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2 - Cinema: O Que Este Blogueiro Viu desde Outubro 2010 ! 

3 – Cinema: O Que Este Blogueiro Viu até Outubro 2010 !

4 – Relação de Clássicos do Cinema;

5 – Informações e Links sobre Opções Reais, Metodologia que Começa a Ser Aplicada para Avaliação de Empresas e Projetos;

6 – Relação de Livros Recomendados;

7 – Lugares, Onde Você Encontrará Viagens Interessantes, e Até Onde Comer;</description><link>http://fred-blogdofred.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Fred)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>7</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><language>en-us</language><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:summary>1 – Opiniões; 2 - Cinema: O Que Este Blogueiro Viu desde Outubro 2010 ! 3 – Cinema: O Que Este Blogueiro Viu até Outubro 2010 ! 4 – Relação de Clássicos do Cinema; 5 – Informações e Links sobre Opções Reais, Metodologia que Começa a Ser Aplicada para Avaliação de Empresas e Projetos; 6 – Relação de Livros Recomendados; 7 – Lugares, Onde Você Encontrará Viagens Interessantes, e Até Onde Comer;</itunes:summary><itunes:subtitle>1 – Opiniões; 2 - Cinema: O Que Este Blogueiro Viu desde Outubro 2010 ! 3 – Cinema: O Que Este Blogueiro Viu até Outubro 2010 ! 4 – Relação de Clássicos do Cinema; 5 – Informações e Links sobre Opções Reais, Metodologia que Começa a Ser Aplicada para Aval</itunes:subtitle><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8801684654378313981.post-7025994017557960789</guid><pubDate>Sun, 01 Mar 2020 22:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2020-03-01T19:03:11.704-03:00</atom:updated><title>CINEMA: O QUE ESTE BLOGUEIRO VIU DESDE OUTUBRO 2010 !</title><description>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
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&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;- O Homem Invisível (The Invisible Man). &lt;/b&gt;Regular. De Leigh Whannell, ficção, baseado em livro de H.G.Wells, Austrália/EUA, 2019. Possui algum interesse, mas é muito 'cinemão' pro meu gosto. Mas agradou boa parte da plateia ontem no cinema. Enfim...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Os Invisíveis (Les Invisibles). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Louis-Julien Petit, ficção, França, 2019. A dura realidade de um centro de assistência social e seus esforços para a reintegração de mulheres sem-teto na sociedade. Duro, e real...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Preço da Verdade (Dark Waters).&lt;/b&gt; Bom. De Todd Haynes, baseado em caso real, EUA, 2019. OK, há filmes com julgamentos e tribunais demais, mas a história, fora alguns lugares comuns, interessa e possui bom ritmo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Luta por Justiça (Just Mercy). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De Destin Daniel Cretton, baseado em história real EUA, 2018. A impressionante história de advogado negro, formado em Harvard, que através de uma organização de direitos civis reanalisa os processos de presos no corredor da morte no Alabama (onde havia, e ainda há muito preconceito contra a população negra), a partir dos anos 1980, e consegue reverter a pena de morte de alguns, e mesmo a absolvição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;b&gt;- Cicatrizes (Savovi).&lt;/b&gt; Bom. De Miroslav Terzic, ficção, Sérvia, 2019. Ñ é todo dia que chega por aqui o cinema da Sérvia. Além da curiosidade, o roteiro é muito bom. Que venha mais cinema dos Bálcãs !!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O jovem Ahmed (Le jeune Ahmed).&lt;/b&gt; De Jean-Pierre Dardenne e Luc Dardenne, ficção, França/Bélgica, 2019. A ñ integração de parte de comunidade muçulmana na Bélgica (assim como em outros países da Europa), e a radicalização. Atentados na França foram realizados por jovens muçulmanos belgas. Há problemas, oriundos da ñ integração e do extremismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A chance de Fahim (Fahim). &lt;/b&gt;Bom. De Pierre-FrançoisMartin-Laval, baseado em história real, França, 2019. Impossível ñ simpatizar com o jovem enxadrista, que com seu pai sai de Banladesh, e vai para a França em busca de asilo. Sua chance na França é o xadrez !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Retrato de uma jovem em chamas (Portrait de ja jeune fille en feu). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Céline Sciamma&lt;b&gt;, &lt;/b&gt;ficção, 2019.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;O tema interessa. Imaginemos tal fato à época, século XVIII, França. O roteiro, porém, não impõe ritmo adequado. Mas vale.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Um lindo dia na vizinhança (A beautiful day in the neighborhood). &lt;/b&gt;Fraco a Regular. De Marielle Heller, inspirado em fatos reais, EUA, 2019. Não funcionou para mim, um cético de carteirinha. Situações que beiravam o bisonho.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Judy - Muito além do arco-íris (Judy). &lt;/b&gt;Bom. De Rupert Goold, inspirado nos último meses na vida da artista Judy Garland, Reino Unido, 2019. O filme é a atuação de Renée Zellweger como Judy. Ela canta (é realmente a atriz a fazê-lo), muito bom desempenho. O filme mostra alguns momentos terríves de Judy como criança ("O Mágico de Oz"), submetida à rotina tirânica, obrigada a usar medicamentos que a viciaram para toda a vida, sua decadência nos últimos momentos, relação familiar precária, além de ter sofrido assédio sexual por executivo da produtora MGM, quando adolescente. Consequências inevitáveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Escândalo (Bombshell). &lt;/b&gt;Regular. De Jay Roach, inspirado em fatos reais, Canadá/EUA, 2019. A história, da qual confesso que quase nada me lembrava, devido ao roteiro não evoluiu da melhor forma. Bons desempenhos, inegável, mas não funcionou, como poderia. Pena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Jo-Jo Rabbit. &lt;/b&gt;Bom. De Taika Waititi (maori), ficção, República Tcheca/Nova Zelândia/EUA, 2019. Bom e imaginativo roteiro, mais uma vez mostra a II Guerra sob os olhos de uma criança alemã, cujo 'amigo invisível' é ninguém menos que Hitler. Bizarro. Livremente inspirado no livro "O Céu que nos oprime", de Christine Leutens.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Instinto (Instinct). &lt;/b&gt;Bom. De Halina Reijn, ficção, Holanda, 2019. Interessante história da relação entre uma psicóloga e um detento, agressor sexual. Nada é 0 ou 1, nada é branco ou preto.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Os fãs reconhecerão atriz da série "Game of Thrones".&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 1917. &lt;/b&gt;Muito Bom. De Sam Mendes, Ficção, EUA/Reino Unido, 2019. I Guerra na veia, com toda crueza e o morticínio da guerra de trincheiras. Filma em um plano único (eu pouco sei sobre cinema, mas quem o ver entenderá), e você ficará quase sem fôlego, em meio à tensão. Pode ser colocado no mesmo patamar de "Nada de novo no Front", de Lewis Milestone, baseado em romance de Erich Maria Remarque, e de "Glória feita de Sangue", de Stanley Kubrick. Super vale !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Kursk - A última viagem (Kursk). &lt;/b&gt;Bom. De Thomas Vinterberg, baseado em fatos reais, Bélgica/França/Noruega, 2019.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Vale, pela história quase inacreditável - da qual eu pouco lembrava ou quase nada sabia, o acidente com o submarino russo 'Kursk' - os porquês, a maneira absurda como o governo Putin lidou com a mesma, além de Vinterberg, que dirigira o soberbo "Festa de Família', ser um dos fundadores do movimento cinematográfico Dogma 95, juntamente com Lars von Trier. Li que Vintemberg, que tentara filmar na Rússia, afirmou que teve problemas e que as autoridades quiseram censurar parte do roteiro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Democracia em Vertigem. &lt;/b&gt;Netflix. Tosco. De Petra Costa, Documentário (será ?? melhor seria uma bisonha ficção), Brasil, 2019. Documentário pressupõe retratar fatos. Infelizmente, não é o caso.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Michael Moore já colocou sua credibilidade em jogo ao "criar" falsas realidades. Petra segue este caminho, e não esconde sua militância petista. OK, mas podia ter feito seu trabalho corretamente. Não foi o caso. Parece a luta entre o bem (PT, Lula e Dilma, a pobrezinha) e o mal. A luta contra o Capital ! Demonstra desconhecer os reais motivos do pedido de impeachment (segundo ela, tentavam caracterizar Dilma como corrupta), e ignora ou finge esquecer que Dilma descumpriu a Constituição, ao não repassar recursos do Tesouro, as chamadas 'Pedaladas Fiscais'. E que a trôpega 'gerentona' jogou o país em sua pior crise econômica de sua História. Espertamente Petra esqueceu que o PMDB já estava com o PT ANTES, com Lula. Edison Lobão, por exemplo, o prova, ministro de Minas e Energia, elogiado por Lula como símbolo de honestidade. É a velha bisonhice do 'Nós Contra Eles'. Menos Petra, menos....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O caso Richard Jewell (Richard Jewell). &lt;/b&gt;Bom. De Clint Eastwood, baseado (ou inspirado ?) em história real, EUA, 2019. Uma boa história, roteiro competente, boas atuações (algumas ótimas). OK, Clint Eastwood pode ter exagerado na caricatura de alguns personagens, mas se mantem fiel à luta do homem comum às arbitrariedades do Estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Deus é mulher e seu nome é Petúnia (Gospod postoi, imeto i' e Petrunija). &lt;/b&gt;Bom. De Teona Strugar Mitevska, livremente inspirado em história real, Macedônia/Bélgica/França, 2019. Não é todo dia que chega por aqui o cinema da Macedônia. Na verdade, quase nunca... Ótima história, com bom roteiro. Está tudo ali. Tradições arcaicas da Igreja Ortodoxa, preconceitos contra a mulher, atraso, em um país que era parte da antiga Iugoslávia.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- O Farol (The Lighthouse). &lt;/b&gt;Regular. De Robert Eggers, ficção, Canadá/EUA, 2019. Havia elementos para uma boa história, mas não funcionou, para mim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Os miseráveis (Les misérables).&lt;/b&gt; Bom. Festival de Cinema do Rio 2019. De Ladj Ly, ficção, França, 2019. A violência latente nos subúrbios de Paris. Impressiona. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O paraíso deve ser aqui (It must be heaven).&lt;/b&gt; Festival de Cinema do Rio 2019. Regular a Bom. De Elia Suleiman, ficção, França/Catar, 2019. O filme é mais uma sucessão de esquetes, quadros. Alguns funcionam. Outros, nem tanto. Suleiman é polêmico. A questão palestina gera polêmica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Synonymes (Synonyms). &lt;/b&gt;Fraco a Regular. Festival de Cinema do Rio 2019. De Nadav Lapid, ficção, França/Israel/Alemanha, 2019. A história prometia... Ficou na promessa...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Os olhos de Cabul (Les hirondelles de Kaboul). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Festival de Cinema do Rio 2019. De Zabou Breitman e Eléa Gobbé-Mevellec, animação, França, 2019. O Afeganistão sob a ocupação do talibã é retratado e demonstra todos os absurdos e incoerências praticados contra a população local, principalmente a feminina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Uma vida oculta (A Hidden Life).&lt;/b&gt; Enfadonho. Festival de Cinema do Rio 2019. De Terrence Malick, baseado em fatos reais, EUA/Alemanha, 2019. Em meu frenesi frente ao Festival de Cinema do Rio, não atentei para o nome do diretor, o mesmo de "A Árvore da Vida". OK, ele já fizera coisas melhores. Mas aquele ritmo, aquela fotografia chata, aqueles vozes "em off" estavam todos lá, estilo enfadonho de "A Árvore da Vida". Muito chato. Saí antes do final, me culpando não haver lido o nome do diretor ANTES de comprar esta sessão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- State Funeral. &lt;/b&gt;Festival do Rio 2019. Regular. De Sergei Loznitsa, documentário, Holanda/Lituânia, 2019. A cerimônia do enterro do ditador Stalin. Bizarro, mesmo horrendo. São 135 minutos e, confesso, saí um pouco antes do final, pois aquela cerimônia surreal cansou, tédio. Era mesmo o objetivo do diretor. Chocar, mostrar o absurdo da situação. Havia mesmo ucranianos, após o verdadeiro genocídio promovido por Stalin na Ucrânia nos anos 1930 (Holodomor). Aquele mesmo Stalin que, na primeira semana após a invasão da União Soviética pela Alemanha em 1941, permaneceu bêbado em sua Datcha, sem saber o que fazer. Que fizera o pacto com Hitler em 1939. Que mandara matar mais de 20 mil oficiais poloneses, em Katyn em arredores, 1940. Que anexara os Estados Bálticos. A lista é longa. Verdadeiro psicopata. O medo, certamente, explica as multidões presentes na cerimônia. O quase inacreditável é que, pouco depois da morte de Stalin, Krushev, que elogiara Stalin na cerimônia, denunciou parte dos horrendos crimes do ditador. A ficção jamais poderia superar tamanho absurdo !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Cidadão K(Citizen K). &lt;/b&gt;Festival do Rio 2019. Bom a Muito Bom. De Alex Gibney, documentário, Reino Unido/EUA, 2019.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Mais evidências de que a Rússia é uma Cleptocracia, que pratica um Capitalismo de Quadrilha. Ou você está com Putin, ou você está ferrado (ou morto).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Uma Mulher Alta (Dylda). &lt;/b&gt;Festival do Rio 2019. Bom. De Kantemir Balagov, baseado em livro da premiada escritora Svetlana Aleksiévitch, "A Guerra não tem rosto de mulher", Rússia, 2019. A mulher soviética lutou na II Guerra, em muitas funções. Pequeno retrato das vidas meio destruídas, principalmente segundo o ponto de vista feminino, numa União Soviética devastada, poucos meses após o final da guerra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Você não estava aqui (Sorry we missed you). &lt;/b&gt;Festival do Rio 2019. Bom. De Ken Loach, ficção, Reino Unido/França/Bélgica, 2019. No Reino Unido, mudanças na economia, um mercado de trabalho que oferece cada vez menos empregos e maior insegurança, se traduzem em maior fragilidade e incerteza. Agora, com o Brexit, salto no escuro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Aqueles que ficaram (Akik maradtak).&lt;/b&gt; Festival do Rio 2019. Regular a Bom. De Bamabás Tóth, ficção, Ungria, 2019. A dura reconstrução da vida de sobreviventes da II Guerra em Budapeste, alguns de campos de extermínio. A anexação da Hungria pelos soviéticos introduz mais tensões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Dois Papas (The Two Popes). &lt;/b&gt;Muito Bom. De Fernando Meirelles, ficção, Reino Unido/Itália/Argentina, 2019. Ótimo roteiro produz encontro fictício bizarro entre Bento XVI e Bergoglio (Papa Francisco), e que rende excelentes diálogos. Some-se às ótimas atuações de Anthony Hopkins e Jonathan Price.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Roteiro também apresenta, corajosamente, controverso papel de Bergoglio durante a última ditadura na Argentina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- The China Hustle. &lt;/b&gt;Netflix. Bom. Documentário. Investidores norte-americanos, ao analisar inconsistências de informações de empresas chinesas, trazem à tona um verdadeiro 'Capitalismo de Quadrilha' que existe por lá. Soa familiar ?? Há muitos exemplos no mundo. Mesmo por aqui... O fato é, a China é um gigantesco mistério. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Resistência de Inga (Héraoio).&lt;/b&gt; Bom. De Grímur Hákonarson, ficção, Islândia/Dinamarca/Alemanha, 2019. A Islândia, onde se passa a história, parece realmente outro planeta. Mas com problemas bem terrenos. Há algo de podre na Islândia...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Grande Mentira (The Big Liar).&lt;/b&gt; Fraco. De Bill Condon, ficção, EUA, 2019. Roteiro com fortes doses de 'déjà vu', e com desenrolar pouco factível. Pena, pois há ótimos atores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Midway - Batalha em alto-mar (Midway).&lt;/b&gt; De Roland Emmerich, baseado em fatos reais, EUA/China, 2019. A famosa Batalha de Midway, que marcou a reviravolta da Guerra no Pacífico, II Guerra. Cenas que, com a forte presença de computação gráfica, impressionam. Para os fãs de História da II Guerra Mundial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Adam. &lt;/b&gt;Bom. De Maryam Touzani, ficção, Marrocos/França. Bela história, com o ponto de vista feminino no mundo árabe, no caso, Marrocos.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Um dia de chuva em Nova York (A rainy day in New York). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Woody Allen, ficção, EUA, 2019. Competente, diálogos precisos, muitos hilários (como somente Allen o consegue), em seu cenário predileto, Nova York. Quase tudo funciona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Vida Invisível. &lt;/b&gt;Fraco a Regular. De Karim Aïnouz, ficção (baseado em livro de Martha Batalha), Brasil, 2019. A ideia é boa, não de todo original. Mas, minha opinião, o roteiro não é bom, nem tampouco as atuações muito convincentes. Há mesmo falha impensável no roteiro. Ao final, muito barulho por quase nada. O filme foi indicado para representar o Brasil no Oscar. Bacurau o faria melhor. Acho que temos MUITO a aprender com o cinema argentino. Importemos roteiristas de lá, falemos espanhol. Quem sabe produzimos cinema melhor ??&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Mama Colonel (Maman Colonelle).&lt;/b&gt; Fraco. De Dieudo Hamadi, documentário, República Democrática do Congo/França, 2017. O assunto é importante, mulheres vítimas de violência sexual e crianças vítimas de violência no Congo, mas a estrutura do documentário é muito precária e fragmentada, e falta informação, contextualização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Irlandês (The Irishman). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De Martin Scorcese, ficção, EUA, 2019. Scorcese sendo o melhor Scorcese, com um elenco que sabe tudo de cinema, Al Pacino, De Niro e Joe Pesci. Máfia, corrupção, violência, Invasão da Baía dos Porcos (Cuba), e muito, muito mais. OK, o filme é longo demais, e poderia ser um pouco 'espremido', o quarto final, mas vale !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Ford vs Ferrari.&lt;/b&gt; Bom a Muito Bom. De James Mangold, baseado em fatos reais, EUA, 2019. Você gosta de automobilismo, de corridas de carros ?? Vá ver !! Viu, há muitos anos (1971), "As 24 horas de Le Mans"?? Então vá correndo !! As 24 horas de Le Mans possui uma mística, única. E a disputa entre Ford e Ferrari é fantástica !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Parasita (Parasite). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De Bong-Joon-ho, ficção, Coreia do Sul, 2019. Cinema da Coreia do Sul em plena forma, muito boa história, preciso roteiro. A Coreia do Sul nos tem premiado com belíssimos filmes.&amp;nbsp;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Doutor Sono (Doctor Sleep). &lt;/b&gt;Muito Ruim ! De Mike Flanagan, ficção, EUA, 2018. Assustadoramente ruim ! Mesmo uma afronta ao belíssimo trabalho "O Iluminado", de Kubrick, pois a história se relaciona, tropegamente, ao filme de Kubrick. Que bomba !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Odisseia dos Tontos (La Odiseavde los Giles). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De Sebastián Borensztein, ficção, Argentina/Espanha, 2019. Deliciosamente argentino, como somente o cinema argentino consegue ser, com história e roteiro afiados, belos diálogos, e atores de primeira, entre eles, Ricardo Darín.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Segredos Oficiais (Oficial Secrets). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De Gavin Hood, baseado em fatos reais, Reino Unido/EUA, 2019. Mais um lamentável episódio da rede de mentiras que procurou justificar a invasão do Iraque em 2003. Roteiro competente. Ao final, o Iraque se transformou em um Estado Falido, o Irã aumentou sua influência na região, a Al Quaeda foi para o Iraque, surgiu o Estado Islãmico como subproduto da mesma, e o caos do conflito entre sunitas e xiitas no Iraque transbordou para a Síria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Luta de Classes (La lutte de classes). &lt;/b&gt;Fraco a Regular. De Michel Lerclec, ficção, França, 2019. 'Seção da Tarde' versão francesa. E só....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Diga quem sou (Tell me who I am). &lt;/b&gt;Netflix. Muito Bom. De Ed Perkins, documentário, 2019. Um soco no estômago, duro, mas necessário. Impressiona, mesmo assusta, porque é real.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Enigma da Rosa (Bajo la Rosa). &lt;/b&gt;Bom. De Josué Ramos, ficção, Espanha, 2019. Ótimo roteiro, tensão a cada momento, e traz à tona problema infelizmente muito presente.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Em Guerra (En Guerre). &lt;/b&gt;Bom. De Stéphane Brizé, ficção, França, 2019. Filmado como um documentário, atuação marcante de Vincent Lindon (como sempre o faz !), apresenta algumas das mais perversas consequências da globalização. Os empregos estão desaparecendo, ou migrando, em busca de menores custos...&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Encontros (Deux Moi). &lt;/b&gt;Bom. De Cédric Klapisch, ficção, França, 2019. Roteiro bem amarrado, história divertida !&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Coringa (Joker). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De Todd Phillips, ficção, EUA, 2018. O roteiro constrói de forma muito competente a história do Coringa (Batman). Joaquin Phoenix está inspirado !&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Assustador, como o Coringa !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Ad Astra - Rumo às Estrelas (Ad Astra). &lt;/b&gt;Fraco. De James Gray, ficção, 2017. Muito barulho, por quase nada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Rainha de Copas (Dronningen).&lt;/b&gt; Bom a Muito Bom. De May el-Toukhy, ficção, Dinamarca, 2018. Boa história, bom roteiro, tensão. Nada é 0 ou 1, nada é branco ou preto, nada é bom ou mau. Tudo é cizento, com maior ou menor intensidade.... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Música da Minha Vida (Blinded by the light).&lt;/b&gt; Bom. De Gurinder Chadha, inspirado em história real, Reino Unido, 2019. Os caras tinham uma história real boa nas mãos, e a roteirizaram de forma competente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Bacurau. &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, ficção, Brasil/França, 2019. Preferi os outros trabalhos de Kleber Mendonça, como 'O Som ao Redor', e provavelmente serei execrado por isso. Bem feito, interessante roteiro, mas nada demais, em minha simplória opinião.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Sócrates. &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Alexandre Moratto, ficção, Brasil, 2018. A perversa realidade que empurra milhões de jovens para a desesperança, para a falta de oportunidades, para a margem da vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- They 
Shall Not Grow Old&lt;/b&gt; &lt;b&gt;(Eles Nunca Envelhecerão)&lt;/b&gt;. Muito Bom. De Peter 
Jackson diretor neozelandês de “Senhor dos Anéis", documentário, Nova 
Zelândia/Reino Unido, 2018. Tive a sorte de deparar-me com este 
documentário, sobre o qual já havia lido, disponível em um voo. 
Apressei-me a vê-lo, enquanto durava o voo. Peter Jackson fez um 
brilhante trabalho. Coletou arquivos do ‘Museu Imperial da Guerra’, 
Londres, os colorizou, &lt;span class="text_exposed_show"&gt;os roteirizou de 
forma cronológica, e através de leitura labial, e utilizando intérpretes
 com os sotaques britânicos regionais, canadenses, australianos e 
neozelandeses, deu vida aos soldados nas trincheira da I Guerra. Uma 
guerra que se imaginava duraria meses, e se arrastou por mortíferos 04 
anos, e ceifava centenas de milhares de vidas para o avanço de algumas 
centenas, ou mesmo dezenas de metros. Como um soldado declara no 
documentário, eles foram transformados em máquinas de matar, com 
qualquer meio que tivessem à mão. &lt;br /&gt; Impressionante testemunho do dia a dia dos soldados na I Guerra. O bisavô de Peter Jackson lutou na I Guerra.&lt;br /&gt; Super vale !&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Simonal. &lt;/b&gt;Bom.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;De Leonardo Domingues, baseado em história real, Brasil, 2017.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;A história de Simonal, sua impressionante ascensão e grande talento, e sua derrocada e ostracismo, em meio à polarização durante a ditadura. Bom roteiro, bons atores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Não Mexa com Ela (Isha Ovedet). &lt;/b&gt;Bom. De Michal Aviad, ficção, Israel, 2019. Muito bom roteiro conta história lamentavelmente muito factível. Funciona.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Ted Bundy - A Irresistível Face do Mal (Extremely wicked, shockingly evil and bile). &lt;/b&gt;Bom. De Joe Berlinger, baseado em história real, EUA, 2019. A história beira o inacreditável, mas é bem real. Há um documentário na Netflix, "Ted Bundy", que apresenta um quadro mais preciso e completo sobre este assassino.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O bar Luva Dourada (Der Goldene Handschuh). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Fatih Akin, baseado em história real, Alemanha, 2018. O excelente diretor turco-alemão Fatih Akin conta uma história terrível de um assassino em série, passada em Hamburgo, Alemanha. Acho que ele pesou um pouco a mão, mas não tira seu mérito em retratar um lado sombrio e bizarro de Hamburgo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Inocência Roubada (Les Chatouilles). &lt;/b&gt;Bom. De Andréa Bescond e Eric Métayer, inspirado em fatos reais, França, 2019. A pedofilia e seus devastadores impactos sobre aqueles que a sofreram. Muitas vezes, quem a perpetua é muito próximo das crianças que são abusadas e de suas famílias, e se aproveitam desta condição privilegiada. Os números, absolutos e percentuais, são devastadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Árvore dos Frutos Selvagens (Ahlat Agaci). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De Nuri Bilge Ceylan, ficção, Turquia/Macedônia/França/Alemanha/Bósnia/Bulgária/Suécia. Ceylan já nos presenteara (e fora premiado em Cannes, Palma de Ouro, 2014)&lt;b&gt; &lt;/b&gt;com "Winter Sleep". Agora, em seu novo filme, nos brinda, mais uma vez, com ótimos diálogos, que muitas vezes discutem e questionam muito da Turquia hoje, mas não somente a Turquia. Ultrapassa suas fronteiras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Um Homem Fiel (L'homme fidèle). &lt;/b&gt;Fraco a Regular. De Louis Garrel, ficção, França, 2018. Roteiro mais ou menos, que se traduziu em história que não engrenava. Deu sono. Acho mesmo que cochilei... Não pude resistir... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Santiago, Itália. &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Nanni Moretti, documentário, Chile, 2018. O trabalho retrata o importante papel da Embaixada da Itália, 1973, em abrigar chilenos, posteriormente asilados na Itália, no golpe liderado por Pinochet, e que culminou na morte do presidente Allende, e em tantos anos de ditadura. Eu, pessoalmente, nada sabia sobre o papel da Embaixada.&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Graças a Deus (Grâce à Dieu). &lt;/b&gt;Bom. De François Ozon, baseado em fatos reais, França/Bélgica, 2019. Com a competência usual, Ozon nos apresenta uma história, muitas vezes infelizmente repetida, de pedofilia e abusos cometido por padres da Igreja Católica. Segundo artigo no jornal 'Valor Econômico', o Papa Berdoglio não teve um comportamento que se esperasse da autoridade máxima da Igreja Católica, face a problemas intoleráveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Eu não sou uma Bruxa (I am not a Witch). &lt;/b&gt;Bom. De Rungano Nyoni, ficção, Reino Unido/França/Zâmbia, 2017.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Não é todo dia que vemos uma produção africana. Bom roteiro, que apresenta realidade quase desconhecida. Vale !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Dor e Glória (Dolor y Gloria).&lt;/b&gt; Regular a Bom. De Pedro Almodóvar, ficção inspirada livremente na vida de Almodóvar, Espanha, 2019. OK, é um 'Almodóvar', e isso já é a garantia de um bom trabalho. Porém, em minha singela opinião, o roteiro, seu miolo, é irregular. Enfim, não é o melhor 'Almodóvar', que já nos presenteara com trabalhos estupendos, com sua linguagem única.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Memórias da Dor (La Douleur). &lt;/b&gt;Regular. De Emmanuel Finkiel, inspirado em livro autobiográfico de Marguerite Duras, França, 2017. Prometia, mas o roteiro não funcionou. Talvez a transposição para o cinema exigisse roteiro que imprimisse outro ritmo, outra dinâmica. Não sei...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Grande Dama do Cinema (El Cuento de las Comadrejas).&lt;/b&gt; Bom. De Juan José Campanella, ficção, Argentina/Espanha, 2019. Campanella, que nos brindara com "O Segredo dos seus Olhos", com diálogos ferinos nos presenteia, mas uma vez, com o bom cinema argentino.&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Juíza (RBG).&lt;/b&gt; &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Muito Bom. De Betsy West e Julie Cohen, docum&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;e&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ntário, EUA, 2018. A impressionante juíza Ruth B&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;ader Ginsburg, &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;d&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Suprema Corte dos Estados Unidos, que iniciou sua carreira nos tribunais ao questionar as leis dos Estados Unidos que discriminavam mulheres (na maior parte das vezes), homens e minorias. Uma importante voz hoje numa Suprema Corte majoritariamente conservadora.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;b&gt;- Rocketman. &lt;/b&gt;Muito Bom. De Dexter Fletcher, história real, a vida do músico Elton John, Reino Unido, 2018. Acompanha a trajetória do músico desde sua infância até sua vida como músico de sucesso. O desempenho de Taron Egerton, como Elton John, impressiona.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;O próprio Elton John acompanhou&lt;b&gt; &lt;/b&gt;parte das filmagens.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;b&gt;- Tolkien.&lt;/b&gt; Regular a Bom. De Dome Karukosky, baseado na vida do criador da saga "O Senhor dos Anéis", entre muitos outros livros, EUA, 2018. Sua infância, sua participação na I Guerra, e depois, como professor universitário. Interessa, mas... Talvez alguém da dimensão de Tolkien exigisse mais. Dúvidas ? Perguntas ao "Cahiers du Cinéma"...&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;b&gt;- O Gênio e o Louco (The Professor and the Madman). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Farhad Safinia, baseado em história real, EUA, 2017. A bizarra e surpreendente relação entre dois homens, os responsáveis pela criação do dicionário Oxford. Algumas derrapadas no roteiro, talvez por uma linguagem excessivamente do "hollywoodiana".&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;
&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A
Costureira de Sonhos (Sir). &lt;/b&gt;Muito Bom. De Rohena Gera, ficção, Índia/França,
2018. Belo retrato de uma Índia, pequeno pedaço, que já chegou ao século XXI, e
uma, a maior parte, que continua aferrada ao século XIX, e mesmo antes, como no
anacrônico sistema de castas. Roteiro de uma sensibilidade ímpar !&lt;/div&gt;
&amp;nbsp;





&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;
&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;b&gt;- O
Ano de 1985 (1985)&lt;/b&gt;. Muito Bom. De Yen Tan, ficção, EUA, 2018. Ótimo roteiro,
ótima ideia, elenco afiado, ótima fotografia (impressiona). Retrata o impacto
da Aids nos EUA, acentuou preconceitos, dividiu. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;

&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;

&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;b&gt;- Amor
até as cinzas (Ash is purest white)&lt;/b&gt;. Regular. De Jia Zhangke, ficção, China/França/Japão,
2018. Um pedaço da China que não estamos acostumados a ver. O roteiro, porém,
não funcionou.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;

&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;

&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;b&gt;- Entardecer
(Napdzálita).&lt;/b&gt; Bom. De László Nemes, ficção, Hungria/França, 2018. Impossível
não enxergar os paralelos da direção entre este filme e o “O Filho de
Saul”. Segundo minha ótica mequetrefe cinéfila, belíssima metáfora do fim de um
império, o Austro-Húngaro, e do verdadeiro início do século XX, com a I Guerra
Mundial, 1914.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;





 &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;- Em
Trânsito (Transit).&lt;/b&gt; Fraco a Regular. De Christian Petzold, ficção,
Alemanha/França, 2018. Prometia... Frustrou. Há um claro paralelo entre uma
França nas telas e a França derrotada em 1940. Mas não consegue evoluir.&lt;/div&gt;
&amp;nbsp;





&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;-
Duas Rainhas (Mary Queen of Scots).&lt;/b&gt; Regular a Bom. De Josie Rourke, baseado em
história real, EUA/Reino Unido, 2018. História bem contada, mas já vira esta
clássica britânica muitas, inclusive uma excelente com Cate Blanchett. O que
diminuiu meu apetite cinéfilo.&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;





&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;- A
Espiã Vermelha (Red Joan).&lt;/b&gt; Regular. De Trevor Nunn, baseado em história real,
Reino Unido, 2018. Baseado na história real de Melita Norwood, que estudou em
Cambribge e entregou segredos da bomba atômica (entre outros) aos soviéticos,
nos anos 1940. O roteiro é burocrático, com um ar de romantismo e ingenuidade
que não se sustenta. Qual seria o destino do mundo sem a entrega daqueles
segredos à União Soviética de Stalin, aquele maluco ? Teria havido uma guerra,
ou teríamos evitado a corrida nuclear ??&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;- Border. &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Ali Abbasi, ficção, Suécia/Dinamarca, 2018. Interessante e original história. Fábula sobre os dias atuais ? Talvez.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Anjo (El ángel). &lt;/b&gt;Regular a Bom.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;De Luis Ortega, baseado em história real, Argentina/Espanha, 2018. História de um criminoso que roubou e matou na Argentina, anos 1970. A frieza impressiona, mas, em minha opinião, faltou algo na construção deste personagem quase inacreditável, o que traz problemas para o resultado final.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Um Amor Inesperado (El Amor menos Pensado). &lt;/b&gt;Bom. De Juan Vera, ficção, Argentina, 2018. Ricardo Darín volta a atacar ! Darín, quase sempre, é sinônimo de bom cinema. E os argentinos sabem fazer bom cinema. Não é o melhor Darín, OK, mas vale !!&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Para os fãs de Darín, e pra quem gosta de cinema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Minha Obra-Prima (Mi Obra-Maestra). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De Gastón Duprat, ficção, Argentina/Espanha, 2018. Aprendi com descendente da Leni Riefenstahl que cinema bom começa com bom roteiro. Nossos hermanos, neste filme, nos brindaram com roteiro muito bom. Resultado: o filme entregue é muito bom. Os caras sabem fazer cinema, porque, pra início de conversa, fazem bons roteiros. Temos muito, aqui no Brasil, a aprender com nossos hermanos.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Um Ato de Esperança (The Children Act). &lt;/b&gt;Regular. De Richard Eyre, ficção baseada em livro de Ian McEwan, que também é o roteirista, EUA/Reino Unido, 2017. O filme não funciona. Há situações que não se sustentam, que são frágeis. Talvez a coisa tenha funcionado no livro. Talvez. Emma Thompson muito bem, mas não é o suficiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Pastor Cláudio. &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Beth Formaggini, documentário, Brasil, 2017. Apresenta o depoimento de um agente da repressão à época da ditadura militar no Brasil. Hoje, um pastor, é a imagem da frieza e da banalidade frente aos crimes cometidos, meros cumprimentos do dever. Mesmo bizarro. Crimes blindados pela controversa Lei da Anistia.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;'Banalidade do Mal', o termo cunhado por Hanna Arendt ? Talvez.... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Silêncio dos Outros (El Silencio de Otros). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De Almudena Caracedo e Robert Barrar, documentário, Espanha/EUA, 2018. Na Espanha há uma Lei de Anistia (Ley de Olvido) que isenta de punição todos que cometeram crimes durante a ditadura franquista, que durou quase 40 anos. Porém, há o entendimento de que há Crimes Contra a Humanidade, imprescritíveis, para os quais não se aplicaria esta lei. O documentário mostra o caminho tortuoso trilhado por espanhóis, a partir de 2010, para que alguns dos responsáveis por estes crimes sejam punidos. Produção de Almodóvar. Não esqueçamos que o Brasil produziu lei semelhante, contestada na OEA e na ONU.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Querido Menino (Beautiful Boy). &lt;/b&gt;Bom. De Felix Van Groeningen, baseado em fatos reais, EUA, 2018. As experiências de uma família atingida pelo problema das drogas. Realmente, devastador... Nos EUA, segundo relato no filme, a maior parte das mortes até os 50 anos se devem à overdose. &amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Dogman. &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De Matteo Garrone, ficção, Itália/França. Quem via 'Gomorra' no cinema, ou 'Suburra' na Netflix, identificará a mesma atmosfera quase surreal de extrema violência na Itália. Roteiro e atores precisos. História quase sufocante. Impressiona !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Todos já Sabem (Todos lo Sabem). &lt;/b&gt;Regular. De Asghar Farhadi, ficção, Espanha/França/Itália, 2018. O diretor iraniano,&lt;b&gt; &lt;/b&gt;dos excelentes 'O Apartamento' e 'A Separação', agora, em minha opinião, não foi muito feliz. Faltou consistência e vida ao roteiro, e as atuações de ótimos atores não foram muito verossímeis. Darín, num papel bisonho, estava irreconhecível. Quase um desperdício de tanta gente competente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Mula (The Mule). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Clint Eastwood, ficção baseada em história real, EUA, 2018. Interessante história, Clint Eastwood em muito boa atuação, mas o roteiro escolhe o caminho mais fácil, burocrático, e prejudica o resultado.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- No Portal da Eternidade (At Eternity's Gate). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Julian Schnabel, baseado na vida do pintor Van Gogh, Suíça/Irlanda/Reino Unido/França/EUA, 2018. Roteiro apresenta a história de forma excessivamente fragmentada. Willem Dafoe, como Van Gogh, muito bem !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Se a Rua Beale falasse (If Beale Street could talk). &lt;/b&gt;Fraco a Regular. De Barry Jenkins, ficção baseada em romance de James Baldwin, EUA, 2018. A questão central é o racismo, infelizmente ainda presente nos EUA. No caso, Nova Iorque, anos 1970. Pois é, Nova Iorque !! Imaginemos no resto dos EUA ?? Porém, o roteiro lento, que em minha opinião dá desnecessárias voltas, cobra pesado preço ao filme, e se traduz em resultado arrastado. Pena...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Guerra Fria (Zimna Wojna)&lt;/b&gt;. Bom a Muito Bom. De Pawel Pawlikowski, ficção, Polônia/Reino Unido/França, 2018. O diretor polonês, mais uma vez, nos presenteia com roteiro muito bom, atuações precisas e fotografia em preto e branco que arrebata e arrebenta. OK, pra mim seu filme "Ida" é melhor, mas ele faz um belo paralelo entre o título 'Guerra Fria' e este período cinzento da História, as oposições entre a atmosfera sombria e a música na Polônia e o jazz e a alegria em Paris, e revela os traços que apontam para o desmoronar dos regimes na Europa Oriental.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Vice. &lt;/b&gt;Bom. De Adam McKay, ficção baseada na trajetória de Dick Cheney, vice presidente de George Bush (aquele que iniciou a invasão do Iraque em 2003), EUA, 2018. O filme é Christian Bale. O cara incorpora o jeito truculento, atropelador, maneirismos de Dick Cheney, de uma forma que prova que recebeu ajuda e inspiração do próprio satanás, como disse Bale ao ser premiado no Globo de Ouro como melhor ator. O roteiro surpreende e inova.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Favorita (The Favourite). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Yorgos Lanthimos, ficção, EUA/Reino Unido, 2018. Roteiro razoável, recursos de fotografia especiais (Go-Pro ??), intrigas na corte inglesa à época do famoso Duque de Malborough, atuações mais que precisas de Rachel Weisz e Emma Stone&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Esposa (The Wife). &lt;/b&gt;Regular. De Björn Runge, ficção, Reino Unido/Suécia/EUA, 2017. O roteiro é irregular. Pontos altos: as interpretações de Glenn Close e Jonathan Pryce.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Assunto de Família (Manbiki kasoku). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Hirokazu Koreeda, ficção, Japão, 2018. Koreeda, em tese, tem procurado retratar um Japão que 'não aparece nas telas do radar' da sociedade japonesa. Uma "família" bizarra, montada pelo oportunismo, que sobrevive como pode. Confesso que o ritmo não funcionou muito bem, para mim. Preferi outro trabalho do diretor, "Ninguém Pode Saber", o qual também retrata uma situação fora do padrão de normalidade japonês.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Green Book: o guia (Green book). &lt;/b&gt;Bom. De Peter Farrelly, baseado em história real, EUA, 2018. Os caras pegaram ótima história real, e construíram muito bom roteiro. Atuações precisas ajudam.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Cafarnaum (Capharnaüm). &lt;/b&gt;Muito Bom. De Nadine Labaki, ficção, Líbano, 2018. Impactante !&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Preciso olhar sobre as misérias terceiro-mundistas, que assombram a maior parte do mundo. A história ocorre no Líbano, mas poderia ocorrer numa miríade de outros lugares, sem prejuízo pro resultado. Ótimo roteiro, atuações gigantes !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Confeiteiro (The cakemaker). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De Ofir Raul Graizer, ficção, Alemanha/Israel, 2017. Junte um imaginativo argumento, com história que fuja do lugar comum, roteirizado de forma competente, e temos um filme acima da média, mais do que bom. Boa discussão nos dias de hoje.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Culpa (Den Skyldige). &lt;/b&gt;Muito Bom ! De Gustav Möller, ficção, Dinamarca, 2018. Aprendi, há uma boa quantidade de anos, com parente da cineasta alemã Leni Riefenstahl, que cinema é roteiro. Enfie dezenas de milhões num mau roteiro, o resultado será uma bomba, não importa a grana. Exemplo ?? "Waterworld". Mas bom roteiro é sinônimo de bom cinema. No caso, "Culpa", um ótimo roteiro se traduz, de forma inapelável, em ótimo filme. Não revelarei mais nada sobre o filme, somente que é uma aula de roteiro. Vejam, e descubram !! Ponto !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Vida em Si (Life Itself). &lt;/b&gt;Fraco. De Dan Fogelman, ficção, EUA, 2018. Pra mim não funcionou, pois o roteiro abusa dos lugares comuns, dos formatos já vistos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Maria Callas - Em suas própria palavras (Maria by Callas). &lt;/b&gt;Bom.
 De Tom Volf, documentário, França, 2017. A vida de Callas impressiona. 
Não sou fã de ópera, e pouco conhecia da vida de Callas, mas 
impressiona. Para os fãs, então...&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A pé ele não vai longe (Don't worry, he won't get far on foot. &lt;/b&gt;Bom.
 De Gus Van Sant, baseado em história real, EUA/França, 2018. Pegaram 
uma bizarra e divertida história, e dela Van Sant fez um belo filme. 
Joaquim Phoenix inspirado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Colette. &lt;/b&gt;Regular. De Wash Westmoreland, inspirado em história real, EUA/Reino Unido, 2018. A personagem é fantástica, mas o roteiro, e mesmo os atores, não ajudam, o que compromete o resultado. Um pouco longo, também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Asako I &amp;amp; II (Netemo sametemo).&lt;/b&gt; Regular. De Ryusuke Hamaguchi, ficção, Japão, 2018.Roteiro dá algumas voltas muito longas, e, em minha opinião, prejudica o resultado. A ideia é interessante, mas....&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Roma
&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;– Netflix. Excelente ! De Alfonso Cuarón, ficção, México/EUA, 2018. Ótimo&lt;/span&gt; &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;roteiro,
fotografia em preto e branco soberba, tensão crescente na história, México,
1970. Aula de cinema. Leão de Ouro, Festival de Veneza. Incrivelmente, o filme
foi proibido de competir em Cannes, devido à decisão do festival em banir
filmes da Netflix do evento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;





 &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Utoya - 22 de Julho (U - July 22). &lt;/b&gt;Bom. De Erik Poppe, baseado em história real, Noruega, 2018. Os hediondos massacres ocorridos na Noruega em 2011 são retratadas sob a perspectiva ficcionada de um personagem, o que confere intensidade ao roteiro. O filme 22 de Julho, na Netflix, sobre o mesmo tema, possui abordagem mais abrangente e, para mim, é melhor.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Infiltrado na Klan (Blackkklansman)&lt;/b&gt;. Bom a Muito Bom. De Spike Lee, baseado em história real, EUA, 2018. Um bom roteiro precisa de uma boa história. É o caso aqui. O inacreditável é que estas maluquices ainda existem nos EUA, onde são mesmo estimuladas pela leniência de muitos, inclusive pelo bisonho presidente Trump.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Casa que Jack Construiu (The House that Jack built). &lt;/b&gt;Regular. De Lars Von Trier, ficção, Dinamarca/França/Suécia/Alemanha, 2018. O polêmico Von Trier, do movimento "Dogma 95", agora apresenta bem construído personagem vivido por Matt Dillon, no papel de um serial killer. Há um problema, porém. O filme é excessivamente longo. Bastaria cortar, sem prejuízo, uns 40 minutos, talvez, e o resultado seria bem melhor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Museu (Museo). &lt;/b&gt;Fraco a Regular. De Alonso Ruizpalacios, baseado em história real, México, 2018. Tinha grandes expectativas, Gael Bernal atuava, mas elas não deram em muita coisa. OK, o roteiro e mesmo a fotografia têm seus momentos imaginativos, a história original é boa, mas, para mim, não funcionou. Pena !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Bohemian Rhapsody. &lt;/b&gt;Bom. De Byan Singer, baseado na vida do vocalista da banda Queen, Freddie Mercury, EUA, 2018. OK, é quase um filme para os fãs do Queen. Mas interessa, pelo resgate de sua interessante história, e da impressionante carreira da banda. Vale !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Festival de Cinema do Rio 2018 - A Valsa de Waldheim (Waldheim Walzer). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De Ruth Beckermann, documentário, Áustria, 2018. Waldheim foi secretário-geral da ONU de 1972 a 1981, e presidente da Áustria de 1986 a 1992. Há um passado escondido, mesmo sonegado por Waldheim, sobre sua atuação na II Guerra. Ele é revirado pela documentarista Beckermann. Revelações surpreendentes, assim como uma sacudida no papel de mera "invadida" pelos alemães nazistas em 1938, papel assumido pela Áustria, e pelos aliados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Primeiro Homem (First Man). &lt;/b&gt;Bom. De Damien Chazelle, ficção, baseada em fatos reais, 2018. Interessante relato da trajetória do primeiro astronauta a pisar na superfície lunar, Neil Amstrong, ao mesmo tempo que apresenta o gigantesco esforço realizado pelos EUA na corrida espacial e sua disputa com a União Soviética.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Um Dia (Egy nap). &lt;/b&gt;Bom. De Zsófia Szilágy, ficção, Hungria, 2018. Muito bom roteiro descreve um dia da rotina quase inacreditável de uma mãe húngara, enquanto tenta administrar seu casamento. &lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Os Invisíveis (Die Unsichtbaren). &lt;/b&gt;Bom. De Claus Räfle, docudrama, Alemanha, 2017. A saga quase inacreditável de pouco mais de 7.000 judeus alemães que, escondidos, permanecem em Berlim durante a II Guerra, e tentam sobreviver. Mistura dramatização com depoimentos reais. Ao final, sobreviveram pouco mais de 1.000 judeus alemães. Um pedaço quase desconhecido do Holocausto. Vale conferir !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Uma noite em 12 anos (la noche de 12 años). &lt;/b&gt;Bom. De Álvaro Brechner, baseado na história real de 03 presos políticos no Uruguai, um deles, o ex-presidente Mujica, Uruguai/Argentina/Espanha, 2018. A impressionante história da prisão, na qual ficaram 12 anos, de 03 uruguaios que resistiram à ditadura em seu país, membros dos Tupamaros, e sobreviveram para entrar na História. Um deles, Mujica, se tornou presidente do Uruguai.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Marvin (Marvin ou la belle educatión). &lt;/b&gt;Bom. De Anne Fontaine, ficção, França, 2018. Bom roteiro e boa direção, que conduzem o filme com sensibilidade.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Paciente - O caso Tancredo Neves. &lt;/b&gt;Bom. De Sergio Rezende, baseado na história real dos últimos dias de Tancredo, Brasil, 2017. Resgate deste momento, crítico na História do Brasil, e que frustrou muitos, mesmo mudou nossa História. Bizarro vivermos hoje outro momento tão crítico.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Sem Data, Sem Assinatura (Bedoune tarikh, bedoune emza). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De Vahid Jalilvand, ficção, Irã, 2017.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Melhor diretor no Festival de Veneza por este filme. Roteiro preciso, que revela, ou sonega, paulatinamente, cada momento do filme, num crescendo de tensão. A fotografia também é especial. Alinhado com outros filmes iranianos, cujos roteiros são muito bons.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Ferrugem. &lt;/b&gt;Bom. De Aly Muritiba, ficção, Brasil, 2018. Bom roteiro, com bom desenvolvimento, e história, infelizmente, muito atual.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Os adolescentes do elenco dão conta do recado, com competência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- As Herdeiras (Las Herederas). &lt;/b&gt;Bom. De Marcelo Martinessi, ficção, Paraguai/Alemanha/Uruguai/Brasil/Noruega/França, 2018. Ótima surpresa do cinema pouco conhecido (por mim) do Paraguai. Roteiro competente, história com moderna abordagem, boas atuações, direção competente. Funcionou. Produção pra lá de multinacional !&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Escobar - A Traição (Loving Pablo). &lt;/b&gt;Regular. De Fernando León de Aranoa, baseado em história real, Espanha/Bulgária, 2017. Interessante, mas sem ineditismo (para quem viu a série Narcos), que apesar da boa atuação de Javier Bardem, por ser falado em inglês (???), perde MUITO. Penépole Cruz, caricata, pra mim não funcionou. Pena. É preciso dizer, porém, que Bardem faz um Escobar muito mais convincente que Wagner Moura.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Benzinho. &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De Gustavo Pizzi, ficção, Brasil/Uruguai/Alemanha, 2017. Muito bom roteiro, situações factíveis, universais, tudo somado a ótimas atuações, principalmente de Karine Teles. Não é à toa que está detonando no mercado internacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A outra mulher (Amoureux de ma femme). &lt;/b&gt;Fraco a Regular. De Daniel Auteuil (primeiro trabalho como diretor ??), ficção, França, 2018. Daniel Auteuil dirigindo ? Deve ser bom ! Daniel Auteuil e Gérard Depardieu no elenco deveriam assegurar o resultado. Infelizmente, não... Alguns risos, alguma diversão, mas é o que sobra ao roteiro. No terço final, desanda. Pena ! Estava com muitas expectativas.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Tesnota. &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Kantemir Balagov, ficção, Rússia, 2017. Há algumas lacunas no roteiro, mas a história flui, bem contada. Falta uma melhor contextualização ao momento que vivia a Rússia, pouco depois do final da União Soviética. De qualquer modo, merece ser conferido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Você nunca esteve realmente aqui (You were never really here). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Lynne Ramsey, ficção, Reino Unido/França/Estados Unidos, 2017. Roteiro conta a história de forma fragmentada, e inova, mas talvez justamente aí haja algum problema. Joaquin Phoenix em muito bom desempenho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Festa (The Party). &lt;/b&gt;Fraco a Regular. De Sally Potter, Reino Unido, 2017. O formato prometia, mas os personagens, em sua maioria, não são convincentes. O roteiro, para mim, também não funcionou muito bem. Há algo fake no filme, que não se sustenta, aproveitando a onda Trump. Li uma crítica que informava que o filme faria referências aos momentos pós Brexit, pós Trump... Não vi nada disso, mas...&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Lámen Shop (Ramen Teh). &lt;/b&gt;Bom. De Eric Khoo, ficção, Cingapura/Japão/França, 2018. Roteiro é previsível, mas o filme é simpático. Deu vontade de comer em uma Lámen Shop...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Bergman - 100 anos (Bergman ett ar, ett liv). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De Jane Magnusson, documentário, Suécia/Noruega, 2018. Vale por revelar um pouco do complexo e brilhante diretor sueco, com vasta e intensa produção para cinema e teatro. Ele é, verdadeiramente, um marco para o cinema mundial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Ilha dos Cachorros (Isle of Dogs). &lt;/b&gt;Bom. De Wes Anderson, animação, Alemanha/EUA, 2018. História imaginativa, onde cachorros parecem ser mais sensatos que os humanos (faz sentido), e nos brindam com bizarramente surreais diálogos.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Hannah.
&lt;/b&gt;Bom. De Andrea Pallaoro, ficção, Itália/França/Bélgica, 2017. Muito bom
roteiro, que mais sonega do que revela da história, que funciona com a precisa,
e que impressiona, atuação de Charlotte Rampling.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;- Uma
Casa à Beira-Mar (La villa).&lt;/b&gt; Regular a Bom. De Robert Guédiguian, ficção,
França, 2017. Problemas atuais, com uma cara tipicamente francesa. Talvez
escorregue um pouco, mas funciona.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;- Dedo
na Ferida. Muito Ruim. &lt;span style="font-weight: normal;"&gt;De Silvio Tendler, documentário, Brasil, 2017. Faço “bicos” de graça
pro “Cahiers du Cinéma”, mas desta vez eles exageraram. Pediram que eu visse o
filme do Tendler, que era isso, aquilo, blá, blá, blá... Primeira surpresa: não
era documentário, como a sinopse afirmava. Era ficção científica, “B”, da pior
qualidade. Os caras juntaram uns depoimentos, muitos sem pé nem cabeça, alguns
risíveis, que tentavam explicar a crise no Brasil como ocasionada pelos juros
pagos aos bancos e a concentração bancária. Nada sobre as aloprices do PT e da Dilma... Faltou colocar o depoimento da
Dilma, pra coroar !&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;





&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;- Nos
Vemos no Paraíso (Au revoir là-haut).&lt;/b&gt;&lt;style&gt;&lt;!--
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&lt;/style&gt; Bom. De Albert Dupontel, ficção,
França/Canadá, 2017. Bom roteiro, poesia, bela fotografia. Resultado ? Bom
filme !&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;












&lt;style&gt;
&lt;!--
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dia do soldado (Sicario: day of the soldado).&lt;/b&gt; Ruim. De Stefano Solima, ficção,
Itália/EUA, 2018. Roteiro muito pouco verossímel, e que usa a fórmula do norte
(bom) contra o sul (mau), e que, de quebra, demoniza latinos. Pra mim, não
funcionou.&lt;br /&gt;
&lt;style&gt;&lt;!--
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&lt;/style&gt;

&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;- Oh
Lucy !&lt;/b&gt; Regular a Bom. De Atsuko Hirayanagi, ficção, Japão/EUA, 2016. Pequeno
retrato das incongruências da sociedade japonesa.&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;





 &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;- Desobediência (Disobedience). &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;Bom. De Sebastián Lelio, ficção, Irlanda/Reino Unido/EUA, 2018. Bom roteiro e boa direção abordam os absurdos que as ortodoxias e tradições caducas representam. Rachel Weisz, como de hábito, muito bem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;- &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;Festival Varilux de Cinema Francês 2018: Custódia (&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;Jusqu'à la Garde).&lt;/b&gt; Bom a Muito Bom. De Xavier Legrand, ficção, França, 2017. Roteiro e direção muito competentes abordam a relação de casal separado, com filhos. Tensão.&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;- &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;Festival Varilux de Cinema Francês 2018: O Amante Duplo (L'Amant Double). &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;Fraco a Regular&lt;b&gt;&lt;b&gt;. &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;De François Ozon, ficção, França/Bélgica, 2017. OK, adoro François Ozon, mas acho que desta vez ele enveredou por caminhos pouco inspirados e almejou voos impossíveis...&amp;nbsp; Roteiro pouco convincente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;b&gt;- &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;Festival Varilux de Cinema Francês 2018: O Orgulho (Le Brio). &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;Regular. De Ivan Attal, ficção, França/Bélgica, 2017. História sem muita inspiração, mas vale ver Daniel Auteuil (não o via nas telas havia um bom tempo).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;b&gt;- Festival Varilux de Cinema Francês 2018: Promessa ao Amanhecer (&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span id="ContentPlaceHolder1_ctl_sinopsis_ctl_titulooriginal"&gt;La Promesse de L´aube). &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span id="ContentPlaceHolder1_ctl_sinopsis_ctl_titulooriginal"&gt;Bom. De Eric Barbier, ficção, inspirada da vida do premiado escritor Romain Gary, França, 2018. Roteiro acompanha, e conta de uma forma quase poética, a história quase inacreditável do escritor, e sua bizarra relação com a mãe. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Festival Varilux de Cinema Francês 2018: Primavera em Casablanca (Razzia). &lt;/b&gt;Bom. De &lt;br /&gt;
Nabil Ayouchl, ficção, França, 2018. Várias histórias e personagens, momentos diferentes, que de alguma forma se cruzam. Pano de fundo: Marrocos, em tese dos mais liberais países do mundo árabe, mas que vive crise de identidade, e econômica, o que poderia levar a caminhos ortodoxos e imprevisíveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Morte de Stalin (The Death of Stalin). &lt;/b&gt;Regular. De Armando Iannucci, ficção, inspirada em fatos reais, França/Reino Unido, 2018. Com humor e viés crítico relata momento crítico da União Soviética, ao mesmo tempo que sacode os governos totalitários. Podia ser melhor, mas diverte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Tully. &lt;/b&gt;Bom. De Jason Reitman, ficção, EUA, 2017. Bom roteiro nas mãos, e ótima atriz como protagonista, Charlize Theron. Surpreende.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Dovlatov. &lt;/b&gt;Fraco a Regular. De Aleksey German, baseado na vida de Sergei Dovlatov, Rússia/Polônia/Sérvia, 2018. Eles tinham um bom material nas mãos, a vida de um escritor que não consegue publicar, pois assim não o deseja o regime soviético. Vive à margem da vida na União Soviética, verdadeiro pária. O roteiro, porém, por limitar sua abordagem, prejudica muito o resultado.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Anna Karenina: a história de Vronsky (Anna Karenina - Istoriya Vronskogo). &lt;/b&gt;Regular. De Karen Shakhnazarov, ficção, Rússia, 2017. Baseado no clássico de Tolstoi. Inova ao trazer a visão de Vronsky, mas, em minha opinião, o ritmo que o roteiro imprime não funciona.&lt;br /&gt;
&lt;span class="light"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span itemprop="director" itemscope="" itemtype="http://schema.org/Person"&gt;&lt;a class="blue-link" href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-31034/" itemprop="url" title="Karen Shakhnazarov"&gt;&lt;span itemprop="name"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;
                &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Os Fantasmas de Ismael (Les Fanomes d'Ismaël). &lt;/b&gt;Fraco. De Arnaud Desplechin, ficção, França, 2017. Roteiro vai para um lado, volta, segue pra outro, e você fica a se perguntar&lt;b&gt;:&lt;/b&gt; o filme vai pra onde ? Bons atores não são suficientes para o resultado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 7 Dias em Entebbe (Entebbe). &lt;/b&gt;Regular. De José Padilha, baseado em sequestro de avião desviado para Uganda, ocorrido em 1976, Reino Unido/EUA, 2017. Prometia uma abordagem diferente, mas frustrou. Limitou-se à ação, e esta já havia sido apresentada, e de forma mais competente, em outros filmes, como "Vitória em Entebbe", 1976.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Ciganos de Ciambra (A Ciambra). &lt;/b&gt;Bom. De Jonas Carpignano, Itália/EUA/França/Alemanha, 2017. O fato de não serem atores, mas realmente ciganos, traz veracidade e força ao relato sobre esta comunidade, marginalizada, entre outras, na Itália.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Ares do filme "Gomorra"...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Esplendor (Hikari). &lt;/b&gt;Bom. De Naomi Kawasi, ficção, Japão/França, 2017. Um dos mais interessantes aspectos da inclusão é abordado com competência, a audiodescrição.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Entre-Laços (Karera ga honki de amu toki wa). &lt;/b&gt;Bom. De Naoko Ogigami, ficção, Japão, 2017. Bela e comovente história contra o preconceito, num Japão que possui muitos. Roteiro e direção conduzem com delicadeza e precisão.&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- A Noiva do Deserto (La Novia del Desierto). &lt;/b&gt;Bom. De Cecilia Atán, ficção, Argentina, 2017. Bom roteiro, simplicidade, o inusitado e boas atuações garantem o bom resultado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 1945. &lt;/b&gt;Muito Bom. De Ferenc Török, ficção, Hungria, 2017. O cinema húngaro já nos presenteara com o excelente (e duríssimo)"O Filho de Saul". Volta agora com roteiro preciso, que conduz a história para vilarejo húngaro pouco após o fim da II Guerra. A guerra, em tese, acabou, mas as terríveis histórias do conflito e suas consequências teimam em sacudir o pequeno vilarejo.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Zama. &lt;/b&gt;Muito Fraco.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;De Lucrecia Martel, ficção, Argentina/Brasil/Espanha, 2017. Estava esperançoso, pois gostara do filme "O Pântano", da mesma diretora. Infelizmente, frustração total, e que me fez ir embora na metade do filme. Confuso, fragmentado, entediante. Pena....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Livraria (The Bookshop). &lt;/b&gt;De Regular a Bom. De Isabel Coixet, ficção, Espanha/Reino Unido/Alemanha, 2017. Produção bem cuidada, com um jeito e um sotaque tipicamente britânicos, que aborda um tema muito caro para mim (livrarias e livros), e apresenta a bizarra luta de uma livreira para que sua livraria sobreviva em uma pequena cidade, em meio ao preconceito e outras resistências.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Melhor Escolha (Last Flag Flying). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Richard Linklater, ficção, EUA, 2017. O roteiro dá divertidas voltas, distribui algumas críticas às Guerras do Vietnã e do Iraque, e produz um trabalho, que se não é de todo bom, possui muitos méritos.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Em Pedaços (Aus dem Nichts). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De Fatih Akin, ficção, Alemanha/França, 2017. Importante abordar o fortalecimento da extrema-direita na Europa, e Akin, diretor alemão de ascendência turca, o faz de forma muito competente. Akin é o autor de trabalhos muito bons como "Contra a Parede", "Do Outro Lado", e "Atravessando a Ponte - O Som de Istambul". &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Uma Espécie de Família (Una Especie de Familia). &lt;/b&gt;Bom. De Diego Lerman, ficção, Argentina/Brasil/França, 2017. O cinema argentino volta a atacar ! Com roteiro preciso, leva a tensão da história às telas. Temos, no Brasil, ainda muito a aprender com o cinema deles. Aqueles que curtem o cinema argentino, ao ver um dos atores deste filme reconhecerão, talvez, o excelente ator Daniel Aráoz, do filme "O Homem ao Lado".&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Número um (Numéro une). &lt;/b&gt;Fraco a Regular. De Tonie Marshall, ficção, França, 2017. O roteiro dá voltas, mas não entrega. Caminhos sugeridos, mas abortados. Pouco funciona.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Filho Uruguaio (Une vie ailleurs). &lt;/b&gt;Bom. De Olivier Peyon, ficção, França/Uruguai, 2016. A história se desenvolve de forma paulatina, sinuosa, e que prende a atenção do espectador, fruto do bom roteiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 15h17 - Trem para Paris (The 15:17 to Paris). &lt;/b&gt;Muito Fraco (ou, se preferirem, Muito Ruim). De Clint Eastwood, baseado em história real, EUA, 2017. Roteiro envereda por um caminho piegas, sem consistência, pobre ao não contar toda a história do atentado, além de cultivar o estigma dos EUA salvadores (e armados !!). Péssimo resultado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Projeto Flórida (The Florida Project). &lt;/b&gt;Regular&amp;nbsp; a Bom. De Sean Baker, ficção, EUA, 2017. Os EUA, "à margem" da América rica e branca, retratados neste pequena história, onde quase tudo vem pelos olhos de crianças, que não enxergam o quão dura é aquele América. Talvez o filme seja um pouco menos do que poderia ser.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Grande Jogada (Molly's Game). &lt;/b&gt;Bom. De Aaron Sorkin, baseado em história real, EUA, 2017. Os caras pegaram uma surpreendente história e, de forma competente, dela fizeram bom roteiro. Resultado: bom filme !&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Trama Fantasma (Phanton Thhread). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Paul Thomas Anderson, ficção, EUA, 2017. Filme de ator (ou atores, se considerarmos também a atriz que contracena com Daniel Day-Lewis, Vicky Krieps), em tese o último de Day-Lewis&lt;b&gt; &lt;/b&gt;antes de sua aposentadoria. Confesso não ter achado o melhor roteiro, e o filme não funcionou muito bem. O que funcionou, como de costume, foi a ótima atuação do ator britânico. Espero que ele reveja sua decisão, ou o cinema perderá ótimo ator. Curiosidade: história inspirada no estilista espanhol Balenciaga.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Mudbound Lágrimas sobre o Mississipi (Mudbound). &lt;/b&gt;Bom. De Dee Rees, ficção, EUA, 2017. Os EUA nos anos 1940 e suas gigantescas contradições, principalmente no Sul, quanto ao preconceito à população afro-americana. Neste caldo de tensão, a II Guerra, que levou brancos, afro-americanos e descendentes de japoneses para lutar.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Todo o Dinheiro do Mundo (All the Money in the World). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Ridley Scott, baseado no sequestro de John Paul Getty III, EUA, 2017. Interessante história, bizarra relação entre Getty e sua família, mas falta algo ao roteiro. Não sei o que, talvez dinamismo, mas falta. O ator que antes protagonizava Getty, Kevin Spacey, foi substituído e várias cenas refeitas, agora com Christopher Plummer, após o escândalo de assédio sexual de Spacey vir à tona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Eu, Tonya (I, Tonya). &lt;/b&gt;Bom. De Craig Gillespie, baseado em história real, EUA, 2017. Uma boa história (bizarra !!), transformada em um bom roteiro, o qual funciona muito bem. Os atores e a produção contribuem para o bom resultado.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Lady Bird - A Hora de Voar (Lady Bird). &lt;/b&gt;Regular. De Greta Gerwig, ficção, EUA, 2017. Confesso que após ver o filme, não entendi o furor positivo depositado neste filme, o qual me pareceu mais uma produção com um tema pra lá de repetido, em ritmo pouco superior a uma "sessão da tarde"...&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Enfim...&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Sacrifício do Cervo Sagrado (The Killing of a Sacred Deer). &lt;/b&gt;Regular. De Yorgos Lanthimos, ficção, EUA, 2017. OK, acho que eles tinham uma boa ideia nas mãos. O roteiro possui um ritmo interessante no início, mas depois, não funciona. Pena.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Sem Amor (Nelyubov). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De Andrey Zvyagintsev, ficção, Rússia/França/Bélgica/Alemanha, 2017. O diretor do excelente "Leviatán" mostra neste trabalho uma Rússia combalida, que se dissolve, onde o Estado é inoperante, e o esgarçamento moral é reproduzido nas relações pessoais, nos seus menores núcleos. Menção à crise com a Ucrânia não é gratuita, ao contrário. Ou seja, a crítica de Zvyagintsev permanece afiada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Três Anúncios de um Crime (Three Billboards outside Ebbing, Missouri). &lt;/b&gt;Muito Bom. De Martin McDonagh, ficção, EUA, 2017. Roteiro muito bom (do diretor !), atuações de tirar o fôlego, principalmente Frances McDormand, com consequente ótimo resultado. Ao meu lado, além de minha gaúcha, uma cineasta teuto-brasileira, parente da cineasta alemã Leni Riefenstahl, recém chegada da Alemanha, que ficou muito bem impressionada com o filme. E ajudou-me a compilar minha crítica, enviada ao "Cahiers du Cinéma".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Forma da Água (The Shape of Water)&lt;/b&gt;. Fraco a Regular. De Gillermo del Toro, ficção, EUA, 2017. Esperava mais de del Toro. Possuía uma boa expectativa, depois de ótimos trabalhos como "A Espinha do Diabo" e "O Labirinto do Fauno". Para mim, este não funcionou. Roteiro previsível, linear, formato 0 e 1, certo e errado, mesmo simplório. Uma pena. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Insulto (L'insulte). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De Ziad Doueiri, ficção, França/Bélgica/Chipre/Líbano/EUA, 2017. A partir de uma bizarra discussão entre um libanês cristão e um refugiado palestino, as tensões étnicas e religiosas no Líbano afloram, quase ao ponto de ruptura. O Líbano abriga mais de 01 milhão de refugiados, hoje sírios em sua maioria, num país de pouco mais de 06 milhões de habitantes, o que eleva as tensões no Líbano a níveis alarmantes. O Líbano também vive um delicado equilíbrio político entre sua população cristã maronita, sua população muçulmana sunita, o Hesbollah (xiita), entre outras com expressão política.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Visages, Villages. &lt;/b&gt;Bom. De Agnès Varda e JR, documentário, França, 2016. Varda e JR percorrem a França, quase um "Road Movie", e registram sua passagem em interessantes tomadas fotográficas.&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Lumière ! A aventura começa (Lumière). &lt;/b&gt;Bom. De Thierry Frémaux, documentário, França, 2017.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;span class="light"&gt;Delicioso documentário, que apresenta edição de trechos de filmes dos irmãos Lumière, pioneiros do cinema, e que desenvolveram impressionante técnica e inusitadas soluções, algumas incorporadas ao cinema até os dias de hoje.&lt;/span&gt;&lt;span itemprop="director" itemscope="" itemtype="http://schema.org/Person"&gt;&lt;a class="blue-link" href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-142368/" itemprop="url" title="Thierry Frémaux"&gt;&lt;span itemprop="name"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;
                &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Lucky. &lt;/b&gt;Regular a Bom. De John Carrol Lynch, ficção, EUA, 2017. Interessante roteiro, humor e bizarrices, e o ótimo ator que conhecemos de "Paris Texas". Ele, infelizmente, morreu depois do filme.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span itemprop="director" itemscope="" itemtype="http://schema.org/Person"&gt;
                    &lt;a class="blue-link" href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-29418/" itemprop="url" title="John Carroll Lynch"&gt;&lt;span itemprop="name"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;
                &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Jovem Karl Marx (Le Jeune Karl Marx). &lt;/b&gt;Fraco a Regular. De Raoul Peck, baseado nas vidas de Marx e Engels nos anos 1840, Alemanha/França/Bélgica, 2017. Tenho certeza que as vidas Marx e Engels devem ter sido interessantes. Mas o roteiro, infelizmente, é entediante, e não funciona.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Lou (Lou Andreas-Salomé). &lt;/b&gt;Regular. De Cordula Kablitz-Post, baseado na vida da escritora e psicanalista Lou Andreas-Salomé, Alemanha/Áustria/Itália/Suíça, 2016. Curioso, mas, confesso, que função de minha ignorância sobre a personagem, o roteiro me pareceu pouco interessante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- The Post - A guerra secreta (The Post). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De Steven Spielberg, baseado em história real, EUA, 2017. O filme retrata a luta do jornal "The Washington Post" para publicar em 1971 segredos sobre o envolvimento dos EUA na Guerra do Vietnã.&amp;nbsp; Oportuno apresentar tal história, pois Donald Trump, presidente norte-americano, tem atacado virulentamente a imprensa dos EUA e, não podemos esquecer, o governo PT estudou o estabelecimento de controles da imprensa, além do discurso pra lá de desgastado de "mídia golpista". É preciso ficar alerta quanto a estas absurdas iniciativas antidemocráticas.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Sem Fôlego (Wonderstruck). &lt;/b&gt;Bom. De Todd Haynes, ficção, EUA, 2017. Bela mensagem, que mistura inclusão de pessoas com deficiência, uma história passada nos anos 1920 e outra nos anos 1970, e uma produção muito cuidadosa que reproduz a Nova Iorque dos anos 1970.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 120 Batimentos por Minuto (120 Battements par Minute). &lt;/b&gt;Bom. De Robin Campillo, ficção, França, 2017. O filme retrata a luta de membros do grupo ativista Act Up para mobilizar a opinião pública e pressionar o governo francês e a indústria farmacêutica para o combate a Aids. Roteiro competente.&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Pela Janela. &lt;/b&gt;Regular. De Caroline Leone, ficção, Brasil/Argentina, 2017. Roteiro imprime ritmo excessivamente monótono, monocromático, que penalizou o resultado, apesar da interessante ideia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Os Iniciados (The Wound). &lt;/b&gt;De Bom a Muito Bom. De John Trengove, ficção, África do Sul/Alemanha/Holanda/França, 2017. Numa sociedade marcadamente patriarcal, e com tradições que espelham esta característica, as tensões e contradições se tornam mais impactantes. O roteiro optou por trazer às telas dureza na fotografia, como para potencializar estas questões.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Me Chame pelo seu Nome (Call me by your Name). &lt;/b&gt;Bom. De Luca Guadagnino, ficção, baseado no livro do egípcio &lt;span class="mceNonEditable"&gt;André Aciman&lt;/span&gt;, França/Itália/EUA, 2017. Roteiro funciona, assim como cuidadosa produção, fotografia, atores e locações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Motorista de Táxi (Taeksi woonjunsa). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De Hun Jang, ficção inspirada em fatos reais, Coreia do Sul, 2017. Uma ótima e surpreendente história, bem roteirizada, sobre um período tenso na Coreia do Sul, 1980, após uma longa ditadura, e agora submetida a mais um golpe militar, a resistir à democratização do país.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- The Square - A Arte da Discórdia (The Square). &lt;/b&gt;Bom. De Ruben Östlund, ficção, Suécia/Alemanha/França/Dinamarca, 2017. Roteiro surpreendente e muita imaginação. Resultado: vale ir ao cinema para vê-lo !!&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Roda-gigante (Wonder wheel)&lt;/b&gt;. Regular. De Woody Allen, ficção, EUA, 2017. Não é o melhor Woody Allen. O roteiro, para mim, possui algo repetitivo, de um formato já visto, e seu ritmo não funciona muito bem até o terço final. Produção competente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Destino de uma Nação (Darkest Hour). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De Joe Wright, Reino Unido, baseado na história real de Winston Churchill, 2017. Vale ! Descreve momento de extrema importância na História, início da II Guerra, 1940, quando restou somente o Reino Unido como adversário da Alemanha nazista. Gary Oldman, como Churchill, está soberbo ! Na atuação de Oldman e no momento descrito residem as 02 forças do filme. Há um belíssimo artigo de Arnaldo Bloch no &lt;i&gt;O Globo&lt;/i&gt; de 13/01/18, "Jamais nos renderemos", sobre o filme e a época retratada. Reproduzo sua últimas linhas, muito atuais: "Na ideia de que é melhor ser um cordeiro feliz a um guerreiro honrado, reside o risco de, súbito, nos vermos encurralados por tanques e aviões, concretos ou virtuais, numa pequena faixa de areia. Teremos Churchill para nos resgatar ?"....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Suburbicon- Bem-vindos ao paraíso (Suburbicon). &lt;/b&gt;Bom. De George Clooney, ficção, EUA, 2017. Roteiro dos Irmãos Coen e de Clooney, há clássicos elementos dos Coen, como violência, humor, reviravoltas e mesmo alguns traços de Hitchcock. Presente também a crítica a bizarras e absurdas características da cultura WASP nos anos 1950 nos EUA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Corpo e Alma (&lt;span style="font-size: small;"&gt;Teströl és Lélekröl&lt;/span&gt;). &lt;/b&gt;Excelente ! De Ildiko Enyedi, ficção, Hungria, 2017. Vira no Festival de Cinema do Rio, há alguns meses, mas não resisti, e o vi novamente. Belíssimo cinema. Roteiro, atores, fotografia, ideia super original, tudo faz deste filme um trabalho excelente. Premiação mais que merecida em Berlim, 2017, com o "Urso de Ouro" como melhor filme.&lt;br /&gt;
&lt;span itemprop="director" itemscope="" itemtype="http://schema.org/Person"&gt;
                    &lt;a class="blue-link" href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-12154/" itemprop="url" title="Ildiko Enyedi"&gt;&lt;span itemprop="name"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;
                &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Jovem Mulher (Jeune Femme): &lt;/b&gt;Fraco a Regular. De Léonor Serraille, ficção, França/Bélgica, 2017. A coisa toda não funciona muito bem, basicamente devido ao roteiro. &lt;br /&gt;
&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Victoria e Abdul - o confidente da rainha (Victoria and Abdul). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Stephen Frears, ficção, Reino Unido/EUA, 2016. A teórica relação entre a poderosa Rainha Victoria e um indiano, e que teria passado os últimos anos da soberana como seu servo. Frears apresenta algumas das idiossincrasias do gigantesco império britânico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Star Wars: os Últimos Jedi (Star Wars: the last Jedi). &lt;/b&gt;Fraco a Regular. De Rian Johnson, ficção científica, EUA, 2017&lt;b&gt;. &lt;/b&gt;OK, sei que serei defenestrado pelos fãs de "Star Wars", mas a ideia envelheceu, e o diretor parece esquecer disso. Para mim, o roteiro se repete, está datado, é muito simples, num formato que não mais funciona. Mais, do mesmo. A saga começou nos anos 1970, ou seja, há MUITO tempo. Os atores escalados para os principais papéis não ajudam muito, mesmo contribuem para o mal resultado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas (Professor Marston &amp;amp; the Wonder-Women). &lt;/b&gt;Regular. De Angela Robinson, baseado em história real, EUA, 2017. Baseado na história real de Wiliam Marston, psicólogo que criou a personagem dos quadrinhos Mulher-Maravilha. Funciona até a metade, e depois perde o ritmo, e se arrasta até seu final.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Extraordinário (Wonder). &lt;/b&gt;Regular. De Stephen Chbosky, ficção, EUA, 2017. Uma "seção da tarde" bem feitinha. OK, mas num formato que já foi apresentado trocentas vezes.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Verão 1993 (Estiu 1993). &lt;/b&gt;Bom. De Carla Simón, ficção, Espanha, 2017. Interessante abordagem sobre o drama de uma criança, cuja vida muda profundamente, sem que ela saiba muito bem o porquê. Atuações convincentes ! Falado em catalão, o que não deixa de ser bizarro, nestes dias de discussão sobre a secessão da Catalunha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Mulheres Divinas (Die Göttliche Ordnung). &lt;/b&gt;Bom. De Petra Biondina Volpe, ficção inspirada em fatos reais, Suíça, 2017. Procura retratar a luta de mulheres suíças, em um cantão, pelo direito ao voto, negado a elas até aquele momento, 1971. Somente na década de 1990 todos os cantões suíços garantiram o direito ao voto de suas mulheres. Bizarro, mas não surpreende. A Suíça era conhecida como o país que "lavava mais branco", tendo em vista aceitar fortunas "sujas" de ditadores e todo o tipo de criminosos em suas contas numeradas. Quando acabou a II Guerra, guardou em seus bancos a maior parte de depósitos de nazistas e judeus, mesmo se recusou a devolvê-los.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Com Amor, Van Gogh (Loving Vincent)&lt;/b&gt;: Bom. De Dorota Kobiela e Hugh Welchman, animação, Reino Unido/Polônia, 2017. Utiliza interessante técnica de animação que imita os traços de Van Gogh. Procura reproduzir os últimos dias do pintor. Bom resultado !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Thelma. &lt;/b&gt;Regular. De Joachim Trier, ficção, Noruega/França/Dinamarca/Suécia, 2017. Prometia, possui boa produção, mas não o suficiente e não entregou aquilo que pretendia. Confesso ter ficado um pouco frustrado.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Gabeira. &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Moacir Góes, documentário, Brasil, 2017. Retrata importante personagem da vida política brasileira. Para o melhor entendimento deste personagem, de sua transformação/evolução, em minha opinião teria sido importante um maior aprofundamento de algumas questões. Infelizmente, não houve. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Ninguém Está Olhando (Nadie nos Mira). &lt;/b&gt;Bom. De Juila Solomonoff, ficção, Argentina/Brasil/Colômbia/Espanha/EUA, 2017. Roteiro apresenta com competência a saga, muitas vezes frustrada, daqueles (no caso, um ator argentino) que, vindos da América Latina, tentam a sorte profissional nos EUA. Mundos diferentes, dinâmicas diferentes, e que exigem flexibilidade, adaptabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Human Flow - Não existe lar se não há para onde ir (Human Flow). &lt;/b&gt;Bom. De Ai Weiwei, documentário, Alemanha, 2017. A dramática migração forçada de milhões de pessoas pelo mundo, acelerada a uma dimensão jamais vista nos últimos anos, que faz com que milhões fujam de seus lares na África, no Oriente Médio, em Myanmar, empurrando-os para a Europa ou para outros locais na Turquia e Oriente Médio, muitas vezes para acampamentos precários, deixando-os no limbo, como párias, à margem da vida. Mas estas pessoas estão lá, e insistem em nos lembrar que há muitos problemas no mundo. Imagens impactantes....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Histórias de Amor que não Pertencem a este Mundo (Amori che non sanno stare al mondo). &lt;/b&gt;Regular. De Francesca Comencini, ficção, Itália, 2017. Enquanto foi uma brincadeira, divertiu. Quando pretendeu ser mais sério (desnecessário), não funcionou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- No Intenso Agora. &lt;/b&gt;Regular. De João Moreira Salles, documentário, Brasil, 2017. Imagens interessantes, coletadas de um período turbulento, final dos anos 1960, na China, França, Tchecoslováquia e Brasil. OK, mas para mim faltou algo e sobrou tempo (demasiado). Fiquei e me perguntar o porquê das imagens da mãe do diretor na China de Mao em 1968, e o que o diretor pretendia ao relacioná-las com os problemas e as frustrações na França, Tchecoslováquia e Brasil ? Somente por terem ocorrido ao mesmo tempo, 1968 ? Talvez... Não entendi... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Borg vs McEnroe (Borg McEnroe). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Stellan Skarsgard, baseado na história real dos dois tenistas, Suécia/Dinamarca/Finlândia, 2017. Vale mais por seu terço final, quando revela mais intensamente o primeiro confronto entre os dois tenistas no torneio de Wimbledon, assim como seus perfis psicológicos e sua maneira de enfrentar aqueles desafios. Ambos se tornaram excelentes amigos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Outro Lado da Esperança (Toivon Tuolla Puolen). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De Aki Kaurismäki, ficção, Finlândia/Alemanha, 2017. O Finlândia, além de uma excelente política quanto à Educação, nos presenteia, de tempos em tempos, com um ótimo cinema. É o caso deste filme, cuja direção e roteiro abordam a crise dos refugiados chegados à Europa de uma forma bem imaginativa, pouco usual. Bizarro, divertido, caricatural, crítico. Super Vale ! Não é à toa que foi premiado como melhor direção no Festival de Berlim, versão de 2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Uma Verdade&amp;nbsp; mais Inconveniente (An Inconvenient Sequel: Truth to Power). Regular. &lt;/b&gt;De Bonni Cohen e Jon Shenk, documentário, EUA, 2017. O tema, aquecimento global e os impactos da ação humana sobre o mesmo, abordado em documentário há 10 anos, volta à tona neste documentário. Desta vez, porém, perde a força e o impacto dos dados oferecidos anteriormente, talvez mesmo o ineditismo da abordagem. Ao final, apenas regular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Invisível (Invisible). &lt;/b&gt;Bom. De Pablo Giorgelli, ficção, Argentina/França, 2017. Boa direção sobre problema presente na adolescência de muitas meninas, e que esbarra numa abordagem equivocada em muitos países (como no Brasil), que preferem mantê-lo "invisível"... Boas atuações contribuem para o resultado.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Formidável (Le Redoutable). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Michel &lt;span class="st"&gt;Hazanavicius, ficção, inspirada na vida de &lt;/span&gt;Jean-Luc Godard, França/Myanmar, 2017. Confesso minha quase total ignorância sobre Godard, mas estimulado por comentário positivo de simpatizante dos "Cahiers du Cinéma", fui checar o filme. Do diretor do premiado "O Artista", e com boa interpretação de Louis Garrel como Godard, o filme, com humor, conta&amp;nbsp; um pouco do polêmico e para muitos genial diretor francês a partir de 1968, ano pra lá de conturbado e contestador. Funciona até, mais ou menos, 2/3 do filme, mas depois o roteiro derrapa, e o filme entedia. Mas valeu conhecer um pouquinho de Godard.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;- Terra Selvagem (Wind River). &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;Regular a Bom. De Taylor Sheridan, ficção, Canadá/EUA/Reino Unido, 2017. Produção bem cuidada, mas o roteiro se agarra a uma abordagem burocrática, num formato batido, já visto centenas de vezes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;- Deserto (Desierto). &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;Bom. De Jonás Cuarón, ficção, México/França, 2015. Nestes tempos de Trump (o que é este cara ??), apropriado filmar a saga de mexicanos que entram ilegalmente nos EUA, e dão de cara com um americano intoxicado pelo "America First", um representante da legítima "Supremacia Branca", prenhe de intolerância e preconceito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;- Gabriel e a Montanha. &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De Felipe Barbosa, baseado na história real de Gabriel Buchmann, Brasil/França, 2017. Belo filme e belo roteiro, que procuram reproduzir os últimos meses de vida de Gabriel Buchmann na África. A produção fez excelente trabalho ao reconstruir os caminhos de Gabriel, além de trazer para as telas as mesmas pessoas que viveram a história daqueles meses com ele na África.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;- Manifesto. &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;Bem Chato !!&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;De Julian Rosefeldt, ficção, Alemanha/Austrália, 2015. Não estava preparado pra performance, protagonizada por Cate Blanchett. A vontade de abandonar a sala de projeção me perseguiu durante todo o filme. Tédio total !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;- Mark Felt - O Homem que Derrubou a Casa Branca (Mark Felt - The man who brought down the White House). &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;Bom. De Peter Landesman, baseado na biografia de Mark Felt, EUA, 2017. A história do famoso "Deep Throat" (Garganta Profunda) no escândalo Watergate. Não tinha a menor ideia que o "Deep Throat", que vazou vitais informações para o "Washington Post", e que ocasionaram a renúncia de Nixon, era o vice-diretor do FBI, Mark Felt. História super interessante !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;- Entre Irmãs. &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;Bom. De Breno Silveira, ficção, Brasil, 2017. Boa estória, boas interpretações, bela fotografia&lt;b&gt;. &lt;/b&gt;Poderia ter sido um pouquinho menor, talvez menos 20 ou 30 minutos, sem nenhum prejuízo, ao contrário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;- Churchill. &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;Regular a Bom. De Jonatahn Teplitzky, ficção, baseada em fatos reais, Reino Unido, 2017. Interessa, por apresentar momento crítico da II Guerra, quando se decidia sobre a invasão da Normandia, 1944, sob o ponto de vista de Churchill e os comandantes aliados ocidentais. Roteiro perde um pouquinho do ritmo, mas a história interessa. Momento crucial, quando o primeiro-ministro britânico paulatinamente se dá conta que o Reino Unido já não possui um papel da importância dos EUA.&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;- &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;Festival do Rio 2017: Últimos Homens em Aleppo (Last Men in Aleppo). &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;Bom. De Firas Fayyad, documentário, Dinamarca/Síria, 2017. Acompanha, quase sem roteiro, a terrível rotina dos "Capacetes Brancos", entidade na Síria que, em meio à guerra (no caso em Aleppo), procura ajudar a população local após os bombardeios indiscriminados, promovendo resgates e ajudando a retirar civis sob escombros. &lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;Cenas inacreditáveis. Vê-se, em alguns momentos, aviões sírios ou russos que bombardeiam a cidade de Aleppo de forma indiscriminada, nenhum objetivo militar, somente civis aterrorizados. O mundo nada fez...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;- &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;Festival do Rio 2017: O Venerável W. (Le Vénérable W.). &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;De Bom a Muito Bom. De Barbet Schroeder, documentário, França/Suíça, 2017. O Budismo é sinônimo do bem ?? Não em Myanmar (antiga Birmânia). Inacreditável, nojento, repulsivo, dantesco !! Com discurso xenófobo, violento, preconceituoso e desprovido de qualquer fundamento, monge budista (W.) em Myanmar arrasta boa parte da população local (conta depois com a ajuda dos militares) a uma cruzada de perseguição e morte da minoria muçulmana no país. Os muçulmanos são transformados em não cidadãos, quase sem direitos. Vendo tudo impávida, quase a estimular tamanha sanha assassina, com ares nazistas, a Prêmio Nobel da Paz, Aung San Suu Kyi (???).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;- &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;Festival do Rio 2017: Ocidental (Occidental). &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;Horrível !!!! De Neïl Beloufa, ficção, França, 2017. O que era aquilo ?? Inimaginável !! Pensei que havia chegado ao fundo do poço do cinema com "Mother"... Enganara-me... Havia algo pior pela frente... Ocidental, que junta produção pra lá de precária, atuações bisonhas, roteiro risível, e um ar pseudo-intelectualóide... Desastre completo !!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;b&gt;- &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;Festival do Rio 2017: Cinquenta Primaveras (Aurore). &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;Bom. De Blandine Lenoir, ficção, França, 2017. Divertido roteiro, ao que se somam divertidas atuações. Cara de cinema francês, leve, dos bons.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;b&gt;- &lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;Festival do Rio 2017: Depois da Guerra (Dopo la Guerra). &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;Bom. De Annarita Zambrano, ficção, Itália/França, 2017. Roteiro competente, traz à discussão o interessante, mesmo bizarro tema de terroristas italianos que nos anos 1980 se asilaram na França. No início dos anos 2000, a França muda seus posicionamento e os devolve à Itália. Óbvio que há terroristas que fogem da França. Battisti é, por exemplo, um deles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- &lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;Festival do Rio 2017: &lt;/b&gt;Matar Jesus. &lt;/b&gt;Bom. De Laura Mora, ficção, Colômbia/Argentina, 2017. A violência relacionada ao tráfico de drogas na Colômbia, mas cuja realidade nas favelas pode se aplicar a muitos lugares na América Latina. Roteiro imprime bom ritmo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Festival do Rio 2017: Corpo e Alma (Testr l és lélekr l). &lt;/b&gt;Excelente !! De Ildikó Enyedi, ficção, Hungria, 2017. Roteiro, direção, fotografia e atuações de primeira produzem excelente resultado. Espinha dorsal: roteiro com muita imaginação criativa e de ótima qualidade, e que traz uma belíssima mensagem. Super Vale !!&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Descobri na sinopse, lida posteriormente, que ganhou o Urso de Ouro no Festival de Berlim de 2017. Mais que merecido !!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Blade Runner 2049. &lt;/b&gt;Fraco a Regular. De Denis Villeneuve, ficção, Reino Unido/Canadá/EUA, 2017. Fui com ótimas expectativas ver o que é uma continuação do ótimo, um verdadeiro clássico da ficção científica pessimista, Blade Runner. E acabei decepcionado. Creio que o roteiro e a direção enveredaram por um caminho que se distanciou, e muito, da atmosfera do original. Foi um mal caminho, que quase nada possui com o primeiro Blade Runner.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Festival do Rio 2017: Anos Dourados (Nos Années Folles)&lt;/b&gt;. Bom. De André Téchiné, baseado em história real, França, 2017. Interessante, mesmo bizarra história, França, durante a I Guerra e anos 1920, é trazida de forma competente às telas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Festival do Rio 2017: O Futuro Adiante (El Futuro que Viene). &lt;/b&gt;Regular. De Constanza Novick, ficção, Argentina, 2017. A ideia é interessante, mas o roteiro não consegue imprimir um ritmo que a traduza em um bom trabalho. Pena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Festival do Rio 2017: Direções (Posoki). &lt;/b&gt;Bom. De Stephan Komandarev, ficção, Bulgária/Alemanha, 2017. Roteiro competente, com várias situações paralelas que eventualmente se cruzam, nos mostra uma Bulgária caótica, algo que já vimos no filme "Glory". País tão confuso, que soçobra, e que nos faz entender o porquê de Dilma Rousseff, cuja família é búlgara. Sobreviveremos. Já a Bulgária.....&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Garota do Armário (Maman a Tort). &lt;/b&gt;Bom. De Marc Fitoussi, França, 2016. O pior do mundo corporativo francês é revelado, em competente roteiro, a uma adolescente. Quase um batismo para a vida adulta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Fantasma da Sicília (Sicilian gohst story). &lt;/b&gt;Bom. De Fabio Grassadonia, ficção, inspirada em fatos reais, Itália/França/Suíça, 2017. Conta, de forma não linear, e com uma abordagem que beira o fantástico, história de sequestro de um jovem de 13 anos na Sicília, pela máfia, nos anos 1990. Infelizmente os tentáculos da máfia ainda estão presentes na Itália.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Exodus - De onde eu vim, não existe mais. &lt;/b&gt;Bom. De Hank Lavine, documentário, Brasil/Alemanha, 2016. Apresenta a vida de alguns refugiados, que foram obrigados a sair de seus países ou se tornaram refugiados em seus próprios países. Competente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- The Who - Rock in Rio 2017. &lt;/b&gt;Abro este espaço pra falar um pouquinho sobre o "The Who" no Rock in Rio 2017...&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Demais !! OK, eu estava refestelado em meu sofá, confortavelmente esparramado, mas nada tirou o impacto da absurdamente fantástica, mesmo comovente apresentação dos remanescentes da banda, Pete Towshend e Roger Daltrey !&lt;br /&gt;
O restante da banda tocava muito, aí incluído o baterista Zak Starckey, filho do Beatle Ringo Starr. Músicas lendárias, imperdíveis, e jeitos de tocar no palco que fizeram história no Rock, como a maneira de girar os braços de Towshend ao tocar, melhor, pulverizar sua guitarra (desta vez ñ a bateu contra o palco, como era usual)....&lt;br /&gt;
Rock and Roll direto na veia !! Pena que demoraram mais do que 50 anos pra vir ao Brasil. O "The Who" é, inegavelmente, entre os dinossauros do Rock, um dos que está no topo da cadeia alimentar, um tiranossauro junto a outras talvez 4 ou 5 bandas. Vida longa ao Rock and Roll, e aos seus dinossauros... Eles poderão não mais estar por aqui, mas sua música é imortal !!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- David Gilmour Live at Pompeii 2016. &lt;/b&gt;Bom. Show do ex-músico do Pink Floyd em Pompéia, veiculado em alguns cinemas. Gilmour volta a se apresentar onde a banda inglesa tocara, mas sem plateia, em 1972. Agora aberto ao público, é um belo espetáculo. Um pequeno reparo: gostei mais dos momentos nos quais Gilmour tocava músicas do Pink Floyd, e menos de suas músicas, mas é um show legal, que vale !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Mãe (Mother). &lt;/b&gt;Muito Ruim !&lt;b&gt; &lt;/b&gt;De Darren Aronofsky, EUA, 2017. Amo cinema, tenho pudor em falar mal de um filme, mas, após pedir autorização à "Cahiers du Cinéma" e receber seu OK, foi impossível ñ fazê-lo... O que é "Mãe"?? Um roteiro bisonho, uma coisa inacreditavelmente sem pé nem cabeça, e que, de forma inacreditável, piora a cada minuto. Ñ sei o que Javier Barden fazia neste filme. Suponho que fosse efeito de mescalina, ou algo semelhante. Os críticos de "O Globo" talvez tenham usado o mesmo alucinógeno, ou se limitavam a fazer uma crítica maluca, o que, infelizmente, volta e meia ocorre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Feito na América (American made). &lt;/b&gt;Bom. De Doug Liman, baseado em história real, EUA, 2017. OK, Tom Cruise ñ me animava a ver este filme, mas me surpreendi, e bem ! Baseado na história real de Barry Seal, que além de trabalhar para a CIA nas operações mais escusas (e de péssimos resultados) para apoiar contra-revolucionários (??) na América Central, se envolveu com tráfico de drogas, trazendo cocaína fornecida por Pablo Escobar para os EUA. A CIA, infelizmente, "fechava" os olhos para este absurdo. Um pouco da lambança da política externa dos EUA para a América Latina....&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Netflix - Narcos (3a temporada). &lt;/b&gt;Muito Bom. Esta temporada, sem Escobar, morto na última, se concentra no combate ao cartel de Cali (corrigido !!). Ótimo roteiro e atuação precisa de Pedro Pascal, como o detetive do DEA Javier Peña. Confesso que, mesmo tendo gostado das 02 primeiras temporadas, achei o desempenho de Wagner Moura como Pablo Escobar bem fraquinho, com suas caras e bocas caricatas, e um espanhol trôpego.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Glory (Slava). &lt;/b&gt;De Bom a Muito Bom. De Kristina Grozeva e Petar Valchanov, ficção, Bulgária/Grécia, 2016. Ótimo roteiro, que imprime ritmo de verdadeiro absurdo à vida pacata de funcionário&lt;b&gt; &lt;/b&gt;da ferrovia búlgara. Estado corrupto e inoperante, um precário proto-capitalismo após o final da União Soviética, nas mãos de uma cleptocracia, herdada dos tempos soviéticos. Bom, de Estado corrupto entendemos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Columbus. &lt;/b&gt;Regular. De Kogonada, ficção, EUA, 2017. OK, a ideia é interessante. Porém, a coisa não funciona. Faltam algumas coisas importantes no roteiro, até mesmo empatia. No terço final, eu olhava insistentemente para meu relógio, imaginando se já estava perto do fim.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Jantar (The Dinner). &lt;/b&gt;Fraco. De Oren Moverman, EUA, 2017. A ideia central é interessante, mas o filme não a explora da melhor forma, e se perde em explicações e devaneios. Ao final, péssimo resultado.&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Uma Mulher Fantástica (Una Mujer Fantástica). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;De Sebastián Lélio, ficção, Chile/Alemanha/Espanha/EUA, 2017. Do diretor do também muito bom "Gloria", de 2013, agora aborda o tema da Transexualidade, e o faz de forma bem competente e sensível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Bingo - O rei das manhãs. &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De Daniel Rezende, inspirado em história real, Brasil, 2016. Um pedaço da impressionante carreira de Arlindo Barreto, interpretado com muita competência por Vladimir Brichta, o destaque do filme. Arlindo foi um dos que fez o papel do palhaço Bozo, no SBT, na TV.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Na Mira do Atirador (The Wall). &lt;/b&gt;Bom. De Doug Liman, ficção, EUA, 2017. Um pouco da tensão da insurgência, que transformou o Iraque num caos, após a invasão em 2003, é levada com competência para as telas.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Como nossos Pais. &lt;/b&gt;Bom. De Laís Bodansky, ficção, Brasil, 2017. Protagonismo feminino na veia, e que funciona. A atriz Maria Ribeiro é o destaque do elenco. Filme muito bem recebido no Festival de Berlim, este ano, onde causou bom impacto. Questões universais estão presentes, o que talvez explique a boa acolhida internacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Polícia Federal: a lei é para todos. &lt;/b&gt;Bom. De Marcelo Antunes, baseado na Operação Lava Jato, Brasil, 2017. Com competência, um roteiro linear, e boa produção, o filme apresenta como foi deflagrada e evoluiu a Operação Lava Jato. Se limita a apresentar os fatos. Maioria dos atores (os principais) com boa atuação, uns poucos, fracos. Dá seu recado, sem partidarizações, apesar de algumas equivocadas críticas (como, por exemplo, de Mario Abbade, "O Globo"), que enxergam abordagem enviesada, talvez por estarem aferrados à teoria do "Golpe" ou da conspiração para destruir o PT, entre outras tantas bobagens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Filme da Minha Vida.&lt;/b&gt; Regular a Bom. De Selton Melo, ficção, Brasil, 2017. Podia ser um bom filme, mas o roteiro imprime um ritmo irregular na primeira metade do filme. O filme evolui, substancialmente, mas ñ é o bastante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Bye, bye, Alemanha ( Es war einmal in Deutschland).&lt;/b&gt; Bom. De Sam Garbarski, ficção, Alemanha/Luxemburgo/Bélgica, 2017. Do mesmo diretor de "Irina Palm"( hilário), consegue, com imaginativo roteiro, arrancar humor de uma situação bizarra e mesmo dramática: as dezenas de milhares de judeus que sobreviveram ao Holocausto, reunidos na Alemanha, após o fim da II Guerra, em um campo norte-americano, à espera de sua migração para outros países. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;-&amp;nbsp; João: o Maestro. &lt;/b&gt;Bom. De Mauro Lima, baseado na vida do pianista e maestro João Carlos Martins, Brasil, 2016. Roteiro, de forma competente, nos apresenta a vida de pianista, e depois maestro, João Carlos Martins. Para quem, como eu, que praticamente nada sabia sobre o mesmo, foi bem interessante. Uma jornada a superar desafios, e que impressiona. Vale !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Últimos dias em Havana (Últimos días en La Habana). &lt;/b&gt;Bom. De Fernando Pérez, ficção, Cuba/Espanha, 2016. Interessante relato sobre Cuba, onde a vida parece dissolver-se, enquanto seus habitantes teimam em sobreviver.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Castelo de Vidro (The Glass Castle). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Destin Daniel Cretton, baseado em história real, EUA, 2017. Complicada e dramática história familiar é trazida às telas. Roteiro e atuações são competentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Shivá - Uma semana e um dia (Shavua ve Yom). &lt;/b&gt;Regular. De Asaph Polonsky, ficção, Israel, 2016. Diverte em alguns momentos, em outros entedia. A ideia é interessante, mas no roteiro, ñ funcionou muito bem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Afterimage (Powidoki). &lt;/b&gt;Bom. De Andrzej Wajda, baseado no na vida do artista plástico polonês Wladyslaw Strzeminski, Polônia, 2016. Última obra de Wajda (creio), apresenta os últimos anos do artista polonês Wladyslaw Strzeminski, após a II Guerra, até sua morte, em 1952. O artista não se submete aos ditames do governo polonês, sob a tutela de Stalin, que quer enquadrar todos os artistas, e transformá-los em uma ferramenta do Estado. Infelizmente, ele paga com a própria vida, pois tudo a ele é negado, inclusive o mínimo para sua sobrevivência. Roteiro captura o drama do artista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Lady Macbeth. &lt;/b&gt;Bom. De William Oldroyd, ficção, Reino Unido, 2016. A vilania de Lady Macbeth, de Shakespeare, está presente de forma competente na personagem, claramente, agora uma inglesa, obrigada a casar-se, interior da Inglaterra, século XIX. Roteiro, atores e fotografia funcionam, e muito bem.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Os Meninos que Enganavam os Nazistas (Un Sac de Billes).&lt;/b&gt; Bom. De Christian Duguay, baseado em história real, França/Canadá/República Tcheca, 2016. A saga de uma família de franceses judeus na II Guerra em sua tentativa de escapar da deportação para os campos de extermínio nazistas. Impressionante a saga. Roteiro poderia ser um pouco melhor, mas o filme vale !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Eva Não Dorme (Eva No Duerme). &lt;/b&gt;Fraco. De Pablo Agüero, ficção, Argentina/Espanha/França, 2015. Ficcionado a partir da bizarra história das idas e vindas do corpo de Evita Perón, entre a Argentina e a Europa, objeto de disputas, após o mesmo ter sido embalsamado. Porém, o ritmo ditado pelo roteiro e o formato cobram seu preço, e o resultado, ao menos para mim, é ruim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- De Canção em Canção (Song to Song).&lt;/b&gt; Fraco. De Terrence Malick, ficção, EUA, 2017. Achei algo estranho no filme desde os primeiros minutos. Aí percebí que fora enganado ! Estava, mais uma vez, frente a um filme do diretor de "Árvore da Vida", com o mesmo jeitão. Aquele formato, aquela linguagem arrastada, ñ deixavam dúvidas!! E lá estava eu a me entediar, mais uma vez... Ao menos gostara de outro filme do mesmo diretor, "Além da Linha Vermelha", 1998...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Dunkirk.&lt;/b&gt; Bom a Muito Bom. De Christopher Nolan, ficção baseada na 
história real da evacuação das tropas britânicas e francesas do porto 
francês de Dunkerque, II Guerra, 1940. Roteiro se concentra em um sem 
número de pequenas histórias, de forma ñ linear, mesmo fragmentada, que 
povoaram aqueles dias dramáticos, tensos, tragédias pessoais, coragem e 
covardia, heroísmo e a simples tentativa de escapar daquela inferno. A 
falta de contextualização histórica faz o filme p&lt;span class="text_exposed_show"&gt;erder um pouco, assim como alguns pequenos erros na produção, pequenas bobagens, mas é, inegavelmente, um belo trabalho !&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="text_exposed_show"&gt;
&lt;b&gt;- Monsieur &amp;amp; Madame Adelman (Mr &amp;amp; Mme Adelman).&lt;/b&gt; Bom a Muito 
Bom. De Nicolas Bedos, ficção, França, 2016. Roteiro é fundamental pro 
cinema, e aqui, ele, de forma muito competente, dá seu recado ! Avança, 
recua, engana o espectador, diverte, surpreende. Vale Muito !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 
Cartas da Guerra.&lt;/b&gt; Fraco a Regular. De Ivo Ferreira, ficção baseada em 
coletânea de cartas do escritor português Lobo Antunes, Portugal, 2016. 
Lobo Antunes é um consagrado escritor português. Porém, na transposição 
para as telas de sua cartas (cuja coletânea virou livro), baseadas em 
sua experiência no exército português na Angola colonial, a coisa ñ 
funciona, mesmo entedia. Pena...&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Fala Comigo. &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De Felipe Sholl, Ficção, Brasil, 2016. Junte argumento, roteiro e atores bons, misture e sacuda um pouco, e como resultado terás um resultado pra lá de bom !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Futuro Perfeito (El Futuro Perfecto). &lt;/b&gt;Fraco. De Nele Wohlatz, ficção, Argentina, 2016. A coisa toda não decola e entedia. Você fica a se perguntar: cadê o filme ?&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Gatos (Kedi). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Ceyda Torun, documentário, EUA/Turquia, 2016. Os gatos e Istambul, indissociáveis. Curioso, divertido, a apresentar uma relação muito especial entre esta fantástica cidade, seus habitantes, e sua bizarra população de gatos. O filme poderia ser um pouquinho menor, mas vale.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Perdidos em Paris (Paris Pieds Nus). &lt;/b&gt;Fraco a Regular. De Dominique Abel e Fiona Gordon, ficção, França/Bélgica, 2016.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;A ideia é interessante, o filme decola, mas, infelizmente, ñ se sustenta. Pena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Terra Vermelha (La Tierra Roja). &lt;/b&gt;Regular. De Diego Martinez Vignatti, ficção, Bélgica/Argentina/Brasil, 2015. Há questões importantes em discussão, mas o roteiro, um pouco precário, e a pobre construção de personagens (alguns pouco verossímeis) cobram seu preço.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Círculo (The Circle). &lt;/b&gt;Fraco. De James Ponsoldt, ficção, Emirados Árabes Unidos/EUA, 2017. Adoro cinema, sou cinéfilo apaixonado, e por isso ñ tenho prazer em fazer uma má avaliação de um filme. Ñ sei o que a turma do "Cahiers du Cinéma" acharia deste "O Círculo", mas sou forçado a dizer: bem fraco, fraca direção, fracas atuações, roteiro bem pouco consistente, frustrante.&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Garota Ocidental - Entre o coração e a tradição (Noces). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Stephan Streker, ficção, Bélgica/Paquistão/Luxemburgo/França, 2016.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Preconceito e tradições não compatíveis com os dias atuais, e que atingem migrantes na Europa, neste caso oriundos do Paquistão. Infelizmente já houve inúmeros casos semelhantes reais, que inspiraram este filme.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Frantz. &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De François Ozon, ficção, França, 2016. Ozon apresenta, mais uma vez, trabalho que reúne direção competente, roteiro preciso, e fotografia que retrata a atmosfera da época. Resultado: vale à pena !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Coração e Alma (Réparer les vivants). &lt;/b&gt;Festival Varilux de Cinema Francês 2017. Regular a Bom. De Katell Quillévéré, ficção, França, 2016. O roteiro faz o filme trilhar caminhos ñ previstos, mudanças de rotas, e traz interessantes surpresas. Vale !&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Kiki: os segredos do desejo (Kiki, el amor se hace). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Paco León, ficção, Espanha, 2016. Refilmagem do australiano "A Pequena Morte", diverte, mas, confesso, preferi o australiano, que me pareceu um pouco menos explícito, e um pouco mais realista.&amp;nbsp; Mas vale !&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Boas risadas garantidas !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Um Instante de Amor (Mal de Pierres)&lt;/b&gt;. Festival Varilux de Cinema Francês 2017. Bom. De Nicole Garcia, ficção, França, 2016. Roteiro bom e não linear conduz o espectador por caminhos quase inesperados, com bom resultado. Marion Cotillard (Piaf) deixa sua marca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Rodin.&amp;nbsp; &lt;/b&gt;Festival Varilux de Cinema Francês 2017. Fraco. De Jacques Doillon, inspirado na vida de Rodin, França, 2017. Roteiro ñ ajuda, e o filme se arrasta, tediosa e languidamente. Pena. Há o ótimo ator Vicent Lindon como Rodin, mas ñ é o suficiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Neve Negra (Nieve Negra). &lt;/b&gt;Fraco a Regular. De Martin Hodara, ficção, Argentina/Espanha, 2016. Cinema argentino é muito bom, como regra. Darín é excelente. Inegável..&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Com estas premissas parto pra ver filmes argentinos. Por isso, a decepção com este foi bem grande ! O roteiro se esgota rapidamente, e você se pergunta: ñ há + nada, só isso ? E cinema é roteiro. Darín, infelizmente, desta vez em atuação pouco inspirada, ñ é suficiente pra alavancar o resultado. Pena... De qualquer modo, continuo fã do cinema argentino ! Ñ será este pequeno revés que mudará minha opinião !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Comeback: uma matador nunca se aposenta. &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Érico Rassi, ficção, Brasil, 2016. Espinha dorsal: atuação, como de costume, muito boa de Nelson Xavier (o qual morreu há pouco, maio). O filme tem seus momentos, e Nelson transita por eles com maestria.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Norman: confie em mim (Norman: The moderate rise and tragic fall of a New York fixer). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Joseph Cedar, ficção, EUA/Israel, 2016. O filme, com interessante roteiro, está calcado fundamentalmente na atuação de Richard Gere. Nem tudo funciona, porém.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Z - A Cidade Perdida (The Lost City of Z).&lt;/b&gt; Regular. De James Gray, EUA, 2015, ficção baseada em história real. A história do explorador britânico Percival Fawcet, que desapareceu na Amazônia quando procurava uma misteriosa cidade perdida. O roteiro, para um filme de 141 minutos, deveria ter sido mais ágil. Não foi....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Real - O Plano por trás da história. &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Rodrigo Bittencourt, ficção baseada na história da criação do Plano Real, Brasil, 2016. Vale à pena, pra conhecer mais sobre a gestação e os primeiros passos do Plano Real. O roteiro às vezes derrapa, e há atuações pouco inspiradas. Mas, insisto, vale...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Corra! (Get out). &lt;/b&gt;Regular. De Jordan Peele, ficção, 2017. Parecia mais um episódio&lt;b&gt; &lt;/b&gt;da série "Black Mirror", da Netflix, mas, porém, não chega a empolgar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Cidadão Ilustre (El Ciudadano Ilustre). Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, de Gastón Duprat e Mariano Cohn, Argentina/Espanha, 2016. O cinema argentino, ancorado em ótimos roteiro e atores, produz mais uma vez ótimo resultado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Promessa (The Promise). &lt;/b&gt;Bom. Ficção, inspirada em fatos reais, de Terry George, EUA/Espanha, 2016. A linguagem excessivamente hollywoodiana cobra seu preço&lt;b&gt;, &lt;/b&gt;mas falar sobre o genocídio de armênios (estima-se 1,5 milhão de mortos) pelo Império Otomano na I Guerra é extremamente importante, crime negado pela Turquia até hoje, e não reconhecido por muitos países, como EUA e Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Além das Palavras (A quiet passion)&lt;/b&gt;. Fraco a Regular. De Terence 
Davies, baseado na vida da poeta norte-americana Emily Dickinson, Reino 
Unido/Bélgica, 2017. Sem dúvida há questões de interesse na vida da 
poeta, alguém à frente de seu tempo (feminista, antiescravidão), mas o 
roteiro lento e a duração excessiva cobram seu preço no resultado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Paterson. &lt;/b&gt;Regular. De Jim Jarmusch, ficção, EUA, 2016. Jarmusch pretende, creio, demonstrar que a vida é assim mesmo, sem sobressaltos, mesmo entediante, mas que permite surgir o talento, no caso, a poesia. Ñ funcionou, em minha opinião. Prefiro outros trabalhos deste diretor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Vida (Life). &lt;/b&gt;Fraco. De Daniel Espinosa, EUA, ficção científica, 2016. Uma sucessão de lugares comuns e situações que você já viu em outros filmes de ficção científica. Pena, pois sou fã do gênero.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Una. &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Benedict Andrews, ficção&lt;b&gt;, &lt;/b&gt;Inglaterra/EUA/Canadá, 2016. Baseado na peça "Blackbird", de David Harrower. Apresenta relacionamento entre um homem e uma menina de 12 anos, pelo qual ele é condenado e preso, e seus desdobramentos no futuro de ambos. A atriz Rooney Mara está se transformando em figurinha carimbada no cinema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Mundo Fora do Lugar (Die Abhandene Welt). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Margarethe Von Trotta, ficção, Alemanha, 2015. Mais uma dobradinha Trotta/Barbara Sukowa, interessante e competente, mas menor que outros trabalhos com a dupla, como "Hanna Arendt" e "Rosa de Luxemburgo", por exemplo. Mas vale...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Filho de Joseph (Le Fils de Joseph). &lt;/b&gt;Exagerada e Abusadamente Ruim ! De Eugène Green, ficção, França/Bélgica, 2016&lt;b&gt;. &lt;/b&gt;O diretor optou por uma linguagem teatral, caricata, cujo resultado, nas telas, é um desastre entediante. Madame G., ao meu lado, não resistiu e sucumbiu ao sono. Eu resisti ao desejo de abandonar a sala de projeção, enquanto sucumbia ao tédio... E, acreditem, nas telas estava o ótimo Mathieu Amalric, mas que, em meio àquela lama, nada pode fazer...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Mulheres do Século 20 (20th Century Women). &lt;/b&gt;Bom. De Mike Mills, ficção, EUA, 2016. Roteiro imaginativo e atuações legais&lt;b&gt; &lt;/b&gt;retratam, na Califórnia, um pequeno pedaço de um momento bizarro nos EUA, o final do governo Carter, às vésperas da era Reagan.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Fragmentado (Split). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De M. Night Shyamalan, ficção, EUA, 2016. Interessa, principalmente a atuação de James McAvoy, que impressiona ao assumir inúmeros personagens nos quais sua personalidade se divide. Mas, confesso, talvez tenha optado, em pequena parte do filme, por soluções pouco verossímeis.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Trainspotting 2 (T2 Trainspotting). &lt;/b&gt;Bom. De Danny Boyle, ficção, Reino Unido, 2017. Fundamental que você tenha visto o primeiro "Trainspotting", de 1996, para entender e se divertir com as bizarras figuras que transitam por Edimburgo, Escócia, e que voltam a se encontrar depois de muitos anos.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Fatima. &lt;/b&gt;De Regular a Bom. De Philippe Faucon&lt;b&gt;, &lt;/b&gt;ficção, França, 2015. Mais uma vez o tema do imigrante é abordado, e com competência. Desta vez, como muitos, vindo da Argélia para a França, vivendo do subemprego, sem se comunicar e se fazer entender na língua do país para onde migrou (o francês, no caso), objeto de preconceito e lutando com dificuldade para, muitas vezes, somente sobreviver. Ñ é difícil entender que uma pequena parcela destes imigrantes se tornem alvo fácil para os escroques aliciadores do terrorismo (que nada tem com o Islã, que fique bem claro).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Fome de Poder (The Founder). &lt;/b&gt;Bom. De John Lee Hancock, baseado em história real, EUA, 2016. Interessa, pois revela a história de como a rede McDonalds&lt;b&gt; &lt;/b&gt;surgiu e cresceu, a partir de um pequeno negócio de hamburgers na Califórnia, EUA, nos anos 1950.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;-
Paro Quando Quero (Smeto Quando Voglio).&lt;/b&gt; Bom. De Sydney Sibilia, Itália, 2014. “Breaking
Bad” à italiana... Acadêmicos italianos desempregados sintetizam droga
sintética para sobreviver. Ágil e divertido.&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;- Silêncio
(Silence).&lt;/b&gt; Fraco. De Martin Scorcese, ficção livremente inspirada na história
de padres jesuítas portugueses que foram ao Japão no século XVII,
EUA/Taiwan/México, 2016. Excessivamente longo, se perde e entedia. Scorcese
irreconhecível !&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;-
Negação (Denial).&lt;/b&gt; Regular a Bom. De Mick Jackson, baseado no livro “Denial:
Holocaust history on trial”, que relata uma história real, Reino Unido/EUA,
2016. A história, relatada no citado livro,&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;apresenta a disputa na justiça britânica entre David Irving, controverso
escritor com teorias revisionistas sobre os nazistas e seu papel, e Deborah
E.Lipstadt, historiadora. Interessa, mas o roteiro ñ é dos melhores, e o filme
perde com isso. Para quem se interessar, há ótimo documentário da BBC (creio que 06 episódios),
“Auschwitz: the nazis and the final solution”, disponível na Netflix, que
relata com precisão como o complexo Aushwitz-Birkenau surgiu e assumiu o
tenebroso papel de o mais importante campo de extermínio de judeus e outras
etnias pelos nazistas na II Guerra.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Garota Desconhecida (La Fille Inconnue). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Luc Dardenne e Jean-Pierre Dardenne, ficção, Bélgica/França, 2016. Não é um grande filme, mas seu roteiro desvenda aos poucos o drama da precária vida dos imigrantes, que vivem como párias na Europa. O filme se passa na Bélgica, um dos países onde esta precarização da vida do imigrante tornou-o um alvo para que fosse cooptado&amp;nbsp; pelo terrorismo que assombra a Europa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Um Limite entre Nós (Fences). &lt;/b&gt;Fraco a Regular. De Denzel Washington, ficção (baseado em uma peça), EUA, 2016. O que funcionou no teatro, quando trazido para as telas, não acontece. Exceto o quarto final, com ressalvas, achei os extensos diálogos entediantes, a ponto de ter pensado em sair do filme antes de seu final.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Quis dar mais uma chance a Denzel, e resisti brava e duramente...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Moonlight - Sob a Luz do Luar (Moonlight). &lt;/b&gt;Muito Bom. De Barry Jenkins, ficção, EUA, 2016. A vida sem esperança na comunidade afro-americana é mostrada com a necessária crueza, numa rotina de preconceito, pobreza e exclusão, à qual se soma o drama de uma criança que descobre ser homossexual. Direção, roteiro e atores realizam excelente trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Eu Não Sou Seu Negro (I Am Not Your Negro). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De Raoul Peck, documentário, EUA/França/Bélgica/Suíça. Peck baseia o documentário na vida, nos trabalhos e artigos do dramaturgo James Baldwin, morto em 1987, e sua convivência com Medgar Evers, Malcom X e Martin Luther King, ícones da luta pelas liberdades civis da população afro-americana. Apresenta ainda seu ininterrupto questionamento das profundas contradições nos EUA quanto aos preconceitos à população afro descendente e as divisões profundas entre etnias ainda hoje existentes na sociedade norte-americana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Lion - Uma Jornada para Casa (Lion). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Garth Davis, baseado em história real, EUA/Reino Unido/Austrália, 2015. Impossível ñ se deixar impactar por uma história que impressiona devido à saga (real) de uma criança indiana, cuja sobrevivência parece estar sempre por um fio, mas o roteiro derrapa e o resultado ao final fica a dever.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Um Homem Chamado Ove (En Man Som Heter Ove). &lt;/b&gt;Regular. De Hannes Holm, ficção, Suécia, 2017. Simpático, provoca alguns risos, mas é quase somente isso.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Toni Erdmann. &lt;/b&gt;Bom. De Maren Ade, ficção, Alemanha/Áustria, 2016. O personagem principal é uma peça, hilário na maioria das vezes (outras nem tanto), em sua busca incansável de aproximar-se de sua filha. Roteiro, fundamentado em ágeis diálogos e situações inusitadas, funciona. O filme poderia ser um pouco menor, e conseguir o mesmo resultado. Pano de fundo: uma Romênia, onde se passa boa parte do filme, quase protocapitalista, com suas más consequências (muitas), e suas boas (??), tentando, mesmo precariamente, se encontrar em um novo mundo, o qual ela não entende muito bem, mas ao qual deseja ardentemente pertencer. Isso me faz lembrar amigos turcos, que se indignavam que, enquanto a Turquia tinha sua entrada barrada na União Européia, a Romênia, aquele "quase" Estado, economia pouco significativa quando comparada à da Turquia, era membro. Bizarro...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Qualquer Custo (Hell or High Water)&lt;/b&gt;. Muito Bom. De David Mackenzie, ficção, EUA, 2015. Ótimos e ferinos diálogos, fruto de ótimo roteiro, além de atuação inspirada de Jeff Birdges, fazem desse um muito bom filme. Um Texas à margem, fruto de crise financeira e, provavelmente, da queda dos preços do petróleo, que se abateram sem piedade sobre o cidadão comum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Estrelas Além do Tempo (Hidden Figures). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Theodore Melfi, baseado em história real, EUA, 2016. A história de brilhantes matemáticas afro-americanas nos anos 1960 nos EUA, que contribuíram sobremaneira para decisivos passos da corrida espacial, em meio à sempre presente (e totalmente absurda) discriminação institucionalizada nos EUA contra os afro-americanos, em uma década decisiva para o movimento de luta pelos Direitos Civis da população afro-americana naquela país. O roteiro, infelizmente, possui características de lugar-comum, mesmo datadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Paraíso (Paradies). &lt;/b&gt;Bom. De Andrey Konchalovskiy, ficção, Rússia/Alemanha, 2016. Roteiro imprime olhar diferente aos horrores da II Guerra, na França (colaboracionismo), e em campos de extermínio nazistas. Muito boa fotografia em preto e branco contribui positivamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Até o Último Homem (Hacksaw Ridge). &lt;/b&gt;Regular. De Mel Gibson, baseado em uma história real, EUA/Austrália, 2016. A história, real, interessa e possui desfecho quase surpreendente. Mas o roteiro imprime uma linguagem antiquada, caricata, estilo bons contra os maus, a cavalaria contra os índios, e que cobra pesado preço ao resultado do filme. Pena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Assim que Abro meus Olhos (À peine j'ouvre les yeux). &lt;/b&gt;Regular. De Leyla Bouzid, ficção, Tunísia/França/Bélgica/Emirados Árabes, 2015. O momento, supõe-se, é um pouco anterior à "Primavera Árabe".. Mas imaginava que veria um pouco mais daquela atmosfera, mas ñ é o caso do filme. Interessa, mas é limitado a uma pequena realidade.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Manchester&amp;nbsp; à Beira Mar (Manchester by the Sea). &lt;/b&gt;Bom. De Kenneth Lonergan, ficção, EUA, 2016. Bom roteiro, ñ linear, boa direção, e bons atores. Resultado: bom filme !&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- La La Land: cantando estações (La La Land). &lt;/b&gt;Regular. De Damien Chazelle, ficção, EUA, 2016. OK, ñ gosto de musicais, exceto óperas rock... Mas o Chazelle fez o muito bom "Whiplash", o filme foi super premiado no Globo de Ouro, e uma amiga nos convidou.. OK, lá vamos nós... Tiro n'água... Achei mais do mesmo, 1&amp;nbsp;+ 1 = 2, &lt;b&gt; &lt;/b&gt;sem novidades, sem muita imaginação, talvez, exceto, ao final... Bom, voltei pra casa sem gostar dos musicais... Pena...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Animais Noturnos (Nocturnal Animals). &lt;/b&gt;Bom. De Tom Ford, EUA, 2016. Baseado no romance "Tony &amp;amp; Susan", de Austin Wright, é, segundo amigo, um "Road Movie"... O cara tem razão; é isso mesmo. Boa direção, boas atuações, e muita violência...&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Eu, Daniel Blake (I, Daniel Blake).&lt;/b&gt; Bom. De Ken Loach, ficção, Reino Unido/França/Bélgica, 2016. Divido minha trôpega crítica em 02 pedaços:&lt;br /&gt;
O primeiro: Loach, com a usual competência, dá voz aos à margem da sociedade, fragilizados, que nestes tempos de globalização, parecem ser deixados pra trás. Ñ é o melhor filme dele, mas merece o aplauso. &lt;br /&gt;
O segundo: acaba o filme, e, diria, metade da platéia começa a gritar "Fora Temer". Há mesmo uma senhora que discursa contra Temer... Fico a me perguntar o porquê, mas ñ acho resposta. Talvez, só pode ser isso, estivessem movidos a um cocktail de anfetaminas, crack, LSD e naftalina. Talvez fosse um brado contra a reforma da previdência, que se ñ acontecer de alguma forma, melhor sumir daqui, migrar pro Sudão do Sul, porque o Brasil foi pro espaço. No meio da cena bizarra, um senhor bradou "Lula ladrão", e foi vaiado, enquanto uma senhora o repreendeu a exigir respeito. Ahh, bom.. Roubar e destruir um país pode... Tempos estranhos... Pena Norbert Elias ñ ter escrito "Os Brasileiros", pra entendermos um pouco mais sobre nós mesmos...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Apartamento (Forushande).&lt;/b&gt; Bom a Muito Bom. De Asghar Farhadi, ficção, Irã/França, 2016. Mesmo diretor do premiado "A Separação", Farhadi utiliza o roteiro com muita competência para nos levar a vários caminhos possíveis, sem nunca revelar tudo, sonegando detalhes somente entrevistos. O cara é bom !!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Última Lição (La Derniére Leçon). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Pascale Pouzadoux, ficção inspirada em história real, França, 2016. Roteiro conduz com competência tema difícil, tendo em vista o envelhecimento da população, cada vez mais presente.&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Estados Unidos pelo Amor (Zjednczone Stany Milosci)&lt;/b&gt;. Bom a Muito Bom. Ficção, de Tomasz Wasilewski, Polônia/Suécia, 2016. Premiado no Festival de Berlim. Apresenta histórias entrelaçadas com precisão, ao acaso, na Polônia de 1990. Tensões de um país à beira do final da União Soviética. Sem dúvida, mais um bom resultado do competente cinema polonês. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Capitão Fantástico (Captain Fantastic)&lt;/b&gt;. Regular. De Matt Ross, ficção, EUA, 2016. OK, é divertido em alguns momentos, mas isso ñ faz o filme decolar. Ouvi que este filme estaria na categoria do "adorei" ou do "detestei"...Bom, ñ adorei, mas também ñ o detestei, mas o argumento que fundamenta o roteiro está mais para um filme da Disney.. Pouco factível, pouco crível, personagens quase irreais....&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Sieranevada. &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Cristi Puiu, ficção, Romênia, 2016. A ação se concentra, em boa parte, numa reunião de família explosiva, diálogos divertidos e duros, personagens hilários e bizarros. Os romenos, meio latinos, possuem um jeito dramático característico. Acertou que os imagina italianos... Pena que o filme seja excessivamente longo, e esta duração cobra preço caro ao resultado final. Pena...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Neruda. &lt;/b&gt;Fraco. De Pablo Larraín, Chile/Argentina/França/Espanha/EUA, baseado em história real, 2016. Fui animado, cheio de boas expectativas, ver o filme; frustração quase total. Depois dos ótimos "O Clube", "No", e "Tony Manero", confesso que este trabalho está bem aquém do que vi de Larraín, e do que Neruda exigiria. A atuação de García Bernal (culpa do roteiro) beira o medíocre. Pena...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Sully: o Herói do Rio Hudson (Sully). &lt;/b&gt;Bom. De Clint Eastwood, EUA, baseado em história real, EUA, 2016. Responde a perguntas sobre incrível acidente aéreo e cujo roteiro, não linear, permite que o desenrolar do filme surpreenda.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- É Apenas o Fim do Mundo (Juste la Fin du Monde). &lt;/b&gt;Bom. Ficção, de Xavier Dolan, França/Canadá, 2016. A força do filme é um roteiro com ótimos diálogos, ágeis e duros, o que se soma a ótimos atores. Quem sobreviveria a tal família ??&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Economia do Amor (L'Économie du Couple). &lt;/b&gt;Regular. Ficção, de Joachim Lafosse, França/Bélgica, 2016. Interessa, mas o filme se esgota rapidamente, bem antes do final, e a repetição entedia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Filho Eterno. &lt;/b&gt;Bom. De Paulo Machline, ficção baseada em história real, Brasil, 2016. A discussão sobre como os pais se relacionam com a Síndrome de Down ganha abordagem correta, não usual, e foge a estereótipos. &lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Michelle e Obama (Southside with You). &lt;/b&gt;Fraco a Regular. Baseado em fatos reais, de Richard Tanne, EUA, 2016. Inegável que a vida de Michelle e Obama, ele o primeiro presidente negro dos EUA, chama a atenção e atrai nosso interesse. Mas o roteiro transformou a coisa toda em uma quase piegas sessão da tarde. Pena...&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Chegada (Arrival). &lt;/b&gt;Bom. De Denis Villeneuve, ficção, EUA, 2016. Gosto de ficção científica, e esta, sobre contato com extraterrestres&lt;b&gt;, &lt;/b&gt;e o desafio da comunicação, aborda a questão de forma, digamos, imaginativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Elis. &lt;/b&gt;Bom. De Hugo Prata, ficção baseada na vida de Elis Regina, Brasil, 2016. Belas imagens e músicas, neste filme sobre a vida de Elis Regina. Roteiro, em sua maior parte, soube conduzir bem a história, assim como e principalmente a atriz principal, Andreia Horta. Algumas poucas derrapagens não diminuem o filme.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Os Cavaleiros Brancos (Les Chevaliers Blancs). &lt;/b&gt;Regular. De Joachim Lafosse, Bélgica, 2016. Assunto abordado merecia mais respostas e explicações. Ficou capenga.&lt;b&gt;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Creepy. &lt;/b&gt;Bom. De Kiyoshi Kurosowa, ficção, Japão, 2016. Suspense japonês nas mãos de diretor especialista. Roteiro pode ter derrapado um pouco no quarto final, mas resultado impressiona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Luz entre Oceanos (The Light between Oceans). &lt;/b&gt;Bom. De Derek Cianfrance, EUA/Nova Zelândia, 2016. Baseado em livro de M.L. Stedman, bom roteiro e bons atores garantem o bom resultado.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 13 Minutos (Elser: Er hätte die Welt verändert). &lt;/b&gt;Bom. De Olivier Hirschbiegel ("A Queda"), baseado em história real, Alemanha, 2015. É apresentada história pouco conhecida de atentado à vida de Hitler, infelizmente sem sucesso, ocorrido em 1939, por um alemão que agiu sozinho, e poderia ter mudado o rumo da História. Bem conduzido e roteirizado com correção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Snowden - Herói ou Traidor (Snowden). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Oliver Stone, baseado na vida de Edward Snowden, EUA/Alemanha/França, 2016. Stone apresenta com correção, mas sem questionar motivações, a história de Edward Snowden, que trabalhou na CIA e posteriormente em empresa (acho que Booz Allen) que prestava serviços à NSA e à própria CIA. Confesso que achei a ausência de motivações que levaram Snowden a fugir para a Rússia e a revelar documentos aos quais ele tinha acesso um ponto fraco do filme. Acrescento: li alguns comentários sobre o filme, e que devem ser da "esquerda caviar", sobre ligações das revelações de Snowden ao plano bisonhamente maquiavélico para alimentar a Lava-Jato e detonar o PT. Esses meninos são uma comédia...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Indignação (Indignation). &lt;/b&gt;Fraco a Regular. De James Schamus, ficção, EUA, 2016. Baseado em livro de Philip Roth, para mim sua transposição para o cinema não funcionou. Culpa do roteiro ? Provável. O ritmo beira o enfadonho. Pena....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Um Dia Difícil (Kkeutkkaji Ganda). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De Kim Seong-hoon, ficção, Coreia do Sul, 2014. A Coreia do Sul, que já nos premiara com alguns excelentes filmes (quem viu "Old Boy" há de concordar), nos apresenta neste trabalho uma mistura de tensão, bizarrices, filme policial, muita imaginação e inúmeras surpresas, boa parte disso resultado de um muito bom roteiro. Vale !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Amnésia (Amnesia). &lt;/b&gt;Regular. De Barbet Schroeder, ficção, Suíça/França, 2015. Curioso, revisita a questão da culpa alemã após a II Guerra, mas o roteiro não ajuda, e o resultado é apenas burocrático.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Jovens, Loucos e mais Rebeldes (Everybody wants Some).&lt;/b&gt; Fraco. De Richard Linklater, ficção, EUA, 2015. Pouco mais que uma "Sessão da Tarde" adolescente, e muito menos do que o cinema que procuro.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Uma História de Loucura (Une Histoire de Fou). &lt;/b&gt;Bom. Ficção, de Robert Guédiguian, França, 2015. O drama dos armênios, vítimas de genocídio perpetrado pelos turcos no Império Otomano durante a I Guerra (estima-se que foram mortas 1,5 milhão de pessoas), é revisitado, anos 1980. A Turquia, de forma inacreditável, até hoje não o reconhece formalmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Mestre dos Gênios (Genius). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Michael Grandage, ficção baseada en fatos reais, Reino Unido/EUA, 2016. Focado na relação do editor Max Perkins com Tom Wolfe, de quem procurava literalmente arrancar um trabalho factível e vendável, depois de haver editado com competência Scott Fitzgerald e Ernest Hemingway. Uma relação que beira o irreal e o bizarro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Kóblic. &lt;/b&gt;Bom. Ficção, de Sebastián Borensztein, Argentina, 2016. Pouco sei de cinema, exceto que o adoro, e algumas outras poucas coisas, mas algumas das pouquíssimas quase certezas que tenho são: procure os bons diretores e os bons atores. Esses caras, na maioria das vezes, estarão em trabalhos muito bons. É o caso de "Kóblic", que além do diretor Borensztein, que já nos presenteara com o ótimo "Conto Chinês" (que acho superior a "Kóblic"), também com Darín, traz de novo o próprio Darín, que esbanja competência e bom cinema. Desta vez, situam a estória em meio à terrível ditadura na Argentina, com aproximadamente 30 mil mortos pelas forças de segurança argentinas, os voos da morte, e a catastrófica Guerra das Malvinas. Uma repetida observação: como o cinema argentino é superior ao brasileiro !! Será porque os caras talvez leiam muito mais que nós, e produzem, como consequência, ótimos roteiristas ? Talvez...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Nosso Fiel Traidor (Our Kind of Traitor).&lt;/b&gt; Regular. Ficção, de Susanna White, Reino Unido, 2016. Baseada em romance de mesmo nome de John Le Carré, é arrumadinho, mas possui roteiro com ritmo e soluções burocráticas, que cobram seu preço pro resultado do filme. Pena, pois a máfia russa é um tema de interesse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Irmã (Little Sister).&lt;/b&gt; Fraco a Regular. Ficção, de Zach Clark, EUA, 2016. A estória não me pegou. Achei-a mesmo enfadonha, chata, e o roteiro seguiu por esse caminho. Má investida. Pena, pois, pela crítica, eu tinha esperanças...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Melhores Amigos (Little Men). &lt;/b&gt;Festival de Cinema do Rio. Bom. Ficção, de Ira Sachs, EUA/Grécia, 2016. Bons roteiro (um brasileiro é co-roteirista) e atuações (as crianças, então, surpreendem) imprimem um bom resultado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Passageira (Magallanes). &lt;/b&gt;Bom. Ficção, de Salvador del Solar, Peru/Argentina/Colômbia/Espanha, 2015. Baseado no livro "La Pasajera", do premiado escritor Alonso Cueto, narra o encontro nos dias atuais de 02 personagens nas ruas de Lima e que traz à tona os violentos eventos do conflito com o grupo guerrilheiro Sendero Luminoso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Posto-Avançado do Progresso. &lt;/b&gt;Festival de Cinema do Rio 2016. Fraco. Ficção, de Hugo Vieira da Silva, Portugal, 2016. Livremente inspirado no romance "O Coração das Trevas", de Joseph Conrad (nascido na Polônia, e que se radicou no Reino Unido), peca no ritmo do roteiro e se arrasta, mesmo chateia. Pena...&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Lembrança de um Amor Eterno (La Corrispondenza). &lt;/b&gt;Fraco. De Giuseppe Tornatore, ficção, Itália, 2016. O iverossímel e roteiro que se arrasta (e chateia) se traduzem em pobre resultado. Pena, pois Tornatore é (ou foi) muito bom diretor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Sete Homens e Um Destino (The Magnicent Seven). &lt;/b&gt;Fraco. De Antoine Fuqua, ficção, refilmagem de western clássico, EUA, 2016. Um formato e um roteiro que podem ter funcionado na versão original, mas agora, com a contribuição de atuações quase caricatas, não funcionam, e são mesmo datados. Tédio e lugar comum. A refilmagem deveria ter inovado.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Conexão Escobar (The Infiltrator). &lt;/b&gt;De Regular a Bom, de Brad Furman, baseado em história real, EUA, 2015. História interessante de combate ao tráfico de drogas nos EUA, e muitos irão reconhecer o ótimo ator de "Braking Bad", Bryan Cranston. Mas, creio, o roteiro poderia ter imprimido melhores ritmo e condução. O valor de conhecer tal operação é inegável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Últimos Dias no Deserto (Last Days in the Desert). &lt;/b&gt;Regular. De Rodrigo García, ficção, livremente inspirada no Novo Testamento, EUA, 2015. Esperava algo mais transgressor, talvez com um jeito do "Evangelho Segundo Jesus Cristo", do Saramago. Porém, o filme, apesar de produzido com correção, e da boa atuação de Ewan McGregor, é burocrático. Pena...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Aquarius. &lt;/b&gt;Bom. De Kleber Mendonça, ficção, Brasil/França, 2016. Interessante trabalho, excelente desempenho de Sonia Braga, mas o filme ficou talvez um pouco longo demais. Confesso que achei "O Som ao Redor", também de Mendonça, melhor. Cabe destacar que o filme está envolto em polêmica. Os atores, em Cannes, gritaram "Não Vai Ter Golpe". A recomendação de idade mínima foi severa, simplesmente devido a uma cena onde um homem nu se apresenta, digamos, pronto para a atividade sexual. Se fosse em 3D, eu entenderia. O bizarro é que ao final da sessão que assisti, a maior parte do público de levantou e, entre palmas efusivas, gritava "Fora Temer"....Menos....A turma perdeu o senso de ridículo, nesta atmosfera de Fla-Flu...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Comunidade (Kollektivet). &lt;/b&gt;Bom. De Thomas Vinterberg, ficção, Dinamarca/Suécia/Holanda, 2016. Vinterberg, que nos havia presenteado com o excelente "Festa de Família" (feito de acordo com as regras do Dogma 95), apresenta interessante história que se passa nos anos 1970, na Dinamarca, de um grupo de pessoas que decide viver em uma comunidade. Ele é um dos roteiristas. Bem amarrado e ambientado de forma competente. Aqueles que viram "Festa de Família" irão reconhecer 02 atores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Café Society. &lt;/b&gt;Bom. De Woody Allen, ficção, EUA, 2016. Não é o melhor Woody Allen, mas sua competência e sua marca, no roteiro e na direção, estão claramente presentes.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Os Campos Voltarão (Torneranno I Prati). &lt;/b&gt;Bom. De Ermanno Olmi, ficção, Itália, 2014. Captura um pouco da atmosfera opressiva e da desesperança das tropas italianas nas trincheiras, I Guerra Mundial, Itália, 1917.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Baseado parcialmente no conto "La Paura", de Federico De Roberto,&amp;nbsp; 1921, assim como em relatos que Olmi ouviu do próprio pai, que lutou na I Guerra Mundial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Corte (L'Hermine). &lt;/b&gt;Regular a Bom. Ficção, de Christian Vicent, França, 2016. Filme simpático, nada demais, mas que é sustentado pela usual muito boa atuação do ator Fabrice Luchini, o real destaque desta produção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Conexão Francesa (La French). &lt;/b&gt;Regular a Bom. Ficção inspirada em fatos reais, de Cedric Jimenez, França/Bélgica, 2015. Interessa por apresentar um pouco da "Operação França" (filme superior, inegável) no lado francês, em Marseille. Aqueles que viram "O Artista" reconhecerão o ator Jean Dujardin, em boa atuação. Mas não é um grande filme, nem tampouco um grande roteiro.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Monstro de Mil Cabeças (A Monster with a Thousand Heads). &lt;/b&gt;Bom. Ficção, de Rodrigo Plá, México/França, 2015. A relação muitas vezes estressante, mesmo dramática, entre planos de saúde e seus clientes é apresentada em roteiro competente. No Brasil, infelizmente, encontramos exemplos semelhantes.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Representa um modelo de Saúde a ser repensado.&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;-
Nahid – Amor e Liberdade (Nahid).&lt;/b&gt; Bom. Ficção, de Ida Panahandeh, Irã, 2016. O
cinema iraniano volta a atacar !! Roteiro, com competência, consegue captar as
bizarrices de um Estado Teocrático, o Irã. Atenção: o Irã, muçulmano xiita, é
menos ortodoxo do que a Arábia Saudita, muçulmana sunita da linha do wahabismo.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;-
Mãe só há uma.&lt;/b&gt; Fraco a Regular. De Anna Muylaert, ficção baseada em fatos
reais, Brasil, 2016. Poderia ter sido melhor construído. Roteiro tem problemas,
mesmo tosco em alguns momentos, assim como algumas atuações são fracas e
precárias. Pena...Filme anterior, “Que Horas Ela Volta”, que não é um grande
filme, é muito superior.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;-
Chocolate (Chocolat).&lt;/b&gt; Regular a Bom. De Roschdy Zem, ficção baseada em fatos
reais, França, 2016. Baseado na história de um palhaço negro que trabalha na
França no início do século XX, os imensos preconceitos que havia e sua luta
para combatê-los. Interessa, mas não é um grande filme.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;-
Agnus Dei (Les Innocentes).&lt;/b&gt; Bom. De Anne Fontaine, ficção inspirada em fatos
reais, França/Polônia, 2016. História dramática contada com correção algo
burocrática, roteiro competente, aborda as terríveis consequências da II Guerra
para um convento de freiras polonesas. Pequena comparação: para mim, o filme
polonês “Ida”é muito melhor.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Julieta. &lt;/b&gt;Bom. Ficção, de Pedro Almodóvar, Espanha, 2016. Dirigido com sua usual competência, e cujo roteiro é inspirado em 03 contos da escritora canadense Alice Munro, encontramos a assinatura de Almodóvar a todo momento. Não é seu melhor trabalho, mas é Almodóvar, por certo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Incompreendida (Incompresa). &lt;/b&gt;Regular a Bom. Ficção, de Asia Argento, Itália/França, 2014. A confusão de uma família italiana sob os olhos de uma menina. Interessa, mas o resultado é irregular.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Valor de um Homem (La Loi de Marché). &lt;/b&gt;Bom. Ficção, de Stéphane Brizé, França, 2015. O drama que atinge milhões hoje, e cada vez mais, o desemprego, e cuja perspectiva de reversão é cada vez menor. Atuação de Vincent Lindon, como usual, impressiona.&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Paratodos. &lt;/b&gt;Muito Bom. De Marcelo Mesquita, documentário, Brasil, 2016. Roteiro, fotografia e edição de primeira, apresenta a trajetória de vários atletas paralímpicos, e sua luta para estarem nos jogos no Rio em 2016. O foco são os atletas. A deficiência é um detalhe secundário. Você quase se esquece dela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Raça (Race). &lt;/b&gt;Regular. De Stephen Hopkins, baseada em história real, Canadá/Alemanha, 2016. A história do atleta negro norte-americano Jesse Owens, e sua participação nas Olimpíadas de 1936, Berlim. Roteiro e atores (esses, principalmente) ficam a dever, e ñ alcançam a magnitude que essa história exige.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Marguerite (Marguerite). &lt;/b&gt;Regular. De Xavier Giannoli, ficção, baseada em fatos reais, França/República Tcheca/Bélgica, 2016. Bizarra história, mas roteiro se arrasta e não entrega o resultado que poderia extrair da mesma.&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;- Paulina (La Palota). &lt;/b&gt;Regular. De Santiago Mitre, ficção, Argentina/Brasil/França, 2015. Roteiro traz algumas surpresas, mas há algumas coisas que não funcionam, entre as quais a própria construção da personagem da protagonista. Cobra seu preço, e apresenta a conta - Regular !&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Na Ventania
(Risttuules).&lt;/b&gt; Muito Bom. &lt;span style="font-weight: normal;"&gt;De Martti Helde, Estônia, 2014. Baseado nas cartas &lt;/span&gt;de
uma habitante da Estônia deportada de seu país para a Sibéria em 1941.
Duríssima história da expulsão, assassinato, tortura, fome e trabalhos forçados
até meados dos anos 1950, e que se abateu sobre centenas de milhares de
habitantes dos países bálticos (Lituânia, Estônia e Letônia) enviados para a
Sibéria. Também foi lugar comum para várias outras populações na ex União
Soviética. Inomináveis atrocidades, verdadeiro crime contra a Humanidade,
perpretado pela mente insana e doentiamente assassina de Stalin. E ainda
existem aqueles que hoje creem que ele estava certo (??). Fotografia belíssima,
com recurso de congelamento de imagens, enquanto a câmera passeia entre os
personagens. Impressiona e revolta.&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;





&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Lolo: o Filho de Minha Namorada (Lolo). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Julie Delpy, ficção, França, 2016. Festival Varilux de Cinema. Divertido, tem sua graça, mas é só. Ñ o guardarei em minhas lembranças...&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Despedida. Bom. &lt;/b&gt;Ficção, inspirada em história real, de Marcelo Galvão, Brasil, 2014. Bom roteiro, com atuação inspirada e que impressiona de Nelson Xavier.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Campo Grande. &lt;/b&gt;Bom.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Ficção, de Sandra Kogut, Brasil/França, 2015. Estava pronto pra sacramentar um REGULAR em minha crítica, ñ achara o filme grande coisa, mas a Sra. T., que vira o filme comigo, juntamente com o Sr. C., desfiou uma explicação hiperbólica, onde Lacan flanava, e me rendi a seus argumentos, no começo de forma relutante, mas fui parcialmente convencidos por eles: BOM ! Eu e minhas conclusões cartesianas.... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Outro Lado do Paraíso. &lt;/b&gt;Regular. Ficção, de André Ristum, Brasil, 2016. História se passa em momento crítico da história brasileira, pouco antes e após o golpe de 1964. Interessa, mas fica aquém do que poderia apresentar.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Garota do Livro (The Girl in the Book). &lt;/b&gt;Regular. Ficção, de Marya Cohn, EUA, 2016. Curioso, argumento podia render boa história, mas o roteiro ñ decola. Atores também pouco inspirados, e ñ ajudam no resultado final.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Memórias Secretas (Remember). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. Ficção, de Atom Egoyan, Canadá, 2015. Bom, ágil e surpreendente roteiro, somado à ótima atuação de Christopher Plummer (descobri há pouco que é canadense, acreditava que fosse britânico, enquanto o via flanando e curtindo seus mais de 80 anos) e à competente direção do diretor de origem armênia Atom Egoyan.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Dono do Jogo (Pawn Sacrifice). &lt;/b&gt;Bom. Baseado em história real, de Edward Zwick, EUA, 2016. O embate entre o excêntrico jogador de xadrez norte-americano Bobby Fischer e o campeão mundial, o soviético Boris Spassky, em 1972, assim como os caminhos tortuosos trilhados por Fischer para desafiar os antes imbatíveis soviéticos, no caldo da Guerra Fria. Tobey Maguire, como Fischer, em ótima atuação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- De Amor e Trevas (A Tale of Love and Darkness).&lt;/b&gt; Fraco a Regular. Baseado na obra autobiográfica de Amos Oz, direção da israelense Natalie Portman (a conhecemos como atriz, "Cisne Negro", lembram ??), Israel/EUA, 2016. Tenho certeza que a obra de Amos Oz deve ser excelente. O filme de Portman, porém, fica longe disso, e possui direção e roteiro que o conduz para um ritmo que beira o tédio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Desajustados (Fúsi).&lt;/b&gt; Bom. De Dagur Kari, ficção, Islândia/Dinamarca, 2015. Roteiro nos apresenta estória não usual e personagens bizarros, à margem da vida, cujo resultado é um filme bom e fora do lugar comum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Vingança Está na Moda (The Dressmaker).&lt;/b&gt; Fraco. Ficção, de Jocelyn Moorhouse, Austrália, 2015. Roteiro confuso se traduz em estória confusa, da qual nem Kate Winslet escapa. Ao final você se pergunta: o que foi isso ?? Não há resposta, apenas tempo perdido...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;-
Nise – O Coração da Loucura. &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Bom.&lt;/span&gt; &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;Basead&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;o em história real, Brasil, de Roberto
Berliner, 2016. Retrata o árduo e mesmo revolucionário trabalho da Dra. Nise da
Silveira para tratar pacientes esquizofrênicos, e que propunha alternativas à
abordagem usada. Eletrochoque e lobotomia eram lugar comum nesta época (anos
1940, e mesmo depois)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;

&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;
&lt;/b&gt;&lt;b&gt;

&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;-
Linguagem do Coração (Marie Heurtin). &lt;/b&gt;Regular a Bom. Ficção, baseada em
história real, de Jean-Pierre Améris, França, 2014. A inclusão e o resgate pro
mundo de menina surda e cega na França no século XIX, através de excelente
trabalho (pioneiro ??) da freira Marie Margueritte.&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;

&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;
&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;-
Amor por Direito (Freeheld).&lt;/b&gt; Regular a Bom. Ficção, baseada em história real, de
Peter Solett, EUA, 2015. A dura e longa batalha por direitos iguais para todos,
independentemente da opção sexual, é retratada com correção.
Julianne Moore, como sempre, em papel desafiador.&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;
&lt;/b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;





&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Ave, César (Hail, Ceaser). &lt;/b&gt;Regular. Dos irmãos Coen, ficção, EUA, 2015. Os irmãos Coen fazem uma homenagem ao cinema dos grandes estúdios. Há referências a atores que viveram e trabalharam neste período, mas o roteiro consegue apenas um pobre resultado, apesar de umas poucas risadas aqui e ali. Pena, pois o elenco reúne ótimos atores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Truman. &lt;/b&gt;Bom. Ficção, de Cesc Gay, Espanha/Argentina, 2016. A competência que transborda de Ricardo Darin e Javier Cámara, ancorada em roteiro competente, tem como consequência mais um bom trabalho.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Decisão de Risco (Eye in the Sky). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Gavin Hood, Ficção, EUA, 2015. Com competência e bons atores retrata os drama e&amp;nbsp; risco que hoje são representados pelo terrorismo sem fronteira, que exige uma ação global.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Juventude (La Giovinezza). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De Paolo Sorrentino, ficção, Itália/França/Suíça/Reino Unido, 2015.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Belo resultado, com roteiro com claras referências ao cinema italiano de Fellini, entre outros, ótimas atuações dos atores principais, e algumas surpresas hilárias e muito imaginativas. Superior ao filme anterior de Sorrentino, "A Grande Beleza", mas que é um belo filme.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Mais Forte que Bombas (Louder than Bombs). &lt;/b&gt;Regular. Ficção, de Joachim Trier, Noruega/França/Dinamarca, 2015. Falta ao roteiro algo que faça deste um melhor filme.&amp;nbsp; A competência de Isabelle Huppert ñ é suficiente. Após este, lembrei-me do muito superior filme "Mil Vezes Boa Noite", no qual Juliette Binoche faz o papel de uma correspondente de guerra. As duas são franceses, mas o resultado é bem diferente...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Garota de Fogo (Magical Girl). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De Carlos Vermut, ficção, Espanha, 2015. Ótimo roteiro se traduz, com ótimos atores, em um trabalho muito bom. Esse diretor promete...Diretor e seu trabalho foram elogiados por Almodóvar.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Conspiração
e Poder (Truth).&lt;/b&gt; Bom. De James Vanderbilt, baseado em fatos reais e no livro de
Mary Mapes (que os viveu), EUA/Austrália, 2015. Mais um filme que aborda o bom
e combativo jornalismo investigativo nos EUA, no caso o da equipe do 60 minutes,
da CBS. No filme, ela sofre duro golpe durante governo de George Bush filho,
fruto de um programa que aborda questões relacionadas ao próprio Bush. Os EUA
viveram tempos estranhos durante os governos de Bush filho, e cujas más
consequências são sentidas até hoje.

&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;cambria&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;b&gt;- A Segunda Esposa (Kuma).&lt;/b&gt; Bom. Ficção, de Umut
Dag, Áustria, 2012. Mais um retrato de uma Turquia (neste caso comunidade que
vive em Viena) que teima em se agarrar a atrasadas tradições do século XIX.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;cambria&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;



&lt;br /&gt;
&lt;style&gt;&lt;!--
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div.WordSection1
 {page:WordSectio&lt;/style&gt;&lt;b&gt; - Boa Noite, Mamãe (Goodnight Mommy). &lt;/b&gt;Fraco a Regular. Ficção, de Veronika Franz e Severin Fiala, Áustria, 2015. Roteiro não decola, mesmo patina, e arrasta o filme. Não convence...E eu tive que sair do cinema com a dolorosa e entediante missão de enviar minha crítica a Pyongyang, Coreia do Norte, enquanto continuo a sonhar com minhas contribuições a "Cahiers du Cinéma".&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- India's Daughter. &lt;/b&gt;Excelente. Disponível na NetFlix. Documentário, de Leslee Udwin, Reino Unido, 2015. Relato de impactante episódio ocorrido na Índia em 2012: o estupro coletivo sofrido por indiana, e que a levou à morte. Os relatos colhidos, que demonstram o inacreditável da situação, que chega a ser minimizada e tolerada na Índia, é muito impactante e representa belíssima denúncia. A BBC participa da produção e não divulgou na Índia, por decisão do governo indiano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Bruxa (The Witch). &lt;/b&gt;Bom. Ficção, de Robert Eggers, EUA/Canadá, 2015. Bom roteiro, história bem contada, bons atores, e que nos levam pro século XVIII na Nova Inglaterra, iníco da colonização dos Estados Unidos, momento dos extremismos e exageros religiosos, com a imagem do mal rondando. Mas, confesso, menor, em minha opinião, do que o furor de algumas críticas, que super avaliaram o filme.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Vizinhança do Tigre. &lt;/b&gt;Muito Fraco. Ficção, de Affonso Uchoa, Brasil, 2016. Tédio, sono, enquanto o filme se arrastava. Minha patroa Gaúcha impediu-me de roncar. Foi duro..Somente meu dever de crítico, que envia suas resenhas pra Coreia do Norte, pro Azerbaijão,&lt;b&gt; &lt;/b&gt;e pro Assad, na Síria, enquanto sonho em enviá-las pro "Cahiers du Cinéma", impediu-me de levantar e sumir dali ! O diabo é que a crítica da RioShow colocou o bonequinho aplaudindo de pé !! Tão de sacanagem !! Fez-me recordar o filme "Tio Boonmee", que recebeu rasgados elogios da crítica da RioShow, e tinha que melhorar MUITO pra ser um desastre !! Resta-me enviar as críticas pro Kim Jong-il e pro Assad...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Lobo do Deserto (Theeb). &lt;/b&gt;Regular a Bom. Ficção, de Naji Abu Nowar, Jordânia/Emirados Árabes Unidos/Qatar/Reino Unido, 2014. Inova ao apresentar um pequeno retrato da revolta árabe contra os turcos no Oriente Médio, I Guerra, centrado em um menino árabe.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Garota Dinamarquesa (The Danish Girl). &lt;/b&gt;Bom. Ficção, baseada em fato real, de Tom Hooper, Reino Unido/EUA/Bélgica/Dinamarca/Alemanha, 2015. Bom relato de situação dramática vivida por casal, ele um transexual, Dinamarca, anos 1920 e 1930.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Quarto de Jack (Room). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. Ficção, de Lenny Abrahamson, EUA, 2015. Roteiro com abordagem criativa, que aborda, muito sob a ótica de uma criança, situação limite à qual ela e sua mãe são submetidas. O desempenho do menino no filme merece uma premiação !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Brooklyn. &lt;/b&gt;Regular. Ficção, de John Crawley, Reino Unido/Irlanda/Canadá, 2016. Muito linear, sem novidades no roteiro, e com uma cara de "eu já vi esta história antes, mais de uma vez".&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Suíte Francesa (Suite Française). &lt;/b&gt;Regular a Bom. Ficção, de Saul Dibb, Reino Unido/França/Canadá/Bélgica, 2014. Produção bem feita, sem grandes destaques, e que aborda, mesmo superficialmente, a atitude leniente e muitas vezes simpática da população francesa aos alemães na França ocupada na II Guerra Mundial. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O
Regresso (The Revenant). &lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Regular a Bom. De Alejandro González Iñárritu, ficção
inspirada em fatos reais, EUA, 2016. Há belas imagens, mas falta história. Há
também alguns pequenos furos, além de um muito mais grave, que povoa a
internet. Iñarritu, segundo estes relatos, assim como imagens inapeláveis, copiou
descaradamente cenas de filmes do diretor russo Tarkovsky (dirigiu filmes
premiados como “Solaris”). Colo endereço onde leitor poderá assistir à edição
de imagens comparativas do filme de Iñarritu e de filmes de Tarkovsky:&lt;/span&gt; &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;a href="https://vimeo.com/153979733"&gt;https://vimeo.com/153979733&lt;/a&gt;. Em tempo -
est&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; informação sobre o eventual plágio me foi dada por cineasta
teuto-brasileira nascida em Marienfeld, Frau Reiniger.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;

&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;
&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;

&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;b&gt;-
Filho de Saul (Saul Fia).&lt;/b&gt; Muito Bom. De Láslzló Nemes, ficção, Hungria, 2015. O
espectador, função da técnica das tomadas das cenas, é transportado pra
atmosfera angustiante (bota angustiante nisso !) de um membro dos Sonderkommando,
prisioneiro judeu forçado a ajudar os nazistas em campos de extermínio na II
Guerra, em tarefas como remoção de prisioneiros mortos nas câmaras de gás, ou a
colocação de corpos&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;de prisioneiros em
fornos crematórios. Diretor obtem perspectiva única dos campos de extermínio
nazistas.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;
&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;

&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;
&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;

&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;b&gt;-
Body (Cialo).&lt;/b&gt; Regular. De Malgorzata Szumowska, ficção, Polônia, 2015. Não
empolga, nem decola, mas possui alguma comicidade, e o mérito de fazer-me
lembrar o pouco polonês que conheço, como &lt;u&gt;bom dia&lt;/u&gt; (&lt;span style="mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;Dzień
dobry&lt;/span&gt; ) , &lt;u&gt;obrigado&lt;/u&gt; (&lt;span style="mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;Dziękuję&lt;/span&gt; ), e &lt;u&gt;por favor&lt;/u&gt; (&lt;span style="mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;Proszę)&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;
&lt;/b&gt;&lt;b&gt;





&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Trumbo (Trumbo - Lista Negra). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. Ficção, baseada na vida do grande roteirista de cinema e autor Dalton Trumbo, de Jay Roach, EUA, 2015. Conta um pouco da história de um período grotescamente negro dos EUA, a lista negra e o macartismo, após a II Guerra Mundial, final dos anos 1940, quando foi deflagrada uma cruzada de caça aos comunistas e simpatizantes teóricos nos EUA, que representariam (o que era uma bobagem sem tamanho) um perigo para os Estados Unidos. Este fato levou ao desemprego algumas centenas de pessoas, algumas nunca se recuperaram e outras mesmo morreram durante, e seu efeito na indústria do entretenimento foi devastador. Foi o período da chamada "Caça às Bruchas". Infelizmente, após os atentados do 11 de setembro de 2001, com Bush e agora com o grotesco Trump, algumas teses imbecis da época parecem voltar à tona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Anomalisa. &lt;/b&gt;Muito Bom. Animação, tema adulto, de Charlie Kaufman, EUA, 2015. A estória e, principalmente as expressões e a intensidade que se obtem dos bonecos, fotografados quadro a quadro, impressionam. Temática dura.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Sr. Holmes (Mr. Holmes). &lt;/b&gt;Regular. Ficção, de Bill Condon, Reino Unido/EUA, 2015. Roteiro apenas regular. Ponto alto do filme: a precisa atuação do grande ator Ian McKellen.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Cinco Graças (Mustang). &lt;/b&gt;Muito Bom. Ficção, de Deniz Gamze Ergüven, Turquia/França/Alemanha, 2015. Os conflitos entre a moderna Turquia, mais próxima a Istambul e a Ancara, e aquela que ainda insiste em se agarrar ao século XIX. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Carol. &lt;/b&gt;Bom. Ficção, de Todd Haynes, EUA/Reino Unido, 2014. Roteiro centrado nas ótimas atuações de Cate Blanchett (previsível) e Rooney Mara, com conseqüente bom resultado para o filme. Abordagem sobre tema polêmico para a época da estória.&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Grande Aposta (The Big Short). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. De&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Adam McKay, inspirado no livro homônimo, EUA, 2014. A história bem contada sobre 04 personagens reais nos EUA que perceberam os sinais inequívocos da crise 2008. Estavam praticamente sozinhos nesta percepção. O Banco Central Norte-Americano (Fed), o governo dos EUA, bancos, financeiras do mercado imobiliário e vários outros importantes atores econômicos não o perceberam. A crise se abateu sobre os EUA, e arastou a economia mundial consigo. O jornal "The New York Times" afirmou que o filme foi "a melhor explicação feita pelo cinema americano do mais recente colapso da economia mundial".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Steve Jobs. &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Danny Boyle, baseado na vida de Steve Jobs, EUA, 2015. Creio que personagem tão complexo, assim como a revolução digital provocada pela Apple, exigiam uma abordagem que explicasse melhor este universo. Inegável a boa atuação do ator que protagoniza Jobs, Michael Fassbinder. Porém, esta pequena fotografia deixa muitas perguntas sem resposta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Boi Neon. &lt;/b&gt;Regular. Ficção, de Gabriel Mascaro, Brasil/Holanda/Uruguai, 2015. Bom elenco de atores, mas, como disse sabiamente irmão que viu o filme comigo, faltou história.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Forma bacaninha, mas com pouco conteúdo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Diplomacia (Diplomatie). &lt;/b&gt;Bom. De Volker Schlöndorff, França/Alemanha, baseado em história real, 2014. Apresenta os tensos e dramáticos momentos finais de Paris sob o domínio nazista em 1944, focado na relação entre o general alemão Choltitz, comandante das tropas alemãs de ocupação, e que estaria à frente da destruição de Paris, e o diplomata sueco Nordling, que tentava convencê-lo do contrário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Eu Sou Ingrid Bergman (Jag ar Ingrid). &lt;/b&gt;Bom. De Stig Bjorkman, documentário, Suécia, 2015. Ingrid Bergman foi uma ótima atriz, e cuja vida seguiu rumos pouco comuns na época em que viveu. O documentário captura estes fatos&lt;b&gt; &lt;/b&gt;com competência, além de mostrar um pouco sobre quem foi Ingrid Bergman, de uma forma que talvez poucos conheçam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Spotlight - Segredos Revelados (Spotlight). &lt;/b&gt;Muito Bom. De Thomas MaCarthy, EUA, 2015, baseado em uma história real. Ótima história rende ótimo roteiro. Aborda jornalismo investigativo de primeira em Boston, EUA, que produz excelente matéria sobre pedofilia praticada por padres católicos, cujos atos são abafados pela Igreja católica local, e cujas decisões de acobertamento são de conhecimento do topo da Igreja, ou seja, do próprio Vaticano. Os atores formam um time excelente. Vi reportagem que comentou que nos EUA, quando o filme foi lançado ao final de 2015, houve matérias pagas pela Igreja que criticaram o filme. Mais escroque, impossível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Os Oito Odiados (The Hateful Eight). &lt;/b&gt;Regular. De Quentin Tarantino, ficção, EUA, 2015. Tarantino desta vez errou a mão no roteiro. O filme se arrasta e não reproduz o ritmo de outros filmes de Tarantino. Os ótimos atores estão lá, mas não é o suficiente.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Sabor da Vida (An). &lt;/b&gt;Regular a Bom. Ficção, de Naomi Kawase, Japão/Alemanha/França, 2015. Sensibilidade e sutileza para abordar dilemas e dramas pessoais.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Pequena Morte (The Little Death). &lt;/b&gt;Bom. Ficção, de Josh Lawson, Austrália, 2015. Roteiro ágil e bem bolado. O bizarro, o inusitado e a comicidade estão presentes, com competência. Curiosidade: Pequena Morte é uma expressão que se traduz em que a sensação do orgasmo seja algo semelhante a da morte. Há controvérsias...&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Para o Outro Lado (Kishibe no Tabe). &lt;/b&gt;Fraco. Ficção, de Kiyoshi Kurosawa, Japão/França, 2015. Confesso que uma névoa entediante me envolveu, até os últimos minutos...Em tempo: Este Kurosawa NADA tem (parentesco ou semelhança) com o mestre Kurosawa. Felizmente...&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- As Sufragistas (The Suffragettes). &lt;/b&gt;Regular a Bom. Ficção, de Sarah Gavron, Reino Unido, 2015. Acompanha a saga das mulheres britânicas&lt;b&gt; &lt;/b&gt;que lutavam, no início do século XX, pelo direito ao voto feminino. Para chamar a atenção à causa, muitas vezes tiveram que recorrer a atos violentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Macbeth: Ambição e Guerra (Macbeth). &lt;/b&gt;Bom. De Justin Kurzel, ficção, baseado em obra de Shakespeare, Reino Unido/EUA/França, 2015. Bom roteiro, boa direção e boas atuações de Michael Fassbinder e Marion Cotillard asseguram um bom resultado para essa adaptação de clássico de Shakespeare. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Star Wars - O Despertar da Força (Star Wars: Episode VII - The Force Awakens). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De J.J. Abrams, ficção, EUA, 2015. Uma bobagem divertida. Possui o inegável mérito de ter resgatado à saga personagens e a magia dos primeiros episódios.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Labirinto de Mentiras (Im Labyrinth des Schweigens)&lt;/b&gt;. Bom. Ficção, baseada em história real, de Guilio Ricciarelli, Alemanha, 2014. Ao final dos anos 1950, pela primeira vez após a II Guerra Mundial, e após os julgamentos de Nuremberg conduzidos exclusivamente pelos Aliados, promotores alemães investigam e levam a julgamento alemães responsáveis por crimes de guerra (a maioria crimes contra a Humanidade) nos campos de concentração em Auschwitz.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Há, mesmo, o questionamento sobre a imensa responsabilidade dos alemães pelos crimes cometidos na II Guerra, e sobre a atmosfera reinante na Guerra Fria, e que tornara os alemães, ontem inimigos (e alguns criminosos de guerra) quase imediatamente, após a II Guerra, aliados importantes na luta contra a União Soviética. Candidato alemão ao Oscar.&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O
Clã (El Clan)&lt;/b&gt;. Bom a Muito Bom. Ficção, baseada em fatos reais, de Pablo
Trapero, Espanha/Argentina, 2015. O competente cinema argentino volta a atacar
! E, desta vez, nos apresenta quase inacreditável e violenta história ocorrida
na Argentina durante, em sua maior parte, a última ditadura. Roteiro e ótimos
atores conseguem extrair muito bom resultado.&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;

&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;
&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;b&gt;- Táxi
Teerã (Táxi).&lt;/b&gt; Regular a Bom. Semi-documentário, de Jafar Panahi, Irã, 2015.
Diretor premiado transita pelas ruas de Teerã dirigindo táxi enquanto conversa
com os passageiros sobre a vida no Irã, onde a crise no país e a crítica ao
regime iraniano e sua forma autoritária de agir estão presentes em quase todo
momento. Diretor&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;se encontra hoje preso
no Irã.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;
&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;

&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;
&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;b&gt;- Pecados
Antigos, Longas Sombras (La Isla Mínima).&lt;/b&gt; Bom. De Alberto Rodriguez, ficção,
Espanha, 2014. Bons história e roteiro situados em Espanha saída há pouco da
ditadura de Franco. Crime e a tensão presente naquele momento. Pequena observação:
por que nos esmeramos em traduzir de forma tão diferente os títulos de filmes
estrangeiros ?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;
&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;

&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;
&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;- Dois
Amigos (Les Deux Amis).&lt;/b&gt; Regular a Bom. Ficção, de Louis Garrel, França, 2015.
Interessante em vários momentos, mas o roteiro e seu ritmo penalizam o
resultado.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;- Chico
– Artista Brasileiro&lt;/b&gt;. Bom a Muito Bom. Documentário, de Miguel Faria Jr,
Brasil, 2015. Com competência, Faria reúne ótimos momentos (alguns deles,
hilários) da rica história de Chico, e nos faz conhecer sua trajetória e os
porquês.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;- A
Acusada (The Accused).&lt;/b&gt; Bom. Ficção baseada em fatos reais, de Paula van der
Oest, Holanda/Suécia, 2014. Impressionante história rende bom roteiro. Dirigido
com competência.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Malala (He Named Me Malala). &lt;/b&gt;Bom. Documentário, de Davis Guggenheim, 2015. A impressionante história de Malala, a menina paquistanesa que sofreu atentado contra sua vida pelo Taliban, mas sobreviveu e continuou sua luta pelo direito das meninas à liberdade e à educação. A força desta menina impressiona...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Chatô, o Rei do Brasil. &lt;/b&gt;Fraco. De Guilherme Fontes, ficção, inspirado no livro de Fernando Morais, Brasil, 2015. Finalmente lançado, após 20 anos da produção e muita polêmica, procurou levar para as telas um pouco da história de Assis Chateaubriand, verdadeira saga. Infelizmente, o trabalho de Fontes pouco apresentou além de uma edição fragmentada, confusa, verdadeiro Frankenstein. O livro de Fernando Morais merecia trabalho muito melhor...Foi simplesmente chato, ou melhor, "chatô"..&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Se Deus Vier Que Venha Armado. &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Luís Dantas, ficção, Brasil, 2015. A velha história de uma polícia incompetente, matadora, que forja conflitos e flagrantes, enquanto a população de bolsões de pobreza viva abandonada à própria sorte. Roteiro possui alguns problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Betinho - A Esperança Equilibrada. &lt;/b&gt;Fraco a Regular. De Victor Lopes, documentário sobre Betinho, Brasil, 2015. Reuniu interessantes imagens e depoimentos de/e sobre Betinho, mas pecou por um roteiro que deixou o filme parecido a uma mera colagem de imagens, sem um fio condutor. Faltou substância, faltou história, faltou informação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Aliança do Crime (Black Mass). &lt;/b&gt;Regular a Bom. Ficção, inspirada em mafioso irlandês em Boston (James "Whitey"Bulger), de Scott Cooper, EUA, 2015. Acompanha a carreira de mafioso irlandês e seu envolvimento com agentes do FBI, que objetivava uma suposta colaboração. Desempenho dos atores, em especial de Johnny Depp (caraterização impressiona), é o destaque. Demandava um melhor roteiro.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Sem Filhos (Sin Hijos). &lt;/b&gt;Regular. De Ariel Winograd, Argentina/Espanha, ficção, 2015. Diverte, mas não surpreende. Apenas "feijão com arroz". Única boa surpresa: a bela atriz espanhola Maribel Verdú, que não via há muito, continua bela !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 45 Anos (45 Years). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. Ficção, de Andrew Haig, Reino Unido, 2015. Bom roteiro tira o máximo destes excelentes atores. É um filme de atores, e os caras o fazem muito bem !&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;- Os 33 (Los 33). &lt;/b&gt;Regular. Ficção baseada em história real, de Patricia Riggen, EUA/Chile, 2014. Baseado na dramática história dos mineiros presos em mina no Chile, peca por ser excessivamente hollywoodiano. Juliette Binoche, por exemplo, estava patética....&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Dheepan - O Refúgio (Dheepan). &lt;/b&gt;Palma de Ouro em Cannes, 2015. Bom a Muito Bom. De Jacques Audiard, ficção, França, 2015. Episódio de migração forçada de pessoas do Sri Lanka, em fuga da violência em seu país, e que se estabelecem na França, em um subúrbio (banlieue) de Paris. A violência, infelizmente para estes migrantes, também faz parte do dia a dia daquele subúrbio parisiense.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Ponte de Espiões (Bridge of Spies). &lt;/b&gt;Bom. Ficção, de Steven Spielberg, baseada em fatos reais, roteiro com participação dos irmãos Coen, EUA, 2015. Com competência, retrata episódio tenso entre EUA e União Soviética na Guerra Fria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Sicario - Terra de Ninguém (Sicario).&lt;/b&gt; Regular. Ficção, de Denis Villeneuve, EUA, 2015. Roteiro incursiona por caminhos pouco críveis para abordar o combate ao tráfico de drogas no México e suas ramificações nos EUA. Tudo muito certinho...&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Viver é Fácil com os Olhos Fechados (Vivir es Fácil con los Ojos Cerrados). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. Ficção, livremente inspirada em história real, de David Trueba, Espanha, 2013. Roteiro ágil, argumento que surpreende, e muito boas atuações.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Um Amor a Cada Esquina (She's Funny That Way). &lt;/b&gt;Regular a Bom. Ficção, de Peter Bogdanovich, EUA/Alemanha, 2015. Diverte. Possui ares de filme de Woody Allen da época pastelão, mas sem a imaginação e a inventividade do original.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Janis
Joplin: Little Girl Blue.&lt;/b&gt; Festival de Cinema do Rio 2015. Muito Bom.
Documentário, de Amy Berg, EUA, 2015. De forma competente e com bons roteiro e
material diretor conta a trajetória da grande cantora de blues Janis Joplin,
que tragicamente faleceu aos 27 anos (como vários outros músicos como Hendrix
etc.).&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;- Filhos
de Bach.&lt;/b&gt; Festival de Cinema do Rio 2015. Bom. Ficção, de Ansgar Ahlers,
Alemanha/Brasil, 2015. Simpático roteiro que mostra os positivos impactos da
música clássica de Bach sobre crianças pobres no Brasil. Bela mensagem.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;- O
Julgamento de Viviane Amsaem (“Geet The Trial of Viviane Amsalem).&lt;/b&gt; Bom. Ficção,
de Ronit Elkabetz e Shlomi Elkabetz, França/Israel, 2014. A bizarrice kafkiana
representada por um tribunal religioso em Israel que, para homologar o divórcio,
exige o consentimento do marido.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;- Perdido
em Marte (The Martian).&lt;/b&gt; Regular. Ficção, de Ridley Scott, EUA, 2015. Tem seu
interesse, mas se aproxima, em alguns momentos, a um episódio da série
“MacGyver”. Prejudica o roteiro e o resultado final.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;- Mediterrânea
(Mediterranea).&lt;/b&gt; Festivel de Cinema do Rio 2015. Bom. Ficção, de Jonas Carpignano,
Itália/França/EUA/Alemanha/Qatar, 2015. Acompanha a saga assustadora
representada pela migração de habitantes de Burkina Faso na busca de chegar à
Europa, ao atravessar a Argélia, Líbia, o Mediterrâneo, e chegar à Itália. Tudo
de forma precária, perigosa e violenta. Assustadora realidade, verdadeiro chute
no estômago...&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;- Longe
Deste Insensato Mundo (Far from the Mading Crowd).&lt;/b&gt; Festival de Cinema do Rio
2015. Regular a Bom. Ficção, de Thomas Vinterberg, EUA/Reino Unido, 2014,
baseado no clássico homônimo de Thomas Hardy. Esperava mais (sempre espero !)
de um filme dirigido por um dos idealizadores do movimento Dogma e diretor do
excelente “Festa de Família”. Como foi feito, lembrou-me um romance de Jane
Austen. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;- Roger
Waters: The Wall.&lt;/b&gt; Bom a Muito Bom. Show/Documentário, Reino Unido, de Roger
Waters e Sean Evans, 2014. O filme apresenta as imagens de shows em 03 cidades,
dentre as cobertas na turnê que rodou o mundo de 2010 a 2013 com “The Wall”, às
quais se somam às da viagem de Waters em busca dos locais onde morreram seus
pai e avô nas I e II Guerras Mundiais. The Wall é sempre MUITO bom, mas não
creio que sejam as melhores imagens que já vi de shows de Waters e do Pink
Floyd.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Clube (El Club). &lt;/b&gt;Muito Bom.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;De Pablo Larrain, ficção, Chile, 2015. Diretor dos excelentes "No" e "Tony Manero", agora explora de forma muito competente o acobertamento absurdo pela igreja chilena&lt;b&gt; &lt;/b&gt;de crimes de pedofilia, assim como daqueles cometidos pela ditadura de Pinochet. &lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Evereste (Everest). &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Baltasar Komakur, baseado em história real, EUA, 2015. Descreve os eventos dramáticos de escalada do Everest e que foram descritos no livro "No Ar Rarefeito", de Jon Krakauer. É uma interessante história, mas o roteiro não atinge o objetivo de retratar com a competência necessária este episódio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Love. &lt;/b&gt;Regular a Bom. Ficção, de Gaspard Noé, França, 2015. A relação de um casal é abordada de forma, digamos, ousada. O roteiro em seu terço final perde o ritmo, e prejudica o resultado. Confesso que não ficaria confortável com as imagens em 3D, como apresentado em algumas salas.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Festa de Despedida (Mita Tova). &lt;/b&gt;Regular a Bom. Ficção, de Tal Granit e Sharon Maymon, Alemanha/Israel, 2014. Apresenta com sensibilidade discussão sobre a eutanásia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Tristeza e Alegria (Sorg og Glæde).&lt;/b&gt; Regular a Bom. Ficção, de Nils Malmros, Dinamarca, 2015. Diretor reproduz dura experiência pessoal nas telas. Conduzido de forma competente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Infância.&lt;/b&gt; Fraco. De Domingos Oliveira, ficção, Brasil, 2015. Roteiro, atores e pobres diálogos decepcionam. Fiquei me perguntando ao final: que vim fazer aqui ?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Diário de uma Camareira (Journal de Une Femme de Chambre).&lt;/b&gt; Regular. De Benoit Jacquot, ficção, França/Bélgica, 2015. Bons atores são desperdiçados em roteiro que produz resultado mediano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Homem Irracional (Irrational Man). &lt;/b&gt;Bom. De Woody Allen, ficção, EUA, 2015. A competência de Woody Allen faz-se sentir no roteiro, e produz o usual bom resultado. Boas atuações, em estória que mistura comédia aos efeitos da aleatoriedade da vida&lt;b&gt;. &lt;/b&gt;Esta mistura está presente em outros filmes de Allen. &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Que Horas Ela Volta. &lt;/b&gt;Regular a Bom. De Anna Muylaert, ficção, Brasil, 2015. O filme é Regina Casé, e mais Regina Casé, que transborda competência e ótima atuação. O roteiro e o elenco&lt;b&gt; &lt;/b&gt;em nível razoavelmente inferior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Numa Escola de Havana. &lt;/b&gt;Bom. De Ernesto Daranas, ficção, Cuba, 2014. Roteiro e atuações muito competentes, onde há críticas (!!!???) a características excessivamente centralizadoras e intrusivas do regime cubano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Cativas - Presas pelo Coração.&lt;/b&gt; Regular a Bom. De Joana Nin, documentário, Brasil, 2014. Registra de forma competente a bizarra rotina de companheiras de presos que os visitam regularmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Ato, Atalho e Vento.&lt;/b&gt; Fraco. De Marcelo Masagão, Brasil, 2015.&amp;nbsp; Diretor apresenta edição de inúmeros filmes, você espera algum sentido praquilo tudo, mas ao final se pergunta: e aí ? Não há resposta...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Na Próxima, Acerto no Coração (La Prochaine Fois Je Visera le Coeur). &lt;/b&gt;Bom.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;De Cédric Anger, ficção (baseada em crimes ocorridos), França, 2014. Roteiro ágil que conduz espectador por estória de crimes na França entre 1978 e 1979.&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Gemma Bovery – A Vida Imita a Arte (Gemma Bovery).&lt;/b&gt; Bom. De Anne 
Fontaine, ficção, França, 2014. Roteiro bem montado, que somado ao 
excelente ator Fabrice Lucini (forte viés cômico) produz bom resultado. 
Simplicidade e competência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Jimmy’s Hall.&lt;/b&gt; Regular. De Ken 
Loach, Inglaterra, 2014, ficção baseada na história de líder comunista 
irlandês. Esperava mais deste filme de Loach, excelente diretor, mas o 
roteiro (ou será a a história ??) não ajuda. Uma pena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="text_exposed_show"&gt;
&lt;b&gt;- Sentimentos que Curam (Infinitely Polar Bear).&lt;/b&gt; Regular. Ficção, de 
Maya Forbes, EUA, 2014. Atuação convincente de Mark Ruffalo talvez seja o
 melhor do filme.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Meu Verão na Provença (Avis de Mistral).&lt;/b&gt; 
Regular. Ficção, de Rose Bosch, França, 2014. Roteiro e história 
burocráticos, que carecem de apelo. Tudo previsível e com jeito de déjà 
vu.&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Último Poema do Rinoceronte (Rhino Season). &lt;/b&gt;Bom, baseado nos diários de poeta iraniano,&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Irã/Iraque/Turquia, 2012. Competente roteiro, que foge da abordagem linear, consegue transportar às telas a atmosfera opressiva de uma prisão injusta e da destruição de pessoas pelo regime dos Ayatolás no Irã.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Uma Nova Amiga (Une Nouvelle Amie). &lt;/b&gt;Bom. Ficção, de François Ozon, França, 2014. Ozon, que já nos brindou com vários bons trabalhos, aborda com competência e humor tema que exige sensibilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Phoenix. &lt;/b&gt;Bom. Ficção, de Christian Petzold, Alemanha, 2014. Um pequeno drama sobre as feridas, absurdos&lt;b&gt; &lt;/b&gt;e brutais consequências da II Guerra na Alemanha, no pós guerra. Petzold dirigira "Barbara", que considero superior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Woody
Allen: Um Documentário (Woody Allen: A Documentary). &lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Bom &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;a Muito Bom. De&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Robert
B. Weide, documentário, EUA, 2012. Delicioso documentário sobre este fantástico
cineast&lt;b&gt;a. &lt;/b&gt;Descobrimos que Allen começou a escrever profissionalmente, e em
profusão, ainda adoslecente. O cara tem uma criatividade ímpar ! São vários
Woody Allens, do período pastelão, da fase com humor mais cerebral, de
obras-primas como Match Point, dramas. A produção é farta e de excelente
qualidade. Imagino a dificuldade do documentarista para selecionar o trabalho a
apresentar neste documentário !&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;
&lt;/b&gt;&lt;b&gt;

&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;- Samba.
&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Bom&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;. De Eric Toledano e Olivier Nakache, ficção, França, 2014. Com tensão e
humor, o drama dos migrantes ilegais na França é retratado através da estória
de uns poucos deles. Ótimos atores e competente roteiro.&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;
&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;





&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Homem que Elas Amavam Demais (L'Homme qu'on aimait trop). &lt;/b&gt;Regular. Ficção, de André Téchiné, França, 2014. Falta um roteiro melhor que imprima mais ritmo ao filme. Cansativo, ao final.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Segunda Chance (En Chance Til). &lt;/b&gt;Regular a Bom. Ficção, de Susanne Bier, Dinamarca, 2014. O roteiro interessa, mas é um produto inferior a outros trabalhos da diretora, como "Em um Mundo Melhor".&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Miss Julie. &lt;/b&gt;Regular. Ficção, de Liv Ullmann,&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Noruega/Irlanda/Reino Unido/França, 2015. Apesar das boas atuações, o ritmo teatral cobra excessivo preço ao filme e penaliza o resultado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Vendedor de Passados. &lt;/b&gt;Fraco. Ficção, de Lula Buarque de Hollanda, Brasil, 2015.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Prometia, mas o roteiro envereda pela ausência da razoabilidade, e faz o projeto naufragar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Cidadão do Ano (Kraftidioten). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. Ficção, de Hans Petter Moland, Noruega, 2014. A paz norueguesa, nevada e bucólica, é rompida por este roteiro repleto de violência, humor negro, com pitadas de Tarantino. Bizarramente divertido.&lt;b&gt;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Rainha e País (Queen and Country). &lt;/b&gt;Regular. Ficção, de John Boorman, Irlanda/França/Romênia, 2014. Continuação do filme "Esperança e Glória", mas sem nem um pouco da poesia e da beleza deste filme. Boorman errou a mão, desta vez...&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Cobain: Montage of Heck. &lt;/b&gt;Bom. Documentário, de Brett Morgen, EUA, 2014. Bom trabalho de pesquisa sobre a vida e a obra de Kurt Cobain, o líder do Nirvana, icônica banda de rock que se lançou em Seattle para o mundo.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Enquanto Somos Jovens (While We're Young). &lt;/b&gt;Regular. Ficção, de Noah Baumbach, EUA, 2014. Roteiro prometia, mas envereda por caminhos que levam a resultado pobre.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- A Lição (Urok). &lt;/b&gt;Bom a Muito Bom. Ficção, de Kristina Grozeva e Petar Valchanov, Bulgária/Grécia, 2014. Roteiro e orçamento enxutos, com muito bons resultados, vindos de cinema quase desconhecido por aqui (Bulgária, onde é filmado).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Exótico Hotel Marigold 2 (The Best Exotic Marigold Hotel 2).&lt;/b&gt; Fraco. Ficção, de John Madden, EUA, 2015. O competente roteiro do 1o filme descambou para uma colcha de retalhos sem sentido. Uma pena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Crimes Ocultos (Child 44).&lt;/b&gt; Fraco a Regular. Ficção, de Daniel Espinosa, EUA, 2015. Uma interessante estória que naufragou em um fraco roteiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Mais um Ano (Another Year).&lt;/b&gt; Bom. Ficção, de Mike Leigh, Reino Unido, 2010. Leigh constrói com competência bons personagens, a espinha dorsal do roteiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Estrada 47. &lt;/b&gt;Regular.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;De Vicente Ferraz, Brasil/Itália/Portugal, 2012. Atuações pouco inspiradas e precária contextualização da FEB na Itália no episódio retratado. Pena, pois produção possui qualidades e é assunto pouco explorado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Quando Meus Pais Não Estão Em Casa (IIoIIo). &lt;/b&gt;Bom. De Anthony Chen, ficção, Singapura, 2013. Roteiro trata com competência as relações tensas entre família em Singapura (1997), e empregada das Filipinas.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Últimas Conversas. &lt;/b&gt;Regular.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;De Eduardo Coutinho, Brasil, documentário, 2014. Último trabalho do cineasta, concluído por sua equipe. Não é o melhor de Eduardo Coutinho, mas possui algumas de suas boas características. Coutinho fará muita falta....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Winter Sleep (Kis Uykusu). &lt;/b&gt;Muito Bom. De Nuri Bilge Ceylan, ficção, Turquia/França/Alemanha, 2014. Verborragia de excelente qualidade. Diálogos precisos e ferinos, que exigem toda a atenção do espectador. Tudo em meio à bucólica paisagem da Capadócia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O
Diário da Esperança (A Nagy Füzet)&lt;/b&gt;. Muito Bom. De János Szász, ficção,
Hungria/Alemanha/Áustria/França, 2013. Ótimo roteiro que apresenta com brutal
crueza o impacto da II Guerra sobre a população húngara, em especial 02 meninos
que são os protagonistas da história. Eles atuam de forma excepcional.&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;- Casa
Grande.&lt;/b&gt; Bom a Muito Bom. De Felipe Brabosa, ficção, Brasil, 2014. Tensão entre
classes sociais no Brasil, submetidas às surpresas da economia brasileira e
seus consequentes reflexos, representa, talvez, a principal característica do
filme. Atuações competentes emprestam veracidade à história.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;- Club
Sandwich.&lt;/b&gt; Fraco a Regular. De Fernando Eimbcke, ficção, México, 2013. Ritmo
extremente lento e monótono em boa parte do filme cobram seu preço.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;- Happy
Happy (Sykt Lykkelig).&lt;/b&gt; Bom. De Anne Sewitsky, ficção, Noruega, 2010. Ponham 02
casais que se conhecem há pouco e são vizinhos no interior nevado norueguês em
um liquidificador, misture tudo, e terão o resultado. Diverte.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&amp;nbsp;&lt;b&gt;- Blind.&lt;/b&gt;
Bom. De Eskil Vogt , ficção, Noruega, 2014. De forma imaginativa, e paulatina,
sabe-se que personagem cega escreve romance. Mas o espectador é ludibriado,
enquanto o que ocorre na história se mistura com o romance escrito pela
personagem cega. Resultado surpreende.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;- Não
Olhe para Trás (Danny Collins).&lt;/b&gt; Fraco a Regular. De Dan Fogelman, ficção, EUA,
2015. Apesar de inspirado em carta de John Lennon, é uma história já vista e
repetida várias vezes. Mesmo Al Pacino se repete.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;- O
Dançarino do Deserto (Desert Dancer).&lt;/b&gt; Bom. De Richard Raymond, inspirado em
história real, Reino Unido, 2014. Retrato das características opressivas do
governo iraniano, à época de Ahmadinejad, que submetem a situações tensas e
extremas grupo de iranianos que se reúnem para, clandestinamente, dançar.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;- A
Viagem de Yoani.&lt;/b&gt; Regular a Bom. De Peppe Siffredi e Raphael Bottino, documentário,
Brasil, 2014. Conta, mas de forma incompleta, um pouco da história da blogueira
cubana Yoani e sua visita ao Brasil. As paixões e críticas que provoca em sua
passagem são surreais e lembram briga de torcida, algo como Fla-Flu. Mesmo
ridículo, que lembra situações atuais no Brasil.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;- 3
Corações (3 Coeurs).&lt;/b&gt; Bom. De Benoît Jacquot, ficção, França/Alemanha/Bélgica,
2014. Roteiro guarda surpresas e tensões, e conduz os atores a situações
limite. Ótimas atuações.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;-&amp;nbsp; Documentário - Festival "É Tudo Verdade 2015", Rio&lt;br /&gt;Night Will Fall. Excelente. &lt;/b&gt;Documentário, de André Singer, Reino Unido/Dinamarca/EUA/Israel, 2014. &lt;br /&gt;
É o resultado bem sucedido da reconstrução de documentário iniciado, mas não concluído, ao final de II Guerra, 1944-45, por Sidney Bernstein, Ministro de Informação do Reino Unido. &lt;br /&gt;
Reúne impressionantes imagens dos campos de concentração e extermínio liberados pelos aliados britânicos e norte-americanos, como o campo de Bergen-Belsen, na Alemanha, assim como colhidas pelos soviéticos na libertação de campos como o de Auchwitz, na Polônia. &lt;br /&gt;
Hitchcock ajudou no processo de edição do material colhido. Propôs que fossem usadas tomadas amplas e abertas, que mostrassem imagens gerais dos campos de concentração, para que não houvesse dúvidas sobre as verdade do material. Tudo parecia inacreditável. Ele sugeriu ainda que fossem elaborados desenhos e mapas de localização dos campos de concentraçãoo liberados, de forma a comprovar que, tendo em vista sua proximidade com cidades e vilas na Alemanha, a população alemã sabia da existência destes campos, o que demoliria qualquer argumentação contrária. &lt;br /&gt;
Infelizmente, o governo britânico decidiu não concluir o documentário e lançá-lo à época, pois entendeu que, naquele momento, após a guerra, com a necessidade de reconstruir a Alemanha e transformá-la em aliado num eventual e possível embate com a União Soviética, não era prudente.&lt;br /&gt;
Mas, 70 anos depois, o documentário finalmente foi concluído e agora é lançado. Uma pujante mensagem para enfatizar que tamanho crime jamais seja repetido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Ano mais Violento (Most Violent Year). &lt;/b&gt;Bom. Ficção, de J.C.Chandor, EUA, 2014. Roteiro ágil, muito boas atuações e uma caracterização competente dos anos 1980 resultam em um resultado muito bom.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Sal da Terra (The Salt of the Earth). Bom. &lt;/b&gt;Documentário, de Juliano Ribeiro Salgado e Wim Wenders, Brasil/França/Itália, 2014. Descreve a interessante trajetória do fotógrafo Sebastião Salgado. Imagens belíssimas e projetos impressionantes. Salgado é, efetivamente, um fotógrafo engajado nas causas retratadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Último Ato (The Humbling). Regular. &lt;/b&gt;Ficção, de Barry Levinson, EUA, 2014. Apesar da usual competência de Al Pacino, o roteiro é apenas regular.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Mapas para as Estrelas (Maps to the Stars). Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, de David Cronemberg, Canadá/EUA/França/Alemanha, 2014. De forma muito competente, Cronemberg põe à mostra o vazio e a hipocrisia do meio artístico de Hollywood, com toques Nelson Rodrigueanos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Selma - Uma Luta pela Igualdade (Selma). Bom. &lt;/b&gt;Baseado em fatos reais, de Ava DuVemay, EUA/Reino Unido, 2014. Episódios protagonizados por Martin Luther King nos anos 1960 na luta pelos direitos civis, incluindo de voto, para a população afro-americana nos estados do sul dos EUA, são retratados de forma competente. O momento, inegavelmente, foi histórico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Para Sempre Alice (Still Alice). Bom. &lt;/b&gt;Ficção, de Richard Glazer e Wash Westmoreland, EUA, 2014. Relato dos efeitos devastadores do Mal de Alzheimer sobre uma brilhante acadêmica. Julianne Moore em desempenho que impressiona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 118 Dias (Rosewater): Bom.&lt;/b&gt; Baseado em história real, de Jon Stewart, 
EUA, 2014. Relato aborda a polêmica (e fraudada) eleição de Ahmadinejad 
em 2009, manifestações populares contrárias a ele no Irã, e a violenta 
repressão empreendida pelo regime iraniano, com a prisão de várias 
pessoas, entre elas um jornalista iraniano, que trabalha para a 
Newsweek. Não esqueçamos que nosso presidente Lula, em mais um ato de 
impensada aloprice imbecil, reconheceu a eleição de Ahmadinejad ANTES 
que o próprio governo iraniano o confirmasse.&lt;br /&gt;
&lt;div class="_5pbx userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; - Força Maior 
(Force Majeure): Regular a Bom.&lt;/b&gt; Ficção, de Ruben Östlund, 
Suécia/Dinamarca/França/Noruega, 2014. O roteiro foge do óbvio, e 
interessantes questões são apresentadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;-&amp;nbsp;Timbuktu (Timbuktu). Bom.&lt;/b&gt; De &lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;Abderrahmane
Sissako, França/Mauritânia, ficção, 2014. Filme retrata com precisão e
competência a mudança, mesmo a submissão, da população de Timbuktu, no Mali,
por grupos muçulmanos extremamente ortodoxos e radicais que se estabelecem na
região, o que se traduz em mudanças para pior na vida de cada um.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;- Sr. Kaplan (Mr. Kaplan). &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Regular a Bom. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;De &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Georgia;"&gt;Álvaro
Brechner, ficção, Uruguai/Espanha/Alemanha, 2014. Simpáticos roteiro e atores,
em estória passada no Uruguai. O Uruguai parece, de qualquer forma, um país fora
de seu tempo. &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Sniper Americano (American Sniper): Fraco. &lt;/b&gt;Baseado em história real, de Clint Eastwood, EUA, 2015. Roteiro excessivamente burocrático, em vários moments piegas. E que também oferece uma pobre e parcial abordagem sobre o conflito no Iraque. Para coroar, fracos atores. Uma pena, ao considerarmos a competência do diretor.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Dois Dias, Uma Noite (Deux Jours, Une Nuit): Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, de Jean-Pierre Dardenne e Luc Dardenne, França/Bélgica/Itália, 2014.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Roteiro competente capta, ancorado na ótima interpretação de Marion Cotillard, o drama dos trabalhadores na crise econômica na Europa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Birdman ou a Inesperada Virtude da Ignorância (Birdman): Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, de Alejandro Iñárritu (dos excelentes "Amores Perros", "21 Gramas", "Babel", "Biutiful"), EUA, 2014. Michael Keaton, em excelente atuação (o cara surpreende !), e em roteiro e fotografia inspirados.&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- A Teoria de Tudo (The Theory of Everything): Bom. &lt;/b&gt;De James Marsh, baseado na vida de Stephen Hawking, Reino Unido, 2014. Interessa, principalmente por trazer às telas a vida, as imensas conquistas, e a luta contra terrível doença do brilhante astrofísico britânico. A atuação de Eddie Redmayne como Hawking impressiona.&lt;b style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Acima das Nuvens (Clouds of Sils Maria): Fraco a Regular. &lt;/b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;De Olivier Assayas, ficção, França, 2015. É uma pena, mas tenho tido imenso azar na maioria dos últimos filmes com a Juliette Binoche, que considero uma excelente atriz. Roteiro fraco, e o filme não sobrevive, apesar da boa atuação de Binoche.&lt;b style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- O Jogo da Imitação (The Imitation Game): Bom. &lt;/b&gt;De Morten Tyldum, ficção, baseada na vida de matemático britânico, EUA/Reino Unido, 2014. Revela a história do grupo de matemáticos e criptógrafos que trabalhavam para serviço secreto britânico na II Guerra. Alan Turing, um deles, em cuja história o filme é centrado, comandou o desenvolvimento do primeiro computador no mundo, e que foi fundamental para a operação Ultra, para decifrar a máquina de códigos alemã Enigma. O filme possui algumas imprecisões, mas que não diminuem a importância deste trabalho coordenado por Turing.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Cássia Eller: Muito Bom. &lt;/b&gt;De Paulo Henrique Fontenelle, documentário, Brasil, 2014.&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;Muito bem costurado, revela de forma bem competente, e recheada de ótimas interpretações da cantora, a trajetória de Cássia Eller.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Grandes Olhos (Big Eyes): Bom. &lt;/b&gt;De Tim Burton, ficção inspirada em vida de pintora norte-americana, EUA/Canadá, 2014. Burton, ancorado em ótimas interpretações do elenco, apresenta história da pintora &amp;nbsp;&lt;/span&gt;Margaret Keane.&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Livre (Wild): Bom. &lt;/b&gt;EUA, 2014,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;de Jean-Marc Vallée,&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&amp;nbsp;inspirado na experiência pessoal de&amp;nbsp;Cheryl Strayed. Boas atuações e um roteiro que foge de um discurso linear são os principais méritos deste filme.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Leviatã (Leviathan): Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;Rússia, ficção, 2014, de Andrey Zviaguintsev. Roteiro e atuações muito competentes apresentam a crueza da Cleptocracia da Rússia na era Putin e seus "barões".&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Whiplash - Em Busca da Perfeição (Whiplash): Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, EUA, 2014, de Damien Chazelie. Fãs de boa música, ótimo roteiro e ótimos atores: não percam ! Ritmo e tensão de deixar sem fôlego !&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Mommy (Mommy). Bom. &lt;/b&gt;Ficção, de Xavier Dolan, Canadá, 2014. Roteiro e imaginativa fotografia prendem a atenção e se traduzem em um bom resultado.&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Tango Livre (Tango Libre). Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, de Frédéric Fontayne, França/Bélgica, 2012. Tem sua graça, boas interpretações, mas o roteiro poderia ter sido melhor.&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- A Famíla Bélier (La Familie Bélier). Bom. &lt;/b&gt;De Eric Lartigau, ficção, França, 2014. Bela mensagem sobre o respeito às diferenças, e contra preconceitos. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- As Férias do Pequeno Nicolau (Les Vacances du Petit Nicolas). Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;Ficção, de Laurent Tirard, França, 2014. Rende ótimas gargalhadas e, apesar de não possuir todo o encanto de "O Pequeno Nicolau", diverte bastante. Destaco que a estória é tirada de livros de René Goscinny (escrevia Axterix).&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- O Abutre (Nightcrawler). Bom.&amp;nbsp; &lt;/b&gt;Ficção, EUA, 2014, de Dan Gilroy.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;Roteiro ágil e atuação muito boa de Jake Gyllenhaal, imprimem ao filme bom ritmo e bom resultado.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Michael Kohlhaas - Justiça e Honra (Michael Kohlhaas). &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Regular.&lt;/b&gt; Ficção, baseada na história original de Heinrich von Kleist (1777-1811) sobre comerciante alemão no século XVI, Alemanha/França, 2013, de Arnaud des Pallières. Roteiro padece de problemas que penalizam a história. Confesso que prefiro a versão alemã de 1969, "Tirano da Aldeia", de Volker Schlöndorff. &lt;b style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- O Mensageiro (Kill the Messenger). Bom. &lt;/b&gt;Ficção, baseada na história real do jornalista Gary Webb, EUA, 2014, de Michael Cuesta.&amp;nbsp;&lt;b style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;Seus principais atributo são revelar sórdida operação promovida pela CIA para combater os sandinistas, suas trágicas consequências, assim como a difamação contra o jornalista realizada pela mesma CIA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Ida (Sister of Mercy). Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, de Pawel Pawlikowski, Polônia/Dinamarca, 2013. Ótimos roteiro, atores e fotografia (o preto e branco nos remete ao período sombrio da Polônia sob domínio soviético) capturam o interesse e resultam em um ótimo trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- O Crítico (El Critico). Regular. &lt;/b&gt;De Hernán Guerschurry, ficção, Argentina, 2013. Uma boa idéia, que decola bem, mas fruto de um roteiro que não estava à altura, patina, mesmo entedia. Uma pena...&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Homens, Mulheres e Filhos (Men, Women and Children). Bom. &lt;/b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;EUA, Ficção, 2014, de Jason Reitman.&amp;nbsp; Bons roteiro e atores são a verdadeira fórmula de um bom cinema. É o caso deste filme.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- A Promessa (A Promise). &lt;/b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fraco a Reular. &lt;/span&gt;Ficção, França/Bélgica, de Patrice Laconte, 2013.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;Ritmo e roteiro muito burocráticos, algo datados, cobram um alto custo ao trabalho, e fazem deste um filme previsível.&lt;b style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Trinta. Regular. &lt;/b&gt;Ficção, Brasil, de Paulo Machline, 2013.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/b&gt;Interessa por trazer uma fase pouco conhecida da vida de Joãozinho Trinta. Infelizmente, roteiro e a própria atuação de Matheus Nachtergaele não foram felizes e não estão inspirados.&amp;nbsp; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- O Ciúme (La Jalousie). Ruim. &lt;/b&gt;Ficção, Fran[ca, 2013, de Philippe Garrel.&amp;nbsp;&lt;b style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/b&gt;O tédio e a chateação saíram das telas e qual névoa me envolveram, mesmo me aborreceram. &lt;br /&gt;
&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Boa Sorte. Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Brasil, 2014, de Carolina Jabor. Bom roteiro e bons atores (principalmente Deborah Secco) fazem deste um belo filme brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Sétimo (Septimo). Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Argentina, 2013, de Patxi Amezcua. Interessa, mas falta algo ao roteiro. Não sei o que. O diabo é que nos filmes argentinos com Ricardo Darin você sempre espera ser atropelado, positivamente.&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Mil Vezes Boa Noite (Tusen Ganger God Natt). Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Noruega/Irlanda/Suécia, 2013, de Erik Poppe. O drama de uma jornalista fotográfica entre cobrir conflitos e sua família. Juliette Binoche imprime realidade.&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Boyhood - da Infância à Juventude (Boyhood). Bom. &lt;/b&gt;Ficção, EUA, 2014, de Richard Linklater.&amp;nbsp;&lt;b style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/b&gt;Com competente roteiro e atores o diretor acompanha a vida de um garoto, dos 6 aos 18 anos. Um pouco longo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- A Pedra da Paciência (Syngué Sabour). Regular. &lt;/b&gt;Ficção, França/Alemanha/Afeganistão, 2012, de Atiq Rahimi.&amp;nbsp;&lt;b style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;Interessa, mais roteiro é algo arrastado. Cenário ao fundo - o Afeganistão transformado em Estado Falido, e sua população, principalmente as mulheres, submetidas ao atraso e à desesperança.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Tim Maia - O Filme. Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, baseada na vida do cantor Tim Maia, Brasil, 2013, de Mauro Lima.&amp;nbsp;&lt;b style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/b&gt;Roteiro não produz um resultado dos melhores, mas atores estão muito bem.&lt;b style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Cerro Torre - A Snowball's Chance in Hell. Bom. &lt;/b&gt;Documentário, Áustria, 2013, de Thomas Dimhofer.&amp;nbsp;&lt;b style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/b&gt;Dimhofer apresenta uma história real de tirar o fôlego, sobre uma escalada do Cerro Torre, na Patagônia argentina, por 02 alpinistas austríacos.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Relatos Selvagens (Relatos Salvajes). Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Argentina/Espanha, 2014, de Damián Szifron.&amp;nbsp;&lt;b style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;Em um roteiro que em suas várias histórias mistura humor e violência, o cinema argentino, mais uma vez, apresenta resultados que estão anos luz à frente do cinema brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Um Novo Dueto (Une Autre Vie). Bom. &lt;/b&gt;Ficção, França, 2013, de Emmanuel Mouret.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;Atores e roteiro afiados resultam em um muito bom resultado. Cinema francês com sua linguagem própria e extremamente competente.&amp;nbsp;&lt;b style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Separados pelo Inverno (Zemastan). &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Bom.&lt;/b&gt; Ficção, Irã, 2006, de Rafi Pitts.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;O bom cinema iraniano dos anos 1990 está de volta, com linguagem peculiar, com belas imagens e questões e problemas que são universais.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Garota Exemplar (Gone Girl). &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Regular.&lt;/b&gt; Ficção, EUA, 2014, de David Fincher.&lt;b style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/b&gt;Roteiro não muito consistente e crível, ao lado de atores não muito inspirados, se traduziram em resultado apenas mediano.&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- O Homem mais Procurado (A Most Wanted Man). Bom. &lt;/b&gt;Ficção, baseada em livro de John Le Carré, de Anton Corbijn, Reino Unido, Alemanha e EUA, 2014. Ambientada em Hamburgo, Alemanha, onde o serviço secreto alemão busca imigrantes muçulmanos ilegais envolvidos em terrorismo. Mais uma ótima atuação de Philip Seymour Hoffman.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Miss Violence. Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Grécia, 2013, de Alexandro Avranas.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/b&gt;Um soco no estômago que merece ser visto, pois apresenta uma extremamente inconveniente e abominável realidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Lucy. Fraco. &lt;/b&gt;Ficção Científica, França, de Luc Besson, 2014. Uma bobagem frustrante. Idéias risíveis, erradas, e sem fundamento. Puro desperdício.&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Rio, Eu Te Amo. Regular. &lt;/b&gt;Ficção, Brasil, 2013, vários diretores. Da série de filmes com vários episódios, que já produziu "Paris, Eu Te Amo" e "Nova Iorque, Eu Te Amo", apesar de bons diretores, &amp;nbsp;é o mais fraco. Uma ou duas histórias mais inspiradas, e só. Pra mim verdadeiro mistério, pois este elenco de bons diretores deveria ter produzido algo bem melhor. Frustração.&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Era Uma Vez em Nova York (The Immigrant). &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Fraco a Regular.&lt;/b&gt; Ficção, EUA, 2013, de James Gray. O roteiro se arrasta numa sucessão de tragédias, e se alonga de tal forma que traz o tédio. Uma pena, pois há atores como a excelente francesa Marion Cottilard, mas que não salvam o filme.&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- O Batismo (Chrzest). Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Polônia, 2010, de Marcin Wrona.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;Ótimos roteiro, fotografia e atores, permeados por uma tensão que cresce a cada minuto, fazem deste um filme que merece ser visto. &lt;b style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Amores Inversos (Hateship Loveship). Bom. &lt;/b&gt;Ficção, EUA, 2013, de Liza Johnson. Roteiro e personagens bem montados surpreendem e conduzem o filme para rumos não previstos, mesmo inusitados.&lt;b style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/b&gt;Mais uma prova que bom cinema é bom roteiro.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- De Menor. Regular a Bom. &lt;/b&gt;Brasil, ficção, 2013, de Caru Alves de Souza.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;O tema é de interessa, menor e crime, mas o roteiro e os atores não estão à altura. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Magia do Luar (Magic in the Moonlight). Bom. &lt;/b&gt;Ficção, EUA, 2014, de Woody Allen.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/b&gt;É um trabalho menor de Woody Allen, mas não desprovido de extrema competência nos roteiro e direção, onde se identificam claramente a marca do autor.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Instinto Materno (Pozitia Copilului). Bom. &lt;/b&gt;Romênia, ficção, 2013, de Calin Peter Netzer. Mãe super protetora tenta de tudo para livrar filho pouco responsável da enrascada onde se meteu. Dinheiro, poder e instituições frágeis entram em ação e falam mais alto.&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Tudo Acontece em Nova York (Swim Little Fish Swim). &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Fraco.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Ficção, EUA/França, 2013, de Ruben Amar e Lola Bessis. A estória não se sustenta, mesmo entedia. Deu vontade de sair antes do final.&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Chef (Chef). Regular. &lt;/b&gt;Ficção, EUA, 2014, de Jon Favreau.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;Divertido, é inegável, mas é tudo pouco crível. Tudo dá certo, exageradamente. Mundo perfeito demais. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- O Médico Alemão (Wakolda). &lt;/b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Regular a Bom. &lt;/span&gt;Ficção, França/Argentina/Espanha/Noruega,&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;2013, de Lucia Puenzo. Mengele, médico alemão que fez cruéis experiências com judeus na II Guerra, em sua fuga se estabeleceu na Patagônia Argentina. Incógnito, é protegido pela comunidade de origem alemã no país e na América Latina. E se relaciona com membros da comunidade argentina, que nada sabem sobre seu passado. Interessa, mas falta algo ao roteiro, o que penaliza o ritmo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- Sem Evidências (Devil's Knot). Bom. &lt;/b&gt;Baseado em fatos reais, de Atom Egoyan, EUA, 2014. Preconceito e atraso, ainda presentes no sul dos EUA (Arkansas), anos 1990, contaminam as ações do Estado e se traduzem na incompetência e na avaliação míope da polícia e da Justiça.&lt;br /&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- O Estudante (El Estudiante). Bom. &lt;/b&gt;Ficção, de Santiago Mitre, Argentina, 2011. Parece o retrato da educação universitária pública argentina sem compromisso com a realidade, formando "estudantes profissionais". Vocês identificarão, talvez, (eu identifiquei) algumas situações semelhantes nas universidades públicas brasileiras. Uma verdadeira "Marcha da Insensatez".&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;&lt;b&gt;- O Amor é um Crime Perfeito (L'amour est un crime parfait). Regular. &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;França, 2013, ficção, de Jean-Marie Larrieu.&amp;nbsp; Gosto muito do ator Mathieu Amalric, mas apesar de interessante, falta ao roteiro algo que torne este um melhor filme.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Bistrô Romantique (Brasserie Romantiek). Bom. &lt;/b&gt;De Jöel Vanhoebrouck, ficção, Bélgica, 2013. Deliciosas imagens em um bistrô belga no Dia dos Namorados. Diversão, personagens bizarros, drama e culinária, permeados por muito bom roteiro. Cinema belga, pouco conhecido por nós, aparece com competência. Há pouco, lembrem-se, foi lançado por aqui o belga "Alabama Monroe". Merecem cuidadosa atenção.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Teorema Zero (The Zero Theorem). Fraco a Regular. &lt;/b&gt;De Terry Gilliam (Monty Python), Tilda Swinton e Mélanie Thierry, ficção, EUA/Romênia, 2013. Nova incursão de Terry Gilliam, depois de "Brazil, o Filme&lt;b&gt; "&lt;/b&gt;, mas com resultados irregulares, mesmo ruins. Roteiro pouco consistente e estrutura pouco crível. Algumas pessoas saíram da sala de cinema antes do final. Uma pena. Esperava mais do ex Monty Python Giliam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Jersey Boys: em Busca da Música (Jersey Boys). Regular a Bom.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Ficção, baseada em musical sobre Frankie Valli e o grupo The Four Seasons, EUA, 2014, de Clint Eastwood. Competente, mas roteiro algo burocrático. Realmente musical não é minha praia. Segundo jornalista, musical falha em nada comentar sobre outras bandas que surgem na mesma época, como Beatles. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Grande Hotel Budapeste (The Grand Budapest Hotel). Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, de Wes Anderson, EUA, 2013. O personagem central, interpretado por Ralph Fiennes, inspirado em Stefan Zweig, conduz trama por várias estórias que se desdobram em outras estórias, recheadas de excelentes atores. Cuidado para não se perder...Impossível não identificar referências a personagens de outros &amp;nbsp;filmes.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- O Enigma Chinês (Casse-tête Chinois). Bom. &lt;/b&gt;Ficção, 2013, França, 2013, de Cédric Klapisch. Mais de 10 anos depois do "Albergue Espanhol", Klapisch, que dirigira o "Albergue..", oferece uma despretensiosa e divertida continuação, com alguns dos mesmos atores.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Coração de Leão - O Amor Não Tem Tamanho (Corazón de León). Bom. &lt;/b&gt;Ficção, 2013, Argentina, de Marcos Carnevale. Mais uma boa produção argentina...Simples, e com bela mensagem contra o preconceito.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Que Estranho Chamar-se Federico - Scola Conta Fellini (Che Strano Chiamarsi Federico). Bom. &lt;/b&gt;Documentário, Ettore Scola, Itália, 2013. Scola, que conviveu com Fellini desde os anos 1940, realiza documentário que retrata um pouco da vida de Fellini, seu início jornalístico na Itália fascista, e visita sua filmografia. Talvez irregular em alguns momentos, se destaca ao trazer alguns momentos inéditos para o público e recordar o cinema que se tornou um clássico felliniano.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;style&gt;&lt;!--
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&lt;/style&gt;&lt;b&gt;- O Congresso Futurista (The Congress). Regular a Bom.&lt;/b&gt; Ficção, animação/ñ animação, de Ari Folman, Israel/Alemanha/Polônia/Luxemburgo/França/Bélgica, 2013. Interessante, pessimista, mesmo triste. O trabalho anterior de mesmo autor, Valsa com Bashir, é bem melhor. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Lobo atrás da Porta. Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Brasil, de Fernando Coimbra, 2013. Excelente roteiro, excelentes atores, ótima fotografia, ponha tudo em um liquidificador =&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;ótimo filme !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Oslo, 31 de Agosto (Oslo, 31. August). Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, de Joachim Trier, Noruega, 2011. Recuperação do vício das drogas e problemas de readaptação à vida. As coisas são duras, e nem sempre bem sucedidas.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Dominguinhos. Fraco. &lt;/b&gt;Documentário, Brasil, 2014, de Joaquim Castro, Eduardo Nazarian e Mariana Aydar.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Pobre trabalho. Conta pequena parte da história de Dominguinhos, apresenta algumas músicas, e acaba de forma repentina. Uma pena...Dominguinhos merece um trabalho muito melhor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Que os Homens Falam (Una Pistola em cada Mano). Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Espanha, 2012, de Cesc Gay. Várias estórias paralelas, ótimos atores, diálogos ágeis, humor e surpresa. Garantia de bom filme.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- La Playa (La Playa DC). Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, 2012, Colômbia/França/Brasil, de Juan Andrés Arango Garcia. Acompanha a dura rotina de jovens sem perspectiva. Realidade que se repete em &amp;nbsp;qualquer país latino-americano.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Walesa (Walesa Cziowiek Z Nadziei). Bom. &lt;/b&gt;Baseado na história de Lech Walesa, Polônia, 2013, de Andrezej Wajda. O grande cineasta Wajda resgata a trajetória do líder sindical Lech Walesa, e foca no período de 1970 até as eleições na Polônia de 1989. Desde a violenta repressão aos trabalhadores poloneses em 1970 em Gdansk e Gdynia (vi pessoalmente um monumento aos trabalhadores mortos em Gdynia), &amp;nbsp;que pediam aumento de salários e protestavam contra o aumento do custo de vida, à formação do sindicato Solidariedade, à continuada repressão aos trabalhadores, e ao paulatino colapso do governo Polonês, que, de alguma forma, contribuiu para o fim do domínio soviético sobre a Europa Oriental.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Praia do Futuro. Fraco a Regular. &lt;/b&gt;Ficção, Brasil/Alemanha, 2013, de Karim Aïnouz. Belas imagens, belas formas, mas peca no conteúdo. Focou na estética, e esqueceu o resto...&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- O Passado (Le Passé). Bom. &lt;/b&gt;Ficção, 2013, França/Itália, de Asghar Farhadi. Roteiro bem amarrado e que utiliza recursos semelhantes àqueles usados no filme "A Separação", do mesmo diretor. Mais um bom trabalho de um cineasta iraniano.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Eu, Mamãe e os Meninos (Les Garçons et Guillaume, à Table). Bom. &lt;/b&gt;Ficção, França/Bélgica, 2013, de Guillaume Gallienne. Diverte e surpreende. Protagonizado e estrelado pelo próprio Guillaume.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;O cara atua bem em seu próprio roteiro, e demonstra competência e abordagem não triviais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Conversação (The Conversation). Bom. &lt;/b&gt;Ficção, de Francis Ford Coppola, 1974, EUA. Carona no acervo da Netflix. Realizado por Coppola pouco depois do "Poderoso Chefão", traz ótimo elenco entre atores consagrados como Gene Hackman e alguns que iniciavam suas carreiras, como Harrison Ford. E uma discussão que retomamos hoje com a NSA e Snowden.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Getúlio. Bom. &lt;/b&gt;Brasil, 2013, ficção baseada em fatos reais e nos últimos 19 dia de vida de Getúlio Vargas, de João Jardim. Importante resgate histórico e relato dos últimos e tensos dias da vida de Getúlio, assim como do quase golpe arquitetado pelos militares naquele momento. &amp;nbsp;Importante conhecer o momento vivido, assim como as conseqüências para o Brasil, até o golpe de 1964, e depois.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Marina (Marina). Regular a Bom. &lt;/b&gt;Bélgica/Itália, ficção baseada em história real, de Stinjn Coninx, 2013. Relata a história da família de cantor italiano Rocco Granata, cujo pai, e depois a família, migram para a Bélgica (o pai foi trabalhar em minas de carvão lá). Interessa, mas é um pouco longo.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Confia em Mim. Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Brasil, 2012, de Michel Tikhomiroff. Roteiro bem amarrado, e produção e atuações competentes, prendem a atenção do espectador.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Amante a Domicílio (Fading Gigolo). Bom. &lt;/b&gt;Ficção, 2013, de John Turturro, EUA. Diverte, mas o roteiro tem seus altos e baixos. Woody Allen atua (somente) de forma muito divertida.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Pelo Malo (Pelo Malo). Bom. &lt;/b&gt;Ficção, 2013, Venezuela, de Mariana Rondon. Ambientado em Caracas, mas podia ser em qualquer subúrbio pobre na América Latina. Olhar interessante sobre os problemas e a desesperança que assolam estas populações.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Cortinas Fechadas (Pardé). Regular. &lt;/b&gt;Irã, 2013, ficção, de Jafar Panahi Kambozia Partovi. Resultado irregular. O início trazia expectativas, mas frusta.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Belém: Zona de Conflito (Bethlehem). Regular. &lt;/b&gt;Israel, 2013, ficção, de Yuval Adler. Conflito na Cisjordânia ocupada. O ritmo é ágil, mas o roteiro é irregular.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Tudo por Justiça (Out of the Furnace). Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, 2013, EUA/Reino Unido, de Scott Cooper. A fórmula é manjada e conhecida, mas os bons atores asseguram a atenção e o resultado. &amp;nbsp;Entre eles, Christian Bale.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Planeta Solitário (The Loneliest Planet). Ruim. &lt;/b&gt;Ficção, 2011, EUA/Alemanha, de Julia Loktev. As &lt;br /&gt;
cenas cabiam em um episódio bem mais curto dos canais NatGeo ou Discovery sobre a Geórgia, ex-república soviética (como lembrou um amigo, que dividiu o infortúnio de assisti-lo comigo). Ficou uma coisa chata, arrastada, um anticlímax. &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- A Grande Beleza (La Grande Belleza). Bom. &lt;/b&gt;Itália/França, 2013, ficção, de Paolo Sorrentino. Cenas de uma Roma que evoca, para mim, Fellini, &amp;nbsp;pontuadas com o humor sardônico de seu personagem principal, vivido por Toni Sevillo. Diverte, e faz refletir.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Os Filhos do Padre (Svecenikova djeca). Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Croácia, 2013, de Vinko Bresan. Divertido na feroz crítica à Igreja Católica e seus dogmas obsoletos. Revela, ainda, cinema pouco conhecido por aqui. Deu vontade de conhecer a Croácia....&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Ninfomaníaca - Volume 2 (Nymphomaniac: Volume II). Regular. &lt;/b&gt;Ficção, de Lars Von Trier, 2013, Dinamarca/Alemanha/França/Bélgica. Vi o Volume 1, dever de ofício, fui ao 2. Menor que o 1, mas interessa por apresentar a trajetória da protagonista. Pode chocar.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- O Gebo e a Sombra. Muito Chato. &lt;/b&gt;França/Portugal, ficção, de Manoel de Oliveira, 2012. Fiasco...Sexta, como faço muitas vezes, fui com Madame J. ao cinema...A estória se arrastava, uma névoa de tédio envolvia minha mente, enquanto Madame J. dormia profundamente. Resisti ao máximo, e abandonei a sala de cinema com o filme pela metade...Que alívio ao sair !&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Prenda-me (Arrêtez-moi). Bom. &lt;/b&gt;De Jean-Paul Lilienfeld, ficção, França, 2013. Realidade bem presente (violência contra as mulheres) é apresentada de forma imaginativa. A câmera, por vezes, transporta o espectador pra ação. Ótimas atrizes, e entre elas Miou-Miou.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- The Lunchbox (Dabba). Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Índia/França/Alemanha, 2014, de Ritesh Batra. Excelente roteiro que tem como linha mestra um fato real para desenvolver ótima estória. Pra completar, ótimos atores ! Cinema indiano em ótima forma !&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Alemão. Fraco. &lt;/b&gt;Ficção, baseada em acontecimentos reais, Brasil, de José Eduardo Belmonte, 2013. Roteiro e estória pobres para assunto tão complexo. Os ótimos atores não salvam o filme.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Era uma Vez na Anatólia (Bir Zamanlar). Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Turquia, 2011, de Nuri Bilge Ceylan. O melhor são os personagens e os diálogos bem construídos. Atenção ao cimema turco !&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Até o Fim (All is Lost). Bom. &lt;/b&gt;Ficção, EUA, 2013, de J.C.Chandor. Velejador solitário enfrenta todos os problemas, e mais alguns em viagem pelo Índico. Redford bem, com credibilidade, no sufoco em que se encontra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 12 Anos de Escravidão (12 Years a Slave). Bom&lt;/b&gt;. Baseado em impressionante história real, de Steve McQueen, Reino Unido/EUA, 2013. A incrível história de negro livre nos EUA na 1a metade do século XIX, que é sequestrado e vive 12 anos como escravo no sul dos EUA.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Inside Llewin Davis: Balada de um Homem Comum. Bom. &lt;/b&gt;Ficção, dos irmãos Cohen, EUA, 2013. Os Cohen dirigem com competência a estória, com bom roteiro e boas atuações. Não é o melhor deles, mas tem sua marca.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Caçadores de Obras-Primas (The Monuments Men). Fraco&lt;/b&gt;. De George Clooney (acho que sua 1a direção), EUA, 2013, baseado em livro e fatos reais. Os fatos nos quais se baseia, a busca, na II Guerra, das obras de arte roubadas pelos nazistas, renderia um excelente filme. Nas mãos de Clooney ficou entediante, simplório, e com fracas atuações (ninguém escapa delas).&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Ela (Her). Bom. &lt;/b&gt;Ficção, de Spike Jonze, EUA, 2013. Em um futuro bem próximo as relações pessoais mudam. Joaquim Phoenix e o diretor dão um bom ritmo.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Clube de Compras Dallas (Dallas Buyers Club). Muito Bom.&lt;/b&gt; Baseado em história real, de Jean-Marc Vallé, EUA, 2013. A história impressiona, assim como a excelente atuação de Matthew McConaughey.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Nebraska (Nebraska). Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, de Alexander Payne, 2013, EUA. Ótimo roteiro, ótimos diálogos, ágil direção, ótimas atuações. Põe-se tudo no liqüidificador, e temos um ótimo filme, com baixo orçamento.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Philomena (Philomena). Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;De Stephen Frears, Reino Unido/EUA/França, 2013, baseado em história real retratada em livro. Ótimo roteiro e ótimos atores. Impressionante história. E a Igreja Católica, mais uma vez, apresenta sua face retrógrada.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Uma Família em Tóquio (Tokyo Kazoku). Bom. &lt;/b&gt;Japão, 2013, ficção, de Yoji Yamada. Interessante &amp;nbsp;retrato do Japão atual, que parece romper os laços familiares.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- A Imagem que Falta (L`image Manquante). Regular a Bom. &lt;/b&gt;Camboja, 2013, documentário, de Rithy Panh. Foca o pesadelo vivido pelo diretor, que quando criança assiste ao desastre genocida do regime de Pol Pot, Khmer Vermelho, no Camboja nos anos 1970, e que representou pelo menos 2 milhões de mortos e milhões de expulsos das cidades para que fossem "reeducados". O ritmo é algo lento, mas a denúncia impressiona.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Gloria (Gloria). Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Chile/Espanha, 2013, de Sebastián Lelio. Interessa pela maneira como mulher madura, separada, busca vencer a solidão. Poderia ser lugar comum, mas surpreende.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Trapaça (American Hustle). Fraco. &lt;/b&gt;Ficção, EUA, 2013, de David O. Russell. Ritmo arrastado, mesmo entediante, que, apesar de atores como Christian Bale, deram muito sono.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Fruitvale Station - A Última Parada (Fruitvale Station). Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, baseada em história real, EUA, de Ryan Coogler, 2013. Ótima história, ótimo ritmo, ótimos atores, fazem deste um legítimo ganhador do prêmio do júri do festival de Sundance em 2013.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Todos os Dias (Everyday). Bom. &lt;/b&gt;Ficção, 2012, Reino Unido, de Michael Winterbotton. Relata a dura vida de mulher, com vários filhos, que durante anos, regularmente, visita seu marido, preso. Confesso que pela crítica esperava um pouco mais do roteiro, que achei excessivamente linear.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Alabama Monroe (The Broken Circle Breakdown). Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, 2012, Bélgica, de Felix Van Groeningen. Ótima surpresa do cinema belga, com ágil roteiro, que surpreende, e que lança mão de forma inteligente das idas e vindas da estória no tempo, quando sonega e revela, paulatinamente, os fatos. &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Ninfomaníaca - Volume 1 (Nymphomania - Volume I). Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, de Lars von Trier, Dinamarca/Alemanha/França/Bélgica, 2013. Von Trier sempre sacode a mesmice. Abordagem diferente, que deixa um interesse pelos próximos episódios.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- O Lobo de Wall Street (The Wolf of Wall Street). Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, baseado em história real, de Martin Scorcese, EUA, 2013. Mais uma dobradinha Scorcese/DiCaprio. Tem seu interesse, mas poderia ser menor (são 189 minutos), sem nenhum prejuízo. Possui momentos com a cara de outros filmes que já vi.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Para Toda a Vida (Hayatboyu). Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Turquia/Alemanha/Holanda, 2013, de Asli Özge. Filme do Festival do Rio em 2013, que a falta da minha disciplina havia impedido a postagem até agora. Casal, que vive em Istambul, mantém o casamento, apesar de pouco ter restado da paixão. Bem ocidental, como em várias cidades e regiões da Turquia. Roteiro deveria ter oferecido mais tensão. Ficou um vazio.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Pais e Filhos (Soshitte Chiche ni Naru). Bom. &lt;/b&gt;De Hirokazu Koreeda, ficção, Japão, 2013. Sensibilidade e surpreendentes atuações das crianças, ancorados em ótimo roteiro, fazem dele um filme a ser visto.&lt;br /&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;- Álbum de Família (August: Osage County). Fraco. &lt;/b&gt;Ficção, de John Wells, EUA, 2013. Apesar de bons atores estarem presentes, muito dramalhão pro meu gosto..Uma sucessão deles, pouco crível...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;-&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Vida Secreta de Walter Mitty (The Secret Life
of Walter Mitty).&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;Regular.&lt;/b&gt; De Ben Stiller,
ficção,&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;EUA, 2013. A ideia é
interessante (fim da imprensa de papel, engolida pela Internet), Ben Stiller
atua com competência, Sean Penn participa com a habitual boa atuação, mas o
roteiro deixa a desejar, mesmo entedia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;







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&lt;!--StartFragment--&gt;



&lt;!--EndFragment--&gt;&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;- Terra Firme (Terraferma). Bom. &lt;/b&gt;Ficção, França/Itália, 2011, de Emanuele Crialese. Retrato do drama dos imigrantes africanos ilegais que chegam (e muitos não o conseguem e morrem) à costa siciliana, fugindo do caos onde vivem na África.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;- Amor Bandido (Mud). Bom. &lt;/b&gt;Ficção, EUA, Jeff Nichols, 2012. Competente, boas atuações, principalmente de Matthew MacConaughey. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;- Blue Jasmine. Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Woody Allen, EUA, 2013. Não é o melhor Woody Allen, mas tem a marca do diretor. Cate Blanchett perfeita. Drama e comédia na esteira da crise financeira nos EUA.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;- Gravidade (Gravity). Bom. &lt;/b&gt;Ficção Científica, 2013, EUA/Reino Unido, de Alfonso Cuarón. As imagens impressionam. E Sandra Bullock e George Clooney estão muito bem. Mas o filme é um pouco menos do que aguardava. Acho que li críticas muito elogiosas demais antes de o ver....&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;- Obsessão (The Paperboy). Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, 2012, EUA, Lee Daniels. Ótimo roteiro e ótimas atuações prendem a atenção em cada minuto. Vários preconceitos são retratados na tela. Sul dos EUA, anos 1960/70.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;- O Capital (Le Capital). Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, de Costa-Gravas, 2012, França. Roteiro extremamente ágil e ótimos atores tornam este em mais um bom filme de Costa-Gravas. Lembrou-me a linha de filme do mesmo diretor, "O Corte", com sua crítica mordaz à crueza das relações no capitalismo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;- O Mar ao Amanhecer (La Mer a L`Aube): Bom. &lt;/b&gt;Ficção, baseada em fatos reais, 2011, França/Alemanha, de Volker Schlondörff. Interessante relato de episódio ocorrido em 1941 na França ocupada pelos alemães, que mostra posições ambíguas dos franceses entre colaborar com os alemães e não fazê-lo. Pros interessados em um filme que retrata melhor esses lado muito presente do colaboracionismo francês com os nazistas recomendo o filme "Lacombe Lucien", de 1974.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;- Rush (Rush). Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, baseada em história real, EUA/Alemanha/Reino Unido, 2013, de Ron Howard. Roteiro ágil, muito bons atores (principalmente o que interpreta James Hunt), e ótimas imagens das corridas de Fórmula 1 nos anos 1970. Pra quem viu corridas de Fórmula 1 nesta época, imperdível !&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;- O Conselheiro do Crime (The Counselor). Regular. &lt;/b&gt;Ficção, EUA/Reino Unido/Espanha, 2013, de &amp;nbsp;Ridley Scott. Bons atores, tradução estranha (Advogado), possui forma estilizada, mas conteúdo fraco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;- Uma Noite de Crime (The Purge): Muito Ruim. &lt;/b&gt;Ficção, 2013, EUA, de James DeMonaco. Poderia ter saído uma boa estória...Mas o resultado é uma colagem grotesca de violência explícita e um roteiro rasteiro e piegas...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;- Capitão Phillips (Captain Phillips). Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, baseada em história real, EUA, 2013, de Paul Greengrass. Uma história real muito boa, e muito bem contada. O elenco, boa parte desconhecido, dá mais credibilidade a tudo. Um roteiro 100% de ficção não teria sido capaz de imaginar tal história.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;- Serra Pelada. Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Brasil, 2013, de Heitor Dhalia. Resgate de uma história que merecia ser contada: o garimpo em Serra Pelada. Bizarro, surreal, quase inacreditável. Ótimas atuações.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;- O Fim (This is the End). Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, 2013, EUA, de Evan Goldberg e Seth Rogen. Diversão, imaginação e ótimas atuações fazem deste filme, com ótimo roteiro, uma imensa brincadeira.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;- O Desconhecido Conhecido: A Era Donald Rumsfeld (The Unknown Known: The Life and Times of Donald Rumsfeld. Bom. &lt;/b&gt;Festival de Cinema Rio 2013. Documentário, 2012, de Errol Morris, EUA. Morris fizera o superior "Sob a Névoa da Guerra", onde entrevista Robert MacNamara. Talvez MacNamara seja menos insuportável que Rumsfeld...Mas Morris tem a habilidade de conduzir Rumsfeld e o confrontar com claras inconsistências, como quando Rumsfeld continua a afirmar que o Iraque possuiria armas de destruição em massa que justificavam a invasão em 2003, quando todas as provas demonstram o contrário...Ou quando Rumsfeld continua a afirmar que os prisioneiros de Gauntãnamo não são submetidos a torturas físicas ou psicológicas, ou em sua enfática negativa de que as técnicas de tortura de Gauntãnamo foram levadas para a prisão de Abu Ghraib, por uma decisão do próprio Rumsfeld.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;b&gt;- Fla x Flu - 40 Minutos antes do Nada: Excelente. &lt;/b&gt;Documentário, Brasil, 2013, de Renato Terra. Imagens, depoimentos e personagens impagáveis, contam um pouco do que o Fla x Flu representa...Emoção a flor da pele, irracionalidade, visão distorcida e extremamente emocional. Como sabiamente disse uma vez meu afilhado, no Maracanã, num dia de clássico, em meio a todas as maluquices, aquele momento quase surreal representa para aquelas pessoas ali reunidas o que há de mais real, denso, lógico...Aqueles 90 minutos são o que importa...Nada mais interessa, nem importa, nada mais faz sentido...O mundo é ali, no Maraca...O resto não existe !&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;-&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mea Maxima Culpa: Silence
in the House of God: Excelente. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Festival do Rio
2013.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Documentário, EUA, 2012, de
Alex Gibney. Faz-me acreditar quão legal é ter a oportunidade de assistir a
filmes do Festival do Rio, principalmente aqueles que provavelmente não entrarão
em cartaz no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;!--[if gte mso 10]&gt;
&lt;style&gt;
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&lt;!--StartFragment--&gt;



&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Este documentário conta os detalhes da história de 04 homens surdos,
que decidem denunciar os abusos sexuais sofridos por eles nos EUA, cometidos
pelo padre católico Lawrence Murphy, nos anos 1960. E relata as manobras
sórdidas da Igreja Católica para acobertar estes crimes, assim como crimes de
outros padres católicos nos EUA, Irlanda, Itália , e diversos outros países. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;A batalha da Igreja para minimizar e abafar estes crimes hediondos é
comandada pelo topo da Igreja, os papas, entre João Paulo II (entre seus mais
próximos aliados na Igreja, um pedófilo e pervertido da pior espécie,
acobertado pela Igreja) e Bento XVI, e suas nojentas manobras para abafar os
crimes horrendos cometidos pelos padres pervertidos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Vendo as imagens deste documentário, fica cada vez mais claro o
atraso, o anacronismo e os absurdos que a Igreja Católica representa. Sua
estrutura feudal, o celibato, e sua estrutura extremamente hierarquizada, são
parte fundamental e causa dos problemas que causa, enquanto ela se debate freneticamente
para sobreviver, não importa os crimes que venha a cometer ou acobertar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;!--EndFragment--&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;- Elysium (Elysium): Muito Ruim. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;Ficção, EUA, 2013, de Neil Blomkamp. O diretor, que prometia boas surpresas depois de seu último filme, onde abordava em um ótimo roteiro &lt;/span&gt;&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;seres de outro planeta vivendo em um gueto na África do Sul (Distrito 9), resolveu trilhar a mediocridade, em um roteiro "feijão com arroz", com soluções e abordagem repetitivas, e uma aparição caricata de Wagner Moura (o cara tá muito mal !!). Uma frustração. Olhava insistentemente o relógio, ansioso pro filme acabar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;- Eu, 
Anna (I, Anna): Regular a Bom. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;Ficção, de Barnaby Southcombe, 
Inglaterra/Alemanha/França, 2012. O roteiro é imaginativo, sonega 
informações, e guarda surpresas. Mas carece de algo, que faz o filme ser
 menos do que poderia ser. Boas atuações de Charlotte Rampling e Gabriel
 Byrne.&lt;/span&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Sorte em suas Mãos (La Suerte en tus Manos): Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Argentina, 2012, de Daniel Burman. A competência argentina e um bom roteiro fazem deste mais um exemplo bem sucedido de cinema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Apenas o Vento (Csak a Szél): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, 2012, Hungria, baseada em acontecimentos que ocorreram na Hungria há poucos anos, de Benedek Fliegauf. Roteiro um pouco arrastado. Conta uma estória cheia de preconceitos contra ciganos na Hungria. Há um fosso entre a população húngara e a de origem cigana, o que somente acentua os problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Os Sabores do Palácio (Les Saveurs du Palais): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, baseada na experiência de uma chef de cozinha francesa que comandou a cozinha de Mitterrand, de Christian Vincent, 2012, França. Interessante, curioso por mostrar lado pouco conhecido do poder.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Bling Ring: A Gangue de Hollywood (The Bling Ring): Regular. &lt;/b&gt;Ficção, 2013, EUA, de Sofia Coppola. Baseado em uma história real, dirigido com competência por Sofia Coppola, mostra grupo de adolescentes que invadem para roubar mansões de celebridades (?? - bem questionáveis !!!) em Hollywood...O grupo, ao roubar, procura, em tese, se aproximar ao estilo de vida das ditas celebridades. Confesso que a temática fez meu estômago revirar várias vezes...Que grupo de pessoas, entre ladrões e celebridades (??), frívolos, imbecis, vazios, e idiotas !!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Amor Pleno (To the wonder): Tédio. &lt;/b&gt;EUA, 2012, ficção, de Terrence Malick. Não entendo os críticos, muitas vezes...Essa é mais uma delas...Puro tédio...E havia várias cenas que lembravam o entediante "Árvore da Vida". Descobri que o Malick também o dirigiu..Pronto ! Explicado ! A mesma chatice do filme anterior !! A culpa é minha ! Não li a crítica antes !&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Deixe a Luz Acesa (Keep the Lights on): Regular. &lt;/b&gt;EUA, 2012, ficção, de Ira Sachs. Romance e temática gay, mas sem abordagem de gueto. O roteiro peca por um ritmo algo arrastado.&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Augustine (Augustine): Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;França, 2013, de Alice Winocour, ficção, baseado nos relatos dos trabalhos do Professor Charcot. Winocour desenvolve interessante relato dos trabalhos do Professor Charcot, França, final do século XIX. Ele é considerado um dos pioneiros da Neurologia, e seu trabalho influenciou o desenvolvimento de diversos campos&amp;nbsp; das Neurologia e Psicologia. &lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Bela que Dorme (La Bella Addormentata): Regular a Bom. &lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;calibri&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 115%;"&gt;Ficção, 2013, França/Itália, de Marco Bellocchio. Interessante roteiro sobre um tema duro, mas poderia se traduzir em melhor filme. Em alguns momentos, perde o ritmo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Hannah Arendt (Hanna Arendt): Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;Alemanha/França, 2012, de Margarette Von Trotta, baseado na reportagem de Hannah Atendt sobre o julgamento de Eichmann. Mais uma dobradinha da diretora com a atriz (Barbara Sukowa, no filme "Rosa de Luxemburgo"), com interessante relato do acompanhamento e da matéria escrita por ela sobre o julgamento de Eichmann. Procurarei a matéria escrita por ela. Levanta ótimas questões.&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Espuma dos Dias (L`Ecume des Jours): Muito Ruim ! &lt;/b&gt;Bélgica/França, 2013, ficção, de Michel Gondry. Uma pena...Um fiasco, chato, que dá vontade de sair do cinema...Desperdício da Audrey Tautou.&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Ferrugem e Ossos (De Rouille et D`Os): Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;França/Bélgica, ficção, de Jacques Audiard, 2012. Roteiro que surpreende, e ótimas atuações (como de Marion Cotillard, de "Piaf"), fazem deste um filme que merece ser visto.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Lugar Onde Tudo Termina (The Place Beyond the Pines): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, EUA, 2012, de Derek Cianfrance. Roteiro interessante, que amarra a estória de vários personagens, em diferentes épocas...Demasiado longo, alguns atores pouco expressivos.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Além da Escuridão - Star Trek (Star Trek into the Darkness): Fraco. &lt;/b&gt;Ficção, de J.J. Abrams, EUA, 2013.&amp;nbsp;Fui animado, com as imagens da adolescência na cabeça, quando era fã de Jornada nas Estrelas. Decepcionei-me, frustrante. Os atores, estilo "sessão da tarde", são muito fraquinhos, e não funcionam.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Depois de Lúcia (Después de Lucía): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, México/França, 2012, de Michel Franco. Bullying levado ao extremo em escola mexicana. Exagerado...Incomoda. Tanto, que alguns da platéia saíram da sala de projeção antes do final.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- A Criada (La Nana): Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Chile/México, 2009, de Sebastián Silva. A relação quase de escravidão entre patrões e empregados domésticos revisitada com competência.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Faroeste Caboclo: Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Brasil, 2013, de René Sampaio. Baseado na música de Renato Russo, produção muito competente, que traz muito boas atuações (destaque para Isis Valverde e Fabrício Boliveira), roteiro ágil e bem montado, e ótima fotografia. Creio que trilhará carreira internacional, pois reúne condições para tal.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- O Filho do Outro (Les Fils de L`Autre): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, França, 2012, de Lorraine Levy. A questão israelense/palestina com uma abordagem diferente, que força os personagens a repensar suas condições e preconceitos.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- O Que Traz Boas Novas (Monsieur Lazar): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Canadá, 2011, ficção, de Philippe Falardeau. Uma bela mensagem, mas uma estória já vista algumas vezes, com uma nova roupagem.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Terapia de Risco (Side Effects): Regular. &lt;/b&gt;Ficção, de Steven Soderbergh, EUA, 2013. Parecia trilhar um caminho interessante, mas buscou soluções pouco defensáveis.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Fomos Tão Jovens: Regular. &lt;/b&gt;Ficção, baseada na vida de Renato Russo, 2013, de Antonio Carlos de Fontoura, Brasil. Foi bom conhecer a história de Renato Russo, da Legião Urbana, dos primeiros passos do Rock Brasil, mas falta alguns pontos para tornar o roteiro mais cinema, e tirar alguma precariedade da produção.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Anna Karenina: Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, 2012, de Joe Wright, Reino Unido. Quase uma peça de teatro filmada, não consegue se sustentar nas atuações de Keira Knightley e de Jude Law. Mas interessa, pela originalidade.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- O Dia que Durou 12 Anos: Regular a Bom. &lt;/b&gt;Documentário, Brasil, 2012, de Camile Tavares. Arquivos norte-americanos (secretos durante anos) revelam a participação dos mesmos no golpe de 1964. Resgata um período muito importante de nossa história, mas o roteiro se esgota após as revelações.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Dentro de Casa (Dans la Maison): Bom. &lt;/b&gt;Ficção, de François Ozon, 2012, França. Professor se deixa envolver por seu aluno, e envereda por caminho sem volta. Destaque para os atores Fabrici Luchini e a britânica Kristin Scott Thomas. Realidade e ficção se misturam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Último Elvis (El Último Elvis): Bom. &lt;/b&gt;De Armando Bom, Argentina, ficção, 2011. Trabalhador braçal, que nas horas vagas trabalha como cover de Elvis, vive dividido entre sua vida real, sem muita imaginação, e a de seu ídolo, Elvis Presley.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;O desempenho do ator principal impressiona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Concerto (Le Concert): Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;Rússia/França, 2009, ficção, de Radu Mihaileano&lt;b&gt;. &lt;/b&gt;Divertida estória sobre músicos russos que tudo perderam durante o regime soviético. Porém, surge uma esperança de resgate...Emociona..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Caça (Jagten): Excelente. &lt;/b&gt;Ficção, de Thomas Vinterberg, Dinamarca, 2012. Vinterberg percorre &amp;nbsp;com extrema competência, e ótimo roteiro, temática que tangencia a abordada em seu trabalho "Festa de Família", outro excelente filme que realizara.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- As Sessões (The Sessions): Bom. &lt;/b&gt;Ficção, mas inspirada em personagem real, EUA, 2012, de Ben Lewin. Bom humor e leveza, em tema de difícil abordagem. O diretor o faz com muita competência !&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Cesar Deve Morrer (Cesare Deve Morire): Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, dos irmãos Tavianni, Itália, 2012, vencedor do Urso de Ouro em Berlim, 2012. O clássico "Júlio César", de Shakespeare é encenado em uma prisão na Itália...As tensões na prisão transbordam na peça.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Na Neblina (V Tumane): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, de Sergei Loznitsa, 2012, Alemanha/Holanda/Letônia/Rússia. Após o muito bom "Minha Felicidade", o diretor aborda a II Guerra na União Soviética ocupada pelos nazistas..Perde para "Minha Felicidade", mas merece ser visto...&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- A Hora Mais Escura (Zero Dark Thirty): Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, baseada nos relatos da procura por Bin Laden, EUA, 2012, de Kathryn Bigelow. Relato preciso dos passos que levaram à morte de Bin Laden, desde o 11 de setembro de 2001. A CIA, desmoralizada após os atentados das Torres Gêmeas, precisou montar um gigantesco quebra-cabeça.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- De Coração Aberto (À Coeur Ouvert): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, França, 2012, de Marion Laine. Competente estória de um casal atingido pelo vício do álcool. Mas não empolga.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Os Miseráveis (Les Misérables): Bom. &lt;/b&gt;Ficção, adaptação de musical para teatro, baseado na obra de Victor Hugo, Reino Unido, 2012, de Tom Hooper. Competente direção de arte e direção musical, transportam para as telas espetáculo há anos nos teatros. Vários bons atores brilham na produção.&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Voo (Flight): Fraco a Regular. &lt;/b&gt;EUA, 2012, ficção, de Robert Zemeckis. Começa chamando a atenção e cria espectativa....Depois perde-se no lugar comum e na solução fácil de simplório roteiro.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Nota de Rodapé (Hearat Shulayim): Bom. &lt;/b&gt;Israel, 2011, de Joseph Cedar, ficção. Situações inusitadas são vividas por israelenses, judeus, que se dedicam a estudar o Talmude. Há algo que certamente só é alcançado pelo público judeu. Mas a graça e as idiossincrasias atingem a todos os públicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Lado Bom da Vida (Silver Linings Playbook): Regular a Bom. &lt;/b&gt;EUA, 2012, ficção, de David O. Russell. Divertido, despretensioso, mostra um lado menos glamoroso da vida norte-americana. Falta algo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Lincoln (Lincoln): Bom. &lt;/b&gt;De Steven Spielberg, ficção sobre Lincoln, baseada no livro &lt;i style="font-weight: bold;"&gt;Team of Rivals: The Political Genius of Abraham Lincoln, &lt;/i&gt;2012, EUA. Com excelente atuação de Daniel Day-Lewis, retrata os últimos 4 meses da vida de Lincoln. Um pouco longo, mas uma bela aula de história.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- O Mestre (The Master): Fraco a Regular. &lt;/b&gt;De Paul Thomas Anderson, ficção, EUA, 2012. Aborda pessoa que se envolve em um culto que surge nos EUA na década de 1950. Possui muito boas atuações de Joaquin Phoenix e Phillip Seymour Hoffman. Livremente inspirado no culto a Cientologia. Roteiro fraco, pouco inspirado, que apesar das boas atuações de Phoenix e Hoffman, entedia.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Amor (Amour): Bom. &lt;/b&gt;De Michael Haneke, ficção, 2012, Áustria/França/Alemanha. Haneke, com muita competência, e sem pieguice, aborda tema que cada vez mais nos aflige. Atores em ótima e convincente atuação.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Django Livre (Django Unchained): Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, de Quentin Tarantino, EUA, 2012. Tarantino se supera e homenageia o "Western Spaghetti". Faz um extremamente divertido filme, com ótimos atores. Um dos destaques: o ator austríaco Christoph Waltz, que já havia atuado em "Bastardos Inglórios", do próprio Tarantino, e em "O Deus da Carnificina". Muito riso, muito sangue, uma grande brincadeira !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Além das Montanhas (Dupa Dealun): Bom.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Ficção, Romênia/França/Bélgica, 2012, de Christian Mungiu. Atmosfera opressiva, como a usada em outro filme do mesmo diretor (4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias). Apresenta uma Romênia que ainda vive no século XIX, com preconceito, fanatismo religioso, e ignorância. Mas o restante da Romênia, com seu atraso e desesperança, está bem próximo disso.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Qual o Nome do Bebê (Le Prénom): Muito Bom
!!&lt;/b&gt; Ficção, França/Bélica, 2012, de Alexandre de la Patellière e Mathieu
Delaporte. Roteiro excelente torna a estória uma sucessão de surpresas
deliciosas. Os atores em ótimos desempenhos.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
- &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Entre o Amor e a Paixão (Take this Waltz):
Regular.&lt;/b&gt; Ficção, Canadá/Espanha/Japão, 2011, de Sarah Polley. Há algo no
filme que não o faz decolar...Não me perguntem o que. Talvez os atores, roteiro
pouco inspirado. Falta algo.&amp;nbsp;


&lt;span style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;b&gt;- Paris-Manhattan (Paris-Manhattan): Bom. &lt;/b&gt;Ficção, 2012, França, de Sophie Lellouche. Simplicidade, humor e surpresas divertem nesse filme.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;- No: Bom a Muito Bom. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="text-align: justify;"&gt;Ficção, 2011, Chile/França/EUA, de Pablo Larrain. Retrata com
competência a plebiscito que decidiria sobre a permanência, ou não, de Pinochet
à frente do governo chileno, em 1988.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;- Hahaha: Fraco. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Coréia do Sul, 2010, de &lt;/span&gt;&lt;span style="background: white; color: #222222; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;;"&gt;Hong Sang-soo. ficção.
Desta vez o muito bom cinema coreano me decepcionou. Roteiro simplório, com
personagens pouco consistentes.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times&amp;quot;; font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;- O Olhar Invisível (La
Mirada Invisible): Bom. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Argentina/França/Espanha,
ficção, 2010, de Diego Lerman. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Mais um
bom filme do cinema argentino. Capta com competência a atmosfera sombria e
repressiva da última ditadura na Argentina. Mostra as cenas reais da multidão
argentina a ovacionar os militares assassinos, que anunciavam a invasão das
Malvinas/Falklands, e que se transformou em um fiasco e precipitou o fim da
ditadura. Não consegui entender, à época, como os argentinos, sob uma ditadura
assassina, deixaram-se levar por essa idiotice. Algo que a Cristina Kirchner
repete hoje, para desviar a atenção de seus erros. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;- A Filha do Pai (La Fille
du Puisatier): Regular. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;França, 2011, ficção,
baseada em obra de Marcel Pagnot, de Daniel Auteuil. História algo datada, com
personagens que vivem situações caricatas, enfraquecem o filme.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;- O Impossível (The
Impossible): Regular a Bom. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;EUA/Espanha, 2012, de
Juan Antonio Bayona, ficção baseada em história real. Conta o drama de uma
família pega pela tsunami em 2004, na Tailândia. Mas falta algo ao roteiro para
tornar a história melhor contada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;- A Negociação
(Arbitrage): Bom. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Ficção, EUA/Polônia, 2012, de Nicholas
Jarecki. Boas atuações de Richard Gere e Susan Sarandon, apresenta um
inescrupuloso executivo a busca de vender seus negócios. Parece ter se
inspirado no picareta Madoff, e no cenário da crise iniciada em 2008.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Tudo o que Desejamos (Toutes nos Envines): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção,
 2011, de Philippe Lioret, França. Resvala em uma questão importante 
(juros estorsivos das financeira), mas talvez se perca em roteiro que 
tateia sem definição.&lt;b&gt; &lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Na Terra de Amor e Ódio (In The Land of Blood and Honey): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, EUA, 2011&lt;b&gt;, &lt;/b&gt;de
 Angelina Jolie. Aborda a violência na Bósnia, durante os terríveis 
episódios de limpeza étnica, mesmo através de estupros sistemáticos, na 
guerra civil após o fim da Iugoslávia. Roteiro poderia ser melhor. Estréia de Angelina Jolie na direção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Infância Clandestina: Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção,
 inspirado em uma história real, de Benjamín Ávila, 
Argentina/Brasil/Espanha, 2011. Passado na Argentina sob a ditadura, 
1979, sob a ótica de uma criança. Uma abordagem diferente deste período 
terrível na Argentina.&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- O Homem da Máfia (Killing Them Softly). Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, EUA, 2012, de Andrew Dominik. Velha fórmula, mas que funciona com bons atores.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Em Nome de Deus (Captive): Fraco a Regular. &lt;/b&gt;Ficção, baseada em uma história real, França/Filipinas/Alemanha/Reino Unido, 2012, de Brillante Mendoza. Tem o seu interese, mas o roteiro é muito burocrático, mesmo enfadonho.&amp;nbsp; Poderia ter sido muito melhor. A tradução do título é bizarra, quando comparada ao original. Causa mesmo confusão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- As Palavras (The Words): Ruim. &lt;/b&gt;Ficção, 2012, EUA, de Brian Klugman e Lee Sternthal. Má produção, maus e inexpressivos atores, e canastrice do Dennis Quaid. Jeremy Irons não salva o filme.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Um Alguém Apaixonado (Like Someone in Love): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, de Abbas Kiarostami, Japão/França, 2012. O grande mérito do diretor iraniano, neste que está aquem de seus melhores filmes, foi capturar com competência as características extremamente peculiares das relações entre homens e mulheres no Japão.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Era Uma Vez Eu, Verônica: Fraco a Regular. &lt;/b&gt;Brasil, 2012, de Marcelo Gomes, ficção. Algo pretensioso, beira o tédio. Pena, pois tem bons atores.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Gonzaga - De Pai pra Filho: Muito Bom. &lt;/b&gt;Brasil, 2011, de Breno Silveira, baseado em uma história real. A história de Luiz Gonzaga, contada através de seu filho, Gonzaguinha. É uma verdadeira saga, a vida de ambos, 02 dos maiores músicos do Brasil. Emociona, mexe com o público, e representa parte da história do país. Deve ser visto !!&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Argo (Argo): Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;EUA, 2011, baseado em uma história real, de Ben Affleck. Impressionante história de 06 diplomatas norte-americanos que se refugiaram na casa do embaixador canadense em Teerã em 1979, quando da invasão da embaixada dos EUA em Teerã. A reprodução da atmosfera e de todos os detalhes da época é impressionante.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Elefante Branco (Elefante Blanco): Bom. &lt;/b&gt;Argentina/Espanha/França, 2012, ficção, de Pablo Trapero. Ricardo Darin, com a competência usual, lidera a estória passada em uma favela na Argentina. Ele é um padre que faz a clara opção pelos pobres. Não o melhor de Darin, mas vale...Impressionantes as semelhanças com as favelas brasileiras e sua mazelas.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Led Zeppelin: Celebration Day. Excelente !! &lt;/b&gt;Filme com&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;o&amp;nbsp;Show da banda reunida na O2 Arena de Londres, 2007. Tem duração de 124 minutos e foi dirigido por&amp;nbsp;Dick Carruthers. Contou com todos os integrantes vivos, e o filho do bateirista da formação original.&amp;nbsp;Robert Plant, Jimmy Page e John Paul Jones (respectivamente vocalista, guitarrista e baixista), acompanhados de Jason Bonham, filho do baterista original John Bonham.&amp;nbsp;Ótimas músicas, os clássicos do Led. Imperdível !!&amp;nbsp;Mais um da série "Visto am Gdynia/Polônia".&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Angels' Share: Bom. &lt;/b&gt;Ficção, 2012, de Ken Loach, Reino Unido/França/Bélgica/Itália. Ken Loach faz mais uma vez sua opção pelos excluídos...Agora é um grupo de jovens em Glasgow, Escócia. Despretensioso,&amp;nbsp;divertido, no meio de suas vidas quase sem saída...O filme foi bem recebido em festivais. Curiosidade: Angels' Share é a quantidade de álcool que evapora do whisky em seu envelhecimento em um barril, algo como 2% em países mais frios. Mais um da série "Visto am Gdynia/Polônia".&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;style&gt;
&lt;!--
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&lt;b&gt;- Savages: Fraco.&lt;/b&gt; Ficção, 2012, de Oliver Stone, EUA. Oliver Stone já esteve melhor...Bem, estou na Polônia, em Gdynia, e fui conferir. Entendiante, personagens que são a própria caricatura. Uma pena. Há bons atores, mas com um desempenho pífio.
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;- A Vida de Outra Mulher (La Vie d`une autre): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, França/Luxemburgo/Bélgica, 2012, de Sylvie Testud. O roteiro dá umas poucas derrapadas, mas Juliette Binoche diverte, apesar da dramática situação de seu personagem.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Intocáveis (Intouchables): Muito Bom. &lt;/b&gt;França, 2011, de Eric Toledano e Olivier Nakache, ficção baseada em história real. Divertido roteiro que imprime um ritmo surpreendente à relação entre um paraplégico e a pessoa que o ajuda como acompanhante. Otimismo que transborda.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- 360 (360): Bom. &lt;/b&gt;Ficção, de Fernando Meirelles, Reino Unido/Áustria/França/Brasil, 2011. Bom roteiro, bons atores, não é dos melhores trabalhos de Meirelles, mas vale ser visto.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge (The Dark Knight Rises): Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, 2012, EUA, de Christopher Nolan. Cinema como pura diversão, com um ótimo roteiro, que surpreende. Bons e conhecidos atores&lt;b&gt;. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Elles: Fraco a Regular. &lt;/b&gt;França/Polônia/Alemanha, 2011, ficção. Juliette Binoche não consegue sustentar a estória, e o resultado é irregular.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Aqui é o meu Lugar (This Must Be the Place): Bom. &lt;/b&gt;França/Itália/Irlanda, ficção, 2011, de Paolo Sorrentino. Divertido e ancorado na ótima e divertida atuação de Sean Penn, que interpreta um astro de rock aposentado. O ritmo derrapa, mas a música é ótima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Beaufort (Beaufort): Bom. &lt;/b&gt;Israel, 2007, ficção, de Joseph Cedar. A angustiante rotina dos últimos dias de uma base militar israelense na fronteira com o Líbano. Sem a força de outros filmes, como "Valsa com Bashir"ou "Líbano", ainda assim impacta.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;-&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;;"&gt;Na Estrada (On The Road): Regular. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;;"&gt;Ficção, baseada na obra de Jack Kerouac, de Walter Salles,
Brasil/França, 2011. Fez o resgate da estória baseada no romance de Kerouac, mas o roteiro e a direção não se
traduziram em um bom resultado. Kerouac aguarda melhor leitura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- A Guerra dos Botões (La Guerre des Boutons): Bom. &lt;/b&gt;Ficção, de Yann Samueli, França,2011. Divertida estória sobre crianças francesas de dois vilarejos em "guerra", nos anos 1960. O desempenho dos pequenos atores impressiona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Minha Irmã (L'enfant d'en Haut): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, de Ursula Meier, França/Suíça, 2012. Estória passada nos Alpes Suíços, onde um garoto vive de pequenos furtos. Um "outsider" em um mundo quase inatingível. &lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Para Roma, com Amor (To Rome with Love): Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;De Woody Allen, ficção, 2012, EUA/Itália/Espanha. Woody Allen volta a atacar com várias estórias paralelas e personagens impagáveis. Roteiro que somente ele poderia criar.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Não é o melhor dele, mas é bem divertido !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Prometheus (Prometheus): Bom&lt;/b&gt;. Ficção, EUA, 2012, de Ridley Scott. O diretor, como já o fizera, ataca de ficção científica. Há melhores, mas é bom. Atenção.... Talvez vocês se lembrem de outros filmes....&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Amor Impossível (Salmon Fishing in the Yemen): Fraco a Regular. &lt;/b&gt;Ficção, Reino Unido, 2011, de Lasse Hallström. Roteiro pouco inspirado, e os atores também, exceto alguns poucos momentos de Ewan McGregor e Kristin Scott Thomas. Mais pra Sessão da Tarde.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Por que essa mania de traduzir completamente diferente do original ??!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Primeira Coisa Bela (La Prima Cosa Bella): Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Itália, 2010, de Paolo Virzi. Com tipos e situações 200% italianas&lt;b&gt;, &lt;/b&gt;a estória diverte. Os italianos são únicos !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Deus da Carnificina (Carnage): Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;De Roman Polanski, ficção, França/Alemanha/Polônia/Espanha, 2011. Ágil roteiro imprime uma crescente tensão à estória, que gira em torno de 04 ótimos personagens. É, fundamentalmente, uma peça teatral filmada. Destaque para a atuação do austríaco, ganhador do Oscar por "Bastardos Inglórios",&amp;nbsp; Christoph Waltz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- À Espera de Turistas (Am Ende Kommen Touristen): Regular. &lt;/b&gt;Alemanha, 2007, ficção, de Robert Thalheim. A tensa relação em Auschwitz entre um sobrevivente, que vive lá, e um jovem alemão, que presta serviço voluntário. O roteiro poderia ter imprimido melhor ritmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Apenas uma Noite (Last Night): Bom. &lt;/b&gt;França/EUA, 2010, ficção, de Massy Tadjedin. Interessante roteiro dá ritmo à estória de um casal que, durante uma noite, porá à prova a fidelidade.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Hasta La Vista: Venha Como Você É (Come as you are): Bom. &lt;/b&gt;Bélgica, 2011, ficção, de Geoffrey Enthoven. Divertida e simples estória, onde três amigos, um cego, um tetraplégico e um cadeirante, fogem de casa na Bélgica para viajar&lt;b&gt; &lt;/b&gt;e perder a virgindade. Abordagem bem humorada e otimista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Sloveniam Girl (Slovenka): Bom. &lt;/b&gt;Alemanha/Sérvia/Croácia, 2009, de Damjan Kozole, ficção. A dura, e muitas vezes violenta, rotina de estudante que trabalha como prostituta.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Flores do Oriente (The Flowers of War): Bom. &lt;/b&gt;China/Hong Kong, 2011, ficção, de Zhang Yimou. Do célebre diretor chinês Yimou, conta estória passada em Nanquim, 1937, onde as tropas japonesas promoveram massacres e todo tipo de violências que atingiram, estima-se, 200 mil chineses. O ator Christian Bale destaca-se.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Delicadeza do Amor (La Delicatesse): Regular a Bom. &lt;/b&gt;França, 2011, ficção, De David Foenkinos e Stéphane Foenkinos&lt;b&gt;. &lt;/b&gt;Tem sua graça, conta com a ótima Audrey Tautou, mas é menos do que poderia ser.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Que Eu Mais Desejo (Kiseki): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Japão, 2011, ficção, de Hirokazu Kore-eda. Simpáticas crianças são a espinha dorsal do filme, e conduzem o resultado. O filme poderia ser mais curto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Uma Longa Viagem: Fraco. &lt;/b&gt;Brasil, 2011, documentário, de Lúcia Murat. Um fraco roteiro e um discurso fora de época tornam o filme entediante.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Exótico Hotel Marigold (The Best Exotic Marigold Hotel). Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Reino Unido, 2011, de John Maden. Ótimas atuações de um elenco de ótimos atores britânicos e indianos, em divertida estória passada na Índia.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Paraísos Artificiais. Regular a Bom.&amp;nbsp; &lt;/b&gt;Ficção, Brasil, 2012, de Marcos Prado. Interessante roteiro e boas atuações dos principais atores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Sete Dias com Marilyn (My Week with Marilyn): Bom. &lt;/b&gt;EUA, 2011, ficção, de Simon Curtis. Inspirado na convivência de um assistente de direção&lt;b&gt; &lt;/b&gt;britânico com Marilyn, durante as filmagens de "O Príncipe Encantado", traz ótimas atuações de Michelle Williams, como Marilyn, e Kenneth Branagh, como Laurence Olivier. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Minha Felicidade (Schlastye Moe): Muito Bom. &lt;/b&gt;Alemanha, ficção, de Sergei Loznitsa. Excelente roteiro, que entrelaça de forma precisa várias estórias, prenhes de uma violência assustadora e crua, retrato do caos que impera na quase ditadura instalada na Rússia. É o império da ausência da lei&lt;b&gt;.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Eu Receberia as Piores Notícias dos seus Lábios: Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Brasil, 2012, de Beto Brant e Renato Ciasca. Triângulo amoroso com bons momentos, mas algumas apelações. O cinema brasileiro ainda carece de melhores roteiristas, apesar de boas idéias.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Diário de um Jornalista Bêbado (The Rum Diary): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, EUA, 2011, de Bruce Robinson. Inspirado na vida de um jornalista norte-americano em Porto Rico. Johnny Depp é a melhor parte. A estória tem momentos enfadonhos...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- As Neves do Kilimanjaro (Les Neiges du Kilimandjaro): Bom. &lt;/b&gt;Ficção, França, 2011, de Robert Guédiguian. A demissão chega a funcionários de uma empresa no sul da França (Marselha ??). A violência também os atinge. Resta, porém, uma solidariedade cultivada em anos de trabalho.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Deixa sua mensagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Cairo 678 (678): Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Egito, 2012, de Mohamed Diab. Estórias de mulheres egípcias vítimas de assédio sexual, em um asociedade machista e marcada pelo preconceito. Bela abordagem. Que imenso caminho há a percorrer pelas mulheres do mundo muçulmano...&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Xingu: Bom. &lt;/b&gt;Ficção, de Cao Hamburger, Brasil, 2011. Importante resgate da história do desbravamento do interior do Brasil e da criação do Paque Nacional do Xingu pelos irmãos Villas-Bôas&lt;b&gt;. &lt;/b&gt;Bela história de dedicação desses personagens fundamentais para a preservação dos índios no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Jovens Adultos (Young Adults): Regular a Bom. &lt;/b&gt;EUA, 2011, ficção, de Jason Reitman. Estória com tonalidades adolescentes, leva ao riso, mas nada mais. A sul-africana Charlize Theron&lt;b&gt; &lt;/b&gt;é o destaque.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Dançarina e o Ladrão (El Baile de la Victoria): Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;De Fernando Trueba, ficção, Espanha, 2012. Bela estória, com a competente presença de Ricardo Darin, passada no Chile logo após a Ditadura de Pinochet. Há poesia e belas atuações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Um Método Perigoso (A Dangerous Method): Bom. &lt;/b&gt;De David Cronemberg, ficção baseada no encontro de Jung com Freud, Canadá/Reino Unido/Alemanha, 2011. Interessante e fiel (segundo amigos com conhecem a psicanálise) relato do encontro entre o pai da psicanálise, Freud, e Jung.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Heleno: Bom. &lt;/b&gt;Brasil, ficção baseada na vida do craque de futebil Heleno, 2010, de José Henrique Fonseca. A trágica e curta trajetória do jogador de futebol Heleno. Excelente atuação de Rodrigo Santoro como Heleno. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Habemus Papam (Habemus Papam): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Itália/França, 2011, ficção, de Nanni Moretti&lt;b&gt;. &lt;/b&gt;Uma excelente idéia, a crise de um papa recém-eleito, que se recusa a tomar posse, frente a tantas responsabilidades. A evolução do roteiro deixa um pouco a desejar. Poderia ter melhor explorado a excelente idéia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Adorável Pivellina (La Pivellina): Regular. &lt;/b&gt;Itália, 2009, ficção, de Tizza Covi e Rainer Frimmel. O filme é a criança (é adorável). Mas é pouco. Não se sustenta.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- L`Apollonide - Os Amores da Casa de Tolerância (L`Apollonide - Souvenirs de la Maison Close): Bom. &lt;/b&gt;França, 2011, ficção, de Bertrand Bonello. Interessante estória passada em um bordel na França na virada do século XIX para o XX. Retrata o dia a dia (ou seria a noite ?) da vida no bordel. A submissão, quase escravidão, das prostitutas, impressiona. Não são donas das próprias vidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Shame (Shame): Bom. &lt;/b&gt;De Steve McQueen, Reino Unido, 2011, ficção. A estória de um bem sucedido profissional em Nova Iorque, viciado em sexo, o que o leva a uma vida dominada 200% pela busca do sexo a cada momento, de todas as formas. Impactante desempenho do ator alemão Michael Fassbinder.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Porto (Le Havre): Bom. &lt;/b&gt;Finlândia/França/Alemanha&lt;b&gt;, &lt;/b&gt;de Aki Kaurismäki&lt;b&gt;, &lt;/b&gt;ficção,&lt;b&gt; &lt;/b&gt;2011. Em uma atmosfera de filme finlandês, passado na França (Le Havre), o diretor (finlandês) constroi uma estória atual, com personagens algo bizarros (com cara finlandesa). E o Sarkozy ainda vem querer endurecer com os migrantes....É um idiota total...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Tão Forte e Tão Perto (Extremely Loud and Incredibly Close): Bom. &lt;/b&gt;EUA, 2011, ficção, de Stephen Daldry. Uma interessante abordagem sobre os impactos dos ataques do 11 de setembro sobre uma criança em Nova Iorque. Foge do lugar comum.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- Albert Nobbs (Albert Nobbs): Bom.&lt;/b&gt; Reino Unido/Irlanda, ficção, de Rodrigo Garcia. Ótima atuação de Glenn Close, que vive com muita competência um mordomo, disfarçando-se como homem para conseguir emprego na Irlanda do século XIX. O diretor é filho do escritor Gabriel García Marquez. Confesso que esperava mais. Mas a atuação de Glenn Close vale muito. Ela é a espinha dorsal da trama.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- A Invenção de Hugo Cabret (Hugo): Bom a
Muito Bom. &lt;/b&gt;EUA, 2011, ficção, de Martin Scorsese. Belíssima e poética
homenagem ao Cinema, com ótimo roteiro, que paulatinamente revela a trama, além de
ótimos atores.&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b style="font-weight: bold;"&gt;- A Dama de Ferro (The Iron Lady): Fraco a
Regular. &lt;/b&gt;2011, Reino Unido, ficção, de Phyllida Lloyd. O roteiro, ao invés
de concentrar-se na riquíssima trajetória política da “Dama de Ferro”, como
Thatcher ficou conhecida, entre enfrentamentos de greves de mineiros, luta
contra sindicatos, desregulamentação da economia britânica, e a Guerra das
Malvinas/Falklands, depositou a maior parte de suas atenções a Thatcher em sua
velhice, senil, quase como para humanizá-la. O foco foi errado, e o filme não
revela quem foi e o que ela representou. Uma pena, pois Meryl Streep está soberba
como Thatcher.&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Artista (The Artist): Bom. &lt;/b&gt;França/Bélgica, 2011, ficção, de Michel Hazanavicius. O grande mérito está em trazer o cinema mudo, com graça e diversão, de volta aos nossos tempos.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Boas atuações, mas que exigiam um roteiro menos linear e previsível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- As Mulheres do 6o Andar (Les Femmes du 6ème Etage): Bom. &lt;/b&gt;Ficção, França, 2011, de Philippe Le Guay. Roteiro divertido sobre a interação de parisienses, sisudos e conservadores, nos anos 1960, com empregadas domésticas espanholas. Ótima atuação do protagonista Fabrice Luchini&lt;b&gt;.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Os Descendentes (The Descendents): Regular. &lt;/b&gt;Ficção, EUA, 2011, de Alexander Payne. George Clooney está bem, segura o filme em sua maior parte, mas é só. O roteiro e o lugar comum não ajudam o filme. Quase uma "sessão da tarde".&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Histórias Cruzadas (The Help): Bom. &lt;/b&gt;Ficção,
inspirado em histórias coletadas por jornalista norte-americanano, de Tate Taylor, EUA, 2011. Jornalista
resolve reunir relatos de empregadas domésticas negras no sul dos EUA, início
dos anos 1960.&amp;nbsp; Busca retratar seus
pontos de vista sobre a relação com seus empregadores brancos, repleta de
preconceitos, humilhações e discriminações de toda a ordem, pelo fato das
empregadas serem negras. O inacreditável de tudo é que faz muito pouco tempo
que havia esses absurdos nos EUA. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;- A Música Segundo Tom Jobim: Bom a Muito
Bom. &lt;/b&gt;&amp;nbsp;Documentário de Nelson Pereira
dos Santos e Dora Jobim, Brasil, 2011. Traz deliciosas interpretações, com vários entérpretes em todo
o mundo, de clássicos de Tom Jobim. Não é demais dizer que Tom elevou a música
brasileira a um patamar e a um reconhecimento, no cenário internacional, que jamais havia possuido.&lt;/div&gt;
&amp;nbsp;


&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Millenium – Os Homens que Não Amavam as
Mulheres (The Girl the Dragon Tattoo): Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, baseada no livro
de Stieg Larson, de David Fincher, EUA/Suécia/Reino Unido/Alemanha, 2011. Estória
com ritmo intenso,&amp;nbsp; personagens densos, e
violência, que prende a atenção em todos os 158 minutos. Roteiro ágil na
transposição da tensão deste livro para as telas&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;


&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;- A Fonte das Mulheres (La Source des Femmes): Muito Bom. &amp;nbsp;&lt;/b&gt;Ficção,
Bélgica/Itália/França, de Radu Mihaileanu (diretor romeno), 2011. Um pequeno
e bom humorado retrato de uma fictícia Primavera Árabe das Mulheres, em um não
identificado país muçulmano, onde, em uma vila, se estabelece um movimento
feminino que desafia interpretações destorcidas e machistas do Alcorão.&amp;nbsp;


&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;style&gt;
&lt;!--
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&lt;/style&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Behind Closed Doors – A História Secreta da
II Guerra Mundial (Behind Closed Doors) DVD: Muito Bom. &lt;/b&gt;Do diretor Laurence
Rees, documentário coproduzido pelas BBC e KCET Hollywood, 2008,
Reino Unido/EUA. Impressionante documentário produzido pela BBC junto com a
KCET, dramatizado com competentes atores para os papéis de Stalin, Churchill e
Roosevelt. 

&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Desnuda
as relações entre os três grandes líderes na II Guerra Mundial que culminaram
com a divisão do mundo no pós guerra e quase o levaram à guerra nuclear. Stalin
se revela um déspota sanguinário e megalomaníaco, que rivaliza com Hitler na escala das
barbaridades que promoveu e milhões de assassinatos que arquitetou, além de
perseguições, expurgos e selvagerias sem igual. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Entre outros, o documentário elenca o pérfido
acordo com os nazistas em 1939, que permitiu a divisão da Polônia e marcou o
início da II Guerra Mundial; o assassinato de mais de 22 mil oficiais poloneses
por ordem direta de Stalin; a instalação de regimes de força dóceis à Moscou na
Europa Oriental, que sepultaram qualquer chance de regimes democráticos naqueles
países; e a preparação do cenário de ameaça de guerra nuclear entre os EUA e a
URSS. Está tudo lá. Deve ser visto !&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;- Tomboy (Tomboy): Bom. &lt;/b&gt;Ficção, França,
2011, de Celine Scianma. O diretor capta, com sensibilidade e simplicidade, o drama de uma
criança frente a sua sexualidade.O desempenho das crianças impressiona.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;- As Aventuras de Tintin (The Adventures of
Tintin): Bom. &lt;/b&gt;De Steven Spielberg, EUA, 2011, Desenho Animado, ficção,
baseado nas histórias dos quadrinhos de Tintin, de Hergé. Traz às telas com
competência parte da magia dos quadrinhos que encantaram milhões de crianças e
adolescentes em todo o mundo, inclusive eu mesmo, como o próprio Tintin, Milu,&amp;nbsp; o Capitão Haddock, e Dupont e Dupond.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;As Canções: Bom. &lt;/b&gt;Documentário, de
Eduardo Coutinho, Brasileiro, 2011. Coutinho volta a ser o competente
documentarista de outros trabalhos, e extrai de seus entrevistados emoção,
drama, humor e sensibilidade.&lt;/div&gt;
&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Separação (Nader az Simin): Bom. &lt;/b&gt;Irã, 2011, ficção, de Asghar Farhadi. O cinema iraniano está de volta, expondo as idiossincrasias de um Estado onde religião e as leis se misturam, e a posição da mulher ainda é, de certa forma, submissa.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Espião que Sabia Demais (Tinker, Taylor, Soldier, Spy): Regular a Bom. &lt;/b&gt;EUA, 2011, ficção baseada em livro de John Le Carré, de Tomas Alfredson. Muito bom elenco de atores, destaque para Gary Oldman,&amp;nbsp; nesta trama de espionagem baseada em clássico, mas que peca um pouco na transposição da estória do livro para as telas. Muitos fatos e personagens, um pouco de atropelo de informações. O roteiro deveria ter sintetizado melhor a trama para os 127 minutos de filme.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Guerra Está Declarada (La Guerre Est Declarée): Bom. &lt;/b&gt;França, 2011, ficção baseada em fatos reais, de Valérie Donzelli. Intenso e calcado em um roteiro que transporta para as telas todos os dramas vividos por um casal.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Românticos Anônimos (Les Émotifs Anonymes): Bom. &lt;/b&gt;França/Bélgica, 2010, ficção, de Jean-Pierre Améris. A ingenuidade presente na estória tem as características do filme "O Pequeno Nicolau". Graça e ótimas atuações estão em todos os momentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Faça-me Feliz (Fais-mois plaisir): Regular a Bom. &lt;/b&gt;França, 2009, ficção, de Emmanuel Mouret e Déborah François&lt;b&gt;. &lt;/b&gt;Divertida estória, onde o espírito do filme "Um Convidado Bem Trapalhão" está na tela. Algumas boas gargalhadas...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Triângulo Amoroso (3): Bom.&lt;/b&gt; Alemanha, 2010, ficção, de Tom Tykwer. Divertido e imaginativo roteiro representam o melhor deste filme. Prova de que um bom roteiro é o fundamental para o cinema de ficção. O orçamento é secundário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Tudo pelo Poder (The Ides of March): Regular a Bom. &lt;/b&gt;EUA, 2011, ficção, de George Clooney. Boas atuações de Clooney, Philip Seymour Hoffman, Ryan Gosing e Marisa Tomei são o melhor da estória de um candidato à presidência dos EUA. Encontraremos semelhanças com histórias mais o menos recentes de presidentes norte-americanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Último Dançarino de Mao (Mao's Last Dancer): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Austrália, 2009, ficção, de Bruce Beresford&lt;b&gt;. &lt;/b&gt;Inspirado na vida de bailarino chinês, que após estágio em Houston, nos EUA, decide ficar por lá, contra a vontade do governo chinês. O roteiro conta a estória de maneira, digamos, um pouco maniqueísta, o que empobrece a narrativa. Pequena observação: pedir asilo em Houston, Texas, é sacanagem, não ?? Poderia fazê-lo em outra cidade mais interessante !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Margin Call - O Dia Antes do Fim (Margin Call): Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, EUA, 2011, de J.C.Chandor. A estória aborda o impacto dos primeiros sinais da crise de 2008 em um banco de investimentos nos EUA. Roteiro ágil e excelentes desempenhos de Kevin Spacey e Jeremy Irons.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Os Nomes do Amor (Le Mon dês Gens): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, França, 2010, de Michel Leclerc. Roteiro criativo é o ponto forte da estória. Tem sua graça, mas promete mais do que entrega.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Você Não Conhece Jack (You Don't Know Jack): Bom. &lt;/b&gt;Ficção baseada na história real do Dr. Morte, de Barry Levinson, EUA, 2010. Produção da HBO para a TV, chegou ao Brasil em DVDs. Excelente atuação de Al Pacino como o Dr. Morte, médico que ajudou em mais de 100 suicídios nos EUA. A questão levantou a discussão sobre o direito à morte com dignidade.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Condenação (Conviction): Regular. &lt;/b&gt;Ficção baseado em fato real, de Tony Goldwyn, EUA, 2010. Impressionante caso de abuso policial é contado com competência, mas cujo roteiro deveria ser melhor desenvolvido.&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Chave de Sarah (Sarah's Keys): Bom. &lt;/b&gt;Ficção, França, 2010, de Gilles Paquet-Brenner. Impressionante relato da&lt;b&gt; &lt;/b&gt;odiosa participação de policiais franceses do governo colaboracionista de Vichy, França, na II Guerra, para prender e enviar franceses judeus para os campos onde seriam mortos em câmaras de gás. Uma mancha vergonhosa na história da França.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Garoto de Bicicleta (Le Gamin au Vélo): Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Bélgica, 2011, de Jean-Pierre Bacri e Luc Dardenne. Estória sobre as consequências para uma criança devido ao abandonada por sua família. Uma estória muito presente em nossos dias e muito presente por aqui, no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Late Bloomers - O Amor Não Tem Fim (Late Bloomers): Ruim. &lt;/b&gt;De Julie Gravas, Inglaterra, 2011. Lugares comuns não permitem que Isabella Rossellini salve o filme. Deu vontade de sair antes de acabar....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Pele que Habito (La Piel que Habito): Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Espanha, 2011, de Pedro Almodovar. Baseado no livro "Tarântula", um ótimo roteiro desnuda aos poucos toda a crueza dessa estória, com cores características de Almodovar.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Antonio Banderas reaparece em um filme do diretor que o lançou no cinema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Se Não Nós, Quem ? (Wer Wenn Nicht Wir): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Alemanha, 2010, de Andres Veiel. Curioso retrato da Alemanha Ocidental, do fim da década de 1940 até o início dos anos 1970&lt;b&gt;. &lt;/b&gt;No centro da estória, personagens reais, como os líderes do grupo "Baader Meinhof". Um pouco longo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Submarino (Submarino): Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Dinamarca/Suécia, 2010, de Thomas Vinterberg. Irmãos tem suas vidas marcadas por um acontecimento trágico em sua infâncias, que os impacta profundamente. Desesperança, desajuste social e violência em um lado pouco explorado da vida na Dinamarca. Vinterberg é o diretor do ótimo, já um clássico no cinema mundial, "Festa de Família".&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Dia em que Eu Não Nasci (Das Lied in Mir): Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Alemanha/Argentina, 2010, de Floriam Cossen. O sequestro de uma criança, cujos pais foram mortos pela ditadura argentina, é revelado de uma maneira surpreendente, em um roteiro interessante. O título em alemão significa "A Canção em Mim", ou seja, mais uma vez traduzimos de forma totalmente diferente obras cinematográficas.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Contágio (Contagion): Ruim. &lt;/b&gt;Ficção, EUA, 2011, de Steven Soderbergh. A trama atrai nossa atenção no início da estória, para depois cair em um burocrático desfecho. Uma pena, pois há bons atores...&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Palhaço: Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Brasil, 2011, de Selton Mello. Excelentes atuações de Selton Mello e Paulo José representam o melhor desta divertida estória de um circo pelo interior do Brasil.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Entre Segredos e Mentiras (All Good Things): Regular a Bom. &lt;/b&gt;EUA, 2010, ficção, de Andrew Jarecki. Baseado em história real ocorrida nos EUA, possui interesse e boas atuações dos atores.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;O roteiro poderia trazer mais interesse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Todos os Seus Mortos (Todos Tus Muertos): Bom. &lt;/b&gt;Festival de Cinema do Rio 2011. De Carlos Moreno, ficção, Colômbia, 2010. Em uma Colômbia ainda assolada pela violência de narcotraficanes e paramilitares, as eleições em uma pequena cidade do interior do país são ameaçadas pela descoberta de dezenas de corpos de pessoas assassinadas, jogados em uma plantação nos arredores da cidade. Há uma atmosfera de drama e comédia, enquanto as autoridades tentam resolver a questão. Adicionando tensão à situação, observadores internacionais estão na cidade para acompanhar as eleições.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Prêmio de melhor direção de fotografia no Sundance Film Destival 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Prêmio (El Premio): Bom. &lt;/b&gt;Festival de Cinema do Rio 2011. Ficção, 2011, México/França/Polônia/Alemanha, de Paula Markovitch. Mãe e filha vivem isoladas, à beira mar, no litoral argentino, durante a última ditadura militar naquele país. Sem informações sobre um pai que não se sabe se vivo, preso ou morto, tentam manter uma rotina que não revele nada sobre eles na escola da filha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Réus (Reus): Bom. &lt;/b&gt;Festival de Cinema do Rio 2011. Uruguai/Brasil, de Eduardo Piñero, Alejandro Pi e Pablo Fernández, ficção, 2011. A estória retrata o dia a dia de violência no bairro de Reus, em Montevideu, assolado pelo crime e pelo tráfico de drogas, que convivem com a tradicional comunidade judia que vive no bairro.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Esta é Minha Terra....Hebron (This is My Land...Hebron): Excelente. &lt;/b&gt;Festival de Cinema do Rio 2011. Documentário, Itália, 2010, de Giulia Amati e Stephen Natanson. Premiado e impressionante documentário sobre o assentamento de judeus extremistas em Hebron, no meio dos territórios árabes ocupados na Cisjordânia, sua relação de ódio, agressão e violência com os palestinos e a inação do governo israelense quanto a este fato, que permite cada vez mais assentamentos e a expulsão de palestinos de suas casas. Provavelmente o resto dos assentamentos judeus na Cisjordânia deva ser ocupado por semelhantes extremistas. A argumentação dos judeus que ocupam o assentamento em Hebron é inacreditavelmente racista, violenta e desprovida de qualquer justificativa.A diretora Giulia estava na exibição e pode falar com o público sobre o que foi fazer este documentário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Juntos para Sempre (Juntos para Siempre): Muito Bom. &lt;/b&gt;Festival de Cinema do Rio 2011. Ficção, Argentina, 2010, de Pablo Solarz. Divertida estória sobre um roteirista de cinema na Argentina, suas noivas e mãe. A confusão em sua vida invade e é invadida pelo roteiro que ele está escrevendo.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Em Nome de Deus (En Nombre de Dios): Muito Bom. &lt;/b&gt;Festival de Cinema do Rio 2011. Documentário, Chile/Espanha, 1985, de Patricio Guzmán. Impressionate relato de membros da igreja chilena e da população civil chilena durante a ditadura de Pinochet&lt;b&gt;, &lt;/b&gt;onde fica clara a firme posição da Igreja no Chile contra a truculência e a violência de Estado no Chile à época. A Igreja no Chile forneceu amparo e ajuda jurídica aos que a procuraram, e participou como um extremamente importante grupo de pressão no país e no mundo contra a ditadura de Pinochet, denunciando seus inúmeros excessos e clamando por Democracia. É forçoso lembrar que na hedionda ditadura na Argentina de 1976 a 1983 a Igreja foi ou omissa ou apoiou os militares argentinos e suas atrocidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Espírito Incansável (Monica Wangu Wamwere): Bom. &lt;/b&gt;Festival de Cinema do Rio 2011. Documentário, Quênia. 2011, de Jane Murago-Munere. A impressionante história de luta de Monica W. Wamwere e sua família contra todo tipo de arbitrariedades e truculências do governo queniano, com uma coragem quase inacreditável. Fiquei pessoalmente impressionado, pois achava que o Quênia fosse uma espécie de ilha em meio à violência e às ditaduras na África.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- We Need to Talk About Kevin: Muito Bom. &lt;/b&gt;Festival de Cinema do Rio 2011. Ficção, Reino Unido, 2011, de Lynne Ramsay. Baseado em livro de mesmo nome, a estória conta com as excelentes atuação de Tilda Swinton e dos outros atores do elenco, e com ótimo roteiro. Impressiona e é 200% tensão até um último segundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Querida Vou Comprar Cigarros e Já Volto (Querida Voy a Comprar Cigarrillos y Vuelvo): Excelente. &lt;/b&gt;Festival de Cinema do Rio 2011. Argentina, 2011, de Mariano Cohn e Gastón Duprat, ficção. Da mesma dupla que dirigiu o ótimo "O Homem ao Lado", conta com excelente roteiro, que dá um ritmo que é só surpresa e diversão ao filme. Mais um produto excelente (entre muitos) do excelente cinema argentino, que dá de dez no brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Testemunho (Edut): Muito Bom. &lt;/b&gt;Festival de Cinema do Rio 2011. Israel/França, 2011, documentário, de Shlomi Elkabetz. Histórias de palestinos e israelenses sobre violências, desmandos e atrocidades cometidas por soldados israelenses nos territórios ocupados da Cisjordânia e Faixa de Gaza em 2000, o início da Segunda Intifada, através da voz de israelenses, mais de dez anos depois. Impossível não se indignar ao ouvir aquelas histórias repugnantes, revoltantes e assustadoras. E que ainda acontecem na mesma região.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Dublê do Diabo (The Devil's Double): Bom. &lt;/b&gt;Festival de Cinema do Rio 2011. De Lee Tamahori, Bélgica, 2011, ficção. Baseado na história real do homem contratado, sob ameaças de toda espécie, para ser o dublê de um filho de Saddam, Uday&lt;b&gt;. &lt;/b&gt;Revela parte da extrema violência e o absurdo do Iraque de Saddam e, em especial, as atrocidades e extravagâncias cometidas pelo filho dele, Uday.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Massa Cinzenta (Matière Grise): Bom. &lt;/b&gt;Festival de Cinema do Rio 2011. De Kivu Ruhorahoza, Ruanda, ficção, 2011. Só por ser um filme ruandense (quase não vemos nada do cinema africano por aqui), já valeria à pena. No caso, o diretor estava na sala de cinema conosco. Estória de um cineasta ruandense que tenta financiamento para filme sobre os impactos nas pessoas do massacre em Ruanda, 1994. A produção é algo tosca (imagino o baixo orçamento !), mas o roteiro é interessante e revela o drama que ainda cerca aqueles, de alguma forma, atingidos pelo massacre de 1994.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Uma Guerra (Odna Voyna): Bom. &lt;/b&gt;Festival de Cinema do Rio 2011.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Rússia, 2009, de Vera Gladoleva, ficção baseada em uma história real. A história de mulheres soviéticas, mães de filhos de militares alemães que invadiram a União Soviética na II Guerra, caminha para um acerto de contas com o regime soviético ao fim da guerra. Interessante releitura da época stalinista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Contra o Tempo (Source Code): Fraco. &lt;/b&gt;2011, EUA/França, ficção científica, de Duncan Jones&lt;b&gt;. &lt;/b&gt;Pouco crível, pouco lógico, atores ruins. Péssima soma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&amp;nbsp;- Confiar (Trust): Regular a Bom. &lt;/b&gt;EUA, 2010, ficção, de David Schwimmer. Interessante estória sobre os perigos representados pela internet, quando serve de porta de entrada para crimes sexuais contra menores. Como diretor, ator da série "Friends".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Trabalhar Cansa: Regular a Bom. &lt;/b&gt;Brasil, 2011, ficção, de Juliana Rojas e Marco Dutra. Curiosa estória, povoada pelo sobrenatural e por um clima da terror, mesmo angustiante. Porém, exige mais ritmo&lt;b&gt;.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Borboletas Negras (Black Butterflies): Bom. &lt;/b&gt;Holanda, 2011, ficção, de Paula van der Oest. Parte da vida da poetisa sul-africana Ingrid Jonker é contada. Há uma constante tensão entre suas posições e as do regime do Apartheid&lt;b&gt;, &lt;/b&gt;que impacta sobremaneira sua vida na África do Sul.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Outubro (Octubre): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Peru, 2010, ficção, de Daniel e Diego Vega Vidal. Mostra com crueza a vida da população pobre no Peru (será Lima ?), que depende, no caso do filme, de agiotas para conseguir dinheiro e sobreviver. Pode chocar, mas representa a realidade dos excluidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Medianeras - Buenos Aires na Era do Amor Virtual (Medianeras): Bom. &lt;/b&gt;Argentina, 2011, ficção, de Gustavo Taretto. A solidão da cidade grande (no caso, Buenos Aires) abordada em roteiro imaginativo e com competentes atuações. Cinema argentino mais uma vez dá provas quão maduro está. E anos luz do brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Um Conto Chinês (Un Cuento Chino): Muito Bom. &lt;/b&gt;Argentina, 2011, ficção, de Sebastián Borensztein. Ancorado na extremamente competente atuação de Ricardo Darín, e em um ótimo roteiro, o filme emociona. Não saiam da sala até o último crédito. Haverá divertidas revelações.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Amor a Toda Prova (Crazy, Stupid, Love): Bom. &lt;/b&gt;Ficção, EUA, 2011, de Glenn Ficarra e John Requa. Engraçada estória sobre o fim de um casamento. Situações bizarras e um roteiro competente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Planeta dos Macacos: a Origem (Rise of the Planet of the Apes): Regular. &lt;/b&gt;Ficção, EUA, 2010, de Rupert Wyatt. Bons efeitos, mas a estória não empolga. A estória poderia trazer mais indeditismo e emoção, sem depender tanto dos efeitos. Serviu para me lembrar dos episódios da série de filmes para o cinema e a TV baseados no original "Planeta dos Macacos".&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Balada do Amor e do Ódio (Balada Triste de Trompeta): Ruim a Regular. &lt;/b&gt;Espanha/França, 2010, de Alex de la Iglesia, ficção. Quase uma alegoria sobre a Espanha Franquista. Apesar de um começo interessante, exagera no grotesco e se perde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Violência e Paixão (Gruppo di Famiglia in un Interno): Bom. &lt;/b&gt;De Luchino Visconti, ficção, Itália/França, 1974. A vida de um professor em Roma é atropelada por estranha família que se instala no andar acima do seu. Nada será como antes. Lembremos que o ator principal deste filme, Burt Lancaster, atuou no clássico, também de Visconti, "O Leopardo". Repetem a parceria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&amp;nbsp;- Um Sonho de Amor (Io Sono L'amore):&lt;/b&gt; &lt;b&gt;Bom a Muito Bom.&lt;/b&gt; Itália, ficção, de Luca Guadagnino, 2009. Excelentes atuações (destaque: Tilda Swinton) em roteiro que caminha por sucessivas tensões. Há algo de podre e decadente naquela abastada família italiana, o foco do filme.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Tudo Ficará Bem (Alting Bliver Godt Igen): Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Dinamarca, 2010, de Christopher Boe. Em uma atmosfera do movimento Dogma, um roteiro competente, que avança e recua no tempo, nos atropela nas dúvidas e sonega até o último momento a real estória. Intervenção de tropas dinamarquesas na guerra contra o terror (Afeganistão ou Iraque ??) permeiam o filme.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Melancolia (Melancholia): Fraco a Regular. &lt;/b&gt;Ficção, de Lars Von Trier, Dinamarca/Suécia/França/Alemanha, 2011. Dividido em duas partes, longo demais. A primeira delas traz ritmo interessante, que em alguns momentos lembra o filme "Festa de Famíla", além de reunir bons atores em bons desempenhos. A segunda parte se arrasta, além da conta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Mamute (Mammuth): Fraco. &lt;/b&gt;França, de Gustave de Kervern e Benoit Delépine&lt;b&gt;, &lt;/b&gt;ficção, 2010. Nem a presença de Gérard Depardieu salva a filme. Uma pena. Depardieu merecia melhor filme !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Vejo Você no Próximo Verão (Jack goes boating): Regular. &lt;/b&gt;De Philip Seymour Hoffman, ficção, EUA, 2010. Com o próprio Philip Seymour como protagonista, interessa por sua atuação, sempre um diferencial, além de&amp;nbsp;vê-lo atrás das câmeras, dirigindo. Mas é o que sustenta o filme, sem maiores atrações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Assalto ao Banco Central: Regular a Bom. &lt;/b&gt;Brasil, 2010, ficção, de Marcos Paulo. Inspirada no assalto ao Banco Central&lt;b&gt; &lt;/b&gt;em Fortaleza,&lt;b&gt; &lt;/b&gt;conta com alguns bons atores (outros, nem tanto) e interessante roteiro. Tem dinâmica e humor.&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Loup - Uma Amizade para Sempre (Loup): Regular. &lt;/b&gt;França, 2009, ficção, de Nicolas Vanier. Estória de nômades que vivem na Sibéria e vivem de suas renas. Algum interesse, paisagens bonitas, mas roteiro burocrático não deixa o filme evoluir, nem surpreender.
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Corações Perdidos (Welcome to the Rileys): Bom. &lt;/b&gt;De Jake Scott, Reino Unido/EUA, ficção, 2010. Bons atores vivem casal, com vidas impactadas por drama familiar. Uma&amp;nbsp;dançarina representará uma mudança em suas vidas. Filme fundamentado em suas boas atuações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Cilada.com:&amp;nbsp;Bom. &lt;/b&gt;Brasil, 2011, de José Alvarenga Jr., ficção. Traz pras telas de cinema o formato da série da TV por assinatura. Funciona, na maior parte, com roteiro ágil e o engraçado Bruno Mazzeo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Estranhos Normais (Happy Family): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Itália, 2010, de Gabriele Salvatore, ficção. Estória dentro de uma estória, imaginativo e engraçado. Poderia mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Missão do Gerente de Recursos Humanos (Human Resources Manager): Regular. &lt;/b&gt;Israel/Alemanha/França, 2010, de Eran Rikilis, ficção. Curioso, do diretor que fez trabalhos como "Lemom Tree", mas o roteiro não permite que o filme decole.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Singularidade de Uma Rapariga Loura: Ruim. &lt;/b&gt;Portugal/Espanha/França, 2009, ficção, de Manoel de Oliveira. Pouco verossímel, personagens toscos, atores com mau desempenho, diálogos e situações datadas, tudo contribui para o tédio do filme.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Família Braz - Dois Tempos: Bom. &lt;/b&gt;Brasil, documentário, de Domit Harazim e Arthur Fontes, 2010. Interessante retrato de família da periferia de São Paulo, onde apresenta a evolução dos mesmos, comparados dois momentos, hoje e há dez naos,&amp;nbsp;a reboque da inclusão social de milhões de brasileiros nestes últimos anos.&amp;nbsp;Bom conteúdo, mas cuja forma é conduzida quase burocraticamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Potiche - Esposa Troféu (Potiche): Bom. &lt;/b&gt;França, François Ozon, 2010, ficção. Caricato e engraçado, bons atores significam seu maior trunfo. Destaques para Catherine Deneuve e Gérard Depardieu. A estória se passa na França, em 1977.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Meia Noite em Paris (Midnight in Paris): Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;Woody Allen, EUA/Espanha, ficção, 2011. Divertida e imaginativa comédia, com o toque único de Woody Allen. O ator Owen Wilson incorpora com competência os maneirismos de Allen.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Uma Doce Mentira (De Vrais Mensonges)&amp;nbsp;: Fraco a Regular. Festival Varilux de Cinema Francês. &lt;/b&gt;De Pierre Salvadori, França, 2009, ficção. Estória simplória, quase "sessão da tarde", que nem Audrey Tautou (Amelie Poulan) salvou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Xeque-Mate (Joueuse): Bom. Festiva Varilux de Cinema Francês. &lt;/b&gt;França, de Caroline Bottaro, ficção, 2008. Francesa, casada, com filha, vida simples e entediante, através do Xadrez descobre a oportunidade de ser protagonista de sua própria vida. Um&amp;nbsp;belo desempenho de Sandrine Bonnaire, que estava presente ao fim da sessão, junto com a diretora, Caroline Bottaro, quando falaram do filme e de suas carreiras (descobrimos que Sandrine Bonnaire tornou-se atriz por acaso !!).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Namorados para Sempre (Blue Valentine): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, EUA, 2010, de Derek Cianfrance. Acompanha a relação de um casal, com evolução imaginativa e roteiro que mistura os tempos, ora avançando, ora recuando no tempo, surpreendendo. Poderia ser mais curto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Quebrando o Tabu: Bom. &lt;/b&gt;Brasil/EUA/Portugal/Holanda/Colômbia/Suíça/França/Argentina, documentário de Fernando Grostein Andrade, 2011. Introduz&amp;nbsp;a discussão sobre o combate às drogas, tal como tem sido feito, e que demonstrou ser um fracasso.&amp;nbsp;Apresenta o&amp;nbsp;sucesso de outras abordagens&amp;nbsp;no mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Estamos Juntos: Regular a Bom. &lt;/b&gt;Brasil, 2011, ficção, de Toni Venturi. O roteiro poderia ser mais dinâmico. Ótimas atuações de Leandra Leal e Cauã Reymond, onde fica cada vez demonstrada sua versatilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Minhas Tardes com Margueritte (La Tête en Friche): Fraco. &lt;/b&gt;França, 2010, ficção, de Jean Becker. A estória é apoiada em fraco roteiro e uma edição ruim. Depardieu (que já fez bobagens) não a salva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Santa Paciência (The Infidel): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Reino Unido, ficção, 2010, de Josh Appignanesi. Divertida e diferente abordagem das tensões entre muçulmanos e judeus, mas fica aquem daquilo que promete. O roteiro poderia ousar mais, mas preferiu a solução fácil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Homem ao Lado (El Hombre de al Lado): Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;Argentina, 2009, ficção, de Daniel Aráoz e Mariano Cohn. Cinema argentino volta a arrebatar, com força total, e desta vez ancorado na magistral interpretação de Daniel Aráoz. Uma vizinhança difícil&amp;nbsp;e tensão crescente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Chuva (Lluvia): Bom. &lt;/b&gt;Argentina, 2008, ficção, de Paula Hernandez. Curiosa estória, um homem e uma mulher, no que parece ser Buenos Aires. Os momentos presente e passado se cruzam, desordenadamente e propositalmente, como que para desorientar o espectador. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Como Arrasar um Coração (L'arnacoer): Bom. &lt;/b&gt;França/Mônaco, 2010, ficção, de Pascal Chaumeil. Comédia sobre um bizarro profissional, que é contratado para seduzir e destruir relacionamentos. Lança mão de antigas estórias do cinema, mas diverte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Cinco Dias sem Nora (Cinco Dias sin Nora): Bom. &lt;/b&gt;México, 2008, de Mariana Chenillo, ficção. A cômica relação potencializada pelo falecimento da&amp;nbsp;ex-esposa,&amp;nbsp;separada há anos, e seu ex-marido.&amp;nbsp;Roteiro divertido, mas promete mais do que entrega.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Natimorto: Ruim. &lt;/b&gt;Brasil, ficção, 2009, de Paulo Machline. Animado com o que tinha visto no "Cheiro do Ralo", baseado no mesmo Mutarelli, fui verificar "Natimorto". Ruim, chato, e, confesso, não aguentei e pela metade saí do cinema. Mutarelli atua no filme. Uma decepção. Será pela direção, roteiro ou pela obra fonte ?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Amor Chega Tarde (Love Comes Lately): Regular a Bom.&lt;/b&gt; Alemanha/Áustria/EUA, de Jan Schütte, ficção, 2007. A estória do escritor idoso tem graça, mas roteiro poderia ter imprimido mais ritmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- A Minha Versão de Amor (Barney's Version): Regular a Bom&lt;/b&gt;. Canadá/Itália, de Richard J.Lewis, ficção, 2010. O bom ator Paul Giamatti, em estória que percorre boa parte da vida adulta de seu personagem. Há muita diversão, mas o ritmo não se sustenta até o final.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Bróder: Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, de Jeferson De, Brasil, 2009. Ótimos atores com ótimo desempenho e um roteiro ágil, em uma estória passada em favela da Grande São Paulo. Muita violência e tensão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Amor ?: Bom. &lt;/b&gt;Brasil, João Jardim, documentário.&amp;nbsp;Atores e atrizes, de forma muito competente, interpretam depoimentos reais, onde sempre há a violência que invade os relacionamentos amorosos. Ciúme, posse e violência transbordam em cada situação. Impressiona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Bebês (Bébés): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Documentário, de Thomas Balmès, França, 2010. Quatro bebês, Namíbia, EUA, Mongólia e Japão, em seu primeiro ano de vida. Diverte, e nos mostra que todos eles, não importa onde nasceram, agem de forma semelhante. Mas&amp;nbsp;o filme se alonga um pouco demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Homens e Deuses (Des Hommes et des Dieux): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Xavier Beauvois, 2010, França, ficção. Na Argélia pós golpe militar que derrubou partido muçulmano, convento de padres franceses é envolvido na violência que tomou todo o país. Bom elenco, mas roteiro deveria imprimir mais dinamismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Que mais Posso Querer (Cosa Voglio di Più): Bom. &lt;/b&gt;Itália/Suíça, 2010, ficção de Silvio Soldini. Uma relação extraconjugal é a linha central do roteiro, com uma evolução tumultuada e realista. A emoção está presente no roteiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Contracorrente (Contracorriente): Bom. &lt;/b&gt;Javier Fuentes-León, Peru/Colômbia/França, 2009, ficção. No Peru, em uma pequena vila de pescadores, estória que mistura homossexualismo e sobrenatural, em um roteiro bem montado. Produção simples, mas eficiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Ricky (Ricky): Regular. &lt;/b&gt;Ficção, França/Itália, 2009, de François Ozon. Mérito em mostrar casal proletário na França, que é surpreendido por um filho com características, digamos, estranhas. Gente normal, problemas terrenos, exceto o bebê. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Feliz que minha Mãe Esteja Viva (Je Suis Heureux que ma Mére Soit Vivant): Regular. &lt;/b&gt;Ficção - inspirada em uma estória verídica - de Claude Miller a Nathan Miller, França, 2009. Filho adotado procura sua mãe. A estória poderia ser mais bem contada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- O Retrato de Dorian Gray (Dorian Gray): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Reino Unido, 2011, de Oliver Parker. Refilmagem de um clássico, baseado na obra de Oscar Wilde, faz uma boa reconstituição da época, mas o ator principal, que representa Gray (Ben Branes), não tem o peso que o papel exige. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Não me Abandone Jamais (Never Let me Go): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Reino Unido/EUA, 2010, de Mark Romanek. Estória curiosa sobre crianças que crescem juntas em orfanato, mas com propósitos que determinam suas vidas adultas. Proposta curiosa, mas que poderia imprimir mais ritmo ao roteiro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- O Sequestro de um Herói (Rapt): Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, França, 2009, de Lucas Belvaux. Estória de um tenso sequestro na França, onde a vida do sequestrado, um executivo, é paulatinamente revelada, e cujo desfecho é imprevisível. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Jogo de Poder (Fair Game): Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, baseada em história real, de Doug Liman, EUA, 2010. A história de agente da CIA, cuja identidade é revelada por membros do executivo do Governo Bush, durante a invasão do Iraque em 2003, para atingir seu marido, que havia desmentido informações sobre compra de urânio pelo governo de Saddam. Sean Penn (sempre engajado) e Naomi Watts em ótimas atuações. O filme vale pelo histórico desta (entre muitas) atitude covarde do Governo Bush para tentar validar a invasão do Iraque em 2003. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Cópia Fiel (Copie Conforme): Regular a Ruim. &lt;/b&gt;Ficção, França/Itália/Irã, de Abbas Kiarostami, 2010. Por mais que simpatize com Kiarostami, de quem já vi belos filmes, quase fui embora antes de acabar. O roteiro beira o enfadonho e o filme se arrasta em diálogos chatos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Em um Mundo Melhor (Haeven): Muito Bom.&lt;/b&gt; Suécia/Dinamarca, 2010, de Susanne Bier, ficção. Vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro em 2011, passado entre a África e a Dinamarca, com características do movimento Dogma. Estória onde a violência produz mais violência, em uma infindável espiral. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Lope: Bom. &lt;/b&gt;Brasil/Espanha, de Andrucha Waddington, ficção. Interessante e bem cuidada produção sobre a vida do dramaturgo e do poeta espanhol Lope de Vega. A reprodução da época na Espanha foi bem sucedida. Importante trazer à luz a vida deste curioso e destacado personagem, dramaturgo e poeta com imensa produção, que viveu entre os séculos XVI e XVII. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Quando Voam as Cegonhas (The Cranes are Flying): Muito Bom. &lt;/b&gt;União Soviética, 1957, ficção, direção de Mikhail Kalatozov. Ganhador da Palma de Ouro em Cannes, apresenta belíssimas imagens e enquadramentos, gravado em preto e branco, em estória ambientada na II Guerra Mundial, na União Soviética. Respirava a atmosfera do pós morte de Stalin, após a extrema repressão que caracterizou o período stalinista. Visto em DVD. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Incêndios (Incendies): Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Canadá, 2010, de Denis Villeneuve. A violência do Oriente Médio é trazida às telas, com o sectarismo dos grupos religiosos se traduzindo em extrema violência. O espectador identificará o Líbano. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Trabalho Interno (Inside Job): Muito Bom. &lt;/b&gt;Do diretor Charles Ferguson, documentário, EUA, 2010. Ferguson, que já nos havia presenteado com "No End in Sight", o excelente documentário sobre a invasão do Iraque em 2003, traz uma bem estruturada explicação e depoimentos esclarecedores sobre a crise financeira de 2008. Faz revelações que impactam, como um pouco ético relacionamento de instituições acadêmicas (Harvard, Columbia/NY) com o mercado financeiro, e as pífias providências de Obama para regular o setor. Em tempo: a crítica do "O Globo" (A.M.) deve fazer melhor o dever de casa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Desconhecido (Unknown): Bom. &lt;/b&gt;EUA/Alemanha/Reino Unido/França, 2011, de Jaume Collet-Serra, ficção/suspense. Liam Neeson com muito bom desempenho, em trama ancorada em roteiro que sonegará até o final do filme os detalhes do quebra-cabeça. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- 127 Horas (127 Hours): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, baseada em história real, de Danny Boyle, EUA, 2011. A história de superação impressiona, mas o roteiro deixa a desejar. Faltou mais dinamismo... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Bravura Indômita (True Grit): Bom. &lt;/b&gt;Ficção, EUA, 2010, irmãos Coen. Divertida refilmagem do clássico de Western de 1969, com John Wayne. Apresenta ótimas atuações de Jeff Bridges, que já atuara com os Coen, e da menina Hailee Steinfeld. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- O Mesmo Amor, A Mesma Chuva (El Mismo Amor, La misma Lluvia): Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Argentina, 1999, de Juan José Campanella. Filme visto no festival sobre Ricardo Darin, no Rio de Janeiro, reúne os 02 protagonistas do "Segredo dos seus Olhos", Darin e Soledad Villamil. Acompanha os dois durante os anos 1980 e 1990, em Buenos Aires, com drama e humor. Mas não é o melhor de Darin. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- O Vencedor (The Fighter): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, EUA, 2010, David O. Russel. Baseado em história real, possui boas atuações. Mas, para mim, uma história sobre boxe (de que ñ gosto) é um pouco enfadonha. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- O Discurso do Rei (The King's Speech): Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Reino Unido e Austrália, 2010, de Tom Hooper. É um filme de atores, e eles dão um show nas telas, especialmente o australiano Geoffrey Rush. Ao fundo, a história, em um dos seus mais dramáticos momentos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Cisne Negro (Black Swan): Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção, EUA, Darren Aronofsky, 2010. Ótimo roteiro, que captura a atenção e mantem a tensão até o último segundo. Natalie Portman apresenta excelente desempenho, o que muito contribui para a tensão e o resultado do filme. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Lixo Extraordinário: Muito Bom. &lt;/b&gt;Documentário, Brasil, 2010, de Lucy Walker, João Jardim e Karen Harley. Retrato do lixão de Gramacho, Rio de Janeiro, onde ação do artista Vik Muniz promove excepcional trabalho, com ótimos resultados para a comunidade de catadores do lixão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Um Lugar Qualquer (Somewhere): Fraco a Regular. &lt;/b&gt;Ficção, Sofia Coppola, EUA, 2010. Não dá pra entender a comoção nem as indicações que o filme recebeu. A estória é vazia e o roteiro não prende. Deve ser o nome Coppola.... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Inverno da Alma (Winter's Bone): Bom. &lt;/b&gt;Ficção, de Debra Grenik, EUA, 2010. Interessante estória, em produção barata, que mostra Estados Unidos pouco conhecido, mesmo sombrio. Ótimos atores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Tio Boonmee, que pode recordar suas vidas passadas: Ruim. &lt;/b&gt;Espanha/França/Alemanha/Reino Unido/Tailândia, 2010, ficção. Prêmio de melhor filme em Cannes este ano. Deve ser a mania de Cannes de premiar o inusitado. Possui linguagem pessoal, confusa e entediante, talvez clara na cabeça do diretor. Deu vontade de ir embora antes de acabar, mas tentei descobrir até o último minuto o que era. Não descobri ! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Três Homens e uma Noite Fria: Bom. &lt;/b&gt;Mika Kaurismäki, Finlândia, 2008, ficção. A surpreendente e quase desconhecida Finlândia nos presenteia novamente com um bom filme. Três homens, já maduros, enfrentam seus medos e dilemas na fria noite do inverno finlandês. Havia perdido quando passou no cinema, e o vi em DVD. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Além da Vida (Hereafter): Ruim a Regular. &lt;/b&gt;Clint Eastwood, EUA, 2010, ficção. Começa bem, bons efeitos, mas depois afunda na pieguice e se perde. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- A Árvore (The Tree): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Julie Bertucelli, França, 2010, ficção. Interessante roteiro, puxado ao fantástico, com bons atores. Falta algo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Trabalho Sujo (Sunshine Cleaning): Regular a Bom. &lt;/b&gt;De Christine Jeffs, EUA, 2009, ficção. Graça e simpatia fazem a atração desta estória, de gente que luta com dificuldades para buscar o sonho americano. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Fora da Lei (Hors la loi): de Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;França/Argélia/Alemanha, 2010, ficção de Rachid Bouchareb. Centrado na vida de três irmãos argelinos, de 1925 até os anos 1960, conta algumas passagens interessantes da luta pela independência da Argélia, na qual se envolvem os três. O roteiro é linear, mas prende a atenção e revela o drama e a violência do conflito pela independência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Tetro: Fraco a Regular.&lt;/b&gt; Ficção, Francis Ford Coppola, Argentina/Itália/Espanha, 2009. Capricha na forma, mas possui um pobre conteúdo, e os atores escolhidos não conseguem salvar a trama. Anos luz da capacidade demonstrada por Coppola em "O Poderoso Chefão" ou "Apocalypse Now". &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- 72 Horas (The Next Three Days): Fraco. &lt;/b&gt;De Paul Haggis, EUA, 2010, ficção. Refilmagem adaptada de "Pour Elle", de Fred Cavayé, 2008, escorrega, desde o início, para o lugar comum e o pouco crível. Um professor transforma-se em um MacGyver (o personagem de série de TV que possuía habilidade inacreditável) para tirar a esposa da cadeia. Força a mão e entedia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Um Homem que Grita (Un Homme qui Crie): Bom. &lt;/b&gt;França, Bélgica e Chade, 2010, de Mahamat-Saleh Haroun, ficção. Acompanha a vida de ex-campeão de natação africano, hoje guarda-vidas em um hotel no Chade, país conturbado por guerra civil e interesses externos desde sua independência, na década de 1960. Seu apego à piscina chega à beira da irrealidade, quando tudo à volta desmorona, em mais um episódio de violência naquele país. Aliás, lugar comum na África, continente que reúne uma enorme quantidade de Estados Falidos, como o Chade. Há esperança ? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- O Ciúme Mora ao Lado: Regular a Bom. &lt;/b&gt;Não me atrevo a colocar o título em finlandês. Finlândia, 2009, ficção, de Mika Kaurismäk. Divertido, mas sem grandes atrativos. Casal se separando de forma tumultuada, teoricamente buscando agir civilizadamente. Mas é bom ver mais um produto da Finlândia por aqui. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Machete: Regular. &lt;/b&gt;Robert Rodriguez, EUA, 2010, ficção. Famoso por filmes com muita ação, violência e baixo orçamento, começou a trilhar esta linha com seu primeiro longa, o já famoso "El Mariachi" (1992). "Machete" trilha o mesmo caminho, mas sua profusão de violência gratuita e bizarrices, apesar de aspecto nonsense e cômico, me cansou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- O Garoto de Liverpool (Nowhere Boy): Bom. &lt;/b&gt;Ficção, Reino Unido/Canadá, 2009, de Sam Taylor. Apresenta a adolescência de John Lennon, até a formação da sua banda que iria se apresentar em Hamburgo, Alemanha. Traz fatos interessantes sobre a vida do músico e reúne ótima interpretação do ator que atua como John Lennon. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- A Rede Social (The Social Network): Regular a Bom. &lt;/b&gt;EUA, 2010, David Fincher, ficção. Baseado no livro "Bilionário por Acaso", conta a história da criação do Facebook. Curioso, mas não empolga, com um roteiro sem surpresas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- José e Pilar: Bom e Muito Bom. &lt;/b&gt;Espanha/Brasil/Portugal, 2010, documentário de Miguel Gonçalves Mendes. Delicioso e simpático documentário que acompanha os últimos anos de Saramago e sua mulher, Pilar. Ele exibe, em uma maratona inacreditável de viagens por todo o mundo, lucidez, energia e inteligência soberbas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Um Homem Misterioso (The American): Regular. &lt;/b&gt;EUA, ficção, 2010, de Anton Corbijn. Estória acompanha matador profissional (George Clooney) da Suécia à Itália. Simples, econômico na narrativa, mesmo minimalista, mas falta algo pra trazer mais interesse e tensão à narrativa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Moscou, Bélgica (Aanrijding in Moscou/ Moscow, Belgium): Bom. &lt;/b&gt;Christophe Van Rompaey, Bélgica, 2010, ficção. Interessante filme belga, passado em um bairro de Ghent, na Bélgica, chamado Moscou (daí o nome). Gente com cara de gente e situações não glamorosas, mas reais, auxiliadas por atores em ótimas atuações.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Filme de baixo orçamento que me fez lembrar o estilo do "Cyrus", em cartaz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Felicidade (Happiness): Bom.&lt;/b&gt; Ficção, EUA, 1998, Todd Solondz. Não resisti e vi novamente o filme de Solondz (em DVD), que havia visto na década de 1990. Realmente "A Vida Durante a Guerra" é uma continuação de "Felicidade". O qual é superior à continuação. Vendo-o, entendi melhor a sequência e tive a certeza que "Felicidade" é melhor, mais cáustico e rompe mais decisivamente com a vida suburbana norte-americana. Fico pensando o que teria motivado o diretor Solondz e fazer estes trabalhos..... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- A Vida Durante a Guerra (Life During Wartime): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Todd Solondz, ficção, EUA, 2010. Quase uma continuação da temática abordada em "Felicidade", do próprio Solondz, possui cenas bizarras e tipos estranhos, mas perde pro roteiro de "Felicidade" na abordagem e no impacto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Você Vai Conhecer o Homem dos seus Sonhos (You will meet a tall dark stranger): Bom a Muito Bom. &lt;/b&gt;Woody Allen, ficção, EUA, 2010. Nesta comédia mais uma vez ambientada na Inglaterra (Londres), demonstrando maestria no roteiro, Allen brinca com os personagens e os envolve em situações engraçadas e coincidências que os arrastam para consequências nem sempre previstas ou desejadas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Cyrus: Bom. &lt;/b&gt;Ficção, EUA, 2010, de Mark e Jay Duplass. Produção de baixo orçamento que cativa pela imaginação do roteiro, pelas situações reais e as ótimas atuações de John C. Reilly e Marisa Tomei. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Minhas Mães e Meu Pai (The Kids Are All Right): Regular a Bom. &lt;/b&gt;Ficção, EUA, 2010, de Lisa Cholodenko. Há alguns risos e alguma graça na situação - casal de lésbicas com filhos fruto de inseminação artificial que conhecem o doador. Mas as soluções do roteiro e os personagens são muito "certinhos" e dão poucas densidade e credibilidade à estória. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Restrepo: Muito Bom. &lt;/b&gt;Documentário norte-americano, de Tim Hetherington e Sebastian Junger, 2010. Continuava em Londres e todas as críticas que li a respeito em jornais e revistas foram excelentes. Decidi: tinha que vê-lo e postar minhas impressões sobre o filme !! Valeu, MUITO !! Apresenta o dia a dia de combates, violência e morte de uma unidade do exército dos EUA no vale de Korengal, no Afeganistão, entre 2007 e 2008. Você se sente caminhando com eles, e entende, um pouco, por que a situação não está evoluindo por lá, e por que o Talibã permanece muito forte em extensas regiões do país, especialmente junto ao Paquistão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Invonlutary: Bom. &lt;/b&gt;Ficção sueca, 2008, direção de Rubens Östlund. Visitava Londres, e segui a dica de vários críticos da TimeOut, além de cumprir com o compromisso de postar por aqui algo que visse na viagem. Várias estórias (05) andam paralelas, mas não se cruzam. Cada pedaço de estória se sucede, no máximo com sete minutos cada. A maioria aborda o bizarro e o equívoco das decisões que levam a consequências não previstas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Biutiful: Muito Bom. &lt;/b&gt;Ficção Hispano-Mexicana, 2009, de d'Alejandro Gonzàlez Iñárritu. Como prometido, quando visitava Paris, não resisti e assisti a este filme, com Javier Barden mais uma vez em excelente desempenho. A estória acontece em Barcelona, e Barden é um escroque que explora ilegais da China e da África. O cara é muito bom ator !</description><link>http://fred-blogdofred.blogspot.com/2016/07/cinema-o-que-este-blogueiro-viu-desde.html</link><author>noreply@blogger.com (Fred)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8801684654378313981.post-2765940667233466508</guid><pubDate>Sat, 15 Feb 2020 18:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2020-02-15T15:07:49.398-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Opiniões</category><title>OPINIÕES</title><description>&lt;div align="justify"&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;15/02/20 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Mais esquerda caviar... Do artigo "A cigarra e a saúva", de Eduardo Affonso, 'O Globo'...&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
 Affonso elenca características bizarras, bisonhas, engraçadas, 
arrogante, cínicas e lunáticas da 'esquerda brasileira', com jeitão de 
Zona Sul do Rio de Janeiro...&lt;br /&gt; "Quem nunca foi 'de esquerda' ñ sabe o
 que está perdendo. Equivale a ter uma pulseirinha vip que dá direito a 
ser misógino, homofóbico, racista, mitômano, fanático - tudo o que se 
condena na 'direita'..."&lt;span class="text_exposed_show"&gt;&lt;br /&gt; "Quem é de 
esquerda está liberado para desrespeitar a memória de judeus, armênios, 
ciganos, cambojanos, tutsis, homossexuais, indígenas e quaisquer 
minorias ou etnias, podendo banalizar termos como 'nazismo' e 
'genocídio'. Pode postar carradas de mentiras em jornais estrangeiros. 
Pode até cuspir: ser de 'esquerda' garante salvo-conduto ético e 
blindagem intelectual. O indivíduo se sente autorizado a dizer ou 
cometer as maiores barbaridades porque vê a si mesmo como um guerreiro 
do povo brasileiro na guerra santa contra os infiéis liberais e os 
ímpios conservadores. Afinal, Lênin e Lula, Stalin e Stédile, Boulos e 
Bagno estiverem com ele, quem terá a pachorra de estar contra ele ??"&lt;br /&gt; "As ditaduras que a esquerda apoia, apesar de mais letais, são melhores que as dos outros".&lt;br /&gt; "O rico de 'esquerda' tem o bônus de poder se indignar com a existência do pobre de 'direita'".&lt;br /&gt; A 'esquerda' "...só reconhece eleições livres e diretas se seu candidato vencer".&lt;br /&gt; "Crê piamente no dogma do golpe, jura de pés juntos que a Democracia está em vertigem...."&lt;br /&gt; "Além de poder tudo, outra grande vantagem de ser de 'esquerda' é que 'esquerda' nunca erra"....&lt;br /&gt; Pobre Brasil.... O jeito é se mudar para Paris, e morar no apê de membros ilustres da 'esquerda'.....&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;15/02/20 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;‘Esquerda Caviar’ e a incapacidade visceral de reconhecer os próprios erros...&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="_5pbx userContent _3ds9 _3576" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}" data-testid="post_message" id="js_l"&gt;
 Impossível ñ comentar nem ñ reproduzir trechos do artigo ‘Que 
autocrítica é essa ?’ no ‘O Globo’, de Ricardo Rangel, candidato a 
deputado federal pelo Partido Novo.&lt;br /&gt; Rangel comenta sobre artigo no mesmo jornal do ex-deputado federal pelos PT e PSOL Chico Alencar, ‘Desafio do PT aos 40 anos.&lt;br /&gt; Comicidade, Tragédia Grega, e Marcha da Insensatez...&lt;br /&gt;
 Comenta Rangel:&lt;br /&gt;
 “Em 1985, as forças progressistas apoiavam Tancredo Neves, um 
democrata, mas o PT, amuado com a derrota das Diretas Já, recusou-se a 
votar, preferindo o risco da vitória de Paulo Maluf, candidato da 
ditadura. E, ‘democraticamente’, expulsou os 03 petistas que votaram em 
Tancredo.&lt;br /&gt; “O PT votou contra a Constituição ‘Cidadã’ que ajudou a escrever – e quase ñ assinou”.&lt;br /&gt;
 “O PT combateu o Plano Real, recusou uma aliança natural com o 
PSDB...... Lutou pelo impeachment de todos os presidentes ñ 
petistas”.... (Golpistas ??)&lt;br /&gt; “O partido “dos trabalhadores” votou 
contra a reforma do Estado e a favor dos privilégios das corporações (a 
nova aristocracia), enquanto defende o ‘socialismo real’ de Cuba e 
Venezuela e advoga o ‘controle social’ da mídia, dita ‘golpista’”.&lt;br /&gt; 
“Segundo Chico Alencar, ao chegar ao poder, o PT fez alianças 
desconsiderando fronteiras éticas, mais pragmáticas que programáticas, e
 falhou na construção de uma ‘nova gramática’ do poder, inclusive na 
formulação de uma política econômica alternativa”.&lt;br /&gt; Bom, cabe 
ressaltar (grifo meu) que a nova, confusa e estropiada gramática foi 
inaugurada por Dilminha Roskoff PhD 
(??!!##$$%%ˆˆˆ&amp;amp;&amp;amp;**(&amp;amp;ˆ%$@@), assim como a Nova Matriz 
Econômica, que levou o Brasil à sua maior crise econômica, em todo sua 
História.&lt;br /&gt; Rangel continua a elencar as sandices de Chico Alencar:&lt;br /&gt;
 “Os defeitos do PT vêm de antes da chegada ao poder (resultante, em 
parte, do apoio do PTB, comprado com dinheiro vivo), mas Chico é um 
tanto injusto em sua ‘crítica’. Corrupção costuma ser coisa 
desorganizada, cada um roubando o que pode; já corrupção planejada, 
operada de forma centralizada pelo Palácio do Planalto, com mesada para 
parlamentar e objetivo estratégico, é uma ‘gramática do poder’ que 
‘nunca antes neste país’ se viu. Já a ‘Nova Matriz Econômica’ – que 
atirou o país na maior recessão de todos os tempos e criou desemprego 
recorde -  é, sem dúvida, uma ‘política econômica alternativa’”.&lt;br /&gt; 
Chico Alencar alerta (???!!!) que “a direita viralizou a falsa ideia de 
que a corrupção sistêmica, estrutural e antiga de 500 anos tinha sido 
inaugurada pelo petismo..... e parte da população passou a perceber o PT
 como um partido igual aos demais”. Tadinho....&lt;br /&gt; Lembra Rangel, 
porém, que colocar parte substancial do Legislativo na folha de 
pagamento do Executivo ñ tem 500 anos, , foi inaugurado pelo petismo.&lt;br /&gt;
 Ainda Rangel: “O problema é que a esquerda brasileira, quando faz 
autocrítica, sempre chega à conclusão de que ñ fez nada muito errado e 
segue, altaneira, no mesmo caminho”.&lt;br /&gt; Conclui Rangel:&lt;br /&gt; “Enquanto a
 esquerda ñ desapegar de Lula e reconhecer que o mensalão e o petrolão 
foram monstruosidades e que a política econômica petista foi 
catastrófica, ñ haverá ‘frente democrática, progressista e 
antifascista’”.&lt;br /&gt; “A presunção ( e arrogância e soberba) do PT e de 
suas linhas auxiliares – como o PSOL, onde está Chico Alencar – é a 
principal responsável  pela eleição de Bolsonaro. Que, com esse tipo de 
‘autocrítica’, será reeleito. O capitão agradece"...&lt;br /&gt; Já o Brasil.....&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;02/02/20 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;BNDES – Explicações inconclusivas, auditoria bisonha, e a falta de muitas explicações persistem....&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;div class="_5pbx userContent _3ds9 _3576" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}" data-testid="post_message" id="js_x"&gt;
Resultado da “Auditoria” realizada no BNDES mostrou-se inconclusivo, 
mesmo incoerente. Órgãos de controle como a CGU e o MP acusam o BNDES de
 realização de operações injustificáveis nos anos PT.&lt;br /&gt;
Ainda 
lembro-me que, entre as primeiras medidas da nova gestão do BNDES, 
estava a divulgação dos nomes dos tomadores de empréstimos a juros 
subsidiados para a compra de aeronaves da EMBRAER, entre eles, Luciano 
Huck.&lt;br /&gt;
Alguém duvida qual serias o real objetivo da divulgação e das conclusões enviesadas ?&lt;br /&gt;
A divulgação fingia esquecer que o problema não eram os tomadores de 
empréstimos, mas sim o BNDES emprestar recursos preciosos, a juros 
subsidiados, para a compra de aviões executivos da EMBRAER. &lt;br /&gt;
Não 
havia muito tempo o BNDES emprestara recursos para obras no Jockey Club 
do Brasil, no Rio. Decisão injustificável, para dizer o mínimo.&lt;br /&gt;
Há trocentas questões obscuras na gestão do BNDES nos anos PT. Procurarei elencar algumas poucas:&lt;br /&gt;
- A absurda não divulgação das cláusulas de empréstimos para países 
“amigos” do PT para  a compra de bens e serviços de empresas 
brasileiras. Felizmente, depois de muita pressão e de muito tempo, o 
presidente à época, Luciano Coutinho, as liberou;&lt;br /&gt;
- Os empréstimos 
beneficiavam obras em Cuba, Venezuela, Angola, Honduras e outros países 
“amigos do PT”, para pagamento de bens e serviços fornecidos, muitas 
vezes, por empresas envolvidas nos escândalos revelados na Lava Jato. 
Coincidência ? Papai Noel existe ?? O sítio em Atibaia não é meu ?&lt;br /&gt;
-
 Após a divulgação das cláusulas “secretas”, análises de economistas do 
INSPER revelaram que, em muitos casos, estes contratos de financiamento 
pelo BNDES emprestavam recursos a Cuba e outros países a custos 
INFERIORES aos custos de captação pelo BNDES. Além disso, esses países 
conseguiam custos pelos empréstimos muito inferiores ao risco que 
representavam. Jamais os conseguiriam, se não fosse o “empurrãozinho” do
 BNDES;&lt;br /&gt;
- Já havia um quadro de deterioração fiscal no Brasil, mas 
isso parecia que pouco importava ao PT. Como dizia Dilma, “Gasto é 
Vida”... Resta saber de quem... Estes subsídios custavam muitos bilhões,
 para nós....&lt;br /&gt;
- O caso das relações entre o BNDES dos anos PT e a 
J&amp;amp;F (JBS) são peculiares, ou melhor, inacreditáveis. O BNDES 
dedicou-se de corpo e alma à internacionalização da JBS, via empréstimos
 e participação acionária, BNDESpar, a ponto de aprovar operações em 
velocidade estonteante e, após o fracasso de uma aquisição tentada pela 
JBS nos EUA, deixar os recursos que disponibilizara à JBS para futuras 
operações. Os irmãos Batista, JBS, em delação à PGR, afirmaram que 4% 
dos empréstimos à JBS foram desviados para o PT, a pedido de Mantega. É 
mole ??!!&lt;br /&gt;
- E a auditoria afirma que nada encontrou, apesar do já investigado pela CGU, pelo MP, e delações dos irmãos Batista à PGR ??&lt;br /&gt;
BNDES, por favor, revele efetivamente o que foram estas absurdas 
operações, porque foram feitas, quem foram os responsáveis, seus custos 
para o Brasil. &lt;br /&gt;
O Brasil exige !!&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;26/12/19 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Odebrecht, delação premiada, leniência, lama...&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
A Lava Jato 
revelou as entranhas da lama fétida que permeava as esfera pública 
(governo PT, Petrobras, Cabral, outras estatais etc.), dinheiro público 
barato, direcionado às empresas “amigas” via BNDES, e que irrigava 
também projetos e empreendimentos em nações “amigas”; e privada, as 
chamadas empresas “campeãs nacionais”, muitas vezes cartelizadas.&lt;br /&gt;
Reportagens recentes têm revelado a lama que transborda da Odebrecht. Marcelo Od&lt;span class="text_exposed_show"&gt;ebrecht
 recebeu R$ 240 milhões da Odebrecht para assinar o acordo de delação 
premiada (como assim ??), e recebia desde esse acordo mais de R$ 100 mil
 mensais da Odebrecht como executivo, mas que estava afastado de suas 
funções. Bizarro....&lt;br /&gt; O “esquema” estava (ou ainda está ??) 
entranhado na Odebrecht, e que se revelou sua mais importante 
“expertise” como empresa de engenharia.&lt;br /&gt; Ñ parece razoável que tal empresa siga operando. Melhor teria sido obrigar sua divisão, e venda do controle.&lt;br /&gt; O mesmo se aplica a várias empresas “pegas” na Lava Jato.&lt;br /&gt;
 Se estão em dificuldades, isto se deve exclusivamente a elas, que 
enveredaram por um caminho de conluio, falta de concorrência, 
cartelização, subornos gigantescos, ineficiência, projetos irreais, que 
desembocariam na quebra da Petrobras, por exemplo, entre outros 
desastres.&lt;br /&gt; Aí vem o Toffoli e fala que a Lava Jato quebrou empresas.
 Menos, Toffoli. Este “esquema” coordenado pelo PT foi o causador da 
quase quebra do Brasil. E as empresas que viviam e se beneficiavam desta
 lama, agora pagam o preço de sua ineficiência. Ganhavam concorrências 
através da corrupção sistêmica que foi a marca dos anos PT. Obras super 
faturadas, prazos muito mais longos, projetos irreais.&lt;br /&gt; Insistir nesta retórica tosca de que a Lava Jato quebrou empresas, levou o Brasil à crise, é ser pilantra. &lt;br /&gt; Parece ser defender o tráfico de drogas, pelos empregos gerados por esta atividade.&lt;br /&gt; Menos.....&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;26/12/19 -&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Comperj – Mais uma herança maldita dos anos PT vira “custo afundado”, vai pro saco...&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Petrobras encerrou negociações com a chinesa CNPC para retomar as obras da refinaria do Comperj.&lt;br /&gt;
Os números do desastre Comperj são assustadores.&lt;br /&gt;
Já foram investidos USD 13 bilhões, 80% das obras executadas. &lt;span class="text_exposed_show"&gt;&lt;br /&gt; A Petrobras realizou baixa contábil de USD 10,2 bilhões, por perdas por redução do valor recuperável, o chamado “impairment”.&lt;br /&gt; Quantas “heranças”  o PT nos legou....&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;26/12/19 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Belo Monte – Aquela hidrelétrica economicamente desastrosa.... &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Descobri nos jornais que, após custar R$ 40 bilhões, e ter sua 
viabilidade econômica posta em dúvida várias vezes, a Usina Hidrelétrica
 de Belo Monte ainda apresenta outros inacreditáveis problemas.&lt;br /&gt;
O 
projeto, polêmico, nasceu cheio de dúvidas, impactos ambientais, 
consórcios arrumados de forma estranha, gigantescas incertezas sobre a 
viabilidade econômico-financeira.&lt;br /&gt;
Inclusive a Petros, que está cobrando de seus &lt;span class="text_exposed_show"&gt;patrocinadores
 e beneficiários recursos para seu equacionamento financeiro, participou
 deste empreendimento. Exemplo do ralo que drenou seus recursos.&lt;br /&gt; 
Devido à baixa vazão do Rio Xingu durante 05 meses do ano (isso mesmo 
que vocês estão lendo !!), 98% da usina não gerará energia nestes 05 
meses, somente em 07 meses do ano.&lt;br /&gt; E o que pretende Belo Monte agora
 ?? Construir uma termelétrica para gerar energia neste período, e 
complementar a geração, reduzida a 2% da capacidade instalada da usina.&lt;br /&gt; O pior, segundo a reportagem, é que nada disto é surpresa. Estudos há vários anos já apontavam para este problema.&lt;br /&gt; Como rentabilizar tal projeto ??&lt;br /&gt; Que desastre ! Que desperdício de recursos.&lt;br /&gt; Mas o Brasil pode jogar dinheiro fora, pois é um país muito rico.&lt;br /&gt; Ao menos na cabeça alucinada do governo do PT que engendrou este escândalo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;27/01/19 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Buemba, Buemba, Buemba !! Gleisi Hoffmann e o PT não são o sustentáculo do governo Maduro !&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar dos desejos e apoios do PT e sua trupe, da ida da mimosa Gleisi 
Hoffmann à posse de Maduro, não é o PT que assegura a manutenção de 
Maduro no poder. &lt;br /&gt;
Reportagem do Estadão hoje destaca que os lucros 
com o crime organizado obtidos pelas forças armadas venezuelanas, em 
atividades outorgadas por Maduro, representam aquilo que realmente 
garante o apoio dos militares a Maduro.&lt;br /&gt;
Tráfic&lt;span class="text_exposed_show"&gt;o de drogas, lavagem de dinheiro, troca de armas por cocaína etc., tudo coisa bacana, bonitinha, legal...&lt;br /&gt;
 Ou seja, quando os militares entenderem que os custos de apoiar Maduro 
são maiores do que os benefícios, pimba, os caras deixarão Maduro à 
deriva.&lt;br /&gt; São movidos aos pragmáticos lucros estáveis.&lt;br /&gt; O 
jornalista Lourival Sant'Anna, hoje, no Estadão, destaca que propor 
saída negociada, como proposto por México e Uruguai, é ingênuo. Somente 
há uma alternativa: Maduro ir embora, por mais que lamente o PT.....&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;27/01/19 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;A Suíça continua “lavando mais branco”...&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1990, o suíço 
Jean Ziegler lançou o livro, com grande impacto, “A Suíça Lava mais 
Branco”, quando afirmava que os bancos Suíços eram o destino preferido 
do dinheiro sujo que circulava no mundo, oriundo do crime, tráfico de 
drogas, corrupção, sonegadores, de ditadores e de criminosos de guerra.&lt;br /&gt;
As revelações do livro custaram a Ziegler 09 processos, a perda da 
imunidade parlamentar (quase inédito na Suíça), multas pesadas e outros d&lt;span class="text_exposed_show"&gt;issabores. Ele sofreu pressões de todos os lados. Certamente até do governo suíço.&lt;br /&gt;
 Reportagem hoje, 27/01/19, no Estadão, relata que promotores federais 
brasileiros negociam com promotores suíços a recuperação de US$ 2 
bilhões, a maior parte deles oriundos de esquemas criminosos descobertos
 pela Lava Jato.&lt;br /&gt; Fora os US$ 2 bilhões, menos de US$ 300 milhões 
foram devolvidos ao Brasil até agora, oriundos de ex-executivos da 
Petrobras e de outras empresas, que concordaram em devolver os valores 
depositados na Suíça, nas famosas ‘Contas Numeradas’.&lt;br /&gt; Estima-se que 
valores muito superiores aos US$ 2 bilhões foram retirados por 
brasileiros de suas contas na Suíça, de 2015 para cá, a reboque da 
pressão para a declaração formal dos valores depositados no exterior, e 
não declarados.&lt;br /&gt; A Suíça está ‘moralizando’ seu sistema financeiro ? 
Não exatamente.... Vários bancos foram multados e têm sido obrigados a 
revelar movimentações ‘estranhas’ em seus bancos.&lt;br /&gt; A boa e velha pressão, inclusive e fortemente dos EUA e outros países da comunidade internacional.&lt;br /&gt; As coisas não ocorrem sem pressão. O homem é mau. Há evidências empíricas, fartas, que o demonstram. &lt;br /&gt; Lembremos do escândalo da FIFA, há muito pouco, sede na Suíça.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;20/03/2018 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Estado Governado pelo PT é o Campeão em Responsabilidade Fiscal – Não é Bizarro ??&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acreditem: gestão bem feita é apartidária ! O Ceará, governado pelo PT,
 é o MELHOR estado brasileiro quanto à responsabilidade fiscal, aponta 
reportagem do Estadão em 11/03/18.&lt;br /&gt;
Representa mesmo um desafio ao PT e suas ideias não responsáveis quanto à gestão do gasto público. &lt;br /&gt;
De acordo com o Ranking de Competitividade dos Estados de 2017, elaborado pelo Centro de Liderança Pública, o Ceará está&lt;span class="text_exposed_show"&gt;
 no primeiro lugar quanto à solidez fiscal, que contempla 06 indicadores
 financeiros, além também de liderança quanto à capacidade de 
investimento, quando se compara o Ceará a todos os estados brasileiros.&lt;br /&gt;
 Estudo da Firjan, Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, em 2017, 
aponta o Ceará como o estado com a melhor situação fiscal entre todos os
 estados brasileiros, quando se avaliam gastos com pessoal, dívida 
pública, e o volume de investimentos.&lt;br /&gt; Os estudos também demonstram que o Ceará investe em especial em educação, saúde, segurança e na melhoria dos serviços públicos.&lt;br /&gt;
 O artigo destaca que em 2016 o Ceará adotou sua PEC dos gastos, para as
 despesas públicas num período de 05 anos. E, para arrumar as contas da 
Previdência estadual, aprovou na Assembleia Legislativa do Ceará a 
elevação da alíquota previdenciária dos servidores de 11% para 14%.&lt;br /&gt; 
Belíssimo exemplo ! Mais uma vez, a gestão pública nos estados deve ser 
apartidária, e o PT no Ceará é a prova disto. Enquanto isso, no mundo da
 Lua, o PT nacional continua a defender causas irreais, como negar a 
necessidade da reforma da Previdência e a Responsabilidade Fiscal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;20/03/18 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;A Herança mais que Maldita que o PT legou à Petrobras...&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Li 
nos jornais neste fim de semana que a Comissão de Valores Mobiliários, a
 CVM, que regula o mercado de capitais no Brasil, acusou em 2017 40 
executivos e ex-executivos da Petrobras por terem ignorado sinais mais 
que claros por cinco anos, de 2010 a 2014, de que a Rnest (Pernambuco) e
 o Comperj (Rio) deveriam ter reconhecido baixas contábeis muito antes 
das baixas contábeis reconhecidas pela Petrobras em 2015, referent&lt;span class="text_exposed_show"&gt;es a 2014.&lt;br /&gt;
 Entre os acusados, Gabrielli, ex-presidente, Graça Foster, 
ex-presidente, Bendine, ex-presidente,  Barbassa, ex-diretor financeiro,
 Solange Guedes, diretora de Exploração e Produção, Ivan Monteiro, 
diretor financeiro, Guido Mantega e Luciano Coutinho, ambos do conselho 
de administração da Petrobras, entre outros.&lt;br /&gt; A CVM alega, com muita 
razão, que a sonegação destas informações levaram aos investidores dados
 errados e subavaliados, e que trouxeram erros (e prejuízos) aos 
investidores.&lt;br /&gt; Lembremos que em 2009, membros da diretoria financeira
 da Petrobras apresentaram estudo à diretoria executiva que apontava, 
naquele ano, um Valor Presente Negativo de aproximadamente US$ 2 bilhões
 para a Rnest, e que concluía que a Rnest fosse abortada. Era um péssimo
 negócio !&lt;br /&gt; A diretoria executiva à época, sob o comando de 
Gabrielli, usou de argumentação questionável sobre ganhos de sinergia e 
barreiras à concorrência (???) para desconsiderar a recomendação 
apresentada e foi em frente.&lt;br /&gt; A CVM acrescenta, em sua acusação, que 
as baixas contábeis foram equivocadas e, por exemplo, quanto à Rnest, 
deveriam ter sido maiores e contemplado toda a refinaria, e não somente 
os 50% da refinaria que não foi construído.&lt;br /&gt; Esperemos, realmente, que esta turma pague por sua irresponsabilidade !&lt;br /&gt; E que a Petrobras se livre destes malditos "esqueletos" legados pelo PT, e que até hoje a assombram.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;11/03/18 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Lula e Dilma, e seu lado MUITO próximo à Ditadura e ao Estatismo, a qualquer preço, SEM ESCRÚPULOS...&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;
 &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;Delfim Neto, já objeto de investigação há meses sobre Belo Monte, 
esteve esta semana que passou no epicentro de operação da PF sobre 
recebimento de recursos ilícitos do PT e empresas "amigas" para 
"fabricar"o consórcio vencedor de Belo Monte. &lt;br /&gt;
Os jornais da última 
sexta lembram quão próximo a Lula e Dilma Delfim foi, um "conselheiro 
econômico informal" de ambos, e que apoiou &lt;span class="text_exposed_show"&gt;a "Nova Matriz Econômica", cujo resultado foi um desastre total para o Brasil.&lt;br /&gt;
 Um defensor de Belo Monte, não gratuito, como as investigações apontam,
 pois Delfim foi delatado por executivos da Odebrecht, Camargo Corrêa e 
Andrade Gutierrez como recebedor de propinas de R$ 15 milhões, por ter 
ajudado na elaboração do consórcio NorteEnergia, vencedor da licitação 
para Belo Monte em 2010.&lt;br /&gt; Os resultados de Belo Monte foram muito 
ruins, para dizer o mínimo, em custos muito maiores, potência aquém do 
prometido e artifícios para tentar melhorar o resultado do consórcio 
NorteEnergia.&lt;br /&gt; Lembremos que Delfim, o "bruxo"da ditadura militar, 
está por trás da política econômica que levou o Brasil à década perdida e
 à hiperinflação, anos 1980. Está, também, envolto em várias polêmica 
sobre o recebimento de propinas no governo militar. Apoiou também o 
AI-5.&lt;br /&gt; Lula, Dilma e o PT mais uma vez provam que são fãs de governos
 de força, da truculência, saudosos da ditadura, intervenção estatal, a 
qualquer custo, com péssimos resultados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;13/02/18 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Realmente, estamos cansados do Estado brasileiro, ineficiente, incapaz, leniente com a corrupção, privatizado......&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="_5pbx userContent _22jv _3576" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}" id="js_h9"&gt;
Segundo as precisas palavras da ministra do Supremo Cármen Lúcia, 'O 
cidadão está cansado da ineficiência, inclusive da do Judiciário'....&lt;br /&gt;
Fato ! Pressão neles, dentro das regras do Estado Democrático de 
Direito.... Democracia não é somente eleger... É participar... Dá 
trabalho ?? Óbvio !! Mas a leniência com este caos instalado é muito 
pior, com muito piores consequências....&lt;br /&gt;
99% de transpiração e 1% de inspiração (acho que roubado de Einstein)....&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;13/02/18 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Orgulho de Minha Gaúcha e de Meu Avô de Uruguaiana.....&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descobri na sexta que o juiz Celso Fernando Karsburg, da Justiça do 
Trabalho de Santa Cruz do Sul, Rio Grande do Sul, abriu mão há 03 anos 
do "auxílio-moradia" de R$ 4.300, quando este havia sido liberado pelo 
ministro Luiz Fux.&lt;br /&gt;
Seus coleguinhas juízes o reprovam... Mesmo o xingam (??). Ele considera o auxílio "imoral, indecente e antiético".&lt;br /&gt;
Ele argumenta que, por possuir casa própria, não poderia aceitar o benefício, o&lt;span class="text_exposed_show"&gt; qual, segundo ele, não está previsto na Constituição.&lt;br /&gt; Ele está envergonhado com a postura dos juízes que aceitam o benefício, e que admitem que o auxílio virou complemento à renda.&lt;br /&gt; Infelizmente, ele representa uma irrisória minoria entre os juízes.&lt;br /&gt; Conclui: "Estão menosprezando o bom senso ao olhar só para o próprio umbigo".&lt;br /&gt; Escárnio, e uma distorção absurda de nossa (In) Justiça....&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;08/02/18 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;A Lava Jato, por si só, não tira o Brasil do Patrimonialismo. O Buraco é mais embaixo...&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="_5pbx userContent _22jv _3576" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}" id="js_16"&gt;
&lt;div class="text_exposed_root text_exposed" id="id_5a7cd6f7305fb5499200565"&gt;
Em artigo no jornal Valor Econômico, “Não existe retrofit de 
reputação”, por Eduardo Belo, ele questiona o consultor Herbert 
Steinberg sobre os efeitos da Operação Lava Jato.&lt;br /&gt;
Steinberg, 20 anos
 de experiência como executivo no Santander, no McDonald`s e no 
Citibank, é sócio-fundador da Mesa Corporate Governance.&lt;br /&gt;
É também muito cético quanto aos resultados da Operação Lava Jato. Bom, cetic&lt;span class="text_exposed_show"&gt;ismo e canja de galinha não fazem mal a ninguém, não acham ?&lt;br /&gt;
 Pondera Steinberg: “Falar que a Petrobras está inserida num compliance,
 que a Odebrecht agora tem um sistema de compliance, Queiroz Galvão, 
UTC, é uma piada”.&lt;br /&gt; Steinberg comenta que a situação no Brasil não 
irá mudar sem que a forma como se faz negócios mude, sem que se mude 
este bizantino sistema tributário, sem que mudemos o ambiente 
institucional. &lt;br /&gt; Acrescentaria: punição e mudança da mentalidade 
patrimonialista, da forma de agir do comando das empresas, e governança 
séria na veia !&lt;br /&gt; Segundo Steinberg, “Não é possível a Odebrecht se 
resolver sem que se quebre em 03 ou 04, sem que se mude a estrutura 
societária para preservar a expertise”.&lt;br /&gt; Ele não acredita que 
empresas com tal grau de comprometimento de sua imagem se reinventem 
frente ao público e ao mercado. “Não se faz retrofit de reputação. Isso 
não existe”, argumenta Steinberg.&lt;br /&gt; E, em uma passagem basilar do 
artigo, Steinberg comenta, a respeito da fé absoluta depositada sobre o 
compliance e de que tudo voltou ao normal, que as mudanças implementadas
 pelas empresas têm sido apenas cosméticas, segundo ele “compliance de 
check-list”, ou “para inglês ver”...&lt;br /&gt; Ou seja, menos maquiagem, e mais trabalho sério... Há muito a fazer.. Esperemos que haja tempo para fazê-lo...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span class="_1mto"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;01/02/18 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Lula – A Soberba, o Batom na Cueca, e a Mudança dos Tempos....&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A jornalista Eliane Cantanhêde comentou (2016 ?? 2017 ??), quando o 
cerco da Justiça se aproximava de Lula, tendo em vista o tríplex no 
Guarujá e o sítio em Atibaia, que Lula talvez fosse vítima de uma 
“achismo” que apostava na inoperância e na lentidão das Polícia Federal e
 Justiça (que, em tese, foram a tônica até o Mensalão). Além disso, Lula
 seria vítima da soberba, e de uma teórica sensação de inviolabilidade&lt;span class="text_exposed_show"&gt; “sagrada”, “messiânica. &lt;br /&gt;
 Ainda segundo Cantanhêde, Lula, apesar de haver recebido muito dinheiro
 legalmente da Odebrecht pelas “palestras” teoricamente realizadas, e de
 poder ter comprado o tríplex e o sítio com sobras com essa grana,  
preferiu manter sua aura de um “pobre operário”, líder das massas, que 
vivia de favor e quase não possuía bens. Em suma, vivia para o povo, com
 poucos recursos, como sempre fizera.&lt;br /&gt; Provavelmente Lula não queria 
que o povo soubesse que ele enriquecera, e talvez de uma forma muito 
estranha e pouco defensável....&lt;br /&gt; Ao final, a Justiça o pegou... A 
soberba fez Lula achar-se inalcançável, mas as provas, o “batom na 
cueca”, não deixavam dúvida... Sua condenação indica que há, realmente, 
uma mudança dos tempos no Brasil...&lt;br /&gt; Lula, foi vítima de si mesmo, 
pois se achava acima da lei, acima do bem e do mal... Parece que o 
“filho do Brasil” virou o “filho da corrupção”....&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;31/01/18 - &lt;/b&gt;&lt;b&gt;“Bibi” Netanyahu arrasta Israel cada vez mais pro abismo...&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo artigo no Estadão, “Bibi foge de escândalos com agenda 
antiárabe”, o escroque primeiro-ministro de Israel, “Bibi” Netanyahu, 
até o pescoço envolvido em escândalo de corrupção, em investigação que 
também inclui sua mulher, seu filho e funcionários próximos, parte para 
agenda antiárabes que faça os israelenses se esquecerem destas 
pilantragens.&lt;br /&gt;
A toque de caixa, e com a ajuda do ministro da justiça ultranaciona&lt;span class="text_exposed_show"&gt;lista
 Lieberman, quer simplificar a lei da pena de morte em Israel, aplicada a
 terroristas e criminosos de guerra, o que permitiria a aplicação da 
pena de morte por uma decisão majoritária da corte (hoje é necessária a 
unanimidade). Até hoje, Israel aplicou somente uma vez esta pena: Adolf 
Eichmann.&lt;br /&gt; Ao mesmo tempo, no dia 12/01/18, o Knesset (o parlamento 
israelense) aprovou 1.122 novos assentamentos de Israel na Cisjordânia, 
após o Likud, o partido de “Bibi”, haver aprovado em 31/12/17 a anexação
 das colônias em território palestino a Israel.&lt;br /&gt; Fofo, escroque, pilantra e mimoso !&lt;br /&gt;
 Aumenta a temperatura na região, satisfaz a população radical em 
Israel, se lixa para a solução de 02 Estados (Israel e Palestina), e, o 
mais importante, afasta as atenções do escândalo de corrupção que paira 
sobre sua cabeça e arrasta sua família e aliados.&lt;br /&gt; É ou não é um super escroque, pilantra e oportunista ??&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;31/01/18 - &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Pobre Venezuela, ou o que restou dela...&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Venezuela, vítima 
de uma narco-clepto-pilantro-cracia intitulada “bolivariana”, está à 
beira do caos. Quem podia, fugiu do país...&lt;br /&gt;
Gustavo Franco, em seu 
artigo “A agonia bolivariana”, comenta que a inflação, ao considerar uma
 taxa anualizada baseada nos últimos 03 meses anteriores a 15/01/18 
atinge 67.881%, e segue acelerando.&lt;br /&gt;
O PIB deve contrair, de 2013 a 2018, 50%.&lt;span class="text_exposed_show"&gt;&lt;br /&gt; Pobre população venezuelana...&lt;br /&gt;
 Conclui Franco: “É espantoso que existam defensores incondicionais da 
Nicolas Maduro, mas não incomum: há os que acreditam na inocência de 
Lula, na competência de Dilma e em abduções por extraterrestres”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;31/01/18 - &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Bretas e os absurdos da Justiça brasileira&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bretas, como muita 
gente do Judiciário, defender 02 auxílios-moradia (ele e a esposa, 
também juíza, que vivem na mesma casa) é de um escândalo abissal !&lt;br /&gt;
O cara mora no Rio, e recebe recebe auxílio-moradia ??&lt;br /&gt;
Como é escandaloso o fato dos juízes terem 2 meses de férias por ano.&lt;span class="text_exposed_show"&gt;&lt;br /&gt; É um problema do corporativismo do Judiciário, que se lixa pro Brasil !&lt;br /&gt;
 O Lewandovski não sustou a decisão do Executivo que vetava o aumento do
 funcionalismo público federal em 2018 ? Os caras, muitas vezes, se 
lixam pro país. Farinha pouca, meu pirão primeiro !&lt;br /&gt; Lembremos que, 
quando o governo do Estado do Rio iria iniciar o adiamento do pagamento 
do salário do funcionalismo, devido à crise do Rio, o Judiciário, 
inclusive a Defensoria Pública, correu para assegurar na Justiça (???) 
que seus pagamentos NÃO FOSSEM ATRASADOS UM ÚNICO DIA ! E a Justiça (??)
 assegurou que assim fosse.&lt;br /&gt; Os 02 Brasis.... O do andar de cima (do Bretas, do Lewandovski), e o do resto..&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;31/01/18 - &lt;/b&gt;&lt;b&gt;BNDES, TJLP, TLP, Bolsa-Empresário e o País da Meia-Entrada...&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="_5pbx userContent _22jv _3576" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}" id="js_b9"&gt;
&lt;div class="text_exposed_root text_exposed" id="id_5a71b0f06193c7679564549"&gt;
Nos anos PT, com o voluntarismo cheio de certezas oriundo dos anos 
1960, do dirigismo econômico,  e com um cacoete do governo militar da 
ditadura, o BNDES passou a emprestar dezenas, centenas de bilhões, boa 
parte a juros subsidiados, que inundaram os ditos “campeões nacionais”, 
como as empreiteiras envolvidas na Lava Jato (Odebrecht, Andrade 
Gutierrez, OAS etc.), a EBX, a Telemar/Oi, J&amp;amp;F (JBS), e outros 
tantos de&lt;span class="text_exposed_show"&gt; olho em suas 
“Bolsas-Empresário”, com péssimos resultados para o Brasil, tanto como 
decisão econômica quanto à corrupção endêmica.&lt;br /&gt; Os “brilhantes”  
teóricos do PT apostavam que com o BNDES inundando o mercado com 
dezenas, centenas de bilhões, o mercado seguiria o exemplo. Não 
seguiu...&lt;br /&gt; O mercado diminui o volume de empréstimos, e o BNDES 
chegou a representar +- 50% do volume emprestado no Brasil, sempre 
lembrando que o balizador para os empréstimos do BNDES era a TJLP, menor
 que a taxa básica de juros. O imenso volume destes empréstimos fez 
também com que a taxa de juros básica fosse maior do que poderia ser, 
devido a este anacronismo, o país da “meia-entrada”. &lt;br /&gt; O BNDES também
 foi pródigo ao emprestar recursos para Angola, Cuba. Moçambique, 
Venezuela, Argentina, Nicarágua e outros países “amigos”, cujo custo de 
financiamento foi, pasmem, menor do que o custo de captação do próprio 
BNDES no mercado externo, segundo análise de economistas do IINSPER. E o
 PT ainda queria manter as cláusulas destes contratos sob sigilo por 
vários anos !! Sabemos o porquê...&lt;br /&gt; Resultado destes empreendimentos 
para o Brasil, em contratos de fornecimento de bens e serviços por 
Odebrecht, Andrade Gutierrez, OAS etc., quando há tanto a se fazer aqui 
no Brasil ? Pífios ! E o Tesouro pagou a diferença. Nós também....&lt;br /&gt; Era ou não era um banco camarada, com o nosso suado dinheirinho ??&lt;br /&gt;
 Com a TLP,  a nova taxa praticada pelo BNDES a partir de 2018, e que se
 aproxima à taxa básica de juros, creio que estejamos no caminho que 
sugere um melhor cenário para a economia do Brasil. E que nos livremos, 
para sempre, destes “dirigismos” e destes “gênios” dos anos PT....&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span class="_1mto"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;31/01/18 - O Papa Bergoglio deve explicações...&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O episódio absurdo do 
Papa na visita ao Chile, quando permitiu que em um evento estivesse 
presente um bispo sob o qual pesam imensas suspeitas de haver acobertado
 padres pedófilos, é uma mácula grave sobre a gestão de Bergoglio.&lt;br /&gt;
Estes escândalos de pedofilia da Igreja são hediondos, assim como a leniência da Igreja sobre isso.&lt;br /&gt;
Infelizmente, não é somente isso...&lt;span class="text_exposed_show"&gt;&lt;br /&gt;
 O jornalista Horacio Verbitsky levantou atos de Bregoglio durante e 
depois da última ditadura na Argentina que, infelizmente, depõem contra 
ele. &lt;br /&gt; Autor dos livros “Doble Juego La Argentina Católica y 
Militar”,  sobre a ativa participação da Igreja Católica argentina no 
apoio aos militares na ditadura entre 1976 e 1983; “El Vuelo”, sobre os 
voos da morte na ditadura; e “El Silencio”, também sobre a cumplicidade 
da Igreja Católica argentina com a ditadura militar e a repressão, e 
integrante da Junta Diretiva da Human Rights Watch/Américas e do 
Consórcio Internacional de Jornalismo Investigativo, Verbitsky reúne em 
seus livros dados e informações que acusam Bergoglio de haver 
contribuído para a detenção de 02 jesuítas em 1976 pela ditadura 
argentina, e que depois da ditadura teria ajudado os militares na 
tentativa de por fim ao julgamento de militares por violações de 
Direitos Humanos.&lt;br /&gt; Bergoglio, o mundo aguarda seu posicionamento mais
 firme, quanto à sua participação na ditadura argentina e quanto à 
leniência da Igreja Católica para os padres (centenas, milhares ??) 
pedófilos....&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;31/01/18 - &lt;/span&gt;Porque há funcionários da Petrobras que ainda defendem Lula e o PT ??&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Taí um mistério... A Petrobras quase quebrou... Se não houvesse o 
impeachment da Dilma, como estariam hoje o Brasil, a Petrobras ??&lt;br /&gt;
De
 2003 pra cá, nos anos PT, foram muitos mega desastres... Houve 
corrupção, houve loteamento da empresa, houve nomeação de pessoas 
despreparadas, somente porque atendiam ao interesse do partido A ou B.&lt;br /&gt;
Houve Duque, Cerveró, Paulo Roberto Costa, mas houve presidentes que nomea&lt;span class="text_exposed_show"&gt;ram, e que deixaram nomear... Dutra, Gabrielli, Graça e Bendine...&lt;br /&gt; O PT deu a BR pro Collor, e o cara instalou uma quadrilha na empresa !!&lt;br /&gt; No topo das decisões, Lula e Dilma...&lt;br /&gt;
 Mas, além da corrupção, houve aquela síndrome de Brasil grande, estilo 
ditadura... Refinarias, bilhões de prejuízo... Sentaram em cima, com a 
ANP, sobre os leilões do pré-sal, que ficaram parados... Estaleiro no 
nordeste... Trocentos navios da Transpetro..&lt;br /&gt; Mudaram as regras, e 
obrigaram a Petrobras a ser a operadora em 100% dos blocos licitados nas
 novas e péssimas regras para a Petrobras, partilha...&lt;br /&gt; Congelaram o preço dos combustíveis por anos, e deram um prejuízo de dezenas de bilhões à Petrobras...&lt;br /&gt; A Petrobras, num insano plano de investimentos, se endividou de forma dramática...&lt;br /&gt;
 Mas, apesar, disso, ainda há funcionários da Petrobras, arrisco dizer 
muitos, com excelente formação, que defendem Lula, Dilma e o PT... Será 
Dissonância Cognitiva ?? Que os impede de enxergar a realidade ?? 
Talvez.... Ou, talvez, se os fatos teimam em desmenti-los, pior para os 
fatos..... Torço pra Petrobras... O Brasil precisa dela, não aparelhada,
 mas eficaz...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;21/01/18 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;O PT não consegue livrar-se do século passado, do atraso, do autoritarismo...&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reproduzo alguns pedaços das reflexões de Luiz Sérgio Henriques, um dos
 organizadores das ‘Obras’ de Gramsci, em seu artigo “A difícil 
identidade do petismo”, hoje, Estadão.&lt;br /&gt;
Henriques comenta que o PT 
está preso ao passado, a uma cultura muitas vezes não democrática, e que
 “...seu militante típico se move à força de slogans e de uma visão 
maniqueísta do mundo”.&lt;br /&gt;
Os dilemas, as idiossincrasias e parad&lt;span class="text_exposed_show"&gt;oxos do PT, segundo ele, desembocaram no que Graciliano Ramos chamou de ‘canonização laica’ (Lula).&lt;br /&gt;
 Conclui Henriques: “E, agora, os problemas judiciais em torno do líder 
canonizado nada mais seriam do que a continuação do golpe que teria 
vitimado o governo popular de Dilma Rousseff, ainda que o PT e vários de
 seus intelectuais ‘orgânicos’ tenham requerido o impedimento de todos 
os presidentes, de Sarney a Fernando Henrique, sem exceção. Tertium non 
datur: ou bem o impeachment é golpe, e nesse caso o petismo deve admitir
 um golpismo renitente, ou bem é um remédio amargo, com danos 
consideráveis, mas plenamente integrado aos dispositivos legais”.&lt;br /&gt; 
“Neste mesmo sentido, estamos por todos os títulos longe do apregoado 
‘Estado de exceção’, cuja denúncia em foros internacionais, falsa e 
artificial, denota a persistência do desprezo que a parte atrasada da 
velha esquerda votava às liberdades civis e políticas, sob as quais, 
depois de árdua travessia, vivemos desde 1988”..&lt;br /&gt; Esse é o PT e seu 
perfil antidemocrático.... Se lixa para  o Estado Democrático de 
Direito... Caso a Justiça condene Lula esta semana, pior para a 
Justiça....&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;21/01/18 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Privatizar a Petrobras, ou parte dela ??&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Conclusões do artigo abaixo respondem a estas questões, ao menos quanto ao Refino&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="_5pbx userContent _22jv _3576" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}" id="js_7"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt; “Exemplos que vem de fora no combate à corrupção”&lt;br /&gt; “Leis não atendem ao objetivo de produzir obras livres de malversações” &lt;br /&gt; Por Ana Lamounier – CEO da Sparks Capital Brasil, e Eduardo Faria - Economista&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;Os autores comparam a Refinaria de Jamnagar, Índia, com a Refinaria Rnest, Brasil.&lt;br /&gt;
A Refinaria de Jamnagar, estado de Gujarat, oeste da Índia, a maior do 
mundo, processa 1,2 milhão de barris de petróleo por dia. Custou USD 6 
bilhões, concluída em pouco mais de 03 anos.&lt;br /&gt;
Produz 1,24 milhão de barris por dia de combustíveis limpos destinados, principalmente, à Europa e aos EUA.&lt;br /&gt;
A Rnest, Refinaria de Abreu e Lima, Ipojuca, junto ao porto de SUAPE, Pernambuco, orçamento inicial de USD 2,5 bilhões.&lt;br /&gt;
Custo final de USD 20 bilhões, caso seja concluída algum dia (concluída +- 50% da capacidade de processamento).&lt;br /&gt;
Custo de construção por barril de petróleo da Refinaria de Jamnapar: USD 5 mil. &lt;br /&gt;
Idem para a Rnest, estimado para a conclusão: USD 85 mil.&lt;br /&gt;
Os autores acrescentam que, segundo o ranking de percepção da corrupção
 da Transparência Internacional de 2016, Brasil e Índia ocupam a mesma 
posição, 79, empatados com China, e que considera 179 países.&lt;br /&gt;
Segundo os autores, a principal diferença entre as duas, já que 
tecnologicamente se equivaleriam, é que a indiana é privada, e a Rnest, 
estatal&lt;br /&gt;
A gigantesca diferença de preço entre ambas se daria por 
corrupção, projeto mal feito e decisões políticas equivocadas (e muito),
 quanto à Rnest, da Petrobras.&lt;br /&gt;
Lembro-me que membros da diretoria 
financeira da Petrobras “vazaram” para o jornal “Valor Econômico” um 
estudo de 2009 (creio) que já demonstrava um Valor Presente Líquido 
NEGATIVO da Rnest de aproximadamente USD 2 bilhões, e que recomendava 
parar a obras.  A diretoria executiva decidiu seguir em frente, alegando
 fantasiosos “ganhos de sinergia”e de “barreiras de entrada”, quando a 
Petrobras é a monopolista de fato (mas não por lei) da atividade de 
refino no Brasil... Decisões malucas, entre outras, que levaram a 
Petrobras e o Brasil para a maior crise de sua História.&lt;br /&gt;
No Balanço 
de 2014, a Petrobras realizou baixa contábil de +- R$ 31 bilhões para as
 Rnest (Refinaria de Abeu e Lima) e Comperj (Complexo Petroquímico de 
Itaboraí), o que atesta parte do desastre.&lt;br /&gt;
Há corrupção, mas o maior
 valor se refere à má gestão da estatal, mecanismos de controle de 
"mentirinha", não responsabilização dos gestores, ingerência política, e
 péssimas decisões da diretoria executiva e do conselho de administração
 da Petrobras (se lembram de Pasadena ??), nos "loucos" anos PT.&lt;br /&gt;
Ao final, USD 85 mil por barril na Rnest, 17 vezes maior que os USD 5 mil por barril em Jamnagar (???)....&lt;br /&gt;
Os autores comentam que um país como o Brasil, com extrema escassez de 
recursos, não pode realizar tamanho absurdo e desperdício de tal 
dimensão.&lt;br /&gt;
A Petrobras, por mais competente tecnicamente que seja, 
muitas vezes agiu e realizou investimentos contrários à busca do melhor 
resultado para a empresa e para o Brasil.&lt;br /&gt;
Nos anos PT, isto assumiu 
dimensões assustadoras, que quase quebraram a Petrobras e o fundo de 
pensão de seus funcionários, a Petros.&lt;br /&gt;
Fica a pergunta: o “negócio” 
refino deveria ser estatal ? O resultado na Índia parece demonstrar que 
não ! Ao menos parte dele deveria ser privatizado. Quanto às outras 
atividades da Petrobras, como Distribuição, e Exploração e Produção, 
cabe analisar profundamente se é viável mantê-los sob controle do Estado
 brasileiro.&lt;br /&gt;
O que seria, realmente, melhor para o Brasil ??&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;17/12/17 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Anos PT – “Capitalismo de Quadrilha”, segundo Gustavo Franco ao jornal “Valor Econômico”em 08/12/17...&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="_5pbx userContent _22jv _3576" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}" id="js_1ih"&gt;
&lt;div class="text_exposed_root text_exposed" id="id_5a36a402c89191f38978928"&gt;
Franco cunhou a expressão “Capitalismo de Quadrilha” para caracterizar o
 sistema econômico implementado pelo PT, e acelerado por Dilma Rousseff.&lt;br /&gt;
Comenta na entrevista ao “Valor” que o Brasil, nos anos PT, “cometeu 
erros inimagináveis na economia e estaria (espero), por falta de 
alternativa, condenado a fazer a coisa certa”.&lt;br /&gt;
O “Capitalista de Quadrilha” criou uma relação pra &lt;span class="text_exposed_show"&gt;lá
 de promíscua entre o Estado Brasileiro, os “Campeões Nacionais” (EBX, 
J&amp;amp;F, Odebrecht, Andrade Gutierrez etc.) e os setores escolhidos para
 receber benesses tributárias, tudo regado a fartos recursos subsidiados
 do BNDES, que representaram +- 50% ou mais dos recursos emprestados a 
empresas no Brasil. Óbvio que a corrupção rastreada pela Lava Jato 
representava uma parte desta zorra...&lt;br /&gt; Bom, o BNDES também irrigou de
 dinheiro barato os países amigos do PT, como Venezuela, Angola, Cuba, 
Moçambique, e vários outros...&lt;br /&gt; Ao final, o desastre que bem conhecemos... O maior de nossa História...&lt;br /&gt; Realmente, um “Capitalismo de Quadrilha”... &lt;br /&gt; E ainda há aqueles que desejam a volta de Lula (??)......&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span class="_1mto"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;13/12/17 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Previdência, aquela maldita que teima em nos alertar que se não a equacionarmos, e rápido, estaremos quebrados...&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Previdência, Privada e Pública, não é uma questão ideológica, é uma 
questão financeira, matemática, fazer algumas contas (não muitas). 
Depois de fazê-las, arrepiante conclusão: é inviável, impagável dentro 
de poucos anos, e sufocará o Estado brasileiro. O Estado não terá 
condições para fazer mais nada, e depois tampouco pagar os benefícios.&lt;br /&gt;
Além de não ser ideol&lt;span class="text_exposed_show"&gt;ógico,
 seu equacionamento é uma questão de menor regressividade na 
distribuição de renda (onerar menos aqueles que ganham menos) e de 
justiça social, como pontua Malan em seu artigo "Previdência e segurança
 - o peso do passado", Estadão, hoje.&lt;br /&gt; Malan lembra também que o 
desastre não é de hoje, foi “montado” desde a Constituição de 1988, e 
foi extremamente acelerado nos anos PT, a partir de 2003.&lt;br /&gt; Malan cita
 Marx (1952): “Os homens fazem sua própria história. Não como bem 
entendem, não em circunstâncias por eles escolhidas, mas sob condições 
dadas e transmitidas pelo passado”. Pois é, maldito passado a bater em 
nossa porta....&lt;br /&gt; E neste trololó dos políticos, muitas vezes na 
defesa das corporações de funcionários públicos de suas aposentadorias 
irreais, injustas (nunca contribuíram o suficiente para as mesmas), 
empurram o problema para as gerações futuras, algo que Gustavo Franco 
(como lembrou Malan) chama de “tributação dos ausentes”.&lt;br /&gt; Mas vamos a alguns dados que apresenta Malan em seu artigo:&lt;br /&gt;
 “O sistema atual é insustentável – é o que não podem ignorar as pessoas
 de boa-fé, dotadas de honestidade intelectual, espírito público e algum
 interesse pela evidência empírica disponível. A população brasileira 
cresce a uma taxa, declinante, de 0,7% ao ano. A população de 
aposentados, por sua vez, aumenta a uma taxa, crescente, cinco vezes 
maior”. Ou seja, o boom demográfico, em pouco, vai pro saco !! Daqui a 
pouco, 01 contribuinte pra 01 aposentado.&lt;br /&gt; Prossegue Malan: “O 
déficit do Regime Geral da Previdência, que atende quase 30 milhões de 
brasileiros, é hoje de R$ 178 bilhões – cerca de R$ 6 mil por 
aposentado. Já o do Regime dos Servidores Públicos – 01 milhão de 
pessoas e cerca de R$ 78 mil por pessoa – é cerca de 13 (treze) vezes 
superior (por pessoa). Inacreditavelmente Injusto e Absurdo !!&lt;br /&gt; 
Acrescento: há pessoas, algumas iludidas ou ingênuas, outras movidas por
 pura má fé, que insistem que não há déficit da Previdência, que 
bastaria que os inadimplentes pagassem o que devem, e tudo se 
resolveria. Quanto equívoco ! A Previdência é inviável porque o que 
pagamos não é suficiente para que se paguem os benefícios, Fluxo, como 
dizem os economistas. A dívida dos inadimplentes com o INSS é Estoque, 
como sabiamente explicam os economistas. Caso fosse paga, daria um 
“refresco” de alguns anos, e o problema voltaria logo depois.&lt;br /&gt; É preciso ir em frente com a Reforma da Previdência. Senão quebramos... Simples assim...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;14/10/17 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;“A falácia que cerca o debate sobre as armas de fogo”, de Helio Gurowitz, Estadão&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trago alguns dados do artigo de Gurowitz, que lançam luz sobre o 
complexo problema da posse de armas de fogo, tendo em vista algumas 
bobagens divulgadas no Brasil a favor da posse de armas de fogo.&lt;br /&gt;
Os 
norte-americanos são o povo mais armado do mundo, 101 armas de fogo para
 100 habitantes; são 04 em Israel, 09 no Brasil, 11 na Venezuela.&lt;br /&gt;
Ñ existe relação estatística entre este número e a taxa de &lt;span class="text_exposed_show"&gt;mortes.&lt;br /&gt; Exemplo - morte por tiros para cada 100 mil habitantes: 1,3 em Israel, 10,5 nos EUA, 21,9 no Brasil, 50,5 na Venezuela.&lt;br /&gt;
 Assassinos em massa são um problema quase exclusivo dos 
norte-americanos. Óbvio que a leniência das autoridades por lá quanto à 
posse de armas de fogo ajuda, e muito, este fato.&lt;br /&gt; Mas nos EUA, a 
maior causa de mortes por arma de fogo é o...suicídio. Dois terços dos 
suicídios nos EUA são causados por armas de fogo.&lt;br /&gt; No Brasil, as armas de fogo provocam 86% dos homicídios. Portanto, defender porte de armas no Brasil é uma maluquice. &lt;br /&gt; Além disso, controlar as armas pode reduzir acidentes, suicídios, e evitar que estas mesmas armas vão pro crime.&lt;br /&gt;
 O crime organizado, infelizmente, raramente tem dificuldades em obter 
armas de fogo no Brasil. As quais, infelizmente, são as maiores 
responsáveis pelos homicídios.&lt;br /&gt; No Brasil, é preciso melhorar, e 
muito, a eficácia das polícias e do Estado no controle de entrada e 
trânsito de armas de fogo pelo país.&lt;br /&gt; Ou seja, a equação no Brasil é super complexa !!&lt;br /&gt; Dados do site Gun Policy, Universidade de Sydney, Austrália, maior fonte de estatísticas no mundo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;13/09/17 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O Desastre mais que Previsto da Petros, fundo de pensão da Petrobras,
 Fruto da Gestão Pilantra, Irresponsável e Corrupta dos Anos PT....&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A informação desastrosa que já se esperava chegou, como uma bomba, ao 
colo de funcionários e aposentados da Petrobras, optantes do fundo de 
previdência da empresa, a Petros.&lt;br /&gt;
Depois de anos (os “belos”anos PT)
 de rapinagem, bandidagem, pilantragem, roubo, má fé e todo tipo de 
irresponsabilidade, a Petros, depois de, creio, 03 anos sucessivos &lt;span class="text_exposed_show"&gt;de
 prejuízos, anunciou um rombo de quase R$ 28 bilhões, dos quais caberá à
 Petrobras +- 50%, e aos funcionários os outros +- 50%.&lt;br /&gt; Governança 
era coisa que não havia na Petros, assim como nos fundos de pensão dos 
Correios, da Eletrobrás, de Furnas, Chesf, e outros tantos. O fundo de 
pensão dos Correios chegou, inclusive, a comprar títulos emitidos pelo 
governo da Venezuela, que, óbvio, viraram pó.&lt;br /&gt; Nomeações políticas, loteamento entre PT e partidos aliados, e todo tipo de picaretagem.&lt;br /&gt;
 A Petros, por determinação da gestão petista, aportou bilhões na Sete 
Brasil, e provavelmente nunca mais verá esta grana. Um dos diretores da 
Sete Brasil era o Barusco, aquele travesso, dos primeiros a delatar o 
“esquema”.&lt;br /&gt; Outro pilantra, membro do conselho de administração da Sete Brasil, era o apelidado como “Bacalhau”.&lt;br /&gt;
 Este “menino travesso”,  algo como contra-mestre ou técnico de 
elétrica, que nunca havia trabalhado na Petrobras (somente militava nos 
sindicatos), em 2003 virou assessor da presidência da Petrobras (o PT 
não esquece dos seus), foi gerente executivo de responsabilidade social,
 até que uma operação da Lava Jato o pegou. Pobrezinho !!&lt;br /&gt; A Petros 
fez, além disso, vários outros péssimos investimentos, como em empresas 
do grupo J&amp;amp;F (os “espertos” irmãos Batista), e investigações apontam
 que motivados por propina paga a gestores do fundo de pensão da 
Petrobras.&lt;br /&gt; A lista de desastres da Petros é quase infindável. &lt;br /&gt; Enfim, mais um pesadelo que nos assombra, herança maldita dos anos PT.....&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;03/09/17 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Os Juros, e o País da Meia Entrada...&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esperemos que, com o fim
 da TJLP, e o uso, pelo BNDES, da TLP, que caminhará para juros de 
mercado, eliminemos esta distorção maluca e que tantos prejuízos trouxe 
para o Brasil nos anos PT.&lt;br /&gt;
Segundo Gustavo Franco, em seu artigo 
“Juros, cordialidade e usura”, a política enviesada dos anos PT de 
favorecer os “escolhidos” com dinheiro barato do BNDES (a TJLP), e que, 
com a Lava Jato, sabemos a que custo, criou a seguinte distorção: “o 
estoqu&lt;span class="text_exposed_show"&gt;e de crédito direcionado cresceu 
de 12,9% do PIB em 2008 para 26,4% do PIB em 2013, enquanto o crédito 
livre se manteve estável na faixa de 27% do PIB no período”.&lt;br /&gt; Ainda 
segundo Franco, “Portanto, metade do crédito concedido no Brasil ocorre 
no terreno da cordialidade. A outra metade se dá em condições de mercado
 para as pessoas (físicas e jurídicas) comuns e, portanto, custam muito 
mais caro”.&lt;br /&gt; Sabemos que esta enxurrada de dinheiro barato do BNDES 
não fez com que aumentasse o crédito do mercado. E uma parcela 
importante deste crédito do BNDES foi obtido por empresas até o pescoço 
enredadas na Lava Jato.&lt;br /&gt; É o política da meia entrada, onde os privilegiados se beneficiam dela, e o restante da sociedade paga a diferença.&lt;br /&gt;
 Importante destacar que tendo em vista o imenso volume de recursos 
injetados na economia com custos inferiores à taxa básica de juros (a 
TJLP do BNDES), os juros da economia não  podem ser menores, em 
realidade são até maiores do que deveriam ser, para compensar esta 
maluquice do Brasil da meia entrada, e da pobre turma que paga esta 
conta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;03/09/17 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Mais Alguns Motivos para que JAMAIS nos Esqueçamos do Desastre Implementado por Dilma e Lula !&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos governos Lula e Dilma fizemos um número incalculável de 
atrocidades, e estamos pagando muito caro por isso, como a pior crise 
econômica em nossa História demonstra.&lt;br /&gt;
Algumas das péssimas decisões:&lt;span class="text_exposed_show"&gt;&lt;br /&gt;
 - Demos isenções tributárias, de encargos sociais, demos proteção 
comercial e outros mimos (07 programas, ao todo) a várias empresas, 
entre montadoras de automóveis e de TI, , cujos resultados são bem 
menores do que quanto custaram (se há algum resultado !!!); agora, 
previsível, a OMC nos condenou a retirar estes incentivos, sob pena de 
sofremos retaliações de quem quer que seja o país na OMC;&lt;br /&gt; - Estas 
asneiras estão em linha com a estratégia (??) maluca que adotamos nos 
anos PT de incentivarmos (??) a indústria local, muitas vezes com o 
dinheiro barato do BNDES, mas cujos resultados, além de pífios, foram 
desastrosos para o Brasil;&lt;br /&gt; - A reboque vieram os “Campeões Nacionais”, e as teorias caducas e desastrosas de se produzir tudo por aqui;&lt;br /&gt;
 - Resultado: burlamos regras da OMC e vamos pagar por isso; demos 
dezenas de bilhões de reais de incentivos à indústria, sem resultado; 
criou-se uma relação pra lá de incestuosa entre o Estado e as empresas 
privadas, revelada pela “Lava Jato”; demos muitas centenas de bilhões de
 reais subsidiados aos “Campeões Nacionais”; criamos monstrengos prenhes 
de ineficiência e de corrupção, como a Sete Brasil, que se revelou um 
fiasco; quase destruímos a Petrobras; arrebentamos o setor elétrico, 
quando a gerentona Dilma reduziu as tarifas de energia na marra em 20% e
 arrebentou o caixa das empresas; estabelecemos regras de conteúdo 
nacional para a indústria do petróleo irreais, que se traduziram em 
atrasos gigantescos para a construção de plataformas de petróleo; 
criamos uma regra maluca para a partilha do petróleo do pré-sal, e não 
realizamos leilões por muitos anos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="text_exposed_show"&gt;
&lt;br /&gt;
Conclusão: o PT, com seu viés estatizante e tosco, se aproximou da 
ditadura militar, que possuía premissas semelhantes, de estatizar, fazer
 tudo por aqui, e se fechar ao mundo.&lt;br /&gt;
Os militares nos legaram a 
crise da década perdida (anos 1980). O PT, para ñ ficar atrás, a maior 
crise de nossa História, tanto econômica quanto moral.&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;01/08/17 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Do artigo “Cleptocracia renitente”, Vera Magalhães, Estadão, 30/07/17...&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Impossível não reproduzir trechos que representam uma verdade que teima
 em afrontar o cinismo do PT, em desmentir suas falácias, sua “verdade” 
inventada, frágil, bisonha, pilantra...&lt;br /&gt;
Segundo Vera Magalhães, em 
seu artigo “Cleptocracia renitente", “A corrupção brasileira ñ começou 
com o PT, mas foi obra do lulismo a construção desse regime de ladrões, 
em que todos os escalões foram loteados por companheiros c&lt;span class="text_exposed_show"&gt;uja
 única razão de estarem onde estavam era montar uma rede de 
financiamento político-partidário cedendo a empresários ‘amigos’ 
financiamentos, contratos, leis feitas sob encomenda, negócios em países
 governados por ditaduras aliadas e toda sorte de traficância”.&lt;br /&gt; 
Continua Vera: “Os petistas, em seu exercício quase comovente de 
autoengano, vão se apressar em gritar: mas e Michel Temer ? O atual 
governo, que manteve a cleptocracia instalada, nada mais é que a 
continuação de Dilma Rousseff”.&lt;br /&gt; Ainda no artigo, “...Dilma, por 
inabilidade política, por incapacidade de gestão e uma visão totalmente 
enviesada do papel  da economia, atributos reais escondidos sob o manto 
do marketing e pelos quais o país vai pagar por décadas”.&lt;br /&gt; Vera 
segue: “Ñ cola também o outro véu com que se tentou vestir Dilma, o da 
presidente honesta que ñ sabia de nada do sambalelê da corrupção que 
grassava em seu governo”.&lt;br /&gt; “O esquema do PMDB na Caixa, com Geddel 
Viera Lima, Eduardo Cunha e Fábio Cleto à frente, nada mais é que a 
fatia dos aliados dada pelo PT na cleptocracia lulo-dilmista”. &lt;br /&gt; Vera conclui: “Essa é a verdadeira herança de pai Lula e mãe Dilma, uma cleptocracia que resiste”.&lt;br /&gt; E um país em frangalhos, arrebentado....&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;10/06/17 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;La La Dilma-Temer Lama....&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt; Chico, em charge hoje no "O Globo", escreveu: " Em cartaz: La La Dilma-Temer Land"... &lt;br /&gt;
 Bizarro como a sinistra "dança" dos 02 membros da chapa Dilma-Temer 
parece zombar de todos nós... Lama, da mais fétida, pútrida, 
irrespirável e pegajosa, da que jamais se teve notícia.... &lt;br /&gt; Lama que
 levou o Brasil às profundezas mais lúgubres jamais sonhadas, numa dança
 da morte, que teima em ceifar o que resta de moral por aqui.... Que 
ceifou a economia, milhões d&lt;span class="text_exposed_show"&gt;e empregos, Petrobras, e que somente a tibieza de alguns se recusa a enxergar....&lt;br /&gt; E que se aloja nas mais elevadas cortes desta país, como o TSE teima em esfregar em nossa cara....&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;05/05/2017 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Nestes tempos malucos e absurdos, sou obrigado a reproduzir Alcelmo Gois, "O Globo", hoje&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;"Ponto Final.. Sérgio Côrtes para empresário: Nossas putarias têm que continuar".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="_5pbx userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}" id="js_5s"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;
 "No Mais... É como dizem os versos de O Tempo Não Para, de Cazuza: Nas 
noites de frio, é melhor nem nascer/Nas de calor, se escolhe: é matar ou
 morrer/E, assim, nos tornamos brasileiros/Te chamam de ladrão, de 
bicha, maconheiro/Transformam o país inteiro num puteiro/Pois, assim, se
 ganha mais dinheiro".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;23/04/17 - Tristes conclusões do acadêmico Bolívar Lamounier, no artigo "A Venezuela e as esquerdas brasileiras", hoje no "Estadão".&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Lamounier, a propósito da viesada Política Externa brasileira, submissa a uma lógica ultrapassada terceiro mundista,&amp;nbsp; e da destruição lamentável da Venezuela, comenta: "Nós, brasileiros, tivemos que aguardar 13 anos e meio para nos livrarmos do vergonhoso apoio oficial ao chavismo. A famigerada Política Externa de Lula e Dilma Rousseff primou pela mais absoluta obtusidade, fruto de sua ideologia terceiro-mundista, de sua ignorância e - por que ñ dizê-lo ? - de sua manifesta covardia".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Lembra episódio de visita de Lula à Cuba, fevereiro de 2010, disponível no YouTube. Ao desembarcar, soube a morte de um simples encanador (certamente nenhuma ameaça ao regime de Castro), preso como dissidente de consciência (??!!), que sucumbiu após 85 dias de uma greve de fome.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Lula, com uma postura subserviente ao regime de uma ditadura "amiga", se limitou a culpar Tramayo, o infeliz encanador, "ameaça" tremenda ao regime cubano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Lamounier lembra mais detalhes da lógica dos anos Lulo-Petistas: "Quem quiser compreender tal atitude deve começar pelo antiamericanismo. Para o esquerdista brasileiro (ou para o latino-amerricano em geral), ser indiscriminadamente contra os Estados Unidos é a credencial &lt;i&gt;sine qua non&lt;/i&gt; de quem luta pelo progresso social e pelo bem da humanidade. O corolário desse posicionamento é que qualquer regime antiamericano é bom. Cuba é excelente; a teocracia iraniana é excelente; o chavo-madurismo pode ñ ser excelente, mas ñ é o caso de criticá-lo. É, no mínimo, um aliado em "nossa" luta contra o imperialismo".&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Bom, concluo, na cabeça desta turma, até roubar e explorar (quase os destruíram !!) o Estado brasileiro, Petrobras, Eletrobras, fundos de pensão de estatais, entre tantos outros, era certo, desde que pela causa Lulo-Petista, alinhada com seus parceiros mundiais, Castro, Maduro, Putin etc.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Felizmente viramos esta página.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;23/04/17 - Pedaços do Artigo "Lula, o sócio oculto". de Vera Magalhães, "Estadão", hoje.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;"As últimas e estarrecedoras revelações do submundo da &lt;u&gt;EMPREITEIROCRACIA&lt;/u&gt; (grifo meu !) instituída no Brasil por Luiz Inácio Lula da Silva e mantida sob Dilma Rousseff ñ deixam dúvidas: Lula ñ era apenas beneficiário, mas sócio majoritário e idealizador do esquema que pilhou a Petrobras, o BNDES, o setor elétrico, a Receita Federal e sabe-se lá mais quantos pedaços do Estado".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Ainda segundo Vera, "Tal qual um Fausto dos trópicos, Lula vendeu ao diabo o que era uma biografia virtuosa, de um homem que se fez lutando contra circunstâncias pessoais, econômicas, familiares e políticas em tudo adversas, que mudou a lógica do sindicalismo pelego que se praticava desde Vargas, que fundou um partido do nada liderando de operários a intelectuais, que chegou ao poder prometendo fazer a inclusão social tão adiada no Brasil".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;E conclui: "Todos têm de ser punidos e seus beneficiários de diferentes partidos, de tucanos a comunistas, passando pelos peemebistas de sempre, merecem a aposentadoria compulsória da política e a pena da lei."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;"Mas que ñ reste dúvida: o verdadeiro sócio do esquema criminoso que colocou em xeque a ainda incipiente democracia brasileira atende pela alcunha de Lula, e sua máscara caiu indubitavelmente diante dos olhos da Nação. Quem ainda ñ enxergou é porque ñ quer mesmo ver".&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;23/04/17 - O Velho e Insustentável Discurso dos Defensores de Lula&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Segundo Ancelmo Gois, no "O Globo" da última sexta, "Mas as delações da Odebrecht e - agora - do expresidente da OAS, Léo Pinheiro, mostram que quem persegue Lula ñ é Sérgio Moro. São os fatos. Dizer que seus adversários fizeram coisa pior ñ o absolve de toda esta promiscuidade".&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;25/09/16 - Dados
que de Forma Irrefutável Atestam a Catástrofe Petista&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;

&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Artigo
de Merval Pereira, “Na Rabeira”, “O Globo”de 24/09/16, , elenca dados que jogam
mais uma pá de cal sobre aquele trololó petista de “Crise Internacional” como
responsável do desastre no Brasil nos anos PT.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Pesquisas
de acadêmicos da UFMG, do IBGE, muitos deles baseados em dados do FMI e de
outras entidades apontam:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;A
situação do Brasil entre 189 países quanto a crescimento do PIB o situa, desde
2011, na posição 172 (tá bonito !!).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;O
estudo aponta que o desemprego recorde e a inflação são decisivos para o
empobrecimento da população brasileira. Pobre dela.....Tão enganada, tão
sofredora....&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Comparado
a outros países da América Latina, de 2011 a 2016, o resultado do crescimento
do Brasil o coloca em penúltimo lugar entre 10 países na América do Sul, e em
18&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt; lugar em comparação com as economias de 19 países da América
Latina.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O último país nos 02 casos é a
Venezuela. Péssima companhia para o Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Desde
o início dos anos PT, o Brasil exibe índices de crescimento sempre inferiores à
média no mundo, à média da América Latina, e à média da América do Sul.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Dá-lhe
PT !!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;
&lt;b&gt;





 &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;03/04/16 - A
Arte Tacanha e Malandra de Chamar Pedido de Impeachment de Golpe&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;

&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;Já
tou de saco cheio de ouvir e ler as bobagens, barbaridades, imbecilidades,
quando não meras mentiras pérfidas e mesquinhas, que insistem, sem qualquer
base e argumentação que resista a uma ameba bêbada, em afirmar que o pedido de
impeachment que segue o rito previsto na Constituição Federal do Brasil é Golpe
(??!!).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Deixo
a missão ao excelente artigo de Dora Kramer, “Golpear Não É Preciso”, publicado
hoje no Estadão, do qual reproduzo alguns significativos trechos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Vamos
a eles !&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Kramer
comenta, por exemplo, “Nesse aspecto, o da definição do termo que o PT usa para
imprimir caráter de ilegalidade ao processo de impeachment contra a presidente
Dilma Roussef, o acusador é quem preenche os requisitos de golpista, pois
agride a Democracia brasileira pela via da corrupção e do aparelhamento do
Estado para o financiamento de um projeto de poder”. Pois é, ela deixa claro
que se há um golpista na história, de 2003 pra cá, é o PT, claro, límpido e
inequivocamente !&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;A
propósito do PT ter sido eleito 04 vezes para a presidência, comenta”Tal
delegação (pros 04 mandatos) não confere salvo-conduto aos petistas nem a
governante algum. Ao contrário: torna mais grave a traição à maioria da
sociedade que lhe depositou a mais estrita confiança. Eleição, é bom que se
diga e repita, não dá carta branca para o desrespeito aos princípios
constitucionais das probidade, impessoalidade, transparência, moralidade e
eficiência...”. Avisem pra Dilminha, pois acho que ela não entendeu essa parte
da Constituição....Interpretar e raciocinar com clareza, tendo em vista suas
declarações e falas, não parece ser seu forte... Talvez esteja mais à vontade
quando vocifera, grita e sufoca quem a contesta...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Kramer
acrescenta: “.....é essencial que não se repita o que houve na Itália depois de
05 anos da Operação Mãos Limpas: “cansaço” social e adesão aos argumentos de
que havia abusos por parte de juízes, numa tentativa – naquele caso bem
sucedida – de inverter a ordem dos valores”. Lembrem-se do escroque Berlusconi.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;E
Kramer conclui: “O PT tem a palavra solta. Invoca a Constituição que não
assinou, renega a política econômica que adotou para governar, boicota as
medidas necessárias à correção do desastre que ele mesmo criou, agride de modo
contumaz o preceito legal da impessoalidade na administração pública, ameaça
inviabilizar o governo se o PT vier a ser substituído pelo PMDB que por várias
vezes alojou na vice-presidência e, portanto, no primeiro lugar da sucessão
presidencial”. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Esse
é o PT....Truculento, Anti-Democrático, Insaciável no assalto ao Estado
brasileiro....&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;25/02/16 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Buemba, Buemba !! Polícia Federal Promove Alguns dos Necessários Ajustes e Cortes na Petrobras - Agora Vai...&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;
 &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;Incomodada com uma razoável leniência de Bendine (presidente da 
Petrobras) e da diretoria executiva da empresa, a Polícia Federal 
resolveu agir, dar uma mãozinha, pelo bem do país.&lt;br /&gt;
Armando 
Tripodi, também conhecido como Bacalhau, que de 2003 pra cá ganhou 
vários mimos da Petrobras - chefe de gabinete dos presidentes Dutra e 
Gabrielli, nomeado para a Gerência Executiva&lt;span class="text_exposed_show"&gt;
 de (IR)Responsabilidade Social pela SUPER executiva Graciosa Foster - 
parece que terá que pendurar o boné, ou as chuteiras...O menino depôs na
 PF e suspeita-se de seu envolvimento em várias lambanças e tramóias 
ligadas ao rolo Lava-Jato. Mas acho que não passam de comentários 
maldosas da tal da imprensa golpista, farrista, bairrista, e quantos 
mais istas caibam neste texto....Diz-se que na verdade a PF quer 
antecipar a comemoração de Páscoa, e servir Bacalhau em suas instalações
 !!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="text_exposed_show"&gt;
De qualquer modo, o 
mimoso e competente Bacalhau, que entrou na Petrobras em 1978 como 
contra-mestre de eletricidade, construiu sólida, pujante, desbravadora e
 reveladora carreira de.....Sindicalista...&lt;br /&gt;
Fundador do 
Departamento Nacional dos Petroleiros da CUT, foi diretor da Federação 
Única dos Petroleiros (FUP). Estas brilhantes qualificações técnicas, 
gerencias e sensacionais o alçaram aos mais altos postos na Petrobras a 
partir de 2003, única e exclusivamente devido a este cabedal de 
excelentes qualificações e experiências que o menino acumulou em sua 
vida de labuta extenuante e emocionante !&lt;br /&gt;
Em 2012, devido à sua 
inegável (in)competência, o que alguns invejosos qualificam como 
favorecimento entre seus pares da república petista-sindicalista, foi 
nomeado conselheiro da Sete Brasil, empresa criada para construir sondas
 de perfuração para a Petrobras, mas que devido às crises mundial e 
interplanetária, às fofocas da Lava-Jato, e à imprensa golpista, maldita
 e arrivista, está quebrada.&lt;br /&gt;
Juntem-se a nós no protesto contra 
mais esta arbitrariedade contra a classe operária que vai ao paraíso e à
 cobertura em Laranjeiras; ou esperemos pelo Bacalhau que será servido 
na Páscoa...&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;21/02/16 - Revelada a Verdade, Finalmente ! FHC e Ex-Amante foram os Responsáveis pela Crise Atual, o Maior Escândalos de Corrupção do Brasil, e a Destruição da Petrobras !&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Fatos revelados pela imprensa recentemente apontam que FHC e sua Ex-Amante são os verdadeiros responsáveis pela crise que se abateu sobre o Brasil, a maior de sua história ! Eu sabia !!&lt;br /&gt;São de sua responsabilidade também a destruição da Petrobras, o Petrolão e o Mensalão. Eu sabia !!!!&lt;br /&gt;Lula, Dilma, o PT e partidos aliados não possuem nenhuma responsabilidade sobre isso !! Há comemorações em todas as ruas brasileiras, e o povo clama pela volta de Lula, aquele injustiçado ! Já se anunciam as libertações de José Dirceu, João Vaccari, e vários outros injustiçados de forma violenta pelo japonês da Federal.&lt;br /&gt;A notícia repercute fortemente na Coreia do Norte e nos territorios da Síria e Iraque dominados pelo Estado Islâmico, onde a povo saiu às ruas comemorando de forma alucinada o resgate histórico de Lula, Dilma e sua trupe.&lt;br /&gt;Espera-se que em breve os líderes de ambos e bacanas Estados estejam no Brasil. O Estado Islâmico promete por aqui cerimônias comemorativas de cortes de cabeças, e o ditador da Coreia do Norte planeja disparar um foguete de Brasíla. Ainda não se sabe em que direção…&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;21/01/16 - Eu e minha Patroa Gaúcha, em Defesa do Pixuleco, digo, Lula, contra o Dragão do Capitalismo Comedor de Criancinhas, os Coxinhas, e a Maldosa, Pusilânime, Mentirosa e Insidiosa Imprensa Golpista e Arrivista ! Livremente inspirado no Grande Mestre Agamenon Mendes Pedreira.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Eu e minha patroa Gaúcha, entre um chimarrão e um churrasquinho de gato, estacionamos nosso chevette 1978 (na verdade ele quebrou, e tivemos que abandoná-lo !!!), e fomos, ao lado de aguerridos defensores da Justiça, dos Oprimidos, da Classe Operária que Chegou ao Paraíso do Guarujá com cobertura tríplex que não é do Lula, lutar contra os Coxinhas, a malvada e pusilânime Imprensa Golpista, e o Ministério Público viesado, venenoso, anti-operário, capitalista e paulista, para defender nosso grande líder, Pixuleco, digo, Lula !!&lt;br /&gt;Afinal, conforme o jornalista Guilherme Fiuza comemorou, foi feita no Guarujá uma Reforma Agrária, digo, uma Reforma Urbana, onde nosso Timoneiro e Companheiro, Lula Pixuleco Paz e Amor, à frente de vários movimentos sociais, dos operários da Odebrecht, OAS, Andrade Gutierrez, entre tantas empresas operárias e obreiras, tomou posse de uma singela cobertura tríplex no Guarujá (que não é do Lula !!).&lt;br /&gt;Estava lá também, na batalha contra o Ministério Público coxinha, mais uma legítima operária, alçada ao paraízo recentemente, a sociatile que deu como garantia para um empréstimo do Banco do Brasil e para seu presidente Bendine TQQ, agora presidente da Petrobras, a pensão alimentícia dos filhos (quanto amor de mãe!!!).&lt;br /&gt;Com esta operação no Guarujá, verdadeiro resgate social, Lula foi capaz de armazenar scotchs, cachaças e conhaques, que ele fora obrigado a desalojar de Brasília...As pobres bebidas estavam sem teto !! Uma tristeza !!&lt;br /&gt;O apartamento no Guarujá estava tão ferrado, que a OAS viu-se compelida, num desprendimento sem paralelo na história da humanidade cristã e operária, a realizar urgentes reformas. Por exemplo, havia o risco de um Home Theater ñ funcionar !! Escândalo !!&lt;br /&gt;Ou seja, uma questão de Justiça Social, e resgatar os absurdos históricos cometidos contra a classe operária desde a chegada de Cabral, mesmo antes dele, desde o marco da "Arca de Noé", como deixou claro nossa brilhante Mulher-Sapiens, Dilma Roscoff 12 anos !! Ñ vamos admitir isso, jamais !! Juntem-se a nós nesta luta, companheiros e companheiras !!!&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;14/12/15 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Caos no Iraque, Al Qaeda e Estado Islâmico&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: white; color: #141823; display: block; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 19.32px; margin: 6px 0px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 1; word-spacing: 0px;"&gt;
Infelizmente, conforme comprovam todos os fatos, a maior parte do caos no qual está mergulhado hoje o Oriente Médio foi originado pela desastrada invasão do Iraque pelos Estados Unidos e aliados em 2003.&lt;br /&gt;
As razões para a invasão eram falsas, como a própria invasão demonstrou. Os Estados Unidos argumentavam que haveria ligações entre o Iraque de Saddam Hussein e a Al Qaeda, entre Saddam e os ataques em 11 de setembro de 2001, além do&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="text_exposed_show" style="display: inline;"&gt;Iraque teoricamente possuir armas de destruição em massa.&lt;br /&gt;Nada havia que comprovasse isto, como ficou demonstrado. O Iraque não possuía armas de destruição em massa (os inspetores da ONU já o haviam comprovado), e a Al Qaeda não estava no Iraque, nem havia qualquer ligação entre Saddam Hussein e seu governo com os ataques no 11 de setembro de 2001.&lt;br /&gt;Pior, após o caos no qual se transformou o Iraque após a invasão, a Al Qaeda foi pra lá. Ou seja, a Al Qaeda foi presenteada com uma nova frente de combate aos Estados Unidos APÓS a invasão do Iraque em 2003.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O Iraque transformou-se em um Estado Falido, fragmentado e caótico, e que virou um paraíso para a Al Qaeda e todo tipo de insurgência contra os Estados Unidos.&lt;br /&gt;A duras penas, ao mudar completamente a estratégia para a abordagem do problema, o general norte-americano Petreaus conseguiu combater com sucesso os insurgentes no Iraque ao negociar com tribos sunitas, e a Al Qaeda foi quase expulsa do Iraque.&lt;br /&gt;Primeiro como Isi (Estado Islâmico do Iraque), e depois como Isis (Estado Islâmico do Iraque e da Síria), o grupo Estado Islâmico foi originado pela própria Al Qaeda.&lt;br /&gt;Com o enfraquecimento da Al Qaeda no Iraque e o caos instalado na Síria após o início da revolta contra o ditador Bashar al-Assad, a Al Qaeda atuou majoritariamente na Síria, quando deu origem ao Estado Islâmico do Iraque e da Síria (Isis).&lt;br /&gt;Mas as coisas no Iraque, apesar das ações de Petreaus, se deterioraram tremendamente, muito por (ir)responsabilidade dos Estados Unidos, Obama, pois o mesmo, após a retirada das tropas norte-americanas, permitiu que o primeiro-ministro iraquiano Maliki, xiita, no poder de 2006 a 2014, promovesse uma sistemática perseguição aos sunitas no Iraque, e que transformou o oeste do Iraque, junto à fronteira da Síria, em terreno fértil pro retorno ao Iraque e fortalecimento do Isis.&lt;br /&gt;Ao final, a incompetência dos Estados Unidos está diretamente relacionadas à transformação do Iraque em um Estado Falido, à vinda da Al Qaeda pro Iraque e a Síria, à criação do Estado Islâmico, e todo esta caos no qual a região está mergulhada, este verdadeiro pesadelo pantanoso.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Para aqueles interessados em entender um pouco sobre como chegamos a este ponto, há a um elogiado documentário sobre a caótica invasão do Iraque em 2003 e seu desdobramento, “No End in Sight”, do premiado documentarista Charles Ferguson. Há, também, um excelente livro sobre a invasão do Iraque em 2003, do ganhador do Pulitzer Thomas Ricks, “Fiasco”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: white; color: #141823; display: block; font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 19.32px; margin: 6px 0px; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 1; word-spacing: 0px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;04/10/15 - Dilma Nada Mais É do que Sempre Foi, Um Nada....&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Dora Kramer, em artigo no Estadão, "Governante Governada", comenta:&lt;br /&gt;"Tempo houve, não faz muito, que Dilma Rousseff pretendia mandar até no uso e costume da língua portuguesa. Exigiu ser chamada de PRESIDENTA, no que foi atendida por subordinados. Funcionais e mentais. Hoje a presidente Dilma Rousseff já não manda em coisa alguma. Nem no governo, nem em si."&lt;br /&gt;Triste e melancólico final como um epitáfio que teima em anunciar: aqui tomba a arrogante mediocridade.....Que leve seu criador junto !&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;04/10/15 -&amp;nbsp; No Brasil da Barata Voa, Prevalece a Lógica Escroque Lulo-Petista-PMDBista&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Merval Pereira, em seu artigo “O País da Chanchada”, elenca alguns dos 
passos que levam o Brasil a afundar-se cada vez mais na lama mais fétida
 e torpe. Fechem os olhos e os narizes !!&lt;br /&gt;
Num esforço pra barrar o 
andamento do impeachment no Congresso, Lula articula com o PT a 
submissão à lógica mais escroque, e instala o PMDB como o dono da bola, 
com loteamento de ministérios. &lt;br /&gt;
Por exemplo, o deputado “p&lt;span class="text_exposed_show"&gt;au-mandado”
 Celso Pansera é nomeado para o Ministério da Ciência e Tecnologia. 
Entende nada....Não esqueçamos que o “pau-mandado” é do time de Eduardo 
Cunha, e o Planalto quer trazer Cunha pra si e barrar o impeachment de 
Dilminha.&lt;br /&gt; O ministro Renato Janine, da Educação, foi demitido pra 
ceder lugar a alguém que nada sabe...Pátria Educadora, que já era uma 
farsa, nada mais representa, além de moeda de troca...Importante é 
barrar o impeachment !&lt;br /&gt; Merval comenta também que a ministra petista 
do TSE Luciana Lóssio interrompeu o processo que julga a chapa 
Dilma-Temer, e em seguida sumiu (??!!), em clara manobra para atrasar 
este julgamento. &lt;br /&gt; Sabe-se também, por Merval, que Luís Cláudio Lula 
da Silva, filho de Lula, recebeu R$ 2,4 milhões de um dos escritórios de
 lobistas que atuaram em favor da MP 471, e que prorrogou incentivos 
fiscais às montadoras de automóveis.&lt;br /&gt; Vale tudo pra salvar a pele de Dilma, e a de Lula. &lt;br /&gt; Quanta lama, quanta sordidez, quanta atitude pérfida.....&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;29/08/15 - &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Sobre o Artigo “Culpa da Democracia ?”, por Rogério Werneck (PUC-Rio), jornal Valor Econômico&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="_5pbx userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;
&lt;div class="text_exposed_root text_exposed" id="id_55e20623d9cb60e36514325"&gt;
Artigo de Rogério Werneck, economista e professor da PUC-Rio, que 
escreve regularmente no jornal Valor Econômico, cai como uma luva pro 
momento atual, quando Dilminha ensaia uma titubeante e trôpega Mea 
Culpa, ao afirmar que teria demorado a reconhecer os impactos da crise 
em 2014 (somente a reconheceu após as eleições, a coitadinha...), e 
Nelson Barbosa se apresenta como artífice da&lt;span class="text_exposed_show"&gt; nefasta ideia de reedição da CPMF.&lt;br /&gt;
 Werneck relata que Antonio Palocci, Ministro da Fazenda no 1o governo 
Lula, preocupado com a situação fiscal do país, propôs em 2005 a adoção 
de um programa de ajuste a longo prazo, de forma a impedir que o gasto 
público continuasse a crescer mais do que o PIB.&lt;br /&gt; Lamentavelmente, a 
proposta foi combatida e torpedeada de todas as formas por Dilminha, à 
época Ministra da Casa Civil, que defendia que a mesma era uma imensa 
bobagem, que o gasto público deveria aumentar, o que desenhava a 
tragédia que iria se abater sobre o Brasil.&lt;br /&gt; Werneck lembra ainda que
 em 2010, em artigo , Nelson Barbosa comemoraria a derrota da proposta 
de Palocci em 2005, a qual considerava “visão neoliberal”, e com a qual 
estaria aberto o caminho para os grandes feitos (??!!) resultado da 
vitória da “opção desenvolvimentista”. &lt;br /&gt; Sabemos pra onde esta opção 
articulada e coordenada por Dilminha e defendida por Barbosa (que agora 
“reinventa”a ideia da CPMF) nos levou.&lt;br /&gt; Buraco Negro, sorvedouro da Economia e campeoníssimo do desastre e do atraso.&lt;br /&gt;
 Donde se conclui que não há SOMBRA de dúvida sobre a responsabilidade 
cristalina, insofismável e inequívoca de Dilminha sobre a devastadora 
ESTAGFLAÇÃO (queda do PIB + inflação) que se abateu sobre o Brasil.&lt;br /&gt; 
Acho, mesmo, que o melhor pro Brasil seria se livrar, e o mais rápido, 
destes baluartes da incompetência. Ou será que queremos seguir na 
direção da Venezuela ou da Argentina ? Não creio, como indicam as 
pesquisas....&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;a class="UFILikeLink" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;&amp;gt;&amp;quot;}" data-reactid=".dv" href="https://www.facebook.com/frederico.magalhaesjunior#" role="button"&gt;&lt;span data-reactid=".dv.1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;29/08/15 - &lt;/b&gt;&lt;b&gt;A Propósito de Artigo no Jornal Valor Econômico, “A Operação Lava-Jato Reduz o Crescimento Econômico?”, de Marcos Mendes&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após alguns comentários 1.000% inapropriados, mesmo mal intencionados, 
de Adams (AGU), Mercadande (Casa Civil), e outros imbecis que pululam na
 gestão petista, que insistem em falar sobre os efeitos danosos da 
Operação Lava-Jato na Economia, sobre queda de 1% do PIB, como se fosse 
melhor pisar no freio das punições (em realidade, estão querendo livrar 
os pr&lt;span class="text_exposed_show"&gt;óprios traseiros !!), Marcos Mendes, em seu artigo, comenta:&lt;br /&gt;
 “Onde não há perspectiva de que acordos sejam cumpridos e regras de 
convivência respeitadas, muitos investimentos produtivos e geradores de 
renda deixam de ser feitos.........”A civilidade cede lugar à lei da 
selva. Isso é muito mais nocivo para o crescimento de longo prazo que a 
perda de 1 ponto do PIB em função do desemprego em empresas corruptas.”&lt;br /&gt;
 “Condenar a Lava-Jato, em função dos efeitos colaterais que provoca, 
equivale a dizer que um paciente com câncer não deve se submeter à 
quimioterapia para não sofrer enjoo ou correr o risco de infecções 
oportunistas. Por piores que sejam esses efeitos, não há saída sem a 
quimioterapia”.&lt;br /&gt; E conclui: “Poderíamos começar com uma nova rodada 
de privatizações que retirassem decisões empresariais da órbita de 
interesses políticos; bem como fazer melhorias nas regras de governança 
das empresas estatais e fundos de pensão, dois focos de má gestão e 
corrupção....”. &lt;br /&gt; Ou seja, punição exemplar, desmonte dos esquemas 
pilantras da Lava-Jato e da promiscuidade Estado-Empresas 
Estatais-Empresas Privadas....O Brasil precisa disso e agradece !!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;16/08/15 - &lt;/b&gt;&lt;b&gt;As Manifestações Hoje e o Partido do Pixuleco&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="_5pbx userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;
&lt;div class="text_exposed_root text_exposed" id="id_55d131d615c025866371665"&gt;
&lt;br /&gt;
As manifestações ocorridas hoje no Brasil representam a resposta clara e
 inequívoca ao governo Dilma e ao PT de que a população brasileira não 
mais tolera o caos lamacento implementado pelo PT desde 2003 no Brasil, 
cujas entranhas escusas têm sido aos poucos reveladas nas investigações 
da Operação Lava Jato, e cujas consequências se abatem sobre a economia 
brasileira.&lt;br /&gt;
As mensagens foram cristalinas: Fora Dilma; Fora Lula (muitas v&lt;span class="text_exposed_show"&gt;ezes sua prisão); e Fora PT. &lt;br /&gt;
 É a revolta clara contra o partido do pixuleco,  da mediocridade 
gananciosa, dos milhares de cargos comissionados, dos quase 40 
ministérios, que se esmerou em montar um esquema corrupto para se 
perpetuar no poder, que causou imensos prejuízos à Petrobras devido a 
uma gestão equivocada, e muitas vezes corrupta, que arrebentou o sistema
 elétrico, que transformou o BNDES em instrumento para beneficiar 
empresas escolhidas e com interesses escusos, que foi responsável pela 
volta da inflação, por centenas de milhares de desempregados e por 
milhares de empresas em sérias dificuldades, quando não quebradas.&lt;br /&gt; 
Contra isso milhares de brasileiros foram às ruas hoje. Fora Dilma, Fora
 PT. Que a mensagem fique bem clara, de forma cristalina, inequívoca e 
absoluta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;15/08/15 - As Asquerosas Manobras Lulista/Dilmistas no Senado pra Evitar o Impeachment&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="_5pbx userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;
&lt;div class="text_exposed_root text_exposed" id="id_55cfaebfc79b74545965124"&gt;
&lt;br /&gt;
Quando vi na TV e nos jornais imagens, matérias e fotos de Lula e 
aquele bando  do PMDB no Senado – Sarney, Renan, Jader Barbalho e outros
 tantos - pra articular as manobras que salvariam Dilminha das garras do
 TCU ou de uma votação pró impeachment no Congresso, minha vontade foi 
vomitar.&lt;br /&gt;
É a política mais torpe e rasteira em ação pra assegurar e perpetuar a rapadura de alguns. Como se explica que est&lt;span class="text_exposed_show"&gt;as coisas estejam há tantos anos assombrando o Brasil ?&lt;br /&gt; E como se explica que estes caras representam o salvação do governo petista ?&lt;br /&gt; Chamar de lama fétida é ser muito bonzinho.....&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;15/08/15 - &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Presidente da CUT Fala em Pegar em Armas para Defender o Governo. Coerente, sem Dúvida !&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em cerimônia em Brasília esta semana com organizações de movimentos 
populares (ñ consigo acreditar na lisura nem na independência destes 
movimentos), muitos dos quais certamente patrocinados pela Petrobras e 
pelo BNDES, o presidente da CUT, Vagner Freitas, ameaçou pegar em armas 
para defender o governo Dilma.&lt;br /&gt;
Disse possuir armas e um exército para impedir a derrubada de Dilminha.&lt;br /&gt;
Ao Vagne&lt;span class="text_exposed_show"&gt;r Freitas, infelizmente, falta seriedade, bom-senso, e conhecer a Constituição.&lt;br /&gt; A Constituição prevê o afastamento do presidente eleito. Ponto. Tal foi feito quanto a Collor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="text_exposed_show"&gt;
Vagner finge esquecer. Conveniente. Sindicalistas da CUT tem se 
beneficiado de nomeações na própria Petrobras, assim como em outras 
estatais, e em órgãos do governo, assim como de financiamentos de toda a
 espécie.&lt;br /&gt;
Porque a CUT não bradou contra aqueles que na Petrobras 
montaram os milionários esquemas corruptos ?? Foi omissa de tal forma, 
que nos faz pensar se não se beneficiou destes próprios esquemas 
lamacentos.&lt;br /&gt;
Vagner somente representa o atraso a se aferrar de todas as formas a um Estado capturado pra não perder as benesses.&lt;br /&gt;
É o sindicalismo da boquinha. Triste e pífio resultado da lama que se apossou do Estado Brasileiro.&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;07/08/15 - Programa do PT, e Tome Panelaço !&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As 04 figura patéticas que 
vi ontem na TV no programa do PT, o ator (cômico!!) José de Abreu, Rui 
Falcão (que figura lamentável), Lula (representava a patética sombra de 
si mesmo), e Dilminha (afirmava que lutará, ñ desistirá fácil), pareciam
 falar outra língua...Enquanto as panelas eram batidas, buzinas tocadas,
 eles insistiam, no pouco que entendi, num javanês opaco, qual o ditador
 Ceausescu em seus últimos dias na Romênia, em repetir a lóg&lt;span class="text_exposed_show"&gt;ica
 de nativos do planeta Marte: o PT fez, faz e está fazendo MUITO pelo 
Brasil, vomitando dados inconsistentes, tirados de uma lógica 
doentiamente mentirosa, que a realidade perversa teima em destruir e 
esfregar em suas faces.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="text_exposed_show"&gt;&lt;br /&gt; Ñ reconhecem seus erros, ñ admitem suas 
falhas, nem mesmo minimamente, enquanto repetem aquelas ladainhas 
cansativas, aquele blá, blá, blá vazio e realizações que boa parte ñ 
saíram do papel, algumas delas que nem chegaram a ser escritas...&lt;br /&gt; 
Show de mentiras, enquanto a maior parte da população brasileira enxerga
 com clareza que a desastrada, mesmo estúpida política econômica 
implementada por Dilma e no 2o governo Lula levou o Brasil à queda do 
PIB, centenas de milhares de demissões e inflação assustadora e sem 
controle. E os caras ñ admitem NADA !!!!&lt;br /&gt; Insistem que a tal “Crise Internacional” foi e é responsável pelo caos instalado na economia brasileira ! Puro javanês.....&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="text_exposed_show"&gt;&lt;br /&gt; A população enxerga claramente que o PT orquestrou a instalação de uma máfia para se perpetuar no poder.&lt;br /&gt;
 Ñ esqueçamos que o roubo e a corrupção para se perpetuar no poder é 
apenas uma pequena parte do desastre. A desastrosa gestão petista jogou 
na lona Petrobras, Eletrobras e outras tantas empresas, além dos 
bisonhos e prejudiciais empréstimos subsidiados do BNDES a empresas 
“escolhidas”, que a Lava Jato tem demonstrado com que critérios...&lt;br /&gt; Ñ
 espanta que a população ñ tenha mais paciência pra ouvir estas 
imbecilidades, mesmo ver tais caras patéticas, ou melhor, de vários 
PATETAS....&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;26/07/15 - A Petrobras Precisa de uma Gestão Muito Mais Eficiente – O Brasil Exige&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;No jornal “O Globo "de sexta, 25/07, um executivo de uma multinacional comentou: “A Petrobras vivia no mundo da fantasia. Queria fazer tudo, muito rápido e de uma só vez. Isso quando este setor trabalha com um horizonte de 30 anos”. &lt;br /&gt;Creio que ele tem 200% de razão. É precisa não esquecer que os prejuízos causados à Petrobras de 2003 pra cá devido à má gestão, aos equívocos e principalmente à ingerência danosa do governo federal representem pelo menos 10 vezes o prejuízo atribuído à corrupção. É fundamental mudar esta lógica. O Brasil exige...Afinal, a Petrobras não é do PT, nem tampouco dos partidos aliados ao PT, mas de nós, brasileiros....&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;26/07/15 - Dilma, as Pedaladas, o TCU, e a Lógica do Traficante de Crack&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A argumentação do governo Dilma para tentar explicar o inexplicável sobre as chamadas “pedaladas fiscais”, que sumiram com dezenas de bilhões de reais da contabilidade de despesas do governo federal, é extremamente bisonha, precária, mesmo risível. Recursos não repassados pelo Tesouro foram assumidos ilegalmente pela Caixa Econômica e pelo Banco do Brasil. A coisa toda parece se basear na lógica do traficante de crack.&lt;br /&gt;Explico: o traficante de crack, que vendia milhões de reais em droga, quando foi preso, argumentou que tudo aquilo era injusto com ele. O que havia de ilegal nisso ?? Porque justo ele estava sendo preso ?? Se tanta gente antes dele traficava por ali, e nada havia acontecido com eles ?? Já que eles não foram presos, ele também não poderia ser preso. Faz sentido...Pra um marginal, pilantra e mau-caráter como ele....Qualquer semelhança com o governo do PT, Dilma e Adams, da AGU, talvez não seja mera coincidência...&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;28/06/15 -&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;












&lt;style&gt;
&lt;!--
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&lt;/style&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
--&amp;gt;






Depoimentos
em Delação Premiada Comprometem Cabral

&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;

&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;O
ex-diretor-geral da Techint, Ricardo Ouriques Marques, disse à Polícia Federal
que Paulo Roberto Costa, diretor da Petrobras à época, 2010, pediu dinheiro
para a campanha de Cabral.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Seria
uma forma de “retribuição” ao esforço do Estado do Rio de Janeiro para a implantaçãoo
do Comperj, em Itaboraí.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Será
que agora vai ??&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;28/06/14 - PT Escancara e Cobra Explicações ao Ministro da Justiça sobra a Lava Jato&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O PT, cada vez mais despido de qualquer escrúpulo, cobra ao Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, explicações sobre a atuação da Polícia Federal, que tem agido, segundo o PT, como bem quer na Operação Lava Jato e prejudica o PT, à revelia de Cardozo. Inacreditável, mas em linha com a (falta de) ética petista.&lt;br /&gt;Em matéria no Estadão hoje, 28/06/15, descubro que as desavenças entre Lula e Cardozo começaram em 1997. Nesta ocasião, o Ministro da Justiça integrou comissão interna que investigou o caso Cepem, que seria o primeiro escândalo de corrupção do PT. À época, Cardozo, juntamente com Hélio Bicudo e Paul Singer, recomendou que Roberto Teixeira, dono da Cepem, e padrinho de um dos filhos de Lula, fosse submetido a uma comissão de ética.Lula, em reunião com o PT, inverteu o resultado e inocentou Teixeira, ao mesmo tempo que expulsava o autor da denúncia, Paulo de Tarso Venceslau, petista histórico.Lula nunca perdoou Cardozo.&lt;br /&gt;Bem claro e entendido como as coisas funcionam no PT.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;14/06/15 - Ainda o BNDES, Aquele Banco Amigo e Camarada&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Reportagem do Estadão hoje sobre os empréstimos subsidiados do BNDES a alguns países para a compra de bens e serviços fornecidos por empresas brasileiras traz interessantes questões.&lt;br /&gt;Segundo cálculo do professor João Manoel Pinho de Mello, do Insper, São Paulo, os subsídios oferecidos pelo BNDES nestes empréstimos de 2007 pra cá representam US$ 4,5 bilhões, quase 50% dos US$ 11,9 bilhões emprestados pelo BNDES para estas operações.&lt;br /&gt;Mello chegou a este resultado comparando, para os países que receberam os empréstimos do BNDES, os juros cobrados pelo BNDES daqueles países aos juros que aqueles países ofereceram em títulos de dívida emitidos por eles. Nas contas de Mello, o BNDES sempre ofereceu juros inferiores, daí a diferença de US$ 4,5 bilhões. E que nós estamos pagando....&lt;br /&gt;O BNDES argumenta que deve oferecer taxas competitivas com outros países que concorrem com o Brasil para a execução destes empreendimentos.&lt;br /&gt;Mas e o volume de empreendimentos a executar no Brasil ? Será que é mais interessante subsidiar estes empreendimentos fora do Brasil, quando há tanto a fazer em infraestrutura por aqui ?&lt;br /&gt;Marcos Lisboa, também do Insper, questiona ainda que, num cenário de deterioração fiscal gravíssima no Brasil, faz sentido conceder estes bilhões de subsídios ??&lt;br /&gt;Não esqueçamos que as empresas que executam estes projetos no exterior, como a Odebrecht, tem todas as condições de captar recursos no exterior a custos competitivos. &lt;br /&gt;Quais serão os reais interesses envolvidos nestas operações ??&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;14/06/15 -&amp;nbsp; Budistas e Prêmio Nobel da Paz de Mianmar Revelam Face Ignóbil e Hedionda&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Artigo de Rasheed Abou-Alsamh, “A Vergonha de Mianmar”, no O Globo de 12/06/15, revela questões assustadoras.&lt;br /&gt;Todos devem se lembrar das cenas horrendas de milhares de refugiados de Mianmar, que têm chegado semi-mortos às costas da Tailândia e da Malásia. Outros milhares morreram...&lt;br /&gt;O artigo de Abu-Alsamh enfatiza a responsabilidade dos budistas daquele país, cujo comportamento racista, de incitamento ao ódio e combate à etnia rohingyas, muçulmana, oriunda de Bangladesh, mantém os rohingyas como cidadãos de segunda classe em Mianmar, está deflagrando a sua saída forçada do país, e sua morte, muitas vezes. Ou seja, uma imagem muito distante do que imaginamos serem os budistas.&lt;br /&gt;Pra piorar, a ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, Aung San Suu Kyi, se recusa a falar em defesa dos rohingyas. Quando perguntada sobre a questão, afirmou que não sabia se os rohingyas podiam ser cidadãos de Mianmar, apoiando o governo de Mianmar em sua recusa no reconhecimento daquela etnia como cidadãos de Mianmar, e mesmo de sua existência (!!??).&lt;br /&gt;Resultado: a fuga de Mianmar de milhares de pessoas daquela etnia.&lt;br /&gt;Uma tragédia alimentada pelo ódio sectário de budistas de Mianmar, pelos militares daquele país, e de uma postura ignóbil, covarde e que pactua com esta tragédia, por uma pessoa ganhadora do Pêmio Nobel da Paz...&lt;br /&gt;Inacreditável, mas, infelizmente, é bem real...Enquanto isso, milhares de royingyas são empurrados pra fora de Mianmar, e, aqueles que sobrevivem, são jogados aos litorais da Tailândia e Malásia, como párias, como semi-escravos, como semi-mortos.&lt;br /&gt;Vergonha mundial !&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;14/06/15 - Vaccari É Aplaudido de Pé no Congresso do PT em Salvador&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Vaccari foi aplaudido de pé inúmeras vezes no congresso do PT em Salvador, onde também estavam o ex-presidente Lula e Dilminha.&lt;br /&gt;É a comprovação incontestável da tese: PT está acima da Lei, tudo pode, e só ele tem razão. Se nós não concordamos com ele, estamos redondamente equivocados !!! E se os fatos comprovam que o Vaccari está envolvido até o pescoço com pilantragens na utilização de dinheiro sujo para financiar o PT e partidos aliados, negociava com dirigentes da Petrobras presos, pior para os fatos. Danem-se os fatos. O PT é maior que tudo isto, está acima disto, acima da Lei e da Justiça, é intocável.&lt;br /&gt;É mais ou menos o que acontece com Dilma na condução da Economia no Brasil. Se o que ela argumenta e procura explicar como causas da crise brasileira vai de encontro aos fatos, fere a lógica econômica e é absurdo, pior pros fatos e pra lógica econômica.&lt;br /&gt;Eis a reinvenção da realidade, totalmente distorcida, mentirosa e trôpega, implementada pelo PT para justificar suas criminosas e atrozes decisões....&lt;br /&gt;O Brasil paga e pagará a conta.....&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;13/06/15 - Dilma – PhD de Economia Mundial (??)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Dilma, inquirida por jornalistas em sua viagem à Europa sobre a alta resistente e persistente da inflação no Brasil, culpou o dólar e a seca como responsáveis.Disse que a “marolinha” de 2008, conforme qualificado por Lula, virou uma onda no mundo. Ou seja, a crise mundial continua a afetar sobremaneira o Brasil. Como se o Brasil não fosse o país onde o dólar acumula a maior alta. E como se a crise do setor elétrico não fosse fruto de sua equivocada decisão de baixar as tarifas na marra. Referiu-se a um jornalista que a questionava como “meu filho”, em tom professoral, de mestre única e inquestionável. Cabe salientar que ela não admite contestação e crítica, nem tampouco consegue conviver com elas. Deve estar passando maus momentos...Dilma é um mistério...Após fraudar o Doutorado, que nunca concluiu, insiste, junto a vários “especialistas” do PT, em continuar a afirmar que o problema do Brasil é a crise internacional. O problema estaria lá fora. Acho mesmo que ela acredita nisto. Não é só discurso. É uma fé dogmática, resultado de ser uma imbecil inflexível, e incapaz de ouvir vozes discordantes de suas catastróficas idéias. O que traz para nós uma sombria perspectiva: quando a casa estiver arrumada, após o imenso esforço comandado por Levy, ela e o PT voltarão a fazer aquelas atrozes bobagens que levaram o país ao desastre. Sombria perspectiva.....&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;07/06/15 - Pobre José Dirceu...&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Descubro hoje no Estadão que José Dirceu (injustiçado no Mensalão, o pobre rapaz..) está magoado com Lula e Dilma, e considera suas posturas covardes, seja quanto ao processo do Mensalão, seja quanto ao Petrolão..Foi abandonado !! Fiquei triste e solidário ao Zé Dirceu, quase às lágrimas (acho que não conseguirei dormir !!)...O moço não merece este abandono petista ! Ingratidão atroz !&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;07/06/15 - &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Pobre PT Debate-se para Não Desaparecer...&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Artigo de Dora Kramer, “Medo de Morrer”, no Estadão de hoje, comenta que o PT, com medo de desaparecer politicamente, objetiva uma forma de criar artifícios para convencer os brasileiros de que tudo vai bem, que não é responsável pela situação desastrosa na qual se encontra o Brasil hoje, que na realidade foi criada pela visão equivocada de um Chicago Boy, Levy, estranho ao PT.&lt;br /&gt;
Proposta falaciosa, prenhe de mentira, quando sabemos que o responsável pelo caos no qual nos encontramos hoje é exatamente o governo PT.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;07/06/15 - Brasil – Fadado a Voos de Galinha ??&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Em seu artigo “Brasil em Estagnação Secular”, no jornal Valor Econômico de 05/06/15, Armando Castelar apresenta precisos argumentos do porquê o Brasil tem e continuará a apresentar crescimento econômico pífio nos próximos anos (muitos, infelizmente...).&lt;br /&gt;Pondera que, apesar do discurso mentiroso oficial do PT de Dilminha, este quadro não é resultado da crise financeira internacional. O problema está aqui mesmo.&lt;br /&gt;A produtividade do trabalhador brasileiro caiu de 1980 a 2014 (estamos menos competitivos, a cada ano). Além disso, estamos nos aproximando do fim do bônus demográfico. Menos gente se incorporará a cada ano ao mercado de trabalho.&lt;br /&gt;O FMI, calcado nestes dados e no cenário mundial, projeta uma alta média anual do PIB per capita brasileiro de apenas 0,8% de 2015 a 2020. Desse jeito levaríamos 86 anos para dobrar o PIB per capita !! Países com China e Índia dobrariam os mesmos em 12 anos !! Brasil cada vez mais distante....&lt;br /&gt;Castelar cita que estamos de mal a pior naquilo que impacta a produtividade do trabalho. Por exemplo, a infraestrutura brasileira tem que melhorar muito para ser um desastre. Economia fechada, o que asfixia iniciativas de modernização e alimenta feudos improdutivos. O capital humano é, em média, muito ruim, incapaz de lidar com as novas tecnologias exigidas em um ambiente de trabalho mais produtivo, pois são submetidas a uma formação de medíocre qualidade, seja no ensino fundamental, no médio e no superior. Há exceções ? Sim, há, mas são raras e insuficientes.&lt;br /&gt;Enfim, um quadro que parece manter nossos voos como pequenos saltos de galinha, em um cenário que, a propósito do comentado por Castelar, se deteriorou (e continua) decisivamente nos anos de governo do PT, de 2003 para cá...Fundamentalmente devido às péssimas decisões do PT, do segundo governo Lula pra cá. Preço caro que continuaremos a pagar por um bom tempo.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;07/06/15 - Brasil – Fadado a Voos de Galinha ??&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Em seu artigo “Brasil em Estagnação Secular”, no jornal Valor Econômico de 05/06/15, Armando Castelar apresenta precisos argumentos do porquê o Brasil tem e continuará a apresentar crescimento econômico pífio nos próximos anos (muitos, infelizmente...).&lt;br /&gt;Pondera que, apesar do discurso mentiroso oficial do PT de Dilminha, este quadro não é resultado da crise financeira internacional. O problema está aqui mesmo.&lt;br /&gt;A produtividade do trabalhador brasileiro caiu de 1980 a 2014 (estamos menos competitivos, a cada ano). Além disso, estamos nos aproximando do fim do bônus demográfico. Menos gente se incorporará a cada ano ao mercado de trabalho.&lt;br /&gt;O FMI, calcado nestes dados e no cenário mundial, projeta uma alta média anual do PIB per capita brasileiro de apenas 0,8% de 2015 a 2020. Desse jeito levaríamos 86 anos para dobrar o PIB per capita !! Países com China e Índia dobrariam os mesmos em 12 anos !! Brasil cada vez mais distante....&lt;br /&gt;Castelar cita que estamos de mal a pior naquilo que impacta a produtividade do trabalho. Por exemplo, a infraestrutura brasileira tem que melhorar muito para ser um desastre. Economia fechada, o que asfixia iniciativas de modernização e alimenta feudos improdutivos. O capital humano é, em média, muito ruim, incapaz de lidar com as novas tecnologias exigidas em um ambiente de trabalho mais produtivo, pois são submetidas a uma formação de medíocre qualidade, seja no ensino fundamental, no médio e no superior. Há exceções ? Sim, há, mas são raras e insuficientes.&lt;br /&gt;Enfim, um quadro que parece manter nossos voos como pequenos saltos de galinha, em um cenário que, a propósito do comentado por Castelar, se deteriorou (e continua) decisivamente nos anos de governo do PT, de 2003 para cá...Fundamentalmente devido às péssimas decisões do PT, do segundo governo Lula pra cá. Preço caro que continuaremos a pagar por um bom tempo.&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;24/05/15 - Dilma Veta Fim do Sigilo sobre os Empréstimos do BNDES a Obras em Cuba e Angola (Talvez Haja + Alguns, Quem Pode Saber Onde Mais ??)&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ao sancionar Medida Provisória na última semana, Dilma vetou emenda votada no Congresso que determinava o fim do sigilo em todas as operações de crédito pelo BNDES.&lt;br /&gt;Estranho ? Sim ! Compreensível ?? 100% !! A oposição buscava descobrir as cláusulas de empréstimo concedido a Cuba na construção do Porto de Mariel, em Cuba, de US$ 682 milhões à empreiteira Odebrecht. O total do empreendimento representa US$ 957 milhões.&lt;br /&gt;Dilma justificou o veto devido ao teórico sigilo bancário e empresarial, em nome da competitividade das empresas brasileiras no mercado global. (???!!).&lt;br /&gt;Tá de sacanagem, ñ ?? Falso, mentiroso, falacioso e enganador são alguns dos adjetivos à explicação de Dilma. &lt;br /&gt;O jurista Ives Gandra afirma que “Nós, os contribuintes, temos o direito de saber como o dinheiro foi usado”. Roberto Macedo, professor de Economia da USP aposentado, argumenta que empresas que tomam empréstimos no BNDES não tem direito ao sigilo, pois o dinheiro é oriundo de uma instituição pública. O tomador de empréstimo não está obrigado a utilizar recursos do BNDES. Pode usar recursos oriundos de instituições privadas. Portanto.....&lt;br /&gt;Restam questões cristalinas que procurarm esclarecer este sigilo:&lt;br /&gt;Por que do sigilo ?; o que dizem as cláusulas que somente poderão ser reveladas daqui a X anos ?; por que emprestar à Odebrecht com juros subsidiados do BNDES, se esta empresa tem acesso ao mercado internacional para tomar recursos ? A Odebrecht não é uma empresa no rol das citadas na Operação Lava-Jato, e que pagou uma bela grana pro Lula palestrar pelo mundo ???&lt;br /&gt;Isto está com cara de mau negócio pra nós brasileiros, e com condições extremamente bondosas ao governo cubano. Mais uma vez o viés ideológico do governo petista se sobrepõe aos interesses de nós brasileiros.&lt;br /&gt;Temos que lutar contra isso, pois cabe a nós, brasileiros, decidir onde e a quem emprestar os recursos do BNDES, subsidiados, e não ao governo do PT.&lt;br /&gt;Lembremo-nos que o BNDES emprestou recursos aos chamados “campeões nacionais”, com péssimos resultados em alguns casos (EBX, do Eike Batista).&lt;br /&gt;Lembremos também que no programa Mais Médicos o governo brasileiro paga R$ 3.000,00 mensais aos médicos cubanos, enquanto repassa os R$ 7.000,00 restantes dos seus salários ao governo cubano. Médcos de outros países contratados no mesmo programa recebem R$ 10.000,00. Numa forma escandalosa de repassar recursos ao combalido governo cubano....&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;18/05/15 - &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Stalin Vira Nome de Rua no Rio (Mimoso) !!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Defensores de Stalin no Rio (o rapaz é um injustiçado, só porque foi o responsável pela morte de dezenas de milhões de pessoas, expurgos, deslocamentos forçados, prisões, assassinatos, entre outras bobagens), perto das comemorações do fim da II Guerra Mundial na Europa, resolveram homenageá-lo.&lt;br /&gt;
Tendo em vista que Roosevelt e Churchill são nomes de ruas no Centro do Rio, os valentes comunistas colocaram sobre o nome da Rua Santa Luzia o nome Joseph Stalin. Repararam uma injustiça, os heróicos meninos !&lt;br /&gt;
Esperemos que voltem para seus sarcófagos o mais rápido, de onde nunca deveriam ter saído.&lt;br /&gt;
Inacreditável ! Imaginar que, ainda hoje, existam pessoas que defendam aquele assassino de milhões de pessoas, um dos mais sanguinários e abomináveis ditadores em toda a História da Humanidade !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;18/05/15 - Pátria (DES)Educadora&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Temos visto o estado lamentável no qual se encontram várias universidades federais. Situação extremamente precária.&lt;br /&gt;O hospital da UFRJ, por exemplo, na Ilha do Fundão, Rio, carece de tudo, exceto de pacientes que precisam dele como único recurso. Mas ao lá chegar, se defrontam com pouquíssimos leitos, falta de materiais básicos, e instalações em péssima situação.&lt;br /&gt;A situação deveria melhorar MUITO para que a chamássemos de criminosa e irresponsável.&lt;br /&gt;Pois bem, em meio a este desastre, o Ministro da Educação, como se fosse habitante de Saturno ou Júpiter, insiste em dizer que tudo está correto e bem (??), e as necessárias verbas foram todas repassadas às universidades. Brilhante !&lt;br /&gt;É de uma irresponsabilidade assustadora. O Estado brasileiro, além de assistir a dezenas de milhares de jovens morrerem de forma violenta todos os anos (liquidando o boom demográfico do qual, em tese, o Brasil desfrutaria), oferece um lixo de Educação àqueles que sobrevivem, e caso eles venham a chegar às universidades públicas, enfrentarão inúmeros problemas para conseguir concluir seus cursos (muitos abandonarão a univerdsidade antes da conclusão).&lt;br /&gt;Dá-lhe Brasil ! Pátria IRRESPONSAVELMENTE Deseducadora !&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;18/05/15 - INSS - PSDB Age como PT e Vota de Forma Totalmente Irresponsável para Derrubar o Fator Previdenciário&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A Previdência no Brasil é uma bomba relógio, que quanto mais cedo for desarmada, melhor, pelo bem de nosso futuro. Apesar disto, o PSDB, de forma irresponsável, votou pela extinção do Fator Previdenciário.&lt;br /&gt;O Fator Previdenciário foi criado no governo FHC, com a ajuda e o empenho decisivos do PSDB, como um paliativo ao estabelecimento de idades mínimas para aposentadoria no Brasil.&lt;br /&gt;O PSDB, ao agir como o fez semana passada, comporta-se como o PT quando este era oposição, segundo a máxima de quanto pior melhor.&lt;br /&gt;Artigo de Míriam Leitão, “Ameaça ao Futuro”, no “O Globo” de 15/05/15, comenta que os países no mundo que ainda não adotaram a idade mínima seriam Egito, Argélia e Brasil (??). Ou seja, TODO o Mundo a adotou !&lt;br /&gt;Ainda segundo Míriam, os gastos com o INSS evoluíram de 2,5% do PIB em 1988 (ano da nova Constituição) para estimados 7,4% do PIB em 2015.&lt;br /&gt;A coisa piorará após a queda do Fator Previdenciário.&lt;br /&gt;Some-se a isto o rombo da Previdência Pública, cujo mecanismo inviável e não financiável é causador de sucessivos e gigantescos déficits nas contas públicas.&lt;br /&gt;A oposição, principalmente o PSDB, posicionou-se de forma bem pouco competente em todo o 2o governo Dilma, quando tinha a faca e o queijo na mão. Agora, revela-se, além de incompetente, irresponsável.&lt;br /&gt;Péssimo para o país.....&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;03/05/15 - As Ratazanas (Marta Suplicy ) Abandonam o Barco (PT) que Naufraga&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Em meio ao desastre que se abate sobre o PT, parte de seus quadros, alguns de forma oportunista e rasteira, pulam fora..&lt;br /&gt;Um deles, Marta Suplicy. A moça já deu mostras numerosas de sua postura pilantra.&lt;br /&gt;Foi péssima prefeita de São Paulo (a turma por lá a chamava de Martaxa); quando ministra do PT no governo Lula, em meio ao caos aéreo, comentou o célebre “relaxa e goza”, como recomendação aos desesperados passageiros; e em campanha à prefeitura de São Paulo, quando disputava com Kassab, sua equipe usou de comentários preconceituosos sobre a eventual homossexualidade de Kassab. Inacreditável, ainda mais que a imbecil é sexolóloga (??!!), em tese...&lt;br /&gt;Belos quadros possui o PT....Partidão !!&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;03/05/15 - Beto Richa Trata Professores como Bandidos !&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Beto Richa, governador do Paraná pelo PSDB, demonstra competência que tem que melhorar MUITO pra ser uma m... quanto à greve dos professores.&lt;br /&gt;Reprime com requintes de violência, balas de borracha, cães e gás lacrimogênio. &lt;br /&gt;Nada resolve, e a população em idade escolar sofre.&lt;br /&gt;E a polícia paranaense exibe péssimo histórico de truculência e violência....&lt;br /&gt;É preciso abordagem 100% diferente...&lt;br /&gt;Esta gestão catastrófica cada vez mais o descredencia como governador...Um desastre...&lt;br /&gt;Alguns professores podem ter tido comportamento reprovável na greve ? Provavelmente...Mas nada justifica a abordagem do governo paranaense...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;03/05/15 - PT e sua Propaganda Mentirosa e Cara na TV&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ontem vi (ainda bem que não havia visto antes !) uma propaganda na TV das mais canalhas e mentirosas do PT, governo Dilma. Pior – No horário MAIS caro da TV brasileira, no Jornal Nacional !&lt;br /&gt;A falácia se esmerava em propalar as maiores inverdades. Que o Brasil combateu a crise internacional de 2008 com sucesso, e por conta disto promoveu desonerações das folhas de pagamento e reduziu impostos de setores escolhidos. E que foi obrigado a aumentar os custos de energia devido à seca etc.&lt;br /&gt;Sabemos que não é nada disto ! O crise que assola o Brasil não é resultado da crise internacional, mas dos imensos equívocos cometidos no segundo mandato do governo Lula e no governo passado da Dilma.&lt;br /&gt;A crise da Petrobras, e que repercute por parcela significativa da economia brasileira, foi criada pela incompetência petista que se abateu sobre a petroleira estatal desde 2003. Redução na marra das tarifas de energia, que arrebentou a Eletrobrás, Furnas, Chesf e outras tantas. Convivência criminosa com inflação à beira do teto da meta de 6,6% ao ano, de forma artificial (por exemplo, preços de combustíveis mantidos abaixo dos praticados no mundo arrebentaram o caixa da Petrobras). Desonerações trabalhistas e benefícios fiscais que significaram imensa renúncia fiscal com pífios resultados, ou nenhum. Empréstimos subsidiados do BNDES com regras opacas a empreendimentos em Cuba, Moçambique etc.&lt;br /&gt;Ou seja, o que fazemos hoje é fruto destas imbecilidades, e nada tem com a falácia divulgada na TV pela propaganda oficial e mentirosa do governo do PT. Não dá pra engolir ! É pra se ficar revoltado com tamanha mentira &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;25/04/15 - Ainda o Balanço da Petrobras de 2014&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;O Balanço da Petrobras referente a 2014, divulgado pela diretoria executiva na última quarta-feira, 22/04/15, exige um melhor detalhamento. &lt;br /&gt;Atividades de Exploração e Produção, segundo a Petrobras, foram objeto de perda de valor significativo por provisionamento de desvalorização de ativos, o que é no mínimo estranho, tendo em vista a boa rentabilidade que a Petrobras tem obtido para estes ativos, quando comparado às maiores petroleiras, como Exxon, Shell, Chevron e BP.&lt;br /&gt;Em Exploração e Produção no Brasil, a Petrobras reconheceu a perda de R$ 5,6 bilhões. Já em Exploração e Produção nos Estados Unidos, somente para um campo, o de Cascade e Chinook, reconheceu perdas de R$ 4,2 bilhões.&lt;br /&gt;As 02 perdas somadas totalizam R$ 9,8 bilhões, quase 22% do total divulgado pela Petrobras como “impairment”, ou redução de valor de ativos, que totaliza R$ 44,636 bilhões, que não considera os R$ 6,2 bilhões estimados para perdas por corrupção. &lt;br /&gt;22% é muita coisa e exge uma explicação detalhada do mesmo, tendo em vista que é aí, em Exploração e Produção, que a Petrobras obtem sua melhor rentabilidade para alimentar sua geração de caixa, fundamental para financiar suas atividades, principalmente neste momento tão crítico. &lt;br /&gt;Restam, ainda, esclarecimentos sobre onde foram lançadas as perdas com a refinaria de Pasadena, e as perdas associadas à aquisição de 5 bilhões de barris da cessão onerosa.&lt;br /&gt;Aguardemos as explicações. Nós brasileiros as exigimos, pois somos, em última instância, os controladores da Petrobras, e não o governo do PT, mero, contestado, e discutível preposto.&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;25/04/15 - Ainda a Inequívoca Responsabilidade da Dilma e do Lulo-Petismo quanto ao Desastre que se Abateu sobre a Petrobras&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Lembremos, para que não paire qualquer dúvida sobre a responsabilidade de Dilma e do Lulo-Petismo sobre a atual situação da Petrobras, que pouco após a posse de Graça Foster, ao assumir a presidência da Petrobras em 2012, a mesma comentou, do alto de sua pose de chefona durona que faz e acontece (estilo semelhante à Dilminha, sua chefinha), que faria alguns importantes ajustes.&lt;br /&gt;Iria barrar investimentos nas refinarias do Ceará e Maranhão; diminuiria o ritmo das obras na Rnest (Pernambuco) e Comperj (Rio de Janeiro); e implementaria correção dos preços dos combustíveis, abaixo dos praticados no mercado internacional, e que obrigavam a Petrobras, importadora de derivados, a incorrer em prejuízos severos. Lembremos que as finanças da Petrobras já estavam severamente combalidas por temerário volume de investimentos.&lt;br /&gt;Dilminha rapidamente (cobrada por aliados como Sarney todo poderoso, e os governos cearense, maranhense, pernambucano e fluminense) “enquadrou-a”, obrigando-a a desmentir o que afirmara sobre as refinarias no Ceará, no Maranhão, em Pernambuco e no Rio. &lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, Dilma afastou qualquer discussão sobre o realinhamento de preços de combustíveis e outros derivados de petróleo pela Petrobras, dentro da política de segurar de forma artificial a inflação, para ajudar a sua reeleição, às custas de sangrar Petrobras. Valia tudo para tentar, mesmo irresponsavelmente, garantir a sua reeleição.&lt;br /&gt;Graça, qual menina obediente, rendeu-se ao enquadramento. Pífio final para sua carreira, pois a mesma se aposentou no início de 2015.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;24/04/15 - Lula, Dilma e o PT 100% Ligados aos Imensos Prejuízos da Petrobras&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O balanço auditado da Petrobras referente a 2014, finalmente 
apresentado ontem, 22/04/15, revelou dados já imaginados por aqueles que
 a acompanham, mas ainda assim estarrecedores, e que agora são 
confirmados.&lt;br /&gt;
Prejuízo de R$ 21,6 bilhões (o primeiro desde 1991), 
perdas relativas à corrupção de R$ 6,194 bilhões (resultados estimados 
até a data com as investigações da Lava-Jato), e perdas com a 
reavaliação para b&lt;span class="text_exposed_show"&gt;aixo de ativos que representam R$ 44,636 bilhões.&lt;br /&gt;
 Segundo a própria Petrobras, mais de R$ 30 bilhões destas perdas estão 
relacionadas a investimentos em refinarias, com destaque para as obras 
da Rnest (refinaria em SUAPE, Pernambuco) e do Comperj (complexo 
petroquímico em Itaboraí, Rio de Janeiro). Há ainda os investimentos 
abortados das refinarias no Ceará e no Maranhão, além da refinaria de 
Pasadena, EUA.&lt;br /&gt; Os relatórios que acompanharam a divulgação do 
balanço também apontam que houve imensos problemas de gestão na empresa,
 e que se traduziram em imensos prejuízos. &lt;br /&gt; Lula se orgulha de ter 
obrigado a Petrobras a realizar os mal conduzidos investimentos no 
Comperj, na Rnest, nas refinarias  a construir no Ceará e Maranhão, 
enquanto Dilma foi durante anos presidente do conselho de administração 
da Petrobras, responsável por aprovar os principais investimentos da 
empresa, entre eles Pasadena.&lt;br /&gt; A diretoria de serviços, Duque, foi 
indicada pelo PT, a de abastecimento, Paulo Roberto Costa, pelo PP, da 
base de apoio do PT, e Cerveró, da área internacional, pelo PMDB. Estas 
diretorias concentram os maiores problemas de maus investimentos e 
corrupção. Não é à toa que todos os três estão presos. &lt;br /&gt; De forma 
inequívoca, Lula, Dilma, o PT e os partidos aliados, como PMDB e PP, são
 e foram responsáveis por este desastre que se abateu sobre a Petrobras.
 &lt;br /&gt; Não esqueçamos, além disso, o endividamento gigantesco que possui a
 empresa hoje, fruto de um megalômano e inviável plano de investimento.&lt;br /&gt;
 Convenhamos, chamar de irresponsável o que foi feito com a Petrobras é 
muito pouco.  O que se espera é o saneamento da empresa, mas 
fundamentalmente a punição daqueles que a levaram até esta situação.&lt;br /&gt; A publicação do balanço auditado, esperemos, pode ser o primeiro passo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;18/04/15 - O Que É Luís Inácio Adams...Qualquer Coisa, Menos AGU&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ao ver Adams ontem na TV esbravejar contra aqueles (foi o TCU, o coitadinho) que alegavam que o governo Dilma descumpriu a Lei da Responsabilidade Fiscal, ao implementar aos 4 ventos as “pedaladas”, e no caso específico, não repassar recursos do Tesouro para que bancos do Estado fizessem pagamentos de benefícios sociais, percebi, mas uma vez, a estatura moral (???) destes caras do governo petista. São menos que NADA....&lt;br /&gt;Tal manobra objetivava “empurrar” as despesas do governo Dilma pra frente e, ao mesmo tempo, “melhorar” de forma mentirosa os resultados fiscais do governo federal.&lt;br /&gt;O tal do Adams agia como o que realmente é: militante do PT, que confunde (como de resto todo o governo petista) Estado com governo petista. Escárnio total !&lt;br /&gt;Pra arrematar o escândalo, Adams completou que esta manobra já vinha sendo feita desde 2001, ou seja, à época de FHC. Ah, bem !!! Então tá...O PT ludibriou, iludiu, sonegou, escondeu, surrupiou, escamoteou, mentiu, mas tudo bem, pois já foi feito antes. &lt;br /&gt;O PT, que antes se orgulhava de ser “diferente” de todos, o “ético”, agora enfatiza que nada mas fez do que aquilo que os outros também fazem...&lt;br /&gt;Espero que não tenha sido feito antes pelo governo do FHC, mas o que importa agora ?? O fato é: um ABSURDO total ! De resto, esse Adams nada tem de AGU...Um simples esbravejante militante do PT...Que lama fétida na qual se transformou o Estado brasileiro !!&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;17/04/15 - Pedaladas do Governo Federal Chegam, por Enquanto, a R$ 40 bilhões&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Relatório do TCU revela o que já sabíamos: as “pedaladas” do governo Dilma para fugir do registro de despesas, burlar a estatística oficial e fabricar superávits fiscais mentirosos, chega, pelo menos, a R$ 40 bilhões.&lt;br /&gt;Não esqueçamos que também foram usadas reservas internacionais para fechar as contas e “fabricar” resultados fiscais. Esse pessoal tem muita imaginaçãoo, não ?? Pena que não é possível enganar todo o mundo todo o tempo....&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;17/04/15 - Líder o PT no Congresso, Sibá Machado, Revela que a CIA Está por trás das Manifestações de Rua contra o Governo&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Numa revelação bombástica (esse cara é f...), o líder do PT no Congresso Nacional, Sibá Machado, revelou que a CIA arquitetou as manifestações de rua contra o governo. Brilhante !! Tá tudo explicado agora ! Os ianques querem derrubar a Dilminha !! Eu sabia !!&lt;br /&gt;Esta bela explicação bate com outra pérola, que afirma que a queda dos preços do petróleo são uma manobras dos Estados Unidos (apesar de prejudicar sobremaneira os produtores nos EUA) para ferrar a producão da Petrobras no pré-sal.&lt;br /&gt;Cara ! Brilhante !! Agora tudo fecha ! É um complô deste mundo capitalista contra o Brasil GRANDE ! O mesmo complô que está destruindo a Venezuela e a Argentina ! &lt;br /&gt;Resta, ao Brasil, cerrar fileiras com nossos amigos bolivarianos para lutar contra estes absurdos dos ianques !&lt;br /&gt;Vamos Brasil ! Pra frente !&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;17/04/15 - Rombo na Petros de R$ 6,2 bilhões em 2014, Fundo de Pensão de Funcionários da Petrobras, Provavelmente Exigirá Aportes dos Participantes e Aposentados&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Reflexo da irresponsabilidade na gestão da Petros, o fundo de aposentadoria dos funcionários da Petrobras (além de algumas empresas menores, como a Ultrafértil), e segundo relatório dos conselheiros independentes da entidade, apresentará prejuízo de R$ 6,2 bilhões em 2014. Provavelmente em 2015 a Petros também venha a apresentar prejuízo. O que exigirá que os parcipantes, na ativa ou aposentados, contribuam para cobrir o rombo. &lt;br /&gt;Fundos de pensão de outras estatais, como o Postalis (Correios), e o Funcef (Caixa), passam por semelhantes problemas. Sabemos que estes fundos de pensão foram “aparelhados” pelo PT e partidos aliados, que realizaram muitas vezes maus investimentos, muitos deles por solicitação do governo federal, e há suspeitas, inclusive, de desvios. Lembremos que o Postalis comprou títulos da dívida dos governos da Venezaela e Argentina (??!!). Absurdo escandaloso !&lt;br /&gt;É demais ! É inacreditável a irresponsabilidade destes caras !&lt;br /&gt;Mas tenho uma proposta: que os participantes da Petros que concordam com a maneira como a Petros é gerida cubram o rombo; já aqueles que não concordam com este absurdo, e exigem uma gestão profissional, não devem cobrir nada. Simples, e objetivo. Afinal, ninguém perguntou aos patrocinadores funcionários se concordavam com vários dos péssimos negócios nos quais a Petros se meteu. Accountability na Petros !&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;12/04/15 - Dilma – A Farsa, Mesmo Contestada e Repetidamente Desmentida , Continua...&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Dilminha, em discurso esta semana no histórico encontro no Panamá (reatamento das relações entre os EUA e Cuba), persistia na farsesca alusão a motivos e razões mentirosas, e absurdas (crise internacional ??!!) à crise no Brasil, tecendo elogios (tava de sacanagem, ñ ??) à atuação de seu governo no 1o mandato. Bizarro.&lt;br /&gt;Segundo Dilminha, “....o país teve de adotar medidas anticíclicas para evitar uma queda forte do emprego e da renda (é muita hipocrisa e cara de pau, não acham ??).....Esgotamos nossa capacidade (em realidade, somos nós que esgotamos nossa capacidade de aturar tamanha incompetência !!) dessas medidas e agora temos de fazer todo um reequilíbrio para continuar crescendo”. É inacreditavelmente mentirosa, e insiste em não reconhecer os imensos equívocos de seu governo e que jogaram o Brasil na situação na qual se encontra agora. &lt;br /&gt;De acordo com Samuel Pessôa, professor da FGV, “É muito importante que haja um reconhecimento dos erros cometidos ao longo da vigência da nova matriz econômica. Assumir com mais clareza ajuda na melhora da percepção das pessoas com relação à opção que foi feita...”.&lt;br /&gt;Portanto, enquanto persistir este discuros farsesco do PT, o risco, óbvio, permanece....&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;09/04/15 - O Péssimo Uso dos Royalties do Petróleo no Brasil&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Com a brutal queda dos preços do petróleo, os municípios que recebem gigantescos recursos oriundos dos royalties do petróleo produzido no Brasil, como os do Norte do Estado do Rio de Janeiro (Macaé, Campos, Rio das Ostras, Casimiro de Abreu etc.), viram seus cofres secarem.&lt;br /&gt;Vi estudos que demonstram que, de meados dos anos 1990 para cá, os recursos oriundos dos royalties do petróleo, e também do ICMS e ISS ligados à atividade, inundaram esta região e aumentaram de forma exponencial.&lt;br /&gt;Os royalties são uma compensação para aqueles municípios, tendo em vista os riscos e os danos potenciais e reais causados por aquele atividade. Os outros tributos vêm a reboque, função do enorme incremento da atividade econômica na região.&lt;br /&gt;Os royalties, porém, são uma compensação que deveria ser utilizada para perenizar os benefícios da atividade de produção de petróleo, que é um bem finito, ou seja, acabará um dia.&lt;br /&gt;Mas em que se transformou isso, em realidade ? Quais os reais benefícios ?&lt;br /&gt;Muito pouco, realmente....Quem já foi ao norte do Estado do Rio de Janeiro e àquelas cidades citadas sabe quão precárias elas são. &lt;br /&gt;Pra onde foi esta enxurrada de royalties e arrecadação ? Pouquíssimo em benefício para aquelas cidades. Pior: os royalties, que deveriam ser investidos em projetos que, como comentado, perenizassem aquela riqueza para as gerações futuras, é usado, de forma incompetente e irresponsável, nas despesas do dia a dia. Muitas delas questionáveis, quando não total desperdício (ou muito pior). &lt;br /&gt;E hoje, a violenta queda de arrecadação dos mesmos coloca as finanças daquela região, que equivocadamente depende dele, numa situação de caótica penúria. É a verdadeira maldição do petróleo....&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;07/04/15 -&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;












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--&lt;/style&gt;Ainda
o Impeachment da Dilma&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;

&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;

&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;O ex-ministro
da justiça Miguel Reale Júnior, no artigo “Caminhos Estreitos”, no jornal “Estadão”,
04/04/15, apresenta argumentação a favor do Impeachment da Presiden(A) Dilma,
parte dela já apresentada por outros juristas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Segundo
Reale, houve omissão de Dilma, como President(A), no zelo da moralidade e no
combate aos problemas apontados no escândalo do Petrolão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Esta
omissão é própria de Dilma e da função de President(A), e que se traduziu em prevaricação
por deixar de combater as irregularidades de seu conhecimento na Petrobras. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Comprovados
estes fatos, estaria aberto o caminho para o Impreachment de Dilminha. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;29/03/15 - O PT Instalou-se de Forma Voraz nos Fundos de Pensão das Estatais, com Resultados Desastroso...&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;De uma maneira irresponsável, mesmo criminosa, o PT e partidos aliados, ao tomarem de assalto fundos de pensão das estatais após 2003, promoveram uma série de maus investimentos, se afastando de forma assustadora de seus objetivos e metas atuariais, a garantia da aposentadoria dos funcionários da Petrobras, Furnas, Banco do Brasil, Caixa, Correios, e outros... &lt;br /&gt;Resultado: maus resultados, quando não, péssimos !&lt;br /&gt;O Postalis, fundo dos Correios, foi multado pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar por operações que nada têm com as regras que regem os fundos, entre as quais compra de títulos de dívida dos governos da Venezuela e Argentina (??!!). Estes países estão ferrados, e estes recursos viraram pó !! Inacreditável, surreal, escandaloso !! Uma demonstraçãoo clara que, além do Estado Brasileiro estar a serviço do PT e partidos aliados, os fundos de pensão também o estão...Os caras colocam recursos de aposentadoria nos “amigos” bolivarianos ??!!&lt;br /&gt;Lembremos, infelizmente, que Lula e Dilma empurraram investimentos com retornos duvidosos (alguns já consagrados como prejuízo) na hidrelétrica de Belo Monte, na Sete Brasil (à beira da falência), entre outros, pra cima de fundos de pensão das estatais.&lt;br /&gt;Ao final desta desastrosa e criminosa gestão, sobrará pros fundos de pensão ajustes substanciais a serem feitos, parte deles pelos próprios trabalhadores que contribuem para os mesmos, além de impactos sobre a aposentadoria de ex-funcionários. Esperemos que, ao menos, os gestores responsáveis por isso sejam punidos...Uma vã esperança, talvez....&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;24/03/15 - FIFA
e a Copa no Brasil em 2014&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Foi
divulgado há pouco que a Copa do Mundo realizada no Brasil em 2014 representou um resultado para a FIFA de aproximadamente US$ 5 bilhões. É um resultado
excelente para a FIFA e jamais atingido antes....Já para o Brasil....&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Obras
inacabadas ou nunca iniciadas, muitas desnecessárias, estádios construídos
desnecessariamente e impagáveis...De fato, elefantes brancos que nunca se
pagarão, sendo um estorvo financeiro para as cidades onde se localizam...A
África do Sul, onde se realizou a Copa do Mundo anterior, já demoliu um estádio
construído para aquele evento, pois era totalmente inviável e impagável...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;!--StartFragment--&gt;











&lt;!--EndFragment--&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Enquanto
isso, a FIFA, que várias investigações e matérias jornalísticas apontam como
uma poço de corrupção, desde a época de Havelange, &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e que se aprofundou na gestão atual de Joseph Blatter,
nada em dinheiro...Não esqueçamos que a FIFA, além disso, sempre esteve ao lado
e apoiou ditaduras (como a da Argentina, na Copa de 1978, e a do Brasil), e de
governos corruptos, quando não assassinos internacionalmente reconhecidos,
como Charles Taylor, da Libéria...Tudo para garantir cofres bem recheados e
apoio incondicional, que se traduziram na permanência destes predadores na FIFA.
E, aqui no Brasil, apoiou uma CBF que sabemos como tem se comportado, desde os
tempos de Havelange na FIFA, e Ricardo Teixeira na CBF....&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;08/03/15 - Discussão sobre o Impeachment da Dilma&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O jornalista Merval Pereira argumentou sobre o porquê do não pedido de Impeachment da Presidente Dilma pelo Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, no artigo “A Judicialização da Justiça”, além das teses contrárias ao não pedido. &lt;br /&gt;Seriam tecnicalidades jurídicas, mas que não afastariam a Dilma de responsabilidade frente a vários problemas de 2003 pra cá. Janot afirma que não poderia investigar Dilma devido ao parágrafo 4 do Artigo 86 da Constituição, que diria que “o Presidente da República, na vigência de seu mandato, não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções”, o que poderia significar que as denúncias colhidas nas delações premiadas se aplicam a quando Dilma era ministra e presidia o conselho de administração da Petrobras, ou seja, ANTES de chegar à Presidência. Tecnicalidades, portanto, que não afastam a responsabilidade da Dilma.&lt;br /&gt;A Constituição, portanto, vedaria que a Presidente seja processada por crime cometido antes de seu mandato. Em tese, isso blindaria Dilma durante seu mandato como Presidente. &lt;br /&gt;Porém, Ives Gandra, em tese que é amparada por outros juristas, afirma que o Impeachment de Dilma poderia ser solicitado, pois apesar dos crimes terem sido cometidos antes da Presidência, quando ela era presidente do conselho de administração da Petrobras, e que trouxeram imensos prejuízos à empresa (tais como a compra da refinaria de Pasadena; decisões de investimento das refinarias Comperj, Rnest, Ceará e Maranhão etc.), Dilma, ao chegar à Presidência, nada fez para reparar estes erros nem punir os responsáveis, crimes esse caracterizados como negligência ou irresponsabilidade.&lt;br /&gt;Outros juristas, como Modesto Carvalhosa, argumentam que Dilma incide no crime de prevaricação, ao infringir frontalmente o Estado de Direito, quando se nega a aplicar a a Lei Anticorrupção contra as empreiteiras envolvidas na investigação.&lt;br /&gt;Enfim, há um belo caldo para as discussões sobre o Impeachment da Dilma, em princípio barrado pelo Procurador Geral da República. Aguardemos os próximos capítulos. E o Brasil, ladeira abaixo.... &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;01/02/15 -&amp;nbsp; “Abreu e Lima foi Aprovada Contra Parecer Técnico”, segundo documentos obtidos pelo jornal “Valor”&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Segundo os documentos obtidos pelo Valor, a Rnest, a Refinaria da Petrobras em Abreu e Lima, Pernambuco, foi considerada inviável economicamente em avaliação do projeto recebida pela área de abastecimento da Petrobras em novembro de 2009.&lt;br /&gt;Esta avaliação considerava que, segundo o orçamento à época de US$ 13, 4 bilhões, o Valor Presente Líquido do projeto era negativo e representava MENOS US$ 1,898 bilhão, ou seja, Valor Presente Líquido muito menor que zero.&lt;br /&gt;Hoje, o orçamento da Rnest atinge US$ 18,5 bilhões, o que representa um Valor Presente Líquido ainda mais negativo.&lt;br /&gt;A diretoria da Petrobras aprovou a Rnest em 25 de novembro de 2009.&lt;br /&gt;É preciso tornar estas decisões mais transparentes, não acham ? O Brasil exige....&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;11/01/15&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;– Sobre o Islã e os Últimos
Atentados&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;
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&lt;!--[if gte mso 10]&gt;
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&lt;![endif]--&gt;



&lt;!--StartFragment--&gt;



&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
A
propósito das várias reflexões e opiniões surgidas após os atentados ocorridos
na França semana passada, lanço mão de abordagem no artigo “A agenda política
da blasfêmia no Islã”, de Fareed Zakaria, The Washington Post.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Zakaria
enfatiza que a punição de quem zomba do profeta não está prevista no Alcorão.
Porém, é usada politicamente em diversos países muçulmanos. Ou seja, apesar do
que pregam alguns fanáticos jihadistas, o Alcorão não prescreve nenhuma punição
para a blasfêmia. A Bíblia, ao contrário, em diversas passagens prescreve a
punição severa para a blasfêmia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Vários
estudiosos do Islã, como Maulana Wahiduddin Khan, corroboram esta posição após
análise rigorosa do Alcorão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Mas
porque há esta interpretação errônea do Alcorão no Islã ? Zakaria argumenta que
diversos países muçulmanos, como Paquistão, Bangladesh, Malásia, Egito, Arábia
Saudita, Indonésia e Sudão, têm usado leis sobre blasfêmia para prender e
fustigar pessoas. O que, óbvio, alimenta esta errônea interpretação, inclusive
entre os jihadistas da Al Qaeda e os fanáticos do Estado Islâmico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Zakaria
conclui que para combater o terrorismo, não basta que os governos muçulmanos
condenem aqueles que matam pessoas que consideram blasfemas, se seus próprios
governos endossam o conceito de blasfêmia. Em contrapartida, os países
ocidentais devem se posicionar aos seus aliados do Islã como contrários a estas
práticas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Sob
pena de não avançarmos na direção da solução desta questão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;!--EndFragment--&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;02/11/14 – CRÔNICAS
DA ENGANAÇÃO LULOPETISTA&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Segundo
Elio Gaspari, os jornalistas Cleo Guimarães e Marcos Grillo mostraram que Lula,
na semana passada, foi a um evento pra campanha política do PT em São Gonçalo,
Grande Rio, quando disse que “a elite brasileira não queria que pobre
estudasse”. De lá foi pro hotel Copacabana Palace, onde hospedou-se na suíte
601, de 300 m2, com direito a mordomo. Havia outros 07 apartamentos do hotel
reservados para sua comitiva de “companheiros”, todos empenhados na guerra
contra as elites no Brasil, em defesa dos pobres (??).&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Mais
um exemplo (entre tantos) do cinismo e da farsa inacreditáveis que caracterizam
o lulopetismo. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;02/11-14 - CRÔNICA DA INCOMPETENTE E
MENTIROSA GESTÃO DO PT&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Apesar
do que a competente Dilminha e seus “companheiros” repetiam à exaustão ANTES
das eleições, o governo federal admitiu em 31/10/14 que a meta fiscal não será
cumprida em 2014.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
O
déficit primário as contas do governo central em setembro fechou em R$ 20,4
bilhões, o maior da série histórica que começou a ser contabilizada em 1996.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Bom,
já sabíamos que tudo o que o PT dizia era mentira e que o resultado seria
desastroso, não ??&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;25/05/14 -&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Artigo
no Valor de sexta, 23/05, “O Desmame da Bolsa-Empresário”, de Márcio Gracia.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;
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&lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;

&lt;!--[if gte mso 10]&gt;
&lt;style&gt;
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&lt;![endif]--&gt;



&lt;!--StartFragment--&gt;

&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Garcia
comenta de forma precisa uma das formas equivocadas de “estímulo” à economia
brasileira nos anos PT. Relata que as transfer6encias do Tesouro a bancos
públicos, iniciada em 2008, representam quase 10% do PIB, dos quais R$ 414
bilhões pro BNDES. O BNDES, pra piorar, reempresta estes recursos a taxas
subsidiadas a empresas, as quais, em sua maioria, tem capacidade para captar
estes recursos dentro ou fora do Brasil sem grandes problemas. Pois vão,
majoritariamente, para grandes empresas, os “escolhidos”, que muitas vezes tem
se revelado um fiasco. E nós pagamos a conta !!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Apesar
disto, destaca Garcia, a taxa de investimento no Brasil não cresce, estacionada
que está a menos de 20% do PIB. E o crescimento do PIB chafurda entre 2011 e
2014 em pífios 2%. Acho que o PT não acredita (são muito “inteligentes” e auto-suficientes,
os caras !) que deve interromper o cenário de gastança pública, que absorve os
recursos, que de outra forma iriam pro investimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Os
cálculos dos empréstimos subsidiados apontam para custos de mais de 0,6% do PIB
( o Bolsa Família consome 0,5% do PIB). E continuam a aumentar !!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Ao
final, o Tesouro assume enorme prejuízo, mas na criativa contabilidade pública
sua receita primária aumenta, oriunda de dividendos do BNDES, por exemplo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
É
disto que precisamos fugir ! Transparência, esta é a real necessidade, para que
possamos tomar as melhores decisões. Mas, óbvio, com o PT no poder não
poderemos fazê-lo. Muda Brasil !!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;!--EndFragment--&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;11/05/14 - ROUBADO O LIVRO "COMPLACÊNCIA", DE FABIO GIAMBIAGI E ALEXANDRE SCHWARTSMAN:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de tecer comentários sobre o livro, até porque mal comecei a lê-lo, destaco citação em seu início - "Nada irrita tanto os governantes como a sugestão de que talvez podem não ser tão sábios quanto julgavam", de Bertrand Russel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha simplória (um pouco petulante, confesso, pois não tenho um milésimo da capacidade de Bertrand Russel, mas não resisto...) reinterpretação para o caso brasileiro atual&lt;b&gt; &lt;/b&gt;e seus governantes&lt;b&gt; &lt;/b&gt;- &lt;i&gt;Nada irrita mais um estúpido arrogante do que ser desmentido pelas imbecilidades cometidas por ele&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;23/03/14 -&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;ALGO DE MUITO ERRADO OCORRE COM A PETROBRAS (OU - PRIVATIZA JÁ):&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;span class="userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}"&gt;
 Entre os inúmeros problemas que povoam a Petrobras nos anos PT, entre 
os quais: a entrega de plataformas inacabadas pra, via exportação ficta,
 conseguir juntar alguns US$ bilhões (mais de US$ 7 bilhões em 2013) 
para inventar superávit primário; refinaria em Pernambuco, Renest, pra 
qual, apesar das promessas e anúncios do Lula, a PDVS&lt;span class="text_exposed_show"&gt;A
 não colocará um centavo, e que orçada em pouco mais de US$ 2 bilhões, 
agora, ultra atrasada, já aponta para US$ 20 bilhões; e agora ressurge 
(pois já fora comentado) o escândalo da refinaria em Pasadena, Texas, 
EUA.&lt;br /&gt; Esta refinaria, comprada pela empresa belga Astra Oil em 2005 
por US$ 42,5 milhões, teve adqüiridos 50% pela Petrobras por US$ 360 
milhões, +- 1 ano depois. Sim, 50% ??!! Só isso faria qualquer um 
refletir...Os caras fizeram a conta certa ?? Fluxo de Caixa Livre 
trazido a Valor Presente, por uma taxa de desconto que contemple o risco
 do negócio, e abatido do investimento inicial. Estranho ??!!&lt;br /&gt; Aí, me
 aparecem com uma cláusula, na qual o vendedor, a Astra, tem uma "Opção 
de Venda", que assegura a ele o direito (mas não a obrigação) de vender 
seus 50% da refinaria depois de "X" tempo por um valor Y. Que é alto pra
 cacete !! E o Gabrielli, presidente da Petrobras à época, ainda diz que
 haveria uma "cláusula marlim", que asseguraria ao vendedor uma taxa de 
retorno mínima caso houvesse condições desfavorávies (??!!).&lt;br /&gt; 
Estranho: primeiro, que quem deveria ter o direito (e não a obrigação) 
de adquirir depois de "X" tempo seria o comprador, a Petrobras, neste 
caso de adquirir os 50% restantes da refinaria em Pasadena; segundo, 
caberia ao conselho de administração (entre eles, dona expert Dilma) 
analisar de forma isenta tudo isto, buscando ajuda de outras fontes, que
 não Petrobras, para tomar a decisão, e não se basear exclusivamente em 
relatório da própria Petrobras. Mas este conselho de administração 
parece estar lá somente pra ganhar mais uns trocados, e cumprir tabela.&lt;br /&gt;
 Conclusão: péssimo negócio pra nós brasileiros, e a Dilma, confesso, 
tem que melhorar MUITO para ser considerada uma péssima gestora. 
Inacreditavelmente ruim...Acrescento, como o comentado antes por mim por
 aqui - vendam a Petrobras. Será uma empresa MUITO melhor para nós 
brasileiros, e se livrará destes sangue-sugas nefastos que assolam o 
país, oriundos da lama na qual, infelizmente, se transformou o PT.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;25/12/13 - MAIS EXEMPLOS DA MENTIRA CRIATIVA DAS FINANÇAS PÚBLICAS DO PT.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
Artigo na Folha "Exportação de Plataformas Soma US$ 7,7 bilhões e Salvam Balança Comercial", de Raquel Landim, mostra o retrato da manobra do governo PT e sua ??criatividade?? para salvar sua cara e suas combalidas finanças....Afirma que o Brasil, este ano, exportou ficticiamente 07 plataformas de petróleo. Sem a ajuda deste artifício, o Brasil teria contabilizado um déficit de US$ 6,7 bilhões. Desta forma consegui superávit comercial de pouco mais de US$ 1 bilhão.&lt;br /&gt;
Explico: a Petrobras, através de subsidiárias abertas no exterior, como na Holanda, adquiriu a empresas brasileiras estas 07 plataformas de petróleo produzidas em 2013.&lt;br /&gt;
Quando estas plataformas são entregues a estas subsidiárias da Petrobras, por empresas brasileiras, são exportadas ficticiamente, a chamada "Exportação Ficta", do Brasil para os países que são a sede destas subsidiárias da Petrobras.&lt;br /&gt;
O fato é que TODAS estas plataformas irão operar em águas brasileiras, e somente serão exportadas no papel, ou seja, não sairão do Brasil !&lt;br /&gt;
Além disto, nesta exportação de mentira não há arrecadação de impostos, pois os bens são exportados limpos de qualquer imposto. Mas isto não importa...&lt;br /&gt;
A última plataforma a integrar o elenco burlesco das exportações fictícias foi a P62, exportada há +- 2 semanas, inaugurada "oficialmente"pela Dilma semana passada.&lt;br /&gt;
Dá-lhe PT !!&lt;br /&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;03/02/13 – TRULUCÊNCIA ISRAELENSE PERSISTE.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Vejo
nos jornais que Israel rejeita relatório da ONU, que recomenda sanções a Israel
devido às colônias judaicas nos territórios palestinos ocupados. Israel, ao
contrário, incrementa seu programa de construção de assentamentos judaicos nos
territórios ocupados, habitados, na maioria das vezes, por judeus ultra-ortodoxos
que creem que os palestinos não tem direito àquela terra, desejando mesmo sua
morte.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
A
posição de Israel é absurda, e demonstra uma tremenda contradição do Estado de
Israel.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Apesar de ser uma democracia,
trata os palestinos nos territórios ocupados com truculência e tudo de mais
anti-democrático.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Como
diz o escritor israelense Amos Oz, Israelenses e Palestinos são como um casal
que se separou, mas devem viver na mesma casa. Não há alternativa. Não precisam
gostar um do outro, mas devem conviver pacificamente. Ou viverão juntos, ou
morrerão juntos.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Ou,
como dizem seis ex-chefes vivos do Shin Bet, o serviço interno de inteligência
de Israel, no documentário “The Gatekeepers”, de Dror Moreh, a ocupação da
Cisjordânia é imoral e, talvez, o mais importante, ineficiente. Israel deveria
retirar-se da Cisjordânia, como o fez da Faixa de Gaza em 2005. E a
possibilidade de uma solução de dois-Estados para o conflito palestino diminui
diariamente, ameaçando o futuro de Israel como uma democracia judaica.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Cabe
aos EUA pressionar Israel, ou nunca haverá solução.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;03/02/13 – PETROBRAS RENOVARÁ CONTRATO COM
A BOLÍVIA ??&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Vejo
nos jornais que a Petrobras, que tem exibido maus resultados operacionais e
financeiros, pretende renovar o contrato de fornecimento de gás com a YPFB, a
empresa estatal boliviana.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Faz
sentido, depois da Petrobras ter tido enormes perdas nas nacionalizações de
ativos da Petrobras feitas pela Bolívia ? Ou será uma manobra para ajudar o
companheiro Evo ??&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Será uma decisão
técnico-financeira, ou política ?&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;03/02/13 – &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;CAMPEÕES NACIONAIS , POR ARMANDO CASTELLAR, NO
JORNAL VALOR ECONÔMICO, 01/02/13.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Castellar
avalia e conclui que foi uma mau negócio, para nós brasileiros, os empréstimos
subsidiados pelo BNDES&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;a determinadas
empresas brasileiras, eleitas, arbitrariamente “campeões nacionais” em seus
setores. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Mostra
que, muitas vezes, a operação favoreceu empresas que se tornaram mais e mais monopolistas
em seus setores, o que, óbvio, prejudica a concorrência e nós consumidores.
Mais um exemplo da obtusidade que norteia a política econômica do PT. E nós,
brasileiros, pagamos a conta dos juros subsidiados.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;13/01/13 - POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA MAIS
UMA VEZ INCOERENTE.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Brasil,
mais uma vez, demonstra que pauta sua Política Externa na incoerência Petista.
Para os amigos, TUDO, para os inimigos, a letra dura da lei...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Enquanto
condenou o Paraguai devido ao afastamento do presidente Lugo, que cumpriu um
rito previsto na Constituição Paraguaia, apoiou a manobra esdrúxula na
Venezuela para reempossar Chávez, ausente, pois está em Cuba, manobra essa que
descumpriu a Constituição Venezuelana.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Mais
um exemplo de que a Política Externa do Brasil é a Política Externa do PT, e
dane-se a coerência.....&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;!--EndFragment--&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;b&gt;06/01/13&lt;/b&gt; - &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CARONA NAS MANCHETES DO “ESTADÃO DE
06/01/13&lt;/b&gt;

&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListParagraph" style="mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="mso-ascii-font-family: Cambria; mso-bidi-font-family: Cambria; mso-fareast-font-family: Cambria; mso-hansi-font-family: Cambria;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;-&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;HUGO CHÁVEZ
-&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;A manobra do governo venezuelano a
esconder o real estado de Chávez em Cuba, mesmo pressionando para controlar o
Legislativo e adiar a posse do presidente é tremendamente antidemocrática.
Como, aliás, tem sido as maneiras de agir dos chavistas e seu líder.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Pobre América Latina, a afundar no atraso e
na demagogia. Enquanto isso, o governo brasileiro é um aliado inquestionável da
“democracia” bolivariana.....&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListParagraph" style="mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="mso-ascii-font-family: Cambria; mso-bidi-font-family: Cambria; mso-fareast-font-family: Cambria; mso-hansi-font-family: Cambria;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;-&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;FECHAMENTO
DO BRASIL AO MUNDO – &lt;/b&gt;O “Estadão” aponta que 73% das sobretaxas de
importação impostas pelo governo Dilma incidem sobre produtos que possuem, no
máximo, 03 fabricantes no Brasil. E em 57% dos casos, as empresas protegidas
pelas sobretaxas são monopolistas. Ou seja, a prática do governo Dilma é burra
e protege algumas empresas, enquanto prejudica a maioria dos brasileiros,
prejudica a competitividade, e eleva os custos para todos nós, tornando nossa
economia mais ineficiente.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListParagraph" style="mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="mso-ascii-font-family: Cambria; mso-bidi-font-family: Cambria; mso-fareast-font-family: Cambria; mso-hansi-font-family: Cambria;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;-&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CARTÕES
CORPORATIVOS DO GOVERNO – &lt;/b&gt;A farra de gastos sem nome e sem explicação dos
cartões corporativos do governo do PT continua. O PT justifica a não divulgação
das informações em nome de uma falsa (minha opinião) “defesa de
informações&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;estratégicas para a
segurança da sociedade e do Estado.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;São
13 mil cartões corporativos que gastaram, de forma secreta, R$ 21,3 milhões.
Imoral, absurdo, indecente, fétido...Uma podridão só....&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;A
NOVA HERANÇA MALDITA – &lt;/b&gt;Governo usa de manobras indefensáveis para fingir
que cumpre a meta de superávit fiscal, e se afunda, cada vez mais, no
descrédito das contas públicas. Vergonhoso...Devem achar que somos tontos e
imbecis...Resultado: em termos fiscais, ninguém mais acredita nas decisões nem
nas promessas do governo do PT.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;15/12/12 – “DEMOCRACIAS DE EXCEÇÃO”, Renato
Janine Ribeiro, prof. da USP, SP, sobre a questão palestina.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Em
artigo no jornal “Valor Econômico” de 10/12/12, o professor de Ética e
Filosofia Política na USP, Renato Janine Ribeiro, argumenta que, a exemplo dos
EUA até os anos 1960 em relação à população afro-americana, Israel pratica uma
política discriminatória com respeito aos árabes nos territórios ocupados e em
Israel que representa uma incoerência que não poderá se sustentar. Israel
desenvolveu um país para os cidadãos (judeus) e os não-cidadãos (árabes), aos
quais são negados vários direitos.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Janine
Ribeiro reconhece que Israel, apesar de ser uma nação jovem, é a mais antiga
das democracias na região. Porém, sustenta o autor, como pode a democracia
israelense servir somente parte de sua população, os judeus, e ao mesmo tempo
praticar a exclusão da parcela árabe, com uma política de repressão e ações
condenáveis nos territórios árabes ocupados, mesmo estimulando a criação de
colônias judias, muitas delas ultra-ortodoxas, nestes mesmos territórios ?&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Alguém
duvida das práticas condenáveis cometidas por Israel na invasão do sul do
Líbano em 1982, entre as quais se associando às milícias cristãs nos massacres
de palestinos em Sabra e Shatila; na repressão aos árabes nos territórios
ocupados; e na desproporcional violência empregada na invasão da faixa de
Gaza&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;em 2009 ?&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Janine
Ribeiro acrescenta que, nos últimos anos, vê-se em Israel uma erosão do tecido
político, e o surgimento, cada vez em maior número e com mais poder, de
políticos demagogos, com ideias que se afastam, muito, do ideal da criação do
Estado de Israel. Há uma incoerência intrínseca em tudo isso. Isso não pode
perdurar, e cabe aso EUA pressionar para mudar, e aos israelenses esclarecidos
mobilizar-se para pressionar seu governo para fazê-lo.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Enquanto
isso, as tensões na região continuam....&lt;/div&gt;
&amp;nbsp;


&lt;b style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="text-align: justify;"&gt;08/12/12 -&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;“BRASIL FORA DA LIBERTADORES DA ECONOMIA”,
de Armando Castelar, jornal Valor Econômico de 07/12/12.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;!--[if gte mso 10]&gt;
&lt;style&gt;
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&lt;![endif]--&gt;



&lt;!--StartFragment--&gt;



&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Em
artigo no jornal Valor Econômico, Armando Castelar, professor da FGV e da UFRJ
comenta sobre o crescimento pífio da economia brasileira no ano de 2012, e
sobre o equívoco (ou má fé, em minha opinião) de atribui-lo à crise
internacional.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Destaca
que a indústria extrativa mineral, afetada pela crise mundial, responde por
apenas 3,7% do PIB brasileiro. Acrescenta que a desaceleração chinesa
impactaria em alguma medida as exportações para a China, mas que respondem por
somente 1,8% do PIB. Portanto, nenhum dos setores destacados representa um
grande impacto na economia brasileira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
A
explicação das autoridades brasileiras fica ainda mais implausível quando confrontada
com o crescimento de países latino-americanos. Castelar exemplifica com o
Chile, Colômbia, México e Peru, que juntos representariam um “Brasil”: 209
milhões de habitantes e um PIB de US$ 2 trilhões.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Entre
2011 e 2012, a expansão média brasileira foi de 1,8% ao ano, uma pífia fração
da expansão anual daqueles países ( 5,1%, 3,8%, 5,3% e 6,2%). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Castelar
conclui que a economia brasileira desacelerou devido a causas internas, e não a
um choque externo. E destaca que o Brasil, cada vez mais, implementa um
intervencionismo estatal, maior fechamento da economia e maior tolerância à
inflação. Mais próximo das bobagens (por que não dizer, imbecilidades) praticadas
pela Argentina, pelo Equador e pela Venezuela.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Castelar
ilustra com alguns pontos:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;-&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot;; font-size: 7pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;O Brasil exibe uma carga tributária de 35% do
PIB, muito maior do que dos países comparados acima (Chile, Colômbia, México e
Peru).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;-&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot;; font-size: 7pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;A economia brasileira é muito mais fechada ao
comércio exterior.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;-&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot;; font-size: 7pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Apresenta mais inflação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListParagraphCxSpLast" style="text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;-&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot;; font-size: 7pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;O Brasil está na 130&lt;sup&gt;a&lt;/sup&gt; posição em
termos de ambiente de negócios, segundo o ranking da Doing Business de 2012,
enquanto aqueles países pesquisados (Chile, Colômbia, México e Peru) estão
entre as 37&lt;sup&gt;a&lt;/sup&gt; e a 48&lt;sup&gt;a&lt;/sup&gt; posições.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Inquestionáveis
motivos para o Brasil ir mal. Enquanto isso, continuamos a ouvir a Dilma e seus
principais assessores a dizer besteiras e bobagens.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;!--EndFragment--&gt;&lt;b style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b style="text-align: justify;"&gt;02/12/12 - "PETRÓLEO: UM ERRO ESTRATÉGICO, de Fábio Giambiagi, no "Valor Econômico".&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="text-align: justify;"&gt;Em artigo no jornal "Valor Econômico", Giambiagi elenca os equívocos do governo brasileiro para o setor de petróleo, fundamentalmente quando migra do regime de concessão, durante o qual, segundo o autor, as reservas aumentaram em 150%, para o de partilha, uso comum em países autoritários.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="text-align: justify;"&gt;Cabe destacar que há anos que não há uma nova rodada de licitações para a exploração de petróleo. E a produção de petróleo no Brasil não avança. E as importações de derivados pela Petrobras avançam a cada ano. Óbvio que neste cenário de indefinições, os investimentos, tão necessários nesse setor, migram para outros países.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="text-align: justify;"&gt;18/11/12 - &lt;/b&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;"CRESCIMENTO MEDÍOCRE COM INFLAÇÃO", Márcio Garcia, no "Valor Econômico".&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="text-align: justify;"&gt;Em mais um ótimo artigo, Márcio Garcia, PhD por Stanford, professor da PUC-Rio, conclui que a fórmula do governo Dilma é, em 2012, crescimento MEDÍOCRE com inflação perigosamente alta. Concordo 200% com ele, e acrescento: a gestão da equipe econômica do PT é medíocre, equivocada, e o Brasil, nas mãos do PT, fez a péssima escolha (opinião do Armando Castellar) de trocar qualquer possibilidade de investimento por mais gastos correntes. Optamos por um Estado inchado e ineficiente, e esse paquiderme voraz por impostos não tem a capacidade tão necessária para investir. Acumularemos, portanto, crescimento quase sempre medíocre. Estamos muito mal, e vamos de mal a pior...O resto é blá, blá, blá petista, mais preocupado em safar seus líderes condenados à prisão pelo Supremo.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="text-align: justify;"&gt;18/11/12 - JULGAMENTO DO MENSALÃO: VIVEMOS UMA QUEBRA DE PARADIGMAS ??&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;span style="text-align: justify;"&gt;O Supremo, apesar da vários acharem (eu era um deles) que não levaria à frente a condenação dos mensaleiros, alguns deles luminares do PT, os condenou, e agora acena com a prisão dos mesmos, em regime fechado. Seria SENSACIONAL ver aquele bando de PILANTRAS atrás das grades, hein ?? Quase volto a acreditar no fim da impunidade no Brasil.....&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b style="text-align: justify;"&gt;18/11/12 - OBAMA: EXCELENTE VITÓRIA !&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="text-align: justify;"&gt;Apesar de tardia, segue minha homenagem à reeleição do Obama...Um dia após meu aniversário (06/11/12). Significa a reafirmação da quebra dos preconceitos e do atraso cristalizado em vários segmentos conservadores da sociedade norte-americana.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b style="text-align: justify;"&gt;15/07/12 -&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b style="background-color: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;;"&gt;O BEM MAIS CARO DA DEMOCRACIA
É A LIBERDADE DE IMPRENSA – ATAQUE-A, E A DEMOCRACIA ESTARÁ EM PERIGO.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
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&lt;!--StartFragment--&gt;



&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;"&gt;A América Latina tem vivido momentos distantes da Democracia, bem
mais próximos ao autoritarismo e à truculência. Infelizmente, o inacreditável
da situação é o Brasil apoiar seus vizinhos que praticam esses absurdos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;"&gt;São vários exemplos de covardes ataques à Imprensa livre pelos
caudilhos latino americanos: na Venezuela, Chávez retirou do ar algumas TVs e
aplicou severas multas a outras, que veiculavam questões que, na opinião de
Chávez, eram nocivas ao seu governo. Cristina Kirchner, na Argentina, promoveu
guerra aos meios de comunicação, como os jornais “Clarín" e "La Nación", que
veiculavam notícias que a presidente achava prejudiciais ao seu governo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;"&gt;E agora, Rafael Correa, presidente do Equador, retoma seus ataques
à Imprensa e promove, no Congresso equatoriano, discussão para a redução
drástica da participação privada nos meios de comunicação, após ter tirado do
ar algo como 20 emissoras de rádio nas últimas duas semanas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;"&gt;Enquanto isso, o Brasil nada declara sobre isso, exceto que a
Argentina, a Venezuela e o Equador são exemplares democracias. Somos hoje um
equivocado país quanto à Política Externa, hoje de partido (o PT), e não de
Estado. Uma lástima.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;"&gt;15/07/12 - AINDA O LIVRO “ALÉM DA
EUFORIA”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;"&gt;O livro “Além da Euforia”, de Fabio Giambiagi e Armando Castelar
levanta questões sobre o Brasil de tal relevância que me obrigam a comentar
mais um pouco sobre ele.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;"&gt;Ao avaliar vários problemas que entravam e impedem o crescimento do
Brasil, vão contra a lógica Petista que beira a irresponsabilidade de dizer que
tudo vai bem, e segundo a Dilma (falou essa semana), nem o crescimento pífio do
PIB é relevante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;"&gt;Vamos, novamente, a algumas questões destacadas pelos autores:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Arial;"&gt;-&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot;; font-size: 7pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;"&gt;A Fantasia Fiscal - o governo
vive de aumentos desenfreados (e irresponsáveis) de gastos correntes que
sufocam nossa capacidade de crescimento e inviabilizam os necessários
investimentos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Arial;"&gt;-&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot;; font-size: 7pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;"&gt;Poupança: a Velha Deficiência
– não temos poupança no Brasil que viabilize as necessidades de investimento. O
Governo deve reduzir seus gastos correntes para investir, pois o uso de
poupança externa tem limites.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="background-color: white; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; text-indent: -18pt;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot;; font-size: 7pt;"&gt;&amp;nbsp;I&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;"&gt;: &amp;nbsp; Infraestrutura: Nada de Novo
sob o Céu – os autores apresentam a situação horrenda na qual se encontra a
infraestrutura no Brasil, com quase ausência de ferrovias, malha rodoviária
pífia, portos subdimensionados e estrangulados, e aeroportos caóticos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Arial;"&gt;-&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot;; font-size: 7pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;"&gt;Educação: de Fusquinha no
Mundo da Fórmula 1 – o Brasil está no fim da lista em Educação, e se nada for
feito, estamos “fritos”. Não dá pra ficar no discurso Petista que tudo vai bem.
O Brasil precisa de Educação de qualidade, e o PT tem priorizado quantidade,
com péssimos resultados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Arial;"&gt;-&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot;; font-size: 7pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;"&gt;Balança de Pagamentos: a
Volta de 360&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt; – o Brasil caminha para seguidos déficits da balança
de pagamentos, que somados à necessidade de poupança externa, se traduzirão em
cada vez maiores déficits em conta-corrente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Arial;"&gt;-&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot;; font-size: 7pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;"&gt;Demografia: a Aritmética
Implacável – a população brasileira caminha para padrões demográficos do 1&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt; mundo
até 2050. Com nossa distorcida Previdência, chegaremos a um impasse, pois as
contas não fecham, exceto na cabeça de irresponsáveis. Em suma, se nada
fizermos, estamos lascados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListParagraphCxSpLast" style="text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Arial;"&gt;-&lt;span style="font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot;; font-size: 7pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi;"&gt;Petróleo: a Maldição da
Abundância Fácil – o Pré-Sal pode trazer imensos problemas para o Brasil, entre
os quais desperdício, orgia de gastos públicos e inviabilização da
competitividade da indústria brasileira.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListParagraphCxSpLast" style="text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="background-color: white; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoListParagraphCxSpLast" style="text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="background-color: white; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; text-indent: -18pt;"&gt;, &amp;nbsp; &amp;nbsp; Enfim, os desafios são gigantescos, muito além
do fácil discurso eleitoreiro do PT e da presidente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;!--EndFragment--&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;10/07/12 - GOVERNO DE CHÁVEZ ENVIA ÓLEO DIESEL AO REGIME SÍRIO.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
O governo venezuelano, através da estatal PDVSA, envia óleo diesel para a combalida economia síria. Muito bacana pro Chávez e praqueles que apoiam o aloprado venezuelano.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Enquanto a comunidade internacional tenta isolar a Síria, e vários países são favoráveis a uma intervenção armada que derrube o sanguinário regime de Assad (o Brasil, lamentavelmente, está entre aqueles como Rússia e China que se opoem a isso) e suspenda o massacre de civis sírios, o regime de Chávez fornece combustível para a Síria, vital para a manutenção no poder da combalida ditadura síria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais um exemplo do problema que representa o governo venezuelano de Chávez, para a América Latina e o mundo. E ainda há brasileiros que apoiam o regime chavista.....Não dá pra entender....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;08/07/12 - EX-DITADORES ARGENTINOS VIDELA E BIGNONE CONDENADOS POR ROUBO DE BEBÊS.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Justiça argentina condenou os ex-ditadores Videla e Bignone, além de vários outros militares argentinos, pelo sequestro sistemático de bebês, filhos de presos políticos argentinos na Ditadura daquele país. Eles foram dados a militares e civis ligados ao governo militar argentino, e foram criados muitas vezes pelos algozes que haviam assassinado seus pais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ponto para a Argentina !! Parabéns !! Enquanto isso, aqui no Brasil, continuamos a proteger autores de crimes contra a Humanidade, que são imprescritíveis, em nome de uma equivocada blindagem criada pela Lei da Anistia, apesar de inúmeras reclamações da OEA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Brasil, no tratamento dos crimes contra a Humanidade cometidos durante a Ditadura, revelou-se retrógrado, e o governo do PT (vá entender) apóia esse absurdo. Que vergonha !!&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;01/07/12 - PÉSSIMA DECISÃO DO TSE LIBERA A CANDIDATURA DE POLÍTICOS COM AS CONTAS REJEITADAS.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
O TSE, em decisão pra lá de horrorosa, decidiu liberar a candidatura de políticos cujas contas foram rejeitadas. Péssima decisão, que ampara toda uma legião de políticos&lt;b&gt;. &lt;/b&gt;E quem foi o juiz cujo voto foi decisivo para essa decisão ? Toffoli, indicado por Lula. Dá-lhe, Lula !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;23/06/12 -&lt;/b&gt;












&lt;style&gt;
&lt;!--
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&lt;/div&gt;
--&amp;gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;;"&gt;VLADIMIR
HERZOG - BRASIL DO PT VOLTA A DESRESPEITAR O DIREITO INTERNACIONAL.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;

&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;;"&gt;Governo brasileiro volta a informar à OEA que não
reabrirá a ação criminal sobre a morte de Vladimir Herzog.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;;"&gt;Desta forma, cinicamente, volta a desrespeitar os
Direitos Humanos e negar suas responsabilidades perante o Direito
Internacional, representado pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos da
OEA.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;;"&gt;Finge desconhecer que o Direito Internacional
considera o crime cometido, tortura e assassinato de Vladimir Herzog, imprescritível
e que não pode ser blindado por qualquer lei de anistia, cujo efeito, neste
caso, é menos que ZERO.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;;"&gt;Mais um motivo de vergonha sobre as controversas
atitudes do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;16/06/12 - JULGAMENTO DO MENSALÃO -&amp;nbsp; OU VIRADA HISTÓRICA PARA O AVANÇO DA DEMOCRACIA, OU CHAFURDAREMOS NA LAMA DO ATRASO.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Artigo de Carlos Pereira, professor da FGV, no jornal &lt;i&gt;Valor Econômico&lt;/i&gt; de 13/06/12, "A Encruzilhada Histórica do Mensalão", aponta para a decisãp crucial que cerca o julgamento do mensalão pelo Supremo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comenta que se os acusados forem punidos, "...pode ser mais um sinal crível de que o Brasil está de fato na rota da boa governança. Ao mesmo tempo, esta decisão pode exercer um efeito demonstração ao apontar que tal comportamento desviante não será mais tolerado....". &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas caso os responsáveis do esquema do mensalão não sejam punidos, Pereira argumenta que ".....esta decisão pode significar uma mensagem de reafirmação de que as pessoas, principalmente os ricos e poderosos, podem fazer o que quiserem e sempre encontrarão uma forma de se safarem da Justiça. A persistência desse padrão de impunidade no Brasil pode reforçar ainda mais a crença na perpetuação de ciclos viciosos a das fragilidades institucionais. O efeito multiplicador da impunidade poderá ser devastador, particularmente para o STF que passa por um momento histórico de grande visibilidade."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esperemos, que para o bem da consolidação da democracia brasileira, o STF condene inapelavelmente TODOS os envolvidos, para que o julgamento sirva de exemplo do fim da impunidade no Brasil. E deflagre um viruoso e democrático efeito multiplicador !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;style&gt;
&lt;!--
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&lt;/style&gt;
--&amp;gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;09/06/12 - GLOBONEWS AFUNDA NA MEDIOCRIDADE.&lt;/b&gt;

&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Minha
rotina de trabalho me faz acordar muito cedo. E tomo meu café da manhã
assistindo ao jornal das 06:00 hrs da GloboNews. Porém, desde os últimos meses,
sou obrigado a assistir a uma total mediocridade de apresentadores, entre um
trôpego Guilherme Rios, e uma claudicante Bianca Rothier, correspondente na
Suíça. É triste. A sucessão de erros é enorme, e minha paciência já se esgotou
há muito.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Pra
completar a sucessão de equívocos da GloboNews, o jornal das 10 (22:00 hrs)
resolveu substituir o âncora André Trigueiro por uma medíocre Mariana Godoy,
que não sabe falar, interrompe os entrevistados, e o faz de forma extremamente
equivocada como uma adolescente. Uma pena....O prazer de assistir ao resumo das
notícias do dia foi-se. Tiro no pé da GloboNews....&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;09/06/12 – IMBECILIDADE DITA POR SECRETÁRIO DO PT SOBRE O SUPREMO E O
MENSALÃO.&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Secretário do PT, André Vargas,
afirmou que o Supremo cedeu a pressões para julgar o mensalão. Que observação
IMBECIL !! Na verdade, o Supremo, apesar de todas as suas idiossincrasias,
reagiu às pressões ilegais de Lula, e resolveu estabelecer o calendário do
julgamento do mensalão. Ponto pro Supremo. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Além disso, as ilegais e imorais
pressões de Lula representam a homologação clara que o mensalão existiu. O
resto é blá, blá, blá....... &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;09/06/12 - SOBRE AS
INCOERÊNCIAS DA “COMISSÃO DA VERDADE”.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
O Sociólogo Demétrio Magnoli, em
artigo no jornal “O Globo” de 07/06/12, questiona, com fortes argumentos, a
efetividade da “Comissão da Verdade”, instituída para investigar crimes
cometidos por motivação política de 1946 até 1988.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Magnoli afirma que a Lei de
Anistia blindou as violações de Direitos Humanos cometidas pela Ditadura
Militar, crimes considerados imprescritíveis por tratados internacionais, o que
criou, obviamente, uma tremenda incoerência e faz com que o Brasil desrespeite
os tratados dos quais é signatário.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Comenta ainda que,
vergonhosamente, a elite política brasileira criou um consenso em torno da Lei
de Anistia, promulgada ao final da Ditadura. A Comissão da Anistia, através de
muitas vezes escandalosamente absurdas indenizações, tem homologado a proteção
aos violadores dos Direitos Humanos, como uma moeda de troca. Que vergonha para
o Brasil ??!!&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Magnoli acrescenta que se o
Brasil (o que deveria ter feito) “tivesse abolido a Lei da Anistia, tribunais
emitiriam sentenças sobre as incontáveis violações cometidas impunemente pela
Ditadura Militar e, também, sobre os escassos casos de crimes das organizações
armadas que não foram julgados à época. Isso, infelizmente, não acontecerá...”&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Magnoli conclui que “Uma comissão
de inquérito consagrada ao relato dos crimes contra a Humanidade praticados
pela Ditadura Militar seria capaz de iluminar fatos, personagens e
circunstâncias ainda desconhecidos, oferecendo material valioso para os
historiadores. Em contraste, uma Comissão da Verdade sem poderes judiciais está
condenada a fabricar interpretações estatais sobre o passado, algo com valor de
verdade similar ao dos retratos encomendados pelos mecenas.”&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Enquanto não respeitarmos as leis
internacionais das quais somos signatários, não encontraremos a verdade, que é
um direito incontestável de nós brasileiros, e não de uns poucos que não nos
representam. Enquanto isso perdurar, seremos um exemplo de desrespeito ao
direito internacional, à ONU e à OEA, e às famílias daqueles barbarizados nos
anos de chumbo.&lt;/div&gt;
&amp;nbsp;


&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;08/06/12 - MAIS CINISMO DA CRISTINA KIRCHNER.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Em mais uma demonstração de cinismo absoluto e cara de pau total, a presidente da Argentina Cristina Kirchner&lt;b&gt;, &lt;/b&gt;após exortar os argentinos a converter seus depósitos em dólares norte-americanos para pesos argentinos, disse que faria o mesmo com seus US$ 3 milhões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vem cá - quer dizer que a cínica presidente argentina, que confia tanto em seu país, possui US$ 3 milhões ?? Por que ?? Sabemos que possui muito mais que isso...Mas é a prova cabal que a presidente da Argentina, a autoridade máxima do país, possui depósitos em moeda estrangeira, e não confia muito na moeda argentina. Pobre Argentina, a conviver com seus cínicos governantes, que contribuem, cada vez mais, para afundar o país no caos.....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;02/06/12 -&amp;nbsp; CHEGA DE HIPOCRISIA SOBRE OS IMPASSES DO CRESCIMENTO BRASILEIRO.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Nos livros "Basta de Histórias !", do jornalista argentino Andrés Oppenheimer, e "Além da Euforia", dos economistas Fabio Giambiagi e Armando Castelar, os autores discutem sobre questões decisivas que impedem o crescimento do Brasil (no caso de Oppenheimer, da América Latina).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oppenheimer, ao avaliar e estudar pessoalmente a América Latina, EUA, países na Europa como a Finlândia, e China, Índia, Cingapura, Coréia do Sul, entre outros, conclui que para crescer há três prioridades fundamentais: EDUCAÇÃO, EDUCAÇÃO E EDUCAÇÃO. Não há mágica. E neste aspecto, em termos comparativos, o Brasil está pessimamente situado. Ou atacamos de frente o problema, ou perderemos o trem da história...Todos os indicadores demonstram que em educação estamos entre os últimos no mundo...O resto é conversa mole do PT...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Giambiagi e Castelar comentam, de forma semelhante, que em educação vamos muito mal....Pessimamente, mesmo. E ainda elencam uma péssima infraestrutura rodoviária, inexistência de malha ferroviária, portos ineficientes, carga tributária sufocante, e uma certa instabilidade para os investimentos. Somam a isso o mal que pode representar a teórica riqueza do pré-sal, que poderá trazer muitos mais problemas do que soluções. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O resto, como comentado, é blá, blá, blá petista, em meio às decisões desorientadas do Mantega&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;02/06/12 - LULA, AO TENTAR INTIMIDAR MINISTRO DO SUPREMO, ATESTA QUE O MENSALÃO EXISTIU. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Lula, em seu desespero tresloucado, ao pressionar Gilmar Mendes para adiar o julgamento do Mensalão, atesta que o Mensalão existiu e que ele mesmo sabia de tudo. Tudo é um escândalo ! Como é que um ex-presidente age dessa forma irresponsáel ?? Simplesmente porque Lula, e o PT, acham que podem fazer TUDO e estão acima da Lei. É o fim...E a Dilma, depois, ainda homenageou Lula ??!!&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;13/05/12 - "NÃO BASTA TER JUROS BAIXOS E CÂMBIO ALTO", CLAUDIA SAFATLE, JORNAL VALOR ECONÔMICO, 11/05/12.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Em artigo no jornal "Valor Econômico"de 11/05/12, a jornalista Claudia Safatle enfatiza que, apesar de alguns bons indicadores que o Brasil tem apresentado, o crescimento econômico sustentável não poderá depender do forte aumento do consumo, como acontece hoje.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Traz informações e conclusões encontradas no livro "Além da Euforia", de Armando Castelar e Fábio Giambiagi, e elenca, entre os inúmeros problemas que o Brasil possui, sem a resolução dos quais não poderá crescer e se desenvolver:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Uma educação pública pífia, que é muito menos relacionada ao volume dos investimentos, mas sim à qualidade dos mesmos. Gasta-se muito, e gasta-se mal. O Brasil cada vez mais perde competitividade, com crescimento de produtividade assustadoramente pequeno; &lt;br /&gt;
- Uma péssima infraestrutura, associada aos escassos investimentos públicos para a mesma. Apenas 13% das estradas são pavimentados. Os portos estão muito aquem da capacidade que lhes é exigida;&lt;br /&gt;
- O desenfreado aumento de gastos de custeio da máquina pública, acima, e muito, do crescimento do PIB brasileiro. Com a poupança doméstica muito baixa, restaria a alternativa do Estado Brasileiro gastar menos e poupar, criando condições para a formação da poupança doméstica necessária aos muito necessários investimentos. Hoje usamos a poupança externa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enfim, uma situação muito mais grave do que as baboseiras que Mantega e o Governo do PT insistem em afirmar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;30/04/12 - "DELTA FAZ NO PAÍS O QUE APRENDEU NO RIO", DEPUTADO ESTADUAL MARCELO FREIXO, PSOL.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Em entrevista ao jornal "Valor Econômico", na edição de 30/04/12, o deputado do PSOL Marcelo Freixo acusa o governo do estado do Rio de Janeiro, assim como a prefeitura do Rio, de ter favorecido a construtora Delta com uma infinidade de obras sem licitação, modelo que vem sendo empregado também em outros estados no Brasil, além do Rio de Janeiro. Cabe lembrar que as contratações da Delta decolaram desde o governo Garotinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembremos que não faz muito tempo que Sérgio Cabral e secretários de seu governo foram, com as despesas pagas pela Delta e empresas de Eike Batista, à festa realizada no sul da Bahia. Segundo o deputado Freixo, de 58 contratos da Delta com secretarias do estado do Rio de Janeiro, 30 foram assinados em caráter emergencial, ou seja, sem concorrência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Somem-se a esses inúmeros contratos vários outros com a CEDAE. É tudo uma lama só. Tão danosa quanto aquela lama que a irresponsabilidade do governo do estado do Rio de Janeiro despejou sobre casas em Angra dos Reis, e sobre Petrópolis, Teresópolis e Friburgo, ainda sem ver a ajuda do Estado. Não esqueçamos a lama que arrastou casas em morro em Niterói, casas construídas sobre lixo sanitário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma lama fétida, nojenta e inescrupulosa, e, pra variar, sem responsabilizar os culpados entre os irresponsáveis nos governos Federal, Estadual e Municipal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;29/04/12 - "DIPLOMACIA BRASILEIRA PARA SÍRIA É BIZARRA", BERNARD-HENRI LÉVY.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o filósofo e jornalista francês Bernard-Henri Lévy, com a qual concordo 1.000%, a posição brasileira de não apoiar a intervenção da ONU na Síria para impedir o massacre é absurda, bizarra. Eu diria mais: é imbecil, idiota e canhestra. O Brasil se coloca ao lado de Rússia, com sua proto-democracia/meio-ditadura e a China, uma ditadura, sem dúvida. Óbvio que a Rússia e a China estão preocupadas com os problemas internos que abrigam e com a sobrevivência de seus regimes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ONU, desde os massacres em Ruanda, estabeleceu a "Responsabilidade de Proteger", através da qual os países membros podem e devem intervir em países onde haja populações cuja existência está em risco. A Síria de Assad é um exemplo clássico. E o Brasil NADA ajuda em vetar essa decisão.&lt;br /&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;29/04/12 - AS POLÊMICAS COTAS "RACIAIS".&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A votação no Supremo Tribunal Federal em favor das cotas "raciais" traz à tona alguns supremos equívocos. A ciência demonstra, cabalmente apoiada na genética, que não existem raças humanas, sejam raças brancas, negras, amarelas, ou o que seja. É tudo a mesma coisa, ou seja, a RAÇA HUMANA. As "raças" humanas são criação de teorias de supremacia racial branca, que sustentaram a dominação de imensos impérios pelas potências européias, o nazismo, o apartheid e absurdos ainda presentes hoje.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A separação da população humana em equivocadas "raças" somente aprofunda equívocos e acentua preconceitos e divisões que não são admissíveis. MUITO melhor seria garantir o acesso de etnias e grupos da população brasileira que, devido fundamentalmente a questões econômicas, não tem acesso a universidades que proporcionem uma boa formação. Ao se assegurar o acesso à educação de qualidade aos alunos oriundos de famílias pobres, e que freqüentaram normalmente péssimas escolas públicas, se promove o resgate de uma imensa parcela da população brasileira para que tenham oportunidade de ascensão social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;22/04/12 - CRISTINA KIRCHNER MAIS UMA VEZ ATACA INIMIGO EXTERNO PARA ESCONDER OS PROBLEMAS INTERNOS !&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Cristina Kirchner, com seu jeito truculento e viés de caudillo, encampa a YPF/Repsol na Argentina, em nome de retomar algo que pra ela é da Argentina. A Argentina vem cada vez mais tornando a vida das empresas por lá mais difícil. A Petrobras que o diga. A mesma já demitiu 400 funcionários na Argentina,&amp;nbsp; vendeu negócios na área química e uma refinaria. Tenho certeza que se pudesse já teria se mandado de lá...&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
A Petrobras que abra o olho, senão será a próxima nessa tresloucada cruzada da Kirchner. O que Kirchner deseja, de verdade, é afastar a atenção dos argentinos da verdade: a Argentina afunda-se em problemas imensos, crise econômica e uma inflação de dois dígitos, apesar dos mentirosos indicadores oficiais apontarem números muito menores. A Argentina precisa urgentemente de investimentos externos, mas com esse ambiente de insegurança, quem se atreverá ??&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi assim quando Kirchner voltou à carga quanto às Falklands/Malvinas....E foi assim quando iniciou o combate à imprensa que denunciava os absurdos do governo argentino....Vamos aos inimigos externos !! Afastemos os olhos da população do que realmente está acontecendo !!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;15/04/12 - MUITAS GARGALHADAS NA NOITE DE QUINTA, 12/04/12...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Na última quinta, 12/04/12, poderia resumir as gargalhadas rapidamente em:&lt;br /&gt;
- Comprar os ovos de páscoa para meu afilhado - X R$&lt;br /&gt;
- Combustível para ir a sua casa entregar os ovos de páscoa - Y R$&lt;br /&gt;
- Ver, após jantar com ele, meu compadre e minha comadre, a cara de decepção dos jogadores do Flamengo, Joel Santana e a torcida urubu, após a eliminação, decidida nos últimos minutos, da Libertadores - Ñ TEM PREÇO !!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Afinal, boa parte da diversão do futebol é sacanear a torcida adversária...e a do Flamengo, sempre MUITO arrogante, é maravilhosamente divertida !!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;06/04/12 - CRÍTICA DE GÜNTER GRASS A ISRAEL TEM SUAS RAZÕES.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
As críticas de Günter Grass, Prêmio Nobel, a Israel, seu governo cada vez mais radical, e seu programa nuclear sobre o qual nada sabemos, enquanto o mesmo Günter Grass condena as ameaças ao Irã e as sanções ao seu programa nuclear, fazem sentido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que Israel, com atitudes cada vez mais belicosas e de ameaça à paz no Oriente Médio, pode manter um programa nuclear sobre o qual nada sabemos, e o Irã não ? O Paquistão, cheio de problemas, tem seu programa e armamentos nucleares. Coréia do Norte também. O mundo não é mais aquele da Guerra Fria. É preciso reavaliar várias premissas. Um ponto é inquestionável: enquanto os EUA não mudarem sua postura de apoio incondicional a Israel, não haverá avanços na direção da Paz no Oriente Médio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;06/04/12 - DECISÃO ESTÚPIDA DO STJ CAUSA REPÚDIO DA ONU.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Uma decisão inacreditavelmente estúpida, imbecil e irresponsável do Superior Tribunal de Justiça (STJ), no Brasil, foi considerada deplorável pela ONU. O STJ inocentou acusado de estuprar três meninas de 12 anos. A alegação vergonhosamente imbecil do STJ: as meninas já se dedicavam à prática de atividades sexuais. Os caras são totalmente aloprados, não ??&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Justiça do Brasil, mais uma vez, demonstra seu afastamento da realidade, da justiça, enquanto consolida-se como entidade tacanha, e que só pensa em si. Um aburdo !!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;01/04/12 - SINTO VERGONHA DE SER BRASILEIRO.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Enquanto nada fazemos, e os militares ainda comemoram o aniversário golpe militar de 1964, a OEA inicia investigações sobre a morte do jornalista Vladimir Herzog, e cobra explicações do governo brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como somos incompetentes para desvendar e conhecer a nossa própria História, e nos movemos a passos de lesmas lerdas, a acumular cada vez mais desrespeito aos Direitos Humanos e às organizações internacionais.....Que vergonha !!! Porque acumulamos tantas imbecilidades ???&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;01/04/12 - UM TSUNAMI...DE BOBAGENS...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A Presidente Dilma, em sua viagem à reunião dos BRICs na Índia, aproveitou para&lt;b&gt; &lt;/b&gt;desferir seus petardos tresloucados sobre o chamado Tsunami que inunda o mercado e que prejudica sobremaneira a economia brasileira. O fato é que, enquanto continua a desferir esse Tsunami de bobagens, Dilma desvia o foco do verdadeiro problema: o aumento descontrolado dos gastos públicos, a incapacidade do Estado para investir, e a extremamente incompetente gestão pública no Brasil. O resto é, realmente, um Tsunami de bobagens....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;18/03/12 - GUERRA CAMBIAL E TSUNAMI MONETÁRIO X A REALIDADE DA ECONOMIA BRASILEIRA.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Artigos no "Valor Econômico" e "O Globo" dos professores da PUC-Rio Márcio Garcia e Rogério Furquim Werneck destacam a verdade econômica no Brasil, enquanto o governo brasileiro se esmera em cunhar expressões de retórica bonita e conteúdo nulo e falso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que há no Brasil é transparente e cristalino: carga tributária absurdamente elevada, sufocando a economia; aumento assustador dos gastos correntes do governo, em níveis superiores ao aumento do PIB, quando ao mesmo tempo investe pouquíssimo (e muito mal), seja em infra-estrutura, saúde, educação e segurança; atitudes erráticas de fechamento da economia; incentivos pontuais a alguns setores; muito blá, blá, blá, mas nenhuma ação efetiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como fazer esse país Brasil dar certo, com dezenas de ministérios e uma máquina lerda e ineficiente, a cobrar MUITO caro da sociedade, e nada devolver ? Ao invés de insistirmos em apontar os problemas lá fora (que sempre poderão acontecer, mas sobre os quais não podemos fazer nada), deveríamos fazer o "dever de casa": enxugar a máquina pública, criando um cenário factível para redução de juros; dotar o Estado de agilidade e eficiência, tornando-o capaz de investir em saúde, educação e infra-estrutura; usar o BNDES para financiar aqueles que não são capazes de se financiar (o que não é o caso da Petrobras, obviamente), o que também ajudaria a redução dos juros no Brasil; enfim, tornar nosso país verdadeiramente um que aproveite as oportunidades que se oferecem, e pare de agir de forma atrasada, ineficiente, e que impede que o Brasil de torne um país do século XXI.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;18/03/12 - TRAGÉDIA SÍRIA E INCOMPETÊNCIA DA ONU E DA COMUNIDADE INTERNACIONAL. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A ONU estabeleceu a "Responsabilidade de Proteger" em 2005, após os massacres em Ruanda, princípio pelo qual a Comunidade Internacional pode intervir em um país para proteger uma população, ou parte dela, caso essa esteja em risco de sobrevivência. Temos visto, há um ano, os massacres promovidos na Síria por seu ditador Assad, e rigorosamente nada tem sido feito contra isso, barrado no Conselho de Segurança da ONU por Rússia e China.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um absurdo, um escândalo, que exige ações mais firmes da Comunidade Internacional. Pra que serve a ONU, afinal, se assistimos a uma atrocidade dessa natureza e nada acontece? Cabe lembrar a idiota atitude do Brasil, favorável a uma solução negociada na Síria, enquanto diariamente ocorrem massacres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;18/03/12 - RECAPEAMENTO DO ASFALTO POR TODO O RIO DE JANEIRO: DESPERDÍCIO ABSURDO.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
O recapeamento com troca do asfalto das ruas do Rio, em ano de eleição de prefeito, significa claramente&amp;nbsp; busca de votos. Mas significa, ao mesmo tempo, tendo em vistas dezenas de coisas a fazer no Rio de Janeiro muito mais importantes do que isso, jogar dinheiro no ralo de forma totalmente irresponsável. Não somente no ralo, mas também na conta das empreiteiras que estão fazendo essas obras. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Perfumaria", enquanto que o que realmente interessa fica ao largo. Mais exemplos da irresponsabilidade de nossos governantes. Educação, saúde e a incompetente Guarda Municipal aguardam competência e verbas. E nós ficamos à deriva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;10/03/12 - CRIVELLA - NOMEAÇÃO INACREDITAVELMENTE ABSURDA.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Na linha do "Toma lá, dá cá", Dilma, às voltas com dezenas de ministérios e secretarias que nada fazem, exceto acomodar partidecos da base aliada, num fisiologismo dos mais escroques e repugnantes, nomeou Crivella, da bancada da Igreja Universal e de outras "nobres igrejas", para ministro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dilma, atolada até o pescoço em alianças espúrias, imobilizada pelas mesmas e por uma incompetência para gerir o país cada vez mais patente, parece efetivamente não saber o que fazer. Acho que nunca soube, de qualquer maneira. Tamos ferrados....Para os petistas e aliados, lambuzando-se no poder, tá tudo bem....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;12/02/12 - CRISTINA KIRCHNER USA AS MALVINAS COMO OS MILITARES O FIZERAM EM 1982.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A presidente Cristina Kirchner, enquanto a Argentina vive um cenário de incertezas econômicas e uma escalada inflacionária de mais de 25% ao ano, busca no inimigo externo mudar o foco da atenção dos argentinos. Da mesma forma o fizeram os militares argentinos, enquanto se debatiam para manter a sangrenta Ditadura, em 1982, em seus extertores. Conseguiram, mesmo por pouco tempo, mobilizar a população argentina em favor dos militares.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
Cristina volta-se, de uma maneira beligerante, às Malvinas. É o inimigo externo para abafar os problemas domésticos. Esperemos que os argentinos não se deixem levar, como se deixaram levar pelos militares assassinos na Argentina em 1982, bons para torturar e matar opositores, mas que agiram de forma bisonha nas Malvinas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;12/02/12 - PETROBRAS CONTINUA PATINANDO.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Os resultados da Petrobras, recem divulgados, apontam que ela continua patinando, com a cotação de suas ações caindo. Muitos gastos, resultados menores do que os esperados, campos gigantes na Bacia de Campos em sua maturidade, resultados incertos sobre a produção na Bacia de Santos, investimentos em Refino em locais contrários à lógica, obrigação de operar em todos os blocos sob o regime de partilha (que furada !!), obrigada a contratar mais caro plataformas e sondas (conteúdo nacional), gestão contaminada por nomeações políticas.&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
Resultado: maus resultados !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;05/02/12 - SARNEY
LEVA O SENADO E O BRASIL ÀS LÁGRIMAS (EU, PRINCIPALMENTE !!!).&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Em
discurso no Senado em tom de despedida, Sarney se diz injustiçado. Acrescentou,
em seu discurso sobre transparência, moralidade e eficiência, possuir uma
“profunda consciência moral de nunca aceitar qualquer arranhão nos
procedimentos éticos”.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
A
velha raposa felpuda maranhense relatou, também, que está na vida pública há 50
anos. Afirmou sentir-se injustiçado por não ser reconhecido como um dos grandes
políticos que o Brasil teve. Disse possuir uma das mais longas vidas públicas
do país, e que viveu e envelheceu a servir as instituições, e procurou melhorar
a vida do povo brasileiro. Coitadinho !!!!&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
O
cara deve estar de sacanagem não ??&amp;nbsp; No
livro “Honoráveis Bandidos – Um Retrato do Brasil na Era Sarney”, o jornalista
Palmério Dória relata tal sucessão de absurdos e escândalos implementados por
Sarney e sua família, que a sensação, com sua saída, é, realmente, de alívio.
Não esqueçamos que Sarney, com dinheiro público, construiu um memorial para si,
até com espaço para seu túmulo, para que seja velado e admirado, às custas de
nossos impostos. Grande Sarney !!!!t&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;05/02/12 - “RISCOS DA
POLÍTICA MONETÁRIA”, ARTIGO DE MÁRCIO GARCIA, “VALOR ECONÔMICO, 03/02/12.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Artigo
de Márcio Garcia, PhD por Stanford, professor de economia na PUC-Rio,
argumenta, sabiamente, que a cada passo e anúncio dos próximos, o Banco Central
demonstra cada vez maior tolerância com a inflação, que desde 2010 situa-se
acima da meta de 4,5% ao ano (5,9% em 2010 e 6,5% em 2011). &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Projeta
cenários que envolvem riscos e não demonstra a postura conservadora que deveria
pautar as ações de um Banco Central. Tendo em vista o cenário internacional
extremamente volátil, e a sanha gastadora do governo brasileiro, há imensos
riscos nesta postura do Banco Central, que parece cada vez mais submisso ao
Ministério da Fazenda. Ou seja, estamos ferrados !!&lt;/div&gt;
&amp;nbsp;


&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;29/01/12 - VADA A BORDO, CABRAL !! &lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Em
meio ao caos e ao espanto com a tragédia que se abateu sobre o Rio, com o
desabamento de três edifícios no Centro da cidade, quase tanto espanto causou a
demora para o ??Governador?? Sérgio Cabral, 17 horas, falar sobre o episódio.....Brincadeiras
choveram na Internet sobre esta lamentável e canhestra demora, e que pegaram
carona no bordão italiano, a propósito do desempenho tenebroso do comandante do
navio que naufragou na costa toscana: Vada a Bordo, Cabral !&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Cabral,
os fatos apontam, já não está há muito no comando deste barco à deriva chamado
Estado do Rio de Janeiro. Que será, então, quando acontecerem a Copa do Mundo
de Futebol e as Olimpíadas, com várias obras e providências chafurdando na
incompetência do governo brasileiro ??? &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;29/01/12 -VADA A BORDO, DILMA !!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Em meio aos escândalos que não param de surgir; em meio à aliança horrenda com Sarney, Renan, Collor e Temer; em meio à incompetência para desenroscar as obras e providências que não andam para as Olimpíadas e a Copa; em meio às dezenas de ministérios e secretarias incompetentes e loteadas entre petistas e aliados; em meio à impunidade de inúmeros membros do governo e aliados pegos com a boca na botija; em meio às obras do PAC que não saem do papel, meras obras de ficção; em meio à incompetência desastrosa na gestão de um país, que exige muito mais do que a Dilma é capaz; em meio a tudo isso, e muito mais, gritamos: VADA A BORDO, DILMA !!!&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;22/01/12 - AINDA O TRÁGICO NAUFRÁGIO NA COSTA DA
TOSCANA.&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
No
jornal “O Globo” de sexta, 20/01/12, Ancelmo Gois traz frase de Churchill
apropriada ao naufrágio recente na costa italiana.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
“Há
três coisas que eu gosto num cruzeiro italiano : a cozinha, o serviço e, depois, em caso
de emergência, não existe essa coisa sem sentido de mulheres e crianças
primeiro.”&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;22/01/12 - SOBRE NOSSA DINÂMICO E TRABALHADOR
GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Ainda
na coluna do Alcelmo Gois, “O Globo” de sexta, 20/01/12, ele comenta a
brincadeira que começou a circular na Internet, a reboque do fenômeno Luísa, a
paraibana que estava no Canadá e não pode comparecer ao comercial com a
família.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
“Todo
mundo tem medo de chuva no Rio. Menos....Cabral, que está em Paris” &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Como
trabalha nosso ilustre e dinâmico governador, Sérgio Cabral, muito preocupado com o Rio de Janeiro...Ainda lembro-me da Imprensa ter divulgado relações, digamos, pouco éticas,
com empreiteiros lotados de obras no Rio....&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;22/01/12 - OS ABSURDOS DA PREFEITURA DO RIO.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Sexta,
20/01/12, andando pelas pistas da Vieira Souto e Delfim Moreira, interditadas
devido ao feriado, fui surpreendido por uma enxurrada de triciclos motorizados,
bicicletas e skates, que à toda, de forma irregular e irresponsável, andavam
naquela pista reservada aos pedestres, quase os atropelando. Quando perguntei à
Guarda Municipal sobre a repressão a tal absurdo, me responderam que o prefeito
Eduardo Paes, em ano eleitoral, proibiu a Guarda Municipal de reprimir esta
infração explícita, para não se indispor com seus teóricos eleitores. Que
escândalo !!&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Complementando
o desastre, há por toda a cidade obras de fresagem do asfalto para recapeamento
das pistas. Sem a menor necessidade, jogando o dinheiro dos impostos pelo ralo,
e para os bolsos de alguns empreiteiros, para turbinar a eleição do prefeito, fazer "bonito"com a população. O certo é que tais obras voltarão nas
próximas eleições municipais, e são totalmente desnecessárias......E daí, deve pensar Eduardo Paes...&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;15/01/12 - DILMA TEM DEMONSTRADO SER MUITO MENOS DO QUE OS MARQUETEIROS DO PT VENDERAM.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Artigo no jornal "Valor Econômico" de 11/01/12, da jornalista Rosângela Bittar, "Dilma falhou no que se dizia melhor", expõe uma série de equívocos na gestão da Presidente Dilma, que contradizem, de forma inequívoca, a imagem de alguém que seria muito competente na gestão. &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
A jornalista enumera entre as incompetências e equívocos: apagões no sistema elétrico; a epidemia de dengue; o escândalo do péssimo uso de verbas para previnir desastres naturais, com total falta de coordenação pelo governo federal e ação junto aos governos estaduais e municipais; caos aéreo ainda presente; péssima gestão dos ministérios da Educação e Saúde, com péssimos resultados; pífios resultados da execução das obras dos PACs I e II; nada avança na Reforma Agrária; caos na Segurança; paralisia na troca de ministros envolvidos em escândalos; e avanços pífios na elucidação dos Crimes Contra a Humanidade, cometidos durante a Ditadura no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dilma titubeou, agiu pressionada pela opinião pública, e tem levado, segundo a jornalista, o governo à paralisia. Ou seja, tem desmentido sistematicamente a imagem de uma competente gestora. Ao invés de se antecipar, tem agido empurrada pelos acontecimentos, e ainda arrasta uma estrutura ministerial baseada no loteamento para premiar os partidos aliados e o próprio PT, o que somente tem se traduzido em péssimos resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vejamos o que 2012 reserva para nós, pobres contribuintes.......&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;08/01/12 - É PARA O RALO QUE VÃO NOSSOS IMPOSTOS...&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Em 2011, o déficit da previdência pública atingiu R$ 56 bilhões. Resultado da farra com que o Estado premia o funcionalismo público: aposentadoria com o salário que recebia ao se aposentar, sem contrapartida de contribuição. Quem paga a conta ?? O país, cuja capacidade de necessário investimento é sufocada.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
Infelizmente, esse é o Estado que o PT quer....O Estado do bem estar e que provê TUDO, para o PT&amp;nbsp; e seus aliados....Mas acho que não é isso o que queremos, não ??!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;08/01/12 - LOTEAMENTO DOS MINISTÉRIOS ENTRE O PT E PARTIDOS ALIADOS = CAOS E INCOMPETÊNCIA NO COMBATE ÀS CONSEQUÊNCIAS DAS CHUVAS.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Temos visto nos últimos dias o resultado da gestão incompetente do PT e suas dezenas de ministérios nas mãos de aliados no combate às consequências das chuvas.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;- &lt;/b&gt;O Ministério da Integração Nacional, nas mãos do PSB do ministro Fernando Bezerra, de Pernambuco, cujo governador, Eduardo Campos, também é do PSB, destinou 90% das verbas anti-enchente ao estado de Pernanmbuco !! Que mimoso !! Escândalo criminoso ! Vai acontecer algo com esses caras que tratam a coisa pública como privada ?? Óbvio que não !! Enquanto isso, Rio e Minas sofrem terrivelmente com as chuvas...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- &lt;/b&gt;A serra fluminense continua do mesmo jeito desde o início do ano passado, quando foi varrida pelas chuvas...O governo federal nada fez, o estadual nada fez, os municípios de Petrópolis, Teresópolis e Friburgo nada fizeram. Alguém foi responsabilizado ?? NÃO !!! E a serra fluminense volta a ser atingida pelas chuvas, enquanto Sérgio Cabral e o governo federal anunciam enérgicas medidas....Que até hoje não fizeram....Alguém acredita !!??&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- &lt;/b&gt;O DNIT, Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte, do Ministério dos Transportes, também vítima de loteamento entre os partidos aliados do PT, neste caso para o PR (mais um partidelusão da base aliada), vê as rodovias e os reparos das mesmas que licitou serem dragados pelas águas das chuvas, na mais cabal e transparente prova de má gestão dos recursos públicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É pra isso que servem os nossos impostos ? Óbvio que não !! A questão é (e sempre foi) gestão eficiente dos recursos públicos; assegurar o uso eficaz de cada centavo arrecadado, e punir exemplarmente os desvios ocorridos na máqina pública. Mas é difícil acreditar que o governo atual promova isso, enquanto continua a trilhar o caminho de mais arrecadação, mais inchaço do Estado, e mais gestão incompetente....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;18/12/11 - OBAMA: ALGUMAS DECEPÇÕES.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Ao se encerrar 2011, não posso deixar de comentar minha decepção com Obama quanto à questão palestina. Inquestionavelmente ao lado de Israel, contra a lógica, a justiça, a reparação histórica de absurdos de governos israelenses, barrando todas as iniciativas para a criação do Estado Palestino. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vergonha, um absurdo....Faltou grandeza, sobrou uma atitude subserviente, mesmo covarde. Se os EUA não pressionarem Israel, dificilmente haverá solução do problema palestino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;18/12/11 - HÁ DEMOCRACIAS E DEMOCRACIAS....&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Churchill disse lá atrás, mais ou menos, que a Democracia não é perfeita, mas não inventaram nada melhor do que ela. Bom, mas cada dia vemos que há Democracias e Democracias. E acho que a brasileira tem muito a evoluir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por exemplo, não conseguimos ainda resgatar nossa história dos tenebrosos dias de Ditadura. Essa semana outro fato chamou minha atenção. O Ministro Pimentel, do alto de sua empáfia, se recusa a comparecer ao Congresso para dar explicações de atos incompatíveis para um Ministro de Estado. E inacreditavelmente com 200% de apoio de nossa presidente, que se declara satisfeita com suas ??explicações??.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos recordar que no Reino Unido, todas as semanas o Primeiro-Ministro deve comparecer ao parlamento para esclarecimentos e prestação de contas. Já vi parlamentar de oposição no Reino Unido a espinafrar o Primeiro-Ministro na Câmara dos Comuns, frente à frente, dedo em riste. Faz parte do jogo democrático. Enquanto aqui no Brasil, nada disso. Li nos jornais que Sarney destinou polpuda verba do Senado para o Maranhão. Canetou, e ponto ! Por que essas coisas continuam a acontecer ?? Prestação de contas disso: ZERO ! E esses absurdos continuam a perpetuar a privatização do Estado brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso insisto: há Democracias e Democracias...Devemos aprimorar a nossa, sob pena de passarmos ao Estado as decisões que cabem a nós !!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;18/12/11 - LIBERDADE DE IMPRENSA EM PERIGO NA ARGENTINA.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A reeleita Cristina Kirchner anuncia, na Argentina, medida, em tramitação para aprovação no congresso argentino, que dará ao Estado controle sobre a matéria-prima da imprensa naquele país. Trata-se de manobra para controlar o acesso a esses insumos e pressionar os órgãos de imprensa que fazem oposição ao governo de Cristina Kirchner, como o grupo Clarín.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais uma manobra para atacar o mais caro bem da Democracia, a Imprensa Livre. E pensar que aqui no Brasil o PT pretende regular o que é publicado pela Imprensa....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;13/12/11 - DILMA E A FALSA FAXINA DE CORRUPTOS QUE PROMOVE (E A FALTA DE PUNIÇÃO).&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Em artigo no "O Globo" de 10/12/11, "Pimentel e os Delitos Explicáveis", Gulherme Fiuza afugenta a falsa imagem atribuída à Dilma de eliminadora de corruptos. Comenta que a Dilma "..não tem nada a ver com a faxina no seu Ministério". Ela resiste na defesa de Fernando Pimentel, como já havia feito até rolarem as cabeças de seis ministros de seu governo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Afirma que Dilma nunca quis demitir nenhum dos seis ministros que cairam, apesar dos argumentos óbvios (e ululantes) que apontavam todas as vilanias cometidas. Nelson Rodrigues, vendo esta comédia, soltaria uivos sobre a idiotice da obviedade. Somente premida pela imprensa e a opinião pública, depois de muito protelar, demitiu-os. Acrescenta, ainda, que para Dilma, Pimentel é seu braço direito. Bom, Erenice Guerra, da Casa Civil, também era....Aliás, ela foi punida por algo ??? Eis o PT que se perpetua. Tudo pra si e seus aliados. Já para o Brasil......&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;04/12/11 - BC ESCOLHE PÉSSIMA EQUAÇÃO.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Alexandre Schwartsman&lt;b&gt;, &lt;/b&gt;ex diretor do Banco Central, conclui que há meses o Banco Central de Tombini resolveu flebilizar o controle da inflação (pode-se flexibilizar isso ???) no Brasil, em nome do crescimento. É o que as últimas decisões do BC com respeito à queda das taxas de juros demonstram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inflação continua acima da meta, deverá continuar acima da meta em 2012, faço idéia com as obras da Copa e Olimpíadas, e continuamos a reduzir as taxas de juros, minando as tentativas de controle da inflação. Crescimento com inflação fora de controle, como na Argentina ?? Tô fora !! Infelizmente, essa é a cabeça de nossos formuladores de política econômica. País do crescimento faz de conta....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;04/12/11 - DILMA E O PT: A LERDEZA PRA FAZER IMEDIATAMENTE O QUE DEVE SER FEITO, DEMITIR E PUNIR OS RESPONSÁVEIS POR ESCÂNDALOS, É SINÔNIMO DE ALGO MUITO RUIM.&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Em mais uma mostra de inapetência para governar com seriedade e punir os responsáveis por semear escândalos e desvios de recursos do governo, a Presidente Dilma empurra solenemente com a barriga o caso do Ministro Lupi, o que representa verdadeira esculhambação explícita&lt;b&gt;. &lt;/b&gt;A inação da Dilma nesse caso pode ser entendida por muitos como falta de descisão firme, aquilo que caberia a uma presidente da república. Péssimo sintoma...&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
Tão menos é suficiente para afastar e punir membros de governo, políticos e da admnistração pública em países sérios....Conclusão: não somos um país sério...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;27/11/11 - "É IMPOSSÍVEL ADMINISTRAR COM 40 MINISTÉRIOS"&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
O empresário Jorge Gerdau, presidente da Câmara de Gestão criada pelo governo Dilma, disse em seminário sobre a gestão pública que é impossível administrar o Brasil com 40 ministérios. Bom, isso todos aqueles de bom senso e responsáveis sabemos. Ou seja, é a prova cabal que a estrutura montada é um Trem da Alegria para acomodar Petistas e partidos aliados, mas que inviabiliza o país. Alguém sabe o nome de cada um deles ?? Duvido !!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De qualquer forma, viabilizar o país não parece ser uma preocupação do PT, mas sim viabilizar o PT e seus aliados. Quanto ao país, à favas com ele....Mais uma prova de que o PT, quando frente à escolha entre o partido ou o Brasil, escolhe o partido....Péssima escolha para o país ! Dá-lhe PT !!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;27/11/11 -&amp;nbsp; "AJUSTE DE R$ 50,6 bi FOI REDUZIDO A R$ 21,1 bi", JORNAL VALOR ECONÔMICO, 24/11/11.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Artigo do jornalista Ribamar Oliveira&lt;b&gt; &lt;/b&gt;comenta que em suas manobras (em minha opinião, péssimas) de redução da meta fiscal de economia do Governo Federal, Dilma e Mantega reduziram a proposta original de cortes e economias de R$ 50,6 bilhões para R$ 21,1 bilhões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este fato demonstra, de forma inequívoca, que a disposição do Governo Federal para cortas gastos e ajuste fiscal é uma obra de ficção e as finanças públicas continuarão a se deteriorar. Some-se a este fato que cada vez mais nossa capacidade de investimento é menor, frente aos desafios que nossa país apresenta. Uma equação que não fecha, exceto nas cabeças de nossa presidente e de nosso ministro da fazenda. Pobre de nós e dos rumos do Brasil....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;27/11/11 - CERVEEEEEEEEEEEEEJAAAAAAAAAA !!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Descobri no jornal "Valor Econômico" que a famosa cerveja Duff, com a qual Homer Simpson, do desenho "Os Simpsons", se esbalda em frente a sua TV&lt;b&gt;, &lt;/b&gt;será produzida por uma cervejaria de Santa Catarina (Cervejaria Santa Catarina) e distribuida em 30 pontos de venda na cidade de São Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oba !! Agora é aguardar sua chegada ao Rio !!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;12/11/11 - O RIO E
OS ROYALTIES DO PETRÓLEO&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Sou 500% solidário à causa da luta pelos Royalties do Rio de
Janeiro, que manobras que beiram a desonestidade querem nos tirar. Mas acho que
esta discussão exige um reparo, separar os fatos.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Os Royalties cabem ao Rio e aos estados produtores, PONTO !!
Não me venham com manobras vis para nos roubar o que nos cabe. Esse é um fato
inquestionável !&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Porém, possuo duas IMENSAS ressalvas: quanto à condução dos
protestos no Rio dia 10/11 e quanto ao gasto dos Royalties que recebemos.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Temos o direito e devemos protestar. Agora, fazê-lo em
horário comercial, no Centro do Rio, fechando a Avenida Rio Branco às 11:00 hrs
da manhã, liberando funcionários públicos para o protesto (esses caras já não trabalham,
imaginem com isso !!), pagos como nossos suados impostos, e, finalmente,
fretando ônibus com o dinheiro do Estado do Rio, para trazer gente desde
Campos, no norte do Estado do Rio, funcionários públicos, é um absurdo sem
tamanho.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
A segunda ressalva, que em nenhum momento vem à discussão
por aqueles que protestam, se refere ao PÉSSIMO uso que nossos brilhantes,
sérios, honestos e dinâmicos governantes fazem dos Royalties (mais ICMS e ISS,
que também aumentaram MUITO em arrecadação). Eu vi um estudo de um professor da
Universidade Norte Fluminense que demonstrava um aumento gigantesco da
arrecadação de tributos pelo Estado do Rio e seus municípios desde meados da
década de 1990, oriundo da atividade de exploração, produção e transporte de
petróleo e derivados. Porém, eu não vejo (alguém vê ???Duvido !!) os resultados
da aplicação desses gigantescos recursos em nosso estado. Quem já foi à Macaé,
cidade favelizada, sabe muito bem do que estou falando. Aqui no Rio, também
nada vejo. O que vejo na administração pública é desperdício, dinheiro jogado
fora, desvio, máquina inchada, Estado privatizado, escândalo, a lista é
infindável.....Lembro-me que Petrópolis, Teresópolis e Friburgo ainda sofrem
com os danos provocados pelas chuvas. Aqui no Rio, empreiteiros favorecidos com
inúmeros contratos com o Estado, levam em seus jatinhos Sérgio Cabral e outros
membros do alto escalão do governo fluminense para resorts na Bahia. E sabe-se
mais o que não fazem esses empreiteiros. No fim, ninguém é punido de
verdade....Como nos escândalos em Brasília, nos ministérios....&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;30/10/11 - ESTA SUCESSÃO DE ESCÂNDALOS MINISTERIAIS É FRUTO DO LOTEAMENTO DO ESTADO BRASILEIRO E DA IMPUNIDADE.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
O fim pífio do ministro dos Esportes Orlando Silva é mais um capítulo da sucessão de quedas de ministros, enrolados em escândalos de toda natureza. Algum deles foi punido ?? Óbvio que não !!&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
Para assegurar a base de apoio incondicional de seu governo, o PT, desde o Governo Lula, loteou todos os ministérios entre os mais variados partidecos, que quando tomam posse dos mesmos somente pensam em seu próprio partido e seus próprios interesses. Como a gestão desses ministérios é feita nessa linha, com quadros dos mais desqualificados da face da Terra, mas com uma voracidade assustadora, o resultado está aí....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas enquanto não forem punidos exemplarmente estes casos, nada avançará, e seguirá o PT acomodando seus quadros e seus aliados aos milhares, da maneira mais ineficiente possível, em meio a todos esses escândalos e a uma olímpica impunidade. E nós continuamos a, regiamente, pagar esta conta !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;27/10/11 - PORQUE O CINEMA
ARGENTINO É ESTUPENDAMENTE SUPERIOR AO BRASILEIRO.&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Deliciando-me com filmes argentinos (mais uma vez) no
Festival de Cinema do Rio 2011, dentre os quais o excelente “Querida, Vou
Comprar Cigarros e Já Volto”, do diretor Mariano Cohn, fiquei a pensar porque o
cinema argentino é TÃO melhor, TÃO superior ao cinema brasileiro.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
A superioridade é incontestável e inigualável...Enquanto a
maioria das produções brasileiras é ruim (melhoraram um pouquinho nos últimos
anos; até o som era uma porcaria), algumas vezes revelando-se uma cópia tosca
de modelos estrangeiros, os argentinos fazem coisas sensacionais, e há
roteiristas argentinos trabalhando na TV norte-americana em séries milionárias
(Law and Order; House etc.).&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Atrevi-me a propor uma teoria: a Argentina é o segundo país de
língua espanhola em leitura, perdendo somente pra Espanha. Quem já foi a Buenos
Aires deve ter visto as inúmeras livrarias que lá se encontram. Pra ser um bom
roteirista, é preciso ter muita imaginação, dominar a língua, e
fundamentalmente, ler muito...Pronto, eis a resposta ! O argentino lê muito,
logo, a Argentina tem substancial massa crítica para gerar muitos bons
roteiristas. E os caras fazem um cinema “argentino”, não imitando modelos. E
ainda possuem estupendos atores, como Ricardo Darin.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Pro cinema de ficção, o fundamental, o importante, é o
roteiro. Um ótimo roteiro, com baixo orçamento, dará um ótimo filme. Porém, se
o roteiro é ruim, não adianta dinheiro. Nem dinheiro, nem tampouco bons atores,
salvarão um filme de ficção baseado em um roteiro ruim. Vide aquela bomba
chamada “Waterworld”, com Kevin Costner até na direção, que consumiu várias
dezenas de milhões de dólares e teve um desempenho pífio nas bilheterias.&lt;/div&gt;
&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;23/10/11 - "BRASIL DESMORALIZA CAMEX E ERRA EM COMÉRCIO EXTERIOR", ARTIGO NO JORNAL "VALOR ECONÔMICO", 17/10.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Em artigo no jornal "Valor Econômico", o jornalista Sergio Leo argumenta que o Brasil tem demonstrado uma acentuada incoerência entre as práticas que defende e aquelas que adota para o comércio exterior. Em visita recente à Europa, a Presidente Dilma criticou o protecionismo dos países europeus. Porém, aqui no Brasil, minando sua posição junto à OMC&lt;b&gt;, &lt;/b&gt;sua equipe, com forte endosso do ministro Mantega, levanta barreiras comerciais, como no caso dos veículos importados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há uma total incoerência e um flagrante atropelo da Câmara de Comércio Exterior (Camex). Infelizmente, ressalta Sergio Leo, o Brasil parece espelhar-se no péssimo exemplo argentino, pouco atento aos acordos e compromissos com um sistema internacional multilateral. O artigo comenta que o ministro Mantega está considerando outras medidas para atrapalhar a vida dos exportadores para o Brasil, tais como proibir o desembarque de certas mercadorias, exceto em portos especialmente designados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para um país em desenvolvimento, com uma pouco expressiva participação no comércio internacional, parece uma atitude pouco sábia, um verdadeiro "tiro no pé".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;14/10/11 - EXPLOSÃO EM RESTAURANTE NA PRAÇA TIRADENTES NO RIO - MAIS UMA IRRESPONSABILIDADE DA PREFEITURA E DOS BOMBEIROS.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Ontem o Rio amanheceu assustado ! Explosão pela manhã em restaurante na Praça Tiradentes, Centro do Rio, matou e feriu várias pessoas. Se fosse mais tarde, as vítimas seriam em número MUITO maior ! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Prefeitura do Rio e o Corpo de Bombeiros rapidamente tiraram sua responsabilidade da reta e divulgaram que nada tem com o caso, que haviam fiscalizado, blá, blá, blá....De quem é a culpa, então ?? Não cabe ao Estado fiscalizar ??&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais uma prova absoluta que o Estado é irresponsável (Prefeitura e Bombeiros), bons na hora de cobrar impostos, taxas, multas e revindicarem (como na absurda tomada do quartel dos Bombeiros), mas na hora de fazer aquilo que é atribuição do Estado, prestar um bom serviço, neca !! O duro é que ninguém do Estado é responsabilizado. Vai ver a culpa é daqueles que passavam por lá e morreram e se deixaram ferir...Brasil: o país de impostos escandinavos e serviços de Ruanda....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;11/10/11 - "PRIVILÉGIOS DE POLÍTICOS SÃO HOMENAGENS À DEMOCRACIA&lt;/b&gt;", &lt;b&gt;SARNEY EM "ZERO HORA", 10/10/11.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Segundo o maior aliado do PT, nosso brilhante membro da Academia Brasileira de Letras (autor de "Marimbondos de Fogo", lembram ??), ícone da democracia brasileira, dono do Maranhão e de outros feudos pelo Brasil, "os privilégios foram criados para que os deputados fossem livres e seus salários não os fizessem miseráveis".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brilhante !! Que bom viver em um país milionário, que pode se dar ao luxo de sustentar um séquito de nababos, verdadeiros sátrapas ! Legal ver que junto aos antigos sátrapas (Sarney, Collor, Renan Calheiros etc.) incorporaram-se, com avassaladora volúpia lambuzante, os petistas. Dá-lhe PT !!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;09/10/11 - SEMPRE A TRUCULÊNCIA STALINISTA PETISTA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Leio nos jornais que o PT volta à carga para controlar a imprensa e pretende promover debate sobre a regulação da mídia. A Liberdade de Imprensa é um dos bens mais caros (se não for o mais) da Democracia. A Imprensa tem levantado inúmeras incongruências, absurdos e escândalos do governo do PT, e este levantamento tem sido o estopim para a derrubada de diversos ministros. Vale lembrar que nenhum deles foi punido, e certamente nem o será, como de hábito no Brasil.&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;
Mas há um significativo grupo de petistas que deseja por rédeas na Imprensa. Dar um freio neste escarafunchar das entranhas do PT e seus aliados. Devemos nos lembrar que durante vários meses o jornal "O Estadão" foi proibido pela Justiça brasileira de divulgar informações a respeito de um processo contra um filho de Sarney. Pois é, Sarney é um dos maiores aliados e sustentáculos da base de apoio parlamentar do PT no Congresso. Algo me diz que isto não foi coincidência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É isso que deseja o PT...Não a Democracia. Algo que aloprados truculentos como o presidente do Equador, Rafael Correa, ou da Venezuela, Hugo Chavez, tem feito em seus países. Mas é isso que nós, aqueles que acreditam na Democracia, e se lembram da Ditadura Militar no Brasil, não desejamos. Vamos impedir que isso aconteça !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;30/09/11 - SEMPRE A IMPUNIDADE E A FALTA DE ACCOUNTABILITY&lt;/b&gt;&amp;nbsp;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Vejo nos jornais e na TV dois fatos que demonstram MUITO bem que a busca pelo fim da corrupção está, digamos, desfocada. O
 que pega, em realidade, e que leva, inclusive, à corrupção e a esta zona que está aí instalada, é a 
Impunidade e a falta da "Prestação de Contas pelo que se Fez", a tal da 
Accountability. Essa situação inclusive estimula, mais e mais, a Corrupção !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Senão vejamos:&lt;br /&gt;
A Associação de Magistrados (AMB) está quicando de raiva, indignada, 
assim como membros do Supremo, devido à ameaça do Conselho Nacional de 
Justiça de punir os Juízes comprovadamente envolvidos em crimes. Temos visto que, no máximo, Juízes pegos em tais situaçãos são afastados e mantem seus vencimentos. Assim também quero !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um deputado 
federal, Valdemar Costa Neto, já nosso velho conhecido do Mensalão, membro do PR (que
 partideco, hein ??), envolvido em esquemas do Ministério dos 
Transportes, loteado pro PR, foi absolvido por uma comissão de seus 
pares, por 16 votos a 2.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Inacreditável e nojento...Ver na TV deputados do PT na articulação da defesa do cara !!?? Os caras estão se lixando, e PONTO !! Enquanto persistir a Impunidade, este absurdo continua. E hoje, com a chancela, do PT, o partido dos companheiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pego carona na citação de Rui Barbosa, que estava hoje, 30/09/11, no artigo "Bandidos de Toga", de Paulo Delgado, em "O Globo". Disse Rui Barbosa: "De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto." &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;25/09/11 - ABSURDOS LULISTAS REVISITADOS.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Artigo da jornalista Rosângela Bittar no jornal Valor Econômico de 21/09/11, "Infeliz Coincidência", revisita um dos episódios mais absurdos de nosso ex-presidente Lula. Nas últimas eleições para governadores no Brasil, disposto a fazer de tudo para assegurar uma bancada parlamentar de apoio a sua candidata Dilma, colocou todo seu peso na campanha da eleição de Roseana Sarney, candidata à governadora do Maranhão, atropelando o próprio PT maranhense, que rachou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ética passou longe, e a filha de Sarney foi eleita, muito devido ao peso de Lula na campanha. Horroroso, lamentável, dantesco. Mas nada importava a Lula, exceto o poder. Mais um dos episódios exemplares do ex-presidente Lula.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;24/09/11 - UMA TERRÍVEL CONCLUSÃO SOBRE A POLÍTICA ECONÔMICA DO GOVERNO DO PT.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Em artigo no jornal Valor Econômico de 21/09/11, "Uma Nova Política Econômica", o jornalista Cristiano Romero discorre sobre a paulatina mudança na condução da política econômica do Governo do PT, inclusive no Banco Central. Esta mudança implica em flexibilização do regime de metas para a inflação, cujos resultados tenebrosos temos visto através do não cumprimento da meta para a inflação, em flexibilização do câmbio flutuante, e da política fiscal, cuja meta de superávit primário em 2012 é uma promessa com muitas dúvidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Romero fala em seu artigo que "Desde meados do ano passado, o Banco Central não consegue coordenar as expectativas de inflação dos agentes econômicos..........O BC, por razões político-eleitorais, adotou o discurso monocórdio de que a inflação, em algum momento, cederia. Não cedeu". Romero acrescenta que "As expectativas voltaram a piorar e, agora, apontam para o não cumprimento da meta, não apenas em 2011 e 2012, mas também em 2013, 2014 e 2015".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diz ainda que "Há uma novidade desagradável no momento atual do regime de metas. Pela primeira vez, desde 1999, o BC não se compromete com uma política efetiva de busca da meta de inflação........os agentes não estão acreditando que o BC vá conseguir derrubar o IPCA".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Romero conclui que "Na área fiscal, o governo ainda não disse como vai cumprir a meta cheia de superávit (3,1% do PIB) no próximo ano. Sinais contraditórios emitidos recentemente, como a decisão de contratar quase 55 mil funcionários públicos em 2012, tornam nebuloso o cenário fiscal...........Especula-se nas ruas que Brasília caminha para a adoção de um modelo econômico mais parecido com a Turquia ou o da Argentina, dois países que apresentam taxas elevadas de crescimento e inflação".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para mim (e talvez para alguns dos leitores deste Blog) que vivi o período de inflação assustadora antes do Plano Real, é um cenário de pavor, somente a imaginar quão mal vai a condução da Política Econômica do Brasil hoje. A crônica de uma deterioração acentuada. É torcer pelo menos pior. Pois, na direção do pior, estamos indo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;18/09/11 -&amp;nbsp; O 11 DE SETEMBRO E SUAS CONSEQUÊNCIAS TERRÍVEIS.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A passagem do aniversário de 10 anos do 11 de Setembro de 2001 nos faz relembrar vários aspectos dos ataques e suas consequências. Os ataques foram terríveis, sem dúvida, com suas milhares de vítimas, na maioria civis, nas Torres Gêmeas em Nova Iorque, no Pentágono e na queda do vôo 93.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Porém, devemos lembrar que baseado em justificativas provadas totalmente infundadas, tais como ligação do Iraque de Saddam com os ataques do 11 de Setembro, ligações do Iraque com a Al-Qaeda e posse pelo Iraque de armas de destruição em massa, o Iraque foi invadido, Saddam derrubado, e centenas de milhares de iraquianos, na maioria civis, foram mortos até o início de 2010.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os números vão, considerando-se mortes de militares e civis associadas à violência do conflito, de 100 mil a um milhão. As fontes compreendem o &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Iraq Family Health Survey Study Group&lt;/i&gt;, grupo iraquiano que desenvolveu pesquisas no Iraque sobre baixas, a revista médica &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Lancet&lt;/i&gt;, o &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Opinion Research Business&lt;/i&gt;, uma agência de pesquisa independente londrina, a &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Associated Press&lt;/i&gt;, e o &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Iraq Body Count Project&lt;/i&gt;, desenvolvido por jornalistas iraquianos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;br /&gt;
A prisão de Guantãnamo foi usada (entre várias outras no mundo) pelos EUA para deter milhares de teóricos suspeitos de terrorismo, a maioria inocentes, sem direito a advogados ou julgamento, submetidos a toda espécie de torturas, numa flagrante violação dos Direitos Humanos, para os quais os EUA parecem continuar se lixando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E esta chamada Guerra ao Terror, promovida pelos EUA, gerou um déficit fiscal do governo dos EUA da ordem de trilhões de dólares, que somente aprofunda a crise vivida pelos EUA (e o mundo) desde 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, as consequências do 11 de Setembro de 2001 foram muito maiores do que o Presidente Bush e sua equipe incompetente&lt;b&gt; &lt;/b&gt;de Falcões e Neoconservadores poderia supor. E todos nós estamos, ainda, sofrendo por estes custos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;18/09/11 - SUBSERVIÊNCIA NOJENTA.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A atitude submissa da Presidente Dilma, afastando o Ministro do Turismo indicado por Sarney, e colocando no cargo um substituto também indicado por Sarney, pedindo a benção ao cacique pmdebista, é nojenta. E aquela troca de amabilidades ao discursar em evento cheio de pmdebistas, sob os olhares atentos de Sarney ?? Que coisa lamentável !!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2011, e ainda nos submetemos ao Clã Sarney...Pobre país...Pobre PT....Perdidos estamos nós, brasileiros. Que vergonha !!&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;18/09/11 - "NOMES PRÓPRIOS", NELSON MOTTA, "O GLOBO", 16/09/11.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Nelson Motta relembra divertidos apelidos e alcunhas dadas a políticos brasileiros. O ex-deputado alagoano Cleto Falcão foi chamado de Clepto Falcão, por razões óbvias. O ministro baixinho Celso Amorim, e sua mania de grandeza, Megalonanico. ACM alcunhou Michel Temer de "mordomo de filme de terror". Perfeito, não ?? Motta lembra ainda que, em diálogos de corruptos gravados, Sarney é chamado de "madre superiora". Faz MUITO sentido. É risível, mas lamentável....Eles, em sua maioria, estão aí, nos assombrando...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;04/09/11 - "O PADRE QUE O BRASIL NÃO DEIXA VOLTAR", JORNAL VALOR ECONÔMICO, 02/09/11.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Li fato medonho no jornal Valor Econômico, artigo da jornalista Maria Cristina Fernandes, na última sexta.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
O padre italiano Vito Miracapillo, pároco de município da zona da mata de Pernambuco, recusou-se a rezar missa em homenagem ao 7 de setembro, durante a Ditadura Militar no Brasil, apesar do pedido do prefeito.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
O deputado Severino Cavalcanti (lembram-se da peça ??), no governo Figueiredo, denunciou o padre italiano ao Ministro da Justiça, Abi Ackel, que pediu sua expulsão por subversão e atentado à segurança nacional e à ordem pública. Que arrogância e que absurdo do Abi Ackel !!!&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
No julgamento do hábeas corpus do padre, o Supremo Tribunal Federal referendou a expulsão do padre por 11 votos a zero (dá-lhe Supremo !!).&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
O padre Vito Miracapillo foi banido do Brasil até 1993, e naquele ano o presidente Itamar revogou o decreto de sua expulsão. Porém, desde a revogação, Miracapillo somente pode voltar ao Brasil com visto de turista e permanecer por aqui por 03 meses, quando precisa renovar o visto.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Tem havido mobilização para encerrar esta situação esdrúxula, até agora, sem sucesso. Em 2005, em Pernambuco, um deputado do PSB propôs que fosse conferido ao padre o título de cidadão pernambucano, e já havia conseguido as assinaturas necessárias, quando Ana Cavalcanti, filha de Severino Cavalcanti, pressionou parlamentares e cinco retiraram sua assinaturas, inviabilizando o processo.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Enquanto isso, o processo se arrasta e não é resolvido. Um absurdo total. Paralelamente, Lula negou a extradição do criminoso italiano Battisti, que hoje vive tranquilamente por aqui, após sair da prisão. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Quanta incoerência e quanto absurdo !! Mais uma razão para envergonhar-me da postura do Governo PT. O Governo PT, e seus (???) aliados, são isso, GOVERNO DO PT, não são o Governo do Brasil. &lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;04/09/11 - ACABOU A INDEPENDÊNCIA DO BANCO CENTRAL ??&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A queda de 0,5 ponto percentual da taxa básica de juros, em reunião do Banco Central, após Mantega afirmar que iria aumentar o esforço fiscal do Governo PT, cheira à alinhamento submisso e incompetente do Banco Central.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cabe salientar que o Governo PT pretende aumentar o esforço fiscal via aumenta da arrecadação, não via corte dos gastos da máquina pública. Ou seja, gestão muito incompetente. E o Banco Central caminha, cada vez mais, para o descrédito. É tal sucessão de incoerências, que a única certeza que nos resta é: o Governo PT é MUITO sem noção, incoerente e inábil !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;04/09/11 - DISCUSSÃO SOBRE A VOLTA DA CPMF DEMONSTRA A INCOMPETÊNCIA DA GESTÃO DO PT.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Leio que se discute no Governo PT sobre a volta da CPMF para canalizar mais recursos para a Saúde. Li, inclusive, declaração da Dilma, afirmando que "Nenhum país resolveu essa equação sem investir muito em Saúde. Quem falar que resolve isso sem dinheiro é demagogo. Mente para o povo".&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Presidente(a), não é essa a questão. Isso é tergiversação. Mente é quem afirma que precisa de mais dinheiro para a Saúde. O que precisamos, Presidente(a), é eficiência nos gastos Públicos, eliminar desperdícios, eficácia na dotação de verbas, e punição severa para aqueles que desviam e fazem incompetente uso dos impostos. Nossa país possui imensa carga tributária. Não precisamos de mais impostos. Precisamos que eles sejam melhor utilizados, e não jogados na lata do lixo, desperdiçados, em inumeráveis desvios relacionados à criação de milhares de cargos de confiança, à corrupção, ao inchaço da máquina pública para abrigar petistas e aliados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisamos de eficiência e eficácia, não blá, blá. blá.....Não me venham com conversa fiada....Pra que mais dinheiro ??? Pra mais gastos inúteis e ineficientes ?? Pra mais desvios e impunidade ?? Chega !! Basta !!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;31/08/11 - ONDE HÁ IMPUNIDADE, HÁ CORRUPÇÃO.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Vejo com IMENSA simpatia o movimento de indignação com a situação atual de inúmeros exemplos de corrupção no Brasil. Mas desconfio que estejamos nos fixando no alvo errado no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se ontem mesmo vi a deputada Jaqueline Roriz ser absolvida no Congresso por seus pares; se até hoje os réus do Mensalão continuam impunes; se todas as mudanças havidas desde a saída do Palocci resultaram em menos que nada, exceto a simples saída dos mesmos da Casa Civil, do Ministério dos Transportes e outros; se a imunidade parlamentar foi criada para blindar os parlamentares contra a Ditadura, mas hoje serve para abrigar qualquer criminoso comum; se nossos governantes não prestam conta de nada; se o PT passa a mão na cabeça de todos os seus membros pegos em atos ilícitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, a grande questão é: IMPUNIDADE, ou, falta de ACCOUNTABILITY. Enquanto não resolvermos isso, não resolvemos o resto...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;21/08/11 - COMO O INCHAÇO DA MÁQUINA PÚBLICA PROMOVIDO PELO PT SE TRADUZ EM DESPERDÍCIO E ATRASO.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O  PT, para acomodar todos os partidos aliados e petistas, incluindo  aqueles que perderam eleições, transformou a administração pública, já  ineficiente, em uma lesma inchada, que chafurda em incompetência e lentidão. Criou vários ministérios, para abrigar todos os petistas e aliados. Abriu as portas para o loteamento entre aqueles que visam única e  exclusivamente se utilizar em benefício próprio do bem público, transformando a máquina pública em balcão de negócios, desviando recursos e privatizando o Estado.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;br /&gt;
E vão distribuindo os ministérios entre os partidos da base aliada, verdadeiro bônus pelo apoio. É o Mensalão da máquina pública ! A  ANP foi loteada para o PCdoB. Os resultados, temos visto. Ineficiência,  balcão de negócios e rapinagem apontada em inúmeras reportagens. O Ministério dos Transportes, presentado ao PR, foi desnudado em toda sua ineficiência e rapinagem. O Ministério da Agricultura, presenteado ao PMDB, afunda em denúncias. O Ministério do Turismo, um caos de desvios para ONGs que não existem. Não esqueçamos que o Ministro do Turismo, com mais que 80 anos, lançou nas suas despesas do Senado festa em quarto de motel em São Luiz, Maranhão, para mais de 10 pessoas. Dá-lhe, Ministro do Sarney ! O  Sistema Elétrico é um feudo de Sarney, há muitos anos. Os caras se  meteram até com o fundo de pensão dos funcionários de Furnas...&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;br /&gt;
É tal volume de escândalos que não damos conta de tudo que nos é despejado todos os dias....É a maneira do PT governar, colocar mais Estado na economia brasileira, em nome de uma pretensa e duvidosa "eficiência", que de eficiente não tem nada. A Presidente Dilma vai tentando intervir, mas sem chatear muito os petistas. Esta é a herança que o PT deseja nos enfiar goela abaixo, no seu jeito PRI (partido mexicano que se perpetuou por dezenas de anos no poder) de ser, onde o Estado se transforma, cada vez mais, no Estado para os "companheiros" e aliados. Máquina Pública inchada, ineficiente, suja, do atraso, da incompetência...&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;07/08/11 - A POSTURA PÍFIA BRASILEIRA FACE AO MASSACRE NA SÍRIA.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;A posição brasileira na ONU, com respeito ao massacre promovido pelo governo de Bashar Assad na Síria, tem sido uma vergonha, como pontua a coluna opinião de "O Globo" de 05/08, "&lt;b&gt;Tibieza do Brasil Ajuda Ditador Sírio&lt;/b&gt;".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Enquanto Assad faz as maiores atrocidades, o governo brasileiro (com Rússia, China, África do Sul e Índia) manobra para que a posição da ONU se limite a uma condenação branda, enquanto atribui igual responsabilidade pelos massacres ao governo sírio e aos manifestantes. Como pudesse haver simetria entre as forças de repressão síria e os opositores, a maioria composta por civis desarmadas !!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Lembra-me a vergonhosa Política Externa promovida pelo Governo Lula, apoiando, entre outros, Ahmadinejad e o programa nuclear iraniano, e o genocida presidente sudanês, Omar al-Bashir, a promover massacres em Darfur. Até quando vamos continuar a agir como completos e inconsequentes imbecis ?? E ainda queremos um lugar de membro permanente no Conselho de Segurança da ONU ??!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;24/07/11 - ESCÂNDALO DEPOIS DE ESCÂNDALO.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
E esta lama que todos os dias vemos sobre o Ministério dos Transportes, o DNIT e a VALEC ??!!&lt;br /&gt;
Que nojo...Que escândalo !! Os caras drenando os recursos de nossos suados impostos, dentro da política do "toma lá, dá cá", implementada pelo PT para sustentar seu governo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estamos bem, muito bem....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;24/07/11 - PERIGO RONDA A DEMOCRACIA NA AMÉRICA LATINA.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Rafael Correa, presidente do Equador, através da Justiça, pede a prisão de jornalistas do diário "El Universo", assim como a indenização de US$ 80 milhões por danos e injúrias causadas ao governo e à presidência equatoriana. Óbvio que é um total absurdo !!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Mais uma prova de que a Democracia na América Latina está em perigo. Sua atitude é truculenta e arbitrária, como de resto as arbitrariedades do governo venezuelano contra a imprensa de seu país, e os absurdos cometidos contra a imprensa por Cristina Kirchner na Argentina.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Infelizmente, aqui no Brasil, membros do PT, desde o governo Lula, procuram criar mecanismos que limitem a liberdade de imprensa. Não esqueçamos que o jornal "O Estado de São Paulo" está proibido, pela Justiça, há vários meses, de publicar notícias sobre investigação de filho de José Sarney.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Maus ventos sopram por aqui...Ventos do populismo, da demagogia e da truculência. Contra a Democracia...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;18/07/11 - FORMAÇÃO EQUIVOCADA PARA O BRASILEIRO.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Artigo no jornal Valor Econômico da última sexta, "O Extermínio do Futuro", de João Batista Araújo e Oliveira, aponta que a má formação do ensino médio no Brasil, fundamentado em um indefinido conceito de educação geral, empurra o jovem para a universidade, como se essa fosse a única alternativa profissional.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;O mundo desenvolvido age diferentemente, e propicia uma educação que alia à formação acadêmica a formação profissionalizante, habilitando o jovem para que, após o ensino médio, busque um trabalho especializado e de qualidade. Nós fazemos diferente.&amp;nbsp;Devemos ser mais inteligentes que o resto do mundo. Não é por acaso que o perfil de investimentos em educação no Brasil seja uma pirâmide invertida, com os maiores gastos e investimentos indo para o ensino superior.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Façamos um simples exercício: um engenheiro não trabalha sozinho. Precisa de inúmeros técnicos de nível médio. Ou seja, para cada engenheiro, vários técnicos. Nem tampouco um médico. O maior contingente em uma hospital é de técnicos, seja em enfermagem, operação de equipamentos de exames, socorristas etc. Ou seja, precisamos formar muitos mais técnicos do que profissionais de nível superior. Algo precisa mudar. Por que aí se encontra o maior gargalo de nossos desenvolvimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;17/07/11 - CLAUDIA SAFATLE ALERTA PARA AS INCOERÊNCIAS DO GOVERNO DILMA.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Em artigo no jornal "Valor Econômico" na última sexta, 15/07, "Governo Está Dividido entre Inflação e Câmbio", Claudia Safatle alerta que há inúmeros sinais divergentes no Governo Dilma, onde muitos apregoam, erradamente (como Mantega, minha observação), que não há conflito entre estimular o crescimento e combater a inflação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Sim, este conflito existe e é claro. Apesar de Mantega erradamente dizer que o combate à inflação já foi concluído, ele não o foi. E ao Banco Central ainda cabe elevar a taxa de juros para trazer a inflação para a meta em 2012. Óbvio que a elevação da taxa de juros freará a atividade econômica. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Ao mesmo tempo, atrairá mais fluxos de capitais para o país, que buscam as&amp;nbsp;extremamente elevadas taxas de juros, quando comparadas ao resto do mundo. E isto, cada vez mais, se traduz em apreciação cambial, com o Real mais valorizado em relação ao Dolar norte-americano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Um complexo dilema, muito herdado das políticas expansionistas da gestão Lula-Mantega. Para o qual, não me parece haver competência, nem tampouco entendimento, na&amp;nbsp;cúpula da área econômica do Governo Dilma para resolver.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;17/07/11 - LULA ESPERNEIA E DISTRIBUI ATAQUES À IMPRENSA.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Em mais uma demonstração de seu comportamento autoritário, Lula, em cerimônia da UNE (que é a mais chapa branca dos que bajulam o governo), ataca a Imprensa, que não larga de seu pé.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Quando lembro-me que membros do antigo (xô) Governo Lula falavam em mecanismos para controlar a imprensa, tenho certeza que a liberdade de imprensa é o que de mais caro possuimos na Democracia. Deixemos Lula com seus sonhos tresloucados de superpoderes e de que pode tudo. Mas fiquemos alertas aos sinais daqueles que querem mais Estado e menos liberdade de Imprensa. Sempre é em benefício de alguns poucos, próximos ao poder.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;11/07/11 - O ESDRÚXULO PAPEL DO BNDES.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Artigos de Márcio Garcia, no Valor, e de Rogério Furquim Werneck, no Globo, ambos professores da PUC Rio, questionam o papel desempenhado pelo BNDES nos últimos meses. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Werneck comenta que, de 2008 a 2011, o Tesouro teria transferido ao BNDES R$ 285 bilhões, os quais, em sua maioria, o BNDES tem emprestado&amp;nbsp;a juros subsidiados a grandes empresas brasileiras, que tem toda condição para buscar financiamento a taxas competitivas e&amp;nbsp;fora do país.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;O último capítulo, segundo Garcia,&amp;nbsp;é a eventual entrada do BNDES na operação do Pão de Açúcar e do Carrefour. É isso aí, financiar a mega-operação dos supermercados. Garcia ainda acrescenta que o BNDES, hoje, ao invés de complementar o mercado financeiro e de capitais, tem escolhido empresas (imaginemos os critérios e os porquês) para destinar a elas bilhões de reais em recursos subsidiados, enquanto&amp;nbsp;nós, os contribuintes, pagamos a conta da diferença entre o custo destes empréstimos e a taxa básica de juros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Acrescenta, ainda, a tese defendida por Alexandre Schwartsman, segundo a qual, como mais de um terço do crédito no Brasil é concedido a taxas subsidiadas, a taxa Selic é mais alta do que deveria ser, se não houvesse esta gigantesca distorção. Simples, e perverso. O resto é blá, blá, blá.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;O BNDES, portanto, transformou-se em instrumento para facilitar a vida de alguns, e dificultar a vida da grande maioria dos brasileiros. Existe maior privatização dos interesses do Estado ??&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;11/07/11 - MANTEGA REPETE ALGO QUE SOMENTE ELE (E UNS POUCOS) ACREDITA.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Em Paris (como é dura a vida do ministro !!), há dias, Mantega explicava a empresários que a economia brasileira não possuia bolhas, a inflação estaria sob controle e o fluxo de capitais, contido. Hein ??&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Nossa falta de poupança doméstica e os imensos (e ineficientes) gastos públicos nos impedem de reduzir os juros. Para tal, contribui também uma economia aquecida, entre outros, pelos gastos públicos. A inflação ronda, com uma meta absurdamente alta. E vem o Mantega e fala isso ?? Estamos mal..Êta governo bão !!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;26/06/11 - AS RAÍZES DO PROBLEMA PALESTINO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
As raízes do problema palestino, de forma cada vez mais clara, estão fortemente fundamentadas na maneira como o Estado de Isael foi criado, e de que maneira ele tem sido consolidado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há dúvida sobre os séculos de perseguição que marcaram o povo judeu. Isto é inquestionável. O Holocausto, o terrível massacre de milhões de judeus pelos nazistas na II Guerra Mundial, é uma barbaridade horrenda que exige nosso total repúdio, assim como a punição daqueles que a perpetraram. Impossível não ser solidário ao povo judeu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém, acadêmicos, alguns deles israelenses, como Ilan Pappe, autor do livro cuidadosamente fundamentado em arquivos e depoimentos os mais diversos (The Ethnic Cleansing of Palestine), tem revelado uma verdade incômoda e terrível sobre a criação do Estado de Israel, uma verdade negada por muitos israelenses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A criação do Estado de Israel envolveu uma operação sistemática, segundo estes mesmos autores, de limpeza étnica, onde centenas de milhares de palestinos foram expulsos de suas casas e propriedades, onde populações palestinas viviam há centenas de anos. Essa operação concentrou-se no ano de 1948, mas foi iniciada em fins de 1947 e concluída em 1949.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob a coordenação de Ben-Gurion, tropas judias regulares e irregulares promoveram a expulsão dos palestinos, na maioria das vezes utilizando de violência, em algumas até promovendo massacres de populações civis, com o objetivo de atemorizar e acelerar o processo de abandono das terras pelos palestinos. Foi um processo metódico, que não se furtou em usar de violência. É o que os árabes palestinos chamam de Nakba.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a expulsão da maior parte destas populações, estas mesmas unidades, ainda sob a coordenação de Bem-Gurion, procuraram eliminar todos os traços e vestígios da existência anterior daquelas populações árabes no Estado de Israel. Aldeias foram rebatizadas, construções totalmente destruídas, mesmo mesquitas transformadas em construções de outra natureza. Uma nova&amp;nbsp;“história” foi criada, a de uma região habitada há centenas de anos por alguns judeus, quase inabitada, onde não havia árabes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ONU, após vários alertas de observadores e de membros da comunidade internacional, exigiu a volta ao recém criado Estado de Israel daqueles palestinos expulsos. Israel tem ignorado estas exigências e, com o apoio dos EUA, tem, inclusive, incorporado terras da Cisjordânia, onde construiu diversas colônias judias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O problema é complexo, mas percebe-se que a solução deve contemplar inquestionavelmente o retorno daquelas populações árabes às suas terras, de onde foram expulsas durante uma sistemática operação de limpeza étnica. O problema também exige que os israelenses reconheçam seus crimes praticados na criação de seu Estado, de tal forma a se estabelecer as bases para uma relação menos conflituosa com seus vizinhos árabes.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;19/06/11 - MAIS UMA INCOERÊNCIA DE NOSSA PRESIDENTA.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Dilma, em meio a pressões de militares e políticos da base de apoio (que apoio), desistiu da revisão da Lei de Anistia, que possibilitaria a punição daqueles que cometeram crimes contra a humanidade, imprescritíveis.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Quando era Ministra da Casa Civil, Dilma defendeu a punição destes crimes. Mais uma incoerência, que se soma ao apoio para a manutenção de documentos públicos para sempre não revelados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Bola muito fora. É ruim ter uma presidente que governa de forma claudicante e é incoerente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;16/06/11 - GOVERNO DILMA, SARNEY E COLLOR MANOBRAM PARA MANTER DOCUMENTOS PÚBLICOS EM SEGREDO.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Em mais uma manobra repugnante, o Governo Dilma, Sarney e Collor barraram projeto sobre liberação de arquivos de Estado ditos secretos, com o objetivo de manter aqueles que o Governo bem quiser como secretos para sempre. Óbvio que isso atende ao interesses desta turma do PT e aliados (e que aliados !!), mas não interessa a nós, brasileiros, que temos o DIREITO de tudo saber sobre nossa história !&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;A coisa é&amp;nbsp;inacreditável e absurda ao extremo.&amp;nbsp;Bom, mas o que esperar do Governo Dilma e sua base de apoio, capitaneada por Sarney ?? Nada, mesmo....Melhor, menos que nada...Mais uma vez, vale o bordão: DÁ-LHE PT !!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;12/06/11 - CASA CIVIL FAZ HISTÓRIA....DE PROBLEMAS !&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Onde anda Erenice Guerra, a Ex-Ministra da Casa Civil, flagrada em trapalhadas e esquemas de tráfico de influência antes das últimas eleições,&amp;nbsp;braço direito da Dilma na Casa Civil, antes da mesma se afastar para a campanha presidencial&amp;nbsp;??&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Será mais um a permanecer à margem da Justiça, e que não será responsabilizado ?? Tenho certeza que sim, até porque é do PT, está no poder, acima do bem e do mal. Doce é a vida para eles. E nós pagamos a conta...Que falta faz a accountability !!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;12/06/11 - SINAIS TROCADOS.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Dilma não recebeu a Prêmio Nobel da Paz iraniana, Shirin Ebadi, sem explicações. Tremenda bola fora !!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Quando deveria reafirmar sua defesa dos Direitos Humanos, recua, como não querendo criar problemas entre o Brasil e&amp;nbsp;Ahmadinejad. Incoerência e comportamento confuso, como de resto tem sido a posição e a gestão do governo brasileiro. Dá-lhe, Brasil !!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;12/06/11 - GLEISI E IDELI, A FACE ??DOCE?? DO GOVERNO DILMA.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Em atitude que ninguém entendeu, muito menos seus aliados do PMDB, Dilma nomeou Gleisi Hoffmann Ministra da Casa Civil e Ideli Salvatti responsável das Relações Institucionais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Gleisi Hoffmann não coordenaria o governo, pois seu estilo é "sargentão", tipo Dilma. Deve trazer mais problemas do que soluções, tendo em vista o balaio de gatos que é a base de apoio do governo. E Ideli Salvatti coleciona um comportamento agressivo que tem se traduzido em inimizades e problemas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;A teórica competência técnica de Gleisi&amp;nbsp; já foi posta à prova no Senado, com resultados ruins para ela, que quando usou de sua impetuosidade se enrolou, como quando confrontada sobre o porquê do reajuste de 200% da energia de Itaipu&amp;nbsp;paga aos paraguaios. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Quanto à Ideli (conhecida como a Pit Bull do governo no Senado), que irá comandar a coordenação política do governo, coleciona problemas com partidos da base aliada e trapalhadas, também. Como no episódio em que colocou tudo a perder com suas perguntas agressivas à ex-Secretária da Receita Federal, Lina Vieira, e que reavivaram a questão da farsa montada pelo governo para esconder as pressões sobre a Receita Federal para abrandar&amp;nbsp;as investigações sobre um filho de Sarney.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Enfim, indicações mais inapropriadas, impossível !&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;12/06/11 - CASO BATTISTI: EU ME ENVERGONHO !!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;O STF resolveu libertar o criminoso Battisti. Uma vergonha !! A ministra Ellen Gracie, contrária à posição da maioria de seus colegas no STF, ponderou que o Brasil defende sua soberania quando cumpre os tratados internacionais que firmou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;A Itália irá recorrer ao Tribunal de Haia. Que pequena a posição brasileira. Mas é coerente no descumprimento das decisões internacionais da ONU e OEA. Ainda lutamos para defender a Lei de Anistia, que blinda os criminosos e torturadores da Ditadura, apesar de decisões das ONU e OEA. Faz sentido....Dá-lhe Brasil !!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;12/06/11 - "LIÇÃO DE PORNOPOLÍTICA", NELSON MOTTA.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Em artigo em "O Globo" de 10/06, Nelson Motta argumenta que velha piada representa tudo que a vida política brasileira nos tem premiado nos últimos anos no Brasil:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;"Eles (os políticos) estão fazendo na vida pública o que fazem na privada". Alguém pode negar ??!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;12/06/11 - "É O FISCAL, PATETA", DE ARTIGO NO VALOR ECONÔMICO, 10/06/11.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Em artigo no jornal Valor Econômico de 10/06, "É o Fiscal, Pateta", Márcio Garcia, professor da PUC Rio, PhD por Stanford, discorre mais uma vez sobre aquilo que o governo brasileiro deveria fazer para criar condições para o país crescer e reduzir as taxas de juros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Não é preciso mágica, nem tampouco faz parte das explicações equivocadas de vosso (meu, ñ !!) ministro da fazenda, Mantega. Para que cresçamos de forma sustentável a 5% ao ano, com uma poupança interna abaixo de 16% do PIB no primeiro trimestre de 2011, precisamos de poupança externa, que se traduz em déficits em conta-corrente. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Precisamos destes recursos para financiar os necessários investimentos que assegurem os 5% ao ano. Não há mágica. É 1 + 1 = 2 !! Pra nossa sorte, a economia brasileira, hoje, tem atraído imensos fluxos de recursos em investimento estrangeiro. Porém (não há cafezinho de graça), a entrada de capitais aprecia a taxa de câmbio e torna caros os bens e serviços brasileiros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Márco Garcia propõe que, apoiado na teoria econômica e na experiência de outros países, o Governo do PT deva diminuir a taxa de expansão dos gastos públicos, e caminhe para gerar poupança do setor público. A redução de gastos públicos depreciaria a taxa real do câmbio e premitiria ao Banco Central reduzir a taxa de juros, o que ajudaria a afastar parte dos fluxos especulativos de capital.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;o que se vê, ao contrário, é uma brutal elevação de gastos públicos, acima do crescimento do PIB, há anos, drenando a poupança doméstica e determinando a captação de poupança externa, com a consequente apreciação cambial, que atrai capital especulativo, torna nosso economia menos competitiva&amp;nbsp;etc., etc., etc.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Enquanto isso, Mantega desconhece o óbvio ou finge não sabê-lo, e nós vamos nos ferrando...Mantega, "é o fiscal, pateta!".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;03/06/11 - MUITO BARULHO POR MENOS QUE NADA.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;O Governo Federal anunciou medidas enérgicas (tá brincando) para combater o assassinato (que acontece todos os dias)&amp;nbsp;de pessoas ameaçadas de morte no Pará, fundamentalmente pequenos agricultores e membros de sindicatos rurais, vítimas de fazendeiros grilheiros que tomam as terras à força, falsificam os títulos de propriedade, e expulsam os pequenos agricultores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;O Ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, anunciou galhardamente, a liberação de R$ 500 mil (??????)&amp;nbsp;para este fim, além da instalação de dois (????) escritórios de regularização fundiária no Amazonas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Os caras só podem estar de sacanagem, ou acham que somos completos imbecis, ou os dois (o mais provável). A situação na região é um caos há muitos e muitos anos. Terra de ninguém e sem lei, onde impera a lei do mais forte, das armas, e de quem pode pagar mais. O que míseros R$ 500 mil e míseros dois escritórios para TODA a Amazônia representam ?? Menos que nada....Enquanto isso, pistoleiros bem pagos e impunes são contratados pelos fazendeiros para eliminar os pequenos agricultores e quem mais atrapalhe a tomada ilegal de terras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Quem não se lembra do massacre de agricultores sem terra por policiais em Carajás, em 1996 ?? Ou o assassinato da freira Dorothy Stang ?? Os mandantes destes crimes, em boa parte impunes, sempre são grandes proprietários de terras, na maioria das&amp;nbsp;vezes tomadas de forma ilegal.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot;;"&gt;Portanto, mais uma vez o PT ficará no discurso (vazio), enquanto o caos e o império dos fora da lei reina na Amazônia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;30/05/11 -&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt; &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;NÃO DÁ PRA NÃO FICAR INDIGNADO !!!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Ao ver na primeira página de “O Globo” no dia 26/05, última quinta-feira, em uma foto, Lula, todo faceiro, ladeado por Crivella, Temer, Sarney, Renan Calheiros, a articular o trator que varreria tudo e todos na defesa de Palocci, atropelando a própria Dilma, que no episódio dá mostras de perda de controle, fico tremendamente preocupado. Precisar que Lula vá a Brasília para sacudir os aliados (que aliados, hein ??) é intolerável, e Dilma demonstra fraqueza incompatível com o cargo de presidente. Dilma vai lançar mão de Lula para apagar incêndios e combater fogo amigo a cada momento ??&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Em outra foto, na mesma edição de “O Globo”, Garotinho comanda a bancada evangélica nas ameaças ao Governo Dilma, caso a presidente liberasse a campanha oficial anti-homofobia. O mesmo Garotinho votou a favor da retrógrada regulamentação que anistia os desmatadores da flora brasileira. A presidente, escudada em explicações trôpegas, rendeu-se à ameaça dos evangélicos e suspendeu a campanha anti-homofobia. Que legal esta invasão pela religião de assuntos que cabem exclusivamente ao Estado !! A coisa é 200% inacreditável. Ainda vi no programa “CQC”, na última segunda, 23/05, Garotinho explicar com toda tranqüilidade - vocês acreditariam ?? - que seu patrimônio é de mais ou menos R$ 80.000,00. Isso aí !! R$ 80.000 !! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Não sei o que fazer....Recorrer a quem ?? Se no Brasil, nossa célere Justiça, após todas as chicanas e protelações do universo, após anos, prende o assassino confesso Pimenta Neves, e que será, em no máximo dois anos, novamente libertado. Se os protagonistas do “Mensalão” estão por aí, enquanto a Justiça se arrasta, quase como se apenas aguardando que seus crimes prescrevam....Se o Ex-Presidente Lula insiste em negar que havia o tal “Mensalão”.... E ainda volta à cena política para salvar a pele do Palocci (e a de sua candidata à presidente), de uma maneira totalmente inconcebível, que beira à inconstitucionalidade...Se Dilma demonstra, com meros 5 meses de mandato, uma inapetência para a gestão que cabe a um presidente, assim como uma incompreensão do papel de um presidente...Ser presidente não é ser gerente, mas acho que não avisaram a Dilma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Enquanto isso, há dois Brasis: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;- O Brasil real, negado pelo PT, com MUITOS problemas - a gestão incompetente das obras para a Copa do Mundo; a serra fluminense, onde regiões em Friburgo e Teresópolis, arrasadas pelas chuvas, permanecem um caos e os desabrigados continuam totalmente abandonados pelo Estado; o Brasil da educação pública de péssima qualidade, que nos iguala à África Subsaariana; a Saúde Pública que deixa a população abandonada; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;- E&amp;nbsp;o Brasil da propaganda do Governo Federal, do PT, onde tudo caminha bem, já chegamos ao Primeiro Mundo, tudo é varrido pra baixo do tapete, tudo é permitido, tudo é loteado (entre os amigos), e o PT caminha para ficar no poder tanto, ou mais, que o PRI, do México....&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Vamos torcer para que o PT fracasse nesta empreitada !!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;23/05/11 - O CRESCIMENTO PATRIMONIAL&amp;nbsp;DE PALOCCI EM MAIS DE 20 VEZES&amp;nbsp;TEM CARA&amp;nbsp;IMORAL E CHEIRA A TRÁFICO DE INFLUÊNCIA.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Em mais um escândalo que assola o PT, Palocci exibe uma evolução patrimonial inexplicável e inacreditável para um parlamentar colado à Presidência da República do governo do PT, que somente se explicaria por explícito tráfico de influência. Enquanto Palocci e o PT dizem que é normal, até uma bactéria já percebeu que não há nada de normal nisto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais lama e escândalo que o Governo PT pretende, com tratores aliados como Sarney, Calheiros e Jucá, varrer pra baixo do tapete... Dá-lhe PT !!!! Esse é o PT que vai pra frente !! Parece bordão da Ditadura....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;10/05/11 - O IMPRESSIONANTE LIVRO “O VÔO”, DO JORNALISTA ARGENTINO HORACIO VERBITSKY.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Após ler o artigo do jornal “Valor Econômico”, que falava sobre a punição de culpados por Crimes Contra a Humanidade na Argentina durante a Ditadura de 1976 a 1983, não resisti e peguei para ler um de meus livros (são dezenas) que me esperam, ansiosos, para que eu os leia: “O Vôo”, do jornalista argentino Horacio Verbtisky.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bom, pelo menos tinha ótimos motivos para por sua leitura à frente de vários outros livros que me aguardam. Não me arrependi, ao contrário. Não consegui parar de lê-lo, até concluir a leitura. A história impressiona, revolta e estarrece. Um ex-oficial da marinha argentina procurou o jornalista Verbtisky na década de 1990 para falar sobre uma questão que o atormentava profundamente havia anos: as torturas, as operações de seqüestros e prisões arbitrárias, mesmo de freiras e mães da Praça de Maio, mas principalmente sobre os vôos onde provavelmente milhares de presos pelos forças armadas argentinas na Ditadura eram dopados e depois, em pleno vôo, jogados ao mar, para a morte. Isso tudo durante a Ditadura na Argentina de 1976 a 1983.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Igreja Católica argentina estava presente naquele episódio aterrador, para legitimar, consolar e perdoar os oficiais, suboficiais e soldados argentinos que faziam tais barbaridades, que voavam nas missões para jogar os presos dopados para a morte no mar. A confissão deste oficial, Scilingo, desencadeou um movimento de despertar na Argentina para as barbaridades cometidas na Ditadura. No livro de Verbtisky são apresentados outros casos de horrendos crimes, como tortura de bebês, isso mesmo (inacreditável !!), bebês, para fazer com que seus pais falassem o que a Ditadura queria saber.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou a história&amp;nbsp;do comandante Astiz, macabro especialista em infiltrar-se em grupos de Defesa dos Direitos Humanos durante a Ditadura para identificar ativistas que seriam posteriormente sequestrados. Esse corajoso sequestrador e torturador&amp;nbsp;de Mães da Praça de Maio e freiras foi o comandante argentino da base nas ilhas Geórgia do Sul, na Guerra das Falklands/Malvinas, em 1982, e que corajosamente (na verdade, vergonhosamente)&amp;nbsp;rendeu-se às forças britânicas sem disparar um tiro. Bom, vê-se que ele é corajoso para torturar indefesas senhoras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro aspecto levantado no livro "O Vôo" que me chocou e me deixou indignado foi a total arrogância dos militares argentinos, que se achavam (ou ainda se acham !!!) acima do bem e do mal e de quaisquer julgamentos e, portanto, poderiam em sua missão fazer aquilo que bem entendessem, e que somente a Deus (???), segundo suas distorcidas mentes, cabia julgar seus atos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certamente este fato muito contribuiu para colocar em movimento o processo que culminou com a anulação das leis de anistia na Argentina que protegiam aqueles responsáveis por crimes inacreditáveis cometidos na Ditadura na Argentina e que agora tem sido punidos, incluindo os presidentes militares do período.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Ditadura no Brasil, mesmo em termos absolutos não tendo cometido tantos crimes e atrocidades quanto as argentina e chilena, é responsável por várias atrocidades e Crimes contra a Humanidade. Esperemos que sigamos os passos de nossos hermanos na punição daqueles que cometeram tais crimes durante a Ditadura no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;01/05/11 - ARGENTINA, DESTA VEZ, DÁ DE GOLEADA NO BRASIL !&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Li no jornal "Valor Econômico", de sexta, 29/04, entrevista com o Secretário dos Direitos Humanos na Argentina, Eduardo Luis Duhalde, realizada em restaurante em Buenos Aires.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duhalde, autor do livro "El Estado Terrorista Argentino", um dos clássicos de análise do período de 1976 a 1983 na Argentina, sempre esteve em luta pelos Direitos Humanos. Desde 2003, nomeado pelo presidente Néstor Kirchner para este cargo, teve como missão a anulação na Justiça e no Congresso das Leis de Obediência Devida e do Ponto Final, que haviam estabelecido uma blindagem para não punir os responsáveis por bárbaros crimes cometidos na Ditadura na Argentina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes crimes compreendiam sequestro, tortura, roubo de bebês, violações, morte e roubo de patrimônio realizados por funcionários do Estado argentino, entre civis, militares, policiais, carcereiros, agentes penitenciários e capelães militares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alfonsin e Menen, antes de Kirchner, haviam decretado a Lei de Anistia. O trabalho de Duhalde permitiu a prisão do ex-presidente Videla e outros membros da junta militar, e abriu as portas para a condenação pela Justiça argentina de vários responsáveis pelos crimes da Ditadura na Argentina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na entrevista, Duhalde declara que "Os Direitos Humanos incluem o direito à memória, à verdade, à justiça e à reparação. Vão pairar sempre sobre nós as sequelas do passado. Se não há reparação, se a memória é negada, se a verdade é mantida, estaremos enganando o presente e condenando o futuro".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ele, "não há uma única memória, total. A memória dos torturadores busca a justificativa de seu crime. A memória da sociedade quer a busca da verdade e a punição dos culpados. Esta memória, a coletiva, deve prevalecer".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bela lição para a incompetência do Governo do Brasil na gestão do problema da Ditadura por aqui, e na desobediência sistemática das determinações da OEA e da ONU para&amp;nbsp;avançar na punição dos Crimes Contra a Humanidade aqui praticados, na Ditadura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enfim, nossos "hermanos" estão dando de goleada ! Tenho vergonha da posição brasileira e dou os parabéns para os argentinos !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;01/05/11 - GOVERNO DILMA NÃO SABE O QUE DIZ QUANDO FALA SOBRE CONTROLAR A INFLAÇÃO.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Li na última sexta, 29/04, em "O Globo", artigo do economista da PUC-Rio Rogério Werneck, mais argumentos sobre a total incapacidade do Governo Dilma de entender o que tem verdadeiramente alimentado a inflação no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Afirma, erroneamente, que a inflação decorre fundamentalmente da elevação das commodities, pouco tendo a ver com&amp;nbsp;a expansão desmesurada da demanda interna. Mantega chega a afirmar que "o Brasil não está mal na foto da inflação mundial". Quão longe da verdade e das verdadeiras razões !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto isso, brutal expansão dos gastos públicos, iniciada no Governo Lula para turbinar a candidatura de sua sucessora, além de gigantescas transferências do Tesouro para o BNDES aportar recursos subsidiados em grandes empresas brasileiras, como a própria Petrobras. Some-se a isso o controle ZERO sobre a qualidade do gasto público e a responsabilização ZERO do mau uso do dinheiro público. Um dia a conta chegará, e teremos que pagá-la.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;01/05/11 - ESTAMOS EM ÓTIMAS MÃOS !!??&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Notícia em "O Globo" de 29/04, sexta, confirma que vários protagonistas do Mensalão do PT estão de volta à adminsitração petista, como o ex-tesoureiro Delúbio Soares. A ele seguem-se as nomeações de Renan Calheiros, Romero Jucá e Gim Argello para o Conselho de Ética do Senado. Hein ?? Ética ??&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até quando vamos aturar tal escândalo ?? Falta de vergonha na cara, punição e responsabilização fazem MUITA falta, e se traduzem em impunidade total, enquanto o PT se afunda atá as orelhas nesta situação inacreditavelmente fétida. PT, um simulacro daquilo que pretendeu ser algum dia. Que vergonha !!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;28/04/11 - ISRAEL, SUA TRUCULÊNCIA, E&amp;nbsp;O&amp;nbsp;PROBLEMA PALESTINO.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Vejo nos jornais que Israel critica a união entre Fatah e Hamas, rompidos há 4 anos, e que pretendem formar um governo interino e realizar eleições gerais, reunindo a Cisjordânia e a Faixa de Gaza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parece-me que é um positivo caminho para a unificação dos palestinos e a paz na região. Israel, porém, critica o acordo, e afirma que o Fatah deseja a destruição de Israel. Cabe lembrar que a ONU determinou ao final dos anos 1940 (acho que em 1948) que Israel repatriasse os palestinos expulsos na criação de Israel, em uma verdadeira operação de limpeza étnica (ver o livro "The Ethnic Cleansing of Palestine", do acadêmico israelense Ilan Pappe). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembremos, ainda, que Israel tomou territórios da Palestina na Guerra de 1967, que a ONU também determina que sejam devolvidos, e Israel nada faz a respeito. Há pouco Israel invadiu a Faixa de Gaza e promoveu várias atrocidades, e impediu que organizações de Direitos Humanos as verificassem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a queda do ditador Mubarak, do Egito, Israel se vê sem principal aliado na região, e parece, efetivamente, desejar ver a desunião entre os palestinos para, muitas vezes de forma truculenta, agir como quiser no Oriente Médio, enquanto continua sua paulatina limpeza étnica na região e constroi mais e mais colônias de judeus ultra-ortodoxos nos territórios árabes ocupados. Mais um exemplo que a Israel não interessa a democracia no mundo árabe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Creio que somente com uma decisiva pressão dos EUA, o principal aliado de Israel, as coisas poderão começar a mudar. Pressões dos próprios israelense não satisfeitos com essas decisões truculentas e unilaterais do governo israelense (infelizmente, ainda são muito poucos, como Ilan Pappe) ajudariam, muito, no processo de paz na região.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;25/04/11 - JUSTIÇA SE VALE DE&amp;nbsp;LEI DA DITADURA PARA TRABALHAR MENOS.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Descobri na semana passada que nossa ágil e célere Justiça não trabalhou na quarta, 20/04/11, enforcando a véspera de feriado, amparada em lei de 1966, ou seja, época da Ditadura no Brasil. Óbvio que toda a máquina pública foi impactada por isso, e tenho a certeza que vários setores da administração pública não trabalharam também, seguindo o belo exemplo da Justiça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inacreditável, como de resto vários outros exemplos do pouco apetite ao trabalho de nossa Justiça e de todo o funcionalismo público. Algo me diz que este lei, de 1966, tinha o objetivo de esvaziar a eventual oposição aos militares. Enquanto isto, nós pagamos regiamente nossos impostos pra sustentar essa situação. Bom, mas somos um país rico, que pode esbanjar a valer !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;10/04/11 - SENSACIONALISMO IMPREGNA A COBERTURA DA TV BRASILEIRA.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A&amp;nbsp;invasão de uma escola em Realengo, no Rio, com várias crianças mortas, teve uma cobertura, das TVs Aberta e Fechada, sensacionalista e pobre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crianças e familiares, em meio ao desespero do momento, tiveram sua privacidade invadida para uma exposição gratuita e desnecessária pelas TVs, numa prova do pior e mais medíocre jornalismo. Infelizmente,&amp;nbsp;isto tem impedido que o jornalismo leve informações de qualidade, passando, superficialmente, pelos fatos. Superficialidade já demonstrada na cobertura da tragédia na serra fluminense, em Petrópolis, Teresópolis e Friburgo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;04/04/11 - MANDARAM A JUSTIÇA TRABALHAR OITO HORAS POR DIA !!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
O Judiciário está revoltado ! Mandaram que o mesmo trabalhasse, como qualquer mortal no Brasil, oito horas por dia. Os coitadinhos trabalhavam, há anos, seis horas (quando trabalhavam). Até os juízes tem se indignado com esta situação ! Enquanto isso, os processos se arrastam por dezenas de anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É brincadeira...O Judiciário, a exemplo de vários setores do Estado Brasileiro, gasta com a voracidade de um país do 1o mundo...Mas os serviços que devolve são subsaarianos, e pode se dizer que em algumas regiões equivalentes a Estados Falidos (Iraque, Costa do Marfim etc.). Pagamos impostos escandinavos e recebemos serviços, em troca, do Zimbábue. É mole ?? É pra isso que o PT, brilhantemente, quer mais Estado ? Mas já sei pra que: é pra empregar mais petistas e membros dos outros partidos da "boquinha".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;04/04/11 - NINGUÉM ACREDITA QUE O GOVERNO DILMA VÁ EFETIVAMENTE CONTROLAR OS GASTOS PÚBLICOS:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Apesar do que declarou o Ministro Mantega a respeito de corte de gastos públicos, o Governo Dilma continua dando mostras de que não está levando este assunto muito a sério. Continua efetivando imensas transferências do Tesouro Federal para o BNDES e finge que estas transferências não representariam despesas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Mercado, que não é bobo, há meses procura contabilizar a dívida bruta, e não a líquida, do governo brasileiro, que tem crescido a passos largos.&amp;nbsp;O crescimento dos gastos públicos tem sido assustador&amp;nbsp;nos últimos anos, muito acima do crescimento do PIB, e muitas vezes o Governo PT tem dito que foi para combater a crise de 2008, quando na verdade foi para turbinar a candidatura Dilma. Sabemos dos péssimos resultados para o país e para o aumento da inflação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Mercado, como disse o jornalista Cristiano Romero&amp;nbsp;do jornal "Valor Econômico" em 30/03/11, "...duvida das intenções do governo brasileiro na área fiscal, o que na prática significa prever que o setor público não fará a sua parte para conter a demanda agregada e, assim, auxiliar o Copom no combate à inflação". Bom, eu também duvido, e muito. Assim como que a inflação brasileira é causada pelo aumento dos preços internacionais de diversos bens. Vários economistas tem demonstrado que não é bem assim. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecemos muito bem a péssima qualidade dos gastos públicos. Todos os dias vemos exemplos de dinheiro público desperdiçado, pessimamente usado, quando não desviado sem cerimônia. Sabemos também que a questão é melhor qualidade do gasto público, mais gestão e mais eficácia, ancorados em um sistema de meritocracia e, ao mesmo tempo, responsabilização e punição daqueles que fazem mau uso do dinheiro público. Quem não viu, há dias, os exemplos escandalosos de maus funcionários do Congresso, que não trabalham, ou "batem o ponto" e vão embora ?? Mas vem cá, o que esperar da gestão de Sarney, como presidente do Senado ?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isto tudo faz-me ficar cada vez mais preocupado com as finanças públicas e com os rumos de nosso país. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;31/03/11 - VALE: A INACREDITÁVEL INGERÊNCIA DO PT PARA SUBSTITUIR ROGER AGNELLI.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
As manobras do Governo Dilma para substituir Agnelli do comando da Vale são um absurdo e, a rigor, despudoradamente ilegais. A Vale, após sua privatização, e nos últimos anos sob o comando de Agnelli, assumiu a 2a posição entre as mineradoras de todo o mundo. Decolou, coisa que jamais faria como estatal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seus resultados são sempre muito bons, paga MUITOS impostos, e o governo não deve se meter.&amp;nbsp;O PT, com sua sanha estatizante, quer se meter em tudo, e finge esquecer que as estatais privatizadas estavam em péssimo estado quando nas mãos do Estado, e decolaram após a privatização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o caso da Vale, das siderúrgicas, da telefonia (alguém se lembra daquela coisa chamada "Telerda" ??), e várias outras. E agora vem o PT e o Mantega se metendo para trocar o Agnelli por alguém mais dócil ao Governo Federal. Os caras estão de sacanagem, não estão ??!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;28/03/11 - BRASIL APÓIA A ONU NA INVESTIGAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS NO IRÃ.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Brasil demonstra mudança de postura na Política Externa e apóia decisão da ONU de investigar as flagrantes violações&amp;nbsp;dos Direitos Humanos no Irã.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diferentemente da era Lula, quando o Brasil se esmerava em aproximar-se de ditadores e violadores de Direitos Humanos, agora alinha-se com a Comunidade Internacional. Esperemos que esta decisão paute as próximas do Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;11/03/11 - A INTOLERÁVEL ARROGÂNCIA DOS MILITARES NO BRASIL.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Descubro nos jornais do dia 09/03 que os militares brasileiros, indignados, entregaram, via o representante do exército, carta ao Ministro da Defesa, Jobim, condenando a chamada Comissão da Verdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Indignados, os militares acham um absurdo revolver o passado, o qual, para eles, deve permanecer enterrado. O que ? Os caras não querem que nós brasileiros saibamos toda a verdade sobre os anos trágicos da Ditadura no Brasil ? Quem são eles, para supor que devem ditar o que os brasileiros podem saber sobre sua história ? E ainda temos que aturar Lula a tecer comentários saudosos sobre os militares na Ditadura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cabem alguns esclarecimentos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Indignados ficamos eu e vários brasileiros, ao ver tamanha arrogância com que transitam os militares até hoje. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;br /&gt;
O Brasil é signatário de acordos internacionais, membro da ONU e da OEA, e deve seguir o que determinam as duas organizações: crimes como os cometidos pelos militares são crimes imprescritíveis, crimes contra a Humanidade, terrorismo de Estado, e não há Lei de Anistia que blinde qualquer um deles.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;br /&gt;
Aliás, movidos por estes parâmetros, as Justiças da Argentina e do Chile tem obtido imensos avanços na punição daqueles que perpetraram tais crimes nas Ditaduras argentina e chilena.&lt;br /&gt;
E não pensem os militantes de esquerda que tenham cometido crimes bárbaros, por motivos questionáveis, durante a Ditadura Militar no Brasil, que poderão se esconder atrás na Lei de Anistia.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;br /&gt;
E nem tampouco os aloprados defensores do criminoso italiano Césare Battisti, com argumentos totalmente viesados, devem continuar a barrar a extradição do mesmo para a Itália. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;br /&gt;
Porque, terrorismo, seja de Direita ou de Esquerda, é terrorismo, e PONTO !&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;01/03/11 - PRAQUELES QUE SÃO FÃS DO HUGO CHAVEZ.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Vi na TV semana passada que o Embaixador da Venezuela na Líbia disse que tudo estava bem naquele país, dentro da normalidade. Hein ???? Bom, tratando-se de Embaixador da Venezuela, na Líbia, faz sentido !! Afinal de contas, a Venezuela, segundo Lula, não seria uma democracia exemplar ??!!&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;27/02/11 – PETROBRAS, O GIGANTE MANIPULADO.&lt;/b&gt;Desde pequeno, no colégio, na década de 1970, ouvia a máxima sobre as empresas com os maiores resultados financeiros no mundo: as empresas de petróleo melhor administradas, em primeiro lugar; depois vinham as empresas de petróleo mais ou menos administradas; e em terceiro lugar, as empresas de petróleo pior administradas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O negócio de petróleo é tão lucrativo que, por pior gestão que tivesse a empresa, ela apresentaria imensos resultados. Infelizmente, em todos estes anos, a Petrobras, apesar de inúmeros sucessos, tem reunido uma enorme série de problemas e idiossincrasias que a posicionam entre as empresas de petróleo pior administradas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não importa que seus brilhantes técnicos tenham tornado o Brasil auto-suficiente em produção de petróleo e desenvolvido a tecnologia para exploração e produção de petróleo em águas profundas e ultra-profundas. A empresa esmera-se em acumular péssimas decisões, que fazem com que suas ações não decolem. Reúno abaixo apenas alguns exemplos do cenário que teimam em empurrar pra baixo a Petrobras e seus resultados:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Será obrigada a operar em TODOS os blocos licitados em regime de partilha no pré-sal, independentemente de ser interessante para a companhia ou não. Isto tem obrigado a empresa a um esforço financeiro colossal (e por que não, também operacional), e que tem deteriorado sobremaneira as finanças da empresa. Com graves conseqüências para as operações da empresa;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Envolveu-se em um plano gigantesco de construção de refinarias pelo país (até no Maranhão ???; será que o Sarney tem algo a ver com isso ??), de forma atropelada, projetos muitas vezes com Valor Presente Líquido Negativo (a turma de finanças saberá do que eu falo), minando cada vez mais suas finanças e colocando em risco suas atividades de Exploração e Produção, onde se encontram os melhores resultados para a empresa;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- De 2005 pra cá aumentou seu quadro de terceirizados de 156 mil (já muito alto) para 295 mil. Duvido, realmente, que toda esta gente seja necessária....O que somente demonstra a má gestão dos recursos da empresa. Façamos uma pequena conta, aritmética ginasiana: o tamanho da empresa dobrou de 2005 pra cá, pra justificar isto ?? Óbvio que isto se refletirá nos resultados;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Por último, se envolveu em uma capitalização com números fabricados, e que recentemente opôs Schwartsman, ex-diretor do Banco Central, e Gabrielli, presidente da Petrobras. Ambos partiram para um bate boca em evento no Rio, e Schwartsman demonstrou que o superávit primário de 2010 foi alavancado por números que não existem, inflados por uma operação criada para capitalizar a Petrobras, mas que efetivamente não representou caixa. Gabrielli perdeu-se em defender o indefensável;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;13/02/11 – VOCÊS ACREDITAM ?? EU NÃO !!&lt;/b&gt;O ministro Mantega anunciou cortes no orçamento do Governo Dilma que representam R$ 50 bilhões. Tendo em vista que o principal responsável pelo gigantesco aumento das despesas públicas nos últimos anos foi o próprio Mantega, que faz pouco caso do controle fiscal, fica difícil acreditar que o Mantega promoverá os cortes necessários.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;06/02/11 – SÉRGIO CABRAL, O CINISMO E A PORCARIA QUE É O AEROPORTO INTERNACIONAL DO RIO.&lt;/b&gt;Segundo Cabral, o Galeão é 'pior do que rodoviária de 5ª categoria'. Bom, Sérgio Cabral, isso nós usuários daquela porcaria chamada aeroporto Tom Jobim já sabemos. O que eu quero saber é: o que você, Cabral, tem feito desde seu primeiro governo no Rio pra melhorar a situação ??&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parece-me que nada....Ou menos que nada....O resto é tergiversação. Vem cá, Cabral, você fala com uma empáfia, como se nada tivesse com o caos que é o aeroporto. Tá de sacanagem, não tá ??!!&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;06/02/11 – APAGÃO NO NORDESTE: MAIS UM VARRIDO PRA BAIXO DO TAPETE.&lt;/b&gt;Na última semana o Nordeste foi vítima de um apagão, por problemas do fornecimento de energia, não explicado pela Chesf, a responsável pelo fornecimento de energia à região.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando me lembro que até hoje não foi explicado o apagão provocado por Furnas, energia oriunda de Itaipu, que atingiu boa parte do país, enquanto Dilma sumia para não explicar o inexplicável, e Lobão dizia que tudo estava bem, era uma bobagem (tava de sacanagem, não ?? ainda mais um cara que nada entende do sistema elétrico), fico preocupado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto o sistema elétrico e sua gestão são loteados entre os brilhantes membros do PT e seus aliados, nós por aqui ficamos à mercê dos problemas que virão, sem explicação e sem responsabilização de ninguém.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foram forças sobrenaturais, segundo o governo, os responsáveis.....Ahhhh, bem, agora entendi !!!&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;06/02/11 – FURNAS, EM MEIO À BRIGA POR PODER, VOLTA A AFILHADO DE SARNEY.&lt;/b&gt;Descubro na imprensa que Furnas, em meio a uma imensa briga por poder (Furnas e seu fundo de pensão, desde o início do Governo Lula, são alvo da cobiça e loteamento pelo PMDB), por decisão da presidente Dilma, foi entregue a afilhado de Sarney.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acho que não é um bom negócio para o país. O que vocês acham ??&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;30/01/11 - PAGANDO A CONTA DEIXADA POR LULA.&lt;/b&gt;Ao ouvir o ministro Mantega falar com desdém sobre analistas e o FMI, quando estes últimos apontam a deterioração das finanças públicas no Brasil, tenho certeza absoluta que a coisa vai MUITO mal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Mantega, com toda sua incompetência, que atuou fortemente em momentos como os da “fabricação” de superávit primário em 2010, via artifícios na capitalização da Petrobras, não tem capacidade nem pra atuar como porteiro do prédio onde moro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagina agora a querer defender o indefensável e que todos já sabem, qual seja, que as finanças do Estado Brasileiro vão de mal a pior !&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;16/01/11 - IRRESPONSABILIDADE DO ESTADO BRASILEIRO – A PRINCIPAL CAUSA DA TRAGÉDIA NA SERRA DO RIO DE JANEIRO.&lt;/b&gt;As chuvas recentes na serra do estado do Rio de Janeiro, que atingiram duramente Petrópolis, Teresópolis, Friburgo e regiões adjacentes, revelaram toda a fragilidade, incompetência, irresponsabilidade e cinismo do Estado Brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falta total de coordenação do poder público, enquanto assistimos às mesmas cenas tantas vezes repetidas de desabamentos, mortes e destruição. Enquanto isso, a presidente eleita, Dilma, e o governador Sérgio Cabral demonstram uma indignação tempestuosa contra todos estes problemas que ocorrem há anos, como se não tivessem nada a ver com a situação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vem cá, se há alguém pra ficar indignado este alguém é a população atingida. Há pouco houve aquele deslizamento de encosta que matou muita gente na Ilha Grande e em Angra dos Reis. Algo foi feito e alguém responsabilizado ?? Óbvio que não ! Pouco depois um deslizamento matou dezenas e desabrigou um número ainda maior em Niterói, em uma região onde o Estado permitiu a construção sobre um aterro de lixo. Algum governante responsabilizado ?? Mais uma vez, óbvio que não !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E não me venham falar de desastres naturais contra os quais não podemos fazer nada. Óbvio que podemos. A título de comparação, podemos citar o terremoto no Haiti, onde morreram milhares e ainda há milhares de desabrigados e famintos, enquanto no Chile, submetido a um tremor muito maior, o número de vítimas foi muito menor. Não foi por acaso. O Chile está muito melhor preparado para agir nesta situação. E as chuvas na Austrália ?? Proporções gigantescas, mas o Estado Australiano agiu rapidamente para minimizar o problema. Muito menos vítimas que no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas poucas conclusões sobre o caso brasileiro:&lt;br /&gt;
- É necessário responsabilizar criminalmente nossos governantes, pois esta situação de descaso persiste há vários anos. É a tal da accountability, já comentada neste Blog.&lt;br /&gt;
- Eles se limitam (como fez Cabral e Dilma) a demonstrar indignação com a situação, enraivecidos (é um absurdo, são anos de descaso, blá, blá, blá, dizem), para esconder o irrefutável: eles são os principais responsáveis pela situação.&lt;br /&gt;
- Não há prevenção de nenhuma espécie.&lt;br /&gt;
- Coordenação ZERO, com o socorro demorando, chegando a conta gotas.&lt;br /&gt;
- Enfim, descaso total, falta de responsabilidade total, e falta de accountability total. O resto é conversa mole de nossos irresponsáveis governantes.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;07/01/11 - "Hell is empty, and all the devils are here." -Shakespeare, The Tempest.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Vendo todo este espetáculo de absurdos e escândalos que abundam e são lugar comum no governo Lula, e continuam no governo Dilma, tais como aquele bando do PMDB e de partidos aliados (Sarney, Collor, Renan Calheiros, Temer etc.) que representam o sustentáculo de primeira hora do PT, sou forçado a recorrer a Shakespeare (The Tempest), que brilhantemente escreveu “O Inferno está vazio, e todos os Demônios estão aqui”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bom, eles já estavam aqui há muito, estão, e, infelizmente, continuarão aqui por MUITO tempo ! &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;04/01/11 - MUITO VIAGRA E MUITO DESPERDÍCIO DE DINHEIRO PÚBLICO.&lt;/b&gt;O deputado federal pelo Maranhão Pedro Novais, indicado por Sarney para ocupar (com brilhantismo) a vaga de Ministro do Turismo, se já não bastasse a pujança que possui, do alto de seus 80 anos, foi pego em mais uma travessura, quando prestava conta da verba mensal de R$ 32 mil que recebe como deputado federal, além do próprio salário (como ganham pouco estes brilhantes deputados !!).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apresentou a conta de um motel, em São Luiz, mais de R$ 2 mil, referente a uma suíte utilizada em uma festa para muitos casais. O velhinho, turbinado a viagra, demonstra que está com tudo !!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meio a diversas outras travessuras, gastos irresponsáveis, sinônimo de desperdício totalmente absurdo do dinheiro público, este fato representa mais um episódio do dantesco, do lamacento e do inacreditável cenário no qual vivemos, num mar de irresponsabilidade pública e falta de responsabilização, a tal da accountability.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;br /&gt;
Estamos bem....Quem não viu Sarney acompanhando Lula até em casa, em São Bernardo, no último domingo ??&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;02/01/11 - LULA: BATTISTI E A HÚBRIS.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Lula, ao apagar das luzes de seu governo, exibe uma húbris gigantesca e acha que realmente pode tudo, do alto de sua popularidade. Está largando o osso com extrema dificuldade.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Não libera Battisti para a justiça italiana, com justificativas viesadas, vazias e pouco fundamentadas. Ainda lembro-me que o mesmo Lula, do alto de sua incoerência, entregou à Cuba 02 atletas que haviam pedido asilo ao Brasil, por ocasião dos Jogos Panamericanos. Bom, não podemos dizer que foi totalmente incoerente. Afinal, era um favor ao companheiro Fidel...&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Nada importa...... nunca antes na história deste país alguém foi tão incoerente e fez tantas bobagens.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;28/12/10 - LULA, SEGUNDO MARCELO MADUREIRA.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Marcelo Madureira comentou que Lula, após passar a faixa de presidente à Dilma, irá se dedicar à leitura. A leitura, para ele, é uma cachaça.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Faz sentido.....&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;26/12/10 - LULA, O MARQUETERIO DE SI MESMO.&lt;/b&gt;Em um breve balanço do Governo Lula, fica evidente que o marketing pessoal foi sua principal marca. As inconsistências, as incoerências e os fatos pouco importavam. Importava a versão que Lula tentou vender. Seguem, aqui, alguns singelos exemplos do que realmente foram os 8 anos de Governo Lula, dados baseados em caderno especial publicado no jornal “O Globo”, de 19/12/2010:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Apesar de dizer, ao lançar o PAC, que investiria R$ 600 bilhões por ano, investiu menos que 1% do PIB por ano.&lt;br /&gt;
- O governo põe na mesma conta vários investimentos privados, inclusive financiamentos imobiliários privados. Apenas 9% é investimento público federal.&lt;br /&gt;
- Lula inaugura, com toda a pompa, obras cuja e execução mal chega a 1% (como a Ferrovia Leste-Oeste).&lt;br /&gt;
- O gasto ñ financeiro do Estado aumentou 145% entre 2002 e 2009.&lt;br /&gt;
- O número de funcionários públicos, civis e militares, aumentou 145 mil, sendo 15 mil comissionados e gratificados (é a célebre boquinha).&lt;br /&gt;
- Criou 10 ministérios ou secretarias com status de ministérios. E este inchaço permanece com Dilma, que já anunciou o mesmo número de ministérios.&lt;br /&gt;
- O Brasil cresceu a reboque do crescimento mundial, mas sempre com índices de crescimento do PIB abaixo de TODOS os países emergentes e de boa parte da América Latina.&lt;br /&gt;
- As agências reguladoras não agiram de forma independente e foram aparelhadas até a medula.&lt;br /&gt;
- O BNDES fez uma brutal transferência de recursos subsidiados a grandes empresas, e quem paga a conta da diferença entre o custo real do dinheiro emprestado e o custo que o BNDES cobra àqueles grupos somos nós.&lt;br /&gt;
- O governo do PT inventou uma mágica contábil na capitalização da Petrobras e criou do nada superávit para as contas públicas, tornando a contabilidade pública pouco confiável.&lt;br /&gt;
- Na Educação exibimos resultados pífios e, segundo o último Índice de Desenvolvimento Econômico da ONU, o Brasil possui escolaridade equivalente a do Zimbábue (estamos MUITO bem !!).&lt;br /&gt;
- O PT se envolveu na lama desde o início do Governo Lula, chafurdando no escândalo do mensalão (confirmado por José Dirceu, em vazamento no Wikileaks, apesar dos insistentes e infundados desmentidos de Lula).&lt;br /&gt;
- Se envolveu no escândalo dos aloprados, que se meteram na compra de falso dossiê contra os tucanos do PSDB e levaram as eleições de 2006 para o 2º turno.&lt;br /&gt;
- Foi revelado o tráfico de influência de assessora direta da Dilma, a Erenice, que levou a última eleição para o 2º turno.&lt;br /&gt;
- O PT se envolveu em quebra de sigilo de documentos da Receita para tentar prejudicar membros do PSDB, nas eleições presidenciais em 2010.&lt;br /&gt;
- O PT investiu recursos pífios no saneamento básico no Brasil, e o país ainda exibe mais de 50% dos domicílios sem rede de esgoto.&lt;br /&gt;
- Óbvio que tendo em vista este fato, exibimos tenebrosos resultados quanto a doenças oriundas desta situação, que assolam a população de baixa renda.&lt;br /&gt;
- A questão agrária ainda permanece tumultuada e o Governo PT exibe um inacreditável parcialidade no tratamento de inúmeras arbitrariedades e violências pelo MST. Invasões de toda ordem, muitas vezes de propriedades produtivas, e punição ZERO dos responsáveis. Resultado: incentivo a novas invasões !&lt;br /&gt;
- Na Política Externa exibiu um viés de apoio a ditaduras, ou quase, como Cuba, Irã e Venezuela, e se envolveu de forma atrapalhada, mesmo incompetente, na crise em Honduras. Abandonou a defesa dos Direitos Humanos, sentindo-se à vontade na defesa de caudilhos e teocracias.&lt;br /&gt;
- Defendeu, inclusive, o programa nuclear iraniano. Mas ñ foi incoerente: no governo brasileiro há inúmeros defensores do rompimento com os EUA e o desenvolvimento da bomba atômica brasileira.&lt;br /&gt;
- Lula se aliou às oligarquias que representam o maior atraso no Brasil para articular seu projeto de perpetuar-se no poder – vide alianças com Sarney, Renan, Collor, entre outros.&lt;br /&gt;
- Li na imprensa frase exemplar da estratégia de Lula na busca de suas promoção pessoal e auto elogio: “despolitizou a política, empobreceu o debate e fortaleceu o personalismo, tão nocivo à democracia, especialmente em um país em que as instituições democráticas e a cultura política ainda são frágeis”.&lt;br /&gt;
- Transformou os beneficiários do Bolsa Família em fiéis e obedientes eleitores do PT, mantendo o círculo da submissão, numa versão do coronelismo do século XXI.&lt;br /&gt;
- No Governo Lula, a reforma política parou e a da Previdência também. Avança a deterioração das finanças públicas.&lt;br /&gt;
- Deixa uma péssima herança: aumento substancial dos gastos públicos, da carga tributária e “maquiagem” das finanças públicas, como no caso da capitalização da Petrobras.&lt;br /&gt;
- Lula não cansou em elogiar o programa de obras faraônicas do general Geisel, citando-o como exemplo para justificar empreendimentos equivocados e anti-econômicos, como o trem bala Rio-São Paulo e a questionável usina de Belo Monte. Parece esquecer (ou desconhece, realmente) que boa parte dessas obras no regime militar foi desnecessária ou feita independentemente de representar projetos anti-econômicos. Como esquecer o pessimamente gerido e deficitário programa nuclear brasileiro ? Ou a paquidérmica e ineficiente Siderbrás, um dos maiores exemplos da ineficiência do Estado brasileiro ?&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;19/12/10 - Mais um Absurdo de Nossos Aloprados Congressistas - Hiper Aumento dos Próprios Salários !&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Nossos extremamente responsáveis, muito trabalhadores e eficazes congressistas votaram o aumento dos próprios salários em até 149 %, igualando-os aos de Ministros do Supremo Tribunal Federal. &lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Um escândalo, um absurdo inacreditável ! O que demonstra claramente que um Poder não pode legislar sem limite e nem em causa própria. O aumento absurdo já está impactando em cascata todos os estados e municípios.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
O que demonstra, claramente, e mais uma vez, que o problema no Brasil é que ninguém é responsável por nada, nem tampouco responsabilizado por nada que faça ou deixe de fazer (a tal falta de accountability). Além disto, o dinheiro público é pessimamente empregado e gasto, demonstando, de forma inequívoca, que a questão não é mais dinheiro para o governo, seja, federal, estadual ou municipal, mas sim mais eficácia no seu gasto, e cobrança com punição dos maus gestores públicos e políticos. &lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;19/12/10 - A OEA Determina que o Brasil Reconheça os Crimes da Ditadura.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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O Brasil, membro da OEA, deve se submeter às decisões da Corte Interamericana de Direitos Humanos da OEA, e investigar e punir os responsáveis pelo desaparecimento de militantes de esquerda durante a Guerrilha do Araguaia.&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Como já tem ocorrido com respeito a outros países na América Latina onde houve ditaduras, como Argentina e Chile, a OEA determina que não há Lei de Anistia que blinde aqueles que cometeram bárbaros crimes e desrespeitaram flagrantemente os Direitos Humanos. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Cabe a nós exigir a elucidação de tudo que ocorreu na ditadura militar. E, por que não, punir os criminosos, de direita ou esquerda. É a História de nosso país, a nossa história que está em jogo, e não podemos fingir que basta esquecer. É preciso lembrar, para que jamais volte a acontecer !&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;18/12/10 - Petrobras Recompra os 30% Detidos pela Repsol na Refap, a Refinaria Perto de Porto Alegre - Cheiro de Péssimo Negócio, Mas e Daí, Pensa a Gestão PT.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A Petrobras comprou por US$ 850 milhões a participação mantida na refinaria Refap pela Repsol. Analistas de investimento, baseados no valor pago no mundo nos últimos 02 anos, calculam que foi um péssimo negócio.&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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O refino no mundo tem sido um péssimo negócio. E se a Petrobras faz um péssimo negócio para recomprar participação em refino, deixa de investir este mesmo recurso onde os retornos para o investimento são MUITO superiores, o setor de Exploração e Produção, como na área do Pré-Sal. &lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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Por essas e outras é que as ações da Petrobras continuam a patinar, contaminadas por um enorme risco político, como no anúncio de refinarias onde não há consumo (como no Maranhão), em empreendimentos deficitários. Quem paga a conta ?? Os acionistas, que vem o valor da empresa definhar e nós, brasileiros, pois o governo brasileiro é o acionista controlador da Petrobras. Mais um episódio do obscurantismo e da inépcia da gestão do PT. &lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;13/12/10 - Até Hoje o Nazismo Assombra e Está Presente na Alemanha.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Artigo da revista "The Economist" ("The machine's accomplices") comenta sobre livro lançado há pouco na Alemanha ("The Ministry and the Past") onde fica clara a participação do Ministério do Exterior alemão na máquina nazista para a eliminação de judeus.&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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Até estas revelações, os diplomatas do Ministério do Exterior alemão eram vistos como membros de uma elite não contaminada pelos fanáticos nazistas, agindo a contragosto e muitas vezes de uma maneira forçada nas engrenagens do nazismo, mas sem grandes envolvimentos com a máquina nazista.&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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Porém, este livro revela que não era bem assim. Os diplomatas alemães tiverem participação nos crimes nazistas, como deportação e matança de judeus, inclusive sugerindo a Heinrich Himmler (sugestão aceita), o chefe da Gestapo, a identificação dos judeus emigrados para a Manchúria nas capas dos passaportes.&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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Após a II Guerra, estes mesmos diplomatas fizeram todas as manobras para se protegerem da caça aos nazistas, cultuando a aura de colaboradores menores dos nazistas. Nos anos 1950 e 1960, o Ministério do Exterior, inclusive, forneceu ajuda jurídica a diplomatas acusados de praticar crimes durante o nazismo.&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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Mesmo Willy Brandt, que se tornou o primeiro Ministro do Exterior do partido Social Democrata, trabalhou com diplomata que ajudou na deportação de judeus da França.&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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Pelo que vemos, ainda há muito a desvendar daqueles anos sombrios na Alemanha nazista, e permanece uma enorme atmosfera de cumplicidade, acobertamento e mentira sobre o real e tenebroso papel dos alemães durante o nazismo. &lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;05/12/10 - NEEEEEEEEEEENNNNNSSSSEEEEE !!!!!!!!!!&lt;/b&gt;Brilhante, Sofrida e Suada Vitória do Fluminense sobre o Guarani, que assegurou a conquista do brasileirão !! Dá-lhe NEEEENNNNSSSEEEEEEE !!!!!!&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;04/12/10 - Tentando Reescrever a História.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
O Presidente Lula mais uma vez insiste em sua tresloucada versão de que foi vítima de uma ardilosa tentativa de golpe pela oposição no episódio da ??invenção?? do mensalão pela mesma oposição. &lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Merval Pereira, no "O Globo" de 03/12/10, chama o mensalão do PT de "um dos episódios mais vergonhosos de corrupção já ocorridos no país". Mas nada importa ao PT ou ao Presidente Lula. A eles importa a versão inventada e reafirmada, segundo suas sórdidas argumentações de que nunca houve mensalão, que nada devem às técnicas stalinistas para reescrever a história segundo o que interessava à Stalin.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Enquanto isso, boa parte dos protagonistas do mensalão pelo PT está de volta à cena do Governo Dilma. E dane-se a ética. Que chata essa tal de ética !!&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;04/12/10 - A Esperteza e a Cobiça....&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Estas palavras se aplicam a um sem número de picaretagens....Mas me refiro aqui à manobra vil e torpe do Congresso Brasileiro para que se distribuam os royalties do petróleo a todos estados brasileiros, produtores ou não. Os congressistas que propuseram a matéria desejam que os royalties do petróleo já descoberto também entrem nesta conta.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Tudo uma imensa manobra espertalhona, onde o "brilhante" Ibsen Pinheiro afirma que o mar é do Brasil, não dos Estados. Ora, obviamente a produção de petróleo, seja no mar ou na terra, pode trazer imensos danos ambientais ao estado produtor, onde se encontram as instalações industrais da atividade. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Os royalties procuram indenizar aqueles estados dos impactos, presentes através de toda a atividade nociva que o petróleo representa, além dos riscos potenciais, gigantescos, como vimos recentemente no caso da BP no Golfo do México, e para os quais não estamos preparados, apesar das bobagens ditas pelo governo brasileiro e Petrobras.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
O "brilhante" deputado Ibsen Pinheiro chega a afirmar que "..o Rio não é o Brasil", procurando justificar a ação do Congresso. Esperemos que tal manobra naufrague, mas a batalha será do Rio, Espírito Santo e São Paulo contra todos os outros estados brasileiros. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Cabe destacar uma outra questão, com esse ou um eventual novo marco regulatório: o impacto dos royalties sobre os municípos produtores tem sido próximo a zero, com milhões de reais sendo desviados ou pessimamente empregados. O petróleo um dia acabará, e o resultado dos royalties e participação especial que cabe aos estados terá sido desperdiçado. É a velha "maldição do petróleo". E aquela velha questão da qualidade dos gastos do poder público no Brasil, que é péssima, e ninguém é responsabilizado por isso.....&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;29/11/10 - A Coisa É Muito Mais Complexa do que a Pobre Cobertura da TV Faz Prever.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Após ter a TV invadida por infinitas imagens da "vitória" histórica sobre o tráfico e a conquista do Complexo do Alemão, por uma cobertura pobre de conteúdo, rica de mesmice e repetição à exaustão dos chavões dos bons (a polícia) contra os maus (o tráfico), fica a sensação que algo continua MUITO errado.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Sabemos que o buraco é bem mais embaixo. Que a polícia não é tão boazinha assim, e não é eficiente como a pobre cobertura jornalística quer fazer crer. Que a ação no Alemão foi uma reação aos ataques que acontecem na cidade há semanas (arrastões, incêndios), comandados dos presídios e de onde as ordens não param de sair, enquanto o Estado não tem competência ou não quer impedir essa comunicação escancarada que ocorre há muitos anos. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Eu não tenho mais paciência pra ouvir o blá, blá, blá sobre bloqueio de celular e sobre impedir que advogados ( e visitas ???????????íntimas??????????) sejam instruídos e transmitam os comandos do crime para fora das prisões.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A polícia, muito mal remunerada, é presa fácil do crime e da corrupção. E as técnicas desenvolvidas na Ditadura não ajudam a resolver as investigações, mas a transformar inocentes em culpados.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Por isso não há o que comemorar. Ainda há MUITO a fazer...O problema é bem maior do que o Alemão...Talvez a raiz esteja no Estado e em suas equivocadas prioridades. Vamos aprofundar a discussão e qualificá-la. Enquanto isso, imprensa, trate de cumprir seu papel com seriedade, e com menos superficialidade.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;24/11/10 - O Iraque é Aqui.....no Rio !!&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
As imagens dos carros incendiados no Rio, que ocupavam as primeiras páginas dos jornais ontem (23/11), poderiam, caso apagássemos as manchetes, noticiar semelhantes acontecimentos em Bagdá (Iraque) ou Cabul (Afeganistão).&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Mas não...a coisa era aqui no Rio !!! Uma guerra, onde as ??autoridades?? insistiam tratar-se de reação às belas ações do Estado. E que iam reagir em !!dobro!! Enquanto isso, nós, pobres moradores do Rio, estamos no meio deste fogo cruzado, entre o crime inacreditavelmente impune e o Estado exibindo uma incompetência assustadora.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Parece que Iraque e Afeganistão são melhores...Pelo menos por lá há guerras reconhecidas e declaradas.... &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;21/11/10 - Eu Quero Meu Flat White !!&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Lanço aqui minha campanha: "Eu Quero Meu Flat White !!!!!". Descobri este café em viagem há pouco a Londres. Primeira prova em filial da rede francesa "Paul" (&lt;a href="http://www.paul-uk.com/content/find-a-paul.php"&gt;http://www.paul-uk.com/content/find-a-paul.php&lt;/a&gt;). A coisa é sensacional, praqueles que gostam de café, como eu !&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Os australianos (ou os neozelandeses, há controvérsia sobre a origem) criaram esta maravilha. Um espresso coberto por leite aquecido no vapor. Mais forte que um Caffe Latte, liga seus neurônios e o conquista. Parece que a coisa explodiu em Londres de 2009 pra cá.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Fica aqui o pedido e o desafio: onde encontro meu Flat White aqui no Rio ??? &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;21/11/10 - IATA Constata o Óbvio: Aeroportos Brasileiros São Sinônimo de Desastre e Vergonha.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A Associação Internacional do Transporte Aéreo (IATA) fez na última semana uma gravíssima crítica sobre o estado dos aeroportos e infra-estrutura aeroviária brasileira, chamando o setor no Brasil de um desatre e uma vergonha.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Bom, aqueles que utilizam os aeroportos brasileiros, viajando, já constataram quão pífia é a situação dos aeroportos por aqui. O do Rio é uma catástrofe, uma situação lamentável. Quando o comparamos a aeroportos em outros países, principalmente na Europa e Estados Unidos, fica claro que a coisa toda é um desastre, dos serviços aeroportuários, à Polícia Federal, à Aduana, taxis, tudo uma verdadeira zona. O desrespeito aos passgeiros, incalculável. E os caras ainda falam em organizar Copa do Mundo e Olimpíada por aqui....&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Mas no sonho tresloucado de nossos governantes está tudo bem, ou melhor, ficará tudo bem...É a terra do faz de conta, onde as obras do PAC tudo resolverão...É o que veremos !!&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;15/11/10 - ??Guerra Cambial??&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Enquanto Dilma, Mantega e outros tantos do Governo Lula repetem a exaustão (sem muita consistência e sem entender muito do que falam) os ataques à teórica guerra cambial promovida pelos EUA e pela China, tenho lido vários artigos na imprensa econômica que defendem, ao contrário dos "papagaios de realejo", a retomada do crescimento norte-americano, do qual depende TODA e economia mundial, para a qual a injeção de dólares na economia seria muito importante.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Faz sentido...Enquanto isso, o Governo Lula repete seu blá, blá, blá de guerra cambial, afastando-se de suas responsabilidades, gasta muito e não enxerga que ele é a principal causa para o Banco Central não poder reduzir as taxas de juros no Brasil. O Estado gasta a uma velocidade que chega a duas vezes o crescimento do PIB. O resto é conversa pra boi dormir..... &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;15/11/10 - Justiça Quer Tudo, Mas Quanto aos Serviços Que Presta...&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Descubro na imprensa que o Supremo Tribunal Federal quer reajustes que chegam a 56% e ainda ameaça com a justificativa de que caso não sejam dados, o Judiciário entrará em colapso. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Bom, me parece (e a tantos outros brasileiros) que o Judiciário já entrou em colapso há muito....&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A Justiça é MUITO lenta....As punições aos Juízes com desvio de conduta se limitam a aposentadorias com vencimentos polpudos proporcionais...É um espetáculo que passa ao cidadão comum a imagem de lentidão paquidérmica e ineficiência, com o Judiciário afogado em recursos que fazem os processos se arrastarem por dezenas de anos sem solução.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Além disso, para aqueles que podem pagar bons advogados há inúmeras chicanas e entraves para atrasar tudo em seu favor....Para aqueles sem dinheiro para tal, a Justiça transformou-se em algo distante, que cultiva uma imagem de impunidade, dividindo o país de forma injusta.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Neste cenário fica a dúvida: a questão é pagar mais ao Judiciário ou torná-lo mais ágil e eficaz, premiando aqueles que lá trabalham efetivamente e punindo sumariamente aqueles que se utilizam dela para se perpetuarem no acúmulo de benefícios injustos ?? É preciso sensatez para enxergar onde realmente estão os problemas da Justiça, e não me parece que aumento de vencimentos para a Justiça seja solução.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;08/11/10 - O Brasil Mais Perto do que Gostaria do Zimbábue.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Relatório da ONU aponta que o Brasil está na rabeta mundial quando o assunto é educação. Estamos próximos do Zimbábue. Ou seja, gastamos MUITO mal !! E deste jeito não superaremos os desafios exigidos para um necessário desenvolvimento. Ainda lembro-me de estudo do economista Cláudio Considera, que concluia que a educação brasileira equipara-se à dos países sub-saarianos.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Enquanto isso, o governo comemora, diz que está tudo bem. É o país do faz de conta, do PAC que só existe no papel, do inchaço de gastos públicos e das taxas de juros que o Branco Central deve manter elevadas pois o Estado gasta à velocidade superior ao crescimento do PIB. Mas tá tudo bem, né Dilma......E a carga tributária é de 1o mundo !!!&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;08/11/10 - ??Retorno da CPMF??&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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Após a eleição da Dilma, assisto a uma onda, capitaneada pelos governadores, pela volta da CPMF. Que absurdo !! Dinheiro público há, e sobra...O problema por aqui é o péssimo uso dele, o desperdício a valer e a privatização do Estado...Mas para os governadores (e o governo do PT) a questão é mais arrecadação. Pra que ?? Pra gastar (muito mal) nossos impostos...&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;08/11/10 - A Derrota de Obama.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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Fiquei triste com a derrota de Obama e com os problemas que ele enfrentará com a maioria republicana no Câmara de Deputados. Noticiários da BBC apontavam para o iminente desastre democrata, e uma matéria da "The Economist" profetizava o mesmo. O inacreditável é que a profunda crise financeira do governo norte-americano, imerso em profundos déficits, é oriunda da irresponsável gestão republicana de Bush e o fiasco no Iraque.&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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Além disto, a situação seria ainda pior e mais recessiva (e com mais desemprego) se Obama não tivesse implementado políticas que minimizassem os problemas. A população norte-americana, frustada por uma retomada lenta da economia e um alto nível de desemprego, puniu severamente os democratas nas urnas. Espero que Obama consiga governar, mesmo com a Câmara de Deputados Republicana.&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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Em mais um gesto de grandeza, Obama assumiu a responsabilidade pela derrota democrata. Que estatura moral !! Imaginem se os políticos no Brasil fossem pedir desculpas pelos erros, a começar por Lula....A fila de políticos a pedir desulpas iria até a Lua !! Mas isso não acontecerá....Arrogância destes políticos aqui no Brasil é sem igual, país onde não há accountability.&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;19/10/10 - Não Postarei Nada de 20/10 a 02/11/10. Viagem de Brevíssimas Férias. Prometo Tentar Acompanhar o Que Acontece !!&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;19/10/10 - As Manobras Petistas pra Salvar a Candidatura Dilma.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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No caso dos escândalos da Eunice, resta a pergunta: Como é que uma pessoa tinha um "braço direito" durante anos na Casa Civil e não sabia o que ele estava fazendo ?? No mínimo, isto desqualifica a Dilma para a gestão de qualquer coisa, principalmente para a presidência da república. No mínimo...&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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Sabedor disto, o PT manobrou pra empurrar as investigações da Polícia Federal pra depois das eleições, enquanto pretende antecipar o início da produção em Tupi, Bacia de Santos, pra antes das eleições.&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;17/10/10 - O Anacronismo da Previdência Pública Sufoca a Capacidade do Estado Brasileiro Investir.&lt;/b&gt;Quando Lula, Dilma e o PT advogam mais Estado, demonstram defender uma injustiça absurda representada pela Previdência Pública. Vamos a alguns dados coletados com jornalistas que tem acompanhado as finanças públicas e os gastos das Previdências Pública e Privada:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O déficit da Previdência dos funcionários públicos, ativos e inativos, atingiu R$ 25,1 bilhões no 1º semestre de 2010. No mesmo período, a Previdência privada representou um déficit de R$ 22,6 bilhões, portanto menor que a dos funcionários públicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- A coisa é muito mais grave quando, ao examinarmos os dados, verificamos que são pagos benefícios a 938 mil funcionários públicos aposentados, contra a 27,5 milhões de aposentados da iniciativa privada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O valor médio das aposentadorias pagas aos funcionários públicos é de R$ 6 mil, enquanto para os aposentados da iniciativa privada, de R$ 864. Cabe destacar que nos Judiciário e Legislativo o valor médio das aposentadorias é de R$ 13 mil por mês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O déficit previdenciário dos servidores públicos em 2009 representou R$ 47 bilhões, quatro vezes o que o governo do PT gastou com o Bolsa Família.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Já os gastos com funcionários públicos aposentados totalizaram, em 2009, R$ 67 bilhões, superiores a todos os gastos do governo do PT com a Saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eis o país que o PT deseja...Irreal e ingovernável, pois deste modo não será possível fazer frente às necessidades de investimento que o Brasil precisa, nem tampouco reduzir os juros. Porém, no discurso sem pé nem cabeça do PT, essas questões, ou são totalmente desconhecidas ou é má fé mesmo. Taí uma bomba relógio difícil de desarmar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso não votarei na Dilma/PT. Penso mais do que somente nos “companheiros”. Penso no país. Não somente hoje...Mas amanhã e no seu futuro. Sei que com esses caras do PT o futuro está ameaçado, com inúmeros problemas. Exceto no “faz de conta” do PT, PMDB e “companheiros”.&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;14/10/10 - O Ranço Autoritário Anda de Mãos Dadas.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Hugo Chavez anuncia seu apoio à decisão do governo chinês de condenar a concessão do Nobel da Paz ao ativista chinês Liu Xiaobo. Chavez mesmo chamou o ativista de "cidadão dissidente e contrarevolucionário........preso na China por violar as leis chinesas". &lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Bonito ! O Chavez é uma peça...Mas está bem acompanhado, pois o Governo Lula apóia fervorosamente o democrático Hugo Chavez e declarou em visita à China que o Brasil reconhece a soberania chinesa sobre o Tibet, invadido pela China nos anos 1950.&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Parece-me que o conceito de democracia para o PT, como demonstrado no ataque à liberdade de imprensa, é um pouco, digamos, controverso. Esperemos não ter que sobreviver a outro governo "amplamente democrático" do PT.&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;10/10/10 - Franklin Martins à Procura de Regulação da Imprensa na Europa.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Em visita à Europa (como é dura a vida do Ministro !!), com o objetivo de conhecer modelos de regulação da mídia por lá, o Ministro Martins procura ultimar a maneira de censurar e controlar a imprensa no Brasil, obviamente para um eventual Governo Dilma. O Governo Lula, se vê claramente, está MUITO aborrecido com a atuação da imprensa, se metendo a investigar os intestinos do Governo do PT e revelando muito mais que Lula e o PT gostariam.&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;10/10/10 - A Doce Vida da Impunidade no Brasil.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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Descubro nos jornais que Romeu Tuma Junior, ex-secretário Nacional de Justiça, investigado por suspeita de esquema ilegal com empresário da máfia chinesa, teve seu processo arquivado. A Comissão de Ética Pública da Presidência da República acatou o parecer do relator do processo, Humberto Gomes de Barros, que concluiu que "nenhum dos deslizes éticos apontados foi comprovado". &lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Que bacana viver em um país onde há a ética da maioria e a ética daqueles amigos do poder !!&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;06/10/10 - As Eleições no Último Domingo Revelaram Questões Surpreendentes.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
As eleições do último dia 03/10 foram surpreendentes. Enquanto o Supremo enrolava-se na letargia, houve impressionantes resultados.&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Um movimento excepcional da candidata Marina, atropelando todos e viabilizando o 2o turno, com Dilma e Serra. As empresas de pesquisa falharam feio !! Sua metodologia e as amostras utilizadas para as entrevistas estavam erradas, e com um agravante: o erro pode ter influenciado a votação, função dos resultados projetados até o último sábado.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Foi, de qualquer forma, engraçado ver a incredulidade estampada nos rostos dos governistas em Brasília, prontos para comemorar a vitória em 1o turno da Dilma, com cara de mané, sem poder acreditar no que viam. Uma Dilma atrapalhada (não é novidade, a candidata oficial não sabe se expressar), ladeada pelo "modomo de filme de terror" com cara xôxa e um Mãntega com um olhar perdido, entre outros petistas. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A soberba demonstrada por Lula em todo o processo, com uma arrogância desmedida, achando que tudo pode, obrigou-o a engolir o que para ele parecia impossível. Óbvio que ele agora, mais que nunca, colocará toda a máquina estatal para assegurar a vitória da candidata que ele criou do nada.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;30/09/10 - Enquanto as Eleições Não Chegam, Diversão com as Imbecilidades Ditas pelo Papa.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
O Papa, na visita recente à Grã-Bretanha, ligou ateus aos nazistas (????). Em mais uma aloprice, Bento XVI comentou que o nazismo representou "uma tirania nazista que tentou erradicar Deus da sociedade", demonstrando incoerência, má fé, disseminando a mentira e fomentando o ódio.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Este Papa (como a Igreja), com seu imenso atraso, deveria se preocupar com os abusos da Igreja, pedofilia cometida e ocultada (pelo próprio Papa), participação consentida e apoiadora nas ditaduras na América Latina (como na Argentina), criminosa atitude contra o uso de preservativos para evitar a Aids e omissão do Vaticano durante a II Guerra Mundial quanto aos crimes nazistas, como o massacre de judeus. Mas é pedir demais de uma Igreja caquética e de um Papa sem carisma e que nada faz para a necessária modernização da Igreja Católica....&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;22/09/10 - Irresponsabilidade Fiscal Leva Gastos com Pessoal a R$ 200 bilhões: &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Artigo do jornalista Ribamar Oliveira, no jornal Valor Econômico de 02/09/10, demonstra que os gastos com pessoal se aproximam de R$ 200 bilhões por ano, segundo a proposta orçamentária de 2011 do governo brasileiro. R$ 200 bilhões de gastos com funcionários públicos, ativos e inativos.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A elevação de gastos com funcionalismo público passou de R$ 75 bilhões em 2002 para uma projeção de R$ 200 bilhões em 2011. Um singelo aumento de 366,67% , entre aumentos para os funcionários e aposentados e contratação de mais funcionários. Quando se considera o valor médio da aposentadoria do funcionalismo público comparada aos aposentados pela iniciativa privada chega-se a uma diferença assustadora.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Quando consideramos a ineficiência do Estado na gestão e no controle, e o ônus sobre a população brasileira que este valor representa, como os investimentos que não serão feitos, pois os recursos estão sendo drenados por estas despesas, sobra o desespero atônito com tamanha irresponsabilidade. Não precisamos de mais Estado. Precisamos de mais eficácia do Estado e que ele nos devolva em serviços aquilo que pagamos em impostos. Mas é pedir demais do Estado brasileiro.....&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;22/09/10 - Reproduzo Abaixo Artigo do Jornalista Reinaldo Azevedo Contra os Ataques Imbecis e Autoritários Promovidos por Lula e o PT Contra a Imprensa:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
"RESISTÊNCIA DEMOCRÁTICA &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Personalidades lançam manifesto em defesa da democracia, do estado de direito e da liberdade de imprensaBrasileiros das mais diversas áreas lançam nesta quarta, às 12h, na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, um manifesto em defesa da democracia, do estado de direito, da liberdade de imprensa e dos direitos individuais. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Trata-se de um movimento apartidário. Entre os signatários iniciais do documento estão o jurista Helio Bicudo, o historiador Marco Antonio Villa, o poeta Ferreira Gullar, os atores Carlos Vereza e Mauro Mendonça, os professores José Arthur Gianotti e Leôncio Martins Rodrigues e o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Carlos Velloso.Abaixo, segue a íntegra do documento. Um bom exercício é confrontar o seu conteúdo com o manifesto que o PT e sindicalistas estão divulgando contra a liberdade de imprensa. De um lado, a civilização democrática; de outro, o flerte bom a barbárie ditatorial.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;br /&gt;
Creio que o documento será tornado público para receber adesões:&lt;br /&gt;
MANIFESTO EM DEFESA DA DEMOCRACIAEm uma democracia, nenhum dos Poderes é soberano.Soberana é a Constituição, pois é ela quem dá corpo e alma à soberania do povo.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Acima dos políticos estão as instituições, pilares do regime democrático. Hoje, no Brasil, os inconformados com a democracia representativa se organizam no governo para solapar o regime democrático.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
É intolerável assistir ao uso de órgãos do Estado como extensão de um partido político, máquina de violação de sigilos e de agressão a direitos individuais.É inaceitável que a militância partidária tenha convertido os órgãos da administração direta, empresas estatais e fundos de pensão em centros de produção de dossiês contra adversários políticos.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
É lamentável que o Presidente esconda no governo que vemos o governo que não vemos, no qual as relações de compadrio e da fisiologia, quando não escandalosamente familiares, arbitram os altos interesses do país, negando-se a qualquer controle.É inconcebível que uma das mais importantes democracias do mundo seja assombrada por uma forma de autoritarismo hipócrita, que, na certeza da impunidade, já não se preocupa mais nem mesmo em fingir honestidade.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
É constrangedor que o Presidente da República não entenda que o seu cargo deve ser exercido em sua plenitude nas vinte e quatro horas do dia. Não há “depois do expediente” para um Chefe de Estado. É constrangedor também que ele não tenha a compostura de separar o homem de Estado do homem de partido, pondo-se a aviltar os seus adversários políticos com linguagem inaceitável, incompatível com o decoro do cargo, numa manifestação escancarada de abuso de poder político e de uso da máquina oficial em favor de uma candidatura. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Ele não vê no “outro” um adversário que deve ser vencido segundo regras da Democracia , mas um inimigo que tem de ser eliminado.É aviltante que o governo estimule e financie a ação de grupos que pedem abertamente restrições à liberdade de imprensa, propondo mecanismos autoritários de submissão de jornalistas e empresas de comunicação às determinações de um partido político e de seus interesses.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
É repugnante que essa mesma máquina oficial de publicidade tenha sido mobilizada para reescrever a História, procurando desmerecer o trabalho de brasileiros e brasileiras que construíram as bases da estabilidade econômica e política, com o fim da inflação, a democratização do crédito, a expansão da telefonia e outras transformações que tantos benefícios trouxeram ao nosso povo.É um insulto à República que o Poder Legislativo seja tratado como mera extensão do Executivo, explicitando o intento de encabrestar o Senado. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
É um escárnio que o mesmo Presidente lamente publicamente o fato de ter de se submeter às decisões do Poder Judiciário.Cumpre-nos, pois, combater essa visão regressiva do processo político, que supõe que o poder conquistado nas urnas ou a popularidade de um líder lhe conferem licença para rasgar a Constituição e as leis. Propomos uma firme mobilização em favor de sua preservação, repudiando a ação daqueles que hoje usam de subterfúgios para solapá-las.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
É preciso brecar essa marcha para o autoritarismo.Brasileiros erguem sua voz em defesa da Constituição, das instituições e da legalidade.Não precisamos de soberanos com pretensões paternas, mas de democratas convictos.Por Reinaldo Azevedo "&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;22/09/10 - Agamenon, "O Globo", 19/09/10.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Agamenon esculhamba tudo e todos os aloprados do PT. Comenta que a candidata Fudilma Roskoff, ex-ministra e ex-croque, teria montado uma boca de dossiês no Palácio do Planalto, e que o tráfico de influências teria chegado a tal ponto que a PM carioca pensava em abrir uma UPP (Unidade de Polícia Presidenciável) no Planalto para combater o tráfico.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Sobre o absurdo das críticas à liberdade de imprensa, Agamenon acrescenta, chamando Zé Dirceu do Chico Bento do PT, o vampiro do caixão 2, o Poderoso Chefão do Mensalão, que o mesmo, arrogante, falastrão e autoritário, diz-se perseguido pela mídia. Zé Dirceu ameaça quebrar a cara dos jornalistas golpistas que falarem mal dele.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Agamenon se diz a favor do controle social da mérdia....Tem que esculhambar muito estes imbecis autoritários do PT !!&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;22/09/10 - Comentários sobre Artigo no Jornal Valor Econômico "O Ajuste Fiscal Segundo Dilma Rousseff", por Rogério Furquim Werneck, Economista da PUC-Rio.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
No artigo, publicado na sexta, 17/09/10, Werneck propõe (concordo 1.000%) que Dilma aos poucos vai revelando sua total ignorância sobre os princípios fundamentais da economia brasileira.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Dilma chegou a falar que "O papo de ajuste fiscal é a coisa mais atrasada que tem................com a inflação sob controle, com a dívida caindo, com a economia crescendo, vou fazer ajuste fiscal para contentar quem ?.......O povo não ganha com isso". &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Werneck conclui após a pérola dita por Dilma que a mesma exibe total falta compreensão sobre o principal desafio da política econômica do próximo governo. Apresenta quatro pontos que exemplificam a maneira equivocada do ??pensamento?? Dilma:&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
- O regime fiscal vigente vem gerando há muitos anos um violento aumento de gastos primários, a uma velocidade superior ao crescimento do PIB. E que se sustenta via assustador crescimento da carga tributária.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
- Via maquiagem contábil, o governo do PT já teria desviado para o BNDES mais de R$ 200 bilhões, oriundos da emissão de dívida pelo Tesouro, e que através de um truque contábil não aparece na dívida líquida.&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
- O controle da inflação, tendo em vista o aumento avassalador dos gastos do governo, tem exigido a manutenção de taxas de juros muito altas.&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
- O último e quarto ponto representa o dilema do crescimento versus poupança: o governo gasta demais, não possuimos poupança interna suficiente (que poderia estar vindo do Estado brasileiro), e temos que nos financiar com recursos externos. Portanto, o governo deveria fazer um imenso esforço para reduzir seus gastos e frear o incremento dos mesmos. Sob pena de que continuemos a exibir sempre índices de crescimento inferior aos outros países emergentes,&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Werneck conclui que, óbvio, todas estas questões ultrapassam (MUITO) aos toscos conhecimentos da candidata Dilma. Com tenebrosas consequências para um eventual governo desta senhora.&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;21/09/10 - Papai Noel, Mula sem Cabeça, Dilma Não Tem nada com a Erenice, e Outras Lendas.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A Dilma tem tudo com a indicação da Erenice como assessora na Casa Civil, com a fabricação de dossiês com gastos do PSDB, com a solicitação à Receita para que a mesma aliviasse as investigações sobre a família Sarney, e outros assuntos de categoria repugnantemente semelhante. &lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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O afastamento da Erenice, que foi intimada a pedir demissão, não muda a verdade cristalina: Dilma tem 200% com tudo isso. A candidata de Lula deve achar que acreditamos em Papai Noel, Branca de Neve e Mula sem Cabeça, e fica olimpicamente tirando o dela da reta... &lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;15/09/10 - Lula e Dilma Consideram o Brasileiro um Aloprado com Cérebro de Protozoário.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Os episódios mais recentes (são muitos os episódios) de vazamento de dados da Receita e tráfico de influência patrocinado pela sucessora da Dilma como Ministra da Casa Civil, Erenice, são mais uma prova da esculhambação explícita com o Estado de Direito que promove o PT em sua voracidade para não largar o osso do poder. Reproduzo abaixo comentário em Blog de Reinaldo Azevedo:&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;i&gt;"&lt;b&gt;Erenice é Dilma 2 – O caso do dossiê sujo contra FHC e Ruth Cardoso (por Reinaldo Azevedo)&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;i&gt;No começo de 2008, a farra com os cartões corporativos fervia no noticiário. Fiel a seu espírito, caráter e moralidade, o que fez o governo Lula, por intermédio da Casa Civil, de que Dilma era ministra? Mobilizou funcionários que trabalham para o Estado brasileiro e os colocou para fazer um dossiê contra FHC e, pasmem!, Ruth Cardoso — talvez a figura mais correta e avessa a mundanismos que já pisou em Brasília. E quem comandou a armação? Erenice Guerra, aquela que não existe, aquela que é nada mais do que um dos braços operativos de Dilma. Abaixo, uma reportagem da Folha de 8 de abril de 2008, que faz uma boa síntese do caso.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;br /&gt;
*Os primeiros extratos do dossiê sobre gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que a Casa Civil chama de banco de dados, foram montados em dez dias.Segundo a Folha apurou, a primeira reunião de trabalho para definir como o material seria organizado ocorreu logo após o Carnaval, na semana encerrada na sexta-feira, dia 8 de fevereiro. Da reunião participaram a secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Alves Guerra, o secretário de Administração, Norberto Temóteo Queiroz, o secretário de Controle Interno, José Aparecido Nunes Pires, a chefe-de-gabinete de Erenice, Maria de La Soledad Castrillo, que também responde pela Dilog (Diretoria de Logística), e o responsável pela Dirof (Diretoria de Orçamento e Finanças), Gilton Saback Maltez.&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Na segunda-feira seguinte, 11 de fevereiro, segundo arquivo digital gerado dentro da Casa Civil, ao qual a Folha teve acesso, os trabalhos de desarquivar os documentos do arquivo morto e lançá-los nas planilhas paralelas começaram a ser feitos nas dependências da Dilog. Entre a sexta-feira daquela semana, dia 15, e a segunda-feira da semana seguinte, dia 18, as primeiras cópias em papel dos relatórios parciais do banco de dados paralelo começaram a ser feitas. &lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Na quarta-feira, dia 20, como depois relatou a Folha, a ministra Dilma Rousseff disse a empresários em um jantar promovido pelo Iedi (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial) que o governo coletava dados sobre gastos da gestão Fernando Henrique Cardoso. “Não vamos apanhar quietos”, disse ela.ComeçoA Casa Civil reconhece que a ordem para o início da preparação do banco de dados, baseado em um conjunto de planilhas paralelo ao Suprim (Sistema de Controle de Suprimento de Fundos), foi dada por Erenice. &lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A própria Dilma admitiu, em entrevista na semana retrasada, que a direção do trabalho ficou a cargo de sua subordinada direta. A Casa Civil não nega que tenha havido uma reunião de trabalho logo após o Carnaval. Também não nega que a coordenação dos trabalhos de desarquivar os documentos referentes ao período de 1998 a 2002 e lançá-los nas planilhas paralelas foi delegada a Soledad, chamada pelos colegas de Marisol. Mas nega que Erenice tenha participado dessa reunião e não explica como as ordens foram dadas nem como a equipe foi montada. "&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;09/09/10 - Dora Kramer Detona o Eleitor Pusilânime, Lula e o PT.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Reproduzo artigo da Dora Kramer abaixo:&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;i&gt;"08 de setembro de 2010 &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;i&gt;Dora Kramer, dora.kramer.com.br - O Estado de S.Paulo&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;i&gt;Só porque é popular uma pessoa pode escarnecer de todos, ignorar a lei, zombar da Justiça, enaltecer notórios malfeitores, afagar violentos ditadores, tomar para si a realização alheia, mentir e nunca dar um passo que não seja em proveito próprio? &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;i&gt;Depende. Um artista não poderia, sequer ousaria fazer isso, pois a condenação da sociedade seria o começo do seu fim. Um político tampouco ousaria abrir tanto a guarda.A menos que tivesse respaldo. Que só revelasse sua verdadeira face lentamente e ao mesmo tempo cooptasse os que poderiam repreendê-lo, tornando-os dependentes de seus projetos dos quais aos poucos se alijariam os críticos, por intimidação ou desistência.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;i&gt;A base de tudo seria a condescendência dos setores pensantes e falantes, consolidada por longo tempo. Para compor a cena, oponentes tíbios, erráticos, excessivamente confiantes, covardes diante do adversário atrevido, eivados por ambições pessoais e sem direito a contar com aquele consenso benevolente que é de uso exclusivo dos representantes dos fracos, oprimidos e ignorantes.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;i&gt;O ambiente em que o presidente Luiz Inácio da Silva criou o personagem sem freios que faz o que bem entende e a quem tudo é permitido - abusar do poder, usar indevidamente a máquina pública, insultar, desmoralizar _ sem que ninguém se disponha ou consiga lhe pôr um paradeiro - não foi criado da noite para o dia.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;i&gt;Não é fruto de ato discricionário, não nasceu por geração espontânea nem se desenvolveu apenas por obra da fragilidade da oposição. É produto de uma criação coletiva.Da tolerância de informados e bem formados que puseram atributos e instrumentos à disposição do deslumbramento, da bajulação e da opção pela indulgência. &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;i&gt;Gente que tem pudor de tudo, até de exigir que o presidente da República fale direito o idioma do País, mas não parece se importar de lidar com gente que não tem escrúpulo de nada.Da esperteza dos arautos do atraso e dos trapaceiros da política que viram nessa aliança uma janela de oportunidade. A salvação que os tiraria do aperto no momento em que já estavam caminhando para o ostracismo. Foram todos ressuscitados e por isso são gratos.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;i&gt;Da ambição dos que vendem suas convicções (quando as têm) em troca de verbas do Estado, sejam sindicalistas, artistas, prefeitos ou vereadores.Da covardia dos que se calam com medo das patrulhas.Do despeito dos ressentidos.Do complexo de culpa dos mal resolvidos.Da torpeza dos oportunistas. Da pusilanimidade dos neutros. Da superioridade estudada dos cínicos.Da falsa isenção dos preguiçosos. Da preguiça dos irresponsáveis. &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;i&gt;Lula não teria ido tão longe com a construção desse personagem que hoje assombra e indigna muitos dos que lhe faziam a corte, não fosse a permissividade geral. Nada parece capaz de lhe impor limites. Se conseguir eleger a sucessora, vai distorcer a realidade e atuar como se presidente fosse. Se não conseguir, não deixará o próximo governo governar. Agora, é sempre bom lembrar que só fará isso se o País deixar que faça, como deixou que se tornasse esse ser que extrapola." &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;01/09/10 - Da Série “Por que não Voto na Dilma nem a Pau (e Voto no Serra)”.&lt;/b&gt;- O PT, com todas suas incongruências, antes da eleição do Lula em 2002 e o início de seu governo em 2003, era um teórico exemplo da ética, longe de fisiologismos. Mostrou-se uma sombra disto. Rompeu com tudo isto e hoje supera o indescritível. A ética sumiu, alianças lamentáveis foram feitas (Sarney, Collor, Renan, entre MUITOS), e tudo pelo poder e sua manutenção. &lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;br /&gt;
- Dilma: o que é Dilma, a candidata do PT ??? Nada, ou menos que nada. Chafurda em sua incompetência, fruto de nunca ter sido nada, exceto a sombra trôpega da decisão de ferro do “??Grande Timoneiro Lula” de lançá-la candidata à presidência. Exibe, sim, episódios dantescos da forma de agir do PT. Criou dossiê que intimidasse adversários do PT, inclusive até a falecida esposa de FHC, mas negou-o até o fim. Solicitou à funcionária da Receita Federal que “pegasse leve” na investigação da família Sarney. Óbvio que mais uma vez negou tudo. E agora está envolvida com a quebra do sigilo fiscal de membros da cúpula do PSDB, até a filha do Serra, enquanto a Receita Federal, obediente às ordens do Planalto, “empurra com a barriga” investigações a respeito após ter se transformado em um escritório da campanha petista. O que será daqueles que se opõem ao PT, quando a máquina pública pode ser usada para os achacar. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
- A negação sistemática pelo PT e a Dilma, apesar das provas contundentes destes atos hediondos, faz-me lembrar Stalin. Stalin negou o massacre de oficiais poloneses capturados na invasão da Polônia pelos soviéticos em 1939, à época aliados de Hitler (o espúrio pacto de não agressão germano-soviético, assinado em 1939, para garantir a invasão da Polônia). Apesar das evidências e a descoberta de covas coletivas em Katyn, por exemplo, Stalin e os soviéticos negaram sempre qualquer responsabilidade. Somente o fim da União Soviética provou que partiu do próprio Stalin a ordem de execução de mais de 20 mil oficiais poloneses com um tiro na nuca. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;br /&gt;
- Portanto, o negócio é negar e inventar a realidade que interessa. Inventa um PAC que não sai do papel, apóia o governo de Chávez, na Venezuela, é complacente com os absurdos do governo de Ahmadinejad, a lista é longa. Enquanto isso, há a inexorável deterioração das finanças públicas, a situação pífia das saúde e educação, o aumento assustador da carga tributária e da ineficiente máquina pública, que no final (vimos no caso da Receita com a quebra do sigilo de adversários do PT), atende àqueles ligados ao PT. &lt;/div&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;26/08/10 - PT e a Dilma - Métodos Stalinistas de Espionagem de Adversários.&lt;/b&gt;Tenho visto nos jornais há semanas que a Receita Federal violou dados sigilosos de pessoas do PSDB ou próximas ao mesmo. Descubro hoje nos jornais que a violação de dados pela Receita atinge cada vez mais pessoas ligadas ao PSDB.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O inacreditável (pra não dizer fétido) de tudo isso é que as Receita Federal e Polícia Federal estão há meses (teoricamente) investigando a violação do sigilo, sabem quem a fez, e não divulgam quem são os responsáveis, obviamente ligados à campanha da Dilma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há não muito tempo houve aquele episódio onde uma funcionária da Receita afirmou que a Dilma solicitou o favorecimento da família Sarney na avaliação de dados. Antes houve outro episódio, no qual a Dilma aparecia como quem mandou fabricar dossiê com dados até da falecida esposa do ex presidente Fernando Henrique Cardoso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Métodos truculentos para intimidar aqueles que se ponham no caminho da máquina petista.&lt;br /&gt;
Um aparelhamento do Estado a serviço do PT e de seus aliados (Sarney, Collor, Renan Calheiros, a lista é imensa !!). Métodos tipicamente stalinistas, como quando desejam limitar a liberdade de imprensa.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;08/08/10 - A Assustadora, Perigosa e Detestável Política Externa do Governo Lula (E de sua Candidata, Dilma).&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Artigos de Merval Pereira (O Globo) e Demétrio Magnolli (O Estado de São Paulo) em 05/08/10 apresentam importantes e extremamente preocupantes características da Política Externa brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Merval comenta sobre a proposta oficial brasileira para que a ONU seja mais condescendente, mesmo mais tolerante, com países que desrespeitam os Direitos Humanos. O Brasil pede ainda que a ONU evite as críticas aos regimes autoritários. Assim demonstra a coerência da posição brasileira e suas simpatias com respeito aos absurdos cometidos pelas Coréia do Norte, China, Irã, Sudão, Sri Lanka, Cuba, Chechênia etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossos luminares da Política Externa, com um discurso carcomido pelo tempo, consideram que o Conselho dos Direitos Humanos da ONU está muito politizado, controlado pelos EUA. O Brasil, na ONU, tem votado sistematicamente contra maiores condenações às violações de Direitos Humanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse fato representa um imenso perigo. As atitudes tresloucadas e alopradas da equipe da Política Externa do Governo Lula, antes podiam ser encaradas como um desvario ou o reflexo de uma falta de Política Externa. Hoje, porém, estão se revelando uma decisão clara e objetiva do Estado brasileiro, com a chancela do Presidente Lula. Uma posição assustadora que traduz uma aproximação com os regimes de força, alguns dos quais com um deplorável histórico de desrespeito aos Direitos Humanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já Magnolli comenta assunto de tal forma dantesco, repugnante, revoltante e assustador, que prefiro reproduzir parte do artigo de Magnolli abaixo, com o objetivo de alertar contra as articulações perigosas e belicosas no seio do Governo Lula, e que desconsideram a primazia dos Direitos Humanos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;“O Estado de S.Paulo - 05/08/10&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Samuel Pinheiro Guimarães, até outro dia secretário-geral do Itamaraty, foi guindado à Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE). No novo cargo, elaborou um documento intitulado O Mundo em 2022, ainda em versão preliminar, que circula no governo e no Itamaraty. Trata-se de um delineamento das tendências do sistema internacional, com propostas de políticas estratégicas do Brasil. Dito de modo direto, é a plataforma de uma utopia ultranacionalista, a ser aplicada num hipotético governo de Dilma Rousseff, que colide com os valores e as tradições da democracia brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num texto escrito em português claudicante, o intelectual utópico expõe uma doutrina antiamericana que solicita uma curiosa articulação estratégica entre Brasil, Rússia, Índia e China "para reformar o sistema internacional e torná-lo menos arbitrário". Os Brics, acrônimo cunhado no interior de um banco de investimentos, constituem um "bloco" apenas na acepção restrita de que seus integrantes passaram a influenciar a governança econômica global. Eles, porém, não compartilham interesses geopolíticos relevantes - uma evidência clamorosa que escapa por completo à percepção de Guimarães, moldada por um obsessivo antiamericanismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os equívocos teóricos pouco significam, perto das prescrições políticas. Nostálgico do "Brasil-potência" dos tempos de Ernesto Geisel, Guimarães atribui ao Estado os papéis de "estimular o fortalecimento de megaempresas brasileiras (...) para que possam atuar no cenário mundial globalizado" e de conduzir um programa de investimentos em pesquisa e desenvolvimento de amplas implicações militares. Os significados desta última proposição podem ser entrevistos na passagem em que o autor define o Tratado de Não-Proliferação Nuclear como o "centro" de um processo ameaçador de "concentração de poder militar". A leitura do documento oferece indícios sugestivos para a compreensão da lógica subjacente à aproximação entre Brasil e Irã e à operação diplomática brasileira de cobertura do programa nuclear iraniano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No programa ultranacionalista, ausências falam tanto quanto presenças. Ao longo de 54 itens, não há nenhuma menção aos direitos humanos. Não é surpreendente: um livro de Samuel Pinheiro Guimarães, publicado em 2006, qualificou a defesa dos "direitos humanos ocidentais" como uma forma de dissimular "com sua linguagem humanitária e altruísta as ações táticas das Grandes Potências em defesa de seus próprios interesses estratégicos". A militância do governo Lula contra a política internacional de direitos humanos - expressa na ONU, em Cuba, no Irã, no Sudão, na China e em tantos outros lugares - não é um fenômeno episódico, mas reflete uma visão de mundo bem sedimentada. Lastimavelmente, as ONGs brasileiras de direitos humanos financiadas pela Fundação Ford trocaram a denúncia de tal militância pela aliança com o governo na difusão da doutrina dos "direitos raciais".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A utopia regressiva de Samuel Pinheiro Guimarães colide com a Constituição, que veta a busca de armas nucleares e situa a promoção dos direitos humanos no alto das prioridades de política externa do Brasil. Se a sua plataforma política aparecesse na forma de artigo, isso não seria um problema - e, talvez, nem mesmo uma fonte de debates interessantes. As coisas mudam de figura quando ela emerge como documento de Estado, produzido num Ministério encarregado de formular as diretrizes estratégicas do País.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O governo Lula exibe, sistematicamente, inclinação a partidarizar o Estado. A contaminação ideológica da política externa é uma dimensão notória dessa inclinação. Há, contudo, um antídoto contra a doença, que é a supervisão parlamentar das diretrizes estratégicas de política externa. Nos EUA, uma nação presidencialista como a nossa, as prioridades e os orçamentos do Departamento de Estado são submetidos ao crivo do poderoso Comitê de Relações Exteriores do Senado, expressão do controle social, bipartidário, sobre uma política de Estado. O Senado brasileiro tem uma Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional. Entretanto, sua gritante ineficácia, que exprime uma carência quase absoluta de poder real, proporciona ao governo as condições para a continuidade da folia ideológica em curso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A SAE foi concebida como uma jaula dourada para acomodar (e ridicularizar) Roberto Mangabeira Unger, quando ele aderia ao governo que definira como "o mais corrupto da história". Agora, sob Guimarães, a jaula transforma-se em linha de montagem de uma utopia ultranacionalista que funcionaria como a régua e o compasso da inserção internacional do Brasil. A Nação tem o direito inalienável de se proteger contra o Ministério da Utopia, sujeitando a política externa ao escrutínio democrático dos parlamentares.”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;28/07/10 - Enquanto isso, no Quintal dos Sarney....&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A imprensa brasileira, entre as coberturas exageradas e de conteúdo vazio do crime do Bruno e do atropelamento do filho de atriz da Globo (blerrrrrrghhhhh!!!!), nos revela que no Maranhão o Tribunal Regional Eleitoral manda às favas a "Lei da Ficha Limpa".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que ?? Pra livrar a cara de filho do Sarney, o deputado federal Sarney Filho. Bacana, né !! Continuamos no tempo dos Senhores Feudais, que tudo podem. Enquanto isso, a Justiça continua a proibir a divulgação de reportagem sobre outro filho do Sarney....Bom, vale lembrar que Sarney é um dos baluartes da candidatura Dilma...Faz sentido !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;10/07/10 - A Mediocridade da TV Brasileira.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A cobertura da TV brasileira, aberta e fechada, sobre o caso do goleiro Bruno, do Flamengo, se configura em uma das piores coisas já vistas sobre a Terra. Mediocridade, imbecilidade, mesmice, obviedade e a tentativa de transformar as maiores bobagens em notícia. Aliás, coisa que a TV já tinha se esmerado em fazer na cobertura deplorável do caso Nardoni.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E pior: ocupa TODOS os canais e todos os horários, vomitando o que há de pior e nos submetendo a um "??jornalismo??" rasteiro, de resultados fáceis e pífios, em busca de audiência a qualquer custo e a menores custos. Por que menores custos ?? Porque não há o que apurar ! Tá tudo lá !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Transformam em notícia cada passo idiota das investigações, 24 horas por dia, em uma ciranda de lugares comuns e obviedades. E não há escapatória ! Há tanta coisa acontecendo mais importante ! As eleições presidenciais, Lula visitando ditadores na África, a economia no país, o mundo....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lutemos por mais concorrência. Mudando as palavras de Nelson Rodrigues, a falta de concorrência é burra, neste caso produzindo a ditadura da mediocridade e transformando o NADA em notícia !&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;10/07/10 - Mais Motivos para Não Votar na Dilma.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Pegando carona em artigos da Míriam Leitão e de Merval Pereira no "O Globo" de 02/07/10, elenco alguns motivos pertubadores para preocupação com a economia brasileira e os equívocos do Governo Lula e sua candidata, Dilma:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Em entrevista com os economistas Alexandre Schwartsman e Armando Castelar, ambos sustentam que o baixo nível da poupança doméstica e a imensidão dos gastos públicos impedem um crescimento sustentável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Castelar defende que seria necessário investir 23% do PIB para crescer 5,5% ao ano. Hoje, o Brasil investe 18% do PIB, com uma poupança de 16% do PIB, e com déficit em conta-corrente. Para investir 23% do PIB, acumularia um déficit erxterno de 7%, o que a literatura demonstra ser inviável. Sugere que seria necessário o aumento da poupança pública, o que exigiria a redução dos gastos públicos. Acrescenta que o Governo Lula faz o contrário !&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;- Schwartsman alerta para o problema BNDES – terá 12% do PIB, se traduzindo no expressivo aumento da dívida pública. Além de emprestar a um custo menor do que daquele no qual se financia (dinheiro ñ nasce nem cai do céu), os gastos públicos aumentarão, diminuindo a capacidade de investimento do setor público.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Em seu artigo, Merval Pereira afirma que o próximo presidente enfrentará uma crise fiscal. Qual país do mundo pode crescer 7% do PIB, enquanto as despesas do Estado brasileiro crescem 20% do PIB ??&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
- Acrescenta que os gastos do governo são basicamente pessoal e previdência. Não há espaço para investimento. E que o crescimento obtido este ano foi sobre bases de comparação deprimidas, devido à crise iniciada ao fim de 2008.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
- Merval ainda acrescenta que o aumento dos gastos do Governo Lula seria o maior em 10 anos, e que o endividamento chegaria em dezembro de 2010 a 64,4% do PIB. Era 52,7% do PIB em 2000. O superávit primário atingiu o pior resultado em 18 anos !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Enfim, uma bomba relógio difícil de desarmar !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;27/06/10 - Dilma, Vazia e Inconsistente.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Artigo no "O Globo" de sexta, 25/06/10, "A reeducação de Dilma Rousseff", de Rogério Furquim Werneck, professor da PUC-Rio, apresenta, com fundamentos estarrecedoramente sólidos, uma Dilma a falar inverdades e inconsistências, alinhada com uma militância que não hesita em dizer as maiores sandices.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dilma comenta que o governo Lula recebeu de FHC um país alquebrado, com um nível de risco assustador, e que Lula conseguiu reverter a situação, fruto de sua competência. Com um discurso stalinista, Dilma procura reinventar a história, pra ver se uma mentira, repetida à exaustão, torna-se verdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reinventa a história, apagando a verdade, qual seja, a que o PT sempre pregou dar um calote nos credores, e que esse histórico de comportamento fez com que a passagem do governo FHC para o governo Lula fosse assaltada por dúvidas e incertezas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mente ao esconder a verdade cristalina: a situação do país caminhou para a normalidade somente porque Lula, inteligentemente, trilhou os caminhos já traçados e definidos no governo FHC, de austeridade fiscal, responsabilidade fiscal e respeito aos contratos e aos credores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, Dilma, ao se atrapalhar nos comentários e fugir do embate de idéias, deixa cada vez mais claro seu vazio de conteúdo, enquanto cada vez mais se aproxima da militância do PT mais radical e fora da realidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esperemos que o PSDB, que já reúne um grande elenco de besteiras, entre elas a indefinição do vice de Serra, demonstre competência para destacar o vazio e a inoperância que a candidatura Dilma representa.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;13/06/10 - Revelando a Verdade Enterrada. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Li interessante artigo na "The Economist" da semana março 13-19, 2010, "Burying myths, uncovering truth", onde ela escreve sobre um doloroso, mas imperioso processo, que paulatinamente tem sido feito em diversos países: desenterrar a verdade, na forma de mortos por regimes repressivos, guerras, desaparecidos ou envoltos em mentiras de toda sorte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A reportagem relata tais ações na Espanha, desenterrando mortos do franquismo, na Irlanda do Norte, mortos da guerra violenta entre católicos e protestantes, na Argentina, vítimas dos militares na última ditadura, e no Chipre, desenterrando vítimas inocentes de gregos-cipriotas e turcos-cipriotas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas vezes, ao se desenterrar esses mortos se revelam novos fatos, muitas vezes sonegados pelo Estado, reescrevendo-se a história como ela realmente ocorreu. É um processo que alguns países, erradamente, tem impedido, como Uganda, Etiópia, Zimbabwe, Turquia (massacre de armênios em 1915), e Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É um erro que procura inventar uma história como o Estado, nesses países, deseja. Mas não é a verdade, que todos nós, brasileiros e todos aqueles enganados e cuja verdadeira história foi roubada, exigimos.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;13/06/10 - A Confusa Política Externa Brasileira na Questão Nuclear Iraniana (Mas Não Para Por Aí....).&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Assisti na última semana interessante debate no programa "Entre Aspas", da Globo News, onde o ex-ministro das relações exteriores Celso Lafer comentava a posição do Brasil na questão nuclear iraniana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enfatizou que para ele seria razoável a Turquia tentar mediar o impasse, tendo em vista sua posição no Oriente Médio. Mas que não consegue entender a posição brasileira de buscar resolver a situação (o que não fez). Segundo Lafer, a questão nuclear iraniana está muito longe dos interesses brasileiros, e como resultado foi criado um imbroglio tal, que como consequência afasta cada vez mais o Brasil de um lugar como membro permanente no Conselho de Segurança da ONU.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais um exemplo da inépcia brasileira na gestão de sua política externa, como visto na questão do gás boliviano, na inoperância enquanto Correa Correa esculhambava a Odebrecht (há anos no Equador), na defesa da "democracia bolivariana" de Chavez, e no ridículo episódio de intransigência quanto à deposição de Zelaya em Honduras, enquanto permitia que o mesmo transformasse a embaixada brasileira em Honduras em um palanque. Dá-lhe Brasil, dá-lhe Lula, dá-lhe Celso Amorim, dá-lhe Marco Aurélio Gracia !!&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;03/06/10 - A Maldita Indústria do Petróleo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A BP, Beyond Petroleum, enquanto a imprensa equivocadamente a chama pelo antigo nome, British Petroleum, continua promovendo desastre de proporções gigantescas no Golfo do México. A atividade é muito arriscada pelos danos ambientais que representa. Há poucos anos a BP esteve envolvida com problemas de vazamento em oleoduto no Alasca. A Exxon, com o desastre do petroleiro Valdez, já tinha presenteado a Terra com imenso desastre ecológico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas não é só isso. A Anglo-Iranian Oil Company, a antiga BP, como comentado no livro "Todos os Homens do Xá", de Stephen Kinzer, esteve envolvida no golpe que derrubou Mossadegh em 1953, primeiro-ministro eleito do Irã. Petroleiras estiveram envolvidas com golpes de Estado, corrupção, venda de combustíveis ao governo sul-africano do apartheid, apesar de proibições e embargo, e toda sorte de mazelas. Resta a nós, aqui no Brasil, esperar que consigamos minimizar os riscos, que são muitos e imensos, com a exploração e a produção de petróleo no mar do Brasil. Que não estamos preparados para problemas como os do Golfo do México, tenho certeza !&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;03/06/10 - No Brasil o Estado é Esbanjador e Sufoca o País em Impostos.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Leio nos jornais a defesa idiota de Lula por mais Estado. Sabemos que o Estado brasileiro exibe carga tributária da Escandinávia, mas nos devolve serviços, como educação, segurança e saúde, do Zimbabwe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com voracidade atroz, o Estado brasileiro nos tributa e limita nossa capacidade de crescimento e de redução de juros. Eis o Estado e o Brasil que defende o PT. O equívoco é total. E as próximas gerações pagarão o preço.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;03/06/10 - PT e Dilma Criam mais um Dossiê.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Leio que dentro do jogo sujo da equipe do PT que comanda a campanha da Dilma surgiu um dossiê para atingir a filha do Serra. Essa turma parece não ter escrúpulos e fará qualquer coisa para ver sua candidata, Dilma, eleita. Dá medo !!&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;03/06/10 - PAC - Mentiras Deslavadas para Turbinar Dilma.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
O balaio de gatos que é o PAC, numa tentativa de turbinar a candidatura da Dilma a qualquer preço, inclui na conta das obras do PAC financiamentos habitacionais concedidos pela Caixa Econômica e empreendimentos da iniciativa privada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É preciso lembrar, também, que estão presentes por lá projetos da Petrobras, cuja decisão para fazê-los foi feita há muitos anos, antes de sequer se discutir o PAC. Mas hoje tudo vai pra mesma conta, como se o Governo Lula fosse responsável pelos mesmos. E a ética segue, célere, ladeira abaixo....&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;03/06/10 - Mais Uma Truculência de Israel.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A abordagem extremamente violenta, por tropas israelenses, das embarcações que levavam ajuda humanitária para Gaza representa mais uma ação unilateral do Governo de Israel, que apoiado cegamente pelos EUA, faz o que quer e dane-se o resto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sabemos que isso em nada contribui para a paz no Oriente Médio. Somente os aloprados em Israel que ordenaram a operação não perceberam isso. Os Estados Unidos, ao não pressionar Israel para reconhecer o Estado Palestino, assim como não condenar enfaticamente a operação de invasão das embarcações, demonstram uma miopia assustadora, principalmente no Governo Obama. Preocupante !&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;03/06/10 - Política Externa Brasileira: Até na Copa Faz Besteiras !&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Os diplomatas brasileiros, que tem se esmerado em fazer trapalhadas e besteiras no Governo Lula, nos brindaram com a desnecessária ida da seleção brasileira para jogar em Zimbabwe, país que exibe ditador de mais de 30 anos, Mugabe, corrupção a valer, enquanto sua população exibe pobreza e miséria inigualáveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para concluir a lambança, o embaixador do Brasil por lá, Raul de Taunay, exagerou nos elogios a Mugabe e nas relações com o Zimbábue. Nós, segundo ele (e o Governo do Brasil) estamos certos. Errada está a comunidade internacional em condenar a ida da seleção. Bela lógica !&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;15/05/10 - Lula - As Bobagens e as Verdades.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Em meio a uma inútil viagem ao Irã, onde, em mais um show de protagonismo explícito e mesmo idiota, se deixa enrolar por Ahmadinejad sobre o programa nuclear iraniano, ainda ecoa a sandice dita no Brasil, qual seja, que Dilma tem muito em comum com Mandela....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pobre Mandela !! É sacanagem compará-lo a Dilma. A estatura de sua história, Mandela, com a vivência e os desafios já enfrentados pela Dilma, é muita forçação de barra...Inacreditável !!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquano isso, no mundo real, como apontado por vários analistas e sublinhado por Miriam Leitão na última sexta, 14/05, as finanças públicas caminham para o precipício. Gastos crescentes para sustentar a máquina do Estado, principalmente pessoal, irresponsáveis onde ocorrem e como ocorrem, reduzindo o já escasso espaço para que o Banco Central diminua os juros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao mesmo tempo, o Estado brasileiro cada vez menos possui recursos para nossa cescente necessidade de investimentos em infrestrutura, saúde, segurança, a lista é interminável....Não tanto quanto a voracidade gastadora do Estado brasileiro..&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;12/05/10 - Zuenir Ventura Impagável !!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
No "O Globo" de hoje, 12/05/10, Zuenir Ventura argumenta: "Ou o Tuma Jr. é muito forte ou o governo é muito fraco. Ou as duas coisas." Zuenir, as duas coisas, pode ter certeza !!&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;12/05/10 - Aaaaah, Se o Brasil Fosse Assim !!??&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Notícia no "Bom Dia Brasil", com Jorge Pontual, mostra que nos Estados Unidos os políticos são julgados pela justiça comum e vão "em cana", como qualquer cidadão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lista inúmeros (e recentes) casos de políticos condenados e presos....Mas no Brasil, onde a impunidade impera entre os políticos.....E outros criminosos de colarinho branco...&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;10/05/10 - "Lula Virou um Idiota Útil do Irã ??" site do Washington Post.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Segundo analista do "Washington Post", Jackson Diehl, Lula tem sido usado por Ahmadinejad pra ganhar tempo, enquanto o Irã descumpre as exigências da ONU sobre Energia Nuclear.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É, parece que o cara do "Washington Post" tem razão. O pior é que isso se repete em várias trapalhadas da Política Externa do Governo Lula. No caso iraniano, ainda há pior. Alguns membros do governo brasileiro falam em construção de armas nucleares por aqui. O que passa pela cabeça desses aloprados ??&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;10/05/10 - Às Favas com os Limites da Justiça.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Tenho visto, incrédulo, que Lula, de forma sistemática, ultrapassa os limites legais pra promover sua candidata, Dilma. Mais um show de transgressão de tudo. Bom, Lula pode, não ?? Ele não é o cara, pode tudo, às favas com a Ética e os limites da Lei ??&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;10/05/10 - Comprando Voto do TCU.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Vejo na imprensa que Lula indica filho de ministro do TCU pra Anac. Beleza !! Gastando nosso dinheiro pra "amaciar" votos do TCU. E a ética passa ao largo...Bem longe dessa lama...&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;10/05/10 - A Trupe Tuma.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Depois de dar uma diretoria da Liquigás a um filho do Tuma, Robson Tuma, eis que outro, Tuma Jr., aparece em ligações telefônicas com cara ligado a contrabando e querendo influir em concurso público.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma lama só, e Lula e o PT chafurdando...Vem cá, o que significa Ética pra estes caras ?? Ou será que eles conhecem a tal da Ética ?? Há alguma diferença dessa manobra pras inúmeras do Sarney, empregando todos parentes e amigos em empregos públicos, pagos por nós ??&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É esse "mais Estado" que Lula e Dilma querem ?? Se é isso, tô fora !!&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;05/05/10 - O Supremo Tribunal Federal na Contramão da História.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
O STF negou revisão da Lei de Anistia, solicitada pela OAB quanto a crimes de tortura e comuns. A ONU e a OEA definiram a tortura como crime contra a Humanidade e imprescritível. Com base nessas definições, torturadores na Argentina e Chile tem sido levados aos tribunais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esperemos que a Justiça brasileira não queira legislar sobre o inquestionável e não use argumentos sem nexo para blindar aqueles que cometeram crimes bárbaros de tortura no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;22/04/10 - O Absurdo de Brasília.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Artigo hoje, 22/04, no "O Globo", "Brasília, um Equívoco Caro", de Carlos Alberto Sardenberg, elenca alguns dos problems e equívocos de Brasília. Defendo a tese ! Vamos a alguns deles:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Região mais segura, mais central, para a capital. Bobagem, pois a tecnologia atual torna esses argumentos ridículos. O Rio de Janeiro não ficaria em local mais inseguro que Brasília.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Brasília levaria desenvolvimento para a região. Bobagem. Brasília não levou nada disso. O desenvolvimento na região está sendo levado pelo agronegócio. Brasília apenas criou uma casta de funcionários públicos ineficientes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Brasília deixaria a administração pública imune a pressões e, assim, seria mais capaz de executar a gestão da máquina pública. Bobagem. O que aconteceu é que o isolamento favoreceu o surgimento de uma burocracia cada vez mais cara e ineficiente, longe das pressões que poderiam modular e evitar a farra generalizada de gastos irresponsáveis.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;22/04/10 - Prefeitura do Rio Exagera na Irresponsabilidade !&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Há pouco, 2 semanas, fomos afogados em chuvas e irresponsabilidades avassaladoras no Rio. Tragédia impressionante que poderia ser evitada, se nossos governantes fizessem o "dever de casa". Nunca fizeram, e provavelmente nunca farão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ontem, 21/04, feriado, vi o Rio, em Botafogo e cercanias, ser invadido da forma mais irresponsável por uma horda de ônibus com fiéis da "Igreja Universal", que tomaram a região de assalto e fizeram todas as bandalheiras possíveis. Ônibus estacionados onde é proibido e um caos no trânsito. Hoje vejo nos jornais a prefeitura demonstrar espanto ! Não previram que a coisa toda tivesse essa dimensão. Ora, prefeitura, para com isso !! Irresponsabilidade, de novo !! Bizarro, inacreditável....E os caras ainda querem organizar uma Olimpíada...&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;17/04/10 - A Irresponsabilidade Nuclear do Brasil.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A insistência brasileira na defesa do Irã, que claramente tripudia da comunidade internacional enquanto caminha para tornar-se detentor de armas nucleares, atingiu sua máxima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vice-Presidente José Alencar declarou que "Bomba iraniana pode ser para a defesa". Defendeu o uso da bomba nuclear pelos iranianos para fins pacíficos. Bomba nuclear para fins pacíficos !!??? Essa eu não entendi !!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A coisa toda me parece uma mistura de confusão, absurdo e perigo. Algo do protagonismo brasileiro excessivo, que quer estar presente no cenário internacional a qualquer custo, em busca do lugar permanente no Conselho de Segurança da ONU. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Há, também, uma clara aproximação com os regimes de força e truculência, como Raul Castro, Chavez e Ahmadinejad. E, finalmente, e extremamente perigoso, o desejo de alguns no governo brasileiro de que o Brasil possua armas nucleares, o que poderia deflagrar uma corrida nuclear na América do Sul. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Muita irresponsabilidade junto com muita incompetência. Uma mistura explosiva !&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;10/04/10 - O Incompetente Estado Brasileiro e a Burra Defesa de Mais Estado.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
As chuvas que se abateram sobre o Rio não precisavam causar tantas mortes e tantas tragédias. Os problemas poderiam ser minimizados, previstos e melhor administrados. O caso das residências sobre um lixão representa um clássico exemplo da irresponsabilidade e do abandono do Estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos a algumas ponderações:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O Rio foi criado e cresceu entre os morros e o mar, isso desde 1.500. Portanto, não me venham com aquela conversa datada de um fenômeno imprevisto de dimensões nunca vistas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O Rio já foi vítima de diversas chuvas em toda sua história. E continuará a ser. Ou será que isso é novidade para nossos belos governantes ??&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- A questão é: Péssima Gestão pelo Estado !! Um Estado gastador e com uma sanha arrecadatória infinita..Mas EXTREMANTE INCOMPETENTE no gasto eficaz dos recursos que arrecada. A questão não é arrecadar mais, mas sim gastar melhor, de maneira eficaz !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Exemplo de dever de casa bem feito pelo Estado (no caso, o Chile): o terremoto no Chile foi muito maior do que o terremoto no Haiti. No entanto, o número de vítimas no Chile foi muito menor do que no Haiti. Porque ?? Porque o Chile está infinitamente melhor preparado que o Haiti para suportar um terremoto. Quanto maior no Chile ?? Quando se fala em 6 ou 7 pontos na escala Richter, é preciso ter em mente que a escala Richter é LOGARÍTMICA, e não LINEAR. Portanto, 7 pontos é MUITO mais que 6 pontos. Portanto, mais uma vez, no Chile foi MUITO maior !!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- A incompetência do Estado brasileiro não tem limites. Infelizmente, mais que incompetência. Além de arrecadar com uma voracidade assustadora, gastar pessimamente, ainda permite a ocupação de qualquer maneira do solo urbano, sem qualquer critério ou gestão responsável. Os resultados, vimos nas chuvas, mas também quando assistimos às favelas ocupadas pelo tráfico que lá representa o “Estado”, sempre ausente. É um fenômeno que se repete em todas as cidades brasileiras. Cada vez mais favelizadas, mais violentas, mais reféns do crime e das catástrofes climáticas. Qual é a solução proposta pelo Estado brasileiro ?? Arrecadar mais !! Punição dos péssimos governantes brasileiros: NENHUMA !!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- E agora, nas eleições presidenciais, vemos no discurso tosco da candidata oficial, Dilma, aquele mesmo blá blá blá de sempre....Mais Estado, mais Estado, e mais Estado...Pra quê ?? Pra beneficiar os próximos ao PT ?? Pra assegurar empregos públicos, ineficientes ?? Pra sustentar Estatais ineficientes ?? Alguém se lembra do show de ineficiências e gastos irresponsáveis do Grupo Siderbrás, que somente se resolveu após ser privatizado ?? E da Telebrás, que manteve a telefonia no Brasil na Idade da Pedra, até as privatizações ?? E a pífia malha viária no Brasil (existe ??) ?? E agora, o PT e aliados querem mais Estado, Petrosal, agência disso e daquilo !! Além disso, não cansam de lançar PACs que não existem, cuja péssima gestão e objetivos eleitoreiros demonstram a incompetência intrínseca de um partido, PT, e seus aliados (Sarney, Edson Lobão, Renan Calheiros etc.), que somente desejam a privatização do Estado para benefício próprio. Consequência: minar as finanças já combalidas do Estado, que limitam a capacidade do Estado de investir onde realmente importa, como Saúde (pífia), Educação (sub-saariana) e Segurança (um mar de Insegurança). Escândalo !!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O que vocês querem: mais ineficiência de um Estado paquidérmico, gastador e loteado para os seus, que é o que propõe o PT, ou um Estado que procure a eficácia nas ações e nos gastos, para ser um indutor de desenvolvimento ?? Cabe a nós decidir !!&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;04/04/10 - Nelson Motta Comenta, de Forma Divertida, sobre Coluna de Sarney.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Descubro na coluna de Nelson Motta no "O Globo" de sexta, 02 de abril, que Sarney escreve em uma coluna do jornal "Folha de São Paulo".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nelson Motta, que destaca não perder nada das pérolas escritas por Sarney, comenta sobre o assombro de Sarney ao descobrir que pesquisa apontava a Internet como a primeira fonte de notícias dos brasileiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sarney afirmava que no Maranhão a TV é imbatível como fonte de notícias. Bom, destaca Nelson Motta, no Maranhão a família Sarney reproduz o sinal da TV Globo, que é imbatível em audiência. A família Sarney também é dona do jornal "O Estado do Maranhão", que domina o mercado maranhense.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sarney, segundo Nelson Motta, ainda destaca que o jornal de sua família é imparcial e possui credibilidade. Brilhante, mas dá pra acreditar ?? Fica a pergunta: não haveria uma relação direta entre o poder no Maranhão e a posse dos principais meios de comunicação ? Parece óbvio, não....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;04/04/10 - Mais uma Pérola do Lulismo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Os jornais me brindam com a seguinte pérola de Lula: "Para me derrotar, vai ter de botar o pé no barro".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bom, Lula, sabemos que o PT já está no barro, ou melhor, na lama, após os infindáveis escândalos que marcam o PT nos seus dois mandatos como presidente. Espero que Serra não procure chafurdar na lama também.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;04/04/10 - Igreja Mais Enrolada que Papel Higiênico. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Leio nos jornais que a Igreja Católica, vendo-se acuada por todos os lados pelas acusações de conivência e omissão quanto aos escândalos de pedofilia, cujo acobertamento teria contado com a participação decisiva do Papa, procura desqualificar as acusações, chamando-as de fofocas, ao mesmo tempo que procura blindar o Papa contra ações judiciais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo é um escândalo, intolerável, mas que traz a indelével marca do atraso da Igreja Católica em sua forma obtusa de agir.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;26/03/10 - A Igreja Chafurda no Atraso e Tenta Esconder seus Escândalos.&lt;/b&gt;A Igreja Católica é um anacronismo só ! Persiste em proceder como se estivesse na Inquisição, vivendo em outra época, ameaçando com excomunhão aqueles que a questionam e exibindo um discurso da Idade Média, mesmo criminoso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Insiste em celibato para seus membros, condena o uso de preservativos e anticoncepcionais, questiona a eficácia da camisinha para evitar a AIDS, mas não faz NADA, mesmo omite e esconde detalhes dantescos de abusos sexuais contra menores de idade que se arrastam por dezenas (por que não dizer centenas) de anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E o próprio Papa, segundo a imprensa, teria participado do acobertamento dos casos mais escabrosos. Bom, o Papa é ultra conservador, disso não há dúvida. Nada a estranhar desse comportamento assustador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que esperar de uma instituição baseada em dogmas e premissas idiotas que representam o atraso e o distanciamento da realidade ??&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;24/03/10 - Crime dos Nardoni e a Mediocridade da Imprensa Brasileira.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Já havia acompanhado a escandalosa cobertura excessiva e asquerosa das TVs aberta e fechada sobre o crime do casal Nardoni. Quase 24 horas no ar vomitando toda espécie de reportagem idiota e passional sobre o caso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, no julgamento, eis que voltam as TVs à carga, expelindo horas intermináveis de uma cobertura torpe, paupérrima de conteúdo e se atendo a cada detalhe idiota.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que isso ?? Será que é falta de pauta ?? Há tanta coisa MAIS importante do que o casal Nardoni !! O Brasil, o mundo estão aí, com assuntos vitais para o nosso dia a dia...Ou será que é uma busca desenfreada por audiência a qualquer custo, dane-se a qualidade e a abordagem ??!!&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;21/03/10 - As Bobagens do Governo Lula Ultrapassam Todas as Medidas !&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Em meu retorno de férias descubro que as besteiras, asneiras e absurdos do governo Lula continuam. Nas férias leio na imprensa os absurdos ditos sobre a greve de fome de presos políticos cubanos. Algo como que não passavam de presos comuns. Como Lula, com seu passado de miltância, pode falar tamanha asneira ??&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois assisto a mais um episódio de protagonismo excessivo da Política Externa Brasileira, com resultados pífios, querendo trazer para si algum papel nas questões Israel-Estado Palestino. Bizarro, ridículo, inacreditável, besteirol, bobagem desmedida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E por último leio que Lula quer, solenemente, "tirar o seu da reta" na discussão da repartição dos royalties do petróleo, discussão que o próprio planalto deflagrou de forma incompetente, achando que seria uma discussão tranquila no Congresso. Tudo uma bobajada imensa, que demonstra o equívoco da gestão do governo Lula, seja na Política Interna ou na Política Externa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, XÔ DILMA !! Tô fora...Não desejo mais 4 anos de incompetência do PT e seu loteamento inescrupuloso !!&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ficarei alguns dias fora do ar. Pequena viagem (25/02 a 14/03). Vocês se livrarão de minha esculhambação explícita nesta coluna neste período. Mas prometo que na&lt;/b&gt; &lt;b&gt;volta continuo a esculhambar tudo e todos ! Até mais !&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;14/02/10 - Mensalões do DEM e do PT: Tudo Igual !&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Estava pensando, na evolução dos acontecimentos após a prisão do Arruda: o mensalão do DEM, em Brasília, é igual ao mensalão do PT. Há algumas diferenças: o do PT tem escala NACIONAL. O do DEM, somente (em tese) no Distrito Federal. O do DEM possui aquelas nojentas imagens de Arruda e comparsas se lambuzando em dinheiro oriundo dos prestadores de serviços para o governo de Brasília; esse mesmo dinheiro era usado para "turbinar" as votações na câmara distrital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PT possui aquelas imagens bizarras daquelas figuras risíveis, Delúbio, pasmem, tesoureiro, e Marcos Valério (o que é aquele senhor com sua reluzente careca ??). Mas que, em tese, articulavam todo o esquema. Há, também, o caso daquele petista pego com a cueca recheada de dinheiro não declarado. Coisa de "República das Bananas", ou melhor, Irmãos Marx.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Concluindo: o DEM e o PT montaram esquemas semelhantes de "lubrificação" de bancadas para votações favoráveis aos respectivos governos. Há uma última diferença: o Arruda foi preso (por enquanto). A turma do PT continua por aí, tranquila, como se nada houvesse acontecido. ??Será por isso que Lula minimizou o mensalão de Brasília ??&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;12/02/10 - Dois Brasis.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Vi na TV e ouvi também no rádio ontem, 11/02, que Arruda havia sido preso. Júbilo ! Depois das cenas dantescas vistas na TV, esculhambação explícita, roubo, pilantragem e escárnio com o eleitor-cidadão, finalmente um ajuste de contas com a justiça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas hoje, 12/02, ouço na rádio indignação de senador do DEM, José Agripino, com a prisão e leio nos jornais que Lula solicitou à polícia federal tratamento especial a Arruda. Enquanto isso, imagem de primeira página no jornal de hoje apresenta centenas de presos empilhados em celas que comportariam uma quantidade muito MENOR de presos. Local: São Gonçalo, RJ. Temperatura nas celas: 56,7 graus. Inferno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplo clássico de país dividido e desigual. Arruda pilha o dinheiro público, milhões de reais, prejudica milhões de eleitores e contribuintes. Cabe a ele tratamento especial. Aos pobres diabos que não pertencem à casta do Brasil "de cima", o porrete duro da lei, com condições infernais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;24/01/10 - Dilma e Serra: a Ficção e a Realidade; ou, Há Transferência de Votos ?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Tenho lido nas últimas semanas algumas observações interessantes sobre as eleições presidenciais brasileiras que se aproximam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por um lado, o fenômeno representado pela aprovação avassaladora do presidente Lula pela opinião pública. Lula parece quase imune aos imensos problemas do PT e da base aliada, principalmente aqueles representados pelo mensalão petista e pelo apoio irrestrito a Sarney e a Renan Calheiros. Não podemos nos esquecer do retorno à cena política, desta vez na base de apoio governista, de Collor. Para citar apenas alguns pontos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cabe a pergunta: haverá a transferência de votos para a candidata petista ?? Lula conseguirá transferir essa avassaladora popularidade para Dilma ?? Dilma foi alçada à posição de responsável pelo PAC. Bom, sabemos que a imensa maioria das obras do PAC são obras de ficção, que não saíram do papel, ou que avançam com a lentidão de uma lesma desorientada. Mas nada disso importa. Importa é inaugurar e vender a imagem de uma Dilma dinâmica, empreendedora e tocadora de obras. O PT tem dito, inclusive, que a garantia da continuidade das obras é a eleição de Dilma, pois a oposição vai parar as obras do PAC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fenômeno da transferência de votos poderá revelar-se enganoso, mesmo escorregadio. As eleições chilenas provaram que não é um mecanismo automático. Não basta possuir uma avassaladora aprovação como presidente, se o candidato da presidência não reúne condições de receber essa transferência. A coisa não é tão simples. E talvez isso tenha feito acender as luzes amarelas (atenção) na coordenação de campanha do PT.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Li artigos que, além disso, procuraram comparar a história e a experiências dos candidatos. A conclusão é simples: Serra e Aécio reúnem muito mais competência e experiência de gestão pública do que Dilma, e com notável sucesso. Gestão de cidades, estados, quebra de patentes para a produção de remédios de combate a AIDS etc. Eleições várias, disputas eleitorais de toda a ordem. E muito sucesso nessas eleições.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto a Dilma, não possui nem uma coisa nem outra: experiência de gestão da coisa pública, somente a coordenação das fictícias obras do PAC. Experiência eleitoral: quase nenhuma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, considerados os argumentos de forma bem cartesiana, Serra e Aécio (em tese o último não mais disputará a presidência nem comporá como vice) possuem muito mais competência e experiência de gestão pública e eleitoral. Bom, vejamos como será a evolução da coisa toda, e de que maneira o PT e a oposição gerenciarão essas questões.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;10/01/10 - O Imbroglio da Compra dos Caças e dos Crimes de Tortura.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Míriam Leitão, em artigo no "O Globo" de 08/01/10, argumenta sobre a maneira equivocada de gestão de duas questões importantes para o governo Lula: a decisão de compra dos caças, entre propostas sueca, norte-americana e francesa, e a investigação dos crimes contra a Humanidade durante a Ditadura, imprescritíveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em ambas questões o governo Lula demonstra uma visão confusa e aponta para decisões erradas. No caso dos jatos, quando a Aeronáutica atesta que a proposta sueca é a melhor, tecnicamente e comercialmente, e que prevê a transferência de tecnologia para o Brasil. Mas Lula acena para uma decisão política, que favoreça os franceses, talvez em nome de um apoio à demanda brasileira por um lugar permanente no Conselhor de Segurança da ONU.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E no caso de eliminar a blindagem para os crimes contra a Humanidade, como a tortura, punindo aqueles que o praticaram. Jobim e os ministros militates se rebelam contra a decisão, demonstrando que o ranço antidemocrático continua instalado em setores da caserna e, pior, com o respaldo de parcela do governo Lula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;01/01/10 - Crime de Tortura é Crime Contra a Humanidade e Imprescritível.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Lendo e assistindo à discussão sobre a revisão da Lei da Anistia no Brasil, somente posso concordar com aqueles que desejam punir aqueles crimes cometidos contra a Humanidade, imprescritíveis, durante o regime militar, sejam de militares, grupos de direita ou esquerda. Foram decisões como essa que buscavam a prisão de Pinochet e levam à prisão, até hoje, militares argentinos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Somente elucidando os detalhes dos porões da repressão, assim como aqueles das operações dos grupos de esquerda, punindo crimes erroneamente blindados pela Lei de Anistia, o Brasil poderá se reconciliar com seu passado e transitar com retidão na comunidade internacional de nações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao governo cumpre enquadrar a caserna e seus arrogantes rompantes contra a elucidação da história. Bom, vejamos como se comportam Lula, Tarso Genro e o resto do governo.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;13/12/09 - É a Economia, Estúpido !&lt;/b&gt;Gustavo Loyola, em artigo no jornal “Valor Econômico” de 07/12/09, aponta idiossincrasias e incoerências da política econômica do governo Lula, que o mesmo vem desenvolvendo para turbinar a candidatura Dilma, mas que, em verdade, revelam-se uma bomba relógio difícil de desarmar. Vamos relacionar algumas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Piora acentuada do superávit fiscal primário, acumulado em doze meses;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Abandono da responsabilidade característica da política fiscal na última década;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Adoção de políticas que nada tem de anticíclicas, com aumento sensível das despesas correntes do governo, como mais gastos com pessoal;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Adoção de uma política de isenções fiscais até 2010 com cara eleitoreira, e que piorarão o quadro de deterioração das contas públicas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Incapacidade de atingir os patamares anteriores de superávit fiscal primário e o estabelecimento de metas modestas, quase pífias, para 2010, com claras características eleitoreiras;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Investimentos públicos ocupando percentual cada vez menor no perfil de gastos do governo, devido ao aumento expressivo das despesas correntes e à queda da arrecadação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aumento dos gastos previdenciários e com saúde;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Insuficiente taxa de poupança privada, com conseqüente maior necessidade de poupança externa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois é, Lula e Dilma, é a economia, estúpido...Cuidado, o tiro pode ser dado contra o próprio pé !&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;13/12/09 - Governo Lula Surfa na Arte de Ignorar Fatos, ou Inventá-los !&lt;/b&gt;Artigo de Merval Pereira, “O Globo” de 11/12/09, relaciona vários aspectos da hubris do governo Lula. Hubris, nos ensinam os dicionários, significa orgulho excessivo, presunção e arrogância.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No atropelamento dos fatos e da lógica, o governo Lula tem proposto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Com a saída de Marina Silva do governo, Ministério do Meio Ambiente, e quem representava voz quase isolada no governo Lula sobre a questão ambiental e o aquecimento global, o governo Lula, de repente, se vê pressionado pelos acontecimentos em Copenhagen e lança uma meta (após dizer que não iria fazê-lo, e o governo paulista o ter feito) de redução de emissões. Lula chega, em seu oportunismo, a dizer que agora a reunião de Copenhagen vai chegar a uma solução, com a liderança do Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lula coloca-se indignado (após alguma titubeação) quanto aos episódios de Arruda em Brasília, mas, ao mesmo tempo, ampara todos os petistas (Zé Dirceu, Genoíno etc.) envolvidos no mensalão como se nada houvesse ocorrido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O curioso é que os petistas e outros militantes não se mobilizaram, como agora, contra Sarney e Renan, após os episódios lamentáveis ocorridos no Senado. Nem tampouco no mensalão. Mais um exemplo da inversão da verdade. Ou, aos amigos, tudo, aos inimigos, a lei.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;13/12/09 - O Supremo e o Ranço Autoritário.&lt;/b&gt;A votação do Supremo mantendo a proibição de publicação pelo jornal “O Estado de São Paulo” de informações sobre investigação de filho de Sarney, amparada na decisão de Desembargador com ligações com a família Sarney, é inacreditável e inaceitável, coisa de autoritarismo e coronelismo tosco. Pobre do país onde prevalecem os privilégios aos que privatizaram o Estado, em detrimento da população. Às favas com a Constituição !&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;11/12/09 - Lula Deixou Quicando, Chico Não Perdoou !&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Cartunista Chico, no "O Globo" de hoje, 11/12/09, aproveitando mais uma, entre tantas, besteira falada por Lula em público, apresenta charge do Lula, na qual o presidente declara, com toda a pompa e solenidade:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"- Eu estou convencido de que nunca antes na história deste país um presidente falou tanta merda em público!"&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;08/12/09 - Lula: a Arrogância da Obtusa Política Externa Brasileira.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Amigo repassou-me ótimo artigo de Rubens Ricupero, que saiu no jornal "Folha de São Paulo", o qual reproduzo abaixo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Folha de S. Paulo - Publicado em 06/12/2009&lt;br /&gt;
Arrogância e falta de medida - Rubens Ricupero&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O protagonismo excessivo do nosso presidente, a frenética e incessante busca dos holofotes, a tendência de meter-se em tudo, com boas razões ou sem nenhuma, acaba por irritar outros presidentes. Tive um choque ao ouvir de ex-colega da ONU que o Brasil começa a parecer arrogante no exterior. "Vocês não eram assim; agora se comportam às vezes com a petulância de novos-ricos!"&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha primeira reação foi descartar a observação como fruto de algum episódio isolado. E se for verdade? Pensei depois. Meu amigo é dos mais argutos analistas internacionais e seus exemplos me abalaram a tranquilidade. Na raiz dessa percepção, está a irritação crescente com o protagonismo excessivo do nosso presidente, a frenética e incessante busca dos holofotes, a tendência de meter-se em tudo, com boas razões ou sem nenhuma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acaba por irritar outros presidentes, que se cansam de servir de figurantes ao brilho de nossa liderança. Chega a hora em que os demais não aparecem para a festa, como sucedeu na recente reunião de presidentes amazônicos em Manaus. Veja-se o contraste com a sobriedade e o realismo da China. Na recente visita de Barack Obama, o primeiro-ministro Wen Jiabao lhe disse, segundo a agência oficial, que "a China discorda da ideia de um G2, pois ainda é um país em desenvolvimento e precisa manter a mente sóbria". Lamenta, mas não pode ajudar a resolver os problemas do Oriente Médio, do Afeganistão ou de outros lugares porque está muito ocupada em solucionar os próprios. Imagine como teríamos reagido se a oferta do G2 tivesse sido feita a nós?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pragmatismo dos chineses significa que eles reservam os meios que possuem (bem superiores aos nossos) para o essencial: o comércio, a tecnologia, as ameaças do entorno asiático onde podem ser decisivos. A diferença em relação à política externa do Brasil revela muito sobre eles e sobre nós. Queremos ser mediadores no Oriente Médio e em Honduras, onde nossa influência é quase zero, enquanto a Unasul, que fundamos, completa um ano sem conseguir eleger o secretário-geral (Néstor Kirchner é vetado pelo Uruguai) nem encaminhar os conflitos que se multiplicam entre os membros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O erro não é querer ter um papel útil, mas fazê-lo de modo desastrado, sem medida nem coerência. A mesma diplomacia que não suja as mãos em contatos com o governo de fato hondurenho abraça o sinistro presidente iraniano, indiferente à negação do Holocausto, à fraude eleitoral, às torturas e condenações à morte de opositores. Nosso timing não é melhor do que nossa consistência. Recebemos Mahmoud Ahmadinejad na véspera de sua condenação pela Agência Internacional de Energia Atômica com os votos da China e da Rússia. Provavelmente amaciado pelos bons conselhos do Brasil, ele anunciou que vai construir mais dez usinas de urânio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Somos candidatos a posto permanente no Conselho de Segurança, mas assinamos oito acordos com país que está sob sanções do Conselho! Não nos faria mal escolher com mais cuidado os amigos e as causas que patrocinamos. Tampouco perderíamos se deixássemos algum espaço para os que já nos olham com receio devido a nosso tamanho incômodo e potencial futuro. Ao conseguir convencer o secretário de Estado dos Estados Unidos a vir ao Rio de Janeiro para a conferência interamericana de 1906, Rio Branco insistiu para que visitasse também Montevidéu, Buenos Aires e Santiago, "a fim de dissipar ciúmes e prevenções, afagando o amor próprio" dos hispano-americanos. Ele sabia que "a inveja é a sombra da glória", verdade que parece termos esquecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rubens Ricupero é diretor da Faculdade de Economia da Faap e do Instituto Fernand Braudel de São Paulo. Foi secretário-geral da Unctad (Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento) e ministro da Fazenda. Escreve quinzenalmente, aos domingos, nesta coluna."&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;07/12/09 - Lula: a Soberba e a Incoerência Nuclear.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Talvez em nome da tão almejada (é quase uma obsessão) vontade de assumir um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU, Lula nos brindou com uma abstenção a condenar o Irã quanto ao seu programa nuclear (até a Rússia e a China o condenaram) e fez declarações, no mínimo, polêmicas, mesmo equivocadas, em visita à Alemanha, quando, mais uma vez, recusou-se a condenar o Irã, apesar deste manter instalações nucleares secretas, e demonstrar que poderá enriquecer urânio de tal forma a fabricar armamento nuclear.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Irã, como bem sabemos, no governo atual de Ahmadinejad, não esconde seu desejo de varrer Israel do mapa e nega o Holocausto. As últimas eleições foram plenas de denúncias de fraudes pela oposição no Irã, a qual foi reprimida violentamente. Mas eis que Lula apresentou-se como o primeiro governante no mundo a reconhecer a eleição de Ahmadinejad, quando nem mesmo os Aiatolás o reconheciam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A coisa toda se reveste de tal arrogância, baseada num sentimento de onipotência, que demonstra que a soberba se instalou em Lula, que se imagina acima do bem e do mau. O pior de toda a situação é que Lula deseja que nós brasileiros apoiemos essas sandices. Cabe destacar que nós brasileiros (em sua maioria) não pactuamos com as aberrações praticadas por Ahmadinejad.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;07/12/09 - Fluminense - A Saga Tricolor .&lt;/b&gt;O que se passou no campeonato brasileiro, versão 2009, foi épico ! O Rio ressurgiu das cinzas ! Flamengo, campeão ! Botafogo, após brilhante recuperação, escapa da segundona ! Fluminense, depois de uma fantástica, singular, inacreditável, ao melhor estilo Sobrenatural de Almeida (Nelson Rodrigues), livra-se do último lugar, para uma recuperação soberba que o livra de mais um rebaixamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Vasco foi campeão da segundona, e volta à primeira. Não podemos esquecer que o América, o Mequinha, no coração de todos que torcem por clubes do Rio, voltou à primeira divisão do futebol carioca !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas vamos ao Fluminense, que, afinal de contas, é o clube do coração deste blogueiro há trinta zilhões de bilhões de anos !!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A recuperação do Fluminense representa uma saga inesquecível em toda a história do futebol brasileiro, ou melhor, mundial ! Desafiando a tudo e a todos, contra as leis da física, à lógica inquestionável da matemática, às acachapantes estatísticas que apontavam para um rebaixamento com 99% de probabilidade, um time de heróis e guerreiros ergueu-se das cinzas, não deu ouvidos a ninguém (tampouco aos torcedores incrédulos como eu) e foi em frente. Cada jogo, uma nova batalha, que era vencida e representava paradigmas destruídos. Não havia nada a comemorar. Havia mais batalhas a vencer !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas nada estaria solucionado até a última rodada...Tudo estava guardado até os últimos segundos do campeonato brasileiro 2009. Assim foi, pois, como previu há muito Nelson Rodrigues, assim estava escrito, dez minutos antes do nada, antes da existência do universo...Contra tudo e todos, porque futebol, antes da lógica, é paixão, emoção e o inacreditável...&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;03/12/09 - O Brasil, Lula e a Accountability.&lt;/b&gt;Segundo o Wikipédia, “Accountability é um termo da língua inglesa sem tradução exata para o português que remete à obrigação de membros de um órgão administrativo ou representativo de prestar contas a instâncias controladoras ou a seus representados. Outro termo usado numa possível versão portuguesa é responsabilização”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas por que estou citando a tal da Accountability ?? Porque é justamente o que nós, no Brasil, não possuímos !! Os inúmeros episódios dantescos da administração pública que o Brasil tem vivido, desde o Brasil colônia, representam a total falta de responsabilização dos governantes por atos ilícitos praticados, por não cumprirem seu papel outorgado pelo povo, constituição, rei ou imperador (lembrem-se, já tivemos 2, Pedro I e Pedro II).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como este quadro é reinante, vale tudo para o enriquecimento ilícito e para o favorecimento de seus amigos, enquanto o Estado era privatizado, ou melhor, loteado. E quando pegos, flagrantemente praticando os atos mais escancaradamente ilícitos, juram inocência com a maior cara de pau, certos que a justiça jamais os atingirá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em episódios mais recentes, esse foi o cenário para o mensalão do governo Lula e aquelas imagens inacreditavelmente indecentes gravadas de Arruda e sua trupe a dividir o butim, com a certeza da impunidade. Ou o avião presidencial levando o filho do Lula e seus amigos pra passear até Brasília.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cabe uma observação: não tenho mais paciência pra ouvir os teóricos sem fundamento que insistem em dizer que brasileiro é isso ou aquilo. Que o brasileiro rouba pois isto é uma característica inerente ao brasileiro, desde a colônia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Óbvio que cada cultura tem características únicas. Mas o ser humano, quando há o império da impunidade, deita e rola e faz o que quer. Lembrem-se dos inúmeros europeus e norte-americanos pegos praticando as maiores barbaridades como pedófilos na Tailândia, onde suas justiças não os alcançariam, teoricamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os escândalos que há no Brasil acontecem não porque somos assim, não porque seria da natureza do brasileiro. Nada mais sem sentido. Nada disso. Há essa enormidade de roubos e vilanias no Estado brasileiro porque aqui não há punição. Ninguém é responsabilizado de nada, responsável por nada. Pois é, não há a tal da Accountability. Faz falta !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, não me venham, de novo, falar que o brasileiro é isso e aquilo...A verdadeira questão, o problema no Brasil, é a falta de Accountability ! Enquanto isso, o roubo e a vilania com a coisa pública imperam no Brasil e sobra pra nós, simples contribuintes, o escárnio daqueles que praticam este absurdo.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;24/11/09 - O Filme "Lula, o Filho do Brasil", ou Vale Tudo, Menos a Ética !&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
O filme "Lula, O Filho do Brasil", no mínimo, foi lançado em um momento equivocado, um procedimento anti-ético. Ou, como disse ontem no CQC um membro da equipe, ao afirmar ao Luiz Carlos Barreto, produtor do filme, que o filme, como era campanha eleitoral explícita, não deveria cobrar ingresso ! Barreto sorriu amarelo e não respondeu...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abaixo reproduzo o artigo do jornalista Leonardo Attuch, na "Isto É":&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Não vi e não gostei. É indecoroso que os produtores do filme de Lula tenham captado R$ 12 milhões no auge de seu poder. &lt;a href="mailto:attuch@istoe.com.br"&gt;attuch@istoe.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na semana passada, a alta corte se reuniu em Brasília. Mais de 1,4 mil pessoas lotaram o Teatro Nacional para assistir à pré-estreia do filme "Lula, o Filho do Brasil". Nos círculos do poder, em que o puxa-saquismo faz parte da etiqueta social e é instrumento de ascensão profissional, compreende-se que algumas pessoas tenham sentado nas escadarias e se dependurado nos lustres do teatro.&lt;br /&gt;
Mas, quando a produção chegar às salas de cinema, dificilmente terá a mesma recepção. E talvez entre para a história como o filme de expectativas mais infladas já rodado no País - e também o que menos correspondeu a elas.&lt;br /&gt;
Por mais que Lula seja "o cara" e mereça a popularidade que tem, existem razões filosóficas, estéticas e morais para não se assistir ao filme. A principal: é simplesmente indecoroso que o produtor Luiz Carlos Barreto tenha rodado sua sacolinha no auge do poder petista. Com mais de R$ 12 milhões arrecadados, ele conseguiu produzir a película mais cara da história do cinema nacional.&lt;br /&gt;
Eike Batista, aquele que queria um empurrão do Planalto para ficar com a Vale, deu R$ 1 milhão. A Camargo Corrêa, que depois de uma operação da Polícia Federal foi socorrida pelo advogado Márcio Thomaz Bastos, por sugestão direta do presidente, também entrou no consórcio, assim como duas outras empreiteiras.&lt;br /&gt;
E a Oi, que ganhou uma lei sob medida na telefonia e há poucos dias recebeu R$ 4,4 bilhões do BNDES, também está no time dos patrocinadores. Por isso, é risível o comentário do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, que, na pré-estreia, indagou: "Por que a oposição não arruma alguém para fazer um filme também?"&lt;br /&gt;
Ora, porque não tem a chave do cofre nem a da cadeia - e talvez porque tenha compostura. Se isso não bastasse, o principal ingrediente do filme parece ser o sentimentalismo barato daquelas produções "feitas para chorar". A história de um herói improvável que supera dificuldades e chega ao cume da glória, carregado pelo povo.&lt;br /&gt;
Na linha do indiano "Quem Quer Ser um Milionário?", o nosso poderia se chamar "Quem Quer Ser um Presidente?". Só que a arte de Lula sempre foi a de transformar adversidades, como a origem humilde e a falta de diploma, em vantagens comparativas no jogo da competição política.&lt;br /&gt;
Numa sociedade tão desigual e culpada como a brasileira, nada disso foi obstáculo ao seu sucesso - e talvez tenha até ajudado. Por tudo isso, e pelo simples fato de que teria sido mais decente esperar o fim da era Lula para rodar o filme, a produção da família Barreto não vale o ingresso nem a pipoca."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;22/11/09 - Caso Battisti - Sucedem-se as Declarações Viesadas do Governo Brasileiro:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Após o Supremo pronunciar-se favorável à extradição de Battisti, determinando que o Executivo a faça, o Ministro Tarso Genro, agindo mais como sua filha do PSOL, de forma incompatível com um Ministro de Estado, declara que "...há fascismo galopante na Itália", obviamente colocando-se contrário à decisão do Supremo e a sua execução. Genro demonstra um descontrole e uma atitude viesada e ideológica de um militante petista. Esquece que a Itália é uma democracia e que somos signatários de acordos internacionais que estabelecem a extradição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por acaso, ontem vi em um debate com William Waack e convidados sobre a entrevista de Waack com Ahmadinejad, a propósito da visita que o último fará ao Brasil. Waack e convidados esperam que Lula alerte o líder iraniano sobre a não utilização de tecnologia nuclear para fins militares e sobre as irresponsabilidades faladas por ele, que afirma que o Holocausto não aconteceu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas é esperar muito, não !!?? Com o que disse Genro sobre a Itália e Lula sobre a Venezuela (uma incontestável democracia promovida por Chávez) não podemos crer que Lula dirá nada relevante para Ahmadinejad, sua política nuclear e a negação da história. Dessa maneira equivocada o Brasil pretende firmar-se no cenário internacional....Um tremendo equívoco.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;19/11/09 - Edison Lobão: Paladino da Austeridade !&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Ouço antes de sair de casa hoje a seguinte pérola tchutchuquinha do relator do projeto que cria a Petro-Sal: respondendo às questões sobre eventual empreguismo na Petro-Sal, argumenta que o Ministro Edison Lobão irá garantir que tal não ocorra...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beleza !! Agora sim ! Lobão, figura pública com passado irretocável, acima de quaisquer suspeitas, rodeado por aquelas figuras íntegras do PMDB, partido que é o baluarte do Presidente Lula e sua Ministra Dilma Apagando Roussef, estará lá, brandindo o zelo com a coisa pública...&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;15/11/09 - Acerto de Contas com as Ditaduras Latino-Americanas:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A Argentina inicia julgamento de 19 ex-militares envolvidos em torturas e outros crimes bárbaros na ditadura de 1976-83. São crimes contra a Humanidade, sem prescrição e proteção falsificada de leis de anistia e blindagens pífias erguidas pelas ditaduras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esperamos que o mesmo se dê no Brasil, para que apaguemos essa vergonha de nossa história e eliminemos essa chaga aberta de nosso passado.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;15/11/09 - Segundo Agamenon, "O Globo" de hoje, "PAC - Programa de Apagão Coletivo".&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Agamenon, em sua coluna no "O Globo" de hoje, 15/11/09, nos brinda com mais diversões, desta vez incluindo estocadas precisas na incompetência governista quanto ao apagão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre outras brincadeiras, afirma que, a propósito do apagão, "...a ministra Dilda tirou o Roskoff da reta e mandou o ministro Lobão das Minhas Energias dar uma explicação convincente sobre a tintura de seu cabelo e a falta de luz".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os caras são demais..Mas também, o governo ajuda, não ajuda ??!!&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;13/11/09 - "Autoritarismo de Resultados Pífios", cartunista Chico, "O Globo" de hoje.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Entre uma sucessão de respostas que misturam inverdade, arrogância e confusão, o Governo Lula acaba a semana sem explicar por que houve o apagão na ultima terça, 10/11.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Somente uma coisa ficou clara: é uma sucessão de incompetências. O pior da história é a truculência stalinista demonstrada pelo Governo Lula, que não explicou nada e afirma que o assunto acabou, está encerrado, querendo apagá-lo da história, e ponto !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Campeões de truculência e arrogância, mesmo de "autoritarismo de resultados pífios", como ilustra o cartunista Chico: Edison Lobão e sua bela cabeleira lindamente tingida e Dilma, com o visual vociferante "bateu, levou". Stalin fez escola !!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O importante, no caso, é que a gestão do sistema elétrica tem problemas. Sérios. E o pior: nós pagamos a conta da incompetência....&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;10/11/09 - Da Série "Os Caras Só Podem Estar de Sacanagem !!".&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Após toda a série de crimes no Rio, que culminaram com a derrubada de helicóptero da polícia, fomos brindados com uma infinidade de declarações bizarras e estapafúrdias das chamadas ??autoridades?? do Estado Brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre elas, destaque para o Secretário de ??Segurança?? do Rio (ou seria Insegurança ??), José Mariano Beltrame. O Grande e Competente Secretário afirma que "o Rio de Janeiro não é violento......Temos índices de criminalidade em determinadas áreas do Rio de Janeiro que são europeus". Bom, só se o Secretário estiver falando do Kosovo, da Bósnia ou de Sarajevo, à época mais terrível do conflito da Ex-Iugoslávia, com genocídio em toda parte e todo tipo de violência. Ah, sim, agora entendi !! Cara inteligente e esperto esse Secretário Beltrame. Bola dentro !! Posso ficar tranquilo ! Aí está um cara que sabe o que faz e o que diz !!&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;01/11/09 - Deterioração Acentuada da Política Econômica Brasileira.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Márcio Garcia , PhD por Stanford, professor na PUC Rio, em artigo no jornal "Valor Econômico" em 23/11, mais uma vez argumenta sobre a severa deterioração das finanças públicas brasileiras, principalmente a política fiscal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De um lado uma ENORME Expansão dos gastos públicos, que em sua maioria nada tem de anti-cíclicos (pessoal, por exemplo). Do outro lado, abandono das reformas da previdência (com piora sensível das contas da previdência) e tributária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E por último o Governo Brasileiro ainda anuncia a retirada de uma série de gastos públicos da conta do superávit fiscal. Cada vez menos espaço para redução da carga tributária, maior endividamento público e menor espaço para a redução dos juros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto a irresponsabilidade passeia por Brasília, Lula viaja pelo mundo. Como é bom viver na irrealidade...Mas nós e as gerações futuras pagaremos a conta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;20/10/09 - Violência no Rio - O Mesmo Blá, Blá, Blá de Sempre...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
As cenas vistas no fim de semana, com derrubada de helicóptero pelos traficantes em um morro no Rio, demonstram algumas coisas e chamam a atenção para outras:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O problema da violência no Rio (e no Brasil) não surgiu agora;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mais uma vez assistimos às declarações das autoridades brasileiras de que farão isso e aquilo, mobilizarão a força nacional, é uma reação do tráfico à ação do Estado etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Quanta baboseira ! Quantas vezes não vimos esses fatos acontecerem e as teóricas autoridades brasileiras repetirem a mesma ladainha ?? O que faz o Estado para combater a lavagem do dinheiro do crime e o tráfico de armas que abastecem o tráfico ??&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vocês se lembram quando o governo brasileiro disse que instalaria bloqueadores de celulares em todos os presídios e interromperia aquela farra promovida pelos presos ?? O que foi feito realmente ??&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Nossa polícia, na maioria das vezes, age de uma forma canhestra, mesmo truculenta, somente reativa, com as técnicas aprendidas na ditadura. Muito pescoção e violência e pouquíssima investigação para combater efetivamente o crime;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pra concluir, no trânsito e por armas de fogo o Brasil mata por ano mais ou menos duas vezes o número de soldados norte-americanos mortos na Guerra no Vietnã. É ou não é uma guerra ??&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;18/10/09 - Recuperação de Petróleo em Campos Maduros.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Artigo do Wall Street Journal discorre sobre a busca das petroleiras por mecanismos de aumento da recuperação de petróleo de campos que já operam há muitos anos (alguns há mais de 100 anos). Seria uma maneira de escapar do risco geológico de novas descobertas, da escassez de novas oportunidades de investimento, pois o número de novas reservas de petróleo a descobrir está decrescendo rapidamente, e por fim diminuir o ritmo de decréscimo de produção dos campos de petróleo atuais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exemplifica com o campo do Rio Kern, na Califórnia, com 110 anos de história, operado pela Chevron. A Chevron, utilizando técnicas para incrementar a recuperação do petróleo, conseguiu reduzir o decréscimo da produção do campo e espera produzir até 80% do petróleo existente nesse campo. É um percentual impressionante, comparado ao conseguido hoje, algo entre 20 e 30%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eis um belo caminho a seguir: revitalização de campos de petróleo maduro !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;18/10/09 - Ainda o Pré-Sal (ou o Petróleo no Fundo do Mar, Antes de Ser Produzido, Pouquíssimo Vale).&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Artigo da professora da FGV Adriana Perez, Valor de 15/10/09, propõe que uma das vantagens do arcabouço regulatório atual, o regime de concessões, é a possibilidade de negociação com terceiros dos blocos adquiridos no leilão, em um mercado secundário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tal se daria com um rearranjo de parcerias, verificação das reais potencialidades geológicas após o leilão, entre outros fatores. Há um potencial no valor do bloco adquirido, uma verdadeira Opção Real (método financeiro de avaliação de ativos reais) embutida no mesmo, associada a este potencial de negociação após o leilão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou seja, essa opção aumentaria o valor do bloco leiloado. Mais um argumento em favor da manutenção das regras atuais, até porque nas que o governo brasileiro quer propor para o Pré-sal não haveria essa possibilidade de negociação do bloco após o leilão.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;18/10/09 - O São Francisco e o Circo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Uma imensa comitiva foi verificar as obras de transposição do São Francisco, mas na verdade com o objetivo, mais uma vez, de turbinar a candidatura da Dilma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As obras, muito atrasadas, mal sairam do papel. As despesas da visita com toda a trupe, imensas. Vale tudo para turbinar a Dilma. Só não vale a ética...&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;18/10/09 - Vale, a Ingerência Inacreditável de Lula.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A Vale, desde sua privatização, vem exibindo excepcionais resultados e despontando como uma das maiores mineradoras em todo o mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lula, apesar disso, vem montando uma operação para minar o presidente da Vale, Agnelli, em nome de simpatias e antipatias, como se aqui fosse seu quintal. Com mais um pequeno detalhe: a Vale é uma empresa privada.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;10/10/09 - ??Política?? Externa Brasileira (Há Alguma ??).&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Em artigo de José A. Guilhon Albuquerque, jornal Valor Econômico de 2/10/09, são elencados alguns fatos e decisões que tem caracterizado a complicada e estapafúrdia política externa brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos a alguns deles:&lt;br /&gt;
- Na invasão de território equatoriano por forças colombianas para eliminar membros das FARCs condena a Colômbia de forma virulente e, imediatamente, se desqualifica como mediador e líder entre as partes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- No episódio das bases dos EUA na Colômbia, antes de conhecer os fatos, parte para condená-lo agressivamente e imediatamente se desqualifica como mediador e líder na discussão da questão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- No episódio de Zelaya, bom, não é preciso tecer mais comentários. A coisa toda foi uma sucessão de equívocos da Diplomacia Brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Concluindo, fica claro que a condução brasileira parece às vezes querer competir com Chavez para caracterizar a teórica liderança brasileira. Muita miopia e incompetência na gestão da Política Externa o que, obviamente, somente desqualifica o sonho brasileiro de ser membro do Conselho de Segurança da ONU.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;10/10/09 - Fazenda e Sua Equivocada Gestão.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Leio nos jornais que o Ministério da Fazenda critica o Banco Central, pois o BC considera que a política fiscal do governo pressiona a inflação e, fatalmente, levará o BC a aumentar os juros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Banco Central está certíssimo. Notícias dão conta que a política equivocada do governo federal se traduziu em aumento de gastos de pessoal de 19,3% em 2009, entre outros aumentos de gastos. Fica claro que a irresponsabilidade fiscal e o Ministério da Fazenda andam de mãos dadas. As Finanças Públicas descem ladeira abaixo e o futuro do país é ameaçado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atestando o descontrole na gestão do Ministério da Fazenda (aliás, é difícil crer que o Mantega faça alguma gestão), o governo anuncia problemas de caixa e consequente adiamento da restituição do Imposto de Renda. Que bom e tranquilizador pra nós brasileiros que a turma lá não tenha a menor idéia do que está fazendo (nem tampouco sabe). &lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;27/09/09 - Zelaya, a Farsa. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Artigos de Francisco Weffort e Merval Pereira no "O Globo" de 25/09/09 jogam uma pá de cal definitivamente na farsa montada por Chavez, Zelaya e o governo brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Respaldado (no caso de Merval) por jurista brasileiro, Doutor pela USP, ficou claro que:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- A Constituição de Honduras proíbe mandato presidencial superior a 4 anos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aquele que tentar impor reforma deste dispositivo perderá o cargo imediatamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bom, fica claro que Zelaya, dando uma de Hugo Chavez, tentava mudar a Constituição para perpetuar-se no poder. A Constituição veda completamente qualquer tentativa a respeito. Talvez querendo precaver-se dos caudilhos que quiseram perpetuar-se nas chamadas "Repúblicas das Bananas", não faz muito tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É essa ilegalidade, portanto, que defendem Chavez e Lula. Não resta dúvida. E para levar Zelaya à Honduras montaram aquele circo, do qual, obviamente, o Brasil participou da formulação. Portanto, quem são os golpistas são aqueles que querem desrespeitar a Constituição de Honduras.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;24/09/09 - Ahmadinejad Mimoso.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Foi simpático, mesmo doce, ver Lula ontem conversando com Ahmadinejad e o convidando para que visitasse o Brasil em breve. Que coisa mais tchutchuquinha, como diria o Marcelo Tas no CQC !! Como é brilhante a política externa brasileira.....Sinto-me orgulhoso, às lágrimas....&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;23/09/09 - O Pré-Sal e a Maldição do Petróleo. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Cláudio Considera, no jornal Valor Econômico de 22/09/09, faz precisas ponderações sobre o que chama de "Pré-sal: farsa e tragédia".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Argumenta que na média de anos de escolaridade temos um ano a mais que a África subsaariana. Intolerável, mas mostra como estamos. E que o foco da discussão sobre a destinação dos recursos do pré-sal, que virão daqui a vários anos, é um total equívoco. Defende que, ao invés da discussão acalorada sobre o petróleo, deveríamos nos preocupar com a pífia qualidade de nosso ensino. Ou fazemos algo já, ou pouco adiantará o pré-sal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns dados que corroboram a argumentação dele:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Exceto a Noruega, nenhum dos grandes produtores de petróleo conseguiu traduzir essa riqueza finita em benefícios perenes para o país. Vide o caso dos países do Oriente Médio e África. É a chamada "maldição do petróleo".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Depois da Guerra da Coréia (1953), a Coréia do Sul exibia pífios indicadores de desenvolvimento. Estava arrasada e pior que o Brasil. Em duas gerações investiu macissamente em educação. Ultrapassou o Brasil em PIB percapta e exibe excepcionais indicadores de desenvolvimento. Não produz petróleo. Produz conhecimento. Fez o dever de casa. Nós ficamos na retórica. Simples assim.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;23/09/09 - Zelaya: A Confusa e Inexplicável Atitude do Brasil.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Os dois lados estão errados. Zelaya, por querer mudar uma cláusula pétrea da constituição, para tentar se perpetuar no poder, estilo Chavez. Os militares, ao derrubá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas confesso ter mais simpatias por quem o derrubou. Zelaya já demonstrou ser um oportunista. Latifundiário, bandeou-se para o chavismo, com discurso populista e vazio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E agora eis que surge o governo brasileiro, que parece ter arquitetado tudo pra volta dele, justamente para sua embaixada em Honduras. Depois de transportado em avião venezuelano. Instalou-se o caos, enquanto Zelaya usa a embaixada como palanque para discursar e incitar opositores do governo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É inacreditável !! A postura do Brasil no episódio, interferindo nos assuntos internos de Honduras e permitindo que Zelaya faça o que quiser, é um absurdo só. Bom, mas não devemos nos surpreender. Nossa política externa já deu mostras suficientes que hoje é um balaio de gato, terra de ninguém e da incoerência. E o Brasil ainda quer assento no Conselho de Segurança da ONU....&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;23/09/09 - Zelaya e Sarney: Agora Sei que o Cara Não Tem Razão.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Depois de ouvir a declaração estapafúrdia e risível de Sarney, "Zelaya representa a resistência ao autoritarismo que viola as instituições. Nossa obrigação é acolhê-lo”, tenho certeza ABSOLUTA, 200%, que o cara é um escroque e não tem razão.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;10/09/09 - A Pitbull de Saias e a Ética.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A imprensa noticia hoje que nossa brilhante defensora contumaz e vociferante de Renan Calheiros e Sarney, Ideli Salvatti, PT de Santa Catarina, fez curso no exterior, com assessor, por conta da viúva. A coisa toda custou a bagatela de R$ 70 mil. Uma bobagem. Uma mixaria. O título do curso, "Art of Business Coaching". Óbvio que o curso não trará nenhum benefício para o país. Inacreditável a prática do desperdício do dinheiro público e do escárnio com a população.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, nossa brilhante senadora, que prima por atos horrendos no Senado, nos brindou com esse inacreditável espetáculo, onde o escrúpulo passa longe. Bom, mas o escrúpulo passa longe do PT já faz MUITO tempo....&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;06/09/09 - Pré-Sal: Abreviar a Discussão é Irresponsabilidade. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Interessado em turbinar a candidatura da Dilma, Lula e sua trupe procuram atropelar a oposição e, sem discussão, aprovar a toque de caixa a mudança da modalidade da exploração do petróleo no pré-sal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O assunto exige avaliação detalhada prévia. O investimento é gigantesco e os resultados para o país poderão ser muito bons. Em tese. Abaixo alguns pontos abordados pelos especialistas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- A maior parte dos especialistas afirma que seria melhor explorar estas reservas segundo o arcabouço regulatório existente, o qual, via aumento das participações especiais, permitiria uma excelente fonte de tributos para o país. Aliás, o governo brasileiro apresentou alguma conta comparativa sobre o que propõe, partilha, e o regume de concessões ??&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Especialistas ainda afirmam que exigir que a Petrobras venha a ser a operadora de TODOS os blocos na nova regulação estaria além da capacidade da Petrobras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Argumentam que não faria sentido a criação de uma Petro-Sal, com superposição de atribuições da mesma com a Petrobras e a ANP. Lembro-me que há pouco o governo chegou a falar sobre a ANP perfurar poços no pré-sal. O que demonstra o quão confuso, mesmo irresponsável, o governo tem demonstrado ser.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- A maior parte dos especialistas pondera que o regime de concessão é onde a indústria do petróleo tem sido mais competente e trazido maiores benefícios para o país onde opera. O regime de partilha ocorre onde o país é mais dependente do petróleo, mais atrasado economicamente e não tem se beneficiado deste recurso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não podemos nos esquecer, além disso, que a arrecadação trazida até hoje (royalties e outros tributos) pelo setor de petróleo no Brasil tem representado pífios resultados para os municípios beneficiados, e que o petróleo é um recurso finito. A questão não é somente tributar, mas criar mecanismos de bem gastar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resta salientar que essa riqueza somente poderá trazer teóricos benefícios daqui a vários anos, quando esses campos começarem a produzir petróleo. Como estará a questão de queima de combustíveis fósseis e do aquecimento global até lá ? E o nível dos preços do petróleo viabilizaria a operação ? Ou seja, seria irresponsável abreviar a discussão sobre questão de tal importância para o país.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;06/09/09 - Tentativa Insana de Reedição da CPMF.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
O governo procura reeditar novo tributo nos moldes da CPMF com o discurso de verba para a saúde.&lt;br /&gt;
Em meio a um show de desperdício de dinheiro público (nosso), não cabe, é inadimissível.&lt;br /&gt;
Bastaria gastar melhor o muito que já arrecada. Bom, mas isso, obviamente, é impossível, no quadro de irresponsabilidade fiscal no qual chafurda a máquina estatal brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;06/09/09 - Todo Santo Ajuda !&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A imagem de Dilma, na imprensa na última sexta, a rezar com Crivella (Igreja Universal) e com os bispos flagrados e presos em Miami com dinheiro não declarado é patética e melancólica.&lt;br /&gt;
Vale tudo na corrida eleitoral, só não vale a ética...&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;23/08/09 - Deus É Química - Muito Barulho por Quase Nada...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Estreou há mais ou menos 2 semanas a peça "Deus É Química", primeira escrita pela Fernanda Torres, no Teatro dos 4, no Rio. Fui assistir no último sábado. Imaginava que riria a valer. Infelizmente não foi o caso. Um conjunto de situações que beiram o nada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luiz Fernando Guimarães, como sempre, bem engraçado, na peça e no improviso. Mas a coisa toda não se sustenta. Esperava MUITO mais. Ficou a frustração....Cansou. Queria que acabasse logo. Uma pena.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;23/08/09 - O PT do Lula e a Realpolitik.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
O PT acabou....Ou melhor, Lula acabou com o PT. Bom, já faz algum tempo. Mas agora é definitivo. O episódio final de enquadramento dos vacilantes senadores do PT e o comportamento de jardim da infância de Mercadante (este foi ridículo) deu um fim em tudo. Berzoini, com aquela cara de emissário stalinista, deixou bem claro que o "Grande Timoneiro" barbudo não admite desobediência. Os insatisfeitos, fora !!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No melhor estilo de Clausewitz, Bismark, Moltke e sua Realpolitik. Dá medo !! E assim caminha o PT, trôpego como um bêbado, ladeira abaixo, a reboque do PMDB de Renan e Sarney, sob a tutela de Lula e a candidatura de Dilma, eivada de mentiras que não resistem ao ataque de um protozoário enfermo....&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;20/08/09 - "O PT deu as Costas para a Sociedade, para o Povo e para as Bandeiras" - Senador Arns, PT.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
O senador Flávio Arns, PT do Paraná, anunciou sua saída do PT, dizendo-se envergonhado de estar hoje no partido. Mercadante está desorientado. Esse é o resultado da pressão do planalto sobre a bancada do PT para salvar a pele de Sarney (como já havia feito no caso de Renan).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A senadora Ideli Salvati, PT, esmerou-se em salvar Sarney. Ao mesmo tempo, de uma forma bisonha, mesmo imbecil, municiou a ex-secretária da receita, em seu depoimento que desmentiu a farsa montada por Dilma. Lula, enquanto isso, se lixa para a opinião pública, montado em sua popularidade. Tudo lamentável....Fechem os narizes ao passar perto do Congresso e do Palácio do Planalto. Vale tudo. Dane-se a ética...&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;16/08/09 - A Confusa Política Externa Brasileira.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
O jornal "O Estado de São Paulo", no dia 14/08/09, reproduziu a revista britânica "The Economist". A revista britânica, em editorial, cobrou ontem (13/03/09) uma posição mais firme do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, com relação à defesa da democracia e dos direitos humanos.&lt;br /&gt;
"O governo Lula tem demonstrado um enigmático desrespeito pela democracia e pelos direitos humanos fora das fronteiras brasileiras", disse a revista. "O chanceler Celso Amorim argumenta que condenações feitas por países ricos de abusos cometidos por países pobres são tendenciosas e ineficazes. Mas grupos de defesa dos direitos humanos se queixam que, na ONU (Organização das Nações Unidas), o Brasil tem se aliado a países como China e Cuba para proteger regimes abusivos."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bom, esses fatos corroboram nossa posição, quando observamos que o Brasil parece fechar os olhos à anexão do Tibet, às questões dos direitos humanos em Cuba e à crise instalada em Darfur, no Sudão. Agora anuncia a visita do presidente iraniano. É o caos...&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;12/08/09 - Dilma: Mais Enrolada que Papel Higiênico !&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Como apresenta com clareza Elio Gaspari no "O Globo" de hoje, Dilma tem sua trajetória no governo Lula marcada por episódios controversos e pouco explicados, os quais, com certeza, em nada contribuem para respaldar sua candidatura à presidência. Senão vejamos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Envolveu-se no episódio do vazamento de informações sobre despesas de membros do governo FHC, simultaneamente ao escândalo dos gastos, até hoje não esclarecidos, dos cartões corporativos do governo Lula, para logo depois negar qualquer envovimento. Pouco crível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Publicou que possuía mestrado e doutorado, quando não tinha nenhum dos dois.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Agora a ex-secretária da Receita, Lina Vieira, disse que Dilma, segundo sua interpretação, solicitou que fosse breve, agilizasse a fiscalização do filho do Sarney.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para uma teórica candidata, péssimas qualificações, que em muitos países civilizados já teriam jogado uma pá de cal sobre sua candidatura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, então, com a Marina se avizinhando como candidata.....&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 11/08/09 - ? Novo Papel da ANP ou uma Bazófia ?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Vários analistas do setor de petróleo, entre eles um ex-diretor da Petrobras, apontam no jornal Valor Econômico de 10/08/09 equívocos, quando não completo desconhecimento, sobre o propalado novo papel da ANP, divulgado pelo governo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para estes analistas (com os quais concordo 200%) a ANP não tem esta atribuição. Aliás, nunca teve. Além disso, não possuiria os imensos recursos nem os extremamente especializados (e muito caros) técnicos para executar a tarefa de perfurar poços no pré-sal. Há uma carência de recursos em todo o mundo, como sondas para perfuração, assim como os necessários técnicos para fazê-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como a ANP os reuniria ?? Parece mais uma bazófia do governo federal, entre tantas outras, mais uma “conversa pra boi dormir”, enquanto Dilma e outros tantos se sucedem no falatório de bobagens&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 05/08/09 - Terra do Faz de Conta, Cegueira e Omissão. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
O "O Globo" de hoje, 05/08, traz a pérola proferida por Marco Aurélio Garcia, assessor da presidência, famoso pelos gestos obscenos flagrados na TV. Garcia, recém chegado da Venezuela, defende Chávez e a liberdade de imprensa chavista. A Venezuela, para o governo Lula, é um exemplo de democracia...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto isso, artigo do Financial Times afirma que a falta de postura de liderança pelo Brasil na América Latina, mesmo omissão, faz com que Chávez, e sua postura fanfarrona e truculenta, que não tem nada de democrática, submeta a América Latina, cada vez mais, a episódios e exemplos de falta de democracia. Um futuro de atraso.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 02/08/09 - Deterioração Irresponsável das Finanças do Estado Brasileiro.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Márcio Garcia (Professor da PUC-Rio e PhD por Stanford), cujas observações já foram hospedadas aqui, discorre no jornal Valor Econômico de 31/07/09 sobre o aprofundamento (e por que não, o afundamento !) das contas do governo brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos destacar:&lt;br /&gt;
- Ministro Paulo Renato comenta que, apesar da teórica deterioração fiscal das finanças públicas, Lula é muito bem avaliado onde vai em suas infindáveis viagens a outros países;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O que o governo faz não tem nada com política anti-cíclica;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Limitou-se a promover desoneração fiscal de alguns setores e a continuar aumentando os gastos públicos, principalmente com a folha de pagamento dos funcionários (alguém viu melhora dos serviços públicos ??), e que estão aí para sempre;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, como já destacamos aqui, o estado brasileiro, de forma irresponsável, tem aumentado sobremaneira os gastos correntes, limitando cada vez mais sua capacidade de investimento e sua margem de manobra para redução dos juros. Irresponsabilidade hoje, que se traduzirá, cada vez mais, em imensos problemas para a gestão do estado brasileiro, aprisionado em sua estrutura paquidérmica, ineficiente e que drena, sofregamente, recursos vitais que deveriam ter melhor destino. Quem sobreviver, verá....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 26/07/09 - Estupra, mas não Mata !!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Quem não se lembra desta declaração irresponsável de Maluf ?? Pois é, inacreditável ! O presidente Lula, em sua crença de que tudo pode fazer ou falar, qual um monarca absoluto, de forma semelhante a Maluf reúne argumentos como esse, sem pé nem cabeça, para salvar a pele de Sarney..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procura relativizar algo que &lt;b&gt;NUNCA&lt;/b&gt; pode nem poderá ser relativizado....A honestidade e a seriedade com a coisa pública. Algo que deveria estar no DNA de nosso presidente e do senador Sarney.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O presidente Lula chega a dizer que "uma coisa é matar, outra é roubar, outra é pedir um emprego....", procurando lançar uma cortina de fumaça sobre a clara privatização do estado brasileiro efetivada por Sarney, Lobão e vários outros (a lista é imensa !!), fingindo miopia, na verdade demonstrando um equívoco dantesco em sua medíocre objetividade..Procura dar peso relativo a um crime, em sua opinião, menor...Como se fosse menor o crime de usar o estado brasileiro como coisa pessoal, feudo de direito, tanto tempo estão essas pérfidas figuras a aproveitar-se do bem público...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O presidente Lula chega mesmo, em seu delírio, a pedir que respeitem a história de Sarney...Bom, caso fôssemos minimamente examinar há quantas dezenas de anos o paupérrimo estado do Maranhão encontra-se sob a tutela de Sarneys, Lobãos e outros, exibindo pífios indicadores de desenvolvimento, verificaríamos (o que já fizemos) que nada de bom essa situação trouxe para o pobre estado. Que história deve ser respeitada, a qual se refere o presidente Lula ??&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que também assusta, e muito, é a possibilidade do presidente Lula acreditar que o Brasil representa para si o mesmo feudo no qual o Maranhão foi transformado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;13/07/09 - Fundação Sarney: O Absurdo Começa Antes !&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Enquanto se discute o desvio de recursos para a Fundação Sarney no Maranhão, cabe uma pergunta antes de tudo isso: por que a Petrobras escolheu a fundação Sarney para receber recursos oriundos de renúncia fiscal, ou seja, de seu imposto de renda a pagar ?? Ou seja, o absurdo começa muito antes de todo o imbroglio, que acaba privilegiando os escolhidos para receber recursos de renúncia fiscal. Não haveria um zilhão de outros projetos melhores para renúncia fiscal da Petrobras ?? Não tem cheiro de tráfico de influência ??&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Óbvio que para a maioria dos brasileiros há milhões de outros projetos, e não esse, que deveriam receber recursos de seu suado imposto de renda. Mais um exemplo da privatização do Estado brasileiro e sonegação de informações e fatos. Que houve má gestão de recursos, isto é óbvio ! Mas vem cá, antes de financiar uma fundação do Sarney com meu imposto de renda, perguntem a mim !&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;12/07/09 - Dogma Encenado.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Acontece no CCBB, no Rio, a peça "Festa de Família". Extremamente fiel ao filme, um dos melhores produtos do Dogma, tem ótimas atuações e boa montagem. Vale à pena !&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;07/07/09 - O Brasil Chafurda no Atraso.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
O Brasil é um país engraçado...Ao mesmo tempo tem um quê de surreal, colonizado...Um pé na modernidade, dois no atraso...Entre as coisas que mais chamam a nossa sacudida e assustada atenção, encontramos a canhestra entronização do Estado...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É aquele que tudo dá, para poucos, sem nada, desses poucos, pedir em troca...É cobrado pra fornecer tudo, suprir tudo, como um poço sem fundo, um moto contínuo, superando as leis da física (às favas com as leis da física), a lógica do gastar mais do que temos....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão aqui é outra....O Estado, que sufoca e suga cada gota daqueles que trabalham, é (em realidade, sempre foi) privatizado...Sim, ele atende a poucos, mas espolia a maioria...Enquanto essa pobre massa não vê nem recebe de volta aquilo que cabe aos contribuintes, o Estado, nababescamente sustentado por nossos impostos, apadrinha uma elite, que de elite nada tem, só representando o atraso e o chumbo que nos prende ao fundo do poço. Que nos faz exibir desempenhos vergonhosamente pífios em desenvolvimento humano, desigualdade e injustiça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É esse atraso que sustenta Sarneys, Renans, Lobãos, Lulas, Cabrals, Mensalões, Collors, entre tantos símbolos do atraso...E esses canhestros símbolos retroalimentam o círculo vicioso do atraso, que se perpetua, drenando nossas possibilidades, em nome da supervalorização do Estado privatizado. Das castas privilegiadas, das “igrejinhas”, da impunidade, do bolsa família semeando votos..&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 03/07/2009 - Lula, Sarney e Kadafi.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A atitude de Lula e do PT na tentativa de salvar a pele de Sarney (como já havia feito há pouco com Calheiros) é sórdida e desprezível. A conversa sobre assegurar a governabilidade é de um cinismo e um primarismo abissais. Conversa pra boi dormir. Não tem nada com isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lula e o PT querem e precisam garantir a presença do PMDB como fiel escudeiro nas eleições presidenciais ano que vem (2010). Simples assim. Lula e o PT, hoje, são reféns de suas desprezíveis e abomináveis alianças. Este é o ponto. Impossível não imaginar que Lula não tenha se inspirado no canhestro ditador da Líbia, Kadafi, em sua recente visita. Pois é....É com toda esta vilania que temos que conviver....&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 28/06/09 - O Que Eles Tem em Comum ??&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Lula, Rafael Correa (presidente do Equador), Ahmadinejad, o casal Kirchner, Hugo Chavez, Sarney, entre outros, gostam de culpar a imprensa por todos seus problemas, afirmando que ela tem sido responsável por uma campanha de ataques ininterruptos às suas administrações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infelizmente, esses senhores tem demonstrado, em sua arrogância, que não convivem muito bem com democracia e com críticas. Sabemos que críticas são importantes e que fazem parte do jogo democrático. Eles tem procurado espalhar uma "cortina de fumaça" sobre seus problemas, procurando escondê-los, afirmando que são apenas fruto de uma imprensa irresponsável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muita atenção a esses produtos do populismo e inimigos da democracia.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 21/06/09 - Patético !&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
O discurso do Sarney esta semana dizendo estar indignado com a crise do Senado e que não tem nada com ela foi patético. O cara tem tudo com os problemas, entre nomeados para cargos importantes e que muito contribuíram para a série de contratações superfaturadas de empresas, e aqueles nomeados para a gorda folha do Senado, mas que nem aparecem por lá.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 19/06/09 - Lula: Muita Bobagem, Muita Verborragia. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
- Em visita ao Cazaquistão, defende Sarney no episódio da crise do Senado, afirma que ele tem "história suficiente" para não ser tratado como "uma pessoa comum". Logo o Sarney, que é 500% responsável por TODOS os problemas que afetam e maculam a imagem do Senado hoje!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Apoiou e parabenizou Ahmadinejad pela vitória, antes da posição definitiva dos clérigos iranianos, que concordam até sobre a recontagem dos votos, face às manifestações populares contra Ahmadinejad.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Declarou que a Venezuela de Chavez é um exemplo de democracia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Declarou reconhecer que o Tibet é parte integrante da China.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Surreal, bizarro, inacreditável....&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 14/06/09 - Não Surpreende.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Vem cá, não dá pra ficar surpreso com os atos secretos (centenas) do Congresso, divulgados há pouco, nomeando esse e aquele, sempre apadrinhados, por baixo dos panos.&lt;br /&gt;
Dá pra imaginar algo diferente num meio em que transitam há anos (alguns há dezenas) Sarney, Renan Calheiros, Collor, Michel Temer, aquele deputado gaúcho que diz "se lixar pra opinião pública", entre tantos ??&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 31/05/09 - O Deputado que se Lixa pro Eleitor, o Disque-Sexo e o CQC.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Reproduzimos matéria de jornalistas da Folha Online, Gabriela Guerreiro e Márcio Falcão, em Brasília, a propósito do famoso deputado federal que se lixa para a opinião pública e que bem demonstra como estamos de Congresso Nacional:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;"O deputado Sérgio Moraes (PTB-RS), conhecido por ter dito que "se lixa"para a opinião pública, pediu nesta semana ao presidente da Câmara, MichelTemer (PMBD-SP), para limitar o acesso dos integrantes do programa humorístico CQC na Casa Legislativa. Depois de ser abordado por um dos integrantes do programa nas dependências da Câmara, Moraes pediu em plenário que Temer "tome providências" em relação ao programa.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;"Está na Casa um tal de CQC, um grupo que faz jornalismo barato, com perguntas ofensivas e debochadas, tentando desmoralizar os deputados e a Casa. O bom jornalismo não se faz dessa maneira, mas com perguntas inteligentes e respeitosas. Senhor presidente [Temer], solicito a VossaExcelência que tome providências, para que a Casa seja respeitada", disseMoraes.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;O deputado disse que ninguém pode obrigá-lo a conceder entrevistas. "Assim como eu, acredito que muitos outros parlamentares desejam que se tomem providências em relação a esse grupo mal educado, desaforado e debochado que se encontra na Casa", afirmou.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Temer, por sua vez, disse em resposta a Moraes que "tomaria providências"sobre o episódio --mas não adiantou se pretende limitar o acesso do grupo àCâmara. Moraes ficou irritado depois que Danilo Gentili, um dos integrantesdo CQC, teria lhe pedido informações sobre a denúncia de que usou telefonepúblico instalado na residência de seu falecido pai, no Rio Grande do Sul,para fazer ligações a um disque-sexo.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;O Ministério Público Federal identificou chamadas do aparelho realizadas para serviços de disque-sexo e destinos fora do Brasil. Parecer do Ministério Público encaminhado ao STF (Supremo Tribunal Federal) afirma que o deputado teria feito mau uso do aparelho no período em que foi prefeito de Santa Cruz do Sul (RS), em 1997. A entrevista com o deputado vai ao ar na segunda-feira, durante a exibição do programa." Folha Online.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 17/05/09 - Perigo Nuclear no Paquistão.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A imprensa reporta que a situação no Paquistão está totalmente caótica, com o Talibã e outros fanáticos dominando parcela expressiva do país. Há efetivo risco de tomarem o poder. Em um país detentor de arsenal nuclear, gigantesco perigo. Mais um subproduto da equivocada política externa dos EUA, que convive com, tolera e é aliada de regimes de força, impopulares, possuidores de arsenais nucleares. O fato: são regimes sem base ou apoio popular, cuja estabilidade é extremamente frágil. Esta visão míope e de curtíssimo prazo dos EUA, mais uma vez, mostra ser um "tiro no pé".&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;sso&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 17/05/09 - Muito Barulho por Nada;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
"O Globo" de 15/05/09 noticia que 84 obras (68%) de 123 analisadas pela Controladoria Geral da União não foram iniciadas, ou seja, não sairam do papel. Muito blá, blá, blá, pra nada...Muito palanque e jogo de cena pra alavancar a candidatura da Dilma, mas a gestão dos empreendimentos do PAC, que é bom, pífia. O país do faz de conta.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 05/05/09 - Há Vida Inteligente na TV Aberta !&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Por recomendação de amiga, tenho visto o CQC, programa da TV Bandeirantes, às segundas, após as 22:00 hrs, quando resisto. Os caras são um escracho, com muitos neurônios funcionando. Inteligência na TV aberta, o que é, hoje, raríssimo ! Nas duas últimas oportunidades eles se superaram em comentários ferinos e debochados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos a dois deles:&lt;br /&gt;
- Em uma premiação de melhores quadros em TV, Ana Maria Braga aparece imitando a Madona, fazendo ginástica com uma malhinha ridícula. Um jornalista do CQC, vendo a cena bizarra, com a cara aterrorizada, diz "ter medo dos pesadelos que terá com a cena assustadora".&lt;br /&gt;
- Em reportagem que noticia evento com 24 horas de música em São Paulo, Wando é entrevistado. Ao ser perguntado pelas calcinhas que recebe das fãs, diz possuir uma calcinha da Hebe Camargo. Um réporter retruca imediatamente: "A datação da calcinha por carbono 14 comprovou ser da Hebe".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parabéns aos caras ! Ainda há inteligência debochada na TV !&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 26/04/09 - Indignação.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Impossível não ser solidário à indignação demonstrada por Cora Rónai em artigo de "O Globo" do último 23/04, "Bando de Traíras Irresponsáveis". Cora desanca o congresso brasileiro, enfurecida (com 1.000% de razão) com o descaso e a total irresponsabilidade demonstrada no uso das discutíveis verbas para passagens aéreas pelos senadores e deputados federais. Até Gabeira, que inegavelmente gozava da simpatia de inúmeros brasileiros pela postura, até antes do episódio das passagens, ética, confessou que enviou parente ao Havaí às custas do contribuinte, em viagem que nada tinha com a atividade do congresso. Merecem todos o nosso repúdio e a resposta que resta ao eleitor: não reelejam esse bando, que demonstrou sobremaneira que não tem a estatura de um protozoário para representar nenhum de nós brasileiros.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 20/04/09 - Ensaio sobre a Cegueira 2 - A Revolta.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Os fatos que tem sido apresentados sobre a farra com dinheiro público (nosso) e a irresponsabilidade total de deputados federais e senadores na gestão da coisa pública assombram. Vamos elencar apenas uns poucos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Senador "Mão Santa" (que de santo, pelo jeito, nada tem) declara, candidamente, que distribui sua "cota de passagens aéreas" entre correligionários, amigos e quem precisa no Piauí.&lt;br /&gt;
- Tasso Jareissati declara que sua prática de utilizar a verba da tal "cota de passagens" para fretar jatinhos para sua utilização parlamentar (??será??) nada tem de irregular, e é "normalíssima" entre os senadores.&lt;br /&gt;
- O ex-presidente do senado, "inocentemente", brindou a viúva do senador Jeferson Peres com a cota de passagens aéreas desse em dinheiro. A pobre coitada está passando necessidade, pois a pensão ainda não saiu (esse INSS é muito perverso !!).&lt;br /&gt;
- Tião Viana, depois que o assunto vazou pela imprensa, reembolsará o senado das despesas feitas por sua filha com celular do senado no exterior. Foi uma lapso, coitado !&lt;br /&gt;
- Vaza a notícia que o senado possui quase 200 diretores. O que essa turma faz por lá ?? Gasta muito, com certeza e pouquíssimo, ou nada faz..&lt;br /&gt;
- É publicada a notícia que o senado gastou quase R$ 300 mil com desfibriladores, muitas vezes mais que o número de tais equipamentos recomendado pela Organização Mundial de Saúde. Coitados, os senadores estão sendo pressionados, tendo a vida pública devassada, provocando sobressaltos em seus pobres corações.&lt;br /&gt;
- Luciana Genro, a brigadora deputada federal do Psol, declarou, com toda a arrogância que lhe é peculiar, que usou passagens de sua cota (sua cota ?? vem cá, quem paga essa zorra somos nós !!) para viagens do brilhante atropelador da justiça e da democracia (resquícios da ditadura) Protógenes. O nome do cara já é um fato !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lista é imensa...Vergonhosamente grande ! Caso fosse relacionar tudo, superaria os Manuscritos do Mar Morto !!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse país, realmente, é curioso !! Possui imensos problemas, falta recursos, com uma das maiores concentrações de renda do planeta, e com o congresso, considerando o gasto por parlamentar, mais caro do mundo !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É, também, um país dividido...De uma lado, uma imensa maioria desassistida de tudo, de todos os direitos e dos serviços que são obrigação do Estado, mas que esse mesmo Estado não supre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De outro, um país daqueles que desperdiçam os parcos recursos do Estado, que tudo podem, que só possuem direitos, enquanto não possuem nenhum dever. Estão acima das cobranças do contribuinte. Acima da Lei, e Ponto !!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um país que legalizou para essa "casta" uma série de procedimentos e atitudes ilegais, pois eles estão acima da lei. Eles pressionam por melhores salários, fazem greves sem ônus, não cumprem a lei, mas está tudo bem !! Pertencem à "casta" dos privilegiados pelo Estado Brasileiro !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para eles, tudo pode, tudo é permitido, que a "viúva", o Estado Brasileiro tolera, permite e abona.&lt;br /&gt;
Do lado de cá, a dureza de uma justiça que se pauta pelo corporativismo, uma polícia inoperante, uma saúde pública trôpega, uma educação pública pífia, enfim, um Estado com voracidade de leviatã para arrecadar, enquanto nos devolve menos que nada em serviços....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa "casta", alheia a todas essas injustiças, pratica um verdadeiro "Ensaio sobre a Cegueira". Está 200% alheia à opinião pública. Aliás, não dá a menor para a opinião pública.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cabe a nós, que tudo enxergamos muito bem, democraticamente mudar essa situação horrenda...&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 05/04/09 - Finanças Públicas Ladeira Abaixo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Artigo no jornal Valor Econômico, de 02/04/09, aponta algumas questões importantes e preocupantes sobre as Finanças Públicas no Brasil. A crise atual tem feito a arrecadação do governo recuar fortemente. Enquanto que o gasto para a manutenção da máquina pública, que não tem nada de anti-cíclico, não para de crescer. O Governo Central teve o primeiro déficit primário desde janeiro de 1997.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Simultaneamente, a capacidade do estado brasileiro de realizar investimentos e outros gastos anti-cíclicos é muito pequena, devido a esse aumento de gastos. Há uma deterioração das Finanças Públicas preocupante, fruto de alguns pontos. O Brasil, ao contrário de outros países do Terceiro Mundo, apresentou crescimento econômico muito pequeno durante o crescimento econômico mundial. Os investimentos foram pífios, enquanto as despesas com pessoal e com a máquina pública não pararam de crescer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resultado, que, aliás, é bem cartesiano, apesar da bazófia do governo sobre a questão, traduz-se em crescimento próximo, ou menor que zero.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;02/04/09 - Não Tem Preço !&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Ontem, após aula na PUC-Rio (estou fazendo um curso de Extensão, dica de uma amiga), chego em casa e que bela surpresa ! Vamos à sequência: Curso na PUC = R$ X, Estacionamento na PUC = R$ Y, Comer algo na PUC = R$ Z, descobrir, depois disso, que a Argentina, técnico Maradona, foi goleada de seis pela Bolívia = NÃO TEM PREÇO !!!!!!&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;01/04/09 - O Normal É Ser Pilantra.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A Câmara dos Deputados adota a seguinte pérola: deputado não pode gastar a verba indenizatória na própria empresa. A coisa alcança o inacreditável. Os caras recebem R$ 15 mil por mês a título de "Verba Indenizatória". Gastam a valer, com o que quiserem. E apresentam as notas fiscais mais absurdas para comprovar as despesas. E agora, tendo em vista a pressão da opinião pública, adotam esse procedimento, em tom moralizador. Bom, trocando em miúdos, é o mesmo que: "deputado não pode roubar". Não precisava que o regimento da Câmara dos Deputados lembrasse o óbvio. Mas como vivemos na terra do absurdo...&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;25/03/09 - Da Série "Os Caras Só Podem Estar de Sacanagem".&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Anteontem o Rio viveu uma guerra total. O caos da violência. Tráfico armado até os dentes, lutando para tomar postos de outros traficantes. Houve repercussão dessa vez, pois tudo acontecia na Zona Sul Carioca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse problema acontece todos os dias no Rio, em locais menos badalados, e com menor apelo, mas onde mora a maioria da população. Não é um problema isolado. Não é um problema só do Rio. O Brasil mata por ano pelo crime e no trânsito das cidades e estradas, mais que a Guerra do Vietnã matou em soldados norte-americanos (+- 58 mil soldados). Bom, a intervenção norte-americana na Guerra do Vietnã durou do início dos anos 1960 até 1975. É escandalosamente inacreditável ! Enquanto isso assistimos a tudo impassíveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Complemento com nota na imprensa ontem, 24/03, que sublinha o surrealismo e a irresponsabilidade da história: "Ontem, no Rio, a tentativa de traficantes tomarem uma favela em Copacabana levou pânico para cinco bairros da zona sul carioca, com tiroteio, bala perdida, van metralhada, operários mantidos como reféns, cinco mortos e 12 presos. Ontem, em Denver, nos EUA, o governador Sérgio Cabral e o prefeito Eduardo Paes vendiam a candidatura do Rio à sede dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016. Mas, obviamente, uma coisa não tem nada a ver com a outra.Publicado por Luiz Antonio Ryff - 24/03/09 5:12 PM".&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;19/03/09 - Gastança Tresloucadamente Irresponsável.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A revelação do número absurdo de diretores no Senado - quase 200 - é mais um episódio na farra de desperdício do dinheiro público no Brasil. O pior é que os senadores perguntados afirmam desconhecer totalmente o fato ! Difícil acreditar...Sarney declara indignação (dá vontade de rir, logo o Sarney) e vai contratar a FGV para arrumar a casa. Há diretor para ajudar os senadores no embarque aéreo, diretor para administrar os imóveis usados pelos senadores, entre outros asponis. Sarney titubeia entre reduzir o número de diretores à metade (o que ainda é um escândalo), e manter o número como está. Escárnio com o contribuinte. Escândalo total. Óbvio que não é um caso isolado. Há infindáveis desperdícios pelo Estado Brasileiro. Falta vontade de fiscalizar. Falta punição. Falta seriedade. Falta honestidade. Sobra esperteza. Mais uma razão para o Congresso Brasileiro ser o mais caro do mundo, considerando o número de políticos.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;19/03/09 - Papa na Idade das Trevas.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
O Papa, em visita a África, declarou - posição da Igreja Católica - que o uso de preservativo não previne a contaminação pela AIDS. O continente africano é assolado pelo virus da AIDS, que ceifa a vida de milhões e arrasa populações já atingidas pela miséria e a fome. É o continente mais atingido pela AIDS e devastado pela doença. A Igreja Católica, em uma atitude irresponsável, caduca, mesmo criminosa, demonstra viver na irrealidade, dissociada da razão, na Idade das Trevas.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;19/03/09 - Faz Sentido.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Merval Pereira apresentou no jornal "O Globo", após a eleição de Collor no Senado, quando ficou evidenciado quem manda agora no Governo - o PMDB - idéia interessante. Lula teria percebido que para seu projeto político, o PMDB, e não o PT, é mais importante. O PMDB demonstrou que sua máquina atropela o que for preciso, mas atinge seus objetivos. E para seu futuro político, Lula entendeu que o PMDB é e será muito mais importante que o PT. Até porque Lula permanece olimpicamente no topo das pesquisas, descolado das avaliações do PT. Ou seja, Lula é uma coisa, o PT, outra. Faz sentido....&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;16/03/09 - Bomba Relógio.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Tenho lido com prazer e, ao mesmo tempo, extrema preocupação, artigos publicados no jornal Valor Econômico pelo economista Fábio Giambiagi, onde ele procura apresentar fatos inquestionáveis sobre a Previdência Pública Brasileira. Giambiagi estuda o problema desde os anos 1990. Ele tem demonstrado que as contas caminham para um explosivo e insolvente futuro, se nada for feito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns fatos contribuiram para isso. A Constituição de 1988 aumentou o ônus da despesa com a Previdência de funcionários públicos. Há um sem número de funções públicas que faz juz a pensões após contribuições pífias, quando são feitas. Essas e outras distorções (como aposentadorias pelo teto de salário) demonstram que o valor dos benefícios que são pagos e os já comprometidos, ou seja, que deverão ser pagos, não são compatíveis com as contribuições. No serviço público o rombo é gigantesco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há a questão emocional, claro. Deixar de pagar os benefícios ??!! Reduzi-los ??!! Alguns falam nos famosos "direitos adquiridos", não importando se são corretos ou não. Mas há uma questão cartesiana, mais simples: se nada for feito, a conta não fechará nunca, tornando-se cada vez pior, quando não implodindo o sistema e causando o não pagamento dos benefícios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a dimimuição do índice de natalidade e o envelhecimento gradativo de parcela cada vez maior da população, a população ativa não terá como contribuir para financiar as aposentadorias. A conta não fechará. E o Estado Brasileiro, que já não possui, cada vez possuirá menor capacidade para fazer os necessários investimentos e suprir a população com saúde, educação, segurança etc.&lt;br /&gt;
Esse problema não é exclusividade brasileira. O mundo inteiro o vive atualmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Torçamos por mudanças e lutemos para que a necessária Reforma da Previdência aconteça, quanto mais cedo, melhor, sob pena de não conseguirmos desarmar essa bomba relógio.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;08/03/09 - Justiça Lenta e Corporativista.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Juíza da 11a vara federal de Belo Horizonte, investigada pela Polícia Federal, com fortíssimos indícios de favorecimento a lobista em troca de presentes e outros mimos, tem a investigação arquivada por Desembargador. Ao mesmo tempo, esse arquivamento permitiu que a mesma fosse promovida a desembargadora. A promoção foi aprovada por 19 votos a ZERO ! Isso mesmo ! Apesar do fato de estar sendo investigada, 19 pares da Juíza não tiveram o menor escrúpulo de absolvê-la a priori. Eis mais um inacreditável exemplo de corporativismo perpetrado pela justiça brasileira, por pessoas, em tese, que deveriam demonstrar isenção nos julgamentos. Mais uma prova de impunidade, dessa vez do topo da justiça brasileira. Para os amigos, o melhor, tudo ! Para o RESTO, a mão dura e severa da lei !&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;06/03/09 - Igreja Católica Dissociada da Realidade. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
O episódio envolvendo o aborto por uma criança de 9 anos em Pernambuco revela alguns pontos interessantes. A gravidez foi provocada por estupros sucessivos praticados pelo padastro da criança desde que a mesma tinha 6 anos de idade. O prosseguimento da gravidez representava um trauma brutal de natureza psicológica para uma criança cuja infância já havia sido violentada, com cicratizes para toda a vida. Além disso, havia o imenso risco de morte para a criança submetida a uma situação para a qual seu corpo nunca foi preparado naquela idade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse momento se apresentou a Arquidiocese de Recife e Olinda combatendo o aborto e advogando o nascimento da criança fruto do estupro, mesmo que isso significasse a morte da criança de 9 anos. Não há nenhuma dúvida sobre a melhor decisão: preservar a vida dessa pobre menina de 9 anos e realizar o aborto. Felizmente isso já foi feito. A Igreja Católica, enquanto isso, demonstrou seu afastamento total da realidade, numa atitude sem pé nem cabeça, mesmo irresponsável. Pena que a Igreja Católica não seja tão ágil e firme quanto ao combate e punição de padres pedófilos ou na expulsão do padre britânico que negou o holocausto !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;05/03/09 - "Uma casa que tolera tudo é uma casa de tolerância", Cristovam Buarque.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Ontem assistimos a um embate dos mais desprezíveis no Senado Brasileiro.&lt;br /&gt;
Como desdobramento do apoio do PTB à eleição do escorregadio Sarney, o PMDB apoiou a candidatura de Fernando Collor à presidência da comissão de infra-estrutura do senado, assegurando sua eleição. Resultado: a candidata do PT, a senadora Ideli Salvati, perdeu a eleição e temos de volta Collor, agora em um cargo vital para o governo, tendo em vista as obras do PAC.&lt;br /&gt;
O articulador da eleição de Collor foi ninguém menos que Renan Calheiros. Bom, não custa lembrar que há algum tempo o próprio PT, Lula, a senadora Salvati com seus discursos irritantes, entre outros, fizeram de tudo para salvar a pele do Calheiros, evitando sua cassação. E conseguiram !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é que agora ele está de volta atropelando o PT ? O PMDB, da base governista, surrou o PT na Câmara de Deputados e no Senado. Fez aquilo que sabe fazer melhor: as maquinações mais ardilosas para assegurar vantagens para si, e que se dane o resto.&lt;br /&gt;
Eis o sustentáculo do governo Lula no Congresso e no Poder !&lt;br /&gt;
Impossível não concordar com o senador Cristóvam Buarque e suas sábias palavras sobre o Senado Brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;01/03/09 - Boquinha (Título Roubado). &lt;/b&gt;A imprensa noticia que o ex-deputado federal Robson Tuma (filho de Romeu Tuma), que não se elegeu nas últimas eleições nas quais participou, foi presenteado candidamente pelo PT com a diretoria de planejamento corporativo da Liquigás, do grupo Petrobras. Qual a qualificação de Robson Tuma para essa diretoria ? Tenho certeza que nenhuma. Essa nomeação, infelizmente, é prática comum no PT, que sempre premia com nomeações aqueles petistas ou aliados derrotados em eleições. O PT foi um partido que representava a ética. Hoje representa um simulacro pífio de si mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;01/03/09 - Bastaria Somar 1 + 1.&lt;/b&gt; Entre as declarações do senador Jarbas Vasconcelos sobre a corrupção, o fisiologismo e o oportunismo sempre presentes no PMDB, que é uma sombra alquebrada do antigo MDB, há uma certeza. Bastava uma simples, bem simples, avaliação sobr a evolução patrimonial de vários membros desse mesmo PMDB, do final dos anos de 1990 até hoje, para chegar a uma simples conclusão: a evolução é TOTALMENTE incompatível com os rendimentso desses mesmos políticos. Óbvio que os caras devem ter transferido bens para nomes de terceiros, e até para o exterior, mas bastaria uma investigação mais detalhada para evidenciar os absurdos e que a maneira pela qual esses políticos acumularam esse patrimônio denota a ilegalidade. Esse PMDB é o sustentáculo do PT no congresso. Dá pra imaginar o que se deve estar negociando para assegurar esse apoio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;26/02/09 - Brasileiros Provam que Darwin Estava Certo ! &lt;/b&gt;Estudo de pesquisadores brasileiros demonstra que o cérebro humano, com comprovação científica através da estatística (regressão), é compatível com o cérebro de um primata. Demonstra, portanto, que a Teoria da Evolução de Darwin está correta. Não temos nada comparável a um cérebro superdotado de um ser superior, mas simplesmente um cérebro de um primata. Somos mais um elo da evolução das espécies ! Demole, além disso, outros dogmas sobre o cérebro humano. Os pesquisadores foram liderados pela neurocientista Suzana Herculano-Houzel, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Destaco os principais pontos:&lt;br /&gt;
- O cérebro humano não é maior que o esperado, quando comparado com o de outros primatas, a excessão de gorilas, orangotangos e chipanzés, que possuem o corpo exageradamente grande em relação ao cérebro;&lt;br /&gt;
- Não temos 100 bilhões de neurônios (conta mágica, sem comprovação científica), mas sim cerca de 86 bilhões, compatível com um cérebro de 1,5 kg de um primata;&lt;br /&gt;
- Não temos 10 vezes mais células não neuronais no cérebro, mas sim o mesmo número de células neuronais e não neuronais.&lt;br /&gt;
Parabéns a esses brilhantes brasileiros !&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;20/02/09 - Irresponsabilidade Inigualável. &lt;/b&gt;Em meio às discussões sobre a irresponsável, aloprada e dantesca atitude do governo de bancar a vinda de, segundo os últimos dados, 14.000 pessoas entre prefeitos, esposas, assessores e todo o tipo de asponis a Brasília, cujo valor supera em muito o já declarado oficialmente até agora (entre R$ 2 e R$ 3 milhões), para alavancar a candidatura de Dilma Roussef, o IBGE divulga que o crescimento do desemprego, de dezembro de 2008 a janeiro de 2009, superou 20%, na maior alta desde a criação dessa pesquisa em 2002. Em números absolutos, nas seis regiões do Brasil pesquisadas, as mais importantes, representa 1,89 milhão de desempregados. É duro ouvir as sandices ditas pelo governo Lula até agora sobre uma crise que ele afirmava que não atingiria o país, ao mesmo tempo que assistimos atônitos ao desperdício sem par promovido pelo governo Lula. Infelizmente ele não está só nessa prática. O Congresso Nacional também acumula gastos imensos, desnecessários e irresponsáveis.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;19/02/09 - IPEA Descaracterizado. &lt;/b&gt;Ontem assisti a uma cena bizarra. Um diretor do IPEA defendia que a melhor maneira para combater a crise seria aumentar o salário mínimo, o seguro desemprego e o bolsa família. Seguro desemprego, vá lá...Mas salário mínimo e bolsa família ?? Sabemos que o bolsa família é um paliativo, o qual o governo Lula procura perenizar como instrumento para manter cativo um fiel eleitorado. O aumento do salário mínimo provavelmente traria como consequência mais demissões. Não é por aí que se combaterá a crise, mas sim com mais investimentos. Ao mesmo tempo, o governo Lula deveria promover a redução dos gastos de manutenção da máquina do estado, as chamadas despesas correntes. Não é o que está fazendo ! Enquanto isso, Lula traz a Brasília milhares de prefeitos, gasta quase R$ 2 milhões, para fazer campanha para o PT e a ministra candidata Dilma. Show de desperdício ! Bons tempos aqueles quando o IPEA era um orgulho para todos os brasileiros, pois representava independência, competência, seriedade e compromisso com a excelência. Agora, pelo que vemos, é mais um braço do governo Lula. Mais que isso, infelizmente. Migrou da excelência para a mediocridade....&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;15/02/09 - Estado Gastador, com Desempenho Pífio. &lt;/b&gt;Fábio Giambiagi, em artigo no jornal Valor de 09/02/09, apresenta números inquestionáveis que demonstram que o Estado Brasileiro tem aumentado os gastos correntes, somente para sustentar a máquina, a uma velocidade superior ao crescimento do PIB. Esse fato não é exclusividade do governo Lula, mas atingiu proporções assombrosas no atual governo. Enquanto isso, esse mesmo Estado devolve à sociedade serviços pífios, de qualidade horrenda, quando devolve alguma coisa. Há excessões, mas são ínfimas. Giambiagi cita Eduardo Gianetti, que comenta "o Estado Brasileiro é um Leviatã anêmico". Mas sabemos que, cada vez mais, o Estado custa mais caro. Mais, por menos...Enquanto isso, Lula não cansa de afirmar que a solução é mais estado ! Para nos prestar esse serviço que nos presta hoje ?? Só me cabe apelar, mais uma vez, a Barbara Tuchman: "o repúdio da razão é a primeira característica da insensatez". Realmente, insensatez demais e razão de menos.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 05/02/09 - Investimentos Fantasiosos. &lt;/b&gt;Miriam Leitão comenta no Bom Dia Brasil de hoje as declarações sem pé nem cabeça de Lula sobre os investimentos que serão feitos pelo governo. Lula disse que serão investidos R$ 650 bilhões nos próximos anos. Confesso que é impossível acreditar. Mesmo colocando os investimentos da Petrobras e de todas as esferas de governo - federal, estadual e municipal - a iniciativa privada não comparecerá nesse cenário para complementar esses números como Lula assegura. Miriam acrescenta que nos últimos dois anos o governo colocou no orçamento investimentos do PAC de R$ 35 bilhões, dos quais investiu realmente R$ 18 bilhões. Mais campanha para alavancar a candidatura da Dilma Rousseff. Mais um pouco da Novilíngua apropriada pelo PT do escritor George Orwell, "1984".&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 25/01/09 - Voo às Cegas (título emprestado). &lt;/b&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Míriam&lt;/span&gt; Leitão, em artigo no "O Globo" de 23/01/09, "Voo às Cegas", desfila uma série de decisões do governo Lula para reagir à crise, a qual o mesmo fazia questão de minimizar, as quais se caracterizam por serem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;reações&lt;/span&gt; desorientadas e tardias, culminando com o Tesouro Brasileiro repassando ao &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;BNDES&lt;/span&gt; R$ 100 &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;bilhões&lt;/span&gt;, que deverão ser &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;injetados&lt;/span&gt; na economia imediatamente. Há 02 principais problemas nessa decisão, segundo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;Míriam&lt;/span&gt; Leitão: o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;BNDES&lt;/span&gt; liberará a maior parte dos recursos para grandes empresas, como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Petrobras&lt;/span&gt; (R$ 20 &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;bilhões&lt;/span&gt;) e Vale, as quais já possuem acesso privilegiado e inequívoco a fontes de financiamento no mundo, enquanto as pequenas e médias empresas, as maiores empregadoras no Brasil, não verão a cor desse dinheiro, e esse recurso será repassado às empresas com custo subsidiado, ou seja, mais barato que o custo de captação do Tesouro Brasileiro para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;obtê&lt;/span&gt;-lo. Alguém pagará a conta: nós brasileiros, hoje, e as gerações futuras. E quem se beneficiará ? Empresas como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;Petrobras&lt;/span&gt; e Vale, que podem emitir títulos de dívida a um custo menor que o próprio governo brasileiro. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Míriam&lt;/span&gt; Leitão conclui: "O Brasil foi atingido por uma crise que veio de fora. Pode, agora, aprofundá-la com medidas insensatas com o pretexto de evitar a crise". &lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 18/01/09 - Elogio a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Chavez&lt;/span&gt; ?? &lt;/b&gt;Lula, em mais uma demonstração de ingenuidade e desconhecimento sobre a história e simpatias que atropelam as regras democráticas, tece inúmeros elogios a Hugo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Chavez&lt;/span&gt;. Comenta sobre os avanços ??democráticos?? na Venezuela e elogia o plebiscito que poderá dar a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;Chavez&lt;/span&gt; a chance de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;permacer&lt;/span&gt; indefinidamente no poder. Lula finge esquecer, ou desconhece totalmente (não sei o que é pior) que a democracia fundamenta-se na alternância de poder. Quando comparamos com a situação brasileira, ficamos assustados ! Será que o PT imagina praticar semelhantes manobras para se perpetuar no poder, atropelando as práticas democráticas ?&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 18/01/09 - Incoerência &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;Lulista&lt;/span&gt;. &lt;/b&gt;O Governo Lula anuncia a decisão de dar asilo ao terrorista italiano &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;Cesare&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;Battisti&lt;/span&gt;. A Itália condenou a decisão e ressaltou que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;Battisti&lt;/span&gt; é um terrorista que cometeu vários assassinatos. Enquanto isso, o governo brasileiro, de forma sumária, mandou de volta a Cuba &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;pugilistas&lt;/span&gt; cubanos que, durante os Jogos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;Panamericanos&lt;/span&gt; no Rio, pediram asilo ao Brasil. Decisões &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;tendenciosas&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;estapafúrdias&lt;/span&gt; que, motivadas por simpatias políticas, enviam péssimos sinais ao mundo.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 10/01/09 - Massacre em Gaza. &lt;/b&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;Atônito&lt;/span&gt; assisto&lt;b&gt; &lt;/b&gt;à absurda situação representada pela invasão &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;israelense&lt;/span&gt; de Gaza. A relação entre Israel e os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;palestinos&lt;/span&gt; tem sido marcada pela violência, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;reações&lt;/span&gt; exageradas gerando mais violência e assimetria. Na criação do Estado de Israel em 1948, organizações terroristas judias praticaram atrocidades para intimidar e expulsar centenas de milhares de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;palestinos&lt;/span&gt; do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;recém&lt;/span&gt; criado Estado de Israel. Ver livro "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;Ethnic&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;Cleansing&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;of&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;Palestine&lt;/span&gt;", do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;israelense&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;Ilan&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;Pappe&lt;/span&gt;. A região viveu inúmeras guerras - da independência de Israel, de 1956, dos Seis Dias (1967) e de 1973. Enquanto se fortalecia o radicalismo palestino, que evoluiu para o terrorismo, radicalizava-se a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;reação&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;israelense&lt;/span&gt;. Morte de atletas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;israelenses&lt;/span&gt; nas Olimpíadas de Munique (1972), &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;reação&lt;/span&gt; do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;Mossad&lt;/span&gt; promovendo assassinatos, invasão do Líbano por Israel em 1982, quando ocorrem, com a conivência do exército &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;israelense&lt;/span&gt;, massacre de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;palestinos&lt;/span&gt; nos acampamentos de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;Sabra&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;Chatila&lt;/span&gt;. Em 2006 Israel volta a invadir o Líbano, procurando combater o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;Hizbollah&lt;/span&gt;. Resultado: Israel somente consegue que o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;Hizbollah&lt;/span&gt; saia do conflito mais forte. Na maioria das vezes Israel reage com truculência e numa escala muito maior do que os ataques &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_49"&gt;palestinos&lt;/span&gt;. Um atentado e um ataque de foguetes é respondido por um esquadrão de caças &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50"&gt;israelenses&lt;/span&gt; que pulveriza instalações &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_51"&gt;palestinas&lt;/span&gt; e, obviamente, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_52"&gt;destroi&lt;/span&gt; casas e mata diversos civis &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53"&gt;palestinos&lt;/span&gt;. A invasão que agora ocorre da Faixa de Gaza é mais uma mostra. Israel fechou as fronteiras da Faixa de Gaza. E, reagindo a ataques de foguetes ao sul de Israel, promove imenso bombardeio e invade a Faixa de Gaza. Resultado: centenas de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_54"&gt;palestinos&lt;/span&gt; mortos e milhares de feridos. Cabe ressaltar que a decisão de realizar a operação agora possui dois principais motivos: as eleições &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_55"&gt;israelenses&lt;/span&gt; se aproximam e o partido no poder precisa demonstrar sua força na &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_56"&gt;reação&lt;/span&gt; aos ataques do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_57"&gt;Hamas&lt;/span&gt;; Obama ainda não tomou posse como novo presidente dos EUA, existindo um quase vácuo de poder ao final do melancólico governo Bush. A situação em Gaza é terrível. A jornalista do Valor, Maria Inês &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_58"&gt;Nassif&lt;/span&gt;, chama a região de "Gueto de Gaza". O jornalista britânico Daniel &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_59"&gt;Barenboim&lt;/span&gt;, judeu, do jornal "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_60"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_61"&gt;Guardian&lt;/span&gt;", declarou que "a violência &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_62"&gt;palestina&lt;/span&gt; atormenta os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_63"&gt;israelenses&lt;/span&gt; e não contribui para a causa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_64"&gt;palestina&lt;/span&gt;. A retaliação militar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_65"&gt;israelense&lt;/span&gt; é desumana, imoral e não garante a segurança de Israel. Os destinos dos dois povos estão &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_66"&gt;inextricavelmente&lt;/span&gt; ligados e os obriga a viver lado a lado. Eles terão que decidir se querem que isso se torne uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_67"&gt;benção&lt;/span&gt; ou uma maldição". Como diz um autor &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_68"&gt;israelense&lt;/span&gt;, judeus e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_69"&gt;palestinos&lt;/span&gt; são um casal divorciado que deve morar no mesmo apartamento. Dormem em quartos separados, mas devem conviver &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_70"&gt;civilizadamente&lt;/span&gt;. Ou, como cantou por lá, há mais de 40 anos, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_71"&gt;Marlene&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_72"&gt;Dietrich&lt;/span&gt;, "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_73"&gt;When&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_74"&gt;will&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_75"&gt;they&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_76"&gt;ever&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_77"&gt;learn&lt;/span&gt;?". O mundo não pode tolerar que essa situação perdure.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 10/01/09 - Decisões Equivocadas. &lt;/b&gt;Márcio Garcia, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_78"&gt;PhD&lt;/span&gt; por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_79"&gt;Stanford&lt;/span&gt; e professor da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_80"&gt;PUC&lt;/span&gt;-Rio, em entrevista ao jornal Valor publicada a 09/01/09, não concorda com a maior parte das afirmações do governo brasileiro sobre como combater a crise. Discorda quanto à capacidade do Brasil de usar a política fiscal, e afirma que perdemos oportunidades de aumento do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_81"&gt;superávit&lt;/span&gt; durante o período de 2003 a 2007. O governo fala em aumentar os gastos correntes e anuncia mais contratações de funcionários públicos. Garcia reafirma (concordo 200%) que o momento exige o inverso, ou seja, diminuição dos gastos correntes. Quem pagará a conta seremos nós e as gerações futuras, e o país cada vez mais perde a capacidade de necessários e fundamentais investimentos e gastos de qualidade.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 10/01/09 - ?? &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_82"&gt;Autosuficiência&lt;/span&gt; em Petróleo ?? &lt;/b&gt;Mais uma vez demonstrado (já falado por aqui) a balela da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_83"&gt;autosuficiência&lt;/span&gt; em petróleo anunciada com pompa por Lula. A imprensa revela que em 2008 a conta petróleo fechou com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_84"&gt;déficit&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_85"&gt;US&lt;/span&gt;$ 13,4 &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_86"&gt;bilhões&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 28/12/08 - Sapatada. &lt;/b&gt;Notícia nos jornais na última semana afirmam que um fabricante de sapatos na Turquia garantiu que o modelo de sapato arremessado contra Bush teria saído de sua fábrica. Após sua afirmação, as encomendas do modelo atingiram 300 mil pares, 4 vezes as vendas anuais do modelo. A maioria das encomendas vem dos EUA, Reino Unido e países vizinhos ao Iraque. QUERO ESSE MODELO DE NATAL, PAPAI &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_87"&gt;NOEL&lt;/span&gt; !!!!!!!!!!&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 28/12/08 - Gasto Irresponsável. &lt;/b&gt;Vemos, ao apagar de 2008, a discussão absurda sobre aumento do número de vereadores, mais 7.343. Como apresentado por analistas com propriedade - vide artigo de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_88"&gt;Merval&lt;/span&gt; Pereira, "Politicagem", de 24/12/08 - a maioria dos municípios brasileiros não gera receitas suficientes para sustentar suas câmaras municipais. Nem tampouco as outras atribuições que cabem aos municípios, como educação, saúde, segurança, saneamento básico, entre outras. Mas nada importa aos políticos que defendem esse aumento. Aumenta-se o número de vereadores, e o Estado Brasileiro (nós mesmos) paga a conta. Ou seja, a maioria dos municípios brasileiros nem deveria existir ! Deveriam pertencer a outros municípios que possuem essas mínimas condições para tanto. Enquanto isso, o Estado Brasileiro continua com sua voracidade &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_89"&gt;arrecadatória&lt;/span&gt; por um lado, ao mesmo tempo que permanece um péssimo gastador dessas receitas tributárias do outro.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 18/12/08 - Conturbadas Relações. &lt;/b&gt;Lula sempre tem procurado ressaltar a relação preferencial que o Brasil deve manter com seus vizinhos na América Latina. Resultados colhidos até agora: péssimos ! Enquanto Lula, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_90"&gt;equivocadamente&lt;/span&gt;, procura assumir uma postura de liderança na América Latina, Bolívia, Venezuela, Paraguai e Equador têm enviado sinais inequívocos de desrespeito a contratos e tratado o Brasil com inegável desdém. Primeiro foi a Bolívia, que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_91"&gt;encampou&lt;/span&gt; investimentos de empresas no país, entre eles os da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_92"&gt;Petrobras&lt;/span&gt;. No Paraguai, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_93"&gt;Lupo&lt;/span&gt;, eleito há pouco, fala em rever a dívida contraída com a construção da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_94"&gt;hidrelétrica&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_95"&gt;Itaipu&lt;/span&gt;. Segundo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_96"&gt;Lupo&lt;/span&gt;, a dívida não possui legitimidade. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_97"&gt;Correa&lt;/span&gt;, presidente do Equador, anuncia com pompa que irá congelar o pagamento de dívidas assumidas pelo governo equatoriano, segundo ele ilegítimas e ilegais. Em meio a tudo isso, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_98"&gt;Chavez&lt;/span&gt; continua a fazer suas declarações vazias entre fanfarronices. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_99"&gt;Chavez&lt;/span&gt;, que agora se vê com as declinantes receitas oriundas do petróleo, tendo em vista a queda dos preços, e o impacto tremendo desse fato sobre a combalida economia venezuelana. De um lado, comportamentos oriundos de países com democracias e sociedades civis titubeantes e pouco consistentes, com presidentes populistas. De outro, o Brasil, com Lula sem saber o que fazer sobre seus vizinhos e um Ministério das Relações Exteriores equivocado, descoordenado e inoperante.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 02/12/08 - A Farsa do Pré-sal. &lt;/b&gt;Permito-me reproduzir o brilhante artigo de J.R. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_100"&gt;Guzzo&lt;/span&gt;, "Depois do sal" - Aí vai ! "&lt;i&gt;O pré-sal teve os seus quinze minutos de fama;já estamos de volta ao pós-sal, onde a vida é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_101"&gt;maissimples&lt;/span&gt; e as realidades contam mais que os desejos"Uma das vantagens da queda no preço do petróleo é que foi parando, pouco apouco, a conversa do pré-sal. Com o barril na casa dos 50 dólares, e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_102"&gt;semdar&lt;/span&gt; sinais de que volte logo aos 150, onde estava até outro dia, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_103"&gt;ficoudifícil&lt;/span&gt; encontrar muita gente interessada em debater o que será feito comesse petróleo enterrado a 7 000 metros de profundidade, no fundo do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_104"&gt;OceanoAtlântico&lt;/span&gt;. Quem estaria realmente disposto a brigar, hoje, por algo que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_105"&gt;sópode&lt;/span&gt; existir na prática, como mercadoria, num futuro que de repente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_106"&gt;setornou&lt;/span&gt; muito mais remoto e incerto? Já não seria simples nem rápido, com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_107"&gt;opreço&lt;/span&gt; do barril na faixa dos 150 dólares, trazer à tona a riqueza toda &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_108"&gt;queestá&lt;/span&gt; ali, diante da charada técnica para chegar a ela e da montanha &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_109"&gt;dedinheiro&lt;/span&gt; indispensável para pagar a conta da operação. Hoje, com o preço &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_110"&gt;dopetróleo&lt;/span&gt; reduzido a um terço, o prazo para transformar num produto real &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_111"&gt;oque&lt;/span&gt; por enquanto só aparece nas telas de computador dos geólogos fica &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_112"&gt;aindamais&lt;/span&gt; distante – o valor do óleo obtido não vai compensar as somas a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_113"&gt;sergastas&lt;/span&gt; com a exploração dos novos campos. É preciso, simplesmente, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_114"&gt;esperarmais&lt;/span&gt; um tempo. Quanto mais? Ninguém sabe dizer. O petróleo continua &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_115"&gt;ondeestava&lt;/span&gt;, claro, mas quem está no governo ou pretende chegar lá no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_116"&gt;curtoprazo&lt;/span&gt; já viu que não vai tirar proveito disso – não o proveito &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_117"&gt;queimaginava&lt;/span&gt;, nem no momento que queria. Resultado: a conversa perdeu a graça.O pré-sal teve os seus quinze minutos de fama; já estamos de volta &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_118"&gt;aopós&lt;/span&gt;-sal, onde a vida é mais simples e as realidades contam mais que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_119"&gt;osdesejos&lt;/span&gt;. A &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_120"&gt;Petrobras&lt;/span&gt;, discretamente, anunciou há pouco que a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_121"&gt;faseexploratória&lt;/span&gt; do pré-sal na Bacia de Santos está encerrada; vai &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_122"&gt;seconcentrar&lt;/span&gt;, agora, em extrair petróleo de poços onde o retorno é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_123"&gt;maisrápido&lt;/span&gt; e garantido. Fica encerrada, também, a fase do palavrório. Até &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_124"&gt;algumtempo&lt;/span&gt; atrás, muito pouca gente fora da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_125"&gt;Petrobras&lt;/span&gt;, ou até dentro dela, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_126"&gt;tinhaouvido&lt;/span&gt; falar em "pré-sal"; de uma hora para outra, todo mundo passou a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_127"&gt;daraulas&lt;/span&gt; sobre o assunto, sobretudo quando se tratava de definir quem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_128"&gt;ficariacom&lt;/span&gt; as glórias da descoberta e os dividendos da sua exploração. O &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_129"&gt;Brasiliria&lt;/span&gt; entrar na &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_130"&gt;Opep&lt;/span&gt;. Os "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_131"&gt;projetos&lt;/span&gt; sociais" do governo passariam a ter &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_132"&gt;todosos&lt;/span&gt; recursos de que precisam. As empresas internacionais que trabalham &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_133"&gt;naárea&lt;/span&gt; teriam de aceitar novas condições de contrato. A &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_134"&gt;Petrobras&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_135"&gt;mesmosendo&lt;/span&gt; estatal, não deveria ficar com essa nova mina de ouro; tem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_136"&gt;muitossócios&lt;/span&gt; privados e, pior que isso, estrangeiros. Só uma "estatal pura",dizia-se, seria aceitável. Estados e prefeituras já calculavam as cotas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_137"&gt;queiriam&lt;/span&gt; exigir sobre o petróleo a ser extraído. A ministra &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_138"&gt;Dilma&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_139"&gt;Rousseff&lt;/span&gt;,que já era "mãe do PAC", foi promovida pelo presidente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_140"&gt;Luiz&lt;/span&gt; Inácio Lula &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_141"&gt;daSilva&lt;/span&gt; a "madrinha do pré-sal". O próprio Lula, a certa altura da festa,chegou a dizer que era "um iluminado".O presidente pode ser um homem iluminado, mas isso não faz o petróleo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_142"&gt;sairdo&lt;/span&gt; lugar onde está, nem altera o preço do barril. É em cima de realidades,geológicas, de mercado e de investimento, que esse jogo vai ser jogado.Enquanto ele não se define, fica parada, felizmente, a discussão sobre &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_143"&gt;quemiria&lt;/span&gt; receber os benefícios do pré-sal – ela não prometia nada de bom. O &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_144"&gt;quemais&lt;/span&gt; se ouviu foi a indignação do governo com o fato de que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_145"&gt;acionistasprivados&lt;/span&gt; da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_146"&gt;Petrobras&lt;/span&gt; iriam receber parte dos resultados. A empresa não &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_147"&gt;deuuma&lt;/span&gt; única &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_148"&gt;ação&lt;/span&gt; a eles, mesmo porque a lei não prevê que faça doações;vendeu, e encaixou o dinheiro recebido. Que culpa teriam, agora, se &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_149"&gt;osativos&lt;/span&gt; da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_150"&gt;Petrobras&lt;/span&gt; aumentam? Os cidadãos brasileiros ouvem dizer há &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_151"&gt;maisde&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_152"&gt;cinqüenta&lt;/span&gt; anos que a companhia pertence ao povo. Os que, além de ouvir,botaram a mão no bolso e compraram &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_153"&gt;ações&lt;/span&gt; fizeram isso porque foi o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_154"&gt;únicojeito&lt;/span&gt; de ganharem alguma coisa, realmente, com um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_155"&gt;patrimônio&lt;/span&gt; que é seu; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_156"&gt;secontassem&lt;/span&gt; com o governo para receber a parte a que fariam jus, na &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_157"&gt;condiçãode&lt;/span&gt; donos da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_158"&gt;Petrobras&lt;/span&gt;, estariam esperando até hoje.O governo tem nome, endereço e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_159"&gt;CPF&lt;/span&gt; de todos os brasileiros – nos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_160"&gt;registrosdo&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_161"&gt;INSS&lt;/span&gt;, do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_162"&gt;FGTS&lt;/span&gt;, da Justiça Eleitoral e por aí afora. Sabe perfeitamente,portanto, quem são, e se nunca deu a ninguém um tostão dos lucros &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_163"&gt;daPetrobras&lt;/span&gt; é porque não quis. Acha que o dinheiro tem de ir todo para o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_164"&gt;seucaixa&lt;/span&gt;, de onde, então, é distribuído para o povo na forma de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_165"&gt;serviçospúblicos&lt;/span&gt; cuja qualidade é tão conhecida. O presidente, no auge da euforia,disse que não era "possível" que os ganhos do petróleo ficassem "sempre &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_166"&gt;comos&lt;/span&gt; mesmos". É &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_167"&gt;exatamente&lt;/span&gt; onde continuariam, pela visão do seu governo, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_168"&gt;setivesse&lt;/span&gt; havido algum ganho com o pré-sal." &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 30/11/08 - Visão Equivocada. &lt;/b&gt;Márcio Garcia, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_169"&gt;PhD&lt;/span&gt; por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_170"&gt;Stanford&lt;/span&gt;, mais uma vez vem com clareza inequívoca destacar em artigo no Valor &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_171"&gt;Econômico&lt;/span&gt; (21/11/08) a visão confusa, espalhafatosa e equivocada do Governo Brasileiro face à crise. Esse mesmo governo propõe aumento dos gastos fiscais, que nada tem com política &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_172"&gt;anticíclica&lt;/span&gt;. Garcia lembra que gastos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_173"&gt;anticíclicos&lt;/span&gt; representam, basicamente, investimentos em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_174"&gt;projetos&lt;/span&gt; de curta duração. Mas não é isso que vem falando o governo Lula. O governo Lula aponta (e já está praticando) para aumento de gastos correntes, com tremendas repercussões nos orçamentos futuros. Garcia ressalta que o governo comete 02 erros &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_175"&gt;superpostos&lt;/span&gt;: o governo não possui mais espaço para aumento dos gastos correntes e o incremento dos gastos com previdência e pessoal nada tem de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_176"&gt;anticíclicos&lt;/span&gt;. Garcia conclui que muito melhor seria focar em investimentos, contenção de gastos correntes e abertura de espaço para o relaxamento da política monetária.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 16/11/08 - Irresponsabilidade Fiscal. &lt;/b&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_177"&gt;Claudia&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_178"&gt;Safatle&lt;/span&gt;, em sua coluna no jornal Valor &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_179"&gt;Econômico&lt;/span&gt; de 14/11/08, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_180"&gt;elenca&lt;/span&gt; inúmeras iniciativas irresponsáveis do governo brasileiro, vindas do Executivo, Legislativo e Judiciário, com respeito a aumento de despesas. Essas iniciativas promovem desde pagamento &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_181"&gt;retroativo&lt;/span&gt; a juízes e desembargadores, referentes a auxílio moradia, mesmo quando esses trabalham nas cidades em que vivem, passando por incorporação de benefícios aos servidores comissionados, até aumento dos gastos com benefícios da previdência social. Uma farra, que aumentará de forma explosiva, caso se &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_182"&gt;efetive&lt;/span&gt;, os gastos do Estado. Em contrapartida, não conseguimos enxergar uma única medida que aponte na &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_183"&gt;direção&lt;/span&gt; da austeridade do Estado Brasileiro, quando o mundo aponta para um cenário recessivo. É como se bastasse girar a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_184"&gt;maquininha&lt;/span&gt; que produz dinheiro para fabricar mais um pouco do mesmo, pagando essas novas despesas. Um universo de irresponsabilidade. As gerações futuras pagarão a conta.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 16/11/08 - &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_185"&gt;Cesar&lt;/span&gt; Maia. &lt;/b&gt;A prefeitura do Rio é um exemplo de descaso, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_186"&gt;inoperância&lt;/span&gt; e caos. Ao apagar das &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_187"&gt;luses&lt;/span&gt; de seu governo, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_188"&gt;Cesar&lt;/span&gt; Maia contratou nova empresa para explorar os estacionamentos nas ruas da cidade. Porém, os antigos guardadores, da empresa que anteriormente explorava o estacionamento nesses locais, se recusam a abandonar seus locais de trabalho, e continuam a cobrar daqueles que estacionam. Em alguns instantes, o motorista se vê sendo cobrado por 02 guardadores, os antigos, agora cobrando ilegalmente, e os novos, da nova empresa. E a prefeitura diz nada poder fazer, que não é problema dela, mas sim da nova empresa contratada para explorar o serviço. E no meio dessa confusão, o motorista, contribuinte, sem saber como proceder. Caos absoluto, como aliás &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_189"&gt;Cesar&lt;/span&gt; Maia tem demonstrado desde o início de seu governo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 05/11/08 - Obama. &lt;/b&gt;Excepcional assistir à 1a eleição de um presidente negro dos EUA. Um resgate após tantas injustiças e absurdos que marcaram a história daquele país, desde a escravidão até ao preconceito patrocinado pelo estado. Sinto-me orgulhoso, ainda mais fazendo aniversário nesta mesma data. Parabéns e boa sorte, Obama !!&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 02/11/08 - Petróleo. &lt;/b&gt;Artigos de Carola &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_190"&gt;Hoyos&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_191"&gt;Javier&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_192"&gt;Blas&lt;/span&gt; (Financial &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_193"&gt;Times&lt;/span&gt;/Londres) e Russel &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_194"&gt;Gold&lt;/span&gt; (&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_195"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_196"&gt;Wall&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_197"&gt;Street&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_198"&gt;Journal&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_199"&gt;Americas&lt;/span&gt;/Rio) apresentam interessantes questões sobre as reservas de petróleo. Segundo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_200"&gt;Hoyos&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_201"&gt;Blas&lt;/span&gt;, as novas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_202"&gt;projeções&lt;/span&gt; da Agência Internacional de Energia (&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_203"&gt;IEA&lt;/span&gt;) apontam para uma produção de petróleo dos campos existentes menor do que as previsões anteriores indicavam. O que, somado à crise financeira &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_204"&gt;atual&lt;/span&gt;, representa problemas para o equilíbrio entre oferta e demanda de petróleo. A produção dos novos campos de petróleo a se incorporar à declinante produção dos campos existentes precisará de recursos financeiros mais escassos e mais caros, para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_205"&gt;projetos&lt;/span&gt; menos rentáveis com os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_206"&gt;atuais&lt;/span&gt; níveis de preços do barril de petróleo. Resultado: os novos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_207"&gt;projetos&lt;/span&gt; serão implementados em mais tempo do que o previsto originalmente. A velocidade para colocar os novos campos em produção será maior. A oferta terá maiores desafios a vencer. Exemplificando esse novo cenário, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_208"&gt;Gold&lt;/span&gt; comenta que o campo de Frade, na Bacia de Campos, operado pela &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_209"&gt;Chevron&lt;/span&gt;, exigirá mais investimentos para a obtenção de menores resultados. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_210"&gt;Gold&lt;/span&gt; acrescenta que a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_211"&gt;Chevron&lt;/span&gt;, com os níveis &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_212"&gt;atuais&lt;/span&gt; de preços do barril e baixo grau API do petróleo a produzir em Frade (muito viscoso, de menor valor comercial) possui mesmo dúvidas sobre a viabilidade comercial de Frade. Porém, hoje no mundo quase não há oportunidades de investimento em grandes campos de petróleo para as grandes &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_213"&gt;petroleiras&lt;/span&gt; privadas como a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_214"&gt;Chevron&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_215"&gt;ExxonMobil&lt;/span&gt;, BP, Shell etc.. A maior parte desses campos gigantes se encontra em países inacessíveis a essas mesmas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_216"&gt;petroleiras&lt;/span&gt;. Somado a essa complicada equação, o inexorável aquecimento global e suas demandas sobre o consumo de combustível fóssil.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;22/10/08 - Paulo Coelho. &lt;/b&gt;Crônica de Arnaldo Bloch no "O Globo" do último sábado, 18/10/08, traz as seguintes pérolas: Paulo Coelho, em entrevista em Frankfurt, declara-se o maior intelectual do Brasil. Comenta que não escreve sobre o Brasil porque Jorge Amado já o fez (e excepcionalmente bem !!). Machado de Assis, Graciliano Ramos, Guimarães Rosa, esses simplórios escritores, não merecem nenhum comentário...Precisamos de muita paciência para aturar tamanha bossalidade medíocre.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 11/09/08 - Eleições Presidenciais nos EUA. &lt;/b&gt;Os EUA são um curioso país. Ao mesmo tempo que nos deram exemplos excelentes de democracia, como a liderança na luta contra o nazi-fascismo na II Guerra, trazem em sua história momentos retrógrados. Há uma clara divisão em algumas regiões do país relacionada às diferentes etnias. Somente nos anos 60 o movimento pelos direitos civis começou a mudar a discriminação brutal existente em vários estados contra os afro-americanos. Houve a caça às bruxas, movimento liderado após a II Guerra pelo senador McArthy, que, em nome de um combate ao comunismo, perseguiu impiedosamente várias pessoas, impedindo-as até mesmo de trabalhar. Kissinger articulou a derrubada de Allende no Chile em 1973, e após isso os EUA apoiaram um regime de força, que promoveu a eliminação de seus adversários da forma mais brutal. E agora surge a candidata a vice na chapa republicana de John McCain, Sarah Palin. Robustecendo o lado mais conservador dos republicanos, legítima representante dos WASPs (White, Anglo Saxon, Protestant), Palin prega que a justiça divina justifica a invasão do Iraque, é a favor do porte de armas por todos, e pretende introduzir o ensino "científico" do criacionismo nas escolas, o qual não possui nenhum fundamento científico, frente à teoria da evolução. A situação merece preocupação. Até porque, ortodoxias dessa natureza, em todo o mundo, trazem imensos riscos, além de intolerância contra tudo e todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 03/09/08 - Pré-sal.&lt;/b&gt; Assunto do momento, sobre o qual, após ler vários especialistas, cabem algumas conclusões. Parece-me fundamental que a avaliação deve ser conduzida por questões técnicas e objetivas, visando o melhor para o país. Infelizmente, o que vemos até agora é uma miríade de especulações sobre como gastar o dinheiro oriundo da extração do petróleo. O marco regulatório existente hoje se mostra capaz de reunir as condições para que os imensos e necessários investimentos sejam feitos, sem a necessidade de criação de uma nova empresa. Cabe ressaltar que muito se deverá fazer para saber sobre quanto se poderá produzir, qual a qualidade do hidrocarboneto (e seu correspondente valor), o desenvolvimento da tecnologia para obtê-lo, entre tantos outros fatores. A volatilidade dos preços do petróleo, inclusive, não permite assegurar que a produção do mesmo será viável. Como analistas apontam, além disso, haverá um longo período no qual os imensos investimentos previstos pressionarão sobremaneira a demanda e a inflação. Precisamos buscar, portanto, o controle (cada vez mais difícil) do crescimento dos gastos do governo, além de criar mecanismos para que o país, efetivamente, se beneficie de forma perene dessa riqueza, ou seja, hoje e para as gerações futuras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 17/08/08 - Incoerências dos EUA&lt;/b&gt;. Merval Pereira, O Globo de 08/08/08, comenta sobre algumas das incoerências do governo Bush (entre muitas). O presidente norte-americano condena as violações dos direitos humanos na China, tendo em vista o início das Olimpíadas. São inúmeras as violações, sendo a invasão e a repressão brutal do Tibet uma das maiores (não esqueçamos que o governo Lula reconheceu o domínio do Tibet pelos chineses). Porém, as críticas de Bush estão envoltas em diversas incoerências relacionadas a desrespeito aos direitos humanos pelos EUA. Vejamos: os EUA mantem em sua base em Guantânamo centenas de prisioneiros sem acusação formal, nem tampouco julgamento, à margem da lei e além do alcance da justiça norte-americana. Os EUA, inclusive, desenvolveram um arcabouço pouco defensável de argumentações pífias para justificar a tortura de prisioneiros em Guantânamo, Iraque, Afeganistão, Paquistão, entre outros locais. Chegam a dizer que se os atos para a obtenção de informações não matam, não seriam tortura. Inacreditável e intolerável ! São práticas como essa que se efetivaram na prisão de Abu Ghabri, Iraque. E apesar disso, o presidente Bush posiciona-se como defensor dos direitos humanos. Cômico, se não fosse trágico !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 16/08/08 - Tortura e Militares.&lt;/b&gt; Artigo no Valor Econômico de 14/08/08 opina sobre a não resolvida questão do esclarecimento da tortura e do desaparecimento de adversários do regime militar durante a ditadura brasileira, instalada em 1964. A jornalista Maria Inês Nassif pondera, com extrema correção, que a sociedade brasileira exige conhecer integralmente sua história, seu passado e o que houve. Não se trata de punir os torturadores, mas abrir arquivos e revelar o que realmente aconteceu. Não são os militares, sempre refratários e arrogantes quanto ao assunto, nem tampouco Lula e o Ministro da Defesa, também arrogantes e contraditórios, que decidem sobre o que nós brasileiros temos o direito e o dever de saber. Nós brasileiros exigimos conhecer integralmente nosso passado, detalhadamente, como foi a repressão do estado, o regime militar, a tortura, mortes e desaparecimentos. Não admitimos que meia dúzia de arrogantes decidam sobre o que devemos e podemos saber. E ponto !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 01/08/08 - Equívocos do Governo&lt;/b&gt;. Artigo no Valor Econômico de 01/08, por Márcio Garcia, professor da Puc-Rio, discute o vazio e o erro das argumentações do governo ao defender os empréstimos pelo BNDES pela TJLP, cujas taxas são inferiores à taxa Selic. Muito claro e objetivo, demonstra não haver sentido que nós, que pagamos o estado brasileiro, tenhamos que pagar esse custo. Mantega e Luciano Coutinho (Presidente do BNDES) deram explicações evasivas e pouco coerentes. Ou seja, por que nós devemos continuar pagando esse subsídio a várias empresas ?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;25/07/08 - Falência do Estado.&lt;/b&gt; Notícias informam que o tráfico de drogas, e até o MST, estão permitindo que somente os candidatos de seu interesse façam campanha eleitoral em algumas regiões do Rio. E mais: estão orientando os moradores dessas regiões a votarem nos candidatos que eles determinam ! Inacreditável, inaceitável, absurdo, horrendo. Mais uma captulação do estado brasileiro, que dá, cada vez mais, mostras de incompetência, inoperância e ausência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;30/06/08 - Terra de Ninguém. &lt;/b&gt;A morte de 03 rapazes pelas mãos do exército brasileiro, entregando-os a traficantes de drogas, expõe alguns pontos da incompetência do Estado brasileiro. Primeiro, o Estado servindo a interesses privados, alavancando a candidatura Crivela. Infelizmente não é um caso isolado. Em segundo lugar, o problema dos bolsões de pobreza, mais especificamente as favelas. O Estado, há anos, abriu mão de suas funções nas mesmas, deixando-as à própria sorte. Resultado: o crime se apossou das mesmas. Mas o crime representa parcela ínfima das favelas. A maioria é constituída por pessoas honestas, mas que vivem sob o jugo perverso do tráfico de drogas. E não me venham dizer que o crime, lá, é organizado. O Estado, sim, é que apresenta-se totalmente desorganizado. A solução: a retomada, pelo Estado, desses bolsões. Nada de incursões isoladas da polícia. Esteja presente e forneça os serviços que os moradores tanto precisam, inclusive a segurança. Enquanto tal não for feito, veremos a cidade entre um Estado cambaleante e trôpego, crime e milícias (criminosas, também). Além de assistir ao loteamento do Estado e a infiltração do mesmo pelo crime.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;13/06/08 - Estado Perdulário.&lt;/b&gt; Todos os índices de inflação no Brasil apontam para um aumento substancial da mesma. Os governos Federal, Estaduais e Municipais aparecem com imensos aumentos de gastos, acima do crescimento do PIB. Conclusão óbvia: o Estado Brasileiro é um dos vilões do aumento da inflação. Armínio Fraga, ex presidente do Banco Central, sugeriu ontem (12/06/08) a fixação de metas inferiores ao aumento do PIB como limites para o gasto público. Ou seja, PIB cresce 4%, gasto limitado a 2% de aumento. Sábia sugestão. E para completar todo esse quadro de descontrole público, o Estado Brasileiro demonstra que possui uma péssima qualidade de gastos para a Saúde, como evidenciado pelo Banco Mundial há pouco. Ou seja, o fundamental é investir na eficiência da gestão do gasto público. A discussão sobre a criação de mais um imposto sobre as movimentações financeiras, está demonstrado, é despropositada e irresponsável. Não se trata de criar mais impostos. O Governo Brasileiro deve tornar-se mais ágil e priorizar a eficácia. Está mais que evidenciado que o problema não é gastar mais, mas sim gastar melhor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 01/06/08 - Petróleo Acabando ?&lt;/b&gt; Interessante artigo no Financial Times (Carola Hoyos) coloca pontos importantes sobre as reservas e o mercado de petróleo no mundo. Há várias teorias que advogam que estamos atingindo o limite da capacidade de produção de petróleo. As mais otimistas apontam para esse limite sendo atingido em 2030. O mundo dependeria de alguns poucos gigantescos campos de petróleo, que já atingiram sua maturidade e encontram-se em declínio. Como exemplo, Cantarell, no México, que em seu auge produziu mais de 2 milhões de barris de petróleo por dia, e agora vê sua produção decair inexoravelmente. A Rússia, segundo produtor mundial, apresenta pequeno declínio. Mesmo a Arábia Saudita tem sido incapaz de aumentar sua produção, além de percentuais tímidos. Na outra ponta, China e Índia se incorporam, cada vez mais decisivamente, a uma legião de vorazes consumidores que demandam por petróleo. Somado a esse cenário conturbado, previsões de analistas apontam para preços de barris de petróleo atingindo US$ 200 em 2 anos. Não há substituto, a médio prazo, em volume significativo para o petróleo, o que se traduz em imensas pressões sobre a economia mundial. Além de todas essas questões, digamos, preocupantes, o aquecimento global, cuja maior contribuição, provavelmente, vem da queima de combustíveis fósseis. Enfim, uma extremamente complexa equação que deve ser enfrentada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 25/05/08 - Arrogância.&lt;/b&gt; A tentativa do governo Lula de reeditar a CPMF é absurda. Mais uma vez o governo dá mostras de sua irresponsabilidade fiscal. Nenhum esforço é feito no sentido de conter e reduzir os gastos. Há, somente, uma sanha arrecadatória. E nenhuma demonstração de preocupação com a qualidade do gasto público.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 11/05/08 - Bobagem Irresponsável.&lt;/b&gt; Artigo de Márcio Garcia, PhD, professor da PUC Rio, no Valor Econômico de 09/05/08, discute a proposição do governo brasileiro para a criação de um fundo soberano. Conclui sobre sua irracionalidade, apesar das justificativas do governo de frear a apreciação cambial e financiar empresas brasileiras que atuam no exterior. A irracionalidade fundamenta-se, segundo Marcio Garcia, em 03 pilares: o governo fala em criar fundo de US$ 20 bilhões, mas que frente às reservas de US$ 200 bilhões, pouca diferença faria sobre a taxa de câmbio; financiar empresas brasileiras no exterior, para que, se essas empresas já possuem livre acesso aos mercados de capitais internacionais ??; buscar menores custos tributários e administrativos, sendo que o causador dos custos tributários e administrativos no Brasil é o próprio governo, que ainda deve manter as taxas de juros elevadas para financiar um estado gastador e desperdiçador. Portanto, mais um conjunto de sandices do governo brasileiro. Impossível não concordar 200% com Márcio Garcia !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 11/05/08 - Farsa Ministerial.&lt;/b&gt; O depoimento da Ministra Dilma Roussef, apesar de ajudado pela intervenção incompetente do senador Agripino Maia, permanece incongruente por alguns pontos inquestionáveis. A Ministra foi incapaz de explicar corretamente a quantas anda e os porquês do não avanço das obras do PAC. Muitos empreendimentos relacionados, poucos efetivamente implementados, muitos da Petrobras, que já os havia divulgado em seus planejamentos quinquenais há muito. Ou seja, a Ministra demonstra gestão incompetente. Muito marketing político, poucos fatos concretos. Com respeito ao vazamento da compilação dos gastos do governo FHC pela Casa Civil, a Ministra já está na 3a ou 4a versão do fato. O que demonstra, claramente, que a Ministra ou participou ativamente da articulação dessa ação, e agora se enrola em explicações estapafúrdias, ou, apesar da imagem que o governo procura "vender", Dilma não sabe o que se passa na própria Casa Civil. Uma ou outra possibilidade desqualifica a mesma como presidenciável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 11/05/08 - Escândalo no BNDES.&lt;/b&gt; O caso de envolvimento na intermediação de empréstimos do BNDES por membro do conselho do banco, indica alguns pontos preocupantes. A Força Sindical (Paulo Pereira da Silva) indicou assessor da mesma para membro do conselho do BNDES. Qual a qualificação dessa pessoa para tal ?? Há claros indícios de favorecimento de prefeituras e empresas por esse conselheiro na obtenção de empréstimos do BNDES. Assim como demonstração de envio de recursos do banco para ONG presidida pela esposa de Paulo Pereira, Força Sindical. Qual o critério ?? Melhor retorno para o estado brasileiro, ou favorecimento para os escolhidos e apadrinhados do governo ?? A resposta é óbvia !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 11/05/08 - Mistério Lulista.&lt;/b&gt; O descolamento do presidente Lula, com ótima avaliação pelo eleitor pesquisado, de seu governo, representa interessante fenômeno. A coalizão comandada pelo PT vem acumulando sucessivos escândalos e incompetências. Mas o presidente continua a manter sua imagem acima de todas essas questões. O PT, porém, possui um grande problema. Não consegue emplacar o sucessor de Lula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 27/04/08 - O Estado Gasta MUITO Mal.&lt;/b&gt; Ótimo artigo de Cláudia Safatle, Valor Econômico de 25/04/08, apresenta inúmeros exemplos de como o governo federal, apesar de seu discurso catástrofe após a derrubada CPMF, tem crescido seus gastos de uma maneira verdadeiramente irresponsável. Os funcionários públicos tem sido beneficiados com reajustes extremamente generosos, em todos os poderes. Uma verdadeira festa. Enquanto isso, compromete-se sobremaneira o orçamento do estado brasileiro, cada vez menos capaz de realizar os investimentos necessários. Além de comprometer o crescimento econômico e a redução das taxas de juros. Brasil: o país (para alguns) dos direitos, mas não dos deveres. As gerações futuras pagarão as contas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 21/04/08 - Péssimo Serviço.&lt;/b&gt; A cobertura pela imprensa do caso Isabella Nardoni tem se mostrado péssima, invasiva, ocupando desnecessariamente um espaço enorme em todos os veículos, transformando em "notícia" a rotina mais idiota e pueril sobre os passos dos envolvidos e suas famílias. Essa super exposição, verdadeiro exercício de mediocridade Big Brother, contribui para que a população chegue a conclusões antes do fim das investigações. Há tantos problemas a investigar no Brasil para que a imprensa perca esse tempo inacreditável com o crime !! Pobre país !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 13/04/08 - Estado Gastador.&lt;/b&gt; Marcio Garcia, professor da Puc-Rio, PhD por Stanford, publicou artigo no Valor Econômico de 11/04/08 onde apresenta com clareza os principais pontos relativos à taxa de câmbio, o real depreciado e o crescimento econômico. Conclui que a abordagem do governo federal peca por não enxergar que a mais importante medida a implementar é a redução dos gastos de estado brasileiro e seu peso no PIB. Observa, ainda, que essa medida seria fundamental para assegurar a redução das taxas de juros, melhorando as condições para o crescimento da economia. Destaca que boa parte das importações, hoje, se refere a bens de capital, que representam investimentos que assegurarão o aumento da eficiência da nossa economia e o aumento da oferta de bens e serviços nos mercados interno e externo. Ou seja, mais uma vez são derrubadas as observações míopes do governo federal brasileiro sobre o assunto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 13/04/08 - Propaganda Enganosa.&lt;/b&gt; O Jornal Valor Econômico de 11/04/08 apresenta conclusões de analistas do setor de petróleo. Elas apontam para uma projeção de déficit de US$ 8 bilhões em 2008 no balanço de pagamentos de petróleo e seus derivados. Ou seja, aquela estória de comemoração do Presidente Lula sobre a auto suficiência em petróleo para o Brasil era balela, como quem conhece o setor já o sabia. Sabe-se que o parque de refino brasileiro foi construído no passado para petróleo leve, do tipo importado do Oriente Médio. A maior parte do petróleo produzido no Brasil, oriundo da Bacia de Campos, é pesado. Ou seja, nosso parque de refino não é capaz de refiná-lo. A Petrobras tem feito imensos investimentos para capacitar suas refinarias para fazê-lo, e tem aumentado a capacidade para tanto. Mas ainda não é suficiente. Consequência: importamos petróleo leve para a obtenção dos derivados que precisamos, e exportamos parte da produção do pesado, que não conseguimos refinar. No balanço das contas, saldo negativo, pois o petróleo leve é mais caro. Somado a isso, a conta da importação de gás natural. Mais um exemplo da propaganda enganosa do governo federal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 12/04/2008 - Omissão e Conivência do Estado.&lt;/b&gt; A greve dos advogados da AGU (dezenas de dias) e dos fiscais da receita federal tem motivos os mais sem sustentação e espúrios. Somado a isso, nossos grevistas, funcionários públicos federais, recebem seus vencimentos como se nada estivesse acontecendo. Agora, quando o Governo Federal acena com a possibilidade de desconto dos dias parados, os advogados suspendem a greve. Óbvio que greve possui, para qualquer mortal, ônus e bônus. Negocia-se aumentos salariais, mas sabe-se que há riscos, perdas e descontos de dias parados também. Mas há uma categoria de pessoas que vive em um mundo irreal. A de funcionários públicos. Para eles, só há direitos.....Deveres, nem pensar. O problema é: nós pagamos a conta ! Revoltante e inaceitável !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 29/03/08 - Megalomania.&lt;/b&gt; Lula, de posse de uma invejável aprovação registrada pelo Ibope, crê que tudo pode, que qualquer coisa pode falar, que a ética pouco importa. Brindou-nos com as bisonhas declarações sobre uma teórica ligação telefônica onde dava lições ao Bush sobre a economia, mas se superou quando em discurso em Pernambuco inocentou o ex-deputado Severino Cavalcanti. Severino representou um dos piores e mais grotescos momentos do parlamento brasileiro. Um dos mais estapafúrdios episódios da democracia no Brasil. É inacreditável assistir a esses momentos lamentáveis. Lula pensa que está acima da moral e da ética.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 23/03/08 - Atoleiro Iraquiano.&lt;/b&gt; Há pouco mais de 05 anos os EUA invadiram o Iraque. Tentaram justificar essa invasão atravás de teóricas provas irrefutáveis da existência de armas de destruição em massa, além de um teórico envolvimento do governo de Sadam Hussein com os ataques do 11 de setembro. Nada disso, óbvio, possuía o menor fundamento. Sadam, inclusive, havia sido armado e ajudado de todas as maneiras pelo Ocidente em sua guerra contra o Irã dos Aiatolás nos anos de 1980. Qual o resultado prático desses 05 anos de guerra ?? Um déficit gigantesco para o governo dos EUA, caos total em um Iraque dividido entre Sunitas, Xiitas e Curdos, aumento da mobilização da Al Qaeda no Iraque e em todo o mundo, aumento dos quadros daquela organização, cujos apelos alcançam um terreno cada vez mais fértil, e um futuro incerto sobre a aventura americana no Oriente Médio. O fato é que os EUA não sabem como poderiam promover um desengajamento na região. Além do aumento das tensões em Israel e nos territórios palestinos ocupados, com desdobramentos no mundo árabe. Um imenso problema para o mundo, pessimamente administrado pelos EUA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 23/03/08 - Caos na Saúde.&lt;/b&gt; As incompetências somadas dos governos Federal, Estadual e Municipal na gestão (melhor, omissão) da crise de epidemia de Dengue no Rio de Janeiro só são superadas pela total irresponsabilidade do Estado Brasileiro, além do tradicional jogo de empurra. Impera a irracionalidade e a troca vazia de acusações entre as esferas Federal, Estadual e Municipal, às quais assiste incrédula a população, que sofre as piores consequências. Sendo repetitivo, crônica de uma crise prevista e anunciada há tempos por todos, e sobre a qual quase nada fez-se para sua prevenção. Pobre população brasileira.....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 17/03/08 - Truculência Chinesa.&lt;/b&gt; Assistimos atônitos enquanto a China reprime impiedosamente manifestações no Tibet, o qual havia sido invadido e anexado pela mesma China na década de 1950. Enquanto isso, Lula reconheceu e homologou essa anexação espúria. Alguém poderia explicar porque o Brasil fez tamanha burrice ??&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 10/03/08 - Darwinismo.&lt;/b&gt; Há uma série de palestras sobre Darwin e a Teoria da Evolução, na Livraria da Travessa, Leblon, Rio, extremamente interessante. Vale a pena conferir. Mais informações, &lt;a href="http://www.darwinbrasil.com.br/darwin/"&gt;http://www.darwinbrasil.com.br/darwin/&lt;/a&gt; .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 17/02/08 - Insensatez.&lt;/b&gt; A Petrobras, após anunciar que iria reiniciar os investimentos na Bolívia, é brindada com as declarações bolivianas sobre redução do fornecimento de gás ao Brasil, para atender a Argentina. Crônica de uma catástrofe anunciada. A Petrobras é um patrimônio de todos no Brasil, e não de alguns irresponsáveis no PT. Deixemos a Bolívia resolver seus problemas, pois há dezenas de outras oportunidades de investimento mais interessante para a Petrobras e o povo brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 17/02/08 - Um Conjunto de Besteiras Arrogantes.&lt;/b&gt; O novo ministro da Igualdade ??Racial??, na posse, defende a antecessora. Inacreditável ! A própria Secretaria/Ministério é um equívoco. Caso o PT fosse um pouco mais cuidadoso antes de criar qualquer coisa aos borbotões, verificaria que a ciência hoje demonstra que não há diferentes raças humanas, mas apenas uma. Todos os homens pertencem, portanto, a mesma raça. A questão no Brasil é o Estado permitir que todos os cidadãos, independentemente da renda, tenham acesso à educação e saúde de qualidade. Isso exige qualidade do investimento nessas áreas. As declarações da ex-secretária beiram o besteirol. E Edson Santos, novo secretário, vem defender os estapafúrdios gastos e equívocos de sua antecessora. Como se cor da pele, que não tem nada de raça, homologasse a irresponsabilidade na utilização de recursos. Equívocos, equívocos, equívocos...........&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 01/02/08 - Acima da Lei.&lt;/b&gt; O episódio recente do uso totalmente descontrolado dos cartões corporativos do governo federal, mesmo despudorado, é um desrespeito sem igual com o contribuinte que paga essas contas. Inacreditável ! Revoltante ! Alimentado pela chuva de cargos e ministérios criados pelo governo Lula. Em países civilizados, esse recurso seria devolvido ao Estado, além da renúncia ou demissão de todos os envolvidos. Lá vou eu me repetir....O PT do passado, da Ética, desapareceu....Não passa de mais um partido da "boquinha".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 28/01/08 - Estado Brasileiro Ineficiente.&lt;/b&gt; Saiu no Valor Econômico de 25/01 um excelente artigo: " Estado perdulário não garante bem-estar", de Cláudia Safatle. Baseado em trabalho de acadêmicos brasileiros, o estudo aponta as distorções dos resultados obtidos de investimentos do estado brasileiro em saúde, educação, segurança, judiciário e legislativo. Demonstra que, muitas vezes, os maiores investimentos per capta tem obtido os piores resultados para a população. Conclusão: a qualidade do investimento é mais importante do que simplesmente captar mais recursos. E isso é vital em um país como o Brasil, carente de tudo, onde se exige que o Estado gaste bem nossos impostos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;28/01/08 - Cinema.&lt;/b&gt; Começou na última sexta, 25/01, um excepcional filme romeno nos cinemas do Rio: "4 meses, 3 semanas e 2 dias". Retrata o drama de um aborto proibido em uma Romênia dos anos 80, antes do fim da União Soviética. Angustiante, impactante, sufocante, apresentando uma Romênia em frangalhos, onde falta tudo, inclusive dignidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 25/01/08 - Privatização do Público.&lt;/b&gt; O loteamento para o PMDB de cargos de extrema responsabilidade ligados às estatais do sistema Eletrobrás, nesse momento de dúvidas sobre o fornecimento de energia, é inacreditável. Tudo coroado pelo discurso pífio de Lula, a exaltar o passado ilibado de Edson Lobão. É preciso ter MUITA paciência !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 18/01/08 - Dá Medo.&lt;/b&gt; Parabéns, Lula ! Agora podemos ficar tranquilos ! Nosso excelente ministro Edson Lobão, enquanto seu filho chafurda em problemas de toda espécie, com toda sua competência, nesse momento de crise, vai entupir o Ministério de Minas e Energia de gente capaz do PMDB para solucionar a questão energética. Como é eficaz e rápido na solução de problemas, o Governo Lula !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 10/01/08 - Energia do Faz de Conta.&lt;/b&gt; Lá vou eu de novo citar a "Marcha da Insensatez", da Barbara Tuchman. Mas é a própria que se desenha agora sobre a crise de energia. Os reservatórios das represas, abaixo de seu nível histórico, representam um cenário de menor oferta de energia. Há atrasos dos projetos de novas hidrelétricas. A Petrobras não cumpre sua meta de fornecimento de gás natural, colocando em risco a utilização de toda a capacidade instalada das termelétricas. E nos últimos meses o governo Lula sistematicamente tem alegado que não há o menor problema. Um misto de incompetência de gestão e declarações, no mínimo, mentirosas. Ou seja, tudo indica que vamos ter problemas para a oferta de energia, com impactos sobre a economia brasileira, mas os mesmos são negados à exaustão pelo governo Lula. Barbara Tuchman, que sábias conclusões em seu livro !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 21/12/07 - Caos Aéreo.&lt;/b&gt; A incompetência do governo brasileiro na gestão da crise aérea causa espanto. A crise está instalada desde 2006. Todos sabem as razões. Pouquíssimo é feito. Ninguém é responsabilizado. O caos já ronda o Natal e o Ano Novo de 2007. E o usuário, pobre cliente que paga a conta, recebe um péssimo serviço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 18/12/07 - Insistência no Erro. &lt;/b&gt;A retomada dos investimentos da Petrobras na Bolívia causa espécie. Primeiro foi surpreendida por uma decisão anunciada à época da campanha eleitoral por Evo Moralez, quanto à nacionalização dos ativos da Petrobras. Agora anuncia a volta dos investimentos. A Bolívia já deu mostras de sua volatilidade de decisões. O cenário, hoje, permanece conturbado. Qual a rentabilidade desses investimentos para o Brasil ? E para os milhares de investidores da Petrobras ? Estamos diante de um capricho de nosso presidente, objetivando a ajuda ao amigo Evo ? É o que parece. Não há melhores oportunidades de investimento para a Petrobras ? Certamente !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 16/12/07 - Irresponsabilidade.&lt;/b&gt; Selton Melo (principalmente ele) e Fernanda Torres são excelentes atores. Inegavelmente ! Mas que péssimo serviço fazem à sociedade em anúncio do Santander, onde, entre outros serviços, enaltecem a possibilidade de se endividar no limite do cheque especial ! Inacreditável ! Essas figuras, quase públicas, deveriam ser mais responsáveis...Certamente o pagamento pelo anúncio falou mais alto. Comportamento ético faz falta !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 13/12/07 - Crônica de uma Morte Anunciada.&lt;/b&gt; A derrubada da CPMF representou a conclusão de um processo de negociação incompetente e arrogante do poder executivo brasileiro. Algo que se desenhava claramente desde o início do escândalo Renan Calheiros. O governo primou pela inoperância, quase imobilismo, somados a uma atitude truculenta na condução de todo o processo. Coroada pelas infelizes declarações de seus ministros e interlocutores, que disseminavam ameaças. Tentaram negociações de última hora, sem sucesso. Amargam uma derrota antevista. Uma célebre Marcha da Insensatez.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 13/12/07 - Filme de Terror sem Culpados.&lt;/b&gt; O episódio da prisão da menor em uma cela masculina no Pará representa o inacreditável que é o estado brasileiro hoje. Todas as autoridades agiram incompetentemente. Chefe da polícia, delegado e vários outros. A ponto de usarem de argumentos os mais bárbaros para minimizar seus atos. E o ponto culminante foi a inoperância de uma juíza, que nada fez para impedir tal escândalo. Agora, a associação de magistrados do Pará procura salvar a pele da juíza, minimizando seu descaso. No final, ninguém é responsável. A coisa é de uma bestialidade de tal monta, que nem a mais sórdida mente seria capaz de supor. Esse é o estado brasileiro, hoje. Estado para poucos, injusto e truculento para a maioria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 03/12/07 - Alento.&lt;/b&gt; A derrota de Chavez, com o não ao aumento sem medida de seu poder e concentração do mesmo pelo presidente venezuelano, representa um alento à democracia. Que essa derrota seja um exemplo na América Latina, servindo como alerta aos regimes populistas e de força.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 03/12/07 - Obra de Arte.&lt;/b&gt; Recomendo fortemente o filme que começou na última sexta, "A Vida dos Outros". Desfila as ideossincrasias e absurdos de um governo totalitário (Alemanha Oriental), a obediência cega ao estado e a espionagem desenfreada da vida de todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 27/11/07 - Sonho Obtuso.&lt;/b&gt; Desculpem a repetição, já havia comentado, mas são pontos que nosso brilhante presidente volta a discutir. No 1o deles, comenta que o Estado Brasileiro deve gastar mais, é importante, contratar mais médicos e professores. O que nosso presidente finge desconhecer é a evidência claríssima representada pela péssima qualidade do gasto público. O Estado arrecada em abundância, e gasta a valer, irresponsavelmente. Sim, precisamos de mais professores e médicos. Que diabos o Governo Brasileiro tem feito a respeito ?? Menos que nada. O que o Estado precisa é tornar a gestão dos recursos competente e transparente, coisa que o Governo Lula efetivamente não é. Gastar no que importa ! E eliminar o desperdício ! Sim, mas dá trabalho, e há tanta gente do PT e aliados que desfruta de uma boquinha...No 2o ponto, Lula fala que devemos investir na Venezuela. Porque ?? Porque o Lula quer estreitar seu relacionamento com Hugo Chavez ?? Por favor, faça com seu dinheiro, e não com o do Brasil e suas empresas, como a Petrobras ! Esses caras em Brasília fingem desconhecer que nós brasileiros somos os detentores do poder, e eles simplesmente nossos prepostos. Lula, o que você vier a fazer com sua grana nada me importa. Mas com os recursos do Brasil, negativo, não dá para ouvir tamanha besteira impassível !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 20/11/07 - Xô Racismo.&lt;/b&gt; Concluí há pouco a leitura do livro "A Invenção das Raças", do geneticista italiano Guido Barbujani. Para aqueles que como eu nunca acreditaram nas velhas conversas sobre diferentes raças humanas (brancos, negros, amarelos etc.), uma ótima argumentação, provando que há somente uma raça humana. A falsa teoria que carece de qualquer fundamento sobre "raças" humanas é derrubada por sólidos argumentos que, apoiados na genética, demonstram que há uma imensa variedade de características na espécie humana, e que a cor da pele, por exemplo, é das menores diferenças que há. Mas enfatiza a existência de uma única raça humana. Conclui que muitas destas falsas teorias (algumas das quais recentíssimas, vindas de locais respeitados academicamente, como Stanford), não tem o menor embasamento científico, tem servido aqueles que tem subjugado populações, como na escravidão, respaldado o colonialismo em nome de uma falsa superioridade do homem branco, e promovido a segregação por todo o mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 17/11/07 - Truculência Stalinista.&lt;/b&gt; O episódio do afastamento de pesquisadores do IPEA, que possuem independência de postura, envolto em explicações estapafúrdias e sinuosas por seu presidente, possui características que nos aproximam das práticas truculentas de Hugo Chavez. O governo pretende ser singular, e que todos obedeçam e concordem com sua cartilha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 15/11/07 - Sandices do Governo Lula&lt;/b&gt;. Da série: "Como o Lula e seu governo dizem e falam besteira". Vamos às pérolas. 1o foi a ida da missão brasileira à China, quando Lula declarou reconhecer a posse do Tibet pela China. Que atitude inacreditável do governo brasileiro ! Depois, Lula e todo o governo calaram-se durante o episódio de fuzilamentos de presos em Cuba. Saramago condenou o ato. E esta ontem ! Lula declara que concorda com Chavez em seu episódio lamentável no Chile, quando após tentar atrapalhar a fala de Zapatero, foi repreendido pelo Rei da Espanha. Acrescenta ainda que a Venezuela é uma democracia sem a menor dúvida, comparando a tentativa de perpetuar-se no poder de maneira pouco democrática com reeleições em regimes verdadeiramente democráticos. Ñ há pessoas no topo do governo brasileiro que possam orientá-lo melhor ? Ou essas baboseiras são a palavra oficial do estado brasileiro ??&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 12/11/07 - Puxão de Orelha no Hugo Chavez&lt;/b&gt;. Puxa ! Como faço para ter em meu celular a chamada do Rei Juan Carlos mandando o Hugo Chavez calar a boca ?? Aguardo ansioso notícias nos comentários ! Nada como mandar aquele prego calar a boca !!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 11/11/07 - O Bufão Venezuelano.&lt;/b&gt; Hugo Chavez, em sua ida ao Chile, mais uma vez dá mostras de seu comportamento patético, com suas demonstrações anacrônicas e ridículas. Lamentavelmente a Venezuela não conviveu grandes períodos democráticos em sua história. Não conseguiu consolidar instituições democráticas sólidas, permitindo e favorecendo o surgimento de líderes populistas, mesmo caudilhos, de apelos fáceis, mas vazios. Esperamos que o Brasil e o restante da América Latina isolem este representante do atraso, que sobrevive graças ao petróleo, principalmente nos níveis atuais de preços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 09/11/07 - Farsa da Novilíngua.&lt;/b&gt; O anúncio, com toda a pompa, do volume das reservas "descoberto" na Bacia de Santos soa um pouco estranho, num momento que os Governo e a Petrobras estão às voltas com problemas de fornecimento de Gás Natural, que demonstram, claramente, descumprimento das metas de produção e equívoco do planejamento. A descoberta já havia sido feita antes (2005 ou 2006). Algumas questões: há tecnologia disponível para recuperar esta reserva ? A que custo ? A qual preço do petróleo é viável ? Qual o volume efetivamente recuperável ? Quando poder-se-á iniciar a produção ? Sinto cheiro de anúncio prenhe em propaganda para abafar problemas atuais. Os quais não devem ser varridos para baixo do tapete.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 07/11/07 - Besteira.&lt;/b&gt; Da série "Petrobras e Governo falam besteira", quando fica patente a falta de planejamento a médio e longo prazo. Senão vejamos as pérolas ditas : 'Uso de gás natural em veículos não é eficiente, não é o melhor uso', disse Sérgio Gabrielli. Então tá, queimemos a tal da gasolina, combustão LIMPÍSSIMA, impacto ZERO pro aquecimento global. Ponto pro Gabrielli ! Sabe TUDO, esse moço !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 04/11/07 - Na Terra do Nunca.&lt;/b&gt; A conjunção de decisões e declarações inacreditáveis, que vão do ministro de relações exteriores, do Maurício Tomalsquim e do presidente da Petrobras, Gabrielli, prolifera. Senão vejamos: o Brasil, depois da péssima experiência na Bolívia com respeito aos investimentos da Petrobras, anuncia que vai aumentar os investimentos naquele país. Dá pra entender ?? Tomalsquim tem anunciado que tudo vai bem, planejado, executado e sob controle, quanto à política energética do país. Disse mesmo que em 2008 já estarão funcionando as plantas de regaseificação de gás natural liqüefeito, que a Petrobras construirá, atendendo ao aumento da demanda crescente no Brasil. Poucas perguntas procedentes: já começaram a construir as unidades de regaseificação ? Uma no Sul, uma no Rio e uma no Nordeste ?? Quem se habilita a acreditar ?? Acrescenta, ainda, não haver risco de mais um "apagão" no fornecimento de energia elétrica. Será mesmo ?? E o presidente da Petrobras, Gabrielli, às voltas com corte do fornecimento de gás natural à indústria, função do aumento do fornecimento de gás natural para as plantas termelétricas. Vem cá, o próprio estado brasileiro não estimulou a conversão de queimadores para gás natural ?? Nesse mar de declarações estapafúrdias e desencontradas, encontramo-nos sem saber pra onde vamos. Mas suspeitando, muito, que as coisas estão ruins, e que os caras em Brasília vivem na Terra do Faz de Conta........&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 28/10/07 - Incompetência Pública.&lt;/b&gt; A incompetência dos governos municipal e estadual do Rio quanto aos desabamentos e interdição do Túnel Rebouças (morte anunciada), deixam os moradores do Rio reféns, assim como demonstram a inépcia e o pouco caso de nossos ??governantes??. Melhor, a total irresponsabilidade !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 19/10/07 - Intelectualóide Nojento.&lt;/b&gt; James Watson, prêmio Nobel de medicina, fez declarações inacreditáveis, afirmando que os brancos seriam mais inteligentes que os negros. Absurdo ! O Museu de Ciências de Londres cancelou a palestra que seria realizada hoje por ele. Quando nos veremos livres destas atitudes que carecem de qualquer fundamento científico, que advogam a superiodade de alguns membros da raça humana sobre outros ? São a base de inúmeros absurdos cometidos pelo homem, assim como serviram de justificativa para submeter e escravizar africanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- 19/10/07 - Inépcia Já Sabida.&lt;/b&gt; Depois de literalmente empurrar com a barriga por meses a solução de afastamento do Renan da presidência do senado, o governo vê-se premido pelo tempo para tentar aprovar a CPMF. Inépcia inacreditável na gestão da questão. Caso clássico de "Marcha da Insensatez", de Barbara Tuchman. Lamentavelmente, a história das decisões equivocadas, mesmo idiotas, quando tudo indicava para uma decisão mais rápida, se repete.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Escândalo da Era Bush.&lt;/b&gt; As revelações do NYT sobre a legitimação de atos de tortura pelo governo Bush, que tem levado os EUA a cometer crimes de toda espécie, são impactantes. Atos semelhantes levaram às práticas ainda existentes em Guantânamo e Abu Ghrabi (prisão no Iraque).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Irresponsabilidade do Estado Paquidérmico.&lt;/b&gt; Ouvimos nosso presidente falar de choque de gestão contratando milhares de funcionários públicos. Dá um frio na espinha ! Será que ninguém é capaz de alertar o presidente sobre essas besteiras ? O problema é que o estado brasileiro, cada vez mais inchado, paquidérmico mesmo, esgota qualquer possibilidade de investimento onde importa: educação e saúde. Esses são os choques que importam. A Coréia do Sul, que fez seu dever de casa, esgotada e arrasada pelas ocupação japonesa e Guerra da Coréia, em duas gerações, investindo maciçamente em educação, ultrapassou o Brasil e exibe números pujantes. Esse foi um verdadeiro choque.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- PT Soçobra.&lt;/b&gt; O PT está descobrindo (eu espero !) que quem anda com cobra acaba, mais cedo ou mais tarde, sendo mordido !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Desserviço.&lt;/b&gt; Convenhamos, as propagandas sobre Empréstimo Pessoal, estimuladas por atores e cantores de extrema visibilidade, são, para dizer o mínimo, criminosas. Totalmente inacreditável essas pessoas usarem sua empatia para convencer pensionistas e pessoas humildes a fazer empréstimos a juros elevados. Por que se permite veicular tal coisa ?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Gestão Incompetente.&lt;/b&gt; A CPMF é importante para rastrear o dinheiro que transita, mas não é declarado, neste país. Porém, poderia e deveria fazê-lo com um percentual MUITO menor, onerando menos o país. Lamentavelmente, o governo federal (não é exclusividade do PT, o PSDB já demonstrou-o) possui uma sanha arrecadatória que submerge o país em uma infinidade de tributos. Uma carga tributária escandinava, enquanto o estado nos devolve serviços moçambicanos. O objetivo deveria ser melhorar a qualidade dos gastos públicos e, ao mesmo tempo, cortar gastos. Enquanto isso, comprometemos as gerações futuras com um estado paquidérmico e devorador de recursos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- PT Vira Outro PT.&lt;/b&gt; O PT tem adotado práticas muito pouco recomendáveis, daquelas praticadas pelos oriundos do PFL, para assegurar votações no Congresso. Parece com os franceses, que se descobriram mais próximos da direita norte-americana, quando levaram Le Pen ao segundo turno das eleições na França.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;- Goebbels Não Faria Melhor.&lt;/b&gt; As manobras do PT e da presidência para salvar a pele do Renan são inacreditáveis. Bons tempos quando o PT era sinônimo de práticas éticas&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;lt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://fred-blogdofred.blogspot.com/2016/04/opinioes.html</link><author>noreply@blogger.com (Fred)</author><thr:total>35</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8801684654378313981.post-7456685773388942738</guid><pubDate>Tue, 07 Aug 2018 14:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2018-08-07T11:28:35.070-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Lugares</category><title>LUGARES</title><description>&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;07/08/18 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Nova Zelândia – ao ver Bolsonaro a falar sandices, Ciro a repetir 
fórmulas desastrosas do PT, e Lula, da cadeia, a colocar cabresto na 
esquerda, só me resta apelar aos Kiwis: SOCORRO !! TIREM-ME DAQUI DESTA 
MALUQUICE !!!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 São pouco mais de 130 km, pouco menos de 02 horas, 
em tese, de Blenheim a Kaikoura de carro... Mas não foi assim... Houve 
um terremoto em novembro de 2016, que eu ignorava totalmente, cujo 
epicentro era próximo a Kaikoura, 7,8 na escala Richter, e a estrada, &lt;span class="text_exposed_show"&gt;à beira do Pacífico, possuía inúmeras obras de reparo, e que exigiam inúmeras paradas... &lt;br /&gt; Mas foi uma viagem bem tranquila, apesar de lenta...&lt;br /&gt; Kaikoura é uma pequena cidade à beira mar, com estilo Búzios... Há obras, devido ao terremoto, mas o ambiente é bem relaxado...&lt;br /&gt; Para quem tiver mais de que um dia (não era o meu caso), vale sair de barco, e avistar, talvez, baleias, focas ou golfinhos.&lt;br /&gt;
 Limitei-me a flanar pelas pacatas ruas de Kaikoura, enquanto cruzava 
com Kiwis muito mais que relaxados, pé no chão, com um ar de felicidade 
sonolenta e despreocupada... Esses caras precisavam um pouco de Brasil !
 Seria sacanagem !!&lt;br /&gt; No dia em que saí, desde a madrugada, tudo parou, mesmo... 25 de Abril, ANZAC Day, que eu já comentara por aqui...&lt;br /&gt;
 Batalha de Gallipoli, Dardanelos, Turquia, I Guerra Mundial, corpo 
australiano-neozelandês, estes 02 países mais ou menos se firmam como 
nações no cenário internacional. Impressiona !&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;29/07/18 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Mais Nova Zelândia – Outubro se aproxima no Brasil, e é pra Nova Zelândia que eu fugirei !&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora cruzamos diagonalmente a Ilha Sul, Nova Zelândia, de Greymouth, 
na costa oeste, até Blenheim, no extremo nordeste... +- 325 km, nas 
“tenebrosas” estradas neozelandesas. &lt;br /&gt;
Enquanto me debatia com o 
tédio representado por aquelas maravilhosas paisagens, cruzava os alpes 
neozelandeses, atravessava o Nelson Lakes National Park (se tivesse 
tempo, que não tinha, teria dado uma parada por&lt;span class="text_exposed_show"&gt;
 lá), até que, enquanto nos aproximávamos de Blenheim, caí no meio da 
mais rica região vinícola do país, no Wairau Valley, em Malborough.&lt;br /&gt; Pouco depois, Blenheim. Pequena, simpática, “megalópole” com pouco mais de 31 mil habitantes.&lt;br /&gt;
 De lá, na manhã seguinte, rodamos até Picton, simpática e pequena, de 
onde saem ferries e balsas que cruzam o canal que separa as Ilhas Norte e
 Sul até Wellington, a capital da Nova Zelândia, no extremo sul da Ilha 
Norte.&lt;br /&gt; De Picton seguimos, à beira de recortado litoral (e belíssimo
 !!), à beira dos Malborough Sounds, até Havelock. Pausa para relaxar e 
tomar uma chowder de frutos do mar. De volta à estrada, até Nelson, à 
beira da Tasman Bay. &lt;br /&gt; Agora, um pouco de História, quase uma obsessão para estes neozelandeses anglo-saxões (devemos aprender com eles):&lt;br /&gt;
 Blenheim, onde pernoitamos, vem a ser o nome de uma batalha famosa na 
Guerra de Sucessão Espanhola, no século XVIII, vencida pelo famoso duque
 de Malborough, que dá nome à região.&lt;br /&gt; Picton é o nome de um general 
britânico das guerras napoleônicas. E Nelson, obviamente, deve ser 
homenagem ao famoso almirante Nelson, o vencedor da Batalha de 
Trafalgar.&lt;br /&gt; Em Picton, após fazer pequena doação, peguei 02 réplicas 
de papoulas, pois o dia de homenagem aos mortos da Nova Zelândia e 
Austrália nas guerras se aproximava, dia 25 de Abril, quando estes 02 
países param. O ANZAC Day !!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;22/07/18 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Nova Zelândia, lá vem você de novo pra esfregar em nossas caras um 
choque de civilidade, respeito, belíssimas paisagens, e paz...&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de visitar as geleiras, seguimos rumo ao norte da Ilha Sul, Nova Zelândia, desta vez à beira do Mar da Tasmânia. &lt;br /&gt;
Objetivo: conhecer as Pancake Rocks, mais ou menos 40 minutos de carro 
depois de Greymouth, e no dia seguinte, partindo de Greymouth, cortar 
boa parte da Ilha Sul, diagonalmente, atravessar o Arthur’s Pass, parar 
para comer algo &lt;span class="text_exposed_show"&gt;e relaxar em Spingfield, e voltar a Greymouth.&lt;br /&gt;
 Partimos de Franz Josef pela manhã, cruzamos Greymouth 172 km depois, 
mais ou menos 2 horas e 20 minutos dirigindo (o que sempre é “estafante”
 na Nova Zelândia !), e mais 40 minutos de carro após chegamos às 
Pancake Rocks. &lt;br /&gt; Vale conhecer, pois são formações rochosas 
bizarramente diferentes, como panquecas sobrepostas, coisa que os 
geólogos, estes caras estranhos, devem saber o porquê.&lt;br /&gt; Greymouth foi
 onde planejamos passar 02 noites. A cidade foi, fundamentalmente, 
dormitório. Confesso que não possui atrativo que justifique mais tempo. &lt;br /&gt;
 No dia seguinte, o melhor, mas o mais longo percurso ! 180 km de 
estrada a partir de Greymouth, cruzar o Arthur’s Pass, até Springfield.&lt;br /&gt;
 Arthur’s Pass reúne espetaculares paisagens, que fizeram valer à pena a
 esticada. Ao final, Springfield nos aguardava, com uma rosquinha 
mordida à beira da estrada, homenagem ao Homer Simpson, dos bizarros 
Simpsons.&lt;br /&gt; Voltamos meio mortos a Greymouth, mas felizes por este 
estonteante dia, cercado por montanhas meio nevadas, cortando riachos e 
pradarias.&lt;br /&gt; Depois, nos aguardava o extremo nordeste da Ilha Sul. Mas isso é outra história.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;22/07/18 - Nova Zelândia, refúgio seguro em meio ao caos instalado no Brasil....&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de diversão a valer em Queenstown, partimos para Wanaka... 
Prefira seguir via a Crown Range Road, com vistas belíssimas, pouco mais
 de 01 hora, 67 km. Há o risco no inverno desta estrada estar fechada, 
devido à neve ou ao gelo, mas há uma cancela na subida desta estrada que
 estará fechada, caso isto ocorra. Basta pequeno retorno, para pegar 
estrada um pouco mais extensa, e mais plana.&lt;br /&gt;
Se você quiser &lt;span class="text_exposed_show"&gt;um pouco de emoção e adrenalina, antes vá ao Wanaka Airport. &lt;br /&gt; Há uma empresa, a Classic Flights, na Spitfire Lane. Reservei voo antes de sair do Brasil.&lt;br /&gt; Preferi o voo com o Tiger Moth, e, sinto dizer, foi sensacional, com direito a looping e outras aloprices.&lt;br /&gt; Depois disso, Wanaka !&lt;br /&gt; Wanaka seria, arrisco dizer, uma Queenstown de anos atrás... Muito mais tranquila, relaxada...&lt;br /&gt; Flane por lá à vontade ! Curta o Lago Wanaka que banha a cidade.&lt;br /&gt;
 Não perca o Cinema Paradiso, ambiente especial para os cinéfilos e 
inúmeras sessões com diferentes filmes. Você achará aquele que procura.&lt;br /&gt; Parada obrigatória na sorveteria Patagonia, sorvete de doce de leito argentino.&lt;br /&gt;
 Mandatório: restaurante japonês (acho que somente jantar) Sasanoki, 26 
Ardmore St. Os ramens são excelentes, as ostras sensacionais (verifique 
se há as Bluff Oysters), e o papo com Hirashi Sasaki, chef e 
proprietário, imperdível !&lt;br /&gt; Depois é dançar o Haka !!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="text_exposed_show"&gt;
Em tempo: tendo em vista o caos por aqui, com as decisões no mínimo 
bisonhas e enviesadas do desembargador Rogério Favreto, enviei pedido de
 asilo URGENTE ao governo neozelandês, à primeira-ministra Jacinda 
Ardern. Primeiro foi difícil convencê-la de que isto estava realmente 
ocorrendo... Após meus apelos insistentes e choro convulsivo, ela se 
convenceu, felizmente... Tchau, fui !!!&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;20/06/18 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Nova Zelândia, Destino Obrigatório em meio ao Apocalíptico Cenário Eleitoral no Brasil&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após um dia flanando em Dunedin, partimos, Madame G., aquela 
excursionista intrépida, e eu, para a Fiordland, no extremo sudoeste da 
Ilha Sul, de cara para o Mar da Tasmânia. &lt;br /&gt;
Hospedamo-nos perto de Te
 Anau, e Te Anau deve ser o lugar onde se hospedar ao visitar a região. 
Possui infraestrutura, com hotéis perto, restaurantes, supermercados, 
postos de combustível etc., além de acesso por est&lt;span class="text_exposed_show"&gt;radas que dela saem para toda a região.&lt;br /&gt;
 Visitamos o Doubtful Sound, via barco que saiu de Manapouri (em 
realidade, barco + ônibus + barco, pois este fiorde exigia atravessar 
uma montanha para ser alcançado), e o Milford Sound.&lt;br /&gt; Se você tiver 
que escolher entre ambos, escolha o Milford Sound. É menor, um passeio 
de barco mais curto (o que pode ser uma vantagem), mas, em minha 
opinião, mais bonito, mais imponente.&lt;br /&gt; Uma imensa vantagem do Milford
 Sound é que para atingi-lo, vindo de Te Anau, você percorrerá uma 
estrada belíssima, com paisagens estonteantes, que cruzará um vale, e 
lentamente subirá até cruzar um túnel (que poderá estar fechado em 
períodos de nevasca mais pesada) e voltar a descer numa estrada 
serpenteante até o pequeno povoado de Milford Sound.&lt;br /&gt; À beira desta 
estrada, entre Te Anau e Milford Sound, há inúmeros belíssimos locais 
para uma parada e uma breve caminhada. Vale saborear a região.&lt;br /&gt; Para os adeptos de trekking, há inúmeras trilhas, boa parte delas saindo desta mesma estrada.&lt;br /&gt;
 Em tempo: Doubtful Sound e Milford Sound não são estreitos, como o nome
 “Sound” poderia fazer crer. O nome foi dado erroneamente por 
navegadores britânicos em suas primeiras incursões à esta costa, início 
do século XIX. De fato, ambos são Fiordes, formados por imensas 
geleiras, cujo movimento criou estes belíssimos desfiladeiros à beira do
 Mar da Tasmânia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;18/06/18 - Nova Zelândia, Destino Obrigatório em meio ao Apocalíptico Cenário Eleitoral no Brasil&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="_5pbx userContent _3576" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}" id="js_1on"&gt;
&lt;div class="text_exposed_root text_exposed" id="id_5b281fcd998b89f58916045"&gt;
O planejamento da viagem à Nova Zelândia reservou a maior parte do 
tempo à Ilha Sul. Após 02 dias em Auckland (depois volto a ela), um voo 
de +- 1,5 hora nos trouxe a Christchurch. Só o tempo de comer 
rapidamente no aeroporto, e pegar o carro reservado na locadora, pois 
nos esperavam mais de 05 horas nas “precárias” estradas até Dunedin, com
 direito a uma parada para ver as Moeraki Boulders&lt;span class="text_exposed_show"&gt;, que ficam à beira da estrada, facílimo !&lt;br /&gt;
 As Moeraki são rochas redondas, na praia, curiosas, mas, confesso, nada
 demais. De qualquer forma, como estávamos “de passagem”, valeu a 
parada...&lt;br /&gt; Gastamos um dia para flanar em Dunedin, cidade fundada por
 escoceses, simpática, mas planejada somente como escala de 
reabastecimento das energias, antes de partimos pra oeste, fiordes, 
alpes, geleiras, voos....&lt;br /&gt; Rumo a Te Anau e ao Fiordland.....&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="_3x-2" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;H&amp;quot;}"&gt;
&lt;div data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;H&amp;quot;}"&gt;
&lt;div class="mtm"&gt;
&lt;div style="position: relative;"&gt;
&lt;div class="_5cq3 _1ktf" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;E&amp;quot;}"&gt;
&lt;a class="_4-eo _2t9n" data-ploi="https://scontent.fsdu5-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/34775010_2085037164843762_4179665755022819328_o.jpg?_nc_cat=0&amp;amp;_nc_eui2=AeFHISW_gxM4OrBYytgfWDECJJx50WLbsx9Yg673YeygfLKcueIoyPtqGUsKrHZZ4623Jp5sFnThsvfdaT1YX1t_CyLBbBXLchsMd9lr6sS8cg&amp;amp;_nc_pt=1&amp;amp;oh=4232005712e4d9a07d2bc90990623d65&amp;amp;oe=5BC2BAB6" data-plsi="https://scontent.fsdu5-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/34985024_2085037168177095_984421966125465600_n.jpg?_nc_cat=0&amp;amp;_nc_eui2=AeEJorjz9wYMM3wi9FrIfy9Gz_PRRiFsMsattgkr1juWy37OstJTHlV3XeH8tY1xpCxsAWkZ5ICA7fFlP4Cup8Nsx8SaCr4KFhlKfhE8K6vHZw&amp;amp;_nc_pt=1&amp;amp;oh=4463f48991fe5fad8ad68163499c3948&amp;amp;oe=5BB5930B" data-render-location="timeline" href="https://www.facebook.com/photo.php?fbid=2085037161510429&amp;amp;set=a.496912726989555.133065.100000124963884&amp;amp;type=3" rel="theater" style="width: 516px;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="_46-h _4-ep" id="u_jsonp_7_c" style="height: 387px; width: 516px;"&gt;
&lt;a class="_4-eo _2t9n" data-ploi="https://scontent.fsdu5-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/34775010_2085037164843762_4179665755022819328_o.jpg?_nc_cat=0&amp;amp;_nc_eui2=AeFHISW_gxM4OrBYytgfWDECJJx50WLbsx9Yg673YeygfLKcueIoyPtqGUsKrHZZ4623Jp5sFnThsvfdaT1YX1t_CyLBbBXLchsMd9lr6sS8cg&amp;amp;_nc_pt=1&amp;amp;oh=4232005712e4d9a07d2bc90990623d65&amp;amp;oe=5BC2BAB6" data-plsi="https://scontent.fsdu5-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/34985024_2085037168177095_984421966125465600_n.jpg?_nc_cat=0&amp;amp;_nc_eui2=AeEJorjz9wYMM3wi9FrIfy9Gz_PRRiFsMsattgkr1juWy37OstJTHlV3XeH8tY1xpCxsAWkZ5ICA7fFlP4Cup8Nsx8SaCr4KFhlKfhE8K6vHZw&amp;amp;_nc_pt=1&amp;amp;oh=4463f48991fe5fad8ad68163499c3948&amp;amp;oe=5BB5930B" data-render-location="timeline" href="https://www.facebook.com/photo.php?fbid=2085037161510429&amp;amp;set=a.496912726989555.133065.100000124963884&amp;amp;type=3" rel="theater" style="width: 516px;"&gt;&lt;img alt="A imagem pode conter: céu e atividades ao ar livre" class="_46-i img" height="394" src="https://scontent.fsdu5-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-0/p526x296/34985024_2085037168177095_984421966125465600_n.jpg?_nc_cat=0&amp;amp;_nc_eui2=AeEJorjz9wYMM3wi9FrIfy9Gz_PRRiFsMsattgkr1juWy37OstJTHlV3XeH8tY1xpCxsAWkZ5ICA7fFlP4Cup8Nsx8SaCr4KFhlKfhE8K6vHZw&amp;amp;_nc_pt=1&amp;amp;oh=b2f023fbbc3ff7b272256d9b84b4edcb&amp;amp;oe=5BA1B5A3" style="left: -5px; top: 0px;" width="526" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a class="_4-eo _2t9n" data-ploi="https://scontent.fsdu5-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/34775010_2085037164843762_4179665755022819328_o.jpg?_nc_cat=0&amp;amp;_nc_eui2=AeFHISW_gxM4OrBYytgfWDECJJx50WLbsx9Yg673YeygfLKcueIoyPtqGUsKrHZZ4623Jp5sFnThsvfdaT1YX1t_CyLBbBXLchsMd9lr6sS8cg&amp;amp;_nc_pt=1&amp;amp;oh=4232005712e4d9a07d2bc90990623d65&amp;amp;oe=5BC2BAB6" data-plsi="https://scontent.fsdu5-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/34985024_2085037168177095_984421966125465600_n.jpg?_nc_cat=0&amp;amp;_nc_eui2=AeEJorjz9wYMM3wi9FrIfy9Gz_PRRiFsMsattgkr1juWy37OstJTHlV3XeH8tY1xpCxsAWkZ5ICA7fFlP4Cup8Nsx8SaCr4KFhlKfhE8K6vHZw&amp;amp;_nc_pt=1&amp;amp;oh=4463f48991fe5fad8ad68163499c3948&amp;amp;oe=5BB5930B" data-render-location="timeline" href="https://www.facebook.com/photo.php?fbid=2085037161510429&amp;amp;set=a.496912726989555.133065.100000124963884&amp;amp;type=3" rel="theater" style="width: 516px;"&gt;
&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span class="_1mto"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="_1mto"&gt;&lt;span class="_6a _15-7 _3h-u _4k43"&gt;&lt;a class="comment_link _5yxe" data-ft="{ &amp;quot;tn&amp;quot;: &amp;quot;S&amp;quot;, &amp;quot;type&amp;quot;: 24 }" href="https://www.facebook.com/frederico.magalhaesjunior#" role="button" title="Deixar um comentário"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="_1mto"&gt;&lt;span class="_27de _4noj"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;18/06/18 - &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Nova Zelândia, Destino Obrigatório em meio ao Apocalíptico Cenário Eleitoral no Brasil&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desembarque no aeroporto de Auckland... Carimbo de turista, ou pedir 
asilo ?? Optei pelo pedido de asilo... Comecei a tentar explicar-me, 
mais meu inglês macarrônico, mais parecido ao idioma maori do século 
XII, causou-me problemas.&lt;br /&gt;
Felizmente, um nativo Maori ajudou-me, pois entendia um pouco daquele trôpego balbuciar...&lt;br /&gt;
Através de mímica e danças semelhantes ao Haka (dança de guerra Maori&lt;span class="text_exposed_show"&gt;), consegui mostrar a eles que as coisas no Brasil estão pegando... &lt;br /&gt;
 Cotados para as eleições para presidente: Bolsonaro, ex militar saudoso
 da ditadura, que nada entende de nada, mas já prometeu matar e dar 
porrada; Ciro, outro candidato, afirmou que o déficit da Previdência é 
10 vezes menor, e possui estilo “prende e arrebenta”; acrescentei que a 
militância petista insiste em lançar como candidato à presidência Lula, 
preso por corrupção.&lt;br /&gt; Frente a estes inapeláveis argumentos, os Maoris da imigração dançaram o Haka e me acolheram, como legítimo guerreiro.&lt;br /&gt;
 Agora sou um deles, um ½ Maori, ½ Kiwi, e vivo feliz a tosquiar ovelhas
 e a contar histórias bizarras e tristes de minha vida no Brasil...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;19/05/18 - Nova Zelândia: Impressões Não Lineares de um Tupiniquim, que preferiria viver lá e ser um Kiwi&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;
 &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;Bluff Oyster – Na Nova Zelândia, não percam as Bluff Oysters (para os 
amantes de ostras, como eu). Encontrei-as na Ilha Sul. E elas continuam 
por lá, a nossa espera !! Acho que a temporada é algo como de Março a Novembro.&lt;span class="text_exposed_show"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="text_exposed_show"&gt;&lt;br /&gt;
 Caso visitem Wanaka, na Ilha Sul, o que eu recomendo fortemente, não 
deixem de conhecer o restaurante SASANOKI, de Hisashi Sasaki, 26 Ardmore
 Street, Lake Wanaka.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="text_exposed_show"&gt;
Peçam
 as Bluff Oysters !! Aproveitem o cardápio, recheado de interessantes e 
divertidas histórias e informações, com ótimos pratos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E não 
deixem de bater um papo com Hisashi Sasaki, para que ele conte um pouco 
do restaurante, dos pratos, das histórias que recheiam o cardápio, e 
sobre as Bluff Oysters !!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas Wanaka reserva MUITO mais ! Depois eu conto....&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;19/05/18 - Nova Zelândia: Impressões Não Lineares de um Tupiniquim, que preferiria viver lá e ser um Kiwi&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Madame G. e eu conhecêramos em 2014 vários australianos, quando eles 
nos revelaram que os australianos (assim como os neozelandeses) visitam a
 Turquia para, entre outras coisas, conhecer Galípoli, nos Dardanelos. 
Queriam estar onde seus parentes, avôs, bisavôs ou conhecidos teriam 
combatido, muitos sido ferido ou morrido, os turcos na I Guerra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descobrimos também nestas conversas q&lt;span class="text_exposed_show"&gt;ue
 australianos e neozelandeses comemoram o Anzac Day (Dia do Corpo 
Australiano e Neozelandês, I Guerra), em 25 de Abril de cada ano, tendo 
em vista a data de combates decisivos em Galípoli em 1915.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="text_exposed_show"&gt;
É uma data muito importante para australianos e neozelandeses, talvez 
porque afirmava, pela primeira vez, a projeção dos 02 países como nações
 no cenário internacional, em um conflito mundial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por acaso, em 
25 de Abril estávamos na Nova Zelândia, em Kaikoura. O país parou, desde
 o raiar do dia, com cerimônias na maioria das cidades para comemorar 
este dia e homenagear os mortos em conflitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos 
neozelandeses (kiwis), dias antes a até dias depois, com réplicas de 
papoulas sobre o peito esquerdo, como os britânicos fazem em novembro da
 cada ano, tendo em vista a data que marca o final da I Guerra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque papoula ? Em tese a papoula é a primeira flor que nasce em um 
campo de batalha, devastado, após o encerramento dos combates.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bizarro, surpreendente, impressionante. Os aussies (australianos) e os 
kiwis  (neozelandeses) respeitam, e com muita razão, a História de seus 
países, e o porquê das coisas, para lembrar, sempre, para que não sejam,
 novamente, cometidos os mesmos erros do passado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Curiosamente 
havia lido, há pouco, no livro “Inferno”(All Hell Let Loose), de Max 
Hastings, que a Nova Zelândia foi o país entre os aliados ocidentais que
 mais mortos como percentual de sua população teve na II Guerra. Mais um
 motivo para os Kiwis prestarem a justa homenagem, e jamais esquecerem. 
Para reverenciar o Anzac Day.&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 18.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt; &lt;style&gt;&lt;!--
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&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 18.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 18.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;19/05/18 - Nova
Zelândia: Impressões Não Lineares de um Tupiniquim, que preferiria viver lá e
ser um Kiwi&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 18.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 18.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 18.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 18.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;

&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 18.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: 18.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;Normalmente eu via um pouco do noticiário local nos hotéis, e
acabei descobrindo que&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;o
Primeiro Ministro é do Partido Trabalhista, e uma mulher, Jacinta Ardern, 37
anos. Jeito simples, firme, voltara havia pouco de viagem à Europa.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: 18.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: 18.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: 18.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: 18.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;Causou surpresa vê-la em um jornal da TV local às 07:00 hrs
da manhã (qual dos políticos manés por aqui faria isso ???), quando ela deixou
claro para o jornalista que a inquiria sobre a viagem que ele, e os
neozelandeses, mantivessem as expectativas baixas e realistas sobre os
resultados da viagem à Europa, onde se encontrara com vários chefes de governo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: 18.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: 18.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: 18.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: 18.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;Lembro-me que um neozelandês comentou que a Primeira Ministra,
que está grávida e deverá se afastar por algumas semanas do governo, não queria
receber salário neste período. A duras penas foi convencida que ela teria
direito a receber seu salário durante sua licença. Quanta diferença das coisas
por aqui ???!!!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: 18.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: 18.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: 18.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: 18.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;Descobri também que a Nova Zelândia foi o primeiro país do
mundo a assegurar o voto feminino, em 1893. Coerente, e eu via a
Primeira Ministra na TV, com aquele espírito da participação feminina na
política, e de uma forma séria, mesmo exemplar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: 18.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: 18.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: 18.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;Por curiosidade, perguntei a uma neozelandesa sobre o
resultado de uma eventual conversa entre ela e Donald Trump. A neozelandesa
respondeu-me de imediato que seria, por certo, uma conversa muito curta !&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 18.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;19/05/18 - Nova
Zelândia: Impressões Não Lineares de um Tupiniquim, que preferiria viver lá e
ser um Kiwi&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;

&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Após u&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;m voo de +- 12 horas de Santiago, Chile (depois de um voo de mais de 04
hora do Rio, e de esperar algumas horas por lá ao trocar de avião), se chega a Auckland, a cidade mais importante do país, com +- 1,5
milhão de habitantes, mas não a capital da Nova Zelândia. Esta é Wellington, no
extremo sul da Ilha Norte. De Auckland a Sidney, na Austrália, são mais
de 03 horas de voo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;
&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;O diabo é que são 12 horas de voo quase na mesma latitude de Santiago, o que se
traduz em uma brutal diferença de fuso horário. A Nova Zelândia está a 15 ou 16
horas (depende se há horário de verão por lá ou aqui) à nossa frente no fuso, no
Brasil. Você desembarca meio torto, mas paciência. Tente entrar no fuso, o mais
rápido !! Não durma, finja que você é um Kiwi, e estique as pernas pelas ruas de Auckland.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;
&lt;b&gt;

&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;A Nova Zelândia possui menos de 5 milhões de habitantes. O país é basicamente formado por Ilha Norte, que distribui seus +- 600 km de
Sudeste para Noroeste, e por Ilha Sul, que se estende por pouco mais de 600 km,
de Sudoeste a Nordeste. A largura das ilhas pouco ultrapassa os 200 km, muitas
vezes bem menos que isso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;
&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;A Ilha Sul, em seu eixo, possui uma cadeia montanhosa que cruza algo como
85% de seu comprimento, os Alpes Neozelandeses, que em vários pontos ultrapassa
ou se aproxima dos 03 mil metros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;
&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;

&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;Os Alpes determinam o clima na Ilha Sul, pois barram os ventos e a
umidade vindos do Mar da Tasmânia, e a umidade barrada pelas montanhas se precipita
como chuva ou neve, e torna o clima a oeste muito mais úmido, e com uma flora
bizarramente surreal, muitas vezes pré histórica.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;Com estas características apetitosas e muito curiosas, e o que mais a
Ilha Sul poderia nos oferecer, decidimos concentrar nossa viagem por lá !&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;Não nos arrependemos, ao contrário. Ficou a vontade de voltar, conhecer
mais, mas também a Ilha Norte.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;





 &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;15/05/18 - Nova Zelândia: Impressões Não Lineares de um Tupiniquim, que preferiria ser Kiwi&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Começar do Começo, do Princípio, do Início, ou quase isso... Esquece, não será assim.... Será não linear.&lt;br /&gt;
De qualquer modo, procurarei abaixo, mais ou menos, explicar como tudo começou...&lt;br /&gt;
Sempre tivemos o sonho de conhecer a Nova Zelândia... Distante, surreal, mesmo esquisita, bizarra talvez...&lt;br /&gt;
Quando decidimos, ano passado, um membro da diplomacia neozelandesa, Madame C., foi fundamental para o planejamento da aventura, e atuou mesmo como forte incentivadora. Suas precisas dicas foram assombrosamente certeiras.&lt;br /&gt;
Utilizei o Guia Visual da Folha de São Paulo, e descobri, quando cheguei à Nova Zelândia, que por ser de 2008, está MUITO desatualizado. Não recomendo.&lt;br /&gt;
Felizmente, e mais uma vez, Madame C. nos indicou o site 100% Pure New Zealand.&lt;br /&gt;
Fantástico ! Possui tudo ! Dicas do que ver e fazer, Ilhas Norte ou Sul, e em função de onde planejas ir, qual das ilhas, e quanto tempo, mais ou menos, sugere o roteiro. E, óbvio, atualizado pra valer !&lt;br /&gt;
E em cada cidade ou atração, abre pras inúmeras possibilidade do que fazer.&lt;br /&gt;
Não vá à Nova Zelândia sem tê-lo visto e desfrutado dele, e muito, antes.&lt;br /&gt;
Consulte-o, inclusive, durante a viagem !&lt;br /&gt;
Adquiri também um guia rodoviário da Nova Zelândia, pois é preciso conhecê-la dirigindo. Impossível fazê-lo sem carro ! Direção à direita, mão inglesa ??!! Esquece ! Problema ZERO !! Prefiro dirigir vendado, e de costas, na Nova Zelândia, em seus tapetes, digo, estradas, na maior parte das vezes desertas, em meio a motoristas extremamente civilizados, e eventualmente algumas ovelhas, do que aqui no Brasil, ao menos no caos do Rio.&lt;br /&gt;
Outras impressões não lineares seguirão...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Bistrot Chez Papa - São Francisco, EUA.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Em 2007 estive em Berkeley por uma semana para
uma atividade acadêmico-profissional. Foi uma coisa bem legal, realmente. Lá, de forma maluca, fui maravilhosamente surpreendido por
um casal muito mais que amigo, os pais de meu afilhado, que me fizeram uma tremenda surpresa ! Desfrutamos juntos parte do evento, da atmosfera de Berkeley com ares de anos 1960, e de dias fantásticos em São Francisco.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Descobri esta semana, revirando
papéis que juncavam, esperando para serem jogados fora, o cartão de um pequeno bistrô, localizado na parte alta de São Francisco, onde
jantamos numa simpática noite de sábado. Dica pega com alguém na cidade.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Foi pura 
diversão...A paisagem
remetia aos filmes (sabem que adoro cinema) passados nas ruas de São 
Francisco. Algo mágico. Ao fundo, a baía de São Francisco. E boa parte 
da cidade se derramava em uma suave encosta, ladeiras ondulantes, prédios baixos, 
máximo 3 andares, ares do início do séc. XX.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
Ambiente quase mágico.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
A 
atmosfera no bistrô era muito simpática. Pequeno, comida com forte tonalidade francesa, competente, e o chef 
ainda nos
brindou com alguns especiais fora do cardápio (acho que falamos que 
éramos
brasileiros, e ele achou simpático fazê-lo). Ainda descobrimos uma garçonete 
que morara alguns anos antes em Belo
Horizonte, Brasil. Momento para guardar-se, recordar, e aproveitar.&lt;/div&gt;
&lt;div class="yj6qo ajU"&gt;
&lt;div aria-label="Mostrar conteúdo cortado" class="ajR" data-tooltip="Mostrar conteúdo cortado" id=":1d2" role="button" tabindex="0"&gt;
&lt;img class="ajT" src="https://mail.google.com/mail/u/0/images/cleardot.gif" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Restaurante Leite, Praça Joaquim
Nabuco, 147, Recife&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;

&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Estimulado por dica de amigos,
fui conhecer o restaurante Leite, super tradicional, na Praça Joaquim Nabuco,
147, telefone (81) 3224-7977. Ótima experiência ! Mais antigo restaurante em
operação no Brasil, fundado em 1882, as fotos que cobrem suas paredes atestam
que parte da história deste país está gravada ali, e aconteceu naquele salão !&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;

&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Tradicional, me saciou com competência...Um
filé de garoupa com amêndoas e alcaparras, com o fechamento coroado com a
tradicional sobremesa pernambucana: Cartola. Banana, queijo derretido sobre a
mesma, e canela...Fiquei a imaginar quantos e quais importantes personagens tem
freqüentado aquele imenso salão nestas dezenas de anos..Diria mesmo que quem
for ao Recife deve ir ao Leite...Coloque em sua agenda ! Mandatório, parte de
sua história..Eu voltarei, óbvio !&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;

&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Mas atenção: o horário de
funcionamento pode surpreendê-lo. De domingo à sexta, das 11:30 às 15:30 hrs.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;
&lt;b&gt;&amp;nbsp;

&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Restaurante Nez - Pina e Casa Forte, Recife&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;
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&lt;![endif]--&gt;

&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Descobri (totalmente por acaso,
ao consultar um jornal de Recife atrás de cinema !!) que perto de onde resido
durante a semana útil em Recife, no Pina, há um ótimo restaurante...O Nez.
Originalmente ele se instalou em Casa Forte, na Praça de Casa Forte, 314...Mas
de uns 02 anos pra cá abriu filial no Pina, quase Boa Viagem. Na Rua Amazonas,
40, telefone (81) 3032-0848.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;

&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A cozinha é francesa/italiana...E
o chef, há +- 01 ano, um pernambucano, Bruno Didier, que passou uns 06 anos na
Espanha (antes esteve nos EUA), onde, entre outros lugares, trabalhou no El Bulli,
do famoso e competente Ferran Adriá.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;

&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ele baseia sua cozinha em
produtos da terra pernambucana, mas os combina e prepara com a experiência e a
originalidade adquirida na Espanha..&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;

&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Há Snacks, para acompanhar drinques
no bar do restaurante, e Entradas, das quais provei pedaços &lt;span style="font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%;"&gt;de
queijo Prima Donna, cobertos por uma fina camada de açúcar caramelizado
queimado por maçarico. Há &lt;/span&gt;Saladas, e Pratos Principais, dos quais
experimentei um robalo assado, coberto por amêndoas, sobre risoto de
açafrão...Tudo muito bom ! Não resisti, e fui às Sobremesas, das quais investi
na espuma de crème brûlée com sorvete, morangos, numa combinação bem original,
e gostosa !&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;

&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A carta de vinhos é bem competente,
recheada com muitas e várias opções, de vários países, e pra vários orçamentos,
inclusive com vinhos de sobremesa, e com alguns vinhos recomendados pela Wine
Spectator e Robert Parker..&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;

&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O espaço é bem legal, pequeno,
ótima decoração, onde se vê competência profissional....Enfim, tranqüilidade,
boa cozinha, sem exageros, e bom gosto em um restaurante..Ponto pra cozinha
pernambucana ! Serei obrigado, mesmo empurrado, a visitá-lo outras vezes !! Mais
informações no &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.nezbistro.com.br/"&gt;WWW.nezbistro.com.br&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;
&lt;b&gt;&amp;nbsp;

&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;Restaurante Julius Brasserie - Urca/Rio&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
Após descobrir o restaurante Julius Brasserie no Guia de Bistrôs do Rio, enquanto chafurdava entre livros na Argumento, depois de meu café da manhã preguiçoso das manhãs de sábado, fui à Urca, conferi o local, reservei, e voltei à noite...Valeu !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Simpático, pequeno e aconchegante bistrô, dono holandês(Julius), Rua Portugal, 986, tel (21) 3518-7117, a rua que "entra" na Urca, metros antes da antiga TV Tupi...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há várias opções...Provei um cherne, fiquei tentado pelo cordeiro, e a costeleta de cordeiro que estão ultimando pra que entre no cardápio...Voltarei...Confesso que metade da vontade de voltar é devido à mágica da Urca..Aquele bairro bucólico, que parece cidade do interior, onde todos conhecem todos..Uma delícia, parece que à parte do resto da cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois do jantar vi-me obrigado a caminhar na orla, até quase o Bar Urca, enquanto ouvia o marulhar das ondas, suaves a lamber a simpática orla..Quem mora na Urca tem sorte !&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Restaurante Dona Irene - Teresópolis.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;!--StartFragment--&gt;

&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;b&gt;Comendo como os Tsares....&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Ontem,
07/07, deu saudade de comer no Dona Irene, em Teresópolis, e fui lá. Conheci o
restaurante Dona Irene em 1986, convidado a fazê-lo por um irmão que morava em
Teresópolis. Foi uma ótima surpresa, e desde aquela época tenho visitado o
local.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Agora,
com a Lei Seca, foi preciso mais planejamento. Reservei um hotel em Teresópolis
para a noite de sábado, e o jantar estava garantido. É preciso reservar,
inclusive o prato principal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
É
tudo uma deleite ! O Restaurante Dona Irene, fundado em 1964 por um casal
siberiano, inicialmente foi instalado na zona rural de Teresópolis. Hoje está
na cidade, em uma transversal da rua principal, na Rua Tenente Luiz Meireles,
1800, no Bairro Bom Retiro. Os telefones para as reservas são (21) 2742-2901 /
2643-3813. É preciso discar o DDD 21, pois fica em Teresópolis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
O
jantar começou com diversas entradas, chamados Zakuskis, que representam uma série
de frios, entre arenque, salmão defumado, patês, salada russa, várias pastas e
um caviar de berinjela fantástico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Tudo
isso embalado em uma vodka caseira maravilhosa, que é derramada no copo de
forma leitosa, vinda de uma garrafa em um balde de gelo. O temperatura de
congelamento da vodka é inferior à água.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Depois
disso, uma sopa Borscht, de beterraba e outros ingredientes, e pastéis chamados
Pirozhkis. Excelente ! Em seguida (é interminável a série de pratos !), asas de
frango gratinadas e suflê de berinjela. Tudo Muito Bom !&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Quando
pensávamos já estar saciados, o prato principal: Varênique, prato típico da
Ucrânia, constituído por pastéis recheados de batata e ervas, escalopinhos de
filé e cebolinhas empanadas. Pode-se escolher também Frango à Kiev, Pojarsky
(almôndegas de frango cobertas de croutons), Podjarka (escalopes de filé e de
frango), Filé Mignon, Caquille (souflé de peixe) e Beef Strogonoff.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Ao
final, quando parecia que nada mais aguentaria, ainda encarei a sobremesa,
panquecas flambadas no conhaque. Há ainda pavê e outros doces.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Enfim,
com tudo regado a uma excelente vodka, uma excepcional orgia gastronômica. O
dono, um engenheiro pernambucano com ótimas estórias (o casal siberiano já
faleceu), visita cada mesa e esbanja simpatia. Recomendo fortemente !! Um
excepcional passeio !! Uma incursão à culinária da Rússia anterior à Revolução
de 1917.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;!--EndFragment--&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Restaurante/Café Bazzar, na Livraria da Travessa em Ipanema:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Provei o café da manhã servido no Bazzar, localizado na Livraria da Travessa em Ipanema, no Rio. Eles servem café da manhã todos os dias, mas aos sábados e domingos há um café da manhã especial. Croque Monsieur, ovos mexidos cremosos, frutas, café com leite cremoso e ótimo, geléias, e muito mais, e tudo por um preço super em conta, principalmente quando comparamos com outros cafés da manhã servidos pelo Rio. Será visitado outras vezes, com certeza, incorporado aos nossos cafés da manhã aos sábados e domingos. mais detalhes no www.bazzar.com.br , (21) 2249-4977, Rua Visconde de Pirajá, 572, depois do obelisco, em Ipanema.&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;- Restaurante Nam Thai, Rio de Janeiro:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Restaurante de cozinha tailandesa no Leblon, na Rainha Guilhermina, www.namthai.com.br, com um grande elenco de clássicos da cozinha do Sudeste da Ásia, alguns bem codimentados. Desde o indefectível Pad Thai, até os mais insondáveis pratos. Deve ser visitado !&lt;/span&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;- Restaurante Le Vin, Rio de Janeiro:&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Simpático bistrô com jeito francês na Rua Barão da Torre, em Ipanema, no Rio, que possui uma atmosfera simpática, ambiente com cara de bistrô, e onde provei um ótimo Steak Tartar e ótimas costeletas de cordeiro. Vale a visita. www.levin.com.br.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;- Londres e Paris / Outubro 2010:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Minha esposa trabalharia uma semana em Londres, e combinamos passar uns dias por lá, e uns poucos em Paris. Afinal, meu aniversário se aproximava ! Valeu MUITO !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Londres e Paris....Não as visitava desde a década de 1990. E percebi, desta vez, que Londres não é melhor do que Paris, nem Paris é melhor do que Londres. Apenas diferentes, e com suas particularidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje, gostamos (minha esposa e eu), ao viajar, de andar e procurar aproveitar o local, tentando perceber como um habitante daquele país se sente vivendo em sua cidade. Então, foi muito andar, experimentar algo da cozinha local, e, quando possível, pegar um cinema, como um nativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;# Paris:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Visitamos loja onde compro camisas do Tintin (e suas estórias). Herói da minha adolescência. Fica no cruzamento do Boulevard Saint Michel com o Boulevard Saint Germain. No Quartier Latin, onde costumo hospedar-me. Para os fãs de quadrinhos, há várias opções. Mais informações no site www.album.fr . &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;# Londres:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Covent Garden&lt;/b&gt; exige uma visita. Este mercado, perto da estação de metrô do mesmo nome, é belíssimo, e possui uma atmosfera ótima. Fomos em um domingo e aproveitamos as atividades ao ar livre de artistas de rua que brincavam com o público. A parte interna tem arquitetura muito interessante, cheia de lojas e restaurantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A área em volta de &lt;b&gt;Covent Garden&lt;/b&gt; é cheia de lojas e pequenos restaurantes. Em um deles, de inspiração do Oriente Médio, almoçamos. Descobri que por lá há uma loja com produtos do Tintin (sua fã deste quadrinho, que aproveitei em minha adolescência), no 34 Floral Street, www.thetintinshop.uk.com .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;# Londres:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Minha esposa já o conhecia...Tinha boas lembranças, e fomos jantar algumas vezes no &lt;b&gt;Wagamama&lt;/b&gt; (&lt;b&gt;wagamama.com&lt;/b&gt;), no 40, Streatham St, perto da Russel Square. É um simpático restaurante de comida oriental, com grandes mesas comunitárias, estilo estudantil, enquanto ao fundo, em Woks, a comida é feita&lt;b&gt;, &lt;/b&gt;à vista de todos. Muitas opções no cardápio, entre sobas, ramens, frutos do mar, entre outras. Escolhi sobas. Ambiente descontraído, serviço atencioso, vale a visita !&amp;nbsp; &lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;# Londres:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Após dica de vendedora de livraria na &lt;b&gt;Hays Galleria, &lt;/b&gt;fomos atrás de uma livraria que pudesse saciar o apetite de uma imensa lista de livros que eu levava. Apesar da lista&amp;nbsp;possuir uns 15 livros, imaginava comprar no máximo 3 livros. A livraria indicada pela vendedora, &lt;b&gt;Foyles&lt;/b&gt;, &lt;a href="http://www.foyles.co.uk/"&gt;http://www.foyles.co.uk/&lt;/a&gt;, fica no 113-119 Charing Cross Road, a rua das livrarias em Londres. É imensa, vários andares, e fiquei atordoado com tantos títulos !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto mostrava minha lista a um vendedor, e pedia, modestamente, 3 livros, ele dizia-me que lá havia outros livros de minha lista...Que desespero ! Resultado: fui a &lt;b&gt;Foyles&lt;/b&gt; três vezes, e lá parecia uma criança, tantos os títulos em suas prateleiras. Comprei mais de 10 livros, e ainda saí com vontade de comprar mais. Para aqueles que gostam de leitura e livros, obrigatória a visita a &lt;b&gt;Foyles&lt;/b&gt; !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;# Londres:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Em um passeio de sábado, procurei encontrar um galpão de docas, na margem sul do Tâmisa, que havia conhecido em 1992. Descemos na estação de metrô &lt;b&gt;Monument &lt;/b&gt;e cruzamos a&amp;nbsp;London Bridge.&amp;nbsp;Andamos na direção da Tower Bridge e chegamos, em pouco tempo, ao destino procurado: a &lt;b&gt;Hays Galleria&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.london-se1.co.uk/places/hays-galleria"&gt;&amp;nbsp;http://www.london-se1.co.uk/places/hays-galleria&lt;/a&gt; . &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um galpão portuário reformado, que abriga lojas, restaurantes e cafés, na Tooley Street, à margem do Tâmisa, perto do cruzador HMS Belfast. É extremamente bonita e simpática. Resolvemos comer algo no Café Rouge &lt;a href="http://www.caferouge.co.uk/location/hays-galleria"&gt;http://www.caferouge.co.uk/location/hays-galleria&lt;/a&gt;&amp;nbsp;, e foi uma ótima experiência. Uma lanche/almoço e uma cerveja para relaxar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O galpão merece uma visita, e está localizado perto da Tower Bridge, da Torre de Londres e de algumas interessantes e modernas construções. Aproveite e dê uma chegada até a Saint Katharine's Docks, uma simpática marina onde estão atracados diversos barcos de passeio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;# Londres:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Hospedamo-nos em South Kensington, junto à Cromwell Road, perto do Museu Geológico, onde minha esposa trabalharia. South Kensington é um belo bairro. Entre Kensington Gardens (ao norte) e o bairro de Chelsea, ao sul, possui casas muito bonitas e uma atmosfera muito simpática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chelsea, que também visitamos, é bem legal, e percebemos que é um bairro onde circulam dinheiro e luxo em Londres. Lojas caras, gente bonita e elegante, agradáveis restaurantes, ruas quase exclusivas, um ambiente com um ar, digamos, "very british". E pensar que a Inglaterra, no passado, possuía uma péssima comida. Óbvio que vieram várias redes de comida de outros países, como cafés e restaurantes franceses. E esta invasão positiva funcionou como um catalisador que impulsionou, também, a cozinha local. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;b&gt;# Londres - Paul (&lt;a href="http://www.paul.fr/uk/histoire.php"&gt;http://www.paul.fr/uk/histoire.php&lt;/a&gt; ):&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Descobrimos esta rede de padarias francesas, felizmente também instaladas em Londres, procurando um local para tomarmos nosso café pela manhã (nosso hotel estava muito tumultuado neste dia). &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Foi uma sorte !! Croissants maravilhosos, tartelettes sensacionais, e onde conheci (ou melhor, fui apresentado a) o café Flat White, um expresso (no caso, duplo), como um pouco de leite fervido em cima. Estupendo !! &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Também vimos filiais em Paris. Eles possuem filiais em vários países do mundo. Agora é torcer pro Paul abrir uma filial no Rio !!&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;b&gt;# Londres - Prêt a Manger (&lt;/b&gt;&lt;a href="http://www.pret.com/"&gt;&lt;b&gt;http://www.pret.com/&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt; ):&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Andando por Londres, logo em meu primeiro dia, descobri esta rede. Conversando com funcionários, descobri que somente o nome é francês. Puro marketing ! A rede é inglesa.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Ótimos sanduiches, saladas, sopas, parada obrigatória em nossas andanças por Londres. E eles também tem o maravilhos Flat White !!&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Londres possui inúmeras filiais. Você vai esbarrar em uma delas !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;# Londres - Museu da RAF (&lt;a href="http://www.rafmuseum.org.uk/london/"&gt;http://www.rafmuseum.org.uk/london/&lt;/a&gt; ):&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Localizado no Aeródromo de Hendon, em Colindale, pode ser alcançado facilmente de metrô. Pegue a &lt;b&gt;Northern Line&lt;/b&gt; do metrô, na direção norte, vindo da estação &lt;b&gt;Leicester &lt;/b&gt;e desça na estação de metrô &lt;b&gt;Colindale&lt;/b&gt;. 10 minutos a pé, e você chegará ao museu. Bem sinalizado e pergunte, caso necessário. É bem fácil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para aqueles, como eu, que são apaixonados por história e aviação, é o paraiso !! Considerando a II Guerra Mundial, então, com todos aqueles aviões e detalhes sobre a Batalha da Inglaterra, fantástico !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Spitfires, Hurricanes, Tempest, Typhoons, Lancaster, Halifax, Mesherschmit 109, Stukas, Phantom, Tornados, Harriers, a lista é imensa !!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Impressiona ver aqueles aviões sensacionais de perto, ver a própria história ao seu lado, além de inumeráveis informações sobre os pilotos, os caças e os bombardeios da RAF. É espetacular...Só faltou voar com alguns daqueles estupendos aviões, movidos, no caso dos Spitfires, por motores Rolls Royce. Imperdível !!!&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;b&gt;# Londres - Imperial War Museum ( &lt;/b&gt;&lt;a href="http://www.london.iwm.org.uk/"&gt;&lt;b&gt;london.iwm.org.uk&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt; ) :&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Perto da estação de metrô &lt;b&gt;Lambeth North &lt;/b&gt;(na linha &lt;b&gt;Bakerloo&lt;/b&gt;), também perto da estação de trem &lt;b&gt;Waterloo&lt;/b&gt;, o museu, pra mim, um amante de história, história da II Guerra Mundial e outros conflitos, reúne muita coisa interessante.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Há equipamentos, como aviões, tanques das I e II Guerra Mundiais, uma réplica das trincheiras da I Guerra, no front ocidental, conflitos após a II Guerra Mundial, com muita informação, equipamentos, armamentos, detalhes sobre a Blitz em Londres (bombardeios sobre Londres em 1940/41), enfim, um universo de coisas para se fartar de história de conflitos. &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Perdi (melhor, ganhei) muitas horas de uma tarde por lá. Há muito a ver e merece a visita, pros aficionados de história de conflitos, principalmente I e II Guerra Mundiais.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;- Toscana / Itália - Fevereiro/Março 2010:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após meditarmos muito sobre para onde viajar, minha esposa e eu resolvemos, pela limitação de quando seria possível ir e aonde poderíamos viajar (Brasil, exterior, neve, distância, teríamos 2 semanas etc.), que iríamos para a Toscana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Ambos já haviam passado por lá há anos. Minha esposa e eu, que à época não nos conhecíamos, estivemos em Florença (eu) e Florença e Pisa (minha esposa). Mas sabíamos que a Toscana exigia ser vista, com mais detalhes. Vários relatos apontavam como uma região belíssima. Resolvemos, então, por ela. Toscana !!&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Após consultar um agente de viagem, descobrimos que há um vôo da Air France, Paris x Florença, que sai de Paris um pouco depois da chegada de um vôo que chega do Rio, onde moramos. Chegaríamos em Paris às 08:00 hrs, e +- às 10:30 pegaríamos um vôo direto para Florença. Lá chegaríamos +- às 12:00 hrs. Ótimo, seria isso então !&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Alugamos também um carro. A idéia era chegar em Florença, passar um dia, e na manhã seguinte pegar o carro e começar a rodar pela Toscana. Primeiro, Siena, onde ficaríamos 4 dias dias. Visitaríamos a região em volta de Siena. Depois iríamos a Lucca, que serviria de base, e rodaríamos pela região. E por último iríamos a Arezzo, que serviria de base para visitar a região próxima e, também, dar uma escapada até a Úmbria. Voltaríamos para Florença e no dia seguinte pegaríamos o vôo Florença x Paris, e de lá pro Rio.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;# 25/02/10 - Rio x Paris x Florença&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Pegamos um vôo da Air France, que sairia na tarde do dia 25/02 do Rio. Acomodamo-nos nas nossas apertadas poltronas e aguardamos a decolagem para Paris, a primeira "perna" da viagem. Nos últimos minutos antes das portas serem fechadas, eis que surge aloprado passageiro que senta, Lei de Murphy, ao meu lado !!!&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
O cara falava sozinho, visivelmente alterado, algo como uma língua russa ou de alguma ex-república soviética, enquanto bebia 02 latas de Red Bull e uma de cerveja. A tripulação o repreendeu, tirou a cerveja de sua mão. Eu levantei e comentei com o chefe dos comissários que não cruzaria o Atlântico ao lado daquele problemático passageiro. Ele me convidou para a primeira classe, mas somente havia um lugar vago. Informei-o que viajava com minha esposa, e ele nos solicita que abandonemos nosso lugar original e nos leva para 02 poltronas vagas na parte superior da aeronave, um 747.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;# 26/02/10 - Chegada a Paris e Vôo para Florença&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Após um vôo desconfortável (viajava entre 02 corpulentes e espaçosos britânicos), enquanto minha esposa viajava uma fila atrás da minha, chegamos a Paris (+- 08:00 hrs) e nos deslocamos para o terminal onde embarcaríamos para Florença. Lá embarcamos pouco depois das 10:00 hrs em um vôo regional que, após 1 hora e meia, chegaria a Florença. Não havia teto para pousar em Florença, e o tráfego aéreo impediu o pouso em Pisa. O comandante desviou a aeronave para Bolonha, onde pegamos ônibus fornecido pela Air France e, 01 hora depois, chegamos a Florença. Primeira parte da viagem, digamos, um pouco tumultuada...&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;b&gt;# 26/02/10 - Enfim em Florença !!&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
O ônibus nos deixou no aeroporto de Florença. Pegamos um taxi, e +- 2o minutos depois chegamos ao nosso hotel, Hotel Paris, Via dei Banchi 2, &lt;a href="http://www.parishotel.it/"&gt;http://www.parishotel.it/&lt;/a&gt;. Confortável, e super central, a metros do Duomo. Largamos as coisas no hotel e fomos passear por Florença. Fomos à praça do Duomo e todos os monumentos e igrejas belíssimas. As ruas, fantásticas. Uma cidade museu !! Mas a Toscana nos reservava outros espetáculos belíssimos !!&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
Fomos até a Ponte Vecchio, e atingimos o rio Arno. Cara, aquilo é demais !! Aquela atmosfera, o dia acabando, o Arno, mágico ! Ficamos rodando pelas ruas de Florença, até o dia acabar, quando o cansaço da viagem nos venceu, e voltamos pro hotel.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
À noite, cansados e famintos, fomos a um restaurante em frente ao hotel, na mesma rua, chamado "Alla Griglia" (Via dei Banchi, 25, &lt;a href="http://www.allagriglia.com/"&gt;http://www.allagriglia.com/&lt;/a&gt;) . Simpático, simples, comida gostosa e justa. Massa e carnes à moda local. Matou nossa fome !! Fomos passear pelas ruas à noite, e voltamos pro hotel, pra dormir uma noite plena de satisfação. A viagem começava, e bem !! &lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;# 27/02/10 - Florença.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Esse dia foi dedicado a flanar pela cidade, enquanto nos acostumávamos a nossa temporada na Toscana e nos preparávamos ao início de nossa viagem pela região.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após um substancial café da manhã no hotel, demos uma chegada na Piazza Di Santa Maria Novella, belíssima e com imenso jardim, muito perto do hotel, coroada ao fundo pela igreja Santa Maria Novella.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Continuamos nossa caminhada, pois pretendíamos descobrir onde era a locadora de automóveis, onde pegaríamos nosso carro na manhã seguinte e iniciaríamos nosso passeio pelas estradas toscanas, na direção de Siena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Localizamos a locadora, quando também verifiquei a existência de um restaurante japonês. Oba !! Teríamos que voltar lá, hoje ou quando retornássemos a Florença, na devolução do carro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Missão cumprida e locadora achada, seguimos para nosso primeiro objetivo: Palazzo Pitti, do outro lado do Arno. No caminho fomos curtindo a beleza das ruas e construções de Florença, uma verdadeira cidade museu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegamos às margens do Arno, onde procuramos novamente apreciar a imagem do rio caudaloso e das pontes que o cruzavam. Cruzamos por uma delas, verificando se eventualmente seria aquela a cruzar na manhã seguinte, após pegar o carro. Voltamos à margem norte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguimos pela margem norte até a Ponte Vecchio, cruzada em meio a uma multidão, e após o que seguimos para o Palazzo Pitti, no lado sul do rio Arno.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Após cruzarmos a Ponte Vecchio, seguimos na direção do Palazzo Pitti. Dedicamo-nos a visitar seus jardins, e percorremos seus limites, apreciando uma vista da outra margem de Florença, com o imponente Duomo a se destacar. Perfeita vista ! Florença, uma verdadeira cidade museu.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Após muito caminhar, escolhemos um lugar nas proximidades do Palazzo Pitti para almoçar. Almoçamos, enquanto aproveitávamos para apreciar as construções belíssimas que nos cercavam, enquanto dezenas de turistas percorriam as ruas ao redor.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Retornamos, então, ao nosso hotel. Dormimos uma justa soneca e acordamos mais tarde para jantar. A fome apertava ! Voltamos ao simpático lugar onde havíamos jantado na noite anterior. Não nos arrependemos. Após muito comer e um vinho tomar, nos dedicamos a passear pelas ruas na noite de Florença. Andamos razoavelmente e voltamos para o hotel. Uma noite de sono nos aguardava. No dia seguinte, pegaríamos o carro na locadora e nos dirigiríamos para Siena, nossa próxima parada na Toscana.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;# 28/02/10 - Florença x Siena:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Tomamos nosso café, fechamos a conta do hotel, e fomos à locadora pegar o carro já alugado. Após entregarmos a documentação necessária, fomos à garagem para o carro. Um Lancia, quase igual ao Fiat Ideia. Parecia que serviria muito bem. Analisamos a dica da funcionária da locadora, saímos da garagem e rumamos pro sul da cidade. Cruzamos o Arno, continuamos rumo ao sul, e rapidamente identificamos a estrada para Siena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estamos na estrada para Siena ! Uma rodovia com pista dupla, viagem super tranquila. À direita, a caminho de Siena, identificamos Monteriggioni, cidade murada, alvo de uma visita. Um pouco depois havia uma saída à direita para Siena. Saimos, passamos por baixo da rodovia e fomos para a esquerda da mesma. Entramos em Siena. Após tatearmos atrás das indicações, perguntei em uma banca de jornal e achamos facilmente o hotel. Chegamos a Siena !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O hotel era bem legal, uma construção antiga, mas reformada. Hotel Garden, Via Custoza 2, tel (39) 0577 567111, &lt;a href="http://www.gardenhotel.it/"&gt;http://www.gardenhotel.it/&lt;/a&gt; . Ótima indicação de nosso agente de viagem. Largamos as bagagens no hotel e rumamos para Siena velha. Mais ou menos um quilômetro depois, chegamos à Siena Velha, murada. Agora, rumo à praça central !&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;
Após uns 15/20 minutos, lá chegamos. É chamada Piazza Del Campo, onde ocorrem as famosas corridas de cavalo. A praça é fantástica, assim como as construções à volta. A Fonte Gaia, perto de onde entramos na praça, é belíssima. Atravessamos a praça e identificamos a construção mais alta. Lá tentaríamos chegar, para visualizar toda Siena. E o fizemos. Subimos na Torre del Mangia. A visão de lá é indescritível ! Aproveitamos para apreciar a vista em todo seu redor. A praça, então, vista do alto, era impressionante !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descemos, e resolvemos circundar toda a praça, em seu anel externo. Aquela confusão arquitetônica, os campos em volta, tudo muito bonito. E como tudo é preservado ! Seguimos, então, para o Duomo, e resolvemos nos perder nas ruas próximas. Intoxicante !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a Siena antiga gravada em nossas retinas, voltamos ao hotel. A fome chegara, e jantamos por lá. No dia seguinte, San Gimignano nos aguardava !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;# 01/03/10 - Passeio até San Gimignano e outros Destinos:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Após conhecermos Siena, estávamos decididos a visitar a famosa San Gimignano.&lt;br /&gt;
Após o café da manhã em nosso hotel em Siena, pegamos a estrada principal, que liga Siena à Florença, e seguimos rumo ao norte, para nosso destino, San Gimignano. Perto de meia hora após Siena, saímos da estrada em Poggibonsi, que ficava à esquerda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A estrada, após passar por Poggibonsi, serpenteia e começa uma leve subida até San Gimignano. Ao longe identificávamos suas mágicas torres. Após subir até a cidade, estacionamos ao lado das muralhas de San Gimignano e iniciamos nosso passeio pelas mágicas ruas da cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chamar San Gimignano de cidade chega ser ofensivo. Cercada de um muro e coroada por torres internas ao muro, a cidade, lindamente preservada, é maravilhosa. Trilhamos cada ruela, cada pedacinho de San Gimignano naquela manhã, cada vez mais maravilhados com a beleza do local e impressionados com a preservação daquele verdadeiro patrimônio da humanidade. Que diferença das nossas cidades e monumentos deixados ao abandono !!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vista de San Gimignano também é belíssima, pois a mesma se situa no topo de uma elevação que domina a região.&lt;br /&gt;
Cada vez que andávamos na cidade ficávamos mais encantados e ao mesmo tempo certos que tínhamos feito uma ótima escolha: conhecer a Toscana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após o meio dia saímos da cidade e rumamos para Colle di Val d’Elsa, a poucos quilômetros de San Gimignano. Paramos algumas vezes enquanto nos afastávamos da mesma para vislumbrá-la e pudemos desfrutar de uma imagem mágica, de uma pequena cidade quase medieval, crivada de torres (talvez cinco, não me recordo), que apontam para o céu. Um belíssimo espetáculo !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chagamos a Colle di Val d’Elsa, e após estacionarmos nosso carro na entrada da cidade, a percorremos com tranqüilidade. Mas San Gimignano a eclipsa em beleza, por certo !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltamos à estrada, agora rumo ao sul, de volta à Siena, e objetivando parar em Monteriggioni, um vilarejo murado. Ao longe, da estrada, apresentava imponentes muralhas que exigiam a nossa visita. Tal o fizemos. Simpática, mas menos do que a vista da estrada prometia. Satisfeitos e transbordando de belas imagens e experiências, retornamos à Siena por uma estrada secundária. Belíssimo passeio, belíssimo dia ! Restava descansar e jantar em Siena, intoxicadas por aquele dia mágico.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;b&gt;# 02/03/10 - Passeio na Região de Siena, Dica de Funcionário do Hotel em Siena:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Após nosso café da manhã em nosso hotel em Siena, funcionário do hotel nos sugeriu um passeio pela região a leste e ao sul de Siena. Seguimos sua dica e foi maravilhoso !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saímos de Siena, sempre com o carro que alugáramos, e pegamos a estrada para Arezzo, uma saída a sudeste de Siena. Após a saída à direita para Abbadia, pegamos, logo depois, uma estrada secundária, também à direita, na direção de Taverne d’Arbia. Seguimos na mesma estrada na direção de Asciano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A estrada era fantástica, é o mínimo que posso dizer ! Na maior parte do tempo serpenteava suavemente na crista de colinas, enquanto, à direita e à esquerda colinas verdejantes eram coroadas em seus topos por típicas propriedades toscanas. O caminho para cada uma destas propriedades era ladeado por ciprestes toscanos. O dia era ensolarado e aquela paisagem representava aquilo que tínhamos em nosso imaginário como a verdadeira Toscana. Campos verdes, ondulados, e ponteados de casas toscanas, cujo acesso era realizado por pequenas estradas ladeadas por ciprestes. Maravilhosamente toscano ! Eu tinha ido pra lá pra ver isso !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na entrada de Asciano, pegamos uma estrada à direita, na direção da Abbzia di Monte Oliveto Maggiore. O acesso foi complicado, pois desabamentos haviam impedido a chegada de carros, de nossa direção, até a abadia. Para nossa sorte, encontramos um monge que se dirigia à abadia, a pé. Inacreditavelmente descobrimos que ele havia estado no Brasil, em São Paulo. Indicou-nos o caminho a ser seguido a pé. Deixamos o carro na beira da estrado e o fizemos. A abadia é interessante, mas não possui nenhuma característica especial, exceto estar no meio de uma região montanhosa e extremamente arborizada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após visitar a abadia, seguimos até Buonconvento, para depois alcançarmos Montalcino. Bela visita ! No topo de uma colina (lugar comum na região), acesso por uma estrada serpenteante, muito simpática e com uma maravilhosa vista. De lá seguimos até Pienza, muito bonita, e cujo acesso é rodeado de uma excepcional paisagem. Após a estrada tipicamente toscana, no início do dia, foi o ponto alto do passeio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A cidade é extremamente charmosa, no topo de uma colina, com aquelas típicas habitações, muitas delas de pedra, muito antigas, mas extremamente bem preservadas. Após conhecer a cidade, voltamos na direção de Montalino, e pegamos a estrada R2, à direita, de volta a Siena. &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;# 12/03/10 - Florença – Take Off – Florence Korea Film Fest 2010:&lt;/b&gt; Coreia do Sul, direção Kim Yong-Hwa. Divertido filme de ficção sobre a montagem e as primeiras competições oficiais da equipe de salto em esqui da Coréia do Sul, montada com a iniciativa de um coreano adotado e criado nos EUA. Baseado em fatos reais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas agora vamos ao divertido do fato. Chegando a Florença em 26/02/10, eu e minha esposa, que iríamos passar 15 dias na Toscana, sabíamos que havia um cinema em Florença onde eram passados filmes na língua original, não falados em italiano (do qual não entendo nada). Na Itália os filmes são comumente passados em italiano, não legendados. Eis minha esperança de curtir minha paixão cinéfila.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Chegando ao cinema na tarde de 26/03 (Cinema Odeon, Florença), descobrimos que o filme veiculado já havia sido visto por nós no Brasil. Paciência, quando retornássemos a Florença, em 12/03, tentaríamos de novo.Em nosso retorno, fomos ao Odeon, quando verificamos, para nossa decepção, que naquele dia começaria um festival do cinema Coreano.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
O que fazer ?? Caso fosse falado em coreano, nada entenderíamos !! Minha esposa insistiu, e perguntei no cinema a alguém, com traços orientais, se haveria legendas em inglês. Sim, ela respondeu-me. Meus olhos brilharam !! &lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Porém, a organização do evento nos disse que a primeira noite seria somente para convidados...Decepção de novo...Minha esposa e eu argumentamos que voltaríamos para o Brasil no dia seguinte, não seria possível ver outras seções do festival senão naquele dia. Afirmamos que eu era cinéfilo, louco por cinema etc.Um rapaz da organização gentilmente nos disse, então, que voltássemos às 21:00 horas, procurássemos por ele, que ele veria o que poderia fazer.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Assim procedemos. Procuramos ansiosamente o rapaz da organização às 21:00 horas, e ele, nos vendo, veio até nós e disse-nos que conseguiria dois convites. Assim o fez, e foi fantástico, como o fechamento sensacional de nossa viagem à Toscana ! Uma belíssma exibição, somente para convidados, em uma sala de cinema/teatro belíssima, em Florença ! &lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;- Bar do Adão:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Frequento, eventualmente, o Bar do Adão de Botafogo. É na Dona Mariana, quase na Voluntários. Tem pastéis ótimos, bem gostosos, chopp, outras bebidas, e está situado em uma simpática casa. Nesses tempos de lei seca (que eu apóio 200%), pra mim é uma ótima solução, pois vou a pé de casa. Endereço e telefone: Rua Dona Mariana, 81, Botafogo, tel. 2535-4572. Possui site: &lt;a href="http://www.bardoadao.com.br/botafogo/pasteis.htm"&gt;http://www.bardoadao.com.br/botafogo/pasteis.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;b&gt;- Shin Miura - Restaurante Japonês no Rio:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;É um excelente restaurante japonês no centro do Rio, no edifício Avenida Central, 3o andar (suba de escada rolante). Simples, mas com ótima comida tradicional japonesa (sou fã da marmita japonesa), além de investidas muito imaginativas do chef Nao Hara. Ótima pedida para quem trabalha no centro do Rio. Fica lotado no almoço ! Chegue cedo, perto do meio dia. Mais informações, &lt;a href="http://www.restaurantesjaponeses.com.br/shin-miura"&gt;http://www.restaurantesjaponeses.com.br/shin-miura&lt;/a&gt; .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;b&gt;- Paris - Restaurante Chez Hanafusa:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;Este simpático restaurante japonês em Paris eu jamais esqueci ! É uma modalidade de japonês que associa chapa aos tradicionais sushis e sashimis. Estilo Benihana. Foi descoberto em uma andança pela cidade, ao examinar a Pariscope. Pariscope é uma popular revista semanal parisiense, achada em qualquer banca, com dicas que vão de cinema a restaurantes. Foi lá também que descobri um universo de salas de cinema na cidade, o que, como cinéfilo, foi soberbo. Item fundamental pra saber o que há na cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O restaurante fica em uma pequena travessa do Boulevard Saint Germain, perto da igreja Saint Germain de Près. O endereço: 4 Passage Petite Boucherie, 75006 Paris, +33 1 46 33 78 61.&lt;br /&gt;
A chapa, onde saltavam coquiles saint-jaques e outras delícias, extasiava. A habilidade com facas e cutelos de quem preparava tudo aquilo impressionava ! Havia também, em 1999, um simpático labrador que circulava no restaurante. Foi uma refeição deliciosa, que convidou-me a preguiçosamente arrastar-me de volta ao hotel. Vale uma nova visita !&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;b&gt;- Cafeína - Rio:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Tenho ido à Cafeína (&lt;a href="http://www.cafeina.biz/home/index.aspx"&gt;http://www.cafeina.biz/home/index.aspx&lt;/a&gt;) no Rio Design Leblon, Rua Ataulfo de Paiva, quase esquina com a Av. Afrânio de Melo Franco, para tomar meu café da manhã, normalmente aos sábados, mas eventualmente domingos e feriados. Tomo um café da manhã básico e delicioso, com café com leite, croissants e baguetes. O café com leite é dos melhores que conheço, e as baguetes e croissants, excelentes. Ótimo para começar o dia com prazer e relaxado. Caso o dia esteja muito quente, não importa ! O arcondicionado do Rio Design não deixará você suar. Depois, pode flanar à vontade pelas ruas do Leblon, caminhar na praia, ou, o que prefiro fazer, se perder entre os livros da Livraria da Travessa no Shopping Leblon .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;b&gt;- Bar Urca - Rio:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Localizado na Urca, bairro do Rio de Janeiro, a metros da Fortaleza de São João, possui algumas características que valem à pena: pega-se cervejas, pastéis, bolinhos, casquinhas, caldinhos, e em um final de tarde, atravesse a rua e sente/se apóie na amurada à beira do mar. Saboreie tudo enquanto o dia acaba e você ainda se delicia com a paisagem sensacional do Rio, Baía da Guanabara, Corcovado etc. Mais detalhes no &lt;a href="http://www.barurca.com.br/"&gt;http://www.barurca.com.br/&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;- &lt;b&gt;Torres Del Paine (Chile) e El Chalten (Argentina) - 2005/6&lt;/b&gt;:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Ambos, &lt;a href="http://www.torresdelpaine.com/"&gt;http://www.torresdelpaine.com/&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.elchalten.com/"&gt;http://www.elchalten.com/&lt;/a&gt; situam-se no extremo sul da patagônia, quase na mesma latitude. Podem ser alcançados via Puerto Natales (Chile) ou El Calafate (Argentina). A visita a ambos deve ocorrer no verão, mais ou menos entre os meses de novembro e fevereiro. No resto do ano, alguns hotéis fecham, e a neve pode impedir o acesso. A paisagem de ambos é inacreditavelmente bela. Paisagens desérticas e as montanhas andinas nevadas. No mundo podem existir paisagens tão belas. Mais, impossível !!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No meu caso, fizemos, eu e minha esposa, o seguinte trajeto, o qual recomendo: pegamos um vôo até Buenos Aires, onde pernoitamos. No dia seguinte, ainda de madrugada, pegamos um vôo até El Calafate, que durou toda manhã, onde alugamos um carro (no caso, um Gol). Seguimos para Torres Del Paine. Saimos de Calafate +- 13:00 hrs e chegamos a Torres +- às 19:00 hrs. Nesta época, naquela latitude, anoitece entre 22:30/23:00 hrs. A temperatura máxima atinge 20 graus, e à noite pode cair para +- 5 graus. As Torres ficam dentro de um parque nacional. O carro foi fundamental, pois os deslocamentos dentro do parque para os passeios são grandes. Hospedamo-nos na Hosteria Lago Pehoé (&lt;a href="http://www.pehoe.com/"&gt;www.pehoe.com/&lt;/a&gt;), bem central, com uma visão estupenda das montanhas no parque, no caso os Cornos, em uma ilhota em um lago andino. Creio ser fundamental hospedar-se dentro do parque, para otimizar e viabilizar os passeios. Há outras opções de hospedagem, mas achei essa mais interessante, pois é central no parque. Achamos, ainda, fundamental o aluguel de um carro, pois viabilizou os deslocamentos e a alternativa por vãs é muito cara. Há várias caminhadas no parque. Fomos até a base das Torres, um dia inteiro de caminhada, bem cansativo, mas a vista final das Torres vale à pena ! Pode-se ir ao Lago Grey, com geleira. Ou pode-se, por exemplo, circundar as montanhas no parque, com belíssimas paisagens. Há um passeio de barco no lago Grey até as geleiras. Há, também, uma trilha circundando os Cornos pelo Vale del Francês. Outros passeios poderiam ser feitos pelas montanhas, mas selecionamos algums, pois ainda iríamos a El Chalten. Mais uma vez, é fundamental o carro para o deslocamento dentro do parque, além da hospedagem no próprio parque. Puerto Natales fica muito longe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deixamos o hotel em uma manhã e seguimos para El Chalten. Mais ou menos 01 dia de carro. Chegamos lá ao final da tarde. Estrada de terra (no Chile), e terra e asfalto (na Argentina). Hoje, na Argentina, creio que a estrada está totalmente asfaltada. Diferentemente de Torres Del Paine, El Chalten é uma pequena cidade. Há várias opções de hospedagem. Desde as mais caras até albergues (há muitos mochileiros). Também diferentemente de Torres, pode-se deixar o carro no hotel e seguir para as trilhas e caminhadas a pé. Fizemos alguns passeios e caminhadas, dos quais destaco a ida até a base do montanha Fitz Roy (nevou à noite na base, quando fomos), ida à base do Cerro Torre e a ida de barco até a geleira Viedma. Na chegada do passeio havia ainda uma vantagem sobre Torres Del Paine. A cidade oferecia várias opções de restaurantes. E o maravilhoso sorvete de doce de leite. Mas nas caminhadas em Torres e El Chalten deve-se levar um lanche para o dia, pois são trajetos de várias horas. Retornamos após a El Calafate, onde em uma tarde visitamos as geleiras de Perito Moreno. Impressionantes ! Mas confesso que não há mais nada a fazer em Calafate. Ao fim do dia embarcamos de avião de volta a Buenos Aires. E, no dia seguinte, voltamos ao Brasil. Mais 02 últimas informações: planeje, pelo menos, de três a quatro dias para cada local - Torres e Chalten. E, no aspecto financeiro, a Argentina foi à época (continua hoje, 2009) bem mais barata que o Chile.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;- &lt;b&gt;Lençóis / Chapada Diamantina (Bahia):&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
A aproximadamente 400 km de carro de Salvador, a Chapada Diamantina possui paisagem bem diferente (e muito bonita) do restante do Nordeste, formada por chapadas, montanhas e vales. Há uma infinidade de passeios a fazer (Pai Inácio, Cahoeira da Fumaça etc.). Lá chegando, não é necessário usar carro. As empresas que organizam as excursões o levarão em carro próprio. E há várias pousadas em Lençóis. Para caminhar e relaxar ! Dizia, quando morava em Salvador, que chegar a Lençóis era como ligar o fio terra, e todas as tensões eram descarregadas. Era, realmente !!&lt;/div&gt;
</description><link>http://fred-blogdofred.blogspot.com/2018/05/lugares.html</link><author>noreply@blogger.com (Fred)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8801684654378313981.post-2751608958127171887</guid><pubDate>Fri, 05 May 2017 03:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2017-05-06T00:05:13.889-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Livros</category><title>LIVROS</title><description>&lt;div&gt;
&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;- &lt;/span&gt;Livro “Petrobras, uma História de Orgulho e Vergonha”, da jornalista Roberta Paduan&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="_5pbx userContent" data-ft="{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}" id="js_9"&gt;
As revelações são estarrecedoras. Caso eu trabalhasse na Petrobras, 
estaria muito pau da vida com o que fizeram com a empresa. Quem 
acompanha o setor de petróleo (eu o faço +-) e conhece +- a Petrobras, 
conhece algumas histórias marginalmente, principalmente após as 
revelações com a delação de Paulo Roberto Costa.&lt;br /&gt;
Paduan enfatiza 
que a Petrobras muitas vezes foi usada contra seus interesses pelo 
governo federal. Ela ñ comenta quase nada sobre o período da ditadura 
militar, mas pode-se imaginar que houve muitos problemas e “esquemas” 
danosos à empresa naquele período.&lt;br /&gt;
Porém, destaca Paduan, de 2003
 pra cá, na gestão petista, a empresa foi objeto de uma pilhagem (devido
 ao loteamento entre partidos promovido pelo PT) e de uma condução pra 
lá de equivocada (um ideal terceiro mundista estilo anos 1960), que a 
levou ao desastre financeiro, endividamento recorde, numa crise sem 
paralelo em sua história.&lt;br /&gt;
Verificamos no livro que a partir de 
2003 a nomeação de muitos gerentes era submetida ao sindicato dos 
petroleiros, que ñ pestanejava em vetar nomes pelos motivos mais torpes.&lt;br /&gt;
O leitor vê com assombro os nojentos detalhes da compra da refinaria de
 Pasadena. A decisão, movida à propina, burlou diversos critérios da 
própria Petrobras, e teve a anuência do conselho de administração, 
presidido por Dilma, a gerentona. Uma refinaria que fora 100% comprada 
pela belga Astra Oil por US$ 42,5 milhões, enquanto a Petrobras pagou 
US$ 360 milhões por 50% ?? Inacreditável !! Qualquer Zé Mané percebe que
 algo muito errado fora feito. Lembro-me das patéticas explicações de 
Gabrielli e Graça em Brasília, a tentar justificar da maneira mais 
indefensável.&lt;br /&gt;
Ou os péssimos empreendimentos das refinarias em 
Pernambuco (Rnest) e Rio (Comperj), que deram dezenas de bilhões em 
prejuízo à Petrobras (reconhecidos no Balanço Patrimonial), pessimamente
 planejados, orçamentos estourados +- 10 vezes (é isso, o já suficiente 
pra por na cadeia um bocado de gente), e corrupção a valer a drenar os 
cofres da empresa.&lt;br /&gt;
Ou a péssima decisão de manter os preços dos 
combustíveis abaixo dos preços praticados no mercado internacional, 
enquanto a Petrobras era obrigada a importar combustíveis e revendê-los a
 preços inferiores por aqui, devido à decisão da gerentona de usar a 
Petrobras pra segurar a inflação. Prejuízo de dezenas de bilhões 
(estima-se que R$ 100 bilhões, ou mais).&lt;br /&gt;
Ou funcionários 
dedicados, que quando tentaram fazer algo para estancar os claros 
desvios (gasoduto Urucu x Manaus), foram impedidos de fazê-lo, foram 
destruídos moral e profissionalmente, e viraram verdadeiros párias na 
empresa, verdadeiros zumbis.&lt;br /&gt;
Lula quase acertou: nunca antes 
neste país foi montado esquema de tal dimensão para “drenar” a Petrobras
 (alguns preferem pilhar), e empurrá-la a fazer tantos maus projetos, 
com dezenas de bilhões de prejuízo. Nunca uma gestão tão absurda 
destruiu tanto valor da Petrobras, destruiu competentes profissionais, e
 montou um esquema de corrupção de tal dimensão.&lt;br /&gt;
Uma empresa que sempre foi motivo de orgulho para os brasileiros, e que virou motivo de vergonha e chacota.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;- The Balfour Declaration - The Origins of the Arab-Israeli Conflit, de Jonatahn Schener, 2010&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Tudo se passa na I Guerra Mundial. &lt;br /&gt;Grã-Bretanha procura árabes em Meca e os convence a se rebelarem contra o Império Otomano. Em troca prometem praticamente toda a península arábica aos mesmos...E o levante árabe tem início, e surge Lawrence da Arábia...&lt;br /&gt;Simultaneamente, Sykes, diplomata inglês e Picot, diplomata francês, fazem um acordo em nome de seus países que divide os restos do Império Otomano no Oriente Médio entre Grã-Bretanha e França. Óbvio que os malandros deixam os árabes ignorantes do acordo..&lt;br /&gt;O movimento sionista, principalmente na Grã-Bretanha, convence os britânicos da força do sionismo no mundo e para a I Guerra (o que ñ é verdade), e do risco de, caso a Grã-Bretanha ñ assegure a volta dos judeus pra Palestina (os sionistas convencem os britânicos que a Palestina era praticamente despovoada, o que era falso), os sionistas se aliarem aos alemães....Os franceses e italianos foram convencidos em seguida.&lt;br /&gt;Paralelamente, a Grã-Bretanha tenta, sem conhecimento dos sionistas ou dos árabes, fazer uma paz em separado com o Império Otomano, para tentar forçar sua saída da I Guerra, tendo em vista os impasses na frente ocidental, França.&lt;br /&gt;Ao final de 1917, arquitetado pelos sionistas e Sikes, é publicada a Declaração Balfour...Que significaria o apoio da Grã-Bretanha ao estabelecimento dos judeus na Palestina, como sua pátria. Incrementa-se uma paulatina migração dos judeus para a Palestina. Os árabes, principalmente na Palestina, não ficam nem um pouco satisfeitos com isso, e começam atritos entre árabes e judeus.&lt;br /&gt;E a confusão está instalada...Até hoje, infelizmente..... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;- Steve Jobs&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Walter Isaacson.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Biografia autorizada de Steve Jobs. Muito interessante para conhecer e entender um pouco da genialidade e do comportamento meio maluco de Steve Jobs, cuja atividade profissional se confunde com a própria Apple. O início, com Wozniak, o primeiro Mac, a saída, a Pixar, que revolucionou o desenho animado, a volta a Apple e seu resgate, o IPod, o IPhone, o IPad, e muito mais. A Apple sobreviverá à morte de Jobs ? Não saberia dizer, mas ele deixou um belo legado...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;
&lt;b&gt;-&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Basta de Histórias !&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A Obsessão Latino-Americana com o Passado e as 12 Chaves do Futuro.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Andrés Oppenheimer&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Neste
livro, o jornalista argentino Oppenheimer visita e analisa o sistema
educacional de vários países.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Conclui
que no grupo de países analisado, o sucesso educacional leva ao desenvolvimento
e ao sucesso. É mesmo a chave determinante para o mesmo. Encontra o sucesso do sistema
educacional na Finlândia, Cingapura, Índia, China, Coréia do Sul e Israel,
países que entenderam que a meta e a prioridade para o desenvolvimento e a
competitividade dos países são educação, educação e educação.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Destaca
que os países devem olhar pra frente quanto à educação, que é o que fazem os
países de sucesso, e não se concentrar obsessivamente no passado.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mas não é o que fazem países como a
Venezuela, Bolívia, Equador, México e Argentina (e muitas vezes, o Brasil), na
América Latina, que chafurdam em um sistema educacional caduco e que ancora
esses países no passado e no atraso. Não é por acaso que esses países exibem
péssimos resultados na educação.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
Oppenheimer
ainda enfatiza que os países em busca do sucesso devem investir em educação
pré-escolar, em formar bons professores (fundamentais para o aprendizado),
medir a educação de seus países em relação aos melhores no mundo, atrair
investimentos em alta tecnologia, e internacionalizar a educação do país,
atraindo as melhores instituições de ensino para seu países, além de enviar
estudantes para as melhores instituições no mundo.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
O
Brasil, infelizmente, com a péssima educação pública oferecida nos ensinos
básico e fundamental, tem ficado cada vez mais distante dos campeões de
crescimento e competitividade. &lt;/div&gt;
&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Armageddon - The Battle for Germany, 1944-1945&lt;/b&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;;"&gt;Max Hastings&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;;"&gt;Em mais um brilhante livro, Hastings&lt;b&gt;, &lt;/b&gt;dos mais competentes historiadores militares britânicos&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;;"&gt;escreve sobre o último ano de guerra na Europa, II Guerra Mundial. Deixa muito claro que a guerra na Europa foi decidida na frente russa, onde se concentravam os exércitos alemães. E onde as baixas soviéticas, de mais de&amp;nbsp; 20 milhões de mortos, no mínimo, foram imensamente superiores às norte-americanas e britânicas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;;"&gt;A invasão da França, Normandia, em junho de 1944, pelos aliados ocidentais, pode ter abreviado o fim da guerra, mas não foi decisiva para sua conclusão. E os generais norte-americanos e britânicos, em sua quase totalidade, eram pouco imaginativos e conduziram a campanha de forma tímida e burocrática. Enfim, a invasão da Normandia, mais do que levar a II Guerra ao seu final, impediu que os soviéticos chegassem à costa atlântica da Europa (minha conclusão).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;;"&gt;- Além da Euforia – Riscos e Lacunas do Modelo Brasileiro de
Desenvolvimento&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;;"&gt;Fabio Giambiagi e Armando
Castelar&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;;"&gt;Os imensos desafios e
problemas que o Brasil deve enfrentar para crescer, e que vão muito além do
fácil e irresponsável discurso Petista. Para aqueles que querem entender um
pouco mais sobre o Brasil.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;;"&gt;Os autores falam, por exemplo, sobre a orgia
de gastos públicos, a crônica falta de poupança interna para financiar os
necessários investimentos, a educação pífia oferecida a nossa população, um
sistema previdenciário desigual, perverso e que acumula imensos déficits, o
envelhecimento da população etc.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;


&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Honoráveis Bandidos - Um Retrato do Brasil na Era Sarney - &lt;/b&gt;Palmério Dória.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
O jornalista Palmério Dória relata boa parte da história política de José Sarney no Brasil, desde antes do golpe de 1964, depois como um aliado de primeira hora da Ditadura, e as espertezas que fazem com que permaneça aferrado ao poder até hoje.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
São histórias de uso do Estado para atender aos interesses privados do clã Sarney, com um apetite voraz e asssustador. Uma história que se inicia no estado do Maranhão, um dos mais pobres da União, mas sobre o qual pesa o domínio do clã Sarney há dezenas de anos, e migra para estender seus tentáculos para todo o Brasil.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
No Brasil, Sarney migrou de aliado ferrenho da Ditadura, de onde tirou todas as vantagens que conseguiu, para se agarrar à abertura democrática, como presidente após a morte de Tancredo. Foi sempre aliado do poder, e ele e sua família sempre estiveram, ainda segundo Dória, envolvidas em imensos escândalos e desvios de dinheiro público. Por último, junto a Collor, Renan Calheiros e outros do mesmo calibre, revelou-se aliado importantíssimo de Lula e do PT, a ponto (que cena lamentável !!) de Sarney acompanhar Lula até São Bernardo do Campo, após a passagem de governo para Dilma.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Óbvio que esse apoio não é gratuito, e Sarney, até hoje, tem imensa influência no setor elétrico, entre outros setores do governo. A história é dantesca.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Desafio aos Deuses - A Fascinante História do Risco (Against the Gods) - &lt;/b&gt;Peter L. Bernstein&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Peter Bernstein relata, desde os primeiros registros na história do homem, a maneira como lidamos com o risco e as incertezas que dominam nossas vidas, até às ferramentas atuais de gestão de risco. Os relatos vão desde as aplicações relacionadas aos jogos de azar, os primeiros estudos sobre a probabilidade de ocorrência dos eventos, até a seleção das carteiras eficientes, de Markowitz, a falta de invariância (finanças comportamentais), proposta por Kahneman e Tversky, os derivativos, a reboque da precificação das opções, com base na teoria desenvolvida por Black, Scholes e Merton, e os caminhos que ainda deveremos trilhar. Para os interessados em finanças, ou simplesmente em estatística.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Perda Total - &lt;/b&gt;Ivan Sant'Anna.&lt;br /&gt;
Relato não ficcional de três acidentes aéreos que impactaram profundamente o Brasil: a queda de um Fokker 100 da TAM logo após a decolagem do aeroporto de Congonhas, São Paulo, em 1996; a queda de um Boeing 737 da GOL no Mato Grosso, após ser atingido pelo Legacy da EMBRAER, em 2006; e o acidente de um Airbus A-320, da TAM, logo após o pouso em Congonhas, em São Paulo, quando a aeronave não conseguiu parar e se chocou contra um prédio da própria TAM, após a cabeceira da pista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No relato de Ivan Sant'Anna estão diversos componentes do quebra-cabeça que montado desvenda as causas dos três acidentes. Para os fãs de aviação e para aqueles que querem entender melhor aquelas tragédias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- As Duas Faces da Glória - &lt;/b&gt;William Waack.&lt;br /&gt;
Releitura de Waack (livro de 1985, fim da Ditadura no Brasil) da Força Expedicionária Brasileira (FEB) na Itália, II Guerra, baseada no ponto de vista de seus aliados norte-americanos e de seus adversários alemães. Longe da glorificação exagerada do desempenho da FEB na Itália, o livro apresenta um relato das severas críticas do exército dos EUA ao desempenho da FEB na Itália, seu comando e treinamento, da quase total ignorância alemã sobre a presença de brasileiros no front italiano, e ainda enfatiza que a Itália representava um front secundário naquele momento, sem relevância na derrota da Alemanha na II Guerra. Dá o que pensar sobre as narrativas ufanistas sobre nossos pracinhas e a presença do Brasil na II Guerra. Óbvio que os militares, após a Ditadura, não devem ter gostado do livro !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Guia Politicamente Incorreto da América Latina - &lt;/b&gt;Leandro Narloch e Duda Teixeira. &lt;br /&gt;
Vários personagens da História da América Latina tem sua vida e sua antiga interpretação histórica recontadas, à luz de novos e corretos arquivos históricos, que demolem mitos e desnudam a verdadeira face daqueles que até hoje são teóricos heróis da América Latina. Simon Bolivar, Che, Peron....A lista é grande. Merece a leitura !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil - &lt;/b&gt;Leandro Narloch&lt;br /&gt;
Interessante e divertida releitura de passagens da História do Brasil, que atropela e detona mitos e reapresenta a verdadeira história de vários personagens e fatos históricos do Brasil, como Santos Dumont, a Guerra do Paraguai, Zumbi, Prestes, e vários outros. Imperdível !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Europa na Guerra 1939-1945 - Uma Vitória Nada Simples (Europe at War) - &lt;/b&gt;Norman Davies.&lt;br /&gt;
Releitura de vários aspectos da guerra na Europa, na II Guerra Mundial, tornada possível após exame dos arquivos da antiga União Soviética, disponíveis após o fim do império soviético.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta releitura, a qual se dedicam vários excelentes historiadores, permite redimensionar o papel dos aliados ocidentais (EUA, Grã-Bretanha e França) na derrota da Alemanha nazista, que foi verdadeiramente secundário. O número de unidades militares alemãs no front oriental, comparado ao total de unidades alemãs na guerra, nos faz concluir que quem derrotou os alemães foi a União Soviética. Caso os aliados ocidentais não houvessem invadido a Normandia, na França, em 1944, os exércitos soviéticos, após invadir a Alemanha, teriam chegado ao litoral atlântico da Europa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, estes arquivos, revelados após o fim da União Soviética, apresentam um Stalin tão criminoso e assassino de milhões, vários deles soviéticos, quanto Hitler.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Com um agravante: Stalin o foi antes, durante e depois da II Guerra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Oito Séculos de Delírios Financeiros: desta vez é diferente (This Time is Different) - &lt;/b&gt;Kenneth S. Rogoff e Carmen M. Reinhart&lt;br /&gt;
O&amp;nbsp;trabalho apresentado pelos autores, que coletaram uma imensidão de dados, demonstra que há um padrão nas crises cambiais, balanço de pagamentos, bancárias, da dívida pública e de inflação, e que este padrão alcança vários séculos e a maior parte das regiões do planeta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O entendimento deste padrão e seu monitoramento, através de mecanismos que possam alertar sobre os riscos e a proximidade das crises, assim como evitá-las ou diminuir sua intensidade, representa o caminho apontado por este excelente trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Vulto das Torres - A Al-Qaeda e o Caminho até o 11/09 (The Looming Tower: Al-Qaeda and the Road to 9/11) - &lt;/b&gt;Lawrence Wright&lt;br /&gt;
Prêmio Pulitzer em 2007, faz um esclarecedor e preciso histórico sobre o surgimento e as razões do radicalismo islâmico, desde a irmandade muçulmana no Egito, a brutal repressão por Nasser, a Guerra no Afeganistão, durante a invasão soviética, a 1a Guerra do Golfo e os ataques às Torres Gêmeas, em Nova Iorque,&amp;nbsp;em 11/09/11. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fundamental para aqueles que desejam entender&amp;nbsp;as origens do movimento que levou à Al-Qaeda e aos ataques do 11/09.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Vôo (El Vuelo) - &lt;/b&gt;Horacio Verbitsky&lt;br /&gt;
História da inacreditavelmente horrenda operação de extermínio de presos políticos na Argentina, na última ditadura (1976-1983), quando milhares de&amp;nbsp;presos eram dopados e jogados ao mar de aviões para a morte, na costa argentina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O depoimento de oficial argentino que participou da operação, que&amp;nbsp;foi a base deste livro,&amp;nbsp;junta-se a outros episódios dantescos da&amp;nbsp;ditadura argentina relatados neste livro. A revelação da dimensão desta operação ajudou ao processo de rompimento da blindagem representada pelas leis de anistia na Argentina e o início do julgamento e punição daqueles que cometeram estas barbaridades na ditadura argentina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- The Ethnic Cleansing of Palestine – &lt;/b&gt;Ilan Pappe&lt;br /&gt;
Impressionante relato da limpeza étnica promovida por tropas judias para expulsar árabes na Palestina, que envolvia inclusive a morte indiscriminada de civis árabes,&amp;nbsp;de 1947 a 1949, na criação do Estado de Israel. Obrigatória leitura para aqueles que desejem conhecer as raízes da questão palestina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Curveball: espionagem, intrigas e as informações que provocaram a guerra (Curveball: Spies, Lies, and The Con Man Who Caused a War) -&amp;nbsp;&lt;/b&gt;Bob Drogin&lt;br /&gt;
O jornalista Bob Drogin revela a história de um desertor iraquiano que trouxe para o serviço secreto alemão informações (infundadas e inventadas) sobre armas de destruição em massa do Iraque de Saddam. Estas informações serviram como uma das principais justificativas para a invasão do Iraque.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Prediction - How to See and Shape the Future with Game Theory - &lt;/b&gt;Bruce Bueno de Mesquita&lt;br /&gt;
Este acadêmico de Ciência Política e Relações Internacionais, filho de portugueses (judeus), norte-americano, mas nascido na Holanda, propõe uma excepcional nova abordagem para uma série de questões, de nosso dia a dia, da Política Internacional, como Coréia do Norte e Iraque, além do mundo corporativo, através do olhar da Teoria dos Jogos (aquela reinventada por John Nash, ganhador do Prêmio Nobel). Você irá repensar muitas decisões e ações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Fiasco - The American Military Adventure in Iraq / &lt;/b&gt;Thomas E. Ricks - Excepcional relato sobre a invasão do Iraque em 2003, os passos que a antecederam e a evolução desastrosa do conflito. Todos os equívocos da estimativa inicial para a operação pela Administração Bush e as terríveis consequências resultantes, como a insurgência, a luta sectária que varre o Iraque e a guerra civil. Vale MUITO à pena ser lido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- O Petróleo e a Glória / &lt;/b&gt;Steve LeVine - Jornalista britânico conta a interessante história do petróleo no Mar Cáspio, possuidor de uma das maiores reservas mundiais. Escreve sobre seu surgimento no século XIX, em Baku, a primeira atividade comercial de extração de petróleo no mundo, o período soviético, e a nova corrida à região -Azerbaijão e Cazaquistão - pelas grandes petroleiras, após o fim da União Soviética.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Humanidade Sem Raças ?&lt;/b&gt; / Sérgio D. J. Pena - Acadêmico brasileiro discute com precisão os fundamentos da genética que demonstram, de forma inequívoca, que há somente uma raça humana. Demole a argumentação sem nenhuma base científica que sustenta a existência de várias raças humanas, baseadas na cor da pele. Basicamente possui a mesma argumentação técnica do livro "A Invenção das Raças".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;b&gt;A Invenção das Raças&lt;/b&gt; / Guido Barbujani - Ótimo livro onde sólidos argumentos baseados na genética provam que há somente uma raça humana e não várias (brancos, negros etc.), como querem nos fazer crer os adeptos do preconceito, racismo e a segregação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;b&gt;O Espião que Saiu do Frio&lt;/b&gt; / John Le Carré (Pseudônimo de David Cornewell) - Clássico de espionagem (1963), talvez o melhor romance do gênero, revela os bastidores sujos e sórdidos do verdadeiro jogo travado durante a Guerra Fria, que nada tem do glamour do 007.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;b&gt;A Marcha da Insensatez&lt;/b&gt; / Barbara Tuchman - Um clássico. Discute como a história do mundo se repete, ao longo dos séculos, antigos erros são novamente cometidos e como várias vezes o homem caminha em direção do desastre, movido por decisões irracionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;b&gt;A Primeira Vítima&lt;/b&gt; / Phillip Knightley - A história da cobertura jornalística das guerras, nas quais, a primeira vítima é a verdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;b&gt;Cadeia de Comando&lt;/b&gt; / Seymour M. Hersh - Esse jornalista, que "furou" o massacre de My Lai na Guerra do Vietnam, fala sobre as intervenções no Afeganistão e Iraque, além do 11 de setembro, apresentando uma sucessão de erros e falsas verdades criadas para justificá-las. Demonstra que a situação nas 02 regiões está quase caótica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;b&gt;Armas, Germes e Aço&lt;/b&gt; / Jared Diamond - O autor apresenta nova leitura sobre os fatos que levaram a Europa a dominar os outros continentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;b&gt;Plano de Ataque &lt;/b&gt;/ Ivan Sant'Anna - Ótima reportagem sobre os ataques do 11 de setembro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;b&gt;Budapeste&lt;/b&gt; / Chico Buarque - Excelente romance. Ótimo contador de estória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;b&gt;A História de Biafra&lt;/b&gt; / Frederick Forsyth - Reportagem marcante sobre a guerra e o massacre promovidos pelo governo da Nigéria (apoiado pelos EUA, Reino Unido e União Soviética) contra a província sessecionista de Biafra. O verdadeiro interesse: petróleo. Problemas premanecem até hoje.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;b&gt;Um Espelho Distante&lt;/b&gt; / Barbara Tuchman - A historiadora faz um excelente relato sobre o século XV na Europa. Guerra dos 100 anos, Peste Negra, entre outros problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;b&gt;Vexame&lt;/b&gt; / Paul Blustein - Para aumentar nossa compreensão sobre o FMI e seu papel (muitas vezes equivocado) nas crises ao final dos anos 90, entre Ásia, Rússia e Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;b&gt;O Anjo Pornográfico&lt;/b&gt; / Ruy Castro - Ótima biografia de Nelson Rodrigues. Personagem dramático cuja vida foi dramática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;b&gt;Criação&lt;/b&gt; / Gore Vidal - Ótimo romance histórico sobre personagem à época do antigo Império Persa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;b&gt;Juliano&lt;/b&gt; / Gore Vidal - Mais um romance histórico, dessa vez sobre o imperador romano Juliano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;b&gt;O Garoto Persa&lt;/b&gt; / Mary Renault - Romance histórico sobre o enigmático Alexandre o Grande, e a construção de seu imenso império.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;b&gt;Contra o Fanatismo&lt;/b&gt; / Amós Oz - Excelente discussão sobre a questão israelense-palestina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;b&gt;Todos os Homens do Xá&lt;/b&gt; / Stephen Kinzer - Excelente relato sobre a deposição do 1o chefe de governo eleito do Irã, orquestrado pelos EUA e a Grã-Bretanha. Certamente semeou as sementes das crises que se sucederam no Oriente Médio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;b&gt;A História Social do Jazz&lt;/b&gt; / Eric Hobsbawn - Relato muito interessante sobre a criação e a evolução do Jazz. Uma das paixões do autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;b&gt;Tocando o Vazio&lt;/b&gt; / Joe Simpson - Impressionante relato de alpinista em escalada nos Andes peruanos.</description><link>http://fred-blogdofred.blogspot.com/2007/10/livros.html</link><author>noreply@blogger.com (Fred)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8801684654378313981.post-282740203875670737</guid><pubDate>Sat, 25 Jun 2011 21:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-25T18:32:06.590-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Clássicos do cinema</category><title>CLÁSSICOS DO CINEMA</title><description>&lt;strong&gt;- Coisas para Fazer em Denver quando Você Está Morto (Things to Do in Denver when You're Dead): Muito Bom. &lt;/strong&gt;EUA, ficção, de Gary Fleder, 1995. Andy Gracia, um gângster,&amp;nbsp;comanda elenco afiado neste filme recheado de violência e excelentes atuações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- A Bela da Tarde (Belle de Jour): Muito Bom. &lt;/strong&gt;França, 1967, de Luis Buñuel, ficção. Um verdadeiro clássico, com ótima atuação de Catherine Deneuve, cuja mente, quanto ao sexo, é dividida entre o recato excessivo e os sonhos de devassidão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- O Caçador: Muito Bom. &lt;/strong&gt;Coreia do Sul, 2008. Mais uma impressionante ficção do surpreendente e quase desconhecido cinema coreano, que desde os últimos anos nos tem presenteado com ótimos filmes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- Casamento Silencioso: Muito Bom.&lt;/strong&gt; Ficção (2008) ambientada na Romênia de 1953, mostra o conflito entre uma sociedade distante do comunismo e seus conquistadores soviéticos. Atmosfera surreal, cômica e bizarra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- Partir: Muito Bom.&lt;/strong&gt; Festival de Cinema do Rio 2009. Ficção, França, 2009. A ótima atriz inglesa Kristin Scott Thomas (Lua de Fel, Paciente Inglês) em drama passado no sul da França. Vida a dois desce ladeira abaixo e a esposa a repensa e muda seu rumo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- Storm: Muito Bom.&lt;/strong&gt; Festival de Cinema do Rio 2009. Ficção, Alemanha, 2009. As tentativas do tribunal de Haia de responsabilizar criminoso de guerra que praticou inúmeras atrocidades na Bósnia. Impacta e, ao mesmo tempo, mostra as fragilidades da comunidade internacional na repressão aos crimes contra a humanidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- Águas Turvas: Muito Bom.&lt;/strong&gt; Festival de Cinema do Rio 2009. Ficção norueguesa, 2008, conta com ótimo roteiro para traçar os rumos paralelos de uma estória.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- Herbert de Perto: Muito Bom.&lt;/strong&gt; Brasil, 2006, belo documentário sobre a carreira de Herbert Vianna e os Paralamas do Sucesso, que mostra a saga da banda no surgimento do Rock Brasil, no período da Rádio Fluminense, e a trajetório do músico que recuperou-se de forma quase inacreditável após o acidente aéreo que o feriu gravemente e matou sua esposa.Aqueles que viveram o surgimento do Rock Brasil, Paralamas, Barão Vermelho, Legião Urbana, entre outras bandas, vão aproveitar e curtir os momentos na tela ! Vale MUITO à pena !&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- Valsa com Bashir: Excelente. &lt;/strong&gt;Animação, onde soldado israelense, que esqueceu tudo sobre a invasão do Líbano no início dos anos 1980, a duras penas procura lembrar os fatos. Tudo desagua em Sabra e Shatila, quando, com a conivência do exército israelense, milícias cristãs libanesas massacraram a população civil. Impactante, corajoso, revoltante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- Loki - Arnaldo Baptista: Muito Bom.&lt;/strong&gt; Documentário (2008), onde é apresentada a interessante e curiosa carreira do imaginativo músico dos Mutantes. Uma jornada que foi ao sucesso, desce ao fundo do poço, e é resgatada, ao final.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- Depois de Horas:&lt;/strong&gt; Scorcese (1985) realizou essa comédia do absurdo, onde protagonista é submetido a toda sorte de problemas e azares. Muita imaginação !&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- Plata Queimada: Muito Bom. &lt;/strong&gt;Produção uruguaia, francesa, espanhola e argentina, 2000, mostra assalto a banco em Buenos Aires, 1965, com fuga para o Uruguai. Baseado em fatos reais, ocorridos em 1965.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- Queimada: Muito Bom ! &lt;/strong&gt;De Guillo Pontecorvo, 1969, traz Marlon Brando, muito bem, interpretando inglês que fomenta rebelião para a independência de colônia portuguesa no caribe, século XIX, para abrir o comércio da ex-colônia aos britânicos. De um didatismo que impressiona !&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- Garage Olimpo. Muito Bom.&lt;/strong&gt; Filme de 1999, apresenta a tragédia argentina que foi a ditadura militar de 1976 a 1983 (última versão de ditadura portenha), através da repressão violenta, tortura e eliminação daqueles que, no entender dos militares, representassem alguma ameaça. Filme cru, com cenas fortes, que nos faz pensar sobre o praticado pelos militares aqui no Brasil. Aqueles que praticaram tão hediondos atos, além de explorarem e roubarem o quanto podiam dos presos e seus familiares, merecem a punição exemplar da justiça, sob pena de vermos o retorno desse absurdo.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- Persépolis: Muito Bom.&lt;/strong&gt; Animação que retrata, sob o ponto de vista de uma menina iraniana, a evolução da história naquele país, desde os tempos do Xá e a repressão das liberdades, a revolução e queda do Xá, e o regime teocrático dos Ayatolás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Pele:&lt;/strong&gt; Festival do Rio 2008. Impressionante história de preconceito na África do Sul do Apartheid. Baseada em uma história real. O que a torna ainda mais impressionante !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;A Batalha de Paris (Nuit Noire):&lt;/strong&gt; Excelente filme de 2005, que reproduz a repressão e os massacres promovidos pela polícia francesa em Paris, 1961, contra manifestantes argelinos que de forma pacífica protestavam contra a política colonialista da França na Argélia. A historiografia francesa até hoje omitiu esse importante evento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Faça a Coisa Certa:&lt;/strong&gt; Muito Bom ! Filme de Spike Lee (1989), aborda a questão das tensões étnicas e das divisões entre elas presentes nos EUA. Excelente elenco !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Boa Noite, Boa Sorte:&lt;/strong&gt; Direção de George Clooney (2006), excelente retrato de um momento real e terrível pelo qual passava os EUA após a II Guerra, a caça aos teóricos inimigos domésticos, simpatizantes do comunismo, muitos deles no cinema e na tv. Esse período negro, pleno de injustiças, teve como um de seus articuladores o senador McArthy. E o filme apresenta situação real, na qual o jornalista Edward R. Murrow, âncora da rede de TV CBS, enfrenta corajosamente os absurdos e as injustiças promovidos pelo senador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Henrique V:&lt;/strong&gt; Excelente adaptação (1989) desse clássico de Shakespeare, com belíssima atuação de Kenneth Branagh.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Terra de Ninguém:&lt;/strong&gt; Excelente filme que aborda a Guerra da Bósnia. Centrado em uma pequena trincheira entre Bósnios e Sérvios, mostra os absurdos da inoperância da Europa, ONU e dos EUA, enquanto os sérvios promoviam atrocidades na antiga Iugoslávia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Atravessando a Ponte - O Som de Istambul:&lt;/strong&gt; Excelente. Dirigido por Fatih Akin, esse documentário apresenta uma Istambul cheia de uma musicalidade ímpar, ocidental, oriental, indefinida, com raízes muito profundas. Ao mesmo tempo, uma Turquia à procura de seu lugar entre o Ocidente e o Oriente. Vale à pena !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Touching the Void:&lt;/strong&gt; Excelente filme sobre uma escalada de 02 alpinistas ingleses em uma remota montanha no norte do Peru (mais de 6 mil metros), com desenrolar impressionante. Mas o mais inacreditável de tudo: é tudo verdade !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;A Vida dos Outros:&lt;/strong&gt; Excelente ! Uma belíssima estória ambientada na Alemanha Oriental, 1984 (será por acaso ?), onde, paulatinamente, a necessidade de espionar a vida dos outros, pelos motivos mais espúrios, é questionada. Ente os melhores dos últimos anos, sem dúvida !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Piaf:&lt;/strong&gt; Muito bom ! Excepcional atuação da atriz que interpreta Piaf !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Segredos e Mentiras:&lt;/strong&gt; Ótimo filme de Mike Leigh, onde as pequenas estórias de uma família britânica são reveladas paulatinamente. Algumas revelam-se surpreendentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Amici Mei:&lt;/strong&gt; Excelente filme italiano de Mario Monicelli, com Philippe Noiret, Ugo Tognazzi, entre outros, conta a estória de um irreverente grupo de amigos que se encontra com regularidade para brincar, tumultuar e brincar com tudo e todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Adeus Meninos:&lt;/strong&gt; Drama de Louis Malle, retrata uma criança francesa judia tentando esconder-se como católica em colégio na França ocupada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;O Homem que Amava as Mulheres:&lt;/strong&gt; Deliciosa comédia francesa de Truffaut, retrata um homem com verdadeira obsessão pelas mulheres. Avesso à companhia masculina, vive para suas conquistas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Dogville:&lt;/strong&gt; A reinvenção do cinema, em um cenário teatral, sob as regras do Dogma. Muito Bom !!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Minha Vida de Cahorro:&lt;/strong&gt; Estupendo filme escandinavo, cujo protagonista, um menino, possui uma lógica deliciosa para enfrentar as agruras da vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Salve o Cinema&lt;/strong&gt;: Este documentário iraniano, excepcional, prova que a paixão pelo cinema ultrapassa todas as fronteiras e barreiras. Deve ser apreciado !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;O Homem que Saiu do Frio:&lt;/strong&gt; Clássico de espionagem, que marcou a diferença entre o estilo 007, irreal, e a verdade sobre o sujo jogo da espionagem na Guerra Fria. Richard Burton excepcional ! Raro exemplo de adaptação bem sucedida de livro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Paris, te Amo&lt;/strong&gt;: Várias estórias e personagens, ora divertidos ora dramáticos, com uma belíssima Paris como cenário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;A Culpa é do Fidel&lt;/strong&gt;. Exibido no Festival de Cinema do Rio 2007, dirigido pela filha do Costa Gravas, esta deliciosa comédia/drama narra o mundo na Paris conturbada do início dos anos 70 segundo os olhos de uma criança. Imperdível !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;O Homem que Incomoda&lt;/strong&gt;. Festival Rio 2007. Produção norueguesa/islandesa, fábula sobre o que nos aguarda após a morte. Imaginação e humor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Ezra, O Menino Soldado&lt;/strong&gt;. Festival Rio 2007. Retrata a dura realidade das crianças usadas contra sua vontade como soldados em guerras na África.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Fantasmas de Abu Ghraib&lt;/strong&gt;. Festival Rio 2007. Documentário dos EUA que retrata e discute as prisões mantidas pelos EUA no Iraque, os caminhos que levaram à sua manutenção e as práticas de tortura patrocinadas pelo governo dos EUA. A responsabilidade, como apontado no filme, as liga diretamente à Casa Branca. Perturbador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;A Era da Inocência&lt;/strong&gt;. Festival Rio 2007. Denys Arcand (Declínio do Império Americano, entre outros) apresenta estória recheada de sonho, comédia e melancolia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Fabricando Discórdia&lt;/strong&gt;. Festival Rio 2007. Documentário canadense que apresenta um Michael Moore editando imagens, alterando a cronologia dos fatos, quando não os inventando. Atinge profundamente a credibilidade de seus "documentários".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Jogo de Cena&lt;/strong&gt;. Festival Rio 2007. Eduardo Coutinho consagra-se como melhor documentarista brasileiro !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Domingo Sangrento&lt;/strong&gt;. Excelente filme que retrata o massacre promovido por paraquedistas britânicos na Irlanda do Norte, em 1972, que atiraram indiscriminadamente na população civil.&lt;br /&gt;
Parece, em alguns momentos, um documentário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Vá e Veja&lt;/strong&gt;. Esse filme soviético ambientado na II Guerra, na União Soviética, tem cenas de um horror que somente a guerra pode produzir. Imperdível !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Promessas de Um Novo Mundo&lt;/strong&gt;. Excelente documentário israelense, onde é demonstrado como nascem os ódios e preconceitos entre judeus e palestinos.&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Johnny Vai a Guerra&lt;/strong&gt;: Maior filme antibelicista. Impressionante, Imperdível. Do Dalton Trumbo, cassado pelo McArtismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Doutor Fantástico&lt;/strong&gt;: Peter Sellers está sensacional. A reboque da síndrome da guerra nuclear, tão próxima da crise dos mísseis de Cuba.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Batalha de Argel&lt;/strong&gt;: Este filme sobre a Guerra de Independência da Argélia, que esteve proibido na França alguns anos, tem cenas tão impactantes que parece um documentário. Do diretor italiano Pontecorvo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Corações e Mentes&lt;/strong&gt;: Existe documentário melhor ?? Esse modelo de cinema se redefiniu após esse filme. Pra quem deseja conhecer algo sobre a Guerra do Vietnam e os EUA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Z: Costa-Gravas&lt;/strong&gt;. Excelente filme que fala sobre a Grécia sob uma ditadura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Sessão Especial de Justiça&lt;/strong&gt;: Costa-Gravas. Desse vez o cenário é a França ocupada na II Guerra e represálias pelas tropas alemãs.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Metropolis&lt;/strong&gt;: Fritz Lang. Muito bom. Como o cara o fez com os recursos de 1927, ñ sei !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Shooting Dogs&lt;/strong&gt;. Excepcional filme sobre os massacres promovidos em Ruanda enquanto o mundo assistia sem nada fazer. Para ver e pensar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Amores Brutos&lt;/strong&gt;. Cinema mexicano aparecendo com força total. Mesmo diretos de 21 gramas e Babel. Trama extremamente bem encadeada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;El Aura&lt;/strong&gt;. Muito Bom. Cinema argentino da ótima safra que nos chega. Infelizmente somente veio a festivais. Com Ricardo Darín, excelente ator.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Kanchatka&lt;/strong&gt;. Muito Bom. Mais um dos ótimos argentinos, tb com Ricardo Darín, fala sobre o período da ditadura dos anos 70 na Argentina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Paradise Now&lt;/strong&gt;. Para entender um pouco mais o porquê dos homens bomba na Palestina. Excelente !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Cidade de Deus&lt;/strong&gt;. Excepcional. Ressurgimento do cinema brasileiro, em grande estilo. Didático sobre o surgimento do tráfico em bolsões de pobreza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Old Boy&lt;/strong&gt;. Coreano, impresionante. Como um país tão pequeno está produzindo tanta coisa boa ??&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Appocalipse Now&lt;/strong&gt;: Melhor dramatização sobre a Guerra do Vietnam. Todo o absurdo e a irrealidade da guerra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Lanternas Vermelhas&lt;/strong&gt;: Muito Bom. Cinema chinês de ótima qualidade. Cenas belíssimas. Do Zhang Yimou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Amor e Sedução&lt;/strong&gt;: Muito Bom. Outro do cinema chinês e do Zhang Yimou. Estética chinesa de ótima qualidade !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;A Comilança&lt;/strong&gt;: Um elenco de atores - Mastroianni, Noiret, e outros - que faz desse belíssimo filme um clássico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Nosferatu&lt;/strong&gt;: Seria o primeiro filme de vampiro ?? Clássico do cinema alemão !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- Sem Novidades no Front:&lt;/strong&gt; Excelente clássico anti-belicista (1930), baseado no romance de Erich Maria Remarque, direção de Lewis Milestone, mostra as agruras de um grupo de jovens alemães, recém-saídos da escola, na carnificina representada pela guerra de tricheiras no front ocidental, França, I Guerra Mundial. As imagens impressionam !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Lawrence da Arábia&lt;/strong&gt;: Imperdível ! Cenas belíssimas no deserto sobre drama que ajuda a explicar o Oriente Médio de hoje.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Paths of Glory&lt;/strong&gt; (cumé mesmo o nome desse filme em Português ??): Do Stanley Kubrick. Com o Kirk Douglas. I Guerra Mundial. Mais um clássico antibelicista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Ladrões de Bicicleta&lt;/strong&gt;: Vittorio De Sica; clássico do neorealismo italiano, apresentando toda a miséria que atinge a Itália após a II Guerra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Woodstock&lt;/strong&gt;: Filme sobre o famoso show com apresentações antológicas do The Who, Jimi Hendrix, e outros tantos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;2001, Uma Odisséia no Espaço&lt;/strong&gt;, do Kubrick (esse cara tá em todas !): Redefiniu o filme de ficção científica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Amarcord&lt;/strong&gt;: Fellini; existe filme mais delicioso sobre as recordações da infância ?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;O Pagador de Promessa&lt;/strong&gt;: Grande filme do cinema brasileiro !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Perdidos na Noite&lt;/strong&gt;: Jon Voight e Dustin Hoffman em atuações imperdíveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Festa de Família&lt;/strong&gt;: 1o filme do movimento Dogma. Impactante, perturbador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Noivo Nervoso e Noiva Neurótica&lt;/strong&gt;: Woody Allen, com toda sua neurose novaiorquina. Imperdível !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Zelig&lt;/strong&gt;: Woody Allen de novo. Camaleão estupendo !&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &lt;strong&gt;Monty Python&lt;/strong&gt;: Todos, mas principalmente o da saga do Rei Arthur. Os caras fizeram escola entre os humoristas em todo o mundo. São demais !!</description><link>http://fred-blogdofred.blogspot.com/2007/10/clssicos-do-cinema.html</link><author>noreply@blogger.com (Fred)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8801684654378313981.post-6448840054960875615</guid><pubDate>Mon, 28 Mar 2011 21:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-04T20:48:50.162-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cinema:Este blogueiro viu</category><title>CINEMA: O QUE ESTE BLOGUEIRO VIU ATÉ OUTUBRO 2010 !</title><description>&lt;strong&gt;- Feliz que minha Mãe Esteja Viva (Je Suis Heureux que ma Mére Soit Vivant): Regular. &lt;/strong&gt;Ficção - inspirada em uma estória verídica - de Claude Miller a Nathan Miller, França, 2009. Filho adotado procura sua mãe. A estória poderia ser mais bem contada. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- O Retrato de Dorian Gray (Dorian Gray): Regular a Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, Reino Unido, 2011, de Oliver Parker. Refilmagem de um clássico, baseado na obra de Oscar Wilde, faz uma boa reconstituição da época, mas o ator principal, que representa Gray (Ben Branes), não tem o peso que o papel exige. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Não me Abandone Jamais (Never Let me Go): Regular a Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, Reino Unido/EUA, 2010, de Mark Romanek. Estória curiosa sobre crianças que crescem juntas em orfanato, mas com propósitos que determinam suas vidas adultas. Proposta curiosa, mas que poderia imprimir mais ritmo ao roteiro. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- O Sequestro de um Herói (Rapt): Bom a Muito Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, França, 2009, de Lucas Belvaux. Estória de um tenso sequestro na França, onde a vida do sequestrado, um executivo, é paulatinamente revelada, e cujo desfecho é imprevisível. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Jogo de Poder (Fair Game): Bom a Muito Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, baseada em história real, de Doug Liman, EUA, 2010. A história de agente da CIA, cuja identidade é revelada por membros do executivo do Governo Bush, durante a invasão do Iraque em 2003, para atingir seu marido, que havia desmentido informações sobre compra de urânio pelo governo de Saddam. Sean Penn (sempre engajado) e Naomi Watts em ótimas atuações. O filme vale pelo histórico desta (entre muitas) atitude covarde do Governo Bush para tentar validar a invasão do Iraque em 2003. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Cópia Fiel (Copie Conforme): Regular a Ruim. &lt;/strong&gt;Ficção, França/Itália/Irã, de Abbas Kiarostami, 2010. Por mais que simpatize com Kiarostami, de quem já vi belos filmes, quase fui embora antes de acabar. O roteiro beira o enfadonho e o filme se arrasta em diálogos chatos. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Em um Mundo Melhor (Haeven): Muito Bom.&lt;/strong&gt; Suécia/Dinamarca, 2010, de Susanne Bier, ficção. Vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro em 2011, passado entre a África e a Dinamarca, com características do movimento Dogma. Estória onde a violência produz mais violência, em uma infindável espiral. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Lope: Bom. &lt;/strong&gt;Brasil/Espanha, de Andrucha Waddington, ficção. Interessante e bem cuidada produção sobre a vida do dramaturgo e do poeta espanhol Lope de Vega. A reprodução da época na Espanha foi bem sucedida. Importante trazer à luz a vida deste curioso e destacado personagem, dramaturgo e poeta com imensa produção, que viveu entre os séculos XVI e XVII. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Quando Voam as Cegonhas (The Cranes are Flying): Muito Bom. &lt;/strong&gt;União Soviética, 1957, ficção, direção de Mikhail Kalatozov. Ganhador da Palma de Ouro em Cannes, apresenta belíssimas imagens e enquadramentos, gravado em preto e branco, em estória ambientada na II Guerra Mundial, na União Soviética. Respirava a atmosfera do pós morte de Stalin, após a extrema repressão que caracterizou o período stalinista. Visto em DVD. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Incêndios (Incendies): Muito Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, Canadá, 2010, de Denis Villeneuve. A violência do Oriente Médio é trazida às telas, com o sectarismo dos grupos religiosos se traduzindo em extrema violência. O espectador identificará o Líbano. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Trabalho Interno (Inside Job): Muito Bom. &lt;/strong&gt;Do diretor Charles Ferguson, documentário, EUA, 2010. Ferguson, que já nos havia presenteado com "No End in Sight", o excelente documentário sobre a invasão do Iraque em 2003, traz uma bem estruturada explicação e depoimentos esclarecedores sobre a crise financeira de 2008. Faz revelações que impactam, como um pouco ético relacionamento de instituições acadêmicas (Harvard, Columbia/NY) com o mercado financeiro, e as pífias providências de Obama para regular o setor. Em tempo: a crítica do "O Globo" (A.M.) deve fazer melhor o dever de casa. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Desconhecido (Unknown): Bom. &lt;/strong&gt;EUA/Alemanha/Reino Unido/França, 2011, de Jaume Collet-Serra, ficção/suspense. Liam Neeson com muito bom desempenho, em trama ancorada em roteiro que sonegará até o final do filme os detalhes do quebra-cabeça. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- 127 Horas (127 Hours): Regular a Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, baseada em história real, de Danny Boyle, EUA, 2011. A história de superação impressiona, mas o roteiro deixa a desejar. Faltou mais dinamismo... &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Bravura Indômita (True Grit): Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, EUA, 2010, irmãos Coen. Divertida refilmagem do clássico de Western de 1969, com John Wayne. Apresenta ótimas atuações de Jeff Bridges, que já atuara com os Coen, e da menina Hailee Steinfeld. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- O Mesmo Amor, A Mesma Chuva (El Mismo Amor, La misma Lluvia): Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, Argentina, 1999, de Juan José Campanella. Filme visto no festival sobre Ricardo Darin, no Rio de Janeiro, reúne os 02 protagonistas do "Segredo dos seus Olhos", Darin e Soledad Villamil. Acompanha os dois durante os anos 1980 e 1990, em Buenos Aires, com drama e humor. Mas não é o melhor de Darin. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- O Vencedor (The Fighter): Regular a Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, EUA, 2010, David O. Russel. Baseado em história real, possui boas atuações. Mas, para mim, uma história sobre boxe (de que ñ gosto) é um pouco enfadonha. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- O Discurso do Rei (The King's Speech): Muito Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, Reino Unido e Austrália, 2010, de Tom Hooper. É um filme de atores, e eles dão um show nas telas, especialmente o australiano Geoffrey Rush. Ao fundo, a história, em um dos seus mais dramáticos momentos. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Cisne Negro (Black Swan): Muito Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, EUA, Darren Aronofsky, 2010. Ótimo roteiro, que captura a atenção e mantem a tensão até o último segundo. Natalie Portman apresenta excelente desempenho, o que muito contribui para a tensão e o resultado do filme. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Lixo Extraordinário: Muito Bom. &lt;/strong&gt;Documentário, Brasil, 2010, de Lucy Walker, João Jardim e Karen Harley. Retrato do lixão de Gramacho, Rio de Janeiro, onde ação do artista Vik Muniz promove excepcional trabalho, com ótimos resultados para a comunidade de catadores do lixão. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Um Lugar Qualquer (Somewhere): Fraco a Regular. &lt;/strong&gt;Ficção, Sofia Coppola, EUA, 2010. Não dá pra entender a comoção nem as indicações que o filme recebeu. A estória é vazia e o roteiro não prende. Deve ser o nome Coppola.... &lt;strong&gt;- Inverno da Alma (Winter's Bone): Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, de Debra Grenik, EUA, 2010. Interessante estória, em produção barata, que mostra Estados Unidos pouco conhecido, mesmo sombrio. Ótimos atores. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Tio Boonmee, que pode recordar suas vidas passadas: Ruim. &lt;/strong&gt;Espanha/França/Alemanha/Reino Unido/Tailândia, 2010, ficção. Prêmio de melhor filme em Cannes este ano. Deve ser a mania de Cannes de premiar o inusitado. Possui linguagem pessoal, confusa e entediante, talvez clara na cabeça do diretor. Deu vontade de ir embora antes de acabar, mas tentei descobrir até o último minuto o que era. Não descobri ! &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Três Homens e uma Noite Fria: Bom. &lt;/strong&gt;Mika Kaurismäki, Finlândia, 2008, ficção. A surpreendente e quase desconhecida Finlândia nos presenteia novamente com um bom filme. Três homens, já maduros, enfrentam seus medos e dilemas na fria noite do inverno finlandês. Havia perdido quando passou no cinema, e o vi em DVD. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Além da Vida (Hereafter): Ruim a Regular. &lt;/strong&gt;Clint Eastwood, EUA, 2010, ficção. Começa bem, bons efeitos, mas depois afunda na pieguice e se perde. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- A Árvore (The Tree): Regular a Bom. &lt;/strong&gt;Julie Bertucelli, França, 2010, ficção. Interessante roteiro, puxado ao fantástico, com bons atores. Falta algo. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Trabalho Sujo (Sunshine Cleaning): Regular a Bom. &lt;/strong&gt;De Christine Jeffs, EUA, 2009, ficção. Graça e simpatia fazem a atração desta estória, de gente que luta com dificuldades para buscar o sonho americano. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Fora da Lei (Hors la loi): de Bom a Muito Bom. &lt;/strong&gt;França/Argélia/Alemanha, 2010, ficção de Rachid Bouchareb. Centrado na vida de três irmãos argelinos, de 1925 até os anos 1960, conta algumas passagens interessantes da luta pela independência da Argélia, na qual se envolvem os três. O roteiro é linear, mas prende a atenção e revela o drama e a violência do conflito pela independência. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Tetro: Fraco a Regular.&lt;/strong&gt; Ficção, Francis Ford Coppola, Argentina/Itália/Espanha, 2009. Capricha na forma, mas possui um pobre conteúdo, e os atores escolhidos não conseguem salvar a trama. Anos luz da capacidade demonstrada por Coppola em "O Poderoso Chefão" ou "Apocalypse Now". &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- 72 Horas (The Next Three Days): Fraco. &lt;/strong&gt;De Paul Haggis, EUA, 2010, ficção. Refilmagem adaptada de "Pour Elle", de Fred Cavayé, 2008, escorrega, desde o início, para o lugar comum e o pouco crível. Um professor transforma-se em um MacGyver (o personagem de série de TV que possuía habilidade inacreditável) para tirar a esposa da cadeia. Força a mão e entedia. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Um Homem que Grita (Un Homme qui Crie): Bom. &lt;/strong&gt;França, Bélgica e Chade, 2010, de Mahamat-Saleh Haroun, ficção. Acompanha a vida de ex-campeão de natação africano, hoje guarda-vidas em um hotel no Chade, país conturbado por guerra civil e interesses externos desde sua independência, na década de 1960. Seu apego à piscina chega à beira da irrealidade, quando tudo à volta desmorona, em mais um episódio de violência naquele país. Aliás, lugar comum na África, continente que reúne uma enorme quantidade de Estados Falidos, como o Chade. Há esperança ? &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- O Ciúme Mora ao Lado: Regular a Bom. &lt;/strong&gt;Não me atrevo a colocar o título em finlandês. Finlândia, 2009, ficção, de Mika Kaurismäk. Divertido, mas sem grandes atrativos. Casal se separando de forma tumultuada, teoricamente buscando agir civilizadamente. Mas é bom ver mais um produto da Finlândia por aqui. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Machete: Regular. &lt;/strong&gt;Robert Rodriguez, EUA, 2010, ficção. Famoso por filmes com muita ação, violência e baixo orçamento, começou a trilhar esta linha com seu primeiro longa, o já famoso "El Mariachi" (1992). "Machete" trilha o mesmo caminho, mas sua profusão de violência gratuita e bizarrices, apesar de aspecto nonsense e cômico, me cansou. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- O Garoto de Liverpool (Nowhere Boy): Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, Reino Unido/Canadá, 2009, de Sam Taylor. Apresenta a adolescência de John Lennon, até a formação da sua banda que iria se apresentar em Hamburgo, Alemanha. Traz fatos interessantes sobre a vida do músico e reúne ótima interpretação do ator que atua como John Lennon. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- A Rede Social (The Social Network): Regular a Bom. &lt;/strong&gt;EUA, 2010, David Fincher, ficção. Baseado no livro "Bilionário por Acaso", conta a história da criação do Facebook. Curioso, mas não empolga, com um roteiro sem surpresas. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- José e Pilar: Bom e Muito Bom. &lt;/strong&gt;Espanha/Brasil/Portugal, 2010, documentário de Miguel Gonçalves Mendes. Delicioso e simpático documentário que acompanha os últimos anos de Saramago e sua mulher, Pilar. Ele exibe, em uma maratona inacreditável de viagens por todo o mundo, lucidez, energia e inteligência soberbas. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Um Homem Misterioso (The American): Regular. &lt;/strong&gt;EUA, ficção, 2010, de Anton Corbijn. Estória acompanha matador profissional (George Clooney) da Suécia à Itália. Simples, econômico na narrativa, mesmo minimalista, mas falta algo pra trazer mais interesse e tensão à narrativa. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Moscou, Bélgica (Aanrijding in Moscou/ Moscow, Belgium): Bom. &lt;/strong&gt;Christophe Van Rompaey, Bélgica, 2010, ficção. Interessante filme belga, passado em um bairro de Ghent, na Bélgica, chamado Moscou (daí o nome). Gente com cara de gente e situações não glamorosas, mas reais, auxiliadas por atores em ótimas atuações.&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;Filme de baixo orçamento que me fez lembrar o estilo do "Cyrus", em cartaz. &lt;strong&gt;- Felicidade (Happiness): Bom.&lt;/strong&gt; Ficção, EUA, 1998, Todd Solondz. Não resisti e vi novamente o filme de Solondz (em DVD), que havia visto na década de 1990. Realmente "A Vida Durante a Guerra" é uma continuação de "Felicidade". O qual é superior à continuação. Vendo-o, entendi melhor a sequência e tive a certeza que "Felicidade" é melhor, mais cáustico e rompe mais decisivamente com a vida suburbana norte-americana. Fico pensando o que teria motivado o diretor Solondz e fazer estes trabalhos..... &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- A Vida Durante a Guerra (Life During Wartime): Regular a Bom. &lt;/strong&gt;Todd Solondz, ficção, EUA, 2010. Quase uma continuação da temática abordada em "Felicidade", do próprio Solondz, possui cenas bizarras e tipos estranhos, mas perde pro roteiro de "Felicidade" na abordagem e no impacto. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Você Vai Conhecer o Homem dos seus Sonhos (You will meet a tall dark stranger): Bom a Muito Bom. &lt;/strong&gt;Woody Allen, ficção, EUA, 2010. Nesta comédia mais uma vez ambientada na Inglaterra (Londres), demonstrando maestria no roteiro, Allen brinca com os personagens e os envolve em situações engraçadas e coincidências que os arrastam para consequências nem sempre previstas ou desejadas. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Cyrus: Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, EUA, 2010, de Mark e Jay Duplass. Produção de baixo orçamento que cativa pela imaginação do roteiro, pelas situações reais e as ótimas atuações de John C. Reilly e Marisa Tomei. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Minhas Mães e Meu Pai (The Kids Are All Right): Regular a Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, EUA, 2010, de Lisa Cholodenko. Há alguns risos e alguma graça na situação - casal de lésbicas com filhos fruto de inseminação artificial que conhecem o doador. Mas as soluções do roteiro e os personagens são muito "certinhos" e dão poucas densidade e credibilidade à estória. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Restrepo: Muito Bom. &lt;/strong&gt;Documentário norte-americano, de Tim Hetherington e Sebastian Junger, 2010. Continuava em Londres e todas as críticas que li a respeito em jornais e revistas foram excelentes. Decidi: tinha que vê-lo e postar minhas impressões sobre o filme !! Valeu, MUITO !! Apresenta o dia a dia de combates, violência e morte de uma unidade do exército dos EUA no vale de Korengal, no Afeganistão, entre 2007 e 2008. Você se sente caminhando com eles, e entende, um pouco, por que a situação não está evoluindo por lá, e por que o Talibã permanece muito forte em extensas regiões do país, especialmente junto ao Paquistão. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Invonlutary: Bom. &lt;/strong&gt;Ficção sueca, 2008, direção de Rubens Östlund. Visitava Londres, e segui a dica de vários críticos da TimeOut, além de cumprir com o compromisso de postar por aqui algo que visse na viagem. Várias estórias (05) andam paralelas, mas não se cruzam. Cada pedaço de estória se sucede, no máximo com sete minutos cada. A maioria aborda o bizarro e o equívoco das decisões que levam a consequências não previstas. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Biutiful: Muito Bom. &lt;/strong&gt;Ficção Hispano-Mexicana, 2009, de d'Alejandro Gonzàlez Iñárritu. Como prometido, quando visitava Paris, não resisti e assisti a este filme, com Javier Barden mais uma vez em excelente desempenho. A estória acontece em Barcelona, e Barden é um escroque que explora ilegais da China e da África. O cara é muito bom ator ! &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;De 20/10 a 02/11/10 Estarei de Férias....Prometo, Caso Veja Algum Filme, Postar um Comentário Quando Voltar ! &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Dois Irmãos (Dos Hermanos): Bom. &lt;/strong&gt;Daniel Burman, Argentina, 2010, ficção. Mais uma vez o cinema argentino nos premia com uma simpática estória e com impagáveis personagens. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- London River: Bom. &lt;/strong&gt;De Rachid Bouchareb, Reino Unido/França/Argélia, 2009. Os atentados terroristas em Londres, 2005, fazem aflorar medo e preconceito, no meio da preplexidade. &lt;strong&gt;- O Pecado de Hadewijch (Hadewijch): Regular.&lt;/strong&gt; França, 2009, ficção, Bruno Dumont. Fé obsessiva faz jovem parisiense procurar todos os caminhos e enveredar pelo fanatismo. Mas propõe conclusões fáceis para seu fanatismo. Esvazia o roteiro. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Tropa de Elite 2: Muito Bom. &lt;/strong&gt;De José Padilha, Brasil, 2010. Ficção que supera o primeiro filme, com atores com interpretações mais sólidas. O caos da violência no Rio é explorado, onde se misturam uma polícia muitas vezes corrupta, o crime e Pseudo-Estados tolerados dentro do próprio Estado. &lt;strong&gt;- Quebra-Cabeça (Rompecabezas): Bom.&lt;/strong&gt; Ficção, Argentina/França, 2009, de Natalia Smimoff. Simpática estória, onde uma dona de casa redescobre o prazer ao treinar para participar de evento de montagem de quebra-cabeças. &lt;strong&gt;- My Lai - O massacre (My Lai): Muito Bom.&lt;/strong&gt; Festival de Cinema do Rio 2010, documentário, EUA, 2010, de Barak Goodman. Revisita este dantesco episódio da Guerra do Vietnã, onde, na aldeia de My Lai, em 1968, soldados norte-americanos massacraram centenas de civis sul vietnamitas (alguns levantamentos chegam a 500 civis mortos). &lt;strong&gt;- Armadillo: Muito Bom. &lt;/strong&gt;Festival de Cinema do Rio 2010, Dinamarca, 2010, documentário, Jeanus Metz. Acompanha uma unidade do exército dinamarquês no Afeganistão, baseada no campo "Armadillo". A guerra mostra-se mais complexa do que o imaginado por aqueles soldados, que percebem, cada vez mais, quão difícil é conquistar os corações e as mentes da população afegã. É preciso mais que armas. &lt;strong&gt;- Turnê (Tournée): Regular.&lt;/strong&gt; Festival de Cinema do Rio 2010, França, 2010, ficção, Mathieu Amalric. Esta ficção, onde atua o próprio Amalric, acompanha a turnê de um espetáculo de dança e música na França. Porém, se alonga e o roteiro não empolga devido à falta de dinamismo. &lt;strong&gt;- Ilusões Óticas: Bom.&lt;/strong&gt; Festival de Cinema do Rio 2010, Chile / Portugal / França, Cristián Jiménez, 2009, ficção. Filme passado no sul do Chile, onde novas impressões sobre a vida são confrontadas, com humor. Simpático, engraçado e inovador. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Carancho: Muito Bom. &lt;/strong&gt;Argentina/China/França/Coreia do Sul, 2009. Festival de Cinema do Rio 2010. Ficção, de Pablo Trapero, com o excepcional Ricardo Darín. Apresenta trama com roteiro que vai paulatinamente aumentando sua intensidade, num ritmo avassalador. Cinemão argentino ! &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Micmacs: Bom. &lt;/strong&gt;França, 2009, Jean-Pierre Jeunet, ficção. Festival de Cinema do Rio 2010. Estória percorre a acidentada vida de um francês desde sua infância e suas amizades bizarras. Roteiro imaginativo e divertido, com bom elenco. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Route Irish: Muito Bom. &lt;/strong&gt;Festival de Cinema do Rio 2010. Reino Unido/França/Bélgica/Itália/Espanha, 2010. Ficção, de Ken Loach, mergulha no mundo das tropas mercenárias, neste caso no Iraque, e no desrespeito às leis e à vida da população local, segundo uma lógica tolerada pelos EUA e pela Grã-Bretanha. Roteiro revela aos poucos a trama. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Líbano (Lebanon): Muito Bom. &lt;/strong&gt;Festival de Cinema do Rio 2010. Alemanha, 2009, ficção, Samuel Maoz. Estória que acompanha de maneira impressionante e clautrofóbica uma tripulação de tanque de guerra israelense na invasão do Líbano em 1982. Tudo sob o ponto de vista daquela tripulação. A loucura que impregna a situação lembra o desenho animado "Valsa com Bashir". &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Os Lábios (Los labios): Regular. &lt;/strong&gt;Festival de Cinema do Rio 2010. Argentina, 2010, ficção. A maioria dos participantes não é de atores. O tom documental não se sustenta no filme, que pretendia ser uma ficção. Talvez funcionasse como um documentário. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Cúmplices do Silêncio (Complici dei silenzio): Muito Bom. &lt;/strong&gt;Festival de Cinema do Rio 2010. Argentina/Itália, 2009, de Stefano Incerti. Ficção ambientada na Argentina, Copa do Mundo de Futebol de 1978, onde os jogos e as comemorações aconteciam enquanto uma repressão extremamente violenta era promovida pelas forças armadas e policiais argentinas. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Essential Killing: Bom. &lt;/strong&gt;Festival de Cinema do Rio 2010.&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;Polonês, 2010, de Jerzy Skolimowski, ficção. Prisioneiro das tropas norte-americanas no Afeganistão é enviado à prisão em algum lugar na Europa. Interessante abordagem sob o ponto de vista de um afegão frente ao imenso impacto representado pela invasão do Afeganistão e sua captura. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Pânico nas Ruas (Panic in the Streets): Bom. &lt;/strong&gt;Mais um filme do festival "Film Noir", no Instituto Moreira Salles, ficção de Elia Kazan, 1950. Ótimo ritmo e ótimas atuações de Richard Widmark, Jack Palance e Zero Mostel, em trama ambientada em New Orleans. Possui uma atmosfera que remete ao Macartismo. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Ascensor para o cadafalso (Ascenseur pour l'echafaud): Muito Bom. &lt;/strong&gt;França, 1958, ficção. Este clássico de Louis Malle pode ser visto em festival do "Filme Noir", no Instituto Moreira Salles (&lt;a href="http://www.ims.com.br/"&gt;http://www.ims.com.br/&lt;/a&gt;), aqui no Rio. Ótimos roteiro e atores, em uma Paris cinzenta (é preto e branco), com idas e vindas que iludem o espectador, oferecem alternativas à estória e prendem a atenção até o último segundo. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Luzes na Escuridão (Laitakaupungin valot): Bom. &lt;/strong&gt;Finlândia, 2006, ficção. Estória acompanha vida sem graça (e à mercê de vigaristas) de funcionário de uma empresa de segurança em Helsinki. Interessante roteiro que nos faz mergulhar em uma atmosfera sombria e sem saída. Fez-me lembrar "O Homem sem Passado", também finlandês. Agora, uma dúvida: alguém entendeu algo do título no indecifrável finlandês ?? &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Um Novo Caminho (Le dernier pour la route): Bom. &lt;/strong&gt;França, 2009, ficção. Baseado em livro autobiográfico de Hervé Chabalier, apresenta, sem pieguices nem piedade, uma clínica para desintoxicação de alcoólatras. Boas interpretações para um tema árido. Principalmente do protagonista. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- 5 x Favela - Agora por nós mesmos: Bom. &lt;/strong&gt;Brasil, 2005. Ficção que apresenta 5 estórias passadas em favelas no Rio. Humor, drama e violência se misturam no cotidiano daquela população. Roteiros elaborados com imaginação, exceto um, que prefere o óbvio. Mas o resultado é positivo. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- O Estranho em Mim (Das fremde in mir): Regular a Bom. &lt;/strong&gt;Alemanha, 2008. Depressão pós parto traz sérias consequências a um casamento e a um nascimento. Simples, mas dá seu recado. &lt;strong&gt;- Um Doce Olhar (Bal): Bom. &lt;/strong&gt;Turquia/Alemanha, 2010. Ficção, passada no interior da Turquia, e que aborda o mundo sob a ótica de uma criança, que vive com os pais. Singelo, mas cativa. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Cabeça a Prêmio: Muito Bom. &lt;/strong&gt;Brasil, ficção, 2009. De Andréa Beltrão e Marco Ricca. Ótimo roteiro, ótima fotografia e excelentes atuações. A estória é revelada paulatinamente, mesmo sonegada, negociada a cada passo. Cinemão brasileiro de classe mundial ! &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Destinos Ligados (Mother and Child): Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, EUA/Espanha, 2010. De Rodrigo García, filho de Gabriel Garcia Marquez, apresenta estória de três mulheres ligadas à maternidade. Roteiro interessante e boas atuações. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Vincere: Regular. &lt;/strong&gt;Ficção, Itália/França, 2009. Recria história pouco conhecida de Mussolini, uma relação que produziu um filho, antes que ele chegasse ao poder. Ambos, mulher e filho, morreram na prisão na Itália fascista. Interessa pela revelação, mas não empolga. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Quando me Apaixono (Then she found me): Regular. &lt;/strong&gt;EUA, 2007, ficção. Algumas poucas variações, mas que não permitem ao roteiro fugir ao lugar comum, estilo "sessão da tarde". &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- A Origem (Inception): Regular a Bom. &lt;/strong&gt;EUA, 2010, ficção científica. Possui abordagem interessante e inédita, o que dinamiza o roteiro, mas não apresenta uma estória que fuja à fórmula "mocinho se ferra mas escapa". &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Uma noite em 67: Regular a Bom. &lt;/strong&gt;Brasil, 2010, documentário. Conta a história do festival da Record de 1967, com depoimentos muito bons de vários cantores e compositores, como Chico Buarque, Caetano e Edu Lobo. Revela os bastidores curiosos, alguns engraçados. Poderia ter se aventurado mais no momento em que vivia o Brasil dos festivais naquele ano, 1967. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Sempre Bela (Belle toujours): Regular. &lt;/strong&gt;França/Portugal, 2006, ficção. Livremente inspirada em "A Bela da Tarde", cresce nas expectativas (para quem viu "A Bela da Tarde") mas descepciona e desaponta, verdadeiro anticlimax. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- À Prova de Morte (Death Proof): Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, EUA, 2007. Quentin Tarantino ataca novamente. Pura diversão. Muito humor e violência. Mas há muito blá, blá, blá desnecessário. E não tem a genialidade de "Cães de Aluguel", "Pulp Fiction" ou "Kill Bill" &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Patrick 1,5: Regular. &lt;/strong&gt;Ficção sueca, 2008. Uma comédia que possui uma boa idéia, casal gay que deseja adotar um filho, mas cujo roteiro é previsível e sem imaginação. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- 15 anos e meio (15 ans et demi): Regular a Bom. &lt;/strong&gt;França, 2008. Esta ficção, uma comédia, tem seu ponto alto em Daniel Auteuil. Mas resvala em situações comuns e não escapa da mesmice. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- O Pequeno Nicolau (Le petit Nicolas): Muito Bom a Excelente! &lt;/strong&gt;França, 2009, ficção, de Laurent Tirar. Baseada nos livros de René Goscinny, o genial criador de Axterix e Lucky Luke, é uma comédia deliciosa, onde você rirá a valer. As crianças francesas, especialmente Nicolas, são sensacionais ! As situações, impagáveis ! &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Flor do Deserto (Desert Flower): Bom. &lt;/strong&gt;Alemanha/Áustria/Reino Unido, 2009. Ficção baseada na história real da modelo nascida na Somália, entre a fome e costumes que situam a mulher como um objeto de segunda categoria, mero coadjuvante. A modelo trouxe ao mundo toda a violência cometida contra as mulheres naquele país. Interessante e comovente. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Brilho de uma Paixão (Bright star): Regular a Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, Reino &lt;span style="font-size: 0px;"&gt;&lt;/span&gt;Unido/Austrália/França, 2009. De Jane Campion, diretora neozelandesa, que já nos deu o premiado "O Piano", desta vez conta a história real do poeta britânico John Keats, dito dos maiores entre os românticos, em seus últimos anos. Possui beleza e bela fotografia, marca da diretora, mas seu ritmo e seus versos românticos tornam a narrativa algo enfadonha. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Sede de Sangue (Bakjwi): Regular a Bom. &lt;/strong&gt;Coreia do Sul, 2009. Ficção, de Park Chan-Wook, de "Old Boy", com ares vampirescos e um pouco de humor. Interessante abordagem, mas perde para outras ficções coreanas. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Soul Kitchen: Bom. &lt;/strong&gt;Alemanha, 2009, ficção. O diretor turco-alemão Fatih Akin realiza dessa vez uma comédia em torno de um restaurante/café em Hamburgo, Alemanha. Estão presentes as diferenças e as tensões entre as etnias, como em "Contra a Parede" e "Do Outro Lado", do mesmo diretor. Mas confesso que preferi as ficções anteriores, mais densas e com melhores roteiros. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- O Profeta (Un Prophète): Bom. &lt;/strong&gt;França, 2008, ficção. O crime e as divisões étnicas, bem marcantes na França, retratados dentro de um presídio francês, com crueza e sem pudor. Poderia ser um pouco mais curto. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- O Refúgio (Le Refuge): Bom. &lt;/strong&gt;França, 2009, ficção. François Ozon traz às telas interessante estória em torno da gravidez. Simples e surpreendente. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Coco Chanel &amp;amp; Igor Stravinsky: Bom. &lt;/strong&gt;França, 2009, ficção. Traz o relacionamento desses dois personagens transgressores e inovadores, na moda e na música. Roteiro linear, mas interessante. Protogonistas com boas atuações. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Olhos Azuis: Bom. &lt;/strong&gt;Brasil, 2010. Ficção, que apresenta a impressionante truculência da imigração norte-americana com os vindos do terceiro mundo. Bom roteiro e bons atores. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- O Escritor Fantasma (The ghost writer): Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, França/Alemanha/Reino Unido, 2010. Polanski constrói interessenta estória que explicaria os imediato e inquestionável alinhamentos da Política Externa do Reino Unido do Governo Trabalhista com os EUA da Era Bush. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo: Fraco. &lt;/strong&gt;Brasil, 2009. A estória tem originalidade, com abordagem diferente. Mas não escapa da monotonia e do tédio. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Quincas Berro D'Água: Bom. &lt;/strong&gt;Brasil, 2009. Ficção que traz para as telas romance de Jorge Amado e reúne atores muito bons, como Paulo José e Marieta Severo. Roteiro e direção competentes imprimem ritmo agil. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Mademoiselle Chambon (Mademoiselle Chambon): Bom. &lt;/strong&gt;França, 2009. Interessante ficção que, com ritmo suave e cronológico, nos conta um estória com gente com cara de gente, e com bons atores. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Polícia, adjetivo (Politist, adjetiv): Fraco. &lt;/strong&gt;Ficção, Romênia, 2009. Desta vez a Romênia, que já nos trouxe belas surpresas no cinema, realiza um filme que entedia. Deu vontade de abandonar a sala de projeção antes do filme acabar. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- O Que Resta do Tempo (The Time that Remains): Fraco a Regular. &lt;/strong&gt;Ficção, Bélgica/França/Itália/Reino Unido, 2009. Elia Suleiman conta um pedacinho da história de sua família na Palestina, mas falta muito à narrativa. Não convence. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Sonhos Roubados: Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, Brasil, 2009. Sandra Werneck fez belo retrato de uma infância criada num bolsão de pobreza no Rio (podia ser qualquer lugar no Brasil), sem alternativas, em meio à violência e à desesperança. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Tudo Pode Dar Certo (Whatever Works): Fraco a Regular. &lt;/strong&gt;Ficção, França/EUA, 2009. Esta nova comédia de Woody Allen não dá certo...Algumas poucas risadas, mas roteiro previsível, sem imaginação, e o comediante, como ator, Larry David (co-autor da série "Seinfeld"), entediante e repetitivo. Deve ser por isso que Allen não atuou. Sabia que a coisa toda não funcionaria. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Iluminado pelo Fogo (Iluminados por El Fuego): Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, Argentina/Espanha, 2005. Lembranças de um argentino, e sua experiência traumática como recruta em 1982, na Guerra das Malvinas. Todo o absurdo da aventura dos militares argentinos está na tela. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Hiperatrivo: Bom. &lt;/strong&gt;Abro mais uma vez espaço para o Teatro, que não é minha praia, mas esporadicamente, como agora, assisto. Com o ótimo Paulo Gustavo, é uma "Stand Up Comedy", com várias tiradas hilárias. Para rir e relaxar. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Mary e Max - Uma amizade diferente (Mary and Max): Muito Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, Austrália, 2009. Animação feita com massinha, quadro a quadro, que descreve uma relação quase surreal, via cartas, de um judeu novaiorquino e uma menina na Austrália, durante aproximadamente 20 anos. Emociona, e faz rir. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Pecado da Carne (Einaym Pkuhot): Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, Israel/Alemanha/França, 2009. Interessante estória que mistura o quase irreconciliável: judeus ortodoxos em Israel e homossexualismo. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Diário Perdido (Mères et Filles): Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, França/Canadá, 2009. Evolui entre as tensões familiares até um clímax. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Mother - a Busca pela Verdade (Madeo): Muito Bom. &lt;/strong&gt;Coréia do Sul, 2009, ficção. Amor de mãe até o fim. Já conhecíamos a Mãe Italiana e a Mãe Judia. Surge uma nova categoria: a Mãe Coreana. A intensidade do cinema coreano impressiona e é uma característica de quase todos os filmes coreanos.&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Chico Xavier - o filme: Bom. &lt;/strong&gt;Brasil, 2010. Ficção que apresenta de forma competente a vida de Chico Xavier e o fenômeno representada pela legião de seguidores. Alguns atores muito bem, como Nelson Xavier. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Os Famosos e os Duendes da Morte: Ruim. &lt;/strong&gt;Brasil/França, 2009. Ficção que queria ser, mas chafurda sem conseguir ser muita coisa. Tédio. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Ilha do Medo (Shutter Island): Bom. &lt;/strong&gt;EUA, 2010. Direção de Scorcese, com boa atuação de Leonardo DiCaprio (já fizeram essa dobradinha antes), em ficção que cria atmosfera angustiante nos anos 1950, em ilha onde está localizada prisão-manicômio. &lt;strong&gt;- Os Homens que Encaravam Cabras: Regular a Bom. &lt;/strong&gt;EUA, 2009. Ficção que retrata a formação de uma unidade paranormal do exército dos EUA, até a intervenção no Iraque em 2003. Sobram bons atores e tiradas cômicas, mas tem um resultado irregular. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Um Homem Sério: Muito Bom. &lt;/strong&gt;EUA, 2009. Ficção dos irmãos Coen, desta vez retratando uma infinidade de tipos impagáveis da comunidade judia nos EUA. Tem algo de Woody Allen no humor. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Um Sonho Possível: Regular a Bom. &lt;/strong&gt;EUA, 2009. Ficção que retrata interessante história real de resgate de um rapaz, e tem como destaque Sandra Bullock. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Direito de Amar: Bom. &lt;/strong&gt;EUA, 2009. Ficção apresenta, sem melodramas e pieguices, o sofrimento de professor universitário gay nos EUA, 1962, após a morte de seu companheiro de vários anos. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;– Take Off – Florence Korea Film Fest 2010: Bom. &lt;/strong&gt;Coreia do Sul, Kim Yong-Hwa. Divertida ficção sobre a montagem e as primeiras competições oficiais da equipe de salto em esqui da Coréia do Sul, montada com a iniciativa de um coreano adotado e criado nos EUA. Baseado em fatos reais. Mas agora vamos ao divertido do fato. Chegando a Florença em 26/02/10, eu e minha esposa, que iríamos passar 15 dias na Toscana, sabíamos que havia um cinema em Florença onde eram passados filmes na língua original, não falados em italiano (do qual não entendo nada). Na Itália os filmes são comumente passados em italiano, não legendados. Eis minha esperança de curtir minha paixão cinéfila. Chegando ao cinema na tarde de 26/03 (Cinema Odeon, Florença), descobrimos que o filme veiculado já havia sido visto por nós no Brasil. Paciência, quando retornássemos a Florença, em 12/03, tentaríamos de novo. Em nosso retorno, fomos ao Odeon, quando verificamos, para nossa decepção, que naquele dia começaria um festival do cinema Coreano. O que fazer ?? Caso fosse falado em coreano, nada entenderíamos !! Minha esposa insistiu, e perguntei no cinema a alguém, com traços orientais, se haveria legendas em inglês. Sim, ela respondeu-me. Meus olhos brilharam !! Porém, a organização do evento nos disse que a primeira noite seria somente para convidados...Decepção de novo...Minha esposa e eu argumentamos que voltaríamos para o Brasil no dia seguinte, não seria possível ver outras seções do festival senão naquele dia. Afirmamos que eu era cinéfilo, louco por cinema etc. Um rapaz da organização gentilmente nos disse, então, que voltássemos às 21:00 horas, procurássemos por ele, que ele veria o que poderia fazer. Assim procedemos. Procuramos ansiosamente o rapaz da organização às 21:00 horas, e ele, nos vendo, veio até nós e disse-nos que conseguiria dois convites. Assim o fez, e foi fantástico, como o fechamento sensacional de nossa viagem à Toscana ! Uma belíssma exibição, somente para convidados, em uma sala de cinema/teatro belíssima, em Florença ! &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- O Segredo dos Seus Olhos: Excelente. &lt;/strong&gt;Argentina/Espanha, 2009. Ficção com roteiro excelente, uma estória envolvente e excelentes atuações. Ricardo Darin, o melhor ator argentino no momento, perfeito. A maturidade e a competência do cinema argentino dos últimos anos deve servir de exemplo para o cinema brasileiro. Vimos novamente esse excelente filme. Excelente, realmente ! Mudei a avaliação para EXCELENTE ! &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Ficarei alguns dias fora do ar (de 25/02 a 14/03), descansando um pouco, passeando. Prometo, caso veja algum filme na viagem, contar na volta. Até mais !!&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Simplesmente Complicado: Regular. &lt;/strong&gt;EUA, 2009. Ficção, onde se salva Meryl Streep. Situações onde todos são brancos, ricos, bem-sucedidos e não há problema de nenhuma espécie. A perfeita família WASP. Seção da Tarde. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- O Mensageiro: Regular a Bom. &lt;/strong&gt;EUA, 2009. Ficção, cuja abordagem é não usual (militares notificando familiares de soldados mortos), com ótima atuação de Woody Harrelson, mas com resultado irregular. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Educação: Regular. &lt;/strong&gt;Inglaterra, 2009. Ficção, cujo roteiro prefere o caminho da previsibilidade, frustando expectativas. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- A Fita Branca: Bom. &lt;/strong&gt;Alemanha/Áustria/França/Itália, 2009. Ficção com os ingredientes da perversidade humana, sempre presentes na obra de Haneke. Aqui, aldeia alemã às vésperas da I Guerra Mundial. Há algo do "Ovo da Serpente". &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Preciosa - Uma História de Esperança: Bom a Muito Bom. &lt;/strong&gt;EUA, 2009. Ficção, baseada na novela "Push", traz relato impressionante sobre a violência e a desesperança que desabam sem piedade sobre uma adolescente pobre em Nova Iorque. Atuações impressionantes. Infelizmente, o relato é lugar comum, não excessão. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Avatar: Fraco a Regular. &lt;/strong&gt;EUA, 2009. Ficção, James Cameron, uma bobagem. A estória possui os argumentos mais simplistas, e se arrasta demais, sem a menor necessidade. A tecnologia 3D traz ineditismo à projeção. Mas é só. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Guerra ao Terror: Bom. &lt;/strong&gt;EUA, 2009, Ficção. Centrado na Guerra do Iraque, apresenta filmagem com jeito documental. Mostra um país em meio a uma guerra sem fim, dividido, norte-americanos de um lado, xiitas do outro, sunitas de um terceiro, e uma população sofrendo as consequências por todos os lados. Mas há filmes melhores que retratam esse momento. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- A Mente que Mente: Fraco a Regular. &lt;/strong&gt;EUA, 2008. Ficção, com John Malkovich, sobre ilusionista norte-americano. A estória é fraquinha, e nem Malkovich a salva. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Invictus: Bom. &lt;/strong&gt;EUA, 2009. Ficção de Clint Eastwood, inspirada no período após a eleição de Nelson Mandela, na África do Sul, traz Morgan Freeman, como Mandela, em atuação inspirada. O filme apresenta um período emblemático naquele país de forma correta. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Caro Francis: Bom. &lt;/strong&gt;Brasil, 2009. Documentário que apresenta o muitas vezes curioso e engraçado Paulo Francis. Era, na TV, uma bizarra caricatura, mas diversa do Francis da vida privada. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Amor sem Escalas: Bom. &lt;/strong&gt;EUA, 2009. Ficção centrada em personagem que, motivado por sua bizarra profissão, viaja de avião em ritmo frenético, cruzando os EUA para toda parte. George Clooney, como sempre, muito bem, já consolidado como um dos melhores atores norte-americanos. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Hanami - Cerejeiras em Flor: Bom. &lt;/strong&gt;Alemanha, 2008. Ficção que apresenta curiosa estória situada entre a Alemanha e o Japão. Uma jornada em meio à falta de comunicação. Um pouco longo. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Sherlock Holmes: Regular. &lt;/strong&gt;Reino Unido/Austrália/EUA, 2009. Ficção baseada na estória do detetive Sherlock Holmes, traz Robert Downey Jr. em atuação muito boa. Mas possui rítimo mais pra Indiana Jones. Sherlock deveria ser mais cerebral. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Ervas Daninhas: Regular. &lt;/strong&gt;França, 2009. Resnais cria expectativas nesta ficção, que parecia percorrer caminhos interessantes, mas sobra a frustração de uma evolução que não aconteceu. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- (500) Dias com Ela: Bom. &lt;/strong&gt;EUA, 2009. Essa divertida ficção, uma comédia, inova ao apresentar um discurso não linear, avançando e recuando no tempo enquanto procura destacar as fases de um romance, que dura 500 dias. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Procurando Elly: Muito Bom. &lt;/strong&gt;Ficção iraniana, 2009. Ótimos roteiro, atores e fotografia, em estória que evolui quase negociando as revelações, trazendo, cada vez mais, perguntas e dúvidas. O bom cinema iraniano está de volta. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Um Segredo em Família: Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, França, 2007. Interessante estória, baseada em fatos reais, envolvendo família judia francesa. O roteiro avança e recua no tempo, enquanto novos fatos são apresentados. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Cidadão Boilesen: Bom a Muito Bom. &lt;/strong&gt;Documentário, Brasil, 2009. Belo relato das relações intestinas de parte do empresariado brasileiro com os militares que promoveram o golpe de 1964 e comandaram a ditadura militar. No caso apresentado no documentário, o protagonista é Hennig Boilesen, presidente da Ultragaz, que emprestou total apoio (como outros empresários) à ditadura e à repressão mais violenta. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Nova York, Eu Te Amo: Regular. &lt;/strong&gt;França/EUA, 2009, ficção que traz diversas estórias de vários diretores, todas passadas em Nova York. Segue a linha do filme "Paris, Eu Te Amo", mas é irregular, misturando algumas boas estórias com outras fracas, mesmo vazias. Uma pena, pois há ótimos atores no elenco. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- É Proibido Fumar: Bom. &lt;/strong&gt;Ficção brasileira, 2009, divertida e com excelentes atuações de Glória Pires e Paulo Miklos (Titãs). Glória Pires consolida-se como a melhor atriz brasileira na telona. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Abraços Partidos: De Bom a Muito Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, Espanha, 2009. Almodovar está lá, com suas principais características, alguns de seus atores preferidos (entre eles, a excelente Penélope Cruz), com roteiro bem bolado, não linear, onde a estória flui para frente e volta no tempo, enquanto as situações são, parcimoniosamente, reveladas. Em alguns momentos (poucos) o ritmo é perdido. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Julie &amp;amp; Julia: Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, EUA, 2009. Interessante estória, passada em duas épocas separadas no tempo por meio século, baseada na história real de norte-americana que vivia na França e escreveu livro sobre a culinária francesa. Ótima atuação da excelente Maryl Streep. &lt;strong&gt;- Mediano: De Muito Bom a Bom. &lt;/strong&gt;Abro espaço ao teatro (não é minha praia). Produção no Rio, 2009, esta peça ficcional conta as agruras de 30 anos de história do Brasil. Risos que riem de nós mesmos. O ator Marco Antônio Pâmio está excelente ! O próprio ator comentou que procurando na APTR (ponha o Google pra trabalhar) você poderá comprar ingressos mais baratos. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Deixa Ela Entrar: Muito Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, Suécia, 2008. Terror e poesia em ambiente gelado de uma Suécia distante e nevada. Vale ! &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- No Meu Lugar: De Muito Bom a Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, Brasil, 2009. Estória conduzido em roteiro muito bom, que mistura tempos, ações e personagens. Absolutamente não linear. E ainda há atores em ótimas atuações. Em alguns poucos momento a estória perde o ritmo, mas o impacto geral é pequeno. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Aconteceu em Woodstock: Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, EUA, 2009. A simpática e divertida história de como e onde os organizadores de Woodstock acabaram fazendo o show. Baseado em fatos, cativa pelo espírito da época. O roteiro poderia ter evoluído de forma mais interessante, mas vale assistir para saber como tudo começou. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- O Solista: Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, EUA, 2009. A interessante convivência de um jornalista e um músico esquizofrênico, que sobrevive nas ruas de Los Angeles. Jamie Foxx e Downey Jr. formam uma ótima parceria. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- À Procura de Eric: Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, 2009, Ken Loach. Simpática abordagem, explorando as agruras de um carteiro fanático por futebol, Grã-Bretanha, com um toque de humor. Mas as preferências de Loach estão lá, na base da pirâmide social. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Coco Antes de Chanel: Bom. &lt;/strong&gt;França, 2009. Ficção que conta o início da história da criadora da Chanel, ícone da moda. Audrey Tautou, como sempre, muito bem, em filme correto. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Bons Costumes: Regular. &lt;/strong&gt;Reino Unido/Canadá, 2008. Ficção focada em família britânica aristocrata nos anos 1920. Alguns atores (Kristin Scott Thomas e Colin Firth) muito bem, mas a sensação de déjà vu é inapelável e a estória perde-se em alguns lugares comuns. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- O Caçador: Muito Bom. &lt;/strong&gt;Coreia do Sul, 2008. Mais uma impressionante ficção do surpreendente e quase desconhecido cinema coreano, mas que desde os últimos anos nos tem presenteado com ótimos filmes. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- O Desinformante: Regular. &lt;/strong&gt;EUA, 2009, ficção de Steven Soderbergh. Curioso, inspirado em uma história real, com boa atuação de Matt Damon, mas não prende a atenção todo o tempo. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Distrito 9: Bom. &lt;/strong&gt;EUA, 2009, ficção científica ambientada na África do Sul, em um futuro próximo. Interessante proposta, com claras referência ao Apartheid. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Algo que Você Precisa Saber: Bom. &lt;/strong&gt;França, 2009, ficção ambientada na França. Ótimos atores e interpretações. Mais uma inglesa no cinema francês - Charlote Rampling. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Che 2 - A Guerrilha: Regular. &lt;/strong&gt;Espanha, 2008, ficção baseada em na vida de Che Guevara e a guerrilha empreendida por este na Bolívia, até sua morte. Algo burocrático, mas informa. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Lágrimas no Deserto: Bom. &lt;/strong&gt;EUA, 2007, esse documentário aborda a tragédia vivida pela população não muçulmana em Darfur, Sudão. É submetida a toda espécie de violência, entre genocídio, estupros e deslocamento forçado, tudo orquestrado pelo genocida governo do Sudão. Enquanto isso, a China, com grandes interesses na região (pricipalmente petróleo), breca qualquer decisão contra o Sudão no Conselho de Segurança da ONU e a comunidade internacional pouco faz. Realmente, uma tragédia.... &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Herbert de Perto: Muito Bom. &lt;/strong&gt;Brasil, 2006, belo documentário sobre a carreira de Herbert Vianna e os Paralamas do Sucesso, que mostra a saga da banda no surgimento do Rock Brasil, no período da Rádio Fluminense, e a trajetório do músico que recuperou-se de forma quase inacreditável após o acidente aéreo que o feriu gravemente e matou sua esposa. Aqueles que viveram o surgimento do Rock Brasil, Paralamas, Barão Vermelho, Legião Urbana, entre outras bandas, vão aproveitar e curtir os momentos na tela ! Vale MUITO à pena ! &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Bastardos Inglórios: Bom. &lt;/strong&gt;EUA, 2008, ficção. Tarantino em divertida e fantasiosa aventura na França ocupada na II Guerra. Violência na dose certa e muito sangue. Algumas cenas tem cara de Mel Brooks. Mas não está entre os melhores de Tarantino. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- City Island: Bom. &lt;/strong&gt;Festival de Cinema do Rio 2009. Ficção, EUA, 2009. Andy Garcia, muito bem, e sua tresloucada família envolta em cenas bizarras e engraçadas. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Partir: Muito Bom. &lt;/strong&gt;Festival de Cinema do Rio 2009. Ficção, França, 2009. A ótima atriz inglesa Kristin Scott Thomas (Lua de Fel, Paciente Inglês) em drama passado no sul da França. Vida a dois desce ladeira abaixo e a esposa a repensa e muda seu rumo. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Storm: Muito Bom. &lt;/strong&gt;Festival de Cinema do Rio 2009. Ficção, Alemanha, 2009. As tentativas do tribunal de Haia de responsabilizar criminoso de guerra que praticou inúmeras atrocidades na Bósnia. Impacta e, ao mesmo tempo, mostra as fragilidades da comunidade internacional na repressão aos crimes contra a humanidade. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Águas Turvas: Muito Bom. &lt;/strong&gt;Festival de Cinema do Rio 2009. Ficção norueguesa, 2008, conta com ótimo roteiro para traçar os rumos paralelos de uma estória. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- À Procura de Paz: Regular. &lt;/strong&gt;Festival de Cinema do Rio 2009. Ficção da Eslováquia, 2009. O drama de um recem libertado da prisão. Curioso, por apresentar cinema pouco visto por aqui. Trama interessante, mas não empolga. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Eu, Ela e Minha Alma: Bom. &lt;/strong&gt;Festival de Cinema do Rio 2009. Comédia, EUA, 2008, traz o divertido Paul Giamatti, que procura aliviar sua crise existencial removendo e armazenando sua alma. Rende sorrisos e gargalhadas. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Almoço em Agosto: Regular. &lt;/strong&gt;Ficção italiana, 2008, é uma simpática comédia. Mas não evolui. &lt;strong&gt;- A Órfã: Fraco.&lt;/strong&gt; Ficção, EUA, 2009. Tudo bem, a intérprete da menina órfã é das mais assustadoras e terríveis. Mas o filme exagera em lugares comuns que tornam a trama previsível. Sobra frustação. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Gesto Obsceno: Regular. &lt;/strong&gt;Ficção israelense (2006), apresenta a insanidade que pode se apossar dos teóricos pacatos cidadãos modernos. Mas a cara da trama é meio déjà vu. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Bem-Vindo: Bom. &lt;/strong&gt;Ficção (2009) francesa, retrata uma pequena parte do drama dos refugiados (no caso curdos do Iraque) e a perseguição xenófoba a qual são submetidos em Calais, França. É um gigantesco problema no mundo atualmente. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Gigante: Bom. &lt;/strong&gt;Ficção (2009) do surpreendente cinema uruguaio, Urso de Prata 2009 em Berlim. Bons atores em simples, mas cativante, estória. Impossível não simpatizar com os caras. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Anticristo: Regular. &lt;/strong&gt;Ficção (2009), de Lars Von Trier. O homem é intrinsecamente mau. A natureza é má. Aí a coisa pega ! Não está alinhado com o melhor de Lars Von Trier, mas é interessante. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Amantes: Bom. &lt;/strong&gt;Ficção (2008), EUA. Algo como X amava Y, que amava Z, que amava W. E Y era bipolar ! Joaquim Phoenix muito bem ! &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- A Teta Assustada: Bom. &lt;/strong&gt;Ficção (2009), passada em Lima, Peru. Em meio às lembranças da violência tão presente na América Latina, cenário de pobreza em ambiente quase surreal de favelas em Lima. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Brüno: Ruim. &lt;/strong&gt;Ficção (2009), EUA, apresenta Sacha Cohen (Borat). Desta vez ele exagera nas baixarias. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Confissões de uma Garota de Programa: Ruim. &lt;/strong&gt;Ficção (2009) de Steven Soderbergh, decepciona, mesmo cansa. Bruna Surfistinha deve ser mais interessante... &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Se Nada Mais Der Certo: Bom. &lt;/strong&gt;Ficção brasileira (2009), traz Cauã Reymond, Caroline Abras e João Miguel em ótimas atuações. As imagens apresentam a confusão, desesperança e o ritmo sufocante da vida dos personagens. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- À Deriva: Bom. &lt;/strong&gt;Ficção brasileira (2009) traz os excelentes Vincent Cassel (com português surpreendente) e Débora Bloch, ao mesmo tempo em que apresenta bons jovens atores em estória ambientada em Búzios dos anos 1970. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- O Grupo Baader Meinhof: Regular. &lt;/strong&gt;Ficção (2008), descreve os principais passos do grupo terrorista alemão, quase em tom documental. Perde vigor pela narrativa quase documental. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Horas de Verão: Ruim. &lt;/strong&gt;Ficção (2008), francês. Bons atores, entre eles Juliette Binoche, desperdiçados em uma trama enfadonha. Uma pena... &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Casamento Silencioso: Muito Bom. &lt;/strong&gt;Ficção (2008) ambientada na Romênia de 1953, mostra o conflito entre uma sociedade distante do comunismo e seus conquistadores soviéticos. Atmosfera surreal, cômica e bizarra. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Paris: Bom / Regular. &lt;/strong&gt;Ficção francesa (2008), tem pontos altos em Juliette Binoche e na própria Paris. Mas a trama é pouco inspirada. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Há Tanto Tempo que te Amo: Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, França/Alemanha (2008), traz drama com evolução interessante, que revela, paulatinamente, toda a dimensão do problema. Kristin Scott Thomas muito bem. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Jean Charles: Regular. &lt;/strong&gt;Ficção (2008) baseada no triste episódio do brasileiro Jean Charles, morto em desastrada ação da polícia britânica em Londres. Interessante, mas com narrativa e evolução burocrática. Selton Mello, excelente ! &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Import Export: Ruim. &lt;/strong&gt;Ficção, Áustria, 2007. Globalização, leste e oeste. OK, a mensagem estava entendida. A maneira de contar, porém, foi exagerada, mesmo grotesca. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Loki - Arnaldo Baptista: Muito Bom. &lt;/strong&gt;Documentário (2008), onde é apresentada a interessante e curiosa carreira do imaginativo músico dos Mutantes. Uma jornada que foi ao sucesso, desce ao fundo do poço, e é resgatada, ao final. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- A Festa da Menina Morta: Regular. &lt;/strong&gt;Ficção, 2008, o primeiro filme de Matheus Nachtergaele, onde é apresentada região esquecida pelo Brasil, mesmo outro país. O ritmo não é bom. Daniel de Oliveira, porém, muito bem. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Intrigas de Estado: Bom. &lt;/strong&gt;Ficção de 2009, adaptação de minissérie da BBC, fala das ingerências e pressões no Congresso dos EUA por empresa que presta serviços militares e de segurança no exterior (Iraque, entre outros) e nos EUA. Atento e seguindo os passos desta empresa, jornalista fiel à imprensa investigativa. Qualquer semelhança com a Blackhawk não é mera coincidência. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Caramelo: Bom. &lt;/strong&gt;Ficção (2007) que revela o universo feminino em país árabe (Líbano), com as idiossincrasias de uma sociedade claramente machista. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- A Partida: Bom. &lt;/strong&gt;Ficção (2008) ambientada no Japão, conta a estória ora engraçada, ora dramática, de músico desempregado que inicia trabalho como preparador de cadáver em funerária. Curiosa tradição japonesa. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Os Falsários: Bom. &lt;/strong&gt;Ficção (2007) que apresenta a história de falsificação de dinheiro coordenada por nazistas e executada por prisioneiros judeus em campos de concentração na II Guerra, dita como a maior operação do gênero até hoje. Interessante acontecimento; o roteiro poderia ser melhor, menos linear. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Budapeste: Bom. &lt;/strong&gt;Ficção(2009) baseada no romance de Chico Buarque. Grande fidelidade à obra de Chico, ótima fotografia, e grandes tomadas de Budapeste. Mas o filme é menor que o livro. &lt;strong&gt;- Recontagem: Bom.&lt;/strong&gt; Ficção (2008) que procura reproduzir com a máxima fidelidade os dias decisivos do imbroglio na Flórida que se tornou o pesadelo da eleição para presidente dos EUA em 2000. Ótimos atores mostram como é inacreditavelmente confuso o processo eleitoral nos EUA e quão duvidosa foi a eleição de Bush filho em 2000. Não lançado nos cinemas, mas disponível em DVD. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Milagre em Santa Anna: Regular. &lt;/strong&gt;Ficção (2008) de Spike Lee, conta a estória de tropas negras dos EUA na Itália, II Guerra. Meio arrastado, podia economizar passagens. Roteiro irregular. Ponto alto: a ação, pouco conhecida, de tropas de combate negras dos EUA na II Guerra. &lt;strong&gt;- 3 Macacos: Bom. &lt;/strong&gt;Ficção (2008) ambientada na Turquia, apresenta estória movida a excelente roteiro, melhor direção em Cannes 2008, pleno de sucessivas surpresas. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Desejo e Perigo: Bom. &lt;/strong&gt;Ficção (2007) de Ang Lee, conta a estória de resistentes chineses às forças de ocupação japonesa na II Guerra. Roteiro bem construído, mas podia ser um pouco mais curto. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Simonal - Ninguém Sabe o Duro que Dei: Muito Bom. &lt;/strong&gt;Documentário (2008) que apresenta um das carreiras mais meteóricas da música brasileira, com final abrupto. Bem construído, bons depoimentos, mostra um personagem polêmico em uma atmosfera polarizada e polêmica durante a ditadura militar. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- O Equilibrista: Bom. &lt;/strong&gt;Documentário (2007) sobre equilibrista francês que fez inúmeras peripécias pelo mundo, entre a Notre Dame e as Torres Gêmeas. Montagem imaginativa. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Paulo Gracindo - O Bem Amado: Bom. &lt;/strong&gt;Documentário (2008) que resgata cenas antológicas do excelente ator e seus personagens. Há farto material para pesquisa, sem dúvida, mas o documentário poderia ser melhor construído. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- A Garota Ideal: Bom. &lt;/strong&gt;Ficção (2007) centrada na bizarra paixão de um rapaz ultratímido por boneca de silicone. Show de tipos e situações esquisitas, cômicas e exóticas. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Sinédoque, Nova York: Ruim. &lt;/strong&gt;Ficção (2008) de Charlie Kaufman, que já nos premiou com "Quero Ser John Malkovich" e "Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças", dessa vez, apesar da ajuda de Philip Seymour Hoffman, decepciona. Um começo que parecia apontar para algo, e aí o filme afunda no tédio. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Tony Manero: Bom. &lt;/strong&gt;Ficção chilena, onde personagem caricato é obcecado por John Travolta dos "Embalos de Sábado à Noite", procurando imitar seu gestual e vestir. Tudo imerso em um Chile reprimido até a medula pela ditadura de Pinochet. A atmosfera é surreal, propositadamente carente de apelos técnicos e beira o grotesco. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Segredos Íntimos: Bom. &lt;/strong&gt;Ficção que procura revelar a luta da mulher judia ortodoxa para vencer uma infinidade de preconceitos, entre ser inferior ao homem, religião, entre tantos. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- W.: Bom. &lt;/strong&gt;Conta parte da história do presidente George W. Bush, que presenteou o mundo com a Guerra do Iraque e uma catastrófica gestão das finanças públicas dos EUA. Algo caricato, superficial nas decisões político-econômicas de seu governo. De qualquer modo, Bush é a própria caricatura. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Simplesmente Feliz: Ruim. &lt;/strong&gt;A estória da inglesinha espalhando felicidade possui fraco roteiro, beira o tédio e não se sustenta. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Valsa com Bashir: Excelente. &lt;/strong&gt;Animação, onde soldado israelense, que esqueceu tudo sobre a invasão do Líbano no início dos anos 1980, a duras penas procura lembrar os fatos. Tudo desagua em Sabra e Shatila, quando, com a conivência do exército israelense, milícias cristãs libanesas massacraram a população civil. Impactante, corajoso, revoltante. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Che: Regular. &lt;/strong&gt;Interessante, mas um pouco longo, perdendo a tensão da revolução de Cuba. Benicio Del Toro como Che muito bem, e é quem sustenta o filme. Fidel Castro muito bem representado. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Gran Torino: Bom. &lt;/strong&gt;Clint Eastwood interpreta, como sempre, Clint Eastwood. Mas o tipo tem apelo, nessa ficção que aborda o preconceito e a violência. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Inútil: Regular. &lt;/strong&gt;China de hoje, e o impacto da modernização da confecção. Falta algo para posicionar o documentário. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- O Visitante: Bom. &lt;/strong&gt;Professor universitário tem apartamento invadido e sua vida começa a mudar....para melhor. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Bela Noite para Voar: Ruim. &lt;/strong&gt;Um irmão recomendou que fosse visto. Não estava na minha lista, mas segui seu conselho. Fiasco. Bons atores, com péssimo desempenho, mesmo caricatos. Alguns mesmo rizíveis. Juscelino e seu governo esperam por melhor abordagem no cinema. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Entre os Muros da Escola: Bom. &lt;/strong&gt;Filme francês, 2007, que retrata - parece um documentário - a dura rotina em uma escola na França, assim como a desgastante tarefa dos professores. Depois do filme, vi professores falando sobre o filme, certamente reconhecendo algumas situações. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Frost / Nixon: Muito Bom. &lt;/strong&gt;Trama que recria célebre entrevista com Richard Nixon em 1977, que obviamente buscará desencavar fatos de Watergate. Procura imprimir tom documental, e ambos atores, principalmente Frank Langela e sua construção de Nixon, muito bem. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Glória ao Cineasta: Ruim. &lt;/strong&gt;Kitano, dessa vez, decepciona. Um começo regular é seguido de uma estória sem graça, entediante. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- O Lutador: Bom. &lt;/strong&gt;Ficção que tem seu destaque na atuação perfeita de Mickey Rourke, no papel de um astro de luta livre, decadente, no fim de sua carreira. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Quem Quer Ser Um Milionário: Bom. &lt;/strong&gt;Filme indiano, direção britânica, que apresenta interessante estória de superação de favelado indiano de Mumbai. Impossível não simpatizar com as personagens e a trajetória das mesmas ao enfrentar infindáveis obstáculos. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Rio Congelado: Bom. &lt;/strong&gt;Uma família norte-americana vive em extrema dificuldade após o abandono pelo pai. Representa a parcela da população - o maior segmento - totalmente desassistida pelo estado e que sobrevive precariamente. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Milk - A Voz da Igualdade: Bom. &lt;/strong&gt;Conta a história do primeiro norte-americano gay assumido a ser eleito para um cargo público, no caso, em São Francisco. Sean Pean, excelente, está alguns degraus acima do próprio filme. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Operação Valquíria: Regular. &lt;/strong&gt;Atentado contra Hitler em 1944 filmado mais uma vez. Há um elenco de peso, recursos técnicos e financeiros abundantes, mas falta emoção ao roteiro. Tom Cruise, como Stauffenberg, com pose de figura heróica, não convence. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- O Casamento de Rachel: Regular. &lt;/strong&gt;Família se reúne em um casamento, quando são discutidas as feridas abertas no passado. &lt;strong&gt;Um Conto de Natal&lt;/strong&gt;, francês, e &lt;strong&gt;Feliz Natal&lt;/strong&gt;, brasileiro, apresentam temática semelhante, mas com atores muito mais competentes e abordagem muito mais sólida, verossímel e melhor. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- O Leitor: Muito Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, com ótima atuação de Kate Winslet, enquanto a trama cresce de intensidade e complexidade. Cenário: Alemanha após a II Guerra e suas culpas, cicatrizes e feridas abertas. Pequena observação: a crítica de "O Globo", que classifica a história como melodramática tratada de forma superficial, não poderia estar mais equivocada. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Dúvida: Muito Bom. &lt;/strong&gt;Ficção com todos os melhores ingredientes: ótimo roteiro, excelentes atores (Meryl Streep e Philip Seymour Hoffman) e um embate entre os protagonistas que cresce até um clímax. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Ninho Vazio: Bom. &lt;/strong&gt;Comédia argentina sobre escritor que luta para criar seu próximo romance entre as demandas familiares. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Foi Apenas um Sonho: Bom. &lt;/strong&gt;Ficção, de Sam Mendes, apresenta a história de casal que vive em um subúrbio de Nova Iorque. Toda a hipocrisia e a manutenção de uma atmosfera artificial sustentadas por ótimas atuações de Leonardo DiCaprio e Kate Winslet. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Um Táxi para a Escuridão: Bom. &lt;/strong&gt;Documentário que apresenta o caso da prisão, tortura e morte de um taxista em uma prisão militar dos EUA no Afeganistão. O taxista era inocente, obviamente. O documentário vai além, e associa o evento às técnicas das prisões de Guantânamo e Abu Ghraib, subordinadas à doutrina implantada pelo governo Bush que legitimou tais técnicas de tortura. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Um Conto de Natal: Bom. &lt;/strong&gt;Ótimos atores e diálogos secos e ferinos são a marca desse inequívoco filme francês. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Titãs - A Vida Até Parece uma Festa: Bom. &lt;/strong&gt;Documenta a trajetória da banda de rock. Possui cenas hilárias do início da carreira. Para assistir, relembrar, rir e saborear as músicas. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- O Curioso Caso de Benjamin Button: Bom. &lt;/strong&gt;Curiosa ficção que apresenta estória de homem que nasce idoso e acompanha sua vida, quando, paulatinamente, fica mais jovem. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- As Testemunhas: Bom. &lt;/strong&gt;O aparecimento da Aids na França na década de 1980 e seu impacto é retratado. Mostra a perplexidade e o desconhecimento. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- A Troca: Bom. &lt;/strong&gt;Interessante estória baseada em fatos reais, Califórnia do início do século XX. Boa reconstituição, com a ajuda, é claro, de computação gráfica. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Alguém que me ame de verdade: Bom. &lt;/strong&gt;Drama/comédia ambientado em Nova Iorque, onde mostra as agruras e as ideossincrasias pelas quais passam duas professoras, uma judia ortodoxa e outra muçulmana. Ortodoxia e extremismo em qualquer religião não dão certo.... &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Um Homem Bom: Regular. &lt;/strong&gt;Curiosidade: estréia do diretor brasileiro Vicente Amorim no cinema internacional. Porém desenvolve trama pouco fundamentada e factível, resvalando na questão sobre eutanásia e eugenia no nazismo sem maiores explicações. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Garage Olimpo. Muito Bom.&lt;/strong&gt; Filme de 1999, apresenta a tragédia argentina que foi a ditadura militar de 1976 a 1983 (última versão de ditadura portenha), através da repressão violenta, tortura e eliminação daqueles que, no entender dos militares, representassem alguma ameaça. Filme cru, com cenas fortes, que nos faz pensar sobre o praticado pelos militares aqui no Brasil. Aqueles que praticaram tão hediondos atos, além de explorarem e roubarem o quanto podiam dos presos e seus familiares, merecem a punição exemplar da justiça, sob pena de vermos o retorno desse absurdo. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Rebobine Por Favor. Bom. &lt;/strong&gt;Comédia americana, que mexe com a paixão pelo cinema. Divertido e criativo. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Feliz Natal. Muito Bom. &lt;/strong&gt;Primeiro trabalho de Selton Melo na direção de um longa-metragem, conta com drama sem conceções, atores em excelentes atuações e fotografia de primeira. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- O Silêncio de Lorna. Bom. &lt;/strong&gt;Direção belga. Aborda migrantes albaneses na europa ocidental que forjam casamento com belga para assegurar cidadania. Tema procedente e polêmico. Atuação convincente. Ritmo algo inconstante. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Queime Depois de Ler: Bom. &lt;/strong&gt;Irmãos Cohen nos presenteiam com divertida comédia, dessa vez sobre trapalhadas envolvendo agentes secretos, CIA, KGB, entre outros. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Orquestra dos Meninos: Bom. &lt;/strong&gt;Brasileiro, retrata a escola de música criada no Nordeste Brasileiro para jovens. Ótimo material, mas elenco (alguns) inexperiente, quando não caricato. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- 4 Minutos: Muito Bom. &lt;/strong&gt;Alemão (2006), apresenta instigante estória onde se relacionam presidiária, exímia pianista, e professora de piano. Mais um da excelente safra dos alemães que chegam ao Brasil. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Marcas da Vida: Bom.&lt;/strong&gt; Filhote escocês do Dogma 95, mostra estória onde cada pedaço vai se revelando, muitas vezes sem que você o entenda, até o desfecho final. O cenário: uma Glasgow fria, suja e áspera. &lt;strong&gt;- Cashback: Bom. &lt;/strong&gt;Inglês, retrata o fim de um romance por um jovem, que resolve, após isso, trabalhar à noite (perde o sono), onde conhece tipos que lembram o inglês "The Office". Abordagem curiosa e inovadora, em produção simples. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Vicky Cristina Barcelona: Bom. &lt;/strong&gt;Mais um Woody Allen ambientado fora dos EUA, dessa vez na Espanha. Elenco afiado, principalmente Javier Barden e Penélope Cruz. Mas é inferior a Match Point. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Persépolis: Muito Bom. &lt;/strong&gt;Animação que retrata, sob o ponto de vista de uma menina no Irã, a evolução da história naquele país, desde os tempos de repressão promovida pelo Xá, a revolução que o derrubou a acenou com maior liberdade para todos, e a ingerência pelo estado teocrático dos Ayatolás, controlando vários aspectos da vida dos iranianos, e impondo comportamentos e uma nova conduta a todos (véus para as mulheres, por exemplo). &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Caos Calmo: Bom. &lt;/strong&gt;Nanni Moretti, dos melhores atores do cinema italiano atual (também roteirista), em filme que mistura comédia, drama e situações insólitas, após a morte de ente querido. Tudo recheado da verve e do gestual puramente italianos. &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Leonera: &lt;/strong&gt;Bom. Cinema argentino apresentando abordagem nova. Mulher grávida, posteriormente com filho recem-nascido, em prisão argentina e todos os problemas oriundos dessa situação pouco comum. Rodrigo Santoro participa de forma convincente. - &lt;strong&gt;Eu, Meu Irmão e Nossa Namorada:&lt;/strong&gt; Muito Ruim ! Lugares comuns, maus atores e uma Juliette Binoche irreconhecivelmente iverossímel. - &lt;strong&gt;Na Mira do Chef:&lt;/strong&gt; Bom. Colin Farrel e Ralph Fiennes afinados com o humor negro e o sarcasmo que estão presentes em cada minuto do filme. Ao fundo, a bucólica Bruges, na Bélgica. - &lt;strong&gt;Última Parada 174: &lt;/strong&gt;Muito Bom. Elenco afinado e extremamente competente, que empresta um realismo impressionante à tragédia. Demonstra claramente que uma criança submetida àquela sucessão de violências e tragédias em toda sua vida somente poderia devolver-nos revolta e mais violência. - &lt;strong&gt;Fatal:&lt;/strong&gt; Bom. Penélope Cruz e Ben Kingsley em ótimas atuações. O drama sugere vários rumos, mas o escolhido não é o óbvio. - &lt;strong&gt;No End in Sight:&lt;/strong&gt; Excelente. Charles Ferguson (2007) fez documentário de um didatismo impressionante sobre a evolução do imbroglio da administração Bush no Iraque em direção ao atoleiro e ao caos. - &lt;strong&gt;A Onda:&lt;/strong&gt; Muito Bom. Festival do Rio 2008. O fantasma do nazismo assombra professor na Alemanha, que deseja conferir realismo ao ensino sobre o período. - &lt;strong&gt;Guerra sem Cortes:&lt;/strong&gt; Muito Bom. Festival do Rio 2008. Brian de Palma volta a dirigir, dessa vez dramatizando terrível episódio ocorrido na Guerra do Iraque, quando soldados norte-americanos mataram toda uma família de civis iraquianos. A maneira de dirigir o filme confere ao mesmo um grande realismo. - &lt;strong&gt;Alexandra:&lt;/strong&gt; Regular. Festival do Rio 2008. Do diretor Sokurov, retrata, no meio de um drama familiar, a situação caótica e belicosa vivida pela Rússia e as ex-repúblicas da antiga URSS. A estória deveria ser melhor contextualizada. - &lt;strong&gt;A Boa Vida:&lt;/strong&gt; Bom. Festival do Rio 2008. A vida de diversos moradores de Santiago, Chile, segue rumos paralelos, curiosos e engraçados. - &lt;strong&gt;Katyn:&lt;/strong&gt; Bom. Festival do Rio 2008. Andrzej Wajda dirije drama sobre o massacre de oficiais poloneses pelos soviéticos nas florestas de Katyn, II Guerra. Importante relato, mas o filme exige mais força. - &lt;strong&gt;Fantasmas de Abu Ghraib:&lt;/strong&gt; Muito Bom. Festival do Rio 2007. A história das prisões de Abu Ghraib, na Guerra do Iraque. Rory Kennedy monta seu documentário com depoimentos impactantes, ao mesmo tempo em que apresenta toda a cadeia de eventos e pessoas que levou aos absurdos nas prisões. Questiona com propriedade a condenação de soldados, enquanto a maioria das autoridades que comandou as operações nas prisões, os verdadeiros responsáveis, escapa incólume. - &lt;strong&gt;Procedimento Operacional Padrão:&lt;/strong&gt; Muito Bom. Festival do Rio 2008. Disseca os absurdos e os abusos ocorridos na prisão de Abu Ghraib, Iraque, através de depoimentos contundentes. Mas falta melhor contextualização para se entender como as coisas chegaram a essa terrível situação. - &lt;strong&gt;Pele:&lt;/strong&gt; Excelente. Festival do Rio 2008. Impressionante história de preconceito na África do Sul do Apartheid. Baseada em uma história real. O que a torna ainda mais inacreditável. - &lt;strong&gt;Desonra: &lt;/strong&gt;Bom. Festival do Rio 2008. O período pós Apartheid na África do Sul tem sido de um conjunto de novas situações de convívio entre negros e brancos. Nesse cenário, ótimas atuações robustecem o drama, baseado em romance de J.M.Coetzee. - &lt;strong&gt;O Veneno e o Antídoto:&lt;/strong&gt; Regular. Festival do Rio 2008. Documentário brasileiro sobre as iniciativas na Colômbia, várias bem sucedidas, para a pacificação da mesma. Os resultados nas cidades tem sido muito bons. Permanece o problema no campo. A duração do documentário, pequena, impede um maior aprofundamento e avaliação das questões abordadas. - &lt;strong&gt;O Julgamento:&lt;/strong&gt; Regular. Festival do Rio 2008. Acerto de contas entre torturados pela ditadura de Salazar (Portugal) e membro das forças de segurança. Elenco de menor estatura do que a estória exigia. - &lt;strong&gt;A Batalha de Haditha:&lt;/strong&gt; Bom. Festival do Rio 2008. Esse pequeno episódio da ocupação norte-americana do Iraque retrata, através do desastre que foi, todos os erros do completo e total despreparo dos EUA na conquista e precária tentativa de pacificação do país. Alguns elementos da truculência e do preconceito vistos na Guerra do Vietnam. - &lt;strong&gt;Gomorra:&lt;/strong&gt; Bom. Festival do Rio 2008. Impressionante retrato do crime na região de Nápoles, controlado pela Camorra (a Máfia da região). Movimenta 500 milhões de dólares por dia. O maior mercado a céu aberto de tráfico de drogas no mundo. O caos instalado, onde a presença do governo italiano pouca diferença faz. Óbvio que também movido a corrupção do Estado. Infelizmente me lembrou o Rio.... - &lt;strong&gt;O Denunciante:&lt;/strong&gt; Regular. Festival do Rio 2008. O tema é interessante. Executivo de empresa de energia com negócios na América Latina, envolvida com governos inescrupulosos e falsificação de projeções para a obtenção de financiamentos do Banco Mundial, resolve divulgar os dados reais. As consequências, para ele, são as piores. Mas o filme fica muito aquem dessas questões. - &lt;strong&gt;Ensaio sobre a Cegueira:&lt;/strong&gt; Muito Bom. Fernando Meirelles consegue trazer às telas toda a atmosfera tensa e sufocante do excelente romance de Saramago. O filme reproduz com precisão as principais situações retratadas no livro. - &lt;strong&gt;Delírios:&lt;/strong&gt; Bom. Steve Buscemi impagável ! E o filme desfila uma sucessão de situações ridículas e bizarras protagonizadas por Paparazzi e uma cantora de músicas enlatadas de vídeo clipes. - &lt;strong&gt;Lady Jane:&lt;/strong&gt; Regular. Filme francês com bons atores, onde as vinganças se sucedem à exaustão. E só... - &lt;strong&gt;O Mistério do Samba:&lt;/strong&gt; Bom. Documentário sobre o samba, conta um pouco da história da Portela. Depoimentos algumas vezes divertidos. - &lt;strong&gt;Linha de Passe:&lt;/strong&gt; Muito Bom. Ótima atuação de todo o elenco. Retrata a dura realidade de família na periferia de São Paulo e a busca, por seus membros, de saídas e alternativas. - &lt;strong&gt;O Nevoeiro:&lt;/strong&gt; Regular. Há tensão e suspense, mas insiste em fórmulas fáceis e pouco profundas. - &lt;strong&gt;Os Desafinados:&lt;/strong&gt; Bom. Bom elenco, estória divertida, mas só. - &lt;strong&gt;Nome Próprio:&lt;/strong&gt; Regular. Dica de meu irmão Paulo. Estória que se torna longa demais para um único tema, a criadora de um Blog. Leandra Leal excelente ! - &lt;strong&gt;Um Crime Americano:&lt;/strong&gt; Bom. Bom elenco em filme que retrata situação inacreditável de violência contra menores ocorrida nos EUA. Lamentavelmente, situações semelhantes acontecem pelo mundo. - &lt;strong&gt;Reflexos da Inocência:&lt;/strong&gt; Bom. Resgate do passado, oportunidades e opções assumidas e desperdiçadas. - &lt;strong&gt;Era Uma Vez.....:&lt;/strong&gt; Regular. A convivência entre a favela e a Zona Sul, Rio de Janeiro. Entre esses extremos, um romance entre uma moradora da Vieira Souto (praia de Ipanema) e um morador de uma favela. - &lt;strong&gt;Lemon Tree:&lt;/strong&gt; Bom. A não resolvida questão da convivência entre judeus e palestinos. - &lt;strong&gt;Quem Disse que é Fácil ?&lt;/strong&gt; Bom. Comédia argentina, com alguns lugares comuns, mas com ótimas atuações, principalmente de Diego Peretti, impagável ! - &lt;strong&gt;Como Eu Festejei o Fim do Mundo:&lt;/strong&gt; Regular. Cinema romeno volta a mostrar sua força, acompanhando a queda de Ceausescu. Mas perde para outros filmes romenos, alguns do mesmo diretor. - &lt;strong&gt;Batman - O Cavaleiro das Trevas:&lt;/strong&gt; Bom. Coringa, excelente. Último papel de Heath Ledger. Pura diversão, muita violência, e os bons também saem perdendo. - &lt;strong&gt;A Questão Humana:&lt;/strong&gt; Regular. Navega, algo arrastado, entre um psicólogo pouco escrupuloso na eliminação de cargos em uma empresa, e fatos que ligam o passado de diretores da mesma ao nazismo. - &lt;strong&gt;Uma Garota Dividida em Dois:&lt;/strong&gt; Bom. Claude Chabrol apresenta interessante estória sobre jovem dividida entre 02 homens, um muito mais velho, o outro milionário. Atrás de cada um, comportamentos bizarros. - &lt;strong&gt;O Advogado do Terror:&lt;/strong&gt; Bom. Sou simpático à causa argelina de independência, retratada de forma soberba em "A Batalha de Argel". Jacques Vergès começa sua vida de advogado defendendo terrorista argelina, presa pelos franceses. Missão corajosa. Mas a partir desse momento o vemos envolvido com a defesa de membros do Pol Pot, que promoveram o genocídio do povo cambojano, Carlos, o Chacal, e outros terroristas alemãs, libaneses, palestinos etc. Difícil aceitar seus argumentos. Não pude deixar de lembrar de advogados no Brasil defendendo todo tipo de escroque e pilantra. A ética passa longe. - &lt;strong&gt;Do Outro Lado:&lt;/strong&gt; Muito Bom ! Mais uma vez o diretor Fatih Akin apresenta as superposições entre Turcos e Alemães. Ótima estória, que recua e avança no tempo, para paulatinamente evoluir. Há mais coisas entre Turcos e Alemães do que eles supõe ou desejam ! - &lt;strong&gt;A Última Amante:&lt;/strong&gt; Regular. Baseado em romance, França no início do século XIX, curioso, mas não sustenta a emoção ou o interesse. - &lt;strong&gt;O Escafandro e a Borboleta:&lt;/strong&gt; Bom. Baseado na vida de editor francês, mistura drama, desconforto com a situação oriunda de um derrame devastador e o bom humor, apesar de tudo. - &lt;strong&gt;Dot.com:&lt;/strong&gt; Bom. Divertida comédia, passada em belíssima região em Portugal. Simples, ingênua, com tipos impagáveis. - &lt;strong&gt;Antes que o Diabo Saiba que Você Está Morto:&lt;/strong&gt; Muito Bom ! Sidney Lumet em estupenda direção, e ótimos atores, cujo destaque (inapelável) é Philip Seymour Hoffman, excelente. Ótima trama e ótimas chicanas que nos conduzem a várias alternativas narrativas, construindo uma cortina de fumaça que somente, paulatinamente, nos revela cada verdadeiro detalhe da estória. - &lt;strong&gt;Um Beijo Roubado:&lt;/strong&gt; Regular. Estória que prima mais pela estética que pelo conteúdo. Ponto alto: excelente participação (deve ser a primeira) da cantora Norah Jones. - &lt;strong&gt;Estômago:&lt;/strong&gt; Muito Bom. Cinema brasileiro oferece mais uma vez o seu melhor. Ótimos atores, principalmente João Miguel, ótima e divertida estória. - &lt;strong&gt;A Culpa é do Fidel:&lt;/strong&gt; Muito Bom ! Exibido no Festival de Cinema do Rio 2007, dirigido pela filha do Costa Gravas, esta deliciosa comédia/drama narra o mundo na Paris conturbada do início dos anos 70 segundo os olhos de uma criança. Imperdível !</description><link>http://fred-blogdofred.blogspot.com/2007/10/cinema-este-blogueiro-viu.html</link><author>noreply@blogger.com (Fred)</author><thr:total>9</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8801684654378313981.post-8899812897856251736</guid><pubDate>Mon, 19 Oct 2009 00:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-18T23:22:35.843-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Opções reais</category><title>OPÇÕES REAIS</title><description>&lt;strong&gt;18/10/09 - Recuperação de Petróleo em Campos Maduros.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Artigo do Wall Street Journal discorre sobre a busca das petroleiras por mecanismos de aumento da recuperação de petróleo de campos que já operam há muitos anos (alguns há mais de 100 anos). Seria uma maneira de escapar do risco geológico de novas descobertas e da escassez de novas oportunidades, pois o número de novas reservas de petróleo a descobrir está decrescendo rapidamente, e diminuir o ritmo de decréscimo de produção dos campos de petróleo atuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplifica com o campo do Rio Kern, na Califórnia, com 110 anos de história, operado pela Chevron. A Chevron, utilizando técnicas para incrementar a recuperação do petróleo, conseguiu reduzir o decréscimo da produção do campo e espera produzir até 80% do petróleo nesse campo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A recuperação de campos de petróleo maduros é o motivo de minha dissertação de mestrado, aplicado a campos de petróleo em terra na Bahia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;18/10/09 - O Pré-Sal e as Opções Reais.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Artigo da professora da FGV Adriana Perez, Valor de 15/10/09, propõe que uma das vantagens do arcabouço regulatório atual, o regime de concessões, é a possibilidade de negociação com terceiros dos blocos adquiridos no leilão, em um mercado secundário.Tal se daria com um rearranjo de parcerias, verificação das reais potencialidades geológicas após o leilão, entre outros fatores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um potencial no valor do bloco adquirido, uma verdadeira Opção Real (método financeiro de avaliação de ativos reais) embutida no mesmo, associada a este potencial de negociação após o leilão.Ou seja, essa opção aumentaria o valor do bloco leiloado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais um argumento em favor da manutenção das regras atuais, até porque nas que o governo brasileiro quer propor para o Pré-sal não haveria essa possibilidade de negociação do bloco após o leilão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Real Options Conference - PUC Rio:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em 2008 foi organizado na PUC o evento &lt;strong&gt;Real Options Conference&lt;/strong&gt;, &lt;a href="http://www.realoptions.org/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;http://www.realoptions.org/&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; , para discutir essa metodologia - Opções Reais - para avaliação financeira de projetos. É a fronteira do conhecimento atualmente nessa área. Essa metodologia complementa a avaliação por Fluxo de Caixa Descontado. Esse ano, em junho, aconteceu em Berkeley, EUA. O 2o país no mundo em estudos acadêmicos sobre o assunto, após os EUA, é o Brasil. Entrando no site do evento, você poderá baixar uma infinidade de artigos sobre este assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Site do Marco Antonio Dias / PUC Rio:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; Um GRANDE SITE sobre Opções Reais é o Real Options in Petroleum, do &lt;strong&gt;Marco Antonio&lt;/strong&gt;, &lt;a href="http://www.puc-rio.br/marco.ind/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;http://www.puc-rio.br/marco.ind/&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; . O Marco sabe tudo sobre o assunto e você encontrará diversos pontos e aplicações correlacionadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Site do Brandão / PUC Rio:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;Outro site excelente sobre Opções Reais é o do &lt;strong&gt;Brandão&lt;/strong&gt;, da PUC-Rio, &lt;a href="http://www.iag.puc-rio.br/~brandao/Opcoes%20Reais/opcoes.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;http://www.iag.puc-rio.br/~brandao/Opcoes%20Reais/opcoes.html&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. O Brandão possui excelente experiência profissional e acadêmica e em seu site você encontrará diversas informações sobre Opções Reais, eventos e sites correlatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Site sobre Finanças:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Mais informações, principalmente sobre &lt;strong&gt;Finanças e Crédito de Carbono&lt;/strong&gt;, de um amigo no País Basco (Espanha):En Londres organizan regularmente eventos sobre el mercado de CO2 en el que participan empresas.También publican muchas cosas interesantes al respecto:&lt;a href="http://www.environmental-finance.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;http://www.environmental-finance.com/&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;</description><link>http://fred-blogdofred.blogspot.com/2007/10/opes-reais.html</link><author>noreply@blogger.com (Fred)</author><thr:total>1</thr:total></item></channel></rss>