<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-2251089161364605056</atom:id><lastBuildDate>Fri, 02 Sep 2011 12:42:59 +0000</lastBuildDate><category>Devaneios</category><category>F1</category><category>Reportagens</category><category>Meme</category><category>Artigos</category><category>Natal</category><category>Geral</category><category>Crônicas</category><category>Crise</category><category>Comportamento</category><category>Jornalismo</category><category>Shows</category><category>Política</category><title>Blog do Peths</title><description>Opiniões e devaneios de um jovem estudante de Jornalismo.</description><link>http://blogdopeths.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Lucas Peths)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>63</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/BlogDoPeths" /><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="blogdopeths" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0">BlogDoPeths</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0">http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2251089161364605056.post-2667936546704474608</guid><pubDate>Thu, 14 Jul 2011 20:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-14T17:30:37.913-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Devaneios</category><title>Clichê cotidiano</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um homem em frente a um computador desligado; braços apoiados na escrivaninha e mãos trêmulas entrelaçadas em frente ao seu rosto. Um cigarro queima no cinzeiro ao lado, e a espessa fumaça torna ainda mais turva sua maneira de ver o seu próprio reflexo no monitor desligado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se a vida dele fosse roteirizada, esta seria a mais marcante cena de seus parcos 28 anos de vida. Uma situação banal, clichê e, à primeira vista, sem qualquer essência; era até mesmo risível, não fosse sua complexidade emocional. Mais do que o relato estereotipado de qualquer escritor sem ideias, a situação deixava transparecer o desespero daquele que encontra no próprio olhar a expressão mais nítida do vazio, do não-estar e da mais genuína caracterização do fracasso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O medo de perder deu lugar à dúvida de não conseguir conquistar. O único êxito passou ser a perda de conquistas, além das infindáveis lágrimas de raiva, ódio, remorso e tristeza. Porém, naquela noite ele não pôde vencer. Restaram apenas os clichês como consolo: secos, viscerais, sem qualquer lágrima para expressar a liquidez dos sentimentos. Naquela noite, a dor foi sua única amiga.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2251089161364605056-2667936546704474608?l=blogdopeths.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdopeths.blogspot.com/2011/07/cliche-cotidiano.html</link><author>noreply@blogger.com (Lucas Peths)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2251089161364605056.post-5592416986331041938</guid><pubDate>Fri, 08 Apr 2011 01:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-07T22:41:18.622-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Política</category><title>ONGs e Estado: terceirização ou parceria?</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;As instituições não governamentais tornaram-se alternativas para a falta de investimentos públicos. Em JF elas são responsáveis pela maioria das políticas sociais&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No decorrer do século XX, especificamente após a Segunda Guerra Mundial (1939 – 1941), o mundo viu surgir um novo padrão de políticas públicas e sociais: o chamado Estado do Bem-estar Social ou Welfare State. Neste sentido, o Estado tornou-se o responsável por suprir as necessidades dos cidadãos nas mais diversas áreas, como saúde, educação e renda, dentre outros, considerados serviços como direitos básicos da população. No Brasil, o Estado do Bem-Estar Social ganhou força durante a ditadura de Getúlio Vargas (1930 – 1945) e conquistou seu apogeu ao longo do período da ditadura militar (1964-1985). Com o fim do antigo regime iniciou-se seu declínio.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dessa forma, a criação das organizações não governamentais (ONGs) relaciona-se diretamente à extinção das políticas do Welfare State e ainda à consequente queda de investimentos públicos na área de assistência social. O surgimento dessas instituições no Brasil se deu na década de 90, ainda no governo de Fernando Collor (1990 – 1992), quando se iniciou a política neoliberal de corte de investimentos públicos. Era o começo do chamado Estado Mínimo, que teve seu ápice no governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC).&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com menos investimentos públicos, a sociedade viu-se obrigada a buscar outras maneiras de suprir suas demandas, cada vez mais crescentes. Para a cientista social Anete Negreiros, “o processo de ‘ONGzação’ também é resultado do Estado Mínimo. Esse Estado transfere para a sociedade parte de suas responsabilidades, sobretudo, na área social”. Já Renato Lopes, presidente de duas ONGs e uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) em Juiz de Fora (MG), pondera que “você tem um Estado que acaba incentivando isso. Um exemplo foi a criação da lei das OSCIPs pelo FHC. É uma lei que cria entidades diferentes da ONGs, cuja proposta é a terceirização de políticas publicas”.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo dados da última pesquisa do IBGE, realizada em 2006, nesta época já existiam 16.089 entidades de assistência social privadas e sem fins lucrativos no Brasil. Minas Gerais era responsável por abrigar 14.8% desse total, cerca de 2.391.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;b&gt;A realidade de Juiz de Fora&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/b&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não há pesquisa formal que aponte o número de ONGs ou Associações Sem Fins Lucrativos na cidade. Porém, o aumento no número de instituições de auxílio social na região é visível. Atualmente, Juiz de Fora possui o Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS), órgão responsável por dar assistência administrativa às entidades afiliadas. No último levantamento feito em 2010, já eram 109 instituições cadastradas. Além disso, o conselho é também é responsável por efetuar os repasses financeiros às entidades. “O Conselho Municipal tem uma regra: só as repassa [as verbas] por um ano, e sua renovação pode acontecer apenas até o terceiro ano. É interessante porque faz a ONG pensar em sustentabilidade; mas as ONGs não têm uma cultura de sustentabilidade. Então, o que acontece depois? As ONGs acabam”, conclui Renato.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Atualmente a maior parte dos serviços de assistência social de Juiz de Fora é feita pelas ONGs ou por projetos do Governo Federal, como o Bolsa Família. “A gente percebe que Juiz de Fora não teve uma grande ação do Estado, sinceramente falando. Eu percebo aqui poucos projetos sociais estatais, e sei disso pela relação que tenho com o próprio Estado”, ressalta Lopes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;b&gt;Parceria entre ONGs e Estado&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/b&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A “quebra” das ONGs faz com que a sociedade tenha uma prestação de serviços oscilante, o que interfere também na credibilidade das instituições não-governamentais. É justamente neste ponto em que as políticas sociais públicas devem intervir, estabelecendo uma relação complementar às ações da prefeitura. Segundo o assessor da Secretaria de Assistência Social de Juiz de Fora, Jeferson Rodrigues, “o que funciona mesmo é a questão da parceria”. Renato Lopes concorda: “As ONGs são grandes parceiras do Estado porque elas estão lá na comunidade, elas conhecem as realidades da comunidade, convivem lá. Acho que a ONG pode ser grande parceira; não terceirizando serviços do Estado, mas assessorando, acompanhando”. Lopes destaca ainda que “dependendo do ângulo que você olha é culpa nossa mesmo [das ONGs], na medida em que as entidades fazem com que fique quase cada um por si”.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O desafio de hoje na relação entre ONGs e Estado é identificar qual é o meio termo, até onde vai a responsabilidade de cada um no desenvolvimento e na aplicação das políticas sociais. Anete Negreiros ressalta que “a natureza dos projetos é diferente. O Estado realiza políticas sociais, as ONGs projetos sociais. Política é mais ampla, mesmo que focalizadas para determinado segmento. Os projetos desenvolvidos pelas ONGs são focados em segmentos sociais, regiões e têm uma especificidade e uma estrutura mais reduzida”.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2251089161364605056-5592416986331041938?l=blogdopeths.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdopeths.blogspot.com/2011/04/ongs-e-estado-terceirizacao-ou-parceria.html</link><author>noreply@blogger.com (Lucas Peths)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2251089161364605056.post-1709418965539286096</guid><pubDate>Sun, 28 Nov 2010 01:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-11-27T23:29:12.789-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Reportagens</category><title>Rock: novo ou antigo?</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O rock antigo ainda é referência para muitas bandas atuais. Mas o rock tocado hoje tem qualidade? A busca pelo lucro interfere na qualidade das composições? Com entrevista do ex-membro do Iron Maiden, Paul Di’Anno, além de Marcelo Gross e Beto Bruno, da banda Cachorro Grande, a Produtora de Notícias responde a estas questões. Veja a reportagem no link abaixo e deixe seu comentário lá!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ufjf.br/produtoradenoticias/2010/11/25/rock-novo-ou-antigo/"&gt;Clique aqui para assistir.&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2251089161364605056-1709418965539286096?l=blogdopeths.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdopeths.blogspot.com/2010/11/rock-novo-ou-antigo.html</link><author>noreply@blogger.com (Lucas Peths)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2251089161364605056.post-4516291576371519829</guid><pubDate>Wed, 17 Nov 2010 22:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-11-27T23:26:00.638-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Artigos</category><title>A Iniciação Científica como ferramenta de trabalho</title><description>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Na era do conhecimento, a pesquisa acadêmica aparece como alternativa e abre novos caminhos no mercado profissional.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Omnia mecum porto”: Tudo o que tenho (de valor), carrego comigo. A frase de Menos Bias (Bias de Priene), sábio grego da antiguidade, foi dita na iminência da invasão da cidade de Priene. Enquanto todos estavam em pânico, juntando seus pertences para fugir, ele permaneceu de mãos vazias. O que ele quis dizer é que já tinha consigo o mais essencial: o conhecimento. Frase antiga, pensamento contemporâneo. É sabido que a cultura do século XXI vai além do trabalho mecânico e o automatismo de outrora; ela considera o conhecimento e a capacidade de utilizá-lo frente às situações do cotidiano como sendo característica essencial para os meios acadêmico e, ainda, profissional. É preciso, mais do que realizar e mostrar resultados, refletir sobre a atividade desempenhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste sentido, atendendo aos anseios – e crescente necessidade – em buscar o conhecimento, uma alternativa está presente em grande parte das universidades brasileiras: a Iniciação Científica. Os projetos de pesquisa envolvendo os universitários são uma ótima alternativa para aplicar os conhecimentos adquiridos nas mais diversas áreas e, ainda, repassá-los para a sociedade. Segundo Mário Braga, bolsista de iniciação científica há dois anos e meio, “a pesquisa é interessante porque, além da contribuição para o currículo, você cria um olhar crítico no ambiente de trabalho. Você acaba agregando conhecimento e tem um diferencial em relação aos concorrentes”. Para a mestranda em “Comunicação e Sociedade” e editora de reportagem da TV Alterosa, Kelly Scoralick, “a pesquisa dá a oportunidade de parar e repensar a atividade profissional. Não podemos nos distanciar muito da sala de aula, porque senão podemos mudar nossos valores enquanto estudantes, por conta da correria do dia-a-dia. O mercado e a academia precisam andar juntos, ter o complemento um do outro”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bom profissional do século XXI deve compreender a sociedade em que vive, e a Iniciação Científica é um importante passo para que os alunos possam refletir o mundo ainda no período da faculdade, visualizando novos caminhos e ampliando seus horizontes. Maximiliano Henriques, gerente comercial da empresa de engenharia consultiva SNC-Lavalin Minerconsult, destaca que, ainda que desenvolvam pesquisas fora de sua área acadêmica, “esses alunos, na sua maioria, aprendem algo que levarão consigo pelo resto da vida profissional, como trabalhar em equipe e ter responsabilidades”. Ele ressalta ainda que “esse perfil reflexivo ajuda em muito no dia-a-dia de trabalho. Os melhores profissionais com os quais trabalhei até hoje quase sempre tiveram esse perfil e se destacaram também por isso. Ele ajuda a conviver, a entender e a respeitar os colegas de trabalho”. Henriques mostra também que uma das dificuldades do mercado profissional envolve o gerenciamento de pessoas, e que o profissional com um perfil acadêmico, reflexivo, se destaca na área empresarial. “Administrar as diferenças, vaidades e ambições acaba sendo a grande tarefa de um profissional, principalmente se o mesmo exerce uma função gerencial. Gerenciamento de pessoas é difícil, muito difícil! Então, se um profissional é tecnicamente bom na sua área, com boa experiência profissional e de vida, e ainda tem esse perfil reflexivo, tenho certeza de que ele terá mais condições de chegar a níveis elevados na sua carreira.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Novas Oportunidades&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meio acadêmico oferece hoje, por meio de encontros, conferências e congressos, uma oportunidade ampla de disseminação dos trabalhos produzidos. Como todos eles oferecem certificados, servem também para rechear o currículo. Além disso, a participação nestes eventos pode significar também novas oportunidades como, por exemplo, estudar fora do país. Muitos programas de intercâmbio levam em consideração nos seus processos seletivos a apresentação de trabalhos de Iniciação Científica e participação em congressos. A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) é uma delas. Segundo a secretária executiva da Coordenação de Relações Internacionais (CRI) da instituição, Josefa Ferreira, “o processo seletivo considera a Iniciação Científica devido à importância que a mesma tem no desenvolvimento acadêmico dos alunos que a fazem, pois oferece a eles uma oportunidade de participar de um projeto de pesquisa bem estruturado e com professores altamente qualificados”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de aumentar os índices de sucesso e aproveitamento no mercado profissional, o aluno que optar pela Iniciação Cientifica tem, ainda, outra possibilidade de crescimento profissional: a vida acadêmica. Para Paulo Roberto Leal, professor e colaborador do Programa de Educação Tutorial (PET) da Faculdade de Comunicação, “cada vez mais as universidades precisam de gente com titulação acadêmica”. O aumento no número de novas universidades e faculdades nos últimos anos contribui para isso: segundo o Ministério da Educação, foram criadas 14 novas universidades federais nos últimos sete anos. Vale a pena correr atrás desse novo mercado e se dedicar a desenvolver alguns artigos relacionados a assuntos de interesse. “Quanto mais cedo melhor”, afirma Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Artigo publicado na revista Ecaderno (www.ecaderno.com)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2251089161364605056-4516291576371519829?l=blogdopeths.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdopeths.blogspot.com/2010/11/iniciacao-cientifica-como-ferramenta-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Lucas Peths)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2251089161364605056.post-4131643319395191205</guid><pubDate>Mon, 21 Jun 2010 00:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-24T18:44:25.873-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Crônicas</category><title>Travesseiros ou Vuvuzelas?</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acordei. Reclamei mentalmente durante alguns minutos por ter que levantar precocemente. Naquele momento o pensamento mais sensato em minha mente era pular da ponte mais próxima, para ver se, enfim, poderia ter algum momento de paz e descansar durante mais algum tempo. De início, uma eternidade já bastaria. Passar 90% do tempo no trabalho até que é fácil; o grande problema é ser obrigado conviver com algumas dúzias de &lt;i&gt;vuvuzelas&lt;/i&gt; no restante do tempo. Na minha infância elas já existiam, mas não me lembrava do seu natural e mágico potencial infernizador. Vai ver é um problema sintático-morfológico, já que eu as nomeava simplesmente como &lt;i&gt;aquelas cornetas grandes&lt;/i&gt;. Ou então vai ver a grande questão era eu pertencer à infância: inserido no meio, talvez não pudesse percebê-lo claramente.  Um dia ainda pergunto para minha mãe se eu fazia parte da tribo dos &lt;i&gt;vuvuzeleiros enlouquecidos&lt;/i&gt; ou coisa do tipo, como parece existir hoje. Fica pra outra hora. Afinal, as cornetas grandes já ganharam bastante atenção da mídia brasileira.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A questão é que essa facilidade pós-moderna de intercambiar a cultura e peregrinar por tantas ideologias me assusta. Bebemos Coca-cola enquanto lemos um bom livro de Marx; logo depois, passamos no Mc Donald's e tomamos um sundae enquanto xingamos o capitalismo selvagem e o governo, para depois abrirmos uma revista Veja e balançarmos a cabeça num ritmo incontido, indicando uma concordância natural. Tudo lindo e ideologicamente incorreto, de acordo com o mais recente Código de Posturas Sociais Médio-Classista. Simples assim. Ah, não se assuste. Não vou ficar jogando por aí meu posicionamento ideológico. Essa crônica não se presta tanto para isso. A ideia inicial era falar de japoneses. Falemos, portanto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com o mau-humor típico das quintas-feiras me acomodei no ponto de ônibus. Comecei a observar ao meu redor, e lá estavam os japoneses. Um dos meus passatempos preferidos é observar as outras culturas: hábitos, comportamentos peculiares, tudo me encanta. Apesar de nunca ter saído do sudeste brasileiro, sei reconhecer um gringo à distância. Nesse caso foi mais fácil, e nem precisei de alguma habilidade específica. Os focos de minha atenção, além dos olhos puxados, falavam japonês e carregavam um grosso dicionário da língua portuguesa. Uma garota me chamou a atenção: ela carregava uma bolsa com o emblema da Hyundai. Comecei a pensar naquela questão do Marx, em capitalismo, exploração do trabalho e todas as derivações teóricas possíveis. Depois de alguns minutos de devaneio, voltei à realidade. Espantei-me quando percebi que a japonesa da Hyundai me olhava, sorrindo. Abandonei completamente a discussão teórica que tomava conta da minha mente e comecei a pensar no que aquilo significava. Será que sorrir, no Japão, significaria um “flerte”? O que ela estava querendo dizer com aquele olhar? Por fim, deixei minha presunção de lado e comecei a achar que me empolguei demais com minha argumentação interna. Vai ver eu estava falando sozinho e não pude ouvir direito, por conta do barulho das &lt;i&gt;vuvuzelas&lt;/i&gt;. O ônibus chegou e eu fui embora, ainda sem entender nada da cultura oriental. Paciência...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É, o intercâmbio cultural me surpreende. Só que, da próxima, em vez de vuvuzelas, alguns travesseiros poderiam ter virado a sensação da Copa do Mundo. Eu não pensaria em pular da ponte, e a insônia dos brasileiros teria um novo e forte inimigo. Ah, e certamente eu conseguiria ouvir melhor os meus pensamentos. De tabela, eu decifraria os pensamentos uma oriental. Quem diz que Copa do Mundo é só felicidade ainda não conhece a frustração de não conseguir interpretar um sorriso.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2251089161364605056-4131643319395191205?l=blogdopeths.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdopeths.blogspot.com/2010/06/travesseiros-ou-vuvuzelas.html</link><author>noreply@blogger.com (Lucas Peths)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2251089161364605056.post-6361172141458636000</guid><pubDate>Sat, 15 May 2010 22:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-15T21:31:48.292-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Devaneios</category><title>Oportunamente.</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Eu quis tanto ser a tua paz, quis tanto que você fosse o meu encontro. Quis tanto dar, tanto receber. Quis precisar, sem exigências. E sem solicitações, aceitar o que me era dado. Sem ir além, compreende? Não queria pedir mais do que você tinha, assim como eu não daria mais do que dispunha, por limitação humana. Mas o que tinha, era seu". &lt;/div&gt;&lt;i&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;&lt;i&gt;(Caio Fernando Abreu)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/i&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Frase oportuna para a data. Coisas da vida. Oportunidades, momentos, decepções e, infelizmente, apenas lembranças... :}&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um beijo para a Anna. Li a frase no &lt;a href="http://www.residuofinal.blogspot.com/"&gt;blog dela&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2251089161364605056-6361172141458636000?l=blogdopeths.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdopeths.blogspot.com/2010/05/oportunamente.html</link><author>noreply@blogger.com (Lucas Peths)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2251089161364605056.post-7208954739554108153</guid><pubDate>Sat, 01 May 2010 15:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-01T12:18:25.045-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Jornalismo</category><title>Transporte público encoraja nova Geração-saúde</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A educação brasileira envergonha. Não é novidade que o Brasil enfrenta desde sempre a negligência dos setores públicos nos assuntos referentes à educação, e nem mesmo dez editoriais retratariam fielmente a situação atual. O acesso à educação básica acaba se tornando raridade para a maior parte da população, e o ensino superior acaba sendo visto como uma utopia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Juiz de Fora é uma exceção a tantas outros lugares, e conta com uma das instituições federais de ensino mais importantes do país: a UFJF. A educação chegou até aqui, mas a cidade ainda não consegue chegar, de fato, à educação. A realidade do transporte urbano é dramática, e os estudantes não veem nada além de portas fechadas quando tentam entrar nos ônibus superlotados. A reestruturação do ensino na UFJF abriu as portas a centenas de pessoas, mas na cidade as empresas de ônibus não andam no mesmo compasso. O que já era ruim ficou ainda mais assustador.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Secretaria de Transporte e Trânsito (Settra) disponibilizará, a partir do dia 03, mais dez horários para a linha 525, que atende à Universidade. Se esta é ou não a solução para a superlotação dos ônibus, só saberemos daqui a alguns dias. Resta saber se as empresas responsáveis não estão apenas tentando mascarar suas falhas administrativas até então, jogando no lixo sua responsabilidade social e a credibilidade, já abaladas pelos escândalos envolvendo o ex-prefeito Alberto Bejani. Caso a situação persista, talvez seja preciso formar uma nova geração saúde: treinar estudantes-atletas, para que o transporte público seja, a partir daí, um item dispensável. Bom para saúde, ruim para a educação e péssimo para o capitalismo irresponsável.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2251089161364605056-7208954739554108153?l=blogdopeths.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdopeths.blogspot.com/2010/05/transporte-publico-encoraja-nova.html</link><author>noreply@blogger.com (Lucas Peths)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2251089161364605056.post-7869011834159044066</guid><pubDate>Fri, 02 Apr 2010 16:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-02T13:01:18.250-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Jornalismo</category><title>Crise ideológica versus Jornalismo</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não é exagero dizer que vivemos num mundo em crise ideológica. Ao menos um mundo em que a ideologia está, em grande medida, sufocada pela massificação midiática e pela superficialidade das atitudes e ações. Priorizamos o banal e o passageiro, e nos esquecemos do nosso próprio passado de lutas e conquistas; nos esquecemos de parar e refletir sobre tantas meias verdades. Somos induzidos a largar os livros e conversar sobre tantos brothers país afora. Somos educados a deseducar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com tantas necessidades e posturas a serem modificadas mundo afora, é quase uma utopia esperarmos atitudes que levem em conta o bem comum. Em meio a tantos interesses torpes, o jornalista é um profissional que rema contra a maré: trabalha em uma empresa privada, buscando defender os interesses públicos. Na grande maioria das vezes isso não ocorre, seja por falta de interesse do comunicador ou pela falta de liberdade dentro das empresas. O jornalismo de hoje pode ser considerado como uma sombra daquele que buscava a mudança e a politização dos leitores. Jornalismo hoje é Indústria, com direito até mesmo à famosa divisão do trabalho. Apurar, transcrever, redigir, editar e diagramar são algumas das funções dos proletários da informação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vivemos numa época de censura velada. Por mais que os jornalistas se empenhem em produzir informação de qualidade e agir em consonância com a opinião pública, os interesses econômicos e individuais são os principais itens de uma linha editorial. Antigamente vivíamos numa época em que expor opiniões era atitude honrosa e patriótica. Era uma “transgressão” que valia a pena cometer, e o “proibido proibir” era um brado encorajador. Hoje é tudo uma questão de dar um “jeitinho jurídico”: uma ação aqui, uma censura acolá e tudo fica bem. Desta maneira, é quase impossível um profissional desta área não ser desacreditado de seus objetivos principais. Como no filme “Tempos Modernos”, de Charles Chaplin, o jornalista está produzindo notícias como um robô. Perdem os jornalistas, perde a sociedade, que é alimentada diariamente com notícias sem consistência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Numa sociedade dita imagética, deveríamos ter vergonha de nos olharmos no espelho. O que refletimos não é nada além de uma mistura de futilidade e  descrença, fruto do nosso descaso pela mudança. Para que os jornalistas não sejam totalmente incorporados a essa realidade e ajudem na mudança crítica da sociedade, muito ainda deve ser feito. As soluções vão muito além do bom senso, e exigem ética profissional, respeito próprio e, acima de tudo, ousadia. Jornalistas trabalham por meio das palavras, mas lutar apenas com letras e sem nenhuma atitude é uma batalha perdida pela ignorância.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2251089161364605056-7869011834159044066?l=blogdopeths.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdopeths.blogspot.com/2010/04/crise-ideologica-versus-jornalismo.html</link><author>noreply@blogger.com (Lucas Peths)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2251089161364605056.post-3856612949205162966</guid><pubDate>Mon, 18 Jan 2010 16:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-18T14:30:15.028-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Devaneios</category><title>Letalidade lavável</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sentou-se no ponto de ônibus e cruzou suas pernas sobre o banco, ajeitando a mochila entre suas coxas. Olhou para o relógio: o horário de seu ônibus há muito passara. Abaixou a cabeça e tampou seus olhos com o antebraço. À luz fraca dos postes já desgastados pelo tempo, tudo o que se via àquela hora era seu vulto encolhido, indefeso. Seus cabelos, que outrora já sustentaram um loiro e luminoso brilho, agora eram polidamente negros, como a mais bela das noites. A lua brilhava, mas não iluminava. Seu brilho não era tão diferente. Ela era apenas mais uma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sophia ficou ali sozinha durante longos minutos, ouvindo os ruídos da noite e pensando no dia anterior. Como um intruso, um clarão em sua mente a despertou. Junto dele, uma ideia. Com as costas das mãos, enxugou seus olhos, a essa altura já tomados pela fluidez de sua consciência. Fluidez de sabor salgado e insosso, que refletia não menos do que seu estado de espírito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abriu a mochila e pôs-se a escrever em um antigo bloquinho, guardado justamente para estas ocasiões especiais. “A inspiração aparece somente nas situações mais difíceis e insanas. Parece uma espécie de mórbido deleite. Irônico deleite da alma...”, pensou. Sua caligrafia ainda estava trêmula quando escreveu as primeiras palavras incertas e errantes. Parou e olhou para o lado, como se estivesse à mercê das próximas linhas a serem escritas. Sentiu medo. Olhou novamente à sua volta e, para seu espanto, não estava mais sozinha. Sentiu vergonha das palavras escritas, como se cada um daqueles olhares perdidos na noite se dirigissem exclusivamente a ela, despindo-a de toda a dignidade e respeito, conquistados ao longo de anos de árdua luta contra si mesma e seus impulsos mais ferozes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo entre tantas pessoas se aglomerando na volta para casa, seu coração não reconhecia, naquele ambiente, qualquer porto seguro. Todas elas pareciam tubarões vorazes, prontos para um ataque dilacerante. Porém, nenhum ataque poderia ser mais feroz do que aquele feito por meio das palavras. Não aquelas ditas por ela. Desejou, por um momento, que algum desconhecido a poupasse de toda a dor e vergonha e corresse em direção a ela, dizendo todas as verdades que merecia, em alto som. Desejou a dor, nua e visceral. Quis a vingança. Em vão. Continuou ali, sentada com seu bloquinho na mão. Ele seria sua única ferramenta para ter tudo o que desejava. Ele seria sua única e mais letal arma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A noite avançava, e Sophia continuava lá, meio sem jeito, encarando a folha de papel já completamente rabiscada. Sua arma letal, totalmente manchada pelas marcas da vida. Como um espelho de sua essência, aquele pedaço de papel exibia a verdadeira Sophia. Nele não havia maquiagem ou melhor ângulo; ele não engordava, não emagrecia, não exibia cor e, pior: sua letalitade era plenamente lavável e atóxica. Quando na água, poderia espalhar aos quatro cantos suas confissões mais secretas. “Letalidade reciclável. Memórias passageiras, que só deixam marcas na areia. Posteridade idealizada...”, resmungou Sophia, ao pensar na ideia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2251089161364605056-3856612949205162966?l=blogdopeths.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdopeths.blogspot.com/2010/01/letalidade-lavavel.html</link><author>noreply@blogger.com (Lucas Peths)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2251089161364605056.post-5272724472172711080</guid><pubDate>Mon, 02 Nov 2009 23:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-02T21:05:42.370-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Devaneios</category><title>Mediocridade. Perturbação.</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deitou-se e começou a pensar. Acendeu lentamente um cigarro, observando a vivacidade das chamas. Sentiu inveja por não ter em si mesma tamanha beleza e energia. Seus olhos, normalmente serenos e brilhantes, não sustentavam sequer uma fagulha de sensatez. Colocou seus óculos escuros, escondendo covardemente sua vulnerabilidade. Por um segundo, teve vergonha do próprio luar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O céu estava tristemente deslumbrante: estrelas e nuvens pareciam se acompanhar, numa marcha sem qualquer objetivo ou pretensão. O ritmo era cadenciado e sonoramente mórbido, espalhando um grito de libertação e horror na calada da noite. Ela sorriu. Sua vida não estava diferente: era completamente guiada pela marcha negra e fúnebre da incerteza e da discórdia. A valsa que guiara sua vida até ali não mais existia, e o que sobrou foi apenas a sensação da realidade sobre suas costas. Tudo muito simples, objetivo e doloroso demais. Teve a plena certeza de que suas atitudes eram irracionais, pueris e desnecessárias. Desmoronou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mediocridade pulsava em sua pele. Em meio às baforadas ainda trêmulas e incertas, começou a pensar na vida e em sua ausência. Arrepios. A perda da individualidade havia abandonado a esfera moral e alcançado os mais altos níveis viscerais. Dilaceração. Dor. Tudo medíocre. Reconhecimento? Apenas de suas fraquezas. Compreensão? Nem mesmo de suas lágrimas. Olhou para o horizonte, e tudo o que viu foi um grande vazio; voltou-se para o passado, e tudo o que percebeu foram algumas presenças sem sentido. Tentou viver o presente. Fracassou.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2251089161364605056-5272724472172711080?l=blogdopeths.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdopeths.blogspot.com/2009/11/mediocridade-perturbacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Lucas Peths)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2251089161364605056.post-1738958754226795531</guid><pubDate>Mon, 12 Oct 2009 00:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-11T22:32:24.497-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Devaneios</category><title>Dormir... Flagelar... Viver.</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_pkDe43Ne4X8/StKBG8tN-qI/AAAAAAAAAJE/-N8noWB-5FQ/s1600-h/003.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 287px; height: 202px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_pkDe43Ne4X8/StKBG8tN-qI/AAAAAAAAAJE/-N8noWB-5FQ/s320/003.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391513660290890402" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Todo mundo diz que devemos viver o presente, sem olhar para o passado ou incomodar o futuro. Eu não. Acordo em diversas noites simplesmente pensando no rumo das coisas, como elas se modificaram ou se modificarão. Fico procurando significados em diversos gestos e atitudes mas, na maioria das vezes, pego novamente no sono. E sonho.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Sonho com um futuro digno, sem dificuldades ou conflitos. Sonho com a mulher ideal, que aparece ainda disforme em meus pensamentos. Tudo vai bem. Os níveis de endorfina parecem estar altos. Esboço um sorriso e... Acordo. Não vejo nada além do nada. Novamente me vejo envolto em sinapses catastróficas e com pouco sentido. O sorriso desaparece de imediato. Penso no presente, no futuro. No passado. "Como seria não existir? E se eu simplesmente não tivesse nascido?". Um arrepio percorre meu corpo, uma sensação de vazio toma conta do meu peito e me sinto terrivelmente mal [Já pensaram em simplesmente não existir?]. Torço para nunca mais ter pensamentos deste tipo, mas eles, como fantasmas teimosos, sempre retornam. Sinto medo. No fim de tudo isso, tenho uma sombria resposta. Sem minha presença, o mundo continuaria exatamente igual. Desgraças e intolerância ainda seriam sinônimos de coexistência pacífica; Bush e Dalai Lama ainda teriam existido. Minha ausência afetaria 10 ou 20 pessoas, se muito. Num mundo de bilhões de pessoas, isso não é nada. O medo passa, então, à angústia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entro então num ritual de auto-flagelação. Qual é, afinal, o sentido da minha existência? A resposta mais imediata e otimista se baseia em algumas premissas biológicas: "nascer, desenvolver, reproduzir, morrer". Neste momento, me sinto como uma mera máquina cumprindo padrões sociais. Acordar, sorrir algumas vezes, dizer algumas palavras e representar no teatro da maravilhosa modernidade, sem nenhuma plateia. Na representação deste grande teatro, todos são atores. A maioria deles não atinge nem mesmo a mediocridade. Volto para casa, sorrio mais algumas vezes e sinto a realidade tomar conta de mim. Fico desapontado pela falta de perspectivas e respostas e, como uma companheira sombria e agradável, a noite chega. Durmo, mas não sem antes perceber a verdadeira significação da solidão. Mais sonhos e cada vez menos endorfina. Acordar... Idealizar... Dormir... Flagelar... Viver. Tudo de novo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2251089161364605056-1738958754226795531?l=blogdopeths.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdopeths.blogspot.com/2009/10/dormir-flagelar-viver.html</link><author>noreply@blogger.com (Lucas Peths)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_pkDe43Ne4X8/StKBG8tN-qI/AAAAAAAAAJE/-N8noWB-5FQ/s72-c/003.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2251089161364605056.post-6026409533374227182</guid><pubDate>Sat, 11 Jul 2009 18:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-11T23:57:46.689-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Geral</category><title>Como localizar o Peths na Fogueira</title><description>Chegou o grande dia! A Corrida da Fogueira é hoje! Apesar de eu estar com um medo quase mortal de não conseguir chegar vivo, convido você, caro leitor, a ir lá me ver e prestigiar o evento. Mas você deve estar se perguntando: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;como localizar o Peths em meio a tantos corredores&lt;/span&gt;? Simples. Veja a foto do Kit da corrida:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_pkDe43Ne4X8/SljfUT2H_2I/AAAAAAAAAI8/QVUkXOUjSJg/s1600-h/000_2929.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_pkDe43Ne4X8/SljfUT2H_2I/AAAAAAAAAI8/QVUkXOUjSJg/s320/000_2929.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5357277296774872930" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A plaquinha é bem conveniente, não? Heh. E seja o que Deus quiser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Edit:&lt;/span&gt; A corrida foi muito boa! Empolgante! HOHO! Quando eu tiver o resultado exato, o tempo e tal, coloco aqui. Ah, eu cheguei vivo =D&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2251089161364605056-6026409533374227182?l=blogdopeths.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdopeths.blogspot.com/2009/07/como-localizar-o-peths-na-fogueira.html</link><author>noreply@blogger.com (Lucas Peths)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_pkDe43Ne4X8/SljfUT2H_2I/AAAAAAAAAI8/QVUkXOUjSJg/s72-c/000_2929.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2251089161364605056.post-7535765445631938971</guid><pubDate>Sun, 28 Jun 2009 15:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-28T12:37:14.523-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Geral</category><title>Matéria sobre a Fogueira</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como eu já havia dito antes aqui no blog, participarei da Corrida da Fogueira. Pois bem. Esta semana dei uma entrevista sobre isso para o jornal Tribuna de Minas, que fala de corredores que nunca participaram, e tal. A entrevista saiu hoje, mas... Eles erraram um dado. Disseram que vou correr 5km, a metade da prova! Poxa, vou correr a prova completa, 10km! &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fail!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Odeio erros quantitativos. ¬¬&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim. Torçam por mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS.: Ainda não acredito que o Michael morreu.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2251089161364605056-7535765445631938971?l=blogdopeths.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdopeths.blogspot.com/2009/06/materia-sobre-fogueira.html</link><author>noreply@blogger.com (Lucas Peths)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2251089161364605056.post-6973777360108430874</guid><pubDate>Mon, 22 Jun 2009 00:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-21T21:34:44.591-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Jornalismo</category><title>Luzes apagadas e um atípico desejo noturno</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Luzes apagadas, e aquela sensação de não poder mais dormir. O som de um turbilhão de informações sendo devidamente remoídas na calada da noite. O desejo do amanhecer, na busca de verdades às vezes inexistentes. Eis o resumo da madrugada mais desconcertante que, neste caso, tive o desprazer de vivenciar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde que entrei na faculdade, pude ouvir os mais diversos comentários sobre meu curso. Coisa do tipo “Ah, você faz jornalismo? Você nem estuda então, né? Vida maaaaaansa!”; ou ainda, “Nossa, você vai morrer de fome!”. Desrespeito, de certa forma. Porém, desrespeito maior foi o dos ministros do Supremo Tribunal Federal, representados pelo ‘carismático’ &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Gilmar Mendes&lt;/span&gt;. O ministro &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Marco Aurélio Mello foi o único a honrar o exercício responsável e ético da profissão de jornalista&lt;/span&gt;. Debates já foram realizados, discussões foram aprofundadas, e eu continuo defendendo o diploma para o exercício da profissão. Muitos dirão: “Ah, mas em outros países, como nos EUA, o diploma não é exigido”. Não, não é mesmo. A questão é que lá existe outra visão sobre informação de qualidade. As empresas zelam por sua imagem que, na maioria das vezes, demora anos para ser construída. A credibilidade, eles sabem, não vem a troco de nada. Já no Brasil, a coisa parece ser muito mais descartável. Se um jornal cometer erros graves, basta procurar qualquer outro patrocinador que o mantenha; se não arranjar, basta mudar um pouquinho aqui e ali, colocar algumas mulheres na capa e pronto.  O jornal trabalha como mera indústria, e se esquece de seu papel social.  É a filosofia do "ganhar mais e pagar menos". O leitor fica em segundo plano: é insultado, desestimulado e, em vez de peça chave, passa a ser mero coadjuvante no processo de produção de notícias de qualidade. E depois ainda reclamam que o brasileiro não compra jornal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico triste com isso. Os interesses empresariais novamente estão sendo privilegiados, enquanto a sociedade fica a ver navios. Sei que a faculdade não garante uma conduta exemplar para um jornalista, mas certamente é uma garantia a mais. Enfim, meu objetivo agora não é “chover no molhado”. Só queria deixar bem claro que considero a decisão do Supremo Tribunal Federal muito patética, e que não vou desistir da minha profissão. O Lula era metalúrgico e virou presidente sem um diploma sequer. Imaginem então onde um homem empenhado e com um diploma na mão pode chegar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não posso engravidar, mas ainda assim tenho desejos. Se a noite fosse (realmente) uma criança, a minha nasceria com cara de diploma. Daqueles bem válidos, registrados, certificados, assinados, reconhecidos. Ah, o nome? Se fosse menina, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ética&lt;/span&gt;. Se fosse menino, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Respeito&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2251089161364605056-6973777360108430874?l=blogdopeths.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdopeths.blogspot.com/2009/06/luzes-apagadas-e-um-atipico-desejo.html</link><author>noreply@blogger.com (Lucas Peths)</author><thr:total>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2251089161364605056.post-7014268226089086189</guid><pubDate>Sat, 13 Jun 2009 03:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-13T01:10:20.245-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Geral</category><title>Eu na Corrida da Fogueira!</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como já comentei aqui no Blog, sou corredor amador há um ano e meio, mais ou menos! Pois bem. Em Juiz de Fora, onde moro, existe uma corrida tradicional: a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Corrida da Fogueira&lt;/span&gt;. É realizada durante a noite, e o percurso é de 10km. Eis que, este ano, vou participar! No ano passado tive alguns probleminhas (que não lembro quais) e não pude correr.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Venho dizer publicamente que estou começando meus treinamentos específicos para a prova, que vai acontecer no dia 4 de Julho. Gostaria também de convocar algum (a) &lt;s&gt;cobaia&lt;/s&gt; companheiro (a) para me acompanhar nos treinos. Alguém aí topa? Ah, e se eu ficar exausto no meio do caminho, a pessoa deve, obrigatoriamente, me trazer em casa. Heh.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;\o/&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2251089161364605056-7014268226089086189?l=blogdopeths.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdopeths.blogspot.com/2009/06/eu-na-corrida-da-fogueira.html</link><author>noreply@blogger.com (Lucas Peths)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2251089161364605056.post-1367870684401480434</guid><pubDate>Fri, 12 Jun 2009 03:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-12T00:49:54.184-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Jornalismo</category><title>Julgamento do diploma</title><description>"Adiado na tarde desta quarta-feira, o julgamento do Recurso Extraordinário RE 511961, que questiona a exigência do diploma em curso superior de Jornalismo como requisito para o exercício da profissão, foi remarcado para o dia 17 de junho. A Executiva da FENAJ reúne-se neste feriado de Corpus Christi para traçar novas estratégias da campanha em defesa do diploma neste momento decisivo para o futuro do jornalismo brasileiro." Fonte: &lt;a href="http://www.fenaj.org.br/"&gt;FENAJ&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lead auto explicativo. Como vocês viram, o julgamento, que seria realizado no dia 10, foi remarcado para a semana que vem. Torçam pela manutenção do diploma! Quem quiser saber mais, &lt;a href="http://www.fenaj.org.br/materia.php?id=2627"&gt;clique aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_pkDe43Ne4X8/SjHPXq14UEI/AAAAAAAAAIs/X3YcFoMECdk/s1600-h/cartaz_diploma_2009.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 257px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_pkDe43Ne4X8/SjHPXq14UEI/AAAAAAAAAIs/X3YcFoMECdk/s320/cartaz_diploma_2009.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346282238209708098" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2251089161364605056-1367870684401480434?l=blogdopeths.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdopeths.blogspot.com/2009/06/julgamento-do-diploma.html</link><author>noreply@blogger.com (Lucas Peths)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_pkDe43Ne4X8/SjHPXq14UEI/AAAAAAAAAIs/X3YcFoMECdk/s72-c/cartaz_diploma_2009.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2251089161364605056.post-3786197985598498436</guid><pubDate>Mon, 01 Jun 2009 01:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-31T22:20:31.997-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Jornalismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Geral</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Crônicas</category><title>Ética: adote-a agora!</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Era uma vez uma garotinha chamada Ética. Ética era órfã, carente, e gostava muito de atenção. Fazia de tudo para que todos a notassem, onde quer que ela decidisse estar. Porém, isso não acontecia. A grande maioria das pessoas simplesmente a esquecia! Então ela passava seus dias a chorar pelos cantos; não por seu próprio esquecimento e abandono, mas pela sociedade. Um choro de pesar pela ignorância do homem em não adotá-la. Um choro convulsivo que presenciava, de mãos atadas, a escolha de um percurso que culminaria na ruína. “Ahhh, se pelo menos eles me conhecessem melhor...”, pensava Ética, com tristeza, em suas noites solitárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu nome era preenchido de significados que só ela parecia compreender. Sábios diziam que era o estudo dos juízos de valor aplicáveis à conduta humana. Sua melhor amiga, a Moral, também era parecida com ela, exceto por ter um significado um pouco diferente: conjunto das regras de conduta consideradas eticamente válidas. Definição longa, mas que pode ser simplificada se considerarmos um sistema moral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sistemas morais geralmente são concebidos à maneira dos sistemas físicos, onde há coisas possíveis e coisas impossíveis. Porém, ao contrário da natureza, onde o impossível não acontece, nos sistemas morais, o que não é permitido frequentemente ocorre. Este é um dos grandes problemas da atualidade: a transgressão dos princípios éticos. Principalmente quando consideramos o envolvimento dos jornalistas neste processo. É sabido que a imprensa detém grandes poderes de construção e desconstrução, e a falta de ética pode culminar em desastres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro grande problema é considerar todas as significações da ética. Ela não pode simplesmente ser listada em alguns mandamentos e normas de conduta. A consciência individual é o ponto determinante do que é certo e do que é errado. No caso de um jornalista, por exemplo, tem-se o sigilo das fontes. O sigilo é aplicável a todos os casos? Depende do julgamento de cada um, de cada contexto. Outro ponto é importante: para se chegar a uma verdade de interesse público, vale tudo? Os fins justificam os meios? Discussão ampla, que nem sempre gera grandes certezas. A única grande certeza é dizer que abandonar a ética é dar carta branca para atitudes irresponsáveis e arbitrárias. Abandonar a ética chega a ser, acima de tudo... Antiético.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2251089161364605056-3786197985598498436?l=blogdopeths.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdopeths.blogspot.com/2009/05/etica-adote-agora.html</link><author>noreply@blogger.com (Lucas Peths)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2251089161364605056.post-7285509400397661192</guid><pubDate>Sat, 16 May 2009 20:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-16T18:28:59.924-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Política</category><title>Quem não reeleger em 2010 - Parte 1</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fiquei sabendo ontem da discussão entre o deputado &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sérgio Moraes (PTB-RS)&lt;/span&gt; e o radialista Roberto Canázio, da Rádio Globo, ocorrida na quinta feira (14/05). Porém, ainda não havia escutado a entrevista que gerou tal discussão. Acabei de ouvir. Sinceramente, as palavras e atitudes do deputado foram &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;PATÉTICAS&lt;/span&gt;! Tal posicionamento infeliz mostra o que devemos fazer nas &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;próximas eleições&lt;/span&gt;, e espero que a sociedade não esqueça disso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Tendo como estopim este ocorrido, crio aqui uma &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;lista de quem &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;NÃO VOTAR&lt;/span&gt; nas próximas eleições. A lista será progressiva, e será abastecida de acordo com o posicionamento dos parlamentares perante à opinião pública (a mesma que o Dep. SÉRGIO MORAES "se lixa").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ouça&lt;/span&gt; a entrevista &lt;a href="http://globoradio.globo.com/RadioClick/Player/5/0,,KY1031267-5940,00.html"&gt;clicando aqui&lt;/a&gt;. Tenha paciência e ouça até o final. A indignação que tomou conta de mim certamente irá lhe atingir também. Talvez seja isso o que falta para agirmos corretamente frente às urnas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dados do parlamentar:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_pkDe43Ne4X8/Sg8uTUCRzWI/AAAAAAAAAIU/X9oIi5X1Prc/s1600-h/sergiomoraes.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 114px; height: 152px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_pkDe43Ne4X8/Sg8uTUCRzWI/AAAAAAAAAIU/X9oIi5X1Prc/s320/sergiomoraes.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336534992787983714" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Nome Civil: SÉRGIO IVAN MORAES&lt;br /&gt;         Aniversário: 27 / 4 - Profissão: COMERCIANTE&lt;br /&gt;         Partido/UF: PTB      - RS - Titular&lt;br /&gt;                                   Gabinete: 380 - Anexo: III  - Telefone:(61) 3215-5380 - Fax:(61) 3215-2380&lt;br /&gt;                     Legislaturas: 07/11&lt;br /&gt;&lt;a style="color: rgb(0, 0, 0);" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2251089161364605056" title="Email do Deputado SÉRGIO IVAN MORAES"&gt;dep.sergiomoraes@camara.gov.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www2.camara.gov.br/internet/deputados/biodeputado/index.html?nome=S%C9RGIO+MORAES&amp;amp;leg=53"&gt;Saiba mais sobre o deputado clicando aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: Câmara dos Deputados&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2251089161364605056-7285509400397661192?l=blogdopeths.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdopeths.blogspot.com/2009/05/quem-nao-reeleger-em-2010-parte-1.html</link><author>noreply@blogger.com (Lucas Peths)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_pkDe43Ne4X8/Sg8uTUCRzWI/AAAAAAAAAIU/X9oIi5X1Prc/s72-c/sergiomoraes.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2251089161364605056.post-2251165651062610478</guid><pubDate>Sat, 16 May 2009 18:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-16T16:35:49.200-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Geral</category><title>Intercom Sudeste 2009</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_pkDe43Ne4X8/Sg8LYsTYVbI/AAAAAAAAAIM/dpWku3tnMYQ/s1600-h/3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 278px; height: 218px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_pkDe43Ne4X8/Sg8LYsTYVbI/AAAAAAAAAIM/dpWku3tnMYQ/s320/3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336496602294539698" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Como alguns já sabem, na semana passada eu fui para o Rio de Janeiro, para o Intercom Sudeste deste ano. Para quem não conhece, o Intercom é um congresso de comunicação que, este ano, aconteceu na UFRJ. O tema central desta vez foi &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Comunicação, educação e cultura na era digital&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O evento, de um modo geral, foi proveitoso. É fato que muitas vezes o conteúdo das discussões e trabalhos não foi dos mais bem articulados, e até me decepcionei algumas vezes. Houve mais alguns probleminhas na organização do evento, gerados pela má vontade de alguns funcionários, pelo que pareceu. Porém, isso não eliminou todos os bons momentos que passei por lá. Mais que um congresso, o Intercom foi uma ótima oportunidade de conhecer novas pessoas e reafirmar laços de amizade e companheirismo! Até pude conhecer a Lapa! Ah, e ainda pretendo conhecer mais do Rio. Aquilo lá é lindo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem. Antes de ir, eu estava pensando em, obviamente, levar uma mala de viagem. Fui então alertado que deveria levar algo fácil para carregar, já que no primeiro dia iríamos chegar e ficar lá direto. O contrário também vale para o último dia; iríamos embora direto da universidade. Fui então procurar uma mochila grande e discreta, afinal, todos me apavoram quanto à violência no Rio. A última coisa que eu iria querer era chamar atenção. Vejam então a foto abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_pkDe43Ne4X8/Sg8Jlw7o8KI/AAAAAAAAAIE/_UbOjDZ-m3U/s1600-h/4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 242px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_pkDe43Ne4X8/Sg8Jlw7o8KI/AAAAAAAAAIE/_UbOjDZ-m3U/s320/4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336494627852185762" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Claro, sou o rapazinho que está com a mochila VERDE LIMÃO. Discreto, não? Minha presença deve ter sido marcante por lá,  presumo. Heh.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS.: Nunca tenho um computador com internet por perto para postar no Twitter. Minha experiência está sendo um fracasso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS2.: Estou tentando mudar um pouco as coisas do blog. Mudei um pouco o layout, mas ainda está estranho. Um dia eu arrumo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2251089161364605056-2251165651062610478?l=blogdopeths.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdopeths.blogspot.com/2009/05/intercom-sudeste-2009.html</link><author>noreply@blogger.com (Lucas Peths)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_pkDe43Ne4X8/Sg8LYsTYVbI/AAAAAAAAAIM/dpWku3tnMYQ/s72-c/3.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2251089161364605056.post-2886348239464602166</guid><pubDate>Sun, 03 May 2009 22:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-03T19:37:43.237-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Jornalismo</category><title>Perfil: A Saga de um Imperador Urbano</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_pkDe43Ne4X8/Sf4WhLq2DlI/AAAAAAAAAH8/zOINLbV4wyo/s1600-h/000_2907.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 188px; height: 250px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_pkDe43Ne4X8/Sf4WhLq2DlI/AAAAAAAAAH8/zOINLbV4wyo/s320/000_2907.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5331723768177233490" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Acordar às 6 da manhã, preparar o café da manhã de três filhos e se arrumar para o trabalho no centro da cidade. Muitos interpretariam a rotina de Júlio César Araújo, de 35 anos e nascido em Manaus, como apenas mais uma, não fosse sua profissão. Quem passa pelo calçadão da Rua Halfeld, no coração de Juiz de Fora não deixa de notar o trabalho do homem com nome de imperador. Há sempre tempo para uma dar olhada na escultura viva que já se tornou um símbolo da cidade, em frente ao Cine-Theatro Central. Cada olhar lançado para a estátua pode facilmente vir acompanhado de um sorriso, graças aos movimentos cadenciados realizados pela estátua quando há o reconhecimento de seu trabalho.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Júlio caminha cerca de quatro quilômetros do bairro Santo Antônio, onde mora, até um hotel no centro da cidade para se preparar para mais um dia de estátua. A caminhada, diz ele, ajuda a esquentar o corpo e evitar algumas lesões. Ao chegar ao hotel, ele ainda gasta 40 minutos se maquiando com uma tinta de composição especial, a qual ele não revela completamente. É assim que se inicia o dia de um homem que, contrariando todas as frases prontas, ganha a vida e sustenta sua família sem se mexer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poucos imaginam que hoje, aquele que é uma estátua, já trabalhou como vendedor, e até em uma gráfica; imaginam menos ainda que o atual ofício lhe rendeu uma participação no filme “Cidade dos Homens”, além de uma aparição no “Fantástico”. O artista conta que iniciou o trabalho por conta de necessidades financeiras, no Rio de Janeiro, onde trabalhou durante dois anos em Copacabana. Depois, ele afirma, tomou gosto pelo que faz. Isso devido à influência de sua ex-mulher e de alguns amigos, que já trabalhavam com a “arte da imobilidade”. No início, ele diz, o processo de se maquiar levava cerca de duas horas, além de existir o desperdício de material. Com o tempo, a técnica foi aprimorada; o gasto de tinta diminuiu, e o trabalho se tornou menos desgastante. A ida ao banheiro não se fez mais necessária. “O corpo acaba se condicionando. Eu não como nada o dia todo. O máximo que eu faço é me hidratar, às vezes”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu primeiro personagem representado - não por acaso - foi justamente Julio César, o imperador romano. Além do fato de serem homônimos, o artista conta que a escolha deste personagem se deu por conta da aparência e das feições do rosto da estátua original, que, segundo ele, são um pouco semelhantes às suas. Hoje ele representa um anjo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Júlio chegou a Juiz de Fora em 2006, por indicação de sua atual mulher, buscando fugir da violência carioca. Os resultados, segundo ele, foram bons. Ele afirma que os mineiros têm uma receptividade incrível, além de valorizarem mais as atividades culturais. Como exemplo, tem-se um contrato de exclusividade que fora firmado entre ele e uma empresa de eventos, no início de seu trabalho na cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, um dos maiores problemas enfrentados por ele é a falta de educação. Muitos já o insultaram, além de desvalorizarem explicitamente sua profissão. O artista, de modo diferente, sem reagir às provocações, responde justamente com o que falta nessas pessoas: respeito. Em tais situações, ele aproveita para exercitar o que considera uma das maiores virtudes do ofício, a paciência. Seu trabalho, ele conta, com humildade, é feito para agradar ao público, e carisma e postura corporal são fundamentais. Neste sentido, sem uma conduta adequada, sua imagem é prejudicada. Além dos insultos, outro grande problema é o assédio feminino, bem como a ação de curiosos, que se encostam à tinta de seu corpo, para ver se ela sai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando indagado sobre a existência do reconhecimento à profissão, ele diz que já houve casos em que a consideraram como somente mais uma forma para pedir esmola. O anjo urbano também reitera que a televisão exerce um papel fundamental neste sentido. A definição do que é a arte acaba sendo restrita àquilo que os meios de comunicação exibem como tal. O trabalho de uma estátua viva no Brasil ainda não é visto com bons olhos em grande parte por conta disso. Júlio conta que, em muitas ocasiões, os elogios partem de pessoas que já viram este tipo de arte em outros países. No que diz respeito ao incentivo a esse tipo de arte, o governo brasileiro nada faz, segundo ele, apesar de existirem sindicatos em defesa das estátuas vivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem-estátua diz que em Julho pretende viajar para a Alemanha, onde sua mãe mora, para ver a repercussão de seu trabalho. Se tudo der certo, ele pretende voltar mais duas vezes, para mais tarde encerrar sua carreira. “Quando chegamos a determinada idade, o corpo se cansa mais facilmente”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de cada dia de trabalho, a estátua com feições aristocráticas e humildade em seus gestos ganha vida novamente. De volta ao hotel, o processo de remoção da maquiagem se inicia, e, após tudo isso, Júlio César enfrenta novamente os quatro quilômetros, para começar tudo outra vez no dia seguinte e encantar adultos e crianças.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2251089161364605056-2886348239464602166?l=blogdopeths.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdopeths.blogspot.com/2009/05/perfil-saga-de-um-imperador-urbano.html</link><author>noreply@blogger.com (Lucas Peths)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_pkDe43Ne4X8/Sf4WhLq2DlI/AAAAAAAAAH8/zOINLbV4wyo/s72-c/000_2907.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2251089161364605056.post-76860923985426975</guid><pubDate>Tue, 21 Apr 2009 18:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-03T19:36:37.758-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Geral</category><title>Fiz um Twitter!</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de mais de um mês sem atualizar o blog, divulgo aqui uma notícia que vai mudar para sempre a compreensão da vida. Fiz um Twitter. Depois de relutar durante meses, xingar e questionar a utilidade dessa joça, resolvi experimentar. Portanto, quem quiser ver como anda minha adaptação às novas tecnologias, &lt;a href="http://twitter.com/lucaslpeths"&gt;me acompanhe lá&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, e eu juro que isso não tem a ver com a reportagem exibida no Fantástico. O Moreira me convidou, e... &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Here I am&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, e juro que vou escrever algo que preste nesse blog, nos próximos dias. (Y)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2251089161364605056-76860923985426975?l=blogdopeths.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdopeths.blogspot.com/2009/04/fiz-um-twitter.html</link><author>noreply@blogger.com (Lucas Peths)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2251089161364605056.post-8212926039089126036</guid><pubDate>Sat, 14 Mar 2009 18:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-14T16:10:01.698-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Devaneios</category><title>O bom senso deve acompanhar a tecnologia!</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro dia comecei a refletir um pouco sobre a tecnologia e todas as suas implicações. Caí novamente na associação com o progresso, que já citei aqui, e continuei a "devanear" com a ideia de que tecnologia não implica em avanço. Muitas mentes brilhantes criaram tecnologias para o bem, e se frustraram ao ver que o propósito original fora ignorado. A vida virou morte, a ética foi derrubada e a estupidez se sobressaiu ao bom senso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este texto, entretanto, discute um assunto isolado, bem menos complexo. Todos certamente já viram aqueles celulares com mp3, certo? Eles têm autonomia para reproduzir músicas em um volume considerável. Até aí tudo bem. O problema é quando as pessoas se utilizam desse recurso em ambientes públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Curto e grosso&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa semana eu estava dentro de um ônibus, quando começa a tocar uma porcaria mais ou menos assim: "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;TITANIC, TUN TUN TITANIC YOROROAOAA &lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;*&lt;/span&gt;putaria aleatória&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;*&lt;/span&gt; TUN TUN&lt;/span&gt;". E foi assim até eu saltar no meu ponto. Sorte. Heh. Pois bem, daí surgem algumas considerações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1.&lt;/span&gt; Se eu não estou com meu mp3 (ou coisa parecida) em mãos, presume-se que eu não quero ouvir música. Muito menos barulhos, como foi o caso do ônibus;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2.&lt;/span&gt; Espaços públicos (na verdade, privados também), bem como a convivência, de modo geral, pedem bom senso. Para isso inventaram o fone de ouvido que, inclusive, vem com estes celulares. Ah, sim, e por isso inventaram a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;escola&lt;/span&gt; e os &lt;span style="font-style: italic;"&gt;pais&lt;/span&gt;;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3.&lt;/span&gt; Eu odeio funk.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bom fim de semana para você. Sem inconveniências. (:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS.: Como não escrevi sobre o assunto, deixo aqui uma observação: Collor + Comissão de Infraestrutura? Com o perdão da palavra: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;puta que pariu&lt;/span&gt;. O Sarney, o Renan e o Collor estão fazendo uma festa e o Brasil não está nem aí!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2251089161364605056-8212926039089126036?l=blogdopeths.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdopeths.blogspot.com/2009/03/o-bom-senso-deve-acompanhar-tecnologia.html</link><author>noreply@blogger.com (Lucas Peths)</author><thr:total>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2251089161364605056.post-5239121812425527186</guid><pubDate>Sat, 28 Feb 2009 03:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-14T15:16:45.790-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Geral</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Devaneios</category><title>Ócio e produtividade</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não sei se isso acontece também com vocês, mas eu produzo muito mais quando eu tenho mil coisas para fazer. Pelo menos no que diz respeito à escrita! Nesse sentido, vocês já devem ter percebido que eu ainda estou de férias, não é? Bendito ócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O blog está um pouco paradão, eu reconheço. Cansei de falar sobre o exército (fui dispensado só nessa quinta-feira), e aí... Bem, e aí nada. Não viajei, não vivi momentos tão inesquecíveis que merecessem/pudessem ser detalhados e comentados por mim aqui. Resultado? Desliguei-me do universo dos blogs, por um tempo. Não postei, não comentei. Posso dizer que o tesão de me sentar e escrever recusou-se a aparecer (rimou!)&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;*&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, tenho uma boa notícia: minhas aulas começam essa semana, e aposto que minha ânsia e escrever artigos e tecer comentários úteis (ou inúteis) volta rapidinho! Aguarde!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;*&lt;/span&gt;Já estou até fazendo rimas. Bom sinal!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2251089161364605056-5239121812425527186?l=blogdopeths.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdopeths.blogspot.com/2009/02/ocio-e-produtividade.html</link><author>noreply@blogger.com (Lucas Peths)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2251089161364605056.post-8650090190384201591</guid><pubDate>Wed, 18 Feb 2009 03:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-18T00:50:52.083-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Jornalismo</category><title>Pocket post - Maldição de ser jornalista</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu sei que eu sumi e, assim que puder, produzirei algo mais interessante para o blog! Enquanto isso fiquem com um texto que circula na rede, de autoria desconhecida, sobre a vida de Jornalista. Abraços!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Maldição de ser jornalista&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conta a lenda que, quando Deus liberou para os homens o conhecimento sobre como ser jornalista , determinou que aquele saber iria ficar restrito a um grupo muito pequeno e selecionado. Mas neste pequeno grupo, onde todos se achavam "semi-deuses", já havia aquele que iria trair as determinações divinas. Então aconteceu o pior. Deus, bravo com a traição, resolveu fazer valer alguns mandamentos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1º.&lt;/span&gt; Não terás vida pessoal, familiar ou sentimental;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2º.&lt;/span&gt; Não verás teu filho crescer;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3º.&lt;/span&gt; Não terás feriado, fins de semana ou qualquer outro tipo de folga;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;4º.&lt;/span&gt; Terás gastrite, se tiveres sorte. Se for como os demais terás úlcera;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;5º.&lt;/span&gt; A pressa será teu único amigo e as suas refeições principais serão os lanches, as pizzas e o China in Box;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;6º.&lt;/span&gt; Teus cabelos ficarão brancos antes do tempo, isso se te sobrarem cabelos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;7º.&lt;/span&gt; Tua sanidade mental será posta em cheque antes que completes 5 anos de trabalho;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;8º.&lt;/span&gt; Dormir será considerado período de folga, logo, não dormirás;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;9º.&lt;/span&gt; Trabalho será teu assunto preferido, talvez o único;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;10º.&lt;/span&gt; A máquina de café será a tua melhor colega de trabalho, porém, a cafeína não te farás mais efeito;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;11º.&lt;/span&gt; Terás sonhos, com clientes, e não raro, resolveras problemas de trabalho neste período de sono;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;12º.&lt;/span&gt; Exibirás olheiras como troféus de guerra;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;13º.&lt;/span&gt; E, o pior... Inexplicavelmente gostarás de tudo isso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2251089161364605056-8650090190384201591?l=blogdopeths.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdopeths.blogspot.com/2009/02/pocket-post-maldicao-de-ser-jornalista.html</link><author>noreply@blogger.com (Lucas Peths)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2251089161364605056.post-4253887033799678006</guid><pubDate>Sat, 07 Feb 2009 16:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-07T21:25:47.196-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Geral</category><title>Lembrança e conveniência</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esses dias o &lt;a href="http://falarefacil.wordpress.com/"&gt;Rafael&lt;/a&gt; disse que se lembrou de mim, em Viçosa. Por que? Vejam a foto que ele me mandou:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_pkDe43Ne4X8/SY2_DBnH_5I/AAAAAAAAAH0/u_k-76UQUZs/s1600-h/P1000060.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_pkDe43Ne4X8/SY2_DBnH_5I/AAAAAAAAAH0/u_k-76UQUZs/s320/P1000060.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300102395177992082" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conveniente, não? Heh. Abraço!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS.: Uma observação: fiquei um gatão de farda. ¬¬&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2251089161364605056-4253887033799678006?l=blogdopeths.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdopeths.blogspot.com/2009/02/lembranca-e-conveniencia.html</link><author>noreply@blogger.com (Lucas Peths)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_pkDe43Ne4X8/SY2_DBnH_5I/AAAAAAAAAH0/u_k-76UQUZs/s72-c/P1000060.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></item></channel></rss>

