<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2enclosuresfull.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0"><channel><title>BLOG DA CAJ</title><link>http://cajgo.blogspot.com/</link><description>http://cajgo.blogspot.com/</description><language>en</language><managingEditor>noreply@blogger.com (Lívia Costa)</managingEditor><lastBuildDate>Mon, 26 Dec 2011 21:21:03 PST</lastBuildDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">333</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">25</openSearch:itemsPerPage><feedburner:info uri="blogdacaj"/><feedburner:info uri="blogdacaj"/><feedburner:info uri="blogdacaj"/><feedburner:info uri="blogdacaj"/><feedburner:info uri="blogdacaj"/><feedburner:info uri="blogdacaj"/><feedburner:info uri="blogdacaj"/><feedburner:info uri="blogdacaj"/><feedburner:info uri="blogdacaj"/><feedburner:info uri="blogdacaj"/><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" href="http://feeds.feedburner.com/BlogDaCaj" rel="self" type="application/rss+xml"/><feedburner:info uri="blogdacaj"/><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" rel="hub"/><item><title>FELIZ NATAL E PROSPERO ANO NOVO</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/Me6LvKEcXDM/feliz-natal-e-prospero-ano-novo.html</link><author>noreply@blogger.com (OAB-GO - CAJ)</author><pubDate>Thu, 22 Dec 2011 14:42:28 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8818541738516005000.post-3415380880724854264</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://3.gvt0.com/vi/zv1l1aiTUIM/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zv1l1aiTUIM&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/zv1l1aiTUIM&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OAB JOVEM DE GOIÁS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8818541738516005000-3415380880724854264?l=cajgo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/ys8TOxAYFDk" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/8SItTaTxQ-0" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/2emvhQNatgE" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/Me6LvKEcXDM" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-22T20:42:28.286-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><media:content fileSize="1132" type="application/x-shockwave-flash" url="http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~5/b5men9t1-2g/zv1l1aiTUIM&amp;fs=1&amp;source=uds"/><feedburner:origLink>http://cajgo.blogspot.com/2011/12/feliz-natal-e-prospero-ano-novo.html</feedburner:origLink><enclosure length="1132" type="application/x-shockwave-flash" url="http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~5/b5men9t1-2g/zv1l1aiTUIM&amp;fs=1&amp;source=uds"/><feedburner:origEnclosureLink>http://www.youtube.com/v/zv1l1aiTUIM&amp;fs=1&amp;source=uds</feedburner:origEnclosureLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/ys8TOxAYFDk/feliz-natal-e-prospero-ano-novo.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/8SItTaTxQ-0/feliz-natal-e-prospero-ano-novo.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/2emvhQNatgE/feliz-natal-e-prospero-ano-novo.html</feedburner:origLink></item><item><title>Infeliz ano velho ao Judiciário, por Miguel Cançado</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/49OE4coX8dM/infeliz-ano-velho-ao-judiciario-por.html</link><author>noreply@blogger.com (OAB-GO - CAJ)</author><pubDate>Thu, 22 Dec 2011 05:59:14 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8818541738516005000.post-519135899247224727</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;                           &lt;div class="box-share-noticia"&gt;                             &lt;/div&gt;&lt;div class="boxArtigo"&gt;               &lt;div id="texto"&gt;&lt;div class="containerfotoright" style="width: 150px;"&gt; &lt;div class="fotoright" style="width: 150px;"&gt;&lt;a href="http://www.oabgo.org.br/arquivos/img1324557355429_g.jpg" rel="lytebox[galeriaprinc]"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;  &lt;div class="fotolegenda" style="width: 150px;"&gt;Miguel Cançado&lt;/div&gt;&lt;div class="fotolegenda" style="width: 150px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;O  artigo “Infeliz ano velho ao Judiciário”, de autoria do  diretor-tesoureiro do Conselho Federal da OAB, Miguel Cançado, foi  publicado na edição desta quinta-feira (22) do jornal O Popular.  Confira:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A chegada do final do ano, na tradição de  contagem e registro dos fatos e episódios da vida conforme sua  cronologia, nos induz sempre à reflexão e a um balanço do que fizemos no  período que se encerra. Em Goiás, vejo hoje a necessidade de fazer  breve balanço do funcionamento de um dos Poderes, exatamente aquele a  que os princípios republicanos conferem o papel moderador e a  superlativa missão de dar proteção concreta ao cidadão nos seus direitos  e garantias constitucionais, o Poder Judiciário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o  Judiciário goiano, o ano que em breve se encerra começou sob uma  discussão tensa com o Poder Executivo acerca da divisão dos recursos do  Fundesp. Felizmente a questão acabou sendo resolvida numa negociação  entre os chefes dos Poderes, mas, ainda assim, pelo tom com que a coisa  foi conduzida, restou na sociedade certa dose de insatisfação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo  em seguida àquele embate, veio a implantação do novo horário de  funcionamento, com a concentração dos serviços e atendimento a advogados  e partes em um único turno. Um absurdo, que tem trazido inegáveis  prejuízos para os jurisdicionados, ainda que a direção do Judiciário  teime em tentar demonstrar o contrário. Aliás, mesmo essa tentativa é  das mais tímidas.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Para quem se disponha a percorrer os ambientes  forenses e ouvir a pessoas, ou ainda, que se encoraje a simplesmente ver  a realidade como ela é, a compreensão é óbvia: não faz sentido que, em  horário de expediente útil nas atividades em geral, as portas do Poder  estejam cerradas. Mais um ponto negativo aos olhos do cidadão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre  setembro e novembro, fomos forçados, advogados e partes interessadas, a  conviver com uma greve dos serventuários da Justiça, agravando a  situação de funcionamento, que já não vinha bem, e, de novo, quem paga a  conta viu a solução dos seus processos ser adiada e, nesse contexto,  tome desgaste, e cresce o saldo devedor de credibilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já se  encerrando 2011 vemos mais um ato contrário aos interesses da sociedade,  com a resistência em cumprir a decisão do Conselho Nacional de Justiça  sobre a questão do horário de funcionamento, agora sob a proteção do  Supremo Tribunal Federal que, com a liminar recém-concedida, contribui  para a preservação dessa excrescência de turno único e, por isso, causa  ainda mais descrédito ao Poder Judiciário perante os jurisdicionados. A  impressão que fica é que, para o próprio Poder Judiciário, pouco importa  que ele pouco funcione, apesar da taxa de congestionamento elevadíssima  e do alto custo que se paga para ter acesso a ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como um dos  personagens essenciais da relação sociedade-Estado que se estabelece  através da entrega da jurisdição, ou seja, como advogado e como  dirigente nacional da OAB, desconforta-me chegar ao final de 2011 sendo  forçado a dizer: infeliz ano velho no Poder Judiciário de Goiás.&lt;/div&gt;&lt;div id="texto"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="boxNota"&gt;     É permitida a reprodução deste conteúdo desde que citada a fonte.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="boxNota"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="boxNota"&gt;&lt;a href="http://www.oabgo.org.br/arquivos/img1324557355429_g.jpg" rel="lytebox[galeriaprinc]"&gt;&lt;img alt="Miguel Cançado" border="0" class="null" src="http://www.oabgo.org.br/arquivos/img1324557355429.jpg" title="Miguel Cançado" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OAB JOVEM DE GOIÁS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8818541738516005000-519135899247224727?l=cajgo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/BAL9gTgIpDE" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/JJrOT_76Gts" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/hGedUuGDmno" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/49OE4coX8dM" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-22T11:59:14.635-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://cajgo.blogspot.com/2011/12/infeliz-ano-velho-ao-judiciario-por.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/BAL9gTgIpDE/infeliz-ano-velho-ao-judiciario-por.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/JJrOT_76Gts/infeliz-ano-velho-ao-judiciario-por.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/hGedUuGDmno/infeliz-ano-velho-ao-judiciario-por.html</feedburner:origLink></item><item><title>FOTOS RÉVEILLON DA CAJ 15.12.2011</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/_cNZ0uQmGNU/blog-post.html</link><author>noreply@blogger.com (OAB-GO - CAJ)</author><pubDate>Sun, 18 Dec 2011 18:16:43 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8818541738516005000.post-3396909471719057958</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;Mais no Face Book &lt;br /&gt;
https://www.facebook.com/CajGoias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-fiAOW7NhNNE/TuwiwO-DmVI/AAAAAAAAAu8/sDkbyvyBcLM/s1600/K1024_IMG_6357.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="149" src="http://4.bp.blogspot.com/-fiAOW7NhNNE/TuwiwO-DmVI/AAAAAAAAAu8/sDkbyvyBcLM/s320/K1024_IMG_6357.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-JhKgnXjaQ8k/Tuwix5SzqoI/AAAAAAAAAvE/Mnzsp2x5um4/s1600/t5.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-JhKgnXjaQ8k/Tuwix5SzqoI/AAAAAAAAAvE/Mnzsp2x5um4/s320/t5.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-bgwzOW39vzQ/Tuwi3D-iyRI/AAAAAAAAAvU/eLc55-3k0Sg/s1600/t7.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-bgwzOW39vzQ/Tuwi3D-iyRI/AAAAAAAAAvU/eLc55-3k0Sg/s320/t7.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-9mx8PALZjIc/Tuwi1i7JlJI/AAAAAAAAAvM/UXERgfKeZu8/s1600/t6.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-9mx8PALZjIc/Tuwi1i7JlJI/AAAAAAAAAvM/UXERgfKeZu8/s320/t6.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-_SaXj-DQ8Kk/Tuwi6tIGqEI/AAAAAAAAAvc/frG6tXBAxCc/s1600/t8.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-_SaXj-DQ8Kk/Tuwi6tIGqEI/AAAAAAAAAvc/frG6tXBAxCc/s320/t8.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-WhGCbPz-lTs/Tuwi75qIlkI/AAAAAAAAAvk/5HxcSc6YVc4/s1600/t15.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-WhGCbPz-lTs/Tuwi75qIlkI/AAAAAAAAAvk/5HxcSc6YVc4/s320/t15.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-fXmpserE1XQ/Tuwi9VcoY-I/AAAAAAAAAvs/2q7--X-6EyM/s1600/5.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="180" src="http://2.bp.blogspot.com/-fXmpserE1XQ/Tuwi9VcoY-I/AAAAAAAAAvs/2q7--X-6EyM/s320/5.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-o_nPj5W7WHA/TuwjBSfgoJI/AAAAAAAAAv0/sWwc0PYS70E/s1600/7.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="180" src="http://1.bp.blogspot.com/-o_nPj5W7WHA/TuwjBSfgoJI/AAAAAAAAAv0/sWwc0PYS70E/s320/7.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-tWVM7qpmlFU/TuwjGXY3NTI/AAAAAAAAAv8/oxFeYih8Lz8/s1600/8.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="180" src="http://2.bp.blogspot.com/-tWVM7qpmlFU/TuwjGXY3NTI/AAAAAAAAAv8/oxFeYih8Lz8/s320/8.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="goog_1390955533"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="goog_1390955534"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OAB JOVEM DE GOIÁS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8818541738516005000-3396909471719057958?l=cajgo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/jMGRRAmopGk" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/wFu7x0M-ddE" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/P1D6c5Q4eS8" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/_cNZ0uQmGNU" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-19T00:16:43.304-02:00</app:edited><media:thumbnail height="72" url="http://4.bp.blogspot.com/-fiAOW7NhNNE/TuwiwO-DmVI/AAAAAAAAAu8/sDkbyvyBcLM/s72-c/K1024_IMG_6357.JPG" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://cajgo.blogspot.com/2011/12/blog-post.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/jMGRRAmopGk/blog-post.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/wFu7x0M-ddE/blog-post.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/P1D6c5Q4eS8/blog-post.html</feedburner:origLink></item><item><title>OAB contestará certificação eletrônica como meio exclusivo para peticionar</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/WaD64vIUKLM/oab-contestara-certificacao-eletronica.html</link><author>noreply@blogger.com (OAB-GO - CAJ)</author><pubDate>Wed, 14 Dec 2011 20:48:20 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8818541738516005000.post-2142313428044186278</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="newContent"&gt;             &lt;h2 class="newTitle"&gt;                 &lt;/h2&gt;&lt;div class="clear"&gt;             &lt;/div&gt;O Colégio de Presidentes de  Seccionais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) decidiu que irá  ingressar com medida judicial contra a decisão tomada recentemente pelo  presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal  Federal, ministro Cezar Peluso, de vetar o uso do mecanismo de login e  senha para o ajuizamento de petições por parte dos advogados  brasileiros, no novo formato de peticionamento eletrônico.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="newContent"&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="newContent"&gt;A medida  judicial cabível será estudada pela Comissão de Estudos Constitucionais  da OAB. A decisão foi tomada hoje (13) durante a reunião do Colégio de  Presidentes de Seccionais da OAB, realizada no Salão Nobre da entidade,  em Brasília, quando se debateram os vários problemas enfrentados nos  Estados envolvendo o processo de virtualização dos processos judiciais.&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
Outra  medida tomada foi a criação de um grupo de trabalho que irá elaborar  propostas de alteração à Lei 11.419/06, que trata do processo  eletrônico, para apresentação ao CNJ em março próximo. Ficou definido  que a próxima reunião desse grupo de trabalho será realizada em 15 de  fevereiro na sede da OAB. Entre essas propostas, o presidente nacional  da OAB, Ophir Cavalcante, afirmou que deverá constar o pleito da  advocacia de que o uso da certificação digital não seja o único exigido  para o peticionamento, pelo menos neste momento, em que há processos  informatizados diversos no Judiciário e problemas evidentes de adaptação  da advocacia a esses sistemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo o relator da matéria  na reunião do Colégio, o presidente da Comissão de Informática e  Estatística da OAB, conselheiro federal José Guilherme Zagallo, os  problemas advém exatamente do fato de cada Tribunal utilizar um sistema  informatizado diferente dos demais, o que faz com que cada Seccional  tenha que buscar uma solução específica para atender às demandas dos  advogados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na reunião, o Colégio ainda aprovou a criação de  uma cartilha informativa sobre o peticionamento eletrônico, a ser  desenvolvida pela Comissão de Informática, conforme proposta apresentada  pelo presidente da OAB do Maranhão, Mário Macieira. Além dos dirigentes  das 27 Seccionais, estavam presentes o coordenador do Colégio e  presidente da OAB de Alagoas, Omar Coêlho de Mello, e toda a diretoria  do Conselho Federal da entidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: OAB FEDERAL&lt;br /&gt;
http://www.oab.org.br/Noticia/23251 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="newsDateGroup"&gt;                 &lt;label for="ter_a-feira__13_de_dezembro_de_2011__s_13h56"&gt;terça-feira, 13 de dezembro de 2011 às 13h56&lt;/label&gt;                              &lt;/div&gt;Brasília, 13/12/2011 -&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OAB JOVEM DE GOIÁS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8818541738516005000-2142313428044186278?l=cajgo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/gcU_KihJw2g" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/euvmqpF8480" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/p0fu_vygAdw" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/WaD64vIUKLM" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-15T02:48:20.259-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://cajgo.blogspot.com/2011/12/oab-contestara-certificacao-eletronica.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/gcU_KihJw2g/oab-contestara-certificacao-eletronica.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/euvmqpF8480/oab-contestara-certificacao-eletronica.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/p0fu_vygAdw/oab-contestara-certificacao-eletronica.html</feedburner:origLink></item><item><title>A inconstitucionalidade da Lei Municipal de Goiânia nº 8334/05.</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/qhA1HgA0Njw/inconstitucionalidade-da-lei-municipal.html</link><category>OAB JOVEM DE GOIÁS</category><category>CAJ OAB GO</category><category>Goiânia - Goiás</category><author>noreply@blogger.com (OAB-GO - CAJ)</author><pubDate>Wed, 14 Dec 2011 20:35:47 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8818541738516005000.post-7934128693048584455</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Lei que regulamenta a cobrança compulsória de 10% em bares e outros no Município de Goiânia&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;&lt;a href="http://jus.com.br/revista/texto/18355"&gt;http://jus.com.br/revista/texto/18355&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Publicado em &lt;abbr class="publicacao" title="2011-01-26 17:33:00 -0200"&gt;01/2011&lt;/abbr&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;&lt;a href="http://jus.com.br/revista/autor/nayron-divino-toledo-malheiros" title="Acesse o perfil desse autor"&gt;Nayron Divino Toledo Malheiros&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;1.Introdução&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Foi requerido parecer técnico sobre a possível constitucionalidade ou não da lei municipal 8335/05 de Goiânia que disciplina autorização da cobrança de 10% (dez por cento) sobre as despesas efetuadas nos bares, restaurantes e similares a título de gratificação aos garçons cujo inteiro teor transcrevo abaixo:&lt;br /&gt;
A Câmara Municipal de Goiânia Aprova e Promulga a seguinte Lei:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Art. 1° - Ficam hotéis, motéis, bares, restaurantes e estabelecimentos afins, mediante celebração de Acordo Coletivo de Trabalho com sindicato obreiro, autorizados a cobrarem um percentual, a título de taxa de serviço, correspondente ao montante de 10% (dez por cento) sobre as consumações contas ou faturas das despesas efetuadas pelos clientes.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;§ 1º - O valor decorrente de taxa de serviço cobrado nos termos do "caput", deverá ser distribuído aos empregados da empresa, seguindo os critérios de rateio assim firmados em Acordo de Convenção Coletivos de Trabalho com o sindicato obreiro.&lt;br /&gt;
§ 2° - As empresas que acrescem às notas de seus consumidores a taxa de serviço, poderão reter no máximo 30% (trinta por cento) do faturamento correspondente à mesma para cobrir os encargos sociais e previdenciários, devendo os 70% (setenta por Cento) serem repassados aos empregados mensalmente.&lt;br /&gt;
Art. 2°- Constará obrigatoriamente nos menus, cardápios, notas e faturas, em local visível, a seguinte redação: "Cobramos a Taxa de Serviço."&lt;br /&gt;
Art. 3° - O estabelecimento que violar quaisquer dos dispositivos desta lei ficará sujeito a multa de 2.000 (dois mil UFIRS), a ser revertida 50% (cinqüenta por cento) em favor da Fazenda Municipal e 50% (cinquenta por cento) em favor do Fundo Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor, mediante realização de convênio.&lt;br /&gt;
Art. 4° - Essa Lei entra em vigor na data de sua publicação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Para que seja feita tal análise será necessária uma digressão sobre a competência legislativa municipal definida nas Constituição Federal e Estadual de Goiás o que será feito a seguir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;hr align="center" size="2" width="100%" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;2.A Constituição Federal de 1988 e a repartição das competências legislativas&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;A CF 88 enunciou de forma bastante clara quais são as competências legislativas da União, Estados, Municípios e do Distrito Federal, repartição esta que pode ser resumida da seguinte maneira:&lt;br /&gt;
a)Competência privativa da União (CF, art. 22)&lt;br /&gt;
b)Possibilidade de delegação de competência da União para os Estados (CF, art. 22, parágrafo único)&lt;br /&gt;
c)Competência concorrente União/Estado/Distrito Federal (CF. art. 24)&lt;br /&gt;
d)Competência remanescente (reservada) do Estado. (CF, art.25, §1º)&lt;br /&gt;
e)Competência exclusiva do município (CF, art. 30, I)&lt;br /&gt;
f)Competência suplementar do município (CF, art. 30, II)&lt;br /&gt;
g)Competência reservada do Distrito Federal (CF, art. 32, §1º)&lt;br /&gt;
Para a análise do caso concreto, as competências que serão estudadas neste parecer são as exclusivas e suplementares do município, e ao fim se verificará a regularidade da lei questionada com a previsão constitucional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;hr align="center" size="2" width="100%" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;3.Competência exclusiva e suplementar do município&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Conforme já tratado anteriormente a competência legislativa municipal está definida no art. 30, I e II da Constituição Federal, a qual transcrevo abaixo:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Art. 30. Compete aos Municípios:&lt;br /&gt;
I - legislar sobre assuntos de interesse local;&lt;br /&gt;
II - suplementar a legislação federal e a estadual no que couber;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;E também do art. 64 da Constituição Estadual de Goiás, que repetiu o texto trazido pela Constituição Federal:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Art. 64. Compete aos Municípios:&lt;br /&gt;
I - legislar sobre assuntos de interesse local;&lt;br /&gt;
II - suplementar a legislação federal e a estadual, no que couber;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Da leitura do artigo verifica-se que a expressão chave da legislação municipal é o "interesse local", nas palavras do ilustre professor Alexandre de Moraes, esta expressão é o catalisador dos assuntos de natureza legislativa municipal, &lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;in verbis:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
A atividade legislativa municipal submete-se aos princípios da Constituição Federal com estrita obediência à lei orgânica dos municípios, à qual cabe o importante papel de definir as matérias de competência legislativa da Câmara, uma vez que a Constituição Federal não a exaure, pois usa a expressão interesse local como catalisador dos assuntos de competência municipal. &lt;sup&gt;[01]&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;
Deve-se ser levado em conta ainda que até mesmo a legislação suplementar que trata o inciso II deve ser balizada pelo interesse local, não devendo assim ser interpretada como um artigo liberatório para o município legislar sobre qualquer tema que julgue necessária.&lt;br /&gt;
Nas palavras do Doutrinador Pedro Lenza, este artigo define que compete ao município legislar nas lacunas da legislação federal e estadual , mas "basilando-se" dentro do interesse local. &lt;sup&gt;[02]&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;
1.Do conceito da expressão "Interesse Local"&lt;br /&gt;
Tal expressão apareceu pela primeira vez no ordenamento jurídico constitucional brasileiro com a CF 88, sendo considerada assim pela corrente majoritária da doutrina como um requisito redutor das competências do município, vejamos:&lt;br /&gt;
a terminologia interesse local implica redução da competência municipal pois, na medida em que determinada questão interessar ao Estado-Membro, a regulação da mesma passa a pertencer-lhe. Isto porque, nesse caso, acredita-se que o campo do peculiar interesse é o que significa preponderância e não exclusividade. Em sentido diametralmente oposto, há quem sustente uma ampliação do âmbito de competência dos Municípios e que agora os mesmos não necessitam demonstrar que dada matéria é de seu peculiar interesse, este mais restrito que interesse local. &lt;sup&gt;[03]&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;
Seu conceito também foi tratado pela doutrina donde tiramos os ensinamentos de Celso Ribeiro Bastos por sua vez, assim define interesse local:&lt;br /&gt;
Os interesses locais dos Municípios são os que entendem imediatamente com as suas necessidades imediatas e, indiretamente, em maior ou menor repercussão, com as necessidades gerais. &lt;sup&gt;[04]&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;
Diante disso quando existirem dúvidas sobre o interesse local, deve-se analisar o caso pela ótica do Princípio da Preponderância do Interesse, como forma de se definir tal competência, evitando assim que haja extrapolação dos limites do poder de legislar por parte do município.&lt;br /&gt;
2.Da análise da lei municipal 8334/05 e sobre a ótica constitucional.&lt;br /&gt;
Da simples leitura do texto da lei 8334/05aprovada pela Câmara Municipal de Goiânia, verificamos que a mesma trata sobre a autorização de cobrança de taxa de 10% sobre os serviços prestados no rol de estabelecimentos comerciais ali definidos, e que tais valores deverão ser distribuídos aos empregados, seguindo critérios de rateio firmados em acordos de Convenção Coletivas de Trabalho com o Sindicato obreiro das referidas classes.&lt;br /&gt;
Não restam dúvidas que tal matéria ali disciplinada trata única e exclusivamente sobre a remuneração dos trabalhadores daqueles estabelecimentos ali elencados, ou seja, matéria única e exclusivamente de cunho trabalhista e previdenciário, que não resguarda nenhuma identidade lógica com o interesse local e específico do município de Goiânia.&lt;br /&gt;
Além da clara ausência de interesse local, o que por si só já macula esta lei de inconstitucionalidade latente, a mesma ofende também a Constituição Federal no sentido de que trata de direito do trabalho, matéria esta de competência privativa da União conforme artigo 22 de nossa Carta Magna:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre:&lt;br /&gt;
I - direito civil, comercial, penal, processual, eleitoral, agrário, marítimo, aeronáutico, espacial e do &lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;trabalho&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;. &lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;(grifei)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Diante disso não pairam dúvidas que o poder legislativo municipal usurpou da competência da União em legislar sobre o tema que não possui nenhum interesse local demonstrado e que é especificadamente de direito trabalhista.&lt;br /&gt;
Conforme informações do MPGO, na exposição de motivos do projeto que originou esta lei, seu autor Vereador Djalma Araújo, remete seu objetivo a proteção do trabalhador, aludindo ao dispositivo do art. 457 da Consolidação das Leis do Trabalho.&lt;br /&gt;
Neste sentido já se manifestou o próprio STF sobre a impossibilidade de tal usurpação de competência legislativa:&lt;br /&gt;
A competência constitucional dos Municípios de legislar sobre&amp;nbsp;i&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;nteresse&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; l&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;ocal&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; não tem o alcance de estabelecer normas que a própria Constituição, na repartição das competências, atribui à União ou aos Estados. O legislador constituinte, em matéria de legislação sobre seguros, sequer conferiu competência comum ou concorrente aos Estados ou aos Municípios." (&lt;a href="http://www.stf.jus.br/jurisprudencia/it/frame.asp?classe=re&amp;amp;processo=313060&amp;amp;origem=it&amp;amp;cod_classe=437/t_blank"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;RE 313.060&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, Rel. Min. Ellen Gracie, julgamento em 29-11-2005,&amp;nbsp;Segunda Turma,&amp;nbsp;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;DJ&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;de 24-2-2006.)&lt;br /&gt;
E em caso semelhante o TJRJ definiu que lei estadual sobre o tema estava usurpando de competência privativa da União legislar sobre matéria de direito do trabalho ao estabelecer gorjeta compulsória, vejamos julgado:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;REPRESENTAÇÃO POR INCONSTITUCIONALIDADE LEI ESTADUAL N. 4159/2003 BAR E RESTAURANTE GORJETA COMPULSÓRIA PRIVILÉGIO PROCEDÊNCIA DO PEDIDO Representação por inconstitucionalidade. Precedente pretoriano no sentido de que 'A Corte deve considerá-la por todos os aspectos em face da Constituição e não, apenas, diante daqueles localizados pelo autor' (Ação Direta de Inconstitucionalidade n. 1434 SP, Medida Cautelar, RTJ 164/506). Pleito analisado em consideração 'à adequação da norma impugnada à Constituição Estadual. Vulneração dos artigos 72, 98 e 99 da Constituição do Estadual por dispor sobre Direito do Trabalho. Procedência (Representação de inconstitucionalidade 130/2003 – TJRJ – Relator Des. Jorge Uchoa)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;hr align="center" size="2" width="100%" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;CONCLUSÃO&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Com base em tudo que foi exposto anteriormente, fica reafirmado que a lei municipal 8334/05 de Goiânia é inconstitucional, haja vista que a matéria ali disciplinada não tem nenhuma relevância de "interesse local", ofendendo ainda o art. 22 da CF por disciplinar matéria de direito do trabalho que é de competência exclusiva da União.&lt;br /&gt;
Posto isso é necessário que tal norma seja extirpada do ordenamento jurídico municipal imediatamente evitando-se assim a continuidade desta cobrança que é totalmente inconstitucional.&lt;br /&gt;
Este é o parecer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;hr align="center" size="2" width="100%" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Notas&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;ol start="1" type="1"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="mso-list: l1 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;MORAES,      Alexandre de. Direito Constitucional. Ed. Atlas. 2004, p.303&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class="MsoNormal" style="mso-list: l1 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;LENZA,      Pedro. Direito Constitucional Esquematizado. São Paulo. Saraiva. 2010,      p.368&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class="MsoNormal" style="mso-list: l1 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;SILVEIRA,      Patrícia Azevedo da. Competência Ambiental. Curitiba: Juruá, 2003. p. 73&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class="MsoNormal" style="mso-list: l1 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;BASTOS,      Celso Ribeiro. Curso de Direito Constitucional. p. 311.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;&lt;h3&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Autor&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h4 style="margin-left: 36.0pt; mso-list: l0 level1 lfo2; tab-stops: list 36.0pt; text-indent: -18.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; font-size: 10pt; font-weight: normal;"&gt;·&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;a href="http://jus.com.br/revista/autor/nayron-divino-toledo-malheiros"&gt;Nayron Divino Toledo Malheiros&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/h4&gt;&lt;address style="margin-left: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Advogado, assessor jurídico do TJGO, Membro da BrasilCon, Ex-diretor jurídico do Procon Goiânia,Ex-secretário Geral da Comissão de direitos do consumidor da OABGO, Pós graduado em direito tributário pela Uniderp&lt;/span&gt;&lt;/address&gt;&lt;address style="margin-left: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;&lt;a href="http://www.nayron.blogspot.com/"&gt;http://www.nayron.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/address&gt;&lt;h3&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Informações sobre o texto&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h4&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Como citar este texto: NBR 6023:2002 ABNT&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;MALHEIROS, Nayron Divino Toledo. &lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;A inconstitucionalidade da Lei Municipal de Goiânia nº 8334/05. Lei que regulamenta a cobrança compulsória de 10% em bares e outros no Município de Goiânia.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; Jus Navigandi, Teresina, ano 16, n. 2765, 26 jan. 2011. Disponível em: &lt;span class="url"&gt;&amp;lt;&lt;a href="http://jus.com.br/revista/texto/18355/a-inconstitucionalidade-da-lei-municipal-de-goiania-no-8334-05"&gt;http://jus.com.br/revista/texto/18355&lt;/a&gt;&amp;gt;&lt;/span&gt;. Acesso em: &lt;span class="timeaccess"&gt;14 dez. 2011&lt;/span&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OAB JOVEM DE GOIÁS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8818541738516005000-7934128693048584455?l=cajgo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/bSPEtP-_Zqw" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/JliNIEA1Z5g" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/4hj2_IHCXKw" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/qhA1HgA0Njw" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-15T02:35:47.821-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://cajgo.blogspot.com/2011/12/inconstitucionalidade-da-lei-municipal.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/bSPEtP-_Zqw/inconstitucionalidade-da-lei-municipal.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/JliNIEA1Z5g/inconstitucionalidade-da-lei-municipal.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/4hj2_IHCXKw/inconstitucionalidade-da-lei-municipal.html</feedburner:origLink></item><item><title>DO SIGILO BANCÁRIO, SUA GUARIDA CONSTITUCIONAL E A QUESTÃO NO STF</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/Fo5i8rUPqW4/do-sigilo-bancario-sua-guarida.html</link><category>OAB JOVEM DE GOIÁS</category><category>CAJ OAB GO</category><category>Goiânia - Goiás</category><author>noreply@blogger.com (OAB-GO - CAJ)</author><pubDate>Wed, 14 Dec 2011 20:36:53 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8818541738516005000.post-5868382056326264601</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Resumo:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este breve estudo sobre sigilo bancário tem por objetivo, traçar breves linhas acerca do histórico desse instituto, abordar sua feição de direito fundamental nos termos da Constituição Federal, e discorrer sobre como o assunto teve tratamento no Mandado de Segurança Nº 21.729/DF, em razão da diversidade de teses proferida naquele julgamento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Palavras-chave: Quebra do Sigilo bancário. Sigilo de dados. Constituição Federal. Direito Fundamental. Mandando de Segurança. STF.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na vida moderna, é cada vez mais crescente a utilização dos serviços bancários, seja no pagamento de contas, transferências de valores, ou, outros serviços, que podem ser acessados, inclusive, via internet.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O conceito de Sigilo, segundo Acquaviva, deriva do latim sigillum que significa marca, selo.¹&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O sigilo bancário, portanto, por razões de direito, de cunho inclusive constitucional, é um selo que deve ser mantido, respeitado. É uma obrigação que os bancos têm em não fazer, não desvendar, salvo justa causa, aquilo que está sendo coberto por ele.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Corroborando a idéia apresentada acerca do significado e etimologia da palavra sigilo, De Plácido e Silva assevera que:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“...do latim sigillum (marca pequena, sinalzinho, selo) é empregado na mesma significação de segredo. No entanto, imperando nele a idéia de algo que está sob selo, sinete, o sigilo traduz, com maior rigor, o segredo que não pode nem deve ser violado, importando o contrário assim, em quebra de dever imposto à pessoa, geralmente em razão de sua profissão ou ofício”.²&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não se sabe exatamente quando surgiu na sociedade a idéia do sigilo bancário. Fabiano Ferreira Furlan, em sua obra “Sigilo Bancário”, corroborando esse pensamento, faz referência a Abrão e Barreto, para quem, por mais que se análise a história, impossível identificar no tempo, a época do surgimento do sigilo bancário.³&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há, no entanto, um consenso em que se divide a evolução histórica do sigilo bancário em quatro marcos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A primeira fase, denominada de embrionária por Covello4, situa-se na linha da história, na antiguidade. A idéia de sigilo nascia nos templos religiosos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Márcia Regina Ferreira informa:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“o sigilo bancário surgiu com o aparecimento da própria atividade bancária que, desde a antiguidade, na Babilônia era realizada pelo estado e pelo clero dentro dos templos,que se tornaram centros da profissão bancária onde eram recolhidos os tributos e os agricultores depositavam a sua colheita” 5.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A segunda fase foi chamada por Sérgio Carlos Covello, de institucional, tendo como marco a Idade Média, onde teria surgido a primeira instituição bancária com os traços marcantes das que conhecemos hoje6.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi nesse período que houve a expansão populacional e da atividade comercial, surgindo os primeiras instituições financeiras independentes, privadas, de certa forma desgarradas do Poder Público.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A terceira fase, chamada por COVELLO7 de capitalista ou moderna, está ligada à idéia do mercantilismo em expansão, época em que o comércio além mar, soprava de vento em popa e, as nações entrelaçavam-se comercialmente cada vez mais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com a expansão do capitalismo, os Estados passavam a tratar do comércio em dispositivos legais próprios, o que ajudou na evolução das atividades desenvolvidas no setor bancário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A quarta fase, portanto, seria a atual, onde a evolução tecnológica deu novos contornos à atividade comercial, bancária e em conseqüência, à seara jurisdicional.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O surgimento de transações via rede mundial de computadores e, a criação de instrumentos como o cartão de crédito, revolucionaram o comércio, as instituições bancárias e o legislador quanto ao seu entendimento de sigilo bancário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O sigilo bancário, no Brasil, assim como em outros países, encontra-se disciplinado em leis civis, comerciais e penais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na Constituição Federal de 1988, o sigilo bancário encontra respaldo no inciso X do artigo 5º, devido ao entendimento doutrinário e jurisprudencial que o direito ao sigilo é espécie do direito à intimidade e à vida privada, estampado no referido dispositivo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quanto à primeira aparição do sigilo bancário no direito brasileiro, extraímos um trecho do artigo científico publicado por Jonas Lima para citar que:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“A primeira fonte legal do sigilo bancário no Direito brasileiro foi o Código Comercial que, ao equiparar os banqueiros aos comerciantes, determinava-lhes a obediência às normas gerais dos contratos comerciais, dentre elas o princípio geral da garantia do segredo de comércio”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acontece que, tanto o código comercial, quanto os outros códigos que faziam alguma menção ao direito de sigilo de informações, tratavam-no de maneira genérica, sem que o assunto fosse sistematicamente tratado como deveria.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 31 de dezembro de 1964, veio a Lei nº 4.595 que dispõe sobre a (Política e as Instituições Monetárias, Bancárias e Creditícias, Cria o Conselho Monetário Nacional e dá outras providências), e, em seu artigo 38, trazia o sigilo bancário de maneira autônoma.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vejamos:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Art. 38. As instituições financeiras conservarão sigilo em suas operações ativas e passivas e serviços prestados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;§ 1º As informações e esclarecimentos ordenados pelo Poder Judiciário, prestados pelo Banco Central da República do Brasil ou pelas instituições financeiras, e a exibição de livros e documentos em Juízo, se revestirão sempre do mesmo caráter sigiloso, só podendo a eles ter acesso as partes legítimas na causa, que deles não poderão servir-se para fins estranhos à mesma.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;§ 2º O Banco Central da República do Brasil e as instituições financeiras públicas prestarão informações ao Poder Legislativo, podendo, havendo relevantes motivos, solicitar sejam mantidas em reserva ou sigilo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;§ 3º As Comissões Parlamentares de Inquérito, no exercício da competência constitucional e legal de ampla investigação (art. 53 da Constituição Federal e Lei nº 1579, de 18 de março de 1952), obterão as informações que necessitarem das instituições financeiras, inclusive através do Banco Central da República do Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;§ 4º Os pedidos de informações a que se referem os §§ 2º e 3º, deste artigo, deverão ser aprovados pelo Plenário da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal e, quando se tratar de Comissão Parlamentar de Inquérito, pela maioria absoluta de seus membros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;§ 5º Os agentes fiscais tributários do Ministério da Fazenda e dos Estados somente poderão proceder a exames de documentos, livros e registros de contas de depósitos, quando houver processo instaurado e os mesmos forem considerados indispensáveis pela autoridade competente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;§ 6º O disposto no parágrafo anterior se aplica igualmente à prestação de esclarecimentos e informes pelas instituições financeiras às autoridades fiscais, devendo sempre estas e os exames serem conservados em sigilo, não podendo ser utilizados senão reservadamente.&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;§ 7º A quebra do sigilo de que trata este artigo constitui crime e sujeita os responsáveis à pena de reclusão, de um a quatro anos, aplicando-se, no que couber, o Código Penal e o Código de Processo Penal, sem prejuízo de outras sanções cabíveis”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O artigo 38 da Lei 4.595, foi expressamente revogado pelo artigo 13 da Lei Complementar nº 105/2001, que por sua vez, dispõe especificamente acerca do sigilo das operações de instituições financeiras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sustentava-se que referida Lei, havia sido recepcionada pela Constituição de 1988, como sendo lei complementar ao disposto no seu artigo 192.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dispõe o artigo 192:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“O sistema financeiro nacional, estruturado de forma a promover o desenvolvimento equilibrado do País e a servir aos interesses da coletividade, em todas as partes que o compõem, abrangendo as cooperativas de crédito, será regulado por leis complementares que disporão, inclusive, sobre a participação do capital estrangeiro nas instituições que o integram”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Atualmente, como demonstrado, o sigilo bancário recebe amplo tratamento da Lei Complementar nº 105, de 10.01.2001 e, no entanto, sua redação tem gerado grande discussão acerca de sua constitucionalidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além das leis internas já tratadas aqui, os tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário, também alcançam o tema do sigilo bancário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Resta-nos comentar sobre a posição de hierarquia normativa em que o direito do sigilo bancário se encontra, qual seja, o de direito fundamental.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;José Afonso da Silva, ao dissertar acerca dos direitos fundamentais, ensina que:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Os direitos fundamentais do ser humano são as prerrogativas e as instituições que o direito positivo concretiza em garantias de uma conveniência digna, livre e igual de todas as pessoas”. 8&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A lógica utilizada para afirmar a condição de direito fundamental em que se acha a proteção ao sigilo bancário, é analisando a Constituição e, observando o entendimento do Tribunal Guardião da Lei Maior.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conforme decidido pelo Supremo Tribunal Federal, o inciso XII do art. 5º protege a comunicação de dados, vedando a interceptação por qualquer meio tecnológico e, o inciso X os dados relativos à privacidade. 9&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Considerando que o artigo 5º situa-se no Título II – Dos Direitos e Garantias Fundamentais, logo, seus incisos, e suas respectivas disposições, incluído o direito à intimidade, do qual o direito ao sigilo bancário é espécie, são desdobramentos diretos destes direitos e garantias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi no julgamento do mandado de segurança nº 21.729-4 DF, tendo como impetrante o Banco do Brasil S/A e, impetrado, Procurador Geral da República que, mais recentemente o Supremo Tribunal Federal instou-se a decidir acerca da possibilidade da disclosure direta.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Referido mandado de segurança fora impetrado pelo Banco do Brasil, o qual alegava constrangimento em razão de ofício expedido pelo Procurador-Geral da República, que determinava a apresentação da lista de beneficiários de empréstimos concedido pelo Governo Federal por intermédio do Banco do Brasil, no valor total de US$ 1.100.000.000,00 (um bilhão e cem milhões de dólares) a produtores do setor sucroalcoleiro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A requisição da Procuradoria-Geral da República tinha por objetivo saber se os favorecidos com os créditos estariam ou não em débito junto à instituição financeira e a Previdência Social.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alegava o Ministério Público Federal que a requisição de referidos dados dizia respeito a financiamentos concedidos a pessoas jurídicas, o que não importaria na inviolabilidade da vida privada, esta sim submetida à reserva de jurisdição.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O banco-impetrante sustentava a impossibilidade de fornecimento de tais dados, em razão de seu direito-dever de manter o sigilo das operações financeiras por ele procedidas. Em face da alegação do impetrante, o Parquet alegou violação artigo 129, inciso VI da Constituição Federal e ao artigo 8º, incisos II e IV e parágrafo 2º da Lei Complementar nº 75/93, que lhe confere o direto à requisição de informações visando o cumprimento de suas atribuições constitucionais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Travada a discussão no tribunal pleno do da Suprema Corte, restou indeferido o writ, por maioria de votos. No julgamento, os Ministros do STF desenvolveram diferenciadas teses, culminando em diversas correntes de entendimento, as quais, por finalidade pedagógica faz-se necessário demonstrá-las neste trabalho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A primeira tese, contida no voto do Ministro Marco Aurélio e acompanhado pelo Ministro Ilmar Galvão, considera inconstitucional o art.8º, parágrafo 2º da Lei Complementar nº 75/93.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo esse entendimento, a legislação infraconstitucional orgânica do Ministério Público não teria o condão de excetuar o procedimento adequado, qual seja, autorização judicial, para, por meio de requisição direta de documentos ter o conhecimento de dados protegidos pelo dever de sigilo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta primeira corrente defende que o sigilo bancário só poderia ter sua quebra mediante o procedimento previsto pelo artigo 5º, inciso XII da Constituição Federal, devendo a afastabilidade do dever de sigilo passar pelo crivo do Poder Judiciário, observadas as cautelas do devido processo legal e do direito à ampla defesa, estando ela apoiada em motivo revestido de relevância necessária a justificá-la.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O segundo entendimento, demonstrado no voto do Ministro Maurício Corrêa e, acompanhado pelos Ministros Celso de Mello e Carlos Velloso, para os quais, o artigo 8º, parágrafo 2º da Lei Complementar nº 75/93, deve ter sua aplicação afastada no caso, merecendo interpretação conforme a constituição.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Extrai-se do voto do Ministro Maurício Corrêa:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“tratando-se de direito individual constitucionalmente assegurado, a quebra do sigilo bancário ou fiscal exige absoluta independência de quem deve assim decidir, além de ser necessário ter sempre presente que, em se tratando de situação excepcional, devem ser restritas as possibilidades de sua ocorrência. E esta é uma das tarefas típicas do Poder Judiciário ou dos órgãos que exercem jurisdição extraordinária, como é o caso das comissões parlamentares de inquérito, às quais a Constituição concedeu expressamente tais poderes(...) o que não ocorre com o Ministério Público, pelo artigo 129, VI, da Constituição(...) que não exige dos membros do Ministério Público os requisitos inerentes ao múnus da magistratuta...”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo o Ministro, a interpretação do artigo 129, VI, no sentido de que poderia sempre o Ministério Público requisitar diretamente as informações protegidas pelo sigilo, seria inadequada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim prossegue em seu voto:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“o art. 8º, II, IV e especialmente seu parágrafo 2º, da lei complementar nº 75, não incluem a quebra do sigilo quando constitucionalmente previsto e assegurado este direito, de forma que, em tais casos, qualquer autoridade ou particular pode opor a exceção de sigilo. Não deve, contudo, ser declarada a inconstitucionalidade do dispositivo da Lei Orgânica do Parquet, mas a ele deve ser dada interpretação conforme a Constituição, no sentido de ficar ressalvado que a expressão ’sob qualquer pretexto’ nele contida não alcança o sigilo bancário, e assim o fiscal, porque estão constitucionalmente previstos e assegurados, e só podem ser violados no interesse da justiça e por ordem judicial...”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Extrai-se desta segunda tese que, apesar de não considerar-se inconstitucional o parágrafo 2º da Lei complementar 75/93, deve ser interpretada conforme a Constituição, o que significa que, caso fosse autorizado ao Ministério Público o acesso direto a documentos protegidos pelo sigilo, deveria esta possibilidade estar prevista de maneira expressa no art. 129 da Constituição Federal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outrossim, por não caber ao Ministério Público a obrigação de imparcialidade, devendo este agir parcialmente em defesa da sociedade, para &amp;nbsp;a quebra de sigilo bancário por ele pretendida deve haver a participação do Judiciário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Corroborando com a idéia que admite a disclosure direta, o Ministro Rezek construiu seu voto lançando mão de dois argumentos. Um que a intimidade contida no inciso X do artigo 5º da Constituição Federal não agasalharia aspectos contábeis, seja de pessoas físicas ou jurídicas, sendo resguardado somente a comunicação de dados e não o conhecimentos deles.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O segundo argumento é no sentido de que a Lei Complementar nº 75/93, para aqueles que entendem tratar o art. 129 de uma norma de eficácia limitada (aquela de aplicabilidade indireta, mediata e reduzida, porque somente incidem totalmente sobre esses interesses após uma normatividade ulterior que lhe desenvolva a aplicabilidade, conforme José Afonso da Silva) , teria lhe dado sequência e aplicabilidade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em seu voto, Francisco Rezek ainda afirmou que, caso tivessem sido impostas restrições quanto à requisição de dados sigilosos, caberia ao texto constitucional invocá-las, o que, segundo o Ministro, não fez em relação às operações bancárias, motivo pelo qual indeferiu o writ. O Ministro Moreira Alves expressou igual entendimento.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Ministro Octavio Galloti invocou o entendimento de que não se tratava no caso concreto, da quebra de um sigilo propriamente dito, pois, o banco-impetrante estaria agindo como agente delegado do Poder Público ao intermediar empréstimo do Governo Federal a empresas privadas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Chamou a atenção para o fato de que o banco, agindo como agente delegado do poder público, em razão dos empréstimos fazerem parte de política pública do governo federal, sujeitava-se ao princípio da moralidade, ou, pelo menos, ao da publicidade, constantes no art. 37 da Constituição Federal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Ministro Néri da Silveira que votou no mesmo sentido alegou que “não cabe chegar ao ponto de afirmar que mera referência ao nome de quem teria sido beneficiado ou contratante, em um determinado empréstimo subsidiado pelo erário federal, em razão de um plano de Governo, constituiria matéria encoberta pelo sigilo bancário. Em se tratando de operação em que há dinheiro público”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Adotaram a mesma linha de entendimento, indeferindo o writ, os Ministros Sidney Sanches e, o Ministro Sepúlveda Pertence que, na elaboração de seu voto seguiu opinião intermediária entre esta e a terceira corrente apresentada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na fundamentação de seu voto, o Ministro Sepúlveda Pertence emitiu a opinião de que o artigo 5º, inciso XII da CF, não protege dados simplesmente, mas sim a comunicação de dados. Em razão disso entendeu admissível a autorização legal para que autoridades administrativas com função investigatória, incluído aí o Parquet, obtivessem de forma direta dados relativos a operações bancárias.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na ocasião venceu o entendimento dos que defendem a legalidade da disclosure direta nos casos em que o erário público esteja envolvido e o sujeito passivo seja ente público, ou, não o sendo, que esteja exercendo função típica deste.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Referências Bibliográficas:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1.&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt; &lt;/span&gt;ACQUAVIVA, Marcus Cláudio. Dicionário jurídico brasileiro Acquaviva. 9.ed. ver., atual. e ampl. São Paulo: Jurídica Brasileira, 1998.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2.&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt; &lt;/span&gt;SILVA, De Plácido e. Vocabulário jurídico. 22. Ed. Rio de Janeiro: Forense, 2003.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3.&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt; &lt;/span&gt;FURLAN, Fabiano Ferreira. Sigilo Bancário. Belo Horizonte: Editora Fórum, 2008.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4.&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt; &lt;/span&gt;COVELLO, Sérgio Carlos in FURLAN, Fabiano Ferreira. Sigilo Bancário. Belo Horizonte: Editora Fórum, 2008.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;5.&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt; &lt;/span&gt;FERREIRA, Márcia Regina. O sigilo bancário e o fisco. Processo tributário: administrativo e judicial. Curitiba: Juriá,2000.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;6.&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt; &lt;/span&gt;COVELLO, Sérgio Carlos [ob. cit] p. 31.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;7.&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt; &lt;/span&gt;COVELLO, Sérgio Carlos [ob. cit] p. 35.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;8.&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt; &lt;/span&gt; SILVA, José Afonso da. Curso de direito constitucional positivo. 16. Ed. ver. e atual. São Paulo: Malheiros, 1999.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;9.&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt; &lt;/span&gt;Mandado de Segurança nº 21.729-4,-DF, Relator para o acórdão: Min. Francisco Rezek, Julgamento: 05.10.1995 - Tribunal Pleno, publicação: DJ 19.10.01, p. 33, Ement. vol. 02048-01, p. 67. RTJ VOL-00172-01 PP-00302.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-jhDWrQ6iPsM/TucvSr0kBXI/AAAAAAAAAOs/O0FeVqFb3A4/s1600/gt.php.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-jhDWrQ6iPsM/TucvSr0kBXI/AAAAAAAAAOs/O0FeVqFb3A4/s1600/gt.php.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial,Tahoma,Helvetica,FreeSans,sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px;"&gt;DR. JESSÉ LEAL PEREIRA. Graduado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC/GO), Pós-graduando em Direito Civil e Processo Civil pela UCAM/RJ.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OAB JOVEM DE GOIÁS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8818541738516005000-5868382056326264601?l=cajgo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/cB_I1kzLHZY" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/9jD_6-r9YJg" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/OWCu550102s" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/Fo5i8rUPqW4" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-15T02:36:53.111-02:00</app:edited><media:thumbnail height="72" url="http://1.bp.blogspot.com/-jhDWrQ6iPsM/TucvSr0kBXI/AAAAAAAAAOs/O0FeVqFb3A4/s72-c/gt.php.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://cajgo.blogspot.com/2011/12/do-sigilo-bancario-sua-guarida.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/cB_I1kzLHZY/do-sigilo-bancario-sua-guarida.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/9jD_6-r9YJg/do-sigilo-bancario-sua-guarida.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/OWCu550102s/do-sigilo-bancario-sua-guarida.html</feedburner:origLink></item><item><title>Artigo - Liberdade de manifestação x  privacidade</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/X7j712wGoEw/liberdade-de-manifestacao-versus.html</link><category>OAB JOVEM DE GOIÁS</category><category>Artigo Liberdade de Expressão</category><category>CAJ OAB GO</category><category>Privacidade</category><category>Manifestação</category><category>Wanderson de Oliveira</category><category>Goiânia - Goiás</category><author>noreply@blogger.com (OAB-GO - CAJ)</author><pubDate>Wed, 14 Dec 2011 20:37:43 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8818541738516005000.post-8313684603694013089</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;Didática&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;De início esclarece-se que não há ousadia em se esgotar o assunto em escassas linhas. Não adentraremos nas técnicas de solução do conflito entre garantias constitucionais nem em termos extremamente técnicos, visto que o texto não se destina apenas aos operadores do direito. Também não aprofundaremos na discussão sobre a privacidade de pessoas públicas (artistas, políticos etc) em que há mitigação sobre o tema. &lt;u&gt;Nossa intenção é provocar o debate.&lt;/u&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;Por didática o termo liberdade de manifestação será utilizado englobando a do pensamento, de informar e de se expressar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;Em linhas gerais o texto aborda as correntes que defendem à liberdade plena ou relativa da manifestação em confronto com a privacidade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;Introdução&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;No Brasil quando se fala em liberdade de manifestação não é possível deixar de se fazer referência aos tempos da ditadura. A maior lembrança é do Ato Institucional de número cinco (AI5) que suprimiu garantias dos cidadãos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;Dentre as medidas ditatórias o AI5 se destacou: pelo fechamento do Congresso Nacional, s&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;uspensão a garantia de &lt;u&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Habeas_corpus" title="Habeas corpus"&gt;habeas corpus&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;, a liberdade passou a ser vigiada, proibição de manifestação, a censura prévia etc. O livre pensamento foi cassado e dependia de prévia autorização para ser divulgado, o que se chamou de censura. A liberdade &amp;nbsp;quando expressada sem chancela estatal era considerada crime. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;Com a Constituição de 1988 a liberdade foi retomada e iniciou-se um novo período na República.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;Liberdade de se manifestar&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;A liberdade de manifestação envolve uma extensa lista de acontecimentos, tais como, todo cidadão tem o direito de ser informado, liberdade de imprensa, privacidade de artistas e políticos, não censura, sem necessidade de autorização prévia, todo cidadão pode manifestar sua opinião e pensamento, vedado o anonimato, publicação de fotos, direito à privacidade, direito de reposta e direito a indenizações por abuso de informação. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;Para os acontecimentos que envolvem a liberdade de manifestação a constituição de 1988 vedou qualquer intervenção estatal que venha a limitar ou impedir a liberdade das pessoas de se manifestarem, porém, a maior celeuma é saber se ela pode sofrer censura ou restrição quando se trata de acontecimentos que se relacionam ao direito de privacidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;Tão polêmico é o tema que no STF o julgamento da ADPF 130, que julgou não recepcionada pela norma constitucional vigente a Lei 5.250/67, Lei de Imprensa, há entendimentos nos dois sentidos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;Manifestação plena ou relativa&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;Passados mais de vinte anos da retomada da liberdade de manifestação no Brasil, duas correntes se desenvolvem a respeito, colocando em conflito direitos fundamentais afirmados na carta magna.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;Uma defende que ela é plena. É garantia afirmada que não se submete a qualquer restrição em sua divulgação. O pensamento, a criação, a expressão e a informação devem ser exercidos em sua plenitude (artigos 220 e 5º, IX).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;A outra corrente entende que é relativa, pois, à liberdade de manifestação encontra limites no direito à privacidade, que envolve a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas (artigo 5º, X). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;O ministro relator da ADPF 130, Ayres Britto, ratifica que não existe censura no Brasil, dizendo que “Não cabe ao Estado, por qualquer dos seus órgãos, definir previamente o que pode ou o que não pode ser dito por indivíduos e jornalistas.”, considerando, portanto, &amp;nbsp;liberdade de manifestação plena.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;Já o ministro Gilmar Mendes em seu voto afirma que A liberdade de manifestação pode sofrer restrições em situações excepcionais quando está em jogo a proteção ao direito à privacidade das pessoas. Em seu voto faz referência a julgados alemães e a países onde à liberdade de manifestação é mitigada. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;Plena&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;A plenitude não significa que se pode manifestar tudo, de qualquer maneira e a qualquer modo. A liberdade plena consiste em não sofrer censura, restrição ou qualquer ato que implique no bloqueio da manifestação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;Ainda que não sofra bloqueios, a manifestação, em princípio, deve observar garantias do artigo 5º, tais como, vedação do anonimato (inciso iv), direito de resposta (inciso v) e respeito à vida privada, sob pena de indenização por dano material, moral ou à imagem (incisos v e x). &amp;nbsp;Para essa corrente, no entanto, a observância às garantias não é pré-requisito para se dar publicidade à manifestação. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;De modo geral a defesa da liberdade plena se destaca por entender que ela deve sempre ser exercida, independentemente do teor que a constitua. Além disso as garantias do artigo 5º, algumas indigitadas no parágrafo anterior, devem ser observadas em momento posterior à publicação, pois, entende, ainda, que o dano não pode ser presumido e eventuais abusos, sobretudo a dimensão deles, só pode ser sentido com a publicidade da manifestação, ocasião em que a pessoa eventualmente prejudicada poderá suscitar direito de resposta e reparação por dano moral, material ou à imagem, sem prejuízo de ação penal cabível ao caso concreto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;Relativa&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;Esta corrente defende que a manifestação relacionada à intimidade, à vida privada, à honra e à imagem das pessoas encontra restrições em sua divulgação, pois, fazem parte da esfera mais íntima da pessoa.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;Com base nesse entendimento a justiça tem concedido ganho de causa em ações que versem sobre a violação de direito à privacidade das pessoas, como por exemplo, em biografias não autorizadas em que se revele situação peculiar e da esfera íntima do biografado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;O judiciário tem entendido não ser censura restringir certas e excepcionais manifestações. Entende como proteção a direitos maiores afirmados na constituição ao indivíduo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;Em geral o entendimento é que o direito de ser informado que tem todo cidadão não lhe dá o respeito de saber da vida privada de outros. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;Ao contrário da corrente plena, onde o cidadão que se sentir ofendido deve buscar seus direitos (direito de resposta e a indenizações) após a publicação da manifestação, a relativa reza que a manifestação deve ser restringida, pois se publicada, o dano poderá ser irreparável e insuportável. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;E não há reparação pecuniária que o alivie, pois a dor é medida de cada um e não há como terceiro mensurá-la, restando à sanção indenizatória a ser aplicada ao ofensor, que por vezes não possui fôlego financeiro para suportá-la, o que por fim, levará à sensação de impunidade e, não é muito dizer, o dano e suas consequências já terão produzido seus efeitos na vida privada do indivíduo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;Veículos da mídia&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;Nas emissoras de televisão, jornal e revista o cuidado ainda deve ser maior. Esses canais estão sempre no limite entre relatar o ocorrido e a emissão de opinião, e nesta última é onde se reside o maior número de ações propostas no judiciário, seja por pessoas comuns ou públicas, por abusos no direito de informar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;O produto final da manifestação deve ser cercado de cuidados, os meios e os fins devem se interligar. As fontes e a veracidade dos fatos merecem atenção especial. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;A defesa judicial dessas empresas vai depender do contexto envolvido e deve ser avaliada e elaborada por profissional, no caso, um advogado.&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;Conclusão &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;No embate sobre se plena ou relativa a liberdade de manifestação, não há vencedores, o caso concreto é que definirá o caminho a se seguir. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;O que se deve comemorar é que todos podem livremente manifestar seu pensamento e por ele se responsabilizar. Ao judiciário, quando provocado, cabe aplicar as restrições excepcionais e necessárias ou condenar os abusos praticados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;Wanderson de Oliveira&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Advogado em Goiânia&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Atual Coordenador da Subcomissão de Estudos Jurídicos &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;da CAJ OAB –GO – Triênio 2010/2012&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Articulista de periódicos jurídicos &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;Pós Graduado em Direito Público&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Graduado pela Faculdade Sul Americana – FASAM&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;a href="mailto:wdeoliveira.adv@hotmail.com"&gt;wdeoliveira.adv@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-dQ6Lkxy4vPk/TuaUUfRaRtI/AAAAAAAAAOk/J3UHHJbrt9w/s1600/K1024_P1010276.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="112" oda="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-dQ6Lkxy4vPk/TuaUUfRaRtI/AAAAAAAAAOk/J3UHHJbrt9w/s200/K1024_P1010276.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt;"&gt;&lt;span id="goog_1537375672"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="goog_1537375673"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OAB JOVEM DE GOIÁS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8818541738516005000-8313684603694013089?l=cajgo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/P31z8iNMcWs" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/KpINw5ZAybM" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/ep--NNe4rLw" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/X7j712wGoEw" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-15T02:37:43.753-02:00</app:edited><media:thumbnail height="72" url="http://3.bp.blogspot.com/-dQ6Lkxy4vPk/TuaUUfRaRtI/AAAAAAAAAOk/J3UHHJbrt9w/s72-c/K1024_P1010276.JPG" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://cajgo.blogspot.com/2011/12/liberdade-de-manifestacao-versus.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/P31z8iNMcWs/liberdade-de-manifestacao-versus.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/KpINw5ZAybM/liberdade-de-manifestacao-versus.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/ep--NNe4rLw/liberdade-de-manifestacao-versus.html</feedburner:origLink></item><item><title>HONORÁRIOS - PENHORABILIDADE DE SALÁRIO. NATUREZA ALIMENTAR DOS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS SUCUMBENCIAIS.</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/QoRmpuY3Q1o/honorarios-penhorabilidade-de-salario.html</link><category>OAB JOVEM DE GOIÁS</category><category>CAJ OAB GO</category><category>Goiânia - Goiás</category><author>noreply@blogger.com (OAB-GO - CAJ)</author><pubDate>Wed, 14 Dec 2011 20:35:47 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8818541738516005000.post-6834105716823071818</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;PENHORABILIDADE DE SALÁRIO. NATUREZA ALIMENTAR DOS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS SUCUMBENCIAIS. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Turma entendeu que os honorários sucumbenciais, por serem autônomos (art. 23 da Lei n. 8.906/1994) e terem natureza alimentar, podem ser adimplidos com a constrição dos vencimentos do executado sem ofender o disposto no art. 649, IV, do CPC. O entendimento foi confirmado em execução promovida pelo advogado contra cliente, na qual não foram encontrados bens a serem penhorados. A distinção entre os honorários de sucumbência e os honorários contratuais, para efeitos de execução pelo advogado, está superada pela jurisprudência do STJ, que considera ambos de natureza alimentar. REsp 948.492-ES, Rel. Min. Sidnei Beneti, julgado em 1º/12/2011. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 10pt;"&gt;Informativo STJ 0488 21/11/2011 a 02/12/2011&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OAB JOVEM DE GOIÁS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8818541738516005000-6834105716823071818?l=cajgo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/nd06qiczjgQ" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/s0v1WLFbvmg" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/V1omYyZnRpY" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/QoRmpuY3Q1o" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-15T02:35:47.822-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://cajgo.blogspot.com/2011/12/honorarios-penhorabilidade-de-salario.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/nd06qiczjgQ/honorarios-penhorabilidade-de-salario.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/s0v1WLFbvmg/honorarios-penhorabilidade-de-salario.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/V1omYyZnRpY/honorarios-penhorabilidade-de-salario.html</feedburner:origLink></item><item><title>CNJ: plenário diz que é ilegal redução de horário do TJ-GO</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/3cc5cvHlyc0/cnj-plenario-diz-que-e-ilegal-reducao.html</link><category>OAB JOVEM DE GOIÁS</category><category>CAJ OAB GO</category><category>Goiânia - Goiás</category><author>noreply@blogger.com (OAB-GO - CAJ)</author><pubDate>Wed, 14 Dec 2011 20:35:47 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8818541738516005000.post-8742959012397862763</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;h4 id="titulo"&gt;CNJ: plenário diz que é ilegal redução de horário do TJ-GO               &lt;/h4&gt;&lt;div class="box-share-noticia"&gt;                          &lt;div class="fb-like fb_edge_widget_with_comment fb_iframe_widget" data-action="recommend" data-href="http://www.oabgo.org.br/oab/noticias/conquista/07-12-2011-cnj-plenario-diz-que-e-ilegal-reducao-de-horario-do-tj-go/" data-layout="button_count" data-send="true" data-show-faces="false" data-width="450"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="boxArtigo"&gt;               &lt;div id="texto"&gt;O plenário do Conselho Nacional de Justiça  (CNJ) anulou, na tarde dessa terça-feira (6), durante a 140ª sessão  plenária, decisões do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO) que  limitaram o horário de funcionamento do Judiciário goiano e a jornada  de trabalho dos servidores a sete horas diárias, entre meio-dia e 19  horas. O plenário aprovou por unanimidade o relatório do conselheiro  Bruno Dantas, que considerou procedente recurso da seccional goiana da  Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-GO) e determinou o restabelecimento  imediato do horário integral de funcionamento da Corte e de todas as  suas unidades que é de 8 às 18 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dantas entendeu que o TJ-GO  extrapolou suas competências ao editar a Resolução 11/2011, que  instituiu "turno único de sete horas diárias ininterruptas, das 12 às 19  horas". Segundo o conselheiro,&amp;nbsp; reduzir&amp;nbsp; os horários do expediente é  da&amp;nbsp; competência do Poder Legislativo, pois altera o Código de  Organização Judiciária do Estado de Goiás, uma lei estadual&amp;nbsp; que prevê o  funcionamento em período integral . "A competência do TJ-GO se limita à  iniciativa de propor um projeto de lei que altere a legislação",  afirmou Dantas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O&amp;nbsp; presidente&amp;nbsp; da OAB-GO, Henrique Tibúrcio,  disse que o novo horário (12h-19h) causou "transtornos" à sociedade  goiana e que, na prática, não está sendo cumprido. "Esse horário  forçaria magistrados e servidores a almoçar às 10 horas da manhã. É uma  mudança cultural que não acontece por força de um decreto", afirmou o  advogado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: site do CNJ&lt;/div&gt;&lt;div id="texto"&gt;http://www.oabgo.org.br/oab/noticias/conquista/07-12-2011-cnj-plenario-diz-que-e-ilegal-reducao-de-horario-do-tj-go/&lt;/div&gt;&lt;div id="texto"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div id="texto"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OAB JOVEM DE GOIÁS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8818541738516005000-8742959012397862763?l=cajgo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/PNXwrWSsSac" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/rgNjD1qwjDk" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/D9mAMhYDzkE" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/3cc5cvHlyc0" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-15T02:35:47.822-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://cajgo.blogspot.com/2011/12/cnj-plenario-diz-que-e-ilegal-reducao.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/PNXwrWSsSac/cnj-plenario-diz-que-e-ilegal-reducao.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/rgNjD1qwjDk/cnj-plenario-diz-que-e-ilegal-reducao.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/D9mAMhYDzkE/cnj-plenario-diz-que-e-ilegal-reducao.html</feedburner:origLink></item><item><title>Eliana Calmon reafirma que há bandidos de toga</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/R8tT_JDA6R0/eliana-calmon-reafirma-que-ha-bandidos.html</link><category>OAB JOVEM DE GOIÁS</category><category>CAJ OAB GO</category><category>Goiânia - Goiás</category><author>noreply@blogger.com (OAB-GO - CAJ)</author><pubDate>Wed, 14 Dec 2011 20:35:47 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8818541738516005000.post-1366220519663250445</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="texto_vermelho"&gt;&lt;span id="tx"&gt;Eliana Calmon reafirma que há bandidos de toga&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="texto_vermelho"&gt;&lt;span id="tx"&gt;Eliana Calmon reafirma que há bandidos de toga&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="texto_vermelho"&gt;&lt;span id="tx"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="tx1"&gt;Na  último dia 14, a Ministra Eliana Calmon reafirmou, em matéria publicada  ao jornal carioca “O Globo”, sua opinião sobre a atual Magistratura  nacional. No dia 25 de setembro, quando a Ministra fez sua primeira  declaração, que gerou debate nacional e participação do Presidente Paulo  Dimas no Debate da Folha de São Paulo, foi contestada pela APAMAGIS, em  nota divulgada à mídia e no site da entidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Novamente, a Corregedora Nacional de Justiça declarou que no Judiciário  existem "bandidos de toga", criticou a aposentadoria compulsória como  forma de punição a juízes no Brasil. Em entrevista na noite de  segunda-feira ao programa "Roda Viva", da TV Cultura, Eliana disse que o  maior problema da Justiça está nos tribunais e não na primeira  instância.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Aposentadoria não pode ser punição para ninguém. Foi no passado, quando  o fio do bigode era importante, quando se tinha outros padrões de  moralidade. A aposentadoria era uma pena, hoje não é mais. Passa a ser  uma benesse”, disse a Ministra, defendendo a revisão da Lei Orgânica da  Magistratura e sanções adequadas para a Magistratura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Eu sei que é uma minoria. A grande maioria da Magistratura brasileira é  de Juiz correto, decente, trabalhador. A ideia que se deu é que eu  tinha generalizado. Quando eu falei bandidos de toga, eu quis dizer que  alguns magistrados se valem da toga para cometer deslizes”, disse ela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com informações do Jornal O Globo &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(*) Acompanhe diariamente os principais conteúdos jurídicos em &lt;a href="http://www.twitter.com/editoramagister" target="_blank"&gt;http://www.twitter.com/editoramagister&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Fonte: Apamagis&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.editoramagister.com/noticia_ler.php?id=55859&amp;amp;page=1&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OAB JOVEM DE GOIÁS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8818541738516005000-1366220519663250445?l=cajgo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/uLX8USH_NrA" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/rlHVl6b5R4c" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/eEFIRpZ_LpQ" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/R8tT_JDA6R0" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-15T02:35:47.823-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://cajgo.blogspot.com/2011/12/eliana-calmon-reafirma-que-ha-bandidos.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/uLX8USH_NrA/eliana-calmon-reafirma-que-ha-bandidos.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/rlHVl6b5R4c/eliana-calmon-reafirma-que-ha-bandidos.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/eEFIRpZ_LpQ/eliana-calmon-reafirma-que-ha-bandidos.html</feedburner:origLink></item><item><title>TJ-GO Deve voltar a funcionar em período integral, decide CNJ.</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/ndF0E98AV5E/tj-go-deve-voltar-funcionar-em-periodo.html</link><category>OAB JOVEM DE GOIÁS</category><category>CAJ OAB GO</category><category>Goiânia - Goiás</category><author>noreply@blogger.com (OAB-GO - CAJ)</author><pubDate>Wed, 14 Dec 2011 20:35:47 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8818541738516005000.post-8144771070488021878</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h4 id="titulo"&gt;CNJ determina que TJ-GO volte a funcionar em horário integral               &lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a pedido da OAB-GO, em decisão  unânime na tarde desta terça-feira (6), resolveu colocar um ponto final  na "meia justiça" criada pelos desembargadores do Tribunal de Justiça do  Estado de Goiás (TJ-GO). Com a decisão do CNJ, fica sem efeito a  resolução do TJ-GO que alterou a jornada de trabalho dos servidores da  Justiça estadual para sete horas ininterruptas e estabeleceu novo  horário de funcionamento do Judiciário goiano: das 12 às 19 horas. O  presidente da seccional goiana, Henrique Tibúrcio, fez a sustentação  oral em sessão no conselho. O conselheiro federal goiano e  diretor-tesoureiro da OAB, Miguel Ângelo Cançado, representou o  presidente da instituição, Ophir Cavalcante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao usar a tribuna do  órgão de controle externo do Judiciário para criticar a medida tomada  pelo presidente do TJ-GO, desembargador Vítor Barboza Lenza, o  presidente da OAB-GO, Henrique Tibúrcio, afirmou que não se admite que  um dos poderes da República, “talvez o mais demandado pela população”,  fique fechado metade do dia. "Não precisamos de meia Justiça. Na  verdade, estamos precisando de uma Justiça e meia. Que seja ampliado o  período de atendimento e não reduzido", ponderou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O presidente da  OAB-GO ressaltou, ainda, que o horário integral é previsto também pela  Lei 16.893/2010, que, em parágrafo único, no artigo 39, estabelece que a  jornada de trabalho dos servidores do Tribunal de Justiça do Estado de  Goiás é de oito horas diárias e 40 horas semanais. Henrique Tibúrcio  entende que alterações desta natureza só poderiam ocorrer se o  Judiciário enviasse mensagem para a Assembleia Legislativa para que  virassem lei estadual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tibúrcio considera a decisão do CNJ uma  vitória da advocacia goiana e da sociedade porque é fundamental que o  Poder Judiciário volte a funcionar no horário tradicional, conforme  previsto em lei, ou seja, de 8 às 18 horas. Em julho, a OAB-GO  protocolizou no CNJ Procedimento de Controle Administrativo (PCA) com  pedido de liminar para que fosse suspensa a Resolução nº 11 do TJ-GO,  que reduziu o expediente forense para atendimento ao público.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em  outubro, A Assembleia Legislativa de Goiás aprovou projeto de decreto  legislativo proposto pelo deputado estadual Misael Oliveira que  suspendeu os efeitos do artigo 1º da Resolução nº 11/2008 do Tribunal de  Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO). O ato normativo alterou a jornada  de trabalho dos servidores da Justiça estadual para sete horas  ininterruptas e estabeleceu novo horário de funcionamento do Judiciário  goiano: das 12 às 19 horas, a partir de 1º de agosto. O parlamentar  argumenta que o dispositivo do TJ-GO contraria o Código de Organização  Judiciária do Estado de Goiás, cujo artigo 158 prevê que o expediente  forense deve ser das 8 às 18 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: Assessoria de Comunicação Integrada da OAB-GO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.oabgo.org.br/oab/noticias/judiciario/06-12-2011-cnj-determina-que-tj-go-volte-a-funcionar-em-horario-integral/ &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OAB JOVEM DE GOIÁS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8818541738516005000-8144771070488021878?l=cajgo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/gRRbCv9BnhE" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/nBom5xPLiqE" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/XCiqQ90ZTwI" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/ndF0E98AV5E" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-15T02:35:47.823-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://cajgo.blogspot.com/2011/12/tj-go-deve-voltar-funcionar-em-periodo.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/gRRbCv9BnhE/tj-go-deve-voltar-funcionar-em-periodo.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/nBom5xPLiqE/tj-go-deve-voltar-funcionar-em-periodo.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/XCiqQ90ZTwI/tj-go-deve-voltar-funcionar-em-periodo.html</feedburner:origLink></item><item><title>Juíza acusada de grampear telefone de ex-namorado tem habeas corpus negado</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/ofdrKY_eSW0/juiza-acusada-de-grampear-telefone-de.html</link><category>OAB JOVEM DE GOIÁS</category><category>CAJ OAB GO</category><category>Goiânia - Goiás</category><author>noreply@blogger.com (Lívia Costa)</author><pubDate>Wed, 14 Dec 2011 20:35:47 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8818541738516005000.post-8579119504948187312</guid><description>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; background-color: rgb(255, 255, 255); font-size: medium; "&gt;&lt;div class="conteudo_texto" style="font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px; text-align: justify; text-decoration: none; color: rgb(89, 86, 86); "&gt;Acusada de ordenar que o telefone do ex-namorado fosse grampeado, uma juíza estadual de São Paulo teve seu pedido de habeas corpus negado no Superior Tribunal de Justiça (STJ). A juíza pretendia anular a sessão do órgão especial do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), ocorrida em setembro de 2008, que aceitou a denúncia e instaurou ação penal contra ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Narra a denúncia que a ré teve um relacionamento amoroso e, depois do rompimento, valendo-se das prerrogativas do cargo, oficiou à Telesp Celular e requisitou interceptação de telefone do ex-namorado, mesmo não havendo nenhuma ação criminal contra ele. Além disso, condenou o pai do ex-namorado em ação penal, sem declarar-se impedida para o caso e negando todos os benefícios legais ao réu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a denúncia, a juíza também teria tentado atingir o ex-namorado ao dar sentença em ação civil pública movida contra o pai dele, mesmo violando a regra constitucional da competência, pois ela própria havia afirmado que o processo competia à Justiça Federal – tudo por conta de “rancor e animosidade em razão do término do romance”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, diz a denúncia que a juíza determinou a abertura de três inquéritos policiais contra o ex-namorado, pelos crimes de ameaça, tentativa de homicídio e tentativa de estupro, mesmo sabendo que tais eventos não tinham ocorrido. Segundo a denúncia, “em nenhum dos inquéritos houve o menor indício de veracidade das assertivas” feitas pela juíza contra seu ex.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A juíza foi denunciada pelo artigo 10 da Lei 9.296/96, que define como crime a escuta telefônica sem ordem judicial ou com objetivos diversos da ordem. Também foi acusada pelos crimes de falsidade ideológica, prevaricação e denunciação caluniosa (artigos 299, 319 e 339 do Código Penal). O órgão especial declarou que o crime de prevaricação já estava prescrito, porém recebeu o restante da denúncia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Processo administrativo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;No habeas corpus impetrado no STJ, a defesa da juíza alegou que a sessão de julgamento do órgão especial seria nula. Oito dos desembargadores que integraram o órgão já haviam votado pela punição da ré no processo administrativo instaurado na Corregedoria Geral da Justiça do Estado de São Paulo – processo que determinou sua remoção compulsória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ela, os desembargadores estariam impedidos de participar do julgamento por essa razão, com base do artigo 252, inciso III, do Código de Processo Penal (CPP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relator da matéria, ministro Jorge Mussi, concordou que o artigo 252 do CPP veda que um magistrado atue duas vezes no mesmo processo em diferentes graus de jurisdição. “Não se cuida, portanto, de atuação em esferas de naturezas distintas, a saber: a administrativa e a penal”, esclareceu. O relator disse que os julgamentos pela corregedoria e pelo órgão especial do TJSP, mesmo com a participação dos desembargadores em ambos, não ofendem o artigo do CPP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, acrescentou o ministro Mussi, o artigo 252 lista taxativamente as hipóteses de impedimento dos magistrados. “Não se há de estender o conceito de jurisdição para abranger a esfera administrativa como vedação à atuação do mesmo magistrado em feitos de naturezas distintas, oriundas, contudo, dos mesmos fatos”, concluiu. A Quinta Turma acompanhou o entendimento do relator de forma unânime.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="obj_texto_autor" style="font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10px; font-weight: bold; text-decoration: none; color: rgb(73, 73, 73); "&gt;Coordenadoria de Editoria e Imprensa &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(73, 73, 73); font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10px; font-weight: bold; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;Fonte:&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=104057"&gt;http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=104057&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; background-color: rgb(255, 255, 255); font-size: medium; "&gt;&lt;div class="obj_texto_autor" style="font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10px; font-weight: bold; text-decoration: none; color: rgb(73, 73, 73); "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OAB JOVEM DE GOIÁS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8818541738516005000-8579119504948187312?l=cajgo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/Nk_IEkLEj0Y" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/OiaJH_oyOeY" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/gYHSjrsX1U8" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/ofdrKY_eSW0" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-15T02:35:47.823-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://cajgo.blogspot.com/2011/12/juiza-acusada-de-grampear-telefone-de.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/Nk_IEkLEj0Y/juiza-acusada-de-grampear-telefone-de.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/OiaJH_oyOeY/juiza-acusada-de-grampear-telefone-de.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/gYHSjrsX1U8/juiza-acusada-de-grampear-telefone-de.html</feedburner:origLink></item><item><title>STJ aumenta honorários advocatícios de R$ 20 mil para R$ 200 mil</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/Rz0S_kYMVZU/stj-aumenta-honorarios-advocaticios-de.html</link><category>OAB JOVEM DE GOIÁS</category><category>CAJ OAB GO</category><category>Goiânia - Goiás</category><author>noreply@blogger.com (Lívia Costa)</author><pubDate>Wed, 14 Dec 2011 20:35:47 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8818541738516005000.post-961704752501480582</guid><description>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;div style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; padding-bottom: 10px; "&gt;&lt;span class="titulo_texto" style="font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px; font-weight: bold; text-align: left; text-decoration: none; color: rgb(157, 54, 46); padding-top: 5px; padding-right: 5px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="conteudo_texto" style="font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 11px; text-align: justify; text-decoration: none; color: rgb(89, 86, 86); "&gt;A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) considerou aviltante a quantia de R$ 20 mil fixada como honorário de sucumbência em exceção de pré-executividade apresentada em execução de quase R$ 4 milhões. Por isso, os ministros elevaram o valor para R$ 200 mil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa quantia deve ser paga por advogado que moveu execução de outros honorários contra uma construtora. Ele foi advogado da empresa em uma ação de execução ajuizada pelo Banco do Estado de Minas Gerais. O litígio terminou com acordo, que não foi inicialmente cumprido. Outro acordo firmado em agosto de 1999 pôs fim à execução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro acordo previa o pagamento de honorários de sucumbência se fosse necessário retomar a execução, em caso de inadimplemento. Por entender que era essa a hipótese, o advogado ajuizou execução contra a construtora visando ao recebimento de honorários de R$ 3,81 milhões, em valores de agosto de 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa apresentou exceção de pré-executividade (defesa em processo de execução na qual se ataca o direito reivindicado), que foi julgada procedente. A sentença condenou o advogado ao pagamento de R$ 20 mil em honorários de sucumbência e multa por litigância de má-fé no valor de 2% sobre o valor da execução. Ao julgar apelação de ambas as partes, o tribunal estadual apenas afastou a multa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O agravo de instrumento do advogado pedindo a análise de recurso especial pelo STJ não foi aceito por falha instrumental, de forma que o mérito não foi analisado. O recurso da empresa foi admitido. Com o objetivo de aumentar o valor dos honorários, os novos defensores da construtora alegaram violação dos critérios legais para sua fixação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Critérios&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De acordo com os parágrafos 3º e 4º do artigo 20 do Código de Processo Civil, os honorários devem ser fixados entre 10% e 20% sobre o valor da causa ou, em casos especiais, de forma equitativa a critério do juiz. Sempre é preciso observar o grau de zelo do profissional, o local de prestação dos serviços, a natureza e importância da causa, o trabalho realizado pelo advogado e o tempo exigido para o serviço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A relatora do recurso, ministra Nancy Andrighi, entendeu que, apesar do trabalho objetivamente simples desempenhado em uma exceção de pré-executividade, é preciso levar em consideração a importância da causa. Para ela, não se pode desprezar a expressiva responsabilidade assumida pelo advogado ao aceitar defender seu cliente em ação de execução de grande vulto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A remuneração dos advogados, que foram diligentes a ponto de contratar parecer de renomado professor de direito para respaldar a pretensão de seu cliente, não pode se resumir ao montante de R$ 20 mil. A remuneração nesse patamar, de fato, avilta a profissão do advogado”, afirmou a ministra no voto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ministra destacou que, recentemente, a Associação dos Advogados de São Paulo publicou manifesto contra os critérios adotados pelos tribunais para a fixação de honorários de sucumbência. Embora entenda que os magistrados sempre procuram fixar os honorários no patamar mais razoável possível, Nancy Andrighi considera que essa iniciativa, tomada por grande e respeitável associação, não pode passar despercebida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se a postura até aqui adotada tem gerado indignação significativa a ponto de gerar um manifesto oficial, talvez seja o momento de, com humildade e parcimônia, revê-la” – ponderou.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="obj_texto_autor" style="font-family: verdana, arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10px; font-weight: bold; text-decoration: none; color: rgb(73, 73, 73); "&gt;Coordenadoria de Editoria e Imprensa&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   &gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=104058"&gt;http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=104058&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OAB JOVEM DE GOIÁS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8818541738516005000-961704752501480582?l=cajgo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/LSFZU8ONnWU" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/-hjoDe1Kz3g" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/W_Q5U-ovAMo" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/Rz0S_kYMVZU" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-15T02:35:47.823-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://cajgo.blogspot.com/2011/12/stj-aumenta-honorarios-advocaticios-de.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/LSFZU8ONnWU/stj-aumenta-honorarios-advocaticios-de.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/-hjoDe1Kz3g/stj-aumenta-honorarios-advocaticios-de.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/W_Q5U-ovAMo/stj-aumenta-honorarios-advocaticios-de.html</feedburner:origLink></item><item><title>Mudanças na Lei de Lavagem de Dinheiro não devem ser aprovadas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/kZW6exFTZoY/mudancas-na-lei-de-lavagem-de-dinheiro.html</link><category>OAB JOVEM DE GOIÁS</category><category>CAJ OAB GO</category><category>Goiânia - Goiás</category><author>noreply@blogger.com (OAB-GO - CAJ)</author><pubDate>Wed, 14 Dec 2011 20:35:47 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8818541738516005000.post-2236082816252149980</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), por meio do Conselho Federal, manifestou-se contrária a aprovação do Projeto de Lei (PL) nº 3443/2008, apresentado ao Senado Federal, o qual propõe alterações à Lei nº 9.613/1998, que dispõe sobre a lavagem de dinheiro. O PL 3443/2008 foi muito criticado pela OAB, a qual entende que tal é inconstitucional, violando dispositivos dentro da ordem criminal, como também na ordem profissional.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Neste ínterim, o que chama muita atenção é a retaliação que o projeto de lei mencionado trás contra os advogados que eventualmente vierem a prestar serviços para pessoas que estiverem enquadradas nas proibições da lei de lavagem de dinheiro, uma vez que coloca como obrigatoriedade do profissional que prestar serviço de assessoria a comprovação da origem dos seus honorários.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Em outras palavras, o projeto de lei pretende que o advogado que preste assessoria ao agente sujeito às iras desta lei tenha que comprovar de onde veio o dinheiro que recebeu como pagamento pelo seu serviço na elaboração de contratos, na defesa do cliente que responde a processos ou procedimentos previstos em decorrência da lei de lavagem de dinheiro ou qualquer tipo de assessoria.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Em verdade, o projeto de lei busca inverter ao que determina a Constituição Federal, considerando o advogado culpado presumidamente, criando uma espécie de co-autoria com o seu cliente, simplesmente pelo fato de prestar serviço profissional a alguém que tem direito à livre a contratação de advogado para exercer seu direito de defesa e assessoria jurídica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Não apenas isso. Mais parece uma forma de punir previamente o cidadão que precisar de um advogado, desestimulando a própria prestação do serviço advocatício, eis que o profissional da advocacia terá muito receio em prestar seu serviço, pois a lei o considerará culpado em decorrência de prestação seu trabalho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;O advogado, em verdade, tem como comprovação da origem do seus honorários a simples prestação do seu trabalho advocatício, assim como acontece com os demais profissionais liberais que prestam serviços aos cidadãos, serviços relevantes no desenvolvimento da sociedade, tanto no cumprimento da lei, quanto na saúde, na contabilidade, dentre outros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Importante ressaltar que, a estes profissionais, é imposto um dever não apenas legal, como também moral e ético, de manterem sigilo sobre a prestação de seus serviços, não podendo serem penalizados por simplesmente prestarem seu trabalho a alguém que venha a necessitar dele.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Ainda, é dever precípuo do Estado o sigilo fiscal. O PL 3443/2008 nada mais é do que uma quebra do sigilo fiscal do cidadão e dos profissionais que lhe preste serviço, vez que, caso aprovado o projeto, haverá sempre a quebra do sigilo fiscal do agente com a declaração de origem de bens e rendas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;O que pretende um projeto como este? Acabar com a existência dos profissionais liberais, como o advogado? Penalizar o cidadão, sem dar a ele o direito que tem a defesa e contratação de assessoria? Qualquer tipo de penalização deve ser aplicada apenas após a efetivação do devido processo legal. Medidas como o dito projeto tenta retirar do cidadão o direito ao devido processo legal e retira do advogado o direito a existência da sua profissão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Não se pode aceitar como correta a medida buscada pelo PL 3443/2008, uma vez que intenciona penalizar o advogado pela prestação de seu trabalho, praticamente considerando ilícita a prestação advocatícia e deixando o cidadão a mercê de seu direito a defesa e, talvez também, do devido processo legal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-CwyabBbTNeY/Ttgms9kzKnI/AAAAAAAAAOU/LlOk9qIR8yE/s1600/Samuel.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-CwyabBbTNeY/Ttgms9kzKnI/AAAAAAAAAOU/LlOk9qIR8yE/s200/Samuel.jpg" width="141" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Autor: &lt;b&gt;Samuel dos Santos Bispo&lt;/b&gt; – Advogado integrante do escritório Eliane Leonel de Campos e Advogados Associado, situado em Cristalina-GO; formado em Direito pela Faculdade Atenas de Paracatu-MG; pós-graduando em Direito Processual Civil pela Universidade Anhanguera – Uniderp; presidente da Comissão da Advocacia Jovem da Subseção da OAB/GO de Cristalina-GO; e-mail: samuelsbispo@yahoo.com.br.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OAB JOVEM DE GOIÁS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8818541738516005000-2236082816252149980?l=cajgo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/Ur1-4ZSE38Q" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/zJdv6FKTY6c" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/Mnjeq2H3JGc" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/kZW6exFTZoY" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-15T02:35:47.824-02:00</app:edited><media:thumbnail height="72" url="http://3.bp.blogspot.com/-CwyabBbTNeY/Ttgms9kzKnI/AAAAAAAAAOU/LlOk9qIR8yE/s72-c/Samuel.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://cajgo.blogspot.com/2011/12/mudancas-na-lei-de-lavagem-de-dinheiro.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/Ur1-4ZSE38Q/mudancas-na-lei-de-lavagem-de-dinheiro.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/zJdv6FKTY6c/mudancas-na-lei-de-lavagem-de-dinheiro.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/Mnjeq2H3JGc/mudancas-na-lei-de-lavagem-de-dinheiro.html</feedburner:origLink></item><item><title>CAJ – Serviço OAB Vai à Faculdade</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/yq3KsRCZ0ek/caj-servico-oab-vai-faculdade.html</link><category>OAB JOVEM DE GOIÁS</category><category>CAJ OAB GO</category><category>Goiânia - Goiás</category><author>noreply@blogger.com (OAB-GO - CAJ)</author><pubDate>Wed, 14 Dec 2011 20:35:47 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8818541738516005000.post-3077112238908134156</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;CAJ – Serviço OAB Vai à Faculdade&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal"&gt;A Comissão da Advocacia Jovem (CAJ) OAB GO realizou duas edições do serviço OAB Vai à Faculdade neste mês de novembro /2011. No dia 24 esteve presente na Faculdade Sul Americana (FASAM) onde foram ministradas palestras sobre “Os desafios do início de carreira para o jovem advogado (a)” e “A importância da advocacia”. Já no dia 25 o serviço foi levado a Uni Anhanguera com palestras sobre Ética. O serviço OAB Vai à Faculdade é de responsabilidade da Subcomissão de Capacitação Profissional, seu Coordenador e palestrante, @Francisco Sena, destacou que os objetivos do serviço foram cumpridos em 2011, ano em que 12 Instituições de Ensino Superior (IES) e cerca de 2.300 acadêmicos no Estado de Goiás foram atendidas pelo serviço. O presidente da CAJ, @Enil Henrique de Souza Neto, presente nas palestras, enfatizou a importância deste serviço para a OAB e comunidade acadêmica, tanto é que várias instituições implantaram o serviço de forma fixa em seus eventos para o próximo ano e o projeto é expandi-lo ainda mais.&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O Coordenador da Subcomissão de Estudos Jurídicos, @Wanderson de Oliveira, também foi palestrante nas duas edições de novembro.&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;A IES que desejar receber o serviço deve entrar em contato por meio do telefone 62 3235 6502/6500 ou e-mail caj@oabgo.org.br&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OAB JOVEM DE GOIÁS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8818541738516005000-3077112238908134156?l=cajgo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/p-O66VWcdhA" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/h_zKrmzoCe4" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/_goUtE8soy8" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/yq3KsRCZ0ek" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-15T02:35:47.824-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://cajgo.blogspot.com/2011/11/caj-servico-oab-vai-faculdade.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/p-O66VWcdhA/caj-servico-oab-vai-faculdade.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/h_zKrmzoCe4/caj-servico-oab-vai-faculdade.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/_goUtE8soy8/caj-servico-oab-vai-faculdade.html</feedburner:origLink></item><item><title>Minicurso para Advogados em Início de Carreira, Bacharéis e Estagiários</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/LuE5fwi46pI/minicurso-para-advogados-em-inicio-de.html</link><category>OAB JOVEM DE GOIÁS</category><category>CAJ OAB GO</category><category>Goiânia - Goiás</category><author>noreply@blogger.com (OAB-GO - CAJ)</author><pubDate>Wed, 14 Dec 2011 20:35:47 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8818541738516005000.post-1362491523947212555</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://www.oabgo.org.br/esa/eventos-capital/seminario/06-e-07-12-minicurso-para-advogados-em-inicio-de-carreira-bachareis-e-estagiarios/"&gt;9o MInicurso&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;06 e 07/12 - Minicurso para Advogados em Início de Carreira, Bacharéis e Estagiários&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Inscrições no link &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;http://www.oabgo.org.br/esa/eventos-capital/seminario/06-e-07-12-minicurso-para-advogados-em-inicio-de-carreira-bachareis-e-estagiarios/&lt;/span&gt; &amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;               &lt;br /&gt;
&lt;div class="containerfotoleft" style="width: 599px;"&gt;&lt;div class="fotoleft" style="width: 599px;"&gt;&lt;img alt="" border="0" class="null" height="143" src="http://www.oabgo.org.br/arquivos/img1322132181364.png" title="" width="400" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;      &lt;br /&gt;
&lt;table border="0" style="width: 600px;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;     &lt;td&gt;Advogado com 8 anos de atuação nas áreas de Direito Empresarial &lt;br /&gt;
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Juiz do Trabalho desde 1998; professor de diversos cursos preparatórios &lt;br /&gt;
e de pós-graduação em Goiânia, Brasília e Cuiabá; doutorando em Direito &lt;br /&gt;
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Universitário de Goiás - Uni-Anhanguera; especialista em Processo &lt;br /&gt;
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Ari Ferreira de Queiroz&lt;br /&gt;
Juiz de Direito da 3ª Vara da Fazenda Pública Estadual da comarca de &lt;br /&gt;
Goiânia; pós-graduado em Direito Público pela Faculdade Anhangüera e &lt;br /&gt;
em Direito Processual Civil e Direito Penal pela Universidade Federal de &lt;br /&gt;
Goiás (UFG); mestre em Direito do Estado pela Universidade de Franca; &lt;br /&gt;
doutor em Direito Constitucional pela Pontifícia Universidade Católica &lt;br /&gt;
de São Paulo (PUC-SP) e em Ciências Jurídicas pela Universidade do &lt;br /&gt;
Museu Social Argentino, em Buenos Aires; professor em cursos de &lt;br /&gt;
graduação e pós-graduação em várias universidades; membro de &lt;br /&gt;
banca examinadora de concursos da área jurídica; membro &lt;br /&gt;
fundador e presidente da Academia Goiana de Direito (ACAD); &lt;br /&gt;
presidente do Instituto de Ensino e Pesquisa Científica (IEPC); &lt;br /&gt;
autor de várias obras e artigos jurídicos.&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
Otávio Alves Forte&lt;br /&gt;
Advogado e professor de Direito; especialista em Direito Tributário &lt;br /&gt;
pelo IBEP/UCB e em Direito Civil e Processo Civil pelo IEPC/Fesurv; &lt;br /&gt;
mestrando em Direito, com foco em ?Tendências da Tributação Nacional e &lt;br /&gt;
Internacional?, pela UCB; conselheiro seccional da OAB-GO (2010-2012); &lt;br /&gt;
presidente da Comissão de Direito Constitucional e Legislação da OAB-GO; &lt;br /&gt;
membro da Comissão Nacional de Apoio ao Advogado em Início de &lt;br /&gt;
Carreira do Conselho Federal da OAB (2010-2012); conselheiro deliberativo do &lt;br /&gt;
OABPrev-GO/TO (2011-2013); e vice-presidente do Instituto Goiano de Direito &lt;br /&gt;
Constitucional (IGDC).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
07 de dezembro - quarta-feira&lt;br /&gt;
19h - O Advogado e as Prerrogativas da Profissão&lt;br /&gt;
Alexandre Ramos Caiado&lt;br /&gt;
Advogado; graduado em Direito pela Faculdade Anhanguera de Ciências Humanas; &lt;br /&gt;
conselheiro seccional da OAB-GO; presidente da Comissão de Direitos e &lt;br /&gt;
Prerrogativas da OAB-GO; árbitro da 6ª Corte de Conciliação e Arbitragem de Goiânia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20h - Advocacia: Expectativas e Desafios&lt;br /&gt;
Enil Henrique de Souza Filho&lt;br /&gt;
Graduado em Direito pela Universidade Católica de Goiás (UCG) em 1987; &lt;br /&gt;
Especialista em Processo Civil e Direito Civil pela Faculdade Anhanguera; &lt;br /&gt;
Diretor-tesoureiro da OAB-GO (2010-2012); Conselheiro Seccional da &lt;br /&gt;
OAB-GO (2000-2003/ 2004-2006); Vice-Presidente da Caixa de Assistência dos &lt;br /&gt;
Advogados de Goiás (2007-2009); Diretor Jurídico do Banco do Estado de Goiás &lt;br /&gt;
(BEG) (1988-2002); Áreas de atuação: Cível e Bancária; Atua em todo o Estado de Goiás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22H - Encerramento&lt;br /&gt;
- SORTEIO DE BRINDES E BOLSAS DE ESTUDOS INTEGRAIS AOS PRESENTES&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OAB JOVEM DE GOIÁS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8818541738516005000-1362491523947212555?l=cajgo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/1sT9C5DsNbM" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/mZMJBt60_Sc" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/9Uip7EaU4z0" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/LuE5fwi46pI" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-15T02:35:47.824-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://cajgo.blogspot.com/2011/11/minicurso-para-advogados-em-inicio-de.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/1sT9C5DsNbM/minicurso-para-advogados-em-inicio-de.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/mZMJBt60_Sc/minicurso-para-advogados-em-inicio-de.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/9Uip7EaU4z0/minicurso-para-advogados-em-inicio-de.html</feedburner:origLink></item><item><title>PGR e AGU são favoráveis à Adin da OAB contra extras no Legislativo goiano</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/h01bjRS1a9Q/pgr-e-agu-sao-favoraveis-adin-da-oab.html</link><category>OAB JOVEM DE GOIÁS</category><category>CAJ OAB GO</category><category>Goiânia - Goiás</category><author>noreply@blogger.com (OAB-GO - CAJ)</author><pubDate>Wed, 14 Dec 2011 20:35:47 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8818541738516005000.post-2799968391745591786</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Advocacia-Geral da União (AGU) opinaram favoravelmente à aprovação, no mérito, da Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) nº 4587, ajuizada pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) contra dispositivo do Regimento Interno da Assembleia Legislativa de Goiás, que instituiu remuneração aos parlamentares por sessões extraordinárias extras daquela Casa. A OAB contesta o parágrafo 5º, artigo 147 do Regimento Interno, o qual, segundo a entidade, "não encontra fundamento de validade na Constituição Estadual, revelando-se, assim, norma de caráter autônomo manifestamente incompatível com a Carta Maior". A ação tem como relator no Supremo Tribunal Federal o ministro Ricardo Lewandowski.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em agosto deste ano, Lewandowski concedeu medida cautelar para proibir o pagamento dos extras aos deputados goianos. A concessão da cautelar suspendeu a eficácia do Regimento Interno até o julgamento no mérito da Adin, o que está para ocorrer. Segundo o voto do ministro Lewandowski à época da concessão da cautelar, "a Assembleia Legislativa de Goiás convocou extraordinariamente os parlamentares em janeiro de 2011 e pagou a indevida e inconstitucional verba indenizatória, elevando, com isso, o prejuízo ao erário com esses pagamentos em todas as oportunidades de idênticas convocações extraordinárias".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ministro citou, à época, a decisão do plenário do STF proferida na medida cautelar na Adin nº 4509 (também ajuizada pela OAB Nacional), relatada pela ministra Carmem Lúcia, que deferiu pedido de medida cautelar para suspender os efeitos da Emenda Constitucional nº 47/10 à Constituição do Pará, que instituíra o pagamento de parcela indenizatória a deputados estaduais para convocação extraordinária.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao contestar a remuneração por sessões extraordinárias da Assembleia Legislativa goiana, a OAB destaca que a sociedade brasileira e os próprios parlamentares federais, na elaboração da Constituição de 88, &amp;nbsp;"entenderam da inviabilidade de manutenção do sistema de pagamento indenizatório que sangrava o orçamento público e que fazia com que os referidos parlamentares pudessem receber, muitas das vezes, o valor anual quinze vezes maior que sua remuneração mensal - muito além, portanto, daquela recebida pelo trabalhador brasileiro". Ainda na avaliação da OAB, o pagamento dos extras está "na contramão da República, da moralidade, da impessoalidade, da proporcionalidade, da democracia e do pacto federativo".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;OAB-GO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ajuizamento da Adin pelo Conselho Federal foi motivado por provocação da OAB-GO, que encaminhou ao presidente nacional da instituição, Ophir Cavalcante, além do pedido de instauração de Adin, parecer elaborado pela Comissão de Direito Constitucional e Legislação da seccional apontando a inconstitucionalidade do pagamento de extras aos parlamentares do Estado. "Desde 2006, com uma emenda à Carta Magna, deputados não podem receber mais do que o subsídio. Não é uma questão apenas jurídica. É moral e política", argumentou o presidente da OAB-GO, Henrique Tibúrcio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: site do Conselho Federal da OAB com informações da Assessoria de Comunicação Integrada da OAB-GO&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OAB JOVEM DE GOIÁS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8818541738516005000-2799968391745591786?l=cajgo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/raosvXuN8Ug" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/teSi3dhteJ4" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/OK4a_08fBS0" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/h01bjRS1a9Q" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-15T02:35:47.825-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://cajgo.blogspot.com/2011/11/pgr-e-agu-sao-favoraveis-adin-da-oab.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/raosvXuN8Ug/pgr-e-agu-sao-favoraveis-adin-da-oab.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/teSi3dhteJ4/pgr-e-agu-sao-favoraveis-adin-da-oab.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/OK4a_08fBS0/pgr-e-agu-sao-favoraveis-adin-da-oab.html</feedburner:origLink></item><item><title/><link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/NXebo3tNezI/blog-post.html</link><category>OAB JOVEM DE GOIÁS</category><category>CAJ OAB GO</category><category>Goiânia - Goiás</category><author>noreply@blogger.com (OAB-GO - CAJ)</author><pubDate>Wed, 14 Dec 2011 20:35:47 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8818541738516005000.post-4442177035024785307</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-5Q6YHArPCSg/TtV-VEVvDDI/AAAAAAAAAOM/0Braj03Ja9w/s1600/OAB+vai+%25C3%25A0+Escola+-+convite.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="455" src="http://3.bp.blogspot.com/-5Q6YHArPCSg/TtV-VEVvDDI/AAAAAAAAAOM/0Braj03Ja9w/s640/OAB+vai+%25C3%25A0+Escola+-+convite.png" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OAB JOVEM DE GOIÁS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8818541738516005000-4442177035024785307?l=cajgo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/tHJ-ppiDDkc" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/9rg31sBpWn4" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/RJeHOFnW6K0" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/NXebo3tNezI" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-15T02:35:47.825-02:00</app:edited><media:thumbnail height="72" url="http://3.bp.blogspot.com/-5Q6YHArPCSg/TtV-VEVvDDI/AAAAAAAAAOM/0Braj03Ja9w/s72-c/OAB+vai+%25C3%25A0+Escola+-+convite.png" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://cajgo.blogspot.com/2011/11/blog-post.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/tHJ-ppiDDkc/blog-post.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/9rg31sBpWn4/blog-post.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/RJeHOFnW6K0/blog-post.html</feedburner:origLink></item><item><title>PROCESSO LICITATÓRIO: A OBSERVÂNCIA DA LEGALIDADE E O PAPEL DO ADVOGADO COMO GARANTE DA EMPRESA</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/L8EWu1PYqls/processo-licitatorio-observancia-da.html</link><category>OAB JOVEM DE GOIÁS</category><category>CAJ OAB GO</category><category>Goiânia - Goiás</category><author>noreply@blogger.com (OAB-GO - CAJ)</author><pubDate>Wed, 14 Dec 2011 20:41:36 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8818541738516005000.post-6335011549748298410</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Resumo: A ideia de Estado Administração como provedor universal já não mais se sustenta, sequer no plano teórico, não retirando, no entanto, seu Poder-Dever em regular e fiscalizar algumas atividades. O instituto da Licitação é forma desenvolvida pelo legislador para que aqueles que desempenham atividade preponderantemente econômica, ao contrário da Administração Pública, desenvolvam a livre iniciativa, não tolhendo, porém, a função estatal de se fazer valer os princípios norteadores da coisa pública. Nesse cenário, o advogado atua como verdadeiro guardião das prerrogativas de Direito, daqueles que se propõem a concorrer no certame licitatório.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Palavras-chave: Estado-regulador. Livre iniciativa. Licitação. Legalidade. Advogado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em tempos que uma política liberal moderada se mostra como uma melhor alternativa para o desenvolvimento social e efetivação das garantias fundamentais e das liberdades individuais, as empresas surgem em papel de destaque como provedoras de serviços que a princípio eram dados ao cargo da Administração Pública que, não raras as vezes os prestavam com grande deficiência, seja em razão do desconhecimento técnico naquilo que empreendia, seja em razão de um sentimento de desapego para com a coisa pública.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na obra “Contrato Social” de Jean Jacques Rousseau, há a proposta de uma política ideologista em que o Estado, visto como o grande provedor das necessidades sociais, deve suprir as lacunas e diferenças resultantes de uma sociedade marcada pelo descompasso de interesses, próprias da natureza humana, resultante da distinção que há de ser para ser.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não desrespeitando o conteúdo de venerada obra, há de se reconhecer que não se pode mais pensar um Estado puramente paternalista, tutor de todos os anseios e necessidades sociais, tendo em vista que levaria à estagnação social, a uma constante inevitável insatisfação de imensa parcela da população que não veria suas reivindicações atendidas, e principalmente por ser a Administração Pública dirigida por homens que pautariam suas ações de acordo com suas próprias convicções. Por isso, mostra-se de imensa importância a livre iniciativa, como forma de descentralização das tomadas de decisões e conseqüente atendimento a uma maior gama de interesses.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nossa Constituição de 1988, conhecida como “A Constituição Cidadã”, reconhecendo o valor de tais ideais à prosperidade da Nação, diz em seu artigo 1º:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;I - a soberania;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;II - a cidadania;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;III - a dignidade da pessoa humana;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;V - o pluralismo político”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Devemos entender, portanto, que o legislador, ciente das funções maiores a que devemos delegar o Estado, deixou para os cidadãos a função de desenvolvimento das atividades de cunho econômico, devendo o Estado regularizá-las e fiscalizá-las, podendo interferir em sua gestão somente em algumas exceções, conforme os auspícios do artigo 173 da Constituição Federal:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Art. 173. Ressalvados os casos previstos nesta Constituição, a exploração direta de atividade econômica pelo Estado só será permitida quando necessária aos imperativos da segurança nacional ou a relevante interesse coletivo, conforme definidos em lei”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando então não se vislumbrar da necessidade em atuar diretamente na exploração de certa atividade econômica, compete, todavia, ao Estado utilizar-se de seu Poder-Dever para regulamentar outras relações que vierem a surgir, e para isso observa os princípios constitucionais explícitos norteadores da Administração Pública estampados no artigo 37, caput, da CF/88:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência...”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A forma eficiente encontrada pelo legislador de não se colocar totalmente alheio à prestação de serviços relevantes à população, mas ao mesmo tempo não prestá-los de forma direta, desviando assim suas funções essenciais institucionais, é encontrada na Lei 8.666/93 (Lei de Licitações e Contratos Públicos), que dispõe sobre as autorizações do Poder Público, conferida a terceiros, no que toca a “obras, serviços, inclusive de publicidade, compras, alienações e locações no âmbito dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios”, nas palavras do artigo 1º daquela Lei.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nas palavras de José dos Santos Carvalho Filho:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“A Administração Pública(...) exerce atividade multifária e complexa, e sempre com os olhos voltados para fim de interesse público. Para alcançá-lo, precisa valer-se de serviços e bens fornecidos por terceiros, razão porque é obrigada a firmar contratos para realização de obras, prestação de serviços, fornecimento de bens, execução de serviços públicos, locação de imóveis etc...”. (1)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Havendo a licitação para se obter a prestação de serviços ou fornecimento de objetos por terceira pessoa à Administração, prorroga-se o Poder-Dever da Administração em garantir o bom andamento do processo licitatório, pois, de nada adiantaria o certame caso não fossem observados critérios que favorecessem a concorrência leal entre aqueles que venham a concorrer.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Surge então o advogado como figura conhecedora do espírito da Lei, e que tendo o condão de reconhecer uma possível disparidade de tratamento, ou direcionamento licitatório, poderá ao lado do empresário, postular pela firme observância de normas que visam o fiel cumprimento do justo, evitando que pessoas bem intencionadas sirvam como meros fantoches de uma peça encenada em que poucos sabem de seu desfecho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não é por outro motivo que a Constituição Federal em seu artigo 133, ao referir-se ao advogado e seu múnus público, diz:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Art. 133. O advogado é indispensável à administração da justiça, sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão, nos limites da lei”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É esse profissional que em sua cátedra conheceu o espírito das Leis, e sabendo de sua boa intenção, tem por obrigação exorcizar o mal espírito que dela tenta se apoderar, transformando a norma coletiva em meio de se auto promover e beneficar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É nesse sentido que leciona, com pena de ouro, o Professor José de Carvalho Santos Filho:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Quando foi concebido o procedimento de licitação, assentou-se o legislador em determinados fundamentos inspiradores. E um deles foi, sem dúvida, a moralidade administrativa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Erigida atualmente à categoria de princípio constitucional pelo art. 37, caput, da CF, a moralidade administrativa deve guiar toda a conduta dos administradores. A estes incumbe agir com lealdade e boa-fé no trato com os particulares, procedendo com sinceridade e descartando qualquer conduta astuciosa ou eivada de malícia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A licitação veio prevenir eventuais condutas de improbidade por parte do administrador, algumas vezes curvados a acenos ilegítimos por parte de particulares, outras levados por sua própria deslealdade para com a Administração e a coletividade que representa. Daí a vedação que se lhe impõe, de optar por determinado particular...”. (2)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É, portanto, o advogado, verdadeiro garante da legalidade de eventual processo licitatório&amp;nbsp; a que venha participar o empreendedor, evitando que este possa vir a ser prejudicado por intenções escusas ao interesse social, fazendo valer o que disciplina o artigo 3º da Lei 8.666/93:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Art. 3o&amp;nbsp; A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesse sentido, Arnold Wald, tece os seguintes comentários:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Há no particular uma vinculação entre o direito empresarial e o do desenvolvimento que significa,a&amp;nbsp; estruturação, pelo jurista, de quadros jurídicos, instituições e leis que possam estimular e promover a atividade econômica de uma sociedade(...) Há&amp;nbsp; mais de trinta anos que se assinala a transformação sofrida pela advocacia no Brasil, abandonando o seu caráter predominantemente litigioso para abranger, cada vez mais, uma atividade consultiva e de assessoramento de empresas. Na sua obra A advocacia e o seu Estatuto, o antigo Presidente do Conselho Federal, Prf. Nehemias Gueiros, salientou, ainda em 1964, a nova amplitude que estava adquirindo a profissão. Ressaltou, então, que ‘De mero conselheiro judicial, de simples patrono de causas forenses, o advogado passou a ser o assessor jurídico, o consultor para os problemas e para as soluções de circunstâncias necessárias a vida moderna, que as leis, os regulamentos e a disciplina da intervenção do Estado nas relações econômicas e nas relações sociais em geral, vão determinando cada vez mais intensamente”. (3)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acreditando que o desenvolvimento nacional se dá pela livre concorrência, motivo pela qual se guarda estampada dentre os incisos que abrem as cortinas da atual Constituição, devem advogados e empreendedores unir-se aos bons fins de Direito, pois, guardam entre si uma semelhança patriótica, qual seja, o lema estampado em nossa bandeira: Ordem e Progresso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1-&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Dos SANTOS CARVALHO FILHO, “Manual de Direito Administrativo”, 21ª edição, Ed. Lumen Juris; Rio de Janeiro: 2009; p. 225.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2-&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Dos SANTOS CARVALHO FILHO, ob. Cit., p. 243.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3-&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; WALD Arnold. “Doutrina Essenciais – Direito Empresarial”, Volume I, Revista dos Tribunais; São Paulo: 2011; p. 51-52.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-oEv2wNzy4cY/TtQkSaDSudI/AAAAAAAAAOE/JX8kSAB533M/s1600/foto.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-oEv2wNzy4cY/TtQkSaDSudI/AAAAAAAAAOE/JX8kSAB533M/s1600/foto.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DR. JESSÉ LEAL PEREIRA. Graduado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC/GO), Pós-graduando em Direito Civil e Processo Civil pela UCAM/RJ.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OAB JOVEM DE GOIÁS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8818541738516005000-6335011549748298410?l=cajgo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/3GsXQ-BwgyU" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/txXTBoqEddY" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/uieBhy96THQ" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/L8EWu1PYqls" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-15T02:41:36.121-02:00</app:edited><media:thumbnail height="72" url="http://1.bp.blogspot.com/-oEv2wNzy4cY/TtQkSaDSudI/AAAAAAAAAOE/JX8kSAB533M/s72-c/foto.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://cajgo.blogspot.com/2011/11/processo-licitatorio-observancia-da.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/3GsXQ-BwgyU/processo-licitatorio-observancia-da.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/txXTBoqEddY/processo-licitatorio-observancia-da.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/uieBhy96THQ/processo-licitatorio-observancia-da.html</feedburner:origLink></item><item><title>A PECULIAR ATUAÇÃO DA PROCURADORIA GERAL DO ESTADO DE GOIÁS NO CASO DO MANDADO DE SEGURANÇA INTERPOSTO PELA OAB GOIÁS CONTRA A ALTERAÇÃO DO HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DO JUDICIÁRIO GOIANO.</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/AFQV2dkzr1Q/peculiar-atuacao-da-procuradoria-geral.html</link><category>OAB JOVEM DE GOIÁS</category><category>CAJ OAB GO</category><category>Goiânia - Goiás</category><author>noreply@blogger.com (OAB-GO - CAJ)</author><pubDate>Wed, 14 Dec 2011 20:35:47 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8818541738516005000.post-5496614773519208399</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Resumo: Trataremos sobre a peculiar manifestação da Procuradoria Geral do Estado de Goiás, em Mandado de Segurança impetrado pela Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Goiás, em face do Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, em razão da alteração do horário de funcionamento do Judiciário Goiano, por resolução do Tribunal de Justiça.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-weight: bold; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-weight: bold; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Palavras-chave: Lei de Organização Judiciária. Competência. Organização da Procuradoria Geral do Estado. Estatuto da Ordem dos Advogados do Brasil. Direito Fundamental à eficiente Prestação Jurisdicional. Mandado de Segurança.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-weight: bold; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 6cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;b&gt;Desde o mês de Junho deste ano, o Poder Judiciário Goiano, na figura de seu Presidente, Vitor Barbosa Lenza, e, os Advogados do Estado de Goiás, vêm travando um embate, em razão da modificação do horário de funcionamento do Tribunal de Justiça e fóruns das comarcas do Estado de Goiás.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 6cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 6cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;b&gt;Referida alteração no expediente Judiciário, ocorreu por resolução do Tribunal de Justiça, aprovada em 22 de junho, o que fez com que o horário constante no Código de Organização Judiciária, que estipula o expediente forense no horário 08:00 às 11:00, com intervalo de uma hora, e, após,&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;das 13:00 às 18:00, deixasse de ter validade, para se implantar uma jornada das 12:00 às 19:00 horas, ininterruptos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 6cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 6cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;b&gt;Dispõe o código de Organização Judiciária do Estado de Goiás:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 6cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;b&gt;DO EXPEDIENTE FORENSE&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 6cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;b&gt;Art. 157 - Os órgãos judiciais e administrativos do Poder Judiciário funcionarão diariamente, nos dias úteis, assim considerados os de segunda a sexta-feira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 6cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;b&gt;Art. 158 - Será o seguinte o horário do expediente forense, ressalvado o disposto no art. 66:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 6cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;b&gt;I - das oito às onze horas;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 6cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;b&gt;II - das treze às dezoito horas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 6cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;b&gt;Parágrafo único - Aos sábados, domingos e feriados, os cartórios de Registro Civil de Pessoas Naturais funcionarão no horário das oito às treze horas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 6cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 6cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;b&gt;Os advogados que atuam no Estado de Goiás, apontam como embasamento para suas reivindicações de retorno ao horário original, na maioria, os seguintes pontos:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 6cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 6cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 21.3pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -21.3pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span&gt;·&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Com o novo expediente forense, houve redução em uma hora da jornada forense, prejudicando a celeridade da prestação jurisdicional à população.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 21.3pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 21.3pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -21.3pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span&gt;·&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Lotação nas secretarias e demais dependências do Tribunal de Justiça e Forum, uma vez que, não havendo expediente no período matutino, há maior concentração de pessoas, usuários do Judiciário, no período vespertino, o que dificulta o atendimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 21.3pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -21.3pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span&gt;·&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Outro motivo invocado é o do prejuízo experimentado por estagiários que cursam a faculdade de Direito no período vespertino ou noturno, pois que, não havendo expediente pela manhã, não há interesse dos escritórios em contratar estudantes de direito para desempenhar suas funções nesse horário.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 6cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;b&gt;O argumento mais invocado para refutar a legalidade da resolução responsável pela nova jornada do judiciário é a de que qualquer alteração no que diz respeito à organização judiciária do Estado, deve ser precedida por Lei, que, naturalmente carece de aprovação do Legislativo para efetividade, não podendo ser objeto de ato emanado da Presidência do Tribunal de Justiça.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 6cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 6cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;b&gt;No sentido de que se restabelecesse o horário original, o presidente da OAB Goiás, Henrique Tibúrcio, chegou a protocolar pedido junto à Corte Especial daquele Tribunal, porém, sem sucesso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 6cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 6cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;b&gt;Pensou, portanto, a OAB Goiás, haver a necessidade de se ingressar judicialmente, por meio de Mandado de Segurança impetrado contra o ato do Desembargador Presidente que criou dita resolução.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 6cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 6cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;O acontecido na tramitação daquele remédio constitucional, que incentivou a elaboração do presente artigo, diz respeito à atuação peculiar da Procuradoria Geral do Estado de Goiás, por meio de seu Subprocurador-geral, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Alexandre Eduardo Felipe Tocantins, que, instado a se manifestar pelo Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, acerca das razões trazidas pelo Mandado de Segurança, atuou de maneira a corroborar o pleito do impetrante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 6cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 6cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;b&gt;Notícia publicada no site do Tribunal de Justiça traz que “O posicionamento do subprocurador-geral foi o de não apresentar contestação no feito em razão da divergência de interesses, considerando que o novo horário de funcionamento do TJGO vem causando transtornos ao normal desenvolvimento dos servidos afetos à Procuradoria-Geral do Estado de Goiás&amp;nbsp;(PGE-GO), principalmente nos setores que lidam com a representação no referido ente federado”.&lt;span style="color: red;"&gt;¹&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 6cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 6cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;A dicotomia na atuação do Subprocurador-geral, reside na circunstância de que, enquanto membro da Procuradoria Geral do Estado, deve agir conforme os ditames da Lei Complementar nº &lt;/span&gt;&lt;span&gt;58, de 04 de julho de 2006&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-theme-font: minor-latin;"&gt;que dispõe sobre a organização da Procuradoria-Geral do Estado, e, entre outras disposições, informa que:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpLast" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 6cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-left: 6cm; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;b&gt;Art. 3º À Procuradoria-Geral do Estado, órgão integrante da Governadoria do Estado, compete:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-left: 6cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;I - exercer com exclusividade, a representação judicial e a consultoria jurídica do Estado de Goiás&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;, ressalvada a representação judicial, a consultoria e o assessoramento técnico-jurídico do Poder Legislativo, nos termos do § 3&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt; do art. 11 da Constituição Estadual;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-left: 6cm; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;b&gt;(...)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-left: 6cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;VIII - efetuar a defesa dos agentes públicos quando questionados atos administrativos praticados no exercício da respectiva função&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;, em consonância com orientação jurídica da Procuradoria-Geral do Estado, ato normativo ou autorização expressa do Governador do Estado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 6cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;b&gt;Poderíamos, pois, acreditar que, não atacando as razões do mandado de segurança impetrado em face de ato do Presidente do Tribunal de Justiça, estaria o Subprocurador-geral, infringindo dever institucional imputado aos membros da Procuradoria-Geral do Estado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 6cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 6cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;b&gt;Há, porém, que se considerar a Lei Federal 8.906/94 (Estatuto da OAB), onde, no §1º de seu artigo 3º dispõe que:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 6cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 6cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt;"&gt;§ 1º Exercem atividade de advocacia, sujeitando-se ao regime desta lei, além do regime próprio a que se subordinem, os integrantes&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt;"&gt; da Advocacia-Geral da União, da Procuradoria da Fazenda Nacional, da Defensoria Pública e &lt;u&gt;das Procuradorias e Consultorias Jurídicas dos Estados&lt;/u&gt;, do Distrito Federal, dos Municípios e das respectivas entidades de administração indireta e fundacional.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 6cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 6cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;b&gt;Dentre os deveres dos advogados constantes na Lei, está, o de auxiliar na Administração da Justiça (art. 2º), bem como o de proceder de forma que o torne merecedor de respeito e que contribua para o prestígio da classe e da advocacia (art. 3º).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 6cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 6cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;b&gt;Dessa forma, na confrontação das normas, há de ser verificar qual manifestação do Subprocurador-geral se mostraria em melhor consonância com os ditames Constitucionais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 6cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 6cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;b&gt;Na ocasião, nos parece que a dicotomia foi resolvida no sentido de se observar o direito fundamental constante no inciso XXXV do art. 5º da Constituição Federal, que garante a apreciação do Poder Judiciário em caso de lesão ou ameaça a direito, devendo ser complementada com o mandamento do inciso LXXVIII, que exige a razoável duração do processo e os meios que garantem a celeridade de sua tramitação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-CVknTSSuRL8/Ts5I-tJfTvI/AAAAAAAAAN0/3AIfUBSPjVM/s1600/jess%25C3%25A9+foto.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-CVknTSSuRL8/Ts5I-tJfTvI/AAAAAAAAAN0/3AIfUBSPjVM/s200/jess%25C3%25A9+foto.jpg" width="144" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="font-weight: bold; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 6cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpLast" style="font-weight: bold; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;DR. JESSÉ LEAL PEREIRA. &lt;span&gt;Graduado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC/GO), Pós-graduando em Direito Civil e Processo Civil pela UCAM/RJ.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OAB JOVEM DE GOIÁS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8818541738516005000-5496614773519208399?l=cajgo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/1l8Z7mmA1l0" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/IQJNXYnNH88" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/QMkGOUakguk" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/AFQV2dkzr1Q" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-15T02:35:47.826-02:00</app:edited><media:thumbnail height="72" url="http://3.bp.blogspot.com/-CVknTSSuRL8/Ts5I-tJfTvI/AAAAAAAAAN0/3AIfUBSPjVM/s72-c/jess%25C3%25A9+foto.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://cajgo.blogspot.com/2011/11/peculiar-atuacao-da-procuradoria-geral.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/1l8Z7mmA1l0/peculiar-atuacao-da-procuradoria-geral.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/IQJNXYnNH88/peculiar-atuacao-da-procuradoria-geral.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/QMkGOUakguk/peculiar-atuacao-da-procuradoria-geral.html</feedburner:origLink></item><item><title>CEL disponibiliza emissão de convites online</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/rT3QRfG6W9Y/cel-disponibiliza-emissao-de-convites.html</link><category>OAB JOVEM DE GOIÁS</category><category>CAJ OAB GO</category><category>Goiânia - Goiás</category><author>noreply@blogger.com (OAB-GO - CAJ)</author><pubDate>Wed, 14 Dec 2011 20:35:47 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8818541738516005000.post-6977033345732497626</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;h4 id="titulo"&gt;CEL disponibiliza emissão de convites online               &lt;/h4&gt;&lt;div class="boxArtigo"&gt;               &lt;div id="texto"&gt;Com o objetivo de oferecer mais comodidade  aos seus associados, o Centro de Cultura, Esporte e Lazer (CEL) da  OAB-GO disponibiliza, a partir de agora, a emissão de convites online  por meio do Aclon Web. Para usufruir do benefício, primeiramente, o  titular do clube deve confirmar o seu e-mail cadastrado no sistema, para  o qual será enviada, automaticamente, a senha de acesso. Depois disso,  basta efetuar o cadastro e já está apto a emitir os convites a que tem  direito. "Trata-se de uma forma rápida, fácil e segura", atesta o  vice-presidente da seccional, Sebastião Macalé.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para  preenchimento dos convites, alguns dados do convidado são obrigatórios:  nome e endereço completos, CPF e RG. É importante ressaltar que, para  emitir os convites, o associado e seus dependentes devem estar  adimplentes. Além disso, o convidado pode entrar no CEL somente na  companhia do titular do clube. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem não quiser efetuar o  procedimento via internet pode solicitar os convites pessoalmente na  administração do CEL, de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas. Vale  lembrar que os associados têm direito a quatro convites por mês, os  quais têm validade somente no mês de emissão. Mais informações: (62)  3235-8300.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: Assessoria de Comunicação Integrada da OAB-GO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="boxNota"&gt;     É permitida a reprodução deste conteúdo desde que citada a fonte.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="boxNota"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="boxNota"&gt;http://www.oabgo.org.br/oab/noticias/beneficio/21-11-2011-cel-disponibiliza-emissao-de-convites-online/ &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OAB JOVEM DE GOIÁS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8818541738516005000-6977033345732497626?l=cajgo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/bTNrniHIZ8M" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/a593LYI2gso" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/Nixs_nR4iE4" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/rT3QRfG6W9Y" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-15T02:35:47.826-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://cajgo.blogspot.com/2011/11/cel-disponibiliza-emissao-de-convites.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/bTNrniHIZ8M/cel-disponibiliza-emissao-de-convites.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/a593LYI2gso/cel-disponibiliza-emissao-de-convites.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/Nixs_nR4iE4/cel-disponibiliza-emissao-de-convites.html</feedburner:origLink></item><item><title>Subseção de Ceres tem nova sede</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/lxjrKanLvz4/subsecao-de-ceres-tem-nova-sede.html</link><category>OAB JOVEM DE GOIÁS</category><category>CAJ OAB GO</category><category>Goiânia - Goiás</category><author>noreply@blogger.com (OAB-GO - CAJ)</author><pubDate>Wed, 14 Dec 2011 20:35:47 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8818541738516005000.post-4878271351271830204</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;h4 id="titulo"&gt;Subseção de Ceres tem nova sede&lt;a class="amenos" href="" title="Reduzir tamanho da letra"&gt;A-&lt;/a&gt;&lt;/h4&gt;&lt;div class="boxArtigo"&gt;               &lt;div id="texto"&gt;&lt;div class="containerfotoright" style="width: 200px;"&gt; &lt;div class="fotoright" style="width: 200px;"&gt; &lt;div class="fotocreditos" style="width: 200px;"&gt;Fotos: Leoiran&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.oabgo.org.br/arquivos/img1321906543814_g.JPG" rel="lytebox[galeriaprinc]"&gt;&lt;img alt="" border="0" class="null" src="http://www.oabgo.org.br/arquivos/img1321906543814.JPG" title="" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="fotoright" style="width: 200px;"&gt;&lt;a href="http://www.oabgo.org.br/arquivos/img1321907574032_g.JPG" rel="lytebox[galeriaprinc]"&gt;&lt;img alt="" border="0" class="null" src="http://www.oabgo.org.br/arquivos/img1321907574032.JPG" title="" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="fotoright" style="width: 200px;"&gt;&lt;a href="http://www.oabgo.org.br/arquivos/img1321906570951_g.JPG" rel="lytebox[galeriaprinc]"&gt;&lt;img alt="" border="0" class="null" src="http://www.oabgo.org.br/arquivos/img1321906570951.JPG" title="" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="fotoright" style="width: 200px;"&gt;&lt;a href="http://www.oabgo.org.br/arquivos/img1321906614409_g.JPG" rel="lytebox[galeriaprinc]"&gt;&lt;img alt="" border="0" class="null" src="http://www.oabgo.org.br/arquivos/img1321906614409.JPG" title="" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="fotoright" style="width: 200px;"&gt;&lt;a href="http://www.oabgo.org.br/arquivos/img1321906630821_g.JPG" rel="lytebox[galeriaprinc]"&gt;&lt;img alt="" border="0" class="null" src="http://www.oabgo.org.br/arquivos/img1321906630821.JPG" title="" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;Em  uma solenidade repleta de advogados e autoridades de diversas cidades, o  presidente da OAB-GO, Henrique Tibúrcio, entregou a nova sede da  Subseção de Ceres na sexta-feira (18). "A edificação é da advocacia e de  toda a comunidade, pra que façam do lugar um porto seguro, pois a Ordem  dos Advogados do Brasil é a casa da cidadania", discursou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O  presidente da subseção, José Barreto Neto, afirmou que o presidente da  OAB-GO plantou em Ceres compromisso com a advocacia da região de zelar  em defesa do advogado e do cidadão. Ele enfatizou que há, na cidade, a  parceria entre todos os entes que administram a Justiça em Goiás. "A sua  vontade de defender o cidadão goiano dignifica a nossa instituição. O  senhor engrandece a instituição, que é orgulho para a advocacia  brasileira", disse a Tibúrcio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O juiz Lázaro Alves Martins Júnior  disse torcer para que OAB, Ministério Público e Tribunal de Justiça se  relacionem nas outras comarcas de todo o Estado com a mesma harmonia que  marca a administração da justiça em Ceres. "Quem advogou, advoga ou  pretende advogar, sabe da importância da advocacia neste tripé",  argumentou o magistrado, que pretende voltar a ser advogado quando se  aposentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O promotor Marcos Alberto Rios, coordenador das  Promotorias de Justiça de Ceres, classificou a nova sede da subseção  como obra monumental e parabenizou o presidente da OAB-GO pelas  bandeiras assumidas. "Tibúrcio exerce papel corajoso na condução das  questões que envolvem a justiça em Goiás, mesmo que, em muitas vezes,  minha instituição não tenha ajudado", destacou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o tesoureiro  do Conselho Federal da OAB, Miguel Cançado, no novo prédio está  estampada a dignidade da advocacia de Goiás. "A instituição segue  cumprindo seu grandioso papel constitucional. Os constituintes de 1988  acertaram ao afirmarem nossa altivez e nos configurarem como porta-vozes  da sociedade", pontuou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conselheiros seccionais, demais  diretores da OAB-GO, da Caixa de Assistência dos Advogados de Goiás  (Casag), presidentes de comissões, subseções e advogados de Carmo do Rio  Verde, Itapaci, Nova Glória, Rialma, Rianápolis, Rubiataba, e Uruana  prestigiaram a solenidade. A Subseção de Ceres tem 124 advogados  inscritos. A nova sede possui, além da estrutura administrativa, salão  de eventos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: Assessoria de Comunicação Integrada da OAB-GO&lt;/div&gt;&lt;div id="texto"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="boxNota"&gt;     É permitida a reprodução deste conteúdo desde que citada a fonte.&lt;/div&gt;&lt;div class="boxNota"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="boxNota"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="boxNota"&gt;http://www.oabgo.org.br/oab/noticias/institucional/21-11-2011-subsecao-de-ceres-tem-nova-sede/    &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OAB JOVEM DE GOIÁS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8818541738516005000-4878271351271830204?l=cajgo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/ilSt2oO2yUc" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/0nU5QkggKOs" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/iaiOQJa4g2g" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/lxjrKanLvz4" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-15T02:35:47.826-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://cajgo.blogspot.com/2011/11/subsecao-de-ceres-tem-nova-sede.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/ilSt2oO2yUc/subsecao-de-ceres-tem-nova-sede.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/0nU5QkggKOs/subsecao-de-ceres-tem-nova-sede.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/iaiOQJa4g2g/subsecao-de-ceres-tem-nova-sede.html</feedburner:origLink></item><item><title>Sindjustiça encerra greve após apelos da OAB-GO</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/CoOx9fA9B8M/sindjustica-encerra-greve-apos-apelos.html</link><category>OAB JOVEM DE GOIÁS</category><category>CAJ OAB GO</category><category>Goiânia - Goiás</category><author>noreply@blogger.com (OAB-GO - CAJ)</author><pubDate>Wed, 14 Dec 2011 20:35:47 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8818541738516005000.post-2476796566795562948</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;h4 id="titulo"&gt;Sindjustiça encerra greve após apelos da OAB-GO               &lt;/h4&gt;&lt;div class="boxArtigo"&gt;               &lt;div id="texto"&gt;&lt;div class="containerfotoright" style="width: 200px;"&gt; &lt;div class="fotoright" style="width: 200px;"&gt; &lt;div class="fotocreditos" style="width: 200px;"&gt;Fotos: Leoiran&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.oabgo.org.br/arquivos/img1321966667687_g.jpg" rel="lytebox[galeriaprinc]"&gt;&lt;img alt="" border="0" class="null" src="http://www.oabgo.org.br/arquivos/img1321966667687.jpg" title="" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="fotoright" style="width: 200px;"&gt;&lt;a href="http://www.oabgo.org.br/arquivos/img1321966679813_g.jpg" rel="lytebox[galeriaprinc]"&gt;&lt;img alt="" border="0" class="null" src="http://www.oabgo.org.br/arquivos/img1321966679813.jpg" title="" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="fotoright" style="width: 200px;"&gt;&lt;a href="http://www.oabgo.org.br/arquivos/img1321966689949_g.jpg" rel="lytebox[galeriaprinc]"&gt;&lt;img alt="" border="0" class="null" src="http://www.oabgo.org.br/arquivos/img1321966689949.jpg" title="" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="fotoright" style="width: 200px;"&gt;&lt;a href="http://www.oabgo.org.br/arquivos/img1321966700982_g.jpg" rel="lytebox[galeriaprinc]"&gt;&lt;img alt="" border="0" class="null" src="http://www.oabgo.org.br/arquivos/img1321966700982.jpg" title="" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;Com  284 votos, servidores e serventuários da Justiça do Estado de Goiás  decidiram, por maioria, pelo fim do movimento grevista na tarde desta  segunda-feira (21). O presidente da OAB-GO, Henrique Tibúrcio,  participou da assembleia que decidiu pelo fim da paralisação. Ele  manifestou apoio às reivindicações dos grevistas, no entanto, sugeriu  que voltassem ao trabalho e retomassem as negociações. Tibúrcio retardou  a ida a Curitiba, onde acontece a Conferência Nacional dos Advogados,  para se reunir com o movimento.&lt;br /&gt;
Em almoço com o governador Marconi  Perillo na sexta-feira (18), Tibúrcio pediu esforço e interferência do  chefe do executivo goiano que resultassem em uma solução para a greve  deflagrada há quase dois meses pelos servidores e serventuários do  Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO). Receptivo, Perillo se  mostrou disposto a receber a categoria. Ele designou o secretário de  Articulação Política, Daniel Goulart, para dialogar com o movimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Preocupado  com a longa duração da greve que afeta o poder Judiciário goiano, o  presidente da OAB-GO já havia proposto reunião com todos os agentes que  podem chegar a uma solução para o fim da paralisação dos servidores e  serventuários, iniciada em 20 de setembro. Ele enviou em 10 de novembro  ofícios aos presidentes do TJ-GO, Vítor Barboza Lenza, da Assembleia  Legislativa, Jardel Sebba, e do Sindicato dos Servidores e Serventuários  da Justiça do Estado de Goiás (Sindjustiça), Rosângela Ramos de  Alencar, e ao governador Marconi Perillo propondo reunião para tratar do  assunto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com o Sindicato dos Servidores e  Serventuários da Justiça do Estado de Goiás (Sindjustiça), 90% dos  servidores de carreira do TJ-GO, como oficiais de justiça e escrivães,  ficaram parados em 49 comarcas do Estado. Eles afirmavam que o salário  médio da categoria era de R$ 1,6 mil por mês e, alegando defasagem,  cobravam reposição de 82,3 %. Desde o início do movimento, porém, as  negociações com o Tribunal de Justiça não avançaram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: Assessoria de Comunicação Integrada da OAB-GO&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="boxNota"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="boxNota"&gt;É permitida a reprodução deste conteúdo desde que citada a fonte.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="boxNota"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="boxNota"&gt;http://www.oabgo.org.br/oab/noticias/judiciario/21-11-2011-sindjustica-encerra-greve-apos-apelos-da-oab-go/ &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OAB JOVEM DE GOIÁS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8818541738516005000-2476796566795562948?l=cajgo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/7bmxWVrKRcA" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/5WEkmKQaFyA" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/T9Sc1n0juZM" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/CoOx9fA9B8M" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-15T02:35:47.827-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://cajgo.blogspot.com/2011/11/sindjustica-encerra-greve-apos-apelos.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/7bmxWVrKRcA/sindjustica-encerra-greve-apos-apelos.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/5WEkmKQaFyA/sindjustica-encerra-greve-apos-apelos.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/T9Sc1n0juZM/sindjustica-encerra-greve-apos-apelos.html</feedburner:origLink></item><item><title>Danilo de Freitas: A inconstitucionalidade do acesso exclusivo à Justiça por meio eletrônico</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/e0a-Icgg1ls/danilo-de-freitas-inconstitucionalidade.html</link><category>OAB JOVEM DE GOIÁS</category><category>CAJ OAB GO</category><category>Goiânia - Goiás</category><author>noreply@blogger.com (OAB-GO - CAJ)</author><pubDate>Wed, 14 Dec 2011 20:35:47 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8818541738516005000.post-9003653903591904427</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;h4 id="titulo"&gt;Danilo de Freitas: A inconstitucionalidade do acesso exclusivo à Justiça por meio eletrônico               &lt;/h4&gt;&lt;div class="boxArtigo"&gt;               &lt;div id="texto"&gt;&lt;div class="containerfotoright" style="width: 150px;"&gt; &lt;div class="fotoright" style="width: 150px;"&gt;&lt;a href="http://www.oabgo.org.br/arquivos/img1321907204301_g.jpg" rel="lytebox[galeriaprinc]"&gt;&lt;img alt="Danilo de Freitas" border="0" class="null" src="http://www.oabgo.org.br/arquivos/img1321907204301.jpg" title="Danilo de Freitas" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;div class="fotolegenda" style="width: 150px;"&gt;Danilo de Freitas&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;O  artigo “A inconstitucionalidade do acesso exclusivo à Justiça por meio  eletrônico”, de autoria do conselheiro seccional e presidente da  Comissão de Direito Político e Eleitoral da OAB-GO, Danilo Santos de  Freitas, foi publicado na edição de sábado (19) do jornal Diário da  Manhã. Confira:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No limiar deste milênio, estamos vivenciando  a concretização do mundo virtual, que vem se acelerando a cada dia com  novos instrumentos e recursos de informática. Essa conquista causa forte  impacto evolutivo, impulsionado pela moderna tecnologia que contempla  as maravilhas produzidas pela imensa e fácil acessibilidade à internet. A  persistir a velocidade na qual se executam esses progressos  tecnológicos, em pouco mais de uma década não será tão simples  distinguir o mundo real do virtual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesse cenário cibernético que precisamos contextualizar o acesso à Justiça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A  imperiosa necessidade de se aparelhar adequadamente a estrutura ou de  se efetivamente modernizar o Judiciário para corresponder às exigências  da sociedade, não pode ser razão ou discurso para impedir ou mesmo  dificultar o acesso à Justiça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sem perder a necessidade de  modernização tecnológica, não podemos esquecer dos fundamentos basilares  para a entrega da Justiça, sendo que, para declarar o direito, até  mesmo o Judiciário deve se submeter obedientemente aos estreitos limites  fixados pela lei, os quais devem ser integralmente respeitados. É dizer  que o funcionamento do Judiciário não pode estar subordinado aos  critérios políticos e econômicos de gestão, nem mesmo aos apelos sociais  por uma Justiça mais célere, diga-se de passagem, válidos. Portanto,  num Estado Democrático de Direito são as regras processuais e os  procedimentos legais que devem ser respeitados. Se aquém, então que se  empreendam esforços políticos para se alterar a lei e as normas, mas  nunca devem ser elas desrespeitadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, sem querer  encerrar a discussão, entendo que qualquer ato normativo interno que  venha a estabelecer a exclusividade do acesso ao poder Judiciário por  meio eletrônico, esbarra na Constituição Federal, violando direito  individual prescrito no artigo 5º, que assegura a todos o livre direito  de petição aos poderes públicos em defesa de direitos ou contra  ilegalidade ou abuso de poder (inc. XXXIV); além de garantir que nem  mesmo a lei, quiçá um ato normativo interno pode gerar, como  conseqüência, a exclusão ou impedimento de acesso livre à apreciação do  poder Judiciário para se evitar lesão ou ameaça a direito, ou mesmo  restabelecer um direito violado (inc. XXXV).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Penso que ampliar o  acesso ao Judiciário introduzindo o caminho eletrônico, por meio da  internet, é louvável e tecnologicamente moderno, mas não se pode  torná-lo exclusivo, porque senão seria uma forma de segregar e minimizar  o acesso à Justiça, afunilando o direito de petição em defesa de  direitos e etc. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não me passa despercebido que a Constituição  Federal assegurou aos tribunais, privativamente, a competência para  dispor sobre o funcionamento dos respectivos órgãos Judiciários (inc. I,  art. 96), e, consequentemente, a forma de acesso à Justiça, mas é mais  certo ainda ressaltar que nem mesmo essa liberdade pode se sobrepor à  observância das normas de processo e das garantias processuais das  partes esculpidas na Carta Política com muito suor laborativo pelos  deputados constituintes de 1988, dentre elas, o direito de petição e  amplo acesso ao poder Judiciário.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="boxNota"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="boxNota"&gt;É permitida a reprodução deste conteúdo desde que citada a fonte.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="boxNota"&gt;http://www.oabgo.org.br/oab/noticias/artigo/21-11-2011-danilo-de-freitas-a-inconstitucionalidade-do-acesso-exclusivo-a-justica-por-meio-eletronico/ &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OAB JOVEM DE GOIÁS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8818541738516005000-9003653903591904427?l=cajgo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/VaGMlx4w4_Y" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/ncNwmz4kE0I" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/vxg3Bv5-kf4" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/e0a-Icgg1ls" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-15T02:35:47.827-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://cajgo.blogspot.com/2011/11/danilo-de-freitas-inconstitucionalidade.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/VaGMlx4w4_Y/danilo-de-freitas-inconstitucionalidade.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/ncNwmz4kE0I/danilo-de-freitas-inconstitucionalidade.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/vxg3Bv5-kf4/danilo-de-freitas-inconstitucionalidade.html</feedburner:origLink></item><item><title/><link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/TIrp349s-k4/httpwww.html</link><category>OAB JOVEM DE GOIÁS</category><category>CAJ OAB GO</category><category>Goiânia - Goiás</category><author>noreply@blogger.com (OAB-GO - CAJ)</author><pubDate>Wed, 14 Dec 2011 20:35:47 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8818541738516005000.post-6056306568783231935</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=2lQvmnxwy0k&amp;amp;feature=related"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=2lQvmnxwy0k&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://1.gvt0.com/vi/oeH_jD-hOrU/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/oeH_jD-hOrU&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/oeH_jD-hOrU&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OAB JOVEM DE GOIÁS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8818541738516005000-6056306568783231935?l=cajgo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/mbsJ0a7uBz4" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/jnqKAA-TZL8" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/8UnClAIAtpc" height="1" width="1"/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDaCaj/~4/TIrp349s-k4" height="1" width="1"/&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-15T02:35:47.827-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><media:content fileSize="1033" type="application/x-shockwave-flash" url="http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~5/uX07oMSJzOo/oeH_jD-hOrU&amp;fs=1&amp;source=uds"/><feedburner:origLink>http://cajgo.blogspot.com/2011/11/httpwww.html</feedburner:origLink><enclosure length="1033" type="application/x-shockwave-flash" url="http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~5/uX07oMSJzOo/oeH_jD-hOrU&amp;fs=1&amp;source=uds"/><feedburner:origEnclosureLink>http://www.youtube.com/v/oeH_jD-hOrU&amp;fs=1&amp;source=uds</feedburner:origEnclosureLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/mbsJ0a7uBz4/httpwww.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/jnqKAA-TZL8/httpwww.html</feedburner:origLink><feedburner:origLink>http://feedproxy.google.com/~r/BlogDaCaj/~3/8UnClAIAtpc/httpwww.html</feedburner:origLink></item><media:rating>adult</media:rating><media:rating>adult</media:rating><media:rating>adult</media:rating><media:rating>adult</media:rating><media:rating>adult</media:rating><media:rating>adult</media:rating><media:rating>adult</media:rating><media:rating>adult</media:rating><media:rating>adult</media:rating><media:rating>adult</media:rating><media:rating>adult</media:rating></channel></rss>