<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2891530418468978933</id><updated>2024-03-20T06:37:40.824-07:00</updated><title type='text'>BINHO CARNEIRO ZAVASKI</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cczavaski.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>BINHO CARNEIRO ZAVASKI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04876546284433876703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEje27JxfN-opXjJcGe-fGFutjaBlM63wzZZVyK6YLVDu9O9WMSUq1rEXVOZnyuqPNlGt9L1IOomVIHLn1FoSWo2-2CS3zbozbcylHeC9ijw7bD29QHgNLNiIJ1-iolcNGU/s149/DSC01055.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>94</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2891530418468978933.post-1918446752125233886</id><published>2023-05-15T06:54:00.001-07:00</published><updated>2023-05-15T06:54:22.247-07:00</updated><title type='text'>Meio Ambiente e Política Ambiental no Governo Lula – Binho Zavaski - Cleberson Carneiro Zavaski* </title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.295; margin-bottom: 8.0pt; margin-top: 0.0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; font-variant-alternates: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;A agenda do meio ambiente e da política ambiental como um todo se mostra como um dos grandes desafios do governo Lula 3. Isso porque nos últimos anos, enfrentamos o desmantelamento deliberado e ilegal das políticas públicas, marcos regulatórios, espaços de controle e participação social, órgãos e instituições públicas ligadas à preservação das florestas, da biodiversidade, do patrimônio genético e da agenda climática e ambiental como um todo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.295; margin-bottom: 8.0pt; margin-top: 0.0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; font-variant-alternates: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Nesse cenário, o momento atual é de reconstrução, contribuindo para recolocar o Brasil de volta nos trilhos do futuro, destacando sua potência ambiental, aspecto que já foi exemplo para diversos países do mundo. Para tanto, a construção coletiva deve ser um marco de mobilização em torno de objetivos comuns, resultando em ganhos para o processo gerencial e técnico com diretrizes claras, tais como: a) legitimidade de confluência de construção, estabelecendo uma capilarização; b) a transversalidade ou interseccionalidade como coluna vertebral conceitual, potencializando diferentes diretrizes estratégicas, envolvendo, atores transversais e horizontais, de dentro e fora do poder público, com capacidade de parcerias e apoios mútuos para atender a nossa missão. Ademais, é necessário , através da implementação de diretrizes estratégicas validadas coletivamente, alcançar aspectos caros e imprescindíveis para a sociedade brasileira, como a geração de emprego e renda, diminuição da desigualdade social, entre outros; c) propor a reorganização, a partir dos problemas e desafios referentes a questão de gênero e a distribuição geográfica, com maior igualdade nos cargos e funções comissionadas de tomada de decisão nos órgãos ambientais e em todas as organizações governamentais e instituições que tratam da questão ambiental; d) descentralização, e empoderamento das unidades singulares que atuam na ponta e que efetivamente estão nos territórios locais e regionais; e) participação e controle da sociedade retomando fóruns e demais instrumentos na tomada de decisão; f) visão de gestão territorial envolvendo a confluência de diferentes políticas públicas, buscando o cuidado com os biomas e com unidades transfronteiriças, entre outras; g) subsidiar o cuidado e conforto das equipes dos órgãos ambientais para possam operar efetivamente;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.295; margin-bottom: 8.0pt; margin-top: 0.0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; font-variant-alternates: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Algumas diretrizes gerais apresentadas fazem parte de uma contribuição para que possamos alcançar os desdobramentos necessários para a real operacionalidade na gestão, tanto do órgão ambiental no qual sou lotado, quanto na gestão ambiental federal&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.295; margin-bottom: 8.0pt; margin-top: 0.0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; font-variant-alternates: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Tais diretrizes gerais são relevantes, pois, nos &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #212529; font-size: 12pt; font-variant-alternates: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;últimos seis anos, o Brasil foi de país protagonista a pária ambiental com o avanço do desmatamento, do garimpo ilegal e dos incêndios florestais, impondo a necessidade de organização e participação coletiva no processo de reconstrução Afinal, não por acaso, a agenda ambiental se tornou um dos principais pontos de pauta nas últimas eleições presidenciais, o que levou à adesão de muitos setores da sociedade às propostas do Presidente Lula, do Partido dos Trabalhadores (PT) e do governo eleito democraticamente em 2022.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.295; margin-bottom: 8.0pt; margin-top: 0.0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #212529; font-size: 12pt; font-variant-alternates: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Como parte dessa reconstrução está a retomada de agendas que ficaram paralisadas na gestão anterior, mesmo sabendo de antemão que muitas não darão resultados imediatos, algumas respostas já estão sendo sinalizadas para a sociedade. Como forma de mostrar a presença do Estado em campo, consideramos que o enfrentamento dos crimes ambientais, como no caso emblemático da retirada de milhares de garimpeiros da TI Yanomami, simboliza “o fim da impunidade”, chamando a atenção para a importante decisão da Advocacia Geral da União (AGU), que&amp;nbsp;rejeitou a prescrição&amp;nbsp;de R$ 29 bilhões em multas ambientais. Isso significou o andamento processual de 173 mil autos de infração que não vão prescrever, além de demonstrar publicamente o fim do sentimento de impunidade que vinha sendo alimentado até dezembro de 2022.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.295; margin-bottom: 8.0pt; margin-top: 0.0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #212529; font-size: 12pt; font-variant-alternates: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Ademais, o Fundo Nacional de Meio Ambiente vai passar a receber 50% do valor das infrações cobradas para apoiar o processo de transição ecológica no Brasil, saindo dos 20% destinados anteriormente. A medida foi assegurada pelo Decreto 11/2023, assinado pelo presidente Lula e a ministra Marina Silva.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.295; margin-bottom: 8.0pt; margin-top: 0.0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #212529; font-size: 12pt; font-variant-alternates: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;O novo momento também mostra importantes acenos do governo atual na questão da transição ecológica brasileira, como por exemplo a parceria firmada entre Brasil e Alemanha para a produção de hidrogênio de baixo carbono. Grandes acenos também vemos no legislativo brasileiro. Foi instalada no Senado Federal recentemente a Comissão Especial do Hidrogênio Verde para promover debates e outras iniciativas sobre políticas públicas envolvendo e fomentando &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #1e293b; font-size: 12pt; font-variant-alternates: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;o ganho em escala das tecnologias de geração de energia limpa e avaliar políticas públicas que estimulem a tecnologia do hidrogênio verde.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #212529; font-size: 12pt; font-variant-alternates: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.295; margin-bottom: 8.0pt; margin-top: 0.0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #212529; font-size: 12pt; font-variant-alternates: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Nesse contexto, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) também retoma o seu protagonismo na agenda ambiental, ao bloquear financiamento para proprietários rurais que tenham desmatado ilegalmente áreas protegidas. Nesse sentido, para ampliar o rigor, foi firmada uma parceria com o Projeto MapBiomas, que atua no monitoramento do desmatamento nos biomas brasileiros, a partir de análises de imagens de satélites em alta resolução.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.295; margin-bottom: 8.0pt; margin-top: 0.0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #212529; font-size: 12pt; font-variant-alternates: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Por fim, ainda&amp;nbsp; há o chamado “Pacote da Destruição” com vários projetos de lei que retrocedem e desmontam o arcabouço legal ambiental brasileiro. Diante disso, alertamos para os desafios que rondam a sociedade brasileira e o constante e necessária vigilância para que não tenhamos retrocessos nas legislações ambientais, tendo em vista os jogos de forças e interesses da bancada ruralista que continua tendo grande poder de influência no Congresso Nacional.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.295; margin-bottom: 8.0pt; margin-top: 0.0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #212529; font-size: 12pt; font-variant-alternates: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Portanto, diante da conjuntura apresentada, é categórico que avancemos ainda mais na reconstrução da agenda ambiental, que transformemos esse caminho num processo coletivo e descentralizado que possa efetivamente estabelecer os pilares da potência ambiental que o Brasil de fato é e representa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.295; margin-bottom: 8.0pt; margin-top: 0.0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #212529; font-size: 12pt; font-variant-alternates: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Vamos juntos construindo o novo momento para a agenda ambiental brasileira.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 1.2; margin-bottom: 0.0pt; margin-top: 0.0pt; padding: 0.0pt 0.0pt 14.0pt 0.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.295; margin-bottom: 8.0pt; margin-top: 0.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; font-style: italic; font-variant-alternates: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-numeric: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;*Analista Ambiental do ICMBio/MMA, Engenheiro Agrônomo e Assessor nas Pautas Ambientais junto a Liderança do Governo no Senado Federal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cczavaski.blogspot.com/feeds/1918446752125233886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2023/05/meio-ambiente-e-politica-ambiental-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/1918446752125233886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/1918446752125233886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2023/05/meio-ambiente-e-politica-ambiental-no.html' title='Meio Ambiente e Política Ambiental no Governo Lula – Binho Zavaski - Cleberson Carneiro Zavaski* '/><author><name>BINHO CARNEIRO ZAVASKI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04876546284433876703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEje27JxfN-opXjJcGe-fGFutjaBlM63wzZZVyK6YLVDu9O9WMSUq1rEXVOZnyuqPNlGt9L1IOomVIHLn1FoSWo2-2CS3zbozbcylHeC9ijw7bD29QHgNLNiIJ1-iolcNGU/s149/DSC01055.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2891530418468978933.post-2431259135240081294</id><published>2021-11-01T05:15:00.000-07:00</published><updated>2021-11-01T05:15:16.634-07:00</updated><title type='text'>ENGENHEIRO AGRÔNOMO</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times; font-size: medium;&quot;&gt;Tenho amor aos horizontes largos do campo, ao cheiro da terra, ao cair da chuva, à alegria do sol, às carícias do vento, ao cântico das aves e ao barulho das folhas causado pelo vento, a brisa das cachoeiras e ao turbilhar dos córregos e rios.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times; font-size: medium;&quot;&gt;Tenho amor ao crescer das plantas, ao marulhar das searas, às ondas de ouro dos trigais maduros, ao desabrochar dos flocos de algodão, ao cheiro dos frutos maduros e ao brilho colorido das ervas ondulantes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times; font-size: medium;&quot;&gt;Tenho amor a todos os animais, grandes e pequenos, criados por Deus para auxiliar o homem; enternece-me a dedicação dos cavalos, a índole confiante dos carneiros, aos peixes no seu balé incansável em águas tranquilas ou em constante movimento, a docilidade das vacas e a serenidade dos porcos nas encerras e pocilgas. É a forma como agradecem o carinho e o cuidado com que são tratados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times; font-size: medium;&quot;&gt;Por amar essas coisas:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times; font-size: medium;&quot;&gt;Creio na terra e na vida da gente do campo, nos seus anseios, nas suas aspirações e nas suas crenças, nas suas lutas e labutas, nas suas faculdades e forças para melhorar as condições de vida e criar um ambiente agradável para os que lhes são queridos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times; font-size: medium;&quot;&gt;Creio nos lavradores, nos pequenos agricultores, nos sem terras e lutadores, nos atingidos por barragens, ribeirinhos e pescadores, nos extrativistas e nos povos das Águas, Campos e Florestas, índios e quilombolas, como sólido esteio da nossa nação, reservatório inesgotável da sua prosperidade, cultura e tradição, a mais firme defesa contra os que, de dentro ou de fora, pretendem despojá-la.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times; font-size: medium;&quot;&gt;Creio no direito do agricultor a um bem-estar maior, a um nível de vida que recompense o seu esforço, o seu trabalho e a sua perícia e o coloque em situação idêntica à dos que trabalham no comércio e na industria.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times; font-size: medium;&quot;&gt;Creio no seu direito a colaborar com os vizinhos para a defesa de interesses comuns e creio nos benefícios da ciência posta a serviço do seu bom senso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times; font-size: medium;&quot;&gt;Creio na integridade dos lares rurais, na pureza do amor das moças e na influência que o lar deve ter sobre a cultura, a arte e a energia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times; font-size: medium;&quot;&gt;Creio nos jovens das águas, dos campos e das florestas, nos seus anseios e sonhos, no seu direito a receberem preparação intelectual, física e moral e a responderem ao apelo da Terra que reclama os seus braços.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times; font-size: medium;&quot;&gt;Creio no meu trabalho, na oportunidade que me dá para ser útil, no que encerra do espírito de humanidade e de fraternidade, na luta diária e no cotidiano ousar, pensar, agir e lutar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times; font-size: medium;&quot;&gt;Creio nos serviços que presto, no direito das pessoas contarem com minha lealdade e o meu entusiasmo para propagar bons princípios e os ideais dos que buscam e encontram a verdade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times; font-size: medium;&quot;&gt;Creio em mim mesmo e humildemente, mas com toda a sinceridade, ofereço-me para auxiliar os homens, as mulheres e as crianças do meu Brasil a tornarem prósperas as suas terras, confortáveis e belos os seus lares, harmonioso e saudável o meio ambiente e assim, tornar útil a minha própria vida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times; font-size: medium;&quot;&gt;Por ter amor a todas estas coisas e por crer em tudo isto é que sou um Engenheiro Agrônomo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times; font-size: medium;&quot;&gt;&amp;nbsp;*Modificado por Cleberson Carneiro Zavaski (Binho Charrua), de um texto antigo achado em meio a anotações de um Engenheiro Agrônomo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cczavaski.blogspot.com/feeds/2431259135240081294/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2021/11/engenheiro-agronomo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/2431259135240081294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/2431259135240081294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2021/11/engenheiro-agronomo.html' title='ENGENHEIRO AGRÔNOMO'/><author><name>BINHO CARNEIRO ZAVASKI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04876546284433876703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEje27JxfN-opXjJcGe-fGFutjaBlM63wzZZVyK6YLVDu9O9WMSUq1rEXVOZnyuqPNlGt9L1IOomVIHLn1FoSWo2-2CS3zbozbcylHeC9ijw7bD29QHgNLNiIJ1-iolcNGU/s149/DSC01055.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2891530418468978933.post-5475243397592925739</id><published>2020-05-06T08:02:00.000-07:00</published><updated>2020-05-06T08:02:14.918-07:00</updated><title type='text'>O VOO DA GALINHA QUE QUERIA SER AGUIA</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Alguem que torcia com mais fé que otimismo a favor do governo me disse que considerava Sérgio Moro e Paulo Guedes as torres gêmeas desse governo, a pedra lapidar, aqueles que suportariam sobre seus ombros o sucesso prometido que cada dia mais se mostra não cumprido.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Uma metáfora colorida e imaginaria que tenta colocar um biombo a frente da cena que assistimos estupefatos diante de nossas televisões, enquanto permanecemos presos em nossas casas acuados pela tragédia que ronda este país, tragédia maior ainda do que essa que entra em nossos lares pela internet, TV, redes sociais e por todos os espaços, inclusive pelo som das panelas que se mostram a cada dia mais sem pudor.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A metáfora das torres não poderia e não pode descrever um conflito que traz em seu histórico a semente da maldade plantada pelo golpe e a vilania. Ali estava a contenda estampada na cara de todos, em horário nobre, dentro de nossas casas, usando de estratégias linguísticas que traduzidas para suas efetividades, seriam infestadas de adjetivos e predicados que fariam corar a face de uma jovem que tenta ganhar a vida nas ruas de Copacabana. Esse é o nível do governo e sua liturgia linguística, esse é o nível das contendas entre os pares.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
É um conflito de interesses do submundo. Eles não brigam pelo melhor para o país e pelo povo ou pelas classes que representam. Brigam por questões muito mais rasas que emergem da miséria de suas pretensões. São seres que se completam e se amparam nos meios e formas de produzir tragédias sociais por onde passam olhando firmemente para seus egos gigantescos e suas prioridades privadas desdenhando das coletividades e suas emergências, como também do altruísmo público que tanto se espera de quem aporte suas capacidades a disposição da sociedade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Sinceramente, essa torre já vai tarde, vai tarde depois de mortandades nos presídios que ninguém lembra porque uma parcela desumanizada desta sociedade se regozija intimamente com o bandido morto, enquanto mães, irmãs, esposas e filhos de apenados choram porque o estado brasileiro aprisiona homens e os condena a morte sem que na constituição exista tal mister.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Mas a torre propôs um pacote anticrime, dirão muitos, repetindo a velha lorota das mídias e do entendimento superficial, sem saberem que o proposto pacote violava valores constitucionais, continha ilegalidades flagrantes, e, agressões aos direitos e garantias fundamentais que contemplam o povo brasileiro. Não fosse a sociedade mobilizada e a pressão na câmara dos deputados teríamos hoje um código fascista a normatizar a sociedade e estabelecer condutas. Uma derrota que mostra muito sobre a forma de atuação e pretensões desse governo e para o qual o ministro da justiça atuou lado a lado com o centro de governo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A dita torre mostrou sua inércia na contenção dos avanços da milícia, tanto em suas ações ostensivas nas ruas e vielas deste país, como também nas ações legais que o governo recentemente engendrou no qual amplia o quantitativo de munição que pode ser adquirida e comportada por cada cidadão, aumentando o poder de compra, transações e municiamento de parcelas da sociedade ampliando a possibilidade de desvios e redirecionamentos dessas munições para grupos extremistas, milícias, tráfico e outros fins. Mas não só isso, também a recente revogação de portaria que facilitava o rastreamento de armas numa atitude que permite violações e inviabiliza o controle pelas autoridades competentes. Ambas medidas aprovadas este ano em janeiro e abril, tudo isso diante do nariz do ministro da Justiça e de sua conduta complacente, permissiva e alinhada.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A torre também nada fez mostrando inação nos casos das ofensas grotescas de grupelhos radicais e violentos contra o congresso e o STF (não que eles ministros não tenham máculas, mas a instituição não pode ser atacada por uma matilha atiçada)permitindo que meia dúzia de desajustados acompanhados por uma centena de fanáticos impusesse aflição a todo o país como que representassem de fato o povo brasileiro em suas demandas por AI-5 e golpes militares. São grupelhos mantidos e atiçados por quem está dentro e não fora do sistema. E nada ele fez para esclarecer a sociedade, tudo para não melindrar ou contrariar seu chefe e manter com ele a velha e eficiente fraternidade dos covardes.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A torre também nada fez durante e mediante o avanço do gabinete do ódio (uma estrutura paga com dinheiro público para elaborar textos, memes e visualizações para atacar pessoa e instituições) mesmo que a CPI das fake news já tenha rastreado o esquema e seus responsáveis e tenha identificado que a coisa funcionava bem ali do outro lado da rua de onde poderia ver de seu gabinete, estando a frente dessas ações tenebrosas seus amigos, conhecidos e, sabe-se lá, gente mais próxima. Nada de estranho para alguém que divulgou escutas telefônicas de uma presidente e fazia sistematicamente o repasse de informações de processos para meios de comunicação que as usava como queria para destruir biografias e governos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A torre não esclareceu o caso dos 39 quilos de cocaína no avião presidencial. Uma vergonha para a instituição da presidência da república que nos desmoraliza dentro e fora do país perante os cidadãos brasileiros e as demais nações que passam a nos ver como um país marginal, no qual suas aeronaves oficiais carregam drogas e muita droga com valores milionários. Até hoje o único culpado foi um sargento de carreira da aeronáutica sem que se tenha chegado aos verdadeiros autores traficantes de fato, deixando dúvida sobre a forma como o ministro da justiça tem atuado com as competências que lhe são atributo do cargo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Na segurança pública a torre tentou abocanhar e trazer para si um resultado que foi mérito dos governadores na diminuição da criminalidade fato que nenhuma política ou ação foi feita ou desenvolvida pelo Ministério da Justiça nesse período para resolver essa situação, chegando ao cúmulo de em reunião entre o presidente e secretários de justiça dos estados terem estes proposto um desmembramento de parte da pasta que segundo suas percepções era inoperante.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Enfim, um morto vivo que pouco habilitado para uma vida política não soube e não foi capaz de sobreviver no contexto difuso e resiliente que compõe o ambiente das relações de poder no planalto e que exige grande capacidade de diálogo com outras forças e também aceitação do contraditório. Talvez sua passagem pela magistratura, pelo menos a da lava jato, o tenha formatado em uma mentalidade das sentenças inquestionáveis que não se ajustam a democracia mas aos tribunais de exceção.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A torre ficou ali estática na paisagem, como que a enfeitar os volumes dispostos na esplanada oferecendo sua credibilidade social adquirida por meio de vultosa contribuição da empresa de mídia que controla parcela do país e a ela impõe seus desígnios. Permaneceu a torre no ministério da justiça, assim com letra minúscula,&amp;nbsp; esperando a indicação para o STF se valendo de sua credibilidade popular construída mediante a incursão em crimes de lawfare e tretas,mutretas e retretas entre o judiciário e o Ministério Público (sumido e escafedido com seus heróis de pés de barro) para perpetrar investigações e punições que forjaram uma farsa, com a ajuda da mídia, que teve como objetivo criminalizar uma força política e remover do poder por vias antidemocráticas a quem não conseguiam eles remover pela força do voto em seus projetos políticos esquálidos e desumanizados.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Nunca esqueceremos que a torre aceitou o cargo de ministro da justiça durante o transcurso de um processo eleitoral para qual desfecho sua atuação foi indispensável. Sua saída do governo, que ajudou a eleger e para o qual foi marinheiro de primeira nomeação creditando sua biografia, não foi intempestiva, ocasional ou decorrente de fatos contraditórios. Sua saída ocorre no tempo necessário e certo para não haver acusação de vínculo com o desastre e a tragédia que se avoluma no horizonte próximo. Percebendo a fragilidade de seu capitão deixou a promessa de tribunais superiores para lá, por que esperar mais, por que contentar-se com uma cadeira entre outras se pode ter uma cadeira só sua do outro lado da praça.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
É essa torre que quer arranhar o céu e ser lançada por seus padrinhos da vênus platinada como salvador da pátria e símbolo de justiça e honestidade para governar este país, ou pelo menos o país deles, cravando suas veleidades e executando mais uma tragédia nacional, mais um golpe, mais sofrimento e dor trazidos por homens de egos grandes e sonhos pequenos que olhados do horizonte da historia serão vistos como&amp;nbsp; insignificantes. Que tempos vivemos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Marcelo Pires&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cczavaski.blogspot.com/feeds/5475243397592925739/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2020/05/o-voo-da-galinha-que-queria-ser-aguia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/5475243397592925739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/5475243397592925739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2020/05/o-voo-da-galinha-que-queria-ser-aguia.html' title='O VOO DA GALINHA QUE QUERIA SER AGUIA'/><author><name>BINHO CARNEIRO ZAVASKI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04876546284433876703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEje27JxfN-opXjJcGe-fGFutjaBlM63wzZZVyK6YLVDu9O9WMSUq1rEXVOZnyuqPNlGt9L1IOomVIHLn1FoSWo2-2CS3zbozbcylHeC9ijw7bD29QHgNLNiIJ1-iolcNGU/s149/DSC01055.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2891530418468978933.post-1622618444959832018</id><published>2020-05-05T22:00:00.001-07:00</published><updated>2020-05-05T22:00:23.329-07:00</updated><title type='text'>O OVO DA SERPENTE</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
***O ovo da serpente foi gestado no colo da direita e do reacionarismo da extrema e raivosa ultradireita fascista e nazista, a elite nacional foi questionada durante 15 anos, pois o discurso hegemônico de décadas era de que o bolo precisava crescer para ser dividido e nos governos sociais democratas e de bem estar social de Lula e Dilma durante 4 eleições, foram confrontados tanto esta ideologia quanto o discurso histórico e só um golpe era capaz de romper este curso.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Lula e Dilma, deixaram claro que o bolo tem que ser dividido para crescer conjuntamente o País e seu Povo e todos precisam ser incluídos, colocaram o filho da empregada sentado ao lado do filho do patrão nas academias e Universidades e nos cursos mais importantes, os filhos nascidos na desigualdade foram em pé de igualdade e oportunidade financiados e apoiados em estudos fora do país, antes uma possibilidade irreal e que nunca seria alcançada pela grande maioria.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Deram voz e vez as classes historicamente situadas a margem da sociedade e do poder, levaram escolas de excelências a rincões onde a maioria não tinha a mínima condição de acesso nos parâmetros anteriores, aeroportos viraram &quot;rodoviárias&quot;, as empregadas domésticas agora com carteira assinada e direitos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
As elites ameaçadas reagiram e alimentaram a ódio contra o PT e a esquerda, alimentaram numa parcela da classe média um discurso de ódio figurando um inimigo que devia ser combatido, jogando no mesmo balaio da corrupção e da falta de ética partidos que historicamente tinham lado e sempre defenderam os trabalhadores.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Escolheram um maníaco psicopata ao defende-lo arduamente no segundo turno de uma eleição presidencial, Dória, Witzel, Maia, Alcolumbre, Luciano Huck, Rede Record, Igreja Universal e Evangélicas Neopentecostais junto com a Rede Globo do PIG, Moro &quot;Com Supremo e tudo&quot; e tantos outros foram seus escudeiros, mesmo o conhecendo e sabendo que era terrorista e tentou explodir quartéis, expulso do exercito e reincorporado via judicial, virou deputado durante 28 anos do baixo clero do esgoto da política sem projetos e sempre atrelado ao submundo do RJ, dos esquemas das rachadinhas, do uso de laranjas dos esgotos da política alimentado e alimentando exclusivamente um desejo de destruição geral, de qualquer possibilidade que atendesse o bem estar social, a democracia e a igualdade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Moro o até então caçador do PT, foi alçado a ser o pilar da ética e caçador de &quot;corruptos&quot;, o certificado de &quot;Bom moço&quot; e que manipularia a opinião pública e a máquina para proteger e blindar a familicia, criaram um posto Ipiranga para sinalizar aos banqueiros e mega-especuladores, o outro pilar para segurar e alimentar os privatistas e dar garantia ao &quot;Senhores dos Engenhos&quot;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O resumo do programa deLLes, que tudo oque foi feito pelo PT, um a um os programas iam ser destruídos mesmo que para isso houvesse a necessidade de destruir e fazer ruir os pilares da Democracia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Aí está o resultado na mesa, ainda não sabemos o fim desta macabra manobra e esperamos que o anúncio do apocalipse zumbi nunca chegue!!!!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
VIVA A LIBERDADE, VIVA A DEMOCRACIA, VIVA A IGUALDADE E VIVA A FRATERNIDADE!!!!!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
***Binho Zavaski.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
#ForaBol卐onaro: a ordem mundial é #FiqueEmCasa #RestezChezVous; #QuédateEnCasa;#BleibZuHause #Antinazifascista #Forafascistas #foranazistas #forabolsonaro&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cczavaski.blogspot.com/feeds/1622618444959832018/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2020/05/o-ovo-da-serpente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/1622618444959832018'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/1622618444959832018'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2020/05/o-ovo-da-serpente.html' title='O OVO DA SERPENTE'/><author><name>BINHO CARNEIRO ZAVASKI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04876546284433876703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEje27JxfN-opXjJcGe-fGFutjaBlM63wzZZVyK6YLVDu9O9WMSUq1rEXVOZnyuqPNlGt9L1IOomVIHLn1FoSWo2-2CS3zbozbcylHeC9ijw7bD29QHgNLNiIJ1-iolcNGU/s149/DSC01055.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2891530418468978933.post-8628934791173451865</id><published>2019-07-11T08:22:00.000-07:00</published><updated>2019-07-11T08:22:01.554-07:00</updated><title type='text'>PERSEGUIÇÃO DE MORO À ESQUERDA TERIA SIDO PROMESSA FEITA AO PAI NO LEITO DE MORTE</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;b&gt;Compreender&lt;/b&gt; o personagem Sérgio Fernando Moro, seu trabalho e sua sanha em prender o presidente Luís Inácio Lula da Silva e liquidar com seu partido é mergulhar, antes de tudo, na construção de sua psiquê. Compreender este personagem que destruiu não somente os fundamentos da própria Justiça, mas, sobretudo, as bases da Constituição de 1988, é compreender a fixação paranoica e psicopática de um homem que mergulhou a nação no caos do pós-golpe de 2016.&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;b&gt;Moro&lt;/b&gt; é filho de Odete Starke Moro e Dalton Áureo Moro. Seu pai, falecido em 2005, era originário de Ponta Grossa (PR), cidade próspera do estado do Paraná, e conhecida ultimamente na mídia como “Reaçolândia”, devido aos fortíssimos componentes ultra-conservadores advindos de políticos e empresários que se enquadram na Bancada BBB (Boi, Bala e Bíblia) do Congresso Nacional. A cidade, colonizada por alemães, ucranianos e polacos guarda os traços mais estereotipados de uma cultura branca avessa à miscigenação e fortemente patriarcal. Estas marcas permanecerão indeléveis em Dalton Moro e se tornarão ainda mais evidentes em seu rebento Sérgio Fernando Moro.&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;b&gt;Dalton Moro&lt;/b&gt; muda-se de Ponta Grossa à Maringá, e torna-se professor de Geografia de um colégio estadual e do Departamento de Geografia da Universidade Estadual de Maringá. Sua mãe, Odete Starke, torna-se professora do Instituto Estadual de Educação, tradicional colégio público do Estado.&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;b&gt;A&lt;/b&gt; vida em Maringá, é agradável, uma vez que a cidade, com grande colonização italiana e japonesa (e, em menor escala, de alemães), guarda os traços conservadores da velha Ponta Grossa. No entanto, três fatos abalarão a vida do Sr. Dalton: a greve de 1980, praticamente no estertor final do regime militar, de professores, com apoio do DCE (Diretório Central dos Estudantes), na Universidade Estadual de Maringá, a eleição de um prefeito pelo Partido dos Trabalhadores (PT) em 2000 e a eleição do presidente Lula em 2002.&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;b&gt;Mas&lt;/b&gt; aqui estamos nos adiantando na história … A vida em Maringá, apesar de pacata, tem lá seus desafios: a educação dos filhos seguindo uma moral cristã monolítica, as tradições, o civismo, a Pátria… Tudo isso dentro de uma família de cunho pesadamente patriarcal. A mãe de Moro, provavelmente sufocada por essa tradição extremamente anti-feminista se consola numa especialização no Departamento de Letras escrevendo uma monografia intitulada “Clarice Lispector: As personagens femininas de Laços de Família”, em 1987. Segundo Machado,&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;b&gt;A&lt;/b&gt; sujeição ao pensamento patriarcal e o comportamento condicionado é um dos reflexos sociais mais perceptíveis nos dois contos (de Clarice Lispector) analisados. Uma leitura atenta à condição feminina das personagens lispectorianas revela uma consistente crítica social, em que a sociedade ocupa um papel fundamental no desencadeamento dos conflitos psicológicos pelos quais passam as personagens retratadas. Além disso, é importante dedicar atenção ao que está no exterior do universo psicológico de cada personagem. Neste aspecto, o título de cada conto se mostra indissolúvel na hermenêutica de seus significados se relacionados ao título do livro. É o Amor que Ana nutre pelos filhos e pelo marido que a mantém ligada a eles; é a Festa de Aniversário razão única do encontro dos distintos membros da família de D. Anita. Estas duas razões, na esfera da instituição máxima que mantêm organizada a sociedade, mais que unir – tal como sugere o título Laços de Família -, tornam por agrilhoar pessoas distintas por natureza (in:&amp;nbsp;&lt;a data-saferedirecturl=&quot;https://www.google.com/url?q=http://desenredos.dominiotemporario.com/doc/13_-_artigo_-_Wellington_Machado.pdf&amp;amp;source=gmail&amp;amp;ust=1562939261455000&amp;amp;usg=AFQjCNGfP-_y6f3zd6FKQhwBHl-eeDdmcA&quot; href=&quot;http://desenredos.dominiotemporario.com/doc/13_-_artigo_-_Wellington_Machado.pdf&quot; style=&quot;color: #1155cc;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://desenredos.&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;dominiotemporario.com/doc/13_-&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;_artigo_-_Wellington_Machado.&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;pdf&lt;/a&gt;).&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;b&gt;Obviamente&lt;/b&gt; este trabalho acadêmico da mãe de Moro é uma válvula de escape ao seu papel de mãe e esposa sob o jugo patriarcal. No entanto, este pequeno candeeiro logo se apagará quando na educação dos filhos, será o papel do pai a se sobrepor na construção da psiquê do filho mais famoso do casal: Sérgio Fernando Moro. Educado e treinado sob as hostes do ideal da classe média, qual seja, fazer um filho “Doutor em Direito”, escalando as benesses da classe e dos altos salários pagos ao funcionalismo público hierarquizado do Poder Judiciário, Sérgio Moro torna-se uma máquina de estudar e galgar posições elevadas.&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;b&gt;O&lt;/b&gt; verniz conservador torna-se tintas grossas após um incidente no início da década de 80 na Universidade Estadual de Maringá. Este ano, 1980, é importante para a cidade e para o Brasil: marca os estertores finais do regime de exceção iniciado pelo golpe militar de 1964, pelo nascimento do Partido dos Trabalhadores, pela luta da Lei de Anistia e pela volta dos exilados políticos. Dalton Moro é contrário à abertura política. Na UEM está alinhado com a linha dura que administra a Universidade, cujo reitor é um administrador biônico escolhido pelo Governador de época. Eis que, no fervor da abertura da nova década, 1980, professores e alunos resolvem iniciar uma greve pela volta à Democracia no país e contra o ensino pago nas universidades públicas estaduais. Dalton Moro sente o golpe e não se sujeita à votação da maioria em favor da greve. Decide que no dia seguinte, ele e a esposa do então reitor, darão aulas independentemente da decisão democrática da Assembleia de Greve. Porém, os alunos não estão dispostos ao prosseguimento das duas disciplinas destes dois fura-greve. Diante do impasse, dois amigos meus, Professores da UEM, são chamados para conversar com os fura-greve. Os professores, em tom sereno, acabam convencendo Dalton e a esposa do reitor a dispensarem seus alunos. Após a saída de todos, as salas são trancadas, assim como as entradas do Bloco.&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;b&gt;Terminada&lt;/b&gt; a greve, o descontentamento de Dalton Moro se faz sentir no pedido de inquérito administrativo contra os dois professores que haviam intercedido no imbróglio com os alunos. A sede persecutória durou cerca de dois anos, com Dalton contente com as vicissitudes que passavam seus colegas grevistas, graças à punição aprovada. Este estado de ânimo conservador não ocorreu como um rompante contingencial: era traço característico de sua formação que ele impunha desde seu entorno imediato, sua família, até seu entorno institucional (universidade e escola). Enquanto chefe de Departamento, nunca permitiu a entrada de alunos e professores para discussões políticas, especialmente em épocas de eleições para Centro Acadêmico, Diretório Central do Estudante e Sindicato de Professores.&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;b&gt;Apesar&lt;/b&gt; de não ser um militante político, sua postura extremamente conservadora, simpática ao golpe militar e à administração biônica da UEM, influenciou demasiadamente seu filho que, aos cinco ou seis anos de idade, já vivia em primeira pessoa as batalhas do pai contra desafetos socialistas e comunistas…&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;b&gt;Em&lt;/b&gt; 1990, Sérgio Moro passa no exame vestibular da UEM para o curso de Direito. Gradua-se nos cinco anos do curso, formando-se em 1995.&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;b&gt;Dalton Moro&lt;/b&gt; e Odete Starke assistem com orgulho a ascenção meteórica do filho na magistratura, com Sérgio Moro tornando-se Juiz Federal em tempo recorde: um ano após a formatura na graduação em Direito. Mais recorde ainda, e fora de qualquer parâmetro exigido pela Academia e pela Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoas de Nível Superior-CAPES/MEC, Moro se tornará Mestre e Doutor em Direito pela UTFPR em dois anos (2001-2002). Este fato inusitado carece de explicações plausíveis porque, em geral, um Mestrado e Doutorado tomam cerca de seis anos para sua consecução efetiva (dois anos para Mestrado e quatro anos para Doutorado).&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;b&gt;Entre&lt;/b&gt; 1995 e 2000, Sérgio Moro ajuda um prefeito embaraçado na subtração de dinheiro público, Jairo Gianotto do PSDB, a livrar-se da cadeia. A quantia do roubo é astronômica (500 milhões à época; atualizado, este valor supera um bilhão de reais). Segundo consta no site do Brasil247, Sergio Moro, atuando em parceria com o tributarista e advogado do prefeito, Irivaldo Joaquim de Souza, consegue um habeas corpus para evitar a prisão do prefeito. Irivaldo advoga para o então prefeito, para o clã Barros (hoje representado pelo Ministro da Saúde do governo golpista, Ricardo Barros), em negócios que envolviam o tesoureiro de Gianotto, Paolicchi (assassinado anos depois), Alberto Youssef, Álvaro Dias e Jaime Lerner. Sérgio Moro faz um depoimento favorável ao Prefeito, determinante para a soltura do mega-meliante.&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;b&gt;A&lt;/b&gt; população de Maringá, irada com o roubo de seus impostos pelo ex-prefeito defendido por Moro, dá o troco nas urnas e, em 2000, elege o candidato José Claudio Pereira Neto, do Partido dos Trabalhadores, com quase 107 mil votos (uma das mais surpreendentes votações para Prefeito até os dias de hoje). Infelizmente, José Claudio não conseguirá terminar seu mandato posto que abatido por um câncer letal em 2003.&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;b&gt;Dalton Moro&lt;/b&gt; deve ter ficado lancinado com esta eleição. Transtornado com a vergonhosa administração de Jairo Gianotto, do PSDB, vê ascender ao poder um político socialista cuja primeira medida, como prefeito eleito é expor em praça pública duas mega-colheitadeiras confiscadas de uma das fazendas de Gianotto, compradas com o roubo do dinheiro público.&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;b&gt;A&lt;/b&gt; situação diante da família Moro torna-se ainda mais acachapante quando o então candidato Luís Inácio Lula da Silva vence as eleições presidenciais em 2002. É necessário que Moro filho honre o conservadorismo do pai, batalhando para destruir num plano muito maior as batalhas que seu genitor havia travado contra professores e alunos esquerdistas e o prefeito municipal. Corre uma lenda urbana em Maringá que Sergio Moro teria prometido ao pai, agonizante por um câncer que o mataria em 2005, que eliminaria a esquerda no Brasil.&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;b&gt;Importante&lt;/b&gt; destacar na formação de Moro, a orientação de seu Doutorado realizado sob o comando do Prof. Dr. Marçal Justen Filho, da UFPR: um ultraconservador, colaborador assíduo do Jornal de Direita A GAZETA DO POVO e defensor da ideia de que “o Estado só pode oferecer algo além do mínimo se for capaz de oferecer o mínimo muito bem” e ainda: “pode ser que a Petrobras sobreviva, mas ela vai sobreviver bem menor do que era”. Graças à esta doutrinação e patifaria, Sergio Moro e também seu colega de doutorado João Pedro Gebram Neto (do TRF4 que condenou Lula a 12 anos + 1 dia de prisão), conspiraram contra não somente Lula da Silva, mas contra os fundamentos da Justiça e da Democracia brasileira. Gebram deveria se julgar impedido, por conflito de interesses devido à sua amizade com Moro na pós-graduação; mas não! Preferiu o caminho da conspiração, assim como o outro juiz, Paulsen, também do TRF4, que ministra, junto com Moro, disciplinas de especialização na PUC do Rio Grande do Sul.&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;b&gt;O&lt;/b&gt; resto é História já conhecida … Moro torna-se professor (sem dedicação exclusiva) do Departamento de Direito da UFPR, em Curitiba, em 2007. O pai ainda teve o “orgulho” de ver o filho pródigo participar do “Program of Instruction for Lawyers” na Harvard Law School” em julho de 1998. Este curso de atualização (em sentido extensionista) seria o primeiro degrau para quase dez anos depois, em 2007, Moro participar do “International Visitors Program” organizado pelo Departamento de Estado norte-americano com visitas a agências e instituições dos EUA encarregadas da prevenção e do combate à lavagem de dinheiro. Este treinamento garantirá a conversão total de Moro no destruidor dos baluartes de nossa frágil Democracia. É neste momento que Moro encontrará o “mapa da mina” para destruir Lula, Dilma e o PT usando estratagemas da Lei, numa política aberta de Lawfare (perseguição política usando hermenêuticas relativistas da Justiça e da Constituição), honrando o pai Dalton e replicando toda sua educação baseada no patriarcalismo. Perdeu sua mãe, que timidamente, tentou romper o conservadorismo sufocante daquele que nasceu e havia se criado na Reaçolândia de Ponta Grossa! Os laços de família, sempre comandados pelo patriarca, parira um Juiz que destruiria não somente as bases da República e da democracia brasileira, mas, sobretudo, sua pujante indústria petrolífera, naval, nuclear e de engenharia civil, minando o futuro da Nação. Cumpre-se, pois, a promessa de Moro ao pai agonizante: destruíra as conquistas da Esquerda, mesmo que para isso tivesse jogado no lixo toda a população brasileira e seus anseios de um país soberano…&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
*Marcos Cesar Danhoni Neves é professor titular da Universidade Estadual de Maringá, autor de “Lições da Escuridão” entre outras obras.&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small; text-align: left;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Publicado originalmente na Revista Fórum”&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cczavaski.blogspot.com/feeds/8628934791173451865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2019/07/perseguicao-de-moro-esquerda-teria-sido.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/8628934791173451865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/8628934791173451865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2019/07/perseguicao-de-moro-esquerda-teria-sido.html' title='PERSEGUIÇÃO DE MORO À ESQUERDA TERIA SIDO PROMESSA FEITA AO PAI NO LEITO DE MORTE'/><author><name>BINHO CARNEIRO ZAVASKI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04876546284433876703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEje27JxfN-opXjJcGe-fGFutjaBlM63wzZZVyK6YLVDu9O9WMSUq1rEXVOZnyuqPNlGt9L1IOomVIHLn1FoSWo2-2CS3zbozbcylHeC9ijw7bD29QHgNLNiIJ1-iolcNGU/s149/DSC01055.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2891530418468978933.post-3269436193631346664</id><published>2017-09-21T06:10:00.002-07:00</published><updated>2017-09-21T06:10:54.849-07:00</updated><title type='text'>Antes de sair, Rodrigo Janot feriu de morte a lei da grilagem</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
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&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: arial, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;m_48208283548295833m_-24518511482548594gmail-sec-1-big m_48208283548295833m_-24518511482548594gmail-float-width&quot; style=&quot;color: #222222; font-family: arial, sans-serif;&quot;&gt;
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&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Por Jacques Távora Alfonsin&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Entre os objetivos do golpe de Estado, sofrido pelo país há mais de um ano, estava o de modificar o ordenamento jurídico brasileiro em tudo o que se referisse ao seu território.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Aprofundar a possibilidade da mercantilização da terra sem qualquer restrição que a tanto pudesse ser oposta pela sua função social no meio rural ou urbano; ampliar a possibilidade de sua aquisição por pessoa ou empresa estrangeira; regularizar posses de áreas griladas fazendo passar o ilícito por legal; impedir a reforma agrária; aumentar o avanço da fronteira agrícola para dentro da Amazônia legal; lançar todo o tipo de suspeita sobre áreas indígenas, quilombolas e de assentamentos para viabilizar o esbulho latifundiário sobre elas, esses e outros fins de usurpação privatista e predatória da terra precisavam do golpe de Estado para remover obstáculos contrários, previstos na Constituição Federal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A edição da Medida Provisória 759 foi o meio escolhido para impor ao território do país toda essa mudança. As resistências imediatamente oferecidas contra ela demonstraram ao (des)governo atual que o seu propósito não conseguiria aceitação fácil. Protestos veementes de movimentos populares defensores dos direitos humanos fundamentais sociais do povo pobre com direito de acesso à terra, de entidades atentas à depredação do nosso meio ambiente, pronunciamentos públicos de juristas e professoras/es de direito, pastorais sociais, logo se manifestaram pela rejeição da Medida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A Procuradoria da República chegou a publicar notas técnicas sobre esta matéria. Duas delas servem de exemplo. A primeira, do GT- Terras públicas e desapropriação, e a segunda do GT – Reforma Agrária, essa da Procuradoria geral dos direitos do cidadão. Ambas fornecem detalhada demonstração do danoso impacto que a MP 759 provocaria em todo o ordenamento jurídico brasileiro anterior sobre terra, aqui vigente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Assinada pela Doutora Ela Wiecko Volkmer de Castilho, Sub-Procuradora Geral da República e Coordenadora da 1ª Câmara de Coordenação e Revisão, a primeira nota publicou tabelas comparativas do tipo “como era”, referindo-se às leis anteriores sobre terra no Brasil, e “como passa a ser”, conforme previa a tal Medida Provisória, demostrando a profundidade e a extensão das inconstitucionalidades nela presentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A segunda, assinada pela Doutora Debora Duprat, comprova a “subversão da necessária compatibilização da destinação de terras públicas e devolutas com a política agrícola e com o plano nacional de reforma agrária (art. 188 da Constituição). Denuncia “graves repercussões ambientais”, relembra o princípio de proibição do retrocesso social, acusando a proposta de regularização fundiária urbana da Medida Provisória como “desconectada de Plano diretor e de licenciamento ambiental e urbanístico.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Como costuma acontecer num Estado de exceção, o atual (des) governo pouca ou nenhuma atenção dedicou aos protestos populares e às Notas técnicas da Procuradoria. O Congresso Nacional, hoje reduzido a um simples anexo do Poder Executivo, acolheu a Medida, sendo ela sancionada depois sob nº 13.465, em 11 de julho passado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Inconformada com esse despropósito, a Procuradoria da República pelo então Procurador Geral Rodrigo Janot, ingressou com uma ação direta de inconstitucionalidade no dia 30 de agosto passado (ADI nº 5.771) junto ao Supremo tribunal Federal, visando ver julgada a referida lei como infringente da Constituição Federal. Como já ocorrera com as Notas Técnicas, o arrazoado desta ação judicial indica tanto os vícios formais da lei como os de conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Se esta ação não for julgada procedente, a lei 13.645 vai certamente acirrar os históricos conflitos fundiários, responsáveis por tanta violência e morte no Brasil. Contando com o apoio do (des)governo e da poderosa bancada ruralista garantindo o que bem e mal entende no Congresso Nacional, o Incra e a Funai não terão outro encargo que o de aguardar a tampa do próprio caixão onde o seu novo destino vai desterrar e enterrar um e outra. Os aplausos entusiastas a nova lei, que estão partindo de pessoas jurídicas do poder econômico-político latifundiário, enchendo sites e redes sociais, estão festejando antecipadamente este séquito fúnebre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A desigualdade social e a pobreza, dois dos nossos maiores males, igualmente, vão testemunhar, de novo, a distância que a interpretação e a aplicação das nossas leis sobre direitos humanos fundamentais sociais sustentam a sua completa ineficácia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Como o site do Supremo já registra, em todo o caso, o ajuizamento desta ADI proposta pela Procuradoria Geral da República, pode ter o seu andamento acompanhado eletronicamente por quem tiver interesse em conhecer a argumentação comprobatória da inconstitucionalidade denunciada por Rodrigo Janot. Pode ser que, desta vez, direitos e interesses desta grandeza e importância não fiquem reféns da incrível morosidade dos feitos submetidos ao Supremo, diante da avalanche de processos que ele recebe todos os dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Sobre o Código florestal, por exemplo, tramitam quatro ações de inconstitucionalidade, relacionadas com várias das suas disposições desde 2013. É de se calcular a extensão dos danos irreversíveis que a terra brasileira está sofrendo desde então, sem que o Poder Judiciário tenha se pronunciado sobre a impossibilidade de efeitos antiambientais e antisociais dessa gravidade terem sido perpetrados contra ela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O que se encontra em causa na ADI agora ajuizada por Janot não pode esperar tanto tempo. Ela não se reduz a uma disputa ideológica sobre reforma agrária ou urbana. Pela extensão do nosso território e pelos seus efeitos, a própria vida do planeta está em causa. Como as ações de inconstitucionalidade relativas ao Código florestal, aliás, já haviam prevenido.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;m_48208283548295833m_-24518511482548594gmail-titulo-secao m_48208283548295833m_-24518511482548594gmail-noticia-interna m_48208283548295833m_-24518511482548594gmail-top-news&quot; style=&quot;font-size: 12.8px; text-align: justify;&quot;&gt;
Blogs&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;m_48208283548295833m_-24518511482548594gmail-titulo-subeditoria&quot;&gt;DIREITO Social -&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.8px;&quot;&gt;18/09/2017 15:54:42&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;m_48208283548295833m_-24518511482548594gmail-sec-1-big m_48208283548295833m_-24518511482548594gmail-float-width&quot; style=&quot;font-size: 12.8px;&quot;&gt;
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&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;m_48208283548295833m_-24518511482548594gmail-corpo-post&quot; style=&quot;font-size: 12.8px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cczavaski.blogspot.com/feeds/3269436193631346664/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2017/09/antes-de-sair-rodrigo-janot-feriu-de_21.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/3269436193631346664'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/3269436193631346664'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2017/09/antes-de-sair-rodrigo-janot-feriu-de_21.html' title='Antes de sair, Rodrigo Janot feriu de morte a lei da grilagem'/><author><name>BINHO CARNEIRO ZAVASKI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04876546284433876703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEje27JxfN-opXjJcGe-fGFutjaBlM63wzZZVyK6YLVDu9O9WMSUq1rEXVOZnyuqPNlGt9L1IOomVIHLn1FoSWo2-2CS3zbozbcylHeC9ijw7bD29QHgNLNiIJ1-iolcNGU/s149/DSC01055.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2891530418468978933.post-5125841871055433332</id><published>2017-01-13T06:00:00.001-08:00</published><updated>2017-01-13T08:38:34.714-08:00</updated><title type='text'>OPINIÃO MP 759/2016 – Engenheiro Agrônomo José Reis* Regularização fundiária rural e urbana, sobre a liquidação de créditos concedidos aos assentados da reforma agrária e sobre a regularização fundiária no âmbito da Amazônia Legal</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 115%; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;table align=&quot;left&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; hspace=&quot;0&quot; vspace=&quot;0&quot;&gt;
 &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td align=&quot;left&quot; style=&quot;padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;&quot; valign=&quot;top&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 50.5pt; mso-element-anchor-horizontal: page; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-left: 57.8pt; mso-element-linespan: 3; mso-element-top: 15.0pt; mso-element-wrap: around; mso-element: dropcap-dropped; mso-height-rule: exactly; mso-line-height-rule: exactly; page-break-after: avoid; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 67.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-text-raise: -4.5pt;&quot;&gt;D&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 115%; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 115%; text-align: justify;&quot;&gt;
epois de
analisar a MP e ler diversas opiniões de alguns pensadores e articulistas,
chego a algumas conclusões que procuro passar neste texto.&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;line-height: 115%;&quot;&gt;Primeiramente,
quanto ao conteúdo da MP, ela se divide em dois tópicos: regularização de
imóveis urbanos e regularização de imóveis rurais. Na minha opinião, os avanços
maiores se deram&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 115%;&quot;&gt;justamente na
regularização de imóveis urbanos, matéria que não me diz respeito, pela minha
formação. Mas, do ponto de vista de cidadão e conhecendo a realidade das
cidades, acho que as medidas poderão propiciar a segurança jurídica para
pessoas que possuem seus imóveis, mas que não estão regularizados, em função de
uma série de percalços e formas de ocupações desarticuladas e sem organização
que ocorre nas diversas cidades. Vale ressaltar que o caso rural a MP está
preponderantemente voltada para as modificações da Lei Agrária e da Lei do
programa Terra Legal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 115%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;table align=&quot;left&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; hspace=&quot;0&quot; vspace=&quot;0&quot;&gt;
 &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td align=&quot;left&quot; style=&quot;padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;&quot; valign=&quot;top&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 50.5pt; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-linespan: 3; mso-element-wrap: around; mso-element: dropcap-dropped; mso-height-rule: exactly; mso-line-height-rule: exactly; page-break-after: avoid; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 66.5pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-text-raise: -4.5pt;&quot;&gt;A&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 115%; text-align: justify;&quot;&gt;
ntes de falar
sobre a regularização no campo, discorro sobre a questão profissional. Em
termos diretos, não vejo grandes avanços para profissionais da área de
agronomia e profissões correlatas. Não existe expressa nenhuma referência à
exigência profissional ou algo inerente. No entanto, indiretamente, poderá
representar algum incremento no sentido de que, para a regularização, embora
não explicitamente, são necessários levantamentos qualiquantitativos no sentido
de mensurar as áreas e avaliar o seu potencial. E aí entram profissionais das
áreas de agronomia, da engenharia florestal e agrimensura, principalmente.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 115%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;table align=&quot;left&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; hspace=&quot;0&quot; vspace=&quot;0&quot;&gt;
 &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td align=&quot;left&quot; style=&quot;padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;&quot; valign=&quot;top&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 50.5pt; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-linespan: 3; mso-element-wrap: around; mso-element: dropcap-dropped; mso-height-rule: exactly; mso-line-height-rule: exactly; page-break-after: avoid; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 65.5pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-text-raise: -4.0pt;&quot;&gt;O&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 115%; text-align: justify;&quot;&gt;
corre que, com a
simplificação das &lt;span style=&quot;font-size: 11.5pt; line-height: 115%;&quot;&gt;cláusulas
resolutivas para a concessão do título de domínio ou da CDRU expressa no artigo
15, da lei &lt;/span&gt;11.952, de 2009, reduz-se a participação do profissional no
procedimento, podendo representar avaliação inexata da propriedade.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 115%; text-align: justify;&quot;&gt;
Embora não
esteja no alcance desta MP, vejo como o grande obstáculo para maior
desenvolvimento da agricultura brasileira, justamente a assistência técnica. O
agronegócio, cantado em verso e prosa pela sociedade brasileira, principalmente
por quem se insere no meio, poderia ser muito mais rentável se contasse com
assistência técnica mais profissional e efetiva. Os custos de produção ainda
são por demais elevados e a margem de lucro é bastante diminuta. O
desenvolvimento e aplicação de tecnologias menos dependentes dos pacotes químicos-mecânicos
com certeza reduziriam os dispêndios e melhoraria as taxas de retorno. Em
lugares onde a assistência técnica é mais efetiva, mesmo sob a égide dos
pacotes, se consegue maiores ganhos.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 115%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;table align=&quot;left&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; hspace=&quot;0&quot; vspace=&quot;0&quot;&gt;
 &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td align=&quot;left&quot; style=&quot;padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;&quot; valign=&quot;top&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 50.5pt; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-linespan: 3; mso-element-wrap: around; mso-element: dropcap-dropped; mso-height-rule: exactly; mso-line-height-rule: exactly; page-break-after: avoid; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 67.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-text-raise: -4.5pt;&quot;&gt;P&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 115%; text-align: justify;&quot;&gt;
or fim, não se
pode falar desta MP sem levar em consideração o embate ideológico em torno da
agricultura brasileiro nos últimos tempos. É preciso considerar que nos
governos Lula/Dilma, existiu um maior investimento em negócios ligados à
agricultura familiar. E a reforma agrária, com assentamentos sob uma lógica de
se incentivar a produção nesta vertente, foram alavancados. Vale ressaltar que
o agronegócio não foi desprezado, vide a presença, no Ministério da
Agricultura, de expoentes do Agronegócio, como Roberto Rodrigues e Kátia Abreu e
os grandes investimentos no setor, principalmente via financiamentos, o que
representou uma escalada positiva na produção. Ao mesmo tempo, a criação do
Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e seu fortalecimento representou
investimento na agricultura familiar. Não é o caso de demonizar um tipo de
agricultura e sacralizar outro. É simplesmente reconhecer que existem nuances
de agricultura, com interesses específicos e defensores idem. Existe espaço e
mercado, produtores ávidos por resultados e demanda por profissionais em ambos
os casos. A preocupação é que, o acirramento ideológico, prejudica todos. &amp;nbsp;Não esquecendo que, nos últimos tempos, a
assistência técnica não teve incremento, principalmente na estruturação e
desenvolvimento tecnológico.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 115%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;table align=&quot;left&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; hspace=&quot;0&quot; vspace=&quot;0&quot;&gt;
 &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td align=&quot;left&quot; style=&quot;padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;&quot; valign=&quot;top&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 50.5pt; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-linespan: 3; mso-element-wrap: around; mso-element: dropcap-dropped; mso-height-rule: exactly; mso-line-height-rule: exactly; page-break-after: avoid; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 67.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-text-raise: -4.5pt;&quot;&gt;E&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 115%; text-align: justify;&quot;&gt;
sta MP, em minha
avaliação, representa um ponto de inflexão nas políticas que então vinham sendo
geridas em termos de reforma agrária e pode propiciar uma&amp;nbsp; reconcentração de terras, principalmente
quando reduz o tempo em que os títulos de domínio e a CDRU (Concessão de Direito
Real de Uso) são inegociáveis, que passa a contar a data de assinatura do
contrato como momento a partir do qual passa a contar o prazo de dez anos para
a emancipação do assentado. Na lei 8.629/93 conta-se o prazo a partir da
outorga do título ou CDRU.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 115%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;table align=&quot;left&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; hspace=&quot;0&quot; vspace=&quot;0&quot;&gt;
 &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td align=&quot;left&quot; style=&quot;padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;&quot; valign=&quot;top&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 50.5pt; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-linespan: 3; mso-element-wrap: around; mso-element: dropcap-dropped; mso-height-rule: exactly; mso-line-height-rule: exactly; page-break-after: avoid; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 66.5pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-text-raise: -4.5pt;&quot;&gt;A&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 115%; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;forma de pagamento dos imóveis para objeto de
reforma agrária, de Títulos da Dívida Agrária – TDAs, que passarão a ser pagos
em dinheiro, acaba por indicar a redução da disponibilização de terras, em
tempos de redução de gastos – vide PEC do teto de gastos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 115%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;table align=&quot;left&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; hspace=&quot;0&quot; vspace=&quot;0&quot;&gt;
 &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td align=&quot;left&quot; style=&quot;padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;&quot; valign=&quot;top&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 50.5pt; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-linespan: 3; mso-element-wrap: around; mso-element: dropcap-dropped; mso-height-rule: exactly; mso-line-height-rule: exactly; page-break-after: avoid; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 65.5pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-text-raise: -4.0pt;&quot;&gt;O&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 115%; text-align: justify;&quot;&gt;
utro ponto
preocupante é a “municipalização” da distribuição da terra, que vejo como um
retrocesso. Embora, na prática, não passa a ser responsabilidade das
prefeituras os procedimentos, mas, ao regionalizar o acesso, dando preferência
a inscritos que moram no município, poderá fazer com que as pressões locais
sejam aumentadas e fragilizar o processo. Quem conhece bem o interior do Brasil
e política coronelista, principalmente dos prefeitos, sabe do que estou
falando.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 115%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;table align=&quot;left&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; hspace=&quot;0&quot; vspace=&quot;0&quot;&gt;
 &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td align=&quot;left&quot; style=&quot;padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;&quot; valign=&quot;top&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 50.5pt; mso-element-anchor-horizontal: column; mso-element-anchor-vertical: paragraph; mso-element-linespan: 3; mso-element-wrap: around; mso-element: dropcap-dropped; mso-height-rule: exactly; mso-line-height-rule: exactly; page-break-after: avoid; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 66.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-text-raise: -4.0pt;&quot;&gt;U&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 115%; text-align: justify;&quot;&gt;
m avanço que
vejo foi a quando exclui da proibição de obter terra pelos programas de reforma
agrária quem exerce função pública remunerada desde que prestem serviços de
interesse comunitários prestados à comunidade rural ou vizinhança do PA –saúde,
educação, transporte, assistência social e agrária -, e que o tempo seja
compatível com o exigido pela exploração da parcela. Isso pode gerar
oportunidades para profissionais adquirirem terras, produzirem e representarem
objetos de incentivo e dispersão de tecnologias no local.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 115%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 115%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;*José Reis – É Coordenador da Coordenadoria das Câmaras Especializadas da Agronomia – CCEAGRO/CONFEA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 115%; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cczavaski.blogspot.com/feeds/5125841871055433332/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2017/01/opiniao-mp-7592016-engenheiro-agronomo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/5125841871055433332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/5125841871055433332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2017/01/opiniao-mp-7592016-engenheiro-agronomo.html' title='OPINIÃO MP 759/2016 – Engenheiro Agrônomo José Reis* Regularização fundiária rural e urbana, sobre a liquidação de créditos concedidos aos assentados da reforma agrária e sobre a regularização fundiária no âmbito da Amazônia Legal'/><author><name>BINHO CARNEIRO ZAVASKI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04876546284433876703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEje27JxfN-opXjJcGe-fGFutjaBlM63wzZZVyK6YLVDu9O9WMSUq1rEXVOZnyuqPNlGt9L1IOomVIHLn1FoSWo2-2CS3zbozbcylHeC9ijw7bD29QHgNLNiIJ1-iolcNGU/s149/DSC01055.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2891530418468978933.post-1076800585841423894</id><published>2016-11-01T12:17:00.000-07:00</published><updated>2016-11-01T12:17:10.660-07:00</updated><title type='text'>OS ATAQUES COTIDIANOS À DEMOCRACIA  E A ESCALADA DO ESTADO DE EXCEÇÃO</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div bgcolor=&quot;#ffffff&quot;&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;color: #333333; font: 17px/27px georgia,&#39;times new roman&#39;,times,serif; letter-spacing: normal; list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Por Pedro Serrano, jurista, e 
professor de direito na PUC-SP&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: x-small;&quot;&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;color: #333333; font: 17px/27px georgia,&#39;times new roman&#39;,times,serif; letter-spacing: normal; list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
“O 
Brasil vive um momento perigoso e triste de crescimento acelerado de medidas 
próprias de um Estado de exceção, que estão sendo praticadas cotidianamente e, o 
que é mais grave, naturalizadas. Nossa incipiente democracia vai assim se 
esfacelando e se transformando em uma maquiagem, que confere a aparência de um 
Estado democrático, mas ao invés de ampliar e efetivar direitos, os suprime 
paulatinamente”, constata&lt;span class=&quot;m_8592278175407821354Apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a data-saferedirecturl=&quot;https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;amp;q=http://www.ihu.unisinos.br/noticias/548230-arrastoes-e-o-arbitrio-do-estado-que-estigmatiza-a-pobreza&amp;amp;source=gmail&amp;amp;ust=1478107851344000&amp;amp;usg=AFQjCNHQDHrkP8Chh4IFqL2toPkDggH24w&quot; href=&quot;http://www.ihu.unisinos.br/noticias/548230-arrastoes-e-o-arbitrio-do-estado-que-estigmatiza-a-pobreza&quot; style=&quot;color: #fc6b01; font-weight: normal; list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Pedro Estevam Serrano&lt;/a&gt;, professor de Direito Constitucional da 
PUC-SP, em artigo publicado por&lt;span class=&quot;m_8592278175407821354Apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong style=&quot;list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;CartaCapital&lt;/strong&gt;, 
31-10-2016.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: x-small;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;color: #333333; font: 17px/27px georgia,&#39;times new roman&#39;,times,serif; letter-spacing: normal; list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Eis 
o artigo&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #333333; font: 17px/27px georgia,&#39;times new roman&#39;,times,serif; letter-spacing: normal; list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
O 
emprego de medidas e decisões próprias de um Estado de exceção tem se tornado 
constante na rotina da nossa sociedade, o que sinaliza que vivemos uma perigosa 
escalada&lt;span class=&quot;m_8592278175407821354Apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong style=&quot;list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;antidemocrática&lt;/strong&gt;. 
As agressões à nossa democracia se banalizam sem causar alarido e, de forma 
acelerada, retiram direitos e afrontam o Estado democrático de Direito.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #333333; font: 17px/27px georgia,&#39;times new roman&#39;,times,serif; letter-spacing: normal; list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Não 
se tratam apenas de situações isoladas, mas de ataques cotidianos, e algumas 
ocorrências recentes corroboram a percepção de que a democracia se enfraquece, 
ao mesmo tempo em que um Estado cada vez mais autoritário vai ganhando 
espaço.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #333333; font: 17px/27px georgia,&#39;times new roman&#39;,times,serif; letter-spacing: normal; list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Ao 
recusar reclamação feita pelos advogados do ex-presidente&lt;span class=&quot;m_8592278175407821354Apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a data-saferedirecturl=&quot;https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;amp;q=http://www.ihu.unisinos.br/noticias/552232-nova-fase-da-operacao-lava-jato-chega-ao-ex-presidente-lula&amp;amp;source=gmail&amp;amp;ust=1478107851344000&amp;amp;usg=AFQjCNGBgxnIxzOtgwj16qmFbALcuamcbg&quot; href=&quot;http://www.ihu.unisinos.br/noticias/552232-nova-fase-da-operacao-lava-jato-chega-ao-ex-presidente-lula&quot; style=&quot;color: #fc6b01; font-weight: normal; list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Luiz Inácio Lula da Silva&lt;/a&gt;&amp;nbsp;contra o juiz&lt;span class=&quot;m_8592278175407821354Apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong style=&quot;list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Sérgio 
Moro&lt;/strong&gt;, sob alegação de que a&lt;span class=&quot;m_8592278175407821354Apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a data-saferedirecturl=&quot;https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;amp;q=http://www.ihu.unisinos.br/560097-lula-e-acusado-de-ser-maestro-de-orquestra-criminosa-pela-lava-jato&amp;amp;source=gmail&amp;amp;ust=1478107851344000&amp;amp;usg=AFQjCNHwpGvJBqxDFbeUsELrbxYVYFmogg&quot; href=&quot;http://www.ihu.unisinos.br/560097-lula-e-acusado-de-ser-maestro-de-orquestra-criminosa-pela-lava-jato&quot; style=&quot;color: #fc6b01; font-weight: normal; list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Operação Lava Jato&lt;/a&gt;&amp;nbsp;“não precisa seguir as regras dos 
processos comuns”, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região declara formalmente 
tal juízo como uma fonte de exceção, e não como uma fonte de Direito, o que 
deveria, no mínimo, causar desconforto na sociedade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #333333; font: 17px/27px georgia,&#39;times new roman&#39;,times,serif; letter-spacing: normal; list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
No 
campo dos poderes executivos, tais medidas também têm sido comuns. A infiltração 
de um capitão do Exército entre estudantes que se organizavam para participar de 
um protesto contra o presidente&lt;span class=&quot;m_8592278175407821354Apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a data-saferedirecturl=&quot;https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;amp;q=http://www.ihu.unisinos.br/559655-michel-temer-o-presidente-que-ninguem-pediu&amp;amp;source=gmail&amp;amp;ust=1478107851344000&amp;amp;usg=AFQjCNHHkZqN3nn6w3TjWjOF23eZSifPfA&quot; href=&quot;http://www.ihu.unisinos.br/559655-michel-temer-o-presidente-que-ninguem-pediu&quot; style=&quot;color: #fc6b01; font-weight: normal; list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Michel Temer&lt;/a&gt;, no início de setembro, em&lt;span class=&quot;m_8592278175407821354Apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong style=&quot;list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;São 
Paulo&lt;/strong&gt;, também foi constatada sem grandes repercussões.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #333333; font: 17px/27px georgia,&#39;times new roman&#39;,times,serif; letter-spacing: normal; list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
É 
importante observar que um agente do Estado realizou ações de espionagem contra 
um movimento pacífico de caráter reivindicatório, o que atenta contra os valores 
da nossa Constituição e pode, inclusive, caracterizar-se como ilícito penal face 
a lei de abuso de poder.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #333333; font: 17px/27px georgia,&#39;times new roman&#39;,times,serif; letter-spacing: normal; list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Cabe 
apontar ainda que a atividade de espionagem é instrumento utilizado em situação 
de guerra entre Estados. Usada no âmbito interno, no entanto, configura-se como 
prática tipicamente de exceção.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #333333; font: 17px/27px georgia,&#39;times new roman&#39;,times,serif; letter-spacing: normal; list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Os&lt;span class=&quot;m_8592278175407821354Apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong style=&quot;list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;movimentos 
sociais&lt;/strong&gt;&lt;span class=&quot;m_8592278175407821354Apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e seus agentes 
são tratados não mais como cidadãos que têm o legítimo direito de se expressar e 
reivindicar, mas como inimigos. Existe uma força de exceção pronta a 
combatê-los. Ressalte-se que a democracia tal qual conhecemos hoje foi uma 
construção justamente dos movimentos sociais, que sempre lutaram pela ampliação 
de direitos e das liberdades democráticas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #333333; font: 17px/27px georgia,&#39;times new roman&#39;,times,serif; letter-spacing: normal; list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
A 
essa tendência crescente de suspensão do direito de reunião e de&lt;span class=&quot;m_8592278175407821354Apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong style=&quot;list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;manifestação 
política&lt;/strong&gt;&lt;span class=&quot;m_8592278175407821354Apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;das pessoas 
soma-se a expansão da Polícia Militar como força de ocupação territorial, 
sobretudo das periferias, com vistas a estabelecer um estado de exceção 
permanente nas áreas dominadas pela pobreza, onde os direitos mais elementares, 
como o de livre circulação, são suspensos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #333333; font: 17px/27px georgia,&#39;times new roman&#39;,times,serif; letter-spacing: normal; list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Essa 
expansão se dá tanto através de medidas judiciais, como a que anulou a sentença 
de condenação aos policiais que participaram da&lt;span class=&quot;m_8592278175407821354Apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a data-saferedirecturl=&quot;https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;amp;q=http://www.ihu.unisinos.br/560687-nota-publica-o-massacre-do-carandiru-continua&amp;amp;source=gmail&amp;amp;ust=1478107851344000&amp;amp;usg=AFQjCNG7ldozCH0tlsNX5Vb9fZFB9xWleA&quot; href=&quot;http://www.ihu.unisinos.br/560687-nota-publica-o-massacre-do-carandiru-continua&quot; style=&quot;color: #fc6b01; font-weight: normal; list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;chacina do Carandiru&lt;/a&gt;, quanto por intermédio do Executivo, que 
investe em um sistema de segurança beligerante.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #333333; font: 17px/27px georgia,&#39;times new roman&#39;,times,serif; letter-spacing: normal; list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Os 
valores gastos pelo governo do Estado de São Paulo com armamentos entre janeiro 
e outubro deste ano superaram em 136% os gastos de todo o ano passado. Foram 
mais de 97 milhões de reais em materiais bélicos, explosivos e munição, contra 
41 milhões de reais em 2015.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #333333; font: 17px/27px georgia,&#39;times new roman&#39;,times,serif; letter-spacing: normal; list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Esse 
aumento se deu em um momento de&lt;span class=&quot;m_8592278175407821354Apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong style=&quot;list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;grave 
crise econômica&lt;/strong&gt;, em que o governo apoiado pelo partido do governador 
propõe o congelamento de gastos públicos com serviços essenciais de saúde e 
educação.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #333333; font: 17px/27px georgia,&#39;times new roman&#39;,times,serif; letter-spacing: normal; list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Já 
a presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra&lt;span class=&quot;m_8592278175407821354Apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a data-saferedirecturl=&quot;https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;amp;q=http://www.ihu.unisinos.br/noticias/554058-forma-e-conteudo&amp;amp;source=gmail&amp;amp;ust=1478107851344000&amp;amp;usg=AFQjCNGFj0mUMwnw-fwsiyAQAaxtsPSGyw&quot; href=&quot;http://www.ihu.unisinos.br/noticias/554058-forma-e-conteudo&quot; style=&quot;color: #fc6b01; font-weight: normal; list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Cármen Lúcia&lt;/a&gt;, convocou as&lt;strong style=&quot;list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Forças 
Armadas&lt;/strong&gt;&lt;span class=&quot;m_8592278175407821354Apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;para discutir um 
plano emergencial para a área de segurança pública, o que é inconstitucional e 
descabido. Além de não ser papel do STF cuidar de segurança pública, as Forças 
Armadas não foram concebidas para atuar nesse contexto, mas em ambiente de 
guerra.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #333333; font: 17px/27px georgia,&#39;times new roman&#39;,times,serif; letter-spacing: normal; list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Também 
neste caso não se viu qualquer manifestação de surpresa; ao contrário, sempre 
que se fala em intensificar a repressão, há uma parcela considerável da 
sociedade que aplaude e, assim, legitima tais práticas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #333333; font: 17px/27px georgia,&#39;times new roman&#39;,times,serif; letter-spacing: normal; list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Chama 
a atenção ainda o fato de que embora, nos últimos anos, o País tenha avançado 
muito na punição de crimes contra o Estado, principalmente&lt;span class=&quot;m_8592278175407821354Apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a data-saferedirecturl=&quot;https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;amp;q=http://www.ihu.unisinos.br/noticias/556113-qa-corrupcao-tambem-pode-ser-legalizadaq&amp;amp;source=gmail&amp;amp;ust=1478107851344000&amp;amp;usg=AFQjCNF3LBKijQbYy64W47CZ8Vjj24cKhA&quot; href=&quot;http://www.ihu.unisinos.br/noticias/556113-qa-corrupcao-tambem-pode-ser-legalizadaq&quot; style=&quot;color: #fc6b01; font-weight: normal; list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;crimes de corrupção&lt;/a&gt;, os crimes cometidos pelo Estado contra o 
cidadão, na maior parte das vezes, ficam impunes.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #333333; font: 17px/27px georgia,&#39;times new roman&#39;,times,serif; letter-spacing: normal; list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
O 
abuso de poder e de autoridade são recorrentes e ainda que setores incluídos 
economicamente e sabidamente progressistas estejam cada vez mais sendo vítimas 
desse autoritarismo, nas periferias das grandes cidades essa sempre foi a regra 
vigente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #333333; font: 17px/27px georgia,&#39;times new roman&#39;,times,serif; letter-spacing: normal; list-style-type: none; margin: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 10px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
O 
Brasil vive um momento perigoso e triste de crescimento acelerado de medidas 
próprias de um Estado de exceção, que estão sendo praticadas cotidianamente e, o 
que é mais grave, naturalizadas. Nossa incipiente democracia vai assim se 
esfacelando e se transformando em uma maquiagem, que confere a aparência de um 
Estado democrático, mas ao invés de ampliar e efetivar direitos, os suprime 
paulatinamente.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cczavaski.blogspot.com/feeds/1076800585841423894/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2016/11/os-ataques-cotidianos-democracia-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/1076800585841423894'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/1076800585841423894'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2016/11/os-ataques-cotidianos-democracia-e.html' title='OS ATAQUES COTIDIANOS À DEMOCRACIA  E A ESCALADA DO ESTADO DE EXCEÇÃO'/><author><name>BINHO CARNEIRO ZAVASKI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04876546284433876703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEje27JxfN-opXjJcGe-fGFutjaBlM63wzZZVyK6YLVDu9O9WMSUq1rEXVOZnyuqPNlGt9L1IOomVIHLn1FoSWo2-2CS3zbozbcylHeC9ijw7bD29QHgNLNiIJ1-iolcNGU/s149/DSC01055.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2891530418468978933.post-8385461528296841819</id><published>2016-07-18T15:02:00.000-07:00</published><updated>2016-07-18T15:02:21.777-07:00</updated><title type='text'>Novo programa para rio São Francisco custará mais R$ 10 bilhões</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #1a1a1a; font-family: Arial; font-size: 12px; font-stretch: normal; line-height: 15px; margin: 0px 0px 10px; outline: invert none 0px; overflow: hidden; padding: 0px; width: 637px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; float: left; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;h2 style=&quot;border: 0px; display: table-cell; font-size: 36px; letter-spacing: -1px; line-height: 36px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px 0px 4px; vertical-align: top; width: 637px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; clear: both; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #1a1a1a; font-family: Arial; font-size: 12px; font-stretch: normal; line-height: 15px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Sérias dúvidas sobre a capacidade do&amp;nbsp;&lt;a data-saferedirecturl=&quot;https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;amp;q=http://www.ihu.unisinos.br/entrevistas/551677-transposicao-do-sao-francisco-o-elefante-branco-nordestino-entrevista-especial-com-joao-suassuna&amp;amp;source=gmail&amp;amp;ust=1468964718007000&amp;amp;usg=AFQjCNE3-Bal7YTQXpZ5l8-NEX7U7TZQrw&quot; href=&quot;http://www.ihu.unisinos.br/entrevistas/551677-transposicao-do-sao-francisco-o-elefante-branco-nordestino-entrevista-especial-com-joao-suassuna&quot; style=&quot;border: 0px; color: #e66101; font-weight: bold; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Rio&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;São Francisco&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;de gerar água suficiente para a bilionária obra da transposição fizeram o governo lançar um novo programa de revitalização do rio.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Batizado de&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Novo Chico&lt;/strong&gt;, conforme antecipou o &quot;&lt;em style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Painel&lt;/em&gt;&quot; da&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Folha,&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;o programa visa terminar obras de saneamento nas cidades na bacia do rio, desassorear o leito e recuperar mananciais, entre outras intervenções. Estão acertados gastos de, no mínimo, R$ 10 bilhões até 2026.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A reportagem é de&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Dimmi Amora&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Valdo Cruz&lt;/strong&gt;, publicada por&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Folha de S. Paulo&lt;/strong&gt;, 17-07-2016.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Mas o valor vai aumentar porque o governo ainda trabalha no orçamento de algumas intervenções, como dragagem, e também pedirá aos Estados da região que invistam mais recursos no projeto. O presidente interino,&amp;nbsp;&lt;a data-saferedirecturl=&quot;https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;amp;q=http://www.ihu.unisinos.br/noticias/557832-transposicao-deve-ser-inaugurada-sem-levar-agua-a-ribeirinhos-&amp;amp;source=gmail&amp;amp;ust=1468964718007000&amp;amp;usg=AFQjCNFdkalBnmdXnhJQ9DCe_bQ8iT5rhg&quot; href=&quot;http://www.ihu.unisinos.br/noticias/557832-transposicao-deve-ser-inaugurada-sem-levar-agua-a-ribeirinhos-&quot; style=&quot;border: 0px; color: #e66101; font-weight: bold; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Michel Temer&lt;/a&gt;, deverá ir à região para se reunir com governadores para tratar do tema.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;img class=&quot;CToWUd a6T&quot; src=&quot;https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&amp;amp;ik=7066ddc900&amp;amp;view=fimg&amp;amp;th=155febd00a1d0e92&amp;amp;attid=0.1&amp;amp;disp=emb&amp;amp;attbid=ANGjdJ8SrJ5dy5WmJYsOz2IVKgC11pwP6k6V50C4_0UL2-X0d50ACrGmvaQFqa4tIzF6JAgAKkBWOWw4rEnbhACKO8jw7GBSEKHmsJGmBYa-70Lr5nfFh_DqKoHAMQs&amp;amp;sz=w1100&amp;amp;ats=1468878318005&amp;amp;rm=155febd00a1d0e92&amp;amp;zw&amp;amp;atsh=1&quot; style=&quot;border: medium none; cursor: pointer; display: block; margin: 0px auto; max-width: 100%; outline: invert none 0px; padding: 15px;&quot; tabindex=&quot;0&quot; width=&quot;550&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;A&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;revitalização do rio&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;foi anunciada pelo governo do ex-presidente&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&amp;nbsp;Lula&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;com a obra dos canais da transposição, como forma de reduzir a resistência dos opositores ao desvio das águas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Mas, quase dez anos depois, o governo já gastou R$ 10 bilhões na obra dos canais e R$ 2,2 bilhões na revitalização, e nenhuma delas está pronta. Além disso, em ambas há suspeitas de&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;desvio de recursos&lt;/strong&gt;, corrupção e ineficiência. A construção dos canais é alvo da&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Lava Jato&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
No caso da revitalização, os desvios de recursos estão em apuração no&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;TCU&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;(Tribunal de Contas da União). No processo, o tribunal aponta para problemas num dos principais projetos para a&amp;nbsp;&lt;a data-saferedirecturl=&quot;https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;amp;q=http://www.ihu.unisinos.br/noticias/525197-em-meio-a-transposicao-rio-sao-francisco-morre-a-cada-dia&amp;amp;source=gmail&amp;amp;ust=1468964718007000&amp;amp;usg=AFQjCNEVHv22pyzGK0R573dagVx-dswMSg&quot; href=&quot;http://www.ihu.unisinos.br/noticias/525197-em-meio-a-transposicao-rio-sao-francisco-morre-a-cada-dia&quot; style=&quot;border: 0px; color: #e66101; font-weight: bold; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;revitalização do rio&lt;/a&gt;, que é o saneamento das cidades do semiárido. Segundo o&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;TCU&lt;/strong&gt;, num conjunto de cerca de 194 obras, 74 estavam paradas ou nem começaram.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Em 54 projetos prontos, a maioria não atingiu o objetivo de fazer chegar mais água para a população.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Mudanças&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O governo interino de&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Michel Temer&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;agora promete fazer funcionar, de fato, um comitê gestor para integrar as ações de vários ministérios, dos Estados e municípios e do setor privado. Segundo o presidente do Comitê de Bacia do Rio,&lt;a data-saferedirecturl=&quot;https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;amp;q=http://www.ihu.unisinos.br/noticias/549172-maior-reservatorio-do-nordeste-sobradinho-tem-seca-historica&amp;amp;source=gmail&amp;amp;ust=1468964718007000&amp;amp;usg=AFQjCNHg1mrSl2TIDaNTMinyYVxd9KYT4g&quot; href=&quot;http://www.ihu.unisinos.br/noticias/549172-maior-reservatorio-do-nordeste-sobradinho-tem-seca-historica&quot; style=&quot;border: 0px; color: #e66101; font-weight: bold; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Anivaldo Miranda&lt;/a&gt;, além da descoordenação, não houve participação da sociedade na elaboração do projeto anteriormente e, por isso, ele não deu certo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&quot;Se nada for feito ou se for feito de forma tímida, a tendência é que os problemas de degradação socioambiental do rio aumentem a ponto em que chegue a ser irreversível, e isso será um desastre.&quot;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Sem a&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;revitalização&lt;/strong&gt;, a vazão do rio é cada vez menor.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Mesmo com as chuvas deste ano,&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Sobradinho&lt;/strong&gt;, a principal represa, ainda está com 25% da capacidade. Segundo&lt;a data-saferedirecturl=&quot;https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;amp;q=http://www.ihu.unisinos.br/noticias/545926-debate-sobre-o-projeto-da-transposicao-do-rio-sao-francisco-e-comentarios-de-joao-suassuna&amp;amp;source=gmail&amp;amp;ust=1468964718007000&amp;amp;usg=AFQjCNFgjcVejc8ygt-1DenFQtzEFwvOTQ&quot; href=&quot;http://www.ihu.unisinos.br/noticias/545926-debate-sobre-o-projeto-da-transposicao-do-rio-sao-francisco-e-comentarios-de-joao-suassuna&quot; style=&quot;border: 0px; color: #e66101; font-weight: bold; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;João Suassuna&lt;/a&gt;, pesquisador da&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Fundação Joaquim Nabuco&lt;/strong&gt;, a qualidade da água do rio é cada vez pior e há risco de que doenças de veiculação hídrica possam ser espalhadas pela água que chegar aos canais da transposição.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&quot;A cidade de&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Januária&lt;/strong&gt;, que é banhada pelo rio, não bebe mais a água dele. Só de poço.&quot;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; font-stretch: normal; margin: 0px 0px 10px; outline: invert none 0px; overflow: hidden; padding: 0px; width: 637px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; float: left; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;h2 style=&quot;border: 0px; display: table-cell; font-size: 36px; letter-spacing: -1px; line-height: 36px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px 0px 4px; vertical-align: top; width: 637px;&quot;&gt;
Transposição deve ser inaugurada sem levar água a ribeirinhos&lt;/h2&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; clear: both; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; font-stretch: normal; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Eleita como obra prioritária do governo de&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Michel Temer&lt;/strong&gt;, a transposição do&amp;nbsp;&lt;a data-saferedirecturl=&quot;https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;amp;q=http://www.ihu.unisinos.br/noticias/557827-novo-programa-para-rio-sao-francisco-custara-mais-r-10-bilhoes&amp;amp;source=gmail&amp;amp;ust=1468964718007000&amp;amp;usg=AFQjCNF23KnfEksgls7Z3lWSFRQVPnAwpg&quot; href=&quot;http://www.ihu.unisinos.br/noticias/557827-novo-programa-para-rio-sao-francisco-custara-mais-r-10-bilhoes&quot; style=&quot;border: 0px; color: #e66101; font-weight: bold; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;rio São Francisco&lt;/a&gt;&amp;nbsp;deve ser inaugurada no fim do ano sem levar água às famílias ribeirinhas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Em maio, o governo decidiu ampliar os repasses mensais para as empreiteiras responsáveis pela obra para concluí-la em dezembro.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A reportagem é de&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;João Pedro Pitombo&lt;/strong&gt;, publicada por&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Folha de S. Paulo&lt;/strong&gt;, 17-07-2016.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Mas os sistemas de abastecimento para as 294 comunidades só devem ser concluídos em dezembro de 2017 e entrar em operação em 2018.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Esse prazo, porém, pode acabar sendo estendido por atrasos nas obras. Seis meses após a assinatura dos convênios que asseguraram recursos para os governos de&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Pernambuco&lt;/strong&gt;,&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Paraíba&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Ceará&lt;/strong&gt;&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;, as obras dos sistemas de abastecimento nem começaram.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Ao todo, são previstos R$ 285 milhões para a construção de sistemas que vão ligar os canais da&amp;nbsp;&lt;a data-saferedirecturl=&quot;https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;amp;q=http://www.ihu.unisinos.br/noticias/545926-debate-sobre-o-projeto-da-transposicao-do-rio-sao-francisco-e-comentarios-de-joao-suassunahttp://www.ihu.unisinos.br/noticias/545926-debate-sobre-o-projeto-da-transposicao-do-rio-sao-francisco-e-comentarios-de-joao-suassuna&amp;amp;source=gmail&amp;amp;ust=1468964718007000&amp;amp;usg=AFQjCNG_oa48dG5r5QcbwpqFU5hsJab5mA&quot; href=&quot;http://www.ihu.unisinos.br/noticias/545926-debate-sobre-o-projeto-da-transposicao-do-rio-sao-francisco-e-comentarios-de-joao-suassunahttp://www.ihu.unisinos.br/noticias/545926-debate-sobre-o-projeto-da-transposicao-do-rio-sao-francisco-e-comentarios-de-joao-suassuna&quot; style=&quot;border: 0px; color: #e66101; font-weight: bold; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;transposição às comunidades ribeirinhas&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Mas só R$ 15 milhões foram liberados pelo governo federal —R$ 5 milhões para cada Estado. O restante dos recursos será repassado à medida que as obras avançarem.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O governo do&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Ceará&lt;/strong&gt;, por exemplo, nem sequer licitou a obra. Segundo a secretaria estadual das Cidades, foi preciso readequar os projetos executivos feitos pelo Ministério da Integração Nacional.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Em&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Pernambuco&lt;/strong&gt;, o cronograma prevê a execução das obras por etapas. Inicialmente, seis comunidades rurais serão atendidas num investimento de R$ 21,1 milhões, levando água a 10 mil pessoas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A obra também precisou de ajustes no projeto executivo e ainda não foi licitada.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Também há previsão de investimento de R$ 20,8 milhões para abastecer quatro aldeias indígenas. Mas as obras ainda estão na fase de elaboração de edital e nenhum recurso foi repassado.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O total de R$ 285 milhões previsto pelo governo também não será suficiente para atender a todas as comunidades.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Contemplado com R$ 35 milhões, o governo da&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Paraíba&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;vai atender inicialmente apenas as cidades de&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Piancó&lt;/strong&gt;,&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Riacho dos Cavalos&lt;/strong&gt;,&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Triunfo&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Princesa Isabel&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O plano do governo é construir reservatórios, estações elevatórias e de tratamento em outras 47 cidades. Mas, para isso, dependerá de financiamento de R$ 120 milhões pedido ao Banco Mundial.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Outro lado&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O Ministério da Integração Nacional disse que as obras que&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;a data-saferedirecturl=&quot;https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;amp;q=http://www.ihu.unisinos.br/entrevistas/551677-transposicao-do-sao-francisco-o-elefante-branco-nordestino-entrevista-especial-com-joao-suassuna&amp;amp;source=gmail&amp;amp;ust=1468964718008000&amp;amp;usg=AFQjCNHsiAkfcNhl8Wy0XXM3X1gGSr0Tmg&quot; href=&quot;http://www.ihu.unisinos.br/entrevistas/551677-transposicao-do-sao-francisco-o-elefante-branco-nordestino-entrevista-especial-com-joao-suassuna&quot; style=&quot;border: 0px; color: #e66101; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;ligarão os canais&lt;/a&gt;&amp;nbsp;aos ribeirinhos&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;são de responsabilidade dos Estados e da Secretaria Nacional de Saúde Indígena, ligada ao Ministério da Saúde.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O governo do&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Ceará&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;atribuiu atrasos ao fato de os projetos executivos estarem sendo refeitos. A&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Compesa&lt;/strong&gt;, empresa de água de&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Pernambuco&lt;/strong&gt;, diz que não se pode falar em atraso. O governo da&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Paraíba&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;não se pronunciou.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cczavaski.blogspot.com/feeds/8385461528296841819/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2016/07/novo-programa-para-rio-sao-francisco.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/8385461528296841819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/8385461528296841819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2016/07/novo-programa-para-rio-sao-francisco.html' title='Novo programa para rio São Francisco custará mais R$ 10 bilhões'/><author><name>BINHO CARNEIRO ZAVASKI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04876546284433876703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEje27JxfN-opXjJcGe-fGFutjaBlM63wzZZVyK6YLVDu9O9WMSUq1rEXVOZnyuqPNlGt9L1IOomVIHLn1FoSWo2-2CS3zbozbcylHeC9ijw7bD29QHgNLNiIJ1-iolcNGU/s149/DSC01055.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2891530418468978933.post-734698386089524139</id><published>2016-07-18T14:35:00.000-07:00</published><updated>2016-07-18T14:37:38.920-07:00</updated><title type='text'>Debatedores divergem sobre projeto de lei que regula compra de terras por estrangeiros</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #1a1a1a; font-family: Arial; font-stretch: normal; line-height: 15px; margin: 0px 0px 10px; outline: invert none 0px; overflow: hidden; padding: 0px; width: 637px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Representantes do Ministério de Relações Exteriores e do Ministério da Defesa não chegaram a um consenso, na quinta-feira (14), sobre a proposta que modifica regras para a aquisição de imóveis rurais por estrangeiros no País –&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a data-saferedirecturl=&quot;https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;amp;q=http://www.ihu.unisinos.br/noticias/557650-ruralistas-entreguistas-a-desnacionalizacao-do-territorio-brasileiro&amp;amp;source=gmail&amp;amp;ust=1468962785231000&amp;amp;usg=AFQjCNHVMyZQmodobwNQMVaqPTTupA6kAQ&quot; href=&quot;http://www.ihu.unisinos.br/noticias/557650-ruralistas-entreguistas-a-desnacionalizacao-do-territorio-brasileiro&quot; style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px; color: #e66101; font-weight: bold; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify; text-decoration: none;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Projeto de Lei 4059/12&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #1a1a1a; font-family: Arial; font-stretch: normal; line-height: 15px; margin: 0px 0px 10px; outline: invert none 0px; overflow: hidden; padding: 0px; width: 637px; word-wrap: break-word;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; O tema foi debatido em audiência da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #1a1a1a; font-family: Arial; font-stretch: normal; line-height: 15px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;A reportagem é de&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Murilo Souza&lt;/strong&gt;, publicada por&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Agência Câmara Notícias&lt;/strong&gt;, 15-07-2016.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; Representando o Ministério da Defesa,&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Paulo Cézar Brandão&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;criticou o dispositivo do projeto que não prevê restrições para compra ou arrendamento de terras por pessoas jurídicas brasileiras que sejam controladas direta ou indiretamente por estrangeiros.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Brandão&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;disse que essa falta de restrição representa uma ameaça à soberania nacional. “Em síntese, esse dispositivo retira do Estado a prerrogativa de monitoramento e controle sobre&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;aquisições indiretas de terras por estrangeiros&lt;/strong&gt;”, disse&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Brandão&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O representante do Ministério da Defesa também questionou o trecho do projeto que revoga a legislação atual (&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Lei 5.709/71&lt;/strong&gt;) e regulariza todas as compras de terras já realizadas até o momento por empresas ou cidadãos estrangeiros no País.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;“Convalidar ou ratificar as aquisições anteriores é uma ameaça, pois o Estado brasileiro não possui hoje um controle efetivo sobre as reais transações realizadas por empresas nacionais com capital predominantemente estrangeiro”, completou.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Regra atual&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Advogado da União,&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Joaquim Modesto Pinto Júnior&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;explicou que, mundialmente, a&amp;nbsp;&lt;a data-saferedirecturl=&quot;https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;amp;q=http://www.ihu.unisinos.br/noticias/557673-temer-defende-mudanca-em-regras-de-venda-de-terra-a-estrangeiros-e-de-licenciamento-ambiental&amp;amp;source=gmail&amp;amp;ust=1468962785231000&amp;amp;usg=AFQjCNERzayTjodJ6nBQmBC7lu_fx_YcVQ&quot; href=&quot;http://www.ihu.unisinos.br/noticias/557673-temer-defende-mudanca-em-regras-de-venda-de-terra-a-estrangeiros-e-de-licenciamento-ambiental&quot; style=&quot;border: 0px; color: #e66101; font-weight: bold; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;compra de terra por estrangeiros&lt;/a&gt;&amp;nbsp;é tratada na forma de lei específica. No caso brasileiro, a legislação atual prevê que, para pessoas jurídicas, a aquisição de até 3 módulos rurais é livre, sem necessidade de autorização do Estado brasileiro.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Já pessoas físicas ficam dispensadas de autorização para aquisição de até 20 módulos rurais. Nos demais casos, a lei impõe restrições à aquisição de terras por estrangeiros, sobretudo em áreas de fronteira. “A lei cria excepcionalidades, mas não impedimentos”, disse&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Pinto Júnior&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Pelo&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Projeto de Lei 4059/12&lt;/strong&gt;, não poderão comprar&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;terras rurais no Brasil&lt;/strong&gt;, ainda que indiretamente: fundos soberanos constituídos por outros países; organizações não governamentais ou fundações particulares com sede no exterior. O texto também proíbe o arrendamento de imóvel rural a estrangeiros e a venda ou doação a estrangeiros de terras da União, dos estados ou dos municípios. Por outro lado, continuam autorizadas a comprar imóveis rurais companhias de capital aberto.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Acordos internacionais&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Ao analisar o projeto, o&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Itamaraty&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;entende que o texto pode aproximar o Brasil de eventuais acordos de investimento firmados com outros países no âmbito da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;OCDE&lt;/strong&gt;). “A proposta vai na direção de não discriminação entre empresas brasileiras ou controladas por estrangeiros”, disse&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Norberto Moretti&lt;/strong&gt;, que representou o Ministério das Relações Exteriores na audiência.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;“A consequência prática é que o investidor estrangeiro, sob a forma de uma empresa nacional de capital estrangeiro, terá o mesmo tratamento que uma empresa brasileira”, disse&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Moretti&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O deputado&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Heitor Schuch&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;(PSB-RS), que propôs o debate, se disse contrário à proposta. “Não podemos nem permitir falar que&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;agricultor familiar&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;esteja correndo o risco de perder sua terra para estrangeiros. Estaremos realimentando a indústria dos sem-terra. Portanto, o Brasil precisa antes cuidar bem dos brasileiros”, disse. “Pode até trazer gente de fora, mas não entregando a terra”, finalizou.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Também contrário ao projeto, o representante da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;CNBB&lt;/strong&gt;),&amp;nbsp;&lt;a data-saferedirecturl=&quot;https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;amp;q=http://www.ihu.unisinos.br/entrevistas/552248-a-reforma-previdenciaria-e-o-declinio-da-ordem-social-constitucional-de-1988-entrevista-especial-com-guilherme-delgado&amp;amp;source=gmail&amp;amp;ust=1468962785231000&amp;amp;usg=AFQjCNGZftTikw_BMOFBmVrNTUaXniS8PA&quot; href=&quot;http://www.ihu.unisinos.br/entrevistas/552248-a-reforma-previdenciaria-e-o-declinio-da-ordem-social-constitucional-de-1988-entrevista-especial-com-guilherme-delgado&quot; style=&quot;border: 0px; color: #e66101; font-weight: bold; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Guilherme Delgado&lt;/a&gt;, disse que o texto é completamente inapropriado.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;“O projeto vai na contramão dos regimes fundiários instituídos pela&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Constituição de&amp;nbsp;1988&lt;/strong&gt;.&amp;nbsp;Precisamos entender que a terra não é mercadoria, mas um bem intergeracional de uso múltiplo e com uma função social clara”, defendeu&lt;strong style=&quot;border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Delgado&lt;/strong&gt;, para quem o texto põe em risco comunidades tradicionais, como índios e quilombolas, e a soberania nacional.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px; margin-bottom: 15px; margin-top: 10px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Íntegra da proposta:&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;a data-saferedirecturl=&quot;https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;amp;q=http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao%3D548018&amp;amp;source=gmail&amp;amp;ust=1468962785231000&amp;amp;usg=AFQjCNEy2S56wHHNFHenlYVcYL46JHQc1Q&quot; href=&quot;http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=548018&quot; style=&quot;border-image-outset: initial; border-image-repeat: initial; border-image-slice: initial; border-image-source: initial; border-image-width: initial; border: 0px; color: #e66101; font-weight: bold; margin: 0px; outline: invert none 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;PL-4059/2012&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cczavaski.blogspot.com/feeds/734698386089524139/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2016/07/debatedores-divergem-sobre-projeto-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/734698386089524139'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/734698386089524139'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2016/07/debatedores-divergem-sobre-projeto-de.html' title='Debatedores divergem sobre projeto de lei que regula compra de terras por estrangeiros'/><author><name>BINHO CARNEIRO ZAVASKI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04876546284433876703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEje27JxfN-opXjJcGe-fGFutjaBlM63wzZZVyK6YLVDu9O9WMSUq1rEXVOZnyuqPNlGt9L1IOomVIHLn1FoSWo2-2CS3zbozbcylHeC9ijw7bD29QHgNLNiIJ1-iolcNGU/s149/DSC01055.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2891530418468978933.post-973627264788397704</id><published>2016-07-13T08:18:00.001-07:00</published><updated>2016-12-01T08:03:05.157-08:00</updated><title type='text'>Subsídios a discussão na CCEAGRO/CONFEA - PL nº 6.299, de 2002</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Apensados ao 6.299/2002 (&lt;span style=&quot;color: #333333;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=18199&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: solid #fbfbfb 1.0pt; color: #333333; padding: 0cm; text-decoration: none;&quot;&gt;PL2495/2000
-&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href=&quot;http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=19141&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: solid #fbfbfb 1.0pt; color: #333333; padding: 0cm; text-decoration: none;&quot;&gt;PL3125/2000
- &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=299862&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: solid #fbfbfb 1.0pt; color: #333333; padding: 0cm; text-decoration: none;&quot;&gt;PL5884/2005&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;- &lt;a href=&quot;http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=306460&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: solid #fbfbfb 1.0pt; color: #333333; padding: 0cm; text-decoration: none;&quot;&gt;PL6189/2005&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;resumoapensadonegrito&quot;&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2081613&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: solid #fbfbfb 1.0pt; color: #333333; padding: 0cm; text-decoration: none;&quot;&gt;PL4933/2016&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; -&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2055554&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: solid #fbfbfb 1.0pt; color: #333333; padding: 0cm; text-decoration: none;&quot;&gt;PL3649/2015 - &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class=&quot;resumoapensadonegrito&quot;&gt;,&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=42480&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: solid #fbfbfb 1.0pt; color: #333333; padding: 0cm; text-decoration: none;&quot;&gt;PL5852/2001 - &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=550810&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: solid #fbfbfb 1.0pt; color: #333333; padding: 0cm; text-decoration: none;&quot;&gt;PL4166/2012&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;- &lt;a href=&quot;http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=511569&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: solid #fbfbfb 1.0pt; color: #333333; padding: 0cm; text-decoration: none;&quot;&gt;PL1779/2011 - &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;border: 1pt solid rgb(251 , 251 , 251); color: #303030; font-weight: normal; padding: 0cm; text-decoration: none;&quot;&gt;PL1779/2011- &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=533153&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: solid #fbfbfb 1.0pt; color: #333333; padding: 0cm; text-decoration: none;&quot;&gt;PL3063/2011 - &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=1295930&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: solid #fbfbfb 1.0pt; color: #333333; padding: 0cm; text-decoration: none;&quot;&gt;PL1687/2015
- &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=1996620&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: solid #fbfbfb 1.0pt; color: #333333; padding: 0cm; text-decoration: none;&quot;&gt;PL3200/2015 - &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=944332&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: solid #fbfbfb 1.0pt; color: #333333; padding: 0cm; text-decoration: none;&quot;&gt;PL49/2015&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;- &lt;a href=&quot;http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=946726&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: solid #fbfbfb 1.0pt; color: #333333; padding: 0cm; text-decoration: none;&quot;&gt;PL371/2015 &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;- &lt;a href=&quot;http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=949045&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border: solid #fbfbfb 1.0pt; color: #333333; padding: 0cm; text-decoration: none;&quot;&gt;PL461/2015&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;*
&lt;i&gt;Eng. Agrônomo Cleberson Carneiro Zavaski&lt;/i&gt;
– AEA-DF&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Os riscos eminentes da aprovação do PL
Nº 6.299/2002 e outros projetos apensos a este e o quadro já preocupante da
qualidade dos alimentos no Brasil colidem com a missão de defesa e luta pela
segurança alimentar e nutricional de toda a Agronomia Brasileira, o pressuposto
desta luta deve ser o norteador de nossas posições frente ao Congresso Nacional
e toda a sociedade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Vale sublinhar que o Brasil é
signatário da “Convenção sobre Procedimento de Consentimento Prévio Informado
para o Comércio Internacional de Certas Substâncias Químicas e Agrotóxicos
Perigosos, adotada em 10 de setembro de 1998, na cidade de Roterdã”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;O tema dos agrotóxicos apresenta
incidência superlativa no Brasil até pelo fato de o país ter se transformado no
maior consumidor destes produtos, afora a histórica frouxidão institucional dos
controles internos, em particular, sobre esses produtos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Tramita na Câmara dos Deputados, em
Comissão Especial, em regime de prioridade, um conjunto de proposições legislativas
demandando alterações radicais no atual marco regulatório sobre o tema no
Brasil que está assentado na Lei nº 7.802, de 1989. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;As proposições em tela são lideradas
pelo PL nº 6.299, de 2002, já aprovado no Senado, de autoria do Senador Blairo
Maggi, Ministro da Agricultura do governo provisório. Antes, a Comissão
Especial estava focada no PL nº 3.200, de 2015, do Deputado Covatti Filho
(PP/RS). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Os textos das proposições são
basicamente coincidentes, fato que sugere a existência de um patrono comum para
os dois projetos de lei. A substituição do PL nº 3.200, pelo PL nº 6.299, como
proposição principal da Comissão Especial, obviamente teve o propósito de
buscar o atalho no processo legislativo da matéria posto que o PL nº 6299 já
passou pelo Senado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Ao mesmo tempo visou antecipar o apoio
do governo provisório à propositura, vez que o seu autor também é o Ministro da
Agricultura. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Recentemente, especialistas da FAO
estimularam que após trinta anos de implementação do Código Internacional de
Conduta para a Distribuição e Utilização dos Agrotóxicos, as legislações
nacionais passassem a incorporar os avanços científicos observados nesse
período no conhecimento dos impactos dos venenos agrícolas nas pessoas e no
meio ambiente (&lt;a href=&quot;http://www.fao.org/news/story/es/item/346145/icode/&quot;&gt;http://www.fao.org/news/story/es/item/346145/icode/&lt;/a&gt;).
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Assim, as pretensões expostas no PL
6.299/2002 e seus apensos, sobre a legislação interna atuam na absoluta
contramão dos esforços da FAO, conforme tentaremos demonstrar a seguir. A Lei
nº 7.802, de 1989, alterada pela Lei nº 9.974, de 2000, e regulamentada pelo
Decreto nº 4.074, de 2002, rege a pesquisa, a experimentação, a produção, a
embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a
propaganda comercial, a utilização, a importação, a exportação, o destino final
dos resíduos e embalagens, o registro, a classificação, o controle, a inspeção
e a fiscalização de agrotóxicos, seus componentes e afins. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Os Projetos de Lei em consideração
sugerem a revogação da legislação mencionada e propõem a instituição da
“Política Nacional de Defensivos Fitossanitários e de Produtos de Controle
Ambiental, seus Componentes e Afins”. Esta política pretende regular de forma
amplamente permissiva as atividades relacionadas aos agrotóxicos, “caçando” os
poderes das instituições públicas do meio ambiente e da saúde no controle
desses produtos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Preditivo dos seus propósitos, de
plano, os proponentes substituem o termo “agrotóxico” por “defensivo
fitossanitário”, numa clara manipulação para fins de mitigação política da
nomenclatura dos venenos agrícolas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Um retrocesso se for considerado,
especialmente os termos utilizados pela FAO e aplicados mundialmente em
diversos países: pesticides e plaguicidas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;E mais, o texto oficial, em português,
da Convenção antes mencionada utiliza o termo agrotóxico. A própria
Constituição Federal adota o termo agrotóxico (Art. 220,§4º). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Para qualificar as mudanças intentadas
pelas forças ocultas e os proponentes dos referidos projetos com essa investida
legislativa, destacamos: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;1. A criação da Comissão Técnica
Nacional de Fitossanitários (CTNFito), em cuja participação não há previsão de
representação dos trabalhadores rurais que aplicam diretamente os venenos ou de
instituições representativas dos profissionais responsáveis pela sua
recomendação através dos Receituários Agronômicos ou pelo sistema CONFEA/CREAs
que fiscalizam tais profissionais e o recolhimento de ARTs em defesa da
sociedade. Essa Comissão tornaria o Brasil possuidor de uma regulação
paraestatal (ou mesmo privatizada) dos agrotóxicos, a exemplo do que ocorre com
os Organismos Geneticamente Modificados. O Parecer emitido pela CTNFito
vincularia os demais órgãos e entidades da administração nos aspectos de
segurança à saúde; meio ambiente; e de eficácia dos produtos ‘defensivos
fitossanitários’ bem assim, os de ‘controle ambiental’. Ou seja, a CTNFito
afastaria de forma absoluta a Anvisa e o Ibama da gestão tripartite dos
produtos agrotóxicos como ocorre atualmente. Ao MAPA restaria a atribuição de
homologar as decisões da CTNFito; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;2. Na atualidade, não podem ser
registrados no Brasil: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;(i) os agrotóxicos para
os quais o país não disponha de métodos para desativação de seus componentes; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;(ii) aqueles que revelem
características teratogênicas, carcinogênicas ou mutagênicas; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;(iii) os que provoquem
distúrbios hormonais, danos ao aparelho reprodutor; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;(iv) aqueles que se
revelem mais perigosos para o homem do que os testes de laboratório, com
animais; e&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;(v) os venenos cujas
características causem danos ao meio ambiente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Os projetos de Lei elencados propõem,
para todos os casos, substituir a ‘proibição’ pela condicionalidade “que
revelem riscos inaceitáveis...” Ficam as seguintes questões: O que seria um
risco inaceitável? Quem determinaria esse risco? A CTNFito!!! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;3. O PL de Blairo Maggi, traduzindo as
reivindicações de empresas e de outros interessados ocultos, não define
“intervalo de segurança” na aplicação de agrotóxicos, e assim, deliberadamente,
não prevê o espaço de tempo entre a última aplicação em uma cultura e o plantio
consecutivo de outra cultura, o que abre espaço para a maior intensificação da
aplicação destes agrotoxicos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;4. Pretendem que associações de
agricultores, entidades de pesquisa ou de extensão ou titulares de registros
requeiram a avaliação de novos usos dos agrotóxicos já registrados para
controle de outros alvos biológicos em “cultura com suporte fitossanitário
insuficiente” (CSFI). Todavia, além da ausência de parâmetros científicos de
segurança, quem avaliará o pleito de forma conclusiva será a CTNFito que terá
somente 30 dias para fazê-lo; em não fazendo, o processo estaria deferido. O
MAPA apenas autorizaria o registro; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;5. Pelos PLs, as autorizações e
registros dos agrotóxicos estariam vinculados ao parecer técnico, à monografia,
às diretrizes e aprovação correspondentes da CTNFito, sendo vedadas exigências
técnicas de outras instâncias nos aspectos relacionados à segurança e
eficiência. Em relação à monografia, esta seria elaborada pela CTNFito e
atualizada a partir das informações apresentadas pelos próprios requerentes ou
titulares de registros e teriam característica de perpetuidade. Assim, as
monografias, que seriam alimentadas pelas empresas, ficariam imunes aos alertas
e contestações dos órgãos públicos de saúde e meio ambiente. A monografia seria
a garantia do registro; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;6. PET - Permissão Experimental
Temporária – Mais uma inovação danosa a todo o sistema atual, com vistas à
flexibilização da legislação. Na atualidade, exige-se o Registro Especial
Temporário (RET) para agrotóxicos, seus componentes e afins, quando se
destinarem à pesquisa e à experimentação cuja expedição requer o cumprimento de
várias exigências técnicas. Com a substituição do registro especial, pela
permissão temporária, as empresas pretendem escapar das exigências atuais; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;7. Eliminam a obrigatoriedade de as
empresas prestadoras de serviços na aplicação de agrotóxicos seguirem as
exigências e diretrizes exigidas para os seus registros nos órgãos federais da
saúde, meio ambiente e agricultura como precondição para os respectivos
registros nos órgãos estaduais e municipais. O projeto habilita a CTNFito para
essa finalidade; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;8. Ambas as proposições definem as
responsabilidades pelos danos causados à saúde das pessoas, e ao meio ambiente.
No entanto, ao contrário da legislação atual, não explicita as esferas de
responsabilização (administrativa,civil e penal). Ainda que a rigor o fato não
livre os infratores da responsabilidade em qualquer esfera, todavia é no mínimo
inadequada. Tem mais: suprimem a hipótese da responsabilidade do registrante,
por ‘culpa’. Ou seja, este somente seria responsabilizado por dolo, o que
significa, ‘nunca’; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;9. Convém alertar que ante as
dificuldades de produzirem novas moléculas com propriedades inseticidas,
herbicidas e fungicidas, as grandes corporações estão obstinadas na
&quot;reutilização&quot; de venenos já abandonados, banidos, proscritos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Com essa provável legislação, em
especial, com os superpoderes atribuídos à CTNFito estarão dadas as possibilidades
de novas misturas de venenos, não permitidos, para obtenção de registros de
produtos baratos, escondendo os motivos de seu abandono nas formulações
anteriores; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Ante o exposto, e temerosos com o
futuro imediato do Brasil, também neste tema, especialmente tendo em conta as
circunstâncias políticas atuais no Brasil de um governo provisório alçado ao
poder apartir de processo ainda em discussão e não finalizado, devemos construir
o dialogo e a contribuição à sociedade brasileira e ao invés de flexibilizar,
desregrar e desregulamentar devemos estimular e lutar por uma legislação que possa
estimular a conformidade, aos padrões propugnados pela FAO e OMS, das condutas
internas do país na matéria. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Ademais, tendo em vista que o Brasil é
um dos principais exportadores de alimentos do mundo, esse grande afrouxamento
da legislação brasileira pertinente aos agrotóxicos tange também à segurança de
centenas de milhões de consumidores em todo o mundo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Assim, objetivamente, propomos ao
CONFEA: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;a) Considerando que o
objetivo da Convenção antes referida é o de “...promover a responsabilidade
compartilhada e esforços cooperativos entre as Partes...”, seria válido e
oportuno que o CONFEA peticione aos presidentes da Câmara e do Senado, bem
assim, ao Presidente da República, no sentido de formalizar a expectativa pela
modernização das legislações nacionais sobre os agrotóxicos, sem ferir os princípios
e deixar o País em risco com os atuais PLs; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;b) Propor a realização
de evento sobre o tema com os especialistas mundiais e representantes do
governo brasileiro, instituições de pesquisa e sociedade civil; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;c) Iniciativa de grande
relevância seria uma espécie de auditoria, dos resíduos de contaminantes e de
agrotóxicos nos produtos que integram a dieta básica da população brasileira,
vis a vis os padrões estipulados internacionalmente pelo Codex Alimentarius. O
Comitê do Codex Alimentarius do Brasil (CCAB) tem sido historicamente omisso no
zelo pela qualidade dos alimentos em nosso país. Não é à toa que mesmo tendo
entre as suas atribuições a elaboração e atualização da legislação e regulamentação
nacional de alimentos, esse Comitê assiste, silente, o processo em andamento de
desmonte da legislação brasileira sobre agrotóxicos. Em suma, trata-se de um
colegiado com missão de alto interesse público que, todavia, tem sido
absolutamente omisso no Brasil; sem qualquer transparência e sem participação
da sociedade civil. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Afinal, alem de afetar a sociedade
como um todo a aprovação dos PLs como estão caminhando, levara a uma
insegurança geral e corroborará para o desmonte de categorias profissionais
apartir da flexibilização de normas que podem levar a extinção da exigência de Receituários
Agronômicos e obrigatoriedade de responsáveis técnicos em seu manejo e uso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Neste sentido devemos perquirir e ir a
fundo neste debate, buscando ao final não inquinar a imagem dos profissionais e
de todo o sistema frente a sociedade brasileira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;*Presidente
da Associação de Engenheiros Agrônomos do DF – Vice-Presidente Centro –Oeste da
Confederação das Federações de Associações de Engenheiros Agronomos do Brasil - CONFAEAB -
Coordenador da CEAGRO-DF - Texto alterado apartir de documento enviado a FAO
pela ABRA no qual a Associação de Engenheiros Agrônomos do DF é signatário.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cczavaski.blogspot.com/feeds/973627264788397704/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2016/07/subsidios-discussao-na-cceagroconfea-pl.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/973627264788397704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/973627264788397704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2016/07/subsidios-discussao-na-cceagroconfea-pl.html' title='Subsídios a discussão na CCEAGRO/CONFEA - PL nº 6.299, de 2002'/><author><name>BINHO CARNEIRO ZAVASKI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04876546284433876703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEje27JxfN-opXjJcGe-fGFutjaBlM63wzZZVyK6YLVDu9O9WMSUq1rEXVOZnyuqPNlGt9L1IOomVIHLn1FoSWo2-2CS3zbozbcylHeC9ijw7bD29QHgNLNiIJ1-iolcNGU/s149/DSC01055.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2891530418468978933.post-4690340460594403124</id><published>2014-09-19T08:11:00.003-07:00</published><updated>2014-09-19T08:11:55.253-07:00</updated><title type='text'>A reforma agrária é necessária para a superação da fome no Brasil</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;Por&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Valmir Assunção&lt;/strong&gt;*&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;Dados das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) apontam que Brasil saiu do mapa da fome do mundo, graças à agricultura familiar. Segundo o relatório Estado da Insegurança Alimentar no Mundo e Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Brasil Um Retrato Multidimensional , de 2002 a 2013, caiu em 82% a população de brasileiros considerados em situação de subalimentação.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;O relatório da FAO ressaltou que o acesso a alimentos melhorou significativamente em países que experimentaram progresso econômico. O acesso à comida também aumentou em países que têm formas de proteção social, incluídos os pobres no campo, segundo o estudo. Se pensarmos dentro do âmbito brasileiro, isso é um bom indicativo de que os programas de Governo, tais como o Programa de Aquisição de Alimentos e o Programa Nacional de Alimentação Escolar devem ser fortalecidos. Também é indicativo que políticas como o Luz para Todos e os créditos concedidos à reforma agrária – a exemplo do novo crédito concedido no último plano-safra – são fundamentais para o futuro do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;Esta notícia deve ser muito comemorada e talvez justamente por isso a grande mídia não tenha se dedicado a explorar esta conquista que é de todos os/as brasileiros/as. Mas, também temos que avançar mais! Neste sentido, a reforma agrária tem que estar em um horizonte próximo. Explico: cada vez que ampliamos o número de assentamentos e reduzimos a concentração de terras, estamos investindo na agricultura familiar e na produção de alimentos saudáveis.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;A concentração fundiária significa a fome e a exclusão de mais de 3,8 milhões de camponeses de qualquer política pública estruturante. E se criamos o Brasil sem Miséria, além de outros programas sociais que visam a redução da pobreza, não há dúvidas que a reforma agrária se torna política imprescindível para a completa superação da fome da pobreza e na garantia da segurança alimentar e nutricional em nosso país. A FAO já deu a dica!&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;em style=&quot;background-color: white; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #222222;&quot;&gt;*Valmir Assunção é militante do MST-BA e deputado federal pelo PT.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cczavaski.blogspot.com/feeds/4690340460594403124/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2014/09/a-reforma-agraria-e-necessaria-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/4690340460594403124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/4690340460594403124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2014/09/a-reforma-agraria-e-necessaria-para.html' title='A reforma agrária é necessária para a superação da fome no Brasil'/><author><name>BINHO CARNEIRO ZAVASKI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04876546284433876703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEje27JxfN-opXjJcGe-fGFutjaBlM63wzZZVyK6YLVDu9O9WMSUq1rEXVOZnyuqPNlGt9L1IOomVIHLn1FoSWo2-2CS3zbozbcylHeC9ijw7bD29QHgNLNiIJ1-iolcNGU/s149/DSC01055.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2891530418468978933.post-4291594939398141868</id><published>2014-09-19T08:06:00.001-07:00</published><updated>2014-09-19T08:06:34.048-07:00</updated><title type='text'>Brasil sai do Mapa da Fome das Nações Unidas, segundo FAO</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;h1 style=&quot;background-color: #f8f7f0; border-bottom-style: none; border-bottom-width: medium; color: rgb(117, 59, 13) !important; font-family: arial; margin: 0px 0px 0.25em; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: arial, sans-serif; font-size: medium; line-height: 1.5em;&quot;&gt;De 2002 a 2013, a população de brasileiros considerados em situação de subalimentação caiu em 82%&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: #f8f7f0; text-align: left;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;O Brasil saiu do Mapa Mundial da Fome em 2014, segundo relatório global da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), divulgado hoje (16) em Roma. De 2002 a 2013, caiu em 82% a população de brasileiros considerados em situação de subalimentação.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: arial, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O relatório mostra que o Indicador de Prevalência de Subalimentação, medida empregada pela FAO há 50 anos para dimensionar e acompanhar a fome em nível internacional, atingiu no Brasil nível menor que 5%, abaixo do qual a organização considera que um país superou o problema da fome.&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O Brasil é destaque no “&lt;a href=&quot;http://www.fao.org/3/a-i4030e.pdf&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: url(https://blogger.googleusercontent.com/img/proxy/AVvXsEh2hNrbbc6fJQJ6QpHXtQVMlGuHKAVpwjeCSDPWpHkTao3VKMTxUrhLraGapahh9fWsB2aHOl25angHlyoQC6rF3GW4vvSkUsL3aSNOJT-gQ9QVbhToVfk31FTXWWuLxHPDIjqIPzibiCRkeXt3W_E2LO3UK1NAEejgMMimm4zWWQ=s0-d-e1-ft); background-origin: initial; background-position: 0px 1px; background-repeat: no-repeat; background-size: initial; color: rgb(117, 59, 13) !important; padding: 1px 0px 1px 16px; text-decoration: none;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;em&gt;Relatório de Insegurança Alimentar no Mundo&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;” de 2014 por ter construído uma estratégia de combate à fome e ter reduzido de forma muito expressiva a desnutrição e subalimentação nos últimos anos. Segundo a FAO, contribuíram para este resultado:&lt;/div&gt;
&lt;ul style=&quot;font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 1.5em; list-style-type: square; margin: 0.5em 0px 0px 1.5em; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;li style=&quot;margin-bottom: 0.5em; margin-left: 15px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;Aumento da oferta de alimentos: em 10 anos, a disponibilidade de calorias para a população cresceu 10%;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 1.5em; list-style-type: square; margin: 0.5em 0px 0px 1.5em; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;li style=&quot;margin-bottom: 0.5em; margin-left: 15px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;Aumento da renda dos mais pobres com o crescimento real de 71,5% do salário mínimo e geração de 21 milhões de empregos;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 1.5em; list-style-type: square; margin: 0.5em 0px 0px 1.5em; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;li style=&quot;margin-bottom: 0.5em; margin-left: 15px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;Programa Bolsa Família: 14 milhões de famílias;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 1.5em; list-style-type: square; margin: 0.5em 0px 0px 1.5em; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;li style=&quot;margin-bottom: 0.5em; margin-left: 15px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;Merenda escolar: 43 milhões de crianças e jovens com refeições;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul style=&quot;font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 1.5em; list-style-type: square; margin: 0.5em 0px 0px 1.5em; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;li style=&quot;margin-bottom: 0.5em; margin-left: 15px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;Governança, transparência e participação da sociedade, com a recriação do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea).&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: arial, sans-serif; font-size: medium;&quot;&gt;“Sair do Mapa da Fome é um fato histórico para o país”, comemora a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello. “A fome, que persistiu durante séculos no Brasil, deixou de ser um problema estrutural”, completa ela.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial, sans-serif; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial, sans-serif; font-size: medium;&quot;&gt;De acordo com a ministra, atualmente a fome é um fenômeno isolado, existe ainda em pequenos grupos específicos que são objeto de Busca Ativa. “Continuaremos trabalhando com a Busca Ativa enquanto houver um brasileiro com fome”, destaca a ministra.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial, sans-serif; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial, sans-serif; font-size: medium;&quot;&gt;Segundo Campello, com base nos dados da FAO, “chegamos a um percentual de 1,7% de subalimentados no Brasil. Isso significa que 98,3% da população brasileira tem acesso a alimentos e tem segurança alimentar”, destaca. “É uma grande vitória.”&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial, sans-serif; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial, sans-serif; font-size: medium;&quot;&gt;O “&lt;em&gt;Relatório Brasil&lt;/em&gt;”, publicação da FAO/Brasil, é revelador deste novo momento do país e da importância da estratégia brasileira, salienta a ministra. O relatório é denominado “&lt;em&gt;O Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Brasil, um retrato multidimensional&lt;/em&gt;” - o oposto do título do relatório mundial.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: arial, sans-serif; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial, sans-serif; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;b&gt;Ministério do&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b style=&quot;background-color: transparent;&quot;&gt;Desenvolvimento Social e Combate à Fome&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cczavaski.blogspot.com/feeds/4291594939398141868/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2014/09/brasil-sai-do-mapa-da-fome-das-nacoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/4291594939398141868'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/4291594939398141868'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2014/09/brasil-sai-do-mapa-da-fome-das-nacoes.html' title='Brasil sai do Mapa da Fome das Nações Unidas, segundo FAO'/><author><name>BINHO CARNEIRO ZAVASKI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04876546284433876703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEje27JxfN-opXjJcGe-fGFutjaBlM63wzZZVyK6YLVDu9O9WMSUq1rEXVOZnyuqPNlGt9L1IOomVIHLn1FoSWo2-2CS3zbozbcylHeC9ijw7bD29QHgNLNiIJ1-iolcNGU/s149/DSC01055.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2891530418468978933.post-8613620225231605392</id><published>2014-08-05T15:10:00.001-07:00</published><updated>2014-08-05T15:23:46.201-07:00</updated><title type='text'>SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL NO DISTRITO FEDERAL</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;**Cleberson Carneiro Zavaski
– Engenheiro Agrônomo, Esp. Educação, Meio Ambiente e Desenvolvimento –
Coordenador de Compensação de Reserva Legal/ICMBIO/MMA.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: Arial, sans-serif; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;**Maria Sílvia Rossi – Eng.
Agrônoma, PhD, Subsecretária de Políticas Ambientais/SEMARH/GDF&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 141.6pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;border: none windowtext 1.0pt; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-border-alt: none windowtext 0cm; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; padding: 0cm;&quot;&gt;“O DF vai se transformar em um
grande parque, como idealizou o urbanista Lucio Costa”, afirmou o governador
Agnelo Queiroz durante reunião na Cúpula Mundial dos Estados e Regiões,
ocorrida na Conferência Rio+20.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 141.6pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;border: none windowtext 1.0pt; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-border-alt: none windowtext 0cm; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; padding: 0cm;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;Em um contexto histórico de
expansão metropolitana, segregação socioespacial e disputas políticas do uso e
ocupação da terra, existe inegavelmente uma percepção social que o sistema
ecológico do Distrito Federal, em sua totalidade, é bastante frágil. É um
indicador a quantidade de Unidades de Conservação federais e distritais que cobrem
o território, muito maior, em termos relativos, que qualquer outra metrópole ou
Estado brasileiros, devido as características e limitações físico-ambientais
aliadas ao padrão de ocupação humana.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;Além de recepcionar a Capital
Federal – com uma proposta de ocupação de baixa densidade urbana em sua
proposta original - &amp;nbsp;a localização do
Distrito Federal no Planalto Central brasileiro torna imperiosa uma gestão
qualificada e responsável do seu Capital Natural, particularmente dos seus recursos
hídricos, posto que aqui nascem bacias hidrográficas nacionais, tais como São
Francisco (que se expande para o Nordeste brasileiro), Paraná/Prata (que se
dirige à região Sul do país) e Araguaia-Tocantins (que alimenta a região Centro
Oeste e parte do Norte). Ademais, face às características do Bioma Cerrado,
segundo maior bioma brasileiro (22% do território nacional), maior em ritmo de
desmatamento e o segundo bioma que mais sofreu alteração com a ocupação humana (MMA,
2014 -site), os rios do Cerrado são de baixa vazão, com relativamente baixa
capacidade de diluição de esgotos e efluentes que, ademais, tem seu volume
severamente comprometido durante a estação das Secas, a qual ocupa cerca de
metade do ano.&amp;nbsp; Posto que a questão dos
recursos hídricos é da maior importância no Bioma Cerrado e no Distrito
Federal, um conjunto de esforços foi empreendido pela área ambiental no Governo
Agnelo tanto para construir e consolidar o sistema de gerenciamento dos recursos
hídricos, fortalecer a cabeça do sistema (Conselho de Recursos Hídricos) bem
como as instituições participantes, construir e implementar o planejamento
distrital das águas no DF e paulatinamente fazer este tema ser incorporado aos
demais planejamentos setoriais, particularmente na agenda de desenvolvimento
urbano (à exemplo das discussões de níveis de impermeabilização do solo e seus
impactos na drenagem pluvial urbana - no Plano de Preservação do Conjunto
Urbano Tombado (PPCUB), e na Lei de Uso do Solo (LUOS). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;A construção e implantação de
um sistema de gestão de resíduos sólidos é outra questão essencial para a
promoção da sustentabilidade do DF. Coerente com o previsto no Plano de Governo,
o poder público distrital dá resposta à dívida de mais de 30 anos do Estado
para com a população com relação a este tema. Mais do que o fechamento do
lixão, a instituição de um sistema de gestão dos resíduos no DF e sua
implantação foram objeto de um importante esforço, inclusive com a criação da
uma subsecretaria específica na Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hidricos
- SEMARH e articulação dos entes do sistema em implantação.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;No DF, a despeito das
tentativas de organização e controle do incremento populacional, o crescimento urbano
acontece historicamente a passos largos, fortemente motivada por movimento
migratório e integração com os municípios de Entorno, com fortíssimos impactos
ambientais. Cerca de 80% dos empregos formais do DF estão localizados no Plano
Piloto (GDF, 2012 – publicação ZEE-DF), sem nenhuma alternativa econômica de
fôlego nos municípios circunvizinhos, alimentando a perversidade de um
movimento pendular, reforçado pela concentração da oferta de serviços essenciais
como saúde, e face à ausência de política de mobilidade urbana clara, e à grave
situação enfrentada pela população dos municípios da Rede Integrada de
Desenvolvimento Econômico - RIDE. A tendência de espraiamento do tecido urbano
já detectada pela literatura em outras metrópoles brasileiras, acontece no DF com
alguns diferenciais: (i) essa periferia não é homogeneamente precária,
apresentando uma dupla tendência de dispersão urbana, tanto das classes media e
alta como das classes populares, e (ii) esta acontece na consolidação de
tecidos urbanos únicos (conurbação em curso) embora localizados em duas
unidades da federação (DF e GO), na contramão do que as melhores práticas
urbanas recomendam, trazendo complexidade impar e impondo importantes desafios
de articulação política, planejamento, gestão e sincronia de execução entre
diferentes governos estaduais e destes com os poderes públicos municipais.
Parte da equação de solução está, sem dúvidas, em um maior compromisso do
governo federal no enfrentamento desta questão, à exemplo do Ministério da Integração
(responsável pela gestão da Região Integrada de Desenvolvimento Econômico - RIDE),
Ministério do Meio Ambiente (gestor formal do Zoneamento Ecológico e Econômico
- ZEE/RIDE), entre outros. Os esforços federais, advindos da Presidência da
República sinalizaram, a importância do trato desta região diferenciada, postos
por exemplo, os altos índices de violência em alguns municípios circunvizinhos,
a sobrecarga da infraestrutura do DF e a conurbação em curso. No entanto há
dificuldades de articulação entre diferentes Estados, nem sempre integrantes da
mesma base partidária. Ademais, foi sentida a ausência destes ministérios em
2012, para alinhamento das ações. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 54.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-list: l0 level1 lfo4; text-align: justify; text-indent: -36.0pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Arial;&quot;&gt;I.&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt; font-weight: normal; line-height: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Da
recriação da SEMARH e dos desafios para integrar os sistemas de meio ambiente e
recursos hídricos no DF&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;O Governo Agnelo iniciou-se em
2011 com importante decisão para a área ambiental – a recriação da Secretaria
de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Distrito Federal (Decreto Distrital
32.176/2011), tendo cinco instituições vinculadas: o Instituto Brasília
Ambiental (IBRAM) – órgão executor da política distrital de meio ambiente e
recursos hídricos, o qual responde pelas áreas protegidas, monitoramento e
qualidade ambiental, licenciamento ambiental e fiscalização, a Agencia
Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (ADASA) –
órgão de Estado para regulação e fiscalização da atividade das concessionárias
de serviços públicos no DF, incluindo-se água, esgoto, energia e resíduos
sólidos; o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) – órgão responsável pela gestão dos
resíduos sólidos, varrições e demais atividades de limpeza urbana; o Jardim
Botânico - uma estação ecológica com área total de 5 mil hectares, sendo 500 ha
para visitação e 4.500 ha destinados à pesquisa e preservação, abriga uma
estação de tratamento de águas e abastece cerca de 25% das demandas de água da
região do Lago Sul; e o Jardim Zoológico, atualmente o parque de maior
visitação no DF, que sofreu grande reestruturação em 2013. &lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;A recriação da SEMARH e sua
estruturação constam do Programa de Governo Agnelo. No arranjo político
partidário da base de apoio do governo, à frente da SEMARH esteve o Partido
Verde, em composição com o PT para montagem do primeiro escalão da Secretaria.
E esta foi, inequivocamente, uma decisão fundamental posto o longo período em
que o meio ambiente esteve circunscrito e subordinado à lógica do planejamento
e expansão urbanos. O governo deu sinal verde para romper com esta lógica restritiva
e, em grande medida, utilitarista e desenvolver os aspectos inerentes ao
planejamento e gestão do Capital Natural, nas suas mais diversas dimensões,
muito alem da dimensão lúdica a que esteve circunscrito. &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;À SEMARH coube o grande desafio
de estruturar-se, ainda que minimamente, para realizar sua missão de
planejamento setorial, coordenação dos sistemas ambiental e de recursos
hídricos na presidência dos Conselhos; a reconstrução destes Fóruns de decisão,
o aprofundamento das discussões sobre soluções aos principais desafios para a
sustentabilidade ambiental da Capital Federal, incluindo-se a Política de
Gerenciamento Integrado dos Recursos Hídricos, a política de Resíduos Sólidos e
os Planos de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, a promoção do
aperfeiçoamento do licenciamento ambiental, incluindo-se a simplificação quando
possível e necessário, a definição de política de qualidade do ar, entre
outros. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;Em síntese, o desafio da
legitimação de sua existência e o estabelecimento de um dialogo trans setorial,
para dentro do governo e da sociedade civil, para que o meio ambiente supere a
agenda setorial rasa e lúdica e passe a integrar a agenda central de governo,
conforme o proposto no Programa de Governo: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 35.4pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;Eixo
I: Desenvolvimento Econômico – &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 70.8pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;“&lt;i&gt;Incorporar a dimensão ambiental
nos processos de planejamento governamentais e nas políticas públicas de uso do
solo e ocupação territorial&lt;/i&gt;”(item I.4.2).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 35.4pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;Eixo
III: Infraestrutura e Ocupação Territorial – &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 70.8pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;“&lt;i&gt;Promover a política ambiental
urbana, baseada nos dois instrumentos citados ZEE e PDOT, centrada em
orientação da ocupação, uso dos espaços urbanos, dentro do princípio da justiça
ambiental e proteção das áreas verdes existentes e regulação do uso adequado
pela população&lt;/i&gt;” (item III.3.2).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 70.8pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;“&lt;i&gt;Estabelecer um Plano de Ação
conjunto e colegiado entre órgãos do GDF que tenham interface com o saneamento
básico ambiental&lt;/i&gt;” (item III.5.1). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 70.8pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;“&lt;i&gt;Intensificar a fiscalização para
proteger os mananciais e garantir a gestão adequada dos resíduos sólidos e
desenvolver amplo programa de combate aos alagamentos provocados pelas águas
pluviais abrangendo todas as cidades do DF&lt;/i&gt;” (item III.5.10).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;O desafio de reposicionamento
político estratégico da questão ambiental – agora com uma Secretaria de Estado
- ainda é indubitavelmente um desafio atual no Governo Agnelo, posta a grande
resistência presentes nos setores de governo – inclusive do PT – a um papel
mais protagonista da área ambiental. Parte desta resistência parece advir da falta
de acomodação com abordagens historicamente superadas posta a falta de cultura
de estudos para identificação e análise de casos de sucesso em função do
desconhecimento deste casos no Brasil e no mundo, empobrecendo as
possibilidades de planejamento e gestão territoriais em sua plenitude. Um das
consequencias é a dificuldade de compreensão de conceitos básicos relativos à
capacidade de suporte, sustentabilidade, potencial econômico de negócio
relacionados à preservação e exploração racional dos recursos naturais, entre
outros. Outra parte da resistência advém simplesmente da acirrada disputa de
poder dentro e entre os partidos da ampla base política aliada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;Apesar das importantes
dificuldades orçamentárias e financeiras a que o DF esteve passando nestes
últimos 3 anos, a SEMARH estruturou-se minimamente. No entanto, a aposta por
uma estrutura muito enxuta de cargos revelou-se tímida, insuficiente e
inadequada para a amplitude do desafio: a cessão de mais de cem servidores para
o IBRAM fez-se para priorizar a execução das políticas territoriais ambientais em
relação ao planejamento e gestão, enquanto a excessiva nomeações de cargos de
confiança sem formação na área ambiental, na maioria das vezes ocorridos sem
consulta/diálogo ou conhecimento da SEMARH, gerou em diversos momentos,
paralisia e inércia tanto no órgão formulador quanto nas vinculadas em maior ou
menor nível. Isto revelou, de outro modo, a dificuldade de compreender a área
ambiental como área que requer quadros técnicos robustos à luz dos desafios do
século XXI. Desta forma, atingiu-se apenas parcialmente o objetivo III.3.7 do
Programa: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 70.8pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;“&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;Adequar os organismos
distritais específicos da política ambiental: reformular e equipar a
adequadamente a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, com capacidade
plena para o exercício pleno de sua missão&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 54.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-list: l0 level1 lfo4; text-align: justify; text-indent: -36.0pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Arial;&quot;&gt;II.&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt; font-weight: normal; line-height: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Dos
avanços da área ambiental no Governo Agnelo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;Apesar disto, importantes e
louváveis avanços foram efetivados nesta gestão, aprofundando o Programa de
Governo. Podemos citar exemplos, alguns dos quais foram marcados por inovações
que, pouco a pouco, constituem exemplos para outras unidades da federação e
para nosso País. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 72.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-list: l2 level2 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;&quot;&gt;o&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt; line-height: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;2.1
- A reconstrução dos fóruns democráticos de decisão – papel dos Conselhos
Ambientais&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt; &lt;i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;Elencamos anteriormente algumas
passagens do Programa de Governo indicando claramente prioridades para a área
ambiental. Embora não citada no Programa, mas particularmente importante está a
reconstrução dos Conselhos. Esta foi a primeira prioridade da SEMARH, em meio à
sua própria estruturação, inequivocamente posicionados como “&lt;i&gt;cabeças dos sistemas&lt;/i&gt;” ambiental e de
recursos hídricos (Figura 1). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-no-proof: yes;&quot;&gt;&lt;v:shapetype coordsize=&quot;21600,21600&quot; filled=&quot;f&quot; id=&quot;_x0000_t75&quot; o:preferrelative=&quot;t&quot; o:spt=&quot;75&quot; path=&quot;m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe&quot; stroked=&quot;f&quot;&gt;
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&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;O compromisso para com os
Conselhos Ambientais é um compromisso central na agenda ambiental e dos
governos petistas. Deste feito, o CONAM foi reconstruído no primeiro semestre
de 2011. O Conselho de Meio Ambiente do DF tem, entre as suas inúmeras atribuições,
a anuência para o licenciamento ambiental de empreendimentos de alto impacto
ambiental. Entre estes está, sem sombra de dúvidas, o parcelamento de terras e
as obras de infraestrutura no DF. Apesar do fortalecimento do CONAM-DF, neste
governo, inclusive no contexto das urgências de obras de cidades sede da Copa
do Mundo, a definição de Resoluções que balizem questões fundamentais e
estratégicas ambientais ainda não se firmaram como uma atividade prioritária do
Conselho. No entanto, algumas Resoluções que merecem destaque são as Diretrizes
para implementação do sistema de gestão de Resíduos Sólidos e Ausência/Licenciamento
simplificado de 16 (dezesseis) tipos de atividades agrossilvipastoris. Esta
última requereu um intenso trabalho de articulação da SEMARH, SEAGRI, IBRAM e
EMATER junto a BRB, Ministério Público e comunidade para simplificar os
procedimentos de licenciamento ambiental e trazer para a legalidade a situação
das atividades econômicas da Agricultura Familiar, permitindo assim a liberação
dos recursos do PRONAF, até então 100% represados, isto ocorreu somente no
segundo ano de governo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;Por outro lado, o Conselho de
Recursos Hídricos foi reconstruído no segundo semestre de 2011, já com agenda
urgente de finalização da construção do Plano de Gerenciamento dos Recursos
Hídricos do DF – PGIRH/DF. Sua aprovação em 2012 por unanimidade pelo Conselho
e a início de implementação 2013, colocou o DF em um novo patamar de gestão,
segundo a Agência Nacional de Águas - ANA, posto a existência de um plano
distrital norteador das ações de Estado para as águas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 72.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-list: l2 level2 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;&quot;&gt;o&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt; line-height: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;2.2
- A efetiva implementação da Compensação Ambiental e Florestal&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;A compensação foi implementada no DF como sistema de
financiamento de infraestrutura ambiental, cujas boas práticas em curso no GDF
foram citadas pelo TCU como referência em seu relatório de auditoria face ao
pedido do Senado Federal para auditoria da Compensação Ambiental Federal em
2013&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;. Destacam-se a requerida planilha com detalhamento de todos os
investimentos inerentes à implantação do empreendimento, desde o planejamento
até a efetiva operação; determina com clareza a forma e a responsabilidade para
o cálculo do Valor de Referência – &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 54.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 53.25pt; mso-add-space: auto; mso-list: l1 level1 lfo2; text-align: justify; text-indent: -35.25pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 8.0pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: Arial;&quot;&gt;1&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt; line-height: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;TCU TC014.293/2012-9 – Avaliação operacional sobre a
aplicação e fiscalização dos recursos de Compensação Ambiental, criada pela Lei
9.985/2000, destacando a aplicação dos valores dos últimos dez anos e avaliando
a eficiência e a eficácia dos programas de governo por eles assistidos” &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 8.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;– autoria do Senador Rodrigo Rollemberg/Comissão de
Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (SMA)/Senado
Federal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 53.25pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;incluindo-se sanções administrativas, civis e penais
para o Responsável Técnico, por eventual falsidade de informações; prevê
também&amp;nbsp; a cobrança judicial da
compensação ambiental não arrecadada, considerando o termo de compromisso como
titulo executivo extrajudicial cabível portanto de ser executado judicialmente.
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;De fato, a compensação ambiental
e florestal constituem ferramentas do licenciamento ambiental para assegurar a
contrapartida paga pelo empreendedor nos casos de significativos impactos
ambientais, seja na implantação de empreendimentos seja na supressão de
vegetação (indivíduos arbóreos). No DF, estes instrumentos federais, estão
previstos na Leis distritais Complementares, decretos e Instruções Normativas
do IBRAM. Cabe ressaltar que dentre as diversas possibilidades da Compensação
ambiental está primeiro, a regularização fundiária. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;A Compensação tem por base o
princípio do usuário-pagador e poluidor-pagador – bastante presente nos
trabalhos em recursos hídricos – e neste caso, mandatoriamente orientadas para
implantação de Parques e Unidades de Conservação no DF, além da gestão e
manutenção dos existentes. É uma maneira muito efetiva de internalizar os
custos ambientais causados pela implantação dos empreendimentos nos custos do
próprio empreendimento. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;Alguns avanços já tinham sido
obtidos na compreensão do alcance destas ferramentas até 2010, mas foi no
Governo Agnelo que esta questão foi priorizada, motivada inclusive pelo
orçamento ínfimo de que a SEMARH e a área ambiental dispunham. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;Este Governo tem o grande
mérito de ter implantado a cultura de cobrança das compensações durante o
processo de licenciamento ambiental. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 72.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-list: l2 level2 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;&quot;&gt;o&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt; line-height: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;2.3
- A gestão das áreas protegidas – UCs e o Programa Brasília Cidade Parque&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;As soluções implantadas passo a
passo, buscaram superar a gravíssima situação no início do Governo: a falta de
regularização fundiária, localização/dimensões/limites indefinidos, Conselhos
Consultivos inativos ou inexistentes, sem regimento interno, requerendo
reenquadramento, recategorização, sem planos de manejo e planos de ação. Esta
fragilidade os tornaram historicamente&amp;nbsp;
“vazios urbanos”, opção preferencial para instalação de equipamentos
públicos. 10,14% dos parques estão relacionados a problemas judiciais tais como
Ações de Inconstitucionalidade (ADIN). Grande parte dos parques sofrem
ocupações urbanas ou rurais irregulares, depósitos clandestinos de entulhos.
Ademais, 21,7% foram criados dentro de PDL e Projetos urbanísticos; 8,7% com
poligonal e coordenadas UTM em legislação posterior a criação; 14,5% com
poligonal e coordenadas UTM na legislação de criação ou seja, somente 30,43%
tem área definida na legislação de criação ou depois. Historicamente além do
grave problema da especulação imobiliária e da ocupação ilegal e irregular,
deixou-se de lançar mão do conceito de qualidade urbana, considerando qualidade
de vida, e para isto, esqueceu-se da importância da qualidade ambiental nos
ambientes urbanos. No entanto, a qualidade ambiental nestes ambientes é de
fundamental importância, e por isto, este governo priorizou a retomada do
conceito de cidade-parque, buscando construir os elementos necessários a sua
viabilização, posto o pífio orçamento da pasta ambiental face aos desafios. E
os resultados já se mostram expressivos, em todas as regiões do DF, a partir da
utilização efetiva e em escala de recursos advindos da Compensação. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;Já na gestão das Unidades de
Conservação, os desafios permanecem importantes. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;O Distrito Federal possui 72
Parques Distritais 3 Áreas de Proteção Ambiental (APA) distritais e 1 APA
federal além de 19 outras unidades de conservação de categorias proteção
integral e uso sustentável, administradas pelo GDF e 6 Unidades de Conservação
Federais administradas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da
Biodiversidade (ICMBio). Tal contingente de áreas protegidas somam da ordem de
85% de seu território. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;A histórica necessidade em
proteger o território advém de dois eixos de preocupação, particularmente do
Governo Federal: (i) proteção aos ativos ambientais, neste território com
níveis importantes de sensibilidade ambiental – fauna, relevo, paisagens, com
destaque aos recursos hídricos – à exemplo do Parque Nacional de Brasília (cuja
barragem de Santa Maria provê cerca de 23% da água potável do DF), das APAs
(que cohabitam e devem promover o desenvolvimento) do Descoberto (cusa barragem
do Descoberto prove 65% de todo abastecimento de água potável do DF), do
Planalto Central e das Reservas Biológicas, entre outras e (ii) manutenção da
Capital Federal com uma garantia mínima de sustentabilidade ambiental, posta a
agressiva grilagem de terras e especulação imobiliária, ausência de
licenciamento ambiental, em especial nos parcelamento de solo urbano para fins
de moradia, sem qualquer infraestrutura (porque desvinculado do licenciamento
ambiental). Esta estratégia resultou em transferência do licenciamento
ambiental para o âmbito federal consolidando uma situação impar no país onde
uma superintendência do IBAMA (e não o IBAMA sede) respondeu por diversos anos
pelo licenciamento e fiscalização – e não o DF. Embora acirran&lt;a href=&quot;https://www.blogger.com/null&quot; name=&quot;_GoBack&quot;&gt;&lt;/a&gt;do
tensões, esta estratégia tornou visível o papel do licenciamento ambiental e
garantiu a minoração de pressões políticas para a liberação de licenças, mas
não suficiente para conter a grande proporção de ocupações e uso irregular e
ilegal do solo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;De maneira geral, a difícil
articulação inter-setorial no governo levou a algumas tensões, notadamente a
visão de gestão dos parques pela localidade e não pela missão destas unidades.
De fato, por diversas vezes, tentou-se argumentar que cada vez que estas
unidades estivessem em área urbana,&amp;nbsp;
estes deveriam ser caracterizados como urbanos, e em conseqüência, a
gestão recairia na pasta do desenvolvimento urbano – sem considerar a missão
vivencial, prevista na legislação federal (SNUC), sob gestão do órgão executor
da política distrital de meio ambiente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;Ademais as dificuldades de
governo, os desafios importantes relativos aos níveis de co-responsabilidade
dos governos distrital e federal, particularmente no que tange às Unidades de
Conservação. Um exemplo foi a questão do Lixão, vizinho do Parque Nacional de Brasilia
que é o maior parque urbano do mundo com mais de 42.000 hectares, com a grave
problemática da movimentação da pluma subterrânea e o descumprimento da zona
tampão da unidade de conservação federal. Esta questão está sendo enfrentada e
espera-se que em 2014 consiga-se trabalhar os autos de infração por poluição
com o compromisso de reversão destes valores para a mineração de uma faixa
piloto prioritária vizinha ao PNB, em discussão entre GDF e ICMBio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 72.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-list: l2 level2 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;&quot;&gt;o&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt; line-height: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;2.4
- A desafiadora Política de Resíduos Sólidos para o DF*&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 36.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-list: l2 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: Arial;&quot;&gt;-&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt; line-height: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;* Agradecimento especial ao
Paulo Celso dos Reis, colega Subsecretário de Resíduos Sólidos/ SEMARH/GDF, Professor
da Universidade de Brasília, e especialista em Resíduos Sólidos e Segurança no
Trabalho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;A proposição, pela área
ambiental, de um sistema de gestão integrada dos resíduos sólidos, apresentando
os elementos da infraestrutura necessários e suficientes para o funcionamento
do sistema bem como os passos necessários à sua consecução, resumidamente
ilustrado na figura abaixo. A proposta foi exaustivamente discutida ao nível do
governo, de conselhos distritais, de interlocutores federais (Governo Federal,
MMA, BNDES,&amp;nbsp; M.Cidades, entre outros),
bem como com a sociedade civil brasiliense. O Governo, então, priorizou um
primeiro passo com a implantação da infraestrutura mínima que inclui um &lt;u&gt;aterro
sanitário&lt;/u&gt; (área destinada para disposição final de resíduos domiciliares -
com capacidade de 8 milhões de toneladas e vida útil prevista de 15 anos), 8 &lt;u&gt;ATTR&lt;/u&gt;s
(áreas para recepção, triagem e reciclagem de resíduos da construção civil), 12
&lt;u&gt;Unidades de Triagem&lt;/u&gt; (áreas para recepção, triagem e comercialização de
resíduos recicláveis – plástico, papel, metal, entre outros – para as
Cooperativas de Catadores), 120 &lt;u&gt;ecopontos&lt;/u&gt; (para entrega voluntária) e a
implantação da &lt;u&gt;Coleta Seletiva em todo DF&lt;/u&gt;, com a entrega da fração seca
para as cooperativas de catadores e pagamento pelo serviço prestado.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 54.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-no-proof: yes;&quot;&gt;&lt;v:shape id=&quot;Picture_x0020_1&quot; o:spid=&quot;_x0000_i1025&quot; style=&quot;height: 260.25pt; mso-wrap-style: square; visibility: visible; width: 347.25pt;&quot; type=&quot;#_x0000_t75&quot;&gt;
 &lt;v:imagedata o:title=&quot;&quot; src=&quot;file:///C:\Users\023413~1\AppData\Local\Temp\msohtmlclip1\01\clip_image002.png&quot;&gt;
&lt;/v:imagedata&gt;&lt;/v:shape&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;Parte-se de uma geração atual
de 3.000 toneladas/dia de resíduos sólidos urbanos (1 milhão de toneladas de
resíduos/ano), majoritariamente de resíduos da Construção Civil . &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;A proposta apresenta alguns
pressupostos essenciais: reequipar não apenas o Distrito Federal, mas os municípios
da RIDE para que possam atender aos princípios da Política Nacional de Resíduos
Sólidos assegurando potencializar (i) a Redução, Reutilização e &lt;u&gt;Reciclagem&lt;/u&gt;
dos resíduos sólidos – afastando-se da cultura de descarte e promovendo nova
cultura e novos mercados advindos dos princípios previstos na PNRS; (ii) a &lt;u&gt;inclusão
social dos catadores&lt;/u&gt; de materiais recicláveis – isto é, o processo só tem
sustentabilidade com soluções que articulem a problemática ambiental à inclusão
social (também prioridade do Governo Federal) e a alternativas econômicas;
(iii) a &lt;u&gt;compostagem e valorização energética&lt;/u&gt; dos resíduos – afastando-se
do conceito de lixo e exercitando o conceito de insumo, valor econômico e novos
mercados, (iv) a disposição final em &lt;u&gt;aterros sanitários&lt;/u&gt; &lt;u&gt;como último
recurso&lt;/u&gt; – assegurando portanto o fechamento do lixão, o licenciamento,
licitação e implantação de um aterro sanitário (Samambaia), existência de
outros equipamentos públicos capazes de assegurar alternativas para que a
disposição final seja um último recurso, o que aumentará significativamente a
vida útil do aterro. O potencial de mercado foi estudado, por tipologia de
instalação/serviço, totalizando da ordem de 475 milhões de reais anuais,
incluindo-se o aproveitamento da fração orgânica, dos gases e da fração sólida.
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;É muito importante ressaltar
que o fechamento do lixão, também neste governo, representa sanar uma dívida de
30 anos do Estado para com a sociedade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 18.0pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;A implantação da infraestrutura
que tem revelado fragilidades que precisam ser endereçadas e corrigidas sempre
que possível para o aprimoramento da capacidade de gestão do processo pelo
Governo. Assim, por exemplo, temos que para um único aterro sanitário, optou-se
por fazer cinco licitações. A última licitação diz respeito à operação por
apenas 5 dos 15 anos de vida útil deste aterro com capacidade total de 8
milhões de toneladas. Há inequivocamente alguns riscos associados a esta
decisão, particularmente em quanto deixa de ser atrativo uma gestão por período
de apenas cinco anos, curto para retorno financeiro em face de implementação de
melhorias tecnológicas por exemplo. Adicionalmente, como a cobrança será feita
por tonelada entregue, caso o Governo não seja capaz de efetivar adequadamente
a coleta seletiva, e principalmente de gerenciar os dias de coleta, há riscos
de competição entre veículos da coleta seletiva e da coleta tradicional, para
aumento dos volumes entregues no aterro, posto que fez-se opção por dois sistemas
sem que haja regras e garantias para impedir canibalizações. As campanhas de
educação ambiental e demais movimentações para sensibilizar a população e
propor sua aderência à coleta seletiva ainda não foram iniciados, apesar da
licitação para operação já estar acontecendo. Desta forma, o Governo terá que
demonstrar autoridade política e técnica na implantação deste sistema, com
articulação de seus componentes para que possamos de fato evitar, por exemplo,
o comprometimento de 5/8 da capacidade total de disposição final em apenas 1/3
do tempo planejado. Um segundo passo será a qualificação da infraestrutura e
dos meios de controle do sistema de gestão, com o monitoramento dos fluxos,
trajetos e volumes em sistema, com a instituição de uma Sala de Controle ou
Monitoramento, com os técnicos com perfil adequado e instrumentos
informatizados. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 72.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-list: l2 level2 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;&quot;&gt;o&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt; line-height: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;2.5
- O&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt; &lt;b&gt;&lt;i&gt;Zoneamento Ecológico Econômico&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;
(ZEE/DF – com finalização prevista para 2014). &lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;O ZEE é um instrumento de
planejamento e gestão da Política Nacional de Meio Ambiente (lei federal),
regulamentada em decreto federal e retomada na lei federal que institui o
Código Florestal, tornando-a mandatória para todas a Unidades da Federação e
dando prazo para sua execução. Esclarece-se que o ZEE (Zoneamento Ecologico
Economico) deve acontecer antes do PDOT (Plano Diretor de Ordenamento
territorial), que é um desdobramento detalhado das vocações previstas no
primeiro instrumento. Posta a inexistência de ZEE e históricas revisões do PDOT
no DF, embora o instrumento esteja previsto na Lei Orgânica do DF, este é
objeto de denso Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre GDF e MPDFT e foi
previsto no Programa de Governo de Agnelo. Iniciou-se, portanto, o governo com
um processo complicado de gestão de contrato GDF-Banco Mundial muitíssimo
atrasado, com uma lógica ainda restritiva em relação ao meio ambiente além de
não priorizar a questão econômica do DF. Apesar das resistências, no 2&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt;
semestre de 2011, institucionalizou-se a SEMARH na coordenação, com a SEDHAB
(que absorveu a extinta SEDUMA, coordenadora do processo até então), e
incorporou-se a SDE (Secretaria de Desenvolvimento Economico). Até o final de
2012, conseguiu-se recuperar parte do tempo perdido: finalizou-se o
diagnóstico, fez-se um conjunto de reuniões públicas em 3 conselhos distritais
e uma Audiência pública – inédita no pais – para este diagnóstico.&amp;nbsp; Avançou-se no prognóstico, com a formulação da
primeira proposta, ainda preliminar, de zoneamento, compatível com o exíguo
prazo previsto no contrato já atrasado. No entanto, apesar dos importantes
avanços na abordagem ecológica com introdução inédita de gestão de riscos
ambientais (riscos de perda de solo, de perda de recarga de aqüíferos, de perda
de remanescente de Cerrado e risco integrado), a análise econômica não foi
realizada a contento, razão pela qual, institui-se uma etapa 2, pós contrato,
com sete grupos de trabalho dos mais diversos entes do GDF e representantes
federais, sob coordenação conjunta da SEMARH e Companhia de Planejamento - CODEPLAN/GDF.
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;Os esforços e as inovações tem
sido reconhecidas pelo MMA, gestor formal do Programa ZEE-Brasil. O objetivo
distrital é finalizar até 2014 uma peça única de governo, discutida em
conselhos e legitimada por consultas públicas, para o encaminhamento posterior
ao legislativo distrital. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;Grandes desafios estão sendo
enfrentados, para a articulação transdisciplinar no âmbito do governo, com
dificuldades de dialogo e algumas dificuldades localizadas para adesão à
formulação deste instrumento de planejamento e gestão do DF. Sabemos que o
difícil exercício de formulação tem trazido desafios próprios de um macro instrumento
de planejamento trans-setorial. Particularmente neste caso, onde
indubitavelmente a importância do ZEE/DF está na proposição de vocações e no
poder de alinhamento das políticas setoriais, a começar pelo Plano Diretor de
Ordenamento Territorial, historicamente promotor não da totalidade dos espaços
do DF mas comprometido com a agenda urbana do DF.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 72.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-list: l2 level2 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;&quot;&gt;o&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt; line-height: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;2.6
- O&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt; &lt;i&gt;Plano de Gerenciamento Integrado dos
Recursos Hídricos (PGIRH/DF)&lt;/i&gt; e seus desdobramentos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt; &lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;Segundo a Agência Nacional de
Águas, a institucionalização do PGIRH colocou o DF no patamar superior das
Unidades da Federação, ao definirem um planejamento estadual para gestão de
suas águas. O PGIRH foi aprovado em 2012 pelo Conselho de Recursos Hídricos, a
partir dos estudos financiados pelo GDF-Banco Mundial, que envolveu fortemente
as instituições dos sistema de recursos hídricos do DF, notadamente a Adasa,
Caesb, Ibram e a própria SEMARH, na presidência do Conselho. O Plano esta
disponível no site (&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.adasa.df.gov.br/&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;www.adasa.df.gov.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;). &lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 72.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-list: l3 level2 lfo3; text-align: justify; text-indent: -18.0pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: Arial;&quot;&gt;a.&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt; line-height: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Enquadramento
de Água Superficial&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;Este define as metas de
qualidade das águas do DF para os próximos 20 anos. A discussão, iniciada pela
presidência do CRH no início de 2013 junto aos entes do sistema, partiu do
compromisso com o processo democrático, que privilegiou o envolvimento dos
Comitês de Bacias Hidrográficas. Estes aprofundaram o tema em seus coletivos,
realizaram audiência pública conjunta em 2013 e aportaram recomendações do
enquadramento trecho a trecho dos rios do DF. O CRH re-internalizou a discussão
e está em curso a construção da peça documental completa e inovadora.&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;Este
processo resultará em aprovação em 2014 pelo Conselho de Recursos Hídricos, trazendo
de maneira inédita no país, claras regras de transição para sua implementação, indicando
prazos, metas e responsabilidades institucionais para o monitoramento e
fiscalização. Este passo é fundamental para avançarmos na consolidação do
sistema, e balizará as próximas discussões como a cobrança pelo uso da água,
inclusive nas Bacias Nacionais que passam pelo DF. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 54.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-list: l0 level1 lfo4; text-indent: -36.0pt;&quot;&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Arial;&quot;&gt;III.&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt; font-weight: normal; line-height: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Conclusão
– desafios de Governo às questões ambientais no DF: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;Inegavelmente, o governo Agnelo
trouxe oportunidades importantes, em que pese a estruturação ainda insuficiente
da pasta de meio ambiente e de suas vinculadas, a insuficiência de quadros
técnicos, a agenda de urgências advindas de ambos os governos anteriores dificultando
a dimensão do planejamento, aliada à falta de compromisso efetivo com os
procedimentos básicos ambientais e o mais difícil, superar a resistência do
conjunto do governo para uma maior vontade política de incorporar o meio
ambiente no central do planejamento e gestão do poder público distrital. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;O processo de consolidação do
sistema de meio ambiente e de recursos hídricos avança no planejamento
territorial, nos recursos hídricos, na gestão dos resíduos sólidos e na
qualificação dos espaços ambientais urbanos e UCs. Assim, no balanço deste
governo, em que pese a histórica dinâmica territorial pautada pela especulação
imobiliária, há o mérito da recriação da pasta de Meio Ambiente e um conjunto
de realizações importantes para o presente e o futuro do Distrito Federal –
trata-se, sem dúvida, de legado. O governo Agnelo sinalizou politicamente espaço
para o meio ambiente, abrindo uma janela de possibilidades dentro das dificuldades
existentes, que a área ambiental soube aproveitar, traçando um caminho ainda
que timidamente, o qual – sem sombra de dúvidas - precisa ser perseguido, desenvolvido
e aprofundado para que se construa de maneira muito prática um futuro
sustentável para o DF. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;À frente temos a urgência em
perseverarmos em 3 focos: (i) &lt;b&gt;&lt;i&gt;reconhecer,
internalizar e reposicionar a importância do meio ambiente&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;; (ii) &lt;b&gt;&lt;i&gt;assumir e priorizar o planejamento
estratégico, incorporando a questão ambiental com efetividade e para mais além
do quadrilátero&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;; e (iii)&amp;nbsp; &lt;b&gt;&lt;i&gt;superar a gestão setorial ambiental rumo à
gestão integrada de meio ambiente na Capital Federal&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, estabelecendo de
vez as bases para a Sustentabilidade. A luta continua.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cczavaski.blogspot.com/feeds/8613620225231605392/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2014/08/sustentabilidade-ambiental-no-distrito.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/8613620225231605392'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/8613620225231605392'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2014/08/sustentabilidade-ambiental-no-distrito.html' title='SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL NO DISTRITO FEDERAL'/><author><name>BINHO CARNEIRO ZAVASKI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04876546284433876703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEje27JxfN-opXjJcGe-fGFutjaBlM63wzZZVyK6YLVDu9O9WMSUq1rEXVOZnyuqPNlGt9L1IOomVIHLn1FoSWo2-2CS3zbozbcylHeC9ijw7bD29QHgNLNiIJ1-iolcNGU/s149/DSC01055.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2891530418468978933.post-7865606285976332080</id><published>2013-11-06T05:23:00.001-08:00</published><updated>2013-11-06T05:23:38.903-08:00</updated><title type='text'>POSICIONAMENTO DA CLASSE AGRONÔMICA BRASILEIRA SOBRE PL 2.824/2008 (PL DOS ZOOTECNISTAS)</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: center;&quot;&gt;
APRESENTAÇÃO FEITA NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO PARA, que reflete nosso posicionamento já explanado em diversos Estados e no Congresso Nacional em Brasilia.&lt;/div&gt;
&lt;b id=&quot;docs-internal-guid-20b3c69f-2d91-68ab-43c3-5b29abf82444&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Não poderia iniciar minha fala de outra forma que não fosse parabenizando o colega Dinaldo Trindade, Presidente da Associação dos Engenheiros Agrônomos do Pará (AEAPA) e sua Diretoria; e o ilustre Engenheiro Agrônomo e Deputado Estadual José Megale e sua Equipe, por terem viabilizado a realização desta importante Sessão Especial e assegurado a presença de tantas autoridades e tão seleto público.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Comemoramos neste ano, Deputado José Megale, 80 anos de regulamentação de nossa profissão e 132 anos da formatura da 1ª turma de Engenheiros Agrônomos do Brasil, no Instituto Bahiano de Agricultura, hoje Escola de Cruz das Almas.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Em nome da Classe Agronômica Paraense e Brasileira agradeço aos Senhores.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Caríssimos presentes, embora ciente da enorme responsabilidade que assumi, sinto-me extremamente honrado e feliz por ter sido indicado pelo Presidente da Confederação dos Engenheiros Agrônomos do Brasil (Confaeab), Engenheiro Agrônomo Ângelo Petto Neto, para apresentar ao ilustre plenário desta Sessão Solene Especial pelo Dia do Engenheiro Agrônomo e Audiência Pública, &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;o posicionamento da Classe Agronômica Brasileira&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;, em relação ao &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Projeto de Lei nº 2.824 de 2008&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;, de autoria do Excelentíssimo Senhor Deputado Federal pelo estado do Pará, José da Cruz Marinho – o Zequinha Marinho.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Apresentarei nosso posicionamento de forma respeitosa e serena, porém, firme e objetiva, afirmando de início que, lamentavelmente, o PL 2.824, tramita na direção contrária aos interesses contemporâneos da Classe Agronômica, Veterinária e da Sociedade Brasileira em geral. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;As razões que justificam nosso posicionamento são várias, mas vou demonstrá-lo, apresentando, às Senhoras e aos Senhores, &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;apenas cinco das principais razões:&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;1. Em primeiro lugar&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: blue; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;o PL é inoportuno e é injusto: &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Inoportuno porque, no momento, todos os segmentos ligados ao meio rural, atendendo às necessidades da sociedade brasileira, lutam pela universalização da Assistência Técnica aos Produtores Rurais, em especial àqueles de base familiar. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Nosso sonho é que toda propriedade rural tenha um Responsável Técnico habilitado para orientar individualmente ou em grupos associados a todos os produtores rurais.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Ações de grande alcance como a criação da ANATER e da nova Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural estão em franco andamento. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;O extraordinário sucesso do agronegócio brasileiro, seja ele de base empresarial ou familiar, nas últimas quatro décadas, cujas estatísticas são incontestáveis, credenciou o Brasil para enfrentar os novos desafios que o mundo nos impõe. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Precisamos contribuir com 20% da produção mundial de alimentos nos próximos 20 anos, como pede a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura), ao anunciar em seu último relatório que ainda temos &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;842 milhões&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;de pessoas passando fome no mundo. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Este percentual é maior do o que se espera dos EUA que é estimado em 16%. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Enquanto isso, enfrentamos este gigantesco empecilho, que é o PL 2.824 de 2008, que alijará deste magnífico e positivo processo, cerca de 230 mil profissionais (120 mil Engenheiros Agrônomos e 110 mil Médicos Veterinários). &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Este fato, se concretizado e, espero que não o seja, trará sérias conseqüências para todos e entre elas posso citar: &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;1) aumentará, e muito, o custo de produção na propriedade rural; 2) inviabilizará o êxito da ANATER e do Plano Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural; 3) cerceará o mercado de trabalho legitimamente conquistado pelos profissionais da Agronomia e da Medicina Veterinária; e 4) prejudicará a evolução dos cursos de nível superior, que formarão os futuros Engenheiros Agrônomos, com visão holística e atribuições plenas. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;O PL é, portanto, também injusto.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;2. Em segundo lugar o&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: blue; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;PL não tem conserto e cria uma Reserva de Mercado inaceitável na atualidade: &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Por mais que se queira negar retoricamente, o PL 2.824, é um retrocesso, tanto do ponto de vista técnico quanto de necessidade real no campo de trabalho. As evidências são de que, na prática, ele criaria uma reserva de mercado para os Zootecnistas e, além disso, ele não tem como ser remediado, como bem disse o Deputado Federal pelo Ceará, Hilário Marques, na audiência pública em Fortaleza, quando leu o PL e concluiu: “não vejo como usar Substitutivos nem aditivos ou emendas para adequar este PL, pois o mesmo tem um ‘vício de origem’ insanável, desde sua própria Ementa.” &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;E, a ementa do PL 2824 realmente dispõe que seu propósito é: &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-left: 117pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;“(revogar a alínea “c” do Art. 2º da Lei 5.550 de 68, para)&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt; vedar o exercício da profissão de zootecnista aos agrônomos e veterinários.” &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;(grifamos)&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Além disso, é preciso lembrar que o PL, se aprovado, beneficiará poucos (cerca de 15 mil Zootecnistas graduados, porém, menos de 10 mil ativos), e prejudicará muitos – 230 mil Engenheiros Agrônomos e Médicos Veterinários em atuação no Brasil. Desta forma, para cada Zootecnista que o PL 2.824 poderia abrir oportunidade de emprego, cerca de 25 Engenheiros Agrônomos e Médicos Veterinários seriam alijados deste mercado, comprometendo brutalmente a capacidade produtiva nacional e, potencializando uma perigosíssima insegurança para a balança comercial do Brasil e para a estabilidade econômica do país. Por estas razões estamos convencidos de que o PL 2824 de 2008 &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;não será aprovado&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt; na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, da Câmara Federal.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;3. Em terceiro lugar, no nosso entendimento, o PL é Inconstitucional: &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;O Art. 5º, inciso XIII, da Constituição Federal, assegura que: &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-left: 117pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;“é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer.”&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt; (grifamos) &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Ora, se isto é uma das garantias fundamentais dispostas na nossa Carta Magna e se a Resolução nº 1 (de 2 de Fevereiro) de 2006, do Ministério da Educação, que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Agronomia ou Engenharia Agronômica, exige (no seu Art. 7º, inciso II), que &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;o estudo da Zootecnia faz parte do núcleo de conteúdos profissionais ESSENCIAIS&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: blue; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;para a composição dos campos de saber destinados à caracterização da identidade profissional&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;.(grifamos) Desta forma, se para graduar-se o Engenheiro Agrônomo precisa, obrigatoriamente, estudar Zootecnia, vedar o exercício desta atividade aos Engenheiros Agrônomos, no nosso entendimento, é decisão flagrantemente inconstitucional &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;e vamos combatê-la na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), da Câmara Federal e onde mais for necessário.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;4. Em quarto lugar o PL aumenta a Fragmentação Profissional e inviabiliza a assistência técnica no campo: &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Sem nenhuma arrogância ou prepotência, somos de opinião que o curso de Agronomia é de muito maior amplitude e utilidade para o produtor rural e para a sociedade em geral do que qualquer um dos cursos oriundos da fragmentação equivocada da velha e boa Agronomia, a primeira profissão regulamentada da área tecnológica, que completa 80 anos de regulamentação e 132 anos de formatura da primeira turma de Engenheiros Agrônomos do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Na linha de raciocínio do PL 2.824, na propriedade, onde hoje um Engenheiro Agrônomo se responsabiliza, eficientemente, por todas as atividades nela desenvolvidas, passaria a exigir uma Equipe Multiprofissional para sua operacionalização.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;- O Engenheiro Agrônomo cuidaria apenas da fitotecnia (relação solo/planta);&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;- O Engenheiro Agrícola cuidaria de barragens, irrigação e similares;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;- O Engenheiro de Alimentos cuidaria da agroindustrialização dos alimentos;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;- O Engenheiro Ambiental, cuidará do meio ambiente, como se as atividades desenvolvidas nos meios rurais e urbanos fossem dissociadas do ambiente;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;- O Zootecnista seria responsável pela produção animal, como desejam; e assim por diante.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Será que o Produtor Rural brasileiro teria condições de pagar por tudo isto, colega Dinaldo Trindade?&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Certamente que não, Senhores Deputados. Ele não tem condições de pagar.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;5. E, em quinto lugar, &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;estamos convencidos de que o ilustre Deputado Federal Zequinha Marinho, provavelmente, agiu de boa fé e foi induzido ao erro por algum amigo, algum grupo ou até mesmo por uma categoria profissional, ao propor o PL 2.824 em 2008. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Entretanto, após todas as manifestações anteriores, como a audiência pública de Fortaleza-CE e, em especial, esta histórica Sessão Solene Especial de hoje, nesta respeitável Casa de Leis, na terra do Deputado Zequinha Marinho, onde esmiuçamos, do ponto de vista técnico, social, econômico e político, os fundamentos contrários ao PL, insistir em dar continuidade ao Projeto de Lei 2.824 de 2008 ou seus Substitutivos, &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;SERÁ PRATICAR UM CRIME DOLOSO DE LESA PÁTRIA!&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;É por tudo que lhes expus Senhoras e Senhores, Caros Estudantes, Excelentíssimos Senhores Deputados que eu, em nome da Classe Agronômica do Brasil e, em nome de um dos mais dedicados e trabalhadores casais de pequenos produtores rurais deste país – &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Senhor Saul Oliveira&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: italic; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;in memoriam&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;, e &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;D. Conceição Naves&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;, meus pais, que me ensinaram a trabalhar e a respeitar a terra e, que criaram e educaram, com dignidade e honradez, este profissional da Agronomia, que tem a honra de lhes falar neste momento e mais 5 filhas, tirando o sustento da família de uma propriedade com menos de dois módulos rurais, conhecida por Fazenda Santa Cruz do Indaiazinho, no município de São Gotardo-MG, simbolicamente, representando todos os incansáveis, competentes e verdadeiros heróis, que são os Produtores Rurais brasileiros, peço encarecidamente, a todos os presentes que tem acesso ao nobre Deputado Federal Zequinha Marinho, que o sensibilizem para que se &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;reposicione&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt; quanto ao PL. E, a título de exemplo, lembro a todos que: no passado, Napoleão se reposicionou várias vezes e se tornou Imperador de grande parte da Europa; há alguns anos atrás Lula &amp;nbsp;se reposicionou e alcançou a Presidência da República; e, recentemente, Marina Silva se reposicionou e está alvoroçando a política nacional.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Portanto, para o bem do Setor Produtivo Rural, do desenvolvimento sustentável do país e para o futuro do Brasil, precisamos convencer o nobre Deputado, a não persistir no erro. Ele pode e deve SE REPOSICIONAR, e determinar a imediata retirada ou o arquivamento definitivo do PL 2.824 de 2008.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Contamos com o povo do Pará e, em especial, os quase 3 mil Engenheiros Agrônomos do Estado, nesta nossa luta!&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Muito obrigado!&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Eng Agrônomo &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;José Adilson de Oliveira&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Assessor Parlamentar da Confaeab&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;ja.vix@hotmail.com&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Cel: 27 9971 0280.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cczavaski.blogspot.com/feeds/7865606285976332080/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2013/11/posicionamento-da-classe-agronomica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/7865606285976332080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/7865606285976332080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2013/11/posicionamento-da-classe-agronomica.html' title='POSICIONAMENTO DA CLASSE AGRONÔMICA BRASILEIRA SOBRE PL 2.824/2008 (PL DOS ZOOTECNISTAS)'/><author><name>BINHO CARNEIRO ZAVASKI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04876546284433876703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEje27JxfN-opXjJcGe-fGFutjaBlM63wzZZVyK6YLVDu9O9WMSUq1rEXVOZnyuqPNlGt9L1IOomVIHLn1FoSWo2-2CS3zbozbcylHeC9ijw7bD29QHgNLNiIJ1-iolcNGU/s149/DSC01055.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2891530418468978933.post-2176218432737568204</id><published>2013-08-28T04:57:00.000-07:00</published><updated>2013-08-28T04:57:51.801-07:00</updated><title type='text'>DITADURA DA INDUSTRIA ALIMENTICIA</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; float: right; font-family: verdana, helvetica, sans-serif; line-height: 18px; margin: 0px 0px 15px 15px; min-height: 165px; width: 180px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; min-height: 40px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;float: left; margin-top: 20px; min-height: 22px; width: 75px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border-style: none; display: inline-block; float: none; margin: 0px; min-height: 20px; padding: 0px; vertical-align: baseline; width: 90px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;color: #222222; font-family: verdana, helvetica, sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #222222; font-family: verdana, helvetica, sans-serif; line-height: 18px; margin-top: 0px !important;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: verdana, helvetica, sans-serif; line-height: 18px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Considerada a
inimiga número um da indústria de transgênicos, a física e ativista indiana
Vandana Shiva afirma que há uma ditadura do alimento, onde poucas e grandes
corporações controlam toda a cadeia produtiva. E dá nome aos bois: Nestlé,
Cargil, Monsanto, Pepsico e Walmart.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&quot;Essas
empresas querem se apropriar da alimentação humana e da evolução das sementes,
que são um patrimônio da humanidade e resultado de milhões de anos de evolução
das espécies&quot;, diz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a accesskey=&quot;L&quot; href=&quot;&quot; style=&quot;clear: right; color: #000066; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; margin-top: 5px; text-decoration: underline !important;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Crítica feroz à
biopirataria, Shiva ressalta que a única maneira de combater o controle sobre a
alimentação é o ativismo individual na hora de consumir produtos mais saudáveis
e de melhor qualidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Leia os principais
trechos da exclusiva à&amp;nbsp;&lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;&amp;nbsp;durante o 3º Encontro
Internacional de Agroecologia, em Botucatu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;É possível alimentar o planeta sem
usar transgênicos?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;O único modo de
alimentar o mundo é livrando-se das sementes transgênicas. Essas sementes não
produzem alimentos, mas produtos industrializados. Como isso poderia ser a
solução para fome? Só estão criando mais controle sobre as sementes. Desde
1995, quando as corporações obtiveram o direito de controlar as sementes, 284
mil fazendeiros cometeram suicídio na Índia. Nós perdemos 15 milhões de
agricultores por causa de um design de produção agrária criado para acabar com
a agricultura familiar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Como mudar a alimentação do modelo
agroindustrial para outro baseado na produção familiar e na distribuição local?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;As pequenas
fazendas produzem 80% dos alimentos comidos no mundo. As indústrias produzem
commodities. Apenas 10% dos grãos de milho e soja são comidos por pessoas; o
resto é &#39;comido&#39; pelos carros, como biocombustíveis, e por animais. É possível
elevar esses 80% para 100% protegendo a biodiversidade, a terra, os fazendeiros
e a saúde pública. É apenas por meio da agroecologia que a produtividade
agrícola pode aumentar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Como as grandes corporações dominam a
cadeia mundial de alimentos?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Se você olha para
as quatro faces que determinam nossa comida, são todas controladas por grandes
corporações. As sementes são controladas pela Monsanto por meio dos
transgênicos; o comércio internacional é controlado por cinco empresas
gigantes; o processamento é controlado por outras cinco, como a Nestlé e a PepsiCo;
e o varejo está nas mãos de gigantes como o Walmart, que gosta de tirar o
varejo dos pequenos comércios comunitários e com conexões muito diretas entre
os produtores de comida e os consumidores. São correntes longas e invisíveis,
onde 50% dos alimentos são perdidos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Temos sim uma
ditadura do alimento. A razão que eu viajei todo esse caminho até o Brasil é
porque eu sou totalmente a favor da liberdade alimentícia, porque uma ditadura
do alimento não é só uma ditadura. É o fim da vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Como as corporações chegaram a esse
domínio?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Infelizmente, o
chamado livre comércio trouxe a liberdade para as corporações, mas não para as
pessoas. As corporações estão escrevendo as regras e se tornando os
governantes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Os direitos
intelectuais acordados entre as organizações mundiais foram escritos pela
Monsanto. Para eles, o problema era que os fazendeiros estavam guardando as
sementes. E a solução que ofereceram foi dizer que guardar as sementes agora é
um crime de propriedade intelectual. É isso o que dizem as regras da OMC. A
Índia, o Brasil, a América Latina e a África deveriam dizer: &#39;Você não pode
patentear a vida porque a vida não foi inventada. Pare com a biopirataria&#39;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Até agora, a
revisão dessas regras não foi permitida, o que mostra que essas corporações
ditam as regras. E não é apenas na OMC. A Monsanto escreveu o ato de proteção
para o orçamento nos EUA. O vice-presidente da Cargill foi designado para
escrever a lei de comércio e agricultura dos EUA.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;É possível modificar esse cenário?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;A única maneira de
reverter essa situação é cada pessoa fazer seu papel de recuperar a liberdade e
a democracia do alimento. Afinal, cada um de nós come duas ou três vezes ao
dia. E o que nós comemos decide quem somos, se nosso cérebro está funcionando
corretamente, ou nosso metabolismo está saudável ou, se por conta de
micronutrientes, estamos nos tornando obesos. Isso afeta todo mundo: os mais
pobres porque lhes foi negado o direito à comida; mas até os que podem comer porque
não estão comendo comida. Chamo isso de anticomida, porque a comida deveria nos
nutrir. A comida mortal que as corporações estão trazendo para nós destrói a
capacidade da comida de nos nutrir e no lugar disso está nos causando doenças.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Cada um de nós deve
se tornar um forte ativista da liberdade da comida e das sementes no nosso dia
a dia. O que significa que temos que apoiar mais os fazendeiros e a
agroecologia. Devemos ser comprometidos com a alimentação saudável.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Qual a importância do Brasil nesse jogo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;O Brasil tem um
papel muito importante. De um lado, está uma agricultura altamente destrutiva e
irresponsável, mantida pelas corporações, levando transgênicos, produtos
químicos e piorando a fome. Do outro lado, está o modelo agroecológico,
caracterizado pela diversidade, conhecimento popular, o melhor da ciência, e
levando efetivamente comida às pessoas. Essa disputa está ocorrendo justamente
aqui, no Brasil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Provavelmente, o
Brasil tem a maior proporção de diversidade de alimentos em sua agricultura. No
entanto, a maior parte não é usada para a alimentação humana. Por exemplo, as
plantações de cana-de-açúcar e soja vão para a alimentação de animais e para
fabricação de combustíveis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;O Brasil é parte do
que eles chamam de Brics. Eu não gosto de &#39;tijolos&#39;. Eu prefiro plantas. Mas é
um forte jogador na cena global, e os jogadores vão decidir como os outros
jogam.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Qual o papel da sociedade urbana em
relação à agricultura familiar?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;É muito feliz. Não
porque eu acredito que as áreas urbanas têm mais riqueza e mais poder, mas
porque, por terem mais riqueza, têm mais responsabilidade. E porque eles
controlam a tomada de decisões, tanto em termos de governamentais como a sua
própria atitude em termos de consumo. Se eles mudassem sua postura de consumo
para longe das corporações, comprando, sim, alimentos dos pequenos produtores,
eles ajudariam não apenas o agricultor familiar, mas também ajudariam a Terra e
seus próprios corpos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Recentemente o presidente da Nestlé
afirmou que é necessário privatizar o fornecimento da água. Quais as
consequências desse processo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Tudo que é
essencial à vida desde o começo da história, em todas as culturas, tem sido
reconhecido como pertencente à sociedade. E isso inclui a semente, porque a
semente é a base da comida, inclui a água porque água é vida. E são esses
recursos que essas corporações gigantes querem enclausurar. Essas são as novas
inclusões comerciais. Assim como na Inglaterra, eles enclausuraram a terra, e a
tiraram dos camponeses para terem a revolução industrial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Hoje, as
corporações gigantes estão assumindo os bens comuns que são as sementes, a
biodiversidade, a água. Quando a Nestlé diz que é necessário privatizar a água,
eles estão, obviamente, pensando na necessidade de aumentar os lucros deles.
Eles não estão pensando na necessidade dos aquíferos de serem sustentados e
recarregados, porque corporações somente podem construir uma economia
extrativa. Se eles privatizam a água, eles vão somente tirar a água para eles,
o que significa que as comunidades locais são deixadas sem água. Então é um
assalto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;As Nações Unidas
têm de reconhecer que o direito à água é um direito humano. A Coca-Cola agora
quer entrar no meu vale, um vale lindo no Himalaia, chamado Dune Valey. Em maio
nós iniciamos uma campanha porque a privatização da água por essas empresas de
engarrafamento significa, primeiro, que o direito universal à água é destruído.
O aquífero, que pertence a todos, está agora engarrafado numa garrafa de 10
rupis que pode é acessível só aos ricos. Os pobres bebem apenas água contaminada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;A segunda coisa é
que ela destrói água, e eu não sei por quanto tempo essa mineração poderá
aguentar. A terceira é que ela polui. Sobram poucas fontes de águas puras, e,
se eles realmente se importassem, deveriam limpar o pouco que sobra, ao invés
de roubar o que resta limpo. Isto é roubo de água e, portanto, um crime contra
a humanidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Essa dependência da Coca-Cola é um dos vícios da
vida moderna. Nós temos muito mais bebidas saudáveis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Na Índia, começamos uma campanha para as avós
ensinassem aos seus netos as bebidas geladas que elas costumavam fazer. Somos
um país tropical, sabemos como transformar qualquer fruta em uma bebida
saborosa: um suco de manga crua, que é ótimo para prevenir insolação, uma
mistura maravilhosa de sete grãos, que é como uma refeição completa e, se
tomada no café da manhã, você não precisa de mais nada. As bebidas venenosas
que são vendidas pela Nestlé e pela Coca-Cola roubam o nosso dinheiro, a nossa
água e a nossa cultura.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Qual é a forma alternativa à
globalização?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Originalmente, o
livre comércio deveria reconhecer a liberdade de todas as espécies e por isso
não destruiria nenhuma espécie nem ecossistema. Originalmente, o livre comércio
reconheceria os direitos dos camponeses e dos povos indígenas e, por isso, não
iria cortar as raízes. Reconheceria também os direitos dos pequenos
agricultores familiares e iria cuidar para que existam preços justos, ao invés
de tentar debilitar o preço por meio de dumping e jogando fora os produtos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Um verdadeiro livre
comércio seria a liberdade para as pessoas e não a liberdade para as
corporações. O que nós temos agora é uma corporatização global com uma
negligência total, uma destruição negligente e desatenta. O que precisamos é
uma consciência livre que esteja profundamente ciente de nossa interconexão com
outras espécies, outras culturas e com toda a humanidade. Temos que ser
conscientes do dano que fazemos aos outros. Dessa forma, não vamos incrementar
o tamanho de nossa pisada ecológica, mas vamos a reduzi-la.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;E, na alimentação,
a única forma em que você pode reduzir sua pisada é de mudar de agroindústria
para agroecologia, mudar da distribuição global para distribuição local, mudar
de um sistema violento, que depende do governo corporativo, para um sistema
pacífico, que depende da comunidade e da solidariedade. No momento em que
mudamos para isso, a pisada se reduz. Podemos ir do industrial e global para
ecológico e local.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Como acelerar o processo de
alinhamento entre os vários movimentos para um estilo de vida mais sustentável?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 13.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Agroecologistas,
camponeses e agricultores familiares são, na minha opinião, os maiores,
protetores do planeta. É o momento de os movimentos ecológicos perceberem que
os verdadeiros ambientalistas são os agricultores, que realmente reconstroem o
solo, que fazem o cultivo de uma forma que os besouros não sejam mortos, que
protegem a água.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;E o movimento pela
saúde tem que perceber que os agricultores são os médicos, que fazer crescer
comida saudável é a melhor contribuição que podemos fazer. No momento em que
fazemos essas conexões, existe uma nova vida, porque a vida cresce por meio de
inter-relações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;TATIANE RIBEIRO &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;ENVIADA ESPECIAL A BOTUCATU E &lt;b&gt;TONI SCIARRETTA &lt;/b&gt;DE
SÃO PAULO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: verdana, helvetica, sans-serif; line-height: 18px; text-align: justify;&quot;&gt;















































































































































































&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 21.75pt; margin-bottom: 7.5pt; mso-outline-level: 1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-font-kerning: 18.0pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/2013/08/1331170-inimiga-n1-dos-transgenicos-fisica-indiana-denuncia-ditadura-da-industria-alimenticia.shtml&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #1155cc; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;http://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/2013/08/1331170-inimiga-n1-dos-transgenicos-fisica-indiana-denuncia-ditadura-da-industria-alimenticia.shtml&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 24.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-font-kerning: 18.0pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cczavaski.blogspot.com/feeds/2176218432737568204/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2013/08/ditadura-da-industria-alimenticia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/2176218432737568204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/2176218432737568204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2013/08/ditadura-da-industria-alimenticia.html' title='DITADURA DA INDUSTRIA ALIMENTICIA'/><author><name>BINHO CARNEIRO ZAVASKI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04876546284433876703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEje27JxfN-opXjJcGe-fGFutjaBlM63wzZZVyK6YLVDu9O9WMSUq1rEXVOZnyuqPNlGt9L1IOomVIHLn1FoSWo2-2CS3zbozbcylHeC9ijw7bD29QHgNLNiIJ1-iolcNGU/s149/DSC01055.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2891530418468978933.post-805312533151290676</id><published>2013-08-21T14:37:00.000-07:00</published><updated>2013-08-21T14:37:36.073-07:00</updated><title type='text'>A HISTÓRIA OS ABSOLVERÁ</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;h1 style=&quot;background-color: white; color: #526881; font-family: Tahoma, Geneva, sans-serif; font-size: 35px; line-height: 43px; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;color: black; font-size: 13px; line-height: 20px;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;464&quot; src=&quot;http://www.viomundo.com.br/wp-content/uploads/2013/08/Dirceu-e-Geno%C3%ADno.jpeg&quot; style=&quot;border: 0px;&quot; title=&quot;Dirceu e Genoíno&quot; width=&quot;619&quot; /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #354353; float: left; line-height: 20px; width: 620px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;color: black; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O fim do mensalão -&amp;nbsp;por&amp;nbsp;Lincoln Secco, especial para o Viomundo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O Mensalão acabou. Depois de cerca de nove anos de uso político de um crime de caixa dois, aquela fonte do discurso oposicionista esgotou. Há três fatos sintomáticos disso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O primeiro é que Dirceu, Genoíno e João Paulo estão fora da chapa majoritária que irá compor o próximo diretório nacional. Sem defender seus dirigentes históricos desde a primeira hora, o PT patinava entre a defesa envergonhada e o afastamento deles. É possível que seja a tentativa de virar de vez aquela página da história.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O segundo é que a Imprensa Monopolista está diante de um escândalo infinitamente maior: o cartel do Metrô. Ela tentou minimizar a notícia durante dois anos ou mais. Porém, depois que a Siemens selou um acordo de leniência com a justiça e cedeu documentos importantes, evidenciou-se um mega esquema de financiamento e enriquecimento ilícito de graúdas figuras do PSDB.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O problema é que esta mesma mídia passou os últimos anos na escola de Carlos Lacerda e ungiu a corrupção como o único problema nacional. Tornou-se difícil agora salvar os tucanos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O terceiro é mais complexo. Passada a tormenta do ataque midiático movido pelas eleições municipais já encerradas, forma-se em círculos cada vez mais amplos (inclusive jurídicos) a convicção de que alguns ministros agiram politicamente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Embora isto já fosse evidente durante o julgamento, o que não se percebeu na época foi a fragilidade técnica dos votos condenatórios. Contribuiu para isto também a desmontagem da figura do presidente do STF e o receio de futura desmoralização do tribunal. É que só agora se percebeu que ao adquirir a simpatia da opinião&amp;nbsp;&lt;em&gt;publicada&lt;/em&gt;&amp;nbsp;o STF também se submete a ela. Trata-se de uma reação corporativa que tende a isolar os ministros que buscam holofotes só para si.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Ao que tudo indica o STF observou também que a condenação dos réus por compra de votos torna nula a reforma da previdência e abre a porteira a uma enxurrada de indenizações e pagamentos retroativos. Mas algumas condenações não podem ser mais revistas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; O que fazer? Seria difícil para o STF se defender com a ideia estapafúrdia de que os supostos votos comprados “não foram suficientes” para determinar o resultado da votação. Uma emenda constitucional com um único voto comprado é viciada&amp;nbsp;&lt;em&gt;ab ovo&lt;/em&gt;. Se o Supremo disser o contrário instalará uma insegurança jurídica incontornável no país. Seria tão ridículo quanto acusar José Dirceu com uma novíssima teoria:&amp;nbsp;&lt;em&gt;o domínio do fato não consumado&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Tais sintomas da conjuntura parecem indicar, portanto, que o Supremo vai rever a condenação de alguns réus. Se a presidenta Dilma aprendeu alguma coisa sobre a natureza política do STF, os dois novos ministros vão declarar dentro da mais perfeita legalidade que não existiu formação de quadrilha alguma.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; A solução do STF seria um&amp;nbsp;&lt;em&gt;juste milieu&lt;/em&gt;: os réus sofreriam uma meia sanção. Não seriam presos, apenas marcados para sempre com uma condenação por crime comum. E os ministros que votaram de acordo com a mídia seriam poupados de uma derrota maior. Decerto são hipóteses a se verificar porque ninguém pode prever o resultado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Que o mensalão permanecerá na história do PT, não há dúvida. Mesmo que hoje saibamos muito melhor o que de fato ocorreu em 2005. Tratou-se uma batalha política. Como o jornalista Paulo Moreira Leite demonstrou houve o crime de financiamento ilícito (caixa dois) que é simplesmente a norma de qualquer eleição no Brasil. Que se trata de crime, não há dúvida. Mas só o PT será punido por isso. Já a compra de votos, esta continuará sendo uma suspeita sobre o governo Fernando Henrique Cardoso e não mais de José Dirceu ou Lula.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Hoje é preciso que se reconheça a verdade com todas as suas conseqüências: o STF jamais demonstrou a compra de votos no congresso. José Dirceu pode ser criticado por seus erros e escolhas políticas, mas jamais por algum crime comprovado nos autos da ação penal 470. Ele e alguns outros réus sofreram uma condenação injusta. A História os absolverá.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cczavaski.blogspot.com/feeds/805312533151290676/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2013/08/a-historia-os-absolvera.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/805312533151290676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/805312533151290676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2013/08/a-historia-os-absolvera.html' title='A HISTÓRIA OS ABSOLVERÁ'/><author><name>BINHO CARNEIRO ZAVASKI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04876546284433876703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEje27JxfN-opXjJcGe-fGFutjaBlM63wzZZVyK6YLVDu9O9WMSUq1rEXVOZnyuqPNlGt9L1IOomVIHLn1FoSWo2-2CS3zbozbcylHeC9ijw7bD29QHgNLNiIJ1-iolcNGU/s149/DSC01055.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2891530418468978933.post-4030983274947757800</id><published>2013-08-21T14:33:00.000-07:00</published><updated>2013-08-21T14:33:48.935-07:00</updated><title type='text'>OS INTELECTUAIS E A ESFERA PUBLICA</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;h4 style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #d2512e; font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;*Emir Sader&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #d2512e; font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O governo Lula surpreendeu aos intelectuais, que ficaram desarmados sobre como reagir. Estavam despreparados para encarar um governo que se propunha a enfrentar a herança neoliberal nas condições realmente existentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A primeira atitude foi a mais tradicional nos intelectuais de esquerda: a deníncia de “traição” do Lula, que haveria herdado e mantido o governo neoliberal de FHC e seu programa. A nomeação da equipe econômica seria a prova irrefutável do crime.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Essa concepção foi adotada desde um primeiro momento pelos intelectuais da ultra esquerda, com seus esquemas pré-fabricados de que todo partido “social democrata”, quando chega ao governo, “trai” a classe trabalhadora e se assume como governo “burguês”, de direita, que apenas administra a crise capitalista, enganando a classe trabalhadora. Só viram no governo Lula a “confirmação” do que sempre – eles e seus antepassados políticos – previam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A eles se juntaram os que acompanhavam, com bastante desconfiança, a vitória do PT e, diante da primeira circunstância, se distanciaram, com denúncias similares às mencionadas acima, sem nenhuma criatividade. O PT teria se aburguesado, se distanciado de suas bases tradicionais, se adequado à herança recebida e fazia um governo de continuidade com o governo de FHC. Houve até mesmo economistas que tentaram provar que não teria existido sequer “herança maldita” que demandasse políticas específicas para herdá-las, que tudo eram mentiras do governo Lula para justificar medidas econômicas conservadoras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Na crise de 2005, intelectuais da extrema esquerda aderiram ao coro de denúncias da direita contra o governo Lula. Abandonaram qualquer crítica à política econômica e se centraram em que a “traição” teria ganhado contornos morais, com a corrupção grassando em todo o governo Lula.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Perderam o norte do mundo contemporâneo, em que o capitalismo assumiu o modelo neoliberal, que busca a mercantilização de tudo. Se somaram ao liberalismo, na sua crítica ao Estado, de que as denúncias de corrupção são um capítulo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Terminaram fazendo da crítica ao governo Lula e ao PT seu objetivo fundamental, aliados à direita – em particular a seus espaços midiáticos – e terminando grotescamente, assim, sua trajetória intelectual.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Seguem nesse lugar, sem revelar nenhuma capacidade de análise e compreensão do Brasil e da América Latina contemporâneas, com o que não captam a natureza e o estado atual da luta pela superação do modelo neoliberal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; Os intelectuais de direita, que se haviam reanimado com os governos Collor, Itamar e FHC, revigorados pelo fim da URSS e, com ela, o fracasso do Estado, se mobilizaram no apoio às versões brasileiras do projeto neoliberal, de forma eufórica. Conseguiam retomar a ofensiva diante da esquerda, com um projeto que se pretendia “modernizador” e desqualificava a esquerda como pré-histórica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Uniram-se intelectuais tradicionais da direita – vários deles que haviam estado com a ditadura –, mais intelectuais tucanos e economistas acadêmicos, em torno da liderança de FHC. Tiveram o gosto de derrotar o Lula e o PT duas vezes, pretendiam ter chegado ao poder por 20 anos e ter derrotado de vez a esquerda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Naufragaram com o fracasso do governo FHC. Nem foram capazes de fazer um balanço da experiência desse governo e diagnosticar a derrota do candidato de continuísmo – que, na própria distância em relação ao governo de FHC, confessava sua derrota.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;A intelectualidade de esquerda que não se rendeu à fácil versão da “traição” do governo Lula manteve seu apoio ao governo e ao PT, mas em geral sem teorizar as razões desse apoio. Haviam ficado na defensiva diante dos caminhos inesperados adotados pelo governo Lula e as acusações de corrupção levantadas contra ele. Se passava a uma situação claramente de defensiva diante da ofensiva da direita e da ultra esquerda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Foi o enfrentamento dessa crise pelo governo Lula e a vitória eleitoral de 2006 – que revelava as novas bases populares que as políticas sociais tinham conquistado para o governo e para a esquerda – que projetaram uma nova imagem do governo. A ideia de que, pela primeira vez, mesmo se por caminhos inesperados e até mesmo reprovados pela esquerda – como os elementos conservadores da política econômica –, a fisionomia social do país tinha mudado, de forma significativa, e pela primeira vez a esquerda tinha uma base realmente popular, voltou a sensibilizar a setores da intelectualidade da esquerda.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;O apoio ao governo veio, sobretudo, das conquistas sociais dos setores populares e, em menor medida, da política externa soberana do governo. A confiança na figura do Lula comandou essa retomada de apoio dos intelectuais de esquerda ao governo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Mas sem ainda teorizar as razões do sucesso do governo. É esse processo que precisa ser dinamizado, para retomar uma interação entre o pensamento crítico e os governos do PT, que tinha sido deixada de lado. O pensamento social necessita rearticular-se com os processos políticos contemporâneos – o brasileiro e o latino-americano – e os governos e os partidos de esquerda precisam da oxigenação do pensamento crítico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Essa retomada deve se centrar no balanço da luta pela superação do modelo neoliberal e nos traços fundamentais de uma sociedade fundada na esfera pública, na universalização dos direitos, na democratização radical da economia, da política e da vida cultural.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cczavaski.blogspot.com/feeds/4030983274947757800/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2013/08/os-intelectuais-e-esfera-publica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/4030983274947757800'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/4030983274947757800'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2013/08/os-intelectuais-e-esfera-publica.html' title='OS INTELECTUAIS E A ESFERA PUBLICA'/><author><name>BINHO CARNEIRO ZAVASKI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04876546284433876703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEje27JxfN-opXjJcGe-fGFutjaBlM63wzZZVyK6YLVDu9O9WMSUq1rEXVOZnyuqPNlGt9L1IOomVIHLn1FoSWo2-2CS3zbozbcylHeC9ijw7bD29QHgNLNiIJ1-iolcNGU/s149/DSC01055.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2891530418468978933.post-3915766978353850753</id><published>2013-08-21T05:25:00.000-07:00</published><updated>2013-08-21T05:25:03.743-07:00</updated><title type='text'>O PIOR ANALFABETO É O ANALFABETO MIDIÁTICO.</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: grey; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; line-height: 14px;&quot;&gt;“Ele imagina que tudo pode ser compreendido sem o mínimo esforço intelectual”. Reflexões em torno de poema de Brecht&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;text_exposed_show&quot; style=&quot;background-color: white; color: grey; display: inline; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; line-height: 14px;&quot;&gt;, no século 21 -&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;Por Celso Vicenzi&lt;/div&gt;
&lt;span class=&quot;text_exposed_show&quot; style=&quot;background-color: white; color: grey; display: inline; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; line-height: 14px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Ele ouve e assimila sem questionar, fala e repete o que ouviu, não participa dos acontecimentos políticos, aliás, abomina a política, mas usa as redes sociais com ganas e ânsias de quem veio para justiçar o mundo. Prega ideias preconceituosas e discriminatórias, e interpreta os fatos com a ingenuidade de quem não sabe quem o manipula. Nas passeatas e na internet, pede liberdade de expressão, mas censura e ataca quem defende bandeiras políticas. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. E que elas – na era da informação instantânea de massa – são muito influenciadas pela manipulação midiática dos fatos. Não vê a pressão de jornalistas e colunistas na mídia impressa, em emissoras de rádio e tevê – que também estão presentes na internet – a anunciar catástrofes diárias na contramão do que apontam as estatísticas mais confiáveis. Avanços significativos são desprezados e pequenos deslizes são tratados como se fossem enormes escândalos. O objetivo é desestabilizar e impedir que políticas públicas de sucesso possam ameaçar os lucros da iniciativa privada. O mesmo tratamento não se aplica a determinados partidos políticos e a corruptos que ajudam a manter a enorme desigualdade social no país.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Questões iguais ou semelhantes são tratadas de forma distinta pela mídia. Aula prática: prestar atenção como a mídia conduz o noticiário sobre o escabroso caso que veio à tona com as informações da alemã Siemens. Não houve nenhuma indignação dos principais colunistas, nenhum editorial contundente. A principal emissora de TV do país calou-se por duas semanas após matéria de capa da revista IstoÉ denunciando o esquema de superfaturar trens e metrôs em 30%.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O analfabeto midiático é tão burro que se orgulha e estufa o peito para dizer que viu/ouviu a informação no Jornal Nacional e leu na Veja, por exemplo. Ele não entende como é produzida cada notícia: como se escolhem as pautas e as fontes, sabendo antecipadamente como cada uma delas vai se pronunciar. Não desconfia que, em muitas tevês, revistas e jornais, a notícia já sai quase pronta da redação, bastando ouvir as pessoas que vão confirmar o que o jornalista, o editor e, principalmente, o “dono da voz” (obrigado, Chico Buarque!) quer como a verdade dos fatos. Para isso as notícias se apoiam, às vezes, em fotos e imagens. Dizem que “uma foto vale mais que mil palavras”. Não é tão simples (Millôr, ironicamente, contra-argumentou: “então diga isto com uma imagem”). Fotos e imagens também são construções, a partir de um determinado olhar. Também as imagens podem ser manipuladas e editadas “ao gosto do freguês”. Há uma infinidade de exemplos. Usaram-se imagens para provar que o Iraque possuía depósitos de armas químicas que nunca foram encontrados. A irresponsabilidade e a falta de independência da mídia norte-americana ajudaram a convencer a opinião pública, e mais uma guerra com milhares de inocentes mortos foi deflagrada.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O analfabeto midiático não percebe que o enfoque pode ser uma escolha construída para chegar a conclusões que seriam diferentes se outras fontes fossem contatadas ou os jornalistas narrassem os fatos de outro ponto de vista. O analfabeto midiático imagina que tudo pode ser compreendido sem o mínimo de esforço intelectual. Não se apoia na filosofia, na sociologia, na história, na antropologia, nas ciências política e econômica – para não estender demais os campos do conhecimento – para compreender minimamente a complexidade dos fatos. Sua mente não absorve tanta informação e ele prefere acreditar em “especialistas” e veículos de comunicação comprometidos com interesses de poderosos grupos políticos e econômicos. Lê pouquíssimo, geralmente “best-sellers” e livros de autoajuda. Tem certeza de que o que lê, ouve e vê é o suficiente, e corresponde à realidade. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e o espoliador das empresas nacionais e multinacionais.”&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O analfabeto midiático gosta de criticar os políticos corruptos e não entende que eles são uma extensão do capital, tão necessários para aumentar fortunas e concentrar a renda. Por isso recebem todo o apoio financeiro para serem eleitos. E, depois, contribuem para drenar o dinheiro do Estado para uma parcela da iniciativa privada e para os bolsos de uma elite que se especializou em roubar o dinheiro público. Assim, por vias tortas, só sabe enxergar o político corrupto sem nunca identificar o empresário corruptor, o detentor do grande capital, que aprisiona os governos, com a enorme contribuição da mídia, para adotar políticas que privilegiam os mais ricos e mantenham à margem as populações mais pobres. Em resumo: destroem a democracia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Para o analfabeto midiático, Brecht teria, ainda, uma última observação a fazer: Nada é impossível de mudar. Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo. E examinai, sobretudo, o que parece habitual.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O ANAFALBETO POLÍTICO&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O pior analfabeto, é o analfabeto político.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Ele não ouve, não fala, não participa dos acontecimentos políticos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Ele não sabe que o custo de vida,&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O preço do feijão, do peixe, da farinha&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Do aluguel, do sapato e do remédio&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Depende das decisões políticas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O analfabeto político é tão burro que&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia política.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Não sabe o imbecil,&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Que da sua ignorância nasce a prostituta,&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O menor abandonado,&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O assaltante e o pior de todos os bandidos&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Que é o político vigarista,&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Pilantra, o corrupto e o espoliador&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Das empresas nacionais e multinacionais.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;text_exposed_show&quot; style=&quot;background-color: white; color: grey; display: inline; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; line-height: 14px;&quot;&gt;&quot;Bertold Brecht&quot;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;text_exposed_show&quot; style=&quot;background-color: white; color: grey; display: inline; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; line-height: 14px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text_exposed_show&quot; style=&quot;background-color: white; color: grey; display: inline; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; line-height: 14px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-size: small; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cczavaski.blogspot.com/feeds/3915766978353850753/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2013/08/o-pior-analfabeto-e-o-analfabeto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/3915766978353850753'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/3915766978353850753'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2013/08/o-pior-analfabeto-e-o-analfabeto.html' title='O PIOR ANALFABETO É O ANALFABETO MIDIÁTICO.'/><author><name>BINHO CARNEIRO ZAVASKI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04876546284433876703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEje27JxfN-opXjJcGe-fGFutjaBlM63wzZZVyK6YLVDu9O9WMSUq1rEXVOZnyuqPNlGt9L1IOomVIHLn1FoSWo2-2CS3zbozbcylHeC9ijw7bD29QHgNLNiIJ1-iolcNGU/s149/DSC01055.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2891530418468978933.post-8812277709954798353</id><published>2013-08-09T06:20:00.002-07:00</published><updated>2013-08-09T06:20:33.252-07:00</updated><title type='text'>AGRONEGÓCIO, UM MODELO ESGOTADO!!!</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;Vandana Shiva (foto), cientista indiana mundialmente conhecida, falou sobre as consequências da chamada Revolução Verde e denunciou o controle das transnacionais na abertura do III Encontro Internacional de Agroecologia, em Botucatu, interior de São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;06/08/2013 - Péricles de Oliveira ... de Botucatu (SP)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;text_exposed_show&quot; style=&quot;background-color: white; display: inline;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Perante uma atenta plateia composta por mais de 3 mil pessoas, a renomada cientista indiana Vandana Shiva fez uma palestra de uma hora, respondeu a perguntas e encantou a todos com suas ideias, experiências e convicções, durante a abertura do III Encontro Internacional de Agroecologia, no dia 31 de julho, na cidade de Botucatu, interior de São Paulo.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Vandana foi muito contundente ao longo de toda a sua fala. Começou contando de sua vida, de como havia estudado biologia e física quântica na universidade e de como se considerava uma pessoa alienada da realidade do mundo.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Esclareceu que o choque que a fez despertar foi um grave acidente ocorrido, 30 anos atrás, numa fábrica de pesticidas – que resultou numa tragédia, com a morte de mais de 35 mil indianos. A partir daí, é que ela acaba se convertendo à causa do povo e não para mais de pesquisar a ação das empresas transnacionais sobre a agricultura.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Hoje, ela é considerada uma das principais pesquisadoras dos malefícios para a saúde humana e para a destruição da biodiversidade que as sementes transgênicas e os agrotóxicos das empresas transnacionais vêm causando em todo o mundo.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
“Revolução Verde”&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Vandana falou sobre as consequências da chamada Revolução Verde, imposta pelo governo dos Estados Unidos, na década de 1960, a toda a sua área de influência como forma de vender mais insumos agroquímicos e suas mercadorias agrícolas.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O resultado disso – o de subjugar países e camponeses – pode ser visto hoje, já que 65% de toda a biodiversidade e dos recursos de água doce do planeta foram contaminados por agrotóxicos.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Além disso, há estudos comprovando que 40% de todo o efeito estufa que afeta o clima no planeta é causado pelo uso exagerado, desnecessário, de fertilizantes químicos na agricultura. Chegou a dizer, inclusive, que em muitas regiões da Europa, em função da mortandade e desaparecimento das abelhas, a produtividade agrícola já teria caído 30%.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A indiana atentou para o fato de que se fôssemos calcular os prejuízos e custos necessários para repor a biodiversidade e reequilibrar o meio ambiente com vistas a amenizar os desequilíbrios climáticos, eles seriam maiores, em dólares, do que todo o comércio de commodities que as empresas realizam.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Genocídio&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Em relação à ação das empresas transnacionais que atuam na agricultura – como Monsanto, Bunge, Syngenta e Cargill – também não poupou críticas. Denunciou que elas controlam a produção e o comércio mundial da soja, milho, canola e trigo. E que fazem propaganda enganosa dizendo que a humanidade depende dos alimentos produzidos pelo agronegócio para sobreviver, quando na prática a humanidade se alimenta com centenas de outros vegetais e fontes de proteínas, que elas ainda não puderam controlar.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Disse que essas “empresas, ao promoverem as sementes transgênicas, não inventaram nada de novo. Não desenvolveram nada. O único que fizeram foi fazer mutações genéticas que existem na natureza para viabilizar a venda de seus agrotóxicos”.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Citou que a Monsanto conseguiu controlar a produção de algodão na Índia, apoiada por governos subservientes, neoliberais, e que hoje 90% da produção depende de suas sementes e venenos. Com isso houve uma destruição do modo camponês de produzir algodão e um endividamento dos que permaneceram.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A conjunção do alto uso de venenos intoxicantes que levam à depressão e a vergonha da dívida fez com que, desde 1995 até os dias de hoje, houvesse 284 mil suicídios entre os camponeses indianos. Um verdadeiro genocídio escondido pela imprensa mundial e cuja culpada principal seria a Monsanto.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Apesar de tantos sacrifícios humanos, a Monsanto ainda recolhe em seu país 200 milhões de dólares anuais, cobrando royalties pelo uso de sementes geneticamente modificadas de algodão.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Mais de 3 mil pessoas participaram da palestra dada pela cientista indiana Vandana Shiva - Foto: EIA&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Commodities não são alimentos&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O modelo do agronegócio é apenas uma forma de se apropriar do lucro dos bens agrícolas, mas ele não resolve os problemas do povo. Tanto é que aumentamos muito a produção, poderíamos inclusive abastecer 12 bilhões de pessoas [quase o dobro da população mundial], mas, no entanto, temos 1 bilhão de pessoas que passam fome todos os dias, sendo 500 milhões delas camponesas que vivem no meio rural e que tiveram seu sistema de produção de alimentos destruído pelo agronegócio.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
As commodities agrícolas são meras mercadorias agrícolas, não são alimentos. Cerca de 70% de todos os alimentos do mundo ainda são produzidos pelos camponeses.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
É preciso entender que alimentos são a síntese da energia necessária que os seres humanos precisam para sobreviver, a partir do meio ambiente em que vivem, recolhendo essa energia d a fertilidade do solo e do meio ambiente.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Quanto maior a biodiversidade da natureza, maior o número de nutrientes e mais sadia será a alimentação produzida naquela região para os humanos. E o agronegócio destrói a biodiversidade e as fontes de energia verdadeiras.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
As empresas lançam mão de um fetiche gerado pela propaganda, de que estão usando modernas técnicas de biotecnologia para aumentar a produtividade das plantas, mas isso é um engodo. Quando se vai pesquisar o que são tais biotecnologias, elas são guardadas em segredo. Porque, no fundo, elas não mudam nada na natureza. São apenas mecanismos para aumentar a rentabilidade econômica das grandes plantações.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Na verdade, a agricultura industrial é a padronização do conhecimento, é a negação do conhecimento sobre a arte de cultivar a terra. Porque o verdadeiro conhecimento é desenvolvido pelos próprios agricultores, e pelos pesquisadores, em cada região, em cada bioma, em cada planta.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Consumidores&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O modelo do agronegócio quer transformar as pessoas apenas em “consumidores” de suas mercadorias. Vandana nos diz que devemos combater o uso e o reducionismo da expressão “consumidores”, que devemos usar o termo “seres humanos”, pessoas que precisam de uma vida saudável. “Consumidor” indica uma redução subalterna do ser humano.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
As empresas do agronegócio dizem que são o desenvolvimento e o progresso. Na prática, chegam a controlar 58% de toda produção agrícola do mundo, porém, dão trabalho para apenas 3% das pessoas que vivem no meio rural. Portanto, o agronegócio é um sistema antissocial.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A indiana revelou ainda que fez parte de um grupo de 300 cientistas de todo mundo que se dedicam a pesquisar a agricultura e que após realizarem diversos estudos, durante três anos, comprovaram que nem a Revolução Verde imposta pelos Estados Unidos, nem o uso intensivo das sementes transgênicas e dos agroquímicos podem resolver os problemas da agricultura e da alimentação mundial. Algo que só pode acontecer por meio da recuperação de práticas agroecológicas que convivam com a biodiversidade, em cada local do planeta.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Vandana concluiu sua crítica ao modelo do agronegócio dizendo que ele projeta a destruição e o medo, porque é concentrador e excludente. Por isso, tornou-se algo comum o costume dessas empresas ameaçarem ou cooptarem os cientistas que se opõe a elas.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A saída é a agroecologia&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Após criticar duramente o modelo do capital, a cientista dedicou sua palestra a projetar as técnicas ou o modelo de produção da agroecologia como a alternativa popular e necessária para produção de alimentos.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Defendeu que o modelo da agroecologia é o único que permite desenvolver técnicas de aumentar a produtividade e a produção sem a destruição da biodiversidade.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Que a agroecologia é a única forma de criar empregos e formas de vida saudáveis para a população permanecer no campo e não ter de se marginalizar nas grandes cidades. Sobretudo, fez a defesa de que os métodos da agroecologia são os únicos que conseguem produzir alimentos sadios, sem venenos.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Dificuldades da transição&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Quando perguntada sobre as dificuldades da transição entre os dois modelos, contestou, citando a Índia: “Nós já tivemos problemas maiores na época do colonialismo inglês. No entanto, Gandhi nos ensinou que a nossa fortaleza é sempre ‘lutar pela verdade’, porque o capital engana e mente para poder acumular riquezas. Mas a verdade está com a natureza, está com as pessoas”.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Dessa energia que emana de Gandhi, Vandana reforçou: “Se houver vontade política para fazer a mudança, se houver vontade para produzir alimentos sadios, será possível cultivá-los”.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Vandana concluiu conclamando a todos a se envolverem e participarem do Encontro Mundial de Luta Pelos Alimentos Sadios e Contras as Empresas Transnacionais que a Via Campesina, os movimentos de mulheres e centenas de entidades realizam todos os anos, na semana de 16 de outubro. “Precisamos unificar as vozes e as vontades em nível mundial. E essa será uma ótima oportunidade.”&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Recomendações&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Quando perguntada sobre as recomendações que daria aos jovens, aos estudantes de agronomia, aos agricultores praticantes da agroecologia, Vandana Shiva elencou seis pontos:&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Primeiro: disse que a base da agroecologia é a preservação e a valorização dos nutrientes que há no solo. Neste instante, a indiana fez referência a outra cientista presente na plateia que a assistia muito atenta, a professora Ana Maria Primavesi. “Precisamos ir aplicando as técnicas que garantam a saúde do solo, e dessa saúde, recolheremos frutos com energia saudável.”&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Segundo: estimular que os agricultores controlem as sementes. As sementes são a garantia da vida. “Nós não podemos permitir que as empresas transnacionais transformem nossas sementes em meras mercadorias. As sementes são um patrimônio da humanidade.”&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Terceiro: precisamos relacionar a agroecologia com a produção de alimentos saudáveis que garantam a saúde e assim conquistar os corações e mentes da população da cidade, que está sendo cada vez mais envenenada pelas mercadorias com agrotóxicos. “Se vincularmos os alimentos com a saúde das pessoas, ganharemos milhões de pessoas da cidade para a nossa causa.”&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Quarto: precisamos transformar os territórios em que os camponeses têm hegemonia em verdadeiros santuários de sementes, de árvores sadias, de cultivo da biodiversidade, da criação de abelhas, da diversidade agrícola.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Quinto: precisamos defender a ideia que faz parte da democracia, a liberdade das pessoas de terem opções de alimentos. Elas não podem mais serem reféns dos produtos que as empresas colocam nos supermercados de acordo com a sua vontade apenas.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #898f9c; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Sexto: precisamos lutar para que os governos parem de usar dinheiro público – que é de todo o povo – para subsidiar, transferir esses recursos para os fazendeiros. Isso vem acontecendo em todo o mundo e também na Índia. O modelo do agronegócio não se sustenta sem os subsídios e vantagens fiscais que os governos lhes garantem.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cczavaski.blogspot.com/feeds/8812277709954798353/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2013/08/agronegocio-um-modelo-esgotado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/8812277709954798353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/8812277709954798353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2013/08/agronegocio-um-modelo-esgotado.html' title='AGRONEGÓCIO, UM MODELO ESGOTADO!!!'/><author><name>BINHO CARNEIRO ZAVASKI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04876546284433876703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEje27JxfN-opXjJcGe-fGFutjaBlM63wzZZVyK6YLVDu9O9WMSUq1rEXVOZnyuqPNlGt9L1IOomVIHLn1FoSWo2-2CS3zbozbcylHeC9ijw7bD29QHgNLNiIJ1-iolcNGU/s149/DSC01055.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2891530418468978933.post-1855841138301873919</id><published>2013-05-20T07:00:00.000-07:00</published><updated>2013-05-20T07:00:53.601-07:00</updated><title type='text'>Constitucionalismo ecológico na América Latina</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 24pt; line-height: 120%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 120%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.5pt; line-height: 120%;&quot;&gt;9 maio, 2013 - 14:28 — Michelle&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 120%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.5pt; line-height: 120%;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;http://www.brasildefato.com.br/sites/default/files/colunista_Leonardo_Boff.novo_.gif&quot; height=&quot;97&quot; src=&quot;https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&amp;amp;ik=7066ddc900&amp;amp;view=att&amp;amp;th=13eb3bf591cf68e8&amp;amp;attid=0.1&amp;amp;disp=emb&amp;amp;zw&amp;amp;atsh=1&quot; width=&quot;100&quot; /&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 120%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.5pt; line-height: 120%;&quot;&gt;Dois países latino-americanos, o Equador e a Bolívia, fundaram um verdadeiro constitucionalismo ecológico; por isso estão à frente de qualquer outro país dito &quot;desenvolvido”&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 120%; text-align: right;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.5pt; line-height: 120%;&quot;&gt;09/05/2013&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.5pt; line-height: 120%;&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 120%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.5pt; line-height: 120%;&quot;&gt; &lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 120%;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.5pt; line-height: 120%;&quot;&gt;Leonardo Boff&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.5pt; line-height: 120%;&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 120%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.5pt; line-height: 120%;&quot;&gt; &lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 120%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.5pt; line-height: 120%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As modernas constituições se fundam sobre o contrato social de cunho antropocêntrico. Não incluem o contrato natural que é o acordo e a reciprocidade que devem existir entre os seres humanos e a Terra viva que tudo nos dá e que nós em retribuição a cuidamos e preservamos. Em razão disso seria natural reconhecer que ela e os seres que a compõem seriam portadores de direitos. Os clássicos contratualistas como Kant e Hobbes restringiam, no entanto, a ética e o direito apenas às relações entre os humanos. Somente se admitia obrigações humanas para com os demais seres, especialmente os animais, no sentido de não destruí-los ou submetê-los a sofrimentos e crueldades desnecessárias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 120%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.5pt; line-height: 120%;&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 120%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.5pt; line-height: 120%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A desconsideração de que cada ser possui valor intrínseco, independente de seu uso humano, uso racional, e que é portador de direito de existir dentro do mesmo habitat comum, o planeta Terra, abriu o caminho a que a natureza fosse tratada como mero objeto a ser explorado sem qualquer consideração, em alguns casos até a sua exaustão.&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 120%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.5pt; line-height: 120%;&quot;&gt;Coube, entretanto, à América Latina, como o mostrou um notável criminalista e juiz da corte suprema da Argentina, Eugenio Raúl Zaffaroni (La Pachamama y el Humano, Ediciones Colihue 2012) desenvolver um pensamento constitucionalista de natureza ecológica no qual a Terra e todos os seres da natureza, particularmente os vivos e os animais são titulares de direitos. Estes devem ser incluídos nas constituições modernas que deixaram para trás o arraigado antropocentrismo e o paradigma do dominus, do ser humano como senhor e dominador da natureza e da Terra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 120%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.5pt; line-height: 120%;&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 120%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.5pt; line-height: 120%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os novos constitucionalistas latino-americanos ligam duas correntes: a mais ancestral, dos povos originários para os quais a Terra (Pacha) é mãe (Mama) -daí o nome de Pachamama- sendo titular de direitos porque é viva, nos dá tudo o que precisamos e, finalmente, pela razão de sermos parte dela e de pertencermos a ela. Bem como as os animais, as florestas, as águas, as montanhas e as paisagens. Todos merecem existir e conviver conosco, constituindo a grande democracia comunitária e cósmica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 120%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.5pt; line-height: 120%;&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 120%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.5pt; line-height: 120%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Aliam esta ancestral tradição, eficaz, da cultura andina que vai da Patagônia à América Central à nova compreensão derivada da cosmologia contemporânea, da biologia genética e molecular, da teoria dos sistemas que entende a Terra como um superorganismo vivo que se autorregula (autopoiesis de Maturana-Varela e Capra) de forma a sempre manter a vida e a capacidade de reproduzi-la e fazê-la coevoluir. Esta Terra, denominada de Gaia, engloba todos os seres, gera e sustenta a teia da vida em sua incomensurável biodiversidade. Ela, como Mãe generosa, deve ser respeitada, reconhecida em suas virtualidades e em seus limites e por isso acolhida como sujeito de direitos –a dignitas Terrae- base para possibilitar e sustentar todos os demais direitos pessoais e sociais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 120%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.5pt; line-height: 120%;&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 120%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.5pt; line-height: 120%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Dois países latino-americanos, o Equador e a Bolívia, fundaram um verdadeiro constitucionalismo ecológico; por isso estão à frente de qualquer outro país dito &quot;desenvolvido”. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 120%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.5pt; line-height: 120%;&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 120%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.5pt; line-height: 120%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A Constituição de Montecristi da República do Equador de 2008 diz explicitamente em seu preâmbulo: &quot;Celebramos a natureza, a Pacha Mama, da qual somos parte e que é vital para nossa existência”. Em seguida enfatiza que a República se propõe construir &quot;uma nova forma de convivência cidadã, em diversidade e em harmonia com a natureza, para alcançar o bien vivir, o sumac kawsay(o viver pleno)”. No artigo 71º do capítulo VII dispõe: &quot;a natureza ou a Pachamama, donde se reproduz e se realiza a vida, tem direito a que se respeite integralmente sua existência, a manutenção e regeneração de seus ciclos vitais, estrutura, funções e processos evolutivos; toda pessoa, comunidade, povo ou nacionalidade poderá exigir da autoridade pública o cumprimento dos direitos da natureza… o Estado incentivará as pessoas naturais e jurídicas, e aos coletivos, para que protejam a natureza e promoverá o respeito a todos os elementos que formam um ecossistema”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 120%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.5pt; line-height: 120%;&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 120%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.5pt; line-height: 120%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Comovedoras são as palavras do preâmbulo da Constituição Política do Estado boliviano, aprovada em 2009: &quot;Cumprindo o mandato de nossos povos, com a fortaleza de nossa Pachamama e graças a Deus, refundamos a Bolívia”. O artigo 33º prescreve: &quot;as pessoas têm o direito a um meio ambiente saudável, protegido e equilibrado. O exercício deste direito deve permitir aos indivíduos e às coletividades das presentes e futuras gerações, incluídos outros seres vivos a desenvolver-se de maneira normal e permanente”. O artigo 34º dispõe: &quot;qualquer pessoa, a título individual ou em representação de uma coletividade, está facultada a exercer ações legais em defesa do meio ambiente”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 120%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.5pt; line-height: 120%;&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 120%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.5pt; line-height: 120%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Aqui temos um verdadeiro constitucionalismo ecológico que ganhou corpo e letra nas respectivas Constituições. Tais visões são antecipatórias daquilo que deverá ser para todas as constituições futuras da humanidade. Somente com tal mente e disposição, garantiremos um destino feliz neste planeta.&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 120%;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.5pt; line-height: 120%;&quot;&gt; &lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 120%;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.5pt; line-height: 120%;&quot;&gt;Leonardo Boff é teólogo, filósofo e escritor&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cczavaski.blogspot.com/feeds/1855841138301873919/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2013/05/constitucionalismo-ecologico-na-america.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/1855841138301873919'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/1855841138301873919'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2013/05/constitucionalismo-ecologico-na-america.html' title='Constitucionalismo ecológico na América Latina'/><author><name>BINHO CARNEIRO ZAVASKI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04876546284433876703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEje27JxfN-opXjJcGe-fGFutjaBlM63wzZZVyK6YLVDu9O9WMSUq1rEXVOZnyuqPNlGt9L1IOomVIHLn1FoSWo2-2CS3zbozbcylHeC9ijw7bD29QHgNLNiIJ1-iolcNGU/s149/DSC01055.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2891530418468978933.post-4116470605683763060</id><published>2013-04-08T11:33:00.000-07:00</published><updated>2013-04-08T11:33:06.138-07:00</updated><title type='text'>EPS convoca PT junto aos movimentos sociais para disputar o Brasil</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Aprofundar a relação do Partido dos Trabalhadores com os movimentos sociais para disputar a sociedade e defender o projeto democrático e popular dentro do governo da presidenta Dilma Rousseff foi a síntese do debate realizado pelos palestrantes da mesa “10 anos do PT no Governo Federal e Conjuntura Nacional e Internacional”, que abriu os trabalhos do Seminário Nacional da EPS, realizado no sábado, 06, na sede do Diretório Nacional do PT.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;gmail_quote&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
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&lt;div style=&quot;font-family: arial,sans-serif;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O dirigente do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) João Paulo Rodrigues reafirmou a proximidade do movimento com a tendência e com o partido na luta institucional. Informou que o movimento campesino está fazendo uma análise da atual conjuntura, que avaliam que o neoliberalismo não está derrotado e que é ponto central a necessidade do fortalecimento das forças de esquerda dentro da “frente” que sustenta o governo federal. “As mudanças que queremos virão da combinação da luta social com a luta institucional”, afirmou João Paulo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: arial,sans-serif;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: arial,sans-serif;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; João Felício, secretário de Relações Internacionais da Central Única dos Trabalhadores (CUT), alertou para o crescente ataque ao movimento sindical que está ocorrendo em todo o mundo. Sobre o PT, ressaltou a importância de todas as correntes petistas fazerem um grande esforço para impedir o distanciamento dos movimentos sociais da luta institucional. João Felício também declarou ser “questão de sobrevivência para a construção de um outro Brasil a democratização da comunicação e a ampliação dos investimentos em educação”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: arial,sans-serif;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: arial,sans-serif;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O líder do governo na Câmara Federal, deputado Arlindo Chinaglia, da tendência Movimento PT, afirmou ser necessário o partido retomar o enfrentamento ideológico e político para consolidar o papel do PT e preparar o futuro do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: arial,sans-serif;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: arial,sans-serif;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Representando a Consulta Popular, Ronaldo&amp;nbsp;Pagotto também apontou como desafios para o aprofundamento do projeto democrático e popular maior ênfase na luta ideológica, unidade na luta pelas reformas necessárias capaz de democratizar a sociedade, e a capacidade de combinar a tática institucional com a luta social.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: arial,sans-serif;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: arial,sans-serif;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Para Angélica Fernandes, membro do Diretório Nacional do PT e da direção nacional da EPS, o governo do PT promoveu muitos avanços, mas ainda não desatou os nós para a construção de uma sociedade com homens e mulheres livres, e isso passa pela discussão das bases do projeto que o partido irá apresentar nas eleições de 2014. “A EPS tem que colocar na pauta a sintonia com os movimentos sociais. Nossa tarefa é defender o PT, mas não qualquer PT, é defender o PT que teve a capacidade de eleger um operário presidente e uma mulher presidenta”. Angélica finalizou afirmando que o PT precisa apresentar um projeto para que a sociedade reconheça que “nós somos o partido capaz de continuar a mudar o Brasil porque nós temos compromisso com a classe trabalhadora”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: arial,sans-serif;&quot;&gt;
&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: arial,sans-serif;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; EPS declara apoio a Rui Falcão presidente do PT&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: arial,sans-serif;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: arial,sans-serif;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Num segundo momento do Seminário, após intenso debate, os membro da EPS aprovaram por unanimidade resolução de apoio à candidatura do companheiro Rui Falcão a presidente nacional do PT.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: arial,sans-serif;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: arial,sans-serif;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O apoio ao candidato que irá disputar a presidência do partido no Processo de Eleição Direta (PED), a ser realizado em novembro, tem bases programáticas que busca a unidade do partido e o debate profundo sobre o projeto petista para continuar disputando a sociedade brasileira com objetivo de construir um país mais justo e igual.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: arial,sans-serif;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: arial,sans-serif;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O candidato à reeleição recebeu a notícia com entusiasmo e emoção. Em seu discurso de agradecimento, relembrou sua trajetória política e de luta que teve início no período da Ditadura Civil-Militar e afirmou a importância de ter o apoio de uma corrente ideológica, que faz crítica construtiva. “É significativo [o apoio] porque muito do que vocês pensam vêm de encontro com o que eu acredito”, ressaltou Rui Falcão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: arial,sans-serif;&quot;&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No final do Seminário, o ex-presidente do PT e ex-deputado federal José Dirceu esteve presente para saudar os membros da EPS e dizer da importância de ter uma tendência interna que mantenha viva a relação com os movimentos sociais.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cczavaski.blogspot.com/feeds/4116470605683763060/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2013/04/eps-convoca-pt-junto-aos-movimentos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/4116470605683763060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/4116470605683763060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2013/04/eps-convoca-pt-junto-aos-movimentos.html' title='EPS convoca PT junto aos movimentos sociais para disputar o Brasil'/><author><name>BINHO CARNEIRO ZAVASKI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04876546284433876703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEje27JxfN-opXjJcGe-fGFutjaBlM63wzZZVyK6YLVDu9O9WMSUq1rEXVOZnyuqPNlGt9L1IOomVIHLn1FoSWo2-2CS3zbozbcylHeC9ijw7bD29QHgNLNiIJ1-iolcNGU/s149/DSC01055.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2891530418468978933.post-516929825813107474</id><published>2013-03-22T06:44:00.000-07:00</published><updated>2013-03-22T06:44:55.704-07:00</updated><title type='text'>Nota da Esquerda Popular e Socialista (EPS/PT), referente à declaração do Ministro Paulo Bernardo.</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;background: none repeat scroll 0% 0% white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: none repeat scroll 0% 0% white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&amp;nbsp;Os equívocos do ministro Paulo Bernardo&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: none repeat scroll 0% 0% white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;


&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222;&quot;&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;O ministro das comunicações, Paulo Bernardo, reagiu à nota do PT
sobre a urgência da atualização do marco regulatório das comunicações em
declarações à imprensa. Ele também criticou a posição do partido pela revisão
das desonerações concedidas às empresas de telecomunicação, que devem chegar a
R$ 6 bilhões de reais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, o ministro
reconheceu que é preciso coibir a discriminação e ampliar o conteúdo regional
mas afirmou que “não é fácil regular isso.&quot;Também destacou que “não há e
nunca vai haver” marco regulatório para jornais e revistas. Ainda de acordo com
a publicação, ele teria classificado como “incompreensível” que militantes do
PT misturem “a regulação da mídia com investimentos” e disparou:&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&quot;É incompreensível que um partido
que está há dez anos no governo seja contra a desoneração e critique o nosso
esforço para baixar impostos”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em
reunião do seu diretório no início de março, o PT aprovou resolução na qual
conclama “o governo a reconsiderar a atitude do Ministério das Comunicações,
dando&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;color: #222222;&quot;&gt;início à reforma
do marco regulatório das comunicações, bem como a abrir diálogo&amp;nbsp;com os
movimentos sociais e grupos da sociedade civil que lutam para democratizar
as&amp;nbsp;mídias no país”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No documento, o partido defende que o governo reveja “o pacote
de isenções concedido às&amp;nbsp;empresas de telecomunicações, a reiniciar o
processo de recuperação da Telebrás; e a&amp;nbsp;manter a neutralidade da Internet
(igualdade de acesso, ameaçada por grandes&amp;nbsp;interesses comerciais)”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: Arial,sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;Primeiro equívoco: o novo marco
regulatório&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nas declarações, o ministro Paulo Bernardo assume a defesa de
uma linha dentro do governo que vai contra a promoção dessa agenda urgente de
reforma da legislação das comunicações para combater o oligopólio no setor e
promover a diversidade e a pluralidade de ideias, vozes, regiões e culturas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O argumento de que “não é fácil regular” consolida uma postura
conformista e coloca a culpa na “correlação de forças” como se o governo
federal não fosse um agente central para movê-la. E como se as gestões de Lula
e Dilma Rousseff não tenham comprado brigas mesmo quando havia grande
resistência. Só para citar um exemplo na própria área das comunicações, a
criação da Empresa Brasil de Comunicação em 2007 enfrentou enorme oposição, mas
foi bem sucedida em razão da ação do governo federal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Embora seja direito do ministro ter posições independentes das
do PT, o tom da reação é preocupante e revela um desprendimento de Bernardo em
relação ao debate feito dentro do partido e um certo desrespeito acerca do
entendimento de seus dirigentes. Paulo Bernardo é um ministro, mas é do PT e,
portanto, precisa considerar com mais seriedade a avaliação política de seu
partido, mesmo que divirja dela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É papel do governo federal comprar a briga pública por uma atualização
democrática da legislação da mídia. Esse é um instrumento central não para
“calar a imprensa”, como os conglomerados insistem em confundir
propositalmente, mas para consolidar a democracia em nosso país. E quanto mais
o governo adere à cantilena dos grandes grupos comerciais de mídia, mais ele
reforça não apenas a posição econômica como o poderio político deles de
influenciar o debate público.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #222222;&quot;&gt;Segundo
equívoco: a política de expansão das telecomunicações&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A irritação maior de Paulo Bernardo é quanto à crítica do PT ao
pacote de desoneração das teles. Em 2010, houve uma disputa interna sobre como
promover a expansão da banda larga. Um grupo no Palácio do Planalto propunha o
fortalecimento da Telebrás, que promoveria a competição vendendo dados no atacado
a pequenos provedores que ofereceriam o serviço no varejo. Já o Ministério das
Comunicações, a época comandado por Hélio Costa, assumiu a proposta das
empresas de que a expansão só viria com desonerações e investimento do governo,
sem grande esforço por parte delas para ampliar a oferta e baixar preços. E usa
como argumento a necessidade de assegurar infraestrutura para as cidades da
Copa do Mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Paulo Bernardo, homenageado como homem do ano pelos
conglomerados de telecom, retomou a agenda desses grupos. Enfraqueceu a
Telebrás e garantiu uma injeção de recursos recorde nas teles. Apenas este
pacote de desonerações vai movimentar R$ 6 bilhões. E em troca? Apenas que as
empresas façam a obrigação delas: ofereçam o serviço e façam investimentos para
isso. Pior, ele opera fazer algo que nem Fernando Henrique Cardoso fez:
entregar a infraestrutura espólio do Sistema Telebrás (agora explorada pelas
concessionárias Oi, Telefônica e Embratel) avaliada em R$ 40 bilhões às
empresas. Em troca: novamente apenas a obrigação de ofertar o serviço e
investir para assegurar isso. Não é concessão, não é venda, é entrega.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Frente a este cenário dramático em que um ministro do PT se
prepara para o maior assalto ao patrimônio público das telecomunicações (que
apesar de estar sob exploração de empresas continua sendo do povo brasileiro),
a nota do PT é fundamental. O partido alerta para uma política na qual o setor
privado não se mexe se não for com recursos ou benesses do governo. No máximo
algumas obrigações na exploração da internet móvel de atender algumas regiões.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Experiências de países como Reino Unido, Austrália, Coréia,
Japão e Suécia mostram que a expansão da banda larga passa necessariamente por
um papel ativo do Estado. Seja ao estabelecer uma regulação forte para promover
a desagregação das redes e a competição na oferta do serviço de acesso à
Internet, seja pelo investimento em infraestrutura. E aí, este investimento não
pode ser simples transferência de recursos para a ampliação das redes das
operadoras. O Estado deve constituir sua própria malha, projeto iniciado com a
retomada da Telebrás, e cobrar altas contrapartidas de atendimento, qualidade e
preço para aportar verba pública na melhoria das redes das empresas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O ministro do PT precisa ouvir o PT. E atuar em benefício da
população, do acesso a serviços e direitos em condições justas e razoáveis. E
não ser um operador orgânico da agenda dos empresários. Pelo menos é o que
deveria ser um governo que, mesmo de coalizão, é comandado pelo Partido dos
Trabalhadores e que propaga como projeto a melhoria da qualidade de vida do
povo.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 115%;&quot;&gt;Direção Nacional da
Esquerda Popular e Socialista do PT&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cczavaski.blogspot.com/feeds/516929825813107474/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2013/03/nota-da-esquerda-popular-e-socialista.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/516929825813107474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/516929825813107474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2013/03/nota-da-esquerda-popular-e-socialista.html' title='Nota da Esquerda Popular e Socialista (EPS/PT), referente à declaração do Ministro Paulo Bernardo.'/><author><name>BINHO CARNEIRO ZAVASKI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04876546284433876703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEje27JxfN-opXjJcGe-fGFutjaBlM63wzZZVyK6YLVDu9O9WMSUq1rEXVOZnyuqPNlGt9L1IOomVIHLn1FoSWo2-2CS3zbozbcylHeC9ijw7bD29QHgNLNiIJ1-iolcNGU/s149/DSC01055.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2891530418468978933.post-165085010671417217</id><published>2013-03-22T06:29:00.000-07:00</published><updated>2013-03-22T06:29:13.537-07:00</updated><title type='text'>O ESGARÇAMENTO DA POLITICA</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.9em; margin-top: 0.5em;&quot;&gt;
&lt;em&gt;Frei Betto&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.9em; margin-top: 0.5em; text-align: right;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Esgarçar: afastarem-se, soltarem-se os fios de um tecido&lt;/em&gt;&amp;nbsp;(Caldas Aulete)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.9em; margin-top: 0.5em;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quem
 é direita e esquerda hoje no Brasil? Eis um dilema shakespeariano. A 
direita, representada pelo DEM, se acerca do PMDB e, na palavra do 
senador Agripino Maia, propõe “oposição branda” ao governo Dilma 
Rousseff, que se considera de esquerda.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.9em; margin-top: 0.5em; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O PPS do deputado 
Roberto Freire, versão ao avesso do Partido Comunista, apoia as forças 
mais retrógradas da República. O PDS de Kassab e o PMDB de Sarney ficam 
em cima do muro, atentos para o lado em que sopram os ventos do poder.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.9em; margin-top: 0.5em; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Como considerar de 
esquerda quem elege Renan Calheiros presidente do Senado, e Henrique 
Alves, da Câmara dos Deputados. Você, caro(a) leitor(a), qualifica como 
de esquerda quem se apoia em Paulo Maluf, Fernando Collor de Melo e 
Sarney?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.9em; margin-top: 0.5em; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Desde muito jovem 
aprendi que a esquerda se rege por princípios e, a direita, por 
interesses. E hoje, quem coloca os princípios acima dos interesses? Como
 você, que é de esquerda, se sente quando se depara com comunistas 
apoiando o texto do Código Florestal que tanto agrada a senadora Kátia 
Abreu?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.9em; margin-top: 0.5em; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A esquerda entrou em 
crise desde que Kruschov, líder supremo da União Soviética, denunciou os
 crimes de Stalin, em 1956. Naquela noite de fevereiro, vários 
dirigentes comunistas, profundamente decepcionados, puseram fim à 
própria vida.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.9em; margin-top: 0.5em; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Depois que Gorbachev 
entregou o socialismo na bandeja à Casa Branca, e a China adotou o 
capitalismo de Estado, a confusão só piorou.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.9em; margin-top: 0.5em; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
Muitos ex-esquerdistas proclamam que superaram o maniqueísmo esquerda x 
direita, inadequado a esse mundo globalizado. Mera retórica para 
justificar o aburguesamentos de quem, em nome da esquerda, alcançou um 
estilo de vida à imagem e semelhança dos poderosos da direita: muita 
mordomia e horror, como confessou o general Figueiredo, ao “cheiro de 
povo” (exceto na hora de angariar votos).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.9em; margin-top: 0.5em; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ser de esquerda, hoje, é
 defender os direitos dos mais pobres, condenar a prevalência do capital
 sobre os direitos humanos, advogar uma sociedade onde haja, 
estruturalmente, partilha dos bens da Terra e dos frutos do trabalho 
humano.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.9em; margin-top: 0.5em; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O fato de alguém se 
dizer marxista não faz dele uma pessoa de esquerda, assim como o fato 
de&amp;nbsp;ter&amp;nbsp;fé e frequentar a igreja não faz de nenhum fiel um discípulo de 
Jesus. A teoria se conhece pela práxis, diz o marxismo. A árvore, pelos 
frutos, diz o Evangelho.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.9em; margin-top: 0.5em; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Se a prática é o 
critério da verdade, é muito fácil não confundir um militante de 
esquerda com um oportunista demagogo: basta conferir como se dá a 
relação dele com os movimentos populares, o apoio ao MST, a 
solidariedade à Revolução Cubana e à Revolução Bolivariana, a defesa de 
bandeiras progressistas, como a preservação ambiental, a união civil de 
homossexuais, o combate ao sionismo e a toda forma de discriminação.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0.9em; margin-top: 0.5em; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quem é de esquerda não vende a alma ao mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Frei Betto é escritor, autor do romance histórico “Minas do Ouro” (Rocco), entre outros livros.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cczavaski.blogspot.com/feeds/165085010671417217/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2013/03/o-esgarcamento-da-politica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/165085010671417217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2891530418468978933/posts/default/165085010671417217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cczavaski.blogspot.com/2013/03/o-esgarcamento-da-politica.html' title='O ESGARÇAMENTO DA POLITICA'/><author><name>BINHO CARNEIRO ZAVASKI</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04876546284433876703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEje27JxfN-opXjJcGe-fGFutjaBlM63wzZZVyK6YLVDu9O9WMSUq1rEXVOZnyuqPNlGt9L1IOomVIHLn1FoSWo2-2CS3zbozbcylHeC9ijw7bD29QHgNLNiIJ1-iolcNGU/s149/DSC01055.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2891530418468978933.post-3560308591595701028</id><published>2012-12-04T09:11:00.000-08:00</published><updated>2012-12-04T09:11:59.493-08:00</updated><title type='text'>Quem são e o que fazem os “jornalistas de Cachoeira&quot;</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; style=&quot;width: 100%px;&quot;&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;padding: 0.75pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;padding: 0.75pt;&quot;&gt;&lt;div&gt;
&lt;table align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;3&quot; style=&quot;width: 200px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;padding: 0.75pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;
&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;padding: 0cm;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;padding: 0cm;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.patrialatina.com.br/fotos/25-11-2012_11_04_45_.jpg&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&amp;amp;ik=7066ddc900&amp;amp;view=att&amp;amp;th=13b66df872d48d28&amp;amp;attid=0.1&amp;amp;disp=emb&amp;amp;zw&amp;amp;atsh=1&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;padding: 0.75pt;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;u&gt;&lt;/u&gt; &lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Imprensa e oposição atacam, em uníssono, o parecer do relator da CPMI do Cachoeira que pede o indiciamento de cinco jornalistas e sugere ao Ministério Público Federal que prossiga com as investições sobre outros sete. As alegações centrais são que a medida fere a liberdade de imprensa ou refletem o desejo de vingança do PT com seus algozes no mensalão. Uma leitura do relatório revela uma outra realidade. E uma realidade estarrecedora sobre os meandros da imprensa brasileira. A reportagem é de Najla Passos.&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt; &lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Najla Passos/Carta Maior&lt;/strong&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Brasília - Desde que o relator da CPMI do Cachoeira, deputado Odair Costa (PT-MG), confirmou, nesta quarta (21), que irá pedir o indiciamento de cinco jornalistas no seu relatório final, imprensa e oposição passaram a atacar a medida, em uníssono, alegando ora afronto à liberdade de expressão, ora o desejo de vingança do PT contra seus algozes no “mensalão”. Uma leitura do relatório revela uma outra realidade. E uma realidade estarrecedora sobre os meandros da imprensa brasileira. Os documentos falam de jornalistas vendendo sua força de trabalho ou o espaço dos veículos em que trabalham para beneficiarem uma reconhecida organização criminosa na prática de crimes. Ou então, associando-se a ela para destruir desafetos comuns dos criminosos e dos seus veículos. &lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O diretor da sucursal de Veja em Brasília, Policarpo Junior, é a face mais conhecida deste time. Mas o grupo é muito maior. O relatório da CPMI cita nominalmente doze jornalistas que teriam contribuído periodicamente com o esquema criminoso, e acabaram flagrados em atitudes, no mínimo, suspeitas, por meio das quebras de sigilos telefônicos, ficais e bancários dos membros da quadrilha e das empresas, de fachada ou não, que operavam em nome dela. Desses doze, pede o indiciamento de cinco, contra os quais as provas são robustas. Sugere ao Ministério Público Federal (MPF) o prosseguimento das investigações contra os outros sete, com base nos indícios já levantados pela Comissão.&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Saiba quem são os jornalistas que, no entendimento da CPMI, devem ser indiciados:&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
 &lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;1 - Wagner Relâmpago&lt;/strong&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Repórter policial do DF Alerta, da TV Brasília/Rede TV, e do programa Na Polícia e nas Ruas – Rádio Clube 105,5 FM - DF . Segundo a CPMI, ele utilizou seu espaço na TV e no rádio para “bater” nos inimigos da quadrilha ou personalidades públicas que atrapalhavam suas atividades criminosas. Em 2011, foram creditados pelo menos três repasses da quadrilha para sua conta pessoal de, aproximadamente, de R$ 300 mil cada. As relações de Relâmpago com Cachoeira foram reveladas por Carta Maior em 30/3, na reportagem Quadrilha de Cachoeira mantinha relações com a mídia. Para a CPMI, Relâmpago incorreu no artigo 288 do Código Penal, o que justifica seu indicamento pelo crime de formação de quadrilha.&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
 &lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;2 - Patrícia Moraes&lt;/strong&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
É sócia-administradora e editora de política do jornal Opção, de Goiás. Mantinha interlocução constante com Cachoeira e outros membros da quadrilha. Também recebia pagamentos períodicos do bando, na sua conta pessoal e na do jornal, para “divulgar as matérias de interesse da organização criminosa e fazer oposição e a desconstrução midiática de adversários”, conforme o relatório da CPMI. O documento sugere, inclusive, suspeitas de que o periódico possa pertencer à quadrilha de Cachoeira. Os recursos recebidos pela jornalista somam R$ 155 mil. A CPMI pediu seu indiciamento por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
 &lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;3 - João Unes&lt;/strong&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Jornalista e advogado, trabalhou em O Estado de S.Paulo, O Popular, TV Anhanguera e TV Record. Segundo a CPMI, foi um dos jornalistas que receberam as mais vultosas quantias da quadrilha. Foi o idealizador e diretor do jornal online A Redação que, segundo a CPMI, foi adquirido posteriormente pela máfia. A soma dos valores transferidos para ele, conforme diálogos interceptados, chega a R$ 1, 85 milhão. Nem todos os valores mencionados nos diálogos foram comprovados na quebra dos sigilos do jornalista e das empresas fantasmas do bando. A CPMI pede seu indiciamento por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
 &lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;4 - Carlos Antônio Nogueira, o Botina&lt;/strong&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Segundo o relatório, ele se apresenta como proprietário do jornal O Estado de Goiás, mas na verdade é sócio minoritário de Carlinhos Cachoeira no empreendimento que, conforme diálogos interceptados, também tem ou teve como sócio o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). Botina também é proprietário da empresa WCR Comunicação e Produção e do Canal 5. Sob ordens de Cachoeira, utilizava o jornal para criar fatos políticos, fabricar notícias que pudessem prejudicar adversários ou constranger autoridades, enfim, que beneficiem as atividades da organização. Movimentou vultosas quantias. As maiores delas foram por meio da WCR Produção e Comunicação, que recebeu recursos das laranjas de Cachoeira da ordem de R$ 460 mil, R$ 1,42 milhão e R$ 584 mil, entre outros. A CPMI pede seu indiciamento por formação de quadrilha e lavagem de recursos.&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
 &lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;5 - Policarpo Junior&lt;/strong&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
É diretor da sucursal da Veja em Brasília. Segundo o relatório da CPMI, colaborou com os interesses da organização criminosa promovendo suas atividades ilícitas, eliminando ou inviabilizando a concorrência e desconstruindo imagens e biografias de adversários comuns da máfia e da publicação. O relacionamento entre Cachoeira e Policarpo começou em 2004. Apesar de atualmente mídia e oposição considerarem um acinte à liberdade de imprensa sua convocação para prestar esclareimentos na CPMI do Cachoeira, ele depôs na CPI dos Bingos, em 2005, para defender o contraventor, como Carta Maior revelou na reportagem Jornalista da Veja favoreceu Cachoeira em depoimento de 2005, em 28/5. Suas relações com Cachoeira foram fartamente documentadas, como mostram, por exemplo, as reportagens Os encontros entre Policarpo, da Veja, e os homens de Cachoeira, de 10/5, e Cachoeira: “O Policarpo, ele confia muito em mim, viu?”, de 15/5. A CPMI pediu seu indiciamento por formação de quadrilha.&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Confira também quem são os jornalistas que a CPMI pede que sejam alvos de mais investigações pelo MPF:&lt;/strong&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
 &lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
1&lt;strong&gt; - Luiz Costa Pinto, o Lulinha&lt;/strong&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
É o proprietário da empresa Ideias, Fatos e Textos (IFT), que prestou serviços para a Câmara durante a gestão de João Paulo Cunha (PT-SP), fato que acabou rendendo à ambos denúncias por crime de peculato no escândalo do “mensalão”. Cunha foi absolvido por este crime na ação penal 470, que tramita no STF. O processo contra Lulinha tramita na justiça comum. Conforme o relatório da CPMI, O jornalista foi contratado pela organização criminosa de Cachoeira para emplacar matérias favoráveis ao grupo nos meios jornalísticos. Entre fevereiro de 2011 e maio de 2012, recebeu o total de R$ 425 mil da Delta, por meio de transferências creditadas na conta da IFT.&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
 &lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;2 - Cláudio Humberto&lt;/strong&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Citado em diversas gravações interceptadas pela Polícia Federal como uma espécie de assessor de comunicação, ele também foi contratado via Delta, a pedido do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). Entre 2011 e 2012, recebeu R$ 187,7 mil, depositados pela Delta na conta da CT Pontocom Ltda, empresa na qual é sócio-administrador desde maior de 2001.&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;strong&gt;3 - Jorge Kajuru&lt;/strong&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
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É apresentador da TV Esporte Interativo. Também recebeu recursos da organização de Cachoeira que, segundo ele, se referiam à patrocínio feito pela Vitapan, empresa farmacêutica ligada ao esquema criminoso. Ele teria recebido do grupo R$ 20 mil, entre 2011 e 2012, em contas das suas empresas e na sua conta pessoal. A CPMI, porém, o isenta de responsabilidades por conduta criminosa.&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;strong&gt;4 - Magno José, o Maguinho&lt;/strong&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
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De acordo com a CPMI, o blogueiro Magno José, o Maguinho, também recebeu recursos da organização criminosa para prestar serviços à quadrilha. Ele é editor do blog Boletim de Novidades Lotéricas, que prega a legalização dos jogos no país. Entretanto, os repasses dos recursos ao jornalista não foram comprovado. Os indícios decorrem do material publicado pelo blog e das conversas dos membros da quadrilha interceptadas pela PF. Portanto, a CPMI optou por não propor seu indicamento. &lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;strong&gt;5 - Mino Pedrosa&lt;/strong&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
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Já trabalhou no Jornal de Brasília, em O Estado de S.Paulo, em O Globo, na revista IstoÉ e hoje é editor-chefe do blog QuidNovi. É apontado como o responsável pela deflagração do Caso Loterj, que resultou na queda do assessor da Casa Civil do governo Lula, Waldomiro Diniz. De acordo com conversas interceptadas pela Polícia Federal (PF) entre membros da quadrilha de Cachoeira, ele teria recebido um apartamento e um carro para depôr em favor do contraventor, envolvido no esquema. É responsabilizado também como o autor de denúncias sobre o governo do Distrito Federal, com base em grampos ilegais feitos por Idalberto Matias, o Dadá, membro da quadrilha. E, também, como a pessoa que “vazou” para Cachoeira que a PF preparava a Operação Monte Carlo. A CPMI reconhece, porém, que não obteve provas suficientes para pedir o indiciamento do jornalista.&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;strong&gt;6 - Renato Alves&lt;/strong&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
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É jornalista do Correio Braziliense e editor do blog Última Parada. Segundo o relatório, as interceptações telefônicas revelaram que ele também mantinha interlocução frequente com a organização criminosa. Foi, inclusive, o autor de uma das matérias mais comemoradas pelos integrantes da quadrilha em 2011, que promovia os jogos eletrônicos do grupo pela internet no exterior. Em troca dos serviçcos prestados, Alves recebia presentes e vantagens, como ele mesmo atesta em ligação itnerceptada pela PF. Mas a CPMI afirma que não conseguiu colher provas suficientes de que ele tenha contribuído para a prática de crimes e pede novas investigações.&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;strong&gt;7 - Eumano Silva, o Doni&lt;/strong&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
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É ex-Diretor da Revista Época em Brasília. Também teria prestado importantes serviços à quadrilha de Cachoeira, por meio de reportagens que a beneficiava. A CPMI, porém não encontrou provas conclusivas sobre sua participação no crime e, por isso, sugeriu ao MPF mais investigações.&lt;/div&gt;
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&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;1&quot; style=&quot;width: 100%px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;padding: 0.75pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
Texto: / Postado em 25/11/2012 ás 11:04&lt;/div&gt;
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