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	<title>Blog da Ti: mãe, mulher</title>
	
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		<title>Objeto de transição = referência de casa, segurança para a criança</title>
		<link>http://blogdati.com/2010/03/09/objeto-de-transicao-referencia-de-casa-seguranca-para-a-crianca/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 23:44:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiffany</dc:creator>
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Chegou a hora, seu filho iniciou uma nova etapa de vida rumo a escola, a socialização, ao novo círculo de amizades, convivência e lideranças. Mas ele, naturalmente tem receio de &#8220;deixar a casa&#8221;, separar-se da mãe mesmo que por algumas horas e por isso necessita de um conforto emocional, algo que represente a segurança do [...]]]></description>
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<p>Chegou a hora, seu filho iniciou uma nova etapa de vida rumo a escola, a socialização, ao novo círculo de amizades, convivência e lideranças. Mas ele, naturalmente tem receio de &#8220;deixar a casa&#8221;, separar-se da mãe mesmo que por algumas horas e por isso necessita de um conforto emocional, algo que represente a segurança do lar e da família. Muito provavelmente seu filho já tinha essa necessidade antes da escola e possivelmente já elegera entre os muitos brinquedos do quarto um em especial para dormir junto e acompanhar nos passeios, certo?!</p>
<blockquote><p><em><strong>&#8220;Esse objeto que ele carrega para todos os lugares: um ursinho de pelúcia, um boneco, uma fralda, um paninho ou um pequeno cobertor é chamado de transicional, ele representa um conforto para a criança, que se apega principalmente durante momentos de angústia, medo ou tristeza, como na ausência dos pais&#8221;. </strong></em>(Fonte<em>: <span style="font-style: normal;"><a href="http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI6417-15152,00.html" target="_blank">Matéria*</a> da Revista Crescer &#8220;Objeto de transição: o brinquedo favorito das crianças&#8221;). </span></em></p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/03/Baby-girl-15-18-months-hugging-teddy-bear-smiling.jpg"><img class="size-full wp-image-2393 aligncenter" title="Baby girl (15-18 months) hugging teddy bear, smiling. Imagem by Getty Image em post no Blogdati" src="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/03/Baby-girl-15-18-months-hugging-teddy-bear-smiling.jpg" alt="" width="425" height="283" /></a></p>
<p>Eu me recordo que o meu objeto transicional era um cachorro que veio &#8220;torto&#8221; da fábrica, pois não tinha rabinho. Era pequeno, a pelúcia colorida em tons pastéis, o nome era <strong>Pimpo, <span style="font-weight: normal;">presente dos meus padrinhos.</span></strong> Como eu amava aquele Pimpo <img src='http://blogdati.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Ele viajava comigo, dormia junto e me proporcionou muitas lembranças boas&#8230; exceto o dia em que derrubei café com leite nele e minha mãe, após lavar, pendurou o bichinho no varal pela orelha e eu achei que ele morreria por isso (rs). Tinha uns 5 anos.</p>
<p>Aqui em casa, hoje, <strong>o objeto de transição do CJ</strong> é na verdade uma dupla, <strong>chamam-se Bob Pai e Bob Filho</strong>, dois cachorrinhos de pelúcia presente do Tio Piu e da Tia Eliandra, amigos nossos que, creio, não fazem idéia da importância que esse pequeno presente de recém-nascido tem na vida do nosso garoto&#8230;</p>
<p>Eu estou falando sobre os objetos de transição porque neste<strong> momento do início na vida escolar</strong>, eles costumam ter papel fundamental para auxiliar na adaptação da criança junto a escola e a figura do professor, como atesta o depoimento da professora do meu filho, para quem sugeri levar o Bob Filho diariamente à escola e de quem recebi total incentivo. Em geral as crianças tem medo de ficar na escola por terem que <strong>&#8220;deixar a mãe ir&#8221;</strong>, mesmo que tenham entendido que ela voltará mais tarde. E com o ursinho ou cheirinho, elas podem conversar, desabafar, ficar abraçados e quando possível dormir junto, ainda no ambiente da escola. <strong><em>&#8220;É uma relação de amor incondicional e bastante saudável, pois ajuda a criança a sair de uma fase para outra de maneira segura e confortável&#8221;</em></strong>, diz Rita Calegaria, psicóloga ouvida pela reportagem da Crescer.</p>
<p><em><strong>&#8220;No primeiro ano de vida, a criança se liga a esses objetos como forma de conseguir suportar a ausência materna. É como se aquele paninho ou bichinho representasse uma parte da mãe que fica com a criança quando ela está longe. A aproximação pode durar até os 5 anos da criança, mas em geral pelos 3 anos tende a diminuir&#8221;</strong></em>, explica a psicóloga Ana Carolina Takenaka Medeiros, supervisora da Brinquedoteca do Hospital Israelita Albert Einstein. <strong>&#8220;No geral, este brinquedo está associado à rotina de dormir e elas não gostam que eles sejam substituídos e nem mesmo lavados&#8221;</strong>, complementa a médica.</p>
<p>Dizem os especialistas que a criança pode também não se interessar por um brinquedo dessa maneira, o que eu &#8211; pessoalmente &#8211; acho que é raro. Às vezes nós pais estimulamos essa aproximação da criança ainda bebê para com um bichinho/soninho/fraldinha até porque no começo é bonito e sabendo que isso trará sossego e acalento para nosso filho, ficamos mais tranquilos também. <em><strong>&#8220;Pode ser que a criança descubra outras maneiras de se acalmar e se acalentar, como por exemplo, acariciar seu cabelo ou brincar com os dedinhos das mãos&#8221;</strong></em>, explica Ana Carolina, psicóloga. Referente a essa dica, devo confessar que já conheci muitos bebês que faziam carinho na orelha ou nos cabelos da mãe, o que é lindo e sinal de amor tb, mas na troca para a escola não ajuda muito, né?!</p>
<p>Sugestão de leitura: outra referência da <a href="http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI14800-15069,00-AMIGOPANO+OBJETO+DE+TRANSICAO+IMPORTANTE+NA+INFANCIA.html" target="_blank">Revista Crescer</a>* para o assunto é a matéria &#8220;Amigo-pano: objeto de transição importante na infância&#8221;.</p>


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		<title>Eu quero uma Casa Balão (by Disney/Pixar)</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 14:18:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiffany</dc:creator>
				<category><![CDATA[#lazercomfilhos]]></category>
		<category><![CDATA[CJ]]></category>
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Casa Balão é um filme para adultos&#8230; foi isso que eu pensei quando assisti pela primeira vez, pois achei o Sr. Carl Fredricksen, um vendedor de balões de 78 anos, viúvo e ranzinza um personagem forte e chato demais para qualquer criança se apaixonar e querer repetir a dose. Engano meu!! O CJ se encantou [...]]]></description>
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<p>Casa Balão é um filme para adultos&#8230; foi isso que eu pensei quando assisti pela primeira vez, pois achei o Sr. Carl Fredricksen, um vendedor de balões de 78 anos, viúvo e ranzinza um personagem forte e chato demais para qualquer criança se apaixonar e querer repetir a dose. Engano meu!! O CJ se encantou pelo filme, assim como o papai que até decorou algumas falas e as introduz no diálogo familiar quando julga uma coisa parecer com a outra <img src='http://blogdati.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<blockquote><p><em>E para quem, como nós, de início lembrou do Pe. baloeiro lá do Paraná, facelido ano passado após tentativa frustrada de voar amarrado a balões cheios de gás hélio, tais como o da Casa Balão, nem se preocupem&#8230; depois da segunda vez vendo o filme as referências mudam e tudo bem. Nenhum mal estar <img src='http://blogdati.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </em></p></blockquote>
<p>Eu, com toda a certeza, gosto mais da parte inicial do filme, estilo cinema mudo, com a narrativa de quem transmite as aventuras de Charles Manz, o herói conquistador e desbravador de quem Carl e Ellie são fãs quando crianças. Esse início do filme é cativante, só pela sensibilidade como descrevem &#8220;o primeiro encontro, a amizade, a cumplicidade, o casamento, o amor, as dores e perdas, os sonhos compartilhados, a vitória e a lembrança/memória de quem se ama, presente acima de tudo&#8221;&#8230; bom, pela minha descrição deu para reforçar que neste filme há muito sobre sentimentos, família e relações humanas. Não há como não gostar! E talvez por isso, há pouco mais de 2 meses, a gente reveja a &#8220;Casa Balão&#8221; quase que diariamente.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="340" height="285" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/hwxqLjspkDI&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="340" height="285" src="http://www.youtube.com/v/hwxqLjspkDI&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Trailer legendado do filme da Disney/Pixar, lançado em set/2009. Acesse o vídeo pela Youtube <a href="http://www.youtube.com/watch?v=hwxqLjspkDI" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=hwxqLjspkDI" target="_blank"></a>Na dublagem em português Chico Anysio dá mais vida ao personagem do Sr. Fredricksen e faz soar aos nossos ouvidos sua verdadeira rabujentice&#8230; O pequeno e persistente garoto escoteiro, Russel, só por sua imagem caricata já faz muito, mas a ingenuidade e a espontaneidade conquistam todos ao longo do filme. E sobre ele tb temos uma ponta de carinho a mais já que também sofre com uma perda recente, a figura do pai que é transferida facilmente para o bom e ranzinza velhinho. Juntos eles vivem a maior aventura de suas vidas voando naquela casa balão inimaginável rumo a América do Sul e resgatando sonhos adiados por uma rotina de vida comum.</p>
<p>“Up – Altas aventuras”, a comédia-aventura produzida pela parceira de Disney/Pixar<a href="http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL1479247-16306,00-VEJA+TRAILERS+DOS+PRINCIPAIS+INDICADOS+AO+OSCAR.html" target="_blank"> concorreu*</a> ontem, na cerimônia do <strong>Oscar 2010</strong>, a 5 prêmios &#8220;melhor filme, melhor roteiro original, melhor longa de animação, melhor edição de som e melhor trilha sonora original&#8221;, <strong>saindo ganhador de 2 deles: trilha sonora e melhor animação</strong>. Um sucesso!</p>
<blockquote><p><em>“Foi uma aventura maravilhosa fazer esse filme. Nunca imaginei que brincar de cineminha com o meu livro da terceira série fosse me levar a isso&#8221;, </em>disse o cineasta Pete Docter ao ganhar o prêmio das mãos da atriz Cameron Diaz.</p>
<p><em><span style="font-style: normal;"><em>&#8220;Muitas pessoas disseram a mim: &#8216;Você me fez chorar&#8217;. E isso só aconteceu porque eu mesmo chorei quando assisti ao filme&#8221;, </em>disse Michael Giacchino, autor da trilha da animação. (Fonte: <a href="http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL1519645-16306,00-COM+SEIS+PREMIOS+GUERRA+AO+TERROR+DERROTA+AVATAR+E+E+O+VENCEDOR+DO+OSCAR.html" target="_blank">G1</a>)</span></em></p></blockquote>


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		<title>Mulheres, tantas e mesmo assim únicas.</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 13:40:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiffany</dc:creator>
				<category><![CDATA[#RedeGlobo]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Maria Braga]]></category>
		<category><![CDATA[Feriados/tradição/datas especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
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Hoje, 08 de março comemora-se o Dia Internacional da Mulher.
Fica aqui meu desejo sincero de felicidades a todas as mulheres merecedoras de meu respeito, carinho e admiração.
Iniciativas não irão faltar para homenagear essas mulheres brasileiras e mulheres mundo afora tão cheias de vida, cada qual com sua história, com sua luta pessoal, desafios e vitórias. [...]]]></description>
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<p style="text-align: center;"><strong>Hoje, 08 de março comemora-se o Dia Internacional da Mulher.</strong></p>
<p style="text-align: center;">Fica aqui meu desejo sincero de felicidades a todas as mulheres merecedoras de meu respeito, carinho e admiração.</p>
<p style="text-align: center;">Iniciativas não irão faltar para homenagear essas mulheres brasileiras e mulheres mundo afora tão cheias de vida, cada qual com sua história, com sua luta pessoal, desafios e vitórias. Que sejam sensíveis e profundas todas essas homenagens e que esta data que lembra o valor desse gênero de ser humano, que gera a vida e abriga a família, reforce a importância de serem as mulheres valorizadas e respeitadas diariamente em todos os continentes, da menor vila até a maior metrópole, de trabalho na gestão do lar e criação dos filhos até as ceo&#8217;s das maiores multinacionais, das pobres às ricas, das menos bonitas às mais belas, pois todas tem valor!</p>
<p style="text-align: center;">***</p>
<p style="text-align: center;">Numa iniciativa muito bacana, a Rede Globo prestará sua homenagem exibindo um filme de 15 minutos durante a programação diária, no qual a cativante apresentadora Ana Maria Braga*, nem sempre feliz em todos os seus comentários, mas nitidamente verdadeira e dona de si, representando as mulheres da emissora, descreve o que é ser mulher: <em><strong>“Ser mulher é ser hoje, é ser sempre, é ser mãe, é ser amiga, é ser doce, é ser guerreira. Ser mulher é ser tudo, é ser todas, é ser mais, é ser você!”</strong></em>.</p>
<p style="text-align: center;">Você confere esse vídeo em primeira mão, logo abaixo!</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="392" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="quality" value="high" /><param name="FlashVars" value="midiaId=1223632&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" /><param name="src" value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" /><param name="flashvars" value="midiaId=1223632&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="392" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" flashvars="midiaId=1223632&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" quality="high"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;">Veja o link para esse material <a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM1223632-7822-MENSAGEM+DE+ANA+MARIA+BRAGA+PARA+O+DIA+INTERNACIONAL+DA+MULHER,00.html" target="_blank">aqui*</a></p>


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		<title>Gentileza gera gentileza – o Profeta</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 01:44:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiffany</dc:creator>
				<category><![CDATA[#conexaoRioNiteroi]]></category>
		<category><![CDATA[Niterói]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento social]]></category>
		<category><![CDATA[dica cultural]]></category>

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		<description><![CDATA[
Gentileza gera Gentileza. Não tenham dúvidas disso!
Pra quem mora no Rio ou Niterói é comum achar nas vitrines de lojas de roupas e acessórios ou adereços mimosos para casa algumas camisetas, bolsas de lona, almofadas e outros artigos a estampa com dizeres: GENTILEZA GERA GENTILEZA.
Eu confesso que achava a proposta ótima, sempre me chamando a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: center;"><strong>Gentileza gera Gentileza. Não tenham dúvidas disso!</strong></p>
<p style="text-align: center;">Pra quem mora no Rio ou Niterói é comum achar nas vitrines de lojas de roupas e acessórios ou adereços mimosos para casa algumas camisetas, bolsas de lona, almofadas e outros artigos a estampa com dizeres: GENTILEZA GERA GENTILEZA.</p>
<p style="text-align: center;">Eu confesso que achava a proposta ótima, sempre me chamando a atenção, me fazendo pensar em comprar e dar de presentes essas camisetas com a nítida mensagem de que precisamos oferecer o melhor de nós para recebermos o melhor dos outros, ainda mais nestes tempos de egoísmo, indiferença, correria e&#8230; bom&#8230; todos sabem em que mundo vivemos hoje&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/03/622px-Profeta_gentileza.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2374" title="Imagem caricata do Profeta Gentileza disponível na Wikipedia para post no Blogdati.com" src="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/03/622px-Profeta_gentileza.jpg" alt="" width="435" height="420" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Aí, agora a noite, estava conversando com meu marido e falando sobre como devemos nos doar mais, contribuir mais para vivermos melhor e tive a curiosidade de buscar uma imagem desses produtos na internet. Achei. Quer dizer, achei muito mais. Descobri a fonte dessa e de outras frases que fazem parte da cultura do Rio e de Niterói, que foram &#8220;realidade&#8221; no trabalho de conduta questionável, mas de vida dum homem: <strong>José Datrino</strong>, chamado <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Profeta_Gentileza" target="_blank">Profeta Gentileza*</a>.</strong></p>
<p style="text-align: center;">O Profeta Gentileza tornou-se conhecido a partir da década de 80 justamente por fazer <strong>&#8220;inscrições peculiares&#8221; sob o Viaduto do Caju</strong> no Rio de Janeiro, onde andava com uma túnica branca e longa barba. Escolheu <strong>56 pilastras do Viaduto</strong>, que vai do Cemitério do Caju até a Rodoviária Novo Rio, numa extensão de aproximadamente 1,5 km. Em todas elas ele escreveu, em verde e amarelo suas propostas e críticas sobre a sociedade. Durante a <a title="Eco-92" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eco-92">Eco-92</a>, evento de meio ambiente mais importante daquela década e realizada na capital fluminense, o Profeta Gentileza posicionava-se  em lugares por onde passariam os representantes de cada país para provocar neles alguma reação sobre os temas que defendia. Espertinho, não?!</p>
<p style="text-align: center;">Após sua morte e a destruição da maior parte dos postes por ele pintados, a Prefeitura do Rio organizou o projeto <a title="Rio com Gentileza" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_com_Gentileza">Rio com Gentileza</a> e restaurou os murais das pilastras, denominado patrimônio urbano carioca. Mais tarde, imbuídos do mesmo desejo de reconhecer o papel sóciocultural do Profeta, a Editora da Universidade Federal Fluminense lançou o livro<strong> &#8220;</strong><em><strong>Brasil: Tempo de Gentileza&#8221;</strong></em>, de autoria do professor Leonardo Guelman, narrando a trajetória de vida deste homem e seu legado.</p>
<p style="text-align: center;">***</p>
<p style="text-align: center;">Curiosidade, pra quem quiser saber mais&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/03/O-Profeta-em-fotos-de-Gentileza-gera-Gentileza.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2375" title="O Profeta em fotos de Gentileza gera Gentileza" src="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/03/O-Profeta-em-fotos-de-Gentileza-gera-Gentileza-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<h2 style="text-align: center;">Surge o Profeta Gentileza</h2>
<h2 style="text-align: center;"><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Fonte: wikipédia, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Profeta_Gentileza" target="_blank">aqui*</a></span></h2>
<blockquote>
<h2 style="text-align: center;"><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">No dia 17 de dezembro de 1961, na cidade de <a title="Niterói" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Niter%C3%B3i">Niterói</a>, houve um grande incêndio no circo &#8220;<a title="Gran Circus Norte-Americano" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gran_Circus_Norte-Americano">Gran Circus Norte-Americano</a>&#8220;, o que foi considerado uma das maiores tragédias circenses do mundo. Neste incêndio morreram mais de 500 pessoas, a maioria, crianças. Na antevéspera do Natal, seis dias após o acontecimento, José acordou alegando ter ouvido &#8220;vozes astrais&#8221;, segundo suas próprias palavras, que o mandavam abandonar o mundo material e se dedicar apenas ao mundo espiritual. O <a title="Profeta" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Profeta">Profeta</a> pegou um de seus caminhões e foi para o local do incêndio. Plantou jardim e horta sobre as cinzas do circo em Niterói, local que um dia foi palco de tantas alegrias, mas também de muita tristeza. Aquela foi sua morada por quatro anos. Lá, José Datrino incutiu nas pessoas o real sentido das palavras Agradecido e Gentileza. Foi um consolador voluntário, que confortou os familiares das vítimas da tragédia com suas palavras de bondade. Daquele dia em diante, passou a se chamar &#8220;<strong>José Agradecido</strong>&#8220;, ou simplesmente &#8220;<strong>Profeta Gentileza</strong>&#8220;.</span></h2>
<p style="text-align: center;">Após deixar o local que foi denominado &#8220;Paraíso Gentileza&#8221;, o profeta Gentileza começou a sua jornada como personagem andarilho. A partir de 1970 percorreu toda a cidade. Era visto em ruas, praças, nas barcas da travessia entre as cidades do Rio de Janeiro e Niterói, em trens e ônibus, fazendo sua pregação e levando palavras de amor, bondade e respeito pelo próximo e pela natureza a todos que cruzassem seu caminho. Aos que o chamavam de louco, ele respondia: &#8211; &#8220;Sou maluco para te amar e louco para te salvar&#8221;.</p>
</blockquote>


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		<title>Entrevista: enfim, meu filho foi para a escola!</title>
		<link>http://blogdati.com/2010/03/05/entrevista-enfim-meu-filho-foi-para-a-escola/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 20:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiffany</dc:creator>
				<category><![CDATA[CJ]]></category>
		<category><![CDATA[Escola]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento de mãe]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento social]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[fala/vocabulário infantil]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>

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Meu filho completou 2 anos de idade recentemente. Atento, observador, curioso e vibrante, ele é uma criança saudável, graças a Deus. Muito amado e estimulado pelos pais, mas ainda filho único, achamos que o universo doméstico e mesmo os variados passeios com a mãe e o incentivo familiar passaram a ser pouco para uma fase [...]]]></description>
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<p><a href="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/03/Foto-ilustração-de-matéria-da-Revista-Crescer.-Reproduzida-em-post-do-Blogdati.com-sobre-educação-infantil-e-desafios-maternos.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2364" title="Foto ilustração de matéria da Revista Crescer. Reproduzida em post do Blogdati.com sobre educação infantil e desafios maternos" src="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/03/Foto-ilustração-de-matéria-da-Revista-Crescer.-Reproduzida-em-post-do-Blogdati.com-sobre-educação-infantil-e-desafios-maternos.jpg" alt="" width="240" height="320" /></a>Meu filho completou 2 anos de idade recentemente. Atento, observador, curioso e vibrante, ele é uma criança saudável, graças a Deus. Muito amado e estimulado pelos pais, mas ainda filho único, achamos que o universo doméstico e mesmo os variados passeios com a mãe e o incentivo familiar passaram a ser pouco para uma fase que demanda tantas novidades e aprendizado. Assim, imbuídos pelo desejo de oferecer-lhe o melhor &#8211; sempre o melhor, dentro de cada etapa de vida, idéia comum entre os pais &#8211; pensamos que a ida para a escola fosse o ideal e assim o matriculamos.</p>
<p>Contei no post <a href="http://blogdati.com/2010/03/04/educacao-infantil-muitos-desafios-p-um-universo-que-parece-pequeno/" target="_blank">&#8220;Educação Infantil, muitos desafios para um universo que parece pequeno&#8221;</a>, ontem, sobre a pesquisa e decisão pela escola mais próxima do que desejávamos oferecer a ele. Agora, avanço um pouquinho sobre este processo de adaptação e sobre meus próprios anseios&#8230;</p>
<p>Nesta semana o CJ completou <strong>1 mês de adaptação </strong>na Creche/Escola. E apesar de estarmos satisfeitos com o desenvolvimento das primeiras atividades propostas pela instituição e claro, com o progresso no processo de adaptação, <strong>ainda nos colocamos frequentemente em reflexão avaliando se a escola aos 2 anos de idade é a escolha acertada. <span style="font-weight: normal;">Para me ajudar com as repostas, eu entrevistei a </span><span style="font-weight: normal;">professora, psicopedagoga e blogueira do </span><a href="http://www.cybelemeyer.blogspot.com/"><span style="font-weight: normal;">Educar Já!</span></a><span style="font-weight: normal;"> e </span><span style="font-weight: normal;"><a href="http://www.cybelemeyer.com.br/falandosobre">Cybele Meyer falando sobre</a>, </span><span style="font-weight: normal;">mãe de três filhos,</span> Cybele Meyer<span style="font-weight: normal;"><a href="http://twitter.com/cybelemeyer" target="_blank"> (@cybelemeyer)</a>.</span></strong></p>
<p>Minha intenção é trazer algumas dúvidas para o debate e claro, dirimir as minhas próprias, porque afinal estou &#8211; como mãe &#8211; vivendo também uma nova experiência, essa de oferecer independência ao filho, o que requer habilidade, sensibilidade e distanciamento, coisas que nem todas as mães de primeira viagem sabem oferecer.</p>
<p>A entrevista abaixo:</p>
<p><strong>Cybele, você acha que quando a mãe pode ficar com o filho em casa, porque atua como free lancer ou porque houve a opção de se dedicar integralmente ao lar com a chegada dos filhos, ela deve mandar os filhos para a escola antes do período de alfabetização, período obrigatório? </strong></p>
<blockquote><p><em>A escola nesta fase que o CJ está (2 anos) é muito importante para a socialização que é desenvolvida de forma harmoniosa e tranquila.  A convivência com crianças da mesma idade é muito saudável e estimula o desenvolvimento da confiança em si e consequente independência. Nesta idade a criança inicia seu processo de descobertas e realizá-las em companhia de amigos da mesma idade é muito mais atraente e eficaz. O egocentrismo, presente desde os primeiros anos, tende a ser minimizado com a convivência escolar, pois as crianças são estimuladas a emprestar, dividir, compartilhar, esperar a vez&#8230;</em></p></blockquote>
<p><strong>Ter a segurança do afeto e da presença da mãe, em casa, nessa faixa etária não seria garantia maior de sucesso na educação e na segurança emocional da criança ao longo de sua formação como indivíduo, facilitando inclusive o aprendizado e as relações futuras com outras crianças quando a fase da escolarização obrigatória chegar?</strong></p>
<blockquote><p><em>A segurança tanto da presença quanto do afeto da mãe será importantíssimo sempre, independente de ir para a escola com um, dois ou seis anos. A firmeza das ações da mãe em parceria com as ações da escola será fundamental para que a criança perceba que tudo o que está acontecendo em sua vida tem o amparo da mãe. Por esta razão o demonstrar segurança na ocasião da adaptação ajuda muito o filho a enfrentar esta “separação” com mais tranquilidade. Se a mãe demonstra insegurança a criança se sentirá completamente perdida. Por esta razão a firmeza nas ações da mãe é de fundamental importância em todas as fases da criança. A criança tem que sentir que há alguém “mais forte” que a protegerá.</em></p>
<p><em>Se a criança iniciar seu processo de socialização tarde, terá dificuldades em se relacionar, pois não estará acostumada a interagir com a dinâmica das crianças da sua idade. Logo, o ir para a escola com mais idade, não será um fator facilitador da socialização. Dependendo do tipo de rotina que desenvolvia em casa também não apresentará um bom desenvolvimento da linguagem oral, da noção espacial e lateralidade, noção temporal, enfim não terá sido estimulada em suas competências e habilidades influenciando diretamente no processo de alfabetização.</em></p></blockquote>
<p><strong>Sobre a mãe que antes do filho tinha uma profissão e possivelmente uma carreira ou então cumpria a função de dona de casa com maestria, ainda que pudesse haver estresse e pressão de diferentes fontes, era dona da situação e tinha total controle sobre si. Como mães muitas mulheres perdem um pouco esse &#8220;controle&#8221; e a ansiedade em manter tudo como era antes pode se manifestar na sua relação com os filhos. Há casos, seguindo essa linha de pensamento e baseando-nos na sua experiência, em que as mães colocam os filhos na escola muito cedo para voltar a encontrar essa independência?</strong></p>
<blockquote><p><em>O ser humano tem valores, metas e prioridades com focos diferentes, porém isso não afeta o resultado final. O filho que nasce de uma mãe que prioriza a sua profissão irá bem cedo, com seis ou oito meses, para o berçário. O fato de ela priorizar a profissão não quer dizer que deixa o filho em segundo plano. Ele integra o contexto familiar e se adéqua às necessidades. As preocupações e as angústias são as mesmas, porém ela se sente ainda mais pressionada em razão de ter uma boa profissão e querer conservar isso. Há mães que não podem, de forma alguma, abandonar o trabalho porque os compromissos assumidos antes do nascimento do filho contam com a sua contribuição. Esta é a realidade da maioria das famílias brasileiras. A mulher trabalhar fora não é mais um “capricho” e sim uma necessidade e quando se tem um filho esta necessidade aumenta e muito. Porém o filho não se sentirá menos amado em razão disso. Se a mãe for participativa e souber administrar sua presença na vida do filho, este não terá carência de espécie alguma.</em></p></blockquote>
<p><strong>É perceptível que a frequencia de uma criança na escola contribui muito para o seu aprendizado e desenvolvimento. Reportagens e pesquisas, além dos relatos de mães comprovam que a &#8220;fala&#8221;, o &#8220;vocabulário&#8221; e a &#8220;troca&#8221; aumentam muito, garantindo que a socialização e a interação entre as crianças dessa faixa etária seja muito boa. Parece que a criança alcança mesmo muita independência e passa a ter mais iniciativas do que quando no convívio exclusivo do lar. Poderíamos dizer que há notada diferença no desenvolvimento de crianças de 2 anos que frequentam ou não a escola?</strong></p>
<blockquote><p><em>Com certeza! Todos os ambientes da escola são voltados para o desenvolvimento da criança. Todas as brincadeiras e atividades têm como objetivo estimular o desenvolvimento das habilidades da criança. Por mais que os pais se esforcem não há como competir com o ambiente escolar, principalmente porque há profissionais especializados para este fim. Nos primeiros anos de vida a criança está aberta à exploração e à experimentação. Sua curiosidade está completamente aflorada e seus canais estão receptivos para todo tipo de estimulação. A criança será trabalhada de forma lúdica e seu aprendizado será prazeroso. O desenvolvimento de suas habilidades será de fundamental importância no momento da alfabetização. Se a criança for pronta para o primeiro ano, sua alfabetização será tranquila e sem estresse. Ela terá desenvolvida a coordenação motora fina propiciando desenvoltura e movimentos corretos na escrita; saberá se situar no caderno e entre as linhas porque desenvolveu sua lateralidade e a noção espacial; escreverá de forma harmoniosa, sem o põe e tira o lápis do papel,  porque seu ritmo foi desenvolvido satisfatoriamente, e assim por diante. Se a criança ingressa na escola com 4 ou 5 anos a possibilidade de ela ter adquirido certos “vícios” (como pegar errado no lápis) é muito grande, e o não ter se apropriado dos conceitos fundamentais para o seu desenvolvimento será fator de dificuldade.</em></p></blockquote>
<p><strong>Quando se trata de uma criança que é filho único e recebe atenção exclusiva da mãe, babá ou avó por 2 ou 3 anos sem o vínculo com a escola, sua entrada em outra rotina e atividades pedagógicas pode ser marcada por dificuldades maiores do que a criança que ingressou, digamos, ao término da licença-maternidade e assim habituou-se aos cuidados de terceiros (funcionários da creche/escola) sem opção diferente?</strong></p>
<blockquote><p><em>Com certeza! Vivemos em sociedade e ter contato com as pessoas é fundamental para todo o tipo de aprendizagem seja cognitiva, social ou psicológica. O amor dos pais é fundamental e não há convivência escolar que substitua. A criança tem plena noção desta diferença. O fato da criança entrar feliz na escola não quer dizer que goste menos dos pais por isso, muito pelo contrário, este comportamento mostra que ela está segura do amor que recebe dos pais e pode ficar em qualquer lugar que eles a levem. Já a criança que vive na redoma do lar em contato somente com a mãe, babá ou avó se sentirá atemorizada em ambientes diferentes porque acredita que somente estará protegida na sua casa e ao lado delas. Criamos nossos filhos para a vida e lhes dar a segurança de que não importa onde estejam sempre terão a proteção e o amor dos pais desenvolve a autoconfiança tão importante para o convívio e desempenho social.</em></p></blockquote>
<p><strong>E a criança pequena de 2 anos que tem como opção ficar em casa com a babá ou, melhor que isso, com a mãe, mas vai para a escola/creche visando socializar-se, mas chora&#8230; A criança não briga nem tenta fugir da escola, mas lá permanece triste, cabisbaixa ou chorosa, ainda que participando das atividades do grupo. Ela deve ser retirada da escola e voltar para o convívio apenas doméstico? Seria um sinal de que não está &#8220;madura&#8221; para essa nova etapa?</strong></p>
<blockquote><p><em>De forma alguma. A mãe deve estar sempre muito segura quando resolve colocar o filho na escola para lhe passar esta segurança contribuindo com sua adaptação. Há crianças que demoram mais, outras menos, mas todas se adaptam. Não há como a criança ficar “cabisbaixa ou chorosa, ainda que participando das atividades do grupo” o tempo todo. No processo de adaptação estas reações vão se minimizando com a constância e a convivência escolar. O não faltar nesta fase é de fundamental importância. Os pais que levam o filho até a porta da escola e quando ele se agarra no pescoço não querendo entrar o levam embora estão reforçando este comportamento. No dia seguinte ele fará a mesma coisa e com mais intensidade porque no dia anterior “deu certo” e ele voltou para casa. Os pais que insistem, conversam bastante antes e depois da escola, perguntando e valorizando tudo que a criança fez no período escolar, estão contribuindo e muito para que a criança se sinta segura e perceba o quanto é gostoso frequentar a escola e que isto está deixando seus pais felizes.</em></p>
<p><em>Agora o tirar a criança da escola ou ficar trocando de escola porque acha que na outra irá se adaptar é um engano que promove resultados desastrosos. O chorar é a maneira que a criança tem para argumentar que não quer sair da sua zona de conforto (a sua casa). Se ela chora e a mãe fica desesperada e não a leva mais, no próximo ano a adaptação será duas vezes mais sofrida porque ela tentará de todas as formas convencer novamente que não quer ficar. Já presenciei o caso de criança com sete anos que chorou mais de cinco meses para entrar e que de hora em hora chorava perguntando se a mãe já estava chegando. Após cinco meses, finalmente adaptou-se e então veio as férias. O retorno foi com o mesmo comportamento do início, como se ela nunca tivesse freqüentado a escola Sofre a criança, sofre a mãe e sofre a professora. O ideal é estar segura no momento de levar a criança para a escola e lhe dar todo o suporte para que se adapte bem e rápido.</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>***</em></p>
</blockquote>
<p style="text-align: right;">[pós entrevista] Exatamente sobre o tema <strong>&#8220;regressão na adaptação escolar&#8221;</strong> li hoje matéria muito legal na Revista Crescer (se quiserem espiar <a href="http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI125102-15153,00-SEU+FILHO+AINDA+NAO+SE+ADAPTOU+A+ESCOLA.html" target="_blank">por lá*</a>) e num outro momento venho debater isso aqui no Blogdati. A propósito, a foto desse post retirei da matéria da Crescer, me lembrou a história que minha sogra conta sobre o primeiro dia de aula do meu marido. Ela o espiava pela janela quando ele, envergonhado, fez sinal para ela ir embora! <img src='http://blogdati.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: right;"><strong>Como podem ver meus questionamentos são muitos&#8230; e naturalmente minhas perguntas e reflexões não parariam por aqui, mas acho que já é suficiente para elucidar algumas idéias e conceitos que podem até estar equivocados.</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>E você o que acha?</strong></p>


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		<title>Educação Infantil: muitos desafios p/ um universo que parece pequeno</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 19:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiffany</dc:creator>
				<category><![CDATA[CJ]]></category>
		<category><![CDATA[Escola]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento de mãe]]></category>
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Seu filho já vai para a escolinha? Escolinha, assim no diminutivo pode ser carinhoso para alguns, mas também pode soar pejorativo se avaliarmos a proporção e os reflexos que isso tem na vida de uma criança&#8230;
Considera-se educação infantil o período da vida escolar em que se atende, pedagogicamente, crianças com idade entre zero e seis [...]]]></description>
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<p><strong>Seu filho já vai para a escolinha?</strong> Escolinha, assim no diminutivo pode ser carinhoso para alguns, mas também pode soar pejorativo se avaliarmos a proporção e os reflexos que isso tem na vida de uma criança&#8230;</p>
<blockquote><p><em><strong>Considera-se educação infantil o período da vida escolar em que se atende, pedagogicamente, crianças com idade entre zero e seis anos de idade, no Brasil. Na educação infantil as crianças são estimuladas através de atividades lúdicas e jogos, a exercitar suas capacidades motoras, fazendo descobertas e iniciando o processo de letramento. </strong></em></p>
<p><em>No Brasil, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional chama o equipamento educacional que atende crianças de 0 a 3 anos de <strong>CRECHE</strong>. O equipamento educacional que atende crianças de 4 a 6 anos se chama <strong>PRÉ-ESCOLA</strong>.  (Fonte: educação infantil by <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Educação_infantil" target="_blank">wikipédia</a>)</em></p>
<p><em><br />
</em></p></blockquote>
<p><a href="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/03/criança-de-4-a-6-anos-segurando-seu-desenho-na-escola-infantil.-imagem-Getty-image-para-post-no-Blogdati.com_.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2355" title="criança de 4 a 6 anos segurando seu desenho na escola infantil. imagem Getty image para post no Blogdati.com" src="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/03/criança-de-4-a-6-anos-segurando-seu-desenho-na-escola-infantil.-imagem-Getty-image-para-post-no-Blogdati.com_.jpg" alt="" width="253" height="330" /></a></p>
<p>Li um tempo atrás, em reportagem* da Revista Crescer, uma expressão que me chamou a atenção, aliás é dessa reportagem a referência ao tom pejorativo que algumas pessoas aplicam às escolas infantis com berçário e creche. Enfim&#8230; a matéria apontava que<em><strong> &#8220;a primeira escola não existe da vida da criança para substituir a babá, tomar conta da criança enquanto os pais trabalham ou para lhe oferecer a melhor festa junina de sua vida&#8221;</strong></em>.</p>
<p>Isso me causou estranheza porque mesmo sendo contexto para o desenrolar da reportagem, me passou pela cabeça SE ALGUM PAI OU MÃE AINDA NÃO ENXERGA A ESCOLA COMO LUGAR DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE UM MINI CIDADÃO, DE UMA PESSOINHA QUE PRECISA E DEVE APRENDER TUDO?! Quero dizer, mandar o filho para a escola é sinônimo de querer oferecer-lhe noções de troca, de compartilhar, de conviver em grupo, instruir, incentivar e educar (de preferência em concordância e parceria com a educação praticada em casa).</p>
<p>Me custa aceitar a idéia de que há pessoas que põe o filho na escola achando que, mesmo bebê, ele só irá &#8220;passar o tempo&#8221;. Nossos filhos precisam estar em um local com profissionais especializados para lhe oferecem rotinas baseadas em propostas pedagógicas bem fundamentadas.</p>
<p>Uma característica interessante na hora de escolher a primeira escola, do processo de seleção entre as diversas instituições próximas a nossa casa ou trabalho são os formatos de apresentação para nós, <strong>clientes em potencial. <span style="font-weight: normal;">Antes de decidir pela escola onde meu filho está iniciando as suas atividades, eu visitei pelo menos outras dez instituições. Em algumas me</span> &#8220;pegaram de surpresa&#8221;<span style="font-weight: normal;"> quando anunciaram que ofereciam o ensino completo desta fase de educação infantil até o terceiro ano do segundo grau e com as melhores notas junto ao MEC, dando ênfase a isso. Quando começaram a falar sobre o número de aprovados nos vestibulares e/ou sobre convênios e direcionamento de estudo para essa ou aquela faculdade, quase caí pra trás. Sei que no Brasil nossos filhos tem que escolher cedo demais a profissão a seguir, errando muitas vezes inclusive, mas falar disso quando a criança ainda não tem 2 anos, é muito exagero. Nesse </span>momento crucial de separações entre a mãe e o filho ou entre a casa e o filho<span style="font-weight: normal;">, de uma fase de experimentações marcantes na vida da criança, há muita coisa mais específica e importante para ser comentada e sugerida do que o vestibular&#8230; </span></strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;">Em outras escolas me falavam dos estilos pedagógicos aplicados. Mas quando não somos da área pedagógica e ainda não houve tempo hábil para pesquisar quem foram Maria Montessori, Jean Piaget ou Rudolf Steiner, a gente se sente peixe fora d&#8217;água. Pontos relevantes como o valor da mensalidade, localização, transporte até a escola, espaço físico para brincarem, explorarem o espaço ao redor &#8211; para os primeiros anos acho que isso equivale a uns 60% na decisão dos pais &#8211; metodologia de ensino (claro!) e a identificação pessoal dos pais e da criança para com os funcionários e proprietários da escola precisam estar em equilíbrio, favorecendo a rotina da família, assim acho que tudo flui mais facilmente.</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;">Uma conhecida minha (tb blogueira), quando perguntei a ela sobre dicas de escola, me disse algo como: <em><strong>&#8220;acho que você deve optar por uma escola pequena onde seu filho seja conhecido pelo nome e não em escolas grandes onde será apenas mais um&#8221;</strong></em>. Dica acertada e aceita. Na escola do CJ buscamos saber o número de crianças e profissionais que estariam ligados diariamente para ter certeza de que com o passar dos dias todos entrariam em sintonia e passariam a saber peculiaridades sobre meu pequeno visando facilitar e estreitar a convivência. Espero que tenhamos acertado <img src='http://blogdati.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </span></strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;"><a href="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/03/linda-menina-com-a-mao-suja-de-tinta-na-escola.-Getty-Image.-Imagem-usada-em-post-do-Blogdati.com_.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2358" title="linda menina com a mao suja de tinta, na escola. Getty Image. Imagem usada em post do Blogdati.com" src="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/03/linda-menina-com-a-mao-suja-de-tinta-na-escola.-Getty-Image.-Imagem-usada-em-post-do-Blogdati.com_.jpg" alt="" width="237" height="354" /></a></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;">Mas como vida de mãe também percorre uma linha tênue de cobranças e dúvidas sobre os erros e acertos, eu perguntei a professora e psicopedagoga, blogueira (<a href="http://www.cybelemeyer.blogspot.com/">Educar Já!</a> e <a href="http://www.cybelemeyer.com.br/falandosobre">Cybele Meyer falando sobre</a>, colaboradora do<a href="http://www.maecomfilhos.com.br" target="_blank"> Portal Mãe com Filhos</a>) e mãe de três filhos, Cybele Meyer sobre a necessidade de realmente mandar os filhos pequeninos assim para a escola, mesmo quando temos a opção de ficar com eles em casa por mais algum tempo&#8230; </span></strong></p>
<blockquote><p>É importante saber conviver em grupo, compartilhar, aprender noções de coletividade e saber interagir com outras crianças da mesma idade, isso é ponto pacífico. Mas até que ponto existe, de fato, a necessidade de socialização através da creche ou da escola para crianças dessa faixa etária &#8211; 2 a 3 anos de idade?</p>
<p>&#8220;<em>Quanto antes a criança ingressa no ambiente escolar menos traumática é a sua adaptação. Quanto mais tempo ela passa convivendo unicamente com seus brinquedos, sua mãe, seu quarto sem dividir nada com ninguém mais difícil será substituir esta sua rotina pela rotina escolar. A criança que não frequenta a escola até os 4 ou 5 anos sente-se confortável em ser o centro das atenções e não poupará esforços para retornar à antiga rotina tornando a adaptação escolar sofrida e longa. Apresentará resistência em se relacionar com os demais colegas e a realizar as atividades propostas. Sempre que tiver um feriado prolongado ou férias escolares poderá retornar à escola na “estaca zero” passando por constantes processos de adaptações&#8221;.</em></p>
<p><em>***</em></p>
<p><span style="font-family: Tahoma; color: #8a8a8a;"><em>&#8220;Escola infantil não vive de improviso e não é um parque de diversões”, diz o educador Marcelo Bueno, coordenador pedagógico da escola Estilo de Aprender.  (Revista Crescer)</em></span></p></blockquote>
<p style="font-size: 13px; font-family: Tahoma; color: #8a8a8a; padding: 0px; margin: 0px;">
<p style="margin-top: 12px; margin-right: 0px; margin-bottom: 12px; margin-left: 0px; font-size: 12px; font-family: Tahoma; color: #333333; display: block; padding: 0px;">
<p style="margin-top: 12px; margin-right: 0px; margin-bottom: 12px; margin-left: 0px; font-size: 12px; font-family: Tahoma; color: #333333; display: block; text-align: right; padding: 0px;"><strong>Outras respostas de </strong><a href="http://www.cybelemeyer.blogspot.com/" target="_blank"><strong>Cybele Meyer</strong></a><strong>* e comentários sobre esse mesmo tema, postarei em breve. Aguarde!</strong></p>
<p style="margin-top: 12px; margin-right: 0px; margin-bottom: 12px; margin-left: 0px; font-size: 12px; font-family: Tahoma; color: #333333; display: block; padding: 0px;"><strong><br />
</strong></p>


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		<title>Dicas Verdes para o público infantil</title>
		<link>http://blogdati.com/2010/03/03/dicas-verdes-para-o-publico-infantil/</link>
		<comments>http://blogdati.com/2010/03/03/dicas-verdes-para-o-publico-infantil/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 02:05:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiffany</dc:creator>
				<category><![CDATA[CJ]]></category>
		<category><![CDATA[Editoras e/ou Literatura infantil]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento social]]></category>
		<category><![CDATA[desenhos_infantis]]></category>
		<category><![CDATA[dica verde]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[desenhos infantis]]></category>
		<category><![CDATA[literatura infantil]]></category>

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		<description><![CDATA[
Pensando verde&#8230;
Na seção &#8220;vídeos&#8221; do canal de tv a cabo Discovery Kids Brasil* há alguns vídeos da Campanha Viva o Verde exibida e trabalhada pelo canal infantil nos últimos meses. O CJ e eu gostamos muito desse vídeo abaixo e de outro, dum peixinho que pede a ajuda do mascote do canal &#8211; Doki &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: center;">Pensando verde&#8230;</p>
<p style="text-align: center;">Na seção &#8220;vídeos&#8221; do canal de tv a cabo <a href="http://www.discoverykidsbrasil.com/video/" target="_blank">Discovery Kids Brasil</a>* há alguns vídeos da <strong>Campanha Viva o Verde </strong>exibida e trabalhada pelo canal infantil nos últimos meses. O CJ e eu gostamos muito desse vídeo abaixo e de outro, dum peixinho que pede a ajuda do mascote do canal &#8211; Doki &#8211; para tirar uma garrafa pet da água que bloqueia sua passagem pelo rio&#8230; esse material não achei disponível, mas a intenção de encontrá-lo é que me trouxe a postar.  <object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="486" height="412" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="name" value="flashObj" /><param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /><param name="flashvars" value="videoId=31087333001&amp;playerId=1786759895&amp;viewerSecureGatewayURL=https://console.brightcove.com/services/amfgateway&amp;servicesURL=http://services.brightcove.com/services&amp;cdnURL=http://admin.brightcove.com&amp;domain=embed&amp;autoStart=false&amp;" /><param name="src" value="http://c.brightcove.com/services/viewer/federated_f8/1786759895" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="486" height="412" src="http://c.brightcove.com/services/viewer/federated_f8/1786759895" flashvars="videoId=31087333001&amp;playerId=1786759895&amp;viewerSecureGatewayURL=https://console.brightcove.com/services/amfgateway&amp;servicesURL=http://services.brightcove.com/services&amp;cdnURL=http://admin.brightcove.com&amp;domain=embed&amp;autoStart=false&amp;" bgcolor="#FFFFFF" name="flashObj"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;">Recebendo informações diariamente, de casa, da escola, do diálogo com os pais, com professores ou amigos,  as crianças se motivam a<strong> &#8220;viver com consciência ambiental&#8221; </strong>aplicando<strong> </strong>desde cedo o que aprendem sobre o meio ambiente e a preservação da natureza. Ainda que pareça pouco, já é muito significativo. Muito!</p>
<p style="text-align: center;">Educamos nossos filhos para a vida e com isso temos que agregar valores ligados ao contexto do planeta como um todo, mas lembrar dos animais, das condições de meio ambiente e de como pequenas ações tais como &#8220;escovar os dentes sem desperdiçar água&#8221; ou &#8220;da possibilidade de se reaproveitarem brinquedos&#8221;, isso os fará capazes de <strong>manter o interesse curioso comum às crianças</strong>, evitar abusos, disseminar a informação e compreender ao menos um pouco quando relacionamos a falta de preservação com as catástrofes naturais frequentes em diversas partes do planeta.</p>
<p>Hoje<strong> vi um exemplo </strong>disso e fiquei muito animada. Trata-se de atividade em sala de aula dos <strong>alunos do Jardim 1</strong> (3 anos) da Escola do CJ. Fiz fotos e reproduzo abaixo, em forma de colagens:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/03/26-Fotos-Fevereiro-20106.jpg"><img class="size-full wp-image-2353 aligncenter" title="Colagem de fotos com atividade de educação ambiental na creche escola do CJ - www.blogdati.com" src="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/03/26-Fotos-Fevereiro-20106.jpg" alt="" width="384" height="266" /></a></p>
<p style="text-align: center;">***</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Dica Verde</strong> para quem busca obras específicas sobre educação ambiental para seus filhos:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/03/26-Fotos-Fevereiro-20105.jpg"><img class="size-full wp-image-2352 aligncenter" title="Dica verde do Blogdati.com - livros sobre educação ambiental para crianças" src="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/03/26-Fotos-Fevereiro-20105.jpg" alt="" width="384" height="266" /></a></p>
<ul>
<li>Livro <strong>Cuide do Planeta &#8211; saiba como respeitar as plantas, os animais e o meio ambiente. </strong>Editora PubliFolha, 29 reais. Visite o site <a href="http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/136458/" target="_blank">aqui* </a></li>
<li>Livro <strong>Recicle &#8211; reaproveite papel, plástico, metal e tecido. Faça brinquedos divertidos</strong>. Editora PubliFolha. 29,00 reais, indo por <a href="http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/136394/" target="_blank">aqui*</a>.</li>
<li>Livro ilustração <strong>Tem planta que virou bicho</strong>. Imagens criativas de vegetais, frutas e legumes esculpidos como divertidos animais. Escrituras Editora, 18 reais. <a href="http://www.artepaubrasil.com.br/descricao.asp?cod_livro=MI8536&amp;origem=escrituras" target="_blank">Aqui*</a></li>
<li>Coleção de livros <strong>Ache o Bicho</strong>, desenvolvida para crianças em fase de pré-alfabetização e ganhadora do prêmio &#8220;Melhor livro brinquedo da FNLIJ, em 2005&#8243;. São 6 livros do croata Svjetlan Junakovic´ que relacionam bichos, conhecidos e inusitados, aos temas esporte, comida, meios de transporte, família, estampas e instrumentos musicais. Editora Cosac Naify, <a href="http://editora.cosacnaify.com.br/ObraSinopse/10904/COLE%C3%87%C3%83O-ACHE-O-BICHO.aspx" target="_blank">aqui*</a>.</li>
</ul>


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		<title>Tiroteio. Temor na madrugada.</title>
		<link>http://blogdati.com/2010/03/02/tiroteio-temor-na-madrugada/</link>
		<comments>http://blogdati.com/2010/03/02/tiroteio-temor-na-madrugada/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 11:41:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiffany</dc:creator>
				<category><![CDATA[Niterói]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias de jornal/revistas/portais]]></category>
		<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[violência urbana]]></category>
		<category><![CDATA[desabafo de mãe]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[
Meu marido pediu para eu nada escrever, não quer assustar os familiares. Mas eu escrevo em tom de desabafo.
Nesta madrugada fomos acordados mais ou menos à 1h30 sob o som de diversos tiros de fuzil ou metralhadora, tiros de pitola e alguns muito mais altos, supúnhamos que eram granadas. Foi um terror. Graças a Deus, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Meu marido pediu para eu nada escrever, não quer assustar os familiares. Mas eu escrevo em <strong>tom de desabafo</strong>.</p>
<p>Nesta madrugada fomos acordados mais ou menos à 1h30 <strong>sob o som de diversos tiros de fuzil ou metralhadora, tiros de pitola e alguns muito mais altos, supúnhamos que eram granadas</strong>. Foi um terror. Graças a Deus, uns 10 minutos antes o CJ havia chorado no quartinho dele e pedido para vir pra nossa cama. Dormíamos os três satisfeitos com o frio que chegou na cidade com essa última frente fria. Mais tarde, às 2h20 os tiros recomeçaram dando sinais de que não adiantava mesmo o sono voltar.</p>
<p>Com os tiros demoramos alguns segundo pra decidir se o melhor era ficar imóvel ou sair da cama e<strong> &#8220;buscar abrigo&#8221;</strong>. Buscar abrigo é uma expressão ridícula quando se está em casa, teoricamente 100% seguro&#8230; Eu fiquei com o CJ no colo atrás de uma parede que julguei ser mais segura e cantava, com a voz trêmula, uma cantiga de roda para ele não acordar totalmente. Com o barulho ele balbuciava assim: &#8220;mamãe, pow, pow, pow, chega de fogos&#8221;. Porque os barulhos de tiro nesta linda cabecinha são sempre associados aos belos fogos de artifício, símbolos de festa.</p>
<p>Meu marido espiava<strong> &#8220;cuidadosamente&#8221;</strong> pelas janelas e varandas tentando descobrir, orientando-se pelo som, para saber onde acontecia o tiroteio, mas era tão alto que parecia sob os nossos pés. Como moramos no décimo primeiro andar e de frente para um morro que divide Icaraí de São Francisco, zona sul de Niterói, achamos que podia se tratar de conflito entre traficantes e a polícia no morro, por isso o medo de &#8220;algum tiro&#8221; entrar pela janela. Hoje de manhã soubemos pelo porteiro e confirmamos pelos jornais que fora <strong>&#8220;apenas&#8221; </strong>um ataque da polícia que surpreendeu criminosos em fuga após arrastão de veículos em São Francisco, bairro residencial onde tb se localizam ótimos restaurantes e bares da cidade. De lá pra cá um túnel liga os bairros, justamente onde &#8211; apontou o jornal da Record &#8211; uma granada foi jogada, daí o barulho alto que ouvimos. E como deu a entender, o som vinha dos nossos pés, já que o tiroteio foi na esquina no nosso prédio mesmo&#8230;</p>
<blockquote><p><em>Eu dizia de madrugada que<strong> &#8220;o mais angustiante é ser acordada de súbito sem saber de onde os tiros vêm, sem saber do que se trata, porque e como&#8230; A sensação de insegurança quando os tiros acontecem é enorme e ficamos a mercê do que irão dizer os jornais no dia seguinte para sabermos se devemos evitar circular por uma determinada área, sem ter a absoluta certeza da verdade. O sono demora pra voltar e o corpo fica de sobreaviso&#8221;. </strong></em><strong>E meu marido, antes de sair hoje cedo, finaliza dizendo que pelo menos não se trata de tráfico no morro, o que poderia ser contínuo então devemos seguir normalmente com a nossa rotina diária e esquecer.</strong></p>
<p><strong>***</strong></p></blockquote>
<p><a href="http://noticias.r7.com/rio-e-cidades/noticias/onda-de-assaltos-tiroteio-e-granadas-assustam-niteroi-20100302.html" target="_blank">Nota*</a> do<strong> Portal R7</strong> (Rede Record)<strong> </strong>sobre este crime.</p>
<p>&#8220;Madrugada é marcada por tiroteios em Niterói&#8221; diz a <a href="http://rjtv.globo.com/Jornalismo/RJTV/0,,MUL1511461-9101,00-MADRUGADA+E+MARCADA+POR+TIROTEIOS+EM+NITEROI.html" target="_blank">matéria*</a> do<strong> RJTV</strong>, primeira edição.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="392" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="quality" value="high" /><param name="FlashVars" value="midiaId=1220929&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" /><param name="src" value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" /><param name="flashvars" value="midiaId=1220929&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="392" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" flashvars="midiaId=1220929&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" quality="high"></embed></object></p>
<p>Outra <a href="http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010/03/02/policia-busca-bandidos-que-promoveram-arrastao-em-niteroi-915971428.asp" target="_blank">matéria*</a> sobre o ocorrido traz mais detalhes, em<strong> O Globo</strong>. Dos 10 envolvidos apenas 1 foi preso e a Polícia continua as buscas no Morro Cavalão e região.</p>


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		</item>
		<item>
		<title>Avós educam ou estragam os netos?</title>
		<link>http://blogdati.com/2010/03/01/avos-educam-ou-estragam-os-netos/</link>
		<comments>http://blogdati.com/2010/03/01/avos-educam-ou-estragam-os-netos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 14:30:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiffany</dc:creator>
				<category><![CDATA[avós e netos]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento de mãe]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[coisas de pais]]></category>

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		<description><![CDATA[
Lendo a Seção Estar Bem do site de TV a cabo, GNT, um título me chamou demais a atenção: &#8220;avós também precisam de limites&#8221;. E a matéria* começava com um leve e frequente questionamento, como transcrito abaixo:
Quem nunca ouviu a frase ‘Mãe é para educar, avó é para estragar’?
&#8220;O papel da avó é apoiar os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Lendo a <strong>Seção Estar Bem</strong> do site de TV a cabo, <strong>GNT</strong>, um título me chamou demais a atenção: <strong>&#8220;avós também precisam de limites&#8221;</strong>. E a <a href="http://gnt.globo.com/EstarBem/Materias/Avos-tambem-precisam-de-limites.shtml" target="_blank">matéria*</a> começava com um leve e frequente questionamento, como transcrito abaixo:</p>
<blockquote><p><em><strong>Quem nunca ouviu a frase ‘Mãe é para educar, avó é para estragar’?</strong></em></p>
<p><em><em><strong>&#8220;O papel da avó é apoiar os pais, seguindo sua linha de educação, e, na ausência deles, corrigir os erros e orientar os netos. Pai e mãe têm o dever de educar. Avós podem dar um apoio, se necessário, e muito carinho, mas sem interferir&#8221;</strong>, diz Ana Maria, terapeuta familiar e psicóloga.</em></em></p></blockquote>
<p>Eu meio que ri quando li isso porque estava hospedando meus sogros até ontem a noite, numa visita que durou apenas 3 dias, mas que foi boa e prazerosa pois eles são pessoas cuja flexibidade e jogo de cintura é enorme e cujo amor e doação aos filhos e neto é incondicional. Quando voltávamos do aeroporto ontem, tarde da noite, meu marido meneava a cabeça concordando com meus comentários sobre como seria de grande felicidade se morássemos novamente todos na mesma cidade, nós, meus sogros e meus pais. Atualmente eles moram em Curitiba e nós em Niterói&#8230;</p>
<p>Aí agora, lendo esse texto entre uma risada e outra, entre um comentário e outro do meu filho enquanto ele assiste ao vídeo que fiz do avô se despedindo uma vez que o pequeno dormia no horário da partida, eu páro e penso como &#8211; talvez &#8211; correria risco de ser conflituosa a nossa convivência com pais e sogros se morássemos na mesma cidade, uma vez que é fato os pais (ops, avós) desejarem participar da educação dos netos, corrigindo-nos filhos, quando acham que devem.</p>
<p>Ainda que possam ter errado um pouco em nossa educação, deve ser muito difícil para eles assistir hoje às nossas atitudes como pais &#8211; seja de primeira ou segunda viagem &#8211; e não poder dar um <em>&#8220;pitaco&#8221;</em> ou outro. No meu caso, confesso que desejo muito experimentar isso um dia, ainda.</p>
<p><a href="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/03/somatório-de-forças-.-maos-unidas.-imagem-by-Getty-Image.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2341" title="somatório de forças . maos unidas. imagem by Getty Image" src="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/03/somatório-de-forças-.-maos-unidas.-imagem-by-Getty-Image.jpg" alt="" width="243" height="365" /></a>E nos casos em que as mães precisam contar com a ajuda diária e/ou constante dos pais e sogros (mais da figura feminina diga-se de passagem) para cuidar, orientar e educar seus filhos enquanto finalizam os estudos ou trabalham fora de casa?! Acho que nesses casos os ápices de &#8220;insegurança&#8221; das mães e os &#8220;possíveis conflitos&#8221;  podem ser mais comuns e difíceis de se trabalhar&#8230;. Mas dum modo geral acho que o amor e a compreensão são capazes de superar tudo e independe se a relação é de apoio integral ou mera convivência, podendo haver isso&#8230; esta proximidade e o afeto acima de tudo, sabemos que a vida dos netos pode ser muito mais rica.</p>
<p>Riqueza de carinho, de boas risadas, de boas lembranças, de aconchego, de confiança, de passeios, de visitas, de segredos e confidências, de descobertas, de apoio e motivação&#8230; Riqueza de amor. Podemos ser um somatório de forças, uma família só. Lembrando que muito se fala dos conflitos na educação dos netos e muito se repete aquela frase do começo &#8220;<em><strong>Mãe é para educar, avó é para estragar&#8221;, mas se houver respeito nesta como em qualquer outra relação, não há como errar!</strong></em></p>
<p><a href="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/03/woman-photographing-family-group.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2340" title="woman photographing family group" src="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/03/woman-photographing-family-group.jpg" alt="" width="506" height="337" /></a></p>
<blockquote><p><em><strong>Se o seu caso envolve muitas intromissões, a Terapeuta entrevistada pelo GNT deu as dicas para acertar: </strong></em></p></blockquote>
<p><em><em> </em></em></p>
<p><em><em> </em></em></p>
<p><em><em> </em></em></p>
<p><em><em> </em></em></p>
<p><em><em> </em></em></p>
<ul style="display: inline !important;">
<blockquote>
<li style="display: inline !important;"><span style="font-style: normal;"><em>- Segundo Ana Maria, a mãe é totalmente responsável pela criança, assim como o pai. A avó é só um ponto de apoio para os netos, diante da necessidade dos pais. No caso de falta dos pais é que a responsabilidade passa para os avós;</em></span></li>
</blockquote>
<blockquote>
<li style="display: inline !important;"><span style="font-style: normal;"><em> </em></span></li>
<li style="display: inline !important;"><span style="font-style: normal;"><em>- &#8220;O maior erro das avós  é tirar o poder de educação dos pais. E o maior acerto é saber transitar no seu lugar de avó, dando muito amor, sem atravessar  a linha do limite dos pais&#8221;, diz Ana Maria;</em></span></li>
</blockquote>
<blockquote>
<li style="display: inline !important;"><span style="font-style: normal;"><em> </em></span></li>
<li style="display: inline !important;"><span style="font-style: normal;"><em>- A terapeuta alerta: a avó que não respeita as regras dos pais deverá ficar afastada das crianças. Do contrário, ela poderá destruir a hierarquia dessa família, criando netos tiranos diante dos pais. (Aff!)</em></span></li>
</blockquote>
</ul>
<p><em><span style="font-style: normal;"><em> </em></span></em></p>


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		</item>
		<item>
		<title>Parabéns Mamãe Ti blogueira! 3 anos editando o Blogdati</title>
		<link>http://blogdati.com/2010/02/28/parabens-mamae-ti-blogueira-3-anos-editando-o-blogdati/</link>
		<comments>http://blogdati.com/2010/02/28/parabens-mamae-ti-blogueira-3-anos-editando-o-blogdati/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 22:25:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiffany</dc:creator>
				<category><![CDATA[blogs / blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento de mãe]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento social]]></category>
		<category><![CDATA[cotidiano]]></category>

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		<description><![CDATA[
Queria compartilhar com todos um fato muito especial concretizado nesta semana, sabidamente hoje: o Blogdati &#8211; ferramenta de comunicação com que trabalho, aprendo e produzo conteúdo direcionado à mães e mulheres interessadas na temática de família e suas correlações &#8211; editado por mim, completa 3 anos de vida. Impressionante. Faz 3 anos que divido virtualmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: center;">Queria compartilhar com todos um fato muito especial concretizado nesta semana, sabidamente hoje: o Blogdati &#8211; ferramenta de comunicação com que trabalho, aprendo e produzo conteúdo direcionado à mães e mulheres interessadas na temática de família e suas correlações &#8211; editado por mim, completa 3 anos de vida. Impressionante. Faz 3 anos que divido virtualmente com amigos, familiares e desconhecidos minhas descobertas, curiosidades, constatações e analogias sobre a vida, sobre nosso papel como cidadãos, como pais, como formadores de opinião&#8230;</p>
<p style="text-align: center;">No meu <a href="http://blogdati.com/2007/02/22/primeiro-desabafo-sobre-o-rio/" target="_blank">primeiro post*</a> aqui no Blog (sim, fiz uma busca até para verificar a data especial, pois minha intuição podia estar pregando uma peça) e eu só falava de morte, violência urbana e tristeza por morar no Rio de Janeiro e por constatar que a &#8220;cidade maravilhosa&#8221; não estava assim tão especial, tão segura e preparada para oferecer qualidade de vida nem aos cariocas, nem aos demais brasileiros que por aqui estavam em busca de um começo ou recomeço de vida pessoal e profissional&#8230; Infelizmente e coincidentemente, relacionado ao aniversário do meu blog também está aquele caso que nessa última semana voltou a ser tão discutido, o de João Hélio, o pequeno que havia sido morto num crime bárbaro. 3 anos se passaram&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/02/baloes-vermelhos-e-branco.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2332" title="baloes vermelhos e branco by Getty Image para ilustrar post sobre os 3 anos do Blogdati" src="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/02/baloes-vermelhos-e-branco.jpg" alt="" width="460" height="302" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Numa espécie de reflexão pessoal, fui buscar na &#8220;home&#8221; do Blogdati a definição que ofereci ao espaço e ainda gosto muito dela, está transcrita abaixo.</p>
<blockquote style="text-align: center;"><p><em><strong><a href="http://blogdati.com/sobre-o-blog/" target="_blank">Sobre o blog*:</a></strong></em></p>
<p><em>Como disse a </em><strong><em>meta inicial do meu blog</em></strong><em> tinha um </em><strong><em>tom confessional</em></strong><em>, eu escrevia sobre mim, sobre minha rede de relacionamento e sobre a minha visão do mundo. Meu </em><strong><em>público era a família e amigos</em></strong><em> mais chegados. Como todos sentem ou já sentiram, temia um pouco a vasta amplitude de exposição do nosso nome permitida/provocada na internet. Com o tempo, digo, nos últimos 2 anos, após </em><strong><em>acompanhar mais de perto alguns blogs pessoais, outros informativos de cunho jornalísticos e eventualmente blogs corporativos</em></strong><em>, comecei a entender a dinâmica desse processo que se instala na comunicação mundial, que são as mídias sociais e, passei a “me soltar” mais, me sentir mais livre para escrever o que quisesse, ainda com uma tônica muito pessoal já que tenho a prática de escrever de modo passional sobre tudo, mas também comecei a querer gerar conteúdo, oferecer de modo claro e sugestivo as informações que acho interessantes serem compartilhadas, assim como já fazem outros tantos blogs disponíveis na rede. </em><strong><em>Hoje, o blogdati traz muito sobre a realidade que vivo no momento, a maternidade.</em></strong></p></blockquote>
<p style="text-align: center;">Sobre a nossa vida, posso contar que vivendo hoje, em Niterói, meu marido e eu encontramos mais qualidade de vida e segurança para oferecer um cotidiano mais agradável e possível ao nosso filho, à nossa família. Com relação aos temas que me faziam escrever no início deste Blog, vejo que ainda falta fazermos mais enquanto cidadãos críticos e capazes de &#8220;motivar, provocar, articular, criar e cobrar&#8221; ações mais eficazes no combate a criminalidade, justiça, segurança pública, educação, saúde e conduta social. Continuaremos nós sempre engajados neste sentido.</p>
<p style="text-align: center;">Como blogueira e podendo falar sobre o universo da web, sobre a rede e os inúmeros blogs e sites e comunidades de redes de relacionamento das mídias sociais, gostaria de frisar o quanto esse nicho social cresceu nestes 3 anos que se passaram. Há excelentes profissionais, cidadãos e segmentos diferenciados na blogosfera e muita qualidade também. Notadamente a web se caracteriza por &#8220;abrigar tudo e todos&#8221; incluindo bobagens das mais variadas, temas e veículos esdrúxulos e/ou curiosos, mas o que tenho percebido é a grande crescente de blogs em que seus editores buscam primar pela qualidade, pela verdade, pela transparência e pela pesquisa honesta dos assuntos a serem distribuídos, veiculados. Isso é o ponto-chave das mídias sociais: qualidade somado ao fato de gerar informação com rapidez, muitas vezes simultânea aos acontecimentos e, perdoem o gerundismo, mas estar fazendo parte do acontecido ao mesmo tempo.</p>
<p style="text-align: center;">Isso é incrível, assim como as <strong>pessoas maravilhosas que tenho conhecido</strong> ao visitar blogs, receber visitas aqui no Blogdati, trocar comentários, experiências e leituras.</p>
<p style="text-align: center;">Posso dizer, depois de 3 anos, que sou uma<strong> SOU UMA BLOGUEIRA FELIZ! </strong>Especialmente porque quando a gente tem muita opinião é bom poder se expressar <img src='http://blogdati.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/02/bolo-de-aniversário-com-3-velinhas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2333" title="bolo de aniversário com 3 velinhas . imagem do Getty Image para post no Blogdati" src="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/02/bolo-de-aniversário-com-3-velinhas.jpg" alt="" width="329" height="333" /></a></p>


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		</item>
		<item>
		<title>Seu filho controla você?</title>
		<link>http://blogdati.com/2010/02/28/seu-filho-controla-voce/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 15:02:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiffany</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portal MdeMulher]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento de mãe]]></category>
		<category><![CDATA[desabafo de mãe]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>

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No Portal MdeMulher, seção Família, há uma enquete que trata o &#8220;controle dos filhos sobre a mãe&#8221;. A pergunta é braba, porque a resposta pode ser difícil de digerir, mas acho que vale a pena arriscar&#8230; Que tal? Se surgir coragem, acesse o link aqui*
Ser mãe e saber medir as negativas e as permissões para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>No Portal MdeMulher, seção Família, há uma <strong>enquete </strong>que trata o <strong><em>&#8220;controle dos filhos sobre a mãe&#8221;</em></strong>. A pergunta é braba, porque a resposta pode ser difícil de digerir, mas acho que vale a pena arriscar&#8230; Que tal? Se surgir coragem, acesse o<strong> link</strong><a href="http://mdemulher.abril.com.br/familia/testes/filhos/voce-deixa-seu-filho-lhe-controlar-teste-ana-maria-527581.shtml" target="_blank"><strong> aqui*</strong></a></p>
<p>Ser mãe e saber medir as negativas e as permissões para que os filhos possam se divertir, descobrir o mundo ao seu redor, mas ao mesmo tempo entender que &#8220;não&#8221; faz parte dos limites que inevitavelmente estarão presentes em sua vida na infância ou na vida adulta, faz das tarefas do cotidiano expressões de aprendizado e compreensão contínuas. Não é fácil e muitas vezes com pressa, ansiedade ou falta de experiência até, nós mães podemos pecar e permitir sim que os filhos nos controlem. O legal, quando acontece (se acontecer) é que possamos perceber e aprender. A vida é assim, afinal de contas, não é?</p>
<blockquote>
<h3>O resultado</h3>
<p><em>Você demonstra uma certa insegurança quando permite que seu filho consiga o que quer fazendo algumas chantagens. Algumas vezes, você mantém o &#8220;não&#8221; com muita firmeza, mas cede em outros momentos. Procure perceber o real motivo que faz você ceder a um pedido inadequado: será que é culpa ou impaciência? Assim que descobrir, fique atenta para não cometer mais esse erro.</em></p></blockquote>
<p>Puxa, suspeitei que o CJ me dominava, mas agora tenho provas <img src='http://blogdati.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Apesar da enquete não sugerir exatidão já que faz uma média sobre perguntas fechadas (respostas de x) o alerta fica no ar&#8230; e assim ficarei mais atenta!</p>


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		<item>
		<title>Passaram-se apenas 3 anos e já esquecemos a tragédia de João Hélio?</title>
		<link>http://blogdati.com/2010/02/28/passaram-se-apenas-3-anos-e-ja-esquecemos-a-tragedia-de-joao-helio/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 12:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiffany</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias de jornal/revistas/portais]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[cariocas]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento social]]></category>
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		<category><![CDATA[desabafo de mãe]]></category>
		<category><![CDATA[violência urbana]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra crianças]]></category>

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Nas duas últimas semanas muito se falou sobre a tragédia que matou o menino de quase 6 anos, João Hélio, no subúrbio carioca, em 2007. Eu li* as primeiras notas que davam vazão ao assunto no Portal G1* e receosa sobre a veracidade do que estava sendo trazido pela mídia, postei meus comentários via Facebook, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Nas duas últimas semanas muito se falou sobre a tragédia que matou o menino de quase 6 anos, <strong>João Hélio</strong>, no subúrbio carioca, em 2007. Eu <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL1495523-5606,00-JOVEM+ENVOLVIDO+NA+MORTE+DE+JOAO+HELIO+GANHA+A+LIBERDADE+DIZ+TJ.html" target="_blank">li*</a> as primeiras notas que davam vazão ao assunto no<a href="http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL5847-5606,00-MENOR+CONFESSA+PARTICIPACAO+NO+CRIME+QUE+MATOU+JOAO+HELIO.html" target="_blank"> </a><strong><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL5847-5606,00-MENOR+CONFESSA+PARTICIPACAO+NO+CRIME+QUE+MATOU+JOAO+HELIO.html" target="_blank">Portal G1*</a></strong> e receosa sobre a veracidade do que estava sendo trazido pela mídia, postei meus comentários via <strong>Facebook</strong>, muito indignada com a possibilidade de assistir a<strong> &#8220;volta de mais um criminoso às ruas&#8221;</strong>, sem a devida punição pelo crime cometido e sem aprendizado a partir do <strong>&#8220;tratamento&#8221; </strong>sugerido pela Justiça Brasileira.</p>
<p>Acompanhando as notícias durante toda a semana eu me senti <strong>&#8220;revivendo&#8221; um pesadelo</strong> que diz respeito à família de João Hélio e às famílias dos 4 criminosos responsáveis por sua morte, mas que <strong>chocou e alterou a forma de vida de muitas famílias nesta cidade.</strong> Várias reportagens já falaram sobre os testemunhos de famílias moradoras do Rio que passaram a ter medo de sair com filhos pequenos presos às cadeirinhas de bebê/criança fixadas em seus automóveis. Outras pessoas desenvolveram síndrome do pânico, receio demasiado de frequentar determinadas áreas da cidade e assim por diante. Parece que é um caso isolado e diferente do que disse o jornalista Alexandre Garcia da Rede Globo, em comentário no<strong> Bom Dia Brasil</strong> (aqui*) esse caso do menino João Hélio não foi esquecido, não pode ser considerado apenas mais um. Famílias como a da blogueira <a href="http://twitter.com/anaclaudiabessa" target="_blank">@anaclaudiabessa</a>, do <a href="http://futurodopresente.com.br/blog/" target="_blank">Blog*</a> <strong>O Futuro do Presente</strong>, mudaram seu estilo de vida e endereço a partir dos reflexos desse caso, priorizando mais qualidade de vida, mais segurança e tranquilidade para sua vida familiar e especialmente para criar os filhos.</p>
<p><a href="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/02/Foto-montagem-do-caso-do-menino-João-Hélio-produzida-pelo-canal-G11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2336" title="Foto montagem do caso do menino João Hélio produzida pelo canal G1" src="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/02/Foto-montagem-do-caso-do-menino-João-Hélio-produzida-pelo-canal-G11.jpg" alt="" width="535" height="335" /></a></p>
<p><strong>Mas, vamos lá, recapitulando a razão de ter-se falado tanto no caso de João Hélio nestes últimos dias. </strong></p>
<blockquote><p><em>Um dos rapazes condenados pela morte do menino João Hélio, Ezequiel Toledo Lima, 19 anos à época menor de idade, após cumprir três anos de medida socio-educativa, estava em regime de semi-liberdade deste o dia 9 de fevereiro de 2010, por decisão do juiz Marcius da Costa. Pela lei, o jovem tinha o direito ao benefício. O Ministério Público, no entanto, recorreu (em concordância com os interesses da Família de João Hélio) e o desembargador Francisco José de Asevedo, da 4ª Câmara Criminal do TJ, anulou liminarmente a decisão anterior, determinando<strong> </strong></em><a href="http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010/02/23/tribunal-de-justica-do-rio-cancela-protecao-manda-prender-novamente-condenado-pela-morte-de-joao-helio-915920525.asp" target="_self"><em><strong>a exclusão do jovem do </strong></em></a><a href="http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010/02/18/um-dos-assassinos-de-joao-helio-solto-participa-de-programa-de-protecao-menores-915889219.asp" target="_self"><em><strong>Programa de Proteção à Crianças Ameaçadas de Morte (PPCAM)</strong></em></a><em>, no qual estava inserido e expediu mandado de busca e apreensão. Ao tomar conhecimento da nova decisão, o </em><a href="http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010/02/24/jovem-condenado-pela-morte-do-menino-joao-helio-se-entrega-915925320.asp" target="_self"><em>acusado se apresentou à 2ª Vara da Infância</em></a><em> na noite de terça-feira, 23 de fevereiro. E na quarta-feira, houve audiência para decidir se o jovem criminoso poderá ser mantido no Programa citado. </em>(Fonte: <a href="http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010/02/24/audiencia-decide-destino-de-um-dos-assassinos-do-menino-joao-helio-915926932.asp" target="_blank">O Globo</a>)</p></blockquote>
<p><strong>Palavras do advogado da Família de João Hélio:</strong></p>
<blockquote><p><em><strong>&#8220;Queremos o melhor para a sociedade, ou seja, temos que combater o mal. Está havendo uma inversão de valores. Eu, particularmente, estou satisfeito com a medida do Tribunal de Justiça. Ele deveria ter um comportamento exemplar, e não teve&#8221;</strong> </em>- comentou o advogado antes de entrar no prédio para participar da audiência. <em>O advogado ainda fez críticas ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). <strong>&#8220;</strong><span style="font-style: normal;"><em><strong>Esse estatuto é brincadeira. Deve ser mudado urgentemente. É uma lei carinhosa. Não faz bem à sociedade. Os bandidos sabem que os menores são protegidos por essa lei e são usados pelos adultos&#8221;</strong>, afirmou.</em></span></em></p></blockquote>
<p><strong>A reportagem do jornal O Globo contextualiza a situação do jovem criminoso assim:</strong></p>
<blockquote><p><em>O temor de que o assassino do menino João Hélio corria riscos ao conviver com outros jovens em conflito com a lei pesou na polêmica decisão do juiz da 2ª Vara da Infância e Juventude. O magistrado concluiu que os casos de mau comportamento do rapaz no Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase), onde cumpriu três anos de medida socioeducativa, estariam relacionados à reação de defesa do jovem frente a supostas tentativas de agressão física.</em></p>
<p><em>Logo após cumprir os três anos de apreensão, na qual passou a maior parte do tempo isolado dos demais jovens, em cela chamada de &#8220;seguro&#8221;, o rapaz disse que não ficaria no Criaad &#8211; sugerindo uma fuga &#8211; por temer novas agressões. Convencido de que os riscos eram reais, </em><a href="http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010/02/23/audiencia-nesta-quarta-feira-decide-futuro-de-condenado-pelo-assassinato-de-joao-helio-915924641.asp" target="_self"><em>o juiz resolveu, então, acolher o pedido da ONG Projeto Legal</em></a><em> , executora do PPCAM no Rio de Janeiro, para incluir o jovem no programa.</em></p>
<p><em>Para entregar o jovem ao Projeto Legal, o juiz promoveu uma reunião de sua equipe técnica com representes da ONG. Ficou acertado que, durante um ano, o jovem seria acolhido com a sua família em imóvel do projeto, com acompanhamento permanente e avaliações periódicas, comunicadas à Vara da Infância e da Juventude.</em></p>
<p><strong><em>***</em></strong></p></blockquote>
<p><strong>Eu faço muitas ponderações, mas como mãe sei que analiso esse caso de modo muito passional, não tem jeito&#8230; </strong></p>
<blockquote><p><em>Direitos Humanos, afinal todos merecem? Com que pesos e medidas podemos julgar e condenar olhando assim de fora, mas baseado-nos em nossos próprios interesses? Esse rapaz, Ezequiel pode ser considerado uma &#8220;sequela&#8221; das falhas da educação e políticas públicas do Rio e do Brasil, assim ele merece tantos cuidados, o perdão da família e a redenção junto a sociedade? Será que não estão exagerando em sua defesa tomando seu caso como referência para discutir direitos humanos e &#8220;reavaliar ou achincalhar&#8221; o ECA? O que será da vida desse rapaz eu não sei, mas ela &#8211; em liberdade &#8211; já cambaleava e dava sinais de pouquíssimo sucesso e de certo apenas sabemos que a vida de João Hélio não voltará mais. Será que o mínimo que seu nome e honra merecem não seria a punição severa e exemplar de todos os criminosos confessos? </em></p>
<p><em>***</em></p></blockquote>
<p><strong>Cito Alexandre Garcia de novo, quando desta vez ao se questionar sobre o Estado, ele nos sugere outra reflexão&#8230;</strong></p>
<blockquote><p><em>O Estado é responsável pela vida das pessoas, seja qual for a idade do preso. Ele foi solto, voltou. Levanta a discussão: afinal, todos sã<span style="font-style: normal;"><em>o iguais perante a lei. Ou não? Todos são iguais perante o crime. Ou não? É preciso estudar novamente a questão da idade penal.</em></span></em></p></blockquote>


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		<title>Shakira em prol da Fundação Pies Descalzos</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 12:51:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiffany</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoas famosas/celebridades]]></category>
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Essa notícia é para fãs de Shakira, a cantora latina mais sensual dos últimos tempos, mas também é para lembrar as pessoas de um modo geral o quanto artistas que alcançam sucesso e destaque social podem e devem fazer para através de sua imagem incentivar a angariar doações para os menos favorecidos, em especial crianças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: center;">Essa notícia é para fãs de Shakira, a cantora latina mais sensual dos últimos tempos, mas também é para lembrar as pessoas de um modo geral o quanto artistas que alcançam sucesso e destaque social podem e devem fazer para através de sua imagem incentivar a angariar doações para os menos favorecidos, em especial crianças que merecem uma oportunidade de futuro possível.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://revistaquem.globo.com/Revista/Quem/0,,EAH0-8173-2390,00.html" target="_self">Shakira</a></strong> lançou na última segunda-feira (22), em Washington, &#8220;a camisa e pulseira da Hard Rock Café&#8221; solidariedade, que você vê na foto abaixo. Parte da renda obtida será revertida à <strong>Fundação Pies Descalzos, </strong>fundada por ela. <strong>A organização atende cinco escolas na Colômbia</strong>, terra natal da cantora, fornecendo educação e refeições para mais de 4 mil crianças.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/02/Camiseta-e-pulseira-feitas-especialmente-para-a-campanha-que-vai-ajudar-a-Fundação-Pies-Descalzos.jpg"><img class="size-medium wp-image-2321 aligncenter" title="Camiseta e pulseira feitas especialmente para a campanha, que vai ajudar a Fundação Pies Descalzos" src="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/02/Camiseta-e-pulseira-feitas-especialmente-para-a-campanha-que-vai-ajudar-a-Fundação-Pies-Descalzos-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" /></a></p>
<blockquote style="text-align: center;"><p><em>A iniciativa faz parte da campanha &#8220;Spotlight Artist&#8221; da grife, que lançou a edição limitada. A Fundação ficará com 15% do preço de varejo das camisetas, e 100% dos lucros das pulseiras. Shakira discursou durante o lançamento, confira abaixo:</em></p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/FBsxSJrFuJ4&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/FBsxSJrFuJ4&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>


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		<item>
		<title>Exposição “A cara do Rio de Janeiro” começa sábado!</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 12:23:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiffany</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[cariocas]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento social]]></category>
		<category><![CDATA[dica cultural]]></category>

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- Pare. Olhe. Reflita sobre a cidade. Essa é a proposta da exposição que tem início no próximo sábado (27) no Centro Cultural dos Correios, na capital carioca. Eu estou recomendando porque vi a dica em reportagem* do Bom Dia Rio, hoje, e gostei muito da idéia.
Para falar a verdade a proposta de &#8220;observar&#8221; a [...]]]></description>
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<p><strong>- Pare. Olhe. Reflita sobre a cidade.</strong> Essa é a proposta da exposição que tem início no próximo sábado (27) no Centro Cultural dos Correios, na capital carioca. Eu estou recomendando porque vi a dica em <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL1506610-5606,00-EXPOSICAO+NO+CENTRO+DO+RIO+VAI+RETRATAR+A+ALMA+CARIOCA.html" target="_blank">reportagem</a>* do Bom Dia Rio, hoje, e gostei muito da idéia.</p>
<p>Para falar a verdade a proposta de <strong>&#8220;observar&#8221;</strong> a cidade em imagens, fotografias ou pinturas, com a tônica do comportamento carioca, revelando o traquejo dos cidadãos, suas peculiaridades, apontando problemas impossíveis de se disfarçar e claro, dando destaque aos pontos turísticos da cidade sempre me atrai&#8230; acho que interessa a todos <img src='http://blogdati.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>E como diz a reportagem essa exposição traz também ângulos pouco conhecidos da cidade, o que é sempre interessante, não?! Segundo o curador da exposição, Marcelo Frazão,<em> &#8220;o objetivo é fazer com que os visitantes parem e reflitam sobre o Rio. A pessoa que vier visitar a mostra vai encontrar o bom humor do carioca nos quadros do Paulo Vilella. Tem trabalhos para todos os gostos. É a alma do carioca&#8221;.</em></p>
<p>Engraçado e acertado foi o comentário da jornalista <a href="http://rjtv.globo.com/Jornalismo/RJTV/0,,AR195-9127-811,00.html" target="_blank">Ana Luiza Guimarães*</a>, apresentadora do Bom Dia Rio, ao dizer que<strong> &#8220;o carioca gosta de criticar a cidade, mas não gosta que ninguém fale mal&#8221;</strong>. Essa referência é sobre as críticas sociais que as próprias telas em exposição sugerem que se faça. E o comentário é muito engraçado porque esse &#8220;comportamento&#8221; de criticar a cidade e tudo o mais que vier é a &#8220;característica dos cariocas&#8221;&#8230; e bem confesso, um hábito difícil de se acostumar <img src='http://blogdati.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>E para os que ainda não conhecem, somente a instalação do Centro Cultural dos Correios, prédio fundado em 1922, já merece uma visita. É lindo.</p>
<p><strong><em>Serviço: </em></strong></p>
<p><em>Período: 27.02 a 11.04</em></p>
<p><em>Horário: de terça a domingo, das 12h às 19h</em></p>
<p><em>Local: Centro Cultural dos Correios. Rua Visconde de Itaboraí, 20</em></p>
<p><em>Site dos Correios, <a href="http://www.correios.com.br/institucional/conheca_correios/acoes_culturais/esp_cult_rj/ccc_rj.cfm" target="_blank">link*</a> para cultura.</em></p>
<p><a href="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/02/Fachada-do-Centro-Cultural-dos-Correios-.-Rio-de-Janeiro.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2316" title="Fachada do Centro Cultural dos Correios . Rio de Janeiro" src="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/02/Fachada-do-Centro-Cultural-dos-Correios-.-Rio-de-Janeiro.jpg" alt="" width="336" height="438" /></a></p>


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		<title>Mãe é sagrada, eu digo assim…</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 02:08:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiffany</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento de mãe]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>

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Todas as vezes em que o meu filho fala grosso, reclama de algo, faz manha ou ameaça brigar eu digo: CJ, mãe é uma coisa sagrada. Não pode brigar com a mamãe!
Muitas vezes eu me flagro pensando na minha mãe enquanto digo essas coisas para o CJ e da mesma maneira quando o acompanho nas [...]]]></description>
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<p style="text-align: center;">Todas as vezes em que o meu filho fala grosso, reclama de algo, faz manha ou ameaça brigar eu digo: <strong>CJ, mãe é uma coisa sagrada. Não pode brigar com a mamãe!</strong></p>
<p style="text-align: center;">Muitas vezes eu me flagro pensando na minha mãe enquanto digo essas coisas para o CJ e da mesma maneira quando o acompanho nas brincadeiras, nas conversas, nos passeios. Acho que acaba sendo natural fazer reflexões sobre a maternidade &#8211; assim constantemente &#8211; e até nos compararmos com nossas próprias mães num sinal de &#8220;repita o que fizeram certo e diferente aquilo que acha que erraram&#8230;&#8221;</p>
<p style="text-align: center;">Engraçado, né?!</p>
<p style="text-align: center;">Mas o legal e que eu precisava referendar hoje é a <strong>boa vontade, disposição e amor</strong> <strong>que emanam de algumas mães como a minha</strong>, que hoje completou mais um ano de vida, uma vida turbulenta, emocionante, com altos e baixos, alegrias e aventuras, de quatro filhos, até o momento três netos, muito sucesso profissional, buscas pessoais e aprendizado. Quando eu, hoje cedo, pensei em postar sobre minha mãe me passaram inúmeras idéias pela cabeça e para todas eu pensava: <em>&#8220;nossa, ela já viveu tudo isso&#8230; Com tanta história, o que eu posso salientar?&#8221; </em></p>
<p style="text-align: center;">Decidi que não há como escolher, foram anos de vida e experiências únicas, o que não me oferece chance de escolher uma ocasião específica, mas talvez enaltecer o quanto ela se empenha para se manter atualizada, para aprender diariamente, usufruir dos recursos tecnológicos e ainda expressar-se gerando informação com qualidade (uma de suas preocupações) como blogueira, <strong>levando o conteúdo de seu interesse além das portas do seu conhecimento&#8230; </strong>isso acho que seria uma homenagem legal.</p>
<p style="text-align: center;">Por isso aproveito para divulgar o<a href="http://louvoreintercessao.com.br/" target="_blank"> blog* <strong>Louvor e Intercessão</strong></a>, onde minha mãe expressa o seu conhecimento e pesquisa sobre Teologia, estudos bíblicos e afins. Com uma frequencia quase que diária e muito cuidado, dedicação e sensibilidade seus posts são sempre especiais e engrandecedores. Vale a pena conhecer! E olhem, neste caso não é corujice de mãe, é de filha mesmo <img src='http://blogdati.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/02/My-Pictures.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2312" title="imagem da home do Blog Louvor e Intecessao.com.br" src="http://blogdati.com/wp-content/uploads/2010/02/My-Pictures.jpg" alt="" width="480" height="333" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Mãe, feliz aniversário! Deus a abençoe, sempre!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Com amor, Ti</strong></p>


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