<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6071692319049941798</id><updated>2024-10-08T08:38:07.612-07:00</updated><category term="Java"/><category term="Historia do Java"/><category term="Tecnologia Java"/><category term="Profissão"/><category term="Abaixo Assinado"/><category term="Analista"/><category term="Analista de Sistemas"/><category term="Apostila Java"/><category term="Caelum"/><category term="Eclipse"/><category term="FJ-11"/><category term="Falta de Profissionais em TI"/><category term="Hello Word"/><category term="POO"/><category term="Primeiro Programa em Java"/><category term="Profissionais"/><category term="Programação Orientada a  Objetos"/><category term="Programação Orientada a  Objetos com Java"/><category term="Regulamentação"/><category term="Sistemas"/><category term="TI"/><category term="Xbox"/><category term="hacker"/><category term="kinect"/><category term="windows 7"/><title type='text'>Blog do Ary</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://arycleber.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Ary Cleber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13436226959590739833</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiu4poBwFL0N4eVvBApxR7rQlMid1-N9CGfMstU-bChTLm2RzntJN2qLe1sKTbQUkS_YfnOS-7LbnLA4dfe_AWlFegdnSHTrgofBEG0cKlgAzeMqDascuDacVPwkr0ATA/s220/eu.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>18</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6071692319049941798.post-3457345601804563890</id><published>2011-04-05T10:09:00.000-07:00</published><updated>2011-04-05T10:12:10.136-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Falta de Profissionais em TI"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Profissionais"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Profissão"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="TI"/><title type='text'>Faltam profissionais em TI</title><content type='html'>O mercado de tecnologia da informação está sedento por profissionais. De acordo com o diretor de educação e RH da Brasscom (Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), Sérgio Sgobbi, o mercado apresenta um déficit de 100 mil postos atualmente. Isso quer dizer que, em todo o Brasil, existem 100 mil cadeiras a espera de pessoas em várias vertentes de TI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quer garantir o seu lugar nessa área tão promissora e com salários tão atrativos? Então assista ao vídeo e veja como você pode encontrar trabalho no setor e mantê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://jcconcursos.uol.com.br/vip/VideosDetalhe.aspx?codVideo=nKIecCtbCK4=</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arycleber.blogspot.com/feeds/3457345601804563890/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2011/04/faltam-profissionais-em-ti.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/3457345601804563890'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/3457345601804563890'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2011/04/faltam-profissionais-em-ti.html' title='Faltam profissionais em TI'/><author><name>Ary Cleber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13436226959590739833</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiu4poBwFL0N4eVvBApxR7rQlMid1-N9CGfMstU-bChTLm2RzntJN2qLe1sKTbQUkS_YfnOS-7LbnLA4dfe_AWlFegdnSHTrgofBEG0cKlgAzeMqDascuDacVPwkr0ATA/s220/eu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6071692319049941798.post-6737234740716438203</id><published>2011-04-01T19:50:00.000-07:00</published><updated>2011-04-01T19:56:45.532-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Abaixo Assinado"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Analista"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Analista de Sistemas"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Profissão"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Regulamentação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sistemas"/><title type='text'>Regulamentação da Profissão de Analista de Sistemas</title><content type='html'>&lt;h1 style=&quot;background-color: #d3d3d3;text-align:center;width:100%&quot;&gt;     Abaixo-assinado Pela Regulamentação da Profissão de Analista de Sistemas e Correlatas    &lt;/h1&gt;    &lt;h2 style=&quot;background-color: #e6e6fa; width:100%&quot;&gt;     Para:Congresso Nacional do Brasil&lt;/h2&gt;         &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;      A aprovação de uma lei que regulamenta a profissão de Analista de  Sistemas e correlatas já é tardia. Já são quatro anos nas comissões do  Senado e o caminho até a aprovação final parece ainda ser longo pela  falta de participação ativa dos próprios profissionais de informática. O  projeto de lei que trata dessa regulamentação – o PLS 607/07 – está  atualmente na CAS (Comissão de Assuntos Sociais) do Senado. Esse projeto  de lei é apenas uma semente que precisa germinar e, para isso,  precisamos intensificar a nossa participação. Então, este é o momento  decisivo para os profissionais de informática contribuírem para a  regulamentação da sua própria profissão, pressionando o Congresso  Nacional a votar pela aprovação desta proposta. Depois de passada esta  oportunidade, não adianta reclamar da situação de despersonalização e  exploração profissional e das más condições de trabalho enfrentadas  diariamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As profissões de Analistas de Sistemas e correlatas estão hoje entre  as mais desrespeitadas e exploradas do Brasil. Entre outros motivos,  isto acontece porque ainda não existe consciência de classe, organização  ou disciplina da profissão. A maioria dos profissionais, preocupados  apenas com a sua sobrevivência, ainda espera, passivamente, que a  situação melhore de maneira milagrosa, nada fazendo concretamente para  que esta melhora ocorra. Agindo dessa forma, a categoria fica submetida  às influências daqueles que têm grande interesse na desorganização da  profissão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe muito lobby no Congresso por parte das empresas que  terceirizam os nossos serviços contra a aprovação desta lei. Claro que  não é do interesse desses atravessadores egoístas de mão de obra que  tenhamos uma classe organizada, que lutemos por melhores condições de  qualidade de trabalho. Somos desvalorizados e tratados como  profissionais de segunda categoria por esses “empresários”, por ainda  não sermos uma Classe unida, e não termos  qualquer tipo de amparo  institucional; somos forçados a trabalhar com salários indignos, apesar  de nossa alta qualificação e grande responsabilidade; somos forçados a  trabalhar com profissionais de outras categorias, sem a menor formação  em informática, em nome do grande lucro em curto prazo para esses  “empresários”. Os profissionais e os clientes perdem muito com isto,  apenas os “empresários” gananciosos ganham. Obrigam-nos a pertencer a  falsas cooperativas e a abrir falsas empresas, para que os direitos  trabalhistas não sejam pagos e os impostos sejam sonegados. Obrigam-nos a  trabalhar três turnos, finais de semana, sem recebermos nada em troca.  Sofremos de graves problemas de saúde do trabalho pelas condições a que  somos forçados. Quem não se sujeita a isto perde o emprego pois qualquer  um pode assumir o seu lugar para estes “empresários”. E hoje é assim  mesmo, qualquer um pode ser Analista de Sistemas para grande parte das  empresas terceirizadoras. O prejuízo humano e financeiro é incalculável  para a sociedade e poucos ainda possuem esta consciência. A nossa  profissão está hoje, em grande parte, na ilegalidade, nas mãos de  empresários exploradores, que não possuem compromisso com o bem social e  não entendem de informática. Nossa atividade está nas mãos de falsos  “sindicatos”, criados pelas próprias empresas terceirizadoras, e está  até sob o domínio de muitos criminosos do processo licitatório, que nos  obrigam a trabalhar, muitas vezes, sob condições desumanas e antiéticas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisamos ter consciência de que somos uma força de trabalho humano  imprescindível para o desenvolvimento social e econômico. Porém,  estamos nas mãos de exploradores, que nos rebaixam, subestimam e  minimizam, e, para justificar a exploração, afirmam com a grande falácia  de que nossa atividade é apenas uma área “meio”. Deste modo nos tratam  pior do que nossos irmãos terceirizados pelas empresas que exploram os  serviços de limpeza. Do que vale nosso constante investimento em estudos  e atualizações? Apenas para nos mantermos no “mercado” que estes  empresários que burlam as leis trabalhistas e os políticos corruptos  criam? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É chegada a hora de sermos maduros, competentes e usarmos nossa  inteligência de fato. Precisamos ter mais consciência de Classe, mais  união e participação para moralizarmos esta profissão – como fazem  outras categorias como Engenheiros, Médicos, Enfermeiros,  Nutricionistas, Jornalistas, Empregados Domésticos, Artistas, Advogados,  atletas de futebol, Contadores, Corretores de imóveis, Administradores,  Economistas, Aeronautas e outras 60 profissões já regulamentadas. Após  mais de cinco décadas de processo de informatização da sociedade, ainda  não existe nenhuma regulamentação profissional para profissionais de  informática no Brasil. Será que a sociedade sabe que existimos? A  sociedade tem a mínima idéia do papel que desempenhamos e das grandes  responsabilidades que assumimos? O que – ou quem – nos faz invisíveis?  Somos menos importantes para a sociedade do que essas outras profissões?  A atividade é menos complexa, exige menos capacidade e estudo do que  essas outras profissões? Ou será que pode ser ao contrário e por isto  mesmo estamos nesta situação? O que ainda estamos esperando e qual a  nossa parte de responsabilidade neste contexto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É chegado o momento da sociedade saber do nosso trabalho. Precisamos  do devido e merecido reconhecimento e respeito profissional por parte  da sociedade e isto só pode vir com a regulamentação da profissão de  Analista de Sistemas e correlatas. Com o respeito social poderemos  trabalhar com mais dignidade, qualidade, segurança e responsabilidade.  Não seremos apenas mais um número na conta dos http://www.blogger.com/img/blank.gifexploradores do nosso  conhecimento, seremos uma Classe atuante, longe dos sanguessugas e  criminosos de hoje, que poderá muito ajudar ao Brasil a se desenvolver  corretamente. Precisamos da sua ajuda para podermos regulamentar a  profissão de Analista de Sistemas e correlatas e melhorar as nossas  condições de trabalho e de vida, para esta e para as futuras gerações de  profissionais de informática. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contribua assinando esta petição pública, cujas assinaturas serão  enviadas ao congresso nacional (Senado e Câmara dos Deputados). Ajude a  sua profissão!     &lt;/p&gt;     &lt;br /&gt;    Os signatários&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assinem este importante &lt;a href=&quot;http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoAssinar.aspx?pi=60707PLS&quot;&gt;Abaixo-Assinado&lt;/a&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arycleber.blogspot.com/feeds/6737234740716438203/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2011/04/regulamentacao-da-profissao-de-analista.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/6737234740716438203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/6737234740716438203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2011/04/regulamentacao-da-profissao-de-analista.html' title='Regulamentação da Profissão de Analista de Sistemas'/><author><name>Ary Cleber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13436226959590739833</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiu4poBwFL0N4eVvBApxR7rQlMid1-N9CGfMstU-bChTLm2RzntJN2qLe1sKTbQUkS_YfnOS-7LbnLA4dfe_AWlFegdnSHTrgofBEG0cKlgAzeMqDascuDacVPwkr0ATA/s220/eu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6071692319049941798.post-5288542608159762575</id><published>2010-12-23T12:21:00.001-08:00</published><updated>2010-12-27T09:51:03.514-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Eclipse"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Hello Word"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Primeiro Programa em Java"/><title type='text'>Criando primeiro Programa com o Eclipse</title><content type='html'>&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;&lt;style&gt;@font-face {   font-family: &quot;Cambria Math&quot;; }@font-face {   font-family: &quot;Calibri&quot;; }p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal { margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 5.65pt; font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; }span.Ingls { font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; color: windowtext; font-style: italic; }.MsoChpDefault { font-size: 10pt; }div.WordSection1 { page: WordSection&lt;/style&gt;Neste post, trabalharemos com a IDE &lt;em&gt;Eclipse&lt;/em&gt;. O Eclipse é um &lt;em&gt;software&lt;/em&gt; popular, poderoso e gratuito. Assumimos que o Eclipse, assim como o ambiente Java, já estão devidamente instalados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjaq7gy6-zYCyxlbH1tc_LiVZ6I9c9A3O7Ui8c7jXZj-OMtUzLFrt5F5ZsVYjwBXY-yLACWoAHxSw34QkfK8z8v5erWYov0B2CVFY4wIv4XTAxCkuqtbfZlhSoVFuQo12nUP4Utwin1ZQ8e/s1600/image001.png&quot;&gt;&lt;img style=&quot;cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjaq7gy6-zYCyxlbH1tc_LiVZ6I9c9A3O7Ui8c7jXZj-OMtUzLFrt5F5ZsVYjwBXY-yLACWoAHxSw34QkfK8z8v5erWYov0B2CVFY4wIv4XTAxCkuqtbfZlhSoVFuQo12nUP4Utwin1ZQ8e/s400/image001.png&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5553976022638159474&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Figura 1&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;A Figura1 &lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;apresenta um screenshot do Eclipse.   &lt;style&gt;@font-face {   font-family: &quot;Cambria Math&quot;; }@font-face {   font-family: &quot;Calibri&quot;; }p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal { margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 5.65pt; font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; }span.Ingls { font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; color: windowtext; font-style: italic; }.MsoChpDefault { font-size: 10pt; }div.WordSection1 { page: WordSection1; }&lt;/style&gt;Para chegar a essa tela da Figura1 &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;, abra o Eclipse. Primeiro, ele perguntará que workspace você quererá usar, como pode ser visto na&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;display: block;&quot; id=&quot;formatbar_Buttons&quot;&gt;&lt;span class=&quot; on&quot; style=&quot;display: block;&quot; id=&quot;formatbar_Add_Image&quot; title=&quot;Adicionar imagem&quot; onmouseover=&quot;ButtonHoverOn(this);&quot; onmouseout=&quot;ButtonHoverOff(this);&quot; onmouseup=&quot;addImage();&quot; onmousedown=&quot;CheckFormatting(event);;ButtonMouseDown(this);&quot;&gt;Figura 2.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;display: block;&quot; id=&quot;formatbar_Buttons&quot;&gt;&lt;span class=&quot; on&quot; style=&quot;display: block;&quot; id=&quot;formatbar_Add_Image&quot; title=&quot;Adicionar imagem&quot; onmouseover=&quot;ButtonHoverOn(this);&quot; onmouseout=&quot;ButtonHoverOff(this);&quot; onmouseup=&quot;addImage();&quot; onmousedown=&quot;CheckFormatting(event);;ButtonMouseDown(this);&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi_W-siEzwJn7mpindIbd2MtSOVn1X4TtM63onFjy6q9LjeT_IxyI7BDtKQQcaLuFWRCnqsfKjA9HwNoNj0nl06QfpPNqpa9lu6OhJ6wKAsJz_FsPJqJZSPYrq6qHw9CgwIjfrHzz35DZZU/s1600/image002.png&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 164px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi_W-siEzwJn7mpindIbd2MtSOVn1X4TtM63onFjy6q9LjeT_IxyI7BDtKQQcaLuFWRCnqsfKjA9HwNoNj0nl06QfpPNqpa9lu6OhJ6wKAsJz_FsPJqJZSPYrq6qHw9CgwIjfrHzz35DZZU/s400/image002.png&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5553976736812537314&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center; font-weight: bold;&quot;&gt;Figura2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left; font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;Workspace é o diretório onde se cria e trabalha em projetos. Se você não tem nenhuma razão para mudar o padrão, apenas clique em Ok. Feito isso, aparecerá a tela da Figura3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh8IUG5bwCe6xnRMO-n-ioKc4vJgT7IyAEsBSJ6APGDZ7pmYzGBmN2wMQwRpht-MxlffmWmcpkMuH0EsebicX0xgaR2Kbr5CIM-w2TOxpLZ5Qbe3aLiwq_TzLyCvbW7v6q5hBRpOm97RRKP/s1600/image003.png&quot;&gt;&lt;img style=&quot;cursor: pointer; width: 400px; height: 301px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh8IUG5bwCe6xnRMO-n-ioKc4vJgT7IyAEsBSJ6APGDZ7pmYzGBmN2wMQwRpht-MxlffmWmcpkMuH0EsebicX0xgaR2Kbr5CIM-w2TOxpLZ5Qbe3aLiwq_TzLyCvbW7v6q5hBRpOm97RRKP/s400/image003.png&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5553977192371882178&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Figura3&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Esta tela aparece todas as vezes que se abre  um workspace novo; para ir ao ambiente de trabalho, clique no ícone do  canto superior direito, com o rótulo Workbench.&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;&lt;style&gt;@font-face {   font-family: &quot;Cambria Math&quot;; }@font-face {   font-family: &quot;Calibri&quot;; }p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal { margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 115%; font-size: 11pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; }.MsoChpDefault {  }.MsoPapDefault { margin-bottom: 10pt; line-height: 115%; }div.WordSection1 { page: WordSection1; }&lt;/style&gt;  &lt;div&gt;É possível usar vários workspaces com uma mesma instalação do Eclipse. Muitos programadores costumam manter vários workspaces, com projetos relacionados em cada um. Por exemplo, se o desenvolvedor trabalha como freelancer para várias empresas, pode ter um projeto para cada uma; se o desenvolvedor também é estudante, pode manter um projeto para o trabalho e outro para o curso; e assim por diante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:tahoma;font-size:130%;color:#5f1214;&quot;&gt;&lt;b&gt;Classes e pacotes no Eclipse&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;    &lt;style&gt;@font-face {   font-family: &quot;Cambria Math&quot;; }@font-face {   font-family: &quot;Calibri&quot;; }@font-face {   font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; }p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal { margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 5.65pt; font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; }p.Intertitulo, li.Intertitulo, div.Intertitulo { margin: 8.5pt 0cm 0.0001pt; page-break-after: avoid; font-size: 14pt; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;,&quot;sans-serif&quot;; color: navy; font-weight: bold; }span.Ingls { font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; color: windowtext; font-style: italic; }.MsoChpDefault { font-size: 10pt; }div.WordSection1 {  }&lt;/style&gt;&lt;div&gt;  Para criar um programa em Java usando o Eclipse, precisamos primeiro criar um &lt;em&gt;projeto&lt;/em&gt;  do Eclipse. Um projeto é uma unidade de trabalho genérica, mas podemos  assumir nesse tutorial que um projeto é um programa. Para criá-lo quando  o Eclipse já estiver apresentando a tela da Figura1&lt;strong&gt;&lt;a style=&quot;cursor: pointer;&quot; title=&quot;clique para abrir/fechar&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:blue;&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, pressione Control + N. Feito isso você verá a janela da Figura4&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhpQOSSirXENx9FtFXWl67-Yo7zEkR_EHVCCkHuoqxPqynRPtBKw1Or21XlzjhQNnRqqHXfUzQGpHWUn0V-C4NCEzvH8XL_fwvgoCpgLDlk7udyxkmsclsotUll8A_rjpUY0-jm9beIBfRZ/s1600/image004.png&quot;&gt;&lt;img style=&quot;cursor: pointer; width: 400px; height: 383px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhpQOSSirXENx9FtFXWl67-Yo7zEkR_EHVCCkHuoqxPqynRPtBKw1Or21XlzjhQNnRqqHXfUzQGpHWUn0V-C4NCEzvH8XL_fwvgoCpgLDlk7udyxkmsclsotUll8A_rjpUY0-jm9beIBfRZ/s400/image004.png&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5553977861181107282&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Figura4&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;Nela, selecione a opção Java Project e clique em Next. Na tela que pode ser vista na Figura5&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;,   podemos configurar vários detalhes do projeto. Por ora, vamos apenas   dar um nome para o projeto. Poderíamos clicar em Next e mudar outras   configurações, mas não precisamos disso agora, então clique apenas em   Finish. O projeto aparecerá no compartimento do lado esquerdo, na aba   Project Explorer.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhq1rEui0Sxiq07YOrn2afkpvU1WxztkDtUreNHn7FxOI4JJAxTMb6jRqsXYRHVHSY1kbz6GCM8wr1c90r1DWytCb-VXLDjw6Ge50MMcmsjLk8rYZf8C-eRBlGhskb46kH7RUmJl4OjfS4s/s1600/image005.png&quot;&gt;&lt;img style=&quot;cursor: pointer; width: 340px; height: 400px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhq1rEui0Sxiq07YOrn2afkpvU1WxztkDtUreNHn7FxOI4JJAxTMb6jRqsXYRHVHSY1kbz6GCM8wr1c90r1DWytCb-VXLDjw6Ge50MMcmsjLk8rYZf8C-eRBlGhskb46kH7RUmJl4OjfS4s/s400/image005.png&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5553978246727843906&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Figura5&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;  Criado o projeto, podemos criar as classes.  Pressione novamente Control  + N, escolha a opção Class e clique em Next.  A janela da Figura6&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; aparecerá com várias opções para definição da classe.  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg_agtgm-uiZzwH7nssWfONPMGnHy-H78xy8kbTt-wllNUMZiexWRMx6XBxEWSx331vyeZiDErlcD7tdXKOwiQI7XHARkmDwsi2P8Q-62RVtKw3gJR23Lq1v944qTPSiVlXww1F8lhJUN40/s1600/image006.png&quot;&gt;&lt;img style=&quot;cursor: pointer; width: 340px; height: 400px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg_agtgm-uiZzwH7nssWfONPMGnHy-H78xy8kbTt-wllNUMZiexWRMx6XBxEWSx331vyeZiDErlcD7tdXKOwiQI7XHARkmDwsi2P8Q-62RVtKw3gJR23Lq1v944qTPSiVlXww1F8lhJUN40/s400/image006.png&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5553978513811785650&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Figura6&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;   No campo rotulado Name, digite  “PrimeiraClasse”. Um alerta aparecerá dizendo que é recomendável  declarar um pacote (package) também; para declará-lo, digite  “artigoinicial.primeironome” no campo rotulado Package. Depois clique em  Finish.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Pacotes são agrupamentos que podem conter classes  e outros pacotes. Cada um é um diretório, e os arquivos de código-fonte  das classes - assim como os arquivos compilados - que pertencem a um  pacote devem vir dentro do diretório correspondente. Em  artigoinicial.primeironome, por exemplo, há dois pacotes: um chamado  artigoinicial e outro chamado primeironome, que está dentro do primeiro.  Os pacotes são importantes para organizar o código, pois programas  podem ter literalmente milhares de classes.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Pacotes também  evitam conflitos. É possível usar classes produzidas por outras pessoas  e organizações, e alguns nomes são bem comuns, como File, User, List  etc. Em Java, toda classe é compilada para um arquivo que tem o mesmo  nome - e não seria possível ter dois arquivos com o mesmo nome no mesmo  diretório.&lt;br /&gt;Porém, se ponho minha classe File no pacote  br.com.minhaempresa.nomedoprojeto e você puser a sua em  br.org.suaong.projeto, é possível usar ambas as classes em um mesmo  programa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; classe aparecerá no painel do lado direito, como visto na Figura7&lt;strong&gt;&lt;a style=&quot;cursor: pointer;&quot; title=&quot;clique para abrir/fechar&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:blue;&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, e um editor abrirá no centro da tela. Nele, estará o seguinte código:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;public class PrimeiraClasse {&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;}&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;Esse código define uma classe vazia. Na  primeira linha, o pacote da classe é declarado. A palavra public  significa que a classe é &lt;em&gt;pública&lt;/em&gt;, quaisquer outras classes podem usar serviços que ela proveja.&lt;br /&gt;Já a palavra class define que o que será declarado agora é uma classe; o  nome da classe, PrimeiraClasse, deve vir logo após a palavra class.&lt;br /&gt;As chaves que se seguem ({ }) definem o &lt;em&gt;corpo da classe&lt;/em&gt;: é entre elas que os atributos e métodos devem ser descritos.&lt;br /&gt;Por fim, é visível na Figura7&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; que o nome do arquivo em que o código-fonte está é &lt;em&gt;PrimeiraClasse.java&lt;/em&gt;. Em Java, é obrigatório que o arquivo tenha o nome da classe principal que ele contém seguido da extensão &lt;em&gt;.java&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Felizmente, todos esses detalhes já foram resolvidos pelo Eclipse.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjfF4bzEt7V70qdq8cqaEUy61MP8Qf3-VCGil_uV_tYA7UKQkO6MfH-7oE9FZfEYIIJhUrPFqjwr3PPmLzOhNTiQX9nBaP4ul_qHx1-BLYgzEKaB_M6cnSsnvM42YCpzRnIgNWriuKVt32U/s1600/image007.png&quot;&gt;&lt;img style=&quot;cursor: pointer; width: 242px; height: 84px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjfF4bzEt7V70qdq8cqaEUy61MP8Qf3-VCGil_uV_tYA7UKQkO6MfH-7oE9FZfEYIIJhUrPFqjwr3PPmLzOhNTiQX9nBaP4ul_qHx1-BLYgzEKaB_M6cnSsnvM42YCpzRnIgNWriuKVt32U/s400/image007.png&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5553979513666866594&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot; class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;Figura7&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;&lt;div style=&quot;font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(0, 0, 255);&quot;&gt;Método &lt;strong&gt;main()&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;  &lt;div&gt;  Todo programa em Java precisa de uma classe que crie os primeiros objetos e lhes passe as tarefas iniciais. Quem faz isso é um método especial, chamado main(). A forma desse método é a seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;public static void main(String[] args) {&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;}&lt;/div&gt;  &lt;div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  A palavra public, aqui, significa que qualquer outra classe pode utilizar esse método. main é o nome do método, e antes do nome deve vir o tipo do valor que ele retornará; como o método main não retorna nada, diz-se que ele retorna void.&lt;br /&gt;Já a palavra static tem um sentido bem especial: significa que o método pode ser invocado mesmo sem ser criado nenhum objeto da classe. Na maioria das vezes, os métodos de uma classe só podem ser chamados por seus objetos, mas um método static escapa dessa restrição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);&quot;&gt;Note que o programa é iniciado por um método chamado &lt;/span&gt;&lt;strong style=&quot;font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);&quot;&gt;main()&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);&quot;&gt;, não por uma função, como em C ou C++. Em Java, não existem funções “livres”, apenas métodos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  Após o nome do método deve vir a lista de parâmetros. main() recebe apenas um parâmetro: um vetor (também chamado array) de objetos da classe String, que representa sequências de caracteres. A declaração do parâmetro é o seu tipo seguido do seu nome (no caso, foi chamado de args, mas poderia ser qualquer identificador não reservado). Note que há um par de colchetes ([]) logo à frente da palavra String; os colchetes significam que o parâmetro args não é uma String, mas sim um array de String. Por ora, esse parâmetro pode ser ignorado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);&quot;&gt;  Em C e C++, declara-se que uma variável é um vetor colocando o par de colchetes após o nome da variável, como em char array[]. É possível fazer isso também em Java, mas geralmente é recomendado colocar o par de colchetes após o tipo, pois isso deixaria claro que o tipo da variável não é &lt;/span&gt;&lt;strong style=&quot;font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);&quot;&gt;String&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);&quot;&gt;, mas sim um vetor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  O parâmetro que o método &lt;strong&gt;main()&lt;/strong&gt; recebe é um array com todos os argumentos que foram passados, pela linha de comando, para o programa Java, de modo semelhante aos parâmetros argc e argv da função main() de C.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:tahoma;font-size:130%;color:#5f1214;&quot;&gt;&lt;b&gt;Olá, mundo!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;    Agora que já foi visto como criar uma classe e declarar o método  main(),  pode-se adicionar o método à classe já criada. Vejamos, por  exemplo,  como criar o tão famoso “Hello, World”.&lt;br /&gt;Para isto, basta acrescentar, dentro do método main() a seguinte linha:&lt;style&gt;@font-face {   font-family: &quot;Cambria Math&quot;; }@font-face {   font-family: &quot;Calibri&quot;; }@font-face {   font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; }p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal { margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 5.65pt; font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; }p.Intertitulo, li.Intertitulo, div.Intertitulo { margin: 8.5pt 0cm 0.0001pt; page-break-after: avoid; font-size: 14pt; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;,&quot;sans-serif&quot;; color: navy; font-weight: bold; }p.CodigoInterno, li.CodigoInterno, div.CodigoInterno { margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;,&quot;sans-serif&quot;; }span.NegritoTecnico { font-family: &quot;Arial Narrow&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-weight: bold; }span.Ingls { font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; color: windowtext; font-style: italic; }.MsoChpDefault { font-size: 10pt; }div.WordSection1 { page: WordSection1; }&lt;/style&gt;      &lt;div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;System.out.println(&quot;Olá, mundo!&quot;);A classe resultante pode ser vista no codigo abaixo:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Courier New;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:85%;&quot;  lang=&quot;EN-US&quot; &gt;public class PrimeiraClasse {&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:85%;&quot;  lang=&quot;EN-US&quot; &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:85%;&quot;  lang=&quot;EN-US&quot; &gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;public static void main(String[] args) {&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:85%;&quot;  lang=&quot;EN-US&quot; &gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;    &lt;/span&gt;System.out.println(&quot;Olá, mundo!&quot;);&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:85%;&quot;  lang=&quot;EN-US&quot; &gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;}&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:85%;&quot;  lang=&quot;EN-US&quot; &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:8pt;&quot;  &gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;}&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Para executá-la, basta clicar no botão Run do Eclipse &lt;img src=&quot;http://www.devmedia.com.br/imagens/websysimg/easyjava/1/imagens/objetos/image009.jpg&quot; border=&quot;&quot; /&gt;.&lt;br /&gt;Aparecerá uma aba na parte inferior da janela, chamada Console, e nela   haverá uma parte em branco em que estará escrito “Olá, Mundo!”, como   pode ser visto na Figura8&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;div&gt;&lt;style&gt;@font-face {   font-family: &quot;Cambria Math&quot;; }@font-face {   font-family: &quot;Calibri&quot;; }p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal { margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 5.65pt; font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; }span.Ingls { font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; color: windowtext; font-style: italic; }.MsoChpDefault { font-size: 10pt; }div.WordSection1 { page: WordSection1; }&lt;/style&gt;    &lt;div&gt;    Enfim, acabamos de criar nosso primeiro programa em Java.No começo do   artigo foi dito que os programas em Java são compostos por vários   objetos; até agora, porém, pode-se ter a impressão de que não só nenhum   objeto foi utilizado como apenas uma classe foi usada.Seria um engano:  no nosso programa várias classes e objetos foram utilizados.&lt;br /&gt;&lt;style&gt;@font-face {   font-family: &quot;Cambria Math&quot;; }@font-face {   font-family: &quot;Calibri&quot;; }@font-face {   font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; }p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal { margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 5.65pt; font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; }span.NegritoTecnico { font-family: &quot;Arial Narrow&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-weight: bold; }.MsoChpDefault { font-size: 10pt; }div.WordSection1 { page: WordSection1; }&lt;/style&gt;  &lt;div&gt; Para começar, o texto “Olá, Mundo!” foi representado por uma instância de String. (“&lt;em&gt;Instância&lt;/em&gt;  de X” é sinônimo de “objeto da classe X”.) Este objeto String foi  passado como parâmetro para o método println() de um objeto apontado  pela variável out.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj_kvHt2vhrKAkRbrt38n8h3DQfI2iwcFrceIiOT0yytVBwXk35SFEF7-jTa5XZJvNabD9tt7UPuYClUNcDGMd3cY3MeYvmfYHc37xGEFbS90KF9HgOl1tnNRxxL4j4N0FOgzn5a4p-eQG9/s1600/image008.png&quot;&gt;&lt;img style=&quot;cursor: pointer; width: 501px; height: 104px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj_kvHt2vhrKAkRbrt38n8h3DQfI2iwcFrceIiOT0yytVBwXk35SFEF7-jTa5XZJvNabD9tt7UPuYClUNcDGMd3cY3MeYvmfYHc37xGEFbS90KF9HgOl1tnNRxxL4j4N0FOgzn5a4p-eQG9/s400/image008.png&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5553981275811464978&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Figura8&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Espero que esse post tenha ajudado a esclareçer as dúvidas de alguns colegas que estão iniciando em Java.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arycleber.blogspot.com/feeds/5288542608159762575/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/12/criando-primeiro-programa-com-o-eclipse.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/5288542608159762575'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/5288542608159762575'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/12/criando-primeiro-programa-com-o-eclipse.html' title='Criando primeiro Programa com o Eclipse'/><author><name>Ary Cleber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13436226959590739833</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiu4poBwFL0N4eVvBApxR7rQlMid1-N9CGfMstU-bChTLm2RzntJN2qLe1sKTbQUkS_YfnOS-7LbnLA4dfe_AWlFegdnSHTrgofBEG0cKlgAzeMqDascuDacVPwkr0ATA/s220/eu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjaq7gy6-zYCyxlbH1tc_LiVZ6I9c9A3O7Ui8c7jXZj-OMtUzLFrt5F5ZsVYjwBXY-yLACWoAHxSw34QkfK8z8v5erWYov0B2CVFY4wIv4XTAxCkuqtbfZlhSoVFuQo12nUP4Utwin1ZQ8e/s72-c/image001.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6071692319049941798.post-8614852904837927370</id><published>2010-12-23T12:07:00.000-08:00</published><updated>2010-12-23T12:19:16.953-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="POO"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Programação Orientada a  Objetos"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Programação Orientada a  Objetos com Java"/><title type='text'>Programação Orientada a  Objetos com Java</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJaEcrB9IMduu4ErywDlryZKeXWXAYEnQ9-bvED7zptJRtZidX45JjlVPoGTpT-muJBL-22cOLfzAy4Qu4CTJ6WhZf6U7ZNX2-JEO3aj1DBADRr3ZN3ZY6yT_HemlaFbvp0dkR8U5rpbMJ/s1600/java-logo.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 273px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJaEcrB9IMduu4ErywDlryZKeXWXAYEnQ9-bvED7zptJRtZidX45JjlVPoGTpT-muJBL-22cOLfzAy4Qu4CTJ6WhZf6U7ZNX2-JEO3aj1DBADRr3ZN3ZY6yT_HemlaFbvp0dkR8U5rpbMJ/s400/java-logo.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5553974889877931234&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Como se estruturam os programas em java:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antigamente, os programas de computador eram escritos como uma série de instruções, como receitas culinárias: dados os “ingredientes” (arquivos no disco, interfaces de rede, memória, ciclos do processador etc.), uma série de passos era seguida. A semelhança era tão notável que várias linguagens de programação exigiam que os “ingredientes” do programa (variáveis, arquivos etc.) fossem reservados antes de se escrever o “modo de preparo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta abordagem era ineficiente para grandes programas, com muitas de funcionalidades. Para tentar solucionar isso, uma maneira diferente de programar foi proposta: os softwares não seriam mais vistos apenas como instruções alterando recursos, mas sim como vários pedaços, pequenos softwares trabalhando em conjunto para alcançar o objetivo. Os programas não seriam mais pensados como receitas, mas sim como carros e empresas: várias peças, relativamente independentes e fáceis de trocar, exerceriam tarefas complicadas isoladamente, sendo coordenadas de modo que o resultado final fosse uma máquina fácil de dirigir, ou uma organização eficiente. Assim como o operário que põe o motor na carroceria não precijavascript:void(0)sa compreender seu funcionamento interno, e a secretária não precisa saber dos detalhes do setor de marketing, o programador poderia se concentrar em uma parte do programa, sabendo que as outras partes poderiam ser escritas depois, ser feitas por outros programadores ou até mesmo compradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “programa como uma receita” ainda estaria nessas partes (assim como o motor do carro segue uma série de passos, e o funcionário uma série de procedimentos), mas essas “receitas” seriam menores, mais fáceis de entender, alterar e substituir, podendo haver em uma só parte vários “modos de preparo”. O primeiro método é chamado programação estruturada e ainda hoje é usado. Entretanto, o segundo modo se tornou popular e preferido de vários programadores e organizações. É chamado programação orientada a objetos - e é desse modo que se programa em Java.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetos e classes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Java os programas são escritos em pequenos pedaços separados, chamados de objetos. Objetos são pequenos programas que guardam dentro de si os dados - em suma, as variáveis - que precisam para executar suas tarefas. Os objetos também trazem em si, como sub-rotinas, as instruções para processar esses dados. As variáveis que um objeto guarda são chamadas de atributos, e as suas sub-rotinas são chamadas de métodos. Guarde bem esses nomes, pois você os verá ainda muitas vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Java, objetos são criados a partir de modelos que os descrevem. Esses modelos são chamados de classes. É dentro dessas classes que definimos que atributos os objetos conterão e que métodos os objetos fornecerão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Java e Eclipse&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora que já sabemos um pouco sobre como se programa em Java, vejamos o que é Java.&lt;br /&gt;Java é uma linguagem de programação orientada a objetos, estática e fortemente tipada. Programas escritos em Java são compilados, como em C e Pascal, mas o resultado da compilação são arquivos que não podem ser executados diretamente pelo computador ou sistema operacional, de modo que precisam também ser interpretados, como em BASIC e Python. Java é compilada porque isso permite encontrar erros antes de executar o programa e facilita executar os programas mais eficientemente, e é interpretada porque isso permite que o mesmo arquivo compilado possa ser executado em qualquer computador ou sistema operacional que tenha um interpretador Java - o que, atualmente, equivale a quase qualquer computador, de smartphones a mainframes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Linguagem fortemente tipada: São as linguagens em que a declaração do tipo é obrigatória (Fonte: Wikipédia), por exemplo: “String nome;”, onde declaramos que nome é do tipo String.O interpretador Java, além de interpretar as instruções compiladas, também é responsável por retirar da memória objetos que não são mais utilizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O algoritmo que executa essa tarefa de “limpeza” é chamado de coletor de lixo, e é um dos grandes atrativos do Java: em linguagens mais tradicionais, como C e C++, o programador é responsável por limpar a memória na mão, o que é uma tarefa tediosa e até perigosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de tudo, Java é uma linguagem relativamente complicada e verborrágica. Exige-se que se digite muito, facilitando que se erre. É preciso compilar os programas para depois rodá-los. As classes que criarão os objetos dos programas devem ficar em hierarquias de diretórios precisamente definidas, tanto na hora da compilação quanto durante a execução.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arycleber.blogspot.com/feeds/8614852904837927370/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/12/programacao-orientada-objetos-com-java.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/8614852904837927370'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/8614852904837927370'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/12/programacao-orientada-objetos-com-java.html' title='Programação Orientada a  Objetos com Java'/><author><name>Ary Cleber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13436226959590739833</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiu4poBwFL0N4eVvBApxR7rQlMid1-N9CGfMstU-bChTLm2RzntJN2qLe1sKTbQUkS_YfnOS-7LbnLA4dfe_AWlFegdnSHTrgofBEG0cKlgAzeMqDascuDacVPwkr0ATA/s220/eu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJaEcrB9IMduu4ErywDlryZKeXWXAYEnQ9-bvED7zptJRtZidX45JjlVPoGTpT-muJBL-22cOLfzAy4Qu4CTJ6WhZf6U7ZNX2-JEO3aj1DBADRr3ZN3ZY6yT_HemlaFbvp0dkR8U5rpbMJ/s72-c/java-logo.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6071692319049941798.post-4673816778732534704</id><published>2010-12-18T14:36:00.000-08:00</published><updated>2010-12-21T12:40:57.672-08:00</updated><title type='text'>A História da Tecnologia Java Parte 10 (Final)</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjoJk9r1DLmOJgfDTZHuDnUZ4bSwsv0TxlJoHGNAVu3_mdL3bN2EwG_fKusvoPwLVEMx8uiABpK2C5S7bbucAvBzcFrEennI5YM-Cn6cHioEMzTeiN4gpCvFnthrKTEMuK3-YcTfP2jczBe/s1600/tab1.png&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 447px; height: 400px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjoJk9r1DLmOJgfDTZHuDnUZ4bSwsv0TxlJoHGNAVu3_mdL3bN2EwG_fKusvoPwLVEMx8uiABpK2C5S7bbucAvBzcFrEennI5YM-Cn6cHioEMzTeiN4gpCvFnthrKTEMuK3-YcTfP2jczBe/s400/tab1.png&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5552156493764987058&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O aluno  tem gratuitamente ao seu dispor  manuais, slides de  apresentação das  aulas, provas, exercícios,  material de referência e  vídeo-aulas;  contando ainda com os softwares,  o treinamento de  instrutores, o acesso a  suporte e a lista de  discussão da comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O  Brasília Java Users  Group - DFJUG - é responsável pela coordenação do  JEDI em países de  língua portuguesa.    &lt;div&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, a  comunidade de Grupos de Usuários Java (JUGs) é muito  forte e  ativa,  tendo inclusive ajudado a fundar a comunidade mundial  de JUGs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda  neste ponto, o Brasil é um importante fomentador:  hoje existem   brasileiros com grande atuação em importantes  comunidades como a   JavaTools, JUGs, JSRs, Apache, JBoss, e muitas  outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Manoel Pimentel&lt;/span&gt;,  Editor-Chefe da Revista Visão Ágil: “Passei   grande parte dos anos 90  programando em Delphi e Clipper, mas no final   da década, com a  necessidade de criar soluções web e multiplataforma,   passei a apostar  em soluções mais abertas como PHP e Java.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse momento, usava a plataforma Java apenas para criar pequenos Applets e muitos Servlets monstruosos (risos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De lá para cá, acompanhei e apoiei o surgimento de muitas comunidades    Java, colaborei com projetos OpenSource e com o time do NetBeans.org,    escrevi artigos e fiz muitas palestras sobre Java.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devido ao  meu   trabalho de Coaching em Agile, venho me distanciando cada vez mais  do   uso diário da linguagem, mas continuo estimulando o uso da  plataforma   Java e torcendo pelo sucesso de toda a comunidade  construída em torno   dela.”           &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arycleber.blogspot.com/feeds/4673816778732534704/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/12/historia-da-tecnologia-java-parte-10.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/4673816778732534704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/4673816778732534704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/12/historia-da-tecnologia-java-parte-10.html' title='A História da Tecnologia Java Parte 10 (Final)'/><author><name>Ary Cleber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13436226959590739833</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiu4poBwFL0N4eVvBApxR7rQlMid1-N9CGfMstU-bChTLm2RzntJN2qLe1sKTbQUkS_YfnOS-7LbnLA4dfe_AWlFegdnSHTrgofBEG0cKlgAzeMqDascuDacVPwkr0ATA/s220/eu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjoJk9r1DLmOJgfDTZHuDnUZ4bSwsv0TxlJoHGNAVu3_mdL3bN2EwG_fKusvoPwLVEMx8uiABpK2C5S7bbucAvBzcFrEennI5YM-Cn6cHioEMzTeiN4gpCvFnthrKTEMuK3-YcTfP2jczBe/s72-c/tab1.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6071692319049941798.post-5765150492733626638</id><published>2010-12-17T12:02:00.000-08:00</published><updated>2010-12-18T02:43:25.397-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Historia do Java"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Java"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tecnologia Java"/><title type='text'>A História da Tecnologia Java Parte 9</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhMfbKkR_kn-ocma2wxNnjOQb5G8MqDdvYN0wZO7z7TFDZO5aIa_3E3x85WUuusTg98QMYtDQeRxBZ2_LtHCSnfVLyubvv4W_wIj8mbUOQcq1oiRqC5pOmY3LH6gMg5K7NqeI8ZGyLVTgs-/s1600/logo.png&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 299px; height: 100px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhMfbKkR_kn-ocma2wxNnjOQb5G8MqDdvYN0wZO7z7TFDZO5aIa_3E3x85WUuusTg98QMYtDQeRxBZ2_LtHCSnfVLyubvv4W_wIj8mbUOQcq1oiRqC5pOmY3LH6gMg5K7NqeI8ZGyLVTgs-/s400/logo.png&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5551749677639075346&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Fernando Anselmo, DFJUG:&lt;/span&gt;  “Em uma bela manhã de trabalho, com um rouxinol cantando na minha  janela (sentia que algo diferente iria acontecer), recebi uma proposta  indecorosa do Daniel propondo a tradução de um curso que era um sucesso  nas Filipinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;Resolvemos que não poderíamos adotar o mesmo modelo, já que aqui  seria melhor aulas independentes no modelo e-learning, fora de sala de  aula.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tínhamos as apostilas e os slides da primeira lição,  mas faltava  algo, e após dois Cheddar McMelt e um Milk-Shake grande de  chocolate  surgiu uma daquelas ideias malucas: vídeo-aulas, feitas em  Estúdio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daniel comprou um quadro com um universo alternativo, e iríamos fazer tudo como um grande filme de Ficção Científica.  &lt;div&gt;&lt;br /&gt;Após gravarmos um simples vídeo de cinco minutos para uma apresentação   na Politec e levar mais de oito horas de gravações, a ideia murchou  como  um balão vazio.&lt;br /&gt;Mas uma parte ficou: voz e imagem.&lt;/div&gt; &lt;br /&gt;A imagem não seria mais a nossa, e sim a dos slides com filmes que capturassem o que se estava fazendo no computador!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Testamos uma série de programas e passamos a gerar as aulas em Flash.O  toque final foi um ambiente Moodle para comportar tudo. E deste modo  nascia o JEDI no Brasil.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;&lt;div&gt; &lt;span style=&quot;font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(0, 0, 255);&quot;&gt;&lt;br /&gt;JEDI - Java Education and Development Initiative&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;   &lt;br /&gt;O Java Education &amp;amp; Development Initiative é um curso de  Engenharia  de Software completo, gratuito, que conta hoje com mais de  210.000  alunos nas Filipinas, Indonésia e Vietnam. No Brasil, conta com  mais de  44.000 alunos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É composto de 12 cursos, mais de 120  vídeo-aulas, além de  apostilas, exercícios, tutorias, listas de  discussão e provas de  certificação, e você não paga nada por isto.  &lt;div&gt;&lt;br /&gt;Na  Universidade das Filipinas, nasceu através do Java Research &amp;amp;   Development Center, a iniciativa JEDI, em fevereiro de 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde  então, vem sendo desenvolvido como um projeto colaborativo, que conta  com o apoio da comunidade Java em todo o mundo.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arycleber.blogspot.com/feeds/5765150492733626638/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/12/historia-da-tecnologia-java-parte-9.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/5765150492733626638'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/5765150492733626638'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/12/historia-da-tecnologia-java-parte-9.html' title='A História da Tecnologia Java Parte 9'/><author><name>Ary Cleber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13436226959590739833</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiu4poBwFL0N4eVvBApxR7rQlMid1-N9CGfMstU-bChTLm2RzntJN2qLe1sKTbQUkS_YfnOS-7LbnLA4dfe_AWlFegdnSHTrgofBEG0cKlgAzeMqDascuDacVPwkr0ATA/s220/eu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhMfbKkR_kn-ocma2wxNnjOQb5G8MqDdvYN0wZO7z7TFDZO5aIa_3E3x85WUuusTg98QMYtDQeRxBZ2_LtHCSnfVLyubvv4W_wIj8mbUOQcq1oiRqC5pOmY3LH6gMg5K7NqeI8ZGyLVTgs-/s72-c/logo.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6071692319049941798.post-8096777729402890197</id><published>2010-12-17T11:50:00.000-08:00</published><updated>2010-12-17T12:01:40.291-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Historia do Java"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Java"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tecnologia Java"/><title type='text'>A História da Tecnologia Java Parte 8</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhXo0btIVjUmJETi5UrPf8ZoMdDTuU6M5Lq7vCtpqm6XeIDDFCYvWiB-1jnZrYdm_vXn2aRyAqsqFUGgz3lrF_hWAqJy2Z8Kykd7fpla_7HlpWMoZwFLhgHEmckUcjbMZAswIUJnDyh0OKP/s1600/image002.png&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 242px; height: 193px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhXo0btIVjUmJETi5UrPf8ZoMdDTuU6M5Lq7vCtpqm6XeIDDFCYvWiB-1jnZrYdm_vXn2aRyAqsqFUGgz3lrF_hWAqJy2Z8Kykd7fpla_7HlpWMoZwFLhgHEmckUcjbMZAswIUJnDyh0OKP/s200/image002.png&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5551743526267949842&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Fabiane Nardon&lt;/span&gt;,  JavaTools Community: “O que poucas pessoas sabem é que tudo o que  consegui na minha carreira de “especialista” em Java foi por causa de  uma mochila. Em 2001 encontrei com Bruno Souza e ele estava com uma  mochila muito bacana, com o logo do Java.&lt;br /&gt;Então perguntei o que  fazer para conseguir uma mochila daquelas, e o Bruno disse: “Fácil!  Manda uma palestra para o JavaOne e se aceitarem, você ganha a mochila”.  Eu achei a ideia um pouco maluca, mas como já trabalhava com Java há  alguns anos, resolvi arriscar. Para minha surpresa, a palestra foi  aceita e lá fui eu para San Francisco buscar minha mochila. Agendaram a  minha palestra para as 23 horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro que pensei que nesse  horário nem teria plateia, mas a sala estava lotada, a ponto de algumas  pessoas sentarem no chão para assistir. Acho que foi uma das palestras  mais legais que já fiz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois disso, os JavaOnes me renderam mais  8 mochilas, um Dukes Choice Award, uma participação no keynote com o  Scott McNealy, um documentário e dezenas de novos amigos.&lt;br /&gt;Mas aquela primeira mochila ainda é a mais legal de todas.&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(95, 18, 20);font-family:tahoma;font-size:130%;&quot;  &gt;&lt;b&gt;Grupos de Usuários e Comunidades Open Source&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;     &lt;style&gt;@font-face {   font-family: &quot;Cambria Math&quot;; }@font-face {   font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; }p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal { margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 5.65pt; font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; }p.Intertitulo, li.Intertitulo, div.Intertitulo { margin: 8.5pt 0cm 0.0001pt; page-break-after: avoid; font-size: 14pt; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;,&quot;sans-serif&quot;; color: navy; font-weight: bold; }.MsoChpDefault { font-size: 10pt; }div.WordSection1 { page: WordSection1; }&lt;/style&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Quando foi lançada, a Tecnologia Java inovou em vários sentidos, como  na possibilidade de software multiplataforma, na criação de ambientes  visuais, no download de aplicações para o browser web, entre outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas uma inovação que ajudou a mudar o mundo do software foi o fato da    versão Alpha 2 de Java ter sido colocada na internet com todo o código    fonte, tanto da máquina virtual, como do conjunto de bibliotecas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Apesar  de nessa época já existir a definição de Software Livre, era   ainda  praticamente desconhecida a ideia de uma empresa disponibilizar   sua  grande inovação com todo o código fonte.&lt;br /&gt;&lt;style&gt;@font-face {   font-family: &quot;Cambria Math&quot;; }p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal { margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 5.65pt; font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; }.MsoChpDefault { font-size: 10pt; }div.WordSection1 { page: WordSection1; }&lt;/style&gt;  &lt;div&gt;&lt;br /&gt;  Java naquele momento ainda não era software livre (isso só veio a   acontecer no Projeto OpenJDK), mas a possibilidade de aprender com o   código disponível e participar da evolução da tecnologia criou ao redor   de Java uma verdadeira paixão: desenvolvedores do mundo inteiro se   sentiram de fato parte da grande inovação tecnológica daquele momento.  &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt; Nascia a comunidade mundial de desenvolvedores Java.     Ao  mesmo tempo, a internet trazia novas formas de comunicação e   compartilhamento, e dessa combinação, nasceram os Grupos de Usuários   Java, grupos de desenvolvedores que divulgaram a tecnologia Java ao   redor do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fóruns, listas de discussões, sites web,   tutoriais, vídeos, podcasts,  blogs, e mais recentemente, twitters e   redes sociais, são algumas das  formas que essa enorme comunidade   utilizou para divulgar e  “evangelizar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;style&gt;@font-face {   font-family: &quot;Cambria Math&quot;; }p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal { margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 5.65pt; font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; }.MsoChpDefault { font-size: 10pt; }div.WordSection1 { page: WordSection1; }&lt;/style&gt;  &lt;div&gt;   Mas não só a informação foi multiplicada: seguindo o exemplo do código  fonte de Java, explodiram projetos open source ao redor da tecnologia,  projetos que reuniram desenvolvedores de milhares de empresas e de todas  as partes do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  Java evoluía na velocidade e no alcance da internet, abrindo espaços e oportunidades para desenvolvedores de todos os lugares.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;Vários projetos importantes surgiram, como  projetos gerenciados por  ONGs, como os da Apache Foundation (Tomcat,  Ant, Jakarta e muitos  outros) e ObjectWeb (hoje OW2, que mantém os  projetos JOnAS, Shark e  C-JDBC), e grande número de projetos  independentes como servidores de  aplicações (JBoss, OpenEJB e Jetty),  sistemas de persistência  (Hibernate, JORM), frameworks (Struts, Wicket e  Velocity) e muitos,  muitos outros projetos que fomentaram a evolução  da tecnologia Java.    Nesse grande movimento de comunidades, alguns  projetos se sobressaíram e ganharam grande destaque no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Projeto Javali, tocado pelo SouJava, deu início ao esforço mundial de liberação da plataforma Java como software livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro projeto importante é o JEDI, mantido pelo DFJUG, que está ajudando a educar milhares de desenvolvedores brasileiros.&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arycleber.blogspot.com/feeds/8096777729402890197/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/12/historia-da-tecnologia-java-parte-8.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/8096777729402890197'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/8096777729402890197'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/12/historia-da-tecnologia-java-parte-8.html' title='A História da Tecnologia Java Parte 8'/><author><name>Ary Cleber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13436226959590739833</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiu4poBwFL0N4eVvBApxR7rQlMid1-N9CGfMstU-bChTLm2RzntJN2qLe1sKTbQUkS_YfnOS-7LbnLA4dfe_AWlFegdnSHTrgofBEG0cKlgAzeMqDascuDacVPwkr0ATA/s220/eu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhXo0btIVjUmJETi5UrPf8ZoMdDTuU6M5Lq7vCtpqm6XeIDDFCYvWiB-1jnZrYdm_vXn2aRyAqsqFUGgz3lrF_hWAqJy2Z8Kykd7fpla_7HlpWMoZwFLhgHEmckUcjbMZAswIUJnDyh0OKP/s72-c/image002.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6071692319049941798.post-6016374658210929651</id><published>2010-12-16T11:06:00.000-08:00</published><updated>2010-12-16T11:39:03.131-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Historia do Java"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Java"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tecnologia Java"/><title type='text'>A História da Tecnologia Java Parte 7</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhENNm5M8Vn6ePDTJA2acR4TDOOvn1jihuoAjI19WM232KMdgxeRxK7USTKpPl3QpeYaj7Y237Qhu5Pyd99nuxSTlxSLOwIwiM1VtP9HZzzZPpfARe5qWvqqsLZSgXR4kjBptvLkG-QSWHE/s1600/image003.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhENNm5M8Vn6ePDTJA2acR4TDOOvn1jihuoAjI19WM232KMdgxeRxK7USTKpPl3QpeYaj7Y237Qhu5Pyd99nuxSTlxSLOwIwiM1VtP9HZzzZPpfARe5qWvqqsLZSgXR4kjBptvLkG-QSWHE/s320/image003.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5551366502178497410&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Brasileiros JavaOne 2005. Fabiane Nardon (de Rosa, em pé) segura o Duke que acabara de receber pelo Sistema de Saúde de SP.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;&lt;div style=&quot;font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(0, 0, 255);&quot;&gt;Java 1.4, J2SE5, Java SE 6&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  O Java 1.4 (codinome &lt;em&gt;Merlin&lt;/em&gt;)  foi a primeira versão que seguiu inteiramente o processo do JCP,  através da JSR 59. Liberada em fevereiro de 2002, este importante marco  trouxe novidades como o Java WebStart (que permite baixar e executar  aplicações Desktop direto do navegador, com apenas 1 clique!), a nova  palavra reservada assert, a incorporação de parser XML e processador XSL  (JAXP), extensões de criptografia e segurança (JCE, JSSE, JAAS),  encadeamento de exceções e remodelagem das expressões regulares. Era um  novo ânimo para os desenvolvedores, pois desde 1998 nem a plataforma nem  a linguagem tinham sofrido grandes evoluções (a versão 1.3 - codinome &lt;em&gt;Kestrel&lt;/em&gt;,&lt;em&gt; de 2000 &lt;/em&gt;- trouxe, por exemplo, o Java Sound e o Java Platform Debugger Architecture (JPDA), pouco para causar maiores impactos).&lt;/div&gt; &lt;br /&gt;O J2SE 5.0 ou Java 1.5, codinome &lt;em&gt;Tiger&lt;/em&gt;,  lançado em setembro de 2004 apresentou mudanças ainda mais  significativas na linguagem, com destaque para anotações (“marcações” em  classes, atributos e métodos, que vem - por exemplo - substituindo a  necessidade de arquivos de configuração), &lt;em&gt;generics&lt;/em&gt; (notação de tipos para coleções que &lt;/span&gt;diminuem a obrigação de conversão explícita de tipos - &lt;em&gt;typecasting&lt;/em&gt;), e &lt;em&gt;enums&lt;/em&gt; (espécie de lista ordenada de valores, muito usadas para especificar constantes do tipo numérico).       &lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;&lt;style&gt;@font-face {   font-family: &quot;Cambria Math&quot;; }p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal { margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 5.65pt; font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; }.MsoChpDefault { font-size: 10pt; }div.WordSection1 { page: WordSection1; }&lt;/style&gt;  &lt;div&gt;&lt;br /&gt;Além destas, uma sintaxe avançada da instrução for (uma espécie de for  each) também foi incorporada, facilitando a iteração entre membros de  coleção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;  A última versão estável da Plataforma Java é a Java SE 6 (codinome &lt;em&gt;Mustang&lt;/em&gt;;  observe que a Sun retirou o “.0”), de dezembro de 2006. Ganhos  significativos de performance na JVM e no Swing foram os maiores  benefícios. O Java SE 6 Update 10, de outubro de 2008, remodelou a  arquitetura de Plug-ins (Applets passam a ter recursos semelhantes aos  destinados a aplicações Java WebStart), o Swing ganha um novo e mais  moderno Look&amp;amp;Feel (o Nimbus) e surge o Java Kernel, um conjunto mais  enxuto do Java Runtime Environment (JRE), contendo as classes mais  comumente utilizadas deixando as outras para serem carregadas conforme a  demanda. No momento da escrita deste artigo, o Update 20 (15 de abril  de 2010) era o mais recente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(0, 0, 255);&quot;&gt;JavaOne e Dukes Award&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br /&gt;Com  o JavaOne se tornando cada vez mais importante, atraindo milhares de  desenvolvedores a cada ano, a Sun decidiu criar um prêmio para os  melhores projetos Java do ano, para ser entregue em grande estilo  durante o JavaOne. E assim nasceu o Dukes Choice Award. Simbolizado por  um &lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;pequeno troféu na forma do mascote Duke, o  prêmio passou a ser ambicionado por todos os desenvolvedores Java. E  mais uma vez o  Brasil teve destaque, ganhando três Dukes: em 2003, com o  projeto do  Cartão Nacional de Saúde, em 2004 com o sistema de Imposto  de Renda  Pessoa Física e em 2005 com o sistema de saúde de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arycleber.blogspot.com/feeds/6016374658210929651/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/12/historia-da-tecnologia-java-parte-7.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/6016374658210929651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/6016374658210929651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/12/historia-da-tecnologia-java-parte-7.html' title='A História da Tecnologia Java Parte 7'/><author><name>Ary Cleber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13436226959590739833</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiu4poBwFL0N4eVvBApxR7rQlMid1-N9CGfMstU-bChTLm2RzntJN2qLe1sKTbQUkS_YfnOS-7LbnLA4dfe_AWlFegdnSHTrgofBEG0cKlgAzeMqDascuDacVPwkr0ATA/s220/eu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhENNm5M8Vn6ePDTJA2acR4TDOOvn1jihuoAjI19WM232KMdgxeRxK7USTKpPl3QpeYaj7Y237Qhu5Pyd99nuxSTlxSLOwIwiM1VtP9HZzzZPpfARe5qWvqqsLZSgXR4kjBptvLkG-QSWHE/s72-c/image003.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6071692319049941798.post-516154763021237057</id><published>2010-12-15T12:09:00.000-08:00</published><updated>2010-12-16T05:35:59.524-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Apostila Java"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Caelum"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="FJ-11"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Java"/><title type='text'>Apostila de Java</title><content type='html'>Apostila muito boa para quem está iniciando em Java, recomendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Link para baixar a apostila:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.caelum.com.br/download/caelum-java-objetos-fj11.pdf&quot;&gt;Java e Orientação a Objetos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arycleber.blogspot.com/feeds/516154763021237057/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/12/apostila-de-java.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/516154763021237057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/516154763021237057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/12/apostila-de-java.html' title='Apostila de Java'/><author><name>Ary Cleber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13436226959590739833</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiu4poBwFL0N4eVvBApxR7rQlMid1-N9CGfMstU-bChTLm2RzntJN2qLe1sKTbQUkS_YfnOS-7LbnLA4dfe_AWlFegdnSHTrgofBEG0cKlgAzeMqDascuDacVPwkr0ATA/s220/eu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6071692319049941798.post-6781596059243415375</id><published>2010-12-12T14:26:00.000-08:00</published><updated>2010-12-12T14:40:12.090-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Historia do Java"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Java"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tecnologia Java"/><title type='text'>A História da Tecnologia Java Parte 6</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjalVi4NCzY1YeSOqNLBoCko022KBMfGP-qwIwjC8BQwcbmIdd6woKH6Y3HaLxBV1hAgQ7Bm1SJNHx5BDelyYTlHIie-JiQWXIjD55q_AOyIP6T17hhXhm8arUCb2aY1diSvp9y_O6xmc2Z/s1600/java-logo.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 147px; height: 200px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjalVi4NCzY1YeSOqNLBoCko022KBMfGP-qwIwjC8BQwcbmIdd6woKH6Y3HaLxBV1hAgQ7Bm1SJNHx5BDelyYTlHIie-JiQWXIjD55q_AOyIP6T17hhXhm8arUCb2aY1diSvp9y_O6xmc2Z/s200/java-logo.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5549928023618186498&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Alexandre  Gomes&lt;/span&gt;, SEA Tecnologia: “Comecei a programar em 1991, nos idos do  Logo, DBaseIII, Foxpro e Clipper. Em 96, entrei na faculdade e me  apresentaram o Pascal e o C. No mesmo ano, no auge da programação  visual, resolvi aprender o badalado Delphi (Dominando o Delphi 2 -  Bíblia, Maco Cantu) e empaquei num capítulo que tratava da tal  Programação Orientada a Objetos. Sem conseguir avançar muito,  matriculei-me numa disciplina de mesmo nome que fora então oferecida na  universidade e fui apresentado à linguagem Java (Core Java 1st Ed). No  ano seguinte, conheci o Bruno Souza em sua tradicionalíssima palestra de  apresentação da tecnologia, naquela que foi, se não me engano, uma das  primeiras reuniões do DFJUG. Nos 10 anos seguintes, consolidei minha  carreira sobre a &lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;plataforma da Sun. Envolvi-me em vários  projetos, participei de  concursos, dei aulas, viajei, fui a muitos  eventos, conheci  profissionais brilhantes, trabalhei em ótimas empresas  e até criei uma  pra mim! Devo muito à tecnologia do WORA, mas devo  muito mais aos amigos  que construí nesta vibrante comunidade. A  propósito, o livro de Delphi  continua marcado no capítulo de POO até  hoje e nunca mais foi aberto.  Está aqui para doações (:-P ”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face  {font-family:&quot;Cambria Math&quot;;  panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;  mso-font-charset:0;  mso-generic-font-family:roman;  mso-font-pitch:variable;  mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal  {mso-style-unhide:no;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:&quot;&quot;;  margin:0cm;  margin-bottom:.0001pt;  text-align:justify;  text-indent:5.65pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:12.0pt;  font-family:&quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;  mso-fareast-font-family:&quot;Times New Roman&quot;;} .MsoChpDefault  {mso-style-type:export-only;  mso-default-props:yes;  font-size:10.0pt;  mso-ansi-font-size:10.0pt;  mso-bidi-font-size:10.0pt;} @page WordSection1  {size:612.0pt 792.0pt;  margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;  mso-header-margin:36.0pt;  mso-footer-margin:36.0pt;  mso-paper-source:0;} div.WordSection1  {page:WordSection1;} --&gt; &lt;/style&gt;   &lt;div&gt; Com a criação do JCP, aumentou ainda mais o interesse na  tecnologia Java, pois ela tinha se tornado uma tecnologia construída  pela comunidade de empresas interessadas em Java e não mais algo  dominado apenas pela Sun.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Assim IBM, Oracle, JBoss e outras 800  empresas entraram com força no JCP e começaram a nascer diversas Java  Specification Requests (JSR). JSRs são os documentos que descrevem  formalmente as especificações da tecnologia Java. Hoje existem cerca de  350 JSRs que definem desde APIs bem conhecidas, como JDBC e JSPs, até  APIs mais desconhecidas, como a OSS Discovery API e a Pricing API.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    Uma curiosidade é que saiu do Brasil a primeira inscrição individual  do JCP. A participação de um brasileiro era importante para levar as  discussões nacionais para dentro do processo. &lt;br /&gt; Sendo assim, Bruno  Souza se cadastrou quando ainda era necessário pagar uma taxa de 100  dólares. De acordo com Onno Kluyt, responsável pelo JCP na época, Bruno  foi o &lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;primeiro e único a ter pago uma taxa para  participar do JCP (cerca de um ano depois a cobrança foi abolida). &lt;br /&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face  {font-family:&quot;Cambria Math&quot;;  panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;  mso-font-charset:0;  mso-generic-font-family:roman;  mso-font-pitch:variable;  mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal  {mso-style-unhide:no;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:&quot;&quot;;  margin:0cm;  margin-bottom:.0001pt;  text-align:justify;  text-indent:5.65pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:12.0pt;  font-family:&quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;  mso-fareast-font-family:&quot;Times New Roman&quot;;} .MsoChpDefault  {mso-style-type:export-only;  mso-default-props:yes;  font-size:10.0pt;  mso-ansi-font-size:10.0pt; 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Em 2001, durante o estágio  na Accenture, em um projeto Java EE que esbanjava internacionalização,  fomos fazer um curso na Sun, um marco fundamental na minha vida, pois  conheci Design Patterns, EJBs, o JavaMan (Bruno Souza) e o SouJava... e  tive aula com o homem com quem eu iria me casar: Vinicius Senger!&lt;br /&gt;  Em 2003, participando do segundo JavaOne, já na Globalcode, quase casada  com o Vinicius, conhecemos o projeto Rave, que transformou-se em  JavaServer Faces e foi recentemente incorporado à especificação Java EE  6.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;A história nos levou à colaboração e à criação  do projeto JSF 2 Scrum Toys, que está sendo distribuído com o GlassFish  e NetBeans.”&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arycleber.blogspot.com/feeds/6781596059243415375/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/12/historia-da-tecnologia-java-parte-6.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/6781596059243415375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/6781596059243415375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/12/historia-da-tecnologia-java-parte-6.html' title='A História da Tecnologia Java Parte 6'/><author><name>Ary Cleber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13436226959590739833</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiu4poBwFL0N4eVvBApxR7rQlMid1-N9CGfMstU-bChTLm2RzntJN2qLe1sKTbQUkS_YfnOS-7LbnLA4dfe_AWlFegdnSHTrgofBEG0cKlgAzeMqDascuDacVPwkr0ATA/s220/eu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjalVi4NCzY1YeSOqNLBoCko022KBMfGP-qwIwjC8BQwcbmIdd6woKH6Y3HaLxBV1hAgQ7Bm1SJNHx5BDelyYTlHIie-JiQWXIjD55q_AOyIP6T17hhXhm8arUCb2aY1diSvp9y_O6xmc2Z/s72-c/java-logo.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6071692319049941798.post-246435085773650198</id><published>2010-12-10T09:38:00.000-08:00</published><updated>2010-12-10T10:20:21.431-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Historia do Java"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Java"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tecnologia Java"/><title type='text'>A História da Tecnologia Java Parte 5</title><content type='html'>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQb75M23Q9UcT69uB9xcpq-39B6ERzKPQu3wuvNfE8N9Voj4Zk5Z6rG8OvRk61_zbLwMdOM6Csm5THSoZ6WHMaHNrm-1-MFIFrVi65VoskhuViRDKcUQMQM-JFav1858p8n2mz2CEM28ro/s1600/Duke.bmp&quot;&gt;&lt;img style=&quot;TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5549120135274440802&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQb75M23Q9UcT69uB9xcpq-39B6ERzKPQu3wuvNfE8N9Voj4Zk5Z6rG8OvRk61_zbLwMdOM6Csm5THSoZ6WHMaHNrm-1-MFIFrVi65VoskhuViRDKcUQMQM-JFav1858p8n2mz2CEM28ro/s200/Duke.bmp&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://www.ead.sectma.pe.gov.br/sectma/file.php/254/java-duke.JPG&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;FONT-STYLE: italic; COLOR: rgb(0,0,255); FONT-WEIGHT: bold&quot;&gt;Java 2&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Com o passar do tempo, a tecnologia Java evoluiu de uma linguagem de programação para uma grande família de tecnologias, todas baseadas na linguagem Java e no conceito multiplataforma. Em dezembro de 1998 era lançada a versão 1.2 (codinome &lt;em&gt;Playground&lt;/em&gt;) ou Java 2, como ficou mais conhecida. Foi quando a API gráfica multiplataforma Swing incorporou-se ao núcleo. Também surgia o largamente usado (e útil) framework de coleções do Java.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;FONT-WEIGHT: bold&quot;&gt;Osvaldo Doederlein&lt;/span&gt;: “No começo de carreira em 1996, trabalhando para a também recém-criada Visionnaire, fui encarregado de examinar uma nova linguagem da Sun, que parecia ‘quente´ devido ao embutimento no Netscape. Baixei o JDK 1.0, e logo estávamos dando o primeiro curso de Java do Brasil, antes mesmo da Sun.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;Começamos a usar Java pra valer quando surgiram a JSP e Swing (adotando ambas desde os primeiros betas) e implementações de CORBA que permitiam às GUIs feitas em Java falar com programas C++... afinal, o Java era muito lento para servidores. Depois do Java2 tudo mudou, o Java virou campeão no servidor, entrou também no segmento móvel, por outro lado o Java acabou virando o patinho feio dos desktops... até o surgimento da JavaFX, que tem renovado meu interesse por GUIs. Mas essa é uma nova história!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;style&gt;@font-face {   font-family: &quot;Cambria Math&quot;; }p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal { margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 5.65pt; font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; }.MsoChpDefault { font-size: 10pt; }div.WordSection1 { page: WordSection1; }&lt;/style&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O que mais chamou a atenção, no entanto, foi a divisão entre J2SE (Java 2 Platform, Standard Edition), a base da plataforma, J2EE (Enterprise Edition) voltada para aplicações corporativas e J2ME (Micro Edition), uma versão reduzida, específica para pequenos aparelhos.&lt;br /&gt;O J2EE rapidamente se tornou a principal plataforma utilizada pelas grandes empresas do mundo todo, pois pela primeira vez elas tinham uma tecnologia sólida, confiável e multiplataforma para criar suas aplicações empresariais, principalmente web.&lt;br /&gt;Empresas como IBM, BEA e Oracle lançaram seus servidores de aplicação Java EE (o “2” sairia oficialmente do nome em 2006).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo começaram a surgir servidores de aplicação Open Source, como o JBoss e o Tomcat, que popularizaram ainda mais a tecnologia, ao permitir que qualquer empresa e desenvolvedor tivesse acesso a esses poderosos recursos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;&lt;span style=&quot;FONT-WEIGHT: bold&quot;&gt;Ulisses Telemaco&lt;/span&gt;, JEEBrasil/JavaBahia: “O ano era 1999, estava quase no meio da minha graduação quando conheci de verdade Java. Comecei a trabalhar na reescrita de dois grandes sistemas para a UFRN. O primeiro foi desenvolvido em Applet e o segundo em JSP. A satisfação em trabalhar com essa tecnologia foi tanta que em poucos dias (isso mesmo, dias!) nossa equipe teve a ideia de lançar o JSPBrasil. Era um projeto com o objetivo de disponibilizar material didático sobre a tecnologia Java/JSP. O JSPBrasil evoluiu para J2EEBrasil e JEEBrasil. Minha satisfação em trabalhar e contribuir para a comunidade continua a mesma (diria até que aumentou)”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;style&gt;@font-face {   font-family: &quot;Cambria Math&quot;; }p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal { margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 5.65pt; font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; }.MsoChpDefault { font-size: 10pt; }div.WordSection1 { page: WordSection1; }&lt;/style&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O Java ME também foi adotado em massa pelos fabricantes de telefones celulares, e se expandiu para outros aparelhos, como PDAs, impressoras e hoje temos até uma caneta capaz de rodar aplicações Java. Só nos aparelhos celulares, existem hoje mais de 2 bilhões de dispositivos compatíveis com Java ME.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;style&gt;@font-face {   font-family: &quot;Cambria Math&quot;; }@font-face {   font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; }p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal { margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 5.65pt; font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; }p.Intertitulo2, li.Intertitulo2, div.Intertitulo2 { margin: 6pt 0cm 0.0001pt; page-break-after: avoid; font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;,&quot;sans-serif&quot;; color: blue; font-weight: bold; font-style: italic; }.MsoChpDefault { font-size: 10pt; }div.WordSection1 { page: WordSection1; }&lt;/style&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;FONT-STYLE: italic; COLOR: rgb(0,0,255)&quot;&gt;&lt;span style=&quot;FONT-WEIGHT: bold&quot;&gt;Java Community Process - JCP &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Em 1997, a Sun tentou padronizar a especificação de Java através do comitê ISO/IEC JTC1. Depois de muita discussão e pedidos de esclarecimentos por parte dos membros da ISO para aprovar a solicitação feita pela Sun, a própria empresa decidiu retirar sua solicitação e criar um comitê próprio, específico para atender as necessidades da Tecnologia Java.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;Assim, em 1998, nasceu o Java Community Process (JCP). O JCP foi criado com o objetivo de ser um processo aberto e participativo para desenvolver e revisar as especificações da tecnologia Java, suas implementações de referência e suas suites de teste. A abertura do JCP permitiu com que mesmo empresas concorrentes da Sun se tornassem participantes ativas da evolução da Tecnologia Java. Diferentemente da maioria dos processos de padronização existentes, é possível até mesmo participar como indivíduo, sem representar uma organização, e sem pagar nada. Isso fez do JCP um ponto de atração para a discussão e evolução da tecnologia Java.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arycleber.blogspot.com/feeds/246435085773650198/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/12/historia-da-tecnologia-java-parte-5.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/246435085773650198'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/246435085773650198'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/12/historia-da-tecnologia-java-parte-5.html' title='A História da Tecnologia Java Parte 5'/><author><name>Ary Cleber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13436226959590739833</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiu4poBwFL0N4eVvBApxR7rQlMid1-N9CGfMstU-bChTLm2RzntJN2qLe1sKTbQUkS_YfnOS-7LbnLA4dfe_AWlFegdnSHTrgofBEG0cKlgAzeMqDascuDacVPwkr0ATA/s220/eu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQb75M23Q9UcT69uB9xcpq-39B6ERzKPQu3wuvNfE8N9Voj4Zk5Z6rG8OvRk61_zbLwMdOM6Csm5THSoZ6WHMaHNrm-1-MFIFrVi65VoskhuViRDKcUQMQM-JFav1858p8n2mz2CEM28ro/s72-c/Duke.bmp" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6071692319049941798.post-2801759308269343510</id><published>2010-12-04T03:52:00.000-08:00</published><updated>2010-12-05T17:27:46.167-08:00</updated><title type='text'>A História da Tecnologia Java Parte 4</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Daniel  de Oliveira&lt;/span&gt;, DFJUG: “Trabalhava no Developers Resource Center da  Apple Computers e participei do encontro anual chamado WWDC, em 1995. O  que era para ser um encontro para discutir o Sistema Operacional para o  Macintosh (System 7), acabou se tornando um enorme Fuzzy. Só se falava  de Java, que tinha sido lançada no mês anterior. Era uma loucura e, me  lembro bem, falava-se desta nova linguagem até… nos banheiros. Procurei  descobrir que “animal” era este que todos diziam que seria uma  revolução. Empolgado, decidi dedicar minha carreira e meu futuro a esta  nova linguagem. Já de volta ao Brasil, agora morando em Brasília, em  Fevereiro de 1998, eu e Lu fundamos o Grupo de usuários Java do Distrito  Federal, o DFJUG, que hoje conta com mais de 75.000 associados.  Portanto, já são mais de 15 anos de dedicação diária à plataforma Java.  Não me arrependo nem um pouco, pois o convívio permanente com esta  comunidade só me fez crescer como pessoa.”&lt;/div&gt;   &lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face  {font-family:&quot;Cambria Math&quot;;  panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;  mso-font-charset:0;  mso-generic-font-family:roman;  mso-font-pitch:variable;  mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal  {mso-style-unhide:no;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:&quot;&quot;;  margin:0cm;  margin-bottom:.0001pt;  text-align:justify;  text-indent:5.65pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:12.0pt;  font-family:&quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;  mso-fareast-font-family:&quot;Times New Roman&quot;;} .MsoChpDefault  {mso-style-type:export-only;  mso-default-props:yes;  font-size:10.0pt;  mso-ansi-font-size:10.0pt;  mso-bidi-font-size:10.0pt;} @page WordSection1  {size:612.0pt 792.0pt;  margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;  mso-header-margin:36.0pt;  mso-footer-margin:36.0pt;  mso-paper-source:0;} div.WordSection1  {page:WordSection1;} --&gt; &lt;/style&gt;   Logo após o lançamento da versão Alpha2, a Netscape anuncia que está  licenciando a tecnologia Java para incorporar ao seu browser web. O  anúncio gerou interesse mundial, e foi quando Java começou a ser  associada de fato com a Web.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;&lt;br /&gt;Quando a versão 1.0 foi finalmente anunciada,  em Janeiro de 1996, 15 empresas já haviam licenciado a tecnologia Java  incluindo as gigantes IBM, Silicon Graphics, Netscape, Oracle e Toshiba.  Até mesmo a Microsoft havia anunciado seu interesse em incorporar Java  em seu browser. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Mauricio Lea&lt;/span&gt;l,  SouJava: &quot;Há anos, eu programava em Clipper e fazia sistemas  extremamente complexos. Durante a Faculdade, vi um artigo que me chamou a  atenção, apresentando uma tecnologia revolucionária capaz de rodar em  vários computadores chamada de Java. Imediatamente pedi para meus  colegas que tinham acesso à Internet na Faculdade (naquela época, não  havia acesso à Internet como hoje) e fiz o download do primeiro JDK  1.0.1.&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:tahoma;font-size:130%;color:#5f1214;&quot;&gt;&lt;b&gt;Os primeiros anos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt; &lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face  {font-family:&quot;Cambria Math&quot;;  panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;  mso-font-charset:0;  mso-generic-font-family:roman;  mso-font-pitch:variable;  mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;} @font-face  {font-family:&quot;Arial Narrow&quot;;  panose-1:2 11 6 6 2 2 2 3 2 4;  mso-font-charset:0;  mso-generic-font-family:swiss;  mso-font-pitch:variable;  mso-font-signature:647 2048 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal  {mso-style-unhide:no;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:&quot;&quot;;  margin:0cm;  margin-bottom:.0001pt;  text-align:justify;  text-indent:5.65pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:12.0pt;  font-family:&quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;  mso-fareast-font-family:&quot;Times New Roman&quot;;} p.Intertitulo, li.Intertitulo, div.Intertitulo  {mso-style-name:Intertitulo;  mso-style-unhide:no;  mso-style-parent:&quot;&quot;;  margin-top:8.5pt;  margin-right:0cm;  margin-bottom:0cm;  margin-left:0cm;  margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:none;  page-break-after:avoid;  mso-outline-level:1;  mso-hyphenate:none;  font-size:14.0pt;  font-family:&quot;Arial Narrow&quot;,&quot;sans-serif&quot;;  mso-fareast-font-family:&quot;Times New Roman&quot;;  mso-bidi-font-family:Arial;  color:navy;  mso-fareast-language:AR-SA;  font-weight:bold;} .MsoChpDefault  {mso-style-type:export-only;  mso-default-props:yes;  font-size:10.0pt;  mso-ansi-font-size:10.0pt;  mso-bidi-font-size:10.0pt;} @page WordSection1  {size:612.0pt 792.0pt;  margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;  mso-header-margin:36.0pt;  mso-footer-margin:36.0pt;  mso-paper-source:0;} div.WordSection1  {page:WordSection1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;strong&gt;Fabio  Velloso&lt;/strong&gt;, SouJava: “No início éramos muito questionados sobre  performance, devo ter discutido esse assunto umas 500 vezes! Lembro-me  de um projeto de desenvolvimento de um protocolo de criptografia para o  BankBoston que foi desenvolvido em C e assembler porque necessitávamos  de performance.       &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Com o lançamento da versão Java 1.1.8,  que trouxe o BigInteger e o Just In Time (JIT) Compiler, fizemos uma   nova implementação em Java, que era mais rápida que o código em  assembler.&lt;br /&gt;  Nos últimos 15 anos implementei vários projetos de  Internet Banking, processamento de CDR de alto volume e outros que  exigiam alto poder de processamento, e sempre com excelente performance.  Hoje é divertido lembrar do tempo em que as discussões não se resumiam a  existência de foreach na linguagem”.&lt;/div&gt;    &lt;div&gt;  O lançamento do  Java 1.1 incorporou funcionalidades importantes como JavaBeans e JDBC,  além de uma significativa melhora na performance com os compiladores  Just In Time (JIT).&lt;br /&gt;  A tecnologia Java ganhou maturidade e  começamos a ver decisões corporativas de uso da tecnologia Java em  projetos como Banco do Brasil, BankBoston, Baneb e muitos outros.   &lt;br /&gt;   Diversas universidades em todo o mundo adotam a linguagem Java em seus  currículos.&lt;br /&gt;  O JavaOne, evento mundial da tecnologia Java, que em  sua primeira edição contava com 6 mil desenvolvedores, se torna a maior  conferência de desenvolvedores do mundo e chega a ter 20 mil  desenvolvedores presentes no Moscone Center em São Francisco, EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;Serge Rehem,  Serpro/JavaBahia: &quot;Em 1997  trabalhava no Banco do Estado da Bahia - Baneb e me envolvi com o  projeto do Internet Banking, um wrapper para as telas do 3270. Trabalhei  com JDBC e Applets, ambiente Visual Symantec Cafe (muito bom para a  época!). Saí do banco e fui para o Serpro, retomei o contato com Java em  2000/2001 numa especialização, até participar do IRPF Java, conhecer  Bruno Souza e entrar para o JavaBahia. Isso mudou minha vida para  valer!&quot;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arycleber.blogspot.com/feeds/2801759308269343510/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/12/historia-da-tecnologia-java-parte-4.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/2801759308269343510'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/2801759308269343510'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/12/historia-da-tecnologia-java-parte-4.html' title='A História da Tecnologia Java Parte 4'/><author><name>Ary Cleber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13436226959590739833</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiu4poBwFL0N4eVvBApxR7rQlMid1-N9CGfMstU-bChTLm2RzntJN2qLe1sKTbQUkS_YfnOS-7LbnLA4dfe_AWlFegdnSHTrgofBEG0cKlgAzeMqDascuDacVPwkr0ATA/s220/eu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6071692319049941798.post-4237659276761096010</id><published>2010-12-03T08:20:00.000-08:00</published><updated>2010-12-04T04:00:11.691-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Historia do Java"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Java"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tecnologia Java"/><title type='text'>A História da Tecnologia Java Parte 3</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://www.devmedia.com.br/imagens/websysimg/easyjava/1/imagens/historia/image002.png&quot;&gt;&lt;img style=&quot;TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 425px; DISPLAY: block; HEIGHT: 339px; CURSOR: pointer&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://www.devmedia.com.br/imagens/websysimg/easyjava/1/imagens/historia/image002.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://www.devmedia.com.br/imagens/websysimg/easyjava/1/imagens/historia/image002.png&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:0;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:0;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://www.devmedia.com.br/imagens/websysimg/easyjava/1/imagens/historia/image002.png&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:0;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:0;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “Green Team” cresceu, e virou uma subsidiária da Sun Microsystems, a &lt;em&gt;FirstPerson&lt;/em&gt;. Mas logo em seguida, o projeto passou por maus momentos. Tendo perdido dois dos principais executivos, a &lt;em&gt;FirstPerson&lt;/em&gt; não foi capaz de montar um plano de negócios consistente. Por conta disso, não conseguiu nem comercializar essa maravilha tecnológica para a indústria de eletrônicos, que era o primeiro alvo, nem para as empresas Time Warner e 3DO, como uma plataforma de set-top box para TV a cabo. O Star7 não sobreviveu (apenas seis aparelhos foram construídos), assim como a versão reduzida do SunOS. Sem sucesso, o projeto acabou incorporado novamente à Sun.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;FONT-STYLE: italic; COLOR: rgb(0,0,255); FONT-WEIGHT: bold&quot;&gt;Finalmente, Java&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por volta de 1994, Bill Joy e John Gage analisavam a oportunidade representada pela Internet e pela Web. A web prometia oferecer o nível de interatividade que se esperava anteriormente para a TV Interativa. Assim, o time tomou a decisão corajosa e, para a época, totalmente maluca, de disponibilizar o código fonte do interpretador Oak na internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Focados em lançar o código fonte e fazer algo voltado para a web, criaram um browser web, chamado WebRunner (depois Oak, e se preparavam para lançar o projeto.&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;FONT-WEIGHT: bold&quot;&gt;Bruno Souza&lt;/span&gt;, SouJava: “No início de 1995, depois de passar alguns anos trabalhando com redes TCP/IP, consegui uma entrevista e fui contratado na Sun Microsystems. No Brasil, a Sun basicamente vendia hardware, e, como desenvolvedor, eu imaginava tentar um espaço para trabalhar com SunOS. Tive muita sorte: na primeira semana, um instrutor americano viu meu interesse por desenvolvimento de software e me apresentou o site interno do WebRunner, onde pude baixar uma versão interna do browser e do interpretador. Poucos dias depois, John Gage apresentou Java ao mundo. Alguns meses mais tarde, quando a imprensa começou a ligar, querendo saber mais sobre a novidade, meu chefe perguntou se alguém sabia do que se tratava. Eu mostrei pra ele as coisas que eu estava desenvolvendo na versão 1.0alpha2, a primeira versão pública de Java.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;&lt;style&gt;@font-face {   font-family: &quot;Cambria Math&quot;; }p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal { margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 5.65pt; font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; }.MsoChpDefault { font-size: 10pt; }div.WordSection1 { page: WordSection1; }&lt;/style&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No início de 1995, John Gage, Chief Scientist da Sun, fez uma apresentação não programada e totalmente de surpresa durante o evento Sun World. James Gosling lembra que viu John pegando alguns equipamentos e perguntou o que ele precisava. John disse que ia anunciar Java, e James se assustou, passou a mão no cabelo despenteado, juntou cabos e conectores, e foi junto. Assim foi anunciada a tecnologia Java para o mundo, no meio de um evento onde a Sun apresentava seus novos servidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;Pode parecer incrível, mas o pequeno desenho do Duke dando cambalhotas na tela levou o mundo da informática à loucura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte, as únicas notícias publicadas sobre o evento traziam a novidade: a web pela primeira vez era capaz de executar aplicações. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nos mêses seguinte, Java se torna rapidamente a tecnologia mais comentada por desenvolvedores do mundo web e causa furor nas mais diversas comunidades.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arycleber.blogspot.com/feeds/4237659276761096010/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/12/historia-da-tecnologia-java-parte-3.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/4237659276761096010'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/4237659276761096010'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/12/historia-da-tecnologia-java-parte-3.html' title='A História da Tecnologia Java Parte 3'/><author><name>Ary Cleber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13436226959590739833</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiu4poBwFL0N4eVvBApxR7rQlMid1-N9CGfMstU-bChTLm2RzntJN2qLe1sKTbQUkS_YfnOS-7LbnLA4dfe_AWlFegdnSHTrgofBEG0cKlgAzeMqDascuDacVPwkr0ATA/s220/eu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6071692319049941798.post-286166059791082236</id><published>2010-12-02T12:41:00.001-08:00</published><updated>2010-12-02T12:45:54.209-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Historia do Java"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Java"/><title type='text'>A história da Tecnologia Java  Parte2</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhHdbufbqZv0wubqj75Lq4dHP2xyumyScibVebGKmcfIS5rrQAC4qM39KxeT5qjPX-ikL1gMaphu4FpulnxzIn3nrSpELYEdV82mop22XOX_EcyMT796olJKou_pgXZFXkQ2gE8XizxTRFM/s1600/imagem_java.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhHdbufbqZv0wubqj75Lq4dHP2xyumyScibVebGKmcfIS5rrQAC4qM39KxeT5qjPX-ikL1gMaphu4FpulnxzIn3nrSpELYEdV82mop22XOX_EcyMT796olJKou_pgXZFXkQ2gE8XizxTRFM/s320/imagem_java.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5546188941310707810&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;font-style: italic; color: rgb(0, 0, 255); font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br /&gt;A Linguagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;    Para operar num sistema embarcado de recursos limitados, Gosling até   começou a modificar e estender o C/C++ (se referia como &quot;C++ ++ --&quot;),   mas logo abandonou a ideia em favor de uma linguagem nova, de   características peculiares. Destacando algumas:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;- Sintaxe parecida com C/C++: a familiaridade com linguagens tão conhecidas facilitaria sua disseminação e aprendizado;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;- Segura: nada de ponteiros! Uma proteção contra programas mal intencionados querendo acessar endereços de memória indevidos;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;- Confiável: imagina ter que “dar boot” em seus eletrodomésticos a todo o momento;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;- Garbage collected: a coleta de lixo proporcionaria maior eficiência no uso da memória;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;- Multiplataforma: portável para diferentes dispositivos, independente do tipo de CPU;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;-   Interpretada: para facilitar o trabalho do “tradutor”, a linguagem   deveria ser convertida para um formato intermediário (os bytecodes) que   seria enviado pela rede para executar dinamicamente no dispositivo  real.&lt;br /&gt;&lt;style&gt;@font-face {   font-family: &quot;Cambria Math&quot;; }p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal { margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 5.65pt; font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; }.MsoChpDefault { font-size: 10pt; }div.WordSection1 { page: WordSection1; }&lt;/style&gt;  &lt;div&gt;  A nova linguagem chegou a ser chamada de Greentalk (as extensões dos arquivos fonte eram &lt;em&gt;.gt&lt;/em&gt;), mas depois recebeu de Gosling o nome &lt;strong&gt;Oak&lt;/strong&gt;, inspirado por um carvalho que existia na frente do seu escritório. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;   Já próximo do lançamento, por conta de  uma  outra linguagem homônima,  o time teve que escolher outro nome.  James  não tem certeza absoluta  de quem disse “Java” primeiro, mas era o   quarto nome de uma lista que  continha ainda Silk e Lyric.&lt;br /&gt;&lt;style&gt;@font-face {   font-family: &quot;Cambria Math&quot;; }@font-face {   font-family: &quot;Arial Narrow&quot;; }p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal { margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 5.65pt; font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; }p.CodigoInterno, li.CodigoInterno, div.CodigoInterno { margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 10pt; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;,&quot;sans-serif&quot;; }.MsoChpDefault { font-size: 10pt; }div.WordSection1 { page: WordSection1; }&lt;/style&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;No &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;   “Como o Java recebeu esse nome?” apresentamos a tradução de um e-mail   em que James Gosling conta a história do nome Java. James explicava  para  o então CEO da Sun - Jonathan Schwartz - o que ele se lembrava do   processo de definição do nome. Jonathan depois postou essa mensagem em   seu blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 0);&quot; class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;&lt;div&gt;Como o Java recebeu esse nome?&lt;/div&gt; &lt;div&gt;De: James Gosling&lt;/div&gt; &lt;div&gt;Data: 24 de Agosto de 2007 - 20:16:58&lt;/div&gt; &lt;div&gt;Para: Jonathan Schwartz&lt;/div&gt; &lt;div&gt;Assunto: Como o Java recebeu esse nome?&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;A história é a seguinte:&lt;/div&gt; &lt;div&gt;Nós  precisávamos de um nome. Estávamos usando  &quot;oak&quot; (que eu escolhi  randomicamente), e embora o time tenha se apegado  e ele, os advogados  responsáveis pelo registro de marcas o descartaram.  Tivemos muitos  debates por email sobre nomes, mas nada era resolvido.  Acabamos na  estranha posição em que a única coisa que nos impedia de  fazer o  lançamento era o nome. Nosso líder de marketing conhecia alguém  que era  um &quot;consultor de nomes&quot; (eu não lembro o nome dele, mas ele era   ótimo). Nós não podíamos pagar o preço nem tínhamos tempo para fazer um   processo completo de criação de nome de produto. Ele concordou em fazer   algo bem atípico, mas efetivo e rápido: ele atuou como um facilitador  em  uma reunião onde uma dúzia de nós nos trancamos em uma sala por uma   tarde. Neste momento ele começou perguntando questões como &quot;Como esta   coisa faz vocês se sentirem?&quot; (Animados!) &quot;O que mais faz com que vocês   se sintam assim?&quot; (Café, Java!*). Chegamos a um quadro coberto de   palavras aleatórias. Então, ele nos conduziu em um processo de ordenação   onde finalizamos com um ranking de nomes. Acabamos com uma dúzia de   nomes candidatos e os enviamos para os advogados: eles trabalharam na   lista de cima para baixo até que chegaram a um nome que passou pela   pesquisa deles. &quot;Java&quot; era o quarto nome na lista. O primeiro nome era   &quot;Silk&quot;, que eu odiei, mas todos os outros gostaram. Meu favorito era   &quot;Lyric&quot;, o terceiro na lista, mas ele não passou pelo teste dos   advogados. Eu não lembro quais eram os outros candidatos.&lt;/div&gt; &lt;div&gt;Então,  quem deu o nome Java? Uma reunião  organizada pelo marketing, o  consultor que a organizou, e um monte de  nós gritando várias palavras  aleatórias. Eu honestamente não tenho  certeza absoluta de quem disse  &quot;Java&quot; primeiro, mas acredito que tenha  sido Mark Opperman.&lt;/div&gt; &lt;div&gt;Com certeza não foi nenhuma mente brilhante de marketing usando um processo coerente e bem pensado.&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br /&gt;* &quot;Java&quot; é uma gíria norte-americana para café (NT).&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;&lt;div style=&quot;font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(0, 0, 255);&quot;&gt;&lt;br /&gt;Nascem o Star7 e o Duke&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    Em abril de 1991 o projeto ganhou o reforço de Ed Frank, arquiteto da  SPARCstation 10, que liderou o desenvolvimento do hardware. Em dois  meses projetaram e construíram um PDA (&lt;em&gt;Personal Digital Assistance&lt;/em&gt;)  batizado de Star7 (ou *7). Monitor touch screen LCD colorido de 5  polegadas, rede sem fio de 900 MHz, áudio multimídia e entradas PCMCIA. O  grupo conseguiu colocar nesse pequeno dispositivo o SunOS (Unix da  Sun), o interpretador Oak, bibliotecas gráficas, objetos de interface,  as aplicações, imagens, sons e animações, tudo rodando com sucesso em 4  megabytes de memória RAM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;O *7  funcionava como uma espécie de controle remoto para vários dispositivos.  Para facilitar sua utilização, foi criado um agente virtual, uma  espécie de Mestre de Cerimônias, um pequeno e animado personagem que  dava cambalhotas e aparecia em todas as telas do sistema. No futuro  próximo, o pequeno agente se tornaria o conhecido mascote da tecnologia  Java, o Duke. Muitos anos depois, os desenhos do Duke foram liberados  sob uma licença BSD, permitindo seu livre uso pelos desenvolvedores  Java. &lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;corpo_texto&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arycleber.blogspot.com/feeds/286166059791082236/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/12/historia-da-tecnologia-java-parte2.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/286166059791082236'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/286166059791082236'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/12/historia-da-tecnologia-java-parte2.html' title='A história da Tecnologia Java  Parte2'/><author><name>Ary Cleber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13436226959590739833</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiu4poBwFL0N4eVvBApxR7rQlMid1-N9CGfMstU-bChTLm2RzntJN2qLe1sKTbQUkS_YfnOS-7LbnLA4dfe_AWlFegdnSHTrgofBEG0cKlgAzeMqDascuDacVPwkr0ATA/s220/eu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhHdbufbqZv0wubqj75Lq4dHP2xyumyScibVebGKmcfIS5rrQAC4qM39KxeT5qjPX-ikL1gMaphu4FpulnxzIn3nrSpELYEdV82mop22XOX_EcyMT796olJKou_pgXZFXkQ2gE8XizxTRFM/s72-c/imagem_java.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6071692319049941798.post-7387878786811992537</id><published>2010-12-01T11:17:00.000-08:00</published><updated>2010-12-01T11:35:56.962-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Historia do Java"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Java"/><title type='text'>A história da Tecnologia Java Parte1</title><content type='html'>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgf0Y95_qzT-2MLCvy6XZMQB_BhMUUN-lMKpZzEr86-O5MxR28OdgRRhxNOxCGFR7FZ7it9HwgxbFQgDxhUuRInWSakol2kq8QBXHRQ95aP50Bfj8anxJyz14q499yCpxMwE6maZyjbtLky/s1600/untitled.bmp&quot;&gt;&lt;img style=&quot;TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 214px; CURSOR: hand&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5545799853080402978&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgf0Y95_qzT-2MLCvy6XZMQB_BhMUUN-lMKpZzEr86-O5MxR28OdgRRhxNOxCGFR7FZ7it9HwgxbFQgDxhUuRInWSakol2kq8QBXHRQ95aP50Bfj8anxJyz14q499yCpxMwE6maZyjbtLky/s320/untitled.bmp&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi7-X561vGewamk2TzQHs7hFisBuCMANhaEd-ngRp-JWYvp-Q5bA4SJuWJL-kYVpnPeAkpxNB9s0RJyAVGJKPRoH2b1etgiH1NTsRXXg9wdT-a9yoly65qznXgui0cxPWv4y-kIApTIPWBE/s1600/untitled.bmp&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEifBt6HbRiI4MiHSI_nHmKxIULdRcCuJtUFwOHbMg7lZAQm8dH89DEilbrLSqoTMrokM9WatYXLURRfvuAgB5EhJWFzO4oP54K6XcBIoYBfdC6_0_olNi7nz4znzJHRGLbX5ijEcARsb2Rq/s1600/untitled.bmp&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A trajetória de uma das mais bem sucedidas plataforma de desenvolvimento do mundo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Plataforma Java é um dos ambientes de desenvolvimento de aplicações mais utilizados no mundo hoje. Desde as primeiras novidades - como JavaBeans, JDBC, Applets, AWT/Swing, RMI - passando pelas inovações na linguagem (Annotations, Generics) e chegando até as tecnologias Enterprise Edition (EJB, Web services, JSF), Java vem constantemente mudando a forma como construímos software, criando muitas oportunidades para o desenvolvedor.&lt;br /&gt;Já no lançamento da tecnologia, no início de 1995, em um mundo basicamente dominado por uma única visão de como se deveria desenvolver software, a noção revolucionária de independência de plataforma apresentado pela primeira Máquina Virtual Java (JVM - Java Virtual Machine), integrada à nascente “World Wide Web”, colocou o mercado de desenvolvimento de software em alta rotação. Nos anos seguintes, impulsionados pelas novas oportunidades de um mercado sem monopólios, novas empresas, novos modelos, novos sistemas e novas ideias chacoalharam e viraram de ponta cabeça tudo o que os desenvolvedores tinham antes como “certo”. Esse período de inovação foi fundamental para abrir caminho para as empresas do mundo Web 2.0 de hoje.&lt;br /&gt;Neste artigo, vamos conhecer alguns fatos e acontecimentos curiosos da trajetória desta tecnologia. Vamos conhecer não apenas a história da Tecnologia Java, mas também como isso afetou a vida de desenvolvedores no Brasil, e como eles&lt;br /&gt;conseguiram participar e influenciar esse mercado, colocando o país como ativo produtor e criador de uma tecnologia que estava revolucionando o mundo.&lt;br /&gt;Durante o artigo apresentaremos alguns depoimentos ilustrando o quanto Java esteve e está presente na vida pessoal e profissional dessas pessoas.&lt;br /&gt;Como tudo começou&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história de Java começou a ser escrita quando James Gosling, Patrick Naughton e Mike Sheridan se uniram a dois fundadores da Sun, Andy Bechtolsheim e Bill Joy, para pensar sobre a nova onda do mundo digital.&lt;br /&gt;Eles não demoraram muito para concluir que seria a convergência de computadores aos dispositivos e eletrodomésticos utilizados no dia a dia, tudo interconectado e remotamente controlado.&lt;br /&gt;Iniciaram assim um projeto que receberia o nome de Green, com o objetivo de desenvolver um sistema que os permitissem construir uma rede distribuída e heterogênea de dispositivos eletrônicos voltados ao consumidor final, todos conversando entre si.&lt;br /&gt;O desafio escolhido foi criar um ambiente de software que fosse super legal (é, esse era um dos requerimentos!), interessante para o mercado consumidor em geral e ao mesmo tempo atraente para desenvolvedores de software.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema deveria envolver arte e design, e poder ser implementado por um pequeno grupo de pessoas em menos de um ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na divisão inicial das tarefas, Mike Sheridan ficou com o desenvolvimento de negócios, Patrick Naughton, com o sistema de gráficos, e James (que era o líder do projeto) foi estudar a linguagem de programação adequada para o projeto. Ao logo de um ano e meio, o projeto Green aos poucos foi ganhando novos membros, chegando a ter 13 pessoas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arycleber.blogspot.com/feeds/7387878786811992537/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/12/historia-da-tecnologia-java-parte1.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/7387878786811992537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/7387878786811992537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/12/historia-da-tecnologia-java-parte1.html' title='A história da Tecnologia Java Parte1'/><author><name>Ary Cleber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13436226959590739833</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiu4poBwFL0N4eVvBApxR7rQlMid1-N9CGfMstU-bChTLm2RzntJN2qLe1sKTbQUkS_YfnOS-7LbnLA4dfe_AWlFegdnSHTrgofBEG0cKlgAzeMqDascuDacVPwkr0ATA/s220/eu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgf0Y95_qzT-2MLCvy6XZMQB_BhMUUN-lMKpZzEr86-O5MxR28OdgRRhxNOxCGFR7FZ7it9HwgxbFQgDxhUuRInWSakol2kq8QBXHRQ95aP50Bfj8anxJyz14q499yCpxMwE6maZyjbtLky/s72-c/untitled.bmp" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6071692319049941798.post-697376303701432203</id><published>2010-11-30T12:48:00.000-08:00</published><updated>2010-11-30T13:06:37.344-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="hacker"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="kinect"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="windows 7"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Xbox"/><title type='text'>Kinect é hackeado e funciona sem o XBox</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://info.abril.com.br/noticias/blogs/estacaowindows/files/2010/11/OpenKinect.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 450px; height: 335px;&quot; src=&quot;http://info.abril.com.br/noticias/blogs/estacaowindows/files/2010/11/OpenKinect.jpg&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Mal chegou ao mercado o mais novo produto da Microsoft foi alvo de hackers que conseguiram desbloquear o equipamento fazendo com que o mesmo interagisse com computadores sem precisar do consoler Xbox da MS. Vejam a materia extraída da Info Abril.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O hacker americano AlexP diz ter desbloqueado várias funções do  Kinect, o sensor da Microsoft que permite controlar jogos no Xbox usando  o próprio corpo.&lt;span id=&quot;more-196958&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A façanha está documentada em vários vídeos publicados no YouTube e no &lt;a title=&quot;NUI Group - Microsoft Kinect (English)&quot; href=&quot;http://nuigroup.com/forums/viewthread/11154/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;site do grupo NUI&lt;/a&gt;,  do qual faz parte AlexP. Num deles, o hacker usa o computador para  alterar a inclinação do Kinect. Outro vídeo mostra o Kinect enviando, ao  PC, informações sobre cores e distâncias dos objetos monitorados por  ele. Os vídeos apareceram alguns dias depois de a empresa &lt;a title=&quot;Adafruit -- Open Kinect (English)&quot; href=&quot;http://www.adafruit.com/blog/2010/11/04/the-open-kinect-project-the-ok-prize-get-1000-bounty-for-kinect-for-xbox-360-open-source-drivers/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Adafruit &lt;/a&gt;ter  oferecido uma recompensa para quem conseguisse criar drivers de código  aberto para o Kinect. Isso abriria o caminho para outros equipamentos,  além do Xbox, interagirem com o sensor. Seria algo parecido com o que  aconteceu como o controlador do Wii, da Nintendo, que passou a ser usado  para uma variedade de aplicações além dos jogos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O sistema da Microsoft é um avançado sensor 3D capaz de reconhecer  formas e medir profundidades. Câmeras com esse objetivo, usadas em  robôs, custam vários milhares de dólares nos Estados Unidos. Se for  hackeado, o Kinect, que é vendido lá por 150 dólares, poderá ser  adaptado para uso em robôs, poupando bastante dinheiro aos seus  construtores. Foi com esse objetivo que a Adafruit – que vende  componentes para a construção caseira de equipamentos eletrônicos –  criou o projeto Open Kinect. É um concurso com regras simples: quem  desenvolver drivers capazes de controlar o Kinect e liberar o código  fonte leva a recompensa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quando o concurso foi anunciado, na semana passada, a recompensa era  de 1 000 dólares. Mas a Microsoft não gostou nem um pouco da  brincadeira. A empresa declarou que vai usar tanto meios técnicos como  jurídicos para evitar que o Kinect seja hackeado. Quando essas  declarações foram publicadas pela imprensa americana, a Adafruit  aumentou a recompensa para 2 mil dólares, e, depois, para 3 mil dólares.  Resta saber se AlexP já atingiu o nível de controle exigido pela  Adafruit. De qualquer modo, há muita gente tentando levar essa  recompensa. É muito provável que alguém consiga – e logo.&lt;/p&gt;&lt;iframe allowfullscreen=&#39;allowfullscreen&#39; webkitallowfullscreen=&#39;webkitallowfullscreen&#39; mozallowfullscreen=&#39;mozallowfullscreen&#39; width=&#39;320&#39; height=&#39;266&#39; src=&#39;https://www.blogger.com/video.g?token=AD6v5dwNrc_m4fcSsQO2vxcFW5BuVaMpx8IjdjaAR1gr6e6rcn3nv6zfn83rWCc5co_E_rLGBF_AT2vfBlU0q46rSg&#39; class=&#39;b-hbp-video b-uploaded&#39; frameborder=&#39;0&#39;&gt;&lt;/iframe&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arycleber.blogspot.com/feeds/697376303701432203/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/11/kinect-e-hackeado-e-funciona-sem-o-xbox.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/697376303701432203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/697376303701432203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/11/kinect-e-hackeado-e-funciona-sem-o-xbox.html' title='Kinect é hackeado e funciona sem o XBox'/><author><name>Ary Cleber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13436226959590739833</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiu4poBwFL0N4eVvBApxR7rQlMid1-N9CGfMstU-bChTLm2RzntJN2qLe1sKTbQUkS_YfnOS-7LbnLA4dfe_AWlFegdnSHTrgofBEG0cKlgAzeMqDascuDacVPwkr0ATA/s220/eu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6071692319049941798.post-635068521344543563</id><published>2010-11-29T12:03:00.000-08:00</published><updated>2010-11-30T08:36:41.549-08:00</updated><title type='text'>Redes Wireless podem prejudicar as árvores</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjX-cKkrHIlnG0eq7VVKAY-dMR9lZxH7a-Vr95xfYPqef1zxuzp42d9I86SPwaOtudrMG4hQZjo1QxTAk2LX-yCDUQdMezn5aT2z22vdS3VlnUyq6yKjzhiTXVhhGwmHkVeSPDe15qsSQek/s1600/arvorelon.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 439px; height: 351px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjX-cKkrHIlnG0eq7VVKAY-dMR9lZxH7a-Vr95xfYPqef1zxuzp42d9I86SPwaOtudrMG4hQZjo1QxTAk2LX-yCDUQdMezn5aT2z22vdS3VlnUyq6yKjzhiTXVhhGwmHkVeSPDe15qsSQek/s320/arvorelon.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5545382460268931042&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a id=&quot;publishButton&quot; class=&quot;cssButton&quot; href=&quot;javascript:void(0)&quot; target=&quot;&quot; onclick=&quot;if (this.className.indexOf(&amp;quot;ubtn-disabled&amp;quot;) == -1) {var e = document[&#39;stuffform&#39;].publish;(e.length) ? e[0].click() : e.click(); if (window.event) window.event.cancelBubble = true; return false;}&quot;&gt;&lt;div class=&quot;cssButtonOuter&quot;&gt;&lt;div class=&quot;cssButtonMiddle&quot;&gt;&lt;div class=&quot;cssButtonInner&quot;&gt;Publicar postagem&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://hypescience.com/wp-content/uploads/2010/11/arvorelon.jpg&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ninguém duvida que as redes wireless realmente facilitaram nossas  vidas. Em qualquer lugar podemos conferir nossos e-mails, fazer  downloads e falar sobre nossa vida no twitter. Mas um novo estudo afirma  que nem tudo são flores – muito pelo contrário. As redes Wireless  poderiam estar prejudicando as árvores.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A cidade holandesa de Alphen aan den Rijn contratou cientistas para  descobrir o motivo de suas árvores estarem se desenvolvendo de forma  estranha. Os pesquisadores contratados, da Universidade de Wageningen,  descobriram que 70% das árvores de áreas urbanas apresentam os sintomas  das árvores de Alphen aan den Rijn, enquanto, na década passada, apenas  10% das plantas apresentavam esses problemas. O que pode estar causando  isso? Segundo os pesquisadores, as redes Wi-fi.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O estudo expôs 20 árvores a diferentes fontes de radiação por três  meses. As plantas posicionadas mais próximas de redes wireless  apresentavam enfraquecimento das folhas e inibição do crescimento.&lt;/p&gt; Mesmo assim, estudos anteriores haviam provado que as redes wireless  eram completamente seguras. Mais estudos serão feitos antes que se possa  ter uma conclusão definitiva.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arycleber.blogspot.com/feeds/635068521344543563/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/11/redes-wireless-podem-prejudicar-as.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/635068521344543563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/635068521344543563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/11/redes-wireless-podem-prejudicar-as.html' title='Redes Wireless podem prejudicar as árvores'/><author><name>Ary Cleber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13436226959590739833</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiu4poBwFL0N4eVvBApxR7rQlMid1-N9CGfMstU-bChTLm2RzntJN2qLe1sKTbQUkS_YfnOS-7LbnLA4dfe_AWlFegdnSHTrgofBEG0cKlgAzeMqDascuDacVPwkr0ATA/s220/eu.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjX-cKkrHIlnG0eq7VVKAY-dMR9lZxH7a-Vr95xfYPqef1zxuzp42d9I86SPwaOtudrMG4hQZjo1QxTAk2LX-yCDUQdMezn5aT2z22vdS3VlnUyq6yKjzhiTXVhhGwmHkVeSPDe15qsSQek/s72-c/arvorelon.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6071692319049941798.post-7000141556647797230</id><published>2010-11-29T10:39:00.000-08:00</published><updated>2010-11-29T11:09:14.179-08:00</updated><title type='text'>Dicas sobre Tecnológia da Informação -  Redes Sem Fio</title><content type='html'>Boa Tarde Pessoal que visita meu Blog,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou começando hoje com uma série de Post´s que eu considero um tanto importantes, pois tratarão de um assuntos como: TI, Dispositivos Móveis, Desenvolvimento de Aplicações e Jogos Digitais, assuntos estes que já fazem parte da vida da maioria das pessoas.&lt;br /&gt;Começarei neste post inicial falando sobre Redes Sem Fio, que estão presentes em todos os lugares, mesmo que não percebamos a sua presença, elas estão por lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para inicio de conversar vamos diferenciar redes sem fio das redes tradicionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Uma &lt;b&gt;rede sem fio&lt;/b&gt; refere-se a uma &lt;a title=&quot;Rede de computadores&quot; href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_de_computadores&quot;&gt;rede de computadores&lt;/a&gt; sem a necessidade do uso de cabos – sejam eles telefônicos, coaxiais ou ópticos – por meio de equipamentos que usam &lt;a class=&quot;mw-redirect&quot; title=&quot;Radiofrequência&quot; href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Radiofrequ%C3%AAncia&quot;&gt;radiofrequência&lt;/a&gt; (comunicação via ondas de rádio) ou comunicação via &lt;a class=&quot;mw-redirect&quot; title=&quot;Infravermelho&quot; href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Infravermelho&quot;&gt;infravermelho&lt;/a&gt;, como em dispositivos compatíveis com &lt;a class=&quot;mw-redirect&quot; title=&quot;IrDA&quot; href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/IrDA&quot;&gt;IrDA&lt;/a&gt;. É conhecido também pelo &lt;a title=&quot;Anglicismo&quot; href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Anglicismo&quot;&gt;anglicismo&lt;/a&gt; &lt;i&gt;wireless&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O uso da tecnologia vai desde transceptores de rádio como &lt;a title=&quot;Walkie-talkie&quot; href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Walkie-talkie&quot;&gt;walkie-talkies&lt;/a&gt; até &lt;a title=&quot;Satélite artificial&quot; href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Sat%C3%A9lite_artificial&quot;&gt;satélites artificais&lt;/a&gt; no espaço. Seu uso mais comum é em redes de &lt;a title=&quot;Computador&quot; href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Computador&quot;&gt;computadores&lt;/a&gt;, servindo como meio de acesso à &lt;a title=&quot;Internet&quot; href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet&quot;&gt;Internet&lt;/a&gt; através de locais remotos como um &lt;a title=&quot;Escritório&quot; href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Escrit%C3%B3rio&quot;&gt;escritório&lt;/a&gt;, um &lt;a title=&quot;Bar&quot; href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Bar&quot;&gt;bar&lt;/a&gt;, um &lt;a title=&quot;Aeroporto&quot; href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Aeroporto&quot;&gt;aeroporto&lt;/a&gt;, um &lt;a title=&quot;Parque&quot; href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Parque&quot;&gt;parque&lt;/a&gt;, ou até mesmo em casa, etc.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;title&quot;&gt;&lt;h2&gt;Você sabia que wireless e wi-fi não são a mesma coisa?&lt;/h2&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;singmet&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;center&gt;&lt;a href=&quot;http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/09/image19.png&quot;&gt;&lt;img style=&quot;BORDER-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; DISPLAY: block; FLOAT: none; MARGIN-LEFT: auto; BORDER-TOP: 0px; MARGIN-RIGHT: auto; BORDER-RIGHT: 0px&quot; title=&quot;Você sabia que wireless e wi fi não são a mesma coisa?&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;image thumb3 Você sabia que wireless e wi fi não são a mesma coisa?&quot; src=&quot;http://www.iotecnologia.com.br/wp-content/uploads/2010/09/image_thumb3.png&quot; width=&quot;157&quot; height=&quot;109&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span id=&quot;more-4923&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que é uma conexão wireless?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se traduzirmos o nome wireless ao pé da letra descobriremos que ele significa &lt;em&gt;sem fio&lt;/em&gt;. Portanto, conexões wireless são todas as conexões que ocorrem sem o uso de fios. Talvez você se surpreenda&lt;a href=&quot;http://www.twitter.com/cissabastos&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;/a&gt;, mas as conexões que se estabelecem entre o seu controle remoto e sua TV, entre o seu celular e as torres das operadoras e entre o rádio da polícia e a central de operações, também são conexões wireless.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Concluímos então que todo tipo de conexão que não usa fios para se estabelecer pode ser chamada de conexão wireless.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;E o que são conexões wi-fi?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Conexões wi-fi são todas aquelas que obedecem ao padrão IEEE 802.11 e suas variantes (a,b,g,n). Para quem não entende muito de padrões, as conexões 802.11 são aquelas que fazem com que possamos acessar a Internet em casa, no aeroporto, no hotel… Enfim, é o tipo de conexão wireless mais conhecido por nós.&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Se você usa 3G para acessar a Internet, saiba que este tipo de conexão é wireless, mas não wi-fi&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;O nome wi-fi foi dado pela então WECA (Wireless Ethernet Compatibility Alliance) que posteriormente passaria a se chamar Wi-fi Alliance. Essa “aliança” inicialmente era composta por empresas como 3Com, Nokia e Lucent Technologies e tinha como objetivo organizar junto ao IEEE as questões normativas e de padronização das tecnologias wireless para comunicação entre computadores. Atualmente a Wi-fi Alliance conta com mais de 300 empresas membros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;De onde veio esse nome?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Extraoficialmente dizem que o nome wi-fi significa Wireless Fidelity, mas a Wi-fi Alliance não confirma a informação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Resumindo a ópera, podemos concluir que:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div&gt;Independente da tecnologia, basta a comunicação ocorrer sem o uso de fios para ser chamada de wireless;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div&gt;O nome wi-fi tem dono e identifica as conexões que funcionam sobre o padrão IEEE 802.11;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div&gt;Toda conexão wi-fi é wireless, entretanto, nem toda conexão wireless é wi-fi.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div&gt;Tanto faz chamar a conexão sem fio da sua casa de wireless ou wi-fi, a diferença é que wi-fi é mais específico.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Espero que a diferença entre wireless e wi-fi tenha ficado bem clara pra vocês. Aproveito a oportunidade e peçam aos seus followers do Twitter que acessem o meu blog e que ajudem, pedindo, manando sugestões para que eu possa escrever nos próximos post´s. &lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arycleber.blogspot.com/feeds/7000141556647797230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/11/dicas-sobre-tecnologia-da-informacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/7000141556647797230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6071692319049941798/posts/default/7000141556647797230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arycleber.blogspot.com/2010/11/dicas-sobre-tecnologia-da-informacao.html' title='Dicas sobre Tecnológia da Informação -  Redes Sem Fio'/><author><name>Ary Cleber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13436226959590739833</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiu4poBwFL0N4eVvBApxR7rQlMid1-N9CGfMstU-bChTLm2RzntJN2qLe1sKTbQUkS_YfnOS-7LbnLA4dfe_AWlFegdnSHTrgofBEG0cKlgAzeMqDascuDacVPwkr0ATA/s220/eu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>