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	<title>DlteC do Brasil</title>
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		<title>Por que os endereços IPv4 acabaram</title>
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				<pubDate>Tue, 30 Dec 2025 02:04:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Brenzink do Nascimento]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Durante muito tempo, a internet foi construída sobre uma ideia que parecia segura: havia endereços IP suficientes para todos. Quando alguém ouve que o IPv4 permite cerca de 4,3 bilhões de endereços, a reação comum é pensar que isso jamais poderia acabar. Mas acabou. E não foi por falta de números. Foi por decisões tomadas&#8230;</p>
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Confiram o artigo original publicado pela DlteC do Brasil: <a rel="nofollow" href="http://www.dltec.com.br/blog/redes/por-que-os-enderecos-ipv4-acabaram/">Por que os endereços IPv4 acabaram</a></p>
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<p>Durante muito tempo, a internet foi construída sobre uma ideia que parecia segura: havia endereços IP suficientes para todos. Quando alguém ouve que o IPv4 permite cerca de <strong>4,3 bilhões de endereços</strong>, a reação comum é pensar que isso jamais poderia acabar.</p>



<p>Mas acabou.</p>



<p>E não foi por falta de números.<br> Foi por decisões tomadas lá atrás, quando ninguém imaginava o mundo conectado que existe hoje.</p>



<h2> Como um sistema com 4,3 bilhões de endereços conseguiu se esgotar? </h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook1.png" alt="" class="wp-image-9983" srcset="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook1.png 1024w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook1-300x300.png 300w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook1-768x768.png 768w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook1-650x650.png 650w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook1-440x440.png 440w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Durante muitos anos, quatro bilhões de endereços pareceram mais do que suficientes. O número era grande demais para gerar qualquer preocupação real. Por muito tempo, o espaço IPv4 foi tratado como praticamente inesgotável.</p>



<p>Quando falamos que existem aproximadamente <strong>4,3 bilhões de endereços IPv4 possíveis</strong>, esse número ainda soa enorme. Por décadas, ninguém se preocupou seriamente com a possibilidade de esse espaço acabar. Quatro bilhões parecia grande demais para ser consumido.</p>



<p>Na prática, porém, esse espaço se esgotou.<br>
E isso levanta uma pergunta fundamental:</p>



<p><strong>como um número aparentemente tão grande pôde acabar?</strong></p>



<h2>Isso não é um problema recente</h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook2.png" alt="" class="wp-image-9984" srcset="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook2.png 1024w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook2-300x300.png 300w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook2-768x768.png 768w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook2-650x650.png 650w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook2-440x440.png 440w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Se você acha que esse problema surgiu recentemente, não surgiu.</p>



<p>Para entender por que o IPv4 acabou, é preciso voltar ao início da internet, quando decisões que pareciam corretas criaram problemas que só apareceriam décadas depois.</p>



<p>Quando o IPv4 foi criado, no início da década de 1980, a realidade era completamente diferente da atual. A internet era pequena. Poucos computadores estavam conectados. As redes existiam basicamente em universidades, centros de pesquisa e grandes organizações governamentais e corporativas.</p>



<p>Naquele contexto, quatro bilhões de endereços pareciam mais do que suficientes para qualquer projeção razoável.</p>



<p>Ninguém imaginava bilhões de pessoas conectadas.<br>
Ninguém imaginava múltiplos dispositivos por pessoa.<br>
Ninguém imaginava celulares, tablets, sensores, câmeras, carros conectados, relógios inteligentes e uma infinidade de outros equipamentos dependendo de conectividade IP.</p>



<p>Mas o crescimento da internet, por si só, não explica tudo.</p>



<p>Mesmo que a internet tivesse crescido mais lentamente, o modelo original de distribuição de endereços já carregava problemas graves no longo prazo. O ponto central não foi apenas o crescimento, mas <strong>a forma como o espaço de endereçamento foi organizado desde o início</strong>.</p>



<h2> O problema não foi crescimento. Foi o modelo. </h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook3.png" alt="" class="wp-image-9985" srcset="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook3.png 1024w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook3-300x300.png 300w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook3-768x768.png 768w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook3-650x650.png 650w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook3-440x440.png 440w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>O IPv4 foi estruturado em classes: <strong>Classe A, Classe B e Classe C</strong>, cada uma com tamanhos de rede muito diferentes.</p>



<p>Essa divisão parecia lógica naquele momento histórico.<br>
Redes grandes para organizações grandes.<br>
Redes médias para organizações médias.<br>
Redes pequenas para redes menores.</p>



<p>Era uma tentativa de simplificar a alocação de endereços em um mundo onde a internet ainda era restrita.</p>



<p>Cada classe possuía uma máscara de sub-rede padrão. Essa máscara determinava quantos bits identificavam a rede e quantos identificavam os dispositivos dentro dela.</p>



<p>No caso de uma rede Classe A, a máscara padrão era <strong>255.0.0.0</strong>, o que significava que apenas o primeiro octeto identificava a rede, enquanto os outros três ficavam disponíveis para hosts.</p>



<h2> Aqui começa o absurdo </h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook4.png" alt="" class="wp-image-9986" srcset="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook4.png 1024w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook4-300x300.png 300w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook4-768x768.png 768w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook4-650x650.png 650w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook4-440x440.png 440w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Na prática, uma única rede Classe A criava <strong>mais de 16 milhões de endereços IP possíveis</strong>.</p>



<p>Agora compare isso com uma rede comum.<br>
Uma rede doméstica típica, usando a máscara <strong>255.255.255.0</strong>, funciona perfeitamente com cerca de <strong>254 endereços utilizáveis</strong>.</p>



<p>Mesmo ambientes corporativos de médio e grande porte raramente precisam de milhões de endereços em uma única rede.</p>



<p>Ainda assim, no início da internet, grandes organizações receberam <strong>redes Classe A inteiras</strong>. Empresas como IBM, AT&amp;T, HP, Xerox e outras receberam blocos gigantescos de endereços IPv4.</p>



<p>Naquele momento, isso não parecia um problema. A percepção era de abundância. A lógica era simples: temos muitos endereços, não precisamos economizar.</p>



<p>O resultado foi um desperdício massivo de endereçamento.</p>



<p>Esses blocos enormes não eram usados como uma única rede. As organizações precisavam segmentar, organizar e dividir seus ambientes internos. Para isso, começaram a utilizar máscaras diferentes da máscara padrão da classe.</p>



<h2>Subnetting não é o vilão</h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook5.png" alt="" class="wp-image-9987" srcset="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook5.png 1024w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook5-300x300.png 300w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook5-768x768.png 768w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook5-650x650.png 650w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook5-440x440.png 440w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Subnetting não surgiu para complicar redes.<br>
Ele surgiu porque o modelo anterior desperdiçava endereços.</p>



<p>Subnetting é o processo de dividir uma rede grande em redes menores. Ele não nasceu como uma técnica acadêmica ou teórica, mas como uma necessidade prática. Era preciso administrar melhor um recurso que estava sendo desperdiçado em larga escala.</p>



<p>Quando se utiliza a máscara padrão da classe, estamos falando de <strong>endereçamento classful</strong>. Quando se utiliza uma máscara diferente da padrão, entramos no conceito de <strong>endereçamento classless</strong>.</p>



<p>Essa mudança representou um avanço importante. Com o endereçamento classless, tornou-se possível ajustar o tamanho das redes à necessidade real. Redes que antes desperdiçavam milhões de endereços passaram a ser divididas em blocos menores e mais adequados.</p>



<p>Isso não criou novos endereços IPv4.<br> Mas reduziu drasticamente o desperdício.</p>



<h2>Mesmo assim, o problema continuou</h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook6.png" alt="" class="wp-image-9988" srcset="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook6.png 1024w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook6-300x300.png 300w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook6-768x768.png 768w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook6-650x650.png 650w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook6-440x440.png 440w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Mesmo com subnetting e melhorias no modelo, o problema global persistia.</p>



<p>Além do desperdício causado pelas classes, existiam faixas inteiras de endereços IPv4 que nunca puderam ser usadas na internet pública.</p>



<p>A <strong>Classe D</strong> foi reservada para multicast.<br>
A <strong>Classe E</strong> foi reservada para fins experimentais.<br>
Toda a faixa <strong>127.0.0.0/8</strong> foi reservada para loopback.</p>



<p>No caso do loopback, não foi reservado apenas um endereço. Foi reservada uma rede inteira, com mais de <strong>16 milhões de endereços IPv4</strong> que nunca poderiam ser utilizados externamente.</p>



<p>Mais uma vez, uma decisão tecnicamente correta, mas que reduziu ainda mais o espaço efetivamente utilizável.</p>



<p>Somando má distribuição inicial, desperdício, faixas inutilizáveis e crescimento contínuo da internet, o espaço IPv4 se esgotou muito mais rápido do que o esperado.</p>



<p>Não porque quatro bilhões fossem poucos.<br> Mas porque foram <strong>mal administrados ao longo do tempo</strong>.</p>



<h2>Subnetting não cria endereços</h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook7.png" alt="" class="wp-image-9989" srcset="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook7.png 1024w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook7-300x300.png 300w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook7-768x768.png 768w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook7-650x650.png 650w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook7-440x440.png 440w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Subnetting não cria endereços.<br>
Ele só reduz desperdício.</p>



<p>Esse ponto precisa ficar muito claro. Subnetting existe para administrar melhor um recurso finito. Ele não resolve o limite global do IPv4.</p>



<p>Para lidar com esse limite, outras soluções precisaram surgir. O <strong>CIDR</strong> permitiu uma alocação mais flexível. O <strong>NAT</strong> permitiu que múltiplos dispositivos compartilhassem um único endereço público. E, posteriormente, o <strong>IPv6</strong> foi desenvolvido para oferecer um espaço de endereçamento praticamente ilimitado.</p>



<h2>Sem entender esse problema, nada do que veio depois faz sentido</h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook8.png" alt="" class="wp-image-9990" srcset="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook8.png 1024w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook8-300x300.png 300w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook8-768x768.png 768w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook8-650x650.png 650w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/12/VDO001-Hook8-440x440.png 440w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Nenhuma dessas soluções pode ser compreendida de forma adequada sem entender o problema original.</p>



<p>Entender por que o IPv4 acabou ajuda a entender por que subnet masks existem, por que subnetting é necessário e por que o endereçamento IP funciona da forma como funciona hoje.</p>



<p>Quando esse contexto fica claro, o estudo de subnetting deixa de ser uma sequência de contas e passa a ser <strong>a compreensão de um sistema</strong>.</p>



<p>O endereçamento IP deixa de parecer um conjunto de regras arbitrárias e passa a fazer sentido como resposta a decisões tomadas ao longo da história da internet.</p>
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		<title>Configurações de Data e Hora no Cisco IOS: Manual, NTP e PTP</title>
		<link>http://www.dltec.com.br/blog/cisco/configuracao-cisco-clock-manual-ntp-ptp/</link>
				<comments>http://www.dltec.com.br/blog/cisco/configuracao-cisco-clock-manual-ntp-ptp/#respond</comments>
				<pubDate>Mon, 13 Jan 2025 01:27:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Brenzink do Nascimento]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cisco]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>As configurações de data e hora no Cisco IOS podem ser realizadas via Manual, utilizando o protocolo NTP (Network Time Protocol) ou o PTP (Precision Time Protocol). Na realidade, na prática você vai utilizar uma mistura delas dependendo do cenário que estiver trabalhando. Vamos resumir abaixo alguns comandos com exemplos práticos e uma explicação da&#8230;</p>
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Confiram o artigo original publicado pela DlteC do Brasil: <a rel="nofollow" href="http://www.dltec.com.br/blog/cisco/configuracao-cisco-clock-manual-ntp-ptp/">Configurações de Data e Hora no Cisco IOS: Manual, NTP e PTP</a></p>
]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>As configurações de data e hora no Cisco IOS podem ser realizadas via Manual, utilizando o protocolo NTP (Network Time Protocol) ou o PTP (Precision Time Protocol).</p>



<p>Na realidade, na prática você vai utilizar uma mistura delas dependendo do cenário que estiver trabalhando.</p>



<p>Vamos resumir abaixo alguns comandos com exemplos práticos e uma explicação da função de cada um deles.</p>



<h2>Configuração manual da data e hora</h2>



<p>Você pode configurar manualmente a data e a hora no dispositivo Cisco usando comandos específicos no modo de configuração global. Por exemplo:</p>



<pre class="wp-block-preformatted">Router(config)# clock set hh:mm:ss day month year</pre>



<p>Onde &#8220;hh:mm:ss&#8221; é a hora, minutos e segundos, e &#8220;day month year&#8221; são o dia, mês e ano.</p>



<h2>Configuração do fuso horário</h2>



<p>Você pode configurar o fuso horário do dispositivo Cisco para garantir que a hora esteja correta de acordo com a localização geográfica. Por exemplo:</p>



<pre class="wp-block-preformatted">Router(config)# clock timezone CST -6</pre>



<p>Esse comando define o fuso horário como CST (Central Standard Time) com um deslocamento de -6 horas em relação ao UTC (Tempo Universal Coordenado).</p>



<h2>Configuração da sincronização do relógio</h2>



<p>Você pode sincronizar o relógio do dispositivo Cisco com fontes de tempo externas, como servidores NTP (Network Time Protocol) ou servidores de hora da Cisco. Isso garante uma precisão na manutenção do tempo. Por exemplo:</p>



<pre class="wp-block-preformatted">Router(config)# ntp server [endereço_IP_do_servidor_NTP]<br></pre>



<p>Esse comando especifica o dispositivo para sincronizar seu relógio com o servidor NTP especificado.</p>



<h2>Configuração do horário de verão</h2>



<p>Você pode configurar o horário de verão para que o dispositivo Cisco ajuste automaticamente a hora quando o horário de verão entrar ou sair de vigor. Por exemplo:</p>



<pre class="wp-block-preformatted">Router(config)# clock summer-time EDT recurring<br></pre>



<p>Esse comando configura o horário de verão para a região leste dos Estados Unidos (EDT &#8211; Eastern Daylight Time) como recorrente, ajustando automaticamente a hora quando necessário.</p>



<h2>Configuração via PTP</h2>



<p>O PTP é um protocolo de sincronização de tempo de alta precisão, projetado para sincronizar relógios em sistemas distribuídos, como redes de comunicação. Com o PTP, é possível alcançar sincronização de tempo na ordem de nanossegundos em uma rede.</p>



<p>Para configurar o PTP em um dispositivo Cisco, você pode utilizar o seguinte comando:</p>



<pre class="wp-block-preformatted">Router(config)# ptp [domain DOMAIN_NAME] [priority PRIORITY] [clock-domain CLOCK_DOMAIN] [source INTERFACE]</pre>



<p>Neste comando:</p>



<ul><li>domain DOMAIN_NAME: Especifica o nome do domínio PTP.</li><li> priority PRIORITY: Define a prioridade do relógio do dispositivo no domínio PTP. Um valor maior indica uma prioridade mais alta.</li><li> clock-domain CLOCK_DOMAIN: Especifica o domínio de relógio PTP.</li><li> source INTERFACE: Define a interface de rede que será utilizada como fonte para a sincronização de tempo PTP.</li></ul>



<p>A configuração do PTP permite uma sincronização precisa do relógio entre os dispositivos na rede, garantindo que todos os dispositivos estejam operando com a mesma referência de tempo. </p>



<p>Isso é especialmente útil em aplicações que exigem sincronização de tempo crítica, como telecomunicações, sistemas financeiros e automação industrial.</p>



<h2>Conclusão</h2>



<p>Essas são algumas das opções de configuração de data e hora disponíveis em roteadores e switches Cisco que utilizam o Cisco IOS como sistema operacional. </p>



<p>A escolha da configuração depende das necessidades específicas da rede e das preferências do administrador de rede.</p>



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Confiram o artigo original publicado pela DlteC do Brasil: <a rel="nofollow" href="http://www.dltec.com.br/blog/cisco/configuracao-cisco-clock-manual-ntp-ptp/">Configurações de Data e Hora no Cisco IOS: Manual, NTP e PTP</a></p>
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		<title>Trilha Profissional de Redes DLTEC versus Certificações Nível de Entrada e Associate</title>
		<link>http://www.dltec.com.br/blog/redes/trilha-profissional-de-redes-dltec-versus-certificacoes-nivel-de-entrada-e-associate/</link>
				<comments>http://www.dltec.com.br/blog/redes/trilha-profissional-de-redes-dltec-versus-certificacoes-nivel-de-entrada-e-associate/#respond</comments>
				<pubDate>Sat, 11 Jan 2025 16:02:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Brenzink do Nascimento]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dltec.com.br/blog/?p=9961</guid>
				<description><![CDATA[<p>Vamos realizar uma análise minuciosa e detalhada da nosso curso preparatório para um Profissional de Redes, comparando o conteúdo do Curso Online Trilha Profissional de Infraestrutura de TI e Telecom da DLTEC com os tópicos teóricos das certificações HCIA-Datacom, CCNA, JNCIA Junos e CCST Networking. O foco será avaliar como o curso cobre os fundamentos&#8230;</p>
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Confiram o artigo original publicado pela DlteC do Brasil: <a rel="nofollow" href="http://www.dltec.com.br/blog/redes/trilha-profissional-de-redes-dltec-versus-certificacoes-nivel-de-entrada-e-associate/">Trilha Profissional de Redes DLTEC versus Certificações Nível de Entrada e Associate</a></p>
]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>Vamos realizar uma análise <strong>minuciosa e detalhada da nosso curso preparatório para um Profissional de Redes</strong>, comparando o conteúdo do <strong>Curso Online Trilha Profissional de Infraestrutura de TI e Telecom</strong> da DLTEC com os <strong>tópicos teóricos das certificações</strong> <strong>HCIA-Datacom</strong>, <strong>CCNA</strong>, <strong>JNCIA Junos</strong> e <strong>CCST Networking</strong>. O foco será avaliar como o curso cobre os fundamentos teóricos, excluindo os aspectos específicos de cada fabricante.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img src="https://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/CCNAs-1024x1024.png" alt="Certificações de nível de entrada e associate" class="wp-image-9965" width="363" height="363" srcset="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/CCNAs-1024x1024.png 1024w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/CCNAs-300x300.png 300w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/CCNAs-768x768.png 768w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/CCNAs-650x650.png 650w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/CCNAs-440x440.png 440w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/CCNAs.png 1080w" sizes="(max-width: 363px) 100vw, 363px" /></figure></div>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h3><strong>Etapas da Análise</strong></h3>



<ol><li><strong>Revisão do conteúdo do curso Profissional de Redes da DLTEC.</strong></li><li><strong>Comparação direta com os tópicos teóricos exigidos pelas certificações.</strong></li><li><strong>Conclusão sobre a abrangência teórica do curso em relação às certificações.</strong></li></ol>



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<h3><strong>Conteúdo do Curso para Formação Profissional de Redes DLTEC (Baseado na Descrição Oficial do Nosso Site)</strong></h3>



<p>O curso <strong>Trilha Profissional de Infraestrutura de TI e Telecom</strong> da DLTEC é uma formação avançada, com carga horária de 270 horas, cobrindo os seguintes tópicos de maneira generalizada:</p>



<ol><li><strong>Modelo OSI e Protocolo TCP/IP:</strong> Explicação detalhada das camadas e como os protocolos interagem.</li><li><strong>Arquitetura de Rede:</strong> Estruturas LAN, WAN, WLAN, e infraestrutura de data centers.</li><li><strong>Switching e Wireless LAN:</strong> VLANs, STP, trunking, e configurações de redes sem fio.</li><li><strong>Roteamento IP e Internet:</strong> Protocolos como RIP, OSPF, e introdução ao BGP.</li><li><strong>Redes Ópticas Passivas (PON):</strong> Introdução e tópicos avançados (GPON, EPON, OLTs, ONUs, splitters).</li><li><strong>Segurança de Redes:</strong> Firewalls, VPNs, ACLs e conceitos de AAA.</li><li><strong>Introdução ao Cloud Computing:</strong> Conceitos de computação em nuvem e SDN.</li><li><strong>SDN, Automação e Programabilidade:</strong> Ferramentas de automação, como Python e Ansible.</li><li><strong>Operação e Manutenção de Rede:</strong> Troubleshooting e práticas de monitoramento.</li></ol>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img src="https://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/Trilha-destaque-1024x1024.png" alt="Trilha Profissional de Redes" class="wp-image-9975" width="434" height="434" srcset="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/Trilha-destaque-1024x1024.png 1024w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/Trilha-destaque-300x300.png 300w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/Trilha-destaque-768x768.png 768w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/Trilha-destaque-650x650.png 650w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/Trilha-destaque-440x440.png 440w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/Trilha-destaque.png 1080w" sizes="(max-width: 434px) 100vw, 434px" /></figure></div>



<p>Aqui precisamos fazer um adendo, isso porque cada tópico é composto de um ou mais cursos, por isso a abordagem é muito maior que parece nessa análise.</p>



<p>Não quisemos fazer um artigo muito longo, por isso mesmo tratamos as necessidades do Profissional de Redes de forma geral.</p>



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<h3><strong>Comparação Direta com as Certificações</strong></h3>



<h4><strong>1. HCIA-Datacom (Huawei)</strong></h4>



<p>O <strong>HCIA-Datacom</strong> cobre no geral:</p>



<ul><li><strong>Fundamentos de Redes:</strong> Modelos OSI/TCP-IP, IPv4/IPv6, roteamento estático e dinâmico, switching básico.</li><li><strong>Redes Ópticas Passivas (PON):</strong> GPON, EPON, estrutura de OLTs e ONUs.</li><li><strong>Segurança:</strong> Firewalls e conceitos básicos de AAA.</li><li><strong>WLAN:</strong> Fundamentos de redes sem fio.</li><li><strong>Automação e SDN:</strong> Introdução ao SDN e gerenciamento de redes.</li></ul>



<p><strong>Cobertura pelo Curso DLTEC:</strong></p>



<ul><li><strong>Totalmente alinhado</strong> com os fundamentos de redes, incluindo roteamento, switching e PON.</li><li>O curso aborda com detalhes tanto o básico quanto o avançado de redes PON, como GPON, EPON, OLTs e ONUs.</li><li>Tópicos como automação, SDN e segurança são cobrados, complementando os requisitos teóricos do HCIA.</li></ul>



<h4><strong>2. CCNA 200-301 (Cisco)</strong></h4>



<p>O <strong>CCNA</strong> abrange no geral:</p>



<ul><li><strong>Fundamentos de Redes:</strong> Modelos OSI/TCP-IP, IPv4/IPv6, roteamento dinâmico (OSPF e EIGRP) e switching (VLANs, STP).</li><li><strong>Segurança:</strong> Firewalls, ACLs, e conceitos de VPN.</li><li><strong>Wireless:</strong> Fundamentos e configuração de WLANs.</li><li><strong>Automação:</strong> Introdução a Python e APIs para redes.</li></ul>



<p><strong>Cobertura pelo Curso DLTEC:</strong></p>



<ul><li><strong>Fundamentos de redes (OSI/TCP-IP, roteamento e switching)</strong> são completamente abordados.</li><li>Inclui tópicos de segurança, como firewalls, VPNs e ACLs, cobrindo o conteúdo teórico necessário.</li><li>A automação e SDN também são abordadas no curso, alinhando-se aos requisitos do CCNA.</li><li></li></ul>



<h4><strong>3. JNCIA Junos (Juniper)</strong></h4>



<p>O <strong>JNCIA Junos</strong> aborda em linhas gerais:</p>



<ul><li><strong>Fundamentos de Redes:</strong> Modelos OSI/TCP-IP, roteamento básico, VLANs, e switching.</li><li><strong>Segurança:</strong> Firewalls e políticas de acesso.</li><li><strong>Automação:</strong> Ferramentas Junos PyEZ e Netconf.</li></ul>



<p><strong>Cobertura pelo Curso DLTEC:</strong></p>



<ul><li>Totalmente alinhado nos fundamentos de redes, roteamento, switching e segurança teórica.</li><li>Conceitos de automação são abordados de forma genérica (com Python), mas ferramentas específicas de Junos requerem módulos adicionais.</li></ul>



<h4><strong>4. CCST Networking (Cisco)</strong></h4>



<p>O <strong>CCST Networking</strong> é introdutório, cobrindo em linhas gerais:</p>



<ul><li><strong>Modelos OSI/TCP-IP, IPv4/IPv6, switching e roteamento básico.</strong></li><li><strong>Segurança:</strong> Conceitos gerais.</li></ul>



<p><strong>Cobertura pelo Curso DLTEC:</strong></p>



<ul><li>Supera os requisitos teóricos do CCST Networking, cobrindo tópicos com maior profundidade.</li></ul>



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<h3><strong>Conclusão</strong></h3>



<p>O <strong>Curso Trilha Profissional de Infraestrutura de TI e Telecom</strong> da DLTEC cobre <strong>todos os tópicos teóricos</strong> necessários para as certificações <strong>HCIA-Datacom</strong>, <strong>CCNA 200-301</strong>, <strong>JNCIA Junos</strong> e <strong>CCST Networking</strong>.</p>



<h4><strong>Pontos Fortes:</strong></h4>



<ul><li><strong>Fundamentos de Redes:</strong> Completamente alinhados.</li><li><strong>Redes Ópticas (PON):</strong> Abordagem detalhada, cobrindo tanto o básico quanto o avançado.</li><li><strong>Segurança e Automação:</strong> Atendem aos requisitos de todas as certificações.</li></ul>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>Essa trilha teórica oferece uma base sólida e avançada, servindo como um ponto inicial robusto para qualquer uma das certificações mencionadas. A complementação prática por fabricante é necessária apenas para tópicos específicos de cada certificação.</p>



<p>Assista ao vídeo de introdução e veja como essa formação pode transformar sua carreira:  <br><a href="http://Assista ao vídeo de introdução e veja como essa formação pode transformar sua carreira:   https://www.dltec.com.br/curso/redes/profissional-de-infra-de-ti-e-telecom" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" https://www.dltec.com.br/curso/redes/profissional-de-infra-de-ti-e-telecom (abre numa nova aba)"> https://www.dltec.com.br/curso/redes/profissional-de-infra-de-ti-e-telecom</a></p>
<p>
Confiram o artigo original publicado pela DlteC do Brasil: <a rel="nofollow" href="http://www.dltec.com.br/blog/redes/trilha-profissional-de-redes-dltec-versus-certificacoes-nivel-de-entrada-e-associate/">Trilha Profissional de Redes DLTEC versus Certificações Nível de Entrada e Associate</a></p>
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		<item>
		<title>CCST Networking: um Guia Completo</title>
		<link>http://www.dltec.com.br/blog/cisco/certificacao-ccst-networking/</link>
				<comments>http://www.dltec.com.br/blog/cisco/certificacao-ccst-networking/#comments</comments>
				<pubDate>Fri, 10 Jan 2025 17:16:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Brenzink do Nascimento]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cisco]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dltec.com.br/blog/?p=9949</guid>
				<description><![CDATA[<p>Descubra tudo sobre a certificação CCST Networking da Cisco: o que é, para quem é indicada, tópicos cobrados, detalhes da prova, validade e como se preparar. Saiba como essa certificação de entrada pode impulsionar sua carreira em redes e porque é a escolha ideal para iniciantes.</p>
<p>
Confiram o artigo original publicado pela DlteC do Brasil: <a rel="nofollow" href="http://www.dltec.com.br/blog/cisco/certificacao-ccst-networking/">CCST Networking: um Guia Completo</a></p>
]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>A certificação <strong>Cisco Certified Support Technician </strong>ou<strong> CCST Networking</strong> é uma certificação de nível de entrada (Entry Level) oferecida pela Cisco.</p>



<p>A certificação Cisco CCST Networking é ideal para validar conhecimentos fundamentais em redes de computadores. </p>



<p>Este artigo explora detalhadamente o que é a certificação CCST Networking, para quem ela é indicada, os tópicos abordados no exame, como se preparar e outros detalhes essenciais. Se você deseja começar sua carreira em redes, esta é uma leitura indispensável.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2>O que é a Certificação CCST Networking?</h2>



<p>A <strong>CCST Networking</strong> é uma certificação de entrada projetada para validar o entendimento básico sobre redes de computadores. Ela foi desenvolvida para aqueles que estão no início da carreira e desejam uma credencial prática e acessível para demonstrar suas habilidades.</p>



<p>Essa certificação é ideal para:</p>



<ul><li><strong>Ingressar no mercado de TI</strong> com uma certificação reconhecida mundialmente que comprova que você conhece os fundamentos de Redes de Computadores e sabe aplicar os conceitos na prática.</li><li><strong>Complementar estudos acadêmicos</strong>, fornecendo uma base prática para estudantes de tecnologia.</li><li><strong>Conseguir um estágio</strong> e aumentar as chances de efetivação antes do término do contrato.</li><li><strong>Iniciar uma carreira em redes</strong>, entendendo os fundamentos essenciais para o crescimento profissional e <strong>conseguir uma vaga de trainee ou júnior em uma empresa</strong>.</li></ul>



<p>A <strong>CCST Networking</strong> é única porque oferece benefícios diferenciais principalmente para iniciantes na área de Redes, como sua validade vitalícia e a possibilidade de realizar a prova em português. Além disso, é uma excelente porta de entrada para quem deseja trilhar uma carreira na área de redes e TI.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2>Para Quem é Indicada?</h2>



<p>A certificação CCST Networking é altamente recomendada para:</p>



<ul><li><strong>Estudantes e iniciantes na área de TI:</strong> Ideal para quem deseja construir uma base sólida em redes e se preparar para vagas de estágio ou posições júnior ou trainee.</li><li><strong>Profissionais em transição de carreira:</strong> Uma oportunidade para validar conhecimentos iniciais e ingressar na área de tecnologia.</li><li><strong>Técnicos e analistas de suporte:</strong> Quem precisa comprovar conhecimento básico em redes para melhorar sua atuação profissional.</li><li><strong>Estudantes universitários:</strong> Aqueles que querem complementar seus estudos e aumentar suas chances de contratação ainda durante a faculdade.</li><li><strong>Profissionais sem certificação formal:</strong> Pessoas que já trabalham na área, mas querem aumentar sua credibilidade no mercado com uma certificação reconhecida.</li></ul>



<p>Com uma abordagem prática e acessível, a certificação se destaca como uma ótima opção para aqueles que desejam crescer na área de redes.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2>Benefícios da Certificação CCST Networking</h2>



<ul><li><strong>Certificação Vitalícia:</strong> Ao contrário da maioria das certificações Cisco, como a CCNA, que têm validade de três anos, a certificação Cisco CCST Networking não expira. Esse é um grande diferencial para quem está começando.</li><li><strong>Prova em Português:</strong> Disponível em diversos idiomas, incluindo português, tornando-a mais acessível para candidatos brasileiros.</li><li><strong>Exame Online:</strong> Pode ser realizado remotamente, oferecendo flexibilidade para quem não pode se deslocar a um centro de testes.</li><li><strong>Acessibilidade Financeira:</strong> Com um custo inferior ao de outras certificações Cisco, a CCST Networking é uma excelente escolha para iniciantes.</li></ul>



<p>Esses benefícios tornam a certificação uma escolha atrativa, especialmente para quem busca ingressar no mercado de trabalho com uma credencial de renome internacional.</p>



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<h2>Conteúdo do Exame CCST Networking</h2>



<p>O exame é composto por seis domínios principais, cada um abordando conceitos e habilidades essenciais para a área de redes. A seguir, detalhamos os tópicos:</p>



<h3>1. <strong>Padrões e Conceitos de Rede (20%)</strong></h3>



<ul><li><strong>Modelos OSI e TCP/IP:</strong> Estrutura e funcionamento dos principais modelos de rede.</li><li><strong>Protocolos de Rede:</strong> TCP, UDP, HTTP, HTTPS, FTP, SMTP e DNS.</li><li><strong>Conceitos de Largura de Banda e Latência:</strong> Impactos no desempenho da rede.</li><li><strong>Topologias de Rede:</strong> Estruturas físicas e lógicas como estrela, anel e malha.</li></ul>



<h3>2. <strong>Endereçamento e Formatos de Sub-rede (20%)</strong></h3>



<ul><li><strong>Endereçamento IPv4 e IPv6:</strong> Formatos, classes e características.</li><li><strong>Sub-rede e Máscaras:</strong> Divisão e otimização de endereços IP.</li><li><strong>NAT e DHCP:</strong> Configuração dinâmica e tradução de endereços.</li></ul>



<h3>3. <strong>Endpoints e Tipos de Mídia (15%)</strong></h3>



<ul><li><strong>Dispositivos Finais:</strong> Computadores, servidores e dispositivos móveis.</li><li><strong>Tipos de Conexão:</strong> Cabeada (Ethernet, fibra óptica) e sem fio (Wi-Fi, Bluetooth).</li><li><strong>Interfaces e Conectores:</strong> Cabos e portas utilizadas nas conexões.</li></ul>



<h3>4. <strong>Infraestrutura de Rede (20%)</strong></h3>



<ul><li><strong>Equipamentos de Rede:</strong> Switches, roteadores, hubs e firewalls.</li><li><strong>Serviços de Infraestrutura:</strong> DNS, DHCP, VPN e servidores proxy.</li><li><strong>Arquitetura de Redes:</strong> LAN, WAN e WLAN.</li></ul>



<h3>5. <strong>Diagnóstico de Problemas (15%)</strong></h3>



<ul><li><strong>Técnicas de Troubleshooting:</strong> Diagnóstico de problemas de conectividade.</li><li><strong>Ferramentas:</strong> Ping, traceroute, nslookup e comandos CLI.</li><li><strong>Solução de Problemas Práticos:</strong> Casos de uso e exemplos aplicados.</li></ul>



<h3>6. <strong>Segurança de Rede (10%)</strong></h3>



<ul><li><strong>Princípios de Segurança:</strong> Confidencialidade, integridade e disponibilidade.</li><li><strong>Ameaças Comuns:</strong> Malware, phishing e ataques de negação de serviço (DDoS).</li><li><strong>Mitigação de Riscos:</strong> Firewall, VPN e controle de acesso.</li></ul>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2>Detalhes da Prova</h2>



<ul><li><strong>Formato:</strong> Perguntas de múltipla escolha e simulações práticas.</li><li><strong>Duração:</strong> 50 minutos.</li><li><strong>Idioma:</strong> Disponível em português e outros idiomas.</li><li><strong>Local:</strong> Online ou em centros de teste autorizados.</li><li><strong>Valor:</strong> Aproximadamente US$125 <em>(recomenda-se verificar os preços atualizados nos sites oficiais)</em>.</li><li><strong>Validade:</strong> <strong>Vitalícia</strong>, sem necessidade de renovação.</li></ul>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2>Preparação para o Exame</h2>



<p>A preparação para o exame <strong>CCST Networking</strong> pode ser feita por meio de cursos especializados que cobrem os tópicos mencionados, inclusive nós da <strong>DLTEC</strong> oferecemos um curso preparatório completo em português, alinhado com o conteúdo exigido na prova. Esse curso é ideal para quem deseja aprender  os conceitos com exemplos práticos e simulados.</p>



<p>Na trilha para o CCST Networking da DLTEC, você terá acesso a materiais oficiais da Cisco, atividades práticas e simulados para consolidar o aprendizado antes da prova. Com uma carga horária sugerida de 70 horas, o curso é uma escolha excelente para quem busca uma preparação completa e acessível.</p>



<p>Para mais informações e assistir à vídeo aula introdutória sem custo, visite: <a href="https://www.dltec.com.br/curso/academia-cisco/certificacao-cisco-ccst-networking">https://www.dltec.com.br/curso/academia-cisco/certificacao-cisco-ccst-networking</a></p>



<p>Desde o início do nosso preparatório estamos com 100% de aprovação na primeira tentativa, veja o certificado de um dos nossos alunos da nossa comunidade!</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/CCST-Sérgio-mes-11.png" alt="Certificação Cisco CCST Networking" class="wp-image-9951" srcset="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/CCST-Sérgio-mes-11.png 518w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/CCST-Sérgio-mes-11-242x300.png 242w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/01/CCST-Sérgio-mes-11-440x546.png 440w" sizes="(max-width: 518px) 100vw, 518px" /></figure>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2>Conclusão</h2>



<p>A certificação <strong>Cisco CCST Networking</strong> é uma excelente escolha para iniciantes que desejam ingressar na área de redes. Com sua validade vitalícia, prova em português e conteúdo acessível, ela representa um investimento sólido para o futuro.</p>



<p>Se você é um estudante, profissional iniciante ou alguém em transição de carreira, a CCST Networking pode ser o impulso que você precisa para alcançar seus objetivos. Aproveite essa oportunidade para validar seus conhecimentos e abrir portas no mercado de trabalho.</p>
<p>
Confiram o artigo original publicado pela DlteC do Brasil: <a rel="nofollow" href="http://www.dltec.com.br/blog/cisco/certificacao-ccst-networking/">CCST Networking: um Guia Completo</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Atualização da Certificação CCNA 200-301 em 2023: O que Esperar</title>
		<link>http://www.dltec.com.br/blog/cisco/atualizacao-da-certificacao-ccna-200-301-em-2023-o-que-esperar/</link>
				<comments>http://www.dltec.com.br/blog/cisco/atualizacao-da-certificacao-ccna-200-301-em-2023-o-que-esperar/#comments</comments>
				<pubDate>Thu, 27 Apr 2023 10:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Brenzink do Nascimento]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cisco]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Muita gente está se perguntando se haverá uma nova versão da certificação CCNA 200-301 da Cisco em 2023, essa pode ser também a sua dúvida, certo? Desde a grande mudança do programa de certificação da Cisco, anunciada em 2019 e realizada em Fevereiro de 2020, essa tem sido uma pergunta frequente. Mas temos boas notícias&#8230;</p>
<p>
Confiram o artigo original publicado pela DlteC do Brasil: <a rel="nofollow" href="http://www.dltec.com.br/blog/cisco/atualizacao-da-certificacao-ccna-200-301-em-2023-o-que-esperar/">Atualização da Certificação CCNA 200-301 em 2023: O que Esperar</a></p>
]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>Muita gente está se perguntando se <strong>haverá uma nova versão da certificação CCNA 200-301 da Cisco em 2023</strong>, essa pode ser também a sua dúvida, certo?</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img src="https://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/Post007-23-Tópicos-do-CCNA-200-301-1024x768.png" alt="" class="wp-image-9881" width="381" height="285" srcset="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/Post007-23-Tópicos-do-CCNA-200-301.png 1024w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/Post007-23-Tópicos-do-CCNA-200-301-300x225.png 300w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/Post007-23-Tópicos-do-CCNA-200-301-768x576.png 768w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/Post007-23-Tópicos-do-CCNA-200-301-650x488.png 650w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/04/Post007-23-Tópicos-do-CCNA-200-301-440x330.png 440w" sizes="(max-width: 381px) 100vw, 381px" /></figure></div>



<p>Desde a grande mudança do programa de certificação da Cisco, anunciada em 2019 e realizada em Fevereiro de 2020, essa tem sido uma pergunta frequente. </p>



<p><strong>Mas temos boas notícias (ou não)</strong>: <em>AGORA JÁ SABEMOS O QUE PODE ACONTECER E QUANDO ISSO PODE ACONTECER</em>.</p>



<p>De acordo com o <strong>roadmap de certificação</strong> recentemente divulgado pela Cisco, a atual prova de <strong>certificação CCNA 200-301</strong> passará por uma revisão antes que quaisquer mudanças no conteúdo da prova sejam anunciadas. </p>



<p>Depois disso, podemos esperar uma nova versão do exame CCNA em algum momento de 2023, provavelmente do meio para o final do ano, de acordo com a nova proposta da Cisco para as atualizações das certificações.</p>



<p>Embora as datas sejam provisórias e sujeitas a alterações, você pode se inscrever para receber notificações da Cisco e ficar atualizado sobre quaisquer anúncios referentes às datas do exame.</p>



<p>Aqui está o que sabemos sobre as datas de revisão, atualização e publicação do novo CCNA, de acordo com a Cisco:</p>



<ul><li>O exame CCNA 200-301 será revisto entre fevereiro e abril de 2023;</li><li>Quaisquer alterações ao modelo do exame CCNA serão anunciadas entre maio e julho de 2023;</li><li>O CCNA atualizado será publicado entre agosto e outubro de 2023.</li></ul>



<p>E se a Cisco decidir que nenhuma alteração é necessária na prova atual, pode ser que não haja uma nova versão do CCNA em 2023. </p>



<p>Nesse caso, a próxima revisão deve ser realizada entre fevereiro e abril de 2024.</p>



<p>Os <strong>roadmaps de certificação da Cisco</strong> foram projetados para garantir que as provas sejam relevantes para o mercado de Infraestrutura de TI e também estejam alinhadas às tecnologias e tendências do setor. </p>



<p>Eles fornecem aos alunos mais clareza e informações sobre as atualizações das provas, para que possam planejar melhor seus estudos.</p>



<p>Se você está pensando em obter a certificação CCNA, este é um ótimo momento para fazê-lo. </p>



<p>Já existem muitos recursos disponíveis para ajudá-lo a se preparar, incluindo <a href="https://www.dltec.com.br/curso/cisco/ccna-200-301?src=blogpost9866">nosso treinamento para o CCNA 200-301</a>, que é uma ferramenta de estudo perfeita para sua preparação para a prova de certificação CCNA 200-301 e também para o mercado de trabalho (*).</p>



<p>O curso é ministrado por mim mesmo (prof. Marcelo Nascimento) e o que observamos é que com apenas 30 a 60 minutos de treinamento diário, você pode estar pronto para a prova em cerca de seis meses (ou menos se já tiver experiência em redes).</p>



<p>Não perca a oportunidade de se destacar no mercado de TI com a <a href="https://www.dltec.com.br/curso/cisco/ccna-200-301?src=blogpost">certificação CCNA atualizada em 2023</a>!</p>



<p>(*) <em>Nosso treinamento tem um foco de você estar capacitado para o Mercado e Trabalho como CCNA e passar na prova será uma consequência disso, assim garantimos que você passe na prova e consiga exercer suas funções como um profissional certificado que o Mercado espera dele!</em></p>
<p>
Confiram o artigo original publicado pela DlteC do Brasil: <a rel="nofollow" href="http://www.dltec.com.br/blog/cisco/atualizacao-da-certificacao-ccna-200-301-em-2023-o-que-esperar/">Atualização da Certificação CCNA 200-301 em 2023: O que Esperar</a></p>
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		<item>
		<title>O que é Programabilidade de Rede?</title>
		<link>http://www.dltec.com.br/blog/redes/o-que-e-programabilidade-de-rede/</link>
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				<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 09:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Brenzink do Nascimento]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>A Programabilidade de Rede ou &#8220;Network Programmability&#8221; ou &#8220;Programação de Rede&#8221; é o uso de software para implantar, gerenciar e solucionar problemas de elementos de rede. Uma rede programável é conduzida por uma pilha de software inteligente que pode agir com base em solicitações de negócios ou eventos de rede. Vamos discutir como a programação&#8230;</p>
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Confiram o artigo original publicado pela DlteC do Brasil: <a rel="nofollow" href="http://www.dltec.com.br/blog/redes/o-que-e-programabilidade-de-rede/">O que é Programabilidade de Rede?</a></p>
]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>A <strong>Programabilidade de Rede</strong> ou &#8220;<strong>Network Programmability</strong>&#8221;  ou &#8220;<strong>Programação de Rede</strong>&#8221; é o uso de software para implantar, gerenciar e solucionar problemas de elementos de rede. </p>



<p>Uma rede programável é conduzida por uma pilha de software inteligente que pode agir com base em solicitações de negócios ou eventos de rede. </p>



<p>Vamos discutir como a programação de rede pode ajudar as empresas, data centers, provedores de serviços de comunicação a se adaptarem às novas tendências, incluindo Internet das coisas (IoT), 5G e Edge Computing.</p>



<p> O <strong>Software Defined Networking</strong> (SDN) anda de mãos dadas com a programação de rede é o, que não apenas separa o plano de controle (control plane) e o plano de encaminhamento (forwarding plane) dos dispositivos de rede, mas também fornece APIs (interfaces de programação de aplicativos ou  application programming interfaces ) para controlá-los e gerenciá-los. </p>



<p>Nesse artigo vamos estudar um pouco da história da programabilidade, sua função, vantagens e a importância na vida de um profissional de Infraestrutura de TI, Redes e até mesmo Telecomunicações.</p>



<h2>História da Programabilidade de Rede</h2>



<p> Uma das primeiras tentativas de permitir que engenheiros e operadores de rede começassem a tornar as redes programáveis ​​foi o <strong>Simple Network Management Protocol</strong> (SNMP) em 1990.</p>



<p>O SNMP exibe os dados de gerenciamento na forma de variáveis ​​organizadas em uma base de informações de gerenciamento (MIB), que descreve o status e a configuração do sistema. </p>



<p>Essas variáveis ​​podem ser consultadas remotamente (e, em algumas circunstâncias, manipuladas) pelo gerenciamento de aplicativos. </p>



<p>O SNMP também oferece suporte ao envio de notificações, com base em configurações pré-configuradas, chamadas SNMP Traps.</p>



<p>O SNMP fez seu trabalho há muito tempo, mas não é realmente relevante hoje, exceto para sistemas legados que foram projetados em torno dele.</p>



<p>Os profissionais de monitoramento de rede estão olhando para a telemetria de streaming como o futuro de suas redes.</p>



<p>Hoje, tanto a IETF quanto a comunidade OpenConfig estão se concentrando em soluções de telemetria e trabalhando no desenvolvimento dos melhores padrões para serem executados.</p>



<p>Com o surgimento do SDN desde 2010 e desses novos protocolos, a programação de rede mais fácil e uma realidade. </p>



<p>Isso realmente mudou o jogo e está abrindo as portas para redes autônomas.</p>



<h2>O papel do SDN</h2>



<p> Se você pensar bem, o SDN foi quem realmente permitiu a programação de rede. </p>



<p>O SDN torna o sistema distribuído que é uma topologia de rede controlável e gerenciável por meio de um conjunto de APIs. </p>



<p>A programabilidade de rede é a capacidade de consumir e construir um sistema em torno dessas APIs.</p>



<p>O SDN e programabilidade de rede basicamente têm quatro componentes principais:</p>



<ul><li><strong>Aplicações</strong>: lógica de negócios baseada em casos de uso.</li><li><strong>APIs Northbound</strong>: expõe o acesso programável a funcionalidades e recursos de rede.</li><li><strong>Camada de Controle</strong>: traduz as solicitações recebidas entre o sul e o norte.</li><li><strong>Southbound Interfaces</strong>: usa protocolos SDN para permitir comunicação bidirecional entre elementos de rede e controladores SDN.</li></ul>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img src="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/sdn-layers.png" alt="" class="wp-image-9722" srcset="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/sdn-layers.png 509w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/sdn-layers-300x186.png 300w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/sdn-layers-440x273.png 440w" sizes="(max-width: 509px) 100vw, 509px" /></figure></div>



<p>SDN trouxe uma série de protocolos interessantes que promovem a adoção de modelos de dados, que fornecem uma abordagem orientada a modelos para expressar as funcionalidades de um elemento de rede.</p>



<h2>YANG: a Linguagem de Modelagem de Dados</h2>



<p> Vamos começar dizendo que o <strong>Network Configuration Protocol</strong> (NETCONF), que foi publicado como RFC 4741, é o que democratizou o uso de modelos de dados com YANG (RFC 6020). </p>



<p>Embora NETCONF use XML sobre SSH para se comunicar com elementos de rede e RESTCONF use JSON ou XML, YANG rapidamente se tornou um padrão de fato para expressar as funcionalidades do dispositivo. </p>



<p>Isso levou à criação de um marshaller e unmarshaller para converter XML/JSON para YANG.</p>



<p>Conforme definido no RFC 6020, YANG &#8220;é uma linguagem de modelagem de dados usada para modelar dados de configuração e estado manipulados pelo protocolo de configuração de rede (NETCONF), chamadas de procedimento remoto NETCONF e notificações NETCONF&#8221;.</p>



<h2>Modelo do Dispositivo de Rede</h2>



<p>Um modelo YANG deve ser visto como uma estrutura em árvore. </p>



<p>Resumindo, ao observar um dispositivo como um todo, a raiz da árvore representa o conjunto geral de recursos do dispositivo. </p>



<p>Cada ramo corresponde a uma funcionalidade e cada folha corresponde a um parâmetro específico dessa funcionalidade. </p>



<p>A granularidade na qual uma funcionalidade é dividida depende do proprietário do modelo de dados.</p>



<p>Para atender à necessidade das operadoras de telecomunicações, que desejavam abstrair sua rede, comunidades de código aberto (OpenConfig e outras) e órgãos de padronização (principalmente IETF) começaram a padronizar modelos YANG. </p>



<p>Isso permite a interoperabilidade do dispositivo e torna os controladores de rede independentes de dispositivo.</p>



<p>SDN era um novo paradigma para administradores de rede e fornecedores entenderem, e YANG era uma nova linguagem para eles aprenderem. </p>



<p>Além disso, para os fornecedores de rede que viram a necessidade de oferecer tais recursos, foi um desafio: os modelos de dados que eles construíram para representar as funcionalidades de um equipamento de rede raramente estavam completos, muitas vezes faltando um parâmetro ou recurso necessário.</p>



<p>Às vezes, o dispositivo o suportava, mas o modelo não o expunha. </p>



<p>Às vezes, o modelo estava expondo um parâmetro ou uma funcionalidade e o dispositivo não a suportava. </p>



<p>Isso levou a muita rotatividade no modelo de dados do fornecedor e a muitos testes no software que foi criado para automatizar, mas hoje em dia as coisas estão mais estáveis ​​e o ecossistema amadureceu.</p>



<p>À medida que as funcionalidades evoluíram, sua representação teve que evoluir, resultando no versionamento do modelo YANG. </p>



<p>Uma das práticas recomendadas mais importantes é a compatibilidade com versões anteriores entre as versões mais recentes e as mais antigas (o que é verdadeiro para qualquer tipo de API exposta).</p>



<p>Mas é claro que o requisito de versão e/ou compatibilidade com versões anteriores não era bem respeitado e gerava muita rotatividade para os administradores e desenvolvedores de rede. </p>



<p>Assim que o dispositivo foi atualizado, a automação construída em torno dele foi quebrada, tendo que refazê-lo repetidamente.</p>



<h2>Modelo de Serviço<br></h2>



<p>Discutimos como YANG foi usado para abstrair as funcionalidades de um elemento de rede, mas YANG também é usado para criar Modelos de Serviço.</p>



<p>A intenção de um modelo de serviço é fornecer outra camada de abstração (neste caso, orientada a serviços), fornecendo uma visão com curadoria das várias funcionalidades de rede e parâmetros relacionados necessários para entregar esse serviço. </p>



<p>Isso é muito conveniente para o OSS/BSS, pois você pode vincular mais facilmente o aspecto comercial e correlacionar para um determinado cliente.</p>



<p>A IETF e seu ecossistema começaram a definir e padronizar os serviços de rede (L2VPN, L3VPN etc.) e outros ainda estão em andamento (BGP, SR, SRv6 etc.). </p>



<p>Também existem comunidades de código aberto que fazem isso, como OpenConfig e Open ROADM.</p>



<p>Mas isso adicionou outra camada de mapeamento, já que agora os sistemas precisam traduzir do Modelo de Serviço para o Modelo de Dispositivo (que é um mapeamento 1:n, assumindo o consumo de um modelo específico do fornecedor, ou um mapeamento 1:1, quando os fornecedores estão adotando modelos padronizados como OpenConfig).</p>



<h2>Noções Básicas de Configuração de Rede<br></h2>



<p>Ao configurar um elemento de rede, existem três elementos fundamentais:</p>



<ul><li><strong>A configuração do dispositivo</strong>: Isso geralmente é chamado de modelo, contendo CLI, XML ou JSON, dependendo do protocolo/ferramenta usado para aplicar a configuração.</li><li><strong>Templates e padrões de configuração</strong>: Este é um modelo parametrizado que permite a reutilização. Parâmetros dinâmicos dentro do modelo são extraídos e substituídos por espaços reservados. Quando um sistema aplica esse modelo, ele primeiro renderiza a configuração resultante aproveitando os parâmetros fornecidos externamente. Tecnologia como Jinja ou Velocity pode ser usada aqui. Existem dois tipos de parâmetros:<ul><li><strong>Estáticos</strong>: pode ser um valor padrão ou um valor que raramente é alterado. Normalmente, eles são codificados no modelo.</li><li><strong>Dinâmicos</strong>: Este é um valor que precisa ser buscado ou (des)alocado de um sistema, seja interno ou externo (uma base de dados, um inventário, um IPAM, outro elemento de rede, etc.).</li></ul></li><li><strong>O protocolo usado para aplicar a configuração</strong>: Existem muitos protocolos para fazer isso, vou citar apenas os mais comuns: ssh/cli, NETCONF, RESTCONF, gRPC.</li></ul>



<h2>Cuidados com a Programabilidade de Rede<br></h2>



<p>Qualquer sistema que tente executar a programação de rede deve oferecer pelo menos esses três recursos. </p>



<p>Mas quando olhamos para esses sistemas, existem poucas armadilhas a serem evitadas.</p>



<p>Ao selecionar um fornecedor de rede, com base em alguns dos elementos mencionados anteriormente, há algumas coisas a considerar:</p>



<ul><li>Os modelos do fornecedor estão completos?</li><li>O fornecedor oferece um bom suporte para seus modelos?</li><li>Quão amplamente adotados e abertos são os modelos do fornecedor?</li><li>O fornecedor suporta OpenConfig/outros modelos padrão?</li><li>Quais são os protocolos suportados para configurar o equipamento de rede?</li><li>Qual é a cadência de atualização típica?</li></ul>



<p>O objetivo é entender quanto você deve investir em automação. </p>



<p>Se as respostas não forem boas o suficiente, você terá que atualizar constantemente a automação que deseja construir. </p>



<p>Isso move o problema para o desenvolvimento de software, em vez das operações de rede, o que não revelará os benefícios.</p>



<p>Se você planeja fazer desenvolvimento Java (ou baseado em JVM) para controlar a rede e ingerir modelos YANG fornecidos pelo fornecedor em seu aplicativo Java, esteja pronto para ter um sólido processo de integração contínua/entrega contínua (CI/CD). </p>



<p>Isso permite que você libere seu aplicativo em uma cadência muito alta e ajuste-se a casos de uso e bugs à medida que surgem.</p>



<p>Uma recomendação é separar o conteúdo usado para programar a rede da plataforma que permite o provisionamento da rede. </p>



<p>Dessa forma, cada um tem seu próprio ciclo de vida e o conteúdo pode evoluir em uma cadência rápida, deixando intocada a plataforma mais estável.</p>



<h2>Que Tecnologia Escolher?<br></h2>



<p>O objetivo da programabilidade de rede é atender a uma necessidade alterando dinamicamente o estado atual da rede. </p>



<p>Isso significa três coisas para o software que aplica essa alteração:</p>



<ol><li>Certifique-se de que o estado atual seja válido antes de aplicar a alteração.</li><li>Aplique a mudança e cruze os dedos que funcionou.</li><li>Valide se a alteração foi bem-sucedida e nenhuma funcionalidade ao redor foi afetada.</li></ol>



<p>No geral, requer uma verificação prévia e uma verificação posterior, sugerindo a necessidade de um mecanismo de fluxo de trabalho para sequenciar as várias etapas.</p>



<p>Além disso, como desenvolvedor, você precisará de uma linguagem de programação/script.</p>



<p>Utilizar, por exemplo, Python e Ansible são os que mais são utilizados quando se trata de provisionamento de rede, pois eles fornecem bibliotecas/módulos comprovados e adotados, como Jinja para modelagem e ncclient para protocolo NETCONF, o que ajuda a simplificar muito o processo de desenvolvimento.</p>



<p>As tecnologias gerais de desenvolvimento de que você precisa provavelmente existem em código aberto e têm uma comunidade decente compartilhando em torno delas.</p>



<p>Além disso, tem havido muitas atividades no espaço de rede dentro das comunidades de código aberto. </p>



<p>Seja para construir uma plataforma de orquestração de rede completa, como ONAP, Open Source Mano, etc. adoção no Cilium, um plug-in de interface de rede de contêineres para Kubernetes).</p>



<p>Por fim, você pode usar a metodologia GitOps ao separar o conteúdo (template, scripts etc.) da plataforma (executores Python/Ansible, mecanismo de fluxo de trabalho etc.), permitindo que o conteúdo tenha seu próprio ciclo de vida. </p>



<p>Esse método pode ajudar no controle de versão e na centralização do seu código, além de fornecer a fonte da verdade e o gatilho para ações de provisionamento de rede.</p>



<h2>Como a DLTEC pode me ajudar a aprender mais sobre Programabilidade de Rede?</h2>



<p>Programabilidade e programação não são sinônimos, por isso mesmo é importante que você saiba onde está pisando como um Profissional das áreas de Redes, Infraestrutura de TI ou até mesmo Telecomunicações.</p>



<p>Por isso mesmo inserimos a Programabilidade de Redes dentro da nossa nova <a href="https://www.dltec.com.br/curso/redes/profissional-de-infra-de-ti-e-telecom">Trilha Profissional de Infraestrutura de TI e Telecom</a>.</p>



<p>No tópico chamado &#8220;SND, Automação e Programabilidade&#8221; você vai aprender sobre esse assunto tão importante hoje em dia.</p>



<p>Você vai sair com uma visão abrangente sobre os principais conceitos para entender e se adequar a esse novo panorama de redes programáveis e nuvem.</p>



<p>Você vai aprender sobre SDN, NFV, Cloud e Fog Computing com foco na Infraestrutura de TI e Telecom, assim como ferramentas de automação, programação em Python e introdução ao ambiente Linux. </p>



<p>Clique no link a seguir e conheça nossa nova <a href="https://www.dltec.com.br/curso/redes/profissional-de-infra-de-ti-e-telecom">Trilha Profissional de Infraestrutura de TI e Telecom</a>. </p>



<h2>Conclusão sobre Programabilidade na Via de um Profissional de Redes<br></h2>



<p>Quanto mais você se aprofunda no assunto de programabilidade de rede, mais denso ele fica, com muitos desafios a serem resolvidos. </p>



<p>Os componentes necessários para uma jornada de programação de rede bem-sucedida não param aqui. </p>



<p>Você também precisará de um sistema de inventário para rastrear elementos de rede e fornecer informações sobre como acessá-los, um sistema de monitoramento para analisar o estado real da rede e um sistema de políticas para identificar qual ação de correção deve ser tomada em caso de um evento detectado.</p>



<p>A jornada é longa, mas vai valer a pena!</p>
<p>
Confiram o artigo original publicado pela DlteC do Brasil: <a rel="nofollow" href="http://www.dltec.com.br/blog/redes/o-que-e-programabilidade-de-rede/">O que é Programabilidade de Rede?</a></p>
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		<title>Cuidados ao Distribuir Endereço IPv6 na Rede</title>
		<link>http://www.dltec.com.br/blog/redes/cuidados-ao-distribuir-endereco-ipv6-na-rede/</link>
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				<pubDate>Sun, 23 Apr 2023 09:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Brenzink do Nascimento]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Configurar um endereço IPv6 em um endpoint ou fazer a alocação ou atribuição de IPs para dispositivos e clientes de Rede é normalmente uma tarefa simples no IPv4, porém no IPv6 não é tão simples assim… Enquanto no IPv4 tínhamos basicamente 3 principais opções, no IPv6 essas opções podem se desdobrar em outras opções e&#8230;</p>
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								<content:encoded><![CDATA[
<p>Configurar um endereço IPv6 em um endpoint ou fazer a alocação ou atribuição de IPs para dispositivos e clientes de Rede é normalmente uma tarefa simples no IPv4, porém no IPv6 não é tão simples assim…</p>



<p>Enquanto no IPv4 tínhamos basicamente 3 principais opções, no IPv6 essas opções podem se desdobrar em outras opções e possibilidades!</p>



<p>Lembre-se que no IPv4 um cliente de rede poderia obter seu endereço de forma dinâmica via um servidor DHCP, através de uma reversa no servidor DHCP ou de forma estática ou manual configurado pelo próprio usuário.</p>



<p>Veja o resumo das opções de alocação de endereço IPv4 abaixo:</p>



<ul><li><strong>IPv4 estático ou manual</strong>: você configura manualmente no equipamento.</li><li><strong>IPv4 Dinâmico</strong> utilizando o protocolo <strong>DHCP</strong> ou Dynamic Host Configuration Protocol.</li><li><strong>Auto Configuração via RFC 3030</strong>, procedimento que a Microsoft criou uma implementação que é chamado de IP privado automático (APIPA &#8211; bloco 169.254.0.0/16).</li></ul>



<p>Um cliente de rede IPv4 quando possui um endereço configurado manualmente ou obtido via DHCP simplesmente se considera configurado e não procura outras fontes de obtenção de endereço.</p>



<p>Você até pode ter um endereço secundário, dependendo do sistema operacional, porém isso não é obtido dinamicamente e precisa ser configurado de forma manual.</p>



<p>O IPv6 funciona de forma diferente e possui mais formas de alocação e obtenção de endereço IPv6 na rede.</p>



<p>No IPv6 temos as seguintes opções de alocação de endereço:</p>



<ul><li><strong>Endereço IPv6 estático ou manual</strong>: você configura manualmente no equipamento, utiliza o EUI-64 para criação do interface-ID de 64 bits ou utiliza a opção de &#8220;unnumbered&#8221;.</li><li><strong>Endereço IPv6 Dinâmico</strong> utilizando o protocolo <strong>DHCPv6 </strong>Stateful.</li><li><strong>Endereço IPv6 via Auto Configuração via Stateless Autoconfiguration ou SLAAC</strong>, procedimento onde o próprio host cria seu interface-ID (identificador de 64 bits da Interface) a partir do seu endereço MAC.</li></ul>



<p>O DHCPv6 tem “dois sabores”: <strong>Stateful </strong>e <strong>Stateless</strong>, sendo que o primeiro é similar ao DHCP que conhecemos no IPv4.</p>



<p>Já o DHCPv6 Stateless é utilizado em conjunto com o SLAAC para fornecer opções como DNS para os hosts, pois a autoconfiguração estática não vincula um servidor DHCP ao cliente, passa apenas um prefixo, comprimento desse prefixo e o endereço do gateway de rede.</p>



<p>Existe ainda mais uma opção de DHCPv6 chamada <strong>Prefix Delegation</strong> ou <strong>DHCPv6-PD</strong>, o qual é utilizado por provedores de serviço para fornecer um bloco inteiro de endereço IPv6.</p>



<p>Veja a imagem abaixo com o resumo dos tipos de alocação de endereço IPv6.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/fig1-ipv6-aloc.png" alt="" class="wp-image-9619" srcset="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/fig1-ipv6-aloc.png 960w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/fig1-ipv6-aloc-300x115.png 300w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/fig1-ipv6-aloc-768x294.png 768w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/fig1-ipv6-aloc-650x248.png 650w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/fig1-ipv6-aloc-440x168.png 440w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></figure>



<p>O grande problema no IPv6 é que os clientes de rede podem adquirir vários endereços, mesmo já tendo um IPv6 estático ou dinâmico configurado neles.</p>



<p>Diferente do IPv4, um cliente IPv6 que obteve um endereço via DHCPv6 pode obter um segundo endereço via SLAAC e ainda ter um endereço manual configurado!</p>



<p>No IPv6 é muito importante que os switches estejam preparados para reconhecer a forma de alocação válida de IPv6 e bloquear tentativas de alocação em portas que não tenham um servidor DHCPv6 ou um roteador legítimo configurado nelas.</p>



<p>Outra dica é nunca testar nada, principalmente me ambientes de emuladores como GNS3 e EVE-NG conectando routers IPv6 na rede, pois isso pode trazer problemas sérios de conexão aos clientes da mesma LAN.</p>



<p>Você pode estar se perguntando agora: &#8220;Onde posso aprender mais sobre serviços de Rede na DlteC do Brasil?&#8221; </p>



<p>Vale a pena conhecer o curso chamado “<a href="https://www.dltec.com.br/curso/redes/protocolos-e-servicos-de-rede">Protocolos e Serviços de Rede</a>” e também o curso “<a href="https://www.dltec.com.br/curso/redes/protocolo-ipv6-operacao-e-enderecamento">Protocolo IPv6 &#8211; Operação e Endereçamento</a>”.<br></p>



<p>Então ficamos por aqui e se tiver dúvidas é só perguntar abaixo!</p>
<p>
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		<title>Como Resolver Problemas de Rede de Forma Profissional</title>
		<link>http://www.dltec.com.br/blog/redes/como-resolver-problemas-de-rede/</link>
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				<pubDate>Sat, 22 Apr 2023 18:42:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Brenzink do Nascimento]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dltec.com.br/blog/?p=9766</guid>
				<description><![CDATA[<p>Muito profissional ou estudante da área de Redes, Infraestrutura de TI e Telecomunicações foca em aprender comandos e configurações, relegando ou deixando de lado um pouco como Resolver de Problemas de Rede ou Network Troubleshooting. Saiba que isso no mundo real, na via da prática, saber resolver problemas de rede é muito valorizado empresas e&#8230;</p>
<p>
Confiram o artigo original publicado pela DlteC do Brasil: <a rel="nofollow" href="http://www.dltec.com.br/blog/redes/como-resolver-problemas-de-rede/">Como Resolver Problemas de Rede de Forma Profissional</a></p>
]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>Muito profissional ou estudante da área de Redes, Infraestrutura de TI e Telecomunicações foca em aprender comandos e configurações, relegando ou deixando de lado um pouco como Resolver de Problemas de Rede ou Network Troubleshooting.</p>



<p>Saiba que isso no mundo real, na via da prática, saber resolver problemas de rede é muito valorizado empresas e pelos empregadores, pois é aí que você consegue ver o quanto a pessoa realmente conhece do assunto e pode agregar ao time da empresa.</p>



<p>E sabemos que a administração de Redes tem muitos deveres e responsabilidades, sendo que um dos mais praticados é o de resolver problemas de redes ou Network Troubleshooting.</p>



<p>Por isso esse artigo vem trazer para você a oportunidade de ver como abordar a resolução de problemas de uma forma estratégica, de uma forma estruturada.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>Não adianta &#8220;dar tiro para todo lado&#8221; como um perdido, você precisa ser assertivo como um &#8220;sniper&#8221; nos momentos de crise! Mostre seu valor para a empresa!</p></blockquote>



<p>Não importa se a rede foi bem projetada e quão bem elaborados são seus cronogramas de manutenção preventiva, a solução de problemas é sempre necessária porque imprevistos sempre ocorrem.</p>



<p>Portanto, os administradores e técnicos de rede devem desenvolver essas habilidades de resolução de problemas.</p>



<h2>Metodologia para Resolução de Problemas de Rede</h2>



<p>Independentemente do problema, a solução de problemas de rede eficaz segue algumas etapas específicas, as quais devem ser estruturadas em um processo organizado e repetível.</p>



<p>Quando você os segue, eles podem reduzir o tempo necessário para isolar e corrigir um problema.</p>



<p>Os tópicos a seguir discutem as etapas e procedimentos comuns de solução de problemas:</p>



<ol><li><strong>Identifique o problema:<br></strong> •    Recolha informações.<br> •    Questione os usuários.<br> •    Identifique sintomas.<br> •    Determine se algo mudou.<br> •    Duplique o problema, se possível.<br> •    Aborde vários problemas de forma individual.</li><li><strong>Estabeleça uma teoria para a causa provável:<br></strong> •    Questione o óbvio.<br> •    Considere várias abordagens:<br> o    Modelo OSI de cima para baixo/de baixo para cima;<br> o    Dividir para conquistar.</li><li><strong>Teste a teoria para determinar a causa:<br></strong> •    Se a teoria for confirmada, determine os próximos passos para resolver o problema;<br> •    Se a teoria não for confirmada, restabelecer uma nova teoria ou escalar.</li><li><strong>Estabeleça um plano de ação para resolver o problema e identificar os efeitos potenciais.</strong></li><li><strong>Implemente a solução ou encaminhe conforme necessário.</strong></li><li><strong>Verifique a funcionalidade total do sistema e, se aplicável, implemente medidas preventivas.</strong></li><li><strong>Documente descobertas, ações, resultados e lições aprendidas.</strong></li></ol>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img src="https://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/fig2.1.png" alt="" class="wp-image-9767" srcset="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/fig2.1.png 623w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/fig2.1-300x190.png 300w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/fig2.1-440x279.png 440w" sizes="(max-width: 623px) 100vw, 623px" /></figure></div>



<h2>Identificando o Problema</h2>



<p>A primeira etapa no processo de solução de problemas é
estabelecer exatamente qual é o problema, ou seja, identificar o problema (Identify
the problem).</p>



<p>Este passo do processo de solução de problemas é sobre
coletar informações (Gather information), identificar sintomas (Identify
symptoms), questionar usuários (Question users) e determinar se algo mudou
(Determine if anything has changed).</p>



<p>Para obter essas informações, você precisa ter conhecimento do sistema operacional ou outro produto/serviço utilizado, boa capacidade de comunicação e um pouco de paciência. Você precisa obter o máximo de informações possível sobre o problema. </p>



<h2>Encontrando e Testando a Causa Provável do Problema</h2>



<p>Lembre-se que um único problema de rede pode ter muitas
causas, mas com a coleta de informações apropriada você pode eliminar muitas
delas.</p>



<p>Quando você procura uma causa provável, geralmente é melhor
olhar primeiro para a solução mais simples e depois trabalhar a partir daí,
porque mesmo nos projetos de rede mais complexos, a solução mais simples
geralmente é a correta.</p>



<p>Lembre-se, porém, que neste momento você precisa determinar
apenas a causa mais provável do problema e seu primeiro palpite pode estar
incorreto.</p>



<p>Determinar a causa correta do problema pode levar algumas tentativas, portanto depois de questionar o óbvio, você precisa estabelecer uma teoria e depois de formular essa teoria, você deve tentar confirmá-la.</p>



<h2>Planejamento e Implementação da Solução</h2>



<p>Depois de identificar uma causa do problema, porém antes de
implementar uma solução no ambiente de produção, você deve estabelecer um plano
para a solução ou plano de ação (Plan of Action).</p>



<p>Isso é particularmente uma preocupação para sistemas nos quais a indisponibilidade pode afetar drasticamente as operações da empresa, por exemplo, para implementar uma solução é preciso colocar um servidor ou dispositivo de rede que conecta vários setores chave offline, com certeza isso seria difícil e indesejável. </p>



<p>Com o plano pronto, você deve estar pronto para implementar uma solução, ou seja, aplicar o patch, substituir o hardware, conectar um cabo ou implementar alguma outra solução. </p>



<h2>Testes, Verificações e Documentação</h2>



<p>Às vezes, você pode aplicar uma correção que corrige um problema, mas cria outro, apesar dessas circunstâncias serem muito difíceis de prever é necessário ter certeza que o panejado realmente resolveu o problema sem criar outros.</p>



<p>Por isso ter um caderno de testes bem detalhado, fazer as devidas verificações antes de dar o problema como solucionado é tão importante.</p>



<p>Depois de encerrar o chamado,
você deve analisar o problema e verificar se alguma medida preventiva deve ser
implementada para evitar que o mesmo problema ocorra novamente.</p>



<p>Uma vez encerrado o chamado é preciso documentar &nbsp;as ações, resultados e lições aprendidas.</p>



<h2>Lista dos Principais Problemas de Rede</h2>



<p>Sem dúvida, você se encontrará solucionando problemas de rede com muito mais frequência do que gostaria e quando você soluciona esses problemas uma abordagem com uma metodologia provavelmente fará a diferença entre o sucesso e o sofrimento.</p>



<p>Existem vários problemas que podem acontecer, mas vamos listar os principais que você pode encontrar na listagem abaixo:</p>



<ul><li>Colisões ou Collisions</li><li>Tempestade de Broadcast ou Broadcast storm</li><li>Duplicate MAC address (MACs duplicados)</li><li>Duplicate IP address (IPs duplicados)</li><li>Multicast flooding</li><li>Asymmetrical routing (rotamento assimétrico)</li><li>Switching loops (Loops de camada-2)</li><li>Routing loops (Loops de camada-3)</li><li>Rogue DHCP server (Servidores DHCP não
autorizados)</li><li>DHCP scope exhaustion (Escopo de DHCP esgotado)</li><li>IP setting issues (problemas de configuração de
IP)<ul><li>Incorrect gateway (gateway incorreto)</li></ul><ul><li>Incorrect subnet mask (máscara incorreta)</li></ul><ul><li>Incorrect IP address (IP incorreto)</li></ul><ul><li>Incorrect DNS (DNS incorreto)</li></ul></li><li>Missing route (rotas faltantes)</li><li>Low optical link budget (baixa potência na saída
de interfaces ópticas)</li><li>Certificate issues (problemas com certificados
digitais)</li><li>Hardware failure (problemas de hardware)</li><li>Host-based/network-based firewall settings
(problemas com firewalls)</li><li>Blocked services, ports, or addresses (portas,
serviços ou endereços bloqueados)</li><li>Incorrect VLAN (VLAN incorreta)</li><li>DNS issues (problemas no DNS)</li><li>NTP issues (Problemas no NTP)</li><li>BYOD challenges (desafios do traga seu próprio
dispositivo)</li><li>Licensed feature issues (problemas com licenças)</li><li>Network performance issues (problemas com
performance de rede)</li></ul>



<p>Com a metodologia que ensinamos nesse artigo você consegue atacar de forma muito eficiente os problemas listados acima e muito mais.</p>



<h2>Como Aprender Mais sobre Resolução de Problemas e Troubleshooting de Rede com a DLTEC?</h2>



<p>Todos os problemas listados acima, assim como o detalhamento da Metodologia de como resolver problemas de rede estão incluídos na <a href="https://www.dltec.com.br/curso/redes/profissional-de-infra-de-ti-e-telecom">Trilha de Profissional de Infraestrutura de TI e Telecom</a>.</p>



<p>Mais especificamente sobre esse assunto temos um tópico chamado &#8220;<strong>Operação e Manutenção de Rede</strong>&#8220;.</p>



<p>Nessa parte da nossa trilha você  vai aprender sobre os principais conceitos utilizados na operação, manutenção e gerenciamento de uma rede de computadores, assim como sua infraestrutura.</p>



<p>Você vai aprender sobre planos, procedimentos, documentações, protocolos e demais itens utilizados no dia a dia da administração de Redes. </p>



<p>

Clique no link a seguir e conheça nossa nova <a href="https://www.dltec.com.br/curso/redes/profissional-de-infra-de-ti-e-telecom">Trilha Profissional de Infraestrutura de TI e Telecom</a>. 

</p>
<p>
Confiram o artigo original publicado pela DlteC do Brasil: <a rel="nofollow" href="http://www.dltec.com.br/blog/redes/como-resolver-problemas-de-rede/">Como Resolver Problemas de Rede de Forma Profissional</a></p>
]]></content:encoded>
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							</item>
		<item>
		<title>Guia Rápido de Cloud Computing para Profissionais de Rede</title>
		<link>http://www.dltec.com.br/blog/redes/gui-rapido-de-cloud-computing-para-profissionais-de-rede/</link>
				<comments>http://www.dltec.com.br/blog/redes/gui-rapido-de-cloud-computing-para-profissionais-de-rede/#respond</comments>
				<pubDate>Fri, 21 Apr 2023 14:37:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Brenzink do Nascimento]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>A computação em nuvem ou Cloud Computing é um modelo pelo qual você acessa servidores remotos que fornecem software, armazenamento, banco de dados, rede ou serviços de computação. Ao contrário da sua empresa precisar comprar o hardware e o software, outra se preocupa com isto, e a sua essencialmente aluga-os e acessa pela Internet. Não&#8230;</p>
<p>
Confiram o artigo original publicado pela DlteC do Brasil: <a rel="nofollow" href="http://www.dltec.com.br/blog/redes/gui-rapido-de-cloud-computing-para-profissionais-de-rede/">Guia Rápido de Cloud Computing para Profissionais de Rede</a></p>
]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>A computação em nuvem ou <strong>Cloud Computing</strong> é um modelo pelo qual você acessa servidores remotos que fornecem software, armazenamento, banco de dados, rede ou serviços de computação. </p>



<p>Ao contrário da sua empresa precisar comprar o hardware e o software, outra se preocupa com isto, e a sua essencialmente aluga-os e acessa pela Internet. </p>



<p>Não há uma nuvem apenas, mas centenas de nuvens comerciais existentes hoje. </p>



<p>Muitas delas são de propriedade de grandes empresas, como Amazon, Microsoft, Google, HP e IBM. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img src="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/cloud-service-provider.png" alt="" class="wp-image-9714" srcset="http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/cloud-service-provider.png 572w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/cloud-service-provider-300x200.png 300w, http://www.dltec.com.br/blog/wp-content/uploads/2022/12/cloud-service-provider-440x293.png 440w" sizes="(max-width: 572px) 100vw, 572px" /></figure></div>



<p>As três mais populares são o Amazon Web Services (AWS), Microsoft Azure e Google Cloud.</p>



<p>Os consumidores de nuvem são também conhecidos como inquilinos (&#8220;tenants&#8221;). </p>



<p>Em essência, a cloud é também descrita como um ambiente multi-inquilino (&#8220;multitenant&#8221;).  </p>



<p>Os provedores de serviços de nuvem (CSPs &#8211; Cloud Service Providers) se responsabilizam por manter isolados os dados e configurações de cada um dos seus inquilinos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>Segundo o <strong>NIST (National Institute of Standards and Technology)</strong>, <strong>Cloud Computing</strong> &#8220;é um modelo que possibilita acesso à rede de forma onipresente, conveniente e sob demanda a um conjunto compartilhado de recursos computacionais configuráveis que podem ser rapidamente alocados e liberados com o mínimo de esforço de gerenciamento ou de interação com o provedor de serviço.&#8221;. </p></blockquote>



<p>Para melhor entender a cloud computing, vamos analisar em seguida algumas de suas principais características.</p>



<h2>On Premises versus Cloud</h2>



<p>Um termo que você vai escutar muito é o &#8220;On Premises&#8221; e vamos explicar a diferença em relação ao Cloud Computing.</p>



<p>A cloud computing difere do modelo on-premise (ambiente de rede e servidores mantidos dentro da empresa) de uma maneira singular. </p>



<p>Uma empresa hospeda tudo internamente em um ambiente local tem uma solução on premises, enquanto em um ambiente de nuvem ou cloud um provedor terceirizado hospeda tudo isso para você.</p>



<p>Lembre-se que em um ambiente on premises a empresa é responsável pelos ativos de rede como servidores, switches, roteadores, segurança física do ambiente, etc.</p>



<p>Enquanto um ambiente em nuvem toda essa responsabilidade passa para o provedor de serviços.</p>



<h2>Características do Cloud Computing</h2>



<p>O serviço em nuvem tem várias vantagens e desvantagens em relação a um ambiente on premises, porém, dependendo o ramo de atuação e o porte da empresa é uma solução que traz muito mais vantagens que desvantagens na sua adoção.</p>



<p>Vamos analisar as principais características que um serviço em nuvem deve ter.</p>



<p><strong>Serviço sob demanda</strong>: as funcionalidades computacionais são providas automaticamente, sem a necessidade de interação humana com o provedor do serviço.</p>



<p>Amplo acesso aos serviços de rede: os recursos computacionais estão disponíveis através da Internet e poderão ser acessados por meio de mecanismos padronizados, de maneira que possam ser utilizados por dispositivos variados como computadores pessoais, smartphones, tablets e muitos outros.</p>



<p><strong>Pool de recursos compartilhados</strong>: os recursos computacionais físicos ou virtuais do provedor do serviço são utilizados de forma compartilhada entre muitos usuários (&#8220;tenants&#8221;). </p>



<p>Tais recursos são alocados e realocados dinamicamente segundo a demanda de cada um.</p>



<p><strong>Rápida elasticidade</strong>: As funcionalidades computacionais devem ser rápida e elasticamente providas e liberadas de acordo com a demanda de uso dos recursos. </p>



<p>Esta característica anda de mãos dadas com a &#8220;escalabilidade&#8221; em nuvem.     </p>



<p>Para que você tenha uma ideia de como ambos atuam em conjunto, imagine que você possua uma aplicação de processamento de imagens rodando em uma instância de máquina virtual (VM &#8211; Virtual Machine) em nuvem.</p>



<p>Imagine também que a aplicação esteja demorando demais para ser executada onde você poderia, por exemplo, incluir mais RAM e CPU virtual à máquina &#8211; usufruindo da escalabilidade da cloud computing. </p>



<p>Ou seja, a escalabilidade possibilita que os recursos consigam ser incrementados ou reduzidos de acordo com a demanda &#8211; tornando &#8220;elástico&#8221; o serviço como um todo. </p>



<p>Este tipo de escalamento vertical é conhecido como &#8220;scaling up&#8221;.</p>



<p>O procedimento inverso é conhecido como &#8220;scaling down&#8221;. </p>



<p>Agora imagine outra situação, suponhamos que a instância em nuvem (em seu estado original) esteja manipulando muitas requisições simultâneas e você deseja distribuir esta carga de trabalho com outras máquinas virtuais. </p>



<p>Neste caso você poderia incluir mais outra instância de VM. </p>



<p>Este tipo de escalonamento horizontal é conhecido como &#8220;scaling out&#8221; &#8211; mais uma vez tornando elástico o serviço em cloud (o processo reverso é conhecido como &#8220;scaling in&#8221;).</p>



<p><strong>Os serviços são mensuráveis</strong>: os sistemas de gerenciamento utilizados na cloud computing permitem o controle e monitoramento automático dos recursos relacionados a cada tipo de serviço (relacionado a armazenamento, processamento e largura de banda). </p>



<p>Este monitoramento deve ser transparente tanto para o provedor dos serviços quanto ao consumidor &#8211; permitindo que este último seja cobrado apenas por aquilo que consumir.     </p>



<h2>Como Acessar os Serviços em Nuvem</h2>



<p>Os CSPs oferecem diversas formas para permitir aos consumidores implantar e gerenciar os seus serviços em cloud. </p>



<p>Por exemplo, a AWS oferece o Console para iOS e Android para gerenciar o serviço Amazon EC2 (Elastic Compute Cloud).</p>



<p>Os recursos também poderão ser implantados e gerenciados por meio de ferramentas de linha de comandos. </p>



<p>O Microsoft Azure, por exemplo, disponibiliza o Azure CLI.</p>



<p>Navegadores web também poderão ser utilizados para permitir ao consumidor ter acesso de forma criptografada aos seus recursos de nuvem &#8211; utilizando o protocolo HTTPS (Hypertext Transfer Protocol Secure).</p>



<h2>Outras Características do Cloud Computing</h2>



<p>A cloud computing permite às organizações executarem boa parte de seus serviços em data centers de propriedade e gerenciados por provedores de serviços &#8211; saindo do modelo de despesa CAPEX (Capital Expenditure) para o modelo OPEX (Operational Expenditure).</p>



<p>A lógica é similar a maneira em que consumimos energia elétrica, por exemplo. Você não adquire toda a infraestrutura necessária para gerar e consumir energia, mas utiliza serviços prestados por distribuidoras específicas &#8211; pagando somente por aquilo que consome. </p>



<p>A ideia geral é esta, ou seja, você não precisa investir alto em ativos de TI para manter as suas operações de negócio &#8211; os recursos poderão ser consumidos como um serviço via nuvem. </p>



<p>Para cada oferta de serviço de cloud, como storages, VMs, bancos de dados, etc., os CSPs publicam SLAs (Service Level Agreements), representando um determinado nível garantido de tempo de disponibilidade relacionado ao serviço e aos dados (como 99.99%, por exemplo). </p>



<p>Outro aspecto da disponibilidade recai sobre os ombros do cliente da nuvem. Se você depende de serviços de computação em nuvem pública e seu link de Internet cai, você tem um problema. </p>



<p>As organizações devem considerar a implementação de links redundantes de Internet por meio de diferentes ISPs (Internet Service Providers) para maximizar o serviço em nuvem e a disponibilidade de dados.</p>



<p>A cloud computing evoluiu tão rápido que já existem modelos segmentados para atender às mais diversas demandas no mundo corporativo. </p>



<p>São formas diferentes de entregar computação remota, baseadas na maturidade tecnológica de um negócio, capacidade da TI e expectativas de retorno sobre ferramentas ou sistemas específicos.</p>



<h2>Como A Nuvem Afeta a Vida dos Profissionais de Rede de Computadores</h2>



<p>&#8220;A computação em nuvem está tomando o mundo de assalto. De fato, 94% das cargas de trabalho (workloads) e instâncias de computação serão processadas por meio de data centers em nuvem 2021, em comparação com apenas 6% por data centers tradicionais, de acordo com pesquisa da Cisco.&#8221;</p>



<p>A nuvem vai impactar e já tem impactado os profissionais de Redes, mas a mudança para a nuvem não afetará o que você já tem ( Hardware, softwares, dispositivos de rede não desaparecerão), mas todos futuros projetos futuros têm grande probabilidade de serem total ou parcialmente baseados em nuvem.</p>



<p>A nuvem torna os projetos e as comunicações mais simples e ele funcionará mais com o roteamento central, portanto, a necessidade tradicional de manter grandes tabelas de roteamento e os caminhos serão menores.</p>



<p>Outro ponto que caminha em paralelo com a cloud computing são as ferramentas de automação e a programabilidade, assuntos que permearão cada vez mais a vida dos profissionais de rede e infra de TI.</p>



<h2>Como a DLTEC vai me Ajudar nesse Caminho para Entender a Nuvem na Vida de um &#8220;Cara de Redes&#8221;?</h2>



<p>Nossa nova trilha chamada <a href="https://www.dltec.com.br/curso/redes/profissional-de-infra-de-ti-e-telecom">Profissional de Infraesturtura de TI e Telecom</a> vem de encontro com essas necessidades de atualização e aprendizado em Nuvem, Automação, Programabilidade e assuntos correlatos.</p>



<p>Separamos um tópico mais específico para ajudar nossos alunos e você a entrar com o pé direito nesse mundo de nuvem chamado &#8220;<strong>Introdução ao Cloud Computing</strong>&#8220;.</p>



<p> Nessa parte da trilha rumo a se tornar um profissional de Infra de TI você vai aprender alguns dos conceitos mais essenciais sobre a cloud computing em geral, assim como sobre criar uma conta na AWS, utilizar o AWS Budget, conhecer as vantagens da AWS bem como entender sobre suas características. </p>



<p>Clique aqui e conheça a <a href="https://www.dltec.com.br/curso/redes/profissional-de-infra-de-ti-e-telecom">Trilha de Profissional de Infraestrutura de TI</a>.  </p>
<p>
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							</item>
		<item>
		<title>Exemplos Práticos de Configuração de IPv6 no Cisco IOS</title>
		<link>http://www.dltec.com.br/blog/cisco/exemplos-praticos-de-configuracao-de-ipv6-no-cisco-ios/</link>
				<comments>http://www.dltec.com.br/blog/cisco/exemplos-praticos-de-configuracao-de-ipv6-no-cisco-ios/#respond</comments>
				<pubDate>Thu, 20 Apr 2023 20:59:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Brenzink do Nascimento]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cisco]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dltec.com.br/blog/?p=9625</guid>
				<description><![CDATA[<p>Se você estuda IPv6 a um tempinho já deve ter notado que configurar portas com IPv6 no Cisco IOS ou interfaces IPv6 no Cisco IOS é bem mais complicado do que configurar uma interface com IPv4. No IPv4 temos um endereço principal e podemos ter outro secundário, porém apenas um principal, além disso, o IPv4&#8230;</p>
<p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>Se você estuda IPv6 a um tempinho já deve ter notado que configurar portas com IPv6 no Cisco IOS ou interfaces IPv6 no Cisco IOS é bem mais complicado do que configurar uma interface com IPv4.</p>



<p>No IPv4 temos um endereço principal e podemos ter outro secundário, porém apenas um principal, além disso, o IPv4 não ´possui uma &#8220;autoconfiguração&#8221; da mesma forma que no IPv6.</p>



<p>A autoconfiguração do IPv4 é algo mais simples e temporário para resolver um problema de quando o cliente não consegue achar seu servidor DHCP, porém nem todos os sistemas operacionais usam esse recurso conhecido como APIPA (Automatic Private IP Addressing).</p>



<p>Olha a quantidade de opções que temos de configuração de endereços IPv6 no Cisco IOS:</p>



<ul><li>Apenas Link Local com EUI-64</li><li>Link local com IPv6 fixo</li><li>Endereço Global manual com IPv6 fixo</li><li>Endereço Global manual com EUI-64</li><li>SLAAC</li><li>DHCPv6</li><li>Unnumbered</li></ul>



<p>&#8230; e ainda falta coisa aí nessa listagem!</p>



<p>Outra diferença das interfaces IPv6 no Cisco IOS em relação às interfaces Ipv4 é que elas aceitam múltiplos endereços sem a necessidade da configuração de endereços secundários, como no IPv4</p>



<p>Veja abaixo exemplos de uso prático dessas configurações de IPv6 no Cisco IOS:</p>



<blockquote style="text-align:left" class="wp-block-quote"><p>Router(config)#interface giga 0/1</p><p>Router(config-if)#ipv6 enable ! ativa o endereço de link local com EUI-64</p><p>Router(config-if)#ipv6 address 2000::1/64 ! IPv6 global estático fixo</p><p>Router(config-if)#ipv6 address 2001:db8:0:1::/64 eui-64 ! IPv6  global estático com EUI-64</p><p>Router(config-if)#ipv6 address fe80::1/64 link-local ! IPv6 de link local fixo</p><p>Router(config-if)#ipv6 unnumbered giga 0/0 ! utilizando IPv6 Unnumbered</p></blockquote>



<p>Note que apenas o endereço de link local não irá configurar um novo endereço, pois ele é único na Interface, porém os endereços Globais aparecerão vários na configuração.</p>



<p>Veja saída do &#8220;show ipv6 interface brief&#8221; somente sobre a interface giga 0/1 a seguir.</p>



<blockquote style="text-align:left" class="wp-block-quote"><p>Router#sho ipv6 int bri<br> ### saídas omitidas ###<br> GigabitEthernet0/1     [up/up]<br>     FE80::1<br>     unnumbered (GigabitEthernet0/0)<br>     2000::1<br>     2001:DB8:0:1:5200:FF:FE01:1</p></blockquote>



<p>Se você já configurou uma interface IPv4, sabe que ao inserir dois comandos com endereços IPv4 diferentes somente o último aparecerá na configuração, porém no IPv6 todos os endereços globais inseridos foram adicionados à configuração!</p>



<p>Lembre-se desses detalhes para não ter problemas na hora de implementar uma rede com endereços IPv6!</p>



<p><strong>Dica Prática</strong>: O roteamento IPv6 normalmente vem ativado por padrão em diversos sistemas operacionais, porém <strong>no Cisco IOS não é assim</strong>! Você precisa entrar em modo de configuração global e digitar o comando &#8220;<strong>ipv6 unicast-routing</strong>&#8221; para fazer isso.<br></p>



<p>Se você precisa aprender mais sobre IPv6 e as configurações em dispositivos com Cisco IOS como switches L3 e roteadores você deveria conhecer nossa trilha para a certificação CCNA 200-301, pois além de prepará-lo para uma certificação vai te preparar para trabalhar com as principais tecnologias de rede.</p>



<p><a href="https://www.dltec.com.br/curso/cisco/ccna-200-301">Clique e conheça a trilha do CCNA aqui</a>.</p>



<p>Ficamos por aqui, porém se você tiver dúvidas sobre alguma coisa do artigo é só perguntar!</p>
<p>
Confiram o artigo original publicado pela DlteC do Brasil: <a rel="nofollow" href="http://www.dltec.com.br/blog/cisco/exemplos-praticos-de-configuracao-de-ipv6-no-cisco-ios/">Exemplos Práticos de Configuração de IPv6 no Cisco IOS</a></p>
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