<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" version="2.0"><channel><title>Blog do Headhunter</title><description>Dicas de empregabilidade para profissionais inquietos.</description><managingEditor>noreply@blogger.com (Anonymous)</managingEditor><pubDate>Sun, 1 Feb 2026 16:18:35 -0300</pubDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">43</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">25</openSearch:itemsPerPage><link>http://blogdoheadhunter.blogspot.com/</link><language>en-us</language><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Dicas de empregabilidade para profissionais inquietos.</itunes:subtitle><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><item><title>Mentores e tutores são pouco usados no Brasil</title><link>http://blogdoheadhunter.blogspot.com/2015/10/mentores-e-tutores-sao-pouco-usados-no.html</link><category>Aclimatação</category><category>Consultoria</category><category>Luciana</category><category>Mentor</category><category>Qualificação</category><category>Tegon</category><category>Treinamento</category><category>Tutor</category><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><pubDate>Sat, 17 Oct 2015 12:11:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4945258738783987675.post-438111922926596848</guid><description>É inegável que as empresas japonesas estão entre as mais eficientes do mundo, especialmente aquelas que usam o modelo flexível de produção, mais conhecido como "toyotismo". O que pouca gente sabe é que essas empresas utilizam de modo sistemático o mentor ou o tutor para aclimatar novos colaboradores, algo que é pouco praticado no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas empresas que utilizam esse método, um empregado mais velho é destacado para ser o mentor ou tutor do empregado que chega, prestando desde pequenas informações sobre procedimentos básicos, mas também dando ao recém-chegado orientações preciosas sobre a cultura e como evoluir na carreira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa prática é preciosa por várias razões: em primeiro lugar, a empresa valoriza o funcionário que está há mais anos na empresa, mostrando a ele que ele é um legítimo representante da cultura da organização, tão valioso que a empresa dá a ele a missão de acolher um novo colaborador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, facilita a vida de quem chega e evita que ele cometa erros bobos, que terminem por colocar em risco a permanência dele na organização. Bons tutores ou mentores ajudam também na formação dos novos empregados, dando a eles orientação sobre cursos e aperfeiçoamentos importantes, que ele não pode deixar de fazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É claro que antes de destacar alguém como tutor u mentor, a empresa precisa preparar e qualificar essas pessoas para a tarefa, uma vez que nem todos estão preparados para cuidar de gente. Veja mais no vídeo abaixo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/lG3qlO2Cawg" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://img.youtube.com/vi/lG3qlO2Cawg/default.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Ainda a questão da roupa para entrevistas</title><link>http://blogdoheadhunter.blogspot.com/2015/10/ainda-questao-da-roupa-para-entrevistas.html</link><category>Consultoria</category><category>Currículo</category><category>Emprego</category><category>Entrevista</category><category>Imagem</category><category>RH</category><category>Roupa</category><category>Seleção</category><category>Tegon</category><category>Vaga</category><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><pubDate>Sat, 17 Oct 2015 11:31:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4945258738783987675.post-6575894705271395233</guid><description>Sempre que buscamos candidatos para uma posição em uma empresa, chega o momento da orientação sobre a roupa mais adequada para a entrevista. É interessante como ainda é preciso chamar a atenção das pessoas para esse detalhe, uma vez que, vira e mexe, recebemos feedback das empresas de que o candidato apareceu com roupas pouco adequadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que a questão da roupa é tão importante? Muitas pessoas se queixam de que as empresas dão valor excessivo para o modo como os empregados se vestem. Mas o fato é que vivemos em sociedade e os colaboradores das empresas, em última instância, representam essa organização. Assim, se a pessoa vai trabalhar com uma roupa não adequada e tem atividades que representam a empresa, como reuniões, visitas a clientes ou até atendimento ao público, é importante tomar cuidado com o que se veste.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você já passou pela experiência de ser abordado por alguém na rua e se afastar da pessoa porque ela estava mal vestida e podia, até, representar uma ameaça? Pois é, a roupa fala muito sobre as pessoas e pode levar a avaliações enganosas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine, por exemplo, uma mulher que se veste de modo provocativo e que vai a uma entrevista de emprego com uma roupa que a deixa exposta. Que mensagem ela está passando? Curiosamente, já presenciamos casos em que pessoas assim foram contratadas, mas essas situações, onde a pessoa é contratada por seus dotes físicos, pode terminar em casos de assédio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Via de regra, a maioria das empresas tem recrutadoras, com faixa etária entre 29 e 44 anos. Essas profissionais, extremamente experientes, sabem detectar de modo apurado quando uma pessoa está tentando se vender pela roupa, especialmente se a candidata é mulher. Então, cuidar da roupa em situações de entrevista é decisivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Poucas pessoas sabem que a aparência e o desempenho em uma entrevista respondem por 80% do sucesso em um processo de emprego. Você pode até ter um ótimo currículo, mas se sua roupa não for condizente com o cargo que você procura, você jogou suas chances fora. Entenda melhor esse fenômeno nesta entrevista de Valquíria Nunes, consultora da Tegon Consultoria, no programa Tudo Posso, na Rede Família.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/KCz-QucxFpI" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://img.youtube.com/vi/KCz-QucxFpI/default.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Cuidar da empregabilidade é decisivo</title><link>http://blogdoheadhunter.blogspot.com/2015/08/cuidar-da-empregabilidade-e-decisivo.html</link><category>Empregabilidade</category><category>Emprego</category><category>Entrevista</category><category>Luciana</category><category>Luciana Tegon</category><category>Tegon Consultoria</category><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><pubDate>Sat, 8 Aug 2015 17:10:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4945258738783987675.post-8306764421398769883</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgz6UIkWrvAsM7botO5JBnIIDdtW2deFib2ZbJ7dYL2CeMwQaF_EvBGhyphenhyphenWzpf0875rumCrh0cEHMgawiqIgJVaaUjuDdRTUCMn5IcIuEPopOKsz2W3wMMuclPQa6Cucyx8AK5VQaRLSlnwt/s1600/Empregabilidade.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="273" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgz6UIkWrvAsM7botO5JBnIIDdtW2deFib2ZbJ7dYL2CeMwQaF_EvBGhyphenhyphenWzpf0875rumCrh0cEHMgawiqIgJVaaUjuDdRTUCMn5IcIuEPopOKsz2W3wMMuclPQa6Cucyx8AK5VQaRLSlnwt/s320/Empregabilidade.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Você está empregado há mais de dez anos? Sabe o que fazer em uma entrevista via Skype? Cuida de suas postagens nas redes sociais? Tem perfis em redes importantes como Linkedin? Interage com grupos de interesse de sua área profissional?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estas questões podem parecer irrelevantes quando a gente está empregado, mas quando pinta um desemprego elas se tornam a única maneira de voltar a ter um emprego razoável. Para entender a importância da empregabilidade, preparamos está série de vídeos que ajuda você a avaliar como anda sua empregabilidade em diferentes aspectos e começar a agir agora. Não espere uma situação de desemprego para começar a cuidar destas questões. Haja agora!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/videoseries?list=PLLVDRHV2wXJVKysnRVOvmwvHOASXdFrrU" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgz6UIkWrvAsM7botO5JBnIIDdtW2deFib2ZbJ7dYL2CeMwQaF_EvBGhyphenhyphenWzpf0875rumCrh0cEHMgawiqIgJVaaUjuDdRTUCMn5IcIuEPopOKsz2W3wMMuclPQa6Cucyx8AK5VQaRLSlnwt/s72-c/Empregabilidade.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Apoio à recolocação é decisivo para uma nova vaga</title><link>http://blogdoheadhunter.blogspot.com/2015/08/apoio-recolocacao-pode-ser-decisivo.html</link><category>Emprego</category><category>Luciana</category><category>Oportunidades</category><category>Recolocação</category><category>Tegon</category><category>Vagas</category><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><pubDate>Sat, 8 Aug 2015 15:56:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4945258738783987675.post-8140443924627112924</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgAt2jWi5CJJW-1Ie8tcEbq8kwlK2ceXEs0IlXLo-5mcTVHo1GWZQSefQat4l1y8aChPMrDDKzx3eZyyxDfEB_HXrv82S8_qxr0wj2045UwEiBSrOBQjjGRTbD6wzA7cHRPFoCGlI_t9rST/s1600/Empregabilidade+1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgAt2jWi5CJJW-1Ie8tcEbq8kwlK2ceXEs0IlXLo-5mcTVHo1GWZQSefQat4l1y8aChPMrDDKzx3eZyyxDfEB_HXrv82S8_qxr0wj2045UwEiBSrOBQjjGRTbD6wzA7cHRPFoCGlI_t9rST/s1600/Empregabilidade+1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Perder o emprego nunca é algo agradável e, em alguns casos, pode ser mesmo uma situação devastadora. Há pessoas que enfrentam crises de depressão em função de desemprego, o que as leva até a reduzir o ritmo, se isolar, evitar amigos e o contato com conhecidos, prejudicando assim suas chances de recolocação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fato é que todo mundo passa por esse tipo de situação e não devemos hipervalorizar situações como essa, tornando-as problemas maiores do que são de fato. De modo geral, notamos que as pessoas levam ao menos 4 meses para se recolocarem, mas o desemprego pode durar muito mais do que isso se você não tem os contatos certos que te ajudam rumo a uma nova vaga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para esses casos, um apoio à recolocação especializado pode ser crucial para abreviar uma demissão. Claro que muitas pessoas evitam custos adicionais quando estão desempregadas, o que, certamente, é uma atitude sensata. Já outros gastam dinheiro com ofertas de vagas visivelmente fraudulentas, que terminam não dando em nada e ainda levam a perda de dinheiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós recomendamos muito que a pessoa desempregada, e que está em busca de uma nova oportunidade ou até de se tornar um empreendedor, procure ajuda especializada e séria. Isso pode abreviar o desemprego e permitir uma retomada muito mais cedo do esperado, o que é sempre bom em situações de crise.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ajudar você a refletir sobre o assunto, preparamos esta apresentamos abaixo, que você pode ver até em partes. Mas é ideal que veja inteira, para compreender como um bom processo de recolocação ajuda você a se preparar para enfrentar situações de crise no futuro.

&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/qCP99LYnpw4" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgAt2jWi5CJJW-1Ie8tcEbq8kwlK2ceXEs0IlXLo-5mcTVHo1GWZQSefQat4l1y8aChPMrDDKzx3eZyyxDfEB_HXrv82S8_qxr0wj2045UwEiBSrOBQjjGRTbD6wzA7cHRPFoCGlI_t9rST/s72-c/Empregabilidade+1.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Estagiário não pode ser usado como faz-tudo </title><link>http://blogdoheadhunter.blogspot.com/2015/04/estagiario-nao-pode-ser-usado-como-faz.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><pubDate>Thu, 2 Apr 2015 14:48:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4945258738783987675.post-3362548489447517401</guid><description>&lt;div align="center" class="western" style="line-height: 100%; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="western" style="line-height: 100%; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-size: 13pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgC4lLVOayB5eaQOjw_6wbvhmrsBkizdwrpNacxOWD0s_IH3oxk_LCnU9v3CmzRvTBM4WofgaiMjJh1U2JiK6P3hsrAGz-qdbmqUFKj7TPmGZfjjkYjx2zlv-fh1ez7RZqbYGEeTXxRCuR1/s1600/graphics-intern-duggan.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgC4lLVOayB5eaQOjw_6wbvhmrsBkizdwrpNacxOWD0s_IH3oxk_LCnU9v3CmzRvTBM4WofgaiMjJh1U2JiK6P3hsrAGz-qdbmqUFKj7TPmGZfjjkYjx2zlv-fh1ez7RZqbYGEeTXxRCuR1/s1600/graphics-intern-duggan.jpg" height="196" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="western" style="line-height: 100%; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-size: 13pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="western" style="line-height: 100%; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-size: 13pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="western" style="line-height: 100%; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-size: 13pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&amp;nbsp;Com 7 milhões de estudantes universitários e cerca de 740.000
estagiários, o Brasil forma apenas 38% dos estudantes que fazem um
curso superior, segundo estimativas da Associação Brasileira de
Estágio. Esse número desanimador pode explicar a carência de
profissionais qualificados que o mercado de trabalho registra já há
alguns anos, um problema que só tem se agravado. Segundo Luciana
Tegon, sócia-diretora da Tegon Consultoria, empresa especializada em
recrutamento e seleção, as empresas podem ter parte da culpa nesse
deficit de qualificação profissional:&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"&gt;
“O estagiário é visto, muitas vezes, como mão de obra barata, um
faz-tudo ou um quebra-galhos. Em muitas empresas, o jovem não atua
em sua área de estudos, o que inibe a formação de profissionais
qualificados e pode explicar o elevado índice de abandono da
faculdade”, explica Luciana.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"&gt;
Autora do vídeo “Estagiário não é mão de obra barata”, com
grande repercussão nas redes sociais, Luciana narra o caso de uma
jovem estagiária, estudante de comunicação, contratada para cuidar
das redes sociais de uma empresa, que passou a ser utilizada em
serviços financeiros e foi advertida quando não conseguiu executar
a tarefa a contento da chefia:&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"&gt;
“Os empregadores precisam ter em mente que o jovem talento, o
estagiário, é uma pessoa que chega à empresa para ser treinada em
sua área de formação. O estágio é, antes de tudo, uma atividade
educacional complementar, que vai ser desenvolvida na empresa, com a
supervisão da faculdade. Se a empresa coloca o estudante em uma
atividade que nada tem a ver com seu estudo, não está ajudando a
formar o profissional, o que tem impactos negativos no
desenvolvimento da pessoa e na qualificação de talentos”, explica
Luciana, que é também a responsável pelo Blog do Headhunter, que
dá dicas aos profissionais que buscam colocação no mercado de
trabalho.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"&gt;
Embora a Lei de Estágio, sancionada em 2008 pelo Congresso Nacional,
estabeleça que as empresas podem ser responsabilizados caso utilizem
estagiários em atividades não relacionadas aos seus estudos,
trata-se de algo difícil de fiscalizar. Segundo &lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Eduardo
de Oliveira, Superintendente Educacional do Centro de Integração
Empresa-Escola (CIEE), entidade responsável pela colocação no
mercado de mais de 200.000 estagiários todos os anos, o estágio é
um ato educacional e, por essa razão, as atividades têm que ser
correlacionadas com aquilo que o estagiário está estudando.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;strong&gt;“&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Levar
o estagiário a conhecer todas as atividades da empresa é um ato
saudável e ajuda na formação do profissional, que conhece assim
tudo o que envolve a atividade da organização. No entanto, após
esse período de integração, o estagiário precisa atuar em sua
área de formação, uma atividade crucial para qualificá-lo como
futuro profissional”, assinala Oliveira.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Para
a Associação Brasileira de Estágio, o fato de um estudante
universitário poder atuar em uma empresa ainda em sua fase de
formação é saudável e pode contribuir para reduzir o índice de
jovens que abandonam o ensino superior sem concluí-lo. Já de acordo
com o CIEE, programas como o &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Aprendiz
Legal&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;,
que inserem estudantes do ensino médio no mercado de trabalho, podem
ajudar a definir melhor o que o jovem quer estudar na faculdade,
evitando assim a evasão no ensino superior.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Veja mais sobre o assunto na playlist abaixo, com entrevistas com Eduardo de Oliveira, superintendente educacional do CIEE (Centro de Integração Empresa - Escola)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="western" style="line-height: 100%; margin-bottom: 0cm;"&gt;
&lt;span style="font-size: 13pt;"&gt;

&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/videoseries?list=PLUWiC01JpHcK5sioZDq3EeovAc5O958MS" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 13pt;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgC4lLVOayB5eaQOjw_6wbvhmrsBkizdwrpNacxOWD0s_IH3oxk_LCnU9v3CmzRvTBM4WofgaiMjJh1U2JiK6P3hsrAGz-qdbmqUFKj7TPmGZfjjkYjx2zlv-fh1ez7RZqbYGEeTXxRCuR1/s72-c/graphics-intern-duggan.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>A tecnologia está aí para ajudar no recrutamento</title><link>http://blogdoheadhunter.blogspot.com/2015/02/a-tecnologia-esta-ai-para-ajudar-no.html</link><category>Luciana Tegon</category><category>Recrutamento e Seleção</category><category>Tecnologia para R&amp;S</category><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><pubDate>Tue, 17 Feb 2015 19:33:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4945258738783987675.post-2790774398991460866</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEihyphenhyphenx1DX9y3XB8C-_tb0krYWbYvYBVBoy2kTE5aTSCrw25bfNRY0Ozom0k8EyXHM79jW2CftAan6VKI5PACaBjbuQv6B5hEw8oH1w0JtOkXIP0xM2LdEJBuiWt-24200nTMnRUOOdyV350S/s1600/digital+technology(1).jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEihyphenhyphenx1DX9y3XB8C-_tb0krYWbYvYBVBoy2kTE5aTSCrw25bfNRY0Ozom0k8EyXHM79jW2CftAan6VKI5PACaBjbuQv6B5hEw8oH1w0JtOkXIP0xM2LdEJBuiWt-24200nTMnRUOOdyV350S/s1600/digital+technology(1).jpg" height="281" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
Vivemos na era da tecnologia. Temos à nossa disposição, como nunca antes, tecnologias inovadoras, que podem ajudar nossas tarefas diárias de uma forma que ainda não conseguimos colocar em prática. Por exemplo: para quem usa o Internet Banking de seu banco, atividades simples, como pagar contas, que antes exigiam a perda de várias horas no trânsito e na fila do banco, podem ser resolvidas em alguns minutos, pela Internet.&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Mas quando falamos em recrutamento e seleção, ainda encontramos muitas empresas, inclusive grandes empresas, que buscam profissionais do jeito mais antigo possível: postando vagas em sites que oferecem vagas, recebendo currículos por e-mail, imprimindo e-mails e perdendo horas e horas analisando cada um desses currículos.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Isso não faz mais sentido nos dias de hoje, onde a tecnologia está aí para nos ajudar em vários sentidos. Há empresas que recebem 200, 300 currículos para uma vaga, mas só conseguem analisar em 30 primeiros que chegaram. Será que o candidato ideal não pode ser o que enviou o currículo número 299? Conheço também empresas que entrevistam várias vezes o mesmo candidato, sem saber que aquele candidato já esteve ali várias vezes. E há até empresas que têm restrições a alguns candidatos, mas não conseguem registrar isso em sistema algum.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Há todo um arsenal tecnológico que pode ajudar as empresas a recrutarem com rapidez, eficiência e objetividade, inclusive buscando o melhor candidato para a cultura da empresa. Já pensou nisso? Nessa série de vídeos aí em baixo, que você pode ver com calma, eu analiso profundamente essa questão e mostro as alternativas que as empresas e os recrutadores têm para usar a tecnologia a seu favor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/videoseries?list=PLLVDRHV2wXJWgAA-tLzKlMDOMC9kZslwA" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEihyphenhyphenx1DX9y3XB8C-_tb0krYWbYvYBVBoy2kTE5aTSCrw25bfNRY0Ozom0k8EyXHM79jW2CftAan6VKI5PACaBjbuQv6B5hEw8oH1w0JtOkXIP0xM2LdEJBuiWt-24200nTMnRUOOdyV350S/s72-c/digital+technology(1).jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Você está buscando recolocação?</title><link>http://blogdoheadhunter.blogspot.com/2015/02/voce-esta-buscando-recolocacao.html</link><category>Desemprego</category><category>Emprego</category><category>Lucian Tegon</category><category>Recolocação</category><category>Seleção</category><category>Tegon Consultoria</category><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><pubDate>Tue, 17 Feb 2015 19:21:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4945258738783987675.post-3369919897387303841</guid><description>&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhxdOWRlD62soJcEPsPCmT6CRD7X-4IQTQcnSnGs_1khsxE7kAfPGmBJ0VzBOf7IPRV1g35XsLwY4roKeIQiuh0PCUZ5tx6LdpxgfbUxgDrRyZ6NCJMIgKB-PUdGfvNISSXnnUDblxKd4lK/s1600/job-search.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhxdOWRlD62soJcEPsPCmT6CRD7X-4IQTQcnSnGs_1khsxE7kAfPGmBJ0VzBOf7IPRV1g35XsLwY4roKeIQiuh0PCUZ5tx6LdpxgfbUxgDrRyZ6NCJMIgKB-PUdGfvNISSXnnUDblxKd4lK/s1600/job-search.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Tenho ouvido com muita frequência a mesma pergunta: como faço para me recolocar bem? Alguns profissionais desempregados reclamam que postam seus currículos em sites de empregos, mas não são chamados para entrevista alguma. Por que isso ocorre?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vivemos em um mercado competitivo. Para cada vaga publicada, as empresas recebem dezenas, às vezes centenas e até milhares de currículos. Além disso, as áreas de RH ou as empresas recrutadoras são pressionadas para selecionarem os candidatos o mais rápido possível, uma vez que as áreas de negócios dependem dessas pessoas para tocarem seus projetos. O que isso significa? Que você não pode apenas postar seu currículo em um site de empregos e esperar que a vaga caia no seu colo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Costumo dizer que procurar emprego é um emprego. Você precisa acordar cedo, se vestir adequadamente e tomar um bom café da manhã. Depois disso, precisa sentar na frente do computador, em sua casa ou em uma lan house, e iniciar seu trabalho, que vai consistir em publicar seu currículo nos sites de empregos, pesquisar vagas, inserir seu currículo nessas vagas, visitar sites de empresas onde você gostaria de atuar e cadastrar seu currículo ali também. E não se esqueça do networking: contate seus amigos por e-mail, pelas redes sociais ou até pessoalmente, fale de sua disponibilidade, envie seu currículo e esteja disponível e preparado para entrevistas pessoais ou até mesmo via hangout ou skype: por isso você precisa estar sempre vestido adequadamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saiba mais sobre a arte de procurar emprego vendo estes vídeos que preparei especialmente para orientar candidatos que buscam emprego. Há outras dicas importantes, especialmente sobre o uso adequado das redes sociais.
&lt;p&gt;&lt;iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/videoseries?list=PLLVDRHV2wXJUNENxnUV18bm-0K_AqqM1v" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhxdOWRlD62soJcEPsPCmT6CRD7X-4IQTQcnSnGs_1khsxE7kAfPGmBJ0VzBOf7IPRV1g35XsLwY4roKeIQiuh0PCUZ5tx6LdpxgfbUxgDrRyZ6NCJMIgKB-PUdGfvNISSXnnUDblxKd4lK/s72-c/job-search.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Você sabe como demitir?</title><link>http://blogdoheadhunter.blogspot.com/2015/02/voce-sabe-como-demitir.html</link><category>Demissão</category><category>Feedback</category><category>Luciana Tegon</category><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><pubDate>Tue, 17 Feb 2015 19:02:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4945258738783987675.post-6853956396771555935</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCfBpNEkFmNadGIyUG9DQVm_Dj4iWOH9244PoGGlPscGcCdEvN3vb6y0Aqz2Hvhb3chaPKuCD1KlEi1NsxQ9N3E8lJrMkpfHKVbtjg6a57EmqkpDHtFSm_1hs-CNlfko0QsGIPdwoEY6wp/s1600/Demitido.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCfBpNEkFmNadGIyUG9DQVm_Dj4iWOH9244PoGGlPscGcCdEvN3vb6y0Aqz2Hvhb3chaPKuCD1KlEi1NsxQ9N3E8lJrMkpfHKVbtjg6a57EmqkpDHtFSm_1hs-CNlfko0QsGIPdwoEY6wp/s1600/Demitido.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Demitir alguém é sempre algo difícil, desagradável e uma fonte inesgotável de problemas. Demissões mal conduzidas podem resultar em ações judiciais e processos trabalhistas para a empresa. E, para o colaborador, pode ser algo traumático, que termina por levar o profissional a desacreditar de si mesmo, abandonar carreiras ou mergulhar em uma crise financeira. A pergunta que todo gestor de pessoas íntegro sempre faz nessas horas é: como demitir com sabedoria? Existe uma maneira?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, existe! Posso começar dizendo que a demissão não pode ser uma surpresa para o empregado. O que quero dizer com isso? Se a demissão é por desempenho, o empregado precisa saber que várias outras oportunidades já foram dadas. Se a pessoa foi alertada, orientada e estimulada a alcançar certos resultados, mas não conseguiu, a demissão será apenas um ponto final em uma relação já conhecida.&lt;br /&gt;
Mas se o empregado se surpreende com a demissão, se nunca teve um feedback sobre seu desempenho mas está sendo demitido em função disso, então o problema é o gestor de pessoas que não fez seu papel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na falta de um feedback decente sobre desempenho, eu recomendo: adie a demissão, faça o feedback e cobre resultados. Empregados que se surpreendem com a demissão em função de mau desempenho costumam reagir mal e com toda razão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro aspecto é a demissão em função de atitudes ruins por parte do empregado. É evidente que o colaborador precisa ter sido advertido outras vezes antes que a empresa tome a decisão de dispensá-lo. Se o colaborador chega tarde, se discute com seus colegas, esse tipo de comportamento precisa ser apontado antes, até para que o empregado tenha a oportunidade de mudar de atitude.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se quiser saber mais, recomendo estes dois vídeos curtos, onde eu discuto mais o assunto.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/videoseries?list=PLLVDRHV2wXJX1amZGyWnf1UhILFccL2xs" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCfBpNEkFmNadGIyUG9DQVm_Dj4iWOH9244PoGGlPscGcCdEvN3vb6y0Aqz2Hvhb3chaPKuCD1KlEi1NsxQ9N3E8lJrMkpfHKVbtjg6a57EmqkpDHtFSm_1hs-CNlfko0QsGIPdwoEY6wp/s72-c/Demitido.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Não se deixe levar pelo tempo de casa</title><link>http://blogdoheadhunter.blogspot.com/2015/01/nao-se-deixe-levar-pelo-tempo-de-casa.html</link><category>Luciana Tegon</category><category>Recrutamento e Seleção</category><category>Talentos</category><category>Tegon Consultoria</category><category>Tempo de casa</category><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><pubDate>Fri, 30 Jan 2015 10:30:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4945258738783987675.post-5059749439627079030</guid><description>Muitos recrutadores e selecionadores se deixam levar pela história do "tempo de casa" quando avaliam um candidato. Assim, para alguns recrutadores, quanto mais tempo o profissional esteve em uma empresa, mais estável ele é.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui na &lt;a href="http://www.tegon.com.br/" target="_blank"&gt;Tegon Consultoria&lt;/a&gt;&amp;nbsp;nós adotamos um padrão diferenciado. Procuramos entender qual era a missão do empregado naquela empresa e se a missão foi cumprida ou não. Se essa missão foi cumprida, o tempo que ele passou naquele emprego não é assim tão relevante. É claro que essas ponderações exigem olhar apurado e não apenas aquela avaliação mecânica associada a uma análise de tempo de casa. Note que um profissional que passou muito tempo em uma empresa, no mesmo cargo, pode ter um perfil para lá de estável, já no território da acomodação, o que nunca é positivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como dizemos aqui na Tegon Consultoria, se recrutamento e seleção fosse uma atividade mecânica, já estaria automatizada há tempos. Embora seja positivo usar ferramentas tecnológicas na seleção, esse processo nunca vai dispensar o olhar acurado de um recrutador que busca aprofundar sua análise para além da obviedade dos números.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe width="560" height="315" src="//www.youtube.com/embed/tl4MZIxp_-g" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Entrevistar alguém 14 vezes é falta de tecnologia</title><link>http://blogdoheadhunter.blogspot.com/2015/01/entrevistar-alguem-14-vezes-e-falta-de.html</link><category>Apple</category><category>Candidatos</category><category>Luciana Tegon</category><category>Recrutamento</category><category>Recrutamento e Seleção</category><category>Tegon Consultoria</category><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><pubDate>Wed, 28 Jan 2015 10:00:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4945258738783987675.post-1871964585818853960</guid><description>Recentemente, um fato inusitado chamou a atenção de profissionais do segmento de recrutamento e seleção, como eu: uma capixaba foi entrevistada 14 vezes pela Apple, mas não foi contratada. No relato da profissional, em várias das entrevistas ela teve a nítida sensação de que tudo estava começando do zero e que a pessoa que a entrevistava não tinha a menor ideia do que ela havia dito nas diversas vezes que tinha sido ouvida antes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sem querer julgar a área de recrutamento e seleção da Apple no Brasil, que deve ter lá seus problemas, a mim parece que entrevistar alguém 14 vezes, tendo que recomeçar do zero a cada entrevista, é o resultado de um trabalho sem tecnologia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já há ferramentas no mercado que permitem um registro pormenorizado de tudo o que é registrado em uma entrevista de emprego. Em alguns casos, essa entrevista pode ocorrer via hangout, ou Skype, com a gravação do vídeo. Aqui na Tegon Consultoria utilizamos o sistema da Elancers, que permite um registro detalhado de cada etapa da entrevista, sem que a pessoa precise ser chamada outras vezes para ser ouvida por outras áreas da empresa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Penso que esse fato denunciado pela profissional do Espírito Santo deve servir de alerta a todas as empresas no Brasil, no sentido de que até mesmo as grandes corporações podem não estar preparadas para os processos de seleção. Além disso, a queixa da candidata é procedente, uma vez que, no Brasil, os direitos dos candidatos, como processos de seleção ágeis, transparentes e com feedback, não costumam ser respeitados. Trata-se de um episódio que merece reflexão e ação por parte de quem tem a difícil missão de recrutar e selecionar pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="//www.youtube.com/embed/O1oaPcMh_zw" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Você pode ter que mudar de área</title><link>http://blogdoheadhunter.blogspot.com/2015/01/voce-pode-ter-que-mudar-de-area.html</link><category>Demissão</category><category>Desemprego</category><category>Recolocação</category><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><pubDate>Mon, 26 Jan 2015 10:20:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4945258738783987675.post-3646851893937429358</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjYeD2YdyzB0MDBLHjOIMfwE9OJBXLIXz_S_MCcCm9XH6pBtj52g7xRpktTOloOc19h47Fl0YgaKawa745uUolsYFqzXebNWgtLPK8jCxrhFmRPDIOmLX58ILawGfN7yNN9gQvmtk_2phI4/s1600/Preocupa%C3%A7%C3%A3o.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjYeD2YdyzB0MDBLHjOIMfwE9OJBXLIXz_S_MCcCm9XH6pBtj52g7xRpktTOloOc19h47Fl0YgaKawa745uUolsYFqzXebNWgtLPK8jCxrhFmRPDIOmLX58ILawGfN7yNN9gQvmtk_2phI4/s1600/Preocupa%C3%A7%C3%A3o.jpg" height="247" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
É cada vez mais comum esta cena: um profissional que atuou por um longo tempo em uma empresa perde o emprego e busca uma nova oportunidade na mesma área onde atuava, com o mesmo cargo e se possível com o mesmo salário. Infelizmente, poucos destes profissionais percebem que dificilmente conseguirão uma posição igual à que tinham, ganhando o mesmo, com o mesmo cargo. Isso porque, como dizemos por aqui, a fila andou e as empresas estão em busca de profissionais mais jovens, mais conectados às novas tecnologias e dispostos a receber uma remuneração menor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Por isso, é quase certo que profissionais veteranos que perdem suas posições, terão que considerar a possibilidade de trocar de área, abandonando a expectativa de seguir atuando na mesma área onde atuavam. Isso exige um bom preparo mental e a convicção de que não há desmerecimento algum em mudar de área, de cargo ou até mesmo de salário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos Estados Unidos, onde vez ou outra costumo ir, sempre encontro profissionais veteranos atuando como vendedores de lojas, atendentes de call center e até como recepcionistas de parques e eles me dizem que não há demérito nesse tipo de opção. Mas no Brasil, infelizmente, não pensamos assim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Se você é um profissional, pense que dentro de alguns anos pode estar vivendo essa situação. O que está fazendo para se preparar? Há executivos que planejam essa transição com muita eficiência, preparando alternativas de saída quando essa hora chegar. Pense nisso!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;


&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="//www.youtube.com/embed/djDp95Dymqw" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjYeD2YdyzB0MDBLHjOIMfwE9OJBXLIXz_S_MCcCm9XH6pBtj52g7xRpktTOloOc19h47Fl0YgaKawa745uUolsYFqzXebNWgtLPK8jCxrhFmRPDIOmLX58ILawGfN7yNN9gQvmtk_2phI4/s72-c/Preocupa%C3%A7%C3%A3o.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Um cerco a quem vive do seguro desemprego</title><link>http://blogdoheadhunter.blogspot.com/2015/01/um-cerco-quem-vive-do-seguro-desemprego.html</link><category>Demissão</category><category>Legislação trabalhista</category><category>Luciana Tegon</category><category>Seguro Desemprego</category><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><pubDate>Thu, 8 Jan 2015 06:30:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4945258738783987675.post-4697070030384010928</guid><description>As recentes mudanças na legislação do seguro desemprego, ampliando o prazo para a concessão do benefício, foram determinadas por uma cena comum no Brasil: aquele profissional que trabalha visando, apenas, receber o benefício e ficar algum tempo sem fazer nada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por incrível que pareça, existem sim pessoas que trabalham apenas com o objetivo de reunir o tempo necessário para gozar 4 meses de licença remunerada, enquanto decidem qual o próximo emprego. Muitos desses profissionais, no entanto, desconhecem algo básico: as empresas, especialmente as boas consultorias de recrutamento e seleção, sabem quando o empregado trabalha somente com o objetivo de receber o seguro desemprego.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Há aspectos nos currículos dessas pessoas que evidenciam claramente que se tratam de profissionais que visam apenas receber o seguro desemprego, o que os leva a buscarem um desligamento forçado das empresas com esse objetivo. Nós, da Tegon Consultoria, quando detectamos esse tipo de profissional, o excluímos do processo de seleção, pois não vamos indicar às empresas alguém que vai buscar romper seu vínculo de trabalho depois de um certo período", explica Luciana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entenda um pouco mais dessa questão no vídeo abaixo e envie sua opinião sobre o assunto. Já enfrentou esse tipo de profissional no trabalho?
&lt;br /&gt;
&lt;iframe width="560" height="315" src="//www.youtube.com/embed/AwSNc_Igytg" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total></item><item><title>Feedback de demissão: está preparado?</title><link>http://blogdoheadhunter.blogspot.com/2015/01/feedback-de-demissao-esta-preparado.html</link><category>Atitude</category><category>Demissão</category><category>Feedback</category><category>Luciana Tegon</category><category>Tegon Consultoria</category><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><pubDate>Mon, 5 Jan 2015 06:30:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4945258738783987675.post-8297116932326142401</guid><description>No Brasil, a demissão de um colaborador é sempre um problema. Enquanto o empregado via de regra acredita que sua demissão se dá por razões meramente "pessoais", a área de Recursos Humanos evita entrar em muitos detalhes para minimizar os riscos de ações trabalhistas. Assim, se o empregado está sendo demitido por questões de atitude, como desprezo pela hierarquia, por exemplo, o que é algo muito comum no Brasil, muitos gestores evitam deixar isso claro com medo que o empregado se irrite e recorra à justiça alegando discriminação ou perseguição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse tipo de atitude traz como principal consequência a baixa maturidade de muitos profissionais, que passam de emprego em emprego, são demitidos quase sempre pelas mesmas razões, mas nunca tiveram um feedback autêntico que pudesse orientá-los rumo a melhores práticas profissionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Luciana Tegon, sócia diretora da Tegon Consultoria, empresa especializada em processos de recrutamento e seleção, o feedback honesto de demissão é a melhor prática quando a empresa está dispensando um profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;"Em primeiro lugar, é importante que o profissional que está sendo demitido não se surpreenda com o feedback, ou seja, se ele está sendo demitido por atitude, é importante que ele já tenha sido advertido e orientado a respeito desse problema no passado. Se a empresa já deu as orientações necessárias e o profissional não se adaptou, o feedback de demissão deve ser claro e objetivo, evidenciando claramente as razões pelas quais a pessoa está sendo desligada", explica Luciana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Mas e o risco de ação trabalhista?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Para Luciana Tegon, o profissional que costuma entrar com ação trabalhista vai fazê-lo independente de ter recebido um feedback honesto ou não. Nesse sentido, se a empresa está dispensando o profissional por razões claras e documentadas, um feedback direto e honesto pode, até, servir em casos de ações trabalhistas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;"Se o profissional não respeita seu chefe, por exemplo, sempre discutindo ordens ou descumprindo o que é pedido, um feedback claro e prévio pode ser útil numa ação trabalhista, ou seja, para mostrar que a pessoa foi desligada não por razões pessoais, mas porque não tinha uma atitude profissional no trabalho", explica Luciana.

Veja mais na entrevista em vídeo. Eu gostaria de saber sua opinião a respeito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="//www.youtube.com/embed/VqUl6OINcjg" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">5</thr:total></item><item><title>Sinais de que você pode ser demitido</title><link>http://blogdoheadhunter.blogspot.com/2014/12/sinais-de-que-voce-pode-ser-demitido.html</link><category>Demissão</category><category>Desemprego</category><category>Lucian Tegon</category><category>Recolocação</category><category>Tegon Consultoria</category><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><pubDate>Thu, 18 Dec 2014 13:24:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4945258738783987675.post-6870344790225764374</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh60s7C-nbJ_md__wvKcnzsjg12Zvl6kadq06KfumpqNbK66oU79vyai4wekl-4bazUCR9K6Mqkcq_2Gxng8hxDKHhLVpg5hXZ-iIyN_XIAri9Hm8vcqFV7u3A-8FO-qFqB3837BKKFvbWo/s1600/Fired+and+Fired.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh60s7C-nbJ_md__wvKcnzsjg12Zvl6kadq06KfumpqNbK66oU79vyai4wekl-4bazUCR9K6Mqkcq_2Gxng8hxDKHhLVpg5hXZ-iIyN_XIAri9Hm8vcqFV7u3A-8FO-qFqB3837BKKFvbWo/s1600/Fired+and+Fired.jpg" height="225" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;A economia brasileira não deve
crescer em 2014 e terá o crescimento reduzido também em 2015. Isso
está levando muitas empresas a programarem dispensa de funcionários,
especialmente nos segmentos que registram queda nas vendas como o
automobilístico, o de eletroeletrônicos e o de equipamentos.
Segundo Luciana Tegon, sócia-diretora da Tegon Consultoria, uma
empresa especializada em processos de recrutamento e seleção e
consultoria em recolocação para empregados, há sinais evidentes de
que a pessoa pode perder o emprego no curto prazo:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
“&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;Quando não sabemos ler
estes sinais, a demissão pode até nos surpreender. Por isso é
importante compreendermos o que se passa à nossa volta, pois há
situações onde é possível, até, reverter uma demissão”,
explica Luciana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;Veja os sinais de que a sua
demissão pode estar próxima:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;1. Dificuldades econômicas
do setor onde a empresa atua&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;O setor onde a empresa em que
você trabalha está em crise? Estão ocorrendo demissões em outras
empresas? A direção da empresa já comunicou uma redução de
orçamento? Esses são indicativos de que a crise pode chegar à
empresa a qualquer momento, é daí que vem a importância de estar
preparado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;2. Seu chefe reclama do seu
trabalho constantemente&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;Se o seu chefe tem chamado sua
atenção com frequência, apontando problemas reais ou irreais em
seu trabalho, então é bom tentar ter uma conversa franca com ele.
Pergunte onde você está falhando e como pode fazer para melhorar.
Este tipo de insatisfação é um indicador de que ele pode estar
considerando sua dispensa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;3. Você está isolado&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;As pessoas no trabalho não te
chamam para almoçar ou te ignoram na hora do convite para o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;happy
hour&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;. Se isso
ocorre, você está isolado e esse pode ser um fator que vai pesar na
hora de definir uma dispensa. Há um ditado antigo que diz: quem tem
amigos não morre pagão. Pois é: na nossa cultura, ser pagão é o
fundo do poço. Entenda as razões pelas quais as pessoas não estão
de chamando e tente mudar essa realidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;4. Você não está sendo
envolvido em novos projetos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;Se a empresa tem novos projetos
e você não está sendo envolvido, verifique primeiro se você
deveria ser envolvido nesse projeto. Se sim, esse é um claro indício
de que a empresa pode não considerar você no futuro da organização
e apenas está aguardando o momento certo para dispensá-lo. Neste
caso, converse com seu chefe e tente entender o que está
acontecendo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;5. Seu chefe está se
reunindo direto com sua equipe&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;Este é o mais forte indicativo
de que as coisas podem estar perto do fim para você na empresa onde
você atua. Não deixe essa situação se arrastar. Peça para falar
com seu chefe, exponha seu desconforto e pergunte as razões disso.
Pergunte também se você está falhando em algo e se pode mudar as
coisas. &lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;6. As pessoas reclamam do
seu comportamento&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;Se os seus colegas costumam
reclamar do seu comportamento, para você ou para outros, esse é um
sinal de perigo. Pessoas irritadiças, que respondem de modo
atravessado ou grosseiro, que têm sempre palavras ásperas para
dizer, não são queridas e podem ser as primeiras a serem
desligadas. Avalie suas atitudes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;7. Você diz “não, não,
não”&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;Se você é daqueles que sempre
diz “não” a qualquer situação, cuidado. Normalmente, pessoas
que resistem a mudanças têm tendência a dizer “não” a tudo o
que é proposto. Se você diz “isso não vai dar certo” com
frequência, pode ser que você não esteja se encaixando aos planos
de mudança da empresa, o que coloca seu emprego em risco.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;Segundo Luciana Tegon, esses
são os principais indícios de que você está marcado para ser
demitido na empresa, uma realidade que você pode mudar até o
momento em que ela é irreversível:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
“&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;Se o seu chefe ainda não
chegou até você e disse claramente que você está dispensado, há
sempre uma possibilidade de reverter esse quadro, o que vai exigir
uma conversa franca com ele e a mudança dos pontos que ele ou a
equipe estão questionando. As pessoas não devem ser fatalistas.
Elas podem mudar as situações de demissão, basta querer”, alerta
Luciana. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh60s7C-nbJ_md__wvKcnzsjg12Zvl6kadq06KfumpqNbK66oU79vyai4wekl-4bazUCR9K6Mqkcq_2Gxng8hxDKHhLVpg5hXZ-iIyN_XIAri9Hm8vcqFV7u3A-8FO-qFqB3837BKKFvbWo/s72-c/Fired+and+Fired.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Não contrate apenas por razões técnicas</title><link>http://blogdoheadhunter.blogspot.com/2014/12/nao-contrate-apenas-por-razoes-tecnicas.html</link><category>Atitude</category><category>Capacitação Técnica</category><category>Perfil Comportamental</category><category>Recrutamento e Seleção</category><category>Teste de Perfil</category><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><pubDate>Thu, 11 Dec 2014 16:44:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4945258738783987675.post-7554986800129178279</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhqVEK56gWt_MjlYOkhKQuoPK8RNUsahhUTn3jzIpP3a847GAfrJxythO4Z8Xt2iK-QX0XUn-tx_C9rxlGvgYuO8C7TaIPUa-Itrk1xmb4f8lPMQBP2hoPW11_LsfjjYcScBz9J-hLqaUSe/s1600/hiring-job-candidates-1940x900_34860.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhqVEK56gWt_MjlYOkhKQuoPK8RNUsahhUTn3jzIpP3a847GAfrJxythO4Z8Xt2iK-QX0XUn-tx_C9rxlGvgYuO8C7TaIPUa-Itrk1xmb4f8lPMQBP2hoPW11_LsfjjYcScBz9J-hLqaUSe/s1600/hiring-job-candidates-1940x900_34860.jpg" height="185" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos recrutadores priorizam a avaliação de aspectos técnicos dos candidatos para saber se eles se encaixam em determinada vaga. Mas várias pesquisas já evidenciaram que avaliar apenas o lado técnico não garante que o candidato vai ter sucesso no emprego.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um livro de Mark Murphy, de 2001, com o longo título &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.amazon.com/Hiring-Attitude-Revolutionary-Recruiting-Tremendous/dp/007178585X"&gt;"Hiring for Attitude: A Revolutionary Approach to Recruiting and Selecting People with Both Tremendous Skills and Superb Attitude"&lt;/a&gt; &lt;/b&gt;, evidencia que contratar pessoas pela atitude é meio caminho andado para selecionar o profissional certo para a vaga certa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas como fazer isso? 
Minha recomendação é que os recrutadores apliquem testes de avaliação de perfil comportamental, que ajudam a compreender melhor aspectos dos candidatos que ficam ocultos nas entrevistas. Há alguns bons testes no mercado, mas é importante que os aplicadores saibam como aplica-los e, mais importante, saibam como interpretá-los. É interessante notar que, em muitos aspectos, esses testes mostram que vale a pena contratar profissionais que não tenham tanto domínio técnico das tarefas que se esperam dele, mas que tenha uma atitude positiva, voltada para o aprendizado. Aí, tudo é possível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entenda um pouco mais na entrevista em vídeo!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; 
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="287" src="//www.youtube.com/embed/i33AWtXSdwY" width="510"&gt;&lt;/iframe&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhqVEK56gWt_MjlYOkhKQuoPK8RNUsahhUTn3jzIpP3a847GAfrJxythO4Z8Xt2iK-QX0XUn-tx_C9rxlGvgYuO8C7TaIPUa-Itrk1xmb4f8lPMQBP2hoPW11_LsfjjYcScBz9J-hLqaUSe/s72-c/hiring-job-candidates-1940x900_34860.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Dicas importantes para uma boa recolocação</title><link>http://blogdoheadhunter.blogspot.com/2014/07/dicas-importantes-para-uma-boa.html</link><category>Bons candidatos</category><category>Candidatos</category><category>Recrutamento</category><category>Recrutamento e Seleção</category><category>Recursos Humanos</category><category>RH</category><category>Seleção</category><category>Talentos</category><category>Tegon Consultoria</category><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><pubDate>Tue, 15 Jul 2014 14:52:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4945258738783987675.post-8225479199206554949</guid><description>Conseguir a vaga dos sonhos dá trabalho. Segundo Luciana Tegon, sócia diretora da Tegon Consultoria, poucas pessoas percebem que buscar uma vaga ideal é um emprego como outro qualquer. Você precisa acordar cedo, tomar um bom café, se arrumar e sentar na frente do computador. Aí o trabalho apenas começa. Você precisa se cadastrar em bons sites, acessar as vagas, se inscrever, responder consultas, se preparar para entrevistas, enfim, um trabalho enorme que tem como resultado a vaga dos sonhos. Veja mais na entrevista em vídeo e se prepare para conquistar a vaga ideal.
&lt;iframe width="510" height="287" src="//www.youtube.com/embed/pXdbM6LpyNg?feature=player_detailpage" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Entrevista via Hangout atrai bons candidatos empregados</title><link>http://blogdoheadhunter.blogspot.com/2014/06/entrevista-via-hangout-atrai-bons.html</link><category>Bons candidatos</category><category>Hangout</category><category>Luciana Tegon</category><category>Recrutamento</category><category>Recursos Humanos</category><category>Seleção</category><category>Talentos</category><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><pubDate>Wed, 25 Jun 2014 13:32:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4945258738783987675.post-7167899183174040419</guid><description>&lt;br /&gt;
Uma das principais dificuldades dos recrutadores nos dias de hoje é justamente a de atrair bons candidatos que, via de regra, estão empregados. Isso porque esses profissionais são atuantes e têm poucas oportunidades para sair da empresa rumo a uma entrevista de emprego.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh-Tk5KCa0mHc748DTlD6zTyVoqfbfNE3zZv6fOy13aX8BAQBGaFazI-8_9o3ZWWqSWO8ainFGQTGTNY8jay-q1rkNV0gnEYZ5opV58NY6veNkQ9YR7LVT3kmxxGK9WNl-1s3AKPMvyJbVX/s1600/Google-Hangout-Socialbrite.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh-Tk5KCa0mHc748DTlD6zTyVoqfbfNE3zZv6fOy13aX8BAQBGaFazI-8_9o3ZWWqSWO8ainFGQTGTNY8jay-q1rkNV0gnEYZ5opV58NY6veNkQ9YR7LVT3kmxxGK9WNl-1s3AKPMvyJbVX/s1600/Google-Hangout-Socialbrite.jpg" height="252" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;Em muitos casos, eles nem mesmo estão procurando novas oportunidades, o que torna ainda mais difícil atraí-los para um novo trabalho que pode ser tudo o que eles gostariam de fazer.
Por essa razão, uma entrevista via hangout é, sem dúvida, o melhor caminho para conseguir atrair esse profissional para uma nova proposta de trabalho. Sem essa possibilidade, esse profissional dificilmente vai perder tempo se deslocando para algo que ele considera incerto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a entrevista via hangout é possível mostrar a ele aspectos da nova posição que podem atender desejos de progressão de carreira que ele sequer estava considerando. É por isso que esse tipo de entrevista ajuda a atrair talentos que estão empregados e não estão nem mesmo em busca de uma nova oportunidade, mas podem se interessar por ela a partir de um contato especializado. Este é um assunto para reflexão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aproveite e veja a entrevista em vídeo abaixo sobre o mesmo tema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="287" src="//www.youtube.com/embed/C33dm434TVM" width="510"&gt;&lt;/iframe&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh-Tk5KCa0mHc748DTlD6zTyVoqfbfNE3zZv6fOy13aX8BAQBGaFazI-8_9o3ZWWqSWO8ainFGQTGTNY8jay-q1rkNV0gnEYZ5opV58NY6veNkQ9YR7LVT3kmxxGK9WNl-1s3AKPMvyJbVX/s72-c/Google-Hangout-Socialbrite.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Inovações em recrutamento e seleção: o futuro chegou </title><link>http://blogdoheadhunter.blogspot.com/2014/04/inovacoes-em-recrutamento-e-selecao-o.html</link><category>Candidatos</category><category>Hangout</category><category>Luciana Tegon</category><category>Recrutamento</category><category>Recursos Humanos</category><category>RH</category><category>Seleção</category><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><pubDate>Thu, 3 Apr 2014 15:05:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4945258738783987675.post-4391051742443735037</guid><description>Já era hora do Brasil começar a usar as modernas tecnologias de 
comunicação que surgiram nos últimos anos a serviço dos processos de 
recrutamento e seleção. Um exemplo saudável nessa direção vem sendo dado 
pela Elancers, que incorporou a ferramenta Hangout, do Google, à sua 
plataforma de recrutamento e seleção. Como funciona o Hangout? Ele 
permite que um grupo de até 10 pessoas interajam por meio de chat ao 
vivo, com vídeo. Isso significa que um bom recrutador é capaz de fazer 
entrevistas com profissionais que não precisam mais se deslocar, podendo 
participar de processos de recrutamento e seleção a partir de suas 
casas, após o trabalho ou até mesmo nos finais de semana e em feriados, 
inclusive de outras cidades e regiões.
&lt;br /&gt;Segundo Luciana Tegon, sócia da Tegon Consultoria, o uso do Hangout do 
Google nos processos de seleção reduz drasticamente o prazo de indicação 
da candidatos para as empresas de 45 para 10 dias, o que traz ótimos 
impactos também nos custos, que também são reduzidos. Mas Luciana 
adverte: essas vantagens só são alcançadas se o sistema é usada dentro 
de uma plataforma de recrutamento e seleção mais estruturada, como a da 
Elancers, que permite integrar as entrevistas em vídeo a todo um 
processo de seleção e acompanhamento dos candidatos:
&lt;br /&gt;"Sem isso, gerenciar o Hangout se torna apenas um complicador a mais 
para o recrutador, uma vez que além de ter que lidar com currículos que 
chegam por e-mail de diversas fontes, o recrutador tem que lidar com o 
Hangout de forma desconectada. Outro recrutador da mesma empresa, por 
exemplo, não saberia dizer se aquele candidato foi entrevistado à 
distância ou não", explica.
&lt;br /&gt;Se para os recrutadores o Hangout permite mais agilidade e um serviço 
mais em conta para as empresas, para os candidatos o Hangout também traz 
mudanças importantes. Agora, as pessoas precisam aprender a participar 
de entrevistas à distância, sentadas diante de um computador ou 
notebook, e aproveitando todas as oportunidades para mostrarem o quanto 
estão preparadas para aquela vaga:
&lt;br /&gt;"Questões como aparência, por exemplo, seguem sendo importantes. Ou 
seja, não é porque você está em uma entrevista à distância que você vai 
descuidar da aparência. Mas além da aparência, é preciso encontrar um 
local tranquilo, controlado, sem gritaria de crianças ou latidos de 
cachorros, onde o candidato possa mostrar suas qualificações de modo 
claro e objetivo", explica Luciana.
&lt;br /&gt;Para entender melhor como usar o processo de recrutamento via Hangout, 
preparamos um vídeo didático com uma entrevista com Luciana Tegon que 
você pode acessar abaixo. Deixe seus comentários!

&lt;iframe width="560" height="315" src="//www.youtube.com/embed/jmE53_nXH78?feature=player_detailpage" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Analise também a vaga, não apenas o candidato</title><link>http://blogdoheadhunter.blogspot.com/2014/01/analise-tambem-vaga-nao-apenas-o.html</link><category>Cultura Organizacional</category><category>Luciana Tegon</category><category>Recrutamento</category><category>Tegon Consultoria</category><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><pubDate>Tue, 21 Jan 2014 11:30:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4945258738783987675.post-5119795777912398743</guid><description>&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;Muitos
processos de recrutamento e seleção se baseiam exclusivamente na
análise e seleção dos candidatos. No entanto, a maioria das
empresas que procede dessa forma descobre, para sua infelicidade, que
o “candidato não se adaptou à vaga”. No Brasil, temos um índice
de rotatividade de mão de obra que ultrapassa os 37% ao ano, o que
significa que, em três anos, a maioria das empresas muda praticamente
todos os empregados. Por que isso ocorre? Por que muitos candidatos
se desencantam com a empresa ou com a oportunidade que alcançaram?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;Segundo
Luciana Tegon, sócia diretora da Tegon Consultoria, empresa
especializada em processos de recrutamento e seleção, a resposta
para essas indagações passa pela crescente certeza de que as
empresas recrutam mal:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
&lt;span style="color: black;"&gt;“&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;Muitas
focam a análise do candidato, mas se esquecem de fazer um processo
de autoconhecimento, ou seja, deixam de avaliar a cultura
organizacional que vai abrigar este ou aquele candidato. Quando as
empresas ignoram esta etapa, é quase certo que vão colocar dentro
da empresa alguém que não tem afinidade alguma com a realidade da
organização, o que invariavelmente termina em decepção,
afastamento e rompimento”, explica Luciana.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;Por isso,
analisar a cultura da empresa é um processo fundamental de toda ação
de recrutamento e seleção. Mais do que analisar o candidato, é
preciso fazer, também, uma análise 360° da vaga que está sendo
oferecida. Para entender mais sobre este assunto tão complexo, veja
a entrevista em vídeo com Luciana Tegon.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="270" src="//www.youtube.com/embed/7TA-9p_wphw" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Rejeitar empregados com mais de 45 é ruim para as empresas</title><link>http://blogdoheadhunter.blogspot.com/2013/12/rejeitar-empregados-com-mais-de-45-e.html</link><category>Luciana Tegon</category><category>Mais de 45 anos</category><category>Recrutamento</category><category>Tegon Consultoria</category><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><pubDate>Tue, 10 Dec 2013 16:01:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4945258738783987675.post-7568016576375998859</guid><description>&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
Cerca de 38% dos empregados norte-americanos têm idade superior a 45
anos, como apontam pesquisas da consultoria global de Recursos
Humanos Manpower. No Brasil, outra pesquisa da PriceWaterhouseCoopers
(PwC) aponta que os profissionais nessa faixa etária não passam de
24% da força de trabalho, número que deve crescer nos próximos
anos, isso se as empresas finalmente superarem os preconceitos contra
trabalhadores mais velhos. Segundo Luciana Tegon, sócia diretora da
consultoria &lt;a href="http://www.tegon.com.br/" target="_blank"&gt;Tegon&lt;/a&gt;, empresa especializada em processos de atração e
seleção de profissionais, muitas empresas não estão preparadas
para lidar com profissionais mais velhos, que exigem estratégias de
adaptação diferenciadas:&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
&lt;span style="color: black;"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Se até os 45
anos o profissional não alcançou um cargo de liderança, o que é
algo muito comum, ele terá chances de trabalho inicialmente no mesmo
nível onde já atuava, mas a possibilidade de uma promoção
dependerá de sua performance. Um problema recorrente, que é a
adaptação do funcionário mais velho a um chefe mais novo, está
ligado ao perfil comportamental da pessoa e não à sua idade. Muitas
empresas temem que um profissional mais maduro não respeite um chefe
 mais novo, mas o problema aí é a atitude comportamental tanto do
empregado mais velho, quanto do chefe mais novo. Se estas pessoas
tiverem perfis adequados para o trabalho em equipe, esse tipo de
problema não acontecerá”, assinala Luciana. &lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
&lt;span style="color: black;"&gt;Outro aspecto que assusta as empresas está
ligada a eventuais problemas de saúde que profissionais mais velhos
podem vir a apresentar. Segundo a diretora da consultoria Tegon este
é um receio comum, mas não é segredo para ninguém que após os 40
anos o indivíduo começa a declinar e as rotinas de exames começam
a ficar mais intensas, mesmo que preventivamente:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
&lt;span style="color: black;"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;No entanto, o
fato de eventualmente precisar se ausentar para exames médicos não
significa que o empregado será menos produtivo. As empresas precisam
observar a performance de cada indivíduo antes de emitir um
julgamento. Há profissionais mais jovens que estão o tempo todo na
empresa, mas que estão desinteressados sobre o que se passa no seu
entorno, mostrando-se acomodados no trabalho. Ao passo que há
profissionais com 50 anos ou mais que embora eventualmente possam ir
ao médico, estão motivados, têm mais experiência e conhecimento e
são muito mais produtivos, compartilhando conhecimentos e
interagindo com todos. Pergunto, quem tem melhor performance e
comprometimento com os objetivos da empresa?”, desafia Luciana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;b&gt;Vantagens&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; –
Entre as principais vantagens para uma empresa contratar
profissionais mais velhos, Luciana assinala que, em regra, são
profissionais já estabelecidos na vida, com filhos grandes, ou seja,
com mais disponibilidade e possibilidade de dedicação do que os
mais jovens com família e filhos pequenos:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
&lt;span style="color: black;"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Outra vantagem
é que estes profissionais tem mais maturidade corporativa, lidam com
problemas de forma mais sensata, pois já dominam o equilíbrio de
suas emoções. Normalmente contribuem muito com suas experiências e
acabam sendo "conselheiros" dos mais jovens da equipe. Da
mesma forma, estes profissionais aprendem bastante com os mais jovens
sobre assuntos tecnológicos e atualidades, é uma excelente troca de
experiências quando temos pessoas dispostas a fazer isso e não a
fechar-se em um conflito de gerações”, assinala Luciana.  &lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
Para a diretora da Tegon, com o nível de desemprego no Brasil em 5%,
as empresas precisarão ampliar ampliar seu leque de possibilidades
de atração para preencher as vagas, o que pressupõe olhar mais
para profissionais com mais idade:&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
&lt;span style="color: black;"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Entretanto, a
questão da qualificação é um fator que deve ser tratado com
atenção pois há um déficit grande de profissionais com idioma
inglês e com cursos e especializações na área em que atuam.
Pessoas com mais de 45 anos podem ser mais qualificadas e inclusive
terem já ocupado cargos de liderança em sua trajetória
profissional, o que significa dizer que já trarão habilidades de
gestão desenvolvidas”, conclui.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="JUSTIFY" class="western" style="margin-bottom: 0.2cm; margin-top: 0.2cm;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="270" src="//www.youtube.com/embed/juIKvdfX2n8" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total></item><item><title>Selecione trainees com foco na cultura empresarial</title><link>http://blogdoheadhunter.blogspot.com/2012/08/vai-selecionar-trainees-tem-que-ser-por.html</link><category>Luciana Tegon</category><category>Recrutamento e Seleção</category><category>Tegon Consultoria</category><category>Trainees</category><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><pubDate>Thu, 23 Aug 2012 11:02:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4945258738783987675.post-972109104822481057</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://www.evolucaohumana.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/08/mail_tegon_evolucaohumana_082012-2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.evolucaohumana.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/08/mail_tegon_evolucaohumana_082012-2.jpg" height="400" width="318" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong style="background-color: #f9f9f9; color: navy; font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', 'Trebuchet MS', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; text-align: center; word-spacing: 1px;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: #f9f9f9; border: 0px; color: #666666; font-size: 14px; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding: 0px 0px 0px 2px; text-align: center; vertical-align: baseline; word-spacing: 1px;"&gt;
&lt;span style="border: 0px; color: navy; letter-spacing: 0.1px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;Uma “Aliança Estratégica” para criar projetos de excelência com orientação para Valores Organizacionais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: #f9f9f9; border: 0px; color: #666666; font-size: 14px; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding: 0px 0px 0px 2px; text-align: justify; vertical-align: baseline; word-spacing: 1px;"&gt;
&lt;span style="border: 0px; color: black; font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', 'Trebuchet MS', Helvetica, Arial, sans-serif; letter-spacing: 0.1px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&amp;nbsp;A Tegon Consultoria e a Evolução Humana&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="border: 0px; color: black; letter-spacing: 0.1px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;uniram-se com um claro objetivo: somar forças para elevar o padrão de ofertas ao mercado no que tange a seleção e formação de novos líderes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: #f9f9f9; border: 0px; color: #666666; font-size: 14px; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding: 0px 0px 0px 2px; text-align: justify; vertical-align: baseline; word-spacing: 1px;"&gt;
&lt;span style="border: 0px; color: black; letter-spacing: 0.1px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;A&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Tegon&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;aportou o conhecimento de duas décadas na área de seleção de profissionais, e sua atuação é fortemente apoiada pela plataforma&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Elancers – Tecnologia R&amp;amp;S Online.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: #f9f9f9; border: 0px; color: #666666; font-size: 14px; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding: 0px 0px 0px 2px; text-align: justify; vertical-align: baseline; word-spacing: 1px;"&gt;
&lt;span style="border: 0px; color: black; letter-spacing: 0.1px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;A&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Evolução Humana&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;aportou a vivência em projetos de Desenvolvimento Humano e Organizacional, com forte apelo metodológico e orientação para Valores Organizacionais que é o jeito que ela sabe fazer desenvolvimento humano.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.evolucaohumana.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/08/V%C3%A2nia-e-Luciana-01.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.evolucaohumana.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/08/V%C3%A2nia-e-Luciana-01.jpg" height="320" width="252" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;Vania Faria da Evolução Humana e Luciana Tegon &amp;nbsp;da Consultants Group by Tegon&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;
&lt;span style="background-color: #f9f9f9; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; letter-spacing: 0.1px; line-height: 20px; word-spacing: 1px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="background-color: #f9f9f9; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; letter-spacing: 0.1px; line-height: 20px; word-spacing: 1px;"&gt;Das experiências compartilhadas entre as empresas surgiu a&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: #f9f9f9; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; letter-spacing: 0.1px; line-height: 20px; word-spacing: 1px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong style="background-color: #f9f9f9; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; letter-spacing: 0.1px; line-height: 20px; word-spacing: 1px;"&gt;“Aliança Estratégica”&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;span style="background-color: #f9f9f9; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; letter-spacing: 0.1px; line-height: 20px; word-spacing: 1px;"&gt;chamada&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: #f9f9f9; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; letter-spacing: 0.1px; line-height: 20px; word-spacing: 1px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong style="background-color: #f9f9f9; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; letter-spacing: 0.1px; line-height: 20px; word-spacing: 1px;"&gt;“Viva&amp;nbsp; Valores”,&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;span style="background-color: #f9f9f9; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; letter-spacing: 0.1px; line-height: 20px; word-spacing: 1px;"&gt;que tem como&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: #f9f9f9; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; letter-spacing: 0.1px; line-height: 20px; word-spacing: 1px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong style="background-color: #f9f9f9; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; letter-spacing: 0.1px; line-height: 20px; word-spacing: 1px;"&gt;missão&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;span style="background-color: #f9f9f9; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; letter-spacing: 0.1px; line-height: 20px; word-spacing: 1px;"&gt;desenvolver programas de seleção e formação de jovens talentos, também denominados de&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: #f9f9f9; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; letter-spacing: 0.1px; line-height: 20px; word-spacing: 1px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong style="background-color: #f9f9f9; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; letter-spacing: 0.1px; line-height: 20px; word-spacing: 1px;"&gt;Programas de Trainees&lt;/strong&gt;&lt;span style="background-color: #f9f9f9; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; letter-spacing: 0.1px; line-height: 20px; word-spacing: 1px;"&gt;, com orientação para&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: #f9f9f9; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; letter-spacing: 0.1px; line-height: 20px; word-spacing: 1px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong style="background-color: #f9f9f9; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; letter-spacing: 0.1px; line-height: 20px; word-spacing: 1px;"&gt;Valores Organizacionais&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;span style="background-color: #f9f9f9; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; letter-spacing: 0.1px; line-height: 20px; word-spacing: 1px;"&gt;e utilização de experiência humana e de tecnologia de ponta para selecionar os jovens mais afinados com a cultura da empresa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="background-color: #f9f9f9; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; letter-spacing: 0.1px; line-height: 20px; word-spacing: 1px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: #f9f9f9; border: 0px; color: #666666; font-size: 14px; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding: 0px 0px 0px 2px; text-align: justify; vertical-align: baseline; word-spacing: 1px;"&gt;
&lt;span style="border: 0px; color: black; letter-spacing: 0.1px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;A aliança&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“Viva Valores”&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;reflete o espírito das duas empresas em gerar significado em tudo o que faz, agregando valor aos serviços oferecidos e levando o que há de melhor em metodologia (Values Centre)&amp;nbsp; e tecnologia (Elancers)&amp;nbsp; para selecionar e fortalecer a relação entre organização e colaboradores.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: #f9f9f9; border: 0px; color: #666666; font-size: 14px; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding: 0px 0px 0px 2px; vertical-align: baseline; word-spacing: 1px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Lucida Sans Unicode, Lucida Grande, Trebuchet MS, Helvetica, Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong style="color: navy; letter-spacing: 0.1px;"&gt;&lt;em style="border: 0px; letter-spacing: 0.1px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;Nossos diferenciais – Valor agregado ao projeto&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul style="background-color: #f9f9f9; border: 0px; color: #666666; font-size: 12px; line-height: 20px; list-style-image: initial; list-style-position: outside; margin: 0px 0px 20px 20px; padding: 0px; vertical-align: baseline; word-spacing: 1px;"&gt;
&lt;li style="border: 0px; letter-spacing: 0.1px; list-style: disc outside; margin: 0px 0px 0px 20px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border: 0px; color: black; letter-spacing: 0.1px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;A Evolução Humana é especialista em Cultura Organizacional Orientada para Valores. Empresa certificada pelo Values Centre. Na fase inicial do projeto, olhamos profundamente a cultura organizacional antes de construir o perfil dos candidatos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="border: 0px; letter-spacing: 0.1px; list-style: disc outside; margin: 0px 0px 0px 20px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border: 0px; color: black; letter-spacing: 0.1px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;Faremos todo o processo seletivo online usando uma única plataforma tecnológica – Elancers.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="border: 0px; letter-spacing: 0.1px; list-style: disc outside; margin: 0px 0px 0px 20px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border: 0px; color: black; letter-spacing: 0.1px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;Faremos a seleção orientada por valores. A Tegon realiza entrevistas, dinâmicas de grupos e aplicação de perfil comportamental. A Evolução Humana aplica um instrumento chamado IVA (Individual Values Asssessment – do Barrett Values Centre) que é hoje o melhor instrumento para mapeamento de Valores individuais X Organizacionais. Este instrumento será aplicado nos 200 finalistas.&amp;nbsp; Conhecer mais sobre o método: www.valuescentre.com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="border: 0px; letter-spacing: 0.1px; list-style: disc outside; margin: 0px 0px 0px 20px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border: 0px; color: black; letter-spacing: 0.1px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;Entregaremos para a empresa os CVs de todos os candidatos inscritos no programa através da Plataforma Elancers, caso a empresa já possua contrato com a plataforma.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="border: 0px; letter-spacing: 0.1px; list-style: disc outside; margin: 0px 0px 0px 20px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border: 0px; color: black; letter-spacing: 0.1px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;Fazemos toda a formação dos selecionados durante um ano, para que eles adquiram habilidades para assumirem cargos de liderança ao término do programa, com a orientação para valores organizacionais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="border: 0px; letter-spacing: 0.1px; list-style: disc outside; margin: 0px 0px 0px 20px; padding: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;&lt;span style="border: 0px; color: black; letter-spacing: 0.1px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Estes novos líderes apoiarão as empresas a fortalecerem a atuação em Valores Organizacionais. As organizações orientadas para valores são as de maior&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="border: 0px; color: black; letter-spacing: 0.1px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;sucesso hoje no mundo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div style="background-color: #f9f9f9; border: 0px; color: #666666; font-size: 14px; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding: 0px 0px 0px 2px; vertical-align: baseline; word-spacing: 1px;"&gt;
&lt;span style="border: 0px; color: black; letter-spacing: 0.1px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;em style="border: 0px; letter-spacing: 0.1px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border: 0px; color: navy; letter-spacing: 0.1px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong&gt;Solicite hoje mesmo&amp;nbsp;uma apresetação para qualquer uma das empresas:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://www.evolucaohumana.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/08/marketing.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.evolucaohumana.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/08/marketing.jpg" height="240" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: #f9f9f9; border: 0px; color: #666666; font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', 'Trebuchet MS', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding: 0px 0px 0px 2px; vertical-align: baseline; word-spacing: 1px;"&gt;
&lt;span style="border: 0px; color: black; letter-spacing: 0.1px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;em style="border: 0px; letter-spacing: 0.1px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border: 0px; color: navy; letter-spacing: 0.1px; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title/><link>http://blogdoheadhunter.blogspot.com/2012/08/desafios-da-gestao-estrategica-de-rh-os.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><pubDate>Wed, 15 Aug 2012 21:01:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4945258738783987675.post-5934782371226607923</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiHhAMm0B8yRmbb6HhcqAXMIG9kCR3NDeVuj9QpBrqaEGqvGHjbuledkNvqQMIJNJ7CS2kW-LahQt6qnkGCS0JaVCk1KyRPF0gTANxDnktQZcmN09WlA5MMa_fP1BBgobtjL0wBUnGg8MoO/s1600/Desafios+da+Gest%C3%A3o+Estrat%C3%A9gica+de+RH.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="224" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiHhAMm0B8yRmbb6HhcqAXMIG9kCR3NDeVuj9QpBrqaEGqvGHjbuledkNvqQMIJNJ7CS2kW-LahQt6qnkGCS0JaVCk1KyRPF0gTANxDnktQZcmN09WlA5MMa_fP1BBgobtjL0wBUnGg8MoO/s320/Desafios+da+Gest%C3%A3o+Estrat%C3%A9gica+de+RH.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;h1 style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 27px; letter-spacing: -1px; line-height: 30px; margin: 0px 0px 20px; padding: 0px; text-align: center;"&gt;
Desafios da Gestão Estratégica de RH&lt;/h1&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px;"&gt;
Os tempos atuais não têm sido fáceis para os executivos de RH. Ao mesmo tempo em que se desdobram para promover uma agenda mais estratégica dentro das organizações, pressões por reduções de custos e demandas de curto prazo lembram a estes executivos que muitas organizações ainda encaram a área como fonte de despesa, e não de valor.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px;"&gt;
Além disto, não é novidade para ninguém que as&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.know4b.com.br/detalhes_produto.php?id_produto=17&amp;amp;id_categoria=2" style="color: #c4922f; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;dificuldades em encontrar e motivar talentos&lt;/a&gt;parecem crescer a cada ano.&lt;span id="more-2106"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px;"&gt;
&lt;strong&gt;CONEXÃO ENTRE RH E ESTRATÉGIA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px;"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Enquanto os executivos seniores não tiverem uma visão precisa das atividades de RH, a área não irá alcançar o seu verdadeiro papel dentro da organização.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px;"&gt;
Para tanto, dois conjuntos de atividades são necessários.&amp;nbsp; O primeiro é compreender como a estratégia de longo prazo da organização irá influenciar a demanda por pessoas.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px;"&gt;
A idéia aqui é analisar a oferta e demanda futura para o “mercado de pessoas” com base em diferentes cenários de crescimento. Desta forma, a empresa terá condições de identificar não só a quantidade, mas também as capacitações que sua força de trabalho precisará ter dentro de 3, 5 ou até 10 anos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px;"&gt;
Adicionalmente, os executivos de RH precisam ser capazes de medir e comprovar o valor das principais atividades executadas pela área (Atração, Retenção, Desenvolvimento e Compensação) e, principalmente, como estas atividades contribuem para o alcance da estratégia da emrpesa.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px;"&gt;
O objetivo disto é permitir que os executivos seniores de uma organização consigam apreender as principais métricas de RH com a mesma facilidade com que ele apreendem as métricas financeiras, contábeis ou de marketing.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px;"&gt;
&lt;a href="http://www.know4b.com.br/detalhes_produto.php?id_produto=17&amp;amp;id_categoria=2" style="color: #c4922f; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;ATRAIR TALENTOS&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px;"&gt;
O gap de talentos no Brasil tem sido um dos temas prioriários na agenda de executivos de RH em diferentes setores da economia. A causa deste fenômeno é estrutural e não será resolvida dentro de muito anos. No entanto, em nível individual, uma organização pode se municiar para enfrentar isto.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px;"&gt;
Executivos de RH devem observar seus pares nas áreas de marketing, e, aprender como estes algumas das técnicas de atração de clientes. Neste caso, caberá aos executivos de RH desenvolver e comunicar a proposição de valor do RH e ativamente promover isto para os candidatos potenciais e também para o&amp;nbsp;&lt;em style="border-bottom-color: rgb(85, 85, 85); border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px;"&gt;pool&lt;/em&gt;&amp;nbsp;atual de talentos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px;"&gt;
À primeira vista, esta recomendação pode parecer ingênua. No entanto, durante o exercício de desenvolvimento da proposta de valor do RH, a organização irá se deparar com questões fundamentais que a ajudarão a se preparar melhor para a tal “guerra por talentos”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px;"&gt;
Neste contexto, caberá ao RH desenvolver ações específicas em alguns dos temas abaixo para transformar a organização&lt;/div&gt;
&lt;ul style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 12px; line-height: 25px; list-style-image: initial; list-style-position: initial; margin: 0px 0px 10px; padding: 0px 0px 0px 30px;"&gt;
&lt;li style="padding-left: 5px;"&gt;Gestão de Talentos&lt;ul style="list-style: square; margin: 10px 0px; padding: 0px 0px 0px 30px;"&gt;
&lt;li style="padding-left: 5px;"&gt;Pacotes de remuneração específicos para talentos e&amp;nbsp;&lt;em style="border-bottom-color: rgb(85, 85, 85); border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px;"&gt;high potential individuals.&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="padding-left: 5px;"&gt;&amp;nbsp;Oportunidades de carreira customizadas&lt;/li&gt;
&lt;li style="padding-left: 5px;"&gt;Desenvolvimento de Lideranças&lt;ul style="list-style: circle; margin: 10px 0px; padding: 0px 0px 0px 30px;"&gt;
&lt;li style="padding-left: 5px;"&gt;Prover benefícios adicionais (tangíveis e intangíveis) para indivíduos avaliados como bons líderes&lt;/li&gt;
&lt;li style="padding-left: 5px;"&gt;Gestão de Performance, Benefícios e Remuneração&lt;ul style="list-style: circle; margin: 10px 0px; padding: 0px 0px 0px 30px;"&gt;
&lt;li style="padding-left: 5px;"&gt;Aumentar a transparência sobre o processo de bonificação e promoção&lt;/li&gt;
&lt;li style="padding-left: 5px;"&gt;Diversidade&lt;ul style="list-style: circle; margin: 10px 0px; padding: 0px 0px 0px 30px;"&gt;
&lt;li style="padding-left: 5px;"&gt;Desenvolver campanhas de atração para grupos específicos de profissionais, como minorias, imigrantes e mulheres.&lt;/li&gt;
&lt;li style="padding-left: 5px;"&gt;Desenvolver pacotes de benefícios específicos para diferentes grupos de idade.&lt;/li&gt;
&lt;li style="padding-left: 5px;"&gt;Work Life Balance&lt;ul style="list-style: circle; margin: 10px 0px; padding: 0px 0px 0px 30px;"&gt;
&lt;li style="padding-left: 5px;"&gt;Oferecer anos sabáticos&lt;/li&gt;
&lt;li style="padding-left: 5px;"&gt;Horário de trabalho flexíveis / Home-Office&lt;/li&gt;
&lt;li style="padding-left: 5px;"&gt;Job Sharing (trabalho part-time, onde dois indivíduos realizam o trabalho de um indivíduo e são remunerados proporcionalmente)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px;"&gt;
&lt;strong style="background-color: white;"&gt;RH ESTRATÉGICO E ATRAÇÃO DE TALENTOS&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px;"&gt;
Certamente, o conjunto de desafios a serem enfrentados pelos executivos de RH é superior a dois. No entanto, a escolha destes dois não foi aleatória. De um lado, temos um “desafio interno” que passa por permitir que o RH alcance o seu verdadeiro papel estratégico nas organizações. De outro, temos um “desafio externo”, associado à atração e retenção de talentos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px;"&gt;
Avaliados em conjunto, o enfrentamento destes dois desafios permitirá as organizações construírem as bases para que o RH seja uma verdadeira alavanca de valor e diferenciação&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 10px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;Artigo enviado por nosso parceiro DOM Strategy Partners, com os agradecimemtos do Blog do Headhunter pela colaboração.&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiHhAMm0B8yRmbb6HhcqAXMIG9kCR3NDeVuj9QpBrqaEGqvGHjbuledkNvqQMIJNJ7CS2kW-LahQt6qnkGCS0JaVCk1KyRPF0gTANxDnktQZcmN09WlA5MMa_fP1BBgobtjL0wBUnGg8MoO/s72-c/Desafios+da+Gest%C3%A3o+Estrat%C3%A9gica+de+RH.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Os pecados capitais na vida profissional</title><link>http://blogdoheadhunter.blogspot.com/2012/06/os-pecados-capitais-na-vida.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><pubDate>Wed, 27 Jun 2012 14:43:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4945258738783987675.post-3508146195334139558</guid><description>&lt;div class="titArtigo" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="titArtigo" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;Tenho recebido vários emails com dúvidas sobre o que fazer e o que não fazer na vida profissional. Há algum tempo atrás, Cezar Tegon, colunista da Universidade do Futebol escreveu excelente artigo que resume de forma objetiva e muito bem humorada os "pecados" que não podemos cometer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="titArtigo" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="titArtigo" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;Aproveitem a divertida leitura e compartilhem "&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Luciana Tegon&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi-zz3qIllBUyiahMtvvUa42ruC_a7JEqSMKgN_cJiXOJtNEZpZmczAt_giyXAWH35xSlQ3u0CAPRcOmRK6VdWdDRKMkN4fQgV6LqCcS-uORd4O8_Tib9mL6ChoPAmOduECCp8Dj0mpJUBv/s1600/fotocezar.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi-zz3qIllBUyiahMtvvUa42ruC_a7JEqSMKgN_cJiXOJtNEZpZmczAt_giyXAWH35xSlQ3u0CAPRcOmRK6VdWdDRKMkN4fQgV6LqCcS-uORd4O8_Tib9mL6ChoPAmOduECCp8Dj0mpJUBv/s1600/fotocezar.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;Os pecados capitais na vida profissional
                    &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="olhoArtigo" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
Você comete alguns deles? Veja como evitar as penitências 
                    &lt;/div&gt;
&lt;div id="divPlayer11739" style="float: left; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
Frequentemente recebo pedidos de 
entrevistas abordando formas de comportamento no mundo coorporativo. Na 
grande maioria das vezes são perguntas muito parecidas: “o que fazer”, 
“o que deve ser evitado”, “como se portar diante de algumas situações”, 
etc.&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
Na última semana, recebi uma solicitação de nossa assessoria de 
imprensa para abordar exatamente este tema: comportamento no mundo 
coorporativo. Agendei horário para entrevista e pensei que já soubesse 
quais seriam as perguntas, mas fui surpreendido pela forma como o 
assunto foi abordado. Ao invés das perguntas conhecidas, a repórter fez 
um paralelo com os pecados capitais, então precisei parar e refletir 
para poder responder.&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
Ao refletir sobre as perguntas e as possíveis respostas, pensei 
também se eu mesmo não estava cometendo alguns dos pecados, se deveria 
pagar alguma penitência por eles e como poderia evitá-los.&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
Gostaria de compartilhar esse assunto com vocês, para que também pudessem fazer suas avaliações. Vamos a eles:&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Gula&lt;/b&gt; – uma pessoa com gula tem o desejo insaciável, 
além do necessário, em geral por comida, bebida ou intoxicantes. Podemos
 dizer que nas empresas ou nos clubes cometem o pecado da gula aqueles 
profissionais que antes de iniciar uma tarefa querem saber o que vão 
ganhar com aquilo, o quanto vão ganhar. Estão sempre de olho no que vão 
receber, no que podem pedir em troca.&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
A penitência para esses profissionais é ficarem "mal vistos" pelos 
demais, acabando por perder oportunidades e sendo excluídos do grupo, 
pois as pessoas, antes de delegarem uma tarefa extra ou de pedirem algo 
para o glutão, pensam: "não vou pedir para ele, pois ele sempre quer 
algo em troca" ou "ele sempre pede mais do que precisa, mais do que vale
 a tarefa".&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Dica de como lidar com essa situação:&lt;/b&gt; ganhar é 
sempre bom, mas ninguém ganha antes de contribuir antes de fazer algo; 
por isso fique atento ao que acontece ao seu redor, veja como pode 
contribuir com a equipe, sem que os ganhos sejam imediatos. Aliás, pode 
ser que não ocorram ganhos imediatos, mas o fato de contribuir e se 
engajar com a equipe poderá trazer ganhos futuros e consolidar 
relacionamentos que podem abrir outras portas dentro e fora da empresa.&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Avareza&lt;/b&gt; – uma pessoa avarenta tem dificuldade de 
abrir mão do que tem mesmo que receba algo em troca. Nas empresas ou nos
 clubes, o profissional avarento é aquele que não quer compartilhar o 
conhecimento, o famoso "sonegador", quer manter segredo do que faz, de 
como faz, acha que essa atitude lhe dá poder. Hoje, ao contrário do que 
pensa o avarento, compartilhar o conhecimento é o segredo do sucesso. A 
diferença não está mais no conhecimento teórico - isso é facilmente 
encontrado em qualquer pesquisa no Google, e sim em como usar o 
conhecimento adquirido para fazer algo diferente.&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
A penitência para os avarentos é ficar cada vez mais isolado, pois 
quem não está disposto a contribuir, também recebe poucas contribuições e
 hoje, quando a troca de informações é vital para o sucesso, um avarento
 está com os dias contados em qualquer empresa.&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Dica de como lidar com essa situação&lt;/b&gt;: saber sobre 
algo, ter conhecimento teórico é uma grande qualidade, mas essa 
qualidade pode ser multiplicada se você usar o conhecimento para 
contribuir com um grupo ou em projeto. Tente fazer isso algumas vezes e 
verá que os resultados serão surpreendentes.&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Luxúria&lt;/b&gt; – uma pessoa embebida pela luxúria age numa 
busca desenfreada pelo prazer, um prazer pelo excesso. Nas empresas ou 
nos clubes, luxúria pode ser classificada como assédio sexual ou assédio
 moral. Casos desse tipo foram um problema muito sério no Brasil, 
principalmente nos tempos dos excessos de autoridade dos líderes, 
agravado pela impunidade e desemprego em alta. Hoje estes casos podem 
ser classificados como exceção.&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
A penitência para esses casos vai além de uma simples advertência ou 
demissão, pois implica em aspectos legais. O profissional que cometer 
esse crime responderá judicialmente por ele.&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Dica de como lidar com essa situação&lt;/b&gt;: se você sente 
esse prazer em excesso, essa busca louca pelo prazer e consegue perceber
 isso, pare imediatamente, pois ainda há uma chance de impedir que algo 
de errado aconteça. Procure ajuda de um profissional da área da saúde.&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Ira&lt;/b&gt; – uma pessoa em estado de ira tem o intenso e 
descontrolado sentimento de raiva, ódio, rancor que pode ou não gerar 
sentimento de vingança. Nas empresas ou nos clubes, os profissionais que
 cometem esse pecado são aqueles que enxergam os problemas em tudo. Ao 
invés de verem soluções, fazem críticas e críticas duras a tudo e a 
todos, com raiva, mesmo: nunca nada está bom para o profissional irado e
 rancoroso.&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
A penitência é que ficam pouco tempo nas empresas, são excluídos dos grupos rapidamente.&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Dica de como lidar com essa situação&lt;/b&gt;: se você sente 
raiva de tudo e de todos, algo não vai bem, com certeza não está tudo 
errado e todos não estão errados. Procure identificar o que te incomoda 
de fato e resolva essa situação. Paralelamente, antes de tomar qualquer 
atitude, pense, reflita o que sua ação pode causar de danos para você 
mesmo e se existem outras formas de lidar com a situação. Só depois de 
parar, respirar, pensar de novo, volte a agir. Fazendo assim, seu 
excesso de raiva será minimizado e você e todos que vivem ao seu redor 
terão uma rotina mais tranquila.&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Inveja&lt;/b&gt; – a pessoa invejosa tem um sentimento gerado 
pelo egocentrismo e pela soberba de querer ser maior e melhor que todos.
 O profissional invejoso normalmente faz pouco e reclama dos que fazem e
 são gratificados por isso. É comum um invejoso classificar os mais 
trabalhadores e os mais talentosos como "puxa sacos" ou "sortudos", 
afinal ele tem que justificar para si mesmo sua incompetência.&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
A penitência para o invejoso, na melhor das hipóteses, é ficar estagnado em sua posição.&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Dica de como lidar com essa situação&lt;/b&gt;: antes de ficar
 com inveja da conquista dos outros e taxá-los de "sortudos" ou "puxa 
sacos", tente entender o que eles fizeram para alcançar seus objetivos e
 veja se você está disposto a fazer o mesmo. Se estiver, vá em frente e 
chegará lá também. Agora, se não estiver disposto, pare de reclamar e 
continue vivendo e tendo os resultados compatíveis com suas entregas.&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Preguiça&lt;/b&gt; – uma pessoa preguiçosa pode ser 
interpretada como quem tem aversão ao trabalho, bem como negligente e 
lento ao realizar suas atividades. O profissional preguiçoso é aquele 
que está sempre fugindo de mais trabalho, dá pouca atenção aos detalhes,
 não é caprichoso, quer fazer sempre menos que o possível, não gosta de 
pensar, cumpre a "tabela", segue a risca os horários de almoço e de 
saída. Pode ser até querido pelo grupo, pois normalmente são bem 
humorados e não arrumam "encrenca" com ninguém.&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
A penitência para o preguiçoso, na melhor das hipóteses, é ficar 
estagnado em sua posição. Seu emprego corre risco quando encontra pela 
frente um líder atento, que sabe que este tipo de profissional destrói a
 moral da equipe.&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Dica de como lidar com essa situação:&lt;/b&gt; sair da 
estagnação é complicado. Os primeiros passos, aqueles que começam a dar 
velocidade, são os mais difíceis, mas se você quer de fato deixar a 
preguiça de lado, vá em frente! A boa notícia é que a cada passo dado, a
 estagnação fica mais longe e a velocidade aumenta com mais facilidade.&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Soberba&lt;/b&gt; – uma pessoa com soberba é caracterizada 
pela pretensão de superioridade sobre as demais pessoas, com 
manifestação latente de arrogância. O profissional que comete esse 
pecado é aquele que se acha mais importante do que de fato é. Na sua 
visão, ele é insubstituível, faz mais e melhor que os outros e age assim
 sem perceber. Todos percebem sua soberba, menos ele. Os outros 
descrevem ele da seguinte forma: "Se fulano fosse tão bom quanto pensa 
que é, ele seria um ótimo profissional". Diferentemente do preguiçoso, 
normalmente o soberbo não é uma pessoa querida.&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
A penitência pela soberba é perder oportunidades de aprender e crescer nas organizações.&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Dica de como lidar com essa situação&lt;/b&gt;: antes de achar
 que sabe tudo, que pode tudo, que é o melhor em tudo, procure ver como 
pode aprender ainda mais, ser ainda melhor no que faz e ver se alguém já
 fez ou faz o que você se acha único. Agindo assim, você poderá aprender
 e agregar ainda mais qualidades às que já twm e, paralelamente, deixará
 sua arrogância de lado, o que isoladamente já será um ganho enorme.&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
É isto, pessoal!&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
Reflitam e vejam se estão cometendo algum pecado e se ainda é tempo de evitar as penitências e fugir delas.&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
Agora, intervalo, vamos aos vestiários e nos vemos no próximo mês.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;Abraços a todos!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;
Para interagir com o autor: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:ctegon@universidadedofutebol.com.br" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;ctegon@universidadedofutebol.com.br&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi-zz3qIllBUyiahMtvvUa42ruC_a7JEqSMKgN_cJiXOJtNEZpZmczAt_giyXAWH35xSlQ3u0CAPRcOmRK6VdWdDRKMkN4fQgV6LqCcS-uORd4O8_Tib9mL6ChoPAmOduECCp8Dj0mpJUBv/s72-c/fotocezar.JPG" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Como Web 2.0 vem Influenciando a Relação entre Empresas e Funcionários?</title><link>http://blogdoheadhunter.blogspot.com/2012/02/como-web-20-vem-influenciando-relacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><pubDate>Tue, 21 Feb 2012 13:17:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4945258738783987675.post-8767082820400055954</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/ar119979538253239.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="272" src="http://www.thedomnetwork.com.br/wp-content/uploads/2011/09/ar119979538253239.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A Web
teve impactos sensíveis na alteração do comportamento de diversas relações
corporativas em voga. Para as funções de Recursos Humanos (RH) não poderia ser
diferente. O mercado consumidor e a própria concorrência vem forçando as
empresas a participar das tais Redes Sociais e dos novos recursos que a Web 2.0
vem disponibilizando. Por outro lado, as empresas incorporaram em seu
ecossistema digital interno uma série de funcionalidades que mudaram a maneira
das pessoas/funcionários trabalharem e se relacionarem.&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Por isso,
pode-se dizer que a Web2.0 vem reescrevendo as regras de gestão e governança
internas nas companhias, pois:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul type="disc"&gt;
&lt;li class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Coloca o digital no mapa
     Multicanal das Relações Empresas-Funcionários&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Definitivamente,
     os novos canais digitais, online e colaborativos estão no radar das novas
     estratégias corporativas. Não se pode mais ignorar estes ambientes como
     recursos de relacionamento, transações e comunicação com os funcionários.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Seja em ambientes próprios, seja em ambientes públicos ou ainda em
     ambientes de terceiros, é fundamental se estimular a colaboração e o
     engajamento a partir destes ambientes:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul type="disc"&gt;
 &lt;ul type="circle"&gt;
&lt;li class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Sejam positivas, sejam
      negativas, todas estas participações têm impacto na credibilidade e
      alinhamento interno e já surgem diversos cases de sustentação e
      degradação desses pilares a partir dessas redes sociais internas,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;As transações online se
      fixaram definitivamente e hoje são um meio essencial de agilizar e
      integrar empresas e colaboradores, desde questões mais diretas, como
      salários e colaborações em grupos de projetos, até clubes de fidelidade e
      mercados colaborativos internos. Estes recursos estão se expandindo, hoje
      já se fala em M-commerce, TV-commerce e Social-commerce via redes
      sociais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Dessa
forma, os times de RH precisam estar preparados para isso:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul type="disc"&gt;
 &lt;ul type="circle"&gt;
&lt;li class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Definindo políticas,
      modelos de gestão e operação alinhados à cultura corporativa e, ao mesmo
      tempo, transformando o digital e a colaboração em lentes internas de
      atuação e decisão,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Suportando processos nestes
      ambientes novos, integrando equipes e times, co-construindo projetos e
      soluções e, portanto, sendo capaz de entender e ativar gatilhos e skills,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Incorporando aos processos
      de recrutamento e seleção uma rotina sistemática de checagem de
      capacidade de interação com estes meios, hoje incontornáveis, tanto na
      atração de talentos, via comunicação, como no monitoramento e
      categorização de oportunidades.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul type="disc"&gt;
&lt;li class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Demanda a formalização de
     Códigos de Conduta em ambientes sociais/digitais, a fim de mitigar os
     riscos advindos da utilização dessas mídias&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em paralelo, estes recursos sociais (que são essencialmente colaborativos)
     mudaram os hábitos e colocaram recursos colaborativos e/ou de
     compartilhamento de todos os formatos disponíveis na ponta do mouse de
     qualquer usuário simples de um computador. Desta maneira, praticamente
     qualquer um (e isso só piora com os recursos de dispositivos móveis) tem a
     possibilidade de colocar para o mundo suas opiniões, fotos e vídeos,
     quebrando a fronteira entre vida pessoal e profissional e abrindo ao
     “mercado” as entranhas corporativas e seus segredos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A orgia atual pela utilização destes recursos, somada à imaturidade dos
     empregados no seu uso, tem feito com que diversos excessos fossem
     cometidos por funcionários nestes ambientes, compartilhando publicamente
     situações de trabalho que deveriam ficar restritas, ou expondo de maneira
     excessiva suas vidas particulares criando situações de difícil solução, ou
     ainda respondendo publicamente por suas empresas, mesmo sem te
     convocatória para tal.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul type="disc"&gt;
&lt;li class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Fortalece a necessidade de
     se redefinir as regras de segurança e as responsabilidades da empresa e
     dos colaboradores&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Adicionalmente, estes recursos ainda podem permitir que dados e/ou
     informações criticas do ambiente de trabalho vazem (literalmente) para o
     domínio público. De maneira complementar, estas funcionalidades viabilizam
     a transferência para uso pessoal de documentos que deveriam ser da empresa.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
De maneira global, mesmo que representando crime com pena bem definida, a
     Web é um caminho de flexibilização das Regras de Segurança da Informação
     que as empresas demoraram tanto a conseguir dominar e que, a partir de
     agora, são alvos fáceis da contra-governança.&lt;/div&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Ademais,
a Web 2.0 vem incrementando a forma como os candidatos se relacionam com as
empresas e vice-versa, pois possibilitam:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul type="disc"&gt;
&lt;li class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A submissão da candidatura
     online e ter capacidade de utilizar ferramentas digitais&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="background-color: white;"&gt;Praticamente nenhuma empresa recebe mais currículos em papel. Em todos os
     sites de grandes empresas, fica disponível um formulário para
     preenchimento dos campos básicos de um currículo. Explodiram as
     oportunidades e o mercado para sites especializados em divulgação de
     currículos, redes de conexão de profissionais e ferramentas de exposição
     da experiência pessoal.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul type="disc"&gt;
&lt;li class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A utilização de E-Learning&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O formato de transmissão de conhecimento também evoluiu. Todo tipo de
     formação, da mais técnica ou operacional à mais abstrata e acadêmica, encontra
     em ambientes digitais os suportes necessários para formatação e
     verificação de conhecimento.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Antes visto com certo desprezo, hoje existem cursos em universidades de
     grande prestígio no formato online. Estes ambientes permitem altíssimo
     grau de multiplicação de conhecimento, colaboração e interação. Por
     conseqüência, não seria muito diferente em ambiente corporativo que, até
     se apoiando nestas instituições, desenvolveram universidades corporativas
     e programas específicos e interativos de transmissão tanto de conhecimento
     interno, quanto de formação e evolução pessoal para seu corpo de
     empregados.&lt;/div&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul type="disc"&gt;
&lt;li class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Transformam a vida online em
     parte ativa do currículo de cada candidato&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="background-color: white;"&gt;Por fim, mas não menos importante, se por um lado os ambientes 2.0 são um
     risco para as empresas, por outro também são um palco de exposição para os
     candidatos. As equipes de RH usam extensamente as Mídias Sociais para
     conhecer melhor seus proponentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A Web
2.0, com suas Redes Sociais, é um palco repleto de riscos e oportunidades para
empresas e empregados utilizarem tanto de maneira positiva, como transformarem
em um enorme risco para ambos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;A Web é o
vidro da vitrine onde cada um expõe o produto que lhe convêm. Ponto a menos
para as empresas que precisam, hoje em dia, colocar a vitrine na mão dos seus
empregados. Ponto a mais para os empregados e consumidores que reequilizaram as
relações de força e liberdade com as empresas. Que ninguém atire pedras!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;Artigo escrito por Thiago de Assis, consultor sênior na DOM Strategy Partners, com os agradecimemtos do Blog do Headhunter pela colaboração.&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: -webkit-auto;" /&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: -webkit-auto;" /&gt;&lt;strong style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: -webkit-auto;"&gt;Luciana Tegon&lt;/strong&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total></item><item><title>Fechando o balanço de 2011.</title><link>http://blogdoheadhunter.blogspot.com/2011/12/fechando-o-balanco-de-2011.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><pubDate>Sun, 11 Dec 2011 12:44:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-4945258738783987675.post-1041989955596187736</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhUk7CnMZEbVkHbzVMR-ZosvUs3hAvzWrhmMFErNIFFelKljGr4xJcWUXutn_zrA3cptiTDCJb9Zqv5QI1Y4wnCN26svsYbyzGcs535AQlGytdAyDDtQa1F35o8jFUHIiqNZ4tkLvvBdrGS/s1600/albert+einstein+praia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhUk7CnMZEbVkHbzVMR-ZosvUs3hAvzWrhmMFErNIFFelKljGr4xJcWUXutn_zrA3cptiTDCJb9Zqv5QI1Y4wnCN26svsYbyzGcs535AQlGytdAyDDtQa1F35o8jFUHIiqNZ4tkLvvBdrGS/s320/albert+einstein+praia.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Sabem quem é este simpático Senhor, sentado sobre uma pedra na praia ? Albert Einstein, um dos rostos mais conhecidos do mundo, além dos pensamentos iluminados e provocativos que nos inspiram ao longo dos séculos. Einstein era dono de uma característica que ao meu ver é pouco exercida nos tempos atuais - o hábito de pensar e re&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;fletir sobre a vida e os acontecimentos que nos cercam. Vivemos tão pressionados e empurrados pela rotina do dia a dia, que quando nos restam alguns poucos minutos de tranquilidade, a última coisa que desejamos fazer é pensar na nossa vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Isso me leva a uma célebre frase do nosso amigo Einstein, que eu gosto muito:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: large;"&gt;"Não se pode esperar resultados diferentes fazendo as coisas da mesma forma"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Final de ano é sempre um convite à reflexão. Analisamos o que fizemos, lembramos das resoluções do ano novo e muitas vezes concluímos que pouco ou nada mudamos ou alcançamos daquilo que desejamos quando este ano se iniciou. Aí entramos na fase de justificativas mentais para nosso fracasso, depois passamos pelo estágio de culpar os outros por não termos conseguido atingir nossos objetivos e finalmente, ficamos frustrados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;É claro que há também pessoas que com um firme propósito,&amp;nbsp;perseveraram&amp;nbsp;e estão acima da montanha escalada durante o ano saboreando a vista, sentindo o ar fresco da mudança, &amp;nbsp;e reconhecendo o quão fortes e determinadas foram, afinal, tudo é possível desde que sejamos persistentes e empreguemos energia para alcançar os nossos ideais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Mas se você, neste momento pertence ao primeiro grupo, é para você este post, este convite à reflexão neste finalzinho de ano onde tanto seus sonhos como suas memórias estão frescas e podem ser consultadas rapidamente, sem muito esforço. O cérebro é muito poderoso, mas neste momento, o papel ou um arquivo em seu computador pode perpetuar suas intenções e faze-los pensar mais claramente. &amp;nbsp;Minha sugestão é que você escreva primeiro quais eram seus objetivos para 2011, em seguida, &amp;nbsp;quão perto chegou deles, e finalmente, o porquê alcançou-os ou não.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;O resultado será bem simples. Nada de equações de Einstein. Explico. Se você alcançou tudo ou parte do que se propôs, certamente houve determinação, esforço e persistência. Do contrário, faltou tudo isso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;O que fazer agora ? Já inicie 2012 com seus objetivos planejados, e consulte frequentemente suas metas para que no decorrer dos 365 dias do ano de 2012, você tenha muito mais tempo e tranquilidade para ir em busca de todas estas coisas que você deseja mudar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Você pode, basta querer. Pense, aja e persista, mudanças só se operam desta forma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Desejo um bom final de 2011 com tempo para sua reflexão e que em 2012, você seja sua prioridade, pois só assim os outros poderão também desfrutar o melhor de você !&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;Bom final de ano !&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Luciana Tegon&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhUk7CnMZEbVkHbzVMR-ZosvUs3hAvzWrhmMFErNIFFelKljGr4xJcWUXutn_zrA3cptiTDCJb9Zqv5QI1Y4wnCN26svsYbyzGcs535AQlGytdAyDDtQa1F35o8jFUHIiqNZ4tkLvvBdrGS/s72-c/albert+einstein+praia.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">8</thr:total></item></channel></rss>