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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" gd:etag="W/&quot;DkcMR38-eCp7ImA9WhVTEU4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-17805679</id><updated>2012-02-24T21:41:26.150-04:00</updated><category term="õ" /><category term="uw" /><category term="qu" /><title>Blog do Nori</title><subtitle type="html">Minha visão do futebol e da vida. Por Maurício Noriega</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://blogdonori.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://blogdonori.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Nori</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11147091017997883627</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>1088</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/BlogDoNori" /><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="blogdonori" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;C0MMSX84fCp7ImA9WhVTEE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-17805679.post-7912654962529953259</id><published>2012-02-23T08:51:00.000-04:00</published><updated>2012-02-23T08:51:28.134-04:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-23T08:51:28.134-04:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;E o Robinho?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de começar, admito que eu também sempre esperei mais do Robinho. Reconheço que ele não se transformou no craque que todos nós esperávamos. Mas será que acabou a seleção brasileira para o atacante do Milan?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que ele sumiu das convocações do Mano Menezes? Mesmo sendo um dos melhores, se não for o melhor, atacante do Milan na atualidade?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entendo que o treinador brasileiro não chame o Kaká. Até porque ele ainda provoca mais dúvidas do que certezas e, se a gente for tomar o Robinho como parâmetro, o Kaká jamais teve uma grande sequência com a camisa da seleção. Robinho teve pelo menos duas: Copa América de 2007 e Eliminatórias de 2010.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que eu não concordo, porque como diz o Mano, é tudo uma questão de opinião, é por que levar o Ronaldinho Gaúcho e praticamente esquecer o Robinho? O desempenho do Ronaldinho em campo não justifica a permanência como parte de um projeto, como argumenta o treinador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No ataque da seleção temos o Neymar, titular absoluto, e só. Damião tem potencial para ser titular, mas o resto é aposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Robinho terá 30 anos em 2014. Ainda que tenha jogado menos do que se esperava dele na África, é um excelente jogador de futebol. Amadureceu na Itália, evoluiu taticamente, ficou mais forte fisicamente. E, o que é mais importante, voltou a jogar bem. Como já tinha feito em 2010 pelo Santos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No mínimo, ele pode ser útil, pela quilometragem e pela qualidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez o Mano esteja dando aquele gelo no jogador, por alguma decepção, principalmente na última Copa América. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, pelo menos na Itália, Robinho parece ter deixado de lado aquele jeitão de eterno moleque, de mistura de humorista com pagodeiro, para se concentrar em jogar futebol, que é o que ele faz melhor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ronaldinho Gaúcho terá 34 anos em 2014. Uma Copa do Mundo de diferença para Robinho. Mas parece a cada dia mais confortável no modelito celebridade 24 horas por dia. Que, convenhamos, Neymar desempenha melhor. Até porque joga mais em campo e tem idade para se garantir depois de pular Carnaval aqui e ali.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso eu confesso: não entendo porque Robinho parece carta fora do baralho do Mano, e o Ronaldinho Gaúcho tem status de Coringa.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17805679-7912654962529953259?l=blogdonori.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdonori.blogspot.com/feeds/7912654962529953259/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17805679&amp;postID=7912654962529953259&amp;isPopup=true" title="5 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/7912654962529953259?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/7912654962529953259?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://blogdonori.blogspot.com/2012/02/e-o-robinho-antes-de-comecar-admito-que.html" title="" /><author><name>Nori</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11147091017997883627</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkQFRH05cSp7ImA9WhRaGU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-17805679.post-7123069223850203786</id><published>2012-02-22T11:25:00.000-04:00</published><updated>2012-02-22T11:25:15.329-04:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-22T11:25:15.329-04:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h3 class="blogTit"&gt;É hora da revolução dos clubes *&lt;/h3&gt;&lt;div class="blogTit"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogTit"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogTit"&gt;*coluna publicada às terças-feiras nos jornais da Rede Bom Dia e no Diário de S.Paulo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogTit"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogTit"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="coluna1"&gt;&lt;div class="conteudoGC"&gt;O claudicante momento de Ricardo Teixeira na CBF e a fase irregular da seleção brasileira de Mano Menezes apontam para uma conjunção rara de fatores no futebol brasileiro. Depois de muito tempo à sombra das federações e da confederação, controlados por meio de empréstimos e politicagem, os clubes de futebol do país, principalmente os grandes, têm a oportunidade de revolucionar a modalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nem será preciso uma grande mobilização, estratégias mirabolantes e reuniões secretas nos bastidores. Basta os clubes que reúnem o grosso dos torcedores, ficam com a maior fatia das receitas publicitárias e da exposição na mídia perceberem que podem ser eles próprios os gestores de seu negócio, sem precisar de intermediários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não proponho com isso o fim das federações e da confederação. Apenas uma adequação ao seu papel. Que, a meu ver, é o de regulamentar competições, cuidar de arbitragem, fiscalizar estádios e zelar pela sobrevivência das equipes pequenas e médias. Assim como a CBF deve exercer a mesma função em termos nacionais, acrescentando a isso a administração das seleções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os campeonatos devem ser geridos pelos clubes, pensando no melhor para eles e seus jogadores. Pode parecer banal quando um treinador reclama de que tem de ceder seu jogador para a seleção na rodada de um clássico importante. Acontece toda hora. Porque há conflito de interesses. A seleção quer os melhores jogadores, ainda que para amistosos pouco produtivos. O clube precisa dos melhores jogadores que tem, mesmo que para jogos sem grande importância, de início de temporada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O crescimento do negócio futebol no Brasil pavimentou o caminho para o grito de liberdade dos clubes. Hoje eles faturam muito mais do que há dez anos. Com TV, marketing, patrocínios e fidelização de torcedores. Se fossem mais bem administrados, não precisariam recorrer a adiantamentos e empréstimos de federações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso das federações, por que elas precisam ficar com o grosso da grana da TV e repartir entre os clubes a seu critério? Se não devessem dinheiro para essas entidades, os clubes poderiam reagir a isso. Afinal de contas, sem eles, não há campeonato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o modelo atual de administração da CBF parece prestes a ruir e a força dos clubes só cresce, seria preciso um tipo de pacto entre as instituições para que todas possam saborear esse novo momento. O Corinthians tentou isso e conseguiu recentemente, numa ação isolada que contou com algumas adesões. Mas o pensamento era apenas nele, Corinthians. Quem quisesse vir junto, que viesse. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez não haja melhor momento do que esse para que os clubes, enfim, possam exercer o poder que lhes foi conferido pela paixão do torcedor e revolucionem, de fato, o futebol no Brasil. Antes que tudo se acabe na quarta-feira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Conselho aperta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Não foi fácil a situação de Adalberto Baptista, diretor de futebol do São Paulo, na última reunião do Conselho Deliberativo do clube. Embora educadamente, ele foi pressionado por conselheiros de oposição sobre o desempenho do time, principalmente na derrota para o Corinthians. Perdeu um pouco de crédito por isso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Área limpa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Amigos e conhecidos do novo presidente corintiano Mário Gobbi (foto) têm aconselhado seguidamente o mandatário a limpar a área na diretoria. Consideram que ele não deve repetir o erro de Andrés Sanchez, que tinha nomes com passado e presente suspeitos entre os colaboradores próximos, o que prejudicou sua imagem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Inflacionou&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A novela envolvendo Palmeiras e Wesley se alongou por causa do preço. Quando tudo parecia acertado, intermediários cobraram comissões, uma delas de R$ 300 mil. O jogador resolveu pedir mais e os alemães do Werder Bremen, também. A conta subiu 2 milhões de euros (R$ 4,5 milhões) em algumas horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Nó tático&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Admito que não sou o mais politicamente correto dos seres. Tento, ainda assim, respeitar tudo e todos, mas sem deixar de me manifestar quando algo me irrita. No futebol atual, há alguns padrões de comportamento entre os jogadores que acho difíceis de suportar.&lt;br /&gt;
O primeiro deles é até meio óbvio. Jogador que beija o distintivo do clube quando é apresentado. É de uma promiscuidade revoltante. O cara beija um monte de distintivos ao longo da carreira, sempre com juras de amor eterno. São fazedores de média canastrões.&lt;br /&gt;
Mas há três tipos em ação nos gramados brasileiros que provocam minha revolta: goleiro que comemora defesa, zagueiro que festeja desarme e jogador puxa-saco de torcida em rede social. &lt;br /&gt;
Quando o goleiro faz uma defesa que nem é das mais difíceis, mas se levanta num pulo, volta-se para a arquibancada, abre os braços, faz cara de bravo e sai gritando, batendo no antebraço, pode esperar: em pouco tempo vem um frango ou um erro grosseiro. Confesso que sou meio antiquado. Goleiro bom é aquele que faz a grande defesa e sai orientando os beques sobre o posicionamento do escanteio, sem se alterar. Comemorar uma defesa de pênalti, vá lá. Mas, sinceramente, você se lembra do Leão, do Taffarel, do Marcos e do Ceni comemorando defesa?&lt;br /&gt;
E o zagueirão que dá um bico para fora do estádio e sai como se fosse o Homem -Aranha pra galera? Cronometre que, em pouco tempo, ou ele tomará um cartão amarelo bobo ou fará uma falta desnecessária. Essa necessidade de reforçar que tem garra e está se dedicando soa falsa. Gamarra comemorando desarme? Luís Pereira? Caso alguém se lembre, escreva para a coluna.&lt;br /&gt;
Para fechar, dá até ânsia de vômito ler nas redes sociais aquele recadinho básico: “Bom dia, nação x, obrigado pela força e pelo apoio. Estou com vocês, sempre”. Tem uma turma aí que nega autógrafo, finge estar ouvindo música ou falando ao telefone, mas posa de soldado da pátria em twitters e afins. &lt;br /&gt;
Saudade do tempo em que goleiro só defendia, zagueiro só marcava e comemoração era quando alguém fazia gol.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17805679-7123069223850203786?l=blogdonori.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdonori.blogspot.com/feeds/7123069223850203786/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17805679&amp;postID=7123069223850203786&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/7123069223850203786?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/7123069223850203786?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://blogdonori.blogspot.com/2012/02/e-hora-da-revolucao-dos-clubes-coluna.html" title="" /><author><name>Nori</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11147091017997883627</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEQHR384fCp7ImA9WhRaEk8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-17805679.post-2740005903968387866</id><published>2012-02-14T08:25:00.000-04:00</published><updated>2012-02-14T08:25:36.134-04:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-14T08:25:36.134-04:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;No reino da&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;hipocrisia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Três notícias, entre as muitas da semana, me chamam a atenção. A primeira sobre uma multa que seria aplicada ao zagueiro do São Paulo, João Filipe, pela expulsão diante do Corinthians. A segunda a respeito da interminável discussão sobre a lei geral da Copa e a proibição de bebidas alcoólicas em estádios de futebol. E a terceira&amp;nbsp;versa sobre a expectativa em torno de uma suposta renúncia de Ricardo Teixeira ao cargo de presidente da CBF.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nada de novo no reino da hipocrisia que costuma reger o futebol no mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Multar um jogador por que ele foi expulso em um lance de jogo é o fim dos tempos. Até aceito que o cara seja multado por faltar a treinamentos, por chegar atrasado, por brigar em treino, coisas assim. Esse tipo de advertência existe nas relações patrão/empregado. Agora, multar o cara porque ele foi expulso corretamente é coisa de dirigentes querendo jogar a culpa de tudo que aconteceu errado com o São Paulo no jogo contra o Corinthians nas costas de um rapaz que chegou outro dia ao clube. Mesmos dirigentes, aliás, que se divertiam e arregalavam os olhos quando torcedores apressados chamavam o zagueiro de Blackenbauer, precipitadamente empolgados com uma ou duas atuações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nunca botei muita fé nessa história de multa em time de futebol. Já ouvi de mais de um jogador que é tudo conversa para agradar imprensa e torcedor e que ninguém é multado. Outros disseram que a tal da multa faz parte de uma caixinha que no final do ano é dividida entre os próprios jogadores ou&amp;nbsp;dada como gratificação a funcionários como massagistas, roupeiros e seguranças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo bem que João Filipe prejudicou o time, mas se for assim, tem diversas outras situações em que a tal da multa se aplicaria e não acontece. Displiscência, corpo mole, chinelinho, técnico que escala e mexe errado, que é expulso de campo por ficar batendo boca com juiz em vez de orientar o time. Se for mexer nesse vespeiro, vale multar um monte de gente. Inclusive dirigente que contrata mal, atrasa salário, entope o clube de dívidas, perde data de inscrição etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existe um movimento reacionário em torno do futebol, capitaneado por torcedores cegos pelo fanatismo, que exige que o atleta profissional tenha comportamento de gladiador romano. Treinos exaustivos, dedicação total e oferta da própria vida pela honra da casa do patrão, no caso o torcedor. Reclamam dos salários altíssimos dos jogadores com uma frequência que melhoraria o País caso a revolta fosse canalizada para funcionários públicos, governo e políticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Menos, gente, muito menos. Não vale isso tudo. Cada trabalho tem sua remuneração, seu tempo de serviço, sua dedicação e sua importância. Vala comum cheira mal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já sobre a bebida nos estádios, haja hipocrisia! É aquela história do cara que reduz a velocidade quando passa ao lado do radar, e cem metros depois pisa fundo até 140 por hora. Não tem bebida dentro de estádio, mas tem na porta, na esquina, do lado. E tem dentro também, que eu já vi, em mais de um estádio no Brasil, neguinho matando uma lata de cerveja no maior relax.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aí vem uma discussão pra lá de sem sentido sobre a Lei Geral da Copa. Pra defender o Estatudo do Torcedor como se fosse uma Vaca Sagrada, intocável, embora, como tudo, também precise ser atualizado e avaliado frequentemente, mesmo sendo um louvável avanço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Fifa não pediu ao Brasil para fazer a Copa. O Brasil se candidatou a fazer a Copa e sabia como as coisas funcionavam. Trabalhei em mais de 20 jogos em estádios na Copa do Mundo da África do Sul. Em todos se vendia cerveja em garrafa de plástico, da marca patrocinadora da Copa, e não houve problema algum digno de registro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembro de uma época em que se vendia uísque no estádio Olímpico, em Porto Alegre, em especial nos dias de frio, e também não recordo confusão provocada por isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em tempo: gosto de tomar vinho - tinto,&amp;nbsp;em casa, principalmente, ou em volta de uma boa mesa, e nunca bebi em serviço ou antes do serviço, perto de estádio, em estádio, em estúdio etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão passa mais pela responsabilidade das pessoas, por saber que beber demais faz mal em casa, fora de casa, em estádio, fora de estádio, e que não se deve vender nem oferecer bebida a menores de idade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muita gente já entra de pileque nos estádios de futebol e os arautos da hipocrisia proclamam que a proibição da venda de bebidas alcoólicas nos estádios melhorou alguma coisa. Só transferiu o ponto de venda. Isso sem falar em drogas ilícitas que perambulam pelos estádios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Número três. Será uma mudança louvável, uma saudável brisa de ar fresco uma provável renúncia de Ricardo Teixeira após décadas na presidência da CBF. Mas você, caro leitor, acha, honestamente, que vai mudar alguma coisa na gestão do futebol brasileiro? O estatuto da CBF prevê que José Maria Marin, o vice-presidente mais velho, assuma o cargo. Marin tem, por baixo, uns 40 anos como dirigente de futebol e muitos na CBF. Andrés Sanchez foi escolhido por Teixeira. O presidente da Federação Paulista, Marco Polo del Nero, já despacha regularmente na CBF há muitos dias - de semana, claro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enfim, muda o nome, mas o estilo e as ideias devem permanecer. Parece uma manoba&amp;nbsp;evasiva de cunho pessoal, não uma mudança de rumos administrativos. O tempo dirá.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17805679-2740005903968387866?l=blogdonori.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdonori.blogspot.com/feeds/2740005903968387866/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17805679&amp;postID=2740005903968387866&amp;isPopup=true" title="10 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/2740005903968387866?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/2740005903968387866?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://blogdonori.blogspot.com/2012/02/no-reino-da-hipocrisia-tres-noticias.html" title="" /><author><name>Nori</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11147091017997883627</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0YGRnk9eyp7ImA9WhRaEU4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-17805679.post-3177046118217720456</id><published>2012-02-13T09:18:00.000-04:00</published><updated>2012-02-13T09:18:47.763-04:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-13T09:18:47.763-04:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Calibri; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-large;"&gt;Loucos são os omissos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Calibri; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;*Por José Roberto Padilha&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;* reproduzo aqui um texto do José Roberto Padilha, o Zé Roberto, ponta-esquerda da Máquina Tricolor das Laranjeiras, atualmente jornalista e escritor. Devidamente autorizado pelo próprio.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Calibri; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quando o presidente Rubens Lopes, da FERJ, saiu de cena por razões de saúde, ele nomeou, através de uma circular, seu substituto às vésperas do campeonato estadual de futebol de 2012: José Luiz Martinelli. &amp;nbsp;Não, não era seu vice natural, era o ocupante de uma daquelas vice-presidências para constar na ata da posse. Dar validade a chapa eleitoral. Ele, Martinelli, engenheiro e reconhecido empresário de jogadores, era vice-presidente de obras e construções. Mas para não dizer que implico com os cartolas, ironizar que tal preferência poderia ser em razão das obras do Maracanã, deixei passar tal absurdo (seria, como num impedimento da Dilma, ela rasgasse a Constituição e não empossasse o Michel Temer, e sim um outro político, de acordo com suas conveniências) e não me pronunciei.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Calibri; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas não deu um mês e a figura acaba de se manifestar, do que jeito que todos esperavam, mantendo a postura que os fizeram cartolas. Isto é, associados influentes, que sem noção alguma de esporte, se elegem pro conselho deliberativo de seus clubes , federações e confederações espalhando desconhecimento e injustiças que certamente algum atleta, ou competição há de pagar a conta. Eles, cartolas, jamais pagaram conta alguma. Às vezes se elegem deputados, na outra dirigem delegações brasileiras, reforçam suja banca no bicho e, agora, negociam passes de jogadores.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Calibri; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quando o Loco Abreu reclamou esta semana do gramado de Moça Bonita (logo do campo do Bangu, time de Rubens Lopes) Martinelli veio a público dizer que isto não era problema do atleta, era da agremiação e deveria ter sido discutido no arbitral. No arbitral, são discutidos à exaustão o Estatuto do Torcedor, e a FERJ é rigorosa quanto a presença de ambulâncias, dois médicos, enfermeiros, painel de informações, polícia militar. Ninguém perde tempo &amp;nbsp;legislando a favor de um Estatuto do Jogador. Ele, razão maior do espetáculo, pode atuar em chiqueiros que nada acontece com os mandantes do campo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Calibri; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Agora, imagine aquela histórica final do Aberto da Austrália, entre Djokovic e Nadal, &amp;nbsp;no mesmo horário de Botafogo e Bangu, disputada &amp;nbsp;em chiqueiros. Teriam eles o mesmo fantástico desempenho? Se na quadra central de &amp;nbsp;Melbourne existissem os buracos de Moça Bonita, como rebateriam saques e voleios a 200km por hora? Mas os laterais do Botafogo e &amp;nbsp;do Bangu devem ir á linha de fundo e ter obrigação de acertar seus cruzamentos com a bola entrando dentro de um buraco. E seus preciosos joelhos e tornozelos, podem ficar á mercê da sorte? E na liga de voleibol, basquetebol, futsal, as quadras não são preservadas? Ou vocês já viram o Bernardinho, o Zé Roberto reclamar do estado de alguma?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Calibri; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Enfim, porque seria logo o futebol &amp;nbsp;em que o piso seria um fator &amp;nbsp;menor, desconsiderado na concepção de uma competição? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Calibri; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"Paulo Rossi, sozinho e sem falar português, fez mais por nossa democracia do que qualquer jogador brasileiro, em todos os tempos. Com seus 3 gols contra o Brasil, impediu uma nova manifestação ufanista, com direito à subida de rampa, que poderia retardar nosso projeto de anistia em 1982”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Calibri; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Bem, escrevi isto em 1986, quando lancei meu primeiro livro “Futebol: a dor de uma paixão!”. Agora, vem um uruguaio lutar por melhores condições do nosso futebol, ocupando o silêncio e a eterna omissão dos nossos Ronaldinhos. Também, num país onde a independência foi promulgada por um português...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17805679-3177046118217720456?l=blogdonori.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdonori.blogspot.com/feeds/3177046118217720456/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17805679&amp;postID=3177046118217720456&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/3177046118217720456?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/3177046118217720456?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://blogdonori.blogspot.com/2012/02/loucos-sao-os-omissos-por-jose-roberto.html" title="" /><author><name>Nori</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11147091017997883627</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkEGSXg-cCp7ImA9WhRbGEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-17805679.post-4379956831112989185</id><published>2012-02-10T08:57:00.000-04:00</published><updated>2012-02-10T08:57:08.658-04:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-10T08:57:08.658-04:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Alguém ainda duvida?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como lembrou hoje cedo na redação o amigo Tiago Leifert, foram necessários apenas 54 segundos para que Neymar transformasse um jogo fadado a a ser depositado num canto da memória em um fato digno de registro. Foi nesse espaço de tempo que o garoto, que vinha jogando mal, é verdade, fez um gol de cabeça, roubou uma bola, entortou dois marcadores dentro da área, sofreu o pênalti e o converteu, virando o jogo para o Santos contra o Botafogo de Ribeirão Preto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num total de não mais de 15 minutos ele ainda fez mais um gol, num toque à la Messi, e construiu uma linda jogada para Felipe Anderson marcar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não consigo entender a implicância de uma parcela de torcedores e analistas com Neymar. Só o vejo evoluir, mês a mês. Deu agora para fazer gols de cabeça como se fosse centroavante, bem colocado na área. Cai cada vez menos e tem uma característica fundamental: não se esconde, não encosta o corpo, não desiste nunca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neymar deve chegar na Copa de 2014 mais forte, mais experiente e melhor técnica e taticamente. Terá 23 anos e poderá, aí, sim, embarcar na aventura europeia, na hora certa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que importa é que, felizmente, existe um jogador atuando no Brasil capaz de transformar um modorrento jogo de estadual em assunto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neymar saiu justamente aplaudido de campo, até por torcedores do Botafogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se alguém ainda duvida, é bom deixar de ser ranheta e perseguidor. O garoto é craque.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17805679-4379956831112989185?l=blogdonori.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdonori.blogspot.com/feeds/4379956831112989185/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17805679&amp;postID=4379956831112989185&amp;isPopup=true" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/4379956831112989185?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/4379956831112989185?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://blogdonori.blogspot.com/2012/02/alguem-ainda-duvida-como-lembrou-hoje.html" title="" /><author><name>Nori</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11147091017997883627</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ck8HQXY-eCp7ImA9WhRbEkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-17805679.post-1433103710968783403</id><published>2012-02-03T09:30:00.002-04:00</published><updated>2012-02-03T10:53:50.850-04:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-03T10:53:50.850-04:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Atleta não nasce dirigente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Admito minha decepção com Patrícia Amorim na presidência do Flamengo. Conheci a Patrícia no Pan do Rio. Já tinha entrevistado a atleta e, naqueles dias, convivi com a então comentarista. Quando assumiu a presidência do time de maior torcida do País, imaginei que fosse aquela tão esperada lufada de ar fresco, a renovação com o toque da competência da mulher.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o que vejo agora é um rumo oposto. Tudo bem que as pessoas que administram o Flamengo há muitos anos estão desonrando essa instituição maravilhosamente popular, nascida nas ruas e espalhada pelo Brasil. Mas Patrícia, por ter sido uma atleta de alto nível, só não poderia cair nos pecados dos cartolas de baixo nível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que se vê é uma presidente deslumbrada pela convivência com celebridades de chuteiras, inebriada pela sedução que o poder emana, confusa politicamente e com atitudes descabidas para alguém que tem o passado de atleta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Direito de mandar embora o treinador qualquer dirigente tem. O que não cabe é espalhar o rastilho de pólvora da notícia, usando inclusive os próprios atletas, e depois negar, chamar quem noticiou de mentiroso, para um dia depois passar o carão de ter que confirmar tudo aquilo que negara na maior cara de pau. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há tempos Luxemburgo não apresenta o desempenho que o projetou justamente como um dos maiores treinadores brasileiros. Não&amp;nbsp;penso como aqueles que o consideram decadente. Afinal, foi campeão brasileiro em 2003 e 2004, conquistou títulos estaduais nas temporadas seguintes. Pode não estar no topo do rendimento, mas merece respeito como treinador, e críticas quando extrapola essa&amp;nbsp;função. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas não se justifica tal comportamento por parte de uma presidente que opta claramente por um jogador que recentemente desrespeitou as regras internas do próprio clube que ela comanda. E, convenhamos, se Luxemburgo para alguns está decadente, Ronaldinho há muito tempo não é o craque que o Flamengo acreditava ter contratado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso posto, registro aqui com tristeza minha constatação de que uma das máximas que muitas vezes nós, jornalistas, gostamos de espalhar é a de que é preciso dar espaço paras os atletas no comando de federações, confederações e clubes. Mas estamos aprendendo que há atletas e atletas, e que um craque na competição não é garantia de outro craque na administração.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17805679-1433103710968783403?l=blogdonori.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdonori.blogspot.com/feeds/1433103710968783403/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17805679&amp;postID=1433103710968783403&amp;isPopup=true" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/1433103710968783403?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/1433103710968783403?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://blogdonori.blogspot.com/2012/02/atleta-nao-nasce-dirigente-admito-minha.html" title="" /><author><name>Nori</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11147091017997883627</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUEMRnY_cCp7ImA9WhRbEEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-17805679.post-7459026995831889241</id><published>2012-02-01T08:01:00.000-04:00</published><updated>2012-02-01T08:01:27.848-04:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-01T08:01:27.848-04:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Dia em Memória ao Futebol&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Incansável batalhador em preservação da memória e do conhecimento no futebol, o amigo José Renato Santiago conseguiu, com muitos outros lutadores dessa batalha, uma importante vitória, a instituição do Dia em Memória ao Futebol.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Transcrevo abaixo o texto do prório José Renato. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você pode acompanhar o trabalho dele através do site &lt;a href="http://www.jrsantiago.com.br/"&gt;www.jrsantiago.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;"&gt;Por José Renato Santiago&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;"&gt;&amp;nbsp;Ainda era 2010,  quando juntamente com John Mills, biógrafo de Charles Miller, e Marcelo Unti,  meu parceiro de projetos esportivos, nos reunimos com alguns colegas para  tentarmos viabilizar a adoção de um dia em homenagem a Memória do  Futebol.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: 7.5pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;"&gt;Conseguimos  levar uma proposta em prol da Memória do Futebol ao vereador Floriano Pesaro,  que investiu todos os seus esforços por esta causa.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: 7.5pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;"&gt;Pois  bem, acabamos de ser informados sobre a promulgação da LEI 15.522, que institui  o Dia em Memória ao Futebol a ser comemorado no dia 24 de novembro (data de  aniversário de Charles Miller)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: 7.5pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;"&gt;A  comemoração deste dia visa perpetuar os marcos históricos do futebol brasileiro:  &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: 7.5pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;"&gt;-  Antiga Várzea do Carmo, área entre as ruas do Gasômetro e Santa Rosa, local do  primeiro jogo sob regras;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: 7.5pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;"&gt;-  Rua Três Rios, área do Colégio Santa Inês, local do primeiro campo exclusivo  para a prática do futebol;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: 7.5pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;"&gt;-  Rua Visconde de Ouro Preto, onde se localiza o Clube Atlético São Paulo - SPAC,  o primeiro clube de São Paulo, cuja equipe foi a primeira campeã de uma  competição oficial no Brasil;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: 7.5pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;"&gt;-  Área em torno da Praça Roosevelt, local do primeiro estádio de futebol, o antigo  Velódromo, entre as ruas Nestor Pestana e Consolação;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: 7.5pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;"&gt;-  Museu do Futebol, localizado na Praça Charles Miller, que é o primeiro museu  público exclusivo em prol da memória do futebol brasileiro&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: 7.5pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;"&gt;Segue  abaixo o texto original&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: 7.5pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;"&gt;(PROJETO  DE LEI Nº 474/11)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: 7.5pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;"&gt;(VEREADOR  FLORIANO PESARO - PSDB)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: 7.5pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;"&gt;Altera  a Lei nº 14.485, de 19 de julho de 2007, com a finalidade de incluir no  Calendário Oficial de Eventos da Cidade de São Paulo o Dia em Memória ao  Futebol&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: 7.5pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;"&gt;Brasileiro,  a ser comemorado no dia 24 de novembro, e dá outras providências.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: 7.5pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;"&gt;José  Police Neto, Presidente da Câmara Municipal de São Paulo, faz saber que a Câmara  Municipal de São Paulo, de acordo com o § 7º do artigo 42 da Lei Orgânica do  Município de São Paulo, promulga a seguinte lei:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: 7.5pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;"&gt;Art.  1º Fica acrescido inciso ao art. 7º da Lei nº 14.485, de 19 de julho de 2007,  com a seguinte redação:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: 7.5pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;"&gt;“-  24 de novembro: o Dia em Memória ao Futebol Brasileiro, a ser comemorado no dia  do nascimento de Charles Miller, que introduziu o esporte sob regras no Brasil,  e cuja celebração visa perpetuar os marcos históricos do futebol brasileiro  formados pela antiga Várzea do Carmo, área entre as ruas do Gasômetro e Santa  Rosa, local do primeiro jogo sob regras, Rua Três Rios, área do Colégio Santa  Inês, local do primeiro campo exclusivo para a prática do futebol, Rua Visconde  de Ouro Preto, onde se localiza o Clube Atlético São Paulo - SPAC, o primeiro  clube de São Paulo, cuja equipe foi a primeira campeã de uma competição oficial  no Brasil, área em torno da Praça Roosevelt, local do primeiro estádio de  futebol, o antigo Velódromo, entre as ruas Nestor Pestana e Consolação, e o  Museu do Futebol, localizado na Praça Charles Miller, que é o primeiro museu  público exclusivo em prol da memória do futebol brasileiro, mediante comunicação  ao Poder Executivo, quando couber.”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: 7.5pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;"&gt;Art.  2º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições  em contrário.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: 7.5pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;"&gt;Câmara  Municipal de São Paulo, 12 de janeiro de 2012.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: 7.5pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;"&gt;JOSÉ  POLICE NETO, Presidente&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-bottom: 7.5pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;"&gt;Publicada  na Secretaria Geral Parlamentar da Câmara Municipal de São Paulo, em 12 de  janeiro de 2012&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17805679-7459026995831889241?l=blogdonori.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdonori.blogspot.com/feeds/7459026995831889241/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17805679&amp;postID=7459026995831889241&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/7459026995831889241?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/7459026995831889241?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://blogdonori.blogspot.com/2012/02/dia-em-memoria-ao-futebol-incansavel.html" title="" /><author><name>Nori</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11147091017997883627</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUADSHwycCp7ImA9WhRbEE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-17805679.post-5266797188157825373</id><published>2012-01-31T12:35:00.001-04:00</published><updated>2012-01-31T12:36:19.298-04:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-31T12:36:19.298-04:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Procuram-se ídolos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;desesperadamente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esporte e negócio cada vez mais se fundem, num processo irreversível. O esporte faz parte da indústria do entretenimento, da qual passou a ser&amp;nbsp;protagonista. Grandes personalidades esportivas disputam espaço com estrelas da música, do cinema, da TV.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um grande ator puxa bilheteria e até premiações para um filme teoricamente modesto. Uma grande banda pode vender milhões de cópias mesmo de um disco fraco. Muitas vezes um maestro midiático acaba chamando a atenção para uma orquestra que talvez não merecesse tanto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O jogo&amp;nbsp;hoje tem essas regras. O termo marketing é onipresente e, em certos casos, quem cuida dele nos dois lados do negócio se acha onipotente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os ídolos são fundamentais nesse processo. Eles puxam a venda de ingressos para jogos, espetáculos musicais e teatrais, alavancam a venda de produtos relacionados, tais como camisas de times, de bandas, cantores etc. Muitas vezes um clube de futebol fatura alto com&amp;nbsp;a exploração da imagem de um jogador, assim como uma produtora cinematográfica pode ganhar mais dinheiro vendendo bonecos dos personagens de um filme do que com a história&amp;nbsp;filmada propriamente dita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Brasil, em virtude de tudo isso colocado acima, nossos clubes de futebol e seus marqueteiros vivem procurando ídolos desesperadamente. Em alguns casos tentam até forjá-los ou exageram na avaliação. Como diz meu amigo e excelente jornalista e blogueiro &lt;a href="http://trivela.uol.com.br/blog/menon"&gt;Luís Augusto Simon&lt;/a&gt;, o Menom, o Deus Mercado aponta seu dedo para tudo e para todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Está cada vez mais difícil saber o que é verdade. A própria mídia, porque também se beneficia de ídolos, muitas vezes perde a sagrada isenção e acaba embarcando nesse processo, exagerando nos termos craque e herói, quando eles não se aplicam necessariamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Empresários super valorizam seus jogadores, tentando transformá-los em craques cobiçados por causa de meia-dúzia de boas atuações. Fala-se em propostas milionárias que chegaram, mas que não resistem a uma simples checagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje em dia os clubes preparam festas cinematográficas para bons jogadores como se eles fossem mitos, semideuses. No caso de alguns retornos fica evidente essa forçação de barra. O São Paulo fez uma festa belíssima para Luís Fabiano, que tinha saído do clube meio pela porta dos fundos, e retornou com status de ídolo que talvez não tivesse tido tempo de construir. Se ainda fosse a volta de Raí em 1998, essa sim muito mais impactante, e Raí muito mais importante como atleta para o clube. Ou mesmo o retorno de Muller. Luís Fabiano é muito bom jogador, mas não é Raí.Nem jogando, nem vendendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vágner Love no Flamengo é outro caso. Não se discute a qualidade do jogador, que é muito boa, embora ele esteja&amp;nbsp;longe de ser craque. Mas seu rendimento anterior e sua história como atleta&amp;nbsp;justificam tamanho frenesi? Ou seria uma forma de vitaminar ações de mercado, venda de camisas, obtenção de patrocínio etc?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso sem contar o investimento que os clubes fazem para repatriar esses jogadores, que voltam ao Brasil já em curva descendente na carreira e querendo ganhar salários de Europa pré-crise. O quadro que vemos hoje pinta uma realidade mais austera e menos barulhenta. As grandes camisas muitas vezes vão a campo por vários e vários meses sem exibir patrocínio máster. Quando o patrocínio é fechado, geralmente tem sido por valores abaixo do que se pedia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até com ídolos que superam a rivalidade clubística é difícil os clubes conseguirem grandes valores com ações de marketing e produtos. O Santos e o Palmeiras tentaram com bonecos de alguns jogadores e, embora houvesse algum sucesso, não foi nada de parar o trânsito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enfim, os clubes muitas vezes fecham negócios pagando salários estratosféricos para jogadores que tentam transformar em ídolos que talvez não sejam. Depois que o Corinthians apostou alto e se deu bem com Ronaldo, seus adversários achavam que fosse dar certo toda hora e que seria possível fazer jorrar ouro. Em alguns casos, por enquanto, parece mais ouro de tolo, principalmente com o próprio Corinthians no que se refere a Adriano. E Ronaldo é um só. Como atleta e como carisma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não me interessa quanto um atleta ganha de salário e tomara que todos recebam muito. Mas a relação custo/benefício e o que esse investimento traz de retorno para o clube, isso, sim, interessa. Quando leio notícias de jogadores pedindo 600 mil reais mensais e ainda exigindo bônus de produtividade, fico imaginando como os marqueteiros dos clubes tentariam obter retorno. Porque na maior parte dos casos fala-se de jogadores bons, no máximo muito bons. Não são craques, grandes ídolos, usinas de gols, títulos e retorno financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É preciso que os clubes brasileiros acordem do seu sonho de novo-riquismo enquanto ainda é tempo. Porque não faz sentido bater o bumbo e festejar contratações ao mesmo tempo em que se passa o pires pelo mercado ou não se consegue pagar salários em dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O negócio precisa de ídolos e eles realmente são bem vindos. Mas ídolos de verdade, não fabricados em reuniões de diretoria de marketing.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17805679-5266797188157825373?l=blogdonori.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdonori.blogspot.com/feeds/5266797188157825373/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17805679&amp;postID=5266797188157825373&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/5266797188157825373?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/5266797188157825373?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://blogdonori.blogspot.com/2012/01/procuram-se-idolos-desesperadamente.html" title="" /><author><name>Nori</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11147091017997883627</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUcFSHc_eCp7ImA9WhRUGEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-17805679.post-7185010228720152848</id><published>2012-01-29T17:36:00.000-04:00</published><updated>2012-01-29T17:36:59.940-04:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-29T17:36:59.940-04:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace; font-size: x-large;"&gt;Paixão contada com&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace; font-size: x-large;"&gt;talento e bom humor&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/--6UIVrUvxyI/TyW7fN09kaI/AAAAAAAAETU/xbJJ8nMmj78/s1600/capa.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/--6UIVrUvxyI/TyW7fN09kaI/AAAAAAAAETU/xbJJ8nMmj78/s320/capa.jpg" width="218" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;Vitor Guedes é um legítimo representante da boa família marista e da boa pena jornalística. Além de ser uma figuraça, que anima qualquer ambiente em que esteja.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;Se você ainda não lê, deveria começar a ler a coluna diária que ele assina no jornal Agora São Paulo, chamada Caneladas do Vitão. Ali ele desfila bom humor de maneira talentosa, para contar sua paixão pelo futebol e, em especial, por um time de futebol.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;Nesta segunda-feira, o Vítor lança "Paixão Corintiana", livro em que ele conta a história do Corinthians à sua moda. Com o prefácio luxuoso de outra craque, a jornalista Marília Ruiz, irmã do Vítor e também representante legítima da família marista nas letras jornalísticas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,Arial,helvetica,sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;Conheça  mais no site: &lt;/span&gt;&lt;a href="https://webmail.tvglobo.com.br/exchweb/bin/redir.asp?URL=http://mail.revistaforum.com.br/Redirect/mail.revistaforum.com.br/Redirect/futepoca.com.br/paixaocorinthiana/" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;http://futepoca.com.br/&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;paixaocorinthiana/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,Arial,helvetica,sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;Anote abaixo endereço e horário, e não perca. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,Arial,helvetica,sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;Lançamento  de Paixão Corinthiana, de Vitor Guedes&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,Arial,helvetica,sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;Artilheiros  Bar&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,Arial,helvetica,sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;Rua  Mourato Coelho, 1194&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,Arial,helvetica,sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;Segunda-feira,  30 de janeiro, 19h&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17805679-7185010228720152848?l=blogdonori.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdonori.blogspot.com/feeds/7185010228720152848/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17805679&amp;postID=7185010228720152848&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/7185010228720152848?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/7185010228720152848?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://blogdonori.blogspot.com/2012/01/paixao-contada-com-talento-e-bom-humor.html" title="" /><author><name>Nori</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11147091017997883627</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/--6UIVrUvxyI/TyW7fN09kaI/AAAAAAAAETU/xbJJ8nMmj78/s72-c/capa.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0MERH84fSp7ImA9WhRUF00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-17805679.post-4577283492465312816</id><published>2012-01-27T10:59:00.001-04:00</published><updated>2012-01-27T19:03:25.135-04:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-27T19:03:25.135-04:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;O drama da&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;aposentadoria&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-WGRlYUuK9Pg/TyK7ERW4e8I/AAAAAAAAETE/pbJCdzCA99k/s1600/zero.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-WGRlYUuK9Pg/TyK7ERW4e8I/AAAAAAAAETE/pbJCdzCA99k/s400/zero.jpg" width="267" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Com o fim da carreira de Marcos, o santo goleiro palmeirense, e as seguidas contusões de Rogério Ceni, o&amp;nbsp;mito são-paulino, um dos assuntos mais dramáticos do futebol, e do esporte em geral, volta à tona: aposentadoria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto a maioria dos trabalhadores vê na aposentadoria, se tiver alguma sorte, a possibilidade de um descanso merecido, no caso do atleta profissional,&amp;nbsp;o dia de terminar a carreira assemelha-se a uma sentença de morte. Porque o atleta profissional, principalmente o jogador de futebol, morre duas vezes. Quando pára de jogar e quando parte dessa para a melhor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos depoimentos importantes já foram dados sobre esse tema. O filme Boleiros, o primeiro, aborda, de maneira tocante, esse drama. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas eu nunca tinha visto, lido ou ouvido um relato tão fundamental e verdadeiro do que seja a vida de um ex-jogador de futebol, das boas e das más lembranças, antes de ler o belo livro "Crônicas de Um (ex) Jogador, de autoria de José Roberto Padilha, publicado pela editora &lt;a href="http://www.kbrdigital.com.br/"&gt;KBR&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ganhei o livro do próprio Zé Roberto, que enviou através de um amigo comum, o grande Tiãozinho, o "Imperador de Três Rios", parceiro de&amp;nbsp;memoráveis rachões no Clube Paineiras do Morumby. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em sua dedicatória, Zé Roberto classifica o livro como o "ocaso de um jogador de futebol". Simples e direto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zé Roberto foi ponta-esquerda da Máquina Tricolor, o sensacional time do Fluminense de meados dos anos 70 do século passado. Era bom jogador em uma época em que era muito mais difícil ser chamado de bom jogador. Passou com sucesso por Flamengo e Santa Cruz. Fora isso, estava muito bem acompanhado na Máquina, por gente como Edinho, Félix, Toninho, Rivellino, Marco Antônio, Zé Mário, Gil, Manfrini.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jornalista formado, treinador de futebol,&amp;nbsp;Zé Roberto conseguiu a rara façanha de capturar a essência da vida de um jogador&amp;nbsp;brasileiro e transmiti-la de forma direta, agradável, bem escrita e fluente. Desde as lembranças gostosas como as eternas resenhas, brincadeiras e aventuras, até&amp;nbsp;a angústia dos contratos, das mudanças de cidade e ambiente, do desemprego.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há dois momentos, entre muitos outros, que me tocaram em especial. Num deles, Zé Roberto recorda uma noite, quando jogava pelo Santa Cruz, na qual ele entende ter feito, talvez, a grande atuação da carreira. Mas era um jogo a mais, sem TV em rede nacional, um Santa Cruz x CRB. Zé Roberto gastou a bola e, recordando no livro, se pergunta por que aquela atuação perfeita não aconteceu no Maracanã, num Fla-Flu, com toda a grande mídia por perto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas se contenta ao final da partida, no vestiário, com o reconhecimento de Amauri, funcionário do Santa, que&amp;nbsp;reconheceu seu grande jogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro trecho em que Zé Roberto consegue passar, sem se fazer de vítima, todo o desrespeito e a politicagem que envolvem os ex-jogadores de futebol no Brasil, é o de uma festa nas Laranjeiras. Festa cujo objetivo "oficial" era celebrar o título brasileiro de 2010 e homenagear o time campeão brasileiro de 1970. O objetivo "real" era turbinar a campanha política de um candidato à presidência do clube.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zé Roberto pinta de nostalgia sua viagem pela aristocrática sede do Fluminense, carregando em lembranças e memórias a cada rosto amigo que cruzava. Mas é cirúrgico ao descrever o desprezo do clube, que sequer deixou seu nome na portaria - foi salvo e autorizado a entrar na sede por um ex-massagista que o reconheceu. Em resumo: deixou a festa antes da metade, maltratado, mal alimentado e&amp;nbsp;quase despercebido&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também descreve com rara sinceridade o sentimento de abandono ao ouvir o seguinte diálogo entre dois roupeiros do Flamengo, quando de sua passagem pelo clube: "Sabe quem está aí fora? O Liminha (volante de passagem importante pelo Rubro-Negro e jogador admirado por Zé Roberto, mesmo sendo ele torcedor confesso do Fluminense)." A resposta do segundo roupeiro tirou o chão de Zé Roberto, que se preparava para deixar o vestiário e conhecer o ídolo. "Deve estar desempregado. Ex-jogador quando vem ao clube é para pedir dinheiro".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Naquela abjeta festa nas Laranjeiras, Zé Roberto afirma ter sentido na pele o comentário preconceituoso daquele roupeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;Mais não conto porque o livro vale a pena ser saboreado por quem ama o futebol e respeita os verdadeiros autores de suas histórias: os jogadores.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17805679-4577283492465312816?l=blogdonori.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdonori.blogspot.com/feeds/4577283492465312816/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17805679&amp;postID=4577283492465312816&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/4577283492465312816?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/4577283492465312816?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://blogdonori.blogspot.com/2012/01/o-drama-da-aposentadoria-com-o-fim-da.html" title="" /><author><name>Nori</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11147091017997883627</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-WGRlYUuK9Pg/TyK7ERW4e8I/AAAAAAAAETE/pbJCdzCA99k/s72-c/zero.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEMFQX48eip7ImA9WhRUFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-17805679.post-6990623470272948596</id><published>2012-01-26T08:53:00.000-04:00</published><updated>2012-01-26T08:53:30.072-04:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-26T08:53:30.072-04:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Pitacos da rodada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E lá vou eu, tirando a ferrugem, preparando a volta ao trabalho, curtindo os últimos dias de férias e, claro, vendo a bola rolar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duas rodadas só reforçam minha tese sobre esse início de temporada nos estaduais, em especial o de São Paulo, atração da telinha do SporTV nesse&amp;nbsp;período. Deixo aqui o link para a coluna que publico às terças nos jornais da &lt;a href="http://www.redebomdia.com.br/blog/detalhe/3788/E+muito+cedo+para+se+fazer+previsoes"&gt;Rede Bom Dia&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A oscilação é mais do que normal entre os chamados grandes nesses primeiros dias. O Corinthians, por exemplo, jogou mais contra o time de empresários que agora se instalou em Guaratinguetá do que tinha feito contra o Mirassol. Para isso, se aproveita da boa organização tática que trouxe de 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oeste e São Paulo fizeram um jogo disputado em alta velocidade, mas desorganizado. Muita correria atrás da bola, parecendo pelada de criança. Onde estava a bola, tinha um monte de jogadores correndo em volta. Porque tem jogadores melhores, o Tricolor levou essa, mas poderia não ter levado, já que houve um gol mal anulado do Oeste. Destaque para o belo jogo do volante Wellington.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palmeiras e Lusa fizeram um clássico gostoso de assisitir, pegado, disputado, embora pobre tecnicamente. A Portuguesa mostrou uma forte marcação na saída de bola, escancarando a dificuldade palmeirense nesse tema. O Verdão, no entanto, criou mais oportunidades, perdeu muitas chances e até poderia ter vencido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Lusa carece de criatividade no meio-campo, embora seja um time muito organizado e rápido. Quem oferecer&amp;nbsp;o contra-ataque para a equipe do Canindé pode se dar mal. Henrique foi o mais atuante jogador da equipe. O Palmeiras sentiu a falta de um Valdívia mais atuante, teve Maikon Leite entrando muito bem no jogo, mas segue cometendo erros bobos na defesa.&amp;nbsp;Tinga esteve perdido como sempre e Daniel Carvalho mostrou inteligência e técnica, embora ainda sobrem quilos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como não vi os jogos de Inter e Flamengo na Libertadores,&amp;nbsp;falo dos resultados e das projeções. Pela fragilidade do Potosí, a tarefa do Flamengo, por ter marcado fora de casa, parece mais tranquila na volta. O Inter&amp;nbsp;enfrentará um adversário melhor, mais tradicional, jogando fora, mas mesmo assim tem bola e elenco para passar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17805679-6990623470272948596?l=blogdonori.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdonori.blogspot.com/feeds/6990623470272948596/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17805679&amp;postID=6990623470272948596&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/6990623470272948596?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/6990623470272948596?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://blogdonori.blogspot.com/2012/01/pitacos-da-rodada-e-la-vou-eu-tirando.html" title="" /><author><name>Nori</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11147091017997883627</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0MMQnk5eCp7ImA9WhRUEEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-17805679.post-5153808881912426520</id><published>2012-01-20T09:18:00.000-04:00</published><updated>2012-01-20T09:18:03.720-04:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-20T09:18:03.720-04:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Descaso aéreo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;e a fileira 14&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Viajo muito a trabalho. Uma parcela importante do meu tempo se passa em aeroportos ou em aviões. Por isso sinto-me no dever de compartilhar algumas situações que vivi e que devem ser frequentes para muitos outros brasileiros. Fala-se em caos aéreo. Acho que a palavra que se aplica é outra: descaso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O setor de aviação comercial no Brasil é, literalmente, um escândalo. Isso num País que será sede de Copa do Mundo, de Olimpíada, e tem potencial para ser um destino turístico internacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São situações banais que eu, você, todos nós enfrentamos, mas que expõem esse descaso de maneira revoltante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recentemente fui ao Japão para a cobertura da Copa do Mundo de Clubes da Fifa. Voos via Estados Unidos. Ainda a bordo dos aviões das companhias aéreas, uma americana e uma japonesa, você é informado do portão em que seu avião estacionará,&amp;nbsp;por onde você fará o desembarque, e em que esteira estarão suas malas. A chegada das malas geralmente acontece no tempo exato que o passageiro demora para se desvencilhar dos trâmites de alfândega e percorrer as distâncias internas do aeroporto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aeroporto no sentido correto da palavra. Os de Nova Iorque, Dallas, Tóquio e Nagóia são um tapa na cara dos brasileiros. Nada de luxo, mas de eficiência, limpeza e praticidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso sem citar os três grandes aeroportos da África do Sul, Durban, Joanesburgo e Cidade do Cabo. Nenhum aeroporto brasileiro paga placê para esses três sul-africanos. Os nossos são aeródromos de quinta categoria, escuros, ultrapassados e com banheiros imundos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então você precisa viajar pelo Brasil. Ou quer viajar, gozando o merecido período de férias. Aí vem não um tapa na cara, mas um soco na boca do estômago.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A começar por nossas companhias aéreas. Falta de informações, funcionários despreparados, confusos, estressados e mal pagos por empresas que lucram e lucram. Você se apresenta no portão de embarque apontado na passagem e começa a ouvir o sistema de som informar que o portão não é mais aquele. Isso acontece duas, três vezes. Em algumas delas o sistema de som é o pulmão de um funcionário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentro dos aviões, se você tiver sorte na escolha do lugar, pode gozar de alguns centímetros de espaço a mais. Mas na maioria dos casos, viverá a experiência de incorporar em uma sardinha em lata. Se quiser algo mais espaçoso, terá de pagar pelo indecente assento conforto, mais uma artimanha nojenta das companhias para conseguir&amp;nbsp;lucro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você, como eu, já teve o&amp;nbsp;desprazer de viajar na fileira 14 de algum Boeing 737-800 da Gol Linhas Aéreas Inteligentes (?) sabe do que estou falando. A impressão que fica é que os aviões das companhias aéreas brasileiras levam muito mais passageiros do que equivalentes comprados por empresas de outros países. E se pudessem, levariam alguém em pé ou, como dizem, até já levaram escondidinhos na cabine de comando. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duvido que algum figurão da Anac ou da Infraero já tenha vivido a experiência da fileira 14 de um Boeing 737-800 da Gol.&amp;nbsp;Ou pelo menos se interesse por isso. Terminada a experiência de viver algumas horas como se fosse o Houdini encaixotado, você só quer desembarcar e ir para casa. Mas fica&amp;nbsp;meia-hora dentro do avião até que decidam por onde você sairá. Se por um finger cheirando a mofo e cheio de goteiras ou pelo bom e velho ônibus com motoristas irritadiços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu, por exemplo, quando sai da lata, ops!, do meu assento do meio que não reclina&amp;nbsp;na fileira 14&amp;nbsp;do Boeing 737-800 da Gol, tive que tomar chuva para ir ao busão que nos deixou no setor de desembarque. Sequer um guarda-chuvazinho. Nisso a TAM pelo menos costuma pensar. Aí você precisa descobrir onde estará sua mala. Que demorou mais ou menos 45 minutos para aparecer, toda encharcada pela chuva. Mas você deu mais sorte que a passageira ao lado, que encontrou sua mala rasgada e provavelmente deve dar pela falta de alguma coisa que tenha comprado, furtada pela quadrilha que costuma agir no Aeroporto de Guarulhos. Quadrilha formada por funcionários do próprio aeroporto, que dispõem de detectores de metal e conseguem descobrir as malas que levam algum objeto de valor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o martírio não terminou. Não há trem, metrô. Para ir embora, ou você pega um ônibus caro ou então chama um táxi, igualmente caro, depois de ficar numa fila desorganizada. Se estiver chovendo, cuidado com as goteiras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aí vem o aspecto mais complicado desse mercado: a segurança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conheço gente que é da aviação e é séria. O que contam é de arrepiar. Com o mercado de venda de passagens aquecido, é preciso ter mais tripulações à disposição para utilizar ao máximo as aeronaves e encher os cofres. As leis da aviação civil são severas quanto ao tempo de descanso de uma tripulação entre um voo e outro. Mas embora severas, como muitas outras, essas leis são dribladas no Brasil com rara habilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E a qualificação profissional? A mão de obra é escassa, e um piloto comercial não pode simplesmente sair de um teco-teco e assumir o comando de um Airbus, de um Boeing. Embora os aviões sejam os mesmos, cada companhia recebe uma aeronave de acordo com uma especificação de motor, limite de peso, aviônicos etc. É preciso tempo de treinamento, capacitacão e testes para receber a carteira que permite pilotar aquele modelo específico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há uma grande necessidade de pilotos comerciais no Brasil. No entanto, algumas companhias, em especial as mais jovens, pagam salários muito abaixo da realidade do mercado internacional. O que fez com que um número importante de pilotos brasileiros optasse por trabalhar no Exterior. Pilotos com bagagem, muitas horas de voo, atraídos por bons salários e companhias sérias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas ainda que seja um oficial de alta patente na aviação militar, no mundo civil a realidade é outra. Tecnologias diferentes, procedimentos distintos, aeronaves com outros comandos e necessidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há alguns anos houve uma greve de pilotos na Argentina, onde a aviação sofre de problemas ainda mais sérios.&amp;nbsp;Como bom governo populista que quase sempre toca o território irmão,&amp;nbsp;a solução encontrada foi chamar a aeronáutica para assumir os voos civis. Até que houve um acidente com mortes com um Fokker, por pura falta de conhecimento e capacidade do piloto destacado para a "missão".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você sabia que as empresas aéreas brasileiras que voam para o Exterior são qualificadas em um grupo preocupante pelos controladores de voo dos grandes aeroportos? Isso significa dizer que não têm prioridade para pousos e desembarques. Qual o motivo? O precário conhecimento de inglês da maioria das tripulações. Por isso os pousos dessas companhias são feitos em regime de segurança máxima, porque pode ter ocorrido algum imprevisto na comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enfim, é triste que isso tudo aconteça em um país de dimensões continentais, onde o avião é uma necessidade, uma prioridade em alguns casos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossas companhias aéreas têm um histórico assustador. A Varig foi padrão de serviços e de excelência no serviço de bordo, mas faliu por ter sido administrada como uma estatal paquidérmica que distribuía passagens para gozar de prestígio e conseguir benefícios com o governo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes dela a Panair tinha sido dizimada por questões políticas pelo Governo Militar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A TAM se originou de um aventureiro apaixonado por aviação que ganhava a vida transportando carga, contrabandistas, garimpeiros etc. Seguiu pelos caminhos da Varig no que se refere a bajular o poder constituído e foi vendida para uma empresa chilena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Gol é uma empresa de ônibus que ganhou asas e cujo patriarca não mede esforços para eliminar a concorrência, se é que você me entende. Dê-se por satisfeito se ela o pegou no ponto X e o entregou no ponto Y, não interessa em que condições.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Azul parecia ser uma boa novidade, mas um olhar mais atento mostra que na verdade é mais um chamariz para algum comprador interessado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Avianca fazia a rota das plataformas de petróleo quando era Ocean Air. Tem crescido timidamente e parece ser uma empresa que promete, pelo menos, um pouco mais de conforto. Embora ainda seja muito pequena para poder oferecer um serviço abrangente e escapar de atrasos e cancelamentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Trip é uma regional também originada no transporte terrestre, de ônibus, e parece querer usar o avião para interligar suas plataformas em rodoviárias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E a Anac e a Infraero nessa? São aqueles cabidões de empregos que assistem a tudo isso e vez ou outra soltam relatórios pomposos, apontando crescimento em números e anunciando a obra de mais um puxadinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2014 vem aí e seja o que Deus quiser. Boa sorte a você que precisa ou quer viajar no período. Porque o descaso continua.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17805679-5153808881912426520?l=blogdonori.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdonori.blogspot.com/feeds/5153808881912426520/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17805679&amp;postID=5153808881912426520&amp;isPopup=true" title="8 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/5153808881912426520?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/5153808881912426520?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://blogdonori.blogspot.com/2012/01/descaso-aereo-e-fileira-14-viajo-muito.html" title="" /><author><name>Nori</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11147091017997883627</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkIHRXs6cCp7ImA9WhRVE00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-17805679.post-6147459256168515947</id><published>2012-01-11T12:48:00.002-04:00</published><updated>2012-01-11T12:48:54.518-04:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-11T12:48:54.518-04:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Encontros e despedidas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class="messageBody" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:3}"&gt;Sempre é um choque receber a notícia da partida precoce de um amigo. Respeito aqui o fato desse amigo, parceiro de jornada nos tempos da faculdade, ser extremamente discreto e não cito nomes. Mas fica a lição passada pela amizade sincera, a risada franca que vencia a timidez e o companheirismo construído em quatro anos de convivência. A vida teima em separar as pessoas porque é assim mesmo. Mas não devemos separar as lembranças e as amizades construídas nessa caminhada. Espero que todos que convivemos com esse amigo possamos ter acrescentado em sua vida o que ele certamente acrescentou à nossa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17805679-6147459256168515947?l=blogdonori.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdonori.blogspot.com/feeds/6147459256168515947/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17805679&amp;postID=6147459256168515947&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/6147459256168515947?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/6147459256168515947?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://blogdonori.blogspot.com/2012/01/encontros-e-despedidas-sempre-e-um.html" title="" /><author><name>Nori</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11147091017997883627</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0QNQHs5fyp7ImA9WhRWF0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-17805679.post-7293974516178036032</id><published>2012-01-05T14:49:00.000-04:00</published><updated>2012-01-05T14:49:51.527-04:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-05T14:49:51.527-04:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Marcão eterno&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Poucos são os jogadores de futebol no Brasil que conseguem pairar acima da rivalidade às vezes insana que separa os grandes clubes. Mais que poucos, são raros. A essa&amp;nbsp;estirpe une-se agora, na anunciada aposentadoria, o goleiro Marcos, para sempre do Palmeiras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem ídolos que fazem média com os próprios torcedores, talvez sem saber que nem disso precisam. Mas insistem em fazê-lo, pensando nos juros e dividendos dessa atitude.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marcos é um ídolo especial, e transcende a grandeza dos milhões de torcedores que o santificaram porque nunca fez média com nada e com ninguém. É o que é, na alegria e na tristeza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em minha carreira de jornalista tive o prazer de dividir as famosas resenhas com o Marcão em várias oportunidades. Em aviões, hotéis, estúdios de TV, após treinamentos e jogos. Assim como tive a honra de entrevistá-lo e certificar-me que não havia personagem&amp;nbsp;que entrasse em cena com as luzes da TV ou os microfones. Era o mesmo cara em on e em off.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fui espectador privilegiado de algumas das maiores atuações&amp;nbsp;já protagonizadas por um goleiro. No período de 1998 a 2002 Marcos foi soberbo. Muitas vezes beirou o sobrenatural. Foi decisivo em diversas conquistas do Palmeiras e fundamental na Copa do Mundo de 2002, com atuações irretocáveis contra a Bélgica e na final, diante dos alemães.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sua liderança emanava da maneira mais natural, a carismática. Marcos é daqueles líderes que são eleitos pelo grupo, não dos que se impõem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao não abandonar seu clube quando houve o rebaixamento,&amp;nbsp;mostrou, sem gestos encenados e ensaiados, que era mais que um atleta profissional exemplar, mas um símbolo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O futebol precisa urgentemente de jogadores desse tipo. O esporte precisa, porque pela repercussão que gera e palas emoções que proporciona,&amp;nbsp;não pode ficar refém de um certo tipo de ídolo que atua diante das câmeras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais que as defesas inesquecíveis, os títulos incontáveis e as risadas que proporcionou, Marcos deixa como legado algo cujas jazidas estão se esgotando: a autenticidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bom descanso e sucesso na nova vida, Marcão! Você é eterno.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17805679-7293974516178036032?l=blogdonori.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdonori.blogspot.com/feeds/7293974516178036032/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17805679&amp;postID=7293974516178036032&amp;isPopup=true" title="7 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/7293974516178036032?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/7293974516178036032?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://blogdonori.blogspot.com/2012/01/marcao-eterno-poucos-sao-os-jogadores.html" title="" /><author><name>Nori</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11147091017997883627</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEENRX04cCp7ImA9WhRWEEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-17805679.post-2338024414494306974</id><published>2011-12-28T08:51:00.000-04:00</published><updated>2011-12-28T08:51:34.338-04:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-28T08:51:34.338-04:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 16pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Muito barulho por nada*&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 16pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Essa coluna eu escrevi para ser publicana no Diário de S.Paulo, mas esqueci que nessa época do ano as colunas deixam de ser publicadas. Efeito retardado do fuso japonês. Mas fica aqui o registro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 14pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Por enquanto, grandes paulistas fizeram espuma. Poucas contratações e nada de protagonistas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Se depender do que aconteceu até agora em termos de contratações, 2012 será um ano pouco auspicioso para os torcedores dos quatro grandes times de São Paulo. Em meio a promessas e ilusões, por enquanto não se concretizou nenhum reforço que merecesse manchete ou festa dos torcedores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A impressão que fica é que entre as assustadoras pedidas dos jogadores e de seus empresários e a realidade financeira dos clubes parece existir um oceano de incertezas. A crise econômica é uma realidade e certamente chegará ao Brasil. Os valores astronômicos que os clubes sonhavam conseguir com marketing e patrocínios estão sendo revistos sempre para baixo, o que tem impacto na política de contratações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Quem mais se mexeu por enquanto foi o São Paulo. Não fez contratação de impacto, é verdade. Trouxe uma promessa, o lateral Bruno Cortês, um volante experiente, Fabrício, um meia que ainda não vingou, Maicon, e zagueiros que disputaram um bom Brasileiro, Paulo Miranda e Edson Silva. Nada que justifique apresentação no Morumbi, nem que corrija o maior defeito do time em 2011, a falta de criatividade no meio-campo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O Corinthians busca, com tem sido sua marca registrada recentemente, uma contratação que faça barulho. No caso, o argentino Montillo, que tem potencial para conseguir mais que reverberação, porque joga muito. Mas será que vale a pena gastar quase toda a verba de contratações com apenas um atleta? Ou seria melhor reforçar as laterais, por exemplo? Ter mais atacantes que possam jogar de fato e não de vez em quando?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O Santos deve ter se assustado com o que não fez no Japão e precisa melhorar sua frágil linha defensiva. Além de buscar gente que possa ocupar a vaga de Neymar quando ele estiver com a seleção. Mas o grande problema, de fato, é aproximar o desempenho da defesa do rendimento do ataque.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O Palmeiras segue sendo maltratado pelos seus ultrapassados dirigentes. Não contrata e ainda faz um negócio de deixar arrepiado até o pior dos comerciantes, ao aceitar pagar uma fortuna por Valdívia, aumentando as dívidas. Em vez de trazer os camarões de Felipão, paga caro por um prato servido requentado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A Lusa não tem a realidade financeira dos quatro parceiros, então os sonhos são mais modestos. O que pode ser interessante, pela realidade do mercado. Pouca gente boa, muita gente média e pedindo alto demais. Com inteligência, dá para montar um time competitivo, de acordo com o que se apresenta. O mesmo vale para a Ponte Preta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;strong&gt;Quem procura....&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Adriano telefonou para dirigentes corintianos choramingando que é zicado, que tudo acontece com ele. Tadinho... Seria o caso de alguém lembrar ao atacante o velho ditado popular do quem procura, acha. Quem brinca com bola certamente colhe coisas bem diferentes do que quem anda com revólver no carro. Lamentável!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt; &lt;strong&gt;Velhos fantasmas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Em vez de renovação e ideias arejadas, eis que o noticiário político do Palmeiras aponta para uma possível volta de Mustafá Contursi ao poder. Depois o torcedor custa a compreender porque o time só patina. O tempo passou na janela e só os dirigentes palmeirenses não viram. Desse jeito a fila não anda.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;strong&gt;Chega de testes&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;2012 é ano-chave para Mano Menezes na seleção brasileira. O time empacou em 2011, não teve quase nada de aproveitável. Hoje temos Espanha, Alemanha, Holanda e Uruguai muito à frente do Brasil. É hora de dar uma cara ao time, não apenas um uniforme. A Olimpíada será uma boa vitrine do que a nova geração pode oferecer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;strong&gt;Nó Tático&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A devastadora vitória do Barcelona sobre o Santos ainda renderá muito debate em 2012. Na mídia, no boteco, no clube, na praia. Mas será que onde deve acontecer o debate ele realmente surgirá? Nos clubes, nas federações, na CBF?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Honestamente, duvido. Os dirigentes e treinadores brasileiros são dotados de tal nível de soberba atualmente que não conseguem, na maioria dos casos, enxergar um palmo adiante do nariz de Pinóquio. Poucos pensam no futuro, no que pode acontecer com seus clubes e seus negócios em quinze, vinte anos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O Barcelona pensou 30 anos antes para colher o que tem hoje. Enquanto os clubes brasileiros correm atrás de dinheiro para comprar jogadores, o time catalão ganha o mundo com nove atletas criados em sua base. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Por aqui assistimos a clubes grandes verificarem, estarrecidos, que seus elencos contam com pouquíssimos atletas que pertencem a eles. Na maioria, são ativos de empresários.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mas o que fica de questionamento, o mais grave, é saber quem são os treinadores da base? O que podem ensinar aos jogadores? Como estão contribuindo para a formação dos atletas? Porque é como na educação formal. Não adianta querer ensinar tabuada e concordância na faculdade se isso não foi feito da maneira correta lá atrás, no ensino básico. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Por isso muitos dos nossos zagueiros se apavoram quando recebem uma bola recuada, nossos laterais precisam ajeitar a bola dez vezes antes de cruzar, nossos atacantes cabeceiam de olhos fechados e por aí vai.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Nada se ensina sem bons professores. Adaptando a frase do Felipão, não adianta pedir camarão se da cozinha não sai nem um feijãozinho bem temperado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17805679-2338024414494306974?l=blogdonori.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdonori.blogspot.com/feeds/2338024414494306974/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17805679&amp;postID=2338024414494306974&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/2338024414494306974?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/2338024414494306974?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://blogdonori.blogspot.com/2011/12/muito-barulho-por-nada-essa-coluna-eu.html" title="" /><author><name>Nori</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11147091017997883627</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUICQ3czfCp7ImA9WhRXFEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-17805679.post-950754908179092386</id><published>2011-12-21T07:39:00.000-04:00</published><updated>2011-12-21T07:39:22.984-04:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-21T07:39:22.984-04:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;De 2008 a 2011,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;lições do "balón"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reproduzo aqui o texto que publiquei ainda em Viena, horas após a Espanha conquistar a Euro 2008 e iniciar seu domínio sobre o futebol mundial, referendado pelo Barcelona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao retomar o texto reflito e convido os que aqui passam, para refletir sobre o que aconteceu com o futebol brasileiro desde então.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada vez mais me convenço que, embora ainda brotem talentos, nossos dirigentes e treinadores caminham para o lado oposto do que indica a armada espanhola com sotaque catalão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Feliz Natal e um ótimo 2012 a todos!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://blogdonori.blogspot.com/2008/06/fria-espanha-reina-soberana-sobre-o.html"&gt;http://blogdonori.blogspot.com/2008/06/fria-espanha-reina-soberana-sobre-o.html&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="fauxcolumn-outer fauxcolumn-left-outer" style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: white; bottom: 0px; color: #666666; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 12px/normal &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, Trebuchet, Verdana, sans-serif; left: 0px; letter-spacing: normal; orphans: 2; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; position: absolute; text-indent: 0px; text-transform: none; top: 0px; white-space: normal; widows: 2; width: 0px; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;div class="fauxborder-left" style="background-repeat: no-repeat repeat; height: 3154px; position: relative;"&gt;&lt;br class="Apple-interchange-newline" /&gt;&lt;div class="fauxborder-right" style="background-position: 100% 0%; background-repeat: no-repeat repeat; height: 3154px; position: absolute; right: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="fauxcolumn-inner" style="border-right-color: transparent; border-right-style: solid; border-right-width: 1px; height: 3154px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="cap-bottom" style="background-position: 0% 100%; background-repeat: repeat no-repeat; height: 0px; position: relative;"&gt;&lt;div class="cap-left" style="background-position: 0% 100%; background-repeat: no-repeat no-repeat; float: left; height: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="cap-right" style="background-position: 100% 100%; background-repeat: no-repeat no-repeat; float: right; height: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="columns-inner" style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: white; color: #666666; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 12px/normal &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, Trebuchet, Verdana, sans-serif; letter-spacing: normal; min-height: 0px; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;div class="column-center-outer" style="float: left; position: relative; width: 570px;"&gt;&lt;div class="column-center-inner" style="padding: 0px;"&gt;&lt;div class="main section" id="main" style="margin: 0px 1em;"&gt;&lt;div class="widget Blog" id="Blog1" style="line-height: 1.4; margin: 0px 0px 30px; min-height: 0px; position: relative;"&gt;&lt;div class="blog-posts hfeed"&gt;&lt;div class="date-outer"&gt;&lt;h2 class="date-header" style="color: black; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: bold 11px/normal &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, Trebuchet, Verdana, sans-serif; margin: 0px 0px 1em; min-height: 0px; position: relative; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;span style="background-color: #bbbbbb; color: white; letter-spacing: 3px; margin: inherit; padding: 0.4em;"&gt;DOMINGO, JUNHO 29, 2008&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="date-posts"&gt;&lt;div class="post-outer"&gt;&lt;div class="post hentry uncustomized-post-template" style="margin: 0px 0px 45px; min-height: 0px; position: relative;"&gt;&lt;a href="" name="4968942728363944075"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="post-header" style="font-size: 11px; line-height: 1.6; margin: 0px 0px 1.5em;"&gt;&lt;div class="post-header-line-1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body entry-content" id="post-body-4968942728363944075" style="font-size: 13px; line-height: 1.4; position: relative; width: 546px;"&gt;&lt;span style="font-size: 24px;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;FÚRIA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 24px;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A Espanha reina soberana sobre o futebol europeu, 44 anos depois de seu primeiro título. Finalmente o futebol jogado pelos espanhóis se equivale ao bom futebol jogado na Espanha (quase sempre por estrangeiros, diga-se). Há muito o que comemorar, não apenas pelos espanhóis, com essa Uefa Euro 2008.&lt;br /&gt;
Pelo lado de Castela e Aragão, além da conquista, é mais do que justo celebrar o futebol de um Iniesta, rápido e habilidoso, de um Fabregas, do grande goleiro Casillas. E com a providencial ajuda brasileira, um senhor volante chamado Marcos Senna, tipo dono do time, passe preciso, marcação incansável. Se ele faz o segundo gol naquela jogada maravilhosa que ele mesmo iniciou, viraria mito na terra de Cervantes.&lt;br /&gt;
Que dizer de Fernanto Torres? forte como um cavalo, oportunista como o herói espanhol de 1964, Marcelino.&lt;br /&gt;
Da Alemanha há quase nada a destacar. Fora Schweinsteiger, craque mesmo, o time foi uma pálida lembrançda da esquadra poderosa e confiante de outras jornadas. Podolski pipocou, Ballack, se estava machucado, deveria ter pedido para sair, pois praticamente não entrou. Metzelder é fraco demais.&lt;br /&gt;
Para o mundo, a Europa passa a mensagem de que o futebol pode ser mais livre das amarras táticas, das teorias professorais dos treinadores, e deve ser entregue cada vez mais aos jogadores, pois talento, felizmente, ainda há de sobra.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17805679-950754908179092386?l=blogdonori.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdonori.blogspot.com/feeds/950754908179092386/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17805679&amp;postID=950754908179092386&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/950754908179092386?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/950754908179092386?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://blogdonori.blogspot.com/2011/12/de-2008-2011-licoes-do-balon-reproduzo.html" title="" /><author><name>Nori</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11147091017997883627</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUcMSHY_eip7ImA9WhRQFko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-17805679.post-5863155108965843524</id><published>2011-12-11T10:52:00.002-04:00</published><updated>2011-12-12T04:04:49.842-04:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-12T04:04:49.842-04:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Semifinal é desafio&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;psicológico no&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;Mundial de Clubes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estou no meio da viagem para meu terceiro Mundial de Clubes in loco. Gosto da competição, que ainda precisa se ajustar à questão meio doida do calendário internacional do futebol. O que parece muito difícil de ser conseguido. Afinal, os interesses de cada país precisam ser respeitados, assim como suas diferenças climáticas, culturais etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessas três edições no local e em outras que vi pela TV, cheguei a uma conclusão que compartilho com vocês, teclando enquanto não chega a hora de embarcar para 14 horas de voo de Nova Iorque a Tóquio. A de que a semifinal é a partida, no fundo, mais difícil e psicologicamente complicada para os times europeus e sul-americanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas por quê? Simples, porque é o jogo que os times grandes que vão ao Mundial não podem perder. Perder a decisão em jogo único contra um rival de peso, o que vale para sul-americanos e europeus, faz parte. Duro é cair na semifinal ante um time sem grande tradição. Os colorados ainda sentem a dor da derrota para o Mazembe e seus reflexos. O São Paulo sofreu barbaridade ante um time saudita em 2005, o próprio Inter suou sangue na semi de 2006, anes da glória contra o Barça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Testemunhei&amp;nbsp;esse nervosismo dentro do campo, em 2006, quando assisti a semifinal&amp;nbsp;no gelado gramado do estádio Nacional de Tóquio. O peso dessa derrota, digamos, proibida, fez o jogo ficar muito mais complicado do que deveria ser. O Al Ahly jogou leve, solto, enquanto o Colorado era um time tenso, travado. Na final, contra o Barça, os comandados de Abel Braga jogaram com mais leveza do que na semifinal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eis que no meio do caminho santista aparece o Kashiwa de Nelsinho Batista, de Leandro Domingues e Jorge Wagner. Sempre achei que seria mais complicado esse adversário que o Monterrey. Porque vem em ritmo de competição, joga em casa, adaptado ao clima e não tem muito a perder. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Santos é melhor, tem craques que podem decidir o jogo, mas precisa controlar a ansiedade e essa armadilha de se falar sempre na final, de se almoçar e jantar Barcelona antes de papar a entrada, que é o time japonês. Que não pode ser tratado como aperitivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17805679-5863155108965843524?l=blogdonori.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdonori.blogspot.com/feeds/5863155108965843524/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17805679&amp;postID=5863155108965843524&amp;isPopup=true" title="10 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/5863155108965843524?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/5863155108965843524?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://blogdonori.blogspot.com/2011/12/semifinal-e-desafio-psicologico-no.html" title="" /><author><name>Nori</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11147091017997883627</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkEBQ3g-cSp7ImA9WhRQEUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-17805679.post-3761435922274891729</id><published>2011-12-06T07:24:00.000-04:00</published><updated>2011-12-06T07:24:12.659-04:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-06T07:24:12.659-04:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h3 class="blogTit" style="-webkit-text-size-adjust: none; background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; float: left; font-family: Arial; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto; text-decoration: none; width: 661px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="blogTit" style="-webkit-text-size-adjust: none; background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; float: left; font-family: Arial; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto; text-decoration: none; width: 661px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Coluna publicada terça-feira no Diário de S.Paulo&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="blogTit" style="-webkit-text-size-adjust: none; background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; float: left; font-size: 25px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto; text-decoration: none; width: 661px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Segredos foram&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="blogTit" style="-webkit-text-size-adjust: none; background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; float: left; font-size: 25px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto; text-decoration: none; width: 661px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Tite e comando&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="coluna1" style="-webkit-text-size-adjust: none; background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; float: left; font-size: 10px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 20px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: -webkit-auto; text-decoration: none; width: 300px;"&gt;&lt;div class="conteudoGC" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; float: left; font-size: 13px; letter-spacing: 0.2px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; overflow-x: hidden; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none; width: 289px;"&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 20px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Uma das muitas teorias proferidas sobre o futebol reza que jogadores ganham jogos e treinadores ganham campeonatos. Todas as teses têm certa lógica quando se trata desse jogo, mas, no caso do Corinthians campeão brasileiro de 2011, parece que essa do trabalho do técnico faz todo o sentido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 20px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Daqui a muitos anos, quando os corintianos forem recordar esse título, dificilmente ele será associado a um jogador, especificamente. Não será o Corinthians do Neto, do Marcelinho, do Ronaldo. Mas será, sempre, o Corinthians do Tite.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 20px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quando acontece uma conquista marcada pelo equilíbrio, pelo drama e pela incerteza até os minutos finais, sempre se procura uma explicação, um momento, a fagulha decisiva. O Timão desta temporada não teve craques. Individualmente, os maiores destaques talvez tenham sido Ralf e Paulinho, jogadores muito mais táticos do que técnicos. Não houve um artilheiro fundamental, nem um cérebro pensador.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 20px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas houve um olhar preciso e eficiente sobre as características do time. Esse olhar veio do banco, veio de Tite. Ele mesmo, tão criticado, chamado de burro, cuja cabeça foi pedida diversas vezes por diretores corintianos, por comentaristas e colunistas.&amp;nbsp;Tite sempre soube que não tinha um esquadrão em mãos. Teve a confirmação disso quando viu a Taça Libertadores voar pela janela, com atuações sofríveis dos medalhões Ronaldo e Roberto Carlos. Sacou, naquele momento, que marketing é para os marqueteiros e, para ganhar alguma coisa, precisaria superar a falta de inspiração com excesso de transpiração.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 20px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quando a coisa ameaçou degringolar, o Tite de voz mansa, apaziguador, discurso de motivador em formato de catequista, mostrou que mandava de fato no time. Tirou quem achou que deveria tirar e jogou a responsabilidade para os atletas antes do clássico contra o São Paulo. Ali, definitivamente, ganhou o grupo, respaldado pelo presidente do clube alvinegro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 20px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Aliás, nos bastidores, o Corinthians teve em Andrés Sanchez e no diretor Edu Gaspar figuras fundamentais, também decisivas. Blindaram o elenco, mas também cobraram duro quando foi preciso, respaldaram o treinador e fizeram a ligação entre grupo e chefe, que costuma ser uma armadilha no futebol.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 20px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Houve outro momento fundamental: a derrota para o América Mineiro. Ali se manifestou o mortal pecado da preguiça. O time vestiu um salto alto a cujo luxo não poderia se dar. Tite passou o recado claramente, até via mídia, e quem ouviu garante que muito mais claramente para direção e jogadores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 20px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Além disso, o Corinthians fez uma largada cinematográfica, errou pouco nas tomadas de curva e, na reta de chegada, arrancou para a conquista com desempenho superior ao dos rivais. O título é incontestável e merecidíssimo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 20px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Que Tite saiba aproveitá-lo com a sabedoria dos grandes e não se deixe levar pela soberba que costuma afetar treinadores que deixam a turma dos bons e muito bons para ingressar no seleto clube dos ótimos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 20px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 20px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Verdão opaco&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 20px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;" /&gt;A falta de brilho do Palmeiras em 2011 é reflexo da falta de atitude e conhecimento do tema futebol de seus dirigentes. Enquanto não entenderem que futebol se faz com gente do ramo e são eles mesmos, os corneteiros, quem mais atrapalham o clube, esses dirigentes só proporcionarão tristeza e decepção aos palmeirenses.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 20px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fabulosa antítese&lt;/b&gt;&lt;br style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;" /&gt;Luís Fabiano foi a antítese do elenco do São Paulo em 2011. Mesmo jogando pouco tempo, fez muito mais do que a maioria, evidenciando a diferença técnica e de personalidade que há entre ele e a maioria dos demais. Personalidade é a premissa para a montagem de um elenco melhor em 2012.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 20px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Tri é possível&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 20px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;" /&gt;Não acho que uma eventual final de Mundial de Clubes entre Barcelona e Santos seja uma barbada para os catalães. Claro que o Barça é mais time, mas qualquer grande equipe brasileira provoca calafrios nos equivalentes europeus. Que a maldição de Mazembe não nos prive desse jogo espetacular.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 20px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nó tático&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 20px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;" /&gt;Foi-se o Doutor Sócrates. Estive muitas vezes com ele, embora não possa dizer que tenha chegado a ser seu amigo. Mesmo assim, o papo era sempre franco, divertido, o que disfarçava uma grande timidez. Ele chegava para a conversa, colocava a mão no seu ombro e falava e ouvia por horas. Esse, sim, era o maior vício do Magrão, o bate-papo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 20px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Como jogador, foi um craque improvável. Era bater o olho nele e duvidar de que pudesse ser boleiro. Magro, desengonçado, pernas finas. Mas era gênio. O que a maioria precisava de músculos, preparo físico e correria para fazer ele resolvia com um toque, de calcanhar que fosse. Sócrates representava em campo a vingança de todo garoto desengonçado que sonhava em ser jogador de futebol e era expulso de campinhos de várzea e de peneiras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 20px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ele provava que era possível, sim, jogar futebol, sem ser baixinho, troncudo e perna grossa. Assim como outro craque improvável tinha feito anos antes, baseado em pernas tortas angelicais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 20px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Talvez sem querer, Sócrates deixa a lembrança de um futebol que não existe mais e provavelmente jamais volte a existir. E, também, uma mensagem subliminar contra todos os tipos de excessos que a vida, em especial a de alguém famoso e genial, possa proporcionar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17805679-3761435922274891729?l=blogdonori.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdonori.blogspot.com/feeds/3761435922274891729/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17805679&amp;postID=3761435922274891729&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/3761435922274891729?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/3761435922274891729?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://blogdonori.blogspot.com/2011/12/coluna-publicada-terca-feira-no-diario.html" title="" /><author><name>Nori</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11147091017997883627</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0EDQH4yfip7ImA9WhRREU4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-17805679.post-8593887614100266390</id><published>2011-11-24T09:01:00.000-04:00</published><updated>2011-11-24T09:01:11.096-04:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-24T09:01:11.096-04:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Efeito suspensivo no Stjd!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Confesso que não aguento mais essas notícias de efeito suspensivo no futebol brasileiro. Indepentemente de camisa, de time, é um festival de desrespeito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como disse um twitteiro outro dia, é melhor abrir um supermercado, porque tudo vira distribuição de cesta básica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se é para suspender e depois conceder efeito suspensivo, melhor não suspender ninguém, porque falta uniformidade de critérios. Porque alguns são suspensos e não recebem efeito suspensivo e outros recebem?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que os torcedores mais exaltados me perdoem, mas nessa todo mundo já foi beneficiado na história. Os vascaínos reclamam, com razão, do efeito suspensivo concedido ao Sheik, do Corinthians. Mas Edmundo jogou a final do Brasileiro de 97 numa situação em que, se não estou enganado, a nomenclatura não era efeito suspensivo, mas uma antecipação de julgamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deveria ser tudo mais prático e menos ritual. Claro que todo mundo tem direito a defesa, mas é preciso terminar com essa confusão de penas em jogos ou em dias, de artigos que&amp;nbsp;estabelecem suspensões que vão de 60 a 700 dias, uma coisa sem nexo, sem lógica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também é preciso estabalecer critérios para a procuradoria. Não adianta se basear apenas em imagens de TV, porque um dia elas podem faltar. E a lei tem que ser universal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez seja melhor conceder efeito suspensivo ao Stjd para que ele seja reciclado.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17805679-8593887614100266390?l=blogdonori.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdonori.blogspot.com/feeds/8593887614100266390/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17805679&amp;postID=8593887614100266390&amp;isPopup=true" title="6 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/8593887614100266390?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/8593887614100266390?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://blogdonori.blogspot.com/2011/11/efeito-suspensivo-no-stjd-confesso-que.html" title="" /><author><name>Nori</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11147091017997883627</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUYERH88fCp7ImA9WhRSFU4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-17805679.post-8334253464988076705</id><published>2011-11-17T09:38:00.000-04:00</published><updated>2011-11-17T09:38:25.174-04:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-17T09:38:25.174-04:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Números falam mais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;alto que&amp;nbsp;a bola do líder&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Brasileirão chegou a um ponto em que resumo com a seguinte frase:&amp;nbsp;agora é o Corinthians que perderá o título, não outro time que virá a ser campeão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Explico: para deixar escapar seu quinto título nacional, o alvinegro paulista precisará cometer vacilos numa estrada que se oferece cada vez mais livre. Ou trocando em miúdos, a Fiel pode apostar mais nos números que na bola do time. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não significa dizer que o time está blindado contra vacilos. Já cometeu vários durante a competição. Acontece que os outros vacilaram mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na ponta do lápis, o Corinthians será campeão, sem precisar de tropeços dos rivais, com mais sete pontos. Um empate e duas vitórias, ou 77%,77 de aproveitamento. Cabalísticos corintianos de plantão observarão algo de cósmico nesses números, certamente. Não é pouco, mas o que os outros precisam é muito mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para chegar&amp;nbsp;a esse aproveitamento, o Timão&amp;nbsp;jogará contra Atlético Mineiro, em casa, Figueirense, fora, e terá o clássico contra o Palmeiras. O jogo-chave parece ser o duelo contra o Galo, que luta para permanecer na Série A e tem um time que sugere mais pontos do que conquistou pela qualidade. Nova vitória, mesmo que os rivais diretos somem três pontos, deixaria o Corinthians com dois de vantagem e seis em disputa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Vasco, que marcou bobeira contra o Palmeiras,&amp;nbsp;precisa tirar uma diferença de três pontos, porque ficou duas vitórias para trás. Enfrentará o Avaí em casa e dois clássicos: Fluminense e Flamengo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Flu tem o mesmo número de vitórias do líder, mas está cinco pontos atrás. Enfrenta, pela ordem, Figueirense, fora de casa, e os clássicos contra Vasco e Botafogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Figueira precisa tirar seis de diferença para o líder, com o diferencial de enfrentar o Corinthians em casa e poder arrancar três desses pontos por conta própria. Antes precisa vencer o Flamengo, ainda hoje, e também buscar pontos do Fluminense.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como se vê, muita gente que está abaixo do Corinthians se enfrentará, o que reforça minha tese de que agora o time paulista só perde para ele mesmo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se for campeão, o que é bastante provável, o Corinthians será um detentor de título premiado pela regularidade e não pelo bom futebol. Há pelo menos dois times que, de fato, estão jogando melhor que o Corinthians: Vasco e Figueirense. Mas o que interessa é somar mais pontos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contra&amp;nbsp;o Ceará, o líder, novamente, ficou devendo futebol no primeiro tempo. Além de postura de líder. Foi acuado e pressionado por uma equipe seriamente ameaçada de rebaixamento. Na etapa final, mais corajoso e beneficiado pelo nervosismo evidente do&amp;nbsp;Ceará, o Corinthians se soltou um pouco e venceu numa jogada individual de um atleta que anadava esquecido e marcado pela torcida, o peruano Cachito Ramirez. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo do jogo, foi salvo por Júlio César, goleiro que é outro alvo frequente de críticas por parte dos torcedores. E que encabeça a defesa que menos sofreu gols no campeonato: 35. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17805679-8334253464988076705?l=blogdonori.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdonori.blogspot.com/feeds/8334253464988076705/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17805679&amp;postID=8334253464988076705&amp;isPopup=true" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/8334253464988076705?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/8334253464988076705?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://blogdonori.blogspot.com/2011/11/numeros-falam-mais-alto-que-bola-do.html" title="" /><author><name>Nori</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11147091017997883627</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkAEQXs6eip7ImA9WhRSFEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-17805679.post-2593841352330104251</id><published>2011-11-16T07:58:00.000-04:00</published><updated>2011-11-16T07:58:20.512-04:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-16T07:58:20.512-04:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Emocional atrapalha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;o voleibol feminino&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda que algumas ausências importantes e o fato de ainda estar em curso a busca por uma nova levantadora, há um problema maior que aflige a seleção feminina de vôlei na Copa do Mundo. É uma questão emocional, muitas vezes e em alguns casos pessoal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse tipo de problema é o mais difícil de administrar e configura-se na principal diferença do trabalho de um treinador no comando de homens e mulheres. O homem é mais tosco e muita coisa se resolve na porrada, no grito, e tudo fica bem dez minutos depois. A mulher tem nuances com as quais os homens não sonham,&amp;nbsp;e uma crise particular, de cunho pessoal, amoroso, seja lá o que for, tem contornos muito mais sérios para uma equipe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tecnica e taticamente, a questão de se buscar uma levantadora demanda tempo. Fofão tinha muito tempo de seleção, conhecia as jogadoras, que as conheciam. O levantador é o atleta no voleibol que precisa armazenas mais informações. Sobre o bloqueio adversário, os sacadores adversários e, principalmente, sobre os atacantes que vai abastecer em seu próprio time. Cada atacante gosta de um tipo de bola. Um mais veloz, outro mais alta e por aí vai. Quando se tem uma levantadora da longevidade e técnica de Fofão tudo fica mais fácil. A mudança demanda tempo e paciência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão emocional é muito mais complicada. Muitas jogadoras são mães, esposas, namoradas, e os longos períodos de ausência criam situações cuja administração é muito difícil. Muito mais do que se formos comparar com um time de homens. Em muitos casos, as questões pessoais tornam-se coletivas e o impacto no desempenho de algumas atletas é profundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda assim, sendo ou não via Copa do Mundo, o voleibol feminino do Brasil tem tudo para chegar a Londres com boas possibilidades de medalha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;PITACOS MUSICAIS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sou um fã inveterado de música e de quando em vez posto algo sobre esse tema que me fascina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vi o show de Peter Gabriel no SWU. Quem frequenta esse espaço sabe que sou fã de Genesis. Fãzaço. Gosto muito mais do Genesis do que do Peter Gabriel solo, e mais do Genesis sem o Peter Gabriel do que com ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso posto, o show do cara é bem legal. Mas foi apresentado no local errado e para o público errado. A orquestra é excelente, ele ainda canta muito bem, embora com algumas limitações inevitáveis impostas pelo tempo. Nem todas suas músicas funcionam no formato orquestrado. Como seu trabalho sempre foi muito percursivo (ele também era baterista), em algumas canções a falta de uma percursão nervosa é evidente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O problema é que Gabriel não fez nada de novo ao verter sua obra e a de outros para esse formato com orquestra. Ou então de pegar canções pop e rock e dar uma nova roupagem. Não há nada de aventureiro e ousado nisso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas por ser um artista queridinho da crítica, Gabriel é tratado com reverência e rotulado de moderno e ousado em tudo que faz, mesmo que não seja nada disso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Phil Collins, que herdou os vocais do Genesis de Gabriel, não conta com o beneplácito da crítica. Pelo contrário. Há alguns anos, gravou um discaço de versões para big band de canções dele e do Genesis, além de alguns clássicos do jazz nesse formato. Com Quincy Jones e Tony Bennett. Foi atacado de tudo quanto é jeito, embora tenha sido mais convincente que Gabriel nesse tipo de&amp;nbsp;aventura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sting regravou clássicos dele e do Police em formato "clássico" e tomou porrada. Além disso, gravou um disco belíssimo de músicas sacras e folclóricas, em formato camerístico, e também tomou cacetada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infelizmente, a crítica musical é assim mesmo. Elege alguns e execra outros. Falta isenção à maioria. Porque analista tem que ser isento, não imparcial.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Tem que ter a capacidade de reconhecer qualidade em algo que não gosta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aí do Gabriel eu pulo pra Marisa Monte, cujo disco novo comprei e tenho ouvido bastante. E gostado muito. Leio aqui e ali alguns textos da crítica musical chamando o disco de cafona e brega. Se fosse não haveria problema. Para mim não é. Vejo a obra como mais popular, romântica, direta. Tem uns bolerões ali daqueles bem mexicanos. E qual o problema de ter bolero? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gosto da produção, com a participação de Dadi, ex-Cor do Som. Marisa tem uma voz agradável, e sempre flertou com o cancioneiro popular e romântico e com o pop descarado do tempo dos Tribalistas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas qualquer artista que ouse sair um pouco da linha ativista intelectualóide ou MPB cabeça defendida por uma parcela da crítica toma porrada. O que no caso de Marisa Monte não deve fazer diferença, já que ela tem uma carreira estabelecida, acima de julgamentos preconceituosos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17805679-2593841352330104251?l=blogdonori.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdonori.blogspot.com/feeds/2593841352330104251/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17805679&amp;postID=2593841352330104251&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/2593841352330104251?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/2593841352330104251?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://blogdonori.blogspot.com/2011/11/emocional-atrapalha-o-voleibol-feminino.html" title="" /><author><name>Nori</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11147091017997883627</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUABRXw_eip7ImA9WhRSEEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-17805679.post-7440688593583912829</id><published>2011-11-11T09:22:00.000-04:00</published><updated>2011-11-11T09:22:34.242-04:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-11T09:22:34.242-04:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;O Dia do Fico de Neymar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem diversas maneiras para se analisar o Dia do Fico de Neymar.&amp;nbsp;Também há somente uma vontade fundamental para que tudo se resolvesse a favor da permanência: a vontade de Neymar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só ficou por que quis. Hoje quem manda em seu destino é o jogador. O que é extremamente saudável, embora incomode significativamente setores da mídia, da cartolagem, da torcida e de ex-jogadores. Não é todo mundo que se acostumou com essa independência dos jogadores e com o fato de atualmente eles estarem por cima da cadeia alimentar e econômica do futebol.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mundo mudou. Recentemente, um presidente de clube grande esteve num programa de TV do qual participo&amp;nbsp;e disse que estava espantado com essa mudança. Que quando ele começou no futebol eram os diretores que chegavam de carro importado, agora são os jogadores. Segundo ele, os dirigentes hoje chegam "no máximo com um Corollinha". Dá para ver o que ele pensa do futebol e como está ultrapassado só com essa frase.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas voltemos ao Neymar. Ele&amp;nbsp;ficou no Santos porque foi bom para ele. O ser bom para ele tem nuances. Bom porque ele gosta, fato, mas bom, também, porque ficando no Brasil ele ganha mais do que receberia na Europa. Isso é fato incontestável. Mesmo já sendo uma estrela reconhecida no planeta bola, Ñeymar não chegaria para sentar na janelinha entre as estrelas da Europa. Até em virtude da lei do vestiário e das crises de ciúmes de outras estrelas. Ou alguém acha que ele chegaria no Barça ganhando mais que o Messi, ou no Real faturando mais que o Cristiano Ronaldo? Duvido!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O futebol&amp;nbsp;europeu não está imune à crise econômica do continente. A grana está curta, muitos clubes estão endividados até o pescoço. Salvam-se os que têm mecenas tipo Berlusconi, algum sheik maluco ou, então, um milionário russo de origem duvidosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje tem dinheiro circulando no Brasil. Muito dinheiro. Também no futebol. Neymar é produto de uma nova geração de jovens, da era digital, das redes sociais. Tudo que ele faz vira notícia no minuto seguinte, seja postada por ele mesmo em seu twitter, ou por um paparazzo de plantão. Neymar representa essa moçada esperta, antenada e apressada. Parafraseando e modificando uma antiga frase da juventude de outras eras, ele é o porta-voz do viva rápido e enriqueça jovem. Tudo isso sem deixar de curtir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O jogador de futebol não é mais marginalizado como antes. Até porque, sendo bem sincero, hoje ele tem muito dinheiro, que é&amp;nbsp;o que interessa para a grande maioria. A grana mudou de mão, e os bajuladores de plantão adoram quem tem a carteira forrada. Se junto com a bufunfa vier uma revista de pseudo-famosos, tá melhor. O que boleiro tem de aspone é uma grandeza. Isso sem contar no exército de parentes e ex-namoradas e futuras companheiras que surgem do nada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bom, mas e o moleque bom de bola, o que tem com isso? Tem que, além de jogar muito futebol, amadureceu e desabrochou na hora certa. Quando todos os fatores convergem para o sucesso que ele pilota com a bola nos pés.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se Neymar tivesse surgido no Santos com o mesmo talento, o mesmo carisma, o mesmo cabelo, em 1995, seria vendido em seis meses. Para sorte dele e nossa, surgiu depois. Num cenário mais favorável para o Brasil e extremamente desfavorável para a Europa. Como não quer jogar num time de sheik ou milionário russo, Neymar pode ser exigente. Pode escolher jogar, se quiser, nos melhores times europeus, enquanto segue jogando no que ele faz ser o melhor da América, o Santos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por trás de tudo que se fala e especula, acho que há um fator que tem sido pouco avaliado para o sucesso da operação Fica, Neymar: a exploração comercial de sua imagem. Pelo que se diz na mídia, ele e seu pai conseguiram que o Santos liberasse 100% dos direitos sobre a imagem de Neymar em publicidade. O que poucos jogadores já conseguiram e conseguirão de uma equipe, em especial de Real Madri e Barcelona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dizia-se que Ronaldinho Gaúcho, em seu auge, tinha esse acordo com o Barcelona. O que não é pouca coisa. Geralmente, os atletas cedem percentuais ou até o total do que ganham com publicidade individual para o clube. Assim como recebem um percentual do que o clube ganha com suas imagens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por mais que o Santos ou qualquer time do mundo possa oferecer um salário fixo estratosférico para Neymar, a cereja do bolo é a publicidade num Brasil que deixou de ser vidraça para ser não estilingue, mas estrela principal da vitrine econômica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O rosto de Neymar hoje é o mais requisitado da publicidade brasileira. O moleque, assim como Ronaldo Fenômeno, parece ser feito de T-Fal, nada gruda nele. Tem carisma para sair natural em propaganda de qualquer coisa e faz vender. Os torcedores adversários não odeiam Neymar, admiram. Mas talvez não ao ponto de virarem a casaca. Ou seja, Neymar não cria conflitos que espantem as vendas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não gosto de colocar números em textos e opiniões, porque vivemos num País violento, onde o sucesso incomoda e atiça a bandidagem. Mas calculo, de maneira geral, que Neymar vá faturar com publicidade mais do que o dobro do que recebe como salário. E não acho difícil que chegue ao final do mês faturando mais do que Messi e Cristiano Ronaldo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sem precisar enfrentar períodos de adaptação, invernos rigorosos, idioma pouco conhecido, distância da terrinha e outros dramas que sempre afetaram o boleiro nacional longe de casa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neymar em 2009, um em 2010 e outro agora. Fisicamente, tecnicamente e taticamente vê-se um jogador novo - e melhor - a cada etapa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o mundo continuar girando desse jeito, com a moeda da sorte econômica caindo sempre para o nosso lado, num prazo de dez anos nossos clubes podem ser grandes de fato em nível mundial. Principalmente se tiverem juízo administrativo. Porque de nada adianta aumentar o faturamento e a dívida crescer junto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dinheiro há de sobra no mercado do futebol brasileiro. Com juízo, inteligência e uma dose de sorte, não é preciso ficar namorando a bola do vizinho.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17805679-7440688593583912829?l=blogdonori.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdonori.blogspot.com/feeds/7440688593583912829/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17805679&amp;postID=7440688593583912829&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/7440688593583912829?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/7440688593583912829?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://blogdonori.blogspot.com/2011/11/o-dia-do-fico-de-neymar-existem.html" title="" /><author><name>Nori</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11147091017997883627</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkQHRns_cCp7ImA9WhRTFkQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-17805679.post-2473791624166260653</id><published>2011-11-07T16:38:00.000-04:00</published><updated>2011-11-07T16:38:57.548-04:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-07T16:38:57.548-04:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Transpiração 2011&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Emocionante é. Equilibrado, idem. Mas a cara desse Brasileirão imprevisível é a transpiração. Poderia ser um pouco mais de inspiração. Tirando Neymar quase sempre, e um Thiago Neves aqui, um Ronaldinho ali, um Montillo acolá, além de alguns lances esporádicos, é um torneio, digamos, esforçado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Time por time, o melhor ainda não pintou. Poderia ter sido o Santos, se jogasse completo o tempo inteiro. Mas o se não joga. O Neymar, esse sim, joga. E muito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Fluminense é o melhor do returno e tem, no momento, o maior número de bons jogadores em boa fase.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Corinthians é regular mas depende da transpiração, pouco inspirado que é. Se não deixa tudo em campo, perde muito de sua força. Não tem bola para administrar, tem que jogar sempre no 110% de entrega.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Vasco é equilibrado e regular. Mas depende muito de Diego Souza para ter a centelha da inspiração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Flamengo tem essa inspiração vez ou outra com Thiago Neves e Ronaldinho. Para ser campeão precisa que eles estejam inspirados mais vezes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Botafogo talvez precise que seu técnico seja mais inspirado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Figueirense depende menos de inspiração de um ou outro, mas mesmo assim tem em Júlio César e Fernandes jogadores que mostram essa fagulha criativa (bonito isso).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao Inter parece ter faltado inspiração para muitos dos seus bons jogadores quando o time mais precisou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora seja um campeonato divertido, o Brasileirão mostra algo preocupante. O jogador de futebol brasileiro padrão, atualmente, é um atleta muito bem preparado fisicamente, mas com capacidade técnica limitada. Pouco ou nada preocupado com liderança ou identificação com clube ou história. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não chego ao ponto de dizer que são extremamente frios e profissionais. Mas me arrisco a dizer que são frios. Não gostam de assumir a responsabilidade em campo, se puderem, a passam de lado para o mais próximo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso talvez se reflita na dificuldade que os times enfrentam, alguns para simplesmente permanecer na Série A, outros para vencer a Série A.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Felizmente ainda temos alguns jogadores diferentes, mais ousados, de personalidade. Poucos. Sem contar Neymar, que é fenômeno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pergunta que me faço e aqui deixo é a seguinte: o que é melhor, um campeonato equilibrado e de média técnica baixa, ou um campeonato com algumas disparidades mas de qualidade maior como espetáculo?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17805679-2473791624166260653?l=blogdonori.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdonori.blogspot.com/feeds/2473791624166260653/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17805679&amp;postID=2473791624166260653&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/2473791624166260653?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/2473791624166260653?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://blogdonori.blogspot.com/2011/11/transpiracao-2011-emocionante-e.html" title="" /><author><name>Nori</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11147091017997883627</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0YCRXk8fSp7ImA9WhRTEEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-17805679.post-134341427924612008</id><published>2011-10-31T15:59:00.000-04:00</published><updated>2011-10-31T15:59:24.775-04:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-31T15:59:24.775-04:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Brasil, Cuba e o Pan&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao final do Pan de 2007, após uma extensa cobertura no SporTV, lembro de um papo que tive com o excelente e premiadíssimo repórter &lt;a href="http://espn.estadao.com.br/luciodecastro"&gt;Lúcio de Castro&lt;/a&gt;, que conhece como poucos a estrutura do esporte no Brasil e em Cuba. Chegamos à conclusão de que sobra dinheiro no Brasil, e Cuba esbanja método e especialização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como no Pan do Rio, o Brasil terminou a competição de Guadalajara atrás de Cuba no quadro de medalhas. Por mais que se procurem fórmulas que apontem&amp;nbsp;vantagem do Brasil em um ou outro quesito,&amp;nbsp;a constatação a ser feita é que uma ilha minúscula, de economia combalida e, a meu ver, respeitando todas as opiniões, conceitos políticos anacrônicos, tem um projeto esportivo atrelado à educação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode-se contestar que o projeto esportivo cubano seja em boa parte político, propagandista. Mas qual não é? Seja o país socialista, capitalista ou desprovido de ideologia, qualquer governante pega carona no esporte para se promover. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acontece que Cuba tem esse projeto esportivo-educacional.&amp;nbsp;Não tem as instalações que o Brasil tem, não paga salários milionários a alguns atletas, mas, qualitativa e quantitativamente,&amp;nbsp;forma muito mais atletas olímpicos de alto nível do que o Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Claro que o esporte brasileiro melhorou, mas ainda acho que Cuba faz mais com menos. Aqui poderíamos fazer muito mais com os investimentos que existem, e chegam à casa do bilhão no que se refere ao esporte olímpico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Basicamente, por não ter projeto esportivo atrelado à educação, o Brasil não consegue massificar o esporte chamado amador. Depende ainda dos clubes sociais e esportivos, que abastecem as seleções que representam o país nas provas internacionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como explicar que uma ilha com 11 milhões de habitantes (população inferior à da Grande São Paulo) conquiste dez medalhas de ouro a mais que uma nação de 190 milhões de habitantes e pesado investimento estatal em propaganda no esporte?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu acho que é competência, know-how e projeto, diretriz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso sem contar os Estados Unidos, que têm um projeto ideologicamente oposto ao de Cuba, mas com a mesma base: esporte e educação. O atleta americano nasce na escola, progride na universidade e chega ao milionpario profissionalismo. Infelizmente, no Brasil, o esporte em nível&amp;nbsp;colegial e universitário não existe, doa a quem doer essa afirmação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os americanos levam um time B, C ao Pan e nadam de braçada. Cuba forma atletas em pistas de atletismo improvisadas (o SporTV tem em seus arquivos essas imagens para quem duvida). Cuba levou 447 atletas a Guadalajara e o Brasil, 515.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não se trata de reduzir a questão a uma disputa do Brasil contra Cuba no esporte pan-americano. Trata-se de discutir um projeto esportivo para o Brasil. Trata-se de trazer o esporte para as escolas como parte efetiva da educação de seus jovens, da formação do caráter. Então, a partir disso, incutir uma mentalidade de prática esportiva na população. Depois, tirar qualidade da quantidade, investir na excelência da formação, do fundamento, e partir para o nível olímpico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não existe fórmula mágica. Talento há de sobra, sempre houve. Falta dar ao País um projeto esportivo, assim como falta um projeto educacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deixo aqui o link para um blog espetacular sobre esportes olímpicos, e a análise sempre precisa do amigo &lt;a href="http://colunistas.ig.com.br/esportesolimpicos/2011/10/30/analise-do-cob-sobre-o-pan-2011-traz-uma-meia-verdade/"&gt;Marcelo Laguna&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17805679-134341427924612008?l=blogdonori.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdonori.blogspot.com/feeds/134341427924612008/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17805679&amp;postID=134341427924612008&amp;isPopup=true" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/134341427924612008?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/134341427924612008?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://blogdonori.blogspot.com/2011/10/brasil-cuba-e-o-pan-ao-final-do-pan-de.html" title="" /><author><name>Nori</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11147091017997883627</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEMDRHc6cCp7ImA9WhdaGE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-17805679.post-4170366522605018105</id><published>2011-10-28T08:54:00.000-04:00</published><updated>2011-10-28T08:54:35.918-04:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-28T08:54:35.918-04:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Vozes que jamais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;deixarei de ouvir 2&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois mal tinha batucado as linhas falando da escalação de &lt;a href="http://blogdonori.blogspot.com/2011/10/vozes-que-jamais-deixarei-de-ouvir-sou.html"&gt;Aluani Neto&lt;/a&gt; para o time dos imortais do rádio, veio&amp;nbsp;a notícia de outro chamado para esse time, o do grande Luiz Mendes, o comentarista da palavra fácil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tive a felicidade de conversar com o Luiz algumas vezes e de participar de programas nos quais ele estava. Fui honrado com o convite de falar sobre ele para o&lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=22361510&amp;amp;sid=201619747131028391819429767"&gt; livro&lt;/a&gt; publicado a respeito de sua vida e obra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recentemente conversei com ele, na verdade uma entrevista para um livro que publicarei em breve.&amp;nbsp;Era de uma fluência verbal espantosa, de uma educação inacreditável para os dias de hoje, e tinha a memória intacta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O time lá de cima fica cada vez melhor, pra tristeza de quem fica por aqui.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17805679-4170366522605018105?l=blogdonori.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdonori.blogspot.com/feeds/4170366522605018105/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17805679&amp;postID=4170366522605018105&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/4170366522605018105?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/17805679/posts/default/4170366522605018105?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://blogdonori.blogspot.com/2011/10/vozes-que-jamais-deixarei-de-ouvir-2.html" title="" /><author><name>Nori</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11147091017997883627</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>

