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	<title>Formação de Professor|Cultura Educacional |Educação E Blog</title>
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	<description>No princípio, este Blog seria sobre História, Educação, Arte, Ciência e Tecnlogia. Agora é qualquer coisa que a cabeça pensa, o coração sente e os dedos teclam na redondeza e que possa contribuir para a formação do professor no Brasil.</description>
	<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 02:21:10 +0000</pubDate>
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		<title>Da Irreversibilidade Da Morte</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 02:20:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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Da Irreversibilidade Da Morte
A morte, ou o tema da morte, seja como for, está sempre nos rodeando e nos pegando de surpresa. Li, recentemente, alguns blogueiros, o Fernandão, do Bloguetando Educação, o Franz, do Este Blog é minha rua, conversando com seus leitores sobre o tema da Morte. Lembro também de ter lido há pouco [...]]]></description>
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<p><strong>Da Irreversibilidade Da Morte</strong></p>
<p>A morte, ou o tema da morte, seja como for, está sempre nos rodeando e nos pegando de surpresa. Li, recentemente, alguns blogueiros, o Fernandão, do <strong><a href="http://bloguetando.blogspot.com/2009/07/morreu-meu-amigo-conoro.html">Bloguetando Educação</a></strong>, o Franz, do <strong><a href="http://esteblogminharua.blogspot.com/2009/03/morte-e-o-fim-do-novelo.html">Este Blog é minha rua</a></strong>, conversando com seus leitores sobre o tema da Morte. Lembro também de ter lido há pouco tempo, no <strong><a href="http://escutaze.blog.uol.com.br/arch2009-05-01_2009-05-31.html">Blog EscutaZé</a>,</strong> uma crônica interessante sobre o cuidar dos velhos, que se tornam filhos dos filhos, e a expectativa de encontro com a morte a qualquer hora.</p>
<p>A indagação criada nos dois primeiros Posts citados acima é sobre a relação Morte e Educação. Para minha surpresa, revendo alguns Posts aqui no Soprando.Net, vi e reli vários deles que carregam a Tag “Morte”. Na despedida do ano de 2008, por exemplo, <strong><a href="http://www.soprando.net/poesia/lembrancas-de-2008">Lembranças de 2008</a></strong>, ao falar sobre o ano que passou, disse, de raspão, sobre o aprendizado da dor, contínua, nada fácil, da morte do meu pai.</p>
<p>Eu vejo como um alto valor educacional lançar a interrogação sobre a morte, principalmente porque ela ou anda virando moda de exibição pública, como é o caso de mortes de grandes estrelas nacionais e internacionais, ou é deixada de lado, como um bicho papão que ninguém quer por perto. De onde viemos e para onde vamos são temas clássicos na filosofia nossa de cada dia, que reencontramos quando morre um amigo, conhecido ou parente próximo.</p>
<p>Além da Fé, que cada um escolhe ter, penso que a arte também é uma boa conselheira, para não dizer amiga, para este encontro inesperado e irreversível com a morte. E foi pensando nisto que me veio uma idéia para este Post. O Saramago sugere aos seus leitores que organizem uma lista de livro, que ele chama de “Família de espírito”, para indicarem às outras pessoas. Já que não sabemos para onde vamos, podemos, além da fé, como já foi dito acima, tentar criar maneiras alternativas de compor com a morte nossa perspectiva de vida, indicando uma “Família de espírito”, de textos, vídeos, músicas que podem nos ajudar a pensar sobre o drama da irreversibilidade da morte.</p>
<p>George Harrison, no Vídeo My Sweet Lord, expressa uma vontade de estar perto e ver o Senhor, talvez representando, este possível encontro, um momento de paz. Um encontro com uma crença em vida como possibilidade de coragem para enfrentar a morte.</p>
<p><strong>George Harrison My Sweet Lord</strong><br />
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		<title>Concepções De Mundo No Debate Científico</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 10:46:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tecnologias da Informação e Comunicação]]></category>
<category>educacional</category><category>ponto de mutação</category><category>Tecnologias da Informação e Comunicação</category><category>universo elegante</category>
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Concepções De Mundo No Debate Científico
Eu publiquei aqui no Blog, recentemente, um post intitulado Universo Elegante. Trata-se de 3 documentários sobre uma exposição de idéias do campo científico da física, suas novas tendências de interpretação e concepções de mundo. Há outro filme, que para aqueles que utilizam dessas tecnologias educacionais me parece ser apropriado para [...]]]></description>
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<p><strong>Concepções De Mundo No Debate Científico</strong></p>
<p>Eu publiquei aqui no Blog, recentemente, um post intitulado <strong><a href="http://www.soprando.net/tecnologia/o-universo-elegante">Universo Elegante</a></strong>. Trata-se de 3 documentários sobre uma exposição de idéias do campo científico da física, suas novas tendências de interpretação e concepções de mundo. Há outro filme, que para aqueles que utilizam dessas tecnologias educacionais me parece ser apropriado para implementar este debate e que já vem sendo usado por colegas (eu também já o utilizei em minhas aulas), que o <strong>Ponto de Mutação</strong>. </p>
<p>Veja o filme abaixo e depois compare com os documentários de O Universo Elegante. Com certeza você irá exercitar os músculos pensantes.</p>
<p><embed id="VideoPlayback" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=854094769667634943&#038;hl=pt-BR&#038;fs=true" style="width:400px;height:326px" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" type="application/x-shockwave-flash"> </embed></p>
<p>obs. Dependendo da sua conexão, pode demorar um tempo para o filme carregar no seu micro.</p>
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		<title>O Valor Do Aprendizado Sob Suspeita</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 16:37:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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O Valor Do Aprendizado Sob Suspeita
 
Eu já disse em outro lugar, onde não me lembro mais, e também já li que aprender dói. Em outras palavras, o aprendizado, seja de qual matéria for, carrega em si e para o aprendente certa dor, seja pelo esforço, pelo querer ou qualquer reação física ou emocional. [...]]]></description>
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<p> <![endif]--></p>
<p class="ArtigoTexto"><span style="font-size: 11pt"><strong>O Valor Do Aprendizado Sob Suspeita</strong><o:p></o:p></span></p>
<p class="ArtigoTexto"><span style="font-size: 11pt"><o:p> </o:p></span></p>
<p class="ArtigoTexto"><span style="font-size: 11pt">Eu já disse em outro lugar, onde não me lembro mais, e também já li que aprender dói. Em outras palavras, o aprendizado, seja de qual matéria for, carrega em si e para o aprendente certa dor, seja pelo esforço, pelo querer ou qualquer reação física ou emocional. E digo isto, ou reedito o que eu já disse em outro lugar, principalmente porque para mim, na qualidade de aprendente, as coisas também acontecem assim, a despeito de meus alunos acreditarem que para o professor, aprender é algo natural. Isto é uma ilusão!<o:p></o:p></span></p>
<p class="ArtigoTexto"><span style="font-size: 11pt"><o:p> </o:p></span></p>
<p class="ArtigoTexto"><span style="font-size: 11pt">E talvez por ter esta faceta de dor, o aprendizado de qualquer matéria merece de nós, aprendizes, atenção especial. Porém, ao deparar com a realidade da sala de aula salta uma impressão suspeita de que o aprendizado escolar está fora de moda, sem paixão, sem hegemonia, marketing e talvez, mais do que isto, cambaleando no terreno movediço da realidade sócio cultural. Eu insisto, para que o(a) leitor(a) não me compreenda mal: esta é uma impressão.<o:p></o:p></span></p>
<p class="ArtigoTexto"><span style="font-size: 11pt"><o:p> </o:p></span></p>
<p class="ArtigoTexto"><span style="font-size: 11pt">É raro ver alunos(as) envolvidos até os dentes em aprender os conteúdos disciplinares. Indago se nós professores estamos indicando realmente leituras suficientes para o interesse e despertar formativo do alunado (esta seria uma questão para um longo debate). Mas indago também sobre esta atitude consumista, cada vez mais presente na Universidade, de estudar para tirar nota.<o:p></o:p></span></p>
<p class="ArtigoTexto"><span style="font-size: 11pt"><o:p> </o:p></span></p>
<p class="ArtigoTexto"><span style="font-size: 11pt">Por um lado, vejo que a carência do alunado nas práticas necessárias ao bom aprendizado, tais como ler e escrever, deixa aos ingressantes universitários um ardo trabalho de atualização de seus conhecimentos. O ingresso na linguagem acadêmica, seja através de leitura de textos diferentes àqueles acostumados a ler no ensino médio, seja pela produção de novos textos, também num teor de exigência bem superior ao do ensino médio, é um verdadeiro rito de passagem. E tudo isto sem contar a necessidade de absorção e digestão de novos conhecimentos.<o:p></o:p></span></p>
<p class="ArtigoTexto"><span style="font-size: 11pt"><o:p> </o:p></span></p>
<p class="ArtigoTexto"><span style="font-size: 11pt">Mas eu não entendo uma questão: a entrada na universidade parece-me que não foi compulsória, teve sim a opção livre do aluno. Ora, a partir do momento que alguém opta por fazer vestibular e seguir uma carreira, há dois caminhos: concluir o curso ou abandoná-lo. No caso de querer concluir significa encarar os fatos, arregaçar as mangas e mergulhar nos estudos. Mas não é esta a impressão que tenho.<o:p></o:p></span></p>
<p class="ArtigoTexto"><span style="font-size: 11pt"><o:p> </o:p></span></p>
<p class="ArtigoTexto"><span style="font-size: 11pt">Em outras palavras: onde está a paixão, o valor em aprender?<o:p></o:p></span></p>
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		<title>Corpo, Gênero E Cinema</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 15:37:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
<category>cinema</category><category>corpo</category><category>dança</category><category>filme</category><category>gênero</category>
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Corpo, Gênero E Cinema
 
 
O Projeto “Vamos ao Cinema” (UFG-Catalão) apresentou ontem, dia 02 de julho, o filme A última Dança*, coordenado pela professora Dra. Andréia Cristina Peixoto Ferreira e pela sua aluna, Andréia Felipe. A exibição, segundo as coordenadoras, fazia parte de um projeto de pesquisa intitulado: “Dança, Gênero e Experiências Estéticas na [...]]]></description>
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<p><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8" /><meta name="ProgId" content="Word.Document" /><meta name="Generator" content="Microsoft Word 11" /><meta name="Originator" content="Microsoft Word 11" /></p>
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<p class="ArtigoTexto">Corpo, Gênero E Cinema</p>
<p class="ArtigoTexto"><o:p> </o:p></p>
<p class="ArtigoTexto"><o:p> </o:p></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><a href="http://www.soprando.net/wp-content/uploads/2009/07/a-ultima-danca.jpg" title="a-ultima-danca.jpg"><img src="http://www.soprando.net/wp-content/uploads/2009/07/a-ultima-danca.jpg" alt="a-ultima-danca.jpg" align="left" width="242" height="315" /></a><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana">O Projeto “Vamos ao Cinema” (UFG-Catalão) apresentou ontem, dia 02 de julho, o filme <strong>A última Dança*</strong>, coordenado pela professora Dra. Andréia Cristina Peixoto Ferreira e pela sua aluna, Andréia Felipe. A exibição, segundo as coordenadoras, fazia parte de um projeto de pesquisa intitulado: “Dança, Gênero e Experiências Estéticas na Linguagem Contemporânea”. Ao público, foi distribuído um questionário (abaixo), solicitando e indicando que as respostas iriam compor o quadro de dados coletados para a pesquisa referida acima.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><o:p> </o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: #993300">Questionário:<o:p></o:p></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: #993300"><o:p> </o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: #993300">Comente o roteiro do filme “A Última Dança”, buscando mostrar suas impressões sobre esse enredo, especialmente, no que se refere aos seguintes aspectos:<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: #993300"><span>a)<span style="font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal">     </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: #993300">Como os homens e as mulheres expressam suas atitudes e emoções ao se movimentarem nas coreografias de dança moderna/contemporânea expostas no filme?<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: #993300"><span>b)<span style="font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal">     </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: #993300">Há diferenças de posturas e posicionamentos entre os homens e as mulheres que dançam?<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: #993300"><span>c)<span style="font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal">     </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: #993300">Como você percebe a dança entre homens (dançando juntos) e entre mulheres (dançando juntas) neste filme?<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: #993300"><span>d)<span style="font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal">     </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: #993300">O enredo do filme ajuda a refletir sobre padrões, estereótipos, preconceitos, tabus em torno do corpo masculino e feminino que dança?<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><o:p> </o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana">O meu objetivo aqui é dar a minha colaboração e disponibilizar a outros leitores do Blog, que já viram o filme, a oportunidade de estarem também respondendo a estas questões, nos comentários abaixo.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><o:p> </o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana">De maneira geral, eu penso que o que o filme ganha em termos de dança, se sobrepõe ao que tem de fraco, em termos de representação cênica. O roteiro busca contar uma história amorosa que é representada na arte de dançar. O movimento tanto de homens quanto de mulheres, dançando, são vistosos, agradáveis e emocionantes. <o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><o:p> </o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana">O fato de geralmente o balé ser visto, pelo senso comum, como uma arte onde se tem a presença maciça de Gays, não é muito explorado no filme. Ao contrário, o filme foca na realidade amorosa entre um bailarino e uma bailarina e como seus sentimentos evoluem, se modificam e são expressos nos seus movimentos, tanto no palco, quanto na rua.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><o:p> </o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana">Esta questão da delicadeza do movimento, do levantar os braços, as pernas, as mãos, estarem associadas a uma postura afeminada, o que estaria, portanto, longe de posturas robustas, do macho, mexe, realmente, com o imaginário masculino social. Afinal, homem, para ser um bailarino tem que ser um Gay? Eu penso que não. E não vejo nenhum problema também dele ser um Gay. O que realmente conta é como ele/ela expõe seus sentimentos na arte da dança. E isto esta questão é tocada no filme, ou seja, dançar está associado à produção de significados. E esta produção passa necessariamente pelo campo dos sentimentos, de como queima a paixão de quem dança pela representação que produz. <o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><o:p> </o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana">Indago também da relação entre o(a) professor(a) e o(a) bailarino(a). No caso do Ensino Fundamental, e talvez da Educação Escolar em geral, a grande presença feminina é um dado importante a se considerar. Ministrar uma aula poderia ser comparado a bailar? Creio que sim. A expressão corporal, os movimentos, a fala pausada, ou não, do(a) professor(a) em sala de aula pode ser indicado como um balé. Um balé do conhecimento, onde é ímpar a importância de quem está dançando (dando aula). E gênero masculino/feminino é um fator a se considerar na produção desta cultura escolar.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><o:p> </o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana">Agradeço o convite a assistir ao filme e espero ter colaborado!</span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><o:p> </o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana">* <span style="color: blue"><a href="http://www.webcine.com.br/filmessi/oneladan.htm">Veja aqui Sinopse do Filme</a></span></span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><o:p></o:p></span></p>
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		<title>O Curso De Pedagogia Sob O Olhar De Ex-Alunas</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 01:24:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aprendizagem Compartilhada]]></category>
<category>aprendizagem compartilhada</category><category>catalão</category><category>memória</category><category>núcleo livre</category><category>ufg</category>
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O Curso De Pedagogia Sob O Olhar De Ex-Alunas
Ontem, dia 01 de julho, tivemos o encerramento da disciplina “Memória e Formação Docente: o uso de (auto)biografias na formação docente”. Disciplina de Núcleo Livre, oferecida no Curso de Pedagogia (UFG-Catalão), teve por objetivo efetuar estudos sobre a relação entre memória e formação docente, dando margem aos [...]]]></description>
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<p><strong>O Curso De Pedagogia Sob O Olhar De Ex-Alunas</strong></p>
<p>Ontem, dia 01 de julho, tivemos o encerramento da disciplina “Memória e Formação Docente: o uso de (auto)biografias na formação docente”. Disciplina de Núcleo Livre, oferecida no Curso de Pedagogia (UFG-Catalão), teve por objetivo efetuar estudos sobre a relação entre memória e formação docente, dando margem aos estudos (auto)biográficos como investigação e formação de histórias educacionais no Brasil, e em especial no Sudeste Goiano.</p>
<p>Nesse movimento, destacamos 3 questões:</p>
<p>1.	A importância das Histórias de Vida na conquista, ou reconquista do(a) professor(a) de sua própria história, de suas memórias coletivas.<br />
2.	Intensificar o pensamento sobre as questões de memória, história e esquecimento, oportunizando a abertura de outras formas de pensar a pesquisa em Educação.<br />
3.	Produzir histórias do curso de pedagogia através dos testemunhos de ex-alunas. Isto, como um exercício de práticas de entrevistas, interpretações e produção de significados.</p>
<p>Nesta primeira versão da disciplina, podemos dizer, o Curso ficou meio que eira nem beira, sendo ajustado de acordo com a demanda estudantil, seu relacionamento com os textos lidos e a proposta disciplinar oferecida. </p>
<p>Acredito que atingimos alguns objetivos. E um deles foi este nosso encontro, reunindo ex-alunas, que foram entrevistas sobre suas memórias de quando foram alunas; as alunas e aluno da disciplina e professores do Curso de Pedagogia. Neste encontro, as experiências das ex-alunas se cruzaram com as da turma de Núcleo Livre.</p>
<p>E na conversa que estabelecemos, destaco uma questão: a paixão em aprender, que era bem perceptível nas primeiras turmas do Curso, que está completando seus 21 anos, já há alguns anos parece não estar desaparecendo das turmas entrantes. É como o dançarino que com a perda da paixão por dançar, perde a graça, a suavidade e a delícia dos movimentos.</p>
<p>Para onde foi a vontade de aprender dos estudantes universitários? O que os motiva a cursarem 4 anos de universidade?</p>
<p>Falar do passado, das memórias, das lembranças pode compor tanto como resistência à destruição da memória, quanto à destruição da Educação e da Escola como lugar privilegiado de produção de conhecimento e aprendizagens.</p>
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