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		<title>Blog da Peta5 - Nós fazemos TV digital</title>
		<description>Peta5 - Nós fazemos TV digital. Desenvolvimento de software para propaganda na TV digital. Desenvolvimento, consultoria e treinamento para TV digital.</description>
		<link>http://www.peta5.com.br/br/blog</link>
		<lastBuildDate>Thu, 16 Dec 2010 19:35:35 +0000</lastBuildDate>
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		<language>pt-br</language>
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			<title>Workshop temático: Publicidade, Propaganda e Marketing diante dos desafios da mobilidade e da interatividade</title>
			<link>http://www.peta5.com.br/br/eventos/122-workshop-tematico-publicidade-propaganda-e-marketing-diante-dos-desafios-da-mobilidade-e-da-interatividade-</link>
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			<description><![CDATA[<p style="padding-left: 60px;"><strong>No próximo dia 22 de novembro faremos a apresentação de encerramento do II Workshop Temático: Publicidade, Propaganda e Marketing diante dos desafios da mobilidade e da interatividade na ESPM-Rio.</strong></p>
<p style="padding-left: 60px;"><strong>Confiram abaixo a programação completa e informações sobre inscrição.</strong></p>
<p style="padding-left: 60px;"> </p>
<p>Data: 22 de novembro de 2010</p>
<p>Horário: 9 às 17h</p>
<p>Local: ESPM - Auditório, 11º andar. Rua do Rosário, 90, Centro, Rio de Janeiro.</p>
<p>Inscrições gratuitas: (21) 3974-5015 ou inscricoes@riosoft.softex.br</p>
<p> </p>
<p>De 9h00m às 9h20m:</p>
<p>ABERTURA</p>
<p>John Forman – Presidente do Conselho de Administração da RIOSOFT</p>
<p>Professor Eduardo Halpern  - Diretor de Pós-Graduação - ESPM</p>
<p>De 9h20m às 9h50m:</p>
<p>TEMA I: “O PADRÃO BRASILEIRO DE TV DIGITAL TERRESTRE: POTENCIAL TÉCNICO E OPORTUNIDADES DE MERCADO”</p>
<p>Palestrante: Professor Luiz Fernando Soares – Chefe do Laboratório de Informática da PUC</p>
<p> </p>
<p>De 10h às 10h30m:</p>
<p>TEMA II: MOBILIDADE E INTERATIVIDADE: O QUE MUDA NO COMPORTAMENTO DO USUÁRIO?</p>
<p>Palestrante: Representante da ALGAR</p>
<p> </p>
<p>De 10h40m às 11h10m:</p>
<p>TEMA III: “INOVAÇÃO E CRIATIVIDADE PARA SE PENSAR A CONVERGÊNCIA DIGITAL”</p>
<p>Palestrante: Professor Paulo Reis – ESPM</p>
<p> </p>
<p>De 11h20m às 11h50m:</p>
<p>TEMA IV: “GESTÀO DE CONTEÚDOS PARA MÍDIAS DIGITAIS”</p>
<p>Palestrante: Professora Ana Erthal – ESPM</p>
<p> </p>
<p>De 12h às 14h30m: INTERRUPÇÃO PARA ALMOÇO</p>
<p> </p>
<p>De 14h30m às 15h00m:</p>
<p>TEMA V: “O CENTRO EXPERIMENTAL DE CONTEÚDOS INTERATIVOS DIGITAIS – CECID: UMA OPORTUNIDADE PARA O RIO DE JANEIRO NA ERA DA CONVERGÊNCIA DIGITAL”</p>
<p>Palestrante: John Forman – Presidente do Conselho de Administração da RIOSOFT</p>
<p> </p>
<p>De 15h10m às 15h40m:</p>
<p>TEMA VI: “O USO DA INTERATIVIDADE E DA MOBILIDADE EM ACÕES DE GOVERNO”.</p>
<p>Palestrante: Paulo Coelho – Presidente do PRODERJ</p>
<p> </p>
<p>De 15h50m às 16h20m:</p>
<p>TEMA VII: “A PRODUÇÃO DE VÍDEOS INTERATIVOS PARA TV DIGITAL”</p>
<p>Palestrante: Sérgio Duque Estrada – Professor da UFRJ</p>
<p> </p>
<p>De 16h30m às 17h:</p>
<p>TEMA VIII: “BENEFÍCIOS E DESAFIOS DA TV INTERATIVA PARA O SETOR PUBLICITÁRIO".</p>
<p>Palestrante: Maurilio Alberone – Empresa Peta5</p>
<p> </p>
<p>17 horas: Encerramento</p>]]></description>
			<author>maurilio.alberone@peta5.com.br (Maurilio Alberone)</author>
			<category>Eventos</category>
			<pubDate>Fri, 12 Nov 2010 20:00:06 +0000</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Entrevista sobre TV digital para Gazeta do Povo</title>
			<link>http://www.peta5.com.br/br/artigos/121-entrevista-sobre-tv-digital-para-gazeta-do-povo</link>
			<guid>http://www.peta5.com.br/br/artigos/121-entrevista-sobre-tv-digital-para-gazeta-do-povo</guid>
			<description><![CDATA[<p style="padding-left: 60px;"><em>Recentemente fui entrevistado pela jornalista Mariana Sanchez para a matéria </em><em><a href="http://www.gazetadopovo.com.br/cadernog/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=1055514&amp;tit=O-poder-do-controle-remoto">O poder do controle remoto</a> </em><em>do jornal paranaense Gazeta do Povo. <br /> Como o resultado final ficou bem enxuto, reproduzo aqui todas minhas respostas à Mariana.</em></p>
<p><strong><br /></strong></p>
<p><strong>1. As vantagens da TV digital se resumem a qualidade superior de som e imagem? Que outros benefícios ela oferece ao telespectador?</strong></p>
<p>O padrão brasileiro de TV digital aberta possui quatro características básicas, sendo a alta definição de som e imagem apenas uma delas.</p>
<p>As outras são:</p>
<p>- Portabilidade e mobilidade, que se referem ao acesso ao sinal de TV digital em dispositivos como celulares, laptops, TV's em carros e ônibus, entre outros.</p>
<p>- Multiprogramação, que possibilita que um único canal de TV possa transmitir mais de um programa ao mesmo tempo, podendo o telespectador escolher dentre as opções disponíveis.</p>
<p>- Interatividade, que permite ao telespectador interagir, a partir do controle remoto, com o conteúdo que está sendo transmitido. Ou simplesmente acessar aplicações que oferecem serviços pela TV, como para realização de compras, visualização de notícias e movimentação bancária, por exemplo. Ela abre uma nova perspectiva de negócios, permitindo a oferta dos mais variados softwares para a interação do telespectador com a TV e pela TV.</p>
<p><strong>2. E ao anunciante? No sistema digital, o formato padrão de 30'' se manterá ou sofrerá alterações?</strong></p>
<p>O anunciante agora está diante de uma nova plataforma de comunicação, com muitos recursos tecnológicos e que demanda novos modelos comerciais. Acredito que o formato tradicional de 30s não será substituído em um primeiro momento, já que é um modelo consolidado por décadas. Porém ganhará novos recursos, podendo o anunciante veicular campanhas interativas visando não só a audiência mas também o engajamento do telespectador.<br />Além disso esperamos a criação de novos modelos publicitários, baseados ou não nos já existentes, onde a interatividade será o grande atrativo para estas inovações.<br /><br /></p>
<p><strong>3. Anunciantes de menor porte, que hoje não têm condições de investir em um espaço no horário nobre poderão se beneficiar neste novo cenário?</strong></p>
<p>Sem dúvida. Tanto com a possibilidade de segmentação por nichos específicos de telespectadores, que oferecemos com o Targ.TV, quanto a partir de novos formatos de anúncios que estão sendo pesquisados e desenvolvidos.<br />É possível, por exemplo, oferecer ofertas publicitárias de produtos a medida que estes são apresentados durante uma novela. Um programa de auditório pode oferecer recursos interativos patrocinados ou a emissora pode exibir mini-banners em seus aplicativos. As possibilidades são inúmeras diante desta nova plataforma, porém ainda possuímos um número limitado de profissionais de publicidade criando estes novos modelos de forma consistente.</p>
<p><strong>4. A TV digital permite ao espectador acompanhar o horário de seus programas preferidos e a duração do intervalo comercial. Ou seja, só assistirá as propagandas que quiser. Isso é uma preocupação do mercado publicitário? Que soluções o setor poderá encontrar?</strong></p>
<p>Poderemos acompanhar os horários a partir das grades de programação, realizarmos agendamento de programas e outros recursos que já conhecemos da TV por assinatura, além de outros que estão sendo criados. Porém atualmente não é permitido o desenvolvimento de aplicações que restrinjam a exibição dos intervalos comercias. O telespectador continuará tendo o poder de escolha, seja trocando de canal ou desligando a TV, como no modelo analógico, a diferença no digital é que podemos receber mais informações para auxiliar em nossas escolhas.<br />A preocupação no sentido de atrair o telespectador para assistir as propagandas sempre existiu, mas não vejo ainda algo específico para o caso da TV digital. Até porque o modelo ainda é bem jovem e tudo está sendo testado.</p>
<p><strong>5. A estratégia do merchandising poderá se tornar a principal maneira de anunciar na TV, caso o intervalo comercial perca sua importância? Como ela poderá evoluir?</strong></p>
<p>Não me sinto muito confortável para responder esta pergunta, já que sou engenheiro e não publicitário. Eu possuo experiência na atuação como interface entre a tecnologia e a comunicação, ajudando principalmente publicitários na criação de produtos interativos.<br />O que vejo é uma tendência clara de criação e experimentação de novos formatos, porém a tecnologia é muito nova e os modelos comerciais ainda não estão maduros o suficiente para pensarmos em uma consolidação de formato.</p>
<p><strong>6. Como funciona o Targ.TV? Ele já está disponível ou é um projeto piloto? Quando será realidade na TV digital brasileira?</strong></p>
<p>O Targ.TV é uma tecnologia que permite a veiculação de propaganda segmentada pela TV, a partir da criação de perfis de telespectadores e oferta de diferentes anúncios para cada um deles em um mesmo espaço publicitário.<br />Ele vem sendo desenvolvido há aproximadamente 1 ano e meio e possuímos uma versão funcional, porém ainda não está implantado comercialmente. Atualmente estamos negociando a primeira transmissão piloto com algumas emissoras. Trabalhamos para que em alguns meses ele esteja disponível em uma grande emissora para uso por anunciantes e agências de propaganda.</p>
<p><strong>7. Que tipo de segmentação de público será possível fazer na TV digital?</strong></p>
<p>As possibilidades são diversas. Hoje com a versão piloto do Targ.TV possibilitamos a segmentação geográfica, por faixa de idade e gênero. Porém nosso objetivo é flexibilizar ao máximo de forma a atender as demandas dos nossos clientes, podendo segmentar por telespectadores de um determinado estilo de programa, por exemplo.</p>
<p><strong>8. A promessa de interatividade, que tanto alardeou o lançamento da TV digital, já está acontecendo ou é algo para o futuro? Ela implica em conexão com a internet? Quais são suas implicações técnicas?</strong></p>
<p>A interatividade já é algo real. Ainda existem poucos telespectadores aptos a consumí-la, já que ela requer a recepção por uma TV ou set-top box (conversor) com esta característica. Temos poucos modelos disponíveis no mercado até o momento, mas novos aparelhos estão sendo lançados com bastante frequência nos últimos meses e os preços estão tornando-se cada vez mais acessíveis. Com este ainda pequeno mercado consumidor, as ofertas de programas interativos ainda é tímida pelas emissoras. Porém quase todas já possuem alguma aplicação sendo transmitida durante seus programas, mesmo que em fase de testes. Este é um cenário que acreditamos que mudará rapidamente nos próximos meses.</p>
<p>Existem dois tipos básicos de aplicações interativas. Um com a chamada interatividade local, onde não é necessária a conexão com a internet, como o acesso à sinopses dos programas e notícias, por exemplo. E outro tipo com a interatividade plena, onde podemos realizar compras e votações, e esta necessita de uma conexão com a internet. Atualmente a maioria das aplicações disponíveis utilizam apenas recursos de interatividade local.<br />Os telespectadores devem atentar-se no momento da compra de televisões e set-top boxes para a indicação DTVi (TV digital interativa), o que garante que o equipamento está apto a receber a interatividade.<br /><br /></p>
<p><strong>9. O que já vem sendo feito fora do Brasil em termos de interatividade na TV digital? Cite exemplos do uso da publicidade neste novo contexto.</strong></p>
<p>Existem diversos exemplos de programas interativos de sucesso. Um deles é o Test the Nation, bastante popular na Inglaterra e Canadá. É um programa de perguntas e respostas onde os telespectadores respondem interagindo pela TV. Este é um estilo de programa onde a interatividade é algo natural e muito bem integrado com o conteúdo.</p>
<p>Também são populares os programas de vendas de produtos, como já estamos acostumados aqui no Brasil, porém com a possibilidade do telespectador obter mais informações sobre o que está sendo ofertado e finalizar a compra pela própria TV. O que favorece ainda mais a compra por impulso, muito comum nestes tipos de ofertas.</p>
<p>Especificamente sobre publicidade existe a venda direta de produtos e serviços durante a própria propaganda, a oferta mais informações sobre o produto apresentado, advergames (que são jogos com o objetivo de promover uma marca ou produto) e chegando a completa imersão do telespectador com a propaganda por meio de estratégias que unem todos estes pequenos recursos. Além disso a propaganda segmentada para nichos, como a utilizando o Targ.TV, já é bem popular nos EUA.</p>
<p>Um site muito interessante para conhecermos alguns exemplos do que está acontecendo lá fora é o www.broadbandbananas.com. Ele noticia a documenta diversas aplicações interativas em uso.</p>
<p> </p>]]></description>
			<author>maurilio.alberone@peta5.com.br (Maurilio Alberone)</author>
			<category>Artigos</category>
			<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 04:33:58 +0000</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Desenvolvimento dirigido por testes para TV digital utilizando Lua</title>
			<link>http://www.peta5.com.br/br/tutoriais/78-desenvolvimento-dirigido-por-testes-para-tv-digital-utilizando-lua</link>
			<guid>http://www.peta5.com.br/br/tutoriais/78-desenvolvimento-dirigido-por-testes-para-tv-digital-utilizando-lua</guid>
			<description><![CDATA[<p>O <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Test_Driven_Development" target="_blank">Desenvolvimento Dirigido por Testes</a> ou em inglês <em>Test Driven Development</em> (TDD) é uma técnica de desenvolvimento de software muito utilizada em projetos que adotam metodologias ágeis, como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Scrum" target="_blank">SCRUM</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Programa%C3%A7%C3%A3o_extrema" target="_blank">XP</a>, para gerenciamento.</p>
<p>Em TV digital o desenvolvimento também pode, e deve, ser ágil. Por isso decidi escrever este tutorial abordando uma solução para a realização de testes unitários em projetos de TV digital.</p>
<p>Neste tutorial apresentarei uma ferramente para a realização de testes unitários em código Lua e desenvolverei uma solução para possibilitar o uso da mesma ferramenta em projetos de TV digital.</p>
<p>Nosso ambiente de trabalho será composto pelo código a ser testado, os testes e uma ferramenta para execução dos testes e apresentação dos resultados. Vale mencionar que focarei em código Lua porque não encontrei, e acredito que ainda não foi lançada, uma ferramenta para a execução de testes em código NCL. Seria bem interessante utilizarmos  <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Behavior_Driven_Development" target="_blank">Desenvolvimento Dirigidos por Comportamento</a> ou em inglês <em>Behavior Driven Development</em> (BDD) para projetos em NCL.</p>
<p>Continue lendo esse tutorial no meu <a href="http://rafaelcarvalho.tv/2010/desenvolvimento-dirigido-por-testes-para-tv-digital-utilizando-lua-8" target="_blank">blog pessoal</a>.</p>]]></description>
			<author>rafael.carvalho@peta5.com.br (Rafael Carvalho)</author>
			<category>Tutoriais</category>
			<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 03:00:00 +0000</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Ministraremos palestra sobre TV digital na 6ª Semana de Eletrônica da UFRJ</title>
			<link>http://www.peta5.com.br/br/eventos/120-ministraremos-palestra-sobre-tv-digital-na-6o-semana-de-eletronica-da-ufrj</link>
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			<description><![CDATA[<p>Estaremos na 6ª Semana de Eletrônica da UFRJ ministrando a palestra intitulada "TV digital e as Oportunidades para a Indústria do Entretenimento".</p>
<p>De acordo com a <a href="http://www.gecom.poli.ufrj.br/se/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=12&amp;Itemid=9" target="_blank">programação do evento</a> iniciaremos às 15h30 desta próxima quarta-feira (01/09/2010).</p>
<p>Será uma oportunidade para estarmos juntos e conversarmos sobre temas interessantes. Se estiver por lá, venha falar conosco.</p>
<p>Para maiores detalhes, consulte a <a href="http://www.gecom.poli.ufrj.br/se/" target="_blank">página oficial do evento</a>.</p>]]></description>
			<author>rafael.carvalho@peta5.com.br (Rafael Carvalho)</author>
			<category>Eventos</category>
			<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 23:56:19 +0000</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Apresentaremos o Targ.TV no Salão da Inovação no Rio Info</title>
			<link>http://www.peta5.com.br/br/eventos/119-apresentaremos-o-targtv-no-salao-da-inovacao-no-rio-info</link>
			<guid>http://www.peta5.com.br/br/eventos/119-apresentaremos-o-targtv-no-salao-da-inovacao-no-rio-info</guid>
			<description><![CDATA[<p>Fomos selecionados para apresentarmos o Targ.TV no <a href="http://www.rioinfo.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=113&amp;tpl=view_INTERNAprogramacaorioinfo2010" title="Salão da Inovação - Rio Info 2010">Salão da inovação no Rio Info 2010</a>.</p>
<p>Será no dia 1º de setembro, em horário ainda a ser confirmado, no Hotel Windsor na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.</p>
<p>Quem estiver por lá, venha falar conosco.</p>]]></description>
			<author>maurilio.alberone@peta5.com.br (Maurilio Alberone)</author>
			<category>Eventos</category>
			<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 20:54:37 +0000</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Apresentação sobre Social TV no Congresso ABTA 2010</title>
			<link>http://www.peta5.com.br/br/eventos/118-apresentacao-sobre-social-tv-no-congresso-abta-2010</link>
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			<description><![CDATA[<p>Na última quinta-feira, 12 de agosto, realizei uma apresentação sobre Social TV no <a href="http://www.abta2010.com.br/page/congresso.asp" target="_blank" title="Congresso ABTA 2010">Congresso da ABTA 2010</a>. Participei da Sessão Temática sobre Relacionamento 2.0, juntamente com a Beatriz Melo, da Viacom, e com Marco Aurélio de Carvalho, da AM4.</p>
<p>Nesta apresentação tive a oportunidade de abordar os principais conceitos da convergência entre a TV e as mídias sociais, bem como realizar uma análise simplificada do que já vem acontecendo nos mercados norte-americano e europeu. E apresentei também protótipos de produtos que exploram estes conceitos que foram desenvolvidos aqui na Peta5.</p>
<p>Além disso, mostrei alguns dos maiores questionamentos dos mercados mais maduros, e que devemos considerar aqui para o desenvolvimento de tecnologias neste sentido.</p>
<p>Finalizei apresentando o Targ.TV, que utiliza-se de diversos conceitos de Social TV para a definição de perfis de telespectadores para a veiculação de propaganda direcionada aos mesmos.</p>
<p>Agradeço a todos os presentes. E quem tiver interesse pode baixar os <a href="http://www.peta5.com.br/br/downloads/file/17-apresentao-congresso-abta-2010" target="_blank" title="slides da apresentação no Congresso ABTA 2010">slides da apresentação no Congresso ABTA 2010</a>.</p>
<p> </p>
<p> </p>]]></description>
			<author>maurilio.alberone@peta5.com.br (Maurilio Alberone)</author>
			<category>Eventos</category>
			<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 01:55:57 +0000</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>TV interativa?! Assim não, obrigado!</title>
			<link>http://www.peta5.com.br/br/artigos/117-tv-interativa-assim-nao-obrigado</link>
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			<description><![CDATA[<p>Ontem participei de mais um dos grupos focais que estamos realizando junto com o <a href="http://www.panmedialab.org/">PanMediaLab</a> da <a href="http://www.espm.br/">ESPM</a>. E, como sempre, minha cabeça foi bombardeada por ideias e visões completamente diferentes da minha, além de também diferentes entre si.</p>
<p>Estamos investigando diversos pontos da relação dos telespectadores com a TV e como enxergam a interatividade. Além de temas específicos ao <a href="http://targ.tv/">Targ.TV</a> e à propaganda direcionada ao perfil do telespectador. Como nossa investigação não está concluída, não posso ainda fazer uma análise geral nem divulgar resultados. Porém um fato específico, que já questiono há muito tempo, tem sido tema de bastante debate.</p>
<p><strong> O que tem me chamado mais a atenção nesses encontros são os relatos de experiências ruins com os recursos interativos disponibilizados pelas TV's por assinatura. </strong></p>
<p>Conversando com público leigo e também lendo seus relatos em blogs e twitter vemos que boa parte da aversão à interatividade na TV está relacionada às experiências que eles já tiveram. Julgamos o mundo que conhecemos e consumimos. Enquanto não temos um grande número de telespectadores aptos a receberem o sinal aberto da TV digital interativa (e nem um número suficiente de aplicações sendo transmitidas pelas emissoras) a base para comparação de interatividade são as TV's por assinatura. E o que temos de interatividade nestes veículos que nos vendem isso como inovação? Portais de joguinhos, portais temáticos para eventos esportivos e alguns widgets de notícias, por exemplo.</p>
<p>Onde estão os recursos interativos que proporcionam uma maior imersão do telespectador com o conteúdo que ele está assistindo? Nas TV's por assinatura temos apenas uma TV com cara de web. A interatividade não "conversa" com o conteúdo audiovisual (com excessão da pobre sinopse), que é e continuará sendo o negócio das emissoras de TV. O pior de tudo é que atitudes como estas, de veiculação de recursos interativos sem conceito, propósito ou elaboração, formam a visão tanto dos telespectadores quanto de muitos profissionais de que isso é a TV interativa. Profissionais altamente criativos que desenvolvem campanhas publicitárias geniais para a web possuem grande dificuldade de assimilarem possibilidades com a TV, simplesmente por acreditarem que a interatividade na TV resume-se a um portal com algumas informações ou widgets sobre a programação.</p>
<p>Não vejo sentido em frases do tipo: "Tudo o que eu posso fazer na TV interativa já faço na web!" Creio absolutamente que não. Usar a TV como um terminal de acesso à web realmente nos faz não querermos essa tal de interatividade. Assim eu também não quero!</p>
<p><strong> O desafio é criarmos uma experiência nova para o telespectador ao assistir a TV digital. Os recursos interativos precisam fazer parte do conteúdo que está sendo veiculado para tornar esta opção rica e única.</strong></p>
<p>Mesmo que ainda tenhamos algumas limitações tecnológias e de mercado, não podemos manter nossa visão de que a interatividade da TV aberta será para desenvolvermos recursos similares aos atualmente disponíveis pelas TV's por assinatura aqui no Brasil. Tenham isso em mente. A limitação está na criatividade das pessoas. O resto a gente dá um jeito e propõe alternativas.</p>
<p><strong> Qual recurso interativo você gostaria de ver na TV? Pense no que acha impossível, é bem mais divertido.</strong></p>
<p>No próximo dia 17 de julho nós da <a href="http://www.peta5.com.br//">Peta5</a> participaremos de um talk show no <a href="http://interact.imasters.uol.com.br/2010/">iMasters InterACT</a> no Rio de Janeiro. Se você tem interesse por TV digital e todos os novos recursos que ela nos possibilita, <a href="http://interact.imasters.uol.com.br/2010/inscricao/">inscreva-se</a> e venha conversar conosco.</p>
<p> </p>]]></description>
			<author>maurilio.alberone@peta5.com.br (Maurilio Alberone)</author>
			<category>Artigos</category>
			<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 17:13:54 +0000</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Segmentação da publicidade e TV digital – questões iniciais</title>
			<link>http://www.peta5.com.br/br/artigos/114-segmentacao-da-publicidade-e-tv-digital-questoes-iniciais</link>
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			<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;">Com a configuração de um novo cenário das mídias, marcado pela ideia de “<a href="http://www.compos.org.br/data/biblioteca_294.pdf" target="_blank" title="Arranjos Midiáticos">arranjos midiáticos</a>” (termo cunhado pelo Prof. Dr. Vinícius Andrade), percebemos que cada vez menos a TV funcionará como a boa e velha TV simplesmente. Uma das tendências que estamos vendo se tornar realidade é a junção TV + Internet. Imagine poder assistir ao Big Brother ou ao Fla X Flu e <em>twittar</em> ao mesmo tempo, tudo pelo mesmo aparelho, sentado ou deitado confortavelmente no sofá, olhando para uma telona. Imagine poder receber apenas aquelas propagandas que realmente te interessam, divertem, emocionam. Pois é, essas, entre outras funções, já estão sendo desenvolvidas por algumas poucas empresas, dentre as quais se destaca a brasileira Peta5.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;">Mas, para além de pensarmos apenas sobre as vantagens para os consumidores que a entrada em cena dessas novas TVs digitais traz, vale também refletirmos sobre as mudanças que estão ocorrendo para outros agentes. Uma dessas mudanças, por exemplo, é o fato de que os pequenos anunciantes, que não contam com muito capital, terão a oportunidade de veicular suas mensagens a um preço acessível, uma vez que, com a segmentação da propaganda, diminui-se a cobertura (e também a dispersão) do público-alvo, seguindo a lógica da <a href="http://www.longtail.com" target="_blank" title="Cauda Longa">cauda longa</a> (termo de Chris Anderson). Assim, pode-se potencialmente atingir exatamente o <em>target</em> selecionado, o que é vantajoso tanto para anunciantes quanto para consumidores.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;">Muitas outras questões podem (e devem) ser levantadas quanto a esse novo cenário midiático, tais como: quais novas linguagens publicitárias emergirão nesse contexto e como os consumidores querem ser recortados / lidos, isto é, quais critérios devem ser usados para segmentar a audiência, entre tantas outras. São algumas dessas questões que pretendemos levantar e discutir nos próximos <em>posts</em>. Fiquem ligados!</p>]]></description>
			<author>beatriz.polivanov@yahoo.com.br (Beatriz Polivanov)</author>
			<category>Artigos</category>
			<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 03:00:00 +0000</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Peta5 e Pan Media Lab (ESPM) buscam novos formatos publicitários para a TV digital</title>
			<link>http://www.peta5.com.br/br/artigos/116-peta5-e-pan-media-lab-espm-buscam-novos-formatos-publicitarios-para-a-tv-digital</link>
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			<description><![CDATA[<p>Olá a todos! Meu nome é <strong>Beatriz Polivanov</strong>. Sou doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Federal Fluminense (UFF), mestre pelo mesmo programa em 2008 e graduada em Letras (Português-Inglês) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O que diabos estou fazendo aqui no blog da Peta5? Ah sim, sou também pesquisadora do <strong><a href="http://panmedialab.org/blog" target="_blank" title="Blog do Pan Media Lab">Pan Media Lab</a></strong>, laboratório da <strong>ESPM</strong> de pesquisas e análises em mídias, entretenimento, design e intervenções artísticas (daí o acrônimo p.an. m.e.d.i.a.), onde trabalho no projeto intitulado <strong>“A CAUDA LONGA DA PROPAGANDA NA TV DIGITAL: Análise dos efeitos da segmentação e customização das linguagens publicitárias televisivas”</strong>, coordenado pelo <strong>Prof. Dr. Vinícius Andrade</strong> e pela <strong>Prof.ª Msª Andrea Hecksher</strong>.</p>
<p>Talvez ainda não esteja muito claro o que tudo isso tem a ver com este blog, certo? Pois bem, o ponto é que o projeto supracitado ocorre em parceria com a Peta5. A empresa criou um produto incrível – o Targ.TV, que vocês já devem conhecer – que realmente chama a atenção pela capacidade de tornar possível, tangível e material uma série de ideias que antes pareciam futurísticas (se é que elas foram pensadas antes), tais como a integração TV + sites de redes sociais, a segmentação e customização de propagandas para a TV digital aberta brasileira e inúmeras maneiras de interagir com a TV. O Targ.TV é a materialização do novo cenário midiático que estamos vivendo agora, sobre o qual eu falarei um pouco mais no próximo post.</p>
<p>Assim, o que ocorre é que pensamos juntos sobre uma série de questões desse cenário (que serão o foco dos meus posts): a Peta5 entra mais com seu forte viés tecnológico, com as inovações das interfaces e das telecomunicações, e nós, Pan Media Lab, entramos com discussões teóricas e práticas sobre comunicação, consumo, publicidade. Essa parceria tem rendido excelentes frutos, até porque somos um grupo multidisciplinar com formação acadêmica e mercadológica muito variada, o que nos faz olhar e refletir sobre os mesmos objetos – a TV digital aberta, as mensagens publicitárias, etc. – sob ângulos de pesquisa totalmente diferentes e absolutamente convergentes, alcançando, portanto, uma compreensão holística dos fenômenos e produtos.</p>
<p>Meu intuito é escrever, com certa frequência, sobre essa pesquisa que estamos desenvolvendo juntos, discutindo as hipóteses e questões que estamos levantando e as conclusões as quais estamos chegando. Espero que gostem!</p>]]></description>
			<author>beatriz.polivanov@yahoo.com.br (Beatriz Polivanov)</author>
			<category>Artigos</category>
			<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 14:36:40 +0000</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>O que falta para a TV digital decolar no Brasil?</title>
			<link>http://www.peta5.com.br/br/artigos/115-o-que-falta-para-a-tv-digital-decolar-no-brasil</link>
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			<description><![CDATA[<p class="editor_citation">Artigo originalmente publicado no portal iMasters em 31 de maio de 2010. Acesse-o <a href="http://migre.me/MxSK" target="_blank" title="O que falta para a TV digital decolar no Brasil?">aqui</a>.</p>
<p>Estamos vivenciando um momento de enormes mudanças no mercado internacional em busca de novos modelos de negócios atrativos para a plataforma televisiva.</p>
<p>Sem dúvida grandes avanços diplomáticos estão sendo conquistados pelo governo brasileiro com a expansão de nosso padrão, evoluído a partir do japonês, por mais seis países latinoamericanos, além de estar em análise por diversas outras nações, inclusive 14 africanas. Enquanto isso, o mercado interno é criado de forma tímida com poucos modelos de televisores (e set-top boxes) com Ginga e  algumas transmissões interativas sendo testadas pelas emissoras.</p>
<p>Nesse mesmo cenário, assistimos, nos últimos dias, ao <a href="http://imasters.uol.com.br/noticia/16954/tecnologia/google_tv_e_anunciado/">anúncio do GoogleTV</a>. Plataforma aparentemente não muito mais refinada tecnologicamente do que já temos hoje com AppleTV, Boxee e diversos outros. Mas então o que a torna tão interessante? O modelo de negócios proposto, sem dúvida! Algo que não é novidade pra ninguém que acompanha os mercados web e mobile nos últimos anos. O Google simplesmente nos apresenta algo óbvio! Uma plataforma aberta, utilizando uma tecnologia em plena expansão (Android), com  aplicativos desenvolvidos de forma simples por qualquer um com conhecimento técnico (<em>crowdsourcing</em>) e remuneração pela venda de aplicativos e/ou publicidade relevante, algo que já fazem muito bem na web. Olhando dessa forma, nos parece algo simples, óbvio e com muito potencial de sucesso. Ainda mais se conseguirem expandir rapidamente a comercialização de set-top boxes de baixo custo.</p>
<p>Assim reforço a pergunta: <strong>E o que falta para o padrão brasileiro de TV digital aberta e sua interatividade com o Ginga conquistar o mercado?</strong></p>
<p>Será que falta divulgação para a população, redução dos custos dos set-top boxes, investimentos em transmissão e tudo mais que é sempre discursado? Digo que também são ações extremamente importantes, mas o que ainda não temos é um modelo de negócio vantajoso para todos os envolvidos. O discurso que ignora esse ponto é cego quanto à sustentabilidade de uma tecnologia. Enquanto apenas as emissoras, os grandes fabricantes de televisores (e set-top boxes) e alguns outros poucos setores e empresas segurarem a expansão da interatividade, acreditando que dominarão o mercado com seus modelos restritivos arquitetados em velocidade de tartaruga, seremos atropelados pelos coelhos tecnológicos vindos de fora com propostas claras e simples.</p>
<p>O mais interessante é que vemos diariamente muitos  "especialistas" questionarem a tecnologia brasileira, atribuindo a ela o atraso da interatividade na TV digital. Certamente isso não é falado por quem já desenvolveu algo para qualquer plataforma de TV. Mas, infelizmente, uma disputa puramente técnica não vai fazer nosso modelo decolar. Com isso, respondo o questionamento do título deste artigo: o que nos falta é um bom modelo de negócios!</p>
<p>E ainda mantendo a linha reflexiva: <strong>você, desenvolvedor independente de software, enxerga alguma forma de ter sua aplicação sendo executada em larga escala em uma TV?</strong></p>]]></description>
			<author>maurilio.alberone@peta5.com.br (Maurilio Alberone)</author>
			<category>Artigos</category>
			<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 21:28:34 +0000</pubDate>
		</item>
	</channel>
</rss>
