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	<title>Beattrice - Textos Eróticos</title>
	
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	<description>Mais um dos Blogs Eróticos em Português</description>
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		<title>Beattrice no Blogs Eróticos</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Mar 2011 18:24:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beattrice</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Meus bloguinhos de pretensas safadices literárias, agora fazem parte do novo projeto do A Vida Secreta, o Blogs Eróticos em Português. Saiba mais.</p><p><a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice/2011/03/26/beattrice-no-blogs-eroticos-novo-projeto-do-a-vida-secreta/">Beattrice no Blogs Eróticos</a>, um post do <a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice">Beattrice - Textos Eróticos - Mais um dos Blogs Eróticos em Português</a> no Blogs Eroticos em Portugues, um projeto do site A Vida Secreta.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice/files/2011/03/maquina-de-escrever.jpg"></a><a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice/files/2011/03/maquina-de-escrever.jpg"><br />
</a>Depois de muito, muito tempo volto a escrever nos blogs <strong>Beattrice</strong> e  <strong>Literatices Eróticas</strong> e isso por uma ótima causa: meus bloguinhos de pretensas safadices literárias agora fazem parte do novo projeto do <strong><a title="A Vida Secreta - Sexualidade e Comportamento " href="http://www.avidasecreta.com/">A Vida Secreta</a></strong>, o <strong><a title="Blogs Eróticos em Português - Um Projeto A Vida Secreta" href="http://www.blogseroticos.com.br/">Blogs Eróticos em Português</a></strong> (a partir de 1° de abril, oficialmente no ar).</p>
<p>Neste novo espaço, blogueiros de diferentes estilos estarão concentrados em um só lugar. Apresentando, divulgando, estimulando a interação do erotismo e suas diferentes faces. Ou seja, safadeza da melhor qualidade em um só lugar</p>
<p>A frequência continuará devezemquandal, afinal contos eróticos são como bom sexo, quanto mais bem feito melhor, mas&#8230; Me comprometo que não será tãooooooo de vez em quando assim.</p>
<p>Me despeço então de minhas antigas casas, Blogspot e WordPress, mas de agora em diante o novo endereço do <strong><a title="Beattrice - Textos Eróticos" href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice">Beattrice &#8211; Textos Eróticos</a></strong> será <a title="Beattrice - Textos Eróticos" href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice">www.blogseroticos.com.br/beattrice</a> e a reboque, trago também o <strong><a title="Literatices Eróticas" href="http://www.blogseroticos.com.br/literaticeseroticas">Literatices Eróticas</a></strong> &#8211; <a title="Literatices Eróticas" href="http://www.blogseroticos.com.br/literaticeseroticas">www.blogseroticos.com.br/literaticeseroticas</a> &#8211; um espaço extremamente democrático para divulgar textos, blogs e tudo que á de interessante sobre a literatura erótica por aí.</p>
<p>Um beijo saudoso!</p>
<p>Beattrice</p>
<p><a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice/2011/03/26/beattrice-no-blogs-eroticos-novo-projeto-do-a-vida-secreta/">Beattrice no Blogs Eróticos</a>, um post do <a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice">Beattrice - Textos Eróticos - Mais um dos Blogs Eróticos em Português</a> no Blogs Eroticos em Portugues, um projeto do site A Vida Secreta.</p>
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		<title>Elas e Ele</title>
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		<comments>http://www.blogseroticos.com.br/beattrice/2011/01/29/elas-e-ele/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 29 Jan 2011 19:19:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beattrice</dc:creator>
				<category><![CDATA[FemDom]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Lésbicas]]></category>
		<category><![CDATA[Ménage-à-Trois]]></category>
		<category><![CDATA[Podolatria]]></category>
		<category><![CDATA[Conto]]></category>
		<category><![CDATA[Dominação]]></category>
		<category><![CDATA[Voyeur]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Voyeur de ocasião é flagrado, e se transforma no brinquedo erótico da namorada e sua parceira, num jogo erótico de Dominação.</p><p><a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice/2011/01/29/elas-e-ele/">Elas e Ele</a>, um post do <a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice">Beattrice - Textos Eróticos - Mais um dos Blogs Eróticos em Português</a> no Blogs Eroticos em Portugues, um projeto do site A Vida Secreta.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Olhou no relógio, passava das 21h, uma hora antes do combinado. A porta entreaberta parecia um convite.</p>
<p>Ok! Havia um acordo de jamais interferir nos relacionamentos dela, ou ela nos relacionamentos dele a menos que ambos tivessem optado por isso, mas&#8230; Não havia nenhuma restrição quanto observá-la. Apenas teria que fazê-lo discretamente e com certeza ela não se incomodaria com isso.</p>
<p>Do lado de fora, pela fresta da porta, ele pôde ver seus pés pendendo da cama. Aqueles pés que salivava ao lembrar dela esfregando-o em sua face. Ouvia os sorrisos, os sussurros&#8230; Ela estava com uma menina.</p>
<p>O som daquela intimidade acontecendo fazia sua mente voar. Afinal, daquele ponto sua visão da cena era péssima, no entanto, quem diz que a mente é a principal zona erógena do ser humano, está completamente certo. Cada gemido da companheira dela, cada barulho do roçar dos corpos, do farfalhar dos lençóis, o excitava mais e mais.</p>
<p>Precisou liberar o pau para melhor masturbar-se, sentou no chão, recostou-se à parede, estava teso e totalmente melado. Imaginá-las ali se pegando, é óbvio que atiçava seu desejo de saciá-las com sua pica, a vontade de pegá-las de jeito e mostrar que duas bucetas até se roçam, mas um pau é que preenche com vontade, mas&#8230; A conhecia bem demais para saber que o prazer dela com uma mulher era completamente diferente do prazer que sentia com ele.</p>
<p>Certa vez, para atiçá-lo durante uma viagem dele, ela fez sexo com uma amiga diante da webcam ligada, em tempo real, só para ele ver. A simples lembrança o enlouquecia, morria de tesão ao ver aquela boca que com tanta vontade abocanhava e mamava seu pau, matando a sede na buceta depilada da amiga,que gemia e rebolava de prazer. No entanto, nada se compara ao que estava acontecendo ali, diante dos seus olhos, bem pertinho. E o melhor, furtivamente, escondido, o proibido tem sabor de quero mais&#8230;</p>
<p>Se masturbava freneticamente de olhos fechados, concentrando-se nos sons que elas emitiam, quando não aguentou e gozou! Gemeu alto, o som do seu gozo ecoou pelo apartamento em silêncio e, é claro que chamou a atenção dela, que se aproximou com as mãos na cintura e olhar reprovador.</p>
<p>Ainda em êxtase, sorriu, tendo sido pego em flagrante. E ela também sorriu em retribuição. “Olha, temos platéia, venha ver!”, disse alto e a amiga se aproximou, coberta com o lençol.</p>
<p>Imediatamente viu que não era a mesma da web cam, o que o deixou com mais tesão.  Impossível não perceber que esta era bastante jovem. Cabelos vermelhos, tipo mignon, tatuagens, piergings&#8230; Um visual bastante alternativo. Como podia aquela mulher tão discreta seduzir tantas e tão diferentes pessoas? Ele, principalmente.</p>
<p>Ela lhe estendeu a mão, e sem dizer nada o conduziu ao quarto. Mudamente o despiu, dando cada peça que tirava para a menina tatuada, que dobrava as peças com cuidado e pousava sobre a cômoda. Intencionalmente, a gravata foi a última peça a ser tirada, e por ela ele foi puxado e conduzido até uma cadeira que tinha no quarto. A mesma cadeira que ela adorava sentar em seu colo para que ele comesse o seu cu.</p>
<p>Ela o fez sentar tirou a gravata e amarrou suas mãos para trás. Era curiosa a sua calma, enquanto ele respirava ofegante, o pau endurecendo mais uma vez, enquanto a menina observava.</p>
<p>Aqueles seios fartos, nus, a centímetros de sua face, eventualmente roçavam em seu corpo provocando um arrepio. O pau ele já não comandava mais. A ereção estava tão intensa que eventualmente pulsava, dando estocadas ao vento, sem nenhum domínio. Ela não falava, ele não perguntava  e a menina muito menos. Era um silêncio tenso e tesante, em todos os sentidos.</p>
<p>Devidamente amarrado, ela então pegou a menina que ainda tinha  o lençol passado sobre o corpo, colocou-a diante dele e tirou o lençol, deixando-o cair.</p>
<p>Que tesão, os seios eram mínimos, mas arredondados.. As tatuagens cobriam o corpo, os piercings não se detinham à face, mas também mamilos. O pau pulsava tanto, mas tanto que parecia querer estourar, explodir em gozo.</p>
<p>Ela acariciou a menina diante dos olhos dele, os mamilos estavam rijos, tesos, como o pau dele. Ela fechou os olhos enquanto era acariciada, pôde perceber quando contraiu as coxas, estava visivelmente excitada com a situação. Ela também percebeu isso e ali, de pé, por trás dela, com a mão esquerda segurou seu pescoço, enquanto com a direita masturbava-a. Colando seu corpo ao dela e dizendo-lhe safadezas bem baixinho ao pé do ouvido.</p>
<p>Sem deixar de me olhar nos olhos, enfiava o polegar na boca da menina que, de olhos fechados, chupava enquanto recebia a carícia delicadamente rápida no clitóris. Não demorou o gozo, ela inclinou o corpo pra frente, sendo amparada pela mão firme, enquanto enfiava fundo seus dedos nela. Que logo depois foi pousada na cama com as pernas abertas, em uma posição perfeita para que ele pudesse ver o suco que escorria pelas pernas dela.</p>
<p>Ela então se ajoelhou diante dela, olhou pra trás, no fundo dos seus olhos e sorriu antes de arreganhá-la ainda mais e passar a língua do cu á buceta, bebendo cada gota do gozo, diante dele. Estimulando-a uma vez mais ao orgasmo, dessa vez tão intenso que a menina gemeu alto, quase desfalecendo de prazer na cama.</p>
<p>Nesse momento, algo inusitado aconteceu com ele, que amarrado, sem nenhuma estimulação, ejaculou em um gozo intenso, era como se a boca que bebia a menina o mamasse também. Como se ela pudesse ser duas, ou ele e a menina um só, não sabia explicar.</p>
<p>Percebendo isso, ela deixou  a menina na cama e partiu para ele, mamando de maneira sôfrega o seu pau. Chupando e lambendo cada gota que jorrou dele como uma fonte natural de prazer.   E uma vez tendo chupado e bebido ela e depois ele, ela sorrindo se aproximou, pegando com as mãos o seu rosto e beijando sua boca de forma intensa e apaixonada.</p>
<p>Definitivamente, aquela mulher era diferente de todas, sequer era capaz de imaginar o que viria depois&#8230;</p>
<p><a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice/2011/01/29/elas-e-ele/">Elas e Ele</a>, um post do <a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice">Beattrice - Textos Eróticos - Mais um dos Blogs Eróticos em Português</a> no Blogs Eroticos em Portugues, um projeto do site A Vida Secreta.</p>
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		<item>
		<title>Conspiração Internacional</title>
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		<comments>http://www.blogseroticos.com.br/beattrice/2008/09/20/conspiracao-internacional/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 20 Sep 2008 18:03:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beattrice</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[MaleDom]]></category>
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		<category><![CDATA[BDSM]]></category>
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		<category><![CDATA[Conto]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Primos distantes se reencontram em festa de família e, juntos, relembram suas descobertas eróticas à partir das brincadeiras infantis.</p><p><a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice/2008/09/20/conspiracao-internacional/">Conspiração Internacional</a>, um post do <a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice">Beattrice - Textos Eróticos - Mais um dos Blogs Eróticos em Português</a> no Blogs Eroticos em Portugues, um projeto do site A Vida Secreta.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">Sentado à mesa ele tamborilava os dedos nitidamente entediado, enquanto se perguntava por que aceitou o convite. Definitivamente, festa em família estando recém separado era tudo o que ele não precisava. A cada minuto a parentada fazia revezamento e um se aproximava para lamentar o fato, com aquela cara de “coitado do Luizinho”, como se, em pleno século vinte e um, separar fosse algo absurdamente incomum. Só ele já era a terceira vez, estava até acostumando às idas e vindas. Incomum era a Tia Penha e o Tio Dedé, cinquenta anos de casamento. Sinceramente, olhando a cara de coitado do tio, não sabia se era uma data a ser comemorada ou lamentada. Uma vida sob a rédea curta da esposa mandona, definitivamente, não era pra qualquer um.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">Continuou ali, absorto em seus pensamentos, bebendo o whisky, quando sentiu a mão em seu ombro, preparou a cara de poucos amigos, na esperança que a pessoa se tocasse e saísse à francesa. Levantou o olhar e, apesar de não reconhecer de imediato, quando viu o sorriso aberto lembrou, Tininha, sua prima sardenta de São Paulo, que todo ano vinha passar férias na Vó Luísa.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">Caramba, quanto tempo, ele pensou. Passou um filme em sua mente. Lembrou daquele quintal cheio de árvores, do cheiro de terra molhada depois da chuva de verão, da cabana no fundo do quintal, das guerrinhas entre meninos e meninas… Nos finais de semana a casa da vó parecia até colônia de férias de tanta criança brincando por lá. E no final do dia sempre tinha aquele café com bolo, que chamava a gente pelo cheiro, de tão gostoso.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">- E aí primo, quanto tempo, hein?! &#8211; e logo abraçou-o.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">- Tininha… Você está linda, nem te reconheci, está mais…</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">- Se disser mais gorda apanha! – ela interrompeu com uma gargalhada.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">- Nada… Ia dizer gostosa! – disse sorrindo e se protegendo do tapa que veio logo em seguida.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">- Safado!!! – ela completou.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">- Menina… Tem uns trinta anos que a gente não se vê.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">- Na verdade vinte e sete, eu tinha quatorze anos quando papai morreu e depois minha mãe voltou a morar no sul, lembra?! Daí a gente nunca mais se viu. Ficou complicado vir passar férias aqui no Rio.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">Engataram uma conversa gostosa, relembrando os velhos tempos, colocando em dia vinte e sete anos de assunto. Falaram dos casamentos, descasamentos, filhos e do novo trabalho dela em terras cariocas. De repente a noite chata mudou totalmente o rumo e sem perceber a festa chegava ao fim. Antes de sair trocaram telefones. E enquanto se afastava, olhou no verso do papel e leu: “Vamos brincar de conspiração internacional?”.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">Quando era criança, era com ansiedade que ele esperava as férias. Tininha, a prima sardenta de SP era uma graça e só ela se divertia e aborrecia tanto com ele enquanto brincavam, chegava a chorar de raiva às vezes, mas no fim tudo terminava bem. Ele tinha prazer em espezinhá-la, no entanto estavam sempre juntos. Era a parceira de todas as horas, foram quatro verões, quatro férias de brincadeiras e descobertas junto com os outros primos e primas, no entanto, nenhuma era como ela. “Conspiração internacional”, como ela foi lembrar daquilo?!</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">Quando se é criança, tudo é aventura e antigamente se era criança até não poder mais. Não é como hoje, aonde sua filha de quinze anos, chega dizendo que deixou de ser virgem e precisa de camisinhas. Tempos modernos… Ser criança naquela época era viver em um filme de ação, descobrir novos mundos sem sair do quintal de casa, fazer de uma escova de cabelo uma arma super poderosa bem ao estilo James Bond. Transformar o barraco dos fundos da casa da vó em Quartel General e dividirem-se em grupos de bandidos e mocinhos na luta do bem contra o mal.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">É claro que também brincavam dos jogos clássicos como pique-esconde, pega-pega, queimada… No entanto, somente em “conspiração internacional”, uma espécie de RPG, eles amarravam e torturavam as primas, fazendo cócegas enquanto elas se debatiam como donzelas em perigo até quase fazerem xixi de tanto rir, confessando tudo, até o que não havia para ser confessado. Nas brincadeiras, ele sempre era o espião que se apaixonava pela mocinha (sua prima) e salvava-a no final de tudo. E relembrando riu sozinho.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">Demorou uma semana até criar coragem e ligar para a prima, apesar de não ter passado sequer um dia sem pensar nela e na tal brincadeira infantil. Era deliciosamente erótico lembrar cena a cena, as brincadeiras infantis, inclusive masturbar-se lembrando e ele se sentiu meio pervertido por isso. Ela o convidou para almoçar em sua casa, aproveitando que os meninos, dois filhos de dezesseis e quatorze, passariam o final de semana com o pai. Ao telefone eles sequer mencionaram a frase no bilhete, mas havia entre eles uma tensão sexual implícita, disfarçada na sobriedade da voz.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">Na casa dela, o almoço preparado por ela mesma e servido à beira da piscina, trouxe mais uma vez à tona os assuntos de infância, as brincadeiras, os detalhes, afinal, era o que tinham em comum, um passado bastante lúdico. Até que em determinado momento olhando diretamente em seus olhos ela comentou:</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">- Eu era apaixonada por você, sabia?!</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">- Sabia… Quer dizer, imaginava, mas… Sei lá, acho que isso é natural entre primos – ele disse meio sem graça, ela foi direta demais, não esperava. Definitivamente ela não era mais a garota bobinha que conheceu e aquilo o excitava.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">- Lembra do nosso primeiro beijo, lá no barraco? – ela continuava sorrindo com o olhar penetrante.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">- Como esquecer? O Beto tinha amarrado você na cadeira, assento e encosto, com as mãos para trás e punhos amarrados também, você estava vendada e amordaçada. Quando cheguei para te soltar (eu era do seu grupo, lembra?!) você se assustou e começou a se debater, as pernas, do joelho para baixo era a única coisa livre, você as debatia com força, os pés descalços e sujos. Aproximei-me de você por trás e fiz apenas: “Shhhhhhhhh, está tudo bem, sou eu, vim te soltar”.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">- Vocês eram cruéis, eu já estava ficando com a circulação presa.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">- E enquanto eu tentava desamarrar o nó dos seus punhos, pois dali soltaria todo o resto, você continuava se debatendo, tentando falar mesmo com a mordaça, para que eu te desamarrasse rápido. Te vi realmente desesperada. Só que eu não entendia nada do que dizia, resolvi então tirar a mordaça e vi tua boca com os cantos machucados, marcados, o Beto tinha apertado demais a mordaça. Tirei também a venda e pude ver que seu rosto, seus olhos estavam inchados, você havia chorado, passei a mão no teu rosto e você disse…</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">- Meu herói…</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">- É! E a gente riu, lembra?!</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">- Sim…</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">- E mesmo sem saber como se beijava, fiz como nos filmes, aproximei minha boca da tua e… Bati meus dentes com os seus.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">- Provocando outra crise de risos… Só em lembrar já estou rindo.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">- Sim, e o teu pedido desesperado: “Me desamarra logo, vai?!”. Pedido que eu obedeci de pronto. Com direito a massagem nas pernas e beijinho no dedão do pé! – falou divertido.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">- Nossa… Aquele dia eu nem quis mais brincar lembra?! Fiquei P da vida com o Beto, ele me amarrou forte demais, fiquei com as coxas marcadas por dias, mesmo depois de você ter massageado. Beto era sádico, uma vez ele fez a Ana mijar nas calças de tanta cosquinha coitada.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">- Realmente ele era muito mais hard que eu. O que era bom, pois quando eu salvava vocês era muito bem recompensado – disse isso rindo muito.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">- Seu canalha, não vai dizer que você também beijou a Ana e a Gabi?</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">- A Ana não, mas a Gabi…</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">- Tarado! – ela disse rindo, dando uns tapas nele.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">Ele então a segurou pelos punhos e de maneira firme, mas não agressivo, abaixou seus braços, colocando-a de pé e encostando o corpo ao dela sensualmente. Ela não ofereceu nenhuma resistência, mas olhava-o diretamente nos olhos de maneira desafiadora. Ele inclinou seu rosto para beijá-la, mas ela virou o rosto, ele tentou novamente e ela divertidamente repetiu o gesto, até que da terceira vez ela deixou-se beijar. Um beijo longo, intenso, ele sentiu as pernas dela fraquejarem, soltou seus braços e ela logo os envolveu em seu pescoço. E então, como uma gata, ela foi se enroscando mais e mais em seu corpo, esgueirando-se, ficando na ponta dos pés até falar baixinho em seu ouvido:</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">- Vamos aproveitar que estamos sozinhos… Faz de novo?</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">E quando ele se inclinou para beijá-la novamente ela interrompeu:</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">- Não! Beijo não! Não agora… Não ainda…</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">- Hummmm… Acho que não estou entendendo nada…</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">- Está sim! Só preciso que me amarre, coloque a venda em meus olhos, amordace e…</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">- E…</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">- Seja novamente o meu herói! – disse olhando bem no fundo dos seus olhos.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-weight: normal">Sem pensar duas vezes, pegou-a no colo como fazem os heróis, e enquanto ela se agarrava ao seu pescoço e balançava as pernas divertidamente no ar, ele subia as escadas a caminho do quarto. Tinha nos braços a mesma menina sardenta de outrora, agora tão deliciosamente mulher. A mente fervilhando de idéias e desejos inesperadamente resgatados do baú das lembranças.</span></strong></p>
<p><a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice/2008/09/20/conspiracao-internacional/">Conspiração Internacional</a>, um post do <a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice">Beattrice - Textos Eróticos - Mais um dos Blogs Eróticos em Português</a> no Blogs Eroticos em Portugues, um projeto do site A Vida Secreta.</p>
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		<title>Carinha de Anjo</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 06:42:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beattrice</dc:creator>
				<category><![CDATA[FemDom]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Podolatria]]></category>
		<category><![CDATA[BDSM]]></category>
		<category><![CDATA[Conto]]></category>
		<category><![CDATA[Dominação]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Homem desabafa com amigo como sua atual namorada, de aparência doce e frágil, usa (e abusa) dele sexualmente.</p><p><a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice/2008/03/11/carinha-de-anjo/">Carinha de Anjo</a>, um post do <a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice">Beattrice - Textos Eróticos - Mais um dos Blogs Eróticos em Português</a> no Blogs Eroticos em Portugues, um projeto do site A Vida Secreta.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice/files/2008/03/algema-rosa.jpg"><img class="size-medium wp-image-89 alignright" src="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice/files/2008/03/algema-rosa-300x208.jpg" alt="" width="300" height="208" /></a></p>
<p>- Cara, eu preciso contar pra alguém o que me aconteceu senão vou pirar – disse ele afobado, muito preocupado e ansioso, até.</p>
<p>- Fala aí, Mané, mas respira, porque senão você não me conta é nada – incentivei já bem curioso.</p>
<p>- Sabe a Paulinha? Aquela bonitinha que a gente conheceu na praia… Tava com tia, sobrinho, papagaio, periquito, lembra?</p>
<p>- Aquela com carinha de anjo? Claro que lembro, vocês estão saindo, né? Tá criando, né rapaz? Vi vocês outro dia lá na beira da praia – dei uma sacaneada batendo no ombro dele, mas ele suava frio.</p>
<p>- Sacaneia não moleque! Quando eu te contar o que aquela carinha de anjo fez comigo, putaqueopariu…</p>
<p>- Tô ficando preocupado, cara, conta logo.</p>
<p>- Então, depois daquele dia na praia grudei na menina. Peguei telefone e tal. A guria além de linda é inteligente, quer ser astrofísica, manja um monte de coisa que eu não entendo nada, mas que eu fiquei tão fissurado nela que até fui olhar no Google pra não dar vexame. Toda vez que eu ligava ela estava ocupada, estudando, no cursinho, no francês, no inglês… Cara que mulher difícil. E acho que quanto mais ela me despachava, mais eu gamava… – dei uma risadinha, que otário, pensei, mas ele continuou.</p>
<p>- Você ri, né? Tá rindo porque não prestou atenção direito naquela bunda empinadinha, naqueles peitos que cabem na mão, no andar dela… Putz, a Paulinha andando me mata, aqueles vestidinhos soltos que ela usa acabam comigo. Meti na cabeça que enquanto não pegasse a guria não ia sossegar.</p>
<p>Aquele dia que você viu a gente na beira da praia eu tinha convencido ela a tomar uma água de coco, entre o inglês e o cursinho, pra não atrapalhar a agenda. Foda é que nem com todos os meus esforços consegui roubar um beijo daquela deusa. E quanto mais a mina me sacaneava, mais eu gamava. Tava nem dormindo mais. Pior que ela parecia notar, mas fingia arzinho de inocente, saca? Aquela guria é um demônio, tô hipnotizado, sei lá.</p>
<p>- Pô cara, se tá assim sai fora, você o rei da mulherada, vai deixa aquela coisinha de dominar?</p>
<p>- Não! O pior você não sabe, não faz idéia, tenho até vergonha de contar, mas se não contar pra alguém eu vou explodir. Você é meu amigo, vai me ouvir, não vai?</p>
<p>- Você já está enchendo, cara, conta logo. Tô começando a ficar preocupado, caralho!</p>
<p>- Na sexta passada ela me ligou, do nada, perguntando se eu podia passar na casa dela. Os pais estavam viajando e ela não queria ficar sozinha. Pensei, pronto, ela caiu na minha, está no papo, vou me dar bem. Corri pra casa dela, só deu tempo de tomar um banho e sair, meu pau latejava de tanto tesão, bati uma pra ela no banho mesmo, pra não chegar lá de pau duro e passar vergonha, ia parecer adolescente babão, não dava.</p>
<p>Ela me abre a porta do apê com um pijaminha rosa. Cara… Pijaminha rosa, sem sutiã nem calcinha, só a porra do pijama. O peitinho dela parecia querer furar a blusa, minha boca encheu d’água, o pau ficou duro de novo e eu não sabia mais o que fazer. Ela sentou no sofá jogou uma almofada no chão, mandou que eu sentasse, disse que estava ouvindo música e passando creme no pé, pouco antes de eu chegar. Perguntou se eu queria passar creme no pé dela. Aceitei na hora, é claro.</p>
<p>Você já teve tanto tesão numa mulher que teve a sensação de que acariciar o pé dela é a mesma coisa que acariciar qualquer outra parte do corpo? Era exatamente isso. Enquanto eu acariciava aquele pé, o telefone tocou, era a Ana, amiga dela. Ela começou a conversar com a amiga e simplesmente esqueceu de mim. Fala sério, a guria esqueceu aquele pé lindo no meu colo e eu fiquei ali, ouvindo a conversa dela e massageando aquele pezinho. E nem te conto, ela tava conversando sobre outros caras, deu pra sacar, mas minha sede de pegar a mina era tanta, que eu fingi não ouvir nada e fiquei só passando creminho no pé dela. Melhor dividir com os outros do que comer merda sozinho, não acha?</p>
<p>- Você tá ficando louco cara, a guria estava falando de outros caras na tua frente, te ignorando aos pés dela e você ficou só passando creminho? Você pirou!</p>
<p>- Calma, calma, você ainda não viu nada! Quando eu disse que aquela carinha de anjo escondia um demônio eu não estava brincando não. Depois de mais de uma hora conversando com a Ana, ela disse que estava com sede, mandou eu ir pegar água pra ela na cozinha. E eu fui. Sei lá, quando eu disse que ela me enfeitiçou não estou brincando. Quanto mais ela me fazia de otário, mais eu gostava. Aumenta o som, abaixa o som, troca o CD… Cara, eu não sei o que tanto ela tinha a falar com a amiga, mas acho que ela ficou umas 3 horas no telefone.</p>
<p>- E você lá! Passando creminho – zombei.</p>
<p>- Não… Fiz uma porrada de coisa pra ela, ela pedia de uma maneira que eu não tinha como negar. Pedi pizza, cortei, coloquei nos pratos… Tava até gostoso ficar ali servindo ela, mas quando ela desligou, putaqueopariu…</p>
<p>- O que? O que foi? – já tava curioso com o que viria depois, meu amigo tava doido, queria saber até onde ele desceria por conta da tal Paulinha.</p>
<p>- Ela me chamou pertinho e me agradeceu dando um beijo, cara, mas foi um puta beijo. Você não tem noção. Quase que eu gozei ali, nunca um beijo me deu tanto tesão. Pensei, é agora que eu como, mas quem disse? Ela levantou e foi pro quarto dela, pedindo que eu fosse também, e quando eu fui andando ela com a voz mais doce do mundo disse que não de pé, de quatro, igual cachorrinho.</p>
<p>- E você foi?</p>
<p>- Claro! Você não tem noção do que é um pedido dela. É impossível dizer não. Fui atrás dela, de quatro, igual cachorrinho, tendo a visão mais linda do mundo daquela bundinha empinada enquanto andava.</p>
<p>- Cara, você está com problemas, já viu como os teus olhos estão brilhando? Você tá doido… Pelo menos comeu?</p>
<p>- Espera cara, deixa de ser ansioso, o pior ainda está por vir, de anjo ela só tem a carinha e você vai me entender por que digo isso. Quando cheguei no quarto, ela pediu que eu ficasse de pé novamente, me deu outro beijo que me deixou com 110% de paudurescência, encostando o corpo ao meu, me deixando sentir que estava mesmo sem calcinha e perguntou ao meu ouvido se confiava nela. É claro que confiava, confirmei. Como eu te disse antes, faria tudo para comê-la. E aí sim eu acho que fiz merda cara.</p>
<p>- Por que? Por que?</p>
<p>- Porque aquele demônio de pijama cor de rosa, tinha uma maletinha também rosa, onde tinha um monte de coisas, que de longe eu só conseguia ver que eram todas também rosa.</p>
<p>Soltei uma gargalhada, era rosa demais, ninguém merece.</p>
<p>- Não ri cara! Se fosse só aquela porrada de coisa rosa, mas a guria me convenceu a tirar a roupa, sentar na cadeira e me algemou com as mãos para trás. Porra, a algema tinha pelúcia rosa, até eu queria rir daquele kit Pink Panter, mas estava com um puta tesão, cada vez que sentia ela roçar os peitinhos e a bucetinha em mim.</p>
<p>- Cara, a Paulinha é sadomasô? Com aquela carinha… Putaqueopariu!</p>
<p>- É sadomasô que se diz? Sei lá, só sei que meu pau não descia de jeito nenhum, nem quando ela colocou um lenço em meus olhos tapando minha vista, quanto mais quando senti ela colocar um treco prendendo meu mamilos, só disse que não curtia dor, mas ela era foda, uma morde assopra. Fazia uma ruindade e um carinho. Cara, a guria sentou no meu colo, encostando a bunda no meu pau e se masturbou em cima de mim. Ela dizia passo a passo o que estava fazendo. Senti a respiração ofegar, o corpinho estremecer, ouvi o gemidinho e não via porra nenhuma. Nem podia fazer nada, caralho. Tava amarrado e com os olhos vendados. A Paulinha é foda. Eu doido pra fuder aquela bucetinha e ela se masturbando e me enlouquecendo ali com a bunda no meu pau e o próprio dedinho nela. Foda!</p>
<p>Meu pau latejava, eu implorava por aquela xoxotinha e ela ria. Putz, que mulher malvada. Ela se divertia igual criança. Teve uma hora que percebi, ela queria me colocar uma mordaça. Eu gelei! Não queria consentir, mas…</p>
<p>- A Paulinha sabia convencer… Sei. – disse sacaneando.</p>
<p>- Pois é cara, deixei ela colocar aquela bola com umas tiras na minha boca, devia ser rosa, nem sei, tava de olho fechado mesmo. Depois disso ela me amarrou o pau vinha com um treco e dava umas batidinhas nele, não chegava a doer, ela tinha cuidado, mas com as bolas amarradas, até a mamada que ela deu em meu pau doía. Doía e o pau ficava duro, muito duro. Ela mamava de um jeito que eu pensava que ia esporrar num misto de dor e prazer. Com a mordaça, eu sentia a chupada dolorida, mas podia gritar à vontade, urrar, ela sorria e dizia que era só mais um pouquinho.</p>
<p>- Porra você é doido, me deu dor aqui só em pensar. Que mulher maluca! Você foi dar parte na polícia? Depois dessa nem te pergunto mais se comeu, do jeito que é doida…</p>
<p>- Que polícia cara! Nem te contei o pior…</p>
<p>- Caralho! Tem pior?</p>
<p>- Ou melhor, sei lá, depois disso, nem sei mais de nada. Quando eu pensei que a sensação mais doida de prazer e dor que eu poderia passar era essa mamada no meu pau, ela veio com uma camisinha e encapou o cara lá embaixo. Liberou as amarras e meu pau quase explodiu, como se todo o sangue do meu corpo estivesse fluindo para o pau, que pulava, você não tem noção. A safada sentou nele e começou a trepar, cavalgando ele, minhas bolas doíam, mas meu pau era um sem vergonha e estava adorando a potrinha doida pulando nele. Ainda bem que eu estava amordaçado, porque ouvir aquela guria gemendo e roçando os peitos em mim, foi foda, gozei num berro, forte, senti a porra sair, enquanto meu corpo estremecia, e o dela também, ela tinha gozado também, foi tesão demais. Fiquei um tempo ainda sentindo os espasmos, a contração da bucetinha dela em meu pau. Fiquei muito tempo ali, sentado, com ela sentada em mim, até que ela levantou, vestiu um roupão, nem vi a guria pelada, acredita?! Ela me tirou a venda, as algemas, mandou eu me vestir e ir embora. Saí de lá tonto, cara…</p>
<p>- Putaqueopariu!</p>
<p>- Putaqueopariu digo eu meu amigo, que foda!</p>
<p>- Cara essa guria é doida você tem que dar parte dela. Ela é psicopata, tem dupla personalidade, sei lá… Sai fora</p>
<p>- Que psicopata, mané, ela é uma deusa, isso sim. A mulher é tão gostosa, que pode fazer o que quiser comigo que eu deixo isso sim.</p>
<p>- Pirou… Essa mina te usou cara.</p>
<p>- Pirei nada, foda é que quanto mais eu ligo, mais ela me ignora. Desde sexta-feira já deixei trocentos recados e ela só me atende quando quer, fala comigo o tempo que tem vontade e o pior é que eu não paro de pensar nela.</p>
<p>- Fudeu!</p>
<p>- Não… Eu tô na boa, ela deixou escapar que neste próximo fim de semana os pais vão viajar novamente e pode ser que ela precise de mim. Bom, tô na torcida, né? A esperança é a última que morre.</p>
<p><a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice/2008/03/11/carinha-de-anjo/">Carinha de Anjo</a>, um post do <a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice">Beattrice - Textos Eróticos - Mais um dos Blogs Eróticos em Português</a> no Blogs Eroticos em Portugues, um projeto do site A Vida Secreta.</p>
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		<title>O Lago e o Vulcão</title>
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		<comments>http://www.blogseroticos.com.br/beattrice/2007/10/28/o-lago-e-o-vulcao/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Oct 2007 20:46:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beattrice</dc:creator>
				<category><![CDATA[Asfixiofilia]]></category>
		<category><![CDATA[FemDom]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Asfixia Erótica]]></category>
		<category><![CDATA[BDSM]]></category>
		<category><![CDATA[Bondage]]></category>
		<category><![CDATA[Conto]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Conto de Fadas BDSM?! Rainha promove torneios em busca de um consorte, no entanto, a verdadeira prova é sobreviver aos seus encantos sexuais.</p><p><a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice/2007/10/28/o-lago-e-o-vulcao/">O Lago e o Vulcão</a>, um post do <a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice">Beattrice - Textos Eróticos - Mais um dos Blogs Eróticos em Português</a> no Blogs Eroticos em Portugues, um projeto do site A Vida Secreta.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center">&nbsp;</p>
<p>Era uma vez…</p>
<p>… um lago à beira de um vulcão adormecido. De águas límpidas e plácidas, temperatura agradável e convidativa. Uma paisagem absurdamente linda, retratada por inúmeros artistas da região. Por ser um local de muito difícil acesso, só podia ser contemplado ao longe.</p>
<p>Conta a lenda que em tempos muito mais que distantes, havia na região uma aldeia e perto dele um castelo onde, solitária, vivia uma Rainha sem rei. Muito bela e inteligente, era uma mulher à frente do seu tempo. Em um mundo onde só os fortes sobreviviam, ela ousava reinar com inteligência, magnitude e benevolência, fazendo disso a sua fortaleza. Às vezes parecia fria e distante, no entanto, era justa, mas eventualmente caprichosa e malvada, como só as Rainhas podem ser.</p>
<p>Dizem que na ânsia de encontrar um companheiro para o seu trono, uma vez ao ano ela promovia uma festa. Uma espécie de torneio no solstício da primavera, que era aberto a qualquer homem do reino e seus arredores. Ao futuro rei, seria ofertado o seu maior tesouro. Tesouro este não revelado, no entanto extremamente cobiçado, afinal era um reino próspero, cheio de riquezas. Sem contar que o vencedor partilharia, até a morte, o leito com sua bela Rainha que tinha a fama de ser sexualmente insaciável.</p>
<p>Nestes torneios, que começavam em festas de três dias e três noites, onde o feminino e a cultura eram enaltecidos e reverenciados. Apenas no último dia a Rainha comunicava que apenas um, entre todos aqueles homens, havia sido escolhido para a última prova. A este homem, era dado o poder da escolha de submeter-se ou não à prova.</p>
<p>A prova era passar uma noite com a Rainha, saciando-a de todas as formas, inclusive sexualmente. Conta a história que a Rainha era uma mulher excêntrica, cheia de desejos incomuns, extremamente voluntariosa, às vezes até um pouco sádica, mas também muito doce e carinhosa. Todo o reino comentava à boca pequena suas excentricidades. Ainda assim, não faltavam candidatos ao trono. A pena para aquele que não a satisfizesse era simples. Deveria escolher entre a morte ou a escravidão.</p>
<p>Ano após ano. A festa era cuidadosamente planejada, os convidados cuidados e servidos como se fosse o próprio futuro rei. Durante os três dias e três noites da festa, mulheres seminuas, verdadeiras ninfas, serviam e dançavam para os candidatos, que estavam a todo o tempo sob o olhar atento da Rainha. Que fazia questão de conversar com cada um deles, em grupo e reservadamente. Alguns se excediam na bebida, outros na comida, outros falavam demais contando vantagens, brigavam entre si, alguns se excitavam com as serviçais e davam pequenas fugas para os seus aposentos. No entanto, nenhum deles sabia que estavam de certa forma, sendo um a um previamente eliminados da prova pelas suas próprias atitudes.</p>
<p>Quando a Rainha finalmente fazia a sua escolha diante de todos, inicialmente era um motivo de grande orgulho ao escolhido. Que enchia o peito, feito um pombo garboso diante dos que foram subjugados. Em particular, ela fazia claramente a proposta. Se o candidato se sentisse inapto para satisfazê-la, tinha todo o direito de retirar-se naquele instante, com liberdade e com vida, no entanto, sem honra. Alguns faziam esta opção, mesmo com todo o desejo, o medo era maior e saíam do reino cabisbaixos e humilhados.</p>
<p>Outros, por orgulho e convicção, aceitavam o teste, mas eram tantos os caprichos da Rainha, que parecia ser realmente insaciável tanto em seus desejos ditos simples, quanto no sexo. Que ao amanhecer, após uma noite servindo-a de todas as formas, percebendo-a ainda insatisfeita, o candidato repudiado preferia a morte à servir a tirana por uma vida como escravo.</p>
<p>Dizia o povo, que a estes candidatos, que pelo menos ousaram tentar satisfazê-la, ela lhes dava uma morte gloriosa. Como aceitavam resignadamente o seu destino, recebiam um tratamento especial. Eram amarrados em um trono de veludo vermelho por quatro lindas serviçais nuas, vendados, acariciados e beijados por cada uma delas, sob o olhar atento da Rainha. Invariavelmente, mesmo sabendo da iminente morte, a ereção e o prazer destes homens eram indescritíveis.</p>
<p>Somente depois de algum tempo observando a sensual agonia do outro, sobre o membro rijo a Rainha sentava-se até encaixá-lo completamente dentro de si e delicadamente cavalgá-lo. E quando finalmente ela o sentia completamente rijo e pulsante dentro dela, parava o movimento e massageava-o apenas com suas contrações internas, até perceber a respiração dele ofegar prestes ao orgasmo. Neste momento, ela tirava uma grossa corrente de ouro do próprio pescoço, envolvia no dele e estrangulava-o, aumentando freneticamente o ritmo da penetração até junto com o orgasmo dele, vir também seu último suspiro. Ninguém entendia como a Rainha podia ser tão boa, mas também tão malvada.</p>
<p>E assim passaram anos, reinando firme e serenamente o seu povo. Todo ano, a cada festa saíam homens humilhados ou mortos, mas nenhum escravo. A fama da Rainha bela e perversa ganhava o mundo. Ela era a própria contradição em forma humana. Extremamente justa e benevolente com seu reino, mas profundamente perversa com seus possíveis reis. Cada dia ela ficava mais insatisfeita e inquieta, cada dia ficava mais solitária. Chegando quase ao ponto de contentar-se com esta solidão. No entanto a sua busca era quase uma compulsão e no ano seguinte, lá estava o torneio outra vez.</p>
<p>Foi então que um dia, no que poderia ser mais uma festa, como tantas outras. Ela viu aquele homem tímido em um canto. Estatura mediana, jeito mediano… Não falava demais, nem de menos. Não chamava atenção e nem passava despercebido. Entre tantos príncipes e reis ela o percebeu. Aquele homem comum. Durante os três dias de festa ele acompanhou-a com os olhos, com cobiça e respeito, respondeu ao seu chamado com um olhar, antecipou seus desejos, não invadiu seu espaço. Durante o sarau recitou poesias, deixou-a completamente envolvida e excitada, com tamanho erotismo em palavras. Para surpresa de muitos, mas não dela, foi ele o escolhido. E quando em particular ela fez a proposta, ele resignadamente aceitou. &#8220;Será uma honra serví-la, minha Rainha!&#8221; disse ele. &#8220;Mesmo que seja a última coisa que fará na vida?&#8221;, ela perguntou como sempre fazia. E ele assentiu cabisbaixo.</p>
<p>Naquela noite, ela não foi menos exigente, caprichosa ou sexualmente insaciável do que sempre foi. O humilhou de diferentes formas, usou-o sexualmente, amarrou, espancou… Talvez até mais do que qualquer outro até então. E quando enfim o dia amanheceu ela, para sua própria tristeza, ainda estava insaciada. Dentro dela um grande vazio, tristeza, será que nem aquele homem tão solícito e preocupado com o seu prazer seria capaz de saciá-la? Era sua existência uma maldição? Respirou fundo então e, mesmo acostumada à resposta de que preferiam a morte, ela fez a proposta. &#8220;Deseja a morte ou a escravidão?&#8221; E ele então, para sua surpresa, ajoelhou-se diante dos seus pés e em posição de reverência, sem levantar os olhos respondeu: &#8220;Depois dessa noite, minha Rainha, a morte seria não ser seu escravo… Imploro que não me mate, não agora, pois quero servi-la até o fim dos meus dias.&#8221;</p>
<p>Pôs-se então a chorar e lavar os pés dela com suas lágrimas. Aquele ato de tamanha reverência e subserviência desconcertou-a. Algo indescritível e inexplicável. Tanto, que alguma coisa estranha aconteceu dentro dela. Colocou-o de joelhos diante de si e estapeou-lhe a face. &#8220;Recomponha-se homem. Não tem vergonha de chorar diante de uma Rainha?&#8221; e ele mais uma vez cabisbaixo respondeu que vergonha seria não ser completamente submisso e seu escravo. E naquele momento algo mudou na Rainha.</p>
<p>Conta a lenda que naquela manhã a Rainha o amarrou à cama e, cada vez mais severa, de todas as formas fez uso de seu corpo, de todos os seus orifícios, soltando-o apenas em momentos que queria-o como macho sobre si. Cobrindo-a como sua fêmea. Em sua boca ela liberou inúmeras vezes seu suco, sendo inclusive este o seu único alimento ou bebida. Por mais três dias e três noites ela e ele continuaram ali, trancados em êxtase e paixão. E no final da terceira noite, um tremor de terra amedrontou toda a cidade. E o vulcão, outrora instinto, com muita fumaça e lava entrou em erupção colocando toda a cidade desesperada em fuga. Exceto a Rainha e o escravo, que continuaram naquele quarto, alheios a tudo, entregues um ao outro até toda lava cobrir a cidade. Há quem diga que ao longe se ouviam gritos e gemidos de prazer até a cidade ser completamente coberta.</p>
<p>Dizem também que foi a paixão daqueles dias que provocou a erupção, que a rainha finalmente encontrou seu rei em um escravo. Que o maior tesouro que ela tinha a oferecer era a satisfação consentida daquele estranho prazer. E esta teoria ficou ainda mais forte, quando anos depois, ao pé daquele vulcão nasceu um lago. Lindo e limpo como a bela Rainha. Molhado e abundante como se imaginou ser seu último orgasmo. Nunca ousaram construir mais nada ao pé daquele vulcão, mesmo sendo sem dúvida um dos lugares mais belos do mundo. Ainda hoje, eventualmente o vulcão dá sinais de vida, e o lago plácido aquece e turva. Segundo a lenda, até hoje o escravo-rei serve à sua Rainha, dizem que se fundiram à natureza. E quando o abalo acontece é porque ela está à beira de mais um orgasmo com ele a satisfazê-la.</p>
<p>Imagem: Luis Royo</p>
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		<title>Pai, Filho e a Rainha do Lar</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Aug 2007 04:51:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beattrice</dc:creator>
				<category><![CDATA[FemDom]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Podolatria]]></category>
		<category><![CDATA[BDSM]]></category>
		<category><![CDATA[Conto]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Dominação]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Em uma festa, Dominadora descobre que o filho de um amigo submisso também tem tendência a submissão e fica tentada à iniciá-lo nos prazeres BDSM.</p><p><a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice/2007/08/09/pai-filho-e-a-rainha-do-lar/">Pai, Filho e a Rainha do Lar</a>, um post do <a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice">Beattrice - Textos Eróticos - Mais um dos Blogs Eróticos em Português</a> no Blogs Eroticos em Portugues, um projeto do site A Vida Secreta.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center">&nbsp;</p>
<p>Era o pai um escravo submisso conhecido no meio SM, sempre presente em festas e eventos bordejando pra lá e pra cá em seu traje de empregadinha, a empregadinha de todos nós. Escravo doméstico, mas sem Dona, Dona mesmo era a sua Senhora. Senhora da própria casa, mandona, Rainha do lar, mas… Inconsciente do seu poder de Rainha. Sequer sabia o que era Domínio e submissão em um contexto erótico. Sua Senhora reinava, mandava e desmandava, acreditando que tudo aquilo era apenas seu dever de Dona de casa. Enquanto isso o marido sonhava… E nas festas era o reflexo das empregadas, cozinheiras, diaristas, todas as serviçais que ele via serem comandadas por Ela, a sua Senhora.</p>
<p>Conheci o filho meio por acaso, em um passeio no shopping deparei com a família. Esposa, marido e filho, exatamente nesta ordem. O pai educadamente fez um cumprimento com a cabeça, era um gentleman, enquanto a esposa, Rainha Soberana, o inquiria com o olhar. Saiu-se bem me apresentando como um contato comercial da empresa. Não era mentira, foi uma grande surpresa quando nos esbarramos profissionalmente, fora dos eventos fetichistas. Éramos grandes amigos. Da família eu sabia tudo, apenas não conhecia pessoalmente. Só não sabia uma coisa, era o filho um submisso também, pude reconhecer pelo olhar, e ele jamais comentara.</p>
<p>Fomos apresentados, conversa trivial, superficial, sua Senhora comentava dos preços, do calor, da violência urbana, era uma mulher falante, simpática, Dominante. O papo fluiu, resolvemos tomar um café. Parecia pouco mais velha do que eu, deve ter casado jovem, muito jovem. Não dava muito espaço para marido e filho ter expressão. Pareceu gostar de mim, éramos parecidas. Na mesa da cafeteria, nós conversávamos, eles escutavam. No entanto, era o filho que me chamava atenção, um rapaz de vinte e poucos anos, escondido atrás dos óculos, tímido, que não ousava me olhar nos olhos em nenhum momento.</p>
<p>A partir daquele dia nos tornamos amigas, inicialmente para desespero do marido, que temia que eu soltasse algo sem querer sobre a sua vida secreta. Medo que foi logo substituído por uma grande cumplicidade, quando podíamos ríamos sozinhos das cenas protagonizadas por ela. Ele chegou inclusive a confidenciar que muitas vezes já correu para o banheiro para masturbar-se após presenciar algumas atitudes tiranas da esposa para com as empregadas. Ela era exigente ao extremo, naturalmente Dominante não apenas com os empregados, mas com marido e filho também, e eles já estavam habituados a isso. Ele só lamentava não ter coragem de dizer a ela dos seus desejos, das suas fantasias, acreditava que ela jamais entenderia seus desejos e talvez até pedisse a separação. O que pra ele era impossível sequer imaginar. Ela era a mulher da sua vida, mesmo sem saber o porque.</p>
<p>Foi durante uma festa na casa deles que eu tive minha chance com o filho. Percebi muito rápido que ele estava sempre muito próximo e solícito a tudo que eu necessitava. Eu já exercia ascendência sobre ele, que naturalmente obedecia encantado. Sentia-me uma pervertida em desejar aquele rapaz que poderia ser meu filho. Principalmente porque quando eu o via, meu único desejo era mostrar que tudo aquilo, toda a insatisfação e vazio estampados em seu rosto, toda aquela subserviência desmedida podia ser transformada, canalizada em energia sexual. Eu sentia nele um potencial absurdo para submissão sexual. Ninguém necessita ser um submisso na vida. O próprio pai era um empresário de sucesso que desde muito cedo descobriu que sua submissão era apenas uma fantasia sexual. Quando olhava para o menino, eu só queria mostrar a ele que ser submisso não é ser menos homem. Ser submisso é ser tão homem que pode levar qualquer mulher ao extremo prazer sexual, ter prazer em dar prazer.</p>
<p>Não demorou muito engrenamos um assunto de interesse comum, softwares de edição de imagem. Conversávamos animadamente, o menino era além de interessante, inteligente. E como a casa estava cheia de convidados, a mãe de vez em quando vinha me perguntar se eu estava bem servida, era muito atenta ao serviço, perguntava se precisava de algo e a cada dez minutos lembrava a ele que não deixasse me faltar nada. O pai olhava de longe enquanto dava atenção aos outros convidados e sorria com cumplicidade, já havíamos conversado sobre o filho e ele concordava com a minha teoria. No fundo ele já havia percebido o meu interesse e, principalmente, o interesse dele por mim.</p>
<p>Teve um momento que eu simulei uma torção em meu pé, no alto do meu salto doze e ele prontamente me acudiu gentil e carinhoso. Nos encaminhamos para um canto onde havia uma poltrona, ele ajoelhou-se diante de mim e desatou a minha sandália. Olhando-o nos olhos, pousei meu pé em seu colo e agradeci o cuidado, percebi um suspiro envergonhado da parte dele. De longe mãe e pai perceberam e aproximaram-se, ele retesou o corpo. Ela muito solícita perguntou o que aconteceu, eu fingindo dor disse que havia torcido o pé. O pai cúmplice pediu que o filho me encaminhasse para a saleta de TV, lá havia menos gente, enquanto isso a mãe, muito cuidadosa e realmente preocupada, coitada, foi pegar um creme para aliviar a dor. Sentia-me uma atriz, e tive um pouco de dó pela real preocupação dela, no entanto naquele momento tudo o que eu queria era as mãos dele em mim, e conseguiria a todo custo.</p>
<p>Na saleta, ele me acomodou no sofá, a mãe chegou logo atrás, instruindo-o sobre como massagear meu pé da maneira correta e me pedindo desculpas por não poder me dar a devida atenção, afinal, havia outros convidados. Saiu levando o marido pelo braço, eram os anfitriões, mas não sem antes exigir do filho que me cuidasse da maneira devida. Tarefa que ele executou com extrema devoção.</p>
<p>Massageou meu tornozelo com cuidado e eu fingia dor. Ele suava de nervoso, já havia percebido a minha má intenção, mas fingia não perceber e se deliciava tanto quanto eu com a ceninha de donzela em perigo. Cuidar de mim era naquele momento um ato duplamente submisso, já que ele obedecia à mãe enquanto dava prazer a mim. Ele ali, de joelhos diante de mim, num ato de cuidado e devoção, aliviando a minha dor, até quase ao ponto de me proporcionar alívio e prazer.</p>
<p>- Hummm… A massagem está tão gostosa que eu chego acreditar que se você der um beijinho passa a dor completamente – eu disse quase ronronando feito gata.</p>
<p>Ele olhou em meus olhos com o rosto afogueado, imediatamente depois olhou para a porta da saleta aberta, certamente com medo de executar minha proposta e ser pego no flagra pela mãe. Podia ler o dilema em seus olhos e continuei colocando o meu pé meio de lado e mostrando um pouco a coxa pela fenda do vestido.</p>
<p>- Dói mais aqui, ó! – apontando para o meu tornozelo.</p>
<p>E ele quase que hipnotizado parou de massagear para simplesmente olhar minha mão acariciar a própria perna, tornozelo e calcanhar. Estiquei meu pé colocando a cinco centímetros da sua face e repeti.</p>
<p>- Tenho certeza que com um beijinho essa dor passa…</p>
<p>Ele então, ainda de joelhos, segurou meu pé com as duas mãos, fechou os olhos e beijou exatamente onde eu havia indicado. No entanto, não parou ali, beijou também a sola com carinho e intensidade. Senti naquele beijo tamanho desejo, que foi como se ele tivesse beijado os meus lábios. Era uma cena linda diante de mim. Havia paixão e havia também subserviência. Mesmo cheio de medo que alguém pudesse chegar eu podia ver estampado em sua face o prazer em adorar meus pés. E antes que a carícia ficasse mais ousada e corrêssemos perigo, o interrompi.</p>
<p>- Obrigada, muito obrigada… Seu beijo é mágico, a dor passou.</p>
<p>Não sei ao certo quanto tempo passou, era como se ele tivesse beijado o meu pé durante horas. Sem dizer nada continuou a massagear, ali, de joelhos. Havia entre nós uma aura de encantamento. Ele estava nitidamente embevecido. Aquele menino era meu e nem sabia.</p>
<p>Foi então que a mãe dele entrou ainda preocupada com meu pé. Agradeci o carinho e a atenção, mas disse que iria pedir um táxi para me levar em casa. Não havia mais clima para festa. E ela então completou taxativa.</p>
<p>- Táxi para que, querida?! Meu filho leva você, não se preocupe, ele te leva direitinho, como um motorista particular – ela sentenciou naturalmente, como só as Rainhas o fazem.</p>
<p>Sorrimos. Não havia espaço para contestação. Sua Majestade, sem saber, conspirava em nosso favor. Seria um sinal do destino?</p>
<p><a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice/2007/08/09/pai-filho-e-a-rainha-do-lar/">Pai, Filho e a Rainha do Lar</a>, um post do <a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice">Beattrice - Textos Eróticos - Mais um dos Blogs Eróticos em Português</a> no Blogs Eroticos em Portugues, um projeto do site A Vida Secreta.</p>
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		<title>A Lua</title>
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		<comments>http://www.blogseroticos.com.br/beattrice/2007/05/25/a-lua/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 26 May 2007 02:49:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beattrice</dc:creator>
				<category><![CDATA[FemDom]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Lésbicas]]></category>
		<category><![CDATA[BDSM]]></category>
		<category><![CDATA[Conto]]></category>
		<category><![CDATA[Dominação]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Anna percebe que Maria, sua amiga, tem tendências masoquistas e tenta mostrar que através do BDSM e do sexo a dor pode se transformar em prazer.</p><p><a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice/2007/05/25/a-lua/">A Lua</a>, um post do <a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice">Beattrice - Textos Eróticos - Mais um dos Blogs Eróticos em Português</a> no Blogs Eroticos em Portugues, um projeto do site A Vida Secreta.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin: 0">&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>À luz da lua cheia que ousada invadia a escuridão do quarto, Anna acariciava os cabelos de Maria, que repousava num sono profundo aninhada com a cabeça junto aos seus seios. E enquanto acariciava, observava as marcas no corpo de Maria. Num gesto quase que instintivo levou os dedos àquelas marcas sem tocar, tocando. E uma lágrima escorreu pela face lembrando as palavras dela:</p>
<p>- Eu preciso sentir dor. Dor, para amenizar a minha dor. Uma dor intensa de ter que acordar todos os dias, levantar e levar esta vida vazia&#8230; Quanto mais sofro, menos sinto.</p>
<p>Aquilo era meio absurdo para ela, que apesar de todos os pesares que a vida lhe causou, seguia firme e sempre adiante. Cheia de marcas, é verdade, não na carne, mas na alma. Talvez fosse melhor ser como Maria, e ter a dor cessada, mesmo que por instantes através da dor externa, do castigo, da dor impingida por outrem. Sadismo e masoquismo psicológico, que se completa, que faz da cena o divã do analista, do ato de impingir e submeter-se à dor, uma expiação.</p>
<p>O recado na caixa-postal do celular denunciava o desespero da amiga: “Preciso falar com você, me liga!”. Anna ligou, mas não teve resposta, o que deu nela uma grande angústia. Veio à sua mente o pior. Pegou as chaves do carro e em pouco tempo estava à porta da casa, apertando o interfone. Uma, duas, três vezes até obter resposta. Uma voz chorosa, mas que reconhecendo a voz da amiga abriu o portão. Anna foi recepcionada por Puck, o labrador de Maria, que parecia ansioso em conduzi-la o mais rápido possível para dentro de casa pela porta entreaberta.</p>
<p>Ao abrir, Anna viu a amiga nua esparramada no chão, chorando, entre fotos e mais fotos. Uma vida em imagens. Pequena na escola, na primeira comunhão, com o namoradinho da adolescência, de vestido de noiva, na lua-de-mel com o ex-marido&#8230; E quando viu a lamina da faca afiada brilhando no sofá, entendeu de imediato a intenção de Maria. Correu para perto dela e tirou aquele objeto de perto dela. Foi então que viu as coxas ensangüentadas, pequenos cortes que escorriam filetes de sangue, sangue que escorria e sujava as fotos.</p>
<p>- Você está louca Maria? Queria se matar? – disse gritando com a amiga, segurando-a pelos cabelos, forçando-a a olhar em seus olhos.</p>
<p>- Não! – ela gritou desesperada entre as lágrimas – Eu não quero morrer, mas preciso sentir dor. Eu preciso sentir dor. Dor, para amenizar a minha dor. Uma dor intensa de ter que acordar todos os dias, levantar e levar esta vida vazia&#8230; Quanto mais sofro, menos sinto.</p>
<p>E dizendo isso caiu num choro convulsivo, estremecendo todo o corpo. Ela estava em crise e precisava acordar. Foi então que num gesto rápido, enquanto com a mão esquerda a segurava pelos cabelos, com a mão direita deu dois tapas fortes em sua face. Tirando-a do surto, trazendo-a de volta ao mundo real. Ela olhou para a amiga assustada e levou a mão a própria face, quente pelo estalo da bofetada. Nada disse ficou quieta, com as lágrimas ainda escorrendo, mas agora sem soluços. Anna soltou seu cabelo, ajoelhou-se diante dela e beijou sua face, suas lágrimas, seus olhos, boca&#8230; Envolveu o corpo da amiga em um abraço terno. O beijo na boca não tinha volúpia, era cuidado. Por muito tempo ficaram ali, abraçadas, sem dizer nada. Só aconchegadas nos braços uma da outra. E quando Maria ficou mais calma, a outra se levantou e foi até o banheiro pegar anti-séptico para desinfetar e tratar os cortes da auto-flagelação da amiga.</p>
<p>Depois de tratada, Maria contou em detalhes seu sofrimento, mais uma vez falou da vida, das sucessivas desilusões, da culpa pelo casamento não ter dado certo, dos pais negligentes e novamente falou da dor. Uma dor interna que só passa com a dor externa. E começou a detalhar o sofrimento de ser como era. Foi quando Anna calou a amiga com um dedo em sua boca. Olhou-a profundamente em seus olhos e disse:</p>
<p>- Já experimentou aliar a dor ao prazer? – e viu uma grande interrogação se formar na expressão da amiga, mas continuou aproximando o corpo da outra, forçando uma intimidade invasiva. Intimidade que se consolidava com as mãos acariciando e tocando o corpo da amiga.</p>
<p>- Não é possível ter prazer na dor Anna. Aliás, eu nem acredito em prazer, nunca tive um orgasmo senão os que eu mesma estimulei através da masturbação – e baixou o olhar envergonhado.</p>
<p>Anna então deitou o corpo da outra na cama, que sem resistência acatava todos os comandos, mudamente. E enquanto beijava-lhe a boca, com as pontas dos dedos buscava os mamilos rijos de Maria, que entregava seu corpo sem reservas. E quanto mais sentia a entrega, mais fazia pressão com os dedos, as pontas das unhas, até sentir um gemido abafado pelo beijo. Neste instante, soltou o mamilo e fez o mesmo com o outro que ficara livre até obter a mesma reação.</p>
<p>- Doeu? – Anna perguntou com um olhar enigmático e respiração ofegante.</p>
<p>- S-sim, mas&#8230; Eu gostei! – disse tímida – Acho que melei entre as pernas.</p>
<p>E dizendo isso recebeu um tapa estalado na face, dessa vez não tão forte quanto o da sala, mas que a colocou em alerta, sem saber o que tinha feito de errado. A amiga percebeu o olhar interrogativo e completou:</p>
<p>- Quem te mandou gozar, putinha?! Ainda não&#8230;</p>
<p>Provocando uma sensação estranha em Maria, um tesão que parecia invadi-la de dentro para fora, queimando seu corpo até afoguear a face e enrubescê-la. Ser chamada de puta pela amiga provocou uma sensação contraditória dentro dela, que aliada a dor que quase a levou ao gozo a deixava confusa, mas excitada.</p>
<p>Anna então levantou da cama. E lentamente começou a despir-se. Já tinha visto a amiga nua muitas vezes, mas nunca foi tão erótico vê-la despir peça a peça. Ela não tirava o olhar dela enquanto desnudava-se, olhava diretamente em seus olhos, seios, umbigo, púbis. Quando viu o olhar dela fixo em sua xota, mais uma vez sentiu melar e instintivamente apertou a mão entre as pernas. Foi quando viu que a amiga, já completamente nua, puxou-a pelas pernas na cama, trazendo-a para bem perto de si e tirou a mão de onde estava. E bem baixinho disse em seu ouvido.</p>
<p>- Será que terei de amarrá-la pra você aprender que eu disse ainda não?!</p>
<p>As palavras dela, sempre tão firmes, mas ao mesmo tempo delicadas, enchiam-na de tesão. Sem perceber fechou os olhos e deu um suspiro. Sentiu que a outra se levantava e começava a procurar alguma coisa no guarda roupa.</p>
<p>- O que você quer Anna? – tentando ajudar.</p>
<p>- Cala a boca, e feche os olhos, eu me viro&#8230; – foi a resposta seca da amiga, mas como já havia entrado no jogo de comando dela, acatou sem dizer mais nada.</p>
<p>Anna recostou-se por trás dela, roçando os seios em suas costas, roçando seus longos pelos nela. Sentia o corpo estremecer. De repente, ainda com os olhos fechados, sentiu que um lenço era amarrado sobre seus olhos, deixando-a num breu total. Aquilo a assustava ao mesmo tempo em que ficava cada vez mais excitada, mas confiava tanto na amiga&#8230; Que se deixava levar. Aos poucos teve os punhos e tornozelos atados por algo que parecias lenços, ou echarpes de seda, sendo amarrada em X na cama. Percebia a amiga sair e voltar ao quarto. Aquilo dava uma sensação estranha, um desconforto absurdo que começava a incomodá-la. Era horrível não saber o que estava acontecendo e então perguntou:</p>
<p>- O que está fazendo Anna? – e recebeu outro estalo leve na face, que mais uma vez a excitou, entendeu perfeitamente quem estava no comando e não a questionaria mais. Ficou angustiada, mas percebendo cada som, cada aroma.</p>
<p>Sentiu então algo gelado em seus mamilos, devia ser gelo, sentiu o corpo arrepiar. Anna não dizia nada. Havia colocado um CD de música celta para tocar. O som das gaitas de fole ia enchendo-a cada vez mais de tesão. Sentindo o gelo passear pelos seus mamilos hora um, hora outro. A ponto de ficarem dormentes, sentiu que algo foi colocado neles, mas não sabia o que. Continuou apenas percebendo, sentindo o que Anna fazia em seu corpo. Passou gelo em seu clitóris, arrepiando-a uma vez mais.</p>
<p>À medida que os mamilos iam voltando à temperatura ambiente e um desconforto maior ia provocando uma dorzinha constante neles, já não conseguia bem entender de onde ou o que lhe provocava mais desconforto, a dor nos mamilos ou o gelo no clitóris. Sentiu então os dedos dela abrindo-lhe os grandes lábios, até suavemente tocá-la com os próprios lábios. Sentiu a região aquecer aos poucos pelo calor daquela boca, o prazer ia crescendo enquanto era mamada por aquela boca. O corpo contorcia de prazer e quando pensava que estava prestes a gozar a amiga uma vez mais vinha com o gelo que apagava seu fogo. Aquela sensação de quase lá a enlouquecia, ao mesmo tempo em que seus mamilos doíam e incomodavam até quase não agüentar. No entanto, não tinha coragem de pedir que fosse retirado, o que quer que fosse de seus mamilos. Agüentava, submetia-se àquela dor.</p>
<p>E quando Maria pensava que já estava terminando, ela saía, mas voltava com outra coisa. Sentiu cheiro de algo queimando, parecia o cheiro da vela aromatizada que enfeitava a sala, presente da própria Anna. Imaginar o que Anna podia fazer com a vela deu um desespero, por outro lado, era mais forte que ela a excitação e o desejo de saber qual seria o próximo passo. E então, sem aviso, recebeu algo quente em sua barriga, escorrendo e endurecendo. Deu um grito. Não acreditava que ela havia feito isso, derramado cera quente em seu corpo. Ouviu a amiga falar bem pertinho de seu ouvido:</p>
<p>- Shhhhhhh&#8230; Não se preocupe, eu sei o que estou fazendo – e curiosamente sentia que ela realmente sabia. Afinal, havia dor, mas havia uma sensação de libertação naquela dor.</p>
<p>Anna tirou o que prendia seus mamilos e a dor ao invés de aliviar ficou mais aguda. Gritou novamente. E sentiu os lábios dela calando os seus num beijo intenso, sentia a respiração dela ofegante, como a sua, como se a sua dor a excitasse. E mesmo contorcendo-se de dor diante do simples toque dela em seu mamilo, excitava-se cada vez mais com tudo o que acontecia. Sentiu os lábios dela descendo por seu corpo. E uma simples lambida no mamilo era o suficiente para provocar mais dor e mais prazer. E quando a boca finalmente chegou entre as suas pernas, sentiu que estava prestes a gozar. E quando estava quase lá, mais uma vez a amiga parou e disse:</p>
<p>-Ainda não minha putinha, sei que você está no cio, mas teu prazer é meu&#8230;</p>
<p>E dizendo isso, mais uma vez afastou-se. Voltando mais uma vez lambendo-a, mas desta vez penetrando algo meio gelado, que a preenchia completamente, entrando bem devagar. Ela massageava seu clitórris com a língua ao mesmo tempo que penetrava aquela coisa grande e larga que aos poucos ia tomando a temperatura do seu corpo e provocando uma sensação de prazer. E enquanto com a língua e boca ela mamava o clitóris, com a mão direita tocava um mamilo no mesmo ritmo que enfiava e tirava aquela coisa de dentro dela. Aquilo tudo a enlouquecia, sentia dor, sentia-se invadida, flagelada por aquela carícia em seu mamilo sensibilizado e prazer, muito prazer com a mamada dela em seu clitóris, começou então a se contorcer, chorar e gritar, mas sem ter coragem de pedir para parar e então quando pensou que fosse desmaiar de dor e prazer explodiu num gozo absurdo e inexplicável. Sentiu-a enfiar fundo a coisa dentro dela e a boca mais uma vez beijando a sua. O coração dela batia acelerado, e o beijo era sôfrego e urgente.</p>
<p>Maria não soube quanto tempo ficou ali, amarrada e vendada nas mãos de Anna, mas suas primeiras palavras após ser liberta foram:</p>
<p>- Muito obrigada amiga, nunca pensei que pudesse sentir prazer na dor&#8230;</p>
<p>Olhou em volta e viu os objetos, testemunhas daquela noite insólita. Os lenços que ainda podia sentir ao redor de seus punhos e tornozelos. As velas acesas que ainda perfumavam o ambiente. O baldinho de gelo que agora era só de água. Clipes de papel largados no canto da cama e um pepino, grande e grosso, todo lambuzado dela. Quem diria que o seu primeiro orgasmo com penetração teria sido proporcionado por uma mulher, sua amiga e de maneira tão incomum.</p>
<p>Anna se recostou na cama enquanto fumava um cigarro, e nisso Maria se aninhou feito gata enroscando em seu abraço. Lá fora Puck latia, certamente com um gato desavisado que ousava passear pelos muros à luz da lua. Uma lua linda, enorme, cheia, que invadia o ambiente em louvor àquele momento. Àquelas duas mulheres abraçadas.</p>
<p>- Dorme Maria, você precisa descansar&#8230; – disse aconchegando-a ainda mais em seu abraço.</p>
<p>- Mas você nem gozou Anna&#8230;</p>
<p>- Quem disse que não? – e ficou acariciando os cabelos da outra, olhando a lua, ao som das gaitas escocesas e da mágica música celta.</p>
<p><a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice/2007/05/25/a-lua/">A Lua</a>, um post do <a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice">Beattrice - Textos Eróticos - Mais um dos Blogs Eróticos em Português</a> no Blogs Eroticos em Portugues, um projeto do site A Vida Secreta.</p>
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		<title>Patsy</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Mar 2007 21:23:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beattrice</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crossdresser]]></category>
		<category><![CDATA[FemDom]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Podolatria]]></category>
		<category><![CDATA[BDSM]]></category>
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		<category><![CDATA[Conto]]></category>
		<category><![CDATA[Dominação]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Relacionamento de amor e fetiche entre Dominadora e escravo, detalhando a transformação dele, na crossdresser Patsy.</p><p><a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice/2007/03/29/patsy/">Patsy</a>, um post do <a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice">Beattrice - Textos Eróticos - Mais um dos Blogs Eróticos em Português</a> no Blogs Eroticos em Portugues, um projeto do site A Vida Secreta.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left">Parado naquele quarto há mais de uma hora de joelhos, já doía tudo. O ar condicionado forte incomodava, mas a determinação em cumprir a tarefa era mais importante. Continuaria ali pelo tempo que fosse, até que ela dissesse: “Basta!”. Do banheiro a ouvia cantarolar músicas tão suaves e doces que evidenciavam ainda mais o paradoxo que era aquela mulher.</p>
<p style="text-align: left">Alta e forte, mas ao mesmo tempo tão meiga e sorridente. A mulher que lhe estapeava a face dizendo: “Cale-se, você merece!”, era a mesma que lhe beijava a boca suavemente e sussurrando: “Minha namoradinha lésbica!”. E lembrando dessas palavras, seu peito inflava de carinho. Não era seu escravo, não era sua escrava, era sua menina e tal pensamento o enchia de orgulho. E quando a porta abriu, ela saiu linda no alto de seus saltos, macacão negro, cabelos presos e maquiagem impecável. Não era mais a menina que entrou serelepe no banho, era uma Senhora, a sua Senhora.</p>
<p>- Cansado? – ela perguntou com uma expressão indecifrável no rosto.</p>
<p>- Não, Senhora. – disse com os olhos baixos. E subitamente sentiu um tapa a estalar sua face, ardendo, doendo…</p>
<p>- Mentiroso! Levante-se e me traga aquela bolsa rosa que está no canto do quarto.</p>
<p>E ele levantou com dificuldade, foi tanto tempo ali, na mesma posição, ajoelhado que estava difícil ficar de pé, mas conseguiu. Foi pegar a bolsa que esteve ali parada, estrategicamente deixada naquele canto, à sua vista, durante todo o tempo que esteve ajoelhado e nu à espera de sua Senhora. Período em que humilhado deixou sua mente voar, imaginando o que haveria naquela bolsa. Ela era sempre tão meticulosa, pensava nos mínimos detalhes e antecipava todas as suas necessidades e desejos. Às vezes tinha a impressão que aquela mulher era capaz de ler seus pensamentos, e isso o enchia de medo. Medo que ela tornasse real seus mais loucos desejos.</p>
<p>- Eu não sei por que não desisti de você, sabia? Você não me merece… – ela disse com a voz calma, mas havia naquela frase uma ponta de tristeza. Mais uma vez ela leu seu pensamento.</p>
<p>- Eu peço perdão Senhora, e agradeço que não tenha desistido. – disse visivelmente envergonhado e arrependido. Não estava acostumado a tanto amor e compreensão, essa era a verdade.</p>
<p>- Não me agradeça, me obedeça e eu talvez te perdoe. – falou acariciando com suavidade sua face.</p>
<p>Andou com calma à sua volta, acariciou seu corpo, deteve-se em suas mamas secas e com as unhas calmamente beliscou seus mamilos, fazendo-o sentir dor, quase gemer arqueando um pouco o corpo. Curiosamente não via tal ato como um castigo, mas uma carícia que o fazia sentir-se vivo apesar da dor, não era sonho, ela realmente estava ali a beliscá-lo. Continuou a acariciá-lo, por trás dele com as duas mãos tocou suas nádegas, afastou-as, chegou a pensar que ela o invadiria com seus dedos, mas não… Ela acariciava seu corpo andrógino como se mudamente tentasse fazê-lo consciente do mesmo. Cabelos, face, colo, abdômen, nádegas, coxas… No entanto em momento nenhum tocou seu sexo, não como se evitasse, mas como se ignorasse.</p>
<p>- Vamos ficar bem linda pra mim?! – ela meio que perguntou afirmando, não havia possibilidade de um não como resposta.</p>
<p>Ela retirou alguma coisa da bolsa, uma nécessaire e pelas mãos guiou-o ao banheiro. Ele não tinha atitude, apenas a seguia, obedecia e confiava. Ela ligou o chuveiro, escolheu o ponto certo da água, nem quente e nem fria, pediu que entrasse e se ensaboasse, fazendo bastante espuma. Pedido… Uma ordem implícita, como dizer não?! E próximo a pia do banheiro ela o aguardava com uma navalha de barbeiro. Com calma foi livrando-o de seus pelos, depilando não apenas seu corpo, mas a sua alma também. Teve vontade de chorar emocionado enquanto ela cantarolava feliz. Eles nada diziam, às vezes tinha a sensação que ela o ignorava como pessoa, era um brinquedinho, uma boneca em sua mão. E depois de tê-lo depilado quase que completamente, inclusive contorno anal e axilas, ela deixou apenas um tufo de pelos, delicadamente aparados sobre o púbis.</p>
<p>Encaminhou-o novamente ao chuveiro dando dessa vez uma touca de banho bem ao estilo fru-fru, cheia de babadinhos e detalhes cor de rosa. E enquanto ele deixava a água escorrer sobre seu corpo, levando embora o que restara de seus pelos tão masculinos, ela o guarnecia de toda a sorte de produtos femininos. Sabonetes, cremes, óleos… E quando terminou, ela o aguardava com um lindo e felpudo roupão cor de rosa e pantufas atoalhadas no mesmo tom. Pela primeira vez em sua vida, começava realmente a sentir-se uma mulher. Principalmente por que ela em nenhum momento tratava-o como ele e sim ela.</p>
<p>No quarto, ela abriu uma outra nécessaire, esta repleta de cremes, perfumes, maquiagens, esmaltes… Juntas escolheram a cor que usariam em suas unhas enquanto conversavam amenidades sobre as desventuras femininas para estar sempre lindas. E enquanto ela aos poucos a transformava, sentiu um aperto no peito, era uma felicidade doída a realização daquela fantasia. Pensou no que o mundo poderia pensar e lembrou que não estava diante do mundo, mas apenas diante dela e sem perceber deu um suspiro. Havia alívio, mas também uma certa frustração. Focou seu pensamento na transformação, reclamou um tiquinho quando ela convenceu a limpar um pouco as sobrancelhas. Entregou-se à maquiagem com paciência, tantos cremes, bases, corretivos, tudo a deixava ansiosa. Ansiedade que não foi amenizada após a maquiagem, já que ela a proibiu de olhar-se no espelho.</p>
<p>Começou então a vestir-se, quando viu o conjunto de calcinha e sutiã branquinhos, quase uma linha menina-moça, cheia de rendinhas e fitas, ficou exultante, mas um pouco decepcionada, faltavam seios, faltava volume. E como que adivinhando o seu descontentamento, ela tirou da bolsa um enchimento de espuma e também outro de silicone, e aos poucos, com jeito foi ficando cada vez mais menina. E aquela sensação de estar pela primeira vez livre dos pelos, maquiada, com seios e um aspecto bem feminino quase a levava às lágrimas. Cada momento que se passava sentia-se mais mulher.</p>
<p>Sobre o sutiã ela vestiu uma blusinha, quase um falso corset, e para completar vestiu uma saia de renda curtinha que a deixava com um ar bem sapeca. Calçou meias ¾ no tom da saia e sapatilhas ao estilo bailarina, sentia-se uma adolescente que se arruma para sua primeira balada. Estava feliz, principalmente quando entre um detalhe e outro ela comentava: “Como está ficando linda a minha menina…”. E quando finalmente ela tirou da bolsa uma peruca ao estilo chanel de franja, pensou que não caberia mais em si. Era a realização completa, não agüentou e caiu no choro, emocionada.</p>
<p>- Não! Não chore, vai borrar a maquiagem… Até por que não acabou! – ela disse encaminhando-se para pegar mais um acessório em sua bolsa.</p>
<p>E diante dela &#8211; sim era uma mulher finalmente &#8211; pediu que ficasse diante do espelho. Não era mais um ser andrógino que não enaltecia a masculinidade para desaperceber-se da feminilidade embutida. Era uma mulher, uma menina linda, delicada e não uma caricatura feminina. E antes que se voltasse para sua Senhora em agradecimento, ela pediu que esperasse. Da bolsa havia tirado um saquinho em veludo negro e com as pontas dos dedos segurou uma correntinha dourada com um pingente. Posicionou-se por trás dela, colocando o cordão que trazia uma letrinha P.</p>
<p>- P… Por que P, Senhora? – perguntou intrigada.</p>
<p>- P de Patsy, minha linda. Uma menina tão bela e sapeca merece um nome à altura. De hoje em diante você será a minha Patsy e é melhor retocarmos a maquiagem, estou a fim de me acabar na balada, vamos?!</p>
<p><a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice/2007/03/29/patsy/">Patsy</a>, um post do <a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice">Beattrice - Textos Eróticos - Mais um dos Blogs Eróticos em Português</a> no Blogs Eroticos em Portugues, um projeto do site A Vida Secreta.</p>
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		<title>Ela</title>
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		<comments>http://www.blogseroticos.com.br/beattrice/2007/03/29/ela/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Mar 2007 21:22:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beattrice</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Lésbicas]]></category>
		<category><![CDATA[Podolatria]]></category>
		<category><![CDATA[Conto]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Mulher relata os detalhes da sua primeira vez com outra mulher. A excitação, os medos, os prazeres, tudo de uma maneira muito simples e sensual.</p><p><a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice/2007/03/29/ela/">Ela</a>, um post do <a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice">Beattrice - Textos Eróticos - Mais um dos Blogs Eróticos em Português</a> no Blogs Eroticos em Portugues, um projeto do site A Vida Secreta.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left">Sentada na cama ela olhou pra outra e sorriu. Segurou a toalha um pouco mais forte junto ao peito, como se aquela toalha a protegesse, fosse o seu escudo, mas… Pra que escudo? Estava diante dela, tão linda, tão cheirosa, tão feminina, tão compreensivamente cúmplice. Sentiu-se virgem outra vez, aliás, era uma virgem outra vez. Toda a sua experiência até agora, por mais vasta, por mais eclética que fosse, era completamente diferente daquilo. Havia fantasiado, é claro, mas fantasias durante anos guardadas pra si.</p>
<p>Observava-a atentamente. Ela tinha um sorrisinho nos lábios enquanto passava o óleo nas pernas. Podia ver os mamilos pontiagudos sob o vestido leve, e entrever seu sexo pelas coxas. Um calor de dentro pra fora ia tomando conta dela. Tesão! Desejo em desejar a outra, que em determinado momento falou:</p>
<p>- Por quê me olha tanto menina? – sorrindo.</p>
<p>- Porque estou sem graça…</p>
<p>- E sem graça por que? – perguntava nitidamente conduzindo a relação.</p>
<p>- Sem graça porque não sei o que fazer ou dizer.</p>
<p>- Ué, e precisa dizer?! – ainda com o sorrisão nos lábios.</p>
<p>- Não sei… Preciso?!</p>
<p>E quando disse isso a outra se aproximou, uma proximidade deliciosa e eroticamente desconfortável. Fechou os olhos, sentindo o aroma do corpo dela, quase sentindo o toque que não acontecia nunca. Sentiu o cabelo molhado roçar em seu ombro enfim, enquanto percebia os lábios aproximando do seu pescoço. Estavam arrepiada, os pêlos eriçados, os mamilos rijos, o sexo úmido e as mãos cada vez mais firmes na tolha. Estava assustada, mas excitada, mais excitada do que nunca esteve. A outra roçou os lábios muito suavemente pelo seu pescoço, nuca e em seu ouvido falou delicadamente:</p>
<p>- Solta a toalha, vai… – e dizendo isso afastou-se. Ajoelhando-se na cama e tirando o vestido ficando completamente nua diante dela.</p>
<p>Suava de nervoso, de desejo, o corpo dela era tão lindo… Seios grandes, fartos, mamilos róseos apesar da morenice da pele, tinha os pelos aparados e a virilha bem depilada. Por um instante teve um pouco de vergonha do próprio corpo. Com um homem nunca teve, afinal, o que primava era a diferença. Já com ela… Fechou os olhos então e respirou fundo, soltando a toalha lentamente deixando-a cair.</p>
<p>- Seus seios são lindos… – ela disse parecendo realmente embevecida.</p>
<p>Abriu então os olhos e viu desejo nela, que se aproximou e beijou sua boca de uma maneira tão terna, como quem diz: “Calma, não há com que preocupar-se”. Roçando os lábios de leve e suavemente invadindo sua boca com a língua. Roçando os seios em seus seios. O toque mais suave e perfeito ao qual já havia sentido. Pela primeira vez pôde entender o porque mulheres se entendem tão bem entre mulheres. Era tudo tão deliciosamente natural.</p>
<p>Deitando-a na cama, a outra foi explorando com os lábios todo o seu corpo. Olhos, ponta do nariz, boca, orelhas, pescoço e colo. Chegando aos seios, delicadamente beijando e sugando um mamilo, eventualmente traçando um caminho com a língua até sua axila, enquanto com os dedos acariciava o outro mamilo solitário.</p>
<p>Sentia um fogo ardendo dentro dela, como se mil mãos e mil bocas a explorassem. E quando finalmente sentiu os dedos dela tocando-a, respirou fundo e fechou os olhos. Nunca antes havia sido tocada daquela forma a não ser por si mesma. Ela conseguiu em instantes o que muitos homens não conseguem em uma vida, satisfazer plenamente uma mulher.</p>
<p>O orgasmo estremeceu seu corpo, ela percebeu e aproveitando a sensibilidade, foi descendo os lábios pela barriga, cintura, umbigo, até finalmente acomodar-se confortavelmente entre as pernas dela, com os dedos entreabrindo seus outros lábios e com os próprios lábios beijando a sua intimidade.</p>
<p>A intensidade, o ritmo, o toque… Tudo milimetricamente perfeito. Perfeito e natural. Natural e maravilhoso. Maravilhoso e único. Sem pensar muito explodiu num gozo intenso em sua boca, uma sensação tão intensa que sentia o corpo vibrar por dentro. Até quase desfalecer de tanto tesão. A sensibilidade dela era absurda e a boca ainda repleta do seu gosto, beijou-a, sentindo pelos lábios dela o seu próprio sabor.</p>
<p>Nada falavam, não havia o que dizer, ela sentiu uma necessidade absurda de retribuir o prazer à outra. E o que antes era uma grande incógnita, era agora extremamente natural e instintivo. Com a boca, dessa vez era ela a explorar o outro corpo, sem medos, pudores, só desejo e instinto. Conhecia o prazer, como ter prazer, queria agora apenas retribuir este prazer.</p>
<p>Seus sentidos estavam aguçados, porque era tudo novo, tão conhecido e ao mesmo tempo tão diferente. O aroma, o sabor, o toque da pele, o gemido sussurrado… Debruçada sobre a outra, dessa vez foi ela a roçar os cabelos úmidos, a perceber as reações, a explorar as sensibilidades. E quando pela primeira vez teve os seios da outra em sua boca, os seios grandes e fartos, macios, pôde sentir os mamilos ficarem cada vez mais rijos de desejo, estimulados e sugados pela boca e língua. Sentia prazer em dar prazer.</p>
<p>Estava curiosa, queria provar todo aquele corpo, queria sentir o sabor dela também, mas queria que fosse tão perfeito quanto o prazer proporcionado. Quis então retribuir, ser ela a apresentar algo novo. Desceu os lábios pelo corpo, porém intencionalmente evitando o seu sexo. Passou com os lábios entre as coxas dela, a milímetros de onde tanto desejava, sentiu o aroma delicioso de mulher, mas desceu por entre as coxas, joelhos, pernas até chegar finalmente aos pés.</p>
<p>Durante todo este percurso, observava-a, estavam em sintonia. Quando a outra se recostou nos travesseiros, ficou na posição perfeita para observar a cena enquanto aos seus olhos se masturbava. Massageou os pés com calma, olhando-a bem em seus olhos, e com a boca chupou delicadamente cada dedo, voluptuosamente em determinados momentos, principalmente quando se dedicava ao dedão. Naquele momento o pé dela era um falo sendo adorado, chupado, lambido. Cheio de terminações nervosas e sendo estimulado, tudo pelo total prazer.</p>
<p>Enquanto se deliciava, colocando em sua boca o pé da outra, observando masturbar-se, contorcer-se diante dos seus olhos, com a mão guiou o outro pé que não estava sendo adorado para entre as suas pernas. Olhou-a nos olhos e viu seu olhar malicioso. Ela havia entrado no jogo. E com o dedão do pé tocava-a, inicialmente sem jeito, mas depois encontrando o ritmo e a intensidade perfeita. E ao mesmo tempo em que tocava, se tocava, enquanto chupava sofregamente seu pé em ponta, como um pau enorme a invadir sua boca. E então, sem agüentar segurar, mais uma vez gozou. Com o pé quase entalado em sua boca, e o pé dela invadindo-a abusadamente. Sentiu que foi estocada de maneira mais forte, mais urgente, e levantando os olhos, viu que a outra também gozava com o ato insólito.</p>
<p>Caiu meio mole na cama, ainda com o pé da outra a massagear-lhe, lentamente acariciando o seu corpo, seios e finalmente massageando a sua face com seu próprio cheiro. Olhando nos olhos dela, lambeu o próprio suco em sua sola e dedos e sem dar tempo para descansar subiu a boca por entre as suas pernas. Necessitava chegar a “ela”.</p>
<p>Desejo não se explica, se vive, se explora. E assim foi. Quando aproximou o rosto e sentiu o aroma, delicadamente com os dedos escancarou-a à sua frente. Passando a língua bem devagar de baixo até em cima, como um cão em reconhecimento. O sabor era muito, muito diferente do próprio sabor, pôde naquele momento entender que cada mulher é única e o sabor dela era delicioso.</p>
<p>Olhando de tão pertinho, viu-o inchado, sensível, afinal ela havia se masturbado e gozado intensamente enquanto era adorada e a tocava com seu pé. Fez então algo que amava, uma deliciosa carícia, com os dedos da mão esquerda, arregaçou-a delicadamente, deixando-a bastante exposta. Com a saliva lubrificou o local e enquanto com a língua fazia movimentos rítmicos e constantes concentrados nele, o clitóris, com dois dedos da mão direita introduziu nela repetindo os mesmos movimentos.</p>
<p>Eventualmente levantava o olhar e via a outra de olhos fechados, apenas sentindo, com as duas mãos massageando os próprios seios e com as pontas dos dedos apertando os mamilos. Aquela visão excitava-a ainda mais, mantendo o ritmo da língua e dedos continuado, até sentir seus dedos dentro dela cada vez mais molhados e finalmente senti-los sendo massageados pelo interior dela. Como se seus dedos fossem mordidos, abocanhados.</p>
<p>Continuou naquele ritmo e frisson até que ouviu um grito de gozo, intenso, delicioso. Tirou os dedos de dentro dela e pôs a boca, beijou, lambeu, bebeu todo o suco, enquanto ela acariciava seus cabelos. Com a língua ainda sentiu as contrações rítmicas dela, sensível e saciada. Como era bom sorver aquele gosto, pensou.</p>
<p>Foi lentamente subindo pela cama, roçando seus corpos, até seus lábios se encontrarem mais uma vez num beijo gostoso, e as mãos explorarem o corpo uma da outra sem nenhuma urgência, só carinho. E quando ela finalmente aconchegou a cabeça junto aos seios fartos dela, pode ouvir o coração aos poucos se aquietar, e então murmurou bem baixinho:</p>
<p>- Eu nunca senti nada assim… Obrigada!</p>
<p><a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice/2007/03/29/ela/">Ela</a>, um post do <a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice">Beattrice - Textos Eróticos - Mais um dos Blogs Eróticos em Português</a> no Blogs Eroticos em Portugues, um projeto do site A Vida Secreta.</p>
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		<title>Vinte e Nove é Dia de…</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Mar 2007 21:19:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beattrice</dc:creator>
				<category><![CDATA[FemDom]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[BDSM]]></category>
		<category><![CDATA[Conto]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Surra de Chinelos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Jogo erótico de Domínio e submissão entre esposa Dominadora e marido submisso, onde a surra de chinelos não chega a ser necessariamente um castigo...</p><p><a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice/2007/03/29/vinte-e-nove-e-dia-de/">Vinte e Nove é Dia de&#8230;</a>, um post do <a href="http://www.blogseroticos.com.br/beattrice">Beattrice - Textos Eróticos - Mais um dos Blogs Eróticos em Português</a> no Blogs Eroticos em Portugues, um projeto do site A Vida Secreta.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando a porta bateu forte, pensou: &#8220;Nossa, ela hoje está uma fera! A noite vai ser daquelas&#8230;&#8221;.</p>
<p>Depois de quase dois anos juntos, sendo seu marido, escravo, capacho, empregadinho, saco de pancadas &#8220;y otras cositas más&#8221;, já reconhecia o humor da amada até pelo som dos seus passos. Largou a louça como estava, enxugou as mãos no avental e correu para a sala. Ainda não sabia o motivo da irritação dela, mas certamente ela não toleraria a sua falta ao recebê-la.</p>
<p>- Oi amor, chegou mais cedo hoje&#8230;</p>
<p>- Ah&#8230; Aí está você! Onde estava que não veio imediatamente me receber?</p>
<p>- Mas eu vim assim que pude amor&#8230; Estava lavando a louça&#8230;</p>
<p>- Nananinanão&#8230; Não me conteste, você não veio imediatamente e sabe disso. Estava lavando louça ainda porque não passa de uma coisinha lerda e preguiçosa que se atrasou com sua rotina de trabalho. Não me interessa saber seus pormenores.</p>
<p>- Sim amor&#8230; Devo ter me atrasado, tive um dia cheio no escritório, cheguei meio com pressa e como hoje é dia vinte e nove, pensei em fazer um gnochi para te trazer boa fortuna.</p>
<p>- Nossa, mas como você fala&#8230; Perguntei alguma coisa? Disse que não quero saber pormenores, mas você parece não entender muito bem, deve estar com os ouvidos cheios de cera, do contrário entenderia o que falo.</p>
<p>- Sim amor, deve ser&#8230;</p>
<p>- Deve ser não, é! Já está me contestando novamente. Onde estão meus chinelos? Por acaso não sabe que sempre gosto de descalçar meus sapatos assim que chego?</p>
<p>- Estão aqui amor&#8230;</p>
<p>E dizendo isso ele imediatamente ajoelhou-se diante dela, que já estava sentada na poltrona da sala e tinha o pé direito estendido à espera de ser descalçado. E como ele nunca sabia qual seria a exigência a ser cumprida, foi descalçando-a devagar.</p>
<p>- Está vendo? Eu não disse que está lerdo hoje. Se eu quero ser descalçada, não tem nada que ficar aí alisando meu pé!</p>
<p>- Sim amor, tem razão&#8230;</p>
<p>E passou então a desafivelar a sandália com mais pressa, primeiro um pé e depois o outro. E quando já ia calçar as havaianas, ela o interrompeu impaciente.</p>
<p>- E massagem? Estou cansada e necessito de uma massagem seu coisa. O que está acontecendo com você hoje?! Por acaso está com as pilhas fracas?</p>
<p>- É verdade amor, desculpe, seus pezinhos merecem todo o meu carinho e atenção. Isso não vai mais acontecer.</p>
<p>- Ah&#8230; E não vai mesmo! Levante agora e traga a minha bolsa.</p>
<p>E ele imediatamente obedeceu resignado. Entregou a bolsa nas mãos dela e ficou de joelhos à sua frente.</p>
<p>- Nada de ficar de joelhos, quero você de quatro agora!</p>
<p>E ele mais uma vez obedeceu imaginando o que o esperava, sentiu um frio na barriga, se fosse o que estava pensando era muito humilhante.</p>
<p>- Abaixe a calça! – ela disse enérgica.</p>
<p>E ele abaixou de imediato, e só então lembrou que estava de cuecas e não de calcinha como ela sempre exigia. Engoliu em seco rezando para que ela não percebesse, mas foi a primeira coisa que ela notou e reagiu possessa.</p>
<p>- O que é esta cueca?</p>
<p>- É que acabei de chegar do trabalho amor&#8230; Como eu disse, fui direto para a cozinha e&#8230;</p>
<p>- E o que &#8220;eu&#8221; tenho a ver com isso? Só sei que você desobedeceu a uma regra primordial dentro desta casa. Exijo o uso da calcinha e você sabe disso, odeio te ver fazendo pose de machinho e usando essas cuequinhas boxer. Você engana a qualquer um, mas a mim não, nunca. Levante e tire toda a roupa agora!</p>
<p>E mais uma vez ele engoliu em seco, ela realmente veio com um humor terrível àquela noite, a ele só restava obedecer. Servi-la era o seu maior prazer. A satisfaria então. Tirou a roupa, dobrou e colocou no sofá, ela odiava desarrumação. Com um gesto ela apontou para o chão e ele entendeu que era para ficar novamente de quatro. Assim ele fez, respirou fundo e fechou os olhos. Só que percebendo isso ela segurou seu cabelo com firmeza e disse bem ao seu ouvido:</p>
<p>- Que medinho é esse? Soube ser machinho e me desafiar usando cuequinhas em casa não soube? Agora agüente as conseqüências.</p>
<p>- Sim amor&#8230; – ele respondeu resignado, mas visivelmente excitado com a cena.</p>
<p>Ele então ouviu o barulho da luva de látex sendo calçada e logo depois sentiu o gel gelado sendo espalhado pelo dedinho dela, uma deliciosa tortura, que ela sabia como ninguém submetê-lo.</p>
<p>- Fala sério, vai?! Você só faz estas coisas erradas por que fica ansiando pelo castigo, coisinha pervertida!</p>
<p>Ela colocou dois dedos dentro dele, massageando a sua próstata, iniciando um vai e vem que era impossível não sentir prazer apesar da invasão do seu corpo. No entanto antes que o prazer se tornasse intenso, de uma vez só ela tirou os dedos e o preencheu com um plug anal, que colocado de uma vez só causou inicialmente uma grande dor e desconforto. Com a dor, ele deixou cair o corpo pra frente, e ela soltou uma deliciosa gargalhada.</p>
<p>- O que foi? Está doendo? Onde está o machinho corajoso que ousou me desobedecer?</p>
<p>Ele respirou fundo e não disse nada. Estava ali, nu, no chão da sala, preenchido pelo plug. Era uma das sensações mais humilhantes a qual ela o submetia. Aquilo o humilhava em sua virilidade e ela sabia disso e justamente por isso tripudiava ainda mais. Aproximou o rosto do dele e acariciou-o.</p>
<p>- Nossa&#8230; Isso é uma lágrima?! Impossível ser uma lágrima&#8230; Se fosse uma lágrima, este pau não estaria duro entre as suas pernas.</p>
<p>E ele não podia negar o prazer que tal humilhação transmitia.</p>
<p>- Diga um número de um a dez&#8230; – ela disse.</p>
<p>- Cinco&#8230;</p>
<p>- Agora multiplique por dois&#8230;</p>
<p>- Dez</p>
<p>- Que dia é hoje mesmo?</p>
<p>- Vinte e nove.</p>
<p>- Pois bem, serão os seus dez, mais os vinte e nove dias do mês.</p>
<p>- Trinta e nove o que, amor?</p>
<p>- Trinta e nove chineladas, ué?! Garanto que de agora em diante, você vai pensar duas vezes antes de me desobedecer.</p>
<p>E assim ela fez. Foram trinta e nove chineladas em que ele teve de contar em voz alta, as quais ele errou lá pelos vinte e tantos e teve que começar do um. Chineladas que ardiam sua carne, mas contraditoriamente excitavam o seu corpo. Tantas, mas tantas, que ele até esqueceu a dor de estar preenchido pelo plug, apesar de a cada uma se contrair, só sentia o calor e a dor na área espancada sem dó nem piedade.</p>
<p>Após as chineladas ela então tornou a sentar na poltrona, visivelmente cansada com a surra. Sem dizer nada, com o pé forçou o seu corpo a deitar no chão, e com a mão acariciou a área vermelha de tanta chinelada. Bem devagar retirou o plug e acariciou-o com os dedos. Virou-o de frente e ele se permitia ser completamente manipulado. Ainda sentada ela iniciou uma carícia com os pés em suas coxas, barriga, e vendo-o uma vez mais excitado. Iniciou um vai e vem com o pé calçado pela mesma havaiana que a pouco era seu objeto de tortura. Ela olhava diretamente em seus olhos e percebia a respiração ficar ofegante. Esfregava nele as solas do chinelo, manipulando e forçando. Foi então que percebendo que ele não agüentaria muito mais ela disse:</p>
<p>- Goza pra mim agora, vai?! Eu sei que você odeia ser tão pervertido, mas eu adoro ver essa tua cara de bobo aí no chão, enquanto eu te faço gozar pela sola do mesmo chinelo que agora a pouco te espancou.</p>
<p>E ele então respirou fundo e não pôde mais conter o gozo, que veio forte e intenso, a ponto de melar toda a barriga e tórax. E com ele ainda deitado e ofegante ela ficou de pé sobre ele. Olhou pra baixo e com as solas do chinelo esfregou todo o gozo pelo corpo dele, pelos, esfregou na face, ordenou que lambesse e só então se afastou.</p>
<p>Ele ali, no chão, com aquela carinha lambuzada e extasiada. E ela de pé, sorrindo docemente pra ele. &#8220;Como podia ser tão doce e tão má?&#8221;, pensou. Ela então estendeu a mão pra ele, que aceitou e se levantou.</p>
<p>- Estou tão levinha agora meu menino&#8230; Acho que essa surra que te dei me fez bem&#8230; Tive um dia daqueles no trabalho. Estava uma pilha. Prepara a banheira pra nós, quero relaxar um pouquinho e você aproveita para esfregar minhas costas, ok?!</p>
<p>- Claro amor, vou fazer isso agora.</p>
<p>E subiram então as escadas abraçadinhos, com ela comentando o cheiro do molho à bolonhesa que parecia estar delicioso, não vendo a hora de provar o motivo das vinte e nove chineladas além das dez escolhidas.</p>
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