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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2enclosuresfull.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Biocombustiveis-Brasil (BIOBRAS)</title><link>http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/</link><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/Biocombustiveis-brasilbiobras" /><description>O BIOBRAS é um Blog onde podemos encontrar as mais novas informações sobre biocombustíveis no Brasil e no mundo.</description><language>en</language><managingEditor>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</managingEditor><lastBuildDate>Fri, 10 Feb 2012 11:58:45 PST</lastBuildDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">177</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">25</openSearch:itemsPerPage><feedburner:info uri="biocombustiveis-brasilbiobras" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><media:category scheme="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd">Business/Business News</media:category><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>O BIOBRAS é um Blog onde podemos encontrar as mais novas informações sobre biocombustíveis no Brasil e no mundo.</itunes:subtitle><itunes:category text="Business"><itunes:category text="Business News" /></itunes:category><item><title>Embrapa produz biocombustível de arroz (briquetes)e arroz</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~3/716p9ZmqmZ8/embrapa-produz-biocombustivel-de-arroz.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Mon, 12 Apr 2010 06:39:12 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34620200.post-8804774743256692771</guid><description>BRASÍLIA – A fabricação de briquetes, biocombustíveis sólidos feitos a partir de resíduos ou subprodutos agrícolas, florestais ou industriais, poderá ser vista ao vivo pelos visitantes do TecnoShow Comigo 2010, a Grande Feira de Tecnologia Rural do Centro-Oeste. A feira acontecerá de 13 a 17 de abril, na cidade de Rio Verde (GO). Os briquetes, fabricados com palha de arroz, serão mostrados num estande da Embrapa Agroenergia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a Embrapa Agroenergia, os briquetes podem ser produzidos com qualquer biomassa vegetal. A matéria-prima é processada por uma briquetadeira, máquina com capacidade para transformar entre 50 e 1000 kg/h de resíduos, explica o pesquisador da Embrapa, José Dilcio Rocha. Ele vai apresentar a tecnologia durante o TecnoShow Comigo 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A briquetadeira é um a invenção da empresa Bioware, de Campinhas (SP). E funciona de forma simples. Os resíduos são colocados no compartimento chamado silo de armazenagem. Em seguida, o material é conduzido para a caixa extrusora, que retira a umidade, e depois para a matriz aquecida. “A matriz que dá a forma e o tamanho do briquete que será usado como lenha”, explica Dilcio. Esses materiais são produzidos sem adição de produtos químicos ou adesivos e podem ter comprimento de 50 cm a 2 metros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A característica principal dos briquetes é ter volume menor do que os resíduos originais, com o mesmo poder calorífico, o que favorece o manuseio e barateia o transporte. “Os briquetes podem ser vendidos para a indústria cerâmica, gesseira, laticínios, ou seja, a todo tipo de indústria que usa caldeiras”, explica Dilcio Rocha. Eles podem ainda ser usados em pizzarias, padarias, lareiras. De acordo com o pesquisador, a briquetadeira é apropriada para cooperativa ou associação de produtores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Economia e rentabilidade no campo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os briquetes de resíduos agrícolas, florestais ou industriais podem ser utilizados para queima em fornos, caldeiras e outros equipamentos, em substituição a lenha ou carvão vegetal ou mineral. O biocombustível substitui a lenha na sua totalidade, sem a necessidade de qualquer modificação nos equipamentos. Propicia assim economia, comodidade, rentabilidade e a garantia no fornecimento. “Esse aproveitamento ajuda na renda do pequeno produtor, além de evitar que este material seja queimado a céu aberto, causando danos ao meio ambiente”, enfatiza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da casca de arroz, os briquetes podem ser produzidos com o bagaço e palha de cana-de-açúcar, bagaço de laranja, serragem e aparas de madeira obtidas em serrarias ou em fazendas de exploração florestal, cascas de coco, de babaçu, de macaúba, de pinhão manso, folhagens, resíduos orgânicos de filtração. Também podem ser utilizados troncos finos que não são aproveitáveis para a confecção de móveis ou tábuas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para saber mais sobre o Tecnohow Comigo 2010, clique na figura abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.tecnoshowcomigo.com.br/index.php" target="_blank"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 87px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5459244466207837538" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S8Mh6u5VzWI/AAAAAAAAEuU/5-rpF6_r0WQ/s320/Tecno+Show.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://agenciaamazonia.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223694892869893266" border="0" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_JNSg0ssSpzg/SH5K1CiIPJI/AAAAAAAADQo/0ReN-B3N6v8/s200/Agencia+Amaz%C3%B4nica.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34620200-8804774743256692771?l=biocombustiveis-brasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~4/716p9ZmqmZ8" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-04-12T10:39:12.804-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S8Mh6u5VzWI/AAAAAAAAEuU/5-rpF6_r0WQ/s72-c/Tecno+Show.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total><feedburner:origLink>http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2010/04/embrapa-produz-biocombustivel-de-arroz.html</feedburner:origLink></item><item><title>O caça “Green Hornet” da U.S. Navy</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~3/k4IddLfifb0/o-caca-green-hornet-da-us-navy.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Mon, 05 Apr 2010 09:13:00 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34620200.post-5397772267186977619</guid><description>A U.S. Navy (a Marinha dos EUA) demonstrará o ‘Green Hornet,’ um F/A-18F Super Hornet movido com uma mistura de 50/50 de biocombustível (HRJ – Hydrotreated Renewable Jet e combustível JP-8), no Dia da Terra, 22 de abril, na Estação Naval de Patuxent River, Maryland, como parte de sua Estratégia Energética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Presidente do Estados Unidos Barack Obama esteve ontem reunido na Base Conjunta de Andrews, em Maryland, para anunciar medidas adicionais para reforçar a produção de energia nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S7oFLGnIQxI/AAAAAAAAEt0/7SL_mtnu9ko/s1600/F-18_Green-Hornet_03.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 133px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5456679586824209170" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S7oFLGnIQxI/AAAAAAAAEt0/7SL_mtnu9ko/s200/F-18_Green-Hornet_03.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#3333ff;"&gt;O caça F/A-18F "Green Hornet", da U.S. Navy, que fará um voo com biocombustível no dia 22 de abril&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;Como parte do plano nacional o Departamento de Defesa está estudando combustíveis alternativos, e o Green Hornet foi o resultado de pesquisas da Marinha dos EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mistura de biocombustível que será usado no “Green Hornet” é derivado da planta camelina, a qual cresce nos EUA, é renovável, e não é fonte de alimento. O objetivo do programa de testes com biocombustível da Marinha é de confirmar que não existe diferença em desempenho entre a mistura de biocombustível derivado da planta camelina e um combustível padrão JP-5 derivado do petróleo. A objetivo final é desenvolver protocolos para certificar os combustíveis alternativos para uso nos sistemas Táticos Navais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o teste for um sucesso, ele será o primeiro caça a atingir velocidade supersônica usando biocombustível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://cavok.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S7oLDoNOk5I/AAAAAAAAEuE/CtDLFCUv8o0/s200/Cavok.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34620200-5397772267186977619?l=biocombustiveis-brasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~4/k4IddLfifb0" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-04-05T13:13:00.501-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S7oFLGnIQxI/AAAAAAAAEt0/7SL_mtnu9ko/s72-c/F-18_Green-Hornet_03.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2010/04/o-caca-green-hornet-da-us-navy.html</feedburner:origLink></item><item><title>América Latina a frente nos biocombustíveis</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~3/jKmLNCgBVJo/america-latina-frente-nos.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Tue, 30 Mar 2010 07:35:25 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34620200.post-8609771053528312866</guid><description>Eventos internacionais para discutir o futuro da energia entraram para a agenda científica de diversos países. Na última semana, São Paulo foi palco de mais um encontro nesse sentido com a rodada latina do Global Sustainable Bioenergy (GSB). O potencial de geração de bioenergia da América Latina, a possibilidade de ampliar o número de postos de trabalho com o etanol, a necessidade de mais pesquisas sobre capacidade de produção de biocombustíveis e de veículos automotores, foram alguns dos principais pontos tratados nos três dias do workshop. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme apresentado no evento, a América Latina tem um grande potencial de geração de biocombustíveis, podendo se tornar um grande fornecedor mundial. É necessário, porém, realizar levantamentos sobre o potencial de produção de bioenergia nos próximos 50 anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avaliação é do professor do Departamento de Botânica do Instituto de Biociências (IB) da USP e um dos coordenadores do Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN), Marcos Buckeridge. A análise é uma das etapas do GSB que envolve uma série de debates e estudos para avaliar a possibilidade de substituir 25% dos combustíveis fosses por biocombustíveis no transporte mundial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dados de demais estudos e artigos existentes vão compor uma plataforma de informações, onde será possível ter uma precisão melhor do potencial dos países latinos. “Podemos, por exemplo, reunir 10 mil artigos sobre a soja e ter uma perspectiva muito boa sobre seu potencial energético,” disse o professor. Além disso, a continuidade de produção de informações é importante para os trabalhos, já que há muito mais dados disponíveis sobre a América do Norte do que sobre a América do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi unânime entre os pesquisadores que a América Latina tem um potencial significativo de expansão da produção de biocombustéveis sem comprometer a agricultura e os ecossistemas. As experiências do Brasil e da Argentina na produção de etanol foram apontadas como exemplos de desenvolvimento sustentável bem sucedidos dos combustíveis renováveis. Nesse contexto, o Brasil conta com uma posição ainda mais favorável, por se o único país que já realizou uma substituição de combustíveis em escala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os participantes do encontro ressaltaram a supremacia brasileira no quesito biocombustíveis. O presidente do comitê diretor do GBS, Lee Lynd, afirmou que, mesmo sendo responsável por metade da bioenergia no continente, o Brasil ainda tem muito a crescer no setor. Ele complementa, no entanto, que os países vizinhos também devem trabalhar com os biocombustíveis, para favorecer a troca de tecnologias e produtos na região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O questionamento principal do encontro, avaliar a possibilidade de substituir 25% da energia fóssil por bioenergia, será trabalhado nos próximos encontros. Na segunda fase será organizado o projeto de pesquisa que tentará responder a questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas três reuniões já realizadas, a resposta preliminar é positiva, segundo o diretor científico da FAPESP, Brito Cruz. As discussões determinaram que essa resposta só será um ‘sim’ definitivo se estudarmos adequadamente a questão da sustentabilidade e criarmos as soluções positivas para isso, disse o pesquisador. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Combustíveis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas as pesquisas sobre o potencial de produção de energéticos renováveis dos países não serão o único centro de atenção dos debates. Os estudos com os motores de veículos deverão ditar a mudança do uso da energia nos próximos anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alterar o padrão dos motores para se tornar menos poluente ou apto a usar biocombustível é uma forma rápida do que medidas que possam ampliar a sustentabilidade dos projetos. Por exemplo, mudar a configuração de um prédio já construído pode ser tarefa demorada e cara. Essas construções têm vida útil entre 50 e 100 anos, disse o x-reitor da USP e ex-ministro da Educação, José Goldemberg. Devido a essa conta, demorada e onerosa, o físico defende que a mudança da matriz comece pelos veículos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goldemberg apontou que o petróleo move 30% dos veículos nos Estados Unidos. No restante do planeta, essa fonte é empregada em cerca de 13% dos sistemas de transporte e, no Brasil, sua participação é ainda maior. “Isso é porque o transporte aqui é basicamente rodoviário”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O físico salientou que a frota mundial de veículos tem aumentado gradativamente, e poderá chegar ao mesmo patamar americano de um automóvel por habitante. Na fila das pesquisas, também há espaço para os veículos elétricos, híbridos e a hidrogênio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empregos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ampliação em 15% da produção de etanol no Brasil deverá aumentar em 170 mil o número de postos de trabalho em toda a cadeia. O percentual representa um incremento de R$ 236 milhões na economia. O dado é fruto de uma pesquisa da USP, apresentado durante o evento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa mostra que mesmo com a modernização das lavouras o número de empregos crescerá. A mecanização deverá levar a perda de postos de trabalho na proporção de oito trabalhadores sem emprego para cada máquina adquirida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Com informações da Agência Fapesp&lt;br /&gt;DAYANA AQUINO*&lt;br /&gt;Da Redação - ADV&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://blogln.ning.com/profiles/blogs/america-latina-a-frente-nos"&gt;Blog do Nassif&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postado por &lt;a href="http://blogln.ning.com/profile/Bioenergia"&gt;Bioenergia&lt;/a&gt; em 29 março 2010 às 17:00&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34620200-8609771053528312866?l=biocombustiveis-brasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~4/jKmLNCgBVJo" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-03-30T11:35:25.218-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2010/03/america-latina-frente-nos.html</feedburner:origLink></item><item><title>O futuro dos biocombustíveis</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~3/cbV3cBVKS20/o-futuro-dos-biocombustiveis.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Tue, 30 Mar 2010 07:12:54 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34620200.post-4726835148704521880</guid><description>Por &lt;a href="http://infopetro.wordpress.com/os-autores/" target="_blank"&gt;José Vitor Bomtempo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O saudoso &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Keith_Pavitt" target="_blank"&gt;Prof. Keith Pavitt&lt;/a&gt;, um dos grandes iniciadores dos estudos em economia da inovação, gostava de dizer aos seus orientandos que o objetivo de uma pesquisa não é necessariamente responder as perguntas, mas torná-las melhores ou “more answerable” como dizia ele. Gostaria de começar minha participação neste blog deixando algumas perguntas que podemos nos fazer ao pensarmos no futuro dos biocombustíveis e da indústria baseada em matérias primas renováveis. Tentaremos trazer elementos e lançar discussões para, como queria o mestre Pavitt, tornar essas perguntas mais claras, melhor formuladas, se possível. Afinal, se para começar estamos citando os mestres, como dizia Inácio Rangel, ninguém resolve problemas que não consegue formular com clareza. Então, esse é o nosso esforço inicial: melhorar as nossas perguntas sobre o futuro dos biocombustiveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas notícias que mereceram destaque nas últimas semanas podem nos ajudar a pensar sobre o futuro da indústria de biocombustiveis e da posição que o Brasil pode ter nessa indústria. São dois eventos muito diferentes na sua natureza: o anúncio de um possível &lt;a href="http://www.wordreference.com/enpt/breakthrough" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;breakthrough&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; na hidrólise enzimática pela Novozyme a formação da joint venture Shell Cosan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 15 de fevereiro, a &lt;a href="http://www.novozymes.com/en" target="_blank"&gt;Novozyme&lt;/a&gt;, empresa de destaque na indústria de enzimas, anunciou que tinha chegado a uma redução no custo da enzima para produção do etanol de materiais celulósicos, levando-o para a faixa de 50 cents/ galão de etanol. Esse resultado permite atingir a famosa paridade com o etanol de milho americano – na faixa de US$ 2 / galão – que ainda é bem mais caro que o etanol brasileiro. Mas o que chama a atenção é a trajetória do progresso tecnológico. Não se deve esquecer que no final dos anos 90 o DOE “deu” US$ 15 milhões para a Novozyme tentar reduzir em 10 vezes o custo da enzima celulase. Isso foi feito em 3 ou 4 anos. Agora, é sobre essa base que a Novozyme anuncia ter conseguido uma redução adicional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda notícia é a do anúncio da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Joint_venture" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;joint venture&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; entre &lt;a href="http://www.cosan.com.br/cosan2009/index_pti.html" target="_blank"&gt;Cosan&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.shell.com/" target="_blank"&gt;Shell&lt;/a&gt;, no começo de fevereiro, que criaria um grande negócio de produção e comercialização de etanol. Detalhes e repercussões &lt;a href="http://www.ft.com/cms/s/7133e6a6-0f47-11df-8a19-00144feabdc0,Authorised=false.html?_i_location=http%3A%2F%2Fwww.ft.com%2Fcms%2Fs%2F0%2F7133e6a6-0f47-11df-8a19-00144feabdc0.html&amp;amp;_i_referer=" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_JNSg0ssSpzg/SDRO_6w03NI/AAAAAAAAC8I/LvZ9VxNLSWw/s200/Imagem%2B043.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O negócio, além de sua dimensão em termos de mercado, representa uma mudança interessante da Shell na sua atuação em biocombustíveis, tornando-se uma produtora importante de etanol. Até então a Shell tinha partiicpações em 5 negócios diferentes de biocombustíveis que exploravam 5 plataformas tecnológicas diferentes, todas vinculadas aos chamados “biocombustíveis avançados” ou biocombustíveis de 2ª ou 3ª geração. Com o movimento, a Shell faz uma entrada séria na produção de etanol. Ao mesmo tempo a Cosan ganha porte internacional e incorpora na &lt;em&gt;joint venture&lt;/em&gt; parte dos ativos mais inovadores da Shell: &lt;a href="http://www.iogen.ca/" target="_blank"&gt;Iogen&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.virent.com/" target="_blank"&gt;Virent&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De formas diferentes, os dois eventos – aos quais certamente voltaremos mais tarde – sublinham as grandes linhas do processo de formação da indústria de biocombustíveis do futuro. E aí chegamos às perguntas que gostariamos que discutir para toná-las melhores e mais “respondíveis”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A premissa de base é que a indústria de biocombustíveis do futuro será bem diferente da que conhecemos hoje. Não se limitará aos produtos atuais – etanol e biodiesel, nem aos processos e matérias primas de hoje. Na formação dessa indústria, um grande número de alternativas tecnológicas e de novos modelos de negócios tem sido testadas. Como será o amanhã? Que papel o Brasil poderá ter nessa indústria? A posição competitiva em etanol garante uma posição de liderança na indústria de exploração integrada das biomassas do futuro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como estamos nos preparando para isso nas estratégias empresariais? Além das alianças e joint ventures, que esforços tecnológicos nossas empresas estão empreendendo? Que papel pretendem ter no futuro os atuais produtores de etanol? E a indústria química e petroquímica brasileira? E a PETROBRAS?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que políticas de ciência, tecnologia e inovação estão sendo colocadas em prática pelo MCT? São voltadas para o futuro da indústria e a criação de vantagens competitivas nas novas bases que estão sendo desenvolvidas? Ou são voltadas para a preservação das vantagens competitivas atuais, baseadas na bem sucedida indústria brasileira do etanol?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que temos perguntas demais para começar. Esperamos contribuir para formulá-las melhor nos próximos posts. Até lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://infopetro.wordpress.com/2010/03/29/o-futuro-dos-biocombustiveis-i/" target="_blank"&gt;Blog Infopetro&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34620200-4726835148704521880?l=biocombustiveis-brasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~4/cbV3cBVKS20" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-03-30T11:12:54.816-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://bp1.blogger.com/_JNSg0ssSpzg/SDRO_6w03NI/AAAAAAAAC8I/LvZ9VxNLSWw/s72-c/Imagem%2B043.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2010/03/o-futuro-dos-biocombustiveis.html</feedburner:origLink></item><item><title>Mercado de biocombustíveis</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~3/G1vA5dggtoY/mercado-de-biocombustiveis.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Thu, 25 Mar 2010 08:49:23 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34620200.post-5218726574787195412</guid><description>Robert Ray, diretor-gerente da Bolsa de Chicago, deve vir ao Brasil em abril para discutir com dirigentes da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) a criação do primeiro mercado unificado de biocombustíveis e, por conseqüência, a internacionalização do etanol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As duas instituições firmaram uma parceria em fevereiro e já fecharam mais de 21 milhões de contratos. Também firmaram acordo estratégico para permitir investimentos em bolsas internacionais e o desenvolvimento de uma plataforma eletrônica de negociação de derivativos e ações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.envolverde.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_JNSg0ssSpzg/RmbdhhOSQDI/AAAAAAAABJI/TXqo83EUOSs/s200/envolverde_animado_ric.gif"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34620200-5218726574787195412?l=biocombustiveis-brasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~4/G1vA5dggtoY" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-03-25T12:49:23.229-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://bp0.blogger.com/_JNSg0ssSpzg/RmbdhhOSQDI/AAAAAAAABJI/TXqo83EUOSs/s72-c/envolverde_animado_ric.gif" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2010/03/mercado-de-biocombustiveis.html</feedburner:origLink></item><item><title>Na Ford, biocombustível não é novidade</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~3/RQvkUPmvfCM/na-ford-biocombustivel-nao-e-novidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Thu, 25 Mar 2010 08:46:49 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34620200.post-9118366683114208737</guid><description>O investimento de R$ 600 milhões na Fábrica de Taubaté para a produção dos motores Sigma (o primeiro flex produzido em alumínio e que emite baixo nível de ruído e emissões), no final do ano passado, e o lançamento do Novo Ford Focus 2.0 Flex são apenas os mais recentes passos que a Ford deu rumo à melhoria da relação com o meio ambiente no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas e os primeiros passos? Esses foram dados por Henry Ford, o fundador da montadora, que já vislumbrava a possibilidade de abastecer um automóvel não só com gasolina. E ele aplicou a idéia em seu invento revolucionário, o Ford T.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fabricado entre 1908 e 1927, o automóvel que mudou o mundo - não só as ruas, como também a estrutura das fábricas e as relações de trabalho -, podia ser movido com até três tipos de combustível: gasolina, querosene e etanol. &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S6uFE6w4g9I/AAAAAAAAEts/QL3zJnzhdfE/s1600/Ford+T29+Bigode"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 228px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5452598093402375122" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S6uFE6w4g9I/AAAAAAAAEts/QL3zJnzhdfE/s320/Ford+T29+Bigode" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na época, o T (que no Brasil recebeu o apelido de “Ford Bigode”) se destacava por sua autonomia. Com um motor quatro cilindros de simples funcionamento e fácil manutenção, o veículo fazia de 5 a 9 quilômetros por litro e sua velocidade chegava a 72 km por hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica difícil comparar os números do lendário Ford T frente o Novo Focus 2.0 Flex. A novidade, que agora também bebe álcool, chega ao mercado com o renomado motor Duratec todo feito em alumínio. A tecnologia no coração do carro é uma das especialidades da Ford, que garante 240.000 km de durabilidade ao motor com baixo custo na manutenção. E tem a questão do meio ambiente: com o uso dos dois tipos de combustível, o Novo Focus faz 12,9 km por litro de gasolina. Com álcool são 8,2 km por litro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se levarmos em conta a trajetória da Ford fica fácil entender porque ela mantém o pioneirismo em tecnologia e na preocupação com bem estar do motorista e com o meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Ford&lt;a href="http://ford.jalopnik.com.br"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34620200-9118366683114208737?l=biocombustiveis-brasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~4/RQvkUPmvfCM" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-03-25T12:46:49.785-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S6uFE6w4g9I/AAAAAAAAEts/QL3zJnzhdfE/s72-c/Ford+T29+Bigode" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2010/03/na-ford-biocombustivel-nao-e-novidade.html</feedburner:origLink></item><item><title>Energia limpa não pode ser só retórica, afirma especialista</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~3/k6lTZs28w6o/energia-limpa-nao-pode-ser-so-retorica.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Tue, 23 Mar 2010 06:49:10 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34620200.post-8441946388161773196</guid><description>"Hoje, fala-se muito sobre energia renovável, mas não se faz muito". Na opinião de Aldo Vieira da Rosa, 92, professor de engenharia da Universidade Stanford, na Califórnia, esse é um dos problemas impedindo o avanço das tecnologias que podem ajudar a substituir o uso combustíveis fósseis que alimenta o aquecimento global. Autor de um livro tido como referência no estudo de energia renovável, Rosa acaba de ser admitido na Ordem Nacional do Mérito Científico no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cientista, que é brigadeiro da Aeronáutica e foi presidente do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), escreveu "Fundamentals of Renewable Energy Processes" (Fundamentos dos Processos de Energia Renovável), livro que saiu em segunda edição em 2009 e está ganhando popularidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pioneiro da pesquisa espacial no Brasil, ele deve receber seu novo título, concedido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ainda neste ano. Hoje professor emérito de engenharia elétrica em Stanford, Rosa ministra um curso que está cada vez mais popular na universidade, com cerca de 60 alunos matriculados por trimestre, além de ouvintes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu explico a eles a parte teórica de como esses processos funcionam. Explico, por exemplo, como biodiesel e álcool são feitos. Mostro os princípios básicos que levam a eles", conta. "A ideia básica é que, para resolver problemas de energia, são precisos 10% de ciência e 90% de economia, política etc. Mas, sem esses 10% da ciência, não dá para discutir nem a economia nem a politica."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de pesquisar energia, Rosa foi pioneiro da física espacial no Brasil e um dos criadores da Conae (Comissão Nacional de Atividades Espaciais), em 1961 -que mais tarde viria a se tornar o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), em São José dos Campos (SP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transistor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como pesquisador e diretor do CTA (Centro Técnico Aeroespacial), o cientista foi também um dos primeiros brasileiros na linha de frente de uma revolução na eletrônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Na década de 1950, tinham acabado de inventar o transistor, e nós achávamos que o Brasil devia também começar investigações nessa área", conta. "Iniciamos então um esforço grande para localizar fontes de germânio e gálio, que pareciam ser os elementos mais importantes para isso. Hoje eles ainda são usados, mas o silício domina completamente o campo dos transistores. Foi uma decisão não muito correta nossa, mas pudemos formar pessoas para trabalhar na área."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ainda era aviador, Rosa foi piloto de teste do helicóptero Beija Flor, desenvolvido em 1959 no Brasil por Henrich Focke, criador do primeiro helicóptero com autonomia de voo. Foi Rosa quem localizou Focke na Holanda em 1952 ("ele era um dos poucos projetistas alemães que não foram nem para a Rússia, nem para os EUA depois da guerra"), e o convenceu a vir para o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ele veio junto com os 123 engenheiros que constituíam a turma dele na Alemanha", conta. Após desenvolver dois protótipos do Beija Flor, Focke voltou à Alemanha. Foi depois disso que Rosa assumiu a direção do Inpe e do CNPq, onde ficou até 1965, ano em que foi para a Universidade Stanford.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recordes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do reconhecimento científico, Rosa experimentou sucesso no esporte. Em 2002, bateu vários recordes mundiais de natação na categoria sênior para atletas de 85 a 89 anos de idade. Dois deles -200 metros medley e 200 metros peito- ainda não foram superados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre sua admissão na Ordem Nacional do Mérito Científico, Rosa -que ainda nada 2.700 metros por dia- se diz surpreso. "Acho um pouco fora me botarem em companhia de nomes muito ilustres, dos quais não chego nem perto", afirma. "Os amigos fazem essas coisas conosco, e nós ficamos um pouco encabulados." &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20/03/10&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_JNSg0ssSpzg/RdC9FoQbz9I/AAAAAAAAAi4/xCF38fBsZyQ/s200/Logo_Jornal++Folha+de+S+Paulo.gif"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Da Agência &lt;a href="http://www.udop.com.br/"target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt=""src="http://bp2.blogger.com/_JNSg0ssSpzg/RmWf0ROSP-I/AAAAAAAABIg/LPZ51x6-vEU/s320/Logo_Jornal+UDOP.bmp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34620200-8441946388161773196?l=biocombustiveis-brasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~4/k6lTZs28w6o" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-03-23T10:49:10.656-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://bp3.blogger.com/_JNSg0ssSpzg/RdC9FoQbz9I/AAAAAAAAAi4/xCF38fBsZyQ/s72-c/Logo_Jornal++Folha+de+S+Paulo.gif" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2010/03/energia-limpa-nao-pode-ser-so-retorica.html</feedburner:origLink></item><item><title>País pode ser líder em biocombustível</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~3/5NvYjoH0mgg/pais-pode-ser-lider-em-biocombustivel.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Tue, 23 Mar 2010 06:45:38 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34620200.post-604461021212001491</guid><description>Pioneiro e líder tecnológico na produção de bioetanol extraído do caldo da cana-de-açúcar, o Brasil tem potencial para se tornar uma liderança no aproveitamento da celulose para fabricação de biocombustíveis - apesar de ter entrado um tanto atrasado nessa área. Quem diz é o pesquisador Lee Lynd, do Dartmouth College (EUA), que há 20 anos estuda maneiras de transformar material vegetal (biomassa) em combustível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, "o Brasil é um lugar lógico para iniciar a aplicação comercial de &lt;a href="http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2008/05/etanol-celulsico.html"&gt;etanol celulósico&lt;/a&gt;", porque, além de bons cientistas, dispõe de boas terras, bom clima, muita biomassa e uma indústria competente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Líder de um projeto internacional que busca estudar e incentivar o desenvolvimento sustentável dos biocombustíveis, o &lt;a href="http://engineering.dartmouth.edu/gsbproject/" target="_blank"&gt;Global Sustainable Bioenergy Project (GSB)&lt;/a&gt;, Lynd chega hoje ao Brasil para um encontro de três dias com pesquisadores latino-americanos. Será a terceira de uma série de cinco reuniões do GSB - uma em cada continente -, sediada na Fundação &lt;a href="http://www.fapesp.br/"&gt;de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp)&lt;/a&gt;. Ao fim da última reunião, na África, Lynd conversou com o Estado por e-mail.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quão próximos estamos de obter tecnologia economicamente viável para produzir &lt;a href="http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2008/05/etanol-celulsico.html"&gt;etanol celulósico&lt;/a&gt; em larga escala?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Estou confiante de que já temos toda a tecnologia necessária para alguns tipos de biomassa. Para outros, ainda não, mas acho que chegaremos lá em breve. Nos EUA, os investimentos em etanol celulósico aumentaram uma ordem de magnitude no período 2005-2007, tanto no setor privado quanto no público, o que nos permitiu avançar de maneira muito mais rápida. Os resultados desse esforço já estão aparecendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O problema, então, é de custo e não de tecnologia. Como resolver isso? Quais são os principais entraves nessa área?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Espera-se que a via mais barata para produzir biocombustíveis de origem celulósica seja a conversão de carboidratos da celulose em açúcares, seguida da fermentação desses açúcares em etanol. Só que o custo das enzimas que quebram a celulose em açúcares (chamadas celulases) ainda é proibitivo. É possível desenvolver microrganismos que fermentam açúcar e produzem celulase ao mesmo tempo, permitindo que a celulose seja hidrolisada sem a adição de mais enzimas. Chamamos essa técnica de "bioprocessamento consolidado" ou CBP (em inglês). Se desenvolvermos um micróbio capaz de fazer isso, seria um avanço revolucionário no processamento de biomassa celulósica, tornando a produção de biocombustíveis economicamente viável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil é pioneiro na produção de etanol de caldo de cana, mas só recentemente começou a investir na pesquisa do etanol celulósico. Isso poderá ser um problema para a indústria nacional de biocombustíveis no futuro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo contrário. Assim como ocorre com o refino do petróleo e a produção das commodities em geral, a economia dos biocombustíveis depende do custo da matéria-prima. Não só isso, mas o escalonamento e a sustentabilidade da produção dependem diretamente da produção de biomassa. Como o Brasil tem um dos melhores climas do mundo para a produção de biomassa, tem grande potencial para se tornar um líder na produção de biocombustíveis celulósicos. Em especial, por contar com a maior fonte já disponível de biomassa celulósica (o bagaço da cana) e uma indústria bem estabelecida. Por tudo isso, o Brasil é um lugar lógico para iniciar a aplicação comercial de etanol celulósico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qual a importância do etanol celulósico para o Brasil? Será que precisamos mesmo dele, visto que já nos viramos muito bem com o etanol da garapa?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Brasil poderá extrair muito mais valor da cana-de-açúcar se fizer o aproveitamento da celulose. Seria bom para os produtores, bom para a economia, bom para o País e bom para o mundo, à medida que o carbono adquire valor de mercado. Enquanto que o desenvolvimento original da indústria de etanol no Brasil foi movido pela necessidade, é provável que a produção de biocombustíveis celulósicos seja movida pela oportunidade - o que seria, acho eu, um ímpeto bastante forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os biocombustíveis são mesmo uma ameaça à produção de comida e ao abastecimento de água ou isso é só um argumento sensacionalista inventado pela concorrência? Se é um problema real, como resolvê-lo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é uma pergunta muito polêmica e, embora eu ache que a pergunta seja simples, a resposta não é. Numa extrapolação futura, em que as tendências atuais se mantêm, a produção de comida e a disponibilidade de água serão um problema de qualquer maneira, e a produção de biocombustíveis poderia exacerbar esses problemas. Então, há uma legitimidade nessa preocupação que não pode ser descartada de imediato. No entanto, é importante notar duas coisas. A primeira é que é possível produzir biocombustíveis sem ameaçar a produção de alimentos ou os recursos hídricos. A segunda é que não podemos chegar a um futuro sustentável e seguro se mantivermos as práticas que nos trouxeram a esse presente insustentável e inseguro. Não há como chegar a um mundo sustentável sem inovação e sem transformação, e isso vale tanto para a bioenergia quanto para as outras fontes de energia renovável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21/03/10 - Herton Escobar&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.estadao.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5449997585960401810" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S6JH7dnn-5I/AAAAAAAAEsU/39ZoySac_PQ/s200/Estadao+003.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da Agência &lt;a href="http://www.udop.com.br/"target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt=""src="http://bp2.blogger.com/_JNSg0ssSpzg/RmWf0ROSP-I/AAAAAAAABIg/LPZ51x6-vEU/s320/Logo_Jornal+UDOP.bmp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34620200-604461021212001491?l=biocombustiveis-brasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~4/5NvYjoH0mgg" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-03-23T10:45:38.737-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S6JH7dnn-5I/AAAAAAAAEsU/39ZoySac_PQ/s72-c/Estadao+003.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2010/03/pais-pode-ser-lider-em-biocombustivel.html</feedburner:origLink></item><item><title>Novo curso de Técnico em Biocombustíveis abre 50 vagas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~3/WJadpym82DE/novo-curso-de-tecnico-em.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Mon, 22 Mar 2010 06:17:17 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34620200.post-8097520107605493235</guid><description>A Secretaria de Desenvolvimento e a Secretaria de Educação de Cachoeira do Sul, preocupadas com a qualificação e a capacitação de técnicos para atuarem na área da agricultura conquistam mais um curso oferecido pelo sistema Escola Técnica Aberta do Brasil ETEC. Trata-se do Curso Técnico em bicombustíveis com 50 vagas para Cachoeira do Sul. O diretor de agricultura do município Vinicius Corneli explica que este novo curso é complementar ao já existente através do Instituto Federal Farroupilha: “ Queremos deixar claro que os cursos não irão competir entre si, uma vez que o novo curso irá abordar além do processo de industrialização também a produção agrícola da matéria prima como, mamona, dendê , granola e outras oleaginosas. Além disso o curso permitirá ao jovem rural manter-se no campo através de novas alternativas de produção” Já a secretária de Educação Dulce Lopes esclarece que o curso do IFF é presencial e Pós médio enquanto o do ETEC é semi-presencial e de nível médio. “Faz parte da política educacional do Município dar incentivo aos cursos profissionalizantes, uma vez que as empresas exigem cada vez mais qualificação de mão da obra dos jovens que ingressam no mercado de trabalho.” , destacou a secretária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Importante: Os candidatos interessados em solicitar isenção do pagamento da taxa para a inscrição à prova de seleção, possuem prazo até 25 de março para formalizarem o pedido o que deverá ser feito na Secretaria Municipal de Educação que funciona na Rua 7 de Setembro junto ao clube comercial da 8 às 12 e das 13:30 às 17:30 horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrições A inscrição para este Processo Seletivo deverá ser feita no período compreendido entre as 10h do dia 05 de março de 2010 às 18 horas do dia 05 de abril de 2010, através do preenchimento da ficha de inscrição no site http://ces.ufpel.edu.br/ e do pagamento da taxa correspondente junto à Caixa Econômica Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As inscrições estão abertas para os cursos Técnico em agroindústria e técnico em bicombustíveis com 50 vagas cada ambos para alunos que possuem o ensino fundamental concluído.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.radiofandango.com.br/" target="_blank"&gt;Radio Fandango&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34620200-8097520107605493235?l=biocombustiveis-brasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~4/WJadpym82DE" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-03-22T10:17:17.523-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2010/03/novo-curso-de-tecnico-em.html</feedburner:origLink></item><item><title>IBAMA cria uma “nota verde” para os carros</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~3/PcSxIcioMjc/ibama-cria-uma-nota-verde-para-os.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Mon, 15 Mar 2010 10:15:54 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34620200.post-3144226863241614560</guid><description>&lt;p&gt;A &lt;a href="http://servicos.ibama.gov.br/ctf/publico/sel_marca_modelo_rvep.php" target="_blank"&gt;Nota Verde&lt;/a&gt;, criada pelo Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores, varia numa escala de 0 a 10. Quanto maior a nota de um carro, menor o seu índice de emissão de CO, hidrocarbonetos e NOx. Os dados disponíveis referem-se a modelos produzidos em 2008 e estão de fora os carros a álcool. O &lt;a href="http://lista10.org/carros/os-10-carros-menos-poluentes-do-brasil/" target="_blank"&gt;site Lista10 publicou o Top 10&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;Ford Focus – 9,4 pontos&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Honda New Fit EX – 9,2&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Nissan Tiida – 9,2&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Honda New Fit LXL – 9,1&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ford Edge – 9,1&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Honda New Fit LX – 9,1&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Chrysler PT Cruiser – 9&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fiat Uno – 9&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fiat Uno Way – 8,9&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Honda Civic LXS – 8,8 &lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;a&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34620200-3144226863241614560?l=biocombustiveis-brasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~4/PcSxIcioMjc" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-03-15T14:15:54.717-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2010/03/ibama-cria-uma-nota-verde-para-os.html</feedburner:origLink></item><item><title>Abastecer com gasolina ou álcool?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~3/dBgZpc3ctbo/abastecer-com-gasolina-ou-alcool.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Mon, 15 Mar 2010 10:04:16 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34620200.post-8456433834296898514</guid><description>Para usuário de carro flex, abastecer com álcool só tem vantagem se o preço corresponder a no máximo 70% do valor da gasolina. Isso porque o álcool faz com que o carro tenha um rendimento, em média, 30% menor. Para saber se é vantajoso abastecer, o motorista deve dividir o preço do álcool pela gasolina e o resultado não pode ultrapassar 0,7.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www2.thetoptips.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S55h053jfZI/AAAAAAAAErk/-1czOqZQ8-4/s320/TheTopTips.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5448900160679804306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34620200-8456433834296898514?l=biocombustiveis-brasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~4/dBgZpc3ctbo" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-03-15T14:04:16.772-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/S55h053jfZI/AAAAAAAAErk/-1czOqZQ8-4/s72-c/TheTopTips.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2010/03/abastecer-com-gasolina-ou-alcool.html</feedburner:origLink></item><item><title>Saída para biocombustível está nas áreas degradadas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~3/D464GtwPT9U/saida-para-biocombustivel-esta-nas.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Wed, 14 Oct 2009 04:47:38 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34620200.post-8283373887375954791</guid><description>O Brasil se encontra numa posição privilegiada em termos de disponibilidades de terras para a produção de biocombustíveis, e a produção nacional pode ser ampliada para áreas degradadas por pastagens. É o que acredita o peruano Segundo Urquiaga, pesquisador da Embrapa e professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, que esteve em Fortaleza, em agosto/09, participando do XXXIII Congresso Brasileiro de Ciência do Solo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que falta ao Brasil para que a produção de biocombustíveis seja realmente sustentável?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Biocombustível é um termo genérico e se refere a diversos materiais de origem biológica com possibilidade de uso como fonte de energia. Seja sólido, de cuja queima se obtém energia calorífica útil em termoelétricas para produzir energia elétrica, ou diretamente na produção de cerâmica vermelha. Entre os biocombustíveis líquidos, temos o álcool de cana-de-açúcar e o biodiesel de diferentes óleos vegetais e gorduras. É fácil obter fontes de energia renovável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema esta na sustentabilidade. Em algumas situações, uma unidade de energia alternativa, ou contida no biocombustível, pode demandar mais energia fóssil para sua produção, e isso é grave. Qualquer programa de produção de energia renovável somente será sustentável se o ganho energético contido no bicombustível for significativamente maior do que toda a energia fóssil investida. No mundo, somente o Brasil possui o maior programa de produção sustentável de biocombustível (álcool de cana e biodiesel de óleo de soja). No caso do álcool, são produzidas 9,3 unidades de energia renovável por cada unidade de energia fóssil investida, e com significativo efeito favorável na mitigação do efeito estufa. Nas demais culturas, precisa-se ainda de pesquisa para aprimorar o balanço energético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Há um tipo de oleaginosa mais promissora ou se deve investir na diversificação das culturas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No País, existem diversas espécies vegetais com potencial energético, mas as leguminosas oleaginosas com alta eficiência de obter nitrogênio do ar para uso como nutriente oferecem as melhores perspectivas. A economia em fertilizantes nitrogenados promovida pelo processo de fixação biológica de nitrogênio do ar nas leguminosas influi favoravelmente para a economia de energia fóssil no processo de produção agrícola. Temos o exemplo da cultura de soja, que produz no Brasil cerca de 12 milhões de toneladas de óleo sem consumo de fertilizante nitrogenado. No caso de culturas não leguminosas, que demandam altos níveis de fertilizante nitrogenado, o ganho energético é geralmente baixo. As outras culturas oleaginosas anuais, como mamona e pinhão manso, cuja nutrição nitrogenada depende da adubação, ainda não têm alcançado o nível de sustentabilidade desejado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O senhor acredita que a atual forma de produção de biocombustíveis compromete florestas nativas e a produção de alimentos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Esta é uma boa pergunta. Qualquer programa bioenergético sustentável pode estabelecer-se sem comprometer as florestas nativas e a produção de alimentos, muito diferente de outros países com limitada disponibilidade de terras. Temos no Brasil mais de 230 milhões de hectares de terras sob pastagens, das quais aproximadamente cerca de 120 milhões de hectares estão cobertas com pastagens degradadas. Essas áreas estão disponíveis, não apenas para as culturas energéticas, senão também para pelo menos triplicar a área cultivada com grãos ou alimentos. Não podemos esquecer que, na pecuária, existem tecnologias para aumentar a produtividade e evitar a degradação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qual é a sua avaliação sobre o atual modelo de agronegócio brasileiro?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O agronegócio brasileiro tem estado baseado principalmente em commodities de poucos produtos agrícolas, como soja, suco de laranja e carne; sendo que a expansão destas culturas e pastagens ocorreu de forma desenfreada, comprometendo o meio ambiente pelo desmatamento. Hoje, graças à pressão da sociedade e dos países importadores, o componente ambiental está ocupando o espaço devido. Por isso acredita-se que o agronegócio brasileiro fique mais civilizado. É notória a falta de incentivo para reforçar o agronegócio interno, envolvendo a agricultura familiar, que responde por mais de 70% da produção de alimento para o povo brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A humanidade superou a revolução verde em busca de um modelo mais sustentável para garantir o abastecimento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A revolução verde, baseada no melhoramento genético de plantas e no uso de fertilizantes, tem sido muitas vezes inadequadamente entendida. Salvou da morte por fome a mais de 50 milhões de pessoas no mundo, especialmente na Ásia, nos anos 60. No Brasil, deu suporte para os cientistas descobrirem o potencial produtivo dos solos do Cerrado, que hoje é um grande suporte para a produção agrícola do País. É claro que precisamos corrigir as deficiências e aprimorar. Solos extremamente pobres em nutrientes, como são a maioria dos solos tropicais, não são adequadamente produtivos pela falta de adubação. Desconhecer isso, no mínimo, é uma posição irresponsável. Precisamos racionalizar e usar de maneira eficiente todos os insumos agrícolas. É hora de otimizar tudo, sem esquecer os cuidados com o meio ambiente. Sistemas agrícolas sustentáveis dependem da pesquisa e da adequada aplicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Há chance de crescimento na produtividade sem aumento da dependência de agroquímicos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sim. Muito dos insumos agrícolas empregados atualmente na agricultura vêm sendo aplicados em excesso ou de forma irracional, o que tem dado uma falsa idéia da dependência da nossa agricultura de agroquímicos. Precisamos da disponibilidade de tecnologias que permitam otimizar o uso dos insumos agrícolas de forma eficiente e com mínimo impacto ambiental. Deve ficar claro também que, para nossas condições de solos pobres e ácidos, é praticamente impossível produzir alimentos agrícolas sem depender dos fertilizantes e de produtos sintéticos controladores de pragas e doenças. China e Coréia, países de alto consumo de agroquímicos, estão incentivando a pesquisa para desenvolver tecnologias microbiológicas que permitam otimizar a eficiência de insumos agrícolas para diminuir seu uso. No caso do Brasil, o melhor exemplo da eficiência microbiológica está na cultura da soja, onde se produz mais de 60 milhões anuais de toneladas de grãos ou alimentos sem uso de fertilizante nitrogenado. Precisamos de incentivo à pesquisa na área da microbiologia. Assim, é possível crescimento na produtividade sem aumentar a dependência por agroquímicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A produção orgânica é realmente promissora para o setor primário da economia?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os princípios básicos que regem a produção orgânica de alimentos são muito bons. Quem não gostaria de ter disponíveis alimentos produzidos da forma mais natural possível? O problema está na dificuldade de conseguir insumos orgânicos, como esterco, para grandes extensões. Hoje, é possível produzir alimentos orgânicos, mas a alto custo, proibitivo para pessoas de baixos ingressos. Está cada vez mais claro que em solos pobres, como os nossos, é difícil a produção de alimentos orgânicos, mas todo esforço é válido para utilizar de forma eficiente várias das técnicas baseadas no princípio da agricultura orgânica nos sistemas de produção agrícola, como a otimização da contribuição da fixação biológica de nitrogênio, que, pela adubação verde, em rotação de cultivos, pode suprir a demanda ou diminuir a necessidade do uso de fertilizantes nitrogenados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qual é a estratégia adequada para lidar com a diversidade brasileira sem comprometer a fertilidade? E para combater o processo de desertificação?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É necessária a mínima ou nula perturbação do solo, como estabelece o sistema plantio direto. Este sistema permite cobrir o solo com os resíduos de colheita, diminuindo as perdas de solo por erosão. A eliminação da queima contribui muito para preservação da biodiversidade microbiológica do solo. Este sistema, com adequada rotação de culturas, incluindo leguminosas fixadoras de nitrogênio do ar, contribui para melhorar a fertilidade do solo, preservando e/ou aumentando a matéria orgânica. Quanto à desertificação, uma das técnicas de destaque é o reflorestamento com leguminosas arbóreas tolerantes ao estresse hídrico e eliminar a queima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Em que nível a pesquisa científica tem contribuído para melhorar a produtividade no Brasil?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Somente a pesquisa agrícola tem permitido dar suporte para os recordes de produtividade que o País vem obtendo ano a ano. Graças a ela o Brasil expandiu a fronteira agrícola, dominando o Cerrado. Falta muita coisa a pesquisar, refinar algumas tecnologias e desenvolver outras, destacando a integração de sistemas de produção envolvendo agricultura e pecuária. As esperanças estão voltadas para a biotecnologia, melhoramento genético, microbiologia do solo e planta e procura por insumos mais nobres ou de menor impacto ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qual é a melhor alternativa para combater a fome do ponto de vista produtivo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É necessário disponibilizar alimento mais barato. Para isso é preciso aumentar os rendimentos agrícolas com menores custos, um dos desafios da pesquisa. A população mais pobre e sujeita à fome está nos pequenos agricultores. Os programas assistencialistas com ajuda econômica direta poderiam ser aperfeiçoados concedendo adubo. Com a concessão de dez quilos de nutrientes por família por ano seria possível produzir mais de 300 quilos de grãos, o suficiente para colocar diariamente na mesa de cada família pelo menos 800 gramas de grãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://amdro.blogspot.com/2009/10/saida-para-biocombustivel-esta-nas.html"&gt;Blog Matriz energética e o impacto ambiental&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34620200-8283373887375954791?l=biocombustiveis-brasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~4/D464GtwPT9U" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-14T08:47:38.296-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2009/10/saida-para-biocombustivel-esta-nas.html</feedburner:origLink></item><item><title>Cadê o tal de H-Bio????</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~3/hUo7kKUN5TY/cade-o-tal-de-h-bio.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Fri, 31 Jul 2009 05:23:23 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34620200.post-3665190374278911286</guid><description>Não é preciso um grande esforço para lembrar a sigla milagrosa, vendida como panaceia energético-ambiental, pelo presidente Lula durante a campanha eleitoral de 2006: o &lt;a href="http://brasilbio.blogspot.com/2006/08/h-bio.html"&gt;H-Bio&lt;/a&gt;, o diesel que aceita a mistura de óleos vegetais na fase de refino, em proporção de até 18%. O invento é da Petrobras, mas o próprio Lula, como alquimista, apresentava a fórmula em seu linguajar popular, prometendo um combustível ambientalmente mais correto que o consumido hoje, e milhões de empregos para todo lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria bem-vindo, fosse apenas pelo alívio ao meio ambiente, já que a Petrobras é recordista mundial de emissões poluidoras com o apoio do regime monopolístico (ela faz as leis para si própria) e com o apoio do governo, interessado na arrecadação de tributos e não nas emissões de lixo atmosférico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, sobre o H-Bio, depois da vitória de 2006, nem Lula nem a Petrobras comentaram. Surgem assim interrogações: tratava-se de factoide eleitoral? O H-Bio não interessa à Petrobras? Os brasileiros são todos ingênuos e crédulos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre tantas incertezas, a Petrobras transformou-se num instrumento a serviço de estratégias eleitorais, de planos de poder, apenas de um partido, daquele do presidente. Acelera ou freia sua propaganda e investidas de comum acordo com o Planalto. E não poderia ser diferente, já que a própria ministra Dilma Rousseff exerce (em desvio constitucional de função, remunerada com R$ 79 mil por mês) o cargo de presidente do conselho da estatal. A boa notícia costuma ser anunciada não na sede da empresa, mas na do governo, sobrepondo e transfigurando méritos, metas e finalidades, fazendo de Lula, e agora de Dilma, os beneficiários de uma popularidade induzida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa mescla de interesses inconfessáveis, conduzida com alta dose de atrevimento, reduz o potencial, descomunal, dos biocombustíveis (sequestradores de carbono), que poderiam agora estar rendendo uma incrível prosperidade ao povo. O bio é o que o mundo quer, e apenas o Brasil tem em proporções fantásticas. Entretanto, mais uma vez a Petrobras, ou a Petrobras/governo/Dilma/eleições/tributos/financiamento de campanhas, apossa-se daquilo que não é dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há cabimento entregar à Petrobras o desenvolvimento, a normatização, as estratégias, os acordos internacionais dos bio , exatamente a uma estatal cujo futuro depende da extração de combustíveis fósseis, como o é o petróleo. Apenas os investimentos no pré-sal, com todos os interesses econômicos que envolve, são capazes de abrir caminho a qualquer custo e preço. É aí que Lula quer entregar o futuro dos biocombustíveis? Ou apenas seu enterro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Etanol nunca se transformará em commodities enquanto quem tratar disso for uma petrolífera. O fim ou o adiamento sine die e sem justificativa do H-Bio já mostra o que se pode esperar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O destino dos biocombustíveis brasileiros deveria estar nas mãos de um ministério específico, longe da Petrobras e de um governo que, antes de qualquer outro interesse, enxerga a manutenção de seus lucros e de seu poder. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vittorio Medioli é ex-deputado federal por Minas Gerais (PSDB - 1989-2005), proprietário do grupo SADA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: O Tempo&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.juridicobrasil.com.br/portal/index.php?tipo=2&amp;cod=2&amp;id_noticia=284991"&gt;Do: Jurídico Brasil&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Data: 30/07/2009 - 06:10:00&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34620200-3665190374278911286?l=biocombustiveis-brasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~4/hUo7kKUN5TY" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-31T09:23:23.115-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2009/07/cade-o-tal-de-h-bio.html</feedburner:origLink></item><item><title>Fungo que pode produzir combustível é descoberto na Patagônia</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~3/_yM0lnP_dBg/fungo-que-pode-produzir-combustivel-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Tue, 07 Jul 2009 09:33:03 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34620200.post-4139600829740607972</guid><description>06/07/09 - Cientistas americanos descobriram na Patagônia, região no sul da Argentina, um fungo capaz de produzir componentes como os que se encontram na gasolina diesel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fungo poderia ser potencialmente uma nova fonte de energia limpa, segundo o artigo publicado na revista científica Microbiology.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fungo, batizado de Gliocladium roseum, foi descoberto em uma árvore ulmo (Eucryphia cordifolia) por cientistas da universidade do Estado de Montana, nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Gliocladium roseum gera várias moléculas diferentes que produzem hidrogênio e carbono, e que são também encontradas no óleo diesel. Os cientistas trabalham agora em criar o que chamam de "mycodiesel", um combustível limpo a partir da nova descoberta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Este é o único organismo que demonstrou ser capaz de produzir esta combinação importante de substâncias combustíveis", disse o professor Gary Strobel, que conduziu a pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O fungo pode inclusive produzir estes combustíveis de diesel a partir da celulose, que poderia ser uma melhor fonte de biocombustível que qualquer uma das que se usa atualmente", opina o cientista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hidrocarbonetos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos tipos de micróbios podem produzir hidrocarbonetos, que são compostos formados de hidrogênio e carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fungos que crescem na madeira parecem produzir uma série de compostos potencialmente explosivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quando examinamos a composição do Gliocladium roseum, ficamos totalmente surpreendidos de ver que ele estava produzindo uma variedade de hidrocarbonetos e derivados de hidrocarbonetos", disse Strobel. "Os resultados foram totalmente inesperados."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posteriormente, quando os investigadores cultivaram o fungo em laboratório, ele foi capaz de produzir um combustível que, segundo eles, é muito similar ao óleo diesel usada em automóveis e caminhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra vantagem potencial do combustível, segundo Strobel, é que ele pode ser produzido diretamente da celulose, o principal composto das plantas e do papel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se utiliza plantas para produzir biocombustíveis, elas precisam primeiro ser processadas para depois serem convertidas em compostos úteis, como a celulose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas no caso do Gliocladium roseum, ele pode produzir o "mycodiesel" diretamente da celulose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Isso significa que o fungo pode produzir combustível saltando-se um grande passo no processo de produção", diz Strobel. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;04/07/09&lt;br /&gt;Fonte: Vitrine Digital&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34620200-4139600829740607972?l=biocombustiveis-brasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~4/_yM0lnP_dBg" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-07T13:33:03.065-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2009/07/fungo-que-pode-produzir-combustivel-e.html</feedburner:origLink></item><item><title>Biocombustíveis de terceira geração????????</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~3/30XwrzLl3nY/biocombustiveis-de-terceira-geracao.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Thu, 23 Apr 2009 13:38:18 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34620200.post-7730058211005046084</guid><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://colunas.globorural.globo.com/bloggloborural/2009/04/22/pum-como-combustivel-e-possivel/" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;“Pum” como combustível? É possível!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22/04/09 - Você provavelmente conhece veículos movidos a óleo vegetal, energia solar e eólica. O mais novo combustível a entrar nessa lista é o “pum” de vaca, de acordo com o blog Inhabitat. A empresa japonesa Yamaha está apostando em um carrinho de golfe que aproveita o metano emitido pela flatulência bovina (tida como um dos principais causadores do efeito estufa) como propulsor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pesquisas estão bem no início, mas o veículo, que foi testado em um campo de golfe em Katori, no Japão, já mostrou que suporta distâncias semelhantes aos carros comuns, porém não pode ser dirigido em alta velocidade. É também em Katori que fica a chamada “Cidade da Biomassa”, onde o esterco das vacas é processado e transformado nessa espécie de combustível orgânico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O metano é estocado em um reservatório à base de carbono ativado que, com sua porosidade, ajuda na absorção do gás em baixa pressão. Quando o gás é colocado na presença desse tipo de carbono, o tanque pode suportar 30 vezes o seu volume em metano – eliminando assim a necessidade de um sistema de alta pressão, e custo elevado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, resta saber se os japoneses conseguiram eliminar o cheiro nada agradável do material.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://colunas.globorural.globo.com/bloggloborural/" target="_blank"&gt;&lt;img alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/SfDRjM8sBdI/AAAAAAAAEo0/fg6qeKmNmfA/s200/Blog+Globo+Rural.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34620200-7730058211005046084?l=biocombustiveis-brasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~4/30XwrzLl3nY" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-04-23T17:38:18.716-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/SfDRjM8sBdI/AAAAAAAAEo0/fg6qeKmNmfA/s72-c/Blog+Globo+Rural.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2009/04/biocombustiveis-de-terceira-geracao.html</feedburner:origLink></item><item><title>Associação Brasileira para Sensibilizaçaõ, Coleta e Reciclagem dos Resíduos de Óleo de Cozinha</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~3/5CVh7EjdU3U/associacao-brasileira-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Mon, 13 Apr 2009 05:37:19 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34620200.post-8468649199064093827</guid><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/SeMxv851qZI/AAAAAAAAEok/k7KKAXz5eCU/s1600-h/ecoleo.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5324153884354390418" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 213px; CURSOR: hand; HEIGHT: 57px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/SeMxv851qZI/AAAAAAAAEok/k7KKAXz5eCU/s320/ecoleo.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Há 02 anos, frente à SAMORCC, implantamos o Projeto de Coleta de Óleo de porta-a-porta, disponibilizando containeres em condominios e comércio em geral. Para tanto, fizemos parceria com a TREVO, que ganhou notoriedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Projeto ultrapassou os limites geográficos do bairro, atingindo outras áreas da cidade, outros Municípios, outros Estados e até outros Países. (Atualmente estamos implantando o Projeto na Argentina)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ampliar o projeto, REUNIMOS AS SEIS COLETADORAS de óleo (Trevo, Lirium, Só-Óleo, Disk Óleo, Cml. Brentel e Giglio) + UM GRUPO DE AMBIENTALISTAS E EMPREENDEDORES e criamos a ECÓLEO: Associação Brasileira, para sensibilização, coleta e reciclagem dos resíduos de óleo de cozinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juntas, coletam mais de 1 milhão de litros de óleo por mês!!! (praticamente 1 lago de óleo mes!) A quantia coletada, 1 milhão de litros/mês, representa menos de 5% do óleo descartado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considera-se que cada família descarte 1 litro de óleo/mes e que um litro de óleo contamina mais de 25 mil litros de água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, a ECÓLEO foi criada a finalidade de mobilizar Ongs e e governo, colaborando com as Prefeituras de cada cidade na implantação do Projeto, que vai desde a sensibilização até a reciclagem do resíduo coletado, criando-se eco-pontos, mobilizando as escolas, postos de polícia, postos de saúde, comércio, igrejas, etc., enfim, uma campanha que mobiliza, esclarece e cobra responsabilidades do Poder Público e da sociedade em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O óleo descartado na pia, vasos ou meio-ambiente compromete a tubulação e polui águas, incidindo no custo desta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos rios, lagos, etc., o óleo cria uma pelicula que impede a respiração e mata milhares de espécies de seres vivos - animais e vegetais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Necessitamos de colaboração para ampla divulgação E IMPLANTAÇÃO desse projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ecoleo.org.br/"&gt;www.ecoleo.org.br&lt;/a&gt; - Tel. 3081.3418&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34620200-8468649199064093827?l=biocombustiveis-brasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~4/5CVh7EjdU3U" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-04-13T09:37:19.946-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/SeMxv851qZI/AAAAAAAAEok/k7KKAXz5eCU/s72-c/ecoleo.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2009/04/associacao-brasileira-para.html</feedburner:origLink></item><item><title>Estatal investirá US$ 2,4 bilhões em biodiesel</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~3/qhgH-uee1g0/estatal-investira-us-24-bilhoes-em.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Fri, 27 Mar 2009 05:54:41 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34620200.post-738197094386633528</guid><description>A Petrobras informou hoje que o Plano de Negócios da Petrobras Biocombustível prevê investimentos de US$ 2,4 bilhões no segmento de produção de biodiesel e etanol para o período de 2009-2013, sendo 91% no Brasil. Este valor faz parte do total de US$ 2,8 bilhões destinados pela Petrobras ao negócio de biocombustíveis, que prevê também US$ 400 milhões para infraestrutura, como alcooldutos. Os recursos totais representam um aumento de 87% em relação ao plano anterior. A estatal destinou ainda US$ 530 milhões neste período para pesquisas em biocombustíveis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o comunicado da companhia, dos US$ 2,4 bilhões, 80% serão investidos em etanol e 20% em biodiesel. Uma das metas da empresa é atingir em 2013 a produção de 640 milhões de litros de biodiesel no Brasil. Para isso, está prevista uma nova usina no norte do País, a duplicação da usina de Candeias (BA) e a adaptação para produção comercial das usinas experimentais de Guamaré, no Rio Grande do Norte. Também será desenvolvido um trabalho para ampliar a capacidade de produção das usinas de Quixadá (CE) e Montes Claros (MG). Será ainda analisada a possibilidade de aquisição de duas novas usinas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a atuação internacional na área de biodiesel, a estatal explica ainda que terá continuidade o estudo do projeto em parceria com a portuguesa Galp Energia, que prevê a produção anual de 330 mil m³ de óleo vegetal no Brasil e de 320 mil m³ de biodiesel em Portugal. Também está prevista a implantação de uma unidade de produção de biodiesel na África. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o segmento de etanol, a meta da Petrobras é atingir, em parceria, a produção de 1,9 bilhão de litros em 2013, voltada para o mercado externo, e 1,8 bilhão de litros para o mercado interno. Segundo a empresa, o objetivo é fechar ainda este ano parcerias para quatro novos projetos de produção de etanol, envolvendo um parceiro internacional, que garanta mercado, e um produtor nacional de etanol. A empresa poderá ainda adquirir participação em usinas existentes. Fora do País, está sendo estudada uma unidade de produção de etanol na Colômbia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Invest News&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34620200-738197094386633528?l=biocombustiveis-brasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~4/qhgH-uee1g0" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-03-27T09:54:41.906-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2009/03/estatal-investira-us-24-bilhoes-em.html</feedburner:origLink></item><item><title>Clérigo muçulmano diz que biocombustível é pecado</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~3/qgGazyDEvNw/clerigo-muculmano-diz-que.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Fri, 27 Mar 2009 05:53:29 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34620200.post-4049524242780339040</guid><description>A produção e utilização de biocombustíveis poderão ser restringidas em comunidades muçulmanas depois que um estudioso do Islã conclamou grupos religiosos a estudar se os biocombustíveis violam a proibição ao álcool prevista pelo islamismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em declaração ao jornal saudita Shams, o sheik Mohamed al-Najimi, da Academia Saudita de Jurisprudência Islâmica, disse que o profeta Maomé proibiu qualquer tipo de uso do álcool, o que incluiria compra, venda, transporte, consumo, provimento e produção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O biodiesel produzido através do metanol estaria liberado segundo a interpretação do religioso. No entanto o clérigo não fez referência alguma ao biodiesel produzido pela rota etílica. Já o etanol combustível é derivado do álcool etílico, que segundo al-Najimi se encaixaria na categoria proibida. No processo de produção do etanol, o açúcar ou amido de origem vegetal é convertido em álcool etílico através de processo de fermentação com levedura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os biocombustíveis “são, basicamente, compostos de álcool”, afirmou ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Al-Najimi disse que sua opinião sobre os biocombustíveis não deve ser encarada como uma fatwa (interpretação religiosa com caráter legal no Islã), mas deve estimular os líderes islâmicos a estudarem a questão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele acha também que uma proibição aos biocombustíveis deve se estender além de países predominantemente muçulmanos para abranger os jovens sauditas e muçulmanos que estudam no exterior e utilizam veículos movidos a biocombustível. Vários países do Ocidente e do Oriente estabeleceram o uso obrigatório de misturas de biocombustível, em porcentagens crescentes, na gasolina e no óleo diesel. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Cleantech&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34620200-4049524242780339040?l=biocombustiveis-brasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~4/qgGazyDEvNw" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-03-27T09:53:29.505-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2009/03/clerigo-muculmano-diz-que.html</feedburner:origLink></item><item><title>Geocapital negoceia centro de investigação em Cabo Verde</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~3/6sgI3rJD7S0/geocapital-negoceia-centro-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Fri, 27 Mar 2009 05:48:17 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34620200.post-3894458456048613871</guid><description>Hong Kong, China, 26 Mar (Lusa) - A Geocapital está a negociar com o Governo de Cabo Verde a instalação no país de um centro de investigação, pesquisa e desenvolvimento de biocombustíveis, disse hoje à agência Lusa Jorge Ferro Ribeiro, accionista da holding com sede em Macau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com interesses no sector financeiro de Cabo Verde e projectos de desenvolvimento de produção de biocombustíveis na Guiné-Bissau e Moçambique, a Geocapital quer aproveitar a experiência cabo-verdiana na produção de &lt;a href="http://materiaprimas.blogspot.com/2008/07/cultura-do-pinho-manso-jatropha-curcas.html"&gt;Pinhão Manso - Jatropha curcas&lt;/a&gt; , a espécie vegetal que vai utilizar em África para produzir combustíveis verdes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ferro Ribeiro explicou que o centro de investigação tem "como ponto de referência histórica um dado que não é muito divulgado, mas que é de grande interesse", que é o facto de Cabo Verde ter sido no início do século passado um grande produtor e exportador de jatrofa para França e Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Já nessa altura o óleo de jatrofa era utilizado como energia alternativa e fazia a iluminação pública de importantes zonas urbanas em Portugal", disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O investidor salientou também que actualmente existem ainda produções de jatrofa em Cabo Verde, o que "reforça a razão" da parceria que será complementar a um acordo de cooperação que a Geocapital assinou em Lisboa com o Instituto de Investigação Científica Tropical também para a investigação relacionada com a produção de biocombustíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criada em Macau para "potenciar" o contexto económico e comercial do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Oficial Portuguesa, através da actual Região Administrativa Especial da China, a Geocapital tem uma "presença muito forte e relevante" nos países de expressão portuguesa e "está a estudar um investimento na área financeira em Timor-Leste", disse Ferro Ribeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda na área dos biocombustíveis com recurso ao aproveitamento da jatrofa, Jorge Ferro Ribeiro, parceiro do magnata Stanley Ho na Geocapital, explicou à Lusa que a plantação desta espécie vegetal na Guiné-Bissau e em Moçambique deverá ser iniciada no final de 2009 ou início de 2010, acção que permitirá iniciar a produção de biocombustível "em dois ou três anos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projecto de produção nos dois países africanos segue uma filosofia de manter "em cada país toda a cadeia de valor do programa" que implicará a "construção e unidades industriais de refinação" adaptadas à dimensão das plantações que serão concretizadas, concluiu Ferro Ribeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JCS.&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.lusa.pt/lusaweb/" target="_blank"&gt;&lt;img alt="" src="http://bp3.blogger.com/_JNSg0ssSpzg/Rnf_TBOSQhI/AAAAAAAABNA/0gbmapkiu7Y/s200/Agencia+Lusa.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34620200-3894458456048613871?l=biocombustiveis-brasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~4/6sgI3rJD7S0" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-03-27T09:48:17.090-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://bp3.blogger.com/_JNSg0ssSpzg/Rnf_TBOSQhI/AAAAAAAABNA/0gbmapkiu7Y/s72-c/Agencia+Lusa.gif" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2009/03/geocapital-negoceia-centro-de.html</feedburner:origLink></item><item><title></title><link>http://feedproxy.google.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~3/dlKh7TI8xmA/as-respostas-do-campo-as-crises.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Thu, 26 Mar 2009 08:51:31 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34620200.post-3046176116013681529</guid><description>As respostas do campo às crises econômica e ambiental &lt;br /&gt;João Guilherme Sabino Ometto* &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Brasil está se movendo em direção à independência energética, através da expansão de fontes alternativas, como hidroeletricidade, etanol e biodiesel. A produção de etanol proveniente da cana-de-açúcar é sustentável em termos financeiros e ambientais, além de não afetar o cultivo de alimentos”. Esta vantagem competitiva, inúmeras vezes explicitada em nosso País por especialistas e representantes do governo e da iniciativa privada, seria redundante caso não fizesse parte do estudo “Baixas Emissões de Carbono, Alto Crescimento: A Resposta da América Latina para a Crise”, que acaba de ser divulgado pelo Banco Mundial (Bird).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se, assim, do reconhecimento de um dos mais respeitados organismos multilaterais de que os biocombustíveis e a energia de fontes agrícolas renováveis, conforme se pratica no Brasil, representam segura alternativa na busca da sustentabilidade, sem ameaça à cultura de alimentos e das mais importantes commodities. Considerando a credibilidade e significado do Bird, a sua clara posição quanto ao tema, um aval de inegável valor, representa passo importante para o País vencer as últimas reações de ceticismo aos seus programas de substituição da matriz energética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, a despeito da queda de preços do petróleo, o Brasil deve continuar investindo no fomento da bioenergia, ampliando paulatinamente seu alcance e abrangência. Como se sabe, o etanol já substituiu mais da metade do consumo interno de gasolina, utilizando-se apenas 1% das terras agricultáveis nacionais na cultura da cana-de-açúcar. Mais de 90% dos carros novos em circulação no País são flex fuel. A logística de distribuição garante acesso de toda a frota ao combustível.&lt;br /&gt;O biodiesel também já se encontra nos postos de abastecimento de várias cidades brasileiras, inclusive a de São Paulo, onde roda a mais volumosa parcela de nossa frota. Esse biocombustível é importante salientar, reduz em 78% as emissões de gás carbônico e em 90% as de fumaça. Além disso, praticamente elimina as de óxido de enxofre. Estudos dos ministérios do Desenvolvimento Agrário, da Integração Nacional e das Cidades indicam que, para cada 1% de substituição de óleo diesel por biodiesel produzido com a participação da agricultura familiar, podem ser gerados cem mil empregos no campo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os números e dados dos programas brasileiros de bioenergia referendam outra constatação importante do estudo do Bird: “Essa abordagem (relativa às possibilidades de a América Latina contribuir para a solução dos problemas mundiais) poderia apoiar simultaneamente a recuperação econômica e estimular o crescimento nas áreas que atenuam o impacto das mudanças climáticas”. A observação reforça uma tese que parece inequívoca: o mundo não poderá prescindir de programas eficazes de energia limpa e preservação ambiental para solucionar a presente crise econômica, uma das mais graves da história. Ou seja, o capitalismo sobreviverá a esse profundo crash dos derivativos e suas consequências, mas terá de assimilar mudanças inerentes à sustentabilidade, em paralelo à maior responsabilidade e controle dos sistemas financeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas irreversíveis tendências colocam o agronegócio no epicentro das soluções viáveis para a humanidade. Isto está muito claro no conteúdo de outro novíssimo estudo do Bird, o Relatório sobre o Desenvolvimento Mundial de 2009, cujo tema básico é “Geografia econômica em transformação”. Diz o documento: “Todas as evidências indicam que a transição da atividade rural para a industrial é ajudada, e não prejudicada, por um setor agrícola saudável (...). Os incentivos direcionados à agricultura também ajudarão os estados atrasados a elevar os padrões de vida para os níveis dos adiantados”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas essas questões evidenciam que o Brasil precisa apoiar cada vez mais o desenvolvimento de sua agropecuária, com a implementação de políticas públicas mais eficazes do que as adotadas até o momento. Nosso agronegócio vai bem, mas poderia ser muito melhor, não fossem gargalos como o do crédito, a dívida rural, os juros muito elevados, o desperdício causado pela deficiência da infraestrutura e os preços elevados dos insumos. Se o mundo reconhece que a resposta da sobrevivência está no campo, o principal protagonista desse processo - o Brasil - não tem o direito de vacilar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Engenheiro, membro do Conselho Universitário da Universidade de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.jornalagora.com.br/site/index.php?caderno=27&amp;noticia=63710"&gt;Fonte: Jornal Agora&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34620200-3046176116013681529?l=biocombustiveis-brasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~4/dlKh7TI8xmA" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-03-26T12:51:31.998-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2009/03/as-respostas-do-campo-as-crises.html</feedburner:origLink></item><item><title>Mercado verde e promissor no Brasil</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~3/NHc9UuM6mtA/mercado-verde-e-promissor-no-brasil.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Thu, 26 Mar 2009 06:00:45 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34620200.post-8256281512612872717</guid><description>25/03/09 - O Brasil é hoje a menina do baile da sustentabilidade que todo mundo quer tirar para dançar. Há duas semanas, os alemães estiveram aqui para iniciar negócios com tecnologias sustentáveis, durante evento denominado Ecogerma. Agora são os suecos, que ensaiam uma aproximação, hoje e amanhã, para mostrar sua expertise verde em congresso temático. Não será nenhuma surpresa se, em breve, vierem também os dinamarqueses, os espanhóis e os ingleses - aliás o príncipe Charles deu o ar de sua graça recentemente para tratar prioritariamente de uma agenda ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Difícil apontar uma única razão para o encanto exercido pelo País. Certamente o seu charme decorre de um conjunto de fatores, entre os quais vale destacar a ascendência econômica, o vasto mercado interno, o pioneirismo do etanol ecologicamente correto, os evidentes &lt;a href="http://www.nelogica.com.br/artigos/trading/gaps.php" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;gaps&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; de investimentos de infra-estrutura em áreas correlatas às de meio ambiente e - é claro - a propriedade do mais rico patrimônio de recursos naturais do planeta, que tem na Amazônia o seu principal expoente. Nesses tempos de aquecimento global e corrida mundial para redução nas emissões de carbono, um País que possui 46% de fontes renováveis em seu modelo de geração de energia tende a ser visto como um exemplo de sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixando de lado interesses supostamente mais desprendidos na conservação das florestas tropicais (como garantia futura de ar respirável e clima equilibrado para a humanidade), o que atrai a atenção estrangeira é o potencial do mercado brasileiro e as muitas oportunidades que ele oferece. A alemã Roland Berger deu-se ao trabalho de sintetizá-lo em números.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em parceria com a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha, a consultoria concluiu estudo segundo o qual o mercado nacional de sustentabilidade corresponde a 0,8% do mercado mundial, com uma estimativa de crescimento interessante entre 5% e 7% ao ano até 2020. Esse índice aproxima-se do crescimento previsto em 6,5% para o mercado mundial no mesmo período. Avaliza as projeções de expansão o fato singelo de que as empresas brasileiras têm investido em tecnologias verdes apenas 1% do seu faturamento. Em números absolutos, os investimentos feitos aqui, no ano de 2007, com gestão de resíduos sólidos, água, saneamento e poluição do ar totalizaram US$ 5,2 bilhões. E os relacionados a energias renováveis ficaram em US$ 6,7 bilhões. Para quem acha que é muito dinheiro, uma informação comparativa: na Alemanha o mercado ambiental movimenta US$ 82 bilhões. O de energias limpas, recursos da ordem de US$ 40 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até mesmo os metódicos alemães, líderes mundiais em tecnologia sustentável, reconhecem a parte cheia do copo da sustentabilidade brasileira. Houve avanços importantes. Mas a expressiva parte vazia do mesmo copo indica, sobretudo, enormes possibilidades de negócio que ficarão mais nítidas tão logo se dispersem as sombras da crise econômica mundial. Um pouco mais de números sobre problemas que se apresentam como oportunidades: no Brasil o índice de materiais reciclados é de 12% contra 57% na Alemanha, apenas 39% de nossas cidades oferecem destino adequado para lixo e só 49% das residências têm saneamento básico. Mais investimento público, por meio de parcerias público-privadas, podem colocar o Brasil entre os três mais promissores mercados para tecnologias sustentáveis do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo da Roland Berger identificou algumas oportunidades bem concretas. Uma delas está na adoção de novas regulações, que deverão resultar em processos de privatização ou de concessão de serviços públicos de água e saneamento. Outro campo com boas perspectivas é o da gestão de resíduos sólidos urbanos e industriais. Há um ambiente favorável, marcado, sobretudo, por uma nova regulamentação, em tramitação no congresso, que abrangerá a questão da separação e tratamento de resíduos. Uma terceira tendência observada refere-se ao estímulo e uso de energia renovável, com o reforço à utilização de biomassa, a exploração de pequenos rios e bacias hidrográficas e a geração de energia eólica num país riquíssimo em ventos. A necessidade de buscar maior eficiência energética com edificações, tecnologias de informação e materiais verdes corresponde à outra tendência identificada pela Roland Berger.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feito no auge da crise do subprime, o estudo detectou o que esta coluna já havia apontado, no final do ano passado: o colapso econômico global vai reduzir, em 2009, investimentos em tecnologias sustentáveis (para 30% dos executivos entrevistados.) No entanto, 39% acreditam que haverá apenas um adiamento momentâneo, sem afetar metas planejadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os próximos cinco a oito anos serão caracterizados - afirma o documento - por um desenvolvimento positivo do mercado brasileiro, em decorrência dos investimentos em infra-estrutura no âmbito do PAC, do uso crescente de tecnologias mais limpas e da ascensão de um consumidor mais interessado em produtos verdes. É esperar para confirmar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Voltolini&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.meiofiltrante.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;img alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/Sct8RACyA5I/AAAAAAAAEmM/wksh21ImhxU/s200/Revista+Meio+Filtrante.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34620200-8256281512612872717?l=biocombustiveis-brasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~4/NHc9UuM6mtA" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-03-26T10:00:45.236-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/Sct8RACyA5I/AAAAAAAAEmM/wksh21ImhxU/s72-c/Revista+Meio+Filtrante.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2009/03/mercado-verde-e-promissor-no-brasil.html</feedburner:origLink></item><item><title>Petrobras deve investir US$ 158 bilhões no Brasil nos próximos cinco anos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~3/fPduS8ivsro/petrobras-deve-investir-us-158-bilhoes.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Thu, 26 Mar 2009 04:36:24 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34620200.post-3640619926465677018</guid><description>O Plano de Negócios da Petrobras para o período 2009/2013 foi detalhado, nesta terça-feira (24), em &lt;a href="http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=%2089133&amp;codAplicativo=2" target="_blank"&gt;audiência pública conjunta das comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Serviços de Infra-Estrutura (CI)&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gás e biodiesel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questionado pelo presidente da CI, senador Fernando Collor (PTB-AL), sobre se o Brasil alcançaria autossuficiência na produção de gás com esses investimentos, Sérgio Gabrielli admitiu que vai conquistar apenas autonomia e independência. Dos 135 milhões de metros cúbicos diários de gás que o país deverá demandar em 2013, o dirigente diz que 71 milhões de metros cúbicos deverão vir da produção nacional, mas ressalva que 30 milhões de metros cúbicos continuarão, até 2019, a vir da Bolívia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro do PN 2009/2013, a produção de biocombustíveis deverá contar com US$ 2,8 bilhões em investimentos - considerado pouco por Sérgio Gabrielli -, dos quais 84% vão para a produção de biodiesel e 16% para etanol. A empresa trabalha com a ampliação da exportação de etanol de 1 milhão de metros cúbicos diários, em 2009, para 4,2 milhões diários em 2013 e, para tanto, está focada no mercado asiático, em especial no Japão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a meta de produção de biodiesel deve saltar de 1,3 milhão de metros cúbicos diários, em 2009, para 2,6 milhões em 2013. Os Estados Unidos são vistos como um mercado "promissor e atraente" para esses produtos, mas, segundo o presidente da Petrobras, não é prioridade por conta da produção própria de álcool à base de milho e pelas barreiras alfandegárias impostas ao produto brasileiro.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simone Franco / Agência Senado&lt;br /&gt;(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34620200-3640619926465677018?l=biocombustiveis-brasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~4/fPduS8ivsro" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-03-26T08:36:24.945-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2009/03/petrobras-deve-investir-us-158-bilhoes.html</feedburner:origLink></item><item><title></title><link>http://feedproxy.google.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~3/GdCRuJUt9v4/blog-post.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Tue, 23 Dec 2008 06:49:23 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34620200.post-7962781651254349080</guid><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/SVD6VPrQtGI/AAAAAAAAEcw/o0SQ3OE_tMk/s1600-h/Natal.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 298px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/SVD6VPrQtGI/AAAAAAAAEcw/o0SQ3OE_tMk/s400/Natal.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5282997605797770338" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34620200-7962781651254349080?l=biocombustiveis-brasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~4/GdCRuJUt9v4" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-23T12:49:23.880-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/SVD6VPrQtGI/AAAAAAAAEcw/o0SQ3OE_tMk/s72-c/Natal.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2008/12/blog-post.html</feedburner:origLink></item><item><title>Cartilha: Herança Global - mudanças que o aquecimento global reserva</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~3/Ln34Ha5AofM/cartilha-herana-global-mudanas-que-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Tue, 09 Dec 2008 08:46:02 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34620200.post-743190153385105286</guid><description>A cartilha explica, de forma bem didática, questões relacionadas às mudanças climáticas, trazendo dados sobre as emissões de gases do efeito estufa, as prováveis consequências climáticas no Brasil e no mundo, esclarecimentos sobre o Painel Intergovernamental de Mudanças do Clima e o que você pode fazer para reduzir a sua contribuição ao aquecimento global. O material, de autoria da jornalista Júlia Antunes Lourenço, foi apresentado como Trabalho de Conclusão de Curso em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cartilha é nteressante para usadaa como ferramenta de educação ambiental. Os interessados em utilizá-la para algum fim educativo ou comercial devem entrar em contato com a autora pelo email julia.al@gmail.com.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja a cartilha &lt;a href="http://www.carbonobrasil.com/bin/Cartilha.pdf" target="_blank"&gt;clicando aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte &lt;a href="http://www.carbonobrasil.com/" target="_blank"&gt;&lt;img alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/SLwt-lNmnUI/AAAAAAAADWY/hYn4jQu7PHI/s200/logo.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34620200-743190153385105286?l=biocombustiveis-brasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~4/Ln34Ha5AofM" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-09T14:46:02.383-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/SLwt-lNmnUI/AAAAAAAADWY/hYn4jQu7PHI/s72-c/logo.gif" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><enclosure url="http://www.carbonobrasil.com/bin/Cartilha.pdf" length="28858774" type="application/pdf" /><media:content url="http://www.carbonobrasil.com/bin/Cartilha.pdf" fileSize="28858774" type="application/pdf" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>A cartilha explica, de forma bem didática, questões relacionadas às mudanças climáticas, trazendo dados sobre as emissões de gases do efeito estufa, as prováveis consequências climáticas no Brasil e no mundo, esclarecimentos sobre o Painel Intergovernamen</itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</itunes:author><itunes:summary>A cartilha explica, de forma bem didática, questões relacionadas às mudanças climáticas, trazendo dados sobre as emissões de gases do efeito estufa, as prováveis consequências climáticas no Brasil e no mundo, esclarecimentos sobre o Painel Intergovernamental de Mudanças do Clima e o que você pode fazer para reduzir a sua contribuição ao aquecimento global. O material, de autoria da jornalista Júlia Antunes Lourenço, foi apresentado como Trabalho de Conclusão de Curso em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A cartilha é nteressante para usadaa como ferramenta de educação ambiental. Os interessados em utilizá-la para algum fim educativo ou comercial devem entrar em contato com a autora pelo email julia.al@gmail.com. Veja a cartilha clicando aqui Fonte </itunes:summary><feedburner:origLink>http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2008/12/cartilha-herana-global-mudanas-que-o.html</feedburner:origLink></item><item><title>Etanol e biodiesel, heróis ou vilões?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~3/W1D05GQhPDs/etanol-e-biodiesel-heris-ou-viles.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Thu, 11 Dec 2008 18:03:38 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-34620200.post-3491811025005763023</guid><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#3333ff;"&gt;Até que ponto essa questão é pertinente?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a crise dos alimentos em 2008, governantes e empresários de várias partes do mundo relacionaram a expansão dos biocombustíveis com a alta no preço da comida. Como o mercado de energia abriga múltiplos interesses, dá para desconfiar das críticas. Mas até que ponto elas são pertinentes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2006, a produção mundial de etanol foi de 40 bilhões de litros e a de biodiesel, de 6,5 bilhões. Os EUA defendem seu etanol de milho ao afirmar que só 3% da inflação dos cereais é causada pelos biocombustíveis. Para a &lt;a href="http://www.onu-brasil.org.br/"&gt;ONU&lt;/a&gt;, os biocombustíveis respondem por 10% da alta de preço da comida, e, para o &lt;a href="http://www.bancomundial.org.br/"&gt;Banco Mundial&lt;/a&gt;, por 75%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao lado dessa polêmica, cresce o consenso de que biocombustível não é sempre igual. O impacto sobre o preço dos alimentos é bem diferente quando se considera o álcool combustível brasileiro, feito da cana, o etanol norte-americano, fabricadocom milho, e o biodiesel europeu, feito de grãos como o trigo. Nessa disputa, nosso país está bem posicionado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OS GIGANTES DO ETANOL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/ST6aBnDvYkI/AAAAAAAAEb4/nTlEwHhn8J8/s1600-h/etanol-biodiesel-pop-750x410.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5277825165780017730" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 175px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/ST6aBnDvYkI/AAAAAAAAEb4/nTlEwHhn8J8/s320/etanol-biodiesel-pop-750x410.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Distribuição da produção mundial de etanol - 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produção concentrada&lt;br /&gt;Brasil e EUA concentram a produção de etanol. Os especialistas consideram que o etanol de cana, feito no Brasil, não ameaça a produção de alimentos. Já o etanol de milho exige que se desvie parte do cereal que iria para a mesa de milhões de pessoas,nos EUA e no México, onde o milho é a base da alimentação popular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A EUROPA DOMINA O BIODIESEL&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/ST6aUsedWWI/AAAAAAAAEcA/SsljzLF6WIo/s1600-h/etanol-biodiesel-meio1-250x398.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5277825493651773794" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 201px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/ST6aUsedWWI/AAAAAAAAEcA/SsljzLF6WIo/s320/etanol-biodiesel-meio1-250x398.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Distribuição da produção mundial de biodiesel, em 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CRESCE A PRODUÇÃO DE ETANOL&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/ST6amWHmOII/AAAAAAAAEcI/xqSGv9eCnok/s1600-h/etanol-biodiesel-meio2-520x258.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5277825796887951490" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 158px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/ST6amWHmOII/AAAAAAAAEcI/xqSGv9eCnok/s320/etanol-biodiesel-meio2-520x258.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Milhares de toneladas equivalentes de petróleo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Açúcar versus grãos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compare este gráfico com o dos preços dos grupos de alimentos, na matéria &lt;a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/conteudo_346212.shtml"&gt;O mundo vive rebeliões por fome&lt;/a&gt;. Repare como são diferentes as dinâmicas dos preços do açúcar e dos grãos (veja os gráficos na matéria &lt;a href="http://planetasustentavel.abril.com./nbr/noticia/desenvolvimento/conteudo_346214.shtml"&gt;Por que sobe o preço dos cereais&lt;/a&gt;). Enquanto os grãos subiram com os combustíveis, o açúcar se comporta de maneira mais livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A INFLUÊNCIA DO PETRÓLEO&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/ST6bAGQUxqI/AAAAAAAAEcQ/lYLDUVB_f4o/s1600-h/etanol-biodiesel-meio3-520x279.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5277826239306188450" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 172px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/ST6bAGQUxqI/AAAAAAAAEcQ/lYLDUVB_f4o/s320/etanol-biodiesel-meio3-520x279.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Variação nominal da cotação do petróleo, em média, em dólar, e dos preços dos amimentos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comida no prato ou no motor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de 2005, os biocombustíveis feitos com grãos tornaram-se importantes para os países ricos. Lester Brown, fundador do &lt;a href="http://www.worldwatch.org/"&gt;Worldwatch Institute&lt;/a&gt;, prevê que daqui para a frente o preço da comida e o do petróleo estarão amarrados. Para ele, sempre que a cotação da comida for menor que a do combustível, os grãos e os recursos naturais seguirão para o setor energético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMPARE OS ETANÓIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/ST6bUnMXQsI/AAAAAAAAEcY/i4tRYFnrdaE/s1600-h/etanol-biodiesel-meio4-520x145.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5277826591745327810" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 90px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/ST6bUnMXQsI/AAAAAAAAEcY/i4tRYFnrdaE/s320/etanol-biodiesel-meio4-520x145.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vantagens da cana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a ONG &lt;a href="http://www.oxfam.org/"&gt;Oxfam&lt;/a&gt;, a política de biocombustíveis dos países ricos pouco tem a ver com questões ambientais ou de segurança alimentar, como alegam seus governos, mas, sim, com sua disputa por mercados. Como prova, a entidade cita as tarifas sobre o etanol do Brasil, cujo objetivo real é proteger as próprias produções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do: &lt;a class="verde" href="http://guiadoestudante.abril.com.br/atualidades/" target="_blank" s_oidt="0" s_oid="http://guiadoestudante.abril.com.br/atualidades/"&gt;Guia do Estudante - Atualidades e Vestibular 2009&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://planetasustentavel.abril.uol.com.br/noticia/energia/conteudo_273729.shtml?func=2" target="_blank"&gt;&lt;img alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/SDTMmFuh7HI/AAAAAAAAC-Q/_xgxJFJ_aVw/s200/lgo_ps.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34620200-3491811025005763023?l=biocombustiveis-brasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Biocombustiveis-brasilbiobras/~4/W1D05GQhPDs" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-12T00:03:38.303-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_JNSg0ssSpzg/ST6aBnDvYkI/AAAAAAAAEb4/nTlEwHhn8J8/s72-c/etanol-biodiesel-pop-750x410.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2008/12/etanol-e-biodiesel-heris-ou-viles.html</feedburner:origLink></item><media:rating>nonadult</media:rating></channel></rss>

