetro &quot;quiet&quot; também seja informado nessa linha, pois se isso não ocorrer o kernel mostrará dezenas de mensagens antes da exibição do Splashy. Se esse parâmetro não existia na sua configuração original do GRUB, acrescente-o.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Observe que é possível configurar o framebuffer para utilizar outras resoluções. Pode ser interessante utilizar a resolução 800x600, passando como parâmetro ao kernel &quot;vga=788&quot;. As resoluções suportadas e os códigos correspondentes encontram-se na tabela a seguir, extraída do arquivo readme do Splashy, que você pode encontrar na pasta &quot;/usr/share/doc/splashy/&quot;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;                  640x480    800x600    1024x768       1280x1024       1600x1200
 256 colors (8b)    769        771         773            775             796
 32K colors (15b)   784        787         790            793             797
 64K colors (16b)   785        788         791            794             798
 16M colors (24b)   786        789         792            795             799&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Salve o arquivo de configuração do GRUB e reinicie o computador. Ao iniciar o Linux, você deve ver agora o tema padrão do Splashy:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img24.imageshack.us/img24/2738/splashy02.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img24.imageshack.us/img24/2738/splashy02.png&quot; height=&quot;240&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Observe que durante a instalação do pacote &lt;b&gt;splashy&lt;/b&gt;, o Splashy já é inserido no initramfs. Após quaisquer alterações que fizermos na configuração do Splashy ou no tema do Splashy que estamos utilizando durante o boot deveremos executar o comando a seguir para atualizar a configuração do Splashy dentro do initramfs:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# update-initramfs -u -t -k $(uname -r)&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Instalação de programas adicionais&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Para configurar e, principalmente, personalizar o Splashy, utilizaremos programas gráficos. Nesse artigo, abordarei dois: o &lt;b&gt;StartUp-Manager&lt;/b&gt;, que permite instalar temas e configurar o Splashy, e o &lt;b&gt;Splashy Manager&lt;/b&gt;, mais conhecido como &lt;b&gt;GSplashy&lt;/b&gt;, que, além disso, permite também criar temas para o Splashy.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Splashy Manager é o meu preferido por ter mais funcionalidades com relação ao Splashy. O StartUp-Manager, apesar de oferecer menos recursos com relação ao Splashy, possui mais funcionalidades com relação ao processo de boot como um todo, permitindo configurar outros aspectos do processo, como, por exemplo, o gerenciador de boot. Sinta-se a vontade para utilizar o programa que preferir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A instalação do StartUp-Manager é mais fácil, uma vez que é feita a partir do pacote startupmanager disponível nos repositórios do Debian Lenny. Para instalá-lo, basta executar o seguinte comando no terminal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-get install startupmanager&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Uma vez instalado, o StartUp-Manager encontra-se disponível na seção &quot;Sistema&quot; do &quot;menu K&quot;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img443.imageshack.us/img443/6348/splashy03.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img443.imageshack.us/img443/6348/splashy03.png&quot; height=&quot;240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img191.imageshack.us/img191/924/splashy04.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img191.imageshack.us/img191/924/splashy04.png&quot; height=&quot;240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
A instalação do Splashy Manager é um pouco mais complicada que a do StartUp-Manager, pois teremos que baixar e compilar seu código-fonte, além de criar manualmente um atalho para ele no &quot;menu K&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiramente, devemos instalar as dependências do Splashy Manager. Felizmente, essas dependências possuem pacotes nos repositórios do Debian Lenny e podem ser instaladas facilmente pelo comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-get install libglade2-dev libsplashy1-dev build-essential&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Agora sim vamos baixar e instalar o Splashy Manager. Para isso, execute os seguintes comandos no terminal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$ wget http://alioth.debian.org/frs/download.php/2243/gsplashy-0.1.tar.gz
$ tar -zxvf gsplashy-0.1.tar.gz
$ cd gsplashy-0.1
$ ./configure
$ make
# make install&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Para criar um atalho no menu, usando seu editor de texto preferido (eu escolhi o KWrite), crie um arquivo na pasta &quot;/usr/share/applications/&quot;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# kwrite /usr/share/applications/gsplashy.desktop&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Copie e cole o seguinte conteúdo para o editor de texto e salve o arquivo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;[Desktop Entry]
Name=Splashy Manager
Comment=Manage your boot splash
Exec=gksu gsplashy
Icon=/usr/local/share/pixmaps/gsplashy/gsplashy.svg
Terminal=false
Type=Application
Categories=System;Settings;&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Feito isso, a partir de agora você poderá acessar o Splashy Manager na seção &quot;Sistema&quot; do &quot;menu K&quot;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img188.imageshack.us/img188/4826/splashy05.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img188.imageshack.us/img188/4826/splashy05.png&quot; height=&quot;240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img196.imageshack.us/img196/6378/splashy06.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img196.imageshack.us/img196/6378/splashy06.png&quot; height=&quot;240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Vejamos agora como podemos, utilizando os dois programas vistos no tópico anterior, instalar e criar temas para o Splashy. Depois veremos como editar temas já existentes e, por último, veremos como utilizar o Splashy em um LiveCD.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Instalando novos temas para o Splashy&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Vou demonstrar agora como instalar o tema Fingerprint, que pode ser baixado do &lt;a href=&quot;http://splashy.alioth.debian.org/wiki/themes/contrib&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;site oficial do Splashy&lt;/a&gt; através do seguinte comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$ wget http://splashy.alioth.debian.org/wiki/_media/themes/fingerprint-1.0-theme.tar.gz&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Se desejar utilizar outro tema, você pode encontrar mais temas no site oficial do Splashy ou no &lt;a href=&quot;http://kde-look.org/index.php?xcontentmode=61x66x67x68x79&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;site do KDE-Look.org&lt;/a&gt;. Lembre-se de alterar os comandos que informarei a seguir conforme suas necessidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;Usando o terminal&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Uma vez baixado o tema desejado, execute o seguinte comando no terminal, passando como parâmetro o nome do arquivo que você baixou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# splashy_config -i fingerprint-1.0-theme.tar.gz&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Esse comando copiará o tema para a pasta de temas do Splashy (&quot;/etc/splashy/themes&quot;). Para defini-lo como o tema do Splashy, execute agora o comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# splashy_config -s fingerprint&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
E em seguida atualize o initramfs:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# update-initramfs -u -t -k $(uname -r)&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Para testar se o tema foi aplicado corretamente não é necessário reiniciar o computador. Você pode fazer isto através do comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# splashy test&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
A tela do Splashy será exibida da mesma forma como será exibida durante o boot. Pressione ESC para sair dela e finalizar o teste.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img266.imageshack.us/img266/8484/splashy07.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img266.imageshack.us/img266/8484/splashy07.png&quot; height=&quot;240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;Usando o StartUp-Manager&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Uma vez baixado o tema desejado, inicie o StartUp-Manager, vá até a aba &quot;Appearance&quot; e clique no botão &quot;Manage splashy themes...&quot;, que está na seção &quot;Splashy themes&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img693.imageshack.us/img693/4582/splashy08.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img693.imageshack.us/img693/4582/splashy08.png&quot; height=&quot;240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
A caixa de diálogo que aparece lista todos os temas do Splashy instalados. Clique no botão &quot;Add&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img28.imageshack.us/img28/995/splashy09.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img28.imageshack.us/img28/995/splashy09.png&quot; height=&quot;240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Informe onde está o arquivo .tar.gz (a extensão .tar.bz2 também é aceita) e clique em &quot;Open&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img696.imageshack.us/img696/5795/splashy10.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img696.imageshack.us/img696/5795/splashy10.png&quot; height=&quot;240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Após isso, você deve fechar a caixa de diálogo, voltando à tela principal do StartUp-Manager. No menu drop-down &quot;Splashy theme&quot; selecione o tema que você deseja que seja exibido durante o boot (nesse caso, o Fingerprint, que você acabou de instalar).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img580.imageshack.us/img580/9575/splashy11.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img580.imageshack.us/img580/9575/splashy11.png&quot; height=&quot;240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Você pode clicar em &quot;Preview theme&quot; para visualizar o tema. A tela do Splashy será então exibida da mesma forma como será exibida durante o boot. Pressione ESC quando desejar encerrar o teste.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;Usando o Splashy Manager&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Uma vez baixado o tema desejado, inicie o Splashy Manager. Já na tela principal aparece uma lista com todos os temas do Splashy instalados. Clique no botão &quot;Install a theme&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img535.imageshack.us/img535/7413/splashy12.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img535.imageshack.us/img535/7413/splashy12.png&quot; height=&quot;240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Informe onde está o arquivo .tar.gz do tema (lembrando que a extensão .tar.bz2 também é aceita) e clique em &quot;Open&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltando para a lista de temas do Splashy, clique no tema que você deseja que seja exibido durante o boot (nesse caso, o Fingerprint, que você acabou de instalar). Você será avisado sobre a atualização do initramfs.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img208.imageshack.us/img208/9590/splashy13.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img208.imageshack.us/img208/9590/splashy13.png&quot; height=&quot;240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Feche o aviso e o Splashy Manager, abra o terminal e execute o comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# update-initramfs -u -t -k $(uname -r)&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Criando um tema&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Para os que gostam de utilizar o terminal, o Splashy tem a sua própria ferramenta para a criação de temas. Para usá-la, execute no terminal o seguinte comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$ splashy_config -c&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Várias perguntas serão feitas a você a respeito do tema. Respondendo a essas perguntas, no final do processo será criada uma pasta com os arquivos do tema. Para finalizar, você deve transformar essa pasta em um arquivo .tar.gz, de modo que você possa guardar o tema e instalá-lo usando os passos descritos anteriormente. Para isso, execute o seguinte comando no terminal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$ tar czf nome_do_tema.tar.gz nome_do_tema&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Não entrarei em detalhes a respeito do uso dessa ferramenta visto que é possível usar para a mesma tarefa uma ferramenta gráfica muito mais intuitiva, fácil de usar e com igual funcionalidade: o Splashy Manager.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para criar um tema com o Splashy Manager, estando ele aberto, clique no botão &quot;Create a theme&quot;. Surge então uma caixa de diálogo com quatro abas que agrupam as informações referentes ao tema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira delas é a aba informações (&quot;Info&quot;). Nela você deve digitar as informações gerais referentes ao seu tema: nome (campo &quot;Name&quot;), versão (&quot;Version&quot;), descrição (&quot;Description&quot;), site (&quot;Url&quot;s) e autor (&quot;Author&quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img695.imageshack.us/img695/2903/splashy14.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img695.imageshack.us/img695/2903/splashy14.png&quot; height=&quot;240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Note que dentre essas informações a mais relevante é a primeira, o nome do tema. Além do próprio tema, a pasta na qual ele será armazenado também receberá esse nome, assim como o arquivo .tar.gz que criaremos no final do processo para que seja possível distribuir e instalar o tema seguindo os passos já vistos. Portanto, é interessante que o nome do tema seja simples, de fácil digitação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A segunda aba, fundo (&quot;Background&quot;), é dividida em três seções: imagens (&quot;Images&quot;), dimensões (&quot;Dimensions&quot;) e efeitos (&quot;FX&quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img194.imageshack.us/img194/3613/splashy15.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img194.imageshack.us/img194/3613/splashy15.png&quot; height=&quot;240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Na primeira delas, você deve especificar quais imagens serão exibidas durante a inicialização (&quot;boot&quot;), o desligamento (&quot;shutdown&quot;), a ocorrência de um erro (&quot;error&quot;), o retorno de uma hibernação (&quot;resume&quot;) e o início de uma hibernação (&quot;suspend&quot;). Você pode optar por escolher imagens diferentes ou utilizar a mesma imagem (mais comum) em todas as opções. É importante observar que o Splashy só suporta imagens em formato PNG.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na segunda, você deve informar qual será a largura (&quot;Width&quot;) e altura (&quot;Height&quot;) da imagem que será exibida. É recomendável aqui especificar o tamanho 1024 X 768, que é mais comum. É interessante também que a resolução aqui informada coincida com a informada na configuração do gerenciador de boot.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na terceira e última seção da segunda aba você deve especificar quais efeitos deseja que sejam exibidos. Marque a opção &quot;Verbose on error&quot; se desejar que, caso seja gerada alguma mensagem de erro, esta seja exibida na tela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Indo para a terceira aba, barra de progresso (&quot;Progress bar&quot;), você irá configurar a barra de progresso, que pode, ou não, ser exibida em todos ou em apenas alguns processos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img23.imageshack.us/img23/4360/splashy16.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img23.imageshack.us/img23/4360/splashy16.png&quot; height=&quot;240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Na primeira seção, exibir (&quot;Show&quot;), você deve marcar em quais processos deve ser exibida a barra de progresso: inicialização (&quot;On boot&quot;), desligamento (&quot;On shutdown&quot;), retorno de hibernação (&quot;On resume&quot;) e início de hibernação (&quot;On suspend&quot;). Deve informar também, em cada um deles, a direção em que a barra de progresso deve se mover: da esquerda para a direita (&quot;Forward&quot;) ou da direita para a esquerda (&quot;Backward&quot;). O mais comum é que durante a inicialização a barra se mova para a direita e durante o desligamento, da direita para a esquerda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na segunda seção, dimensões (&quot;Dimensions&quot;), configuraremos a posição - X e Y - e o tamanho da barra de progresso - largura (&quot;Width&quot;) e altura (&quot;Height&quot;) - em pixels. Observe que a posição é medida a partir do canto superior esquerdo da tela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na terceira seção, cor (&quot;Color&quot;), vocë pode definir as cores de frente e de fundo da barra de progresso. Na seção borda (&quot;Border&quot;), você pode definir também se a barra de progresso terá uma borda, marcando a opção habilitar (&quot;Enable&quot;) e definindo a cor de fundo. Os campos de texto com valores numéricos ao lado dos seletores de cor definem a opacidade (transparência) da cor, aceitando um valor inteiro entre 0 (invisível) e 255 (totalmente opaca).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na quarta e última aba, você pode configurar a exibição de uma caixa de texto. A caixa de texto serve para exibir as mensagens que aparecem no terminal. Sua utilização não é muito comum, visto que a maioria das pessoas não gosta das mensagens que aparecem no terminal e preferem ocupar toda a tela com uma imagem. Uma possibilidade interessante é exibi-las juntamente com a barra de progresso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img185.imageshack.us/img185/6078/splashy17.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img185.imageshack.us/img185/6078/splashy17.png&quot; height=&quot;240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Se você desejar exibir a caixa de texto, a primeira coisa que você deve fazer é marcar a opção habilitar (&quot;Enable&quot;). A partir daí, as outras opções estarão disponíveis para edição. São semelhantes às opções da aba anterior. Só há uma seção nova, fonte do texto (&quot;Text font&quot;), que configura o tipo, o tamanho e a cor da fonte que aparecerá na caixa de texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez que você terminou de configurar seu tema, clique no botão &quot;Apply&quot;. O Splashy Manager armazenará o tema dentro de uma pasta com o mesmo nome do tema em &quot;/etc/splashy/themes&quot; e configurará o Splashy para utilizar este tema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você deseja que ele seja exibido já no próximo boot, no terminal, execute o comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# update-initramfs -u -t -k $(uname -r)&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Para finalizar, se quiser distribuir o tema, você deve transforma-lo em um arquivo .tar.gz. Para isso, execute o seguinte comando no terminal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$ cd /etc/splashy/themes
# tar czf nome_do_tema.tar.gz nome_do_tema&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Modificando um tema&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Nem sempre nós acertamos todas as configurações durante a criação de um tema. Infelizmente, o Splashy Manager, utilizado no tópico anterior para criar o tema, não permite modificar um tema já existente. É bom saber, no entanto, que isso é possível e que, apesar de ser um processo manual, não é difícil de forma alguma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para modificar um tema do Splashy já existente vá até a pasta onde estão os temas do Splashy, &quot;/etc/splashy/themes&quot;, abra a pasta do tema que você deseja editar e abra utilizando um editor de texto o arquivo &quot;theme.xml&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você examinar esse arquivo, perceberá que ele contém as informações que nós passamos para o Splashy Manager durante a criação do tema. Você pode alterar esses valores como desejar e depois salvar o arquivo &quot;theme.xml&quot; e gerar um novo arquivo .tar.gz com o tema atualizado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando acabar a edição, salve o arquivo, feche o editor de texto, e gere um novo arquivo .tar.gz com o tema atualizado:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$ cd /etc/splashy/themes
# tar czf nome_do_tema.tar.gz nome_do_tema&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Se desejar aplicar as mudanças para que elas já sejam exibidas na próxima inicialização, execute os seguintes comandos no terminal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# splashy_config -s nome_do_tema
# update-initramfs -u -t -k $(uname -r)&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Utilizando no LiveCD&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Nos artigos anteriores, &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/01/live-cd-debian-lenny.html&quot;&gt;Criando um LiveCD a partir de uma instalação do Debian Lenny&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/03/guia-de-referencia-do-isolinux-parte-1.html&quot;&gt;Guia de referência do ISOLINUX&lt;/a&gt;, durante a inicialização dos LiveCDs que criamos apareciam mensagens na tela, mostrando os processos e serviços que estavam sendo carregados. A maioria dos usuários, no entanto, prefere saber o andamento do boot em termos de porcentagem e não de processos iniciados. Veremos agora como personalizar o boot do LiveCD com o Splashy.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como fiz no artigo Guia de referência do ISOLINUX, citarei apenas as alterações que devem ser feitas no &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/01/live-cd-debian-lenny.html&quot;&gt;artigo original&lt;/a&gt;. Este, portanto, é de leitura obrigatória para a execução do passo-a-passo que descreverei a seguir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recomendo que antes de começar a criação do LiveCD o tema que será aplicado já esteja pronto, dispensando a instalação de programas no LiveCD apenas para criar um tema para o Splashy. Se este tema estiver na Internet (você pode obter temas bem interessantes no &lt;a href=&quot;http://kde-look.org/index.php?xcontentmode=61x66x67x68x79&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;site do KDE-Look.org&lt;/a&gt; ou no próprio &lt;a href=&quot;http://splashy.alioth.debian.org/wiki/themes/contrib&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;site do Splashy&lt;/a&gt;), você poderá baixá-lo enquanto estiver dentro do sistema de trabalho. Se estiver no seu computador, você deverá passá-lo de alguma forma para o sistema de trabalho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma sugestão é copiar o arquivo .tar.gz do tema para a pasta &quot;/tmp&quot; do seu sistema (não do sistema de trabalho). Essa pasta será utilizada durante a criação do LiveCD mas não será mantida no mesmo. Perceba que na Etapa C, imediatamente antes de entrarmos no sistema de trabalho, nós a &quot;emprestamos&quot; ao sistema de trabalho (por isso passamos o parâmetro &lt;b&gt;--bind&lt;/b&gt; ao programa &lt;b&gt;mount&lt;/b&gt;) e no final da Etapa D, ao desmontá-la nós a &quot;tomamos de volta&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Terminadas as recomendações, vamos ao passo-a-passo. Se você decidiu seguir minha recomendação de copiar o arquivo .tar. gz do tema para a pasta &quot;/tmp&quot; do seu sistema, deve fazê-lo em qualquer momento antes de entrar no sistema de trabalho na Etapa C. Sendo esta a primeira alteração, a Etapa A e a Etapa B não têm modificações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Etapa C, após entrar no sistema de trabalho, instale o Splashy usando o comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-get install splashy&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Agora, ainda na Etapa C e dentro do sistema de trabalho, vamos instalar o tema do Splashy. Se você vai baixar um tema da internet, deve fazê-lo agora. De posse do tema, vá até a pasta onde o mesmo se encontra e execute os comandos a seguir. Lembre-se de que você deve alterar esses comandos conforme o tema que esteja instalando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# splashy_config -i avmlinux-theme-1.0.tar.gz
# rm avmlinux-theme-1.0.tar.gz
# splashy_config -s AvmLinux
# update-initramfs -u -t -k $(uname -r)&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
A última alteração ocorre na Etapa E, quando da configuração do gerenciador de boot. A seguir, apresento exemplos dos arquivos de configuração do &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/01/live-cd-debian-lenny.html&quot;&gt;GRUB&lt;/a&gt; e do &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/03/guia-de-referencia-do-isolinux-parte-1.html&quot;&gt;ISOLINUX&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Configuração do GRUB (&quot;/boot/grub/menu.lst&quot;):&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;DEFAULT 0
TIMEOUT 30
COLOR cyan/blue white/blue

TITLE Iniciar o Linux em modo grafico
KERNEL /boot/vmlinuz BOOT=live boot=live nopersistent rw quiet splash vga=791
INITRD /boot/initrd.gz    

TITLE Iniciar o Linux em modo texto
KERNEL /boot/vmlinuz BOOT=live boot=live nopersistent textonly rw quiet vga=791
INITRD /boot/initrd.gz    

TITLE Testar a memoria 
KERNEL /boot/memtest86+.bin    

TITLE Iniciar a partir do disco rigido
ROOT (hd0)    
CHAINLOADER +1&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Configuração do ISOLINUX (&quot;/boot/isolinux/isolinux.cfg&quot;):&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;DEFAULT vesamenu.c32
TIMEOUT 300
PROMPT 0

LABEL live
  MENU LABEL ^Iniciar o Linux em modo grafico
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND boot=live nopersistent rw quiet splash vga=791

LABEL text_only
  MENU LABEL Iniciar o Linux em modo ^texto
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND boot=live nopersistent textonly rw quiet vga=791

LABEL memtest
  MENU LABEL Testar a ^memoria
  KERNEL /boot/memtest86
  APPEND -

LABEL hd
  MENU LABEL Iniciar a partir do ^disco rigido
  LOCALBOOT 0x80
  APPEND -&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Executados todos os passos, durante o teste do LiveCD você deverá ver o Splashy em execução durante o boot. Veja como ficou o tema que eu criei como exemplo desse tutorial:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img84.imageshack.us/img84/7643/splashy18.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img84.imageshack.us/img84/7643/splashy18.png&quot; height=&quot;240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Nesse artigo vimos como personalizar o LiveCD em mais um de seus vários aspectos: o bootsplash. O mais interessante dessa personalização é que ela pode ser aplicada não só ao LiveCD, como também ao sistema que está instalado no disco rígido. Isso nos permite visualizar nosso tema antes mesmo que o LiveCD esteja criado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À medida em que for pesquisando e experimentando mais possibilidades escreverei mais artigos aqui no blog. Espero que estejam gostando dos artigos e que me acompanhem nas minhas pesquisas, corrigindo meus erros, enviando sugestões e compartilhando suas experiências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um abraço a todos e até a próxima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Fontes&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div id=&quot;fontes&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://maketecheasier.com/create-install-your-own-usplash-theme-in-ubuntu/2009/01/25&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://maketecheasier.com/create-install-your-own-usplash-theme-in-ubuntu/2009/01/25&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://packages.debian.org/lenny/splashy&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://packages.debian.org/lenny/splashy&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://packages.debian.org/lenny/startupmanager&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://packages.debian.org/lenny/startupmanager&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://sourceforge.net/projects/startup-manager/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://sourceforge.net/projects/startup-manager/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://splashy.alioth.debian.org/wiki/how_it_works&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://splashy.alioth.debian.org/wiki/how_it_works&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://splashy.alioth.debian.org/wiki/installation&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://splashy.alioth.debian.org/wiki/installation&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://splashy.alioth.debian.org/wiki/themes&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://splashy.alioth.debian.org/wiki/themes&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.bootsplash.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.bootsplash.org/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.guiadohardware.net/artigos/bootsplash/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.guiadohardware.net/artigos/bootsplash/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Boot-grafico-no-ArchLinux&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Boot-grafico-no-ArchLinux&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://avmlinux.blogspot.com/2010/05/splash-durante-o-boot-com-splashy.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-572961515729808244.post-4389693095344297702</guid><pubDate>Sun, 25 Apr 2010 00:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-24T21:23:22.874-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">BrOffice.org</category><title>Especial BrOffice.org</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img693.imageshack.us/img693/9673/especialbrofficeorg.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;http://img693.imageshack.us/img693/9673/especialbrofficeorg.png&quot; width=&quot;233&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Aproveitando a realização do &lt;a href=&quot;http://encontro.broffice.org/enbro4/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;IV EnBrO (IV Encontro Nacional do BrOffice.org)&lt;/a&gt;, que ocorreu nos dias 15 e 16 de abril, e os quase 10 anos de existência do OpenOffice.org, decidi tratar dele e da sua versão brasileira nos artigos e dicas do blog do AvmLinux. Aqui você conhecerá o OpenOffice.org e o BrOffice.org, saberá um pouco de suas histórias, aprenderá como instalá-los em seu computador e verá ainda algumas dicas de como utilizá-los de forma a aumentar a sua produtividade no computador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Clique nos links a seguir para ver os artigos e dicas do especial:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;p style=&quot;background: url(http://avmlinux.sourceforge.net/common/images/blog.png) no-repeat left 0px; padding-left: 20px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/apresentando-o-openofficeorg.html&quot;&gt;Apresentando o OpenOffice.org&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;background: url(http://avmlinux.sourceforge.net/common/images/blog.png) no-repeat left 0px; padding-left: 20px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/instalacao-do-openofficeorg_21.html&quot;&gt;Instalação do OpenOffice.org&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;background: url(http://avmlinux.sourceforge.net/common/images/blog.png) no-repeat left 0px; padding-left: 20px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/instalacao-do-brofficeorg_21.html&quot;&gt;Instalação do BrOffice.org&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;background: url(http://avmlinux.sourceforge.net/common/images/blog.png) no-repeat left 0px; padding-left: 20px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/instalando-extensoes-no-brofficeorg.html&quot;&gt;Instalando extensões no BrOffice.org&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;background: url(http://avmlinux.sourceforge.net/common/images/blog.png) no-repeat left 0px; padding-left: 20px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/vero-o-verificador-ortografico-do.html&quot;&gt;VERO – o verificador ortográfico do BrOffice.org&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;background: url(http://avmlinux.sourceforge.net/common/images/blog.png) no-repeat left 0px; padding-left: 20px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/autocorrecao-no-brofficeorg.html&quot;&gt;Autocorreção no BrOffice.org&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;background: url(http://avmlinux.sourceforge.net/common/images/blog.png) no-repeat left 0px; padding-left: 20px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/hifenizacao-no-brofficeorg.html&quot;&gt;Hifenização no BrOffice.org&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;background: url(http://avmlinux.sourceforge.net/common/images/blog.png) no-repeat left 0px; padding-left: 20px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/dicsin-o-dicionario-de-sinonimos-do.html&quot;&gt;DicSin – O dicionário de sinônimos do BrOffice.org&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;background: url(http://avmlinux.sourceforge.net/common/images/blog.png) no-repeat left 0px; padding-left: 20px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/dicionarios-tematicos-no-brofficeorg.html&quot;&gt;Dicionários temáticos no BrOffice.org&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;background: url(http://avmlinux.sourceforge.net/common/images/blog.png) no-repeat left 0px; padding-left: 20px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/cogroo-corretor-gramatical-acoplavel-ao.html&quot;&gt;CoGrOO – Corretor Gramatical acoplável ao OpenOffice.org&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
Não deixe de conferir também a dica &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2009/11/retrato-e-paisagem-no-mesmo-documento.html&quot;&gt;&lt;b&gt;Retrato e paisagem no mesmo documento&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, já publicada aqui no blog do AvmLinux antes desse especial.</description><link>http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/especial-brofficeorg.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-572961515729808244.post-3580434467494981428</guid><pubDate>Sat, 24 Apr 2010 23:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-24T21:23:49.926-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">BrOffice.org</category><title>Apresentando o OpenOffice.org e o BrOffice.org</title><description>O &lt;b&gt;OpenOffice.org&lt;/b&gt; é uma das melhores (senão a melhor das) suítes de escritório abertas existentes. Com ele é possível fazer textos, planilhas de cálculos, apresentações, desenhos, bases de dados e muito mais. O OpenOffice.org está disponível em vários idiomas e pode ser instalado em praticamente qualquer computador, pois apresenta versões para os sistemas operacionais mais utilizados (Windows, Mac OS, Linux e Solaris), e suporta os formatos de arquivo das suítes de escritório mais comuns no mercado, com a vantagem de ser gratuito e aberto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img535.imageshack.us/img535/8623/apresentacaobrofficeorg.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img535.imageshack.us/img535/8623/apresentacaobrofficeorg.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
No Brasil, não se fala em OpenOffice.org, mas em &lt;b&gt;BrOffice.org&lt;/b&gt;, que é a versão nacional do OpenOffice.org. Ele apresenta as mesmas características e funcionalidades do  OpenOffice.org. As diferenças básicas consistem no nome, no logotipo e em alguns incrementos que são feitos para tornar a suíte de escritório mais próxima da realidade dos usuários brasileiros. O Brasil é o único país do mundo no qual o OpenOffice.org recebe uma denominação especial, e ainda neste artigo você saberá por quê.&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Os componentes da suíte&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
O OpenOffice.org e o BrOffice.org são compostos pelos programas &lt;b&gt;Writer&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Calc&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Impress&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Base&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Draw&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Math&lt;/b&gt;. Naturalmente, o Writer e o Calc são os mais conhecidos e utilizados, mas os outros componentes do pacote também surpreendem pelos recursos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de começar a falar sobre cada um deles detalhadamente, quero observar que esses programas trabalham preferencialmente com um formato de arquivo aberto, o &lt;a href=&quot;http://www.oasis-open.org/committees/office/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;OpenDocument (ODF)&lt;/a&gt;, que torna as informações armazenadas nos arquivos gerados por eles mais enxutas, confiáveis e portáveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente um mesmo documento salvo em vários formatos apresenta tamanho menor quando salvo no formato OpenDocument e dificilmente tem sua formatação alterada quando aberto em outro computador ou até mesmo em outro sistema operacional. Isso acontece porque os arquivos OpenDocument são, na verdade, arquivos compactados, contendo arquivos separados para o texto, formatação, imagens e outros objetos incluídos. As imagens são mantidas em seu formato original (sem perda de qualidade ou qualquer tipo de alteração) e o texto é salvo na forma de um arquivo XML.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você pode conferir esse fato alterando a extensão de qualquer arquivo OpenDocument para .zip e abrindo esse arquivo com um programa descompactador de arquivos qualquer:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img202.imageshack.us/img202/8623/apresentacaobrofficeorg.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;252&quot; src=&quot;http://img202.imageshack.us/img202/8623/apresentacaobrofficeorg.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
O OpenOffice.org e o BrOffice.org não suportam no entanto apenas esses formatos de arquivo. Como você verá a seguir, todos os formatos de arquivo mais populares podem ser manipulados tranquilamente por seus programas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, um recurso bastante útil do OpenOffice.org e do BrOffice.org presente em todos os programas do pacote (e, provavelmente, um dos preferidos de seus usuários) é a possibilidade de exportar os documentos no formato Adobe PDF (extensão .pdf), que pode ser aberto em qualquer computador que possua o &lt;a href=&quot;http://www.adobe.com/br/products/reader/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Adobe Reader&lt;/a&gt; e não pode ser editado por outros programas. Esse recurso é bastante interessante para quem deseja publicar seus documentos na Internet, pois garante que sua formatação e conteúdo não serão alterados por quem baixar ou repassar esses documentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para exportar um documento no formato Adobe PDF, em qualquer programa do pacote BrOffice.org, basta ir no menu &quot;Arquivo&quot; e clicar em &quot;Exportar como PDF...&quot;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img691.imageshack.us/img691/8623/apresentacaobrofficeorg.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;http://img691.imageshack.us/img691/8623/apresentacaobrofficeorg.png&quot; width=&quot;203&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;&lt;img src=&quot;http://img411.imageshack.us/img411/6762/apresentacaobrofficeorgi.png&quot; align=&quot;absmiddle&quot; border=&quot;0&quot;&gt; BrOffice.org Writer&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
O programa mais conhecido do BrOffice.org certamente é o Writer, que é o editor de textos. Com ele, você pode criar desde simples textos, passando por cartas, faxes, agendas, malas diretas, até mesmo livros completos, contendo figuras, tabelas, gráficos e outros objetos. Ele possui vários recursos, como autocorreção, autoformatação, completar palavras, dicionário de sinônimos, estilos, hifenização, índices, referências bibliográficas e verificação ortográfica e gramatical, só para citar alguns.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Writer gera por padrão arquivos no formato OpenDocument, com a extensão .odt, mas suporta de vários outros formatos, entre eles arquivos de texto (extensão .txt), arquivos Rich Text Format (.rtf), e documentos do Microsoft Word (.doc) e do StarWriter (.sdw). Também pode ser usado para criar páginas da Internet (.html), apesar de não ser uma ferramenta específica para tal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img411.imageshack.us/img411/4248/apresentacaobrofficeorgl.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;230&quot; src=&quot;http://img411.imageshack.us/img411/4248/apresentacaobrofficeorgl.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;&lt;img src=&quot;http://img709.imageshack.us/img709/1909/apresentacaobrofficeorgk.png&quot; align=&quot;absmiddle&quot; border=&quot;0&quot;&gt; BrOffice.org Calc&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
O Calc é a planilha eletrônica do BrOffice.org. Ele pode ser utilizado para calcular, analisar e gerenciar dados. Entre seus recursos mais interessantes encontram-se sua vasta gama de funções, todas em português, o que facilita bastante sua utilização, e a possibilidade de gerar diferentes tipos de gráficos a partir de dados organizados em tabelas. Trabalha com planilhas no formato OpenDocument, com a extensão .ods, mas suporta a leitura e geração de arquivos nos formatos de outros programas de planilha eletrônica, como Microsoft Excel (.xls), StarCalc (.sdc), Lotus (.wk1, .wks e .123) e Quattro Pro (.wb2).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img705.imageshack.us/img705/8623/apresentacaobrofficeorg.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;230&quot; src=&quot;http://img705.imageshack.us/img705/8623/apresentacaobrofficeorg.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;&lt;img src=&quot;http://img59.imageshack.us/img59/8623/apresentacaobrofficeorg.png&quot; align=&quot;absmiddle&quot; border=&quot;0&quot;&gt; BrOffice.org Impress&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
O Impress é o gerador de apresentações multimídia e transparências do BrOffice.org. Usando ele você pode criar apresentações com figuras em 2D ou 3D, efeitos especiais, animações e ótimas ferramentas de desenho. Abre e salva arquivos no formato OpenDocument (extensão .odp), mas também suporta outros formatos de apresentação, como Microsoft Power Point (.ppt e .pps) e StarImpress (.sdp). Além disso, permite exportar as apresentações como páginas da Internet (.html) ou animações do Adobe Flash (.swf), permitindo que elas sejam visualizadas em qualquer computador com o &lt;a href=&quot;http://www.adobe.com/br/products/flashplayer/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Adobe Flash Player&lt;/a&gt; instalado. Esses recursos podem ser muito úteis se você pretende publicar suas apresentações na Internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img535.imageshack.us/img535/2070/apresentacaobrofficeorgz.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;230&quot; src=&quot;http://img535.imageshack.us/img535/2070/apresentacaobrofficeorgz.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;&lt;img src=&quot;http://img535.imageshack.us/img535/4157/apresentacaobrofficeorgr.png&quot; align=&quot;absmiddle&quot; border=&quot;0&quot;&gt; BrOffice.org Base&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
O Base é o sistema gerenciador de banco de dados (SGBD) do BrOffice.org. Ele é ideal para uso em escritórios ou residências, pois permite ao usuário manipular bancos de dados sem o conhecimento técnico requerido por outras aplicações de banco de dados mais robustas. Você pode criar e modificar tabelas, formulários, consultas e relatórios, seja usando um banco de dados externo (o Base suporta nativamente conexão com os bancos de dados mais populares, como, por exemplo, dBASE, Microsoft Access, MySQL, Oracle e outros bancos de dados ODBC), seja através do mecanismo de banco de dados próprio do Base. As bases de dados geradas com esse mecanismo possuem formato OpenDocument (extensão .odb).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img443.imageshack.us/img443/340/apresentacaobrofficeorgh.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;230&quot; src=&quot;http://img443.imageshack.us/img443/340/apresentacaobrofficeorgh.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;&lt;img src=&quot;http://img59.imageshack.us/img59/6708/apresentacaobrofficeorgu.png&quot; align=&quot;absmiddle&quot; border=&quot;0&quot;&gt; BrOffice.org Draw&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
O Draw é o programa de desenho vetorial do BrOffice.org. Ele permite criar e editar desenhos, desde rascunhos rápidos até fluxogramas, cartazes, logotipos e muito mais. Suporta a criação de imagens 2D ou 3D e possui uma galeria com objetos de desenho e ilustrações prontas. Abre, edita e salva arquivos no formato OpenDocument (extensão .odg), padrão, ou StarImpress (.sda e .sdd). Também suporta a abertura de outros formatos, como Adobe Photoshop (.psd) e AutoCAD Interchange Format (.dxf).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img130.imageshack.us/img130/6708/apresentacaobrofficeorgu.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;230&quot; src=&quot;http://img130.imageshack.us/img130/6708/apresentacaobrofficeorgu.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;&lt;img src=&quot;http://img411.imageshack.us/img411/1913/apresentacaobrofficeorge.png&quot; align=&quot;absmiddle&quot; border=&quot;0&quot;&gt; BrOffice.org Math&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
O Math é o editor de fórmulas matemáticas do BrOffice.org. Através dele é possível escrever os mais variados tipos de expressões matemáticas sem nenhuma complicação. Ele apresenta um menu através do qual é possível escolher entre os diversos tipos de operadores disponíveis qual será inserido na fórmula matemática, dispensando ao usuário o conhecimento da sintaxe utilizada pelo programa para definir a fórmula. Depois disso o usuário só precisa digitar os valores que vão ocupar os lugares dos operandos. Abre e salva arquivos nos formatos OpenDocument (extensão .odf) e StarMath (.smf).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img705.imageshack.us/img705/4248/apresentacaobrofficeorgl.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;231&quot; src=&quot;http://img705.imageshack.us/img705/4248/apresentacaobrofficeorgl.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;&lt;img src=&quot;http://img171.imageshack.us/img171/8623/apresentacaobrofficeorg.png&quot; align=&quot;absmiddle&quot; border=&quot;0&quot;&gt; Integração entre os componentes&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Um fator que facilita bastante a utilização do BrOffice.org é a alta integração entre os seus componentes. Um exemplo disso é que você não precisa se preocupar com a extensão do arquivo: de qualquer programa do pacote é possível iniciar ou abrir um arquivo que é tratado por outro programa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, há uma padronização das ferramentas encontradas nos seus programas, de forma que em todos elas apresentam a mesma aparência e comportamento. As ferramentas de desenho do Draw, por exemplo, também estão presentes no Writer e no Impress. As fórmulas matemáticas que são escritas no Math também podem ser escritas da mesma forma no Writer e no Impress. O objetivo dessa padronização é perfeitamente expresso pela ideia &quot;aprenda uma vez e use em qualquer lugar&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Um pouco da história do OpenOffice.org&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
A origem do OpenOffice.org remonta ao final da década de 90, quando a empresa alemã Star Division, que desenvolvia desde meados dos anos 80 um pacote de escritório chamado &lt;b&gt;StarOffice&lt;/b&gt;, foi adquirida pela empresa americana Sun Microsystems.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1998, a Star Division decidiu tornar o StarOffice, que estava na versão 5.0, um programa gratuito. Então ela passou a disponibilizá-lo gratuitamente aos seus usuários. Interessada no programa, a Sun comprou a Star Division no ano seguinte. O lançamento da versão 5.2 do StarOffice, já pela nova proprietária, se deu em junho de 2000. Pouco tempo depois, no mês de outubro do mesmo ano, a Sun Microsystems liberou o código fonte da maioria dos módulos do StarOffice para a comunidade de código aberto, lançando assim o projeto OpenOffice.org.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img535.imageshack.us/img535/6030/apresentacaobrofficeorgc.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;242&quot; src=&quot;http://img535.imageshack.us/img535/6030/apresentacaobrofficeorgc.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img411.imageshack.us/img411/1909/apresentacaobrofficeorgk.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;http://img411.imageshack.us/img411/1909/apresentacaobrofficeorgk.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img411.imageshack.us/img411/4157/apresentacaobrofficeorgr.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;243&quot; src=&quot;http://img411.imageshack.us/img411/4157/apresentacaobrofficeorgr.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
A Sun então passou a desenvolver dois pacotes de escritório: o OpenOffice.org, que era um software livre, gratuito e de código aberto; e o StarOffice, que a partir da versão 6.0 passou a ser desenvolvido com base no OpenOffice.org e se tornou um software proprietário, sendo comercializado pela Sun.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O projeto OpenOffice.org ganhou o apoio de diversas organizações do mundo tecnológico, como Novell, Intel, Red Hat, Debian, Mandrake, Conectiva, além de importantes contribuições de desenvolvedores independentes, ONGs e agências governamentais. Essa comunidade, formada por milhares de programadores e usuários do mundo inteiro, é quem desenvolve o pacote desde então. O desenvolvimento do OpenOffice.org, no entanto, não é feito apenas pelos colaboradores. A Sun coordena as atividades da comunidade e ainda é a que mais contribui para o desenvolvimento do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde o lançamento da versão 1.0 do OpenOffice.org, em 2002, o pacote de programas de escritório já teve mais de 300 milhões de downloads, sendo que destes 100 milhões ocorreram após o lançamento da versão 3.0, em outubro de 2008. Atualmente, o OpenOffice.org se encontra na versão 3.2, lançada em fevereiro de 2010.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img709.imageshack.us/img709/6030/apresentacaobrofficeorgc.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;207&quot; src=&quot;http://img709.imageshack.us/img709/6030/apresentacaobrofficeorgc.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img691.imageshack.us/img691/4248/apresentacaobrofficeorgl.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;230&quot; src=&quot;http://img691.imageshack.us/img691/4248/apresentacaobrofficeorgl.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;OpenOffice.org no Brasil – o BrOffice.org&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Estima-se que foi em 2001 que surgiu a primeira proposta de tradução do OpenOffice.org para o português brasileiro, quando um ex-funcionário da Conectiva Linux se candidatou a coordenar a tradução da suíte, dando seu nome à coordenação da equipe do projeto de internacionalização do OpenOffice.org. Em fevereiro de 2002, Raffaela Braconi, então líder dessa equipe, repassou a função de coordenação da tradução para Claudio Ferreira Filho, que já vinha traduzindo o OpenOffice.org de forma independente e paralela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Surgiu então o OpenOffice.org Projeto Brasil. Com o reconhecimento do seu trabalho, outras pessoas se juntaram à equipe e desde então o projeto não parou de crescer, passando a desenvolver, além da tradução da interface, funcionalidades específicas para a versão brasileira do pacote. Foram criadas as listas de discussão, o projeto de documentação, o Rau-tu, o projeto Extras e finalizadas as traduções das aplicações e da ajuda do software.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img130.imageshack.us/img130/6030/apresentacaobrofficeorgc.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img130.imageshack.us/img130/6030/apresentacaobrofficeorgc.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Em 2004, devido a problemas com a marca &quot;Open Office&quot;, já registrada em 1996 pela BWS, uma empresa de informática do Rio de Janeiro, foi necessário mudar o nome da comunidade e do programa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após coletar diversas sugestões dos membros da comunidade, procurando manter uma relação entre o projeto OpenOffice.org e o público brasileiro e, principalmente, verificando a disponibilidade junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) para evitar problemas futuros de registro, decidiu-se que no Brasil o projeto OpenOffice.org seria referenciado pelo nome de BrOffice.org. Em janeiro de 2006 foi anunciado oficialmente o lançamento da ONG BrOffice.org, que passou a organizar as atividades do antigo OpenOffice.org Projeto Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img443.imageshack.us/img443/8250/apresentacaobrofficeorgj.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img443.imageshack.us/img443/8250/apresentacaobrofficeorgj.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Não apenas o Brasil teve problemas legais com a marca OpenOffice.org. Em outros países, como a Holanda, por exemplo, a comunidade OpenOffice.org também enfrentou problemas com o registro da marca. Nesses países, no entanto, os problemas foram contornados, enquanto no Brasil a solução só se deu com a adoção de um novo nome. Assim, o Brasil se tornou o único país no mundo no qual o OpenOffice.org recebeu uma denominação específica, de modo que o pacote OpenOffice.org não é mais distribuído oficialmente no Brasil, sendo em seu lugar disponibilizado o BrOffice.org.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar da mudança de nome, o BrOffice.org continuou representando o OpenOffice.org, apresentando todas as características e recursos deste. As diferenças básicas entre os dois consistem basicamente nas adaptações que foram incluídas no BrOffice.org para tornar o pacote de escritório mais próximo do dia-a-dia do usuário brasileiro. Não obstante, a comunidade BrOffice.org desenvolve diversos outros projetos, entre eles os que foram tratados aqui no blog: o verificador ortográfico VERO, o dicionário de sinônimos DicSin e o corretor gramatical CoGrOO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre estes projetos, merece destaque o VERO, responsável pelo desenvolvimento e atualização dos dicionários de palavras que são usados pelo BrOffice.org para realizar a verificação ortográfica dos documentos. Graças a esse projeto, o BrOffice.org possui hoje a melhor correção ortográfica para a língua portuguesa na vertente brasileira, visto que é a única que já segue o Acordo Ortográfico de 1990 em conformidade com as novas orientações da Academia Brasileira de Letras (ABL).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além do dicionário para o Português do Brasil, a equipe do VERO também desenvolve dicionários para o Português de Portugal e para o Espanhol do Chile, que podem ser baixados gratuitamente no &lt;a href=&quot;http://www.broffice.org/verortografico/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;site do projeto&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A título de curiosidade, gostaria de finalizar informando que o logotipo do BrOffice.org, assim como o nome, foi desenvolvido de forma a manter uma relação entre o OpenOffice.org e o Brasil: perceba que a marca obedece à cor azul do projeto central, presente também na nossa bandeira, mas agrega o verde, que não está presente no logotipo original. Além disso, as aves, gaivotas no desenho original, ganharam linhas mais dinâmicas, transformado-se nas aves brasileiras chamadas &quot;trinta-réis&quot;, presentes em todo nosso litoral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img709.imageshack.us/img709/8250/apresentacaobrofficeorgj.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;http://img709.imageshack.us/img709/8250/apresentacaobrofficeorgj.png&quot; width=&quot;233&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img130.imageshack.us/img130/8623/apresentacaobrofficeorg.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;230&quot; src=&quot;http://img130.imageshack.us/img130/8623/apresentacaobrofficeorg.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Fontes&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div id=&quot;fontes&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://about.openoffice.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://about.openoffice.org/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://br-linux.org/linux/node/809&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://br-linux.org/linux/node/809&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://justinsomnia.org/courses/inls183/9staroffice52.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://justinsomnia.org/courses/inls183/9staroffice52.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://why.openoffice.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://why.openoffice.org/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://wiki.broffice.org/wiki/HistoriaProjeto&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://wiki.broffice.org/wiki/HistoriaProjeto&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.broffice.org/sobre&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.broffice.org/sobre&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.gdhpress.com.br/blog/dicas-openoffice/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.gdhpress.com.br/blog/dicas-openoffice/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.geek.com.br/blogs/832697753/posts/12309-openoffice-atinge-a-marca-de-300-milhoes-de-downloads-e-lanca-versao-3-2&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.geek.com.br/blogs/832697753/posts/12309-openoffice-atinge-a-marca-de-300-milhoes-de-downloads-e-lanca-versao-3-2&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.guiadohardware.net/tutoriais/textos-perfeitos-broffice/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.guiadohardware.net/tutoriais/textos-perfeitos-broffice/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.openoffice.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.openoffice.org/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/apresentando-o-openofficeorg.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-572961515729808244.post-2695160463194426948</guid><pubDate>Thu, 22 Apr 2010 01:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-24T21:23:22.875-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">BrOffice.org</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Instalação de programas</category><title>Instalação do OpenOffice.org</title><description>Nesta dica, você aprenderá a instalar o &lt;b&gt;OpenOffice.org&lt;/b&gt; no seu computador. Os sistemas operacionais abordados são Windows e Linux.&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img199.imageshack.us/img199/9553/openofficeorg01.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img199.imageshack.us/img199/9553/openofficeorg01.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
No &lt;a href=&quot;http://download.openoffice.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;site do OpenOffice.org&lt;/a&gt;, além do instalador para Windows, estão disponíveis duas versões para Linux: uma empacotada na forma de pacotes .deb (destinados ao Debian, ao Ubuntu e distribuições derivadas destes) e outra na forma de pacotes .rpm (destinados ao Mandriva, ao Fedora e outros da família do Red Hat Linux).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os links para download são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Windows:&lt;/b&gt; &lt;a href=&quot;http://download.services.openoffice.org/files/stable/3.2.0/OOo_3.2.0_Win32Intel_install_en-US.exe&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://download.services.openoffice.org/files/stable/3.2.0/OOo_3.2.0_Win32Intel_install_en-US.exe&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Pacotes .deb para Linux:&lt;/b&gt; &lt;a href=&quot;http://download.services.openoffice.org/files/stable/3.2.0/OOo_3.2.0_LinuxIntel_install_en-US_deb.tar.gz&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://download.services.openoffice.org/files/stable/3.2.0/OOo_3.2.0_LinuxIntel_install_en-US_deb.tar.gz&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Pacotes .rpm para Linux:&lt;/b&gt; &lt;a href=&quot;http://download.services.openoffice.org/files/stable/3.2.0/OOo_3.2.0_LinuxIntel_install_en-US.tar.gz&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://download.services.openoffice.org/files/stable/3.2.0/OOo_3.2.0_LinuxIntel_install_en-US.tar.gz&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;
Lembre-se que os links disponibilizados acima são para fazer download da versão 3.2.0, que, no momento da elaboração desta dica, é a versão mais atual. Você pode verificar no &lt;a href=&quot;http://download.openoffice.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;site do OpenOffice.org&lt;/a&gt; se a versão 3.2.0 no momento em que você está lendo esta dica ainda é a mais atual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante observar também que oficialmente não há traduções para o português brasileiro disponibilizadas pela equipe do OpenOffice.org. Se você entrar no &lt;a href=&quot;http://download.openoffice.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;site do OpenOffice.org&lt;/a&gt; e clicar no link de download, será redirecionado para a &lt;a href=&quot;http://www.broffice.org/download&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;página do BrOffice.org&lt;/a&gt;. Isso porque, como já sabemos, o BrOffice.org é a versão brasileira do OpenOffice.org. Então não é interessante que haja brasileiros utilizando o OpenOffice.org traduzido para o português em seus sistemas, apesar de que algumas distribuições Linux como o Debian, como veremos mais adiante, permitam isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Windows, o OpenOffice.org é normalmente instalado dentro da pasta &quot;C:\Arquivos de programas\OpenOffice.org 3&quot;. Se você já possui o OpenOffice.org instalado, pode facilmente atualizá-lo usando o próprio programa, indo em &quot;Help -&amp;gt; Check for Updates...&quot;. Pode ser necessário também instalar ou atualizar a &lt;a href=&quot;http://www.java.com/pt_BR/download/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;máquina virtual Java&lt;/a&gt; a depender das funcionalidades que você utilize no OpenOffice.org.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os usuários de Linux podem instalar ou atualizar o OpenOffice.org através dos pacotes disponibilizados para download no seu site ou através dos pacotes disponibilizados nos repositórios de pacotes das suas distribuições.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você pode baixar e instalar os pacotes do site do OpenOffice.org executando os comandos a seguir no terminal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Instalação dos pacotes .deb:&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$ wget http://download.services.openoffice.org/files/stable/3.2.0/OOo_3.2.0_LinuxIntel_install_en-US_deb.tar.gz
$ tar -zxvf OOo_3.2.0_LinuxIntel_install_en-US_deb.tar.gz
$ cd OOO320_m12_native_packed-1_en-US.9483/DEBS
# dpkg -i *.deb
$ cd desktop-integration
# dpkg -i openoffice.org3.2-debian-menus_3.2-9472_all.deb&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Instalação dos pacotes .rpm:&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$ wget http://download.services.openoffice.org/files/stable/3.2.0/OOo_3.2.0_LinuxIntel_install_en-US.tar.gz
$ tar -zxvf OOo_3.2.0_LinuxIntel_install_en-US.tar.gz
$ cd OOO320_m12_native_packed-1_en-US.9483/RPMS
# rpm -Uvh *.rpm
$ cd desktop-integration
# rpm -Uvh openoffice.org3.2-freedesktop-menus-3.2-9472.noarch.rpm&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Quem usa Linux também pode facilmente instalar ou atualizar o OpenOffice.org através dos repositórios de pacotes das suas distribuições. Usuários de Debian, Ubuntu e distribuições derivadas podem encontrar a versão mais recente do OpenOffice.org nos repositórios oficiais do Debian Squeeze (atual testing). Se você utiliza outra distribuição que não seja uma destas, consulte a documentação da sua distribuição para saber como você pode instalar o OpenOffice.org através de seus repositórios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ter acesso aos repositórios do Debian Squeeze, basta acrescentar as seguintes linhas no arquivo &quot;/etc/apt/sources.list&quot;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;deb http://ftp.br.debian.org/debian/ squeeze main contrib non-free
deb http://ftp.br.debian.org/debian-security/ squeeze/updates main contrib non-free&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Sempre antes de instalar ou atualizar programas devemos atualizar a lista de pacotes dos nossos repositórios. Para isso, execute no terminal o comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-get update&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
O OpenOffice.org puro pode ser instalado através comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-get install openoffice.org&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Com isso, você já possui no seu computador uma instalação funcional do OpenOffice.org. Essa instalação, no entanto, possui muito poucos recursos. Vamos instalar mais alguns pacotes que acrescentarão algumas funcionalidades ao OpenOffice.org: o &lt;b&gt;default-jre&lt;/b&gt;, responsável pela máquina virtual Java, o &lt;b&gt;openclipart-openoffice.org&lt;/b&gt;, responsável pela galeria de cliparts do OpenOffice.org, e o &lt;b&gt;openoffice.org-kde&lt;/b&gt;, responsável pela integração com o ambiente gráfico KDE (usuários de GNOME podem instalar o pacote &lt;b&gt;openoffice.org-gnome&lt;/b&gt; no lugar deste):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-get install default-jre openclipart-openoffice.org openoffice.org-kde&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Agora vamos instalar os pacotes que contém funcionalidades específicas para o idioma Português do Brasil: o &lt;b&gt;myspell-pt-br&lt;/b&gt;, responsável pela correção ortográfica, o &lt;b&gt;openoffice.org-help-pt-br&lt;/b&gt;, que traz a ajuda em português, e finalmente o &lt;b&gt;openoffice.org-l10n-pt-br&lt;/b&gt;, que contém a tradução da interface gráfica para o português (lembrando que esta tradução não foi desenvolvida pela equipe do OpenOffice.org, mas pela equipe do Debian). Instalamo-os com o comando a seguir:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-get install myspell-pt-br openoffice.org-help-pt-br openoffice.org-l10n-pt-br&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Só a título de curiosidade, se alguém pretende escrever textos no Inglês dos Estados Unidos, deve instalar esses pacotes, que instalam funcionalidades para esse idioma:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-get install hunspell-en-us openoffice.org-help-en-us openoffice.org-hyphenation-en-us openoffice.org-thesaurus-en-us&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Observe que não há pacotes com hifenização (fornecida no comando acima pelo pacote &lt;b&gt;openoffice.org-hyphenation-en-us&lt;/b&gt;) e dicionário de sinônimos (&lt;b&gt;openoffice.org-thesaurus-en-us&lt;/b&gt;) para o idioma Português do Brasil nos repositórios do Debian. Esses recursos devem ser instalados manualmente através das extensões disponibilizadas no site do BrOffice.org.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bem assim não há pacotes para todos os idiomas e também nem todos os idiomas apresentam todas as suas funcionalidades suportadas pela comunidade do Debian. Se você pretende escrever textos em outros idiomas que não os citados acima, você pode verificar na &lt;a href=&quot;http://packages.debian.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;página de pacotes do Debian&lt;/a&gt; se há pacotes disponíveis para o idioma que você deseja utilizar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Executando esses comandos, você terá no Linux o OpenOffice.org instalado na pasta &quot;/opt/openoffice.org&quot;, se você o instalou a partir dos pacotes disponibilizados no seu site, ou na pasta &quot;/usr/lib/openoffice3/&quot;, se você o instalou a partir dos pacotes disponibilizados no repositório do Debian Squeeze. É importante observar que a pasta onde é instalado o OpenOffice.org também pode variar de distribuição para distribuição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img199.imageshack.us/img199/5853/openofficeorg02.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;230&quot; src=&quot;http://img199.imageshack.us/img199/5853/openofficeorg02.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Fontes&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div id=&quot;fontes&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.guiadohardware.net/tutoriais/textos-perfeitos-broffice/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.guiadohardware.net/tutoriais/textos-perfeitos-broffice/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.gdhpress.com.br/blog/dicas-openoffice/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.gdhpress.com.br/blog/dicas-openoffice/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://download.openoffice.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://download.openoffice.org/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://packages.debian.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://packages.debian.org/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/instalacao-do-openofficeorg_21.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-572961515729808244.post-1252998199199218142</guid><pubDate>Thu, 22 Apr 2010 01:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-24T21:23:22.876-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">BrOffice.org</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Instalação de programas</category><title>Instalação do BrOffice.org</title><description>Nesta dica, você aprenderá a instalar o &lt;b&gt;BrOffice.org&lt;/b&gt; no seu computador. Os sistemas operacionais abordados são Windows e Linux.&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img686.imageshack.us/img686/5006/brofficeorg01.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img686.imageshack.us/img686/5006/brofficeorg01.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
No &lt;a href=&quot;http://www.broffice.org/download&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;site do BrOffice.org&lt;/a&gt;, além do instalador para Windows, estão disponíveis duas versões para Linux: uma empacotada na forma de pacotes .deb (destinados ao Debian, ao Ubuntu e distribuições derivadas destes) e outra na forma de pacotes .rpm (destinados ao Mandriva, ao Fedora e outros da família do Red Hat Linux). Os links para download são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Windows:&lt;/b&gt; &lt;a href=&quot;http://linorg.usp.br/www.broffice.org/stable/3.2.0/BrOOo_3.2.0_Win32Intel_install_pt-BR.exe&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://linorg.usp.br/www.broffice.org/stable/3.2.0/BrOOo_3.2.0_Win32Intel_install_pt-BR.exe&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Pacotes .deb para Linux:&lt;/b&gt; &lt;a href=&quot;http://linorg.usp.br/www.broffice.org/stable/3.2.0/BrOOo_3.2.0_LinuxIntel_install_pt-BR_deb.tar.gz&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://linorg.usp.br/www.broffice.org/stable/3.2.0/BrOOo_3.2.0_LinuxIntel_install_pt-BR_deb.tar.gz&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Pacotes .rpm para Linux:&lt;/b&gt; &lt;a href=&quot;http://linorg.usp.br/www.broffice.org/stable/3.2.0/BrOOo_3.2.0_LinuxIntel_install_pt-BR.tar.gz&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://linorg.usp.br/www.broffice.org/stable/3.2.0/BrOOo_3.2.0_LinuxIntel_install_pt-BR.tar.gz&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;
Lembre-se que os links disponibilizados acima são para fazer download da versão 3.2.0, que, no momento da elaboração desta dica, é a versão mais atual. Você pode verificar no &lt;a href=&quot;http://www.broffice.org/download&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;site do BrOffice.org&lt;/a&gt; se a versão 3.2.0 no momento em que você está lendo esta dica ainda é a mais atual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Windows, o BrOffice.org é normalmente instalado dentro da pasta &quot;C:/Arquivos de programas/BrOffice.org 3&quot;. Se você já possui o BrOffice.org instalado, pode facilmente atualizá-lo usando o próprio programa, indo em &quot;Ajuda -&gt; Verificar se há atualizações...&quot;. Pode ser necessário também instalar ou atualizar a &lt;a href=&quot;http://www.java.com/pt_BR/download/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;máquina virtual Java&lt;/a&gt; a depender das funcionalidades que você utilize no BrOffice.org.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os usuários de Linux podem instalar ou atualizar o BrOffice.org através dos pacotes disponibilizados para download no seu site ou através dos pacotes disponibilizados nos repositórios de pacotes das suas distribuições.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você pode baixar e instalar os pacotes do site do BrOffice.org executando os comandos a seguir no terminal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Instalação dos pacotes .deb:&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$ wget ftp://linorg.usp.br/www.broffice.org/stable/3.2.0/BrOOo_3.2.0_LinuxIntel_install_pt-BR_deb.tar.gz
$ tar -zxvf BrOOo_3.2.0_LinuxIntel_install_pt-BR_deb.tar.gz
$ cd OOO320_m12_native_packed-1_pt-BR.9483/DEBS
# dpkg -i *.deb
$ cd desktop-integration
# dpkg -i broffice.org3.2-debian-menus_3.2-9472_all.deb&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Instalação dos pacotes .rpm:&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$ wget ftp://linorg.usp.br/www.broffice.org/stable/3.2.0/BrOOo_3.2.0_LinuxIntel_install_pt-BR.tar.gz
$ tar -zxvf BrOOo_3.2.0_LinuxIntel_install_pt-BR.tar.gz
$ cd OOO320_m12_native_packed-1_pt-BR.9483/RPMS
# rpm -Uvh *.rpm
$ cd desktop-integration
# rpm -Uvh broffice.org3.2-freedesktop-menus-3.2-9472.noarch.rpm&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Quem usa Linux também pode facilmente instalar ou atualizar o BrOffice.org através dos repositórios de pacotes das suas distribuições. Usuários de Debian, Ubuntu e distribuições derivadas podem encontrar a versão mais recente do BrOffice.org nos repositórios oficiais do Debian Squeeze (atual testing). Se você utiliza outra distribuição que não seja uma destas, consulte a documentação da sua distribuição para saber como você pode instalar o BrOffice.org através de seus repositórios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ter acesso aos repositórios do Debian Squeeze, basta acrescentar as seguintes linhas no arquivo &quot;/etc/apt/sources.list&quot;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;deb http://ftp.br.debian.org/debian/ squeeze main contrib non-free
deb http://ftp.br.debian.org/debian-security/ squeeze/updates main contrib non-free&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Sempre antes de instalar ou atualizar programas devemos atualizar a lista de pacotes dos nossos repositórios. Para isso, execute o comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-get update&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Se você executou os comandos fornecidos na dica &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/instalacao-do-openofficeorg_21.html&quot;&gt;Instalação do OpenOffice.org&lt;/a&gt; e instalou o OpenOffice.org antes do BrOffice.org, basta executar o comando a seguir no terminal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-get install broffice.org&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
A instalação do BrOffice.org nesse caso não deve demorar, visto que o que o pacote &lt;b&gt;broffice.org&lt;/b&gt; faz é basicamente converter os nomes OpenOffice.org em BrOffice.org dentro dos executáveis, da ajuda e dos atalhos no sistema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você não instalou o OpenOffice.org previamente, não há problema. Você pode instalar o BrOffice.org executando o comando a seguir (para descrições dos pacotes, veja a dica &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/instalacao-do-openofficeorg_21.html&quot;&gt;Instalação do OpenOffice.org&lt;/a&gt;):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-get install openoffice.org default-jre openclipart-openoffice.org openoffice.org-kde myspell-pt-br openoffice.org-help-pt-br openoffice.org-l10n-pt-br broffice.org&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Executando esses comandos, você terá no Linux o BrOffice.org instalado na pasta &quot;/opt/broffice.org3&quot;, se você o instalou a partir dos pacotes disponibilizados no seu site, ou na pasta &quot;/usr/lib/openoffice3/&quot;, se você o instalou a partir dos pacotes disponibilizados no repositório do Debian Squeeze. É importante observar que a pasta onde é instalado o OpenOffice.org também pode variar de distribuição para distribuição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se após a instalação através dos repositórios do Debian Squeeze o idioma do BrOffice permanecer em inglês, abra o BrOffice e vá em &quot;Tools -&gt; Options...&quot;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img686.imageshack.us/img686/4500/brofficeorg02.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;230&quot; src=&quot;http://img686.imageshack.us/img686/4500/brofficeorg02.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Em seguida, configure as opções de linguagem de acordo com a figura a seguir e clique em OK:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img686.imageshack.us/img686/8226/brofficeorg03.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;167&quot; src=&quot;http://img686.imageshack.us/img686/8226/brofficeorg03.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Finalmente, reinicie o BrOffice.org para que as alterações sejam aplicadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img686.imageshack.us/img686/7871/brofficeorg04.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;230&quot; src=&quot;http://img686.imageshack.us/img686/7871/brofficeorg04.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Fontes&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div id=&quot;fontes&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.guiadohardware.net/tutoriais/textos-perfeitos-broffice/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.guiadohardware.net/tutoriais/textos-perfeitos-broffice/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.gdhpress.com.br/blog/dicas-openoffice/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.gdhpress.com.br/blog/dicas-openoffice/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.broffice.org/download&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.broffice.org/download&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://packages.debian.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://packages.debian.org/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/instalacao-do-brofficeorg_21.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-572961515729808244.post-6890561828784659860</guid><pubDate>Thu, 22 Apr 2010 01:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-25T00:48:56.411-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">BrOffice.org</category><title>Instalando extensões no BrOffice.org</title><description>Assim como no Mozilla Firefox, as versões recentes do BrOffice.org podem ser expandidas através da instalação de extensões. Estas podem ser baixadas no &lt;a href=&quot;http://extensions.services.openoffice.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;site do OpenOffice.org&lt;/a&gt; ou &lt;a href=&quot;http://www.broffice.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;do BrOffice.org&lt;/a&gt; e facilmente instaladas a partir do próprio programa.&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para instalar uma extensão, abra o BrOffice.org e vá em &quot;Ferramentas -&gt; Gerenciador de extensão...&quot;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img202.imageshack.us/img202/7564/brofficedictem01.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;230&quot; src=&quot;http://img202.imageshack.us/img202/7564/brofficedictem01.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Na caixa de diálogo que aparece, clique no botão &quot;Adicionar...&quot;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img94.imageshack.us/img94/1512/brofficeext02.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;176&quot; src=&quot;http://img94.imageshack.us/img94/1512/brofficeext02.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Em seguida, informe a localização do arquivo que você baixou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img94.imageshack.us/img94/3273/brofficeext03.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;217&quot; src=&quot;http://img94.imageshack.us/img94/3273/brofficeext03.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Feito isso, a extensão é instalada e passa a ser listada no Gerenciador de extensão:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img94.imageshack.us/img94/3821/brofficeext04.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;176&quot; src=&quot;http://img94.imageshack.us/img94/3821/brofficeext04.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Observe que após a instalação de uma extensão é necessário ainda reiniciar o BrOffice.org para que ela esteja disponível para uso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Fontes&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div id=&quot;fontes&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.guiadohardware.net/tutoriais/textos-perfeitos-broffice/pagina3.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.guiadohardware.net/tutoriais/textos-perfeitos-broffice/pagina3.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.gdhpress.com.br/blog/dicas-openoffice/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.gdhpress.com.br/blog/dicas-openoffice/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.broffice.org/verortografico/dicas&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.broffice.org/verortografico/dicas&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/instalando-extensoes-no-brofficeorg.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-572961515729808244.post-2119518978496521990</guid><pubDate>Thu, 22 Apr 2010 00:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-24T21:23:22.877-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">BrOffice.org</category><title>VERO – o verificador ortográfico do BrOffice.org</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img188.imageshack.us/img188/9864/brofficevero01.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img188.imageshack.us/img188/9864/brofficevero01.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Ao usar o OpenOffice.org (ou mesmo o BrOffice.org) que vem incluído na maioria das distribuições, um problema comum é o dicionário ortográfico, que se encontra incompleto, desatualizado ou mesmo ausente, em algumas distribuições.&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A boa notícia é que o dicionário ortográfico da língua portuguesa, chamado pela equipe do BrOffice.org de &lt;b&gt;VERO&lt;/b&gt; (a sigla vem de &quot;verificador ortográfico&quot;), pode ser facilmente instalado, pois é distribuído na forma de uma extensão do BrOffice.org. Tudo que você deve fazer, portanto, é baixá-lo do &lt;a href=&quot;http://www.broffice.org/verortografico/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;site do BrOffice.org&lt;/a&gt; e instalá-lo através do Gerenciador de extensões, como foi mostrado na dica &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/instalando-extensoes-no-brofficeorg.html&quot;&gt;Instalando extensões no BrOffice.org&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para verificar se a verificação ortográfica está funcionando corretamente, experimente abrir um novo arquivo e digitar uma palavra errada de propósito, como, por exemplo, &quot;auto-explicativo&quot;, que, pelo novo acordo ortográfico, se escreve &quot;autoexplicativo&quot;. Veja o que acontece:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img188.imageshack.us/img188/166/brofficevero02.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;230&quot; src=&quot;http://img188.imageshack.us/img188/166/brofficevero02.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Observe que para que isso aconteça, a verificação automática deve estar habilitada. Se isso não acontecer, verifique se o seguinte ícone está marcado na barra de ferramentas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img188.imageshack.us/img188/9256/brofficevero03.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img188.imageshack.us/img188/9256/brofficevero03.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Se você clicar com o botão direito na palavra escrita de forma errada, o BrOffice.org exibirá sugestões para a grafia correta daquela palavra:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img188.imageshack.us/img188/7808/brofficevero04.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;230&quot; src=&quot;http://img188.imageshack.us/img188/7808/brofficevero04.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Diante de um termo desconhecido, o verificador ortográfico oferece um leque de alternativas. Geralmente a opção correta está entre as primeiras sugestões. Como última alternativa, é sugerida a digitação da palavra em duas outras válidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a digitação de um texto em que são encontrados vários erros ortográficos, você não necessita clicar com o botão direito em cada erro de ortografia para realizar sua correção. Você pode acionar a verificação de ortografia e gramática do BrOffice.org através do seu ícone na barra de ferramentas, que fica do lado do ícone que habilita a verificação automática:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img188.imageshack.us/img188/9306/brofficevero05.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img188.imageshack.us/img188/9306/brofficevero05.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Você também pode iniciar a verificação de ortografia e gramática do BrOffice.org indo em &quot;Ferramentas -&gt; Ortografia e gramática...&quot;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img188.imageshack.us/img188/1456/brofficevero06.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;http://img188.imageshack.us/img188/1456/brofficevero06.png&quot; width=&quot;193&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img188.imageshack.us/img188/5993/brofficevero07.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;185&quot; src=&quot;http://img188.imageshack.us/img188/5993/brofficevero07.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Fontes&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div id=&quot;fontes&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.guiadohardware.net/tutoriais/textos-perfeitos-broffice/pagina5.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.guiadohardware.net/tutoriais/textos-perfeitos-broffice/pagina5.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.gdhpress.com.br/blog/dicas-openoffice/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.gdhpress.com.br/blog/dicas-openoffice/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.broffice.org/verortografico/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.broffice.org/verortografico/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/vero-o-verificador-ortografico-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-572961515729808244.post-6928220817724950334</guid><pubDate>Thu, 22 Apr 2010 00:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-24T21:23:22.878-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">BrOffice.org</category><title>Autocorreção no BrOffice.org</title><description>Ao digitar um texto no BrOffice.org, você pode utilizar a autocorreção para que erros de digitação sejam corrigidos automaticamente, sem a sua intervenção. Tanto no OpenOffice.org quanto no BrOffice.org a autocorreção vem habilitada por padrão.&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A versão atual do mecanismo de autocorreção do BrOffice.org contém mais de 12 mil itens. Além de corrigir os erros mais comuns de digitação (como, por exemplo, &quot;asssim&quot;, &quot;aconteçeu&quot;, &quot;adevogado&quot;, &quot;chuver&quot;, &quot;abrasso&quot;, &quot;ilário&quot;, e outros), a autocorreção do BrOffice.org também corrige vícios da Internet (como &quot;vc&quot;, &quot;pq&quot;, &quot;mto&quot;, &quot;qdo&quot;, &quot;vlw&quot;, &quot;tbm&quot;, &quot;qquer&quot;, &quot;flw&quot;, &quot;blz&quot;), usos incorretos da crase e também termos digitados de acordo com a antiga norma ortográfica, convertendo-os para sua nova grafia de acordo com o novo acordo ortográfico. Assim, ao digitar por exemplo &quot;infra-estrutura&quot;, automaticamente o termo será alterado para &quot;infraestrutura&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você possui instalada em seu computador a versão mais recente do BrOffice.org, possui também a versão mais recente da autocorreção, que vem embutida no instalador para Windows e nos pacotes para Linux tanto do OpenOffice.org quanto do BrOffice.org. Se você não possui a versão mais atual desses aplicativos, pode ser necessário atualizar o mecanismo de autocorreção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para isso, vá até o &lt;a href=&quot;http://www.broffice.org/verortografico/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;site do verificador ortográfico do BrOffice.org&lt;/a&gt; e baixe a versão mais recente da autocorreção (o arquivo &quot;&lt;a href=&quot;http://www.broffice.org/files/acor_pt-BR-207.zip&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;acor_pt-BR-207.zip&lt;/a&gt;). Descompacte o conteúdo desse arquivo e em seguida copie o arquivo &quot;acor_pt-BR.dat&quot; para a pasta &quot;basis/share/autocorr&quot;, que se encontra dentro da pasta na qual o BrOffice.org está instalado (no Windows, essa pasta seria &quot;C:/Arquivos de programas/BrOffice.org 3/basis/share/autocorr&quot;, e no Linux, &quot;/opt/broffice.org3/basis/share/autocorr&quot; ou &quot;/usr/lib/openoffice3/basis/share/autocorr&quot;, para mais detalhes veja as dicas &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/instalacao-do-openofficeorg_21.html&quot;&gt;Instalação do OpenOffice.org&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/instalacao-do-brofficeorg_21.html&quot;&gt;Instalação do BrOffice.org&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a instalação, é necessário ainda reiniciar o BrOffice.org para que a nova autocorreção entre em funcionamento. Se você estiver utilizando o BrOffice.org para Windows, você deve reiniciar inclusive o &quot;Iniciador Rápido&quot; que fica na barra de tarefas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além das configurações padrão, você pode estabelecer suas próprias correções que devem ser feitas automaticamente. Você pode fazer isso ao digitar um termo errado que não foi corrigido pela autocorreção do BrOffice.org. Para que ele seja corrigido das próximas vezes em que for digitado, clique com o botão direito sobre ele e, ao invés de clicar em uma das sugestões fornecidas pelo verificador ortográfico, clique em uma das opções de correção no submenu &quot;Autocorreção&quot;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img227.imageshack.us/img227/6002/brofficeautocorrecao01.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;230&quot; src=&quot;http://img227.imageshack.us/img227/6002/brofficeautocorrecao01.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
A partir de agora, o termo digitado incorretamente será substituído pelo termo selecionado no submenu automaticamente toda vez em que ele for digitado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você também pode gerenciar quais correções são feitas automaticamente indo em &quot;Ferramentas -&gt; Opções da autocorreção&quot;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img227.imageshack.us/img227/6601/brofficeautocorrecao02.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;http://img227.imageshack.us/img227/6601/brofficeautocorrecao02.png&quot; width=&quot;193&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img227.imageshack.us/img227/7120/brofficeautocorrecao03.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;236&quot; src=&quot;http://img227.imageshack.us/img227/7120/brofficeautocorrecao03.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Observe que também é possível ativar a autocorreção de um termo quando se está verificando a ortografia de todo o documento, como foi mostrado na dica &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/vero-o-verificador-ortografico-do.html&quot;&gt;VERO – O verificador ortográfico do BrOffice.org&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Fontes&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div id=&quot;fontes&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.guiadohardware.net/tutoriais/textos-perfeitos-broffice/pagina2.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.guiadohardware.net/tutoriais/textos-perfeitos-broffice/pagina2.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.broffice.org/verortografico/dicas&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.broffice.org/verortografico/dicas&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/autocorrecao-no-brofficeorg.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-572961515729808244.post-4395693352960878992</guid><pubDate>Thu, 22 Apr 2010 00:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-24T21:23:22.878-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">BrOffice.org</category><title>Hifenização no BrOffice.org</title><description>Durante a digitação de um texto no BrOffice.org, por padrão não é feita a &lt;b&gt;hifenização&lt;/b&gt; ou &lt;b&gt;translineação&lt;/b&gt; – passagem de uma linha para a outra, ficando parte da palavra no final da linha e o restante da palavra no início da linha de baixo. Vejamos como ativar esse recurso no BrOffice.org.&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ativar a hifenização durante a digitação de texto, selecione o parágrafo no qual deseja que as palavras sejam divididas ao chegar no final das linhas, clique com o botão direito sobre ele e no menu que aparece clique em &quot;Parágrafo&quot;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img227.imageshack.us/img227/4774/brofficehifenizacao01.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;230&quot; src=&quot;http://img227.imageshack.us/img227/4774/brofficehifenizacao01.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Na caixa de diálogo que aparece, vá até a aba &quot;Fluxo do texto&quot; e em &quot;Hifenização&quot; marque &quot;Automaticamente&quot;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img689.imageshack.us/img689/149/brofficehifenizacao02.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;228&quot; src=&quot;http://img689.imageshack.us/img689/149/brofficehifenizacao02.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Clique em OK para sair da caixa de diálogo e aplicar as alterações. Ao voltar para o texto, você perceberá que a translineação está sendo executada automaticamente pelo BrOffice.org:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img689.imageshack.us/img689/47/brofficehifenizacao03.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;230&quot; src=&quot;http://img689.imageshack.us/img689/47/brofficehifenizacao03.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Antigamente, a hifenização só era possível no BrOffice.org depois de instalado o &lt;b&gt;DivSilab&lt;/b&gt;, componente responsável por determinar a divisão silábica das palavras. Posteriormente, o DivSilab foi incorporado ao verificador ortográfico, de modo que atualmente basta &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/vero-o-verificador-ortografico-do.html&quot;&gt;instalar o verificador ortográfico&lt;/a&gt; para que seja possível a hifenização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Fontes&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div id=&quot;fontes&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.guiadohardware.net/tutoriais/textos-perfeitos-broffice/pagina5.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.guiadohardware.net/tutoriais/textos-perfeitos-broffice/pagina5.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.broffice.org/verortografico/dicas&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.broffice.org/verortografico/dicas&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/hifenizacao-no-brofficeorg.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-572961515729808244.post-2180699752753827942</guid><pubDate>Thu, 22 Apr 2010 00:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-24T21:23:22.879-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">BrOffice.org</category><title>DicSin – O dicionário de sinônimos do BrOffice.org</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img94.imageshack.us/img94/8250/brofficedicsin01.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img94.imageshack.us/img94/8250/brofficedicsin01.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Algumas vezes, após digitar um texto, você percebe que uma mesma palavra foi repetida inúmeras vezes, prejudicando a coesão do seu texto. Nessas situações, você pode utilizar o dicionário de sinônimos do BrOffice.org para buscar palavras sinônimas que possam substituir aquela palavra repetida.&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O dicionário de sinônimos da língua portuguesa, chamado pela equipe do BrOffice.org de &lt;b&gt;DicSin&lt;/b&gt; (obviamente, a sigla vem de &quot;dicionário de sinônimos&quot;), pode ser facilmente instalado, pois é distribuído na forma de uma extensão do BrOffice.org. Tudo que você deve fazer, portanto, é baixá-lo do &lt;a href=&quot;http://www.dicsin.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;site do projeto&lt;/a&gt; e instalá-lo através do Gerenciador de extensões, como foi mostrado na dica &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/instalando-extensoes-no-brofficeorg.html&quot;&gt;Instalando extensões no BrOffice.org&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Concluída a instalação da extensão e reiniciado o BrOffice.org, o dicionário de sinônimos pode ser acessado em &quot;Ferramentas -&gt; Idiomas -&gt; Dicionário de Sinônimos&quot;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img94.imageshack.us/img94/9747/brofficedicsin02.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;http://img94.imageshack.us/img94/9747/brofficedicsin02.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Fontes&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div id=&quot;fontes&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.guiadohardware.net/tutoriais/textos-perfeitos-broffice/pagina3.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.guiadohardware.net/tutoriais/textos-perfeitos-broffice/pagina3.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.broffice.org/dicionario_sinonimos&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.broffice.org/dicionario_sinonimos&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.dicsin.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.dicsin.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/dicsin-o-dicionario-de-sinonimos-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-572961515729808244.post-322513865308387235</guid><pubDate>Wed, 21 Apr 2010 23:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-24T23:34:08.420-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">BrOffice.org</category><title>Dicionários temáticos no BrOffice.org</title><description>A equipe do BrOffice.org desenvolve dicionários temáticos, ou seja, conjuntos de palavras relacionadas a algum tema que podem ser acrescentadas ao conjunto de palavras do dicionário padrão. Existem dicionários temáticos para termos de informática, termos de economia, termos da música, entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Instalar um dicionário temático é fácil. Em primeiro lugar, você deve baixá-lo do &lt;a href=&quot;http://www.broffice.org/dicionarios_tematicos&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;site do BrOffice.org&lt;/a&gt;. Lá existe uma lista com os dicionários temáticos mantidos pela equipe do BrOffice.org. Escolha aquele (ou aqueles) que você mais utilizará no seu dia a dia. Apenas para fins de demonstração, escolhi o &lt;a href=&quot;http://www.broffice.org/files/DicInfo_0.zip&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;dicionário de informática&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O segundo passo é fechar o programa, descompactar o arquivo baixado e copiar o dicionário para a sua pasta. Aqui a instrução pode variar a depender de qual sistema operacional (Windows ou Linux) e de qual aplicativo você esteja utilizando (OpenOffice.org ou BrOffice.org).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O usuário de Windows deve encerrar o OpenOffice.org ou o BrOffice.org (inclusive o Início Rápido), descompactar o arquivo .zip baixado e copiar o(s) arquivo(s) com extensão .dic para a pasta &quot;C:\Arquivos de programas\OpenOffice.org 3\Basis\share\wordbook\en-US&quot;, se estiver usando o OpenOffice.org, ou para a pasta &quot;C:\Arquivos de programas\BrOffice.org 3\Basis\share\wordbook\pt-BR&quot;, se estiver usando o BrOffice.org.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O usuário de Linux deve encerrar o OpenOffice.org ou o BrOffice.org, descompactar o arquivo .zip baixado e copiar o(s) arquivo(s) com extensão .dic para a pasta &quot;/usr/lib/openoffice/basis3.2/share/wordbook/en-US&quot;, se estiver usando o OpenOffice.org, ou para a pasta &quot;/usr/lib/openoffice/basis3.2/share/wordbook/pt-BR&quot;, se estiver usando o BrOffice.org. É importante lembrar que essas pastas podem ser diferentes a depender de como você tenha instalado esses programas. Para mais informações sobre a pasta na qual o &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/instalacao-do-openofficeorg_21.html&quot;&gt;OpenOffice.org&lt;/a&gt; ou o &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/instalacao-do-brofficeorg_21.html&quot;&gt;BrOffice.org&lt;/a&gt; estão instalados, consulte as dicas que tratam de sua instalação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você utiliza Linux, você pode facilmente baixar e instalar o dicionário de informática executando os seguintes comandos no terminal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$ wget http://www.broffice.org/files/DicInfo_0.zip
$ unzip DicInfo_0.zip
# cp *.dic /usr/lib/openoffice/basis3.2/share/wordbook/pt-BR&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
O terceiro passo é abrir novamente o programa e ativar o dicionário recém-instalado. Vá em &quot;Ferramentas -&gt; Opções...&quot;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img202.imageshack.us/img202/7564/brofficedictem01.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;230&quot; src=&quot;http://img202.imageshack.us/img202/7564/brofficedictem01.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Na caixa de diálogo que aparece, vá em &quot;Configurações de idioma -&gt; Recursos para redação&quot;. Na seção &quot;Dicionários definidos pelo usuário&quot;, marque os dicionários desejados:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img94.imageshack.us/img94/5844/brofficedictem02.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;167&quot; src=&quot;http://img94.imageshack.us/img94/5844/brofficedictem02.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Clique em OK e o dicionário estará disponível para uso. Como se trata de uma ampliação do dicionário ortográfico, as novas palavras podem ser identificadas pelo verificador ortográfico e pela autocorreção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Fontes&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div id=&quot;fontes&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.guiadohardware.net/tutoriais/textos-perfeitos-broffice/pagina3.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.guiadohardware.net/tutoriais/textos-perfeitos-broffice/pagina3.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.broffice.org/dicionarios_tematicos&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.broffice.org/dicionarios_tematicos&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/dicionarios-tematicos-no-brofficeorg.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-572961515729808244.post-3421497988579249145</guid><pubDate>Wed, 21 Apr 2010 23:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-24T21:23:22.880-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">BrOffice.org</category><title>CoGrOO – Corretor Gramatical acoplável ao OpenOffice.org</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img338.imageshack.us/img338/5142/brofficecogroo01.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img338.imageshack.us/img338/5142/brofficecogroo01.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Tanto o OpenOffice.org quanto o BrOffice.org não incluem por padrão um corretor gramatical para a língua portuguesa, apenas o corretor ortográfico, oferecendo uma correção incompleta aos textos que são digitados utilizando-os. Enquanto o corretor ortográfico verifica a grafia das palavras, o corretor gramatical verifica as relações entre as palavras, sugerindo correções para frases que possivelmente não estejam construídas de acordo com as regras da gramática portuguesa.&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O melhor corretor gramatical disponível para o BrOffice.org (e o único open-source) é o &lt;a href=&quot;http://cogroo.sourceforge.net/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;CoGrOO&lt;/a&gt;, sigla de &quot;Corretor Gramatical acoplável ao OpenOffice.org&quot;, que foi originalmente desenvolvido pela FAPESP e atualmente encontra-se sob responsabilidade da USP. Ele já é capaz de detectar erros de colocação pronominal, concordância nominal, concordância verbal, uso de crase, regência nominal, regência verbal, erros comuns da língua portuguesa escrita, entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por ser distribuído na forma de extensão, o CoGrOO pode ser facilmente acoplado ao BrOffice.org. Para isso, basta baixar a extensão do &lt;a href=&quot;http://cogroo.sourceforge.net/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;site do projeto&lt;/a&gt; e instalá-la seguindo os passos descritos na dica &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/instalando-extensoes-no-brofficeorg.html&quot;&gt;Instalando extensões no BrOffice.org&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante observar que a versão mais recente do CoGrOO requer que o OpenOffice.org ou o BrOffice.org na versão 3.0.1 ou superior e a máquina virtual Java estejam instalados. Para mais informações sobre como instalar ou atualizar o BrOffice.org e a máquina Java veja as dicas nas quais trato da &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/instalacao-do-openofficeorg_21.html&quot;&gt;instalação do OpenOffice.org&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/instalacao-do-brofficeorg_21.html&quot;&gt;do BrOffice.org&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você pode verificar o funcionamento do CoGrOO digitando uma frase que contenha algum erro gramatical, como, por exemplo, &quot;O meninos saiu para passear&quot; (obviamente, nesse caso o correto seria &quot;O menino saiu para passear&quot;, ou ainda “Os meninos saíram para passear”). Observe que ao digitar essa frase no BrOffice.org o erro gramatical é grifado em azul e se você clicar com o botão direito em cima dele é informado o erro e sugerida a correção:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img338.imageshack.us/img338/6073/brofficecogroo02.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;136&quot; src=&quot;http://img338.imageshack.us/img338/6073/brofficecogroo02.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Lembrando que, para que isso aconteça, a verificação automática deve estar habilitada. Se isso não acontecer, verifique se o seguinte ícone está marcado na barra de ferramentas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img338.imageshack.us/img338/7620/brofficecogroo03.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img338.imageshack.us/img338/7620/brofficecogroo03.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Após a instalação do CoGrOO, os erros gramaticais também passam a ser indicados quando é acionada a verificação de ortografia e gramática do BrOffice.org:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img338.imageshack.us/img338/5430/brofficecogroo04.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;216&quot; src=&quot;http://img338.imageshack.us/img338/5430/brofficecogroo04.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Durante a verificação de ortografia e gramática você também pode ver explicações detalhadas sobre o erro gramatical encontrado clicando no botão &quot;Explicar&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img338.imageshack.us/img338/5208/brofficecogroo05.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;216&quot; src=&quot;http://img338.imageshack.us/img338/5208/brofficecogroo05.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Fontes&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div id=&quot;fontes&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.guiadohardware.net/tutoriais/textos-perfeitos-broffice/pagina4.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.guiadohardware.net/tutoriais/textos-perfeitos-broffice/pagina4.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.gdhpress.com.br/blog/dicas-openoffice/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.gdhpress.com.br/blog/dicas-openoffice/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.broffice.org/projetos/cogroo&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.broffice.org/projetos/cogroo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://cogroo.sourceforge.net/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://cogroo.sourceforge.net/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/cogroo-corretor-gramatical-acoplavel-ao.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-572961515729808244.post-5857827738201762586</guid><pubDate>Sun, 18 Apr 2010 02:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-17T21:08:18.042-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">KDE 4</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Kubuntu</category><title>Ícones na Área de Trabalho do KDE 4</title><description>Quando você se depara pela primeira vez com o KDE 4, a primeira coisa que você sente falta é dos ícones na Área de Trabalho:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img263.imageshack.us/img263/9413/kde4desktop01.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;http://img263.imageshack.us/img263/9413/kde4desktop01.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Nesta dica, vamos ver que não só é possível exibir atalhos para programas na Área de Trabalho do KDE 4, como fazíamos no KDE 3, como também é possível fazê-lo de duas formas diferentes.&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A distribuição utilizada para demonstração foi um Debian Squeeze recém-instalado, mas os passos podem ser seguidos em outras distribuições, como o Kubuntu, por exemplo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A princípio, vamos criar para fins de demonstração três atalhos para serem exibidos na Área de Trabalho. Comece criando uma pasta &quot;Desktop&quot; dentro do seu diretório &quot;home&quot; e crie dentro dela três arquivos de texto, com os nomes de &quot;Dolphin&quot;, &quot;Iceweasel&quot; e &quot;Konsole&quot;. Em seguida, abra cada um desses arquivos de texto e insira dentro deles o conteúdo a seguir:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Dolphin:&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;pre&gt;[Desktop Entry]
Exec=dolphin
Icon=system-file-manager
Name=Dolphin
StartupNotify=true
Terminal=false
Type=Application
X-KDE-SubstituteUID=false&lt;/pre&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Iceweasel:&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;pre&gt;[Desktop Entry]
Exec=iceweasel
Icon=iceweasel
Name=Iceweasel
StartupNotify=true
Terminal=false
Type=Application
X-KDE-SubstituteUID=false&lt;/pre&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Konsole:&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;pre&gt;[Desktop Entry]
Exec=konsole
Icon=utilities-terminal
Name=Konsole
StartupNotify=true
Terminal=false
Type=Application
X-KDE-SubstituteUID=false&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Observe que no KDE 3 os atalhos da Área de Trabalho tinham extensão &quot;.desktop&quot;. No KDE 4, se você acrescentar essa extensão aos nomes dos arquivos ela será exibida, portanto deixe-os sem extensão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira das formas de se exibir ícones na Área de Trabalho do KDE 4 é deixando-os &quot;soltos&quot;, como acontecia no KDE 3. Nesse caso, a Área de Trabalho se comporta como uma pasta. Para isso:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; Clique com o botão direito na Área de Trabalho e em seguida clique em &quot;Desktop Settings&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img263.imageshack.us/img263/8499/kde4desktop02.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img263.imageshack.us/img263/8499/kde4desktop02.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; Na caixa de diálogo que aparece, em &quot;Desktop Activity&quot;, altere o valor do campo &quot;Type: &quot; de &quot;Desktop&quot; para &quot;Folder View&quot; e clique em &quot;OK&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img263.imageshack.us/img263/5020/kde4desktop03.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;201&quot; src=&quot;http://img263.imageshack.us/img263/5020/kde4desktop03.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Feito isso, sua Área de Trabalho ficará assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img263.imageshack.us/img263/1257/kde4desktop04.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;http://img263.imageshack.us/img263/1257/kde4desktop04.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
A segunda forma de exibir ícones na Área de Trabalho é através do widget &quot;Folder View&quot;, novidade do KDE 4.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; Clique no ícone que se encontra no canto superior direito da tela e no menu que aparece clique em &quot;Add Widgets...&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img263.imageshack.us/img263/323/kde4desktop05.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img263.imageshack.us/img263/323/kde4desktop05.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; Na caixa de diálogo que aparece, procure na lista o widget &quot;Folder View&quot;, selecione-o e clique no botão &quot;Add Widget&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img89.imageshack.us/img89/5444/kde4desktop06.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;http://img89.imageshack.us/img89/5444/kde4desktop06.png&quot; width=&quot;245&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Ao fechar a janela você perceberá que o widget foi adicionado à Área de Trabalho, mas está mostrando o conteúdo do seu diretório &quot;home&quot;. Vamos alterar a sua configuração para fazer com que ele mostre o conteúdo da pasta &quot;Desktop&quot; que você criou no início desta dica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Passe o mouse pela extremidade direita do widget e aparecerão alguns ícones. Clique no terceiro deles, que dará acesso à sua configuração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img89.imageshack.us/img89/2347/kde4desktop07.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;201&quot; src=&quot;http://img89.imageshack.us/img89/2347/kde4desktop07.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; Na caixa de diálogo que aparece, em &quot;Location&quot;, marque a primeira opção, &quot;Show the Desktop folder&quot;, e clique em OK.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img89.imageshack.us/img89/9338/kde4desktop08.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;248&quot; src=&quot;http://img89.imageshack.us/img89/9338/kde4desktop08.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Feito isso, sua Área de Trabalho ficará assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img89.imageshack.us/img89/5346/kde4desktop09.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;http://img89.imageshack.us/img89/5346/kde4desktop09.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Fontes&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div id=&quot;fontes&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.guiadohardware.net/tutoriais/mandriva4/pagina2.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.guiadohardware.net/tutoriais/mandriva4/pagina2.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.opensuse.org/KDE/Introdu%C3%A7%C3%A3o_para_o_KDE4&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://pt.opensuse.org/KDE/Introdu%C3%A7%C3%A3o_para_o_KDE4&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.vivaolinux.com.br/topico/KDE-4/Desapareci-com-a-Pasta-da-Area-de-Trabalho&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.vivaolinux.com.br/topico/KDE-4/Desapareci-com-a-Pasta-da-Area-de-Trabalho&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://avmlinux.blogspot.com/2010/04/icones-na-area-de-trabalho-do-kde-4.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-572961515729808244.post-6000053526864220390</guid><pubDate>Sun, 21 Mar 2010 17:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-25T23:59:52.655-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Criação de LiveCDs</category><title>Guia de referência do ISOLINUX - Parte 2</title><description>O &lt;b&gt;ISOLINUX&lt;/b&gt; é provavelmente o gerenciador de boot mais utilizado em LiveCDs, certamente pela grande quantidade de recursos que ele oferece para tornar o boot do LiveCD um processo mais amigável. Essa é a segunda parte do artigo que explica a sua configuração. Nessa parte, destaque para a criação de submenus e de um menu de ajuda.&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/03/guia-de-referencia-do-isolinux-parte-1.html&quot;&gt;primeira parte do artigo&lt;/a&gt;, aprendemos a criar um menu básico, a inserir uma imagem de fundo, a organizar, definir as posições, os tamanhos e as cores dos itens do menu, aprendemos também a traduzir as mensagens que são exibidas na tela e a adicionar descrições a cada item do menu. Finalmente, vimos como criar um LiveCD utilizando o ISOLINUX como gerenciador de boot.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Continuaremos, agora na segunda parte, a trabalhar com menus, vendo como podemos incrementá-los ainda mais. Aprenderemos também a fazer uma tela de boot igual à do LiveCD do Kurumin, deixando apenas o prompt &quot;boot: &quot;, para que o usuário selecione manualmente as opções de boot. Finalizando o artigo, veremos como criar um menu de ajuda para auxiliar o usuário a escolher entre as opções de boot disponíveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Criando submenus&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Quando você possui uma grande quantidade de opções de boot disponíveis, pode ser interessante distribui-las através de submenus acessíveis por um menu principal. Nesse tópico veremos com quais tags podemos definir submenus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;MENU BEGIN [tagname]&lt;br /&gt;
MENU END&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Essas tags indicam o início e término da definição um submenu, respectivamente. Entre elas, podemos utilizar todas as tags que já vimos. Os submenus herdam as propriedades do menu principal, mas podem também apresentar suas próprias propriedades (seu próprio título, seu próprio fundo, sua própria formatação, etc.).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A tag MENU BEGIN aceita um parâmetro, mas não é obrigatório. Esse parâmetro serve para dar um nome do submenu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;MENU EXIT [tagname]&lt;/h4&gt;(válido somente depois de uma tag LABEL dentro de um submenu)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Define que a opção de menu à qual está associada será usada para sair do submenu e voltar ao menu principal. Aceita um parâmetro, mas não é obrigatório. Se for informado, o retorno será feito não para o menu principal, mas para o menu com o nome passado como parâmetro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/03/guia-de-referencia-do-isolinux-parte-1.html&quot;&gt;primeira parte do artigo&lt;/a&gt;, vimos um exemplo de arquivo de configuração básico:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;DEFAULT vesamenu.c32
TIMEOUT 300
PROMPT 0

LABEL live
  MENU LABEL ^Iniciar o Linux em modo grafico
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND boot=live nopersistent rw quiet splash

LABEL text_only
  MENU LABEL Iniciar o Linux em modo ^texto
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND boot=live nopersistent textonly rw quiet

LABEL memtest
  MENU LABEL Testar a ^memoria
  KERNEL /boot/memtest86
  APPEND -

LABEL hd
  MENU LABEL Iniciar a partir do ^disco rigido
  LOCALBOOT 0x80
  APPEND -&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Vamos colocar todas as opções do menu com exceção da primeira e da última dentro de um submenu e vamos chamar esse submenu de &quot;Opções avançadas&quot;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;DEFAULT vesamenu.c32
TIMEOUT 300
PROMPT 0

LABEL live
  MENU LABEL ^Iniciar o Linux em modo grafico
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND BOOT=live boot=live nopersistent rw quiet splash

MENU BEGIN advanced

  MENU LABEL Opcoes ^avancadas

  LABEL text_only
    MENU LABEL Iniciar o Linux em modo ^texto
    KERNEL /boot/vmlinuz
    INITRD /boot/initrd.gz
    APPEND BOOT=live boot=live nopersistent textonly rw quiet

  LABEL memtest
    MENU LABEL Testar a ^memoria
    KERNEL /boot/memtest86
    APPEND -

  LABEL mainmenu
    MENU LABEL &lt; ^Voltar
    MENU exit

MENU END

LABEL hd
  MENU LABEL Iniciar a partir do ^disco rigido
  LOCALBOOT 0x80
  APPEND -&lt;/pre&gt;

&lt;br/&gt;Se você testar essa configuração (veja como fazer isso na &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/03/guia-de-referencia-do-isolinux-parte-1.html&quot;&gt;primeira parte do artigo&lt;/a&gt;), verá isso:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img689.imageshack.us/img689/1086/isolinux09.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;http://img689.imageshack.us/img689/1086/isolinux09.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br/&gt;

&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img689.imageshack.us/img689/4828/isolinux10.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;http://img689.imageshack.us/img689/4828/isolinux10.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br/&gt;

&lt;h2&gt;Outras formas de fazer submenus&lt;/h2&gt;
&lt;br/&gt;Nesse tópico veremos duas outras formas de se fazer um submenu, colocando desta vez os menus em arquivos de configuração separados.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;Uma delas é usando a tag CONFIG:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

&lt;h4&gt;CONFIG filename&lt;/h4&gt;(válido somente depois de uma tag LABEL)&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;Carrega o arquivo de configuração passado como parâmetro.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;Vejamos como ficaria a mesma estrutura de menus do tópico anterior definida utilizando a tag CONFIG. Para isso, vamos criar dois arquivos:

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;isolinux.cfg:&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;pre&gt;DEFAULT vesamenu.c32
TIMEOUT 300
PROMPT 0

LABEL live
  MENU LABEL ^Iniciar o Linux em modo grafico
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND BOOT=live boot=live nopersistent rw quiet splash

LABEL advanced
  MENU LABEL Opcoes ^avancadas
  CONFIG avancadas.cfg

LABEL hd
  MENU LABEL Iniciar a partir do ^disco rigido
  LOCALBOOT 0x80
  APPEND -&lt;/pre&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;avancadas.cfg:&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;pre&gt;DEFAULT vesamenu.c32
TIMEOUT 300
PROMPT 0

MENU TITLE Opcoes avancadas

LABEL text_only
  MENU LABEL Iniciar o Linux em modo ^texto
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND BOOT=live boot=live nopersistent textonly rw quiet

LABEL memtest
  MENU LABEL Testar a ^memoria
  KERNEL /boot/memtest86
  APPEND -

LABEL mainmenu
  MENU LABEL &lt; ^Voltar
  CONFIG isolinux.cfg&lt;/pre&gt;

&lt;br/&gt;O resultado visual e funcional das duas formas já apresentadas de criar submenus é praticamente o mesmo. Abordei a tag CONFIG aqui na verdade mais por ser uma das formas possíveis de se criar submenus, mas veremos um uso mais interessante para essa tag mais adiante, quando tratarmos sobre o menu de ajuda.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;No tópico Configuração básica, na &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/03/guia-de-referencia-do-isolinux-parte-1.html&quot;&gt;primeira parte do artigo&lt;/a&gt;, vimos que a tag KERNEL aceita como parâmetro uma extensão do ISOLINUX (um COMBOOT). Se criarmos uma entrada de menu passando como parâmetro à tag KERNEL o arquivo vesamenu.c32 e como parâmetro à tag APPEND um arquivo de configuração, durante a execução, ao escolher essa opção, o usuário terá acesso a outro menu, definido por esse arquivo de configuração.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;Em resumo, teríamos, no &quot;isolinux.cfg&quot;, algo parecido com isto:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

&lt;pre&gt;LABEL outro_menu
  MENU LABEL Outro menu
  KERNEL vesamenu.c32
  APPEND outra_configuracao.conf&lt;/pre&gt;
&lt;br/&gt;Vejamos então como criar submenus dessa forma. Vamos criar um menu principal e dois menus secundários. No menu principal, o usuário escolherá o idioma, e nos menus secundários, ele verá as opções traduzidas para o idioma dele. Para isso, vamos criar três arquivos:

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;isolinux.cfg:&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;pre&gt;DEFAULT vesamenu.c32
TIMEOUT 300
PROMPT 0

LABEL menu_ptbr
  menu label Portugues brasileiro
  kernel vesamenu.c32
  append menu_ptbr.cfg

LABEL menu_en
  menu label English
  kernel vesamenu.c32
  append menu_en.cfg&lt;/pre&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;menu_ptbr.cfg:&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;pre&gt;DEFAULT vesamenu.c32
TIMEOUT 300
PROMPT 0

LABEL live
  menu label ^Iniciar o Linux em modo grafico
  kernel /boot/vmlinuz
  initrd /boot/initrd.gz
  append BOOT=live boot=live nopersistent rw quiet splash

LABEL text_only
  MENU LABEL Iniciar o Linux em modo ^texto
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND BOOT=live boot=live nopersistent textonly rw quiet

LABEL memtest
  menu label ^Testar a memoria
  kernel /boot/memtest86
  append -

LABEL hd
  menu label Iniciar a partir do ^disco-rigido
  localboot 0x80
  append -

LABEL back
  menu label &lt; ^Voltar
  kernel vesamenu.c32
  append isolinux.cfg&lt;/pre&gt;

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;menu_en.cfg:&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;pre&gt;DEFAULT vesamenu.c32
TIMEOUT 300
PROMPT 0

LABEL live
  menu label ^Start Linux in Graphical Mode
  kernel /boot/vmlinuz
  initrd /boot/initrd.gz
  append BOOT=live boot=live nopersistent rw quiet splash

LABEL text_only
  MENU LABEL Start Linux in ^Text Mode
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND BOOT=live boot=live nopersistent textonly rw quiet

LABEL memtest
  menu label Memory ^Test
  kernel /boot/memtest86
  append -

LABEL hd
  menu label Boot from first ^hard disk
  localboot 0x80
  append -

LABEL back
  menu label &lt; ^Back
  kernel vesamenu.c32
  append isolinux.cfg&lt;/pre&gt;&lt;br/&gt;

&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img689.imageshack.us/img689/250/isolinux11.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;http://img689.imageshack.us/img689/250/isolinux11.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br/&gt;

&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img689.imageshack.us/img689/676/isolinux12.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;http://img689.imageshack.us/img689/676/isolinux12.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;Observe que em ambas as formas de se criar submenus mostradas acima é possível a partir de qualquer menu chamar o menu principal, especificando o arquivo &quot;isolinux.cfg&quot;. Aliás, como os menus são independentes um do outro (a idéia é a de produzir submenus, mas na verdade estamos criando menus novos), é possível chamar qualquer menu a partir de qualquer menu, bastando para isso especificar o arquivo de configuração que define o menu que desejamos exibir. É possível também definir para cada menu aparências diferentes, visto que são na verdade menus completamente independentes.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;Finalmente, convém observar que o resultado visual e funcional de todas as formas mostradas acima é o mesmo. Cabe a você escolher uma das formas apresentadas e montar sua estrutura de menus.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

&lt;h2&gt;Dividindo o arquivo de configuração em partes&lt;/h2&gt;
&lt;br/&gt;Você pode dividir o arquivo &quot;isolinux.cfg&quot; em arquivos menores para tornar sua configuração do ISOLINUX mais organizada. Isso é útil principalmente se o menu que você pretende criar possui muitas opções ou se você pretende manter em arquivos separados as definições de menus e as definições de formatação.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;A tag usada para isso é a tag INCLUDE, cuja sintaxe e descrição encontra-se a seguir.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

&lt;h4&gt;INCLUDE filename [tagname]&lt;/h4&gt;
&lt;br/&gt;Inclui no local em que está inserida o conteúdo do arquivo especificado como parâmetro. Admite um segundo parâmetro, não obrigatório, que pode ser preenchido com um nome. Se esse parâmetro for passado, então o conteúdo do arquivo é tratado como se fosse um submenu.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;Aproveitando o exemplo do submenu visto anteriormente, vamos ver como poderíamos colocar o submenu dentro de um arquivo à parte para reduzir o tamanho do arquivo &quot;isolinux.cfg&quot; (observe que o que faremos a seguir não alterará nem a funcionalidade, nem a visualização dos menus, mas apenas a organização dos arquivos).&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;Podemos fazer isso usando a tag INCLUDE com apenas um parâmetro:&lt;br/&gt;

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;isolinux.cfg:&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;pre&gt;DEFAULT vesamenu.c32
TIMEOUT 300
PROMPT 0

LABEL live
  MENU LABEL ^Iniciar o Linux em modo grafico
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND BOOT=live boot=live nopersistent rw quiet splash

LABEL hd
  MENU LABEL Iniciar a partir do ^disco-rigido
  LOCALBOOT 0x80
  APPEND -

MENU BEGIN advanced  
  INCLUDE avancadas.cfg
MENU END&lt;/pre&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;avancadas.cfg:&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;pre&gt;MENU LABEL Opcoes ^avancadas

LABEL text_only
  MENU LABEL Iniciar o Linux em modo ^texto
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND BOOT=live boot=live nopersistent textonly rw quiet

LABEL memtest
  MENU LABEL ^Testar a memoria
  KERNEL /boot/memtest86
  APPEND -

LABEL mainmenu
  MENU LABEL ^Voltar
  MENU exit&lt;/pre&gt;
&lt;br/&gt;Ou usando a tag INCLUDE com dois parâmetros, reduzindo ainda mais o arquivo &quot;isolinux.cfg&quot;:

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;isolinux.cfg:&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;pre&gt;DEFAULT vesamenu.c32
TIMEOUT 300
PROMPT 0

LABEL live
  MENU LABEL ^Iniciar o Linux em modo grafico
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND BOOT=live boot=live nopersistent rw quiet splash

LABEL hd
  MENU LABEL Iniciar a partir do ^disco-rigido
  LOCALBOOT 0x80
  APPEND -

INCLUDE advanced.cfg advanced&lt;/pre&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;advanced.cfg:&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;pre&gt;MENU LABEL Opcoes ^avancadas

LABEL text_only
  MENU LABEL Iniciar o Linux em modo ^texto
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND BOOT=live boot=live nopersistent textonly rw quiet

LABEL memtest
  MENU LABEL ^Testar a memoria
  KERNEL /boot/memtest86
  APPEND -

LABEL mainmenu
  MENU LABEL ^Voltar
  MENU exit&lt;/pre&gt;
&lt;br/&gt;&lt;h2&gt;Exibindo apenas o prompt &quot;boot: &quot;&lt;/h2&gt;
&lt;br/&gt;Há pessoas que preferem exibir em seu LiveCD apenas o prompt &quot;boot: &quot;, assim como fez o Carlos Morimoto no LiveCD do Kurumin, deixando o usuário livre para digitar as opções de boot que ele deseja ativar ou apenas pressionar ENTER (ou mesmo aguardar) para acionar o boot do LiveCD com as opções padrão.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img339.imageshack.us/img339/3865/isolinux13.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;http://img339.imageshack.us/img339/3865/isolinux13.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br/&gt;Nesse caso, o arquivo &quot;isolinux.cfg&quot; apresentará algumas alterações com relação aos arquivos exemplo que estamos vendo até agora.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;Vejamos, por exemplo, o arquivo &quot;isolinux.cfg&quot; do LiveCD do Kurumin:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

&lt;pre&gt;DEFAULT linux26
APPEND ramdisk_size=100000 init=/etc/init lang=us vga=791 initrd=minirt.gz nomce quiet apm=power-off BOOT_IMAGE=knoppix
TIMEOUT 200
PROMPT 1

DISPLAY boot.msg

F1 boot.msg
F2 f2
F3 f3

LABEL knoppix
KERNEL linux26
APPEND ramdisk_size=100000 init=/etc/init lang=us vga=791 initrd=minirt.gz nomce quiet apm=power-off BOOT_IMAGE=knoppix

LABEL kurumin
KERNEL linux26
APPEND ramdisk_size=100000 init=/etc/init lang=us vga=791 initrd=minirt.gz nomce quiet apm=power-off BOOT_IMAGE=knoppix

LABEL linux
KERNEL linux26
APPEND ramdisk_size=100000 init=/etc/init lang=us vga=normal initrd=minirt.gz nomce apm=power-off BOOT_IMAGE=knoppix

LABEL memtest
KERNEL memtest
APPEND initrd=

LABEL expert
KERNEL linux26
APPEND ramdisk_size=100000 init=/etc/init lang=us acpi=off vga=791 initrd=minirt.gz nomce apm=power-off BOOT_IMAGE=expert

LABEL fb1024x768
KERNEL linux26
APPEND ramdisk_size=100000 init=/etc/init lang=us vga=791 xmodule=vesa screen=1024x768 initrd=minirt.gz nomce quiet apm=power-off BOOT_IMAGE=knoppix

LABEL fb800x600
KERNEL linux26
APPEND ramdisk_size=100000 init=/etc/init lang=us vga=788 xmodule=vesa screen=800x600 initrd=minirt.gz nomce quiet apm=power-off BOOT_IMAGE=knoppix

LABEL fb640x480
KERNEL linux26
APPEND ramdisk_size=100000 init=/etc/init lang=us vga=785 xmodule=vesa screen=640x480 initrd=minirt.gz nomce quiet apm=power-off BOOT_IMAGE=knoppix

LABEL failsafe
KERNEL linux26
APPEND ramdisk_size=100000 init=/etc/init lang=us vga=normal atapicd nosound acpi=off noapic noscsi nodma noapm nousb nopcmcia nofirewire noagp nocups noalsa nomce nodhcp xmodule=vesa initrd=minirt.gz BOOT_IMAGE=knoppix

LABEL userdef
KERNEL linux26
APPEND&lt;/pre&gt;
&lt;br/&gt;Observemos primeiramente que a tag DEFAULT especifica uma das opções de boot, e não mais o arquivo &quot;vesamenu.c32&quot;, o que significa dizer que não teremos um menu.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;Em segundo lugar, o valor da tag PROMPT foi configurado como 1, dizendo que o prompt &quot;boot: &quot; sempre deve ser exibido. Se fosse definido como 0, como não há um menu de boot, a opção padrão seria acionada assim que o ISOLINUX fosse carregado, não dando tempo ao usuário de escolher outra opção.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;Perceba, além disso, que aparecem quatro novas tags antes das definições das opções de boot. Essas são, provavelmente, as únicas personalizações que podemos fazer quando queremos exibir apenas o prompt &quot;boot: &quot;. Vou explicá-las nos tópicos a seguir.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;Além dessas, você pode utilizar a tag SAY, quando não quiser exibir o conteúdo de um arquivo de texto inteiro, mas apenas uma mensagem.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

&lt;h4&gt;SAY message&lt;/h4&gt;
&lt;br/&gt;Exibe na tela a mensagem passada como parâmetro.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;Veja a seguir um exemplo de utilização da tag SAY:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

&lt;pre&gt;DEFAULT live
TIMEOUT 300
PROMPT 1

SAY Bem vindo ao Linux. 
SAY Digite a opcao de boot a seguir ou pressione ENTER para a opcao padrao.

LABEL live
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND boot=live nopersistent rw quiet splash

LABEL text_only
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND boot=live nopersistent textonly rw quiet

LABEL memtest
  KERNEL /boot/memtest86
  APPEND -

LABEL hd
  LOCALBOOT 0x80
  APPEND -&lt;/pre&gt;&lt;br/&gt;

&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img339.imageshack.us/img339/1208/isolinux14.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;http://img339.imageshack.us/img339/1208/isolinux14.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br/&gt;&lt;h2&gt;A tag DISPLAY&lt;/h2&gt;
&lt;br/&gt;Reservei um tópico somente para essa tag porque ela possui diversas aplicações dentro do ISOLINUX. Sua sintaxe básica é a seguinte:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

&lt;h4&gt;DISPLAY filename&lt;/h4&gt;
&lt;br/&gt;Exibe na tela o conteúdo do arquivo de texto passado como parâmetro.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;É importante observar que este arquivo pode estar tanto no formato DOS quanto no formato UNIX e que alguns caracteres ASCII não-imprimíveis (são caracteres especiais, que não são visualizados na tela) podem ser usados para acrescentar ao conteúdo desse arquivo alguma funcionalidade ou formatação. Esse tópico será dedicado a falar desses caracteres.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;Não tratarei todos os caracteres possíveis aqui, mas apenas os que, a julgar pelos exemplos em arquivos de configuração que encontrei, achei mais importantes. Se quiser saber todos os caracteres ASCII que são reconhecidos pelo ISOLINUX, consulte a &lt;a href=&quot;http://syslinux.zytor.com/wiki/index.php/SYSLINUX#What_is_the_DISPLAY_File_Format.3F&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;documentação do ISOLINUX&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

&lt;h4&gt;Caractere EM&lt;/h4&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Código decimal:&lt;/b&gt; 25&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Código hexadecimal:&lt;/b&gt; 19&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Código octal:&lt;/b&gt; 031&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Combinação de teclas para o vim:&lt;/b&gt; CTRL + Y&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
Se estiver no modo gráfico, retorna ao modo texto.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;Para inserir no arquivo de texto esse e os outros caracteres ASCII que vierem a seguir, você tem duas opções:&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;A primeira delas é utilizar um dos comandos a seguir, que insere o caractere ASCII no final do arquivo que é lhe passado como parâmetro:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

&lt;pre&gt;$ printf &quot;\xNN&quot; &gt;&gt; arquivo

$ printf &quot;\NNN&quot; &gt;&gt; arquivo&lt;/pre&gt;
&lt;br/&gt;onde NN é o código hexadecimal e NNN é o código octal do caractere ASCII em questão.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;Assim, poderíamos inserir o caractere EM em um arquivo de texto usando um dos comandos:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

&lt;pre&gt;$ printf &quot;\x19&quot; &gt;&gt; arquivo

$ printf &quot;\031&quot; &gt;&gt; arquivo&lt;/pre&gt;
&lt;br/&gt;Uma dica é executar esse comando para inserir o caractere em um arquivo temporário, abrir esse arquivo com o &lt;b&gt;kwrite&lt;/b&gt;, abrir o arquivo no qual você deseja inserir o caractere em outra janela do kwrite e finalmente copiar e colar o caractere de um arquivo para o outro.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;A segunda opção é utilizar o &lt;b&gt;vi&lt;/b&gt;, o &lt;b&gt;vim&lt;/b&gt; (editores de texto de linha de comando) ou o &lt;b&gt;gvim&lt;/b&gt; (versão do vim para GNOME) para escrever o arquivo de texto. Para quem não tem intimidade com linha de comando, eu recomendo este último (foi o que eu utilizei), que você pode instalar usando o comando a seguir:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

&lt;pre&gt;# apt-get install vim-gnome&lt;/pre&gt;
&lt;br/&gt;Abra o arquivo utilizando um dos editores acima mencionados (o vi, o vim ou o gvim), pressione a tecla i para entrar no modo de inserção de texto, posicione o cursor na posição onde você deseja inserir o caractere, pressione CTRL + V e, finalmente, pressione a combinação de teclas fornecida para formar aquele caractere (que, no caso do caractere EM, seria CTRL + Y). Observe que isso não funciona em outros editores de texto, como o nano, o kedit ou mesmo o kwrite.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;Não entrarei em mais detalhes sobre a utilização desses editores de texto pois não é o foco deste artigo explicar seu funcionamento. Quem desejar obter mais informações, pode acessar &lt;a href=&quot;http://www.infowester.com/linuxvi.php&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;esta página&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;Não se preocupe se alguns desses caracteres não apresentarem aplicação imediata, como esse que acabamos de ver. Voltaremos a falar deles no próximo tópico.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

&lt;h4&gt;Caractere FF&lt;/h4&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Código decimal:&lt;/b&gt; 12&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Código hexadecimal:&lt;/b&gt; 0C&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Código octal:&lt;/b&gt; 014&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Combinação de teclas para o vim:&lt;/b&gt; CTRL + L&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
Limpa a tela, colocando o cursor na posição inicial. É importante observar que isso não altera as cores de frente e de fundo definidas anteriormente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

&lt;h4&gt;Caractere SI&lt;/h4&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Código decimal:&lt;/b&gt; 15&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Código hexadecimal:&lt;/b&gt; 0F&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Código octal:&lt;/b&gt; 017&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Combinação de teclas para o vim:&lt;/b&gt; CTRL + O&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
Configura as cores de fundo e de frente. A sintaxe de uso desse caractere é a seguinte:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

&lt;pre&gt;SIbgfg&lt;/pre&gt;
&lt;br/&gt;onde &lt;b&gt;bg&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;fg&lt;/b&gt; são números hexadecimais que definem, respectivamente, a cor de fundo e a cor de frente. Os possíveis números que são aceitos nesses campos estão listados a seguir junto com as cores que determinam:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

&lt;pre&gt;0 = black               8 = dark grey
1 = dark blue           9 = bright blue
2 = dark green          a = bright green
3 = dark cyan           b = bright cyan
4 = dark red            c = bright red
5 = dark purple         d = bright purple
6 = brown               e = yellow
7 = light grey          f = white&lt;/pre&gt;&lt;br/&gt;

&lt;h4&gt;Caractere CAN&lt;/h4&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Código decimal:&lt;/b&gt; 24&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Código hexadecimal:&lt;/b&gt; 18&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Código octal:&lt;/b&gt; 030&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Combinação de teclas para o vim:&lt;/b&gt; CTRL + X&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
Exibe uma imagem na tela. Sua sintaxe é a seguinte:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

&lt;pre&gt;CANfilenameNOVA_LINHA&lt;/pre&gt;
&lt;br/&gt;Onde &lt;b&gt;filename&lt;/b&gt; é o nome do arquivo que contém a imagem a ser exibida, com extensão &quot;.rle&quot;.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;Para criar uma imagem com essa extensão, você precisará utilizar um script que vem com o ISOLINUX.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;Primeiramente, crie uma imagem no GIMP com largura 640 pixels e altura menor que 480 pixels (200 a 300 pixels seria a altura ideal), converta-a para 15 pixels, indexada e salve-a como &quot;splash.bmp&quot;. Em seguida, execute os dois comandos a seguir no terminal:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

&lt;pre&gt;$ bmptoppm splash.bmp &gt; splash.ppm

$ ppmtolss16 &#39;#ffffff=7&#39; &lt; splash.ppm &gt; splash.rle&lt;/pre&gt;
&lt;br/&gt;Se você não conseguir executar o primeiro comando, instale o pacote &lt;b&gt;netbpm&lt;/b&gt; e tente novamente:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

&lt;pre&gt;# apt-get install netbpm&lt;/pre&gt;
&lt;br/&gt;Não entrarei em muitos detalhes aqui a respeito disso. Eu já apresentei na &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/03/guia-de-referencia-do-isolinux-parte-1.html&quot;&gt;primeira parte do artigo&lt;/a&gt; uma forma muito mais prática de se colocar uma imagem de fundo (bem verdade, no entanto, que isso requer a exibição de um menu). Quem quiser saber mais informações sobre como exibir uma imagem de fundo por esse método pode consultar uma das seguintes páginas:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://syslinux.zytor.com/wiki/index.php/SYSLINUX#Display_graphic_from_filename:&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://syslinux.zytor.com/wiki/index.php/SYSLINUX#Display_graphic_from_filename:&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://help.ubuntu.com/community/LiveCDCustomizationFromScratch&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://help.ubuntu.com/community/LiveCDCustomizationFromScratch&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www.sweb.cz/Frantisek.Rysanek/splash/isolinux-splash-HOWTO.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.sweb.cz/Frantisek.Rysanek/splash/isolinux-splash-HOWTO.html&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br/&gt;Voltando ao arquivo de configuração do ISOLINUX encontrado no LiveCD do Kurumin, que foi exibido no tópico anterior, observe que a tag DISPLAY ordena que seja exibido o conteúdo do arquivo &quot;boot.msg&quot;.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;Se você tiver acesso ao LiveCD do Kurumin e tiver a curiosidade de abrir esse arquivo, verá que ele contém apenas uma linha (para facilitar a visualização e a compreensão desse artigo, colocarei os caracteres ASCII não-imprimíveis entre sinais de asterisco):&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

&lt;pre&gt;*SI*17*FF**CAN*logo.16&lt;/pre&gt;
&lt;br/&gt;O arquivo &quot;logo.16&quot; provavelmente é a imagem de fundo que vemos na tela de boot do LiveCD. A única utilidade do arquivo &quot;boot.msg&quot; então é exibir essa imagem e definir a cor do prompt &quot;boot: &quot;, já que nenhuma outra coisa é exibida na tela de boot do LiveCD do Kurumin.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;No LiveCD do Ubuntu, há um arquivo &quot;isolinux.txt&quot; com o seguinte conteúdo:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

&lt;pre&gt;*CAN*splash.rle

This is the Ubuntu Live CD.
Press *DC3*F1*DC4*control and F then 1*ETB* for help and advanced options.

For the default live system, press ENTER.&lt;/pre&gt;
&lt;br/&gt;Se você tiver a curiosidade de copiar esse arquivo &quot;isolinux.txt&quot;, juntamente com o arquivo &quot;splash.rle&quot; nele referenciado, para a pasta de testes, criar um arquivo &quot;isolinux.cfg&quot; com o conteúdo a seguir, só para fins de teste mesmo, verá a imagem a seguir na tela da sua máquina virtual.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

&lt;pre&gt;DEFAULT live
TIMEOUT 0
PROMPT 1

DISPLAY isolinux.txt

LABEL live
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND BOOT=live boot=live nopersistent rw quiet splash&lt;/pre&gt;&lt;br/&gt;

&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img339.imageshack.us/img339/4405/isolinux15.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;http://img339.imageshack.us/img339/4405/isolinux15.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br/&gt;Vale observar que eu só consegui identificar os caracteres nos arquivos citados nesse tópico porque eu utilizei o gvim. Se você tentar abri-los utilizando qualquer outro editor de texto, como o kwrite, por exemplo, verá no lugar dos caracteres ASCII símbolos estranhos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

&lt;h2&gt;Exibindo textos na tela, uso das teclas F1 a F12&lt;/h2&gt;
&lt;br/&gt;As teclas F1 a F12 no ISOLINUX possuem a função de exibir textos na tela. Configurando seu uso, nós podemos implementar em nosso LiveCD um sistema de ajuda de boot. A maioria dos LiveCDs costuma associar a essas teclas textos que informam ao usuário as opções de boot e os parâmetros que podem ser passados para o kernel.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;No arquivo de configuração do ISOLINUX, as tags responsáveis pela configuração das teclas F1 a F12 apresentam a seguinte sintaxe básica:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

&lt;h4&gt;F[1-12] filename&lt;/h4&gt;
&lt;br/&gt;Exibe na tela o conteúdo do arquivo passado como parâmetro toda vez que a tecla em questão for pressionada. Tem funcionamento semelhante à tag DISPLAY.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;Vejamos como podemos montar um menu de ajuda bastante interessante, como o que encontramos no DVD de instalação do Debian. Para isso, na pasta de teste, crie os arquivos que mostrarei a seguir (explicações serão dadas mais adiante):

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;isolinux.cfg:&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;pre&gt;DEFAULT vesamenu.c32
TIMEOUT 300
PROMPT 0
INCLUDE menu.cfg&lt;/pre&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;menu.cfg:&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;pre&gt;LABEL live
  MENU LABEL ^Iniciar o Linux em modo grafico
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND boot=live nopersistent rw quiet splash

LABEL text_only
  MENU LABEL Iniciar o Linux em modo ^texto
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND boot=live nopersistent textonly rw quiet

LABEL memtest
  MENU LABEL Testar a ^memoria
  KERNEL /boot/memtest86
  APPEND -

LABEL hd
  MENU LABEL Iniciar a partir do ^disco rigido
  LOCALBOOT 0x80
  APPEND -

LABEL help
  MENU LABEL ^Ajuda
  CONFIG ajuda.cfg&lt;/pre&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;ajuda.cfg:&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;pre&gt;PROMPT 1
DISPLAY f1.txt
TIMEOUT 0
INCLUDE menu.cfg

LABEL menu
  CONFIG isolinux.cfg

F1 f1.txt
F2 f2.txt
F3 f3.txt&lt;/pre&gt;
&lt;br/&gt;Nos arquivos a seguir são utilizados os caracteres ASCII não-imprimíveis explicados no tópico anterior. Ao gerar esses arquivos, você deve gerar esses caracteres por um dos métodos já explicados.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img339.imageshack.us/img339/7091/isolinux16.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;http://img339.imageshack.us/img339/7091/isolinux16.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br/&gt;

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;f1.txt:&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;pre&gt;*EM**FF**SI*0fAJUDA DE BOOT

*SI*07Este e o menu de ajuda. Abaixo, voce ve a lista de topicos tratados nesta ajuda.
Para acessar um dos topicos, pressione a tecla de funcao correspondente.

A qualquer momento voce pode iniciar o sistema, digitando no prompt &quot;boot: &quot; as
opcoes de boot e pressionando ENTER. Se desejar retornar ao menu principal,
digite menu e pressione ENTER.

*SI*0fIndice

Tecla    Topico

*SI*09F1*SI*07       Esta pagina, o indice da ajuda
*SI*09F2*SI*07       Pre-requisitos para executar o LiveCD
*SI*09F3*SI*07       Opcoes de boot para utilizar este LiveCD

&lt;/pre&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;f2.txt:&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;pre&gt;*EM**FF**SI*0fPRE-REQUISITOS PARA EXECUTAR O LIVECD

Configuracao minima:

  *SI*07Processador Intel Pentium II 266 MHz ou equivalente
  Memoria RAM de 196 MB

*SI*0fConfiguracao recomendada:

  *SI*07Processador AMD Athlon 1.0 GHz ou equivalente
  Memoria RAM de 512 MB

*SI*0fPressione *SI*09F1*SI*0f para voltar ao indice da ajuda ou digite a opcao de boot desejada epressione ENTER para inicia-la.

&lt;/pre&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;f3.txt:&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;pre&gt;*EM**FF**SI*0fOPCOES DE BOOT PARA UTILIZAR ESTE LIVECD

live
  *SI*07Inicia o Linux normalmente, em modo grafico. Essa e a melhor forma de utilizar  o Linux e tambem a opcao padrao deste LiveCD.
*SI*0ftext_only
  *SI*07Inicia o Linux em modo texto. Escolhendo essa opcao, voce pode entrar
  diretamente no console do Linux, sem ter que passar pelo ambiente grafico.
  Para iniciar o ambiente grafico a partir do console, basta executar o
  comando startx.
*SI*0fmemtest
  *SI*07Nao inicia o Linux. Ao inves disso, inicia o MEMTEST86, um utilitario de
  teste de memoria que diagnosticara erros na memoria do seu computador.
*SI*0fhd
  *SI*07Nao inicia o Linux. Ao inves disso, inicia o sistema operacional instalado no
  primeiro disco-rigido do seu computador.

*SI*0fPara usar uma dessas opcoes de boot, digite-a no prompt &quot;boot: &quot; e pressione
ENTER, como no exemplo a seguir.
  *SI*07boot: text_only

*SI*0fPressione *SI*09F1*SI*0f para voltar ao indice da ajuda ou digite a opcao de boot desejada epressione ENTER para inicia-la.

&lt;/pre&gt;
&lt;br/&gt;Vou explicar agora o que fizemos com esses arquivos.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;Em primeiro lugar, separamos as opções de boot em um arquivo a parte (&quot;menu.cfg&quot;) para que pudéssemos reutiliza-las. Observe que a linha &quot;INCLUDE menu.cfg&quot; aparece tanto no arquivo &quot;isolinux.cfg&quot; quanto no arquivo &quot;ajuda.cfg&quot;. Com isso, o usuário pode, do menu de ajuda, acionar qualquer uma das opções definidas para o menu principal.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;No arquivo &quot;ajuda.cfg&quot; definimos o menu de ajuda. Nele não aparecem as opções do menu principal, apenas textos de ajuda e o prompt &quot;boot: &quot;, como você verá nas figuras a seguir. Então, se o usuário quiser acionar uma das opções definidas para o menu principal, deverá digitar o nome da opção no prompt &quot;boot: &quot; e apertar ENTER.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;Observe que nesse arquivo foi definida uma nova opção de boot, &quot;menu&quot;, que permite ao usuário, se acionada, voltar ao menu principal. Ela utiliza o mesmo mecanismo de submenus, explicado em um dos tópicos anteriores.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;Observe também que a tag PROMPT está definida como 1, indicando que o prompt &quot;boot: &quot; deve ser sempre mostrado, e que a tag TIMEOUT está definida como 0, desabilitando a contagem regressiva para a execução da ação padrão.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;Há, finalmente, a tag DISPLAY, indicando que deve ser exibido o conteúdo do arquivo &quot;f1.txt&quot; assim que for exibido o menu e as tags F1, F2 e F3, informando que devem ser exibidos os conteúdos dos arquivos &quot;f1.txt&quot;, &quot;f2.txt&quot; e &quot;f3.txt&quot;, quando forem pressionadas as teclas F1, F2 e F3, respectivamente.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;Para entender melhor o funcionamento desse modelo de menu de ajuda que apresentei aqui, recomendo que você crie esses arquivos e teste o menu em uma máquina virtual. O resultado deve ser este:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img402.imageshack.us/img402/2629/isolinux17.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;http://img402.imageshack.us/img402/2629/isolinux17.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br/&gt;

&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img402.imageshack.us/img402/6475/isolinux18.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;http://img402.imageshack.us/img402/6475/isolinux18.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br/&gt;

&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img402.imageshack.us/img402/1010/isolinux19.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;http://img402.imageshack.us/img402/1010/isolinux19.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br/&gt;Como eu havia dito em um artigo anterior, no qual expliquei os &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/01/live-cd-debian-lenny.html&quot;&gt;passos gerais para a criação de um LiveCD&lt;/a&gt;, a criação de LiveCDs é um assunto muito vasto. Nos artigos seguintes, focarei individualmente em cada aspecto da criação de um LiveCD. Nesse artigo, que foi dividido em duas partes, dada a sua extensão, vimos de quantas maneiras podemos personalizar o gerenciador de boot. Espero que tenham gostado e que possam tirar proveito desse artigo na construção de seus próprios LiveCDs.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;Ainda não decidi o tema do próximo artigo, mas assim que decidir colocarei a mão na massa.&lt;br/&gt;

&lt;br/&gt;Um abraço a todos e até a próxima.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

&lt;h2&gt;Fontes&lt;/h2&gt;
&lt;br/&gt;&lt;div id=&quot;fontes&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://syslinux.zytor.com/wiki/index.php/ISOLINUX&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://syslinux.zytor.com/wiki/index.php/ISOLINUX&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://syslinux.zytor.com/wiki/index.php/SYSLINUX&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://syslinux.zytor.com/wiki/index.php/SYSLINUX&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://syslinux.zytor.com/wiki/index.php/Menu&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://syslinux.zytor.com/wiki/index.php/Menu&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://syslinux.zytor.com/wiki/index.php/Comboot/menu.c32&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://syslinux.zytor.com/wiki/index.php/Comboot/menu.c32&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://syslinux.zytor.com/wiki/index.php/Common_Problems&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://syslinux.zytor.com/wiki/index.php/Common_Problems&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://help.ubuntu.com/community/LiveCDCustomizationFromScratch&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://help.ubuntu.com/community/LiveCDCustomizationFromScratch&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Fundamentos-do-sistema-Linux-comandos-do-Linux/?pagina=4&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Fundamentos-do-sistema-Linux-comandos-do-Linux/?pagina=4&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.infowester.com/linuxvi.php&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.infowester.com/linuxvi.php&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://avmlinux.blogspot.com/2010/03/guia-de-referencia-do-isolinux-parte-2.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-572961515729808244.post-1532706361880796104</guid><pubDate>Sun, 14 Mar 2010 16:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-14T14:49:46.840-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Criação de LiveCDs</category><title>Guia de referência do ISOLINUX - Parte 1</title><description>O &lt;b&gt;ISOLINUX&lt;/b&gt; é provavelmente o gerenciador de boot mais utilizado em LiveCDs, certamente pela grande quantidade de recursos que ele oferece para tornar o boot do LiveCD um processo mais amigável. Nesse artigo você verá como utilizá-lo em seu LiveCD, desde as configurações básicas até alguns recursos interessantes.&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Introdução&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Esse artigo, antes de mais nada, é uma ampliação do meu artigo anterior, &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/01/live-cd-debian-lenny.html&quot;&gt;Criando um LiveCD a partir de uma instalação do Debian Lenny&lt;/a&gt;, no qual apresentei alguns conceitos básicos sobre LiveCDs e ensinei a construir um LiveCD, tendo como ponto de partida uma instalação do Debian Lenny no disco rígido. Assim sendo, após a explicação sobre o ISOLINUX, passarei quais alterações devem ser feitas no passo-a-passo daquele artigo para que você possa criar um LiveCD utilizando o ISOLINUX como gerenciador de boot.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem leu o artigo citado viu que eu apresentei a estrutura básica de um LiveCD como sendo a seguinte:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;(Raiz do CD)    
|-------+boot    
|       |-------+grub    
|       |       |-------menu.lst    
|       |       |-------stage2_eltorito    
|       |    
|       |-------vmlinuz    
|       |-------initrd.gz    
|       |-------memtest86+.bin    
|    
|-------+live    
|       |-------filesystem.squashfs    
|    
|--------md5sum.txt&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Nesse LiveCD, no entanto, o GRUB é o gerenciador de boot. Vejamos então o que muda quando usamos o ISOLINUX como gerenciador de boot:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;(Raiz do CD)    
|-------+boot    
|       |-------+isolinux
|       |       |-------isolinux.bin
|       |       |-------isolinux.cfg
|       |    
|       |-------vmlinuz    
|       |-------initrd.gz    
|       |-------memtest86
|    
|-------+live    
|       |-------filesystem.squashfs    
|    
|--------md5sum.txt&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Na verdade, pouca coisa. Isso porque o ISOLINUX tem a mesma lógica de funcionamento do GRUB: durante a gravação do CD, o ISOLINUX, que está no arquivo &quot;isolinux.bin&quot;, é inserido no setor de boot. Quando o CD é usado para iniciar o computador, o ISOLINUX é carregado e mostra ao usuário um menu de opções, permitindo que ele escolha diversas formas de como iniciar o sistema. Essas opções, assim como acontecia com o GRUB, estão armazenadas em um arquivo de configuração. No caso do ISOLINUX, esse arquivo é o &quot;isolinux.cfg&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como configurar o ISOLINUX para mostrar não só as opções de boot mas também um menu personalizado, com nossa imagem de fundo, nosso logotipo, nossos textos, entre outras coisas, é o assunto que veremos a partir de agora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Configuração básica&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Vejamos um exemplo de arquivo de configuração do ISOLINUX no qual são utilizadas somente as configurações básicas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;DEFAULT vesamenu.c32
TIMEOUT 300
PROMPT 0

LABEL live
  MENU LABEL ^Iniciar o Linux em modo grafico
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND boot=live nopersistent rw quiet splash

LABEL text_only
  MENU LABEL Iniciar o Linux em modo ^texto
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND boot=live nopersistent textonly rw quiet

LABEL memtest
  MENU LABEL Testar a ^memoria
  KERNEL /boot/memtest86
  APPEND -

LABEL hd
  MENU LABEL Iniciar a partir do ^disco rigido
  LOCALBOOT 0x80
  APPEND -&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
As palavras em caixa alta no início de cada linha são utilizadas para definir opções ou seções do arquivo de configuração. Vou chamá-las de &lt;b&gt;tags&lt;/b&gt;, assim como está na &lt;a href=&quot;http://syslinux.zytor.com/wiki/index.php/Menu&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;documentação do ISOLINUX&lt;/a&gt;, para facilitar minha explicação. O que vem logo após elas são os valores associados a elas, ou seja, seus &lt;b&gt;parâmetros&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As tags se dividem em dois grupos: as gerais e as de menu. As &lt;b&gt;tags gerais&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;global tags&lt;/i&gt;) configuram o menu do ISOLINUX como um todo, enquanto as &lt;b&gt;tags de menu&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;per-menu tags&lt;/i&gt;) configuram uma entrada do menu específica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse exemplo então, as tags gerais são DEFAULT, TIMEOUT e PROMPT. As tags de menu são LABEL, MENU LABEL, KERNEL, APPEND e LOCALBOOT. Vejamos a sintaxe de cada uma delas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de começar, quero ressaltar que estou usando caixa alta nesse artigo para diferenciar as tags de seus parâmetros, mas o ISOLINUX não diferencia maiúsculas de minúsculas, ou seja, ele não é caso sensitivo. Assim, não é necessário que as tags no arquivo de configuração sejam escritas com todas as letras maiúsculas, como estou fazendo aqui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, vale observar que, assim como qualquer outro arquivo de configuração, o do ISOLINUX pode ser comentado. Para isso, insira um caractere de jogo da velha (#) no início da linha em que deseja comentar. O conteúdo dessa linha será ignorado pelo ISOLINUX na hora em que ele for ler o arquivo de configuração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;DEFAULT command&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Define a ação padrão a ser executada durante o boot. Possui um único parâmetro, que pode ser uma das opções de boot definidas no próprio arquivo de configuração, um kernel ou ainda uma das extensões do ISOLINUX, chamadas de &lt;b&gt;COMBOOTs&lt;/b&gt; (nesses dois últimos casos, o arquivo deve ser referenciado pelo seu caminho relativo, se estiver na mesma pasta que o arquivo de configuração, ou pelo seu caminho absoluto a partir da raiz do CD, se estiver em outra pasta). Se o usuário não optar por nenhuma ação durante o boot (ou se você configurar o ISOLINUX de modo a fazer um boot automático) essa será a ação tomada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse arquivo de configuração do exemplo, como queremos exibir um menu gráfico através do qual o usuário possa interagir com o ISOLINUX, definimos seu valor como &quot;vesamenu.c32&quot;. Pela observação que fiz acima, o LiveCD que possuir esse arquivo de configuração deve apresentar um arquivo &quot;vesamenu.c32&quot; na mesma pasta do arquivo &quot;isolinux.cfg&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Observação:&lt;/b&gt; nessa primeira parte do artigo trabalharemos com menus (tais como os dos LiveCDs do Debian, do Ubuntu e do Slax) ao invés de deixar apenas o prompt &quot;boot: &quot; para que o usuário digite as opções de boot (como no LiveCD do Kurumin).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;TIMEOUT timeout&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Define quanto tempo o gerenciador de boot deve esperar por uma decisão do usuário antes de iniciar o boot. A contagem regressiva pode ser cancelada se o usuário apertar qualquer tecla. Se isso não acontecer, a ação especificada em DEFAULT ou no primeiro item do menu será executada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa tag admite como parâmetro um número inteiro, que representa o tempo de espera em décimos de segundos. Se for especificado zero, a contagem regressiva é desabilitada e o menu de opções ficará na tela por tempo indeterminado até que o usuário escolha alguma opção (essa é, aliás, a configuração &lt;b&gt;default&lt;/b&gt;, ou seja, a configuração que é adotada se seu arquivo de configuração não apresentar essa tag). O valor máximo possível é 35996, que corresponde a pouco menos de uma hora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse exemplo, adotamos um tempo limite de 30 segundos (por isso escrevemos 300 no arquivo de configuração).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;PROMPT flag_val&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Define se o prompt &quot;boot: &quot; deve ser exibido ou não. Admite como parâmetro os valores 0 ou 1. Se você definir 0, o prompt &quot;boot: &quot; será exibido apenas se o usuário pressionar as teclas Shift ou Alt ou se Caps Lock ou Scroll Lock estiverem ativadas (opção default). Se você definir 1, o prompt &quot;boot: &quot; será sempre exibido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;LABEL command&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Define uma opção de boot, exigindo como parâmetro um nome para a mesma. Se um menu não for exibido (ou ainda que o menu tenha sido exibido e o usuário tenha optado por digitar a opção que ele deseja), o usuário deverá digitar esse nome no prompt &quot;boot: &quot; para que essa opção seja iniciada. Cada opção de boot deve conter um nome único e recomenda-se que não tenha pontos ou outros caracteres especiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, nesse exemplo, para iniciar o LiveCD o usuário deve digitar &quot;live&quot; (sem as aspas, claro) no prompt &quot;boot: &quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;MENU LABEL label&lt;/h4&gt;(válido somente depois de uma tag LABEL)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Define o texto que será exibido no menu referente à opção de boot que se encontra associada. Equivale à tag TITLE do arquivo de configuração do GRUB. Se nenhum texto for definido aqui, o nome da opção (definido pela tag LABEL) será exibido no menu. Diferente das tags LABEL, não precisa ter valores únicos, mas ainda assim não reconhece caracteres especiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No menu definido pelo arquivo de configuração acima, ao invés de digitar &quot;live&quot; no prompt &quot;boot: &quot;, o usuário pode escolher a opção &quot;Iniciar o Linux em modo grafico&quot; no menu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O acento circunflexo (^) é usado para definir como tecla de atalho para aquela opção do menu o caractere que vier logo em seguida. As teclas de atalho também devem ser únicas dentro de um menu. No menu, as teclas de atalho costumam vir destacadas de alguma forma (sublinhadas, em negrito, etc.).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;KERNEL file&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Define qual arquivo será lido pelo ISOLINUX se a opção de boot correspondente for solicitada pelo usuário. Não precisa ser necessariamente um kernel linux, pode ser também um setor de boot ou uma extensão do ISOLINUX (um COMBOOT, veremos adiante uma das formas de se utilizar isso). Novamente, cuidado com os caminhos relativos e absolutos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As seguintes extensões são reconhecidas pelo ISOLINUX (retirado da &lt;a href=&quot;http://syslinux.zytor.com/wiki/index.php/SYSLINUX&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;documentação do ISOLINUX&lt;/a&gt;):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;none or other   Linux kernel image
.0              PXE bootstrap program (NBP) [PXELINUX only]
.bin            &quot;CD boot sector&quot; [ISOLINUX only]
.bs             Boot sector [SYSLINUX only]
.bss            Boot sector, DOS superblock will be patched in [SYSLINUX only]
.c32            COM32 image (32-bit COMBOOT)
.cbt            COMBOOT image (not runnable from DOS)
.com            COMBOOT image (runnable from DOS)
.img            Disk image [ISOLINUX only]&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
É importante observar que o ISOLINUX distingue os arquivos pela sua extensão, não importando seu conteúdo. Assim, muito cuidado ao nomear o kernel do seu CD (evite, por exemplo &quot;redhat-9.0&quot;). É preferível que o kernel linux tenha um nome curto e não tenha extensão (como no exemplo que estamos estudando).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A tag KERNEL do arquivo de configuração do ISOLINUX não equivale à tag KERNEL do arquivo de configuração do GRUB porque essa recebe o caminho do kernel e os parâmetros a serem passados para ele, enquanto aquela recebe apenas o caminho do kernel como parâmetro. No arquivo de configuração do ISOLINUX, os parâmetros a serem passados para o kernel são escritos na tag APPEND, que será vista adiante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;INITRD initrd_file&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Define qual arquivo initramfs deve ser carregado para a memória juntamente com o kernel. É equivalente à tag INITRD do arquivo de configuração do GRUB e tem o mesmo efeito que passar o parâmetro &quot;initrd=initrd_file&quot; na tag APPEND, que será vista a seguir. O parâmetro deve conter o caminho relativo para o arquivo, se este estiver na mesma pasta que o &quot;isolinux.cfg&quot;, ou o caminho absoluto a partir da raiz do CD, se estiver em outra pasta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;APPEND options&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Define quais parâmetros são passados para o kernel durante o boot. Se você não quiser passar nenhum parâmetro, você pode passar como parâmetro para essa tag um hífen apenas (-) ou simplesmente suprimi-la.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;LOCALBOOT type&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Usar essa tag em uma opção de boot no lugar da tag KERNEL define que o boot deve ser feito a partir de um disco local ao invés de um kernel presente no LiveCD. O parâmetro dessa tag especificará a partir de qual disco deve ser dado o boot: 0x00 equivale ao primeiro disquete, enquanto 0x80 equivale ao primeiro disco rígido. Também pode ser especificado o valor -1, que indica ao ISOLINUX que ele deve retornar um erro para a BIOS. Ela então procurará pelo sistema operacional no próximo dispositivo na sequência de boot. Isso não é recomendado pois somente algumas BIOS reagem dessa maneira a uma mensagem de erro enviada pelo gerenciador de boot.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Observação:&lt;/b&gt; se quisermos especificar uma opção padrão de menu, devemos usar uma tag diferente de DEFAULT:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;MENU DEFAULT&lt;/h4&gt;(válido somente depois de uma tag LABEL)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Indica que a opção de boot à qual está associada é a opção padrão do menu. Se você não utilizar essa tag em nenhuma das opções do menu, a opção padrão será a primeira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Veja o que poderia ser um exemplo de utilização dessa tag, supondo que você preferisse que a opção de boot padrão do seu LiveCD fosse iniciar em modo texto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;LABEL live
  MENU LABEL ^Start Linux in Graphical Mode
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND boot=live nopersistent rw quiet splash

LABEL text_only
  MENU LABEL Start Linux in ^Text Mode
  MENU DEFAULT
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND boot=live nopersistent textonly rw quiet&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Testando o ISOLINUX&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Com as opções vistas no tópico anterior já é possível construir um menu funcional para ser exibido durante o boot. Os arquivos de configuração que você encontra nos LiveCDs que utilizam o ISOLINUX são variações do anterior, com algumas diferenças, que representam as funcionalidades adicionais que seus menus apresentam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos criar uma imagem ISO apenas com o ISOLINUX e seu arquivo de configuração só para podermos visualizar o menu daquele arquivo de configuração (e testar os que vierem a seguir como exemplo) em uma máquina virtual como o &lt;b&gt;qemu&lt;/b&gt; ou o &lt;b&gt;VirtualBox&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não entrarei em detalhes quanto à instalação dos programas, visto que muda de distribuição para distribuição. No Debian e derivados, a minha especialidade, o comando a seguir é suficiente:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-get install syslinux mkisofs qemu&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Crie uma pasta temporária para a execução desse teste:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$ mkdir -p /home/vinicius/teste/boot/isolinux&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Esse comando cria a pasta temporária já com todas as subpastas que necessitamos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;/home/vinicius/teste
/home/vinicius/teste/boot
/home/vinicius/teste/boot/isolinux&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Copie os arquivos do ISOLINUX, que estão no seu sistema, para a pasta temporária:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# find /boot /usr/lib/syslinux/ -iname &#39;isolinux.bin&#39; -exec cp -v {} /home/vinicius/teste/boot/isolinux \;

# find /boot /usr/lib/syslinux/ -iname &#39;vesamenu.c32&#39; -exec cp -v {} /home/vinicius/teste/boot/isolinux \;&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Agora vamos criar o arquivo &quot;isolinux.cfg&quot;. Para isso, abra-o com o seu editor de texto favorito (no meu caso, escolhi abri-lo com o &lt;b&gt;kedit&lt;/b&gt;):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$ kedit /home/vinicius/teste/boot/isolinux/isolinux.cfg&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Em seguida, copie e cole o arquivo exibido no tópico anterior, salve o arquivo e saia do editor de texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pronto, agora é só gerar a imagem ISO (o que deve levar apenas alguns segundos, visto que só temos três arquivos de alguns kB) e testá-la na máquina virtual:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# mkisofs -b boot/isolinux/isolinux.bin -c boot/isolinux/boot.cat -no-emul-boot -boot-load-size 4 -boot-info-table -V &quot;DEBIAN&quot; -cache-inodes -r -J -l -o /home/vinicius/live-cd.iso /home/vinicius/teste

$ qemu -cdrom /home/vinicius/live-cd.iso -boot d&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img291.imageshack.us/img291/4554/isolinux01.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;http://img291.imageshack.us/img291/4554/isolinux01.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
A partir de agora, quando eu introduzir uma nova funcionalidade nesse artigo, você pode acrescentá-la nesse arquivo &quot;isolinux.cfg&quot; e executar os dois comandos acima para verificar as alterações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Inserindo uma imagem de fundo&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Essa provavelmente é uma das personalizações do ISOLINUX que todo mundo deseja fazer em seu LiveCD. Felizmente, é bastante fácil configurá-la. Por isso comecei por ela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A tag responsável pela imagem de fundo está apresentada a seguir com sua sintaxe. É importante observar que ela está definida no arquivo &quot;vesamenu.c32&quot;, portanto só faz sentido utilizá-la se a linha &quot;DEFAULT vesamenu.c32&quot; estiver presente no início do arquivo de configuração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;MENU BACKGROUND background&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
O parâmetro que deve ser passado para essa tag é o nome do arquivo que contém a imagem de fundo, que deve ter tamanho 640x480 pixels e pode estar em formato PNG ou JPEG.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Experimente criar uma imagem em um editor de imagem qualquer e salvá-la com o nome &quot;splash.png&quot; dentro da pasta &quot;boot/isolinux&quot;. Abra o arquivo &quot;isolinux.cfg&quot; e, no início do arquivo, acrescente a seguinte linha:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;MENU BACKGROUND splash.png&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Deixando seu começo assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;DEFAULT vesamenu.c32
MENU BACKGROUND splash.png
TIMEOUT 300
PROMPT 0&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Se você gerar novamente a imagem ISO e testá-la na máquina virtual, verá a imagem que você criou no fundo do menu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img196.imageshack.us/img196/2527/isolinux02.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;http://img196.imageshack.us/img196/2527/isolinux02.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Esta opção é usada no DVD de instalação do Debian e no LiveCD do Slax, por exemplo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img517.imageshack.us/img517/973/isolinux03.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;http://img517.imageshack.us/img517/973/isolinux03.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img101.imageshack.us/img101/333/isolinux04.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;http://img101.imageshack.us/img101/333/isolinux04.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Organizando os elementos do menu&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Há algumas tags que você pode empregar no arquivo de configuração do ISOLINUX para tornar seu menu mais organizado. A seguir, elas são apresentadas com suas respectivas sintaxes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;MENU TITLE title&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Define um título para o menu. O título do menu é apresentado no topo do menu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;MENU SEPARATOR&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Insere uma linha vazia no menu, que atua como um separador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;MENU DISABLE&lt;/h4&gt;(válido somente depois de uma tag LABEL)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Impede que uma entrada do menu seja selecionada. Permite que você crie uma seção no seu menu, com diferentes opções abaixo dela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;MENU INDENT count&lt;/h4&gt;(válido somente depois de uma tag LABEL)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usada para indentar (recuar) uma entrada do menu. Recebe como parâmetro um número inteiro que diz em quantos espaços a entrada deve ser recuada. Permite que você crie uma hierarquia de opções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vejamos um exemplo para ilustrar essas tags:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;DEFAULT vesamenu.c32
MENU BACKGROUND splash.png
TIMEOUT 300
PROMPT 0

MENU TITLE Bem vindo ao Linux

LABEL -
  MENU LABEL Opcoes mais usadas:
  MENU DISABLE

LABEL live
  MENU LABEL ^Iniciar o Linux em modo grafico
  MENU INDENT 5
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND boot=live nopersistent rw quiet splash

LABEL hd
  MENU LABEL Iniciar a partir do ^disco rigido
  MENU INDENT 5
  LOCALBOOT 0x80
  APPEND -

MENU SEPARATOR

LABEL -
  MENU LABEL Outras opcoes:
  MENU DISABLE

LABEL text_only
  MENU LABEL Iniciar o Linux em modo ^texto
  MENU INDENT 5
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND boot=live nopersistent textonly rw quiet

LABEL memtest
  MENU LABEL Testar a ^memoria
  MENU INDENT 5
  KERNEL /boot/memtest86
  APPEND -&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img59.imageshack.us/img59/2525/isolinux05.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;http://img59.imageshack.us/img59/2525/isolinux05.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Você pode encontrar a tag MENU SEPARATOR sendo usada no LiveCD do Slax (ver imagem acima).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Definindo as posições e tamanhos dos elementos do menu&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Vejamos agora como alterar as posições e tamanhos dos elementos do menu para que eles fiquem perfeitamente visíveis, sem conflitar com a imagem de fundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas as propriedades listadas a seguir possuem essa função. Todas elas recebem como parâmetro um valor inteiro. É importante observar que esses valores não são absolutos, ou seja, não são medições em pixels. Assim, o melhor a fazer para conhecer essas propriedades é alterá-las e ver o resultado das alterações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale observar que as dimensões da tela para o ISOLINUX são relativas. A altura da tela é 28 (essa informação se encontra na &lt;a href=&quot;http://syslinux.zytor.com/wiki/index.php/Comboot/menu.c32&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;documentação do ISOLINUX&lt;/a&gt;) A largura, se minhas observações estiverem corretas, é algo entre 90 e 100.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;MENU WIDTH integer&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Define a largura do menu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;MENU MARGIN integer&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Define a margem do menu, distância entre as “bordas” e os “limites” do menu, limites esses definidos pela tag MENU WIDTH.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;MENU ROWS integer&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Define a altura do menu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;MENU TABMSGROW integer&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Define a altura em que aparece a mensagem &quot;Pressione TAB para alterar as opções de boot&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;MENU CMDLINEROW integer&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Define a altura em que aparece a linha com o prompt &quot;boot: &quot;, que nos permite digitar a opções de boot.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;MENU TIMEOUTROW integer&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Define a altura em que aparece a linha com a contagem regressiva do tempo (TIMEOUT).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;MENU HELPMSGROW integer&lt;br /&gt;
MENU HELPMSGENDROW integer&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Juntas, definem o tamanho da caixa do texto de ajuda (será visto mais adiante). A primeira define a altura em que começa e a segunda define a altura em que termina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;MENU HSHIFT integer&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Define o deslocamento horizontal do menu. Desloca o menu para a esquerda, se o valor inteiro fornecido como parâmetro for negativo, ou para a direita, se for positivo. É importante observar que, por padrão, o menu fica no centro da tela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;MENU VSHIFT integer&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Define o deslocamento vertical do menu. Desloca o menu de cima para baixo, se o valor inteiro fornecido como parâmetro for positivo, ou de baixo para cima, se for negativo (não recomendável).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os valores padrão do ISOLINUX para essas opções são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;MENU WIDTH 80
MENU MARGIN 10
MENU ROWS 12
MENU TABMSGROW 18
MENU CMDLINEROW 18
MENU TIMEOUTROW 20
MENU HELPMSGROW 22
MENU HELPMSGENDROW -1
MENU HSHIFT 0
MENU VSHIFT 0&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Para os valores que você não especificar no arquivo de configuração, serão adotados os valores padrão mostrados acima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a configuração a seguir eu consegui fazer um menu que ocupe quase toda a tela em largura, com dimensões parecidas com as do menu do GRUB:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;MENU WIDTH 77
MENU MARGIN 0
MENU HSHIFT -35&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img705.imageshack.us/img705/4963/isolinux06.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;http://img705.imageshack.us/img705/4963/isolinux06.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
No LiveCD do Slax, essas tags são configuradas com os seguintes valores:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;MENU WIDTH 36
MENU MARGIN 0
MENU ROWS 8
MENU HELPMSGROW 14
MENU TIMEOUTROW 22
MENU TABMSGROW 24
MENU CMDLINEROW 24
MENU HSHIFT 40
MENU VSHIFT 2&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
No DVD de instalação do Debian, resolvendo os vários includes que ele possui, temos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;menu hshift 13
menu width 49
menu vshift 12
menu rows 10
menu helpmsgrow 15
menu cmdlinerow 16
menu timeoutrow 16
menu tabmsgrow 18&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Essas não são todas as opções disponíveis, mas como vocês podem ver pelos exemplos acima, parecem ser as mais utilizadas. Vocês podem encontrar outras na &lt;a href=&quot;http://syslinux.zytor.com/wiki/index.php/Comboot/menu.c32&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;documentação do ISOLINUX&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Aplicando cores aos elementos do menu&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Para definir a cor de qualquer elemento do menu, você usa a tag MENU COLOR. A sintaxe dela é a seguinte:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;MENU COLOR element ansi foreground background shadow&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Onde:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;element&lt;/b&gt; é o elemento do menu que está sendo configurado pela tag;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;ansi&lt;/b&gt; é um ou mais valores numéricos que aplicam ao elemento alguma característica (a lista dos possíveis valores numéricos e as características que eles atribuem ao elemento encontra-se abaixo). Quando for utilizado nesse parâmetro mais de um valor numérico, deve-se separar os valores numéricos por ponto-e-vírgula (;);&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;foreground&lt;/b&gt; é a cor do plano de frente, expressa no formato #AARRGGBB – opacidade (&lt;i&gt;alpha&lt;/i&gt;), vermelho (&lt;i&gt;red&lt;/i&gt;), verde (&lt;i&gt;green&lt;/i&gt;) e azul (&lt;i&gt;blue&lt;/i&gt;), respectivamente. Varia de #00000000, que representa total transparência, até #ffffffff, que representa o branco opaco;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;background&lt;/b&gt; é a cor de fundo, também expressa no formato #AARRGGBB; e&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;shadow&lt;/b&gt; é a sombra que é aplicada ao elemento. Os valores possíveis aqui são: &quot;none&quot; (nenhuma sombra), &quot;std&quot; ou &quot;standard&quot; (sombra comum – os pixels do plano de frente estão &quot;levantados&quot;), &quot;all&quot; (tanto o plano de frente quando o plano de fundo estão &quot;levantados&quot;) e &quot;rev&quot; ou &quot;reverse&quot; (os pixels do plano de fundo estão &quot;levantados&quot;)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;
Não é obrigatório especificar os cinco parâmetros. Se você quiser que determinado parâmetro assuma o valor padrão, você pode digitar * no lugar reservado a ele. Omitir um parâmetro também fará com que seja assumido seu valor padrão, mas, nesse caso, nenhum valor após ele (se houver) não poderá ser especificado. Você pode, por exemplo, especificar &quot;element ansi&quot; e deixar os outros valores omitidos. O que você não pode fazer é, por exemplo, especificar &quot;element ansi shadow&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eis a lista dos elementos que podem ser passados como parâmetro:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;screen          Rest of the screen
border          Border area
title           Title bar
unsel           Unselected menu item
hotkey          Unselected hotkey
sel             Selection bar
hotsel          Selected hotkey
disabled        Disabled menu item
scrollbar       Scroll bar
tabmsg          Press [Tab] message
cmdmark         Command line marker
cmdline         Command line
pwdborder       Password box border
pwdheader       Password box header
pwdentry        Password box contents
timeout_msg     Timeout message
timeout         Timeout counter
help            Help text
msgXX           Message (F-key) file attribute XX

... where XX is two hexadecimal digits (the &quot;plain text&quot; is 07).&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
E estes são os possíveis valores ansi que podem ser passados como parâmetro:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;0     reset all attributes to their defaults
1     set bold
4     set underscore (simulated with color on a color display)
5     set blink
7     set reverse video
22    set normal intensity
24    underline off
25    blink off
27    reverse video off
30    set black foreground
31    set red foreground
32    set green foreground
33    set brown foreground
34    set blue foreground
35    set magenta foreground
36    set cyan foreground
37    set white foreground
38    set underscore on, set default foreground color
39    set underscore off, set default foreground color
40    set black background
41    set red background
42    set green background
43    set brown background
44    set blue background
45    set magenta background
46    set cyan background
47    set white background
49    set default background color&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Os valores padrão do ISOLINUX para essas opções são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;menu color screen       37;40      #80ffffff #00000000 std
menu color border       30;44      #40000000 #00000000 std
menu color title        1;36;44    #c00090f0 #00000000 std
menu color unsel        37;44      #90ffffff #00000000 std
menu color hotkey       1;37;44    #ffffffff #00000000 std
menu color sel          7;37;40    #e0000000 #20ff8000 all
menu color hotsel       1;7;37;40  #e0400000 #20ff8000 all
menu color disabled     1;30;44    #60cccccc #00000000 std
menu color scrollbar    30;44      #40000000 #00000000 std
menu color tabmsg       31;40      #90ffff00 #00000000 std
menu color cmdmark      1;36;40    #c000ffff #00000000 std
menu color cmdline      37;40      #c0ffffff #00000000 std
menu color pwdborder    30;47      #80ffffff #20ffffff std
menu color pwdheader    31;47      #80ff8080 #20ffffff std
menu color pwdentry     30;47      #80ffffff #20ffffff std
menu color timeout_msg  37;40      #80ffffff #00000000 std
menu color timeout      1;37;40    #c0ffffff #00000000 std
menu color help         37;40      #c0ffffff #00000000 std
menu color msg07        37;40      #90ffffff #00000000 std&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
No LiveCD do Slax, temos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;menu color screen       37;40      #00000000 #00000000 none
menu color border       30;44      #00000000 #00000000 none
menu color title        1;36;44    #00000000 #00000000 none
menu color unsel        37;44      #ff60CA00 #00000000 none
menu color hotkey       1;37;44    #ff60CA00 #00000000 none
menu color sel          7;37;40    #ffffffff #ff60CA00 none
menu color hotsel       1;7;37;40  #ff808080 #ff60CA00 none
menu color scrollbar    30;44      #00000000 #00000000 none

menu color tabmsg       31;40      #aaaaaaaa #00000000 none
menu color cmdmark      1;36;40    #ffff0000 #00000000 none
menu color cmdline      37;40      #aaaaaaaa #00000000 none
menu color pwdborder    30;47      #ffff0000 #00000000 std
menu color pwdheader    31;47      #ffff0000 #00000000 std
menu color pwdentry     30;47      #ffff0000 #00000000 std
menu color timeout_msg  37;40      #aaaaaaaa #00000000 none
menu color timeout      1;37;40    #ffaaaaff #00000000 none
menu color help         37;40      #aaaaaa00 #00000000 none
menu color msg07        37;40      #90ffffff #00000000 std&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Observe que o autor do LiveCD do Slax na verdade alterou apenas as cores e as sombras (foreground, background e shadow), mantendo os atributos (ansi) iguais aos valores padrão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No DVD de instalação do Debian, temos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;menu color title        * #FFFFFFFF *
menu color border       * #00000000 #00000000 none
menu color sel          * #ffffffff #76a1d0ff *
menu color hotsel       1;7;37;40 #ffffffff #76a1d0ff *
menu color tabmsg       * #ffffffff #00000000 *
menu color help         37;40 #ffdddd00 #00000000 none&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Alterando as mensagens de boot automático e de prompt&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Uma vez que já determinamos os itens que aparecem no menu, para traduzi-lo completamente falta apenas alterar as mensagens &quot;Automatic boot in XX seconds...&quot; e &quot;Press [Tab] to edit options&quot;. Podemos fazer isso através dessas duas tags:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;MENU AUTOBOOT message&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Define uma nova mensagem de contagem regressiva para o boot automático. Inserimos um jogo da velha (#) onde desejamos exibir os segundos. Podemos também especificar sentenças diferentes conforme falte um ou mais segundos, usando uma expressão do tipo &quot;{singular,plural}&quot;. Por exemplo: &quot;Boot automático em # segundo{,s}...&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;MENU TABMSG message&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
Define uma nova mensagem para informar que a tecla TAB pode ser usada para acessar o prompt &quot;boot: &quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Veja como poderíamos empregar essas duas tags no nosso arquivo de configuração:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;DEFAULT vesamenu.c32
MENU BACKGROUND splash.png
TIMEOUT 300
PROMPT 0

LABEL live
  MENU LABEL ^Iniciar o Linux em modo grafico
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND boot=live nopersistent rw quiet splash

LABEL text_only
  MENU LABEL Iniciar o Linux em modo ^texto
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND boot=live nopersistent textonly rw quiet

LABEL memtest
  MENU LABEL Testar a ^memoria
  KERNEL /boot/memtest86
  APPEND -

LABEL hd
  MENU LABEL Iniciar a partir do ^disco rigido
  LOCALBOOT 0x80
  APPEND -

MENU AUTOBOOT Iniciando a primeira opcao em # segundo{,s}...
MENU TABMSG Pressione ENTER para iniciar ou TAB para editar as opcoes de boot&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img369.imageshack.us/img369/6338/isolinux07.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;http://img369.imageshack.us/img369/6338/isolinux07.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Inserindo textos de descrição&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Textos contendo rápidas descrições das opções de menu são de leitura muito mais rápida para o usuário que textos de ajuda à parte, apesar de estes últimos serem mais comuns.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos associar uma descrição a cada opção do menu usando as tags a seguir:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;TEXT HELP help text ENDTEXT&lt;/h4&gt;(válido somente depois de uma tag LABEL)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Passamos como parâmetro para essas tags o texto que queremos que apareça na tela quando o usuário selecionar a opção de menu ao qual ele está associado. Esse texto não precisa estar necessariamente dentro de uma única linha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Veja como poderíamos empregar textos de descrição no nosso arquivo de configuração:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;DEFAULT vesamenu.c32
MENU BACKGROUND splash.png
TIMEOUT 300
PROMPT 0

LABEL live
  MENU LABEL ^Iniciar o Linux em modo grafico
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND BOOT=live boot=live nopersistent rw quiet splash
  TEXT HELP
Mais informacoes sobre a opcao selecionada:

Inicia o Linux normalmente, em modo grafico. Essa e a melhor forma de 
utilizar o Linux. Configure sua placa de video e experimente utilizar
a maior resolucao possivel.
  ENDTEXT

LABEL text_only
  MENU LABEL Iniciar o Linux em modo ^texto
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND BOOT=live boot=live nopersistent textonly rw quiet
  TEXT HELP
Mais informacoes sobre a opcao selecionada:

Inicia o Linux em modo texto. Escolhendo essa opcao, voce pode entrar
diretamente no console do Linux, sem ter que passar pelo ambiente 
grafico. Para iniciar o ambiente grafico a partir do console, basta 
executar o comando startx.
  ENDTEXT

LABEL memtest
  MENU LABEL Testar a ^memoria
  KERNEL /boot/memtest86
  APPEND -
  TEXT HELP
Mais informacoes sobre a opcao selecionada:

Nao inicia o Linux. Ao inves disso, inicia o MEMTEST86, um utilitario de
teste de memoria que diagnosticara erros na memoria do seu computador.
  ENDTEXT

LABEL hd
  MENU LABEL Iniciar a partir do ^disco rigido
  LOCALBOOT 0x80
  APPEND -
  TEXT HELP
Mais informacoes sobre a opcao selecionada:

Nao inicia o Linux. Ao inves disso, inicia o sistema operacional instalado
no primeiro disco-rigido do seu computador.
  ENDTEXT

MENU AUTOBOOT Iniciando a primeira opcao em # segundo{,s}...
MENU TABMSG Pressione ENTER para iniciar ou TAB para editar as opcoes de boot.&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img31.imageshack.us/img31/3795/isolinux08.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliar&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;http://img31.imageshack.us/img31/3795/isolinux08.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Esta opção é usada no LiveCD do Slax.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Criando um LiveCD usando o ISOLINUX como gerenciador de boot&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Agora que já terminei a explicação sobre o ISOLINUX, passarei quais as alterações que devem ser feitas no passo-a-passo do artigo &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/01/live-cd-debian-lenny.html&quot;&gt;Criando um LiveCD a partir de uma instalação do Debian Lenny&lt;/a&gt; para que você tenha no final do processo um LiveCD com ISOLINUX como gerenciador de boot.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um LiveCD que utiliza o ISOLINUX como gerenciador de boot apresenta uma estrutura básica similar a essa:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;(Raiz do CD)    
|-------+boot    
|       |-------+isolinux
|       |       |-------isolinux.bin
|       |       |-------isolinux.cfg
|       |    
|       |-------vmlinuz    
|       |-------initrd.gz    
|       |-------memtest86
|    
|-------+live    
|       |-------filesystem.squashfs    
|    
|--------md5sum.txt&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
A única diferença entre essa estrutura e a apresentada no artigo anterior, onde o GRUB era usado como gerenciador de boot, é a presença da pasta &quot;boot/isolinux&quot; no lugar da pasta &quot;boot/grub&quot;. Algumas distribuições preferem colocar a pasta &quot;isolinux&quot; na raiz do CD ao invés de dentro de uma pasta boot, mas isso é questão de organização e fica a critério de quem faz o LiveCD.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vejamos resumidamente o que são cada um desses arquivos (para informações mais detalhadas, veja &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2010/01/live-cd-debian-lenny.html&quot;&gt;o artigo anterior&lt;/a&gt;):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&quot;boot/isolinux/isolinux.bin&quot;:&lt;/b&gt; esse arquivo contém o ISOLINUX. Como sabemos, ele é o gerenciador de boot. Logo, é o primeiro componente do LiveCD a ser carregado para a memória. Você vai ler várias vezes nesse artigo o nome ISOLINUX, mas o arquivo que mais nos interessa não é esse, é o “isolinux.cfg”.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;&quot;boot/isolinux/isolinux.cfg&quot;:&lt;/b&gt; esse é o arquivo de configuração do ISOLINUX e o que mais nos interessa nesse artigo. Ele contém não somente as opções do menu que aparece durante o boot do LiveCD, como também suas personalizações (cor de fundo, layout, textos de ajuda, opções avançadas, etc).&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;&quot;boot/vmlinuz&quot;:&lt;/b&gt; esse arquivo é o kernel, que durante a inicialização do LiveCD é o segundo componente a ser carregado para a memória. Isso acontece assim que escolhemos uma das opções mostradas no menu de boot.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;&quot;boot/initrd.gz&quot;:&lt;/b&gt; esse arquivo é o initramfs, que contém os módulos e scripts necessários para inicializar o LiveCD. Ele é carregado durante a inicialização do LiveCD logo após o kernel.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;&quot;boot/memtest86&quot;:&lt;/b&gt; esse arquivo na verdade é opcional, mas está presente na quase totalidade dos LiveCDs. Trata-se de um programa usado para testar a memória RAM do computador.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;&quot;live/filesystem.squashfs&quot;:&lt;/b&gt; esta é a imagem compactada SquashFS que contém o sistema operacional em si.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;&quot;md5sum.txt&quot;:&lt;/b&gt; esse arquivo também é opcional. Contém o MD5 de cada arquivo do CD e pode ser usado após a gravação do CD (ou o download da imagem ISO) para verificar sua a integridade.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;
Se você executou o passo-a-passo do artigo anterior, pode copiar o conteúdo do seu LiveCD para o disco rígido e apagar a pasta &quot;boot/grub&quot;. Você vai recomeçar o passo-a-passo a partir do final da etapa E (eu direi qual será seu primeiro comando). Os que não o fizeram, se desejarem, podem seguir o passo-a-passo aplicando as mudanças que eu passarei a seguir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maior parte das mudanças por conta da troca de gerenciador de boot ocorre na etapa E (Preparar a estrutura de diretórios do LiveCD). As etapas B (Copiar o sistema para a pasta de trabalho) e D (Fazer as modificações necessárias no sistema de trabalho) do passo-a-passo permanecem inalteradas. As demais possuem pequenas alterações em um ou dois comandos que listarei a seguir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de tudo, obviamente, você deve ter o ISOLINUX instalado no seu computador. Você pode instala-lo via &lt;b&gt;apt-get&lt;/b&gt; ou usando outro método de sua preferência. Isso deve ser feito na etapa A do passo-a-passo (Preparar o ambiente de trabalho), cuja única mudança é a instalação do pacote &lt;b&gt;syslinux&lt;/b&gt; no lugar do pacote &lt;b&gt;grub&lt;/b&gt;. Evidentemente, não há problema algum se seu sistema já possuir o GRUB instalado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-get install syslinux&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
O comando para a instalação de todos os pacotes utilizados no passo-a-passo fica então assim:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-get install rsync squashfs-tools squashfs-modules-$(uname -r) syslinux mkisofs x11-xserver-utils xnest qemu cdrecord dvd+rw-tools&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Ainda na etapa A, a pasta &quot;boot/grub&quot; também não será criada. Ao invés dela, criaremos a pasta &quot;boot/isolinux&quot;. Assim, para criar todas as pastas que você vai necessitar, execute esses três comandos no terminal (lembre-se de alterar os comandos para adaptá-los ao seu computador):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$ mkdir -p /home/vinicius/debian-live/cd/live    

$ mkdir -p /home/vinicius/debian-live/cd/boot/isolinux

$ mkdir -p /home/vinicius/debian-live/work/rootfs&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Durante a etapa C (Fazer as modificações desejadas no sistema de trabalho), que também permanece inalterada, exceto pelas sugestões que vou dar agora, você pode remover o GRUB do sistema que vai para o LiveCD (caso seu sistema já apresentava o GRUB antes da cópia de arquivos na etapa B), uma vez que ele não será útil no LiveCD (a menos que você pretenda usar esse LiveCD para recuperação ou pretenda torna-lo instalável):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-get install grub&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Você pode também remover o pacote &lt;b&gt;syslinux&lt;/b&gt; e suas dependências, que não terão nenhuma utilidade dentro do LiveCD (isso trará uma economia de uns 2 MB):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-get remove syslinux

# apt-get autoremove&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Como a etapa E (Preparar a estrutura de diretórios do LiveCD) sofre muitas alterações, vou preferir reescrever seus passos a seguir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comece copiando o &lt;b&gt;kernel&lt;/b&gt;, o &lt;b&gt;initrd&lt;/b&gt; e o &lt;b&gt;memtest&lt;/b&gt; que foram criados na etapa anterior para a pasta temporária que contém os arquivos do LiveCD:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# cp -vp /home/vinicius/debian-live/work/rootfs/boot/vmlinuz-$(uname -r) /home/vinicius/debian-live/cd/boot/vmlinuz    

# cp -vp /home/vinicius/debian-live/work/rootfs/boot/initrd.img-$(uname -r) /home/vinicius/debian-live/cd/boot/initrd.gz    

# cp -vp /home/vinicius/debian-live/work/rootfs/boot/memtest86+.bin /home/vinicius/debian-live/cd/boot/memtest86&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Para finalizar, converta a pasta de trabalho em uma imagem SquashFS:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# mksquashfs /home/vinicius/debian-live/work/rootfs /home/vinicius/debian-live/cd/live/filesystem.squashfs&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Se os arquivos da pasta &quot;/home/vinicius/debian-live/cd&quot; cabem no disco (CD ou DVD) no qual você pretende armazenar o sistema, você já pode apagar a pasta de trabalho, uma vez que não precisaremos de mais nenhum arquivo do sistema de trabalho (isso também representa uma boa quantidade de espaço em disco liberado, que poderá ser usado na criação do CD ou DVD):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# rm -rf /home/vinicius/debian-live/work&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Agora chegou a parte em que quem aproveitou o LiveCD já pronto também entra na ação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Copie o gerenciador de boot ISOLINUX, que está no seu sistema, para a pasta temporária:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# find /boot /usr/lib/syslinux/ -iname &#39;isolinux.bin&#39; -exec cp -v {} /home/vinicius/debian-live/cd/boot/isolinux \;

# find /boot /usr/lib/syslinux/ -iname &#39;vesamenu.c32&#39; -exec cp -v {} /home/vinicius/debian-live/cd/boot/isolinux \;&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Agora vamos criar o arquivo &quot;isolinux.cfg&quot;. Para isso, abra-o com o seu editor de texto favorito (no meu caso, escolhi abri-lo com o kedit):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$ kedit /home/vinicius/debian-live/cd/boot/isolinux/isolinux.cfg&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Copie e cole o que vier a seguir no editor de texto, salve o arquivo e saia do editor de texto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;DEFAULT vesamenu.c32
TIMEOUT 300
PROMPT 0

LABEL live
  MENU LABEL ^Start Linux in Graphical Mode
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND BOOT=live boot=live nopersistent rw quiet splash

LABEL safe
  MENU LABEL Start Linux in Safe ^Graphical Mode
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND BOOT=live boot=live xforcevesa rw quiet splash

LABEL text_only
  MENU LABEL Start Linux in ^Text Mode
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND BOOT=live boot=live nopersistent textonly rw quiet

LABEL persistent
  MENU LABEL Start ^Persistent Live CD
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND BOOT=live boot=live persistent rw quiet splash

LABEL from_ram
  MENU LABEL Start Linux Graphical Mode from ^RAM
  KERNEL /boot/vmlinuz
  INITRD /boot/initrd.gz
  APPEND BOOT=live boot=live toram nopersistent rw quiet splash

LABEL memtest
  MENU LABEL ^Memory test
  KERNEL /boot/memtest86
  APPEND -

LABEL hd
  MENU LABEL Boot from first ^hard disk
  LOCALBOOT 0x80
  APPEND -&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
O comando a seguir não é necessário para a criação do LiveCD, mas usualmente é executado. Ele calcula o MD5, que permite verificar posteriormente a integridade dos arquivos contidos no LiveCD.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# cd /home/vinicius/debian-live/cd &amp;&amp; find . -type f -print0 | xargs -0 md5sum | tee /home/vinicius/debian-live/cd/md5sum.txt&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Pronto, encerrada a etapa E, podemos prosseguir à Etapa F (Criar o LiveCD), cuja única alteração consiste no primeiro comando, onde devemos passar os caminhos referentes aos arquivos do ISOLINUX:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# mkisofs -b boot/isolinux/isolinux.bin -c boot/isolinux/boot.cat -no-emul-boot -boot-load-size 4 -boot-info-table -V &quot;DEBIAN&quot; -cache-inodes -r -J -l -o /home/vinicius/live-cd.iso /home/vinicius/debian-live/cd&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Encerrada a lista de alterações, o restante do passo-a-passo pode ser seguido sem problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa primeira parte do artigo, aprendemos a criar um menu básico, a colocar uma imagem de fundo, a organizar, definir as posições, os tamanhos e as cores dos itens do menu, aprendemos também a traduzir as mensagens que são exibidas na tela e a adicionar descrições a cada item do menu. Na segunda parte, que virá em breve, continuaremos a trabalhar com menus, vendo como podemos incrementá-los ainda mais, e aprenderemos também a fazer uma tela de boot igual à do LiveCD do Kurumin, deixando apenas o prompt &quot;boot: &quot;, para que o usuário selecione manualmente as opções de boot.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um abraço a todos e até a próxima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Fontes&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div id=&#39;fontes&#39;&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://syslinux.zytor.com/wiki/index.php/ISOLINUX&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://syslinux.zytor.com/wiki/index.php/ISOLINUX&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://syslinux.zytor.com/wiki/index.php/SYSLINUX&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://syslinux.zytor.com/wiki/index.php/SYSLINUX&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://syslinux.zytor.com/wiki/index.php/Menu&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://syslinux.zytor.com/wiki/index.php/Menu&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://syslinux.zytor.com/wiki/index.php/Comboot/menu.c32&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://syslinux.zytor.com/wiki/index.php/Comboot/menu.c32&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://syslinux.zytor.com/wiki/index.php/Common_Problems&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://syslinux.zytor.com/wiki/index.php/Common_Problems&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://help.ubuntu.com/community/LiveCDCustomizationFromScratch&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://help.ubuntu.com/community/LiveCDCustomizationFromScratch&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://avmlinux.blogspot.com/2010/03/guia-de-referencia-do-isolinux-parte-1.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-572961515729808244.post-5627147004700873036</guid><pubDate>Sat, 23 Jan 2010 12:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-23T12:40:31.456-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Criação de LiveCDs</category><title>Criando um LiveCD a partir de uma instalação do Debian Lenny</title><description>Nesse passo-a-passo você vai aprender a criar um LiveCD a partir do sistema instalado no seu disco rígido. Essa é uma das formas mais eficientes e flexíveis de se criar um LiveCD, pois permite que você personalize o sistema por completo. A distribuição utilizada é o Debian Lenny, mas o passo-a-passo pode ser executado em outras distribuições baseadas em Debian.&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;   &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Entendendo o que é e como funciona um LiveCD&lt;/h2&gt;    &lt;br /&gt;
Um &lt;b&gt;LiveCD&lt;/b&gt; nada mais é que uma instalação Linux que é executada a partir de um CD, assim como temos a instalação Linux que é feita em um disco rígido e executada a partir dele, mais usual. No entanto, devido às diferenças que existem entre esses dois tipos de instalação, apenas copiar os arquivos de sistema Linux instalado no disco rígido para um CD não é suficiente para produzir um LiveCD.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Primeiramente, devemos observar que o CD é uma mídia apenas para leitura. Uma vez gravado, o CD não permite que sejam efetuadas alterações nele. Existem atualmente vários artifícios para resolver esse problema e um dos mais comuns é utilizar um sistema de arquivos como o &lt;b&gt;UnionFS&lt;/b&gt;, que reserva um espaço da memória RAM para armazenar as alterações que são feitas pelo usuário enquanto utiliza o LiveCD. Como o sistema não faz uma distinção explícita entre os arquivos armazenados na memória RAM e os arquivos armazenados no CD, esse mecanismo é transparente ao usuário, permitindo que ele faça em um LiveCD quase tudo que ele faria em uma instalação Linux feita no disco rígido, sem sequer notar diferença. Nesse passo-a-passo será utilizado não o UnionFS, mas um sistema de arquivos bastante parecido e inclusive mais robusto, que é o &lt;b&gt;AuFS&lt;/b&gt;.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Outra diferença notória entre um LiveCD e uma instalação Linux feita em um disco rígido é o espaço em disco disponível. Uma instalação básica do Debian Lenny com o KDE 3.5 como ambiente gráfico ocupa algo em torno de 1,5 GB. No entanto, um CD não dispõe de todo esse espaço. Para contornar esse problema, o sistema de arquivos é gravado no CD na forma de uma imagem compactada chamada &lt;b&gt;SquashFS&lt;/b&gt;. Ela permite que um sistema de até aproximadamente 2 GB caiba em um CD comum de 700 MB. Como se vê, esse espaço é mais que suficiente para fazer uma instalação Linux básica.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Por fim, como o sistema será armazenado no CD na forma de uma imagem compactada, é necessário que durante o &lt;b&gt;boot&lt;/b&gt; (inicialização) o &lt;b&gt;kernel&lt;/b&gt; (núcleo do sistema) carregue os módulos responsáveis por acessar o dispositivo leitor de CD e montar a imagem compactada. E ele deve fazer isso antes mesmo de ter acesso ao diretório raiz do sistema (&quot;/&quot;), uma vez que ele está armazenado dentro da imagem compactada, que por sua vez está armazenada dentro do CD. Essa é uma preocupação que não existe em instalações Linux feitas no disco rígido.     &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Além disso, como as alterações feitas no sistema serão armazenadas na memória RAM, é necessário reservar um pedaço dela para essa finalidade, e esse processo também deve ser feito durante a inicialização do sistema. Como se vê, a inicialização de um LiveCD é mais complexa que a inicialização de uma instalação Linux feita em um disco rígido.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Para solucionar esse problema, foi criado um mecanismo através do qual durante a inicialização do sistema é carregado um sistema de arquivos mínimo antes do sistema de arquivos em si, contendo os módulos e scripts necessários para que o kernel acesse os dispositivos leitores de CD, descubra onde está a imagem compactada que contém o sistema e finalmente monte essa imagem e faça o restante do processo de inicialização através dela, como faria em uma instalação comum no disco rígido. Esse sistema de arquivos mínimo é chamado &lt;b&gt;initramfs&lt;/b&gt;.     &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
O initramfs é utilizado não só em LiveCDs, como também em discos de instalação e até mesmo em instalações feitas no disco rígido, uma vez que torna mais flexível e rápido o processo de inicialização do sistema. Ele é utilizado principalmente em casos onde é necessário executar algum procedimento especial para acessar o diretório raiz do sistema, como em um LiveCD ou em um computador onde o sistema operacional está armazenado em outro computador da rede, exigindo que a conexão com esse computador seja feita antes mesmo de carregar o sistema operacional, por exemplo.&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Nesse passo-a-passo, nós criaremos um initramfs próprio para inicializar o sistema a partir de um LiveCD. No entanto, não o faremos manualmente, apesar de ser possível. Vamos instalar no nosso sistema o pacote &lt;b&gt;live-initramfs&lt;/b&gt;, que contém os scripts que farão toda a preparação especial descrita anteriormente durante a inicialização do LiveCD, e em seguida utilizar o comando &lt;b&gt;update-initramfs&lt;/b&gt;, que incluirá esses scripts dentro do initramfs que colocaremos dentro do nosso LiveCD.     &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Ao final do passo-a-passo, nosso LiveCD terá uma estrutura de arquivos e pastas igual a essa:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;(Raiz do CD)    
|-------+boot    
|       |-------+grub    
|       |       |-------menu.lst    
|       |       |-------stage2_eltorito    
|       |    
|       |-------vmlinuz    
|       |-------initrd.gz    
|       |-------memtest86+.bin    
|    
|-------+live    
|       |-------filesystem.squashfs    
|    
|--------md5sum.txt&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Vejamos resumidamente o que é cada um desses arquivos (a maior parte das explicações sobre eles já foi dada acima):    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&quot;/boot/grub/menu.lst&quot;:&lt;/b&gt; arquivo que contém as opções que são mostradas no menu que aparece durante o boot do LiveCD.&lt;/li&gt;    
&lt;li&gt;&lt;b&gt;&quot;/boot/grub/stage2_eltorito&quot;:&lt;/b&gt; arquivo que contém o gerenciador de boot do LiveCD. Durante a inicialização do LiveCD, o gerenciador de boot é o primeiro componente a ser carregado para a memória. Ele mostra um menu que permite ao usuário inicializar o sistema de maneiras diferentes. Nesse passo-a-passo, utilizaremos o GRUB como gerenciador de boot.&lt;/li&gt;    
&lt;li&gt;&lt;b&gt;&quot;/boot/vmlinuz&quot;:&lt;/b&gt; esse arquivo é o kernel, que será copiado do sistema para o CD. Durante a inicialização do LiveCD, ele é carregado assim que escolhermos uma as opções mostradas no menu de boot. Logo, é o segundo componente a ser carregado para a memória.&lt;/li&gt;    
&lt;li&gt;&lt;b&gt;&quot;/boot/initrd.gz&quot;:&lt;/b&gt; esse arquivo é o initramfs, que contém os módulos e scripts necessários para inicializar o LiveCD, como já foi explicado anteriormente. Ele é carregado durante a inicialização do LiveCD logo após o kernel.&lt;/li&gt;    
&lt;li&gt;&lt;b&gt;&quot;/boot/memtest86+.bin&quot;:&lt;/b&gt; esse arquivo é opcional. Trata-se de um programa usado para testar a memória RAM do computador. Ele está presente na maioria dos LiveCDs, por isso o incluiremos também no nosso.&lt;/li&gt;    
&lt;li&gt;&lt;b&gt;&quot;/live/filesystem.squashfs&quot;:&lt;/b&gt; esta é a imagem compactada SquashFS que contém o sistema operacional em si. Ela já foi explicada anteriormente.&lt;/li&gt;    
&lt;li&gt;&lt;b&gt;&quot;/md5sum.txt&quot;:&lt;/b&gt; esse arquivo também é opcional. Contém o &lt;b&gt;MD5&lt;/b&gt; de cada arquivo do CD e pode ser usado posteriormente para verificar sua a integridade.&lt;/li&gt;    
&lt;/ul&gt;    &lt;br /&gt;
Os mesmos passos descritos aqui podem ser usados caso você queira desenvolver um sistema maior, destinado a ser gravado em um DVD (nesse caso, ele se chamaria &lt;b&gt;LiveDVD&lt;/b&gt;, mas continuarei usando o termo LiveCD para designar os dois tipos de mídias, indistintamente), ou uma distribuição compacta, destinada a ser gravada em um mini-CD.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Requisitos e divisão do passo-a-passo&lt;/h2&gt;    &lt;br /&gt;
Para executar esse passo-a-passo, você vai precisar de:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Um computador com Debian (ou distribuição equivalente) instalado no disco rígido&lt;/li&gt;    
&lt;li&gt;Muito espaço livre em disco: pelo menos o dobro do tamanho do sistema que está instalado (recomendo o triplo, para que você não tenha que apagar nenhuma pasta antes de completar esse o passo-a-passo)&lt;/li&gt;    
&lt;li&gt;Acesso à Internet ou um repositório local de onde possam ser obtidos os pacotes que serão necessários&lt;/li&gt;    
&lt;li&gt;Um gravador de CD, caso você queira gravar o LiveCD quando terminar&lt;/li&gt;    
&lt;/ul&gt;    &lt;br /&gt;
Para melhor explicar o passo-a-passo, eu o dividi em etapas. Vejamos um resumo dessas etapas:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;A. Preparar o ambiente de trabalho:&lt;/b&gt; nessa etapa vamos instalar os programas e criar as pastas que utilizaremos durante a execução do nosso trabalho.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;B. Copiar o sistema para a pasta de trabalho:&lt;/b&gt; vamos copiar o sistema que possuímos em nosso disco rígido para uma pasta temporária (daqui pra frente, vou me referir a essa pasta como &quot;pasta de trabalho&quot; e ao sistema dentro dessa pasta como &quot;sistema de trabalho&quot;).    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;C. Fazer as modificações desejadas no sistema de trabalho:&lt;/b&gt; nessa etapa vamos entrar no sistema que está na pasta de trabalho e fazer as nossas personalizações (adicionar e remover programas, alterar configurações, instalar temas, papéis de parede, etc.).    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;D. Fazer as modificações necessárias no sistema de trabalho:&lt;/b&gt; ainda dentro do sistema de trabalho, vamos fazer as modificações necessárias para que ele possa ser executado como um LiveCD.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;E. Preparar a estrutura de diretórios do LiveCD:&lt;/b&gt; nessa etapa prepararemos o LiveCD, reunindo os arquivos necessários dentro de uma pasta temporária.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;F. Criar o LiveCD:&lt;/b&gt; nessa etapa criaremos a imagem ISO do LiveCD. Essa imagem pode ser gravada em um CD ou testada em uma máquina virtual.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Etapa A - Preparar o ambiente de trabalho&lt;/h2&gt;    &lt;br /&gt;
Nessa etapa vamos instalar os programas e criar as pastas que utilizaremos durante a execução do nosso trabalho.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Quanto aos programas, todos podem ser facilmente instalados a partir de pacotes e estão disponíveis nos repositórios oficiais do Debian Lenny. Você pode utilizar o repositório brasileiro, para que os pacotes sejam baixados mais rapidamente. Adicione a seguinte linha ao arquivo &quot;/etc/apt/sources.list&quot;:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;deb http://ftp.br.debian.org/debian lenny main contrib non-free&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Se você possuir um CD ou DVD de instalação do Debian, você também pode utilizá-lo para diminuir o volume de pacotes baixados e com isso economizar tempo na obtenção dos pacotes. Insira-o na unidade de CD/DVD e execute o comando:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-cdrom add&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Uma vez que você configurou os repositórios de onde serão obtidos os pacotes, atualize a lista de pacotes dos repositórios e instale os pacotes necessários:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-get update    
    
# apt-get install rsync squashfs-tools squashfs-modules-$(uname -r) grub mkisofs&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Se você pretende utilizar um ambiente gráfico para fazer as alterações no sistema de trabalho, você pode instalar também o &lt;b&gt;xnest&lt;/b&gt; (a execução desse passo é opcional, para mais detalhes veja a etapa C):    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-get install x11-xserver-utils xnest&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Opcionalmente, você também pode instalar o &lt;b&gt;qemu&lt;/b&gt; para testar o LiveCD depois que ele estiver pronto:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-get install qemu&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Você também pode testar o LiveCD utilizando uma máquina virtual como o Sun VirtualBox ou o VMware Player, mas não entrarei em detalhes quanto isso por não se tratar do foco desse tutorial.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Se quiser gravar o LiveCD depois de testá-lo, você pode utilizar o &lt;b&gt;cdrecord&lt;/b&gt;:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-get install cdrecord&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Se você originou um LiveDVD, no entanto, você vai precisar de um programa diferente, o &lt;b&gt;growisofs&lt;/b&gt;, que faz parte do pacote &lt;b&gt;dvd+rw-tools&lt;/b&gt;:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-get install dvd+rw-tools&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Também não entrarei em muitos detalhes quanto à gravação do CD. Esses são apenas alguns dos programas que você pode utilizar para gravação de CDs e DVDs e eles são executados a partir do terminal. Você também pode utilizar um programa gráfico, se preferir, como o X-CD-Roast, o K3B ou o Brasero. Todos esses realizam gravação tanto de CDs quanto de DVDs de dados.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Quanto às pastas, criaremos basicamente duas: uma para armazenar o sistema de trabalho e outra para armazenar os arquivos do LiveCD. Dentro dessa, criaremos mais algumas pastas, para que o LiveCD apresenta a estrutura que vimos anteriormente.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Para criar as pastas, execute esses três comandos no terminal (lembre-se de alterar os comandos para adaptá-los ao seu computador):    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$ mkdir -p /home/vinicius/debian-live/cd/live    
    
$ mkdir -p /home/vinicius/debian-live/cd/boot/grub    
    
$ mkdir -p /home/vinicius/debian-live/work/rootfs&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Feito isso, temos as seguintes pastas dentro da pasta &quot;/home/vinicius&quot;:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;/home/vinicius/debian-live    
/home/vinicius/debian-live/cd    
/home/vinicius/debian-live/cd/boot    
/home/vinicius/debian-live/cd/boot/grub    
/home/vinicius/debian-live/cd/live    
/home/vinicius/debian-live/work    
/home/vinicius/debian-live/work/rootfs&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Observe que com três comandos criamos sete pastas. Isso graças ao parâmetro &lt;b&gt;-p&lt;/b&gt; que acrescido ao comando &lt;b&gt;mkdir&lt;/b&gt; faz com que sejam criados os diretórios-pai da pasta que desejamos criar, caso ainda não existam.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Agora que dispomos dos programas que precisamos e criamos as pastas que utilizaremos, podemos iniciar o trabalho.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Etapa B - Copiar o sistema para a pasta de trabalho&lt;/h2&gt;    &lt;br /&gt;
Essa etapa é bastante simples, pois consiste em copiar o sistema que está instalado no seu computador (e que você está utilizando agora) para a pasta de trabalho, o que pode ser feito com apenas um comando. No entanto, também é bastante demorada, uma vez que estamos copiando um sistema inteiro.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
O comando que deve ser executado é:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# rsync -av --one-file-system --exclude=/proc/* --exclude=/dev/* --exclude=/sys/* --exclude=/tmp/* --exclude=/media/* --exclude=/mnt/* --exclude=/lost+found --exclude=/home/vinicius/debian-live / /home/vinicius/debian-live/work/rootfs&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Observe que para copiar os arquivos utilizamos o comando &lt;b&gt;rsync&lt;/b&gt; no lugar do comando &lt;b&gt;cp&lt;/b&gt;, que é mais comumente usado. Fizemos isso porque necessitávamos excluir da cópia algumas pastas que não serão incluídas no LiveCD (uma dessas pastas, inclusive, é a própria pasta de trabalho).    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Etapa C - Fazer as modificações desejadas no sistema de trabalho&lt;/h2&gt;    &lt;br /&gt;
Nessa etapa vamos entrar no sistema de trabalho e fazer as nossas personalizações (adicionar e remover programas, alterar configurações, instalar temas, papéis de parede, etc.). Essa é a etapa mais longa e dinâmica, mas também a mais interessante.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Antes de entrar no sistema de trabalho, vamos fazer alguns preparativos para que ele possa acessar os recursos do sistema que está atualmente em execução (vamos &quot;emprestar&quot; alguns recursos do nosso sistema para o sistema de trabalho):    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# mount --bind /dev /home/vinicius/debian-live/work/rootfs/dev    
    
# mount -t devpts none /home/vinicius/debian-live/work/rootfs/dev/pts    
    
# mount --bind /proc /home/vinicius/debian-live/work/rootfs/proc    
    
# mount --bind /sys /home/vinicius/debian-live/work/rootfs/sys    
    
# mount --bind /media /home/vinicius/debian-live/work/rootfs/media    
    
# mount --bind /tmp /home/vinicius/debian-live/work/rootfs/tmp&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Agora sim podemos de fato entrar no sistema. Para isso, execute o seguinte comando no terminal:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# chroot /home/vinicius/debian-live/work/rootfs /bin/bash&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
A partir de agora, todos os comandos que você executar nessa seção do terminal serão aplicados ao sistema que está na pasta de trabalho e não ao sistema que está instalado no seu computador.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Quando desejar sair do sistema de trabalho e voltar para o seu sistema (não faça isso ainda, estou falando apenas para você tomar conhecimento), você pode executar o comando:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# exit&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Você pode entrar e sair do sistema de trabalho quantas vezes quiser, executando esses mesmos comandos.    &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
Antes de prosseguir à instalação de pacotes, se você desejar que o sistema de trabalho utilize repositórios diferentes dos que você utiliza no seu sistema, você pode apagar o arquivo &quot;/etc/apt/sources.list&quot; e criar um novo, contendo os novos repositórios (até indicação contrária, todos os comandos a seguir devem ser executados dentro do sistema de trabalho):    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# rm -f /etc/apt/sources.list    
    
# echo &quot;deb http://ftp.br.debian.org/debian lenny main contrib non-free&quot; &gt;&gt; /etc/apt/sources.list&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Repita o segundo comando para cada um dos repositórios que você deseja adicionar à lista de repositórios do sistema de trabalho. Lembre-se de depois atualizar a lista de pacotes desses repositórios executando o comando:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-get update&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Observe que esses comandos são opcionais. Sua execução, como disse acima, só é necessária se você deseja que o sistema de trabalho utilize repositórios diferentes dos que você utiliza no seu sistema. Tenha em mente que esses serão os repositórios que serão utilizados para instalar programas não só agora, como também quando estiver utilizando seu LiveCD.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Pronto, agora você pode efetuar quaisquer mudanças que desejar, inclusive instalar e remover pacotes e alterar arquivos de configuração, da mesma forma como faria no seu sistema normal. Você pode utilizar o terminal no qual você já está ou iniciar um ambiente gráfico, se achar mais cômodo.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Antes de iniciar o ambiente gráfico pelo sistema de trabalho, você deve sair do sistema de trabalho e iniciar uma nova instância do X no seu sistema.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Primeiramente, execute o seguinte comando, que permitirá ao ambiente gráfico do sistema de trabalho se conectar ao X do sistema em execução:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$ xhost +&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Agora podemos iniciar uma nova instância do X de fato. Isso pode ser feito de duas formas: uma delas é a convencional, na qual a tela toda será utilizada para mostrar o ambiente gráfico. Para iniciar uma nova instância do X dessa forma execute o comando:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# X -dpi 75 :1&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Ele abrirá uma nova seção do X contendo apenas a tela cinza e o cursor do mouse. Volte para a seção principal do X (a que contém o ambiente gráfico do sistema instalado) pressionando Ctrl + Alt + F7.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
A outra forma é usar o xnest. O ambiente gráfico será então iniciado dentro de uma janela, como se o sistema de trabalho estivesse sendo executado em uma máquina virtual. Para isso, execute o seguinte comando como um usuário comum:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$ Xnest -ac :1&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Em ambas as alternativas, você terá uma seção do X iniciada esperando pelo ambiente gráfico do sistema de trabalho. A segunda opção é a mais cômoda, visto que você não tem que utilizar combinações de teclas para alternar entre as seções do X que estão em execução, no entanto é a mais precária, e pode ocasionar alguns problemas que geralmente não ocorrem quando a seção é iniciada da forma convencional.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Independente de qual forma você tenha iniciado uma nova seção do X, inicie agora uma nova seção do terminal, entre novamente no sistema de trabalho e execute os seguintes comandos, que iniciarão o ambiente gráfico do sistema de trabalho na seção do X que você acabou de iniciar:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# su vinicius    
    
$ export DISPLAY=localhost:1    
    
$ startkde&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Se você optou por iniciar o X da forma convencional, você verá agora o ambiente gráfico do sistema de  trabalho. Você pode retornar a qualquer momento para o ambiente gráfico do sistema instalado pressionando Ctrl + Alt + F7. Depois, se quiser, você pode voltar para o ambiente gráfico do sistema de trabalho pressionando Ctrl + Alt + F8. Você pode alternar entre os ambientes gráficos dos dois sistemas quantas vezes quiser até concluir o seu trabalho.  &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Uma observação que deve ser feita é com relação à capacidade de armazenamento da mídia que será utilizada: se você pretende criar um LiveCD, o sistema de trabalho não deve ocupar um espaço superior a 2 GB.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Se ele ultrapassar esse tamanho, você tem duas opções: remover programas e arquivos até que atinja um tamanho o mais próximo possível de 2 GB, para que após a compactação (que faremos na etapa E) ele caiba em um CD, ou utilizar um DVD ao invés de um CD para armazenar o sistema (nesse caso, você não estaria criando um LiveCD, mas sim um LiveDVD), o que não afetará em nada a execução desse tutorial.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Depois de fazer todas as alterações desejadas, feche o KDE pelo Menu K &gt; Fechar Sessão &gt; Finalizar sessão atual.     &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Etapa D - Fazer as modificações necessárias no sistema de trabalho&lt;/h2&gt;    &lt;br /&gt;
Nessa etapa faremos mais modificações dentro do sistema de trabalho. A diferença dessa etapa para a anterior é que as alterações que faremos agora são &lt;b&gt;necessárias&lt;/b&gt; para que o sistema possa ser executado a partir de um CD.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Para começar, de volta ao terminal do sistema de trabalho, vamos instalar alguns pacotes:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-get install live-initramfs aufs-modules-$(uname -r) discover1 xresprobe memtest86+&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Só para não passar em branco, uma breve explicação sobre os pacotes: o pacote &lt;b&gt;live-initramfs&lt;/b&gt; contém os scripts que serão executados durante a inicialização do LiveCD. O pacote &lt;b&gt;aufs-modules&lt;/b&gt; é responsável por instalar no sistema o AuFS, já explicado anteriormente, que permite que façamos alterações no sistema durante a execução do LiveCD, gravando essas alterações na memória RAM. Os pacotes &lt;b&gt;discover1&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;xresprobe&lt;/b&gt; são responsáveis por detectar e configurar o hardware na inicialização do sistema. Por fim, o pacote &lt;b&gt;memtest86+&lt;/b&gt; contém um programa que testa a memória do computador, também já citado anteriormente. Ele pode ser acessado pelo menu que aparece na inicialização do LiveCD. Sua instalação na verdade é opcional, mas como ele é incluído em quase todos os LiveCDs, vamos incluí-lo também no nosso.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Feito isso, vamos atualizar o initramfs, incluindo nele os scripts que serão executados durante a inicialização do LiveCD. Para isso, execute os dois comandos a seguir no terminal:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# depmod -a $(uname -r)    
    
# update-initramfs -u -k $(uname -r)&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Agora copie os arquivos da pasta pessoal do seu usuário (que no meu caso é &quot;/home/vinicius&quot;) para a pasta &quot;/etc/skel&quot;, sem se esquecer de restabelecer as permissões originais:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# cp -Rf /home/vinicius/* /etc/skel/  
    
# chown -R root.root /etc/skel&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
A pasta &quot;/etc/skel&quot; contém os arquivos e pastas que serão copiados para a pasta pessoal dos usuários quando forem criadas novas contas no sistema. Por isso a importância de copiar a nossa pasta pessoal para essa pasta: as configurações que fizemos na etapa passada não terão de ser refeitas no futuro, elas serão aplicadas automaticamente para cada nova conta de usuário que for criada no sistema.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Remova os usuários que vieram do seu sistema durante a cópia na etapa B, de modo que o LiveCD não apresente nenhum usuário (é importante observar que esse comando não remove os usuários de sistema, apenas os usuários comuns, aqueles que podem fazer login):    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# for i in `cat /etc/passwd | awk -F&quot;:&quot; &#39;{print $1}&#39;`    
do    
uid=`cat /etc/passwd | grep &quot;^${i}:&quot; | awk -F&quot;:&quot; &#39;{print $3}&#39;`    
[ &quot;$uid&quot; -gt &quot;999&quot; -a  &quot;$uid&quot; -ne &quot;65534&quot;  ] &amp;&amp; userdel --force ${i} 2&gt;/dev/null    
done&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Esse comando realmente é formado por várias linhas. Se você não souber como digitá-las no terminal, você pode apelar para o famoso &quot;copia e cola&quot; que funciona (foi o que eu fiz).    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Não se preocupe com o fato de excluirmos todos os usuários comuns do sistema. Quando o sistema é iniciado do LiveCD, um usuário é criado automaticamente durante a inicialização. Sua pasta pessoal é criada e os arquivos e pastas que estão na pasta &quot;/etc/skel&quot; são copiados para ela.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Apague os arquivos que não são necessários no LiveCD e que podem atrapalhar o processo de inicialização:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# for i in &quot;/etc/hosts /etc/hostname /etc/resolv.conf /etc/timezone /etc/fstab /etc/mtab /etc/shadow /etc/shadow- /etc/gshadow  /etc/gshadow- /etc/gdm/gdm-cdd.conf /etc/gdm/gdm.conf-custom /etc/X11/xorg.conf /boot/grub/menu.lst /boot/grub/device.map&quot;    
do    
rm $i    
done 2&gt;/dev/null&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Apague os pacotes que foram baixados na etapa anterior:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-get clean&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Remova os pacotes que não são necessários ao sistema:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-get autoremove&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Você também pode apagar as listas de pacotes disponíveis, já que elas são atualizadas com frequência. Isso reduz o tamanho do sistema em alguns megabytes (não devemos apagar a pasta &quot;/var/lib/apt/lists/partial&quot;, apenas os arquivos que estão dentro dela):    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# rm -f /var/lib/apt/lists/*    
    
# rm -f /var/lib/apt/lists/partial/*&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Continuando a série de exclusões, vamos excluir mais alguns arquivos desnecessários:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# find /var/run /var/log /var/mail /var/spool /var/lock /var/backups /var/tmp -type f -exec rm {} \;    
    
# rm -r /tmp/* /root/* /home/* 2&gt;/dev/null&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Agora vamos criar arquivos em branco no lugar de alguns dos arquivos que foram apagados no passo anterior, apenas para que o sistema não acuse sua falta e sua inicialização possa ocorrer normalmente:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# for i in dpkg.log lastlog mail.log syslog auth.log daemon.log faillog lpr.log mail.warn user.log boot debug mail.err messages wtmp bootstrap.log dmesg kern.log mail.info    
do    
touch /var/log/${i}    
done&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Resta fazer só mais uma alteração. Para fazê-la, no entanto, precisamos sair do sistema de trabalho:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# exit&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
A última alteração consiste em apagar o arquivo que contém o histórico dos comandos que você executou nos passos anteriores:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# rm -f /home/vinicius/debian-live/work/rootfs/root/.bash_history&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Não só não há necessidade de quem for usar o LiveCD saber desses comandos como também o histórico de comandos estar limpo causa a impressão de que o sistema nunca foi usado.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Finalmente, podemos desmontar as pastas que montamos na etapa anterior para prosseguir à próxima etapa:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# umount /home/vinicius/debian-live/work/rootfs/dev/pts    
    
# umount /home/vinicius/debian-live/work/rootfs/dev    
    
# umount /home/vinicius/debian-live/work/rootfs/proc    
    
# umount /home/vinicius/debian-live/work/rootfs/sys    
    
# umount /home/vinicius/debian-live/work/rootfs/media    
    
# umount /home/vinicius/debian-live/work/rootfs/tmp&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
A execução desses comandos é de extrema importância. Como desmontam pastas do seu sistema que foram &quot;emprestadas&quot; ao sistema de trabalho, se você não executá-los, muito provavelmente alguns arquivos do seu próprio sistema acabarão sendo excluídos quando você for apagar a pasta de trabalho.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Etapa E - Preparar a estrutura de diretórios do LiveCD&lt;/h2&gt;    &lt;br /&gt;
Nessa etapa prepararemos o LiveCD, reunindo os arquivos necessários dentro de uma pasta temporária. Todos esses arquivos foram descritos na introdução do tutorial.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Comece copiando o &lt;b&gt;kernel&lt;/b&gt;, o &lt;b&gt;initrd&lt;/b&gt; (o arquivo é chamado assim apenas por razões históricas, na verdade esse é o initramfs, que vimos anteriormente) e o &lt;b&gt;memtest&lt;/b&gt; que criamos na etapa anterior para a pasta temporária que contém os arquivos do LiveCD:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# cp -vp /home/vinicius/debian-live/work/rootfs/boot/vmlinuz-$(uname -r) /home/vinicius/debian-live/cd/boot/vmlinuz    
    
# cp -vp /home/vinicius/debian-live/work/rootfs/boot/initrd.img-$(uname -r) /home/vinicius/debian-live/cd/boot/initrd.gz    
    
# cp -vp /home/vinicius/debian-live/work/rootfs/boot/memtest86+.bin /home/vinicius/debian-live/cd/boot/memtest86+.bin&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Copie também o gerenciador de boot GRUB, que está no seu sistema, para a pasta temporária:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# find /boot /usr/lib/grub/ -iname &#39;stage2_eltorito&#39; -exec cp -v {} /home/vinicius/debian-live/cd/boot/grub \;&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Agora vamos criar o arquivo &quot;menu.lst&quot;. Para isso, abra-o com o seu editor de texto favorito (no meu caso, escolhi abri-lo com o &lt;b&gt;kedit&lt;/b&gt;):    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$ kedit /home/vinicius/debian-live/cd/boot/grub/menu.lst&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Copie e cole o que vier a seguir no editor de texto, salve o arquivo e saia do editor de  texto:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# By default, boot the first entry.    
default 0    
    
# Boot automatically after 30 secs.    
timeout 30    
    
color cyan/blue white/blue    
    
title Start Linux in Graphical Mode    
kernel /boot/vmlinuz BOOT=live boot=live nopersistent rw quiet splash    
initrd /boot/initrd.gz    
    
title Start Linux in Safe Graphical Mode    
kernel /boot/vmlinuz BOOT=live boot=live xforcevesa rw quiet splash    
initrd /boot/initrd.gz    
    
title Start Linux in Text Mode    
kernel /boot/vmlinuz BOOT=live boot=live nopersistent textonly rw quiet    
initrd /boot/initrd.gz    
    
title Start Persistent Live CD    
kernel /boot/vmlinuz BOOT=live boot=live persistent rw quiet splash    
initrd /boot/initrd.gz    
    
title Start Linux Graphical Mode from RAM    
kernel /boot/vmlinuz BOOT=live boot=live toram nopersistent rw quiet splash    
initrd /boot/initrd.gz    
    
title Memory Test    
kernel /boot/memtest86+.bin    
    
title Boot the First Hard Disk    
root (hd0)    
chainloader +1&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Para finalizar, converta a pasta de trabalho em uma imagem comprimida do tipo SquashFS:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# mksquashfs /home/vinicius/debian-live/work/rootfs /home/vinicius/debian-live/cd/live/filesystem.squashfs&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Verifique se os arquivos da pasta &quot;/home/vinicius/debian-live/cd&quot; cabem no disco (CD ou DVD) no qual você pretende armazenar o sistema. Tenha em mente que você precisará de um espaço livre em disco ligeiramente superior ao tamanho dessa pasta para gerar a imagem ISO do LiveCD (ou LiveDVD). Se você não dispõe desse espaço, você pode apagar a pasta de trabalho, que não será mais utilizada nesse tutorial:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# rm -rf /home/vinicius/debian-live/work&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
O comando a seguir não é necessário para a criação do LiveCD, mas usualmente é executado. Ele calcula o MD5, que permite verificar posteriormente a integridade dos arquivos contidos no LiveCD.  &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# cd /home/vinicius/debian-live/cd &amp;&amp; find . -type f -print0 | xargs -0 md5sum | tee /home/vinicius/debian-live/cd/md5sum.txt&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Etapa F - Criar o LiveCD&lt;/h2&gt;    &lt;br /&gt;
Essa é a última etapa do nosso passo-a-passo e nela criaremos a imagem ISO do LiveCD, que pode em seguida ser gravada em um CD ou testada em uma máquina virtual.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Execute o comando a seguir para criar o arquivo ISO (você pode alterar os valores passados juntamente com os parâmetros &lt;b&gt;-V&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;-o&lt;/b&gt;, que indicam o nome do CD e o caminho do arquivo que será gerado, respectivamente):    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# mkisofs -b boot/grub/stage2_eltorito -no-emul-boot -boot-load-size 4 -boot-info-table -V &quot;DEBIAN&quot; -cache-inodes -r -J -l -o /home/vinicius/live-cd.iso /home/vinicius/debian-live/cd&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Opcionalmente, você pode excluir as pastas temporárias agora:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# rm -rf /home/vinicius/debian-live&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Se quiser, você pode manter apenas o sistema de trabalho e apagar os arquivos do LiveCD. Caso deseje no futuro refazer ou criar uma nova versão do LiveCD, você já não precisa executar a etapa B. Para fazer isso, você pode executar os comandos a seguir no lugar dos anteriores:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# rm -f /home/vinicius/debian-live/cd/*    
    
# rm -f /home/vinicius/debian-live/cd/boot/*    
    
# rm -f /home/vinicius/debian-live/cd/boot/grub/*    
    
# rm -f /home/vinicius/debian-live/cd/live/*&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Agora, se você instalou o &lt;b&gt;qemu&lt;/b&gt;, você pode testar o LiveCD usando ele. Observe que para fazer esse teste não é necessário gravar o LiveCD. Você pode usar a imagem ISO que você acabou de criar. Para isso, execute o comando:    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$ qemu -cdrom /home/vinicius/live-cd.iso -boot d&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Como havia mencionado anteriormente, você pode utilizar outros programas como o Sun VirtualBox ou o VMware Player para testar o LiveCD. Isso fica a seu critério, mas não entrarei em detalhes quanto isso por não se tratar do foco desse tutorial.    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Também não entrarei em muitos detalhes quanto à gravação do CD (ou do DVD, se você criou na verdade um LiveDVD) pelo mesmo motivo, mas apresentarei dois programas de linha de comando que podem realizar essa tarefa, que são o &lt;b&gt;cdrecord&lt;/b&gt; (utilizado para gravação de CDs) e o &lt;b&gt;growisofs&lt;/b&gt; (gravação de DVDs).    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
Para gravar seu LiveCD usando o cdrecord, insira o CD virgem dentro do gravador e execute o seguinte comando no terminal (você pode alterar os valores passados juntamente com os parâmetros &lt;b&gt;speed&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;dev&lt;/b&gt;, que indicam a velocidade de gravação e o dispositivo que representa o gravador, respectivamente):    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# cdrecord -v speed=8 dev=cdrom -data /home/vinicius/live-cd.iso&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Se você originou um LiveDVD, no entanto, você vai precisar de um programa diferente, o growisofs. Insira o DVD virgem dentro do gravador e execute o seguinte comando no terminal (aqui você também pode alterar o comando conforme a sua vontade):    &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# growisofs -dvd-compat -speed=2 -Z /dev/cdrom=/home/vinicius/live-cd.iso&lt;/pre&gt;    &lt;br /&gt;
Além do cdrecord e do growisofs, que são programas de linha de comando, você pode utilizar um programa gráfico, como o X-CD-Roast, o K3B ou o Brasero. Todos esses realizam gravação tanto de CDs quanto de DVDs de dados.    &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Bem, pessoal, acho que é isso. Espero que vocês tenham gostado do passo-a-passo e que seja proveitoso. Procurei ser o mais objetivo possível para não sair do assunto principal que era a criação do LiveCD. Dicas sobre personalizações vocês podem encontrar nas fontes citadas a seguir e mais informações sobre utilização de máquinas virtuais e gravação de CDs e DVDs vocês podem encontrar facilmente procurando na Internet. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A criação de LiveCDs (que, de certa forma, pode originar distribuições novas) é um assunto muito vasto e não foi meu objetivo esgotá-lo nesse artigo. Fica então o tema em aberto para a elaboração de novos artigos, que podem inclusive aproveitar o que já foi tratado nesse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um abraço a todos e até a próxima.&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Fontes&lt;/h2&gt;    &lt;br /&gt;
&lt;div id=&#39;fontes&#39;&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&#39;http://www.geekconnection.org/remastersys/capink.html&#39; target=&#39;_blank&#39;&gt;http://www.geekconnection.org/remastersys/capink.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&#39;http://www.knoppix.net/wiki/Knoppix_Remastering_Howto&#39; target=&#39;_blank&#39;&gt;http://www.knoppix.net/wiki/Knoppix_Remastering_Howto&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&#39;http://www.guiadohardware.net/tutoriais/remasterizacao-livecd/&#39; target=&#39;_blank&#39;&gt;http://www.guiadohardware.net/tutoriais/remasterizacao-livecd/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&#39;http://www.guiafoca.org/guia/avancado/ch-pers.html&#39; target=&#39;_blank&#39;&gt;http://www.guiafoca.org/guia/avancado/ch-pers.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&#39;http://gnulinuxbr.wordpress.com/2009/12/03/gravando-cd-e-dvd-pela-linha-de-comando/&#39; target=&#39;_blank&#39;&gt;http://gnulinuxbr.wordpress.com/2009/12/03/gravando-cd-e-dvd-pela-linha-de-comando/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&#39;http://packages.debian.org/&#39; target=&#39;_blank&#39;&gt;http://packages.debian.org/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://avmlinux.blogspot.com/2010/01/live-cd-debian-lenny.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-572961515729808244.post-975749706370138641</guid><pubDate>Sun, 27 Dec 2009 04:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-20T23:23:15.200-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Instalação de programas</category><title>Instalação do ClamAV com DazukoFS</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.clamav.net/doc/latest/html/img2.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;184&quot; src=&quot;http://www.clamav.net/doc/latest/html/img2.png&quot; width=&quot;184&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
O &lt;b&gt;ClamAV&lt;/b&gt; é um dos mais conhecidos antivírus desenvolvidos para Linux, pelo fato de ele ser open source, apresentar tantas funcionalidades quanto os programas antivírus proprietários e ainda por cima ter sua base de dados de vírus atualizada com bastante frequência. Nesse tutorial, vamos compilar, instalar e configurar o ClamAV. Além disso, vamos configurar sua proteção residente para utilizar o DazukoFS.&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;Antes de começar, gostaria de informar que o ClamAV ainda não oferece suporte ao DazukoFS, como você pode ver &lt;a href=&quot;https://wwws.clamav.net/bugzilla/show_bug.cgi?id=1691&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;nesta página&lt;/a&gt;, onde um programador relata o problema à equipe de desenvolvimento do ClamAV e sugere um patch (alteração) para o programa. Portanto, você vai precisar, além do &lt;a href=&quot;http://sourceforge.net/projects/clamav/files/clamav/0.95.2/clamav-0.95.2.tar.gz/download&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;código-fonte do ClamAV&lt;/a&gt;, do &lt;a href=&quot;https://wwws.clamav.net/bugzilla/attachment.cgi?id=1083&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;patch&lt;/a&gt; que adicionará a ele o suporte ao DazukoFS. Baixe os dois arquivos e coloque-os na mesma pasta.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;É importante observar também que esse patch foi desenvolvido para a versão 0.95.2 do ClamAV, por isso eu recomendo que você baixe o código-fonte dessa versão (basta clicar no link que eu forneci acima). A versão mais nova do ClamAV, no momento da elaboração desse tutorial, é a 0.95.3. Se você preferir instalar a versão mais nova, você também pode aplicar esse patch, fazendo as devidas alterações (eu, particularmente, ainda não disponho de conhecimento técnico suficiente para fazê-lo, por isso optei por instalar a versão para a qual o patch foi desenvolvido).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Preparando o sistema&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
Para compilar o ClamAV, você precisa ter instalado em seu sistema os pacotes &lt;b&gt;zlib&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;zlib-devel&lt;/b&gt;, além, claro, do compilador &lt;b&gt;gcc&lt;/b&gt;. Se você utiliza o Debian ou uma distribuição baseada nele, você pode resolver essas dependências com o comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-get build-dep clamav&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Lembrando que para executá-lo você deve ter pelo menos um repositório de códigos-fonte adicionado no arquivo &quot;/etc/apt/sources.list&quot;. Se não tiver, você pode adicionar este:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ lenny main contrib non-free&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
Além disso, após adicionar o repositório, você deve executar o comando&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# apt-get update&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;para obter a sua lista de pacotes.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;Não entrarei em mais detalhes a respeito da instalação dessas dependências (até porque as instruções para fazer isso podem variar de distribuição para distribuição), assumindo que você já as possui instaladas em seu sistema.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m disso, se você pretende que o ClamAV execute proteção residente, você deve instalar o DazukoFS. Apesar de você poder fazer isso depois da instalação do ClamAV, recomendo que o faça antes, para que ao terminar de executar esses passos você tenha uma instalação completamente funcional do ClamAV, sem nada mais a ser feito. Para saber como instalar o DazukoFS, leia o tutorial &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2009/11/instalacao-do-dazuko.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Desmistificando a instalação do Dazuko&lt;/a&gt;, anteriormente publicado aqui no blog do AvmLinux.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;A instalação do ClamAV requer que criemos um usuário e um grupo de usuários para ele. Isso pode ser feito através dos comandos:&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# groupadd clamav

# useradd -g clamav -s /bin/false -c &quot;Clam AntiVirus&quot; clamav&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;Finalmente, vamos criar os diretórios que serão utilizados pelo ClamAV para armazenar seus arquivos:&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;# mkdir /var/lib/clamav

# chown clamav /var/lib/clamav

# mkdir /var/log/clamav

# chown clamav /var/log/clamav

# mkdir /var/run/clamav

# chown clamav /var/run/clamav&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Instalando o ClamAV&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; Descompacte o código-fonte do ClamAV com o seguinte comando no terminal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$ tar -xvzf clamav-0.95.2.tar.gz&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; Entre no diretório de instalação do ClamAV, que foi o diretório que você acabou de descompactar:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$ cd clamav-0.95.2&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Vamos agora aplicar o patch que acrescentará ao ClamAV o suporte ao DazukoFS. Para isso, execute o comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;pre&gt;$ patch -p1 &lt; ../patch-clamuko-dazukofs.diff&lt;/pre&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Agora podemos prosseguir com a instalação normal do ClamAV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; Execute os seguintes comandos no terminal para compilar o ClamAV:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;pre&gt;$ ./configure --prefix=/usr --sysconfdir=/etc/clamav --enable-clamuko --enable-milter --with-dbdir=/var/lib/clamav

# make&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
O segundo comando geralmente demora um pouco. Tenha paciência e aguarde a sua execução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt; Se você não obter nenhuma mensagem de erro após a execução desses comandos, você pode agora de fato instalar o ClamAV com o comando:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;pre&gt;# make install&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;6.&lt;/b&gt; Após concluir a instalação do ClamAV, execute o comando:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;pre&gt;# ldconfig&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;Configurando o freshclam&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
O &lt;b&gt;freshclam&lt;/b&gt; &amp;eacute; o componente do ClamAV que verifica, baixa e instala as atualiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es da base de dados de v&amp;iacute;rus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sua configura&amp;ccedil;&amp;atilde;o encontra-se no arquivo &amp;quot;/etc/clamav/freshclam.conf&amp;quot;. Abra esse arquivo e fa&amp;ccedil;a as altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es listadas a seguir (se você preferir, &lt;a href=&quot;http://www.vivaolinux.com.br/etc/freshclam.conf/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt; encontra-se uma cópia desse arquivo com as alterações já feitas):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; Comente a linha &amp;quot;Example&amp;quot;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para quem nunca mexeu em um arquivo de configura&amp;ccedil;&amp;atilde;o, comentar uma linha significa adicionar um &amp;quot;jogo da velha&amp;quot; (#) no in&amp;iacute;cio da linha. Ao contr&amp;aacute;rio, descomentar uma linha significa remover esse caractere do seu come&amp;ccedil;o.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Assim, a linha &amp;quot;Example&amp;quot;, que antes estava assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;pre&gt;# Comment or remove the line below.
&lt;b&gt;Example&lt;/b&gt;&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Deve ficar assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;pre&gt;# Comment or remove the line below.
&lt;b&gt;#Example&lt;/b&gt;&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; Descomente a linha &amp;quot;UpdateLogFile&amp;quot; e altere seu valor para &amp;quot;/var/log/clamav/freshclam.log&amp;quot;. Ela deve ficar assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;pre&gt;# Path to the log file (make sure it has proper permissions)
# Default: disabled
&lt;b&gt;UpdateLogFile /var/log/clamav/freshclam.log&lt;/b&gt;&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Descomente a linha &amp;quot;LogFileMaxSize&amp;quot;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;pre&gt;# Maximum size of the log file.
# Value of 0 disables the limit.
# You may use &#39;M&#39; or &#39;m&#39; for megabytes (1M = 1m = 1048576 bytes)
# and &#39;K&#39; or &#39;k&#39; for kilobytes (1K = 1k = 1024 bytes).
# in bytes just don&#39;t use modifiers.
# Default: 1M
&lt;b&gt;LogFileMaxSize 2M&lt;/b&gt;&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; Descomente a linha &amp;quot;LogTime&amp;quot;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;# Log time with each message.
# Default: no
&lt;b&gt;LogTime yes&lt;/b&gt;&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt; Descomente a linha &amp;quot;LogVerbose&amp;quot;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;# Enable verbose logging.
# Default: no
&lt;b&gt;LogVerbose yes&lt;/b&gt;&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;6.&lt;/b&gt; Descomente a linha &amp;quot;LogSyslog&amp;quot;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;# Use system logger (can work together with UpdateLogFile).
# Default: no
&lt;b&gt;LogSyslog yes&lt;/b&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;7.&lt;/b&gt; Descomente a linha &amp;quot;PidFile&amp;quot; e altere seu valor:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;pre&gt;# This option allows you to save the process identifier of the daemon
# Default: disabled
&lt;b&gt;PidFile /var/run/clamav/freshclam.pid&lt;/b&gt;&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;8.&lt;/b&gt; Descomente a linha &amp;quot;NotifyClamd&amp;quot; e altere seu valor:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;# Send the RELOAD command to clamd.
# Default: no
&lt;b&gt;NotifyClamd /etc/clamav/clamd.conf&lt;/b&gt;&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, execute o comando a seguir para verificar se as altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es na configura&amp;ccedil;&amp;atilde;o foram aplicadas e tamb&amp;eacute;m para verificar atualiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es para o ClamAV:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;# freshclam&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
N&amp;atilde;o se preocupe se ocorrerem quaisquer erros com rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao &lt;b&gt;clamd&lt;/b&gt;. Isso &amp;eacute; normal, visto que ainda n&amp;atilde;o configuramos nem iniciamos ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;Configurando o clamd&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
O &lt;b&gt;clamd&lt;/b&gt; é o componente do ClamAV que executa a proteção residente, verificando a existência de vírus em tempo real nos programas e arquivos, à medida em que estes vão sendo abertos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Sua configuração encontra-se no arquivo &quot;/etc/clamav/clamd.conf&quot;. Abra esse arquivo e faça as alterações listadas a seguir (se você preferir, &lt;a href=&quot;http://www.vivaolinux.com.br/etc/clamd.conf/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt; encontra-se uma cópia desse arquivo com as alterações já feitas):&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; Comente a linha &quot;Example&quot;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;pre&gt;# Comment or remove the line below.
&lt;b&gt;#Example&lt;/b&gt;&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; Descomente a linha &quot;LogFile&quot; e altere seu valor:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;# Uncomment this option to enable logging.
# LogFile must be writable for the user running daemon.
# A full path is required.
# Default: disabled
&lt;b&gt;LogFile /var/log/clamav/clamd.log&lt;/b&gt;&lt;/pre&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Descomente a linha &quot;LogFileMaxSize&quot;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;# Maximum size of the log file.
# Value of 0 disables the limit.
# You may use &#39;M&#39; or &#39;m&#39; for megabytes (1M = 1m = 1048576 bytes)
# and &#39;K&#39; or &#39;k&#39; for kilobytes (1K = 1k = 1024 bytes). To specify the size
# in bytes just don&#39;t use modifiers.
# Default: 1M
&lt;b&gt;LogFileMaxSize 2M&lt;/b&gt;&lt;/pre&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; Descomente a linha &quot;LogTime&quot;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;# Log time with each message.
# Default: no
&lt;b&gt;LogTime yes&lt;/b&gt;&lt;/pre&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt; Descomente a linha &quot;LogSyslog&quot;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;# Use system logger (can work together with LogFile).
# Default: no
&lt;b&gt;LogSyslog yes&lt;/b&gt;&lt;/pre&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;6.&lt;/b&gt; Descomente a linha &quot;LogVerbose&quot;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;# Enable verbose logging.
# Default: no
&lt;b&gt;LogVerbose yes&lt;/b&gt;&lt;/pre&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;7.&lt;/b&gt; Descomente a linha &quot;PidFile&quot; e altere seu valor:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;# This option allows you to save a process identifier of the listening
# daemon (main thread).
# Default: disabled
&lt;b&gt;PidFile /var/run/clamav/clamd.pid&lt;/b&gt;&lt;/pre&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;8.&lt;/b&gt; Altere o valor da linha &quot;LocalSocket&quot;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;# Path to a local socket file the daemon will listen on.
# Default: disabled (must be specified by a user)
&lt;b&gt;LocalSocket /var/run/clamav/clamd.socket&lt;/b&gt;&lt;/pre&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;9.&lt;/b&gt; Descomente a linha &quot;TCPSocket&quot;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;# TCP port address.
# Default: no
&lt;b&gt;TCPSocket 3310&lt;/b&gt;&lt;/pre&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;10.&lt;/b&gt; Descomente a linha &quot;ScanMail&quot;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;# Enable internal e-mail scanner.
# Default: yes
&lt;b&gt;ScanMail yes&lt;/b&gt;&lt;/pre&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;11.&lt;/b&gt; Descomente a linha &quot;ClamukoScanOnAccess&quot;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;##
## Clamuko settings
## WARNING: This is experimental software. It is very likely it will hang
##     up your system!!!
##

# Enable Clamuko. Dazuko (/dev/dazuko) must be configured and running.
# Default: no
&lt;b&gt;ClamukoScanOnAccess yes&lt;/b&gt;&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;12.&lt;/b&gt; Observe o trecho a seguir do arquivo de configura&amp;ccedil;&amp;atilde;o do clamd:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;pre&gt;# Set the include paths (all files inside them will be scanned). You can have
# multiple ClamukoIncludePath directives but each directory must be added
# in a seperate line.
# Default: disabled
&lt;b&gt;#ClamukoIncludePath /home&lt;/b&gt;
#ClamukoIncludePath /students

# Set the exclude paths. All subdirectories are also excluded.
# Default: disabled
&lt;b&gt;#ClamukoExcludePath /home/bofh&lt;/b&gt;&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Normalmente, descomentamos essas linhas e fazemos a configura&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Clamuko (o componente do clamd que faz a comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o Dazuko), definindo quais diret&amp;oacute;rios queremos incluir e quais queremos excluir da prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o residente. No entanto, se voc&amp;ecirc; abrir o c&amp;oacute;digo-fonte do patch, ver&amp;aacute; uma nota do autor dizendo que n&amp;atilde;o &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio mais configurar essas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Ent&amp;atilde;o, a prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o residente deve atuar sobre todos os diret&amp;oacute;rios que o DazukoFS disponibilizar, bastando, portanto, a  configura&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste (ver como configurar o DazukoFS para montar as pastas na inicializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sistema em &lt;a href=&quot;http://avmlinux.blogspot.com/2009/11/instalacao-do-dazuko.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Desmistificando a instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Dazuko&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Salve o arquivo e execute o comando a seguir para verificar se as alterações na configuração foram aplicadas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;pre&gt;# clamd&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Configurando o clamav-milter&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
O &lt;b&gt;clamav-milter&lt;/b&gt; é o componente do ClamAV que se integra aos servidores de e-mail, verificando a exist&amp;ecirc;ncia de v&amp;iacute;rus nos anexos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Sua configuração encontra-se no arquivo &quot;/etc/clamav/clamav-milter.conf&quot;. Abra esse arquivo e faça as alterações listadas a seguir (se você preferir, &lt;a href=&quot;http://www.vivaolinux.com.br/etc/clamavmilter.conf/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt; encontra-se uma cópia desse arquivo com as alterações já feitas):&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; Comente a linha &quot;Example&quot;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;pre&gt;# Comment or remove the line below.
&lt;b&gt;#Example&lt;/b&gt;&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; Descomente a linha &quot;MilterSocket&quot; e altere seu valor:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;# Define the interface through which we communicate with sendmail
# This option is mandatory! Possible formats are:
# [[unix|local]:]/path/to/file - to specify a unix domain socket
# inet:port@[hostname|ip-address] - to specify an ipv4 socket
# inet6:port@[hostname|ip-address] - to specify an ipv6 socket
#
# Default: no default
&lt;b&gt;MilterSocket /var/run/clamav/clamav-milter.socket&lt;/b&gt;
#MilterSocket inet:7357&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Descomente a linha &quot;PidFile&quot; e altere seu valor:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;# This option allows you to save a process identifier of the listening
# daemon (main thread).
#
# Default: disabled
&lt;b&gt;PidFile /var/run/clamav/clamav-milter.pid&lt;/b&gt;&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; Adicione a linha &quot;ClamdSocket&quot;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;# Define the clamd socket to connect to for scanning.
# This option is mandatory! Syntax:
# ClamdSocket unix:path
# ClamdSocket tcp:host:port
# The first syntax specifies a local unix socket (needs an absolute path) e.g.:
#     ClamdSocket unix:/var/run/clamd/clamd.socket
# The second syntax specifies a tcp local or remote tcp socket: the
# host can be a hostname or an ip address; the &quot;:port&quot; field is only required
# for IPv6 addresses, otherwise it defaults to 3310
#     ClamdSocket tcp:192.168.0.1
#
# This option can be repeated several times with different sockets or even
# with the same socket: clamd servers will be selected in a round-robin fashion.
#
# Default: no default
#ClamdSocket tcp:scanner.mydomain:7357
&lt;b&gt;ClamdSocket /var/run/clamav/clamd.socket&lt;/b&gt;&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt; Descomente a linha &quot;LogFile&quot; e altere seu valor:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;# Uncomment this option to enable logging.
# LogFile must be writable for the user running daemon.
# A full path is required.
#
# Default: disabled
&lt;b&gt;LogFile /var/log/clamav/clamav-milter.log&lt;/b&gt;&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;6.&lt;/b&gt; Descomente a linha &quot;LogFileMaxSize&quot;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;# Maximum size of the log file.
# Value of 0 disables the limit.
# You may use &#39;M&#39; or &#39;m&#39; for megabytes (1M = 1m = 1048576 bytes)
# and &#39;K&#39; or &#39;k&#39; for kilobytes (1K = 1k = 1024 bytes). To specify the size
# in bytes just don&#39;t use modifiers.
#
# Default: 1M
&lt;b&gt;LogFileMaxSize 2M&lt;/b&gt;&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;7.&lt;/b&gt; Descomente a linha &quot;LogTime&quot;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;# Log time with each message.
#
# Default: no
&lt;b&gt;LogTime yes&lt;/b&gt;&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;8.&lt;/b&gt; Descomente a linha &quot;LogSyslog&quot;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;# Use system logger (can work together with LogFile).
#
# Default: no
&lt;b&gt;LogSyslog yes&lt;/b&gt;&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;9.&lt;/b&gt; Descomente a linha &quot;LogVerbose&quot;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;# Enable verbose logging.
#
# Default: no
&lt;b&gt;LogVerbose yes&lt;/b&gt;&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Finalmente, execute o comando a seguir para verificar se as alterações na configuração foram aplicadas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;pre&gt;# clamav-milter&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Executando o ClamAV na inicialização do sistema&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Nessa etapa, vamos configurar o sistema para executar o clamd, o clamav-milter e o freshclam na inicialização para não precisemos mais nos preocupar com o ClamAV: ele já estará verificando os arquivos em busca de vírus e baixando as atualizações para sua base de dados automaticamente.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; Abra um editor de texto, copie e cole as linhas a seguir, e salve como &quot;/etc/init.d/clamav&quot;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;pre&gt;#!/bin/sh
# Inicia/para/reinicia o ClamAV

# Inicia o ClamAV:
clamav_start() {
if [ -x /usr/sbin/clamd ]; then
echo &quot;Starting clamd daemon: /usr/sbin/clamd&quot;
/usr/sbin/clamd
sleep 1
fi
if [ -x /usr/sbin/clamav-milter ]; then
echo &quot;Starting clamav-milter daemon: /usr/sbin/clamav-milter&quot;
/usr/sbin/clamav-milter
sleep 1
fi
if [ -x /usr/bin/freshclam ]; then
echo &quot;Starting freshclam daemon: freshclam -d&quot;
freshclam -d
fi
}

# Para o ClamAV:
clamav_stop() {
echo &quot;Stopping clamd daemon: killall clamd&quot;
killall clamd
echo &quot;Stopping clamav-milter daemon: killall clamav-milter&quot;
killall clamav-milter
echo &quot;Stopping freshclam daemon: killall freshclam&quot;
killall freshclam
}

# Reinicia o ClamAV:
clamav_restart() {
clamav_stop
sleep 1
clamav_start
}

case &quot;$1&quot; in
&#39;start&#39;)
clamav_start
;;
&#39;stop&#39;)
clamav_stop
;;
&#39;restart&#39;)
clamav_restart
;;
*)

echo &quot;Usage: $0 start|stop|restart&quot;
esac&lt;/pre&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; Torne esse arquivo executável com o seguinte comando no terminal:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; 
&lt;pre&gt;# chmod +x /etc/init.d/clamav&lt;/pre&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Para que o ClamAV seja carregado toda vez que o sistema for iniciado, voc&amp;ecirc; pode executar o seguinte comando, se utiliza Debian (ou uma distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o baseada nele):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;# update-rc.d clamav defaults&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
ou executar os comandos a seguir, se utiliza outra distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;pre&gt;# ln -s /etc/init.d/clamav /etc/rc0.d/K20clamav
# ln -s /etc/init.d/clamav /etc/rc1.d/K20clamav
# ln -s /etc/init.d/clamav /etc/rc6.d/K20clamav
# ln -s /etc/init.d/clamav /etc/rc2.d/S20clamav
# ln -s /etc/init.d/clamav /etc/rc3.d/S20clamav
# ln -s /etc/init.d/clamav /etc/rc4.d/S20clamav
# ln -s /etc/init.d/clamav /etc/rc5.d/S20clamav&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; Para finalizar, você pode reiniciar o computador e verificar se o ClamAV foi carregado.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Após reiniciar o computador, execute o seguinte comando no terminal:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;pre&gt;$ ps aux | grep clam&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Se esse comando retornar algo parecido com isso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;pre&gt;&lt;b&gt;root      4204  0.0 16.6  96456 85972 ?        Ssl  19:30   0:00 /usr/sbin/clamd
clamav    4212  0.0  0.1   3268   852 ?        Ss   19:30   0:00 freshclam -d&lt;/b&gt;
vinicius  6719  0.0  0.1   2216   712 pts/0    S+   19:31   0:00 grep clam&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
é sinal de que o ClamAV foi carregado corretamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;Testando o ClamAV&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Há uma forma bastante simples de testar o ClamAV e ver se ele está funcionando corretamente: baixando o EICAR, um conhecido arquivo de teste de antivírus. Esse arquivo não contém na verdade nenhum vírus. Apenas todos os antivírus o adicionam às suas bases de dados para que seja possível verificar seu funcionamento. Assim, se seu antivírus detectar um vírus nesse arquivo, não se espante, seu computador não está infectado! Apenas seu antivírus está funcionando corretamente.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Vamos ver como o ClamAV se comporta diante desse arquivo:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; Crie uma pasta de teste para baixar o arquivo de teste (o comando a seguir é só um exemplo) e entre nessa pasta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;pre&gt;$ mkdir /home/vinicius/teste

$ cd /home/vinicius/teste&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; Baixe o arquivo de teste &lt;a href=&quot;http://www.eicar.org/download/eicar.com&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;eicar.com&lt;/a&gt; e salve-o nessa pasta. Isso pode ser feito também através de um comando no terminal:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;$ wget http://www.eicar.org/download/eicar.com&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Agora, execute no terminal o comando:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;$ clamscan&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Se ele retornar uma mensagem como a seguir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;&lt;b&gt;/home/vinicius/teste/eicar.com: Eicar-Test-Signature FOUND&lt;/b&gt;

----------- SCAN SUMMARY -----------
Known viruses: 678712
Engine version: 0.95.2
Scanned directories: 1
Scanned files: 1
&lt;b&gt;Infected files: 1&lt;/b&gt;
Data scanned: 0.00 MB
Data read: 0.00 MB (ratio 0.00:1)
Time: 2.597 sec (0 m 2 s)&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
é sinal de que a detecção de vírus do ClamAV está funcionando corretamente. Agora vamos testar a proteção residente.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt; Tente agora abrir o arquivo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;pre&gt;$ vi eicar.com&lt;/pre&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Se for negado o acesso ao arquivo, é sinal de que a proteção residente do ClamAV também está funcionando corretamente.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Feito isso, você tem a certeza de que o ClamAV está instalado no seu computador e que está funcionando adequadamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;Fontes&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div id=&quot;fontes&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.clamav.net/doc/latest/html/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.clamav.net/doc/latest/html/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://wwws.clamav.net/bugzilla/show_bug.cgi?id=1691&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://wwws.clamav.net/bugzilla/show_bug.cgi?id=1691&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://lurker.clamav.net/message/20090908.223714.a282dbd1.pt.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://lurker.clamav.net/message/20090908.223714.a282dbd1.pt.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.vivaolinux.com.br/artigo/ClamAV-em-desktop/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.vivaolinux.com.br/artigo/ClamAV-em-desktop/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Tutorial-de-Instalacao-do-ClamAV-Antivirus-open-Source/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Tutorial-de-Instalacao-do-ClamAV-Antivirus-open-Source/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Configuracao-de-um-servidor-com-clamav/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Configuracao-de-um-servidor-com-clamav/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Solucao-completa-com-o-sendmail-(segunda-edicao)?pagina=3&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Solucao-completa-com-o-sendmail-(segunda-edicao)?pagina=3&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Qmail-simples-e-funcional?pagina=9&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Qmail-simples-e-funcional?pagina=9&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Trabalhando-com-init-no-Debian/?pagina=5&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Trabalhando-com-init-no-Debian/?pagina=5&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Fundamentos-do-sistema-Linux-comandos-do-Linux/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Fundamentos-do-sistema-Linux-comandos-do-Linux/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://avmlinux.blogspot.com/2009/12/instalacao-do-clamav-com-dazukofs.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-572961515729808244.post-4405535146891505835</guid><pubDate>Sun, 13 Dec 2009 17:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-13T14:29:51.430-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Segurança</category><title>10 dicas para evitar golpes virtuais</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://info.abril.com.br/aberto/infonews/fotos/Seguranca-20091208121417.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;197&quot; src=&quot;http://info.abril.com.br/aberto/infonews/fotos/Seguranca-20091208121417.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Como evitar as fraudes e golpes virtuais que acontecem durante o Natal? Ricardo Giorgi, professor de Segurança da Informação da FIAP, preparou dez dicas interessantes para se proteger.&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O especialista acredita que as expectativas de vendas durante o fim de ano são o maior atrativo para criminosos que desejam aplicar golpes nos usuários. “As pessoas devem redobrar a atenção para não ser mais uma vítima dos golpes virtuais, que se intensificam sensivelmente em datas atrativas para o comércio”, afirma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ameaças aparecem por meio de SPAM, links de busca maliciosos e promoções inacreditáveis em sites suspeitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez pego por esses truques, o usuário tem seus dados pessoais e bancários comprometidos, além de se tornar um transmissor de vírus e outras ameaças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Confira as 10 dicas do professor Ricardo Giorgi para se proteger das fraudes:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1- Realize transações somente em sites de instituições que você considere confiáveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2- Procurar sempre digitar em seu browser o endereço desejado; não utilize links em páginas de terceiros ou recebidos por e-mail.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3- Certifique-se de que o endereço apresentado em seu browser corresponde ao site que você realmente quer acessar, antes de realizar qualquer ação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4- Certifique-se que o site faz uso de conexão segura (ou seja, que os dados transmitidos entre seu browser e o site serão criptografados) e utiliza um tamanho de chave considerado seguro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5- Não acesse sites de comércio eletrônico ou Internet Banking através de computadores de terceiros ou em LAN-houses e Cybercafés.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6- Se você tem webcam, desligue-a ao acessar um site de comércio eletrônico ou Internet Banking.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7- Mantenha seu Antivírus sempre atualizado; procure usar um produto adequado e conhecido no mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8- Configure seu browser para bloquear janelas pop-up e permiti-las  apenas para sites conhecidos  e confiáveis, onde forem realmente necessárias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9- Configure seu programa leitor de e-mails para não abrir arquivos ou executar programas automaticamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10- Nunca execute programas obtidos pela Internet ou recebidos por e-mail.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href=&quot;http://info.abril.com.br/noticias/seguranca/10-dicas-para-evitar-golpes-virtuais-08122009-18.shl&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://info.abril.com.br/noticias/seguranca/10-dicas-para-evitar-golpes-virtuais-08122009-18.shl&lt;/a&gt;</description><link>http://avmlinux.blogspot.com/2009/12/10-dicas-para-evitar-golpes-virtuais.html</link><author>noreply@blogger.com (Antonio)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>