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	<title type="text">Software Livre</title>
	<subtitle type="text">Ideias, dicas e tutoriais sobre: linguagem C, Sistemas Embarcados e Servidores Linux.</subtitle>

	<updated>2018-10-02T11:24:20Z</updated>

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		<author>
			<name>Vinícius Maciel</name>
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		<title type="html"><![CDATA[Emulando a Raspberry PI 2 no Qemu]]></title>
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		<updated>2018-10-02T11:24:20Z</updated>
		<published>2017-03-05T21:36:43Z</published>
		<category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Desenvolvimento" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Linguagem C" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Linux" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Linux Embarcado" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Sistemas Embarcados" />
		<summary type="html"><![CDATA[<p>O Qemu é um virtualizador e emulador de processadores capaz de emular várias arquiteturas tais como ARM, x86, MIPS, PowerPC. Nas versões mais recentes ele é capaz de emular processadores de 32 bits e de 64 bits também, como, por exemplo, ARM 32 bits e ARM 64 bits. Ele também emula diferentes profiles da arquitetura ARM tais como: ARM cortex-m3, ARM9 e ARM11, ARM cortex-A8 e cortex-A9, ARM cortex-A15. Para quem é fã de Arduino, existe suporte ao Netduino 2, que a propósito, usa um microcontrolador da família STM32F2. Você ficaria impressionado ao descobrir a capacidade do Qemu de emular processadores e por conseguinte, o código que é executado, de tal forma que ele até mapea os mesmos endereços usados no programa! Isso pode ser verificado através do gdb, conectando uma instância ao hardware e outra instância ao Qemu. Obviamente que existem algumas limitações, pois nem todos os periféricos podem ser emulados, e alguns periféricos que são suportados não são emulados com todos os seus atributos. Por exemplo, quando um timer é emulado, geralmente existe suporte para modo de contagem, mas o suporte a PWM, que alguns timers possuem, é omitido no Qemu por ser complicado fazer esse tipo de [&#8230;]</p>
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		<title type="html"><![CDATA[Compilando QT5 para Raspberry]]></title>
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		<updated>2017-01-12T02:01:15Z</updated>
		<published>2016-04-24T20:57:19Z</published>
		<category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Desenvolvimento" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Linguagem C" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Linux Embarcado" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Sistemas Embarcados" />
		<summary type="html"><![CDATA[<p>Preparando o ambiente para o QT5 Nesse artigo veremos como compilar o QT5, incluindo suporte a aceleração gráfica por GPU, para o Rasbpian, o sistema operacional da Raspberry. A vantagem em se ter o QT5 com suporte a aceleração gráfica por GPU é que se pode rodar interfaces gráficas de forma mais fluída e até mesmo incluir animações. Já o Raspbian é um sistema operacional que é baseado em Debian e portanto, é super fácil instalar novos programas, configurar serviços, etc. Por outro lado, também é possível gerar um sistema customizado e mais leve com QT5, também incluindo suporte a aceleração gráfica por GPU, usando o Yocto [1]. Note que as instruções dadas aqui serão direcionadas para a Raspbery PI 2, e dessa forma, usaremos o cross compilador g++-arm-linux-gnueabihf. Ou seja, um toolchain com suporte a ponto flutuante por hardware. Caso você não tenha o g++-arm-linux-gnueabihf instalado, instale-o: [crayon-630d8174bd54c784855757/] Também iremos necessitar de uma imagem do Raspbian em disco local e montada em uma pasta especifica. Você pode baixar uma das imagens aqui, mas usaremos o Raspbian Lite para esse artigo, o qual pode ser baixado nesse link aqui. Observe que o nome do arquivo muda conforme a data em [&#8230;]</p>
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		<title type="html"><![CDATA[Simulador de circuitos e PCB design &#8211; EasyEDA]]></title>
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		<updated>2016-03-27T15:41:43Z</updated>
		<published>2016-03-26T21:30:05Z</published>
		<category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Circuitos eletrônicos" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Dicas" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Sistemas Embarcados" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="circuitos eletrônicos" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="EasyEDA" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="hardware" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="PCB design" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="simulação de circuitos" />
		<summary type="html"><![CDATA[<p>EasyEDA é grátis, não necessita de instalação, pois é baseado em sistema de nuvem (Cloud), e foi desenvolvido com intuito de dar a engenheiros eletrônicos, estudantes de engenharia e a amadores uma fácil experiência de EDA (Electronic design automation). O sistema EasyEDA facilita a criação e simulação de circuitos eletrônicos, projeção de PCB, ele roda sobre o seu navegador de Internet (browser) de forma confortável, além de tornar agradável a usablidade do software. Características do EasyEDA Boa Criação Esquemática Desenhe esquemáticos rapidamente utilizando bibliotecas disponíveis no browser. Atualizações automáticas invisíveis. Simulador de circuito Verifique circuitos de sinais analógicos, digitais e mistos com modelos e sub-circuitos spice! Design Online de PCB Com múltiplas camadas, milhares de blocos, pode trabalhar de forma rápida e sem problemas. O sistema é bastante estável, fiável e de fácil aprendizagem. A interface de utilizador é bastante agradável e intuitiva. EasyEDA tem uma vasta biblioteca com milhares de componentes eletrónicos (para ambos circuitos e placas de circuitos impressas, e para modulação), e milhares de exemplos de esquemáticos! Qualquer utilizador tem acesso a esta biblioteca e podem também a expandir! Podem ser importados projetos existentes feitos no Altium, Eagle, KiCad e posteriormente editá-los no EasyEDA. Além disso, uma [&#8230;]</p>
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		<title type="html"><![CDATA[Suporte para placa AM3352-SOM no kernel da Beaglebone]]></title>
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		<updated>2015-12-13T01:41:54Z</updated>
		<published>2015-12-13T01:41:54Z</published>
		<category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Desenvolvimento" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Linux" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Linux Embarcado" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Sistemas Embarcados" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="AM3352-SOM" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="kernel beaglebone" />
		<summary type="html"><![CDATA[<p>Suporte para placa AM3352-SOM no kernel da Beaglebone A placa AM3352-SOM da Olimex é um System On Module que contém um processador Sitara AM3352 Cortex-A8 que pode rodar a 1GHz, tem 512MB de memória DDR3 e que não possui um gerenciador de energia, diferente da Beaglebone Black, que tem um TPS65217C [1]. A Olimex também vende uma placa base, AM3352-SOM-EVB, integrada com a AM3352-SOM, que é mais completa. Alguns de seus atributos incluem: &#8211; Processador AM3352 Cortex-A8 que pode chegar a 1000MHz &#8211; Memória 512MB DDR3 &#8211; Micro SD-card &#8211; Pinos para console via UART &#8211; LED indicador de alimentação &#8211; LED de status &#8211; 4 conectores GPIO de 40 pinos &#8211; 2 × interfaces Ethernet de 100MB &#8211; Saída VGA com conector DA-15 &#8211; Conector para CAN &#8211; 4 × USB host &#8211; USB-OTG &#8211; 2 conectores UEXT para comunicação UART O fato de a placa AM3352-SOM não ter um PMIC, diferente da Beaglebone como dito antes, trouxe vários problemas para a Olimex. Por um longo tempo eles não conseguiram &#8220;bootar&#8221; a placa usando o kernel da Beaglebone Black. O problema é que o bootloader da Beaglebone não inicia a placa se um PMIC não estiver presente, pois o [&#8230;]</p>
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		<title type="html"><![CDATA[MariaDB com charset em utf-8]]></title>
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		<updated>2015-09-28T00:15:08Z</updated>
		<published>2015-09-28T00:15:08Z</published>
		<category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Dicas" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Linux" />
		<summary type="html"><![CDATA[<p>Tenho observado junto aos aprendizes de Desenvolvimento para WEB grandes dificuldades em exibir os resultados vindos do Banco de Dados para o Navegador Web em um conjunto de caracteres que seja compatível como nosso idioma, pt_BR, que no caso fica bem mostrado &#8211; sem problemas de acentuação &#8211; quando utilizando charset UTF-8. Este é um problema herdado do MySQL e a solução aqui apresentada tem pode ser aplicada a este sem necessidade de nenhum ajuste; bem como vai funcionar também no Linux, Windows e provavelmente também em sistemas Mac OS, não testei neste último. Localize em seu Sistema Operacional o arquivo de configuração do SGDB, MariaDB ou MySQL, my.cnf, no Debian GNU/Linux ele está em /etc/mysql/ e no Windows na pasta mariadb no caso de seu SGDB ser o MariaDB e na pasta mysql caso o SGDB seja o MySQL. Faça uma cópia de segurança do mesmo para eventuais necessidades. No arquivo original, o my.cnf, localize a linha que contém: default-character-set=utf8 E comente-a, ou a exclua, em seguida acrescente as seguintes linhas abaixo da seção [mysqld]: init_connect=&#8217;SET collation_connection = utf8_unicode_ci&#8217; init_connect=&#8217;SET NAMES utf8&#8242; character-set-server=utf8 collation-server=utf8_unicode_ci skip-character-set-client-handshake Bem espero ter ajudado a quem esteja com problema de exibição no Navegador Web em [&#8230;]</p>
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		<title type="html"><![CDATA[Projeto de IoT para Tiva C]]></title>
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		<published>2015-06-17T03:01:49Z</published>
		<category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Desenvolvimento" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Linguagem C" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Sistemas Embarcados" />
		<summary type="html"><![CDATA[<p>O projeto de biblioteca de IoT para microcontroladores da série TIVA C da Texas Instruments, é uma iniciativa de uma empresa de Oslo, Noruega, que visa agregar várias tecnologias que possibilitem o uso de microcontroladores da série TIVA C em projetos de IoT. A biblioteca tem como base a pilha TCP/IP Lwip, que é open-source e pode ser baixado no endereço [1]. Uma das primeiras tecnologias implementadas na biblioteca IoT foi o &#8220;novo&#8221; protocolo WebSocket baseado na RFC6455, desenvolvido por mim e um colega meu chamado Régis Nogueira através do site freelancer. [2] A especificação WebSocket define uma comunicação que estabelece conexão bidirecional sobre um único soquete entre um navegador web e um servidor. Em outras palavras, há uma conexão persistente entre o cliente e o servidor e ambas as partes podem começar a enviar dados a qualquer momento. Diferentemente do HTTP que precisa estabelecer uma conexão a cada objeto requisitado pelo cliente. O uso de uma conexão persistente entre browser e servidor trás grandes vantagens como baixa latência de comunicação, por não necessitar de várias reconexões para cada objeto. Ele é projetado para ser executado em browsers e servidores web que suportem o HTML5, mas pode ser usado por [&#8230;]</p>
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		<title type="html"><![CDATA[Device Drivers para Linux Embarcado]]></title>
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		<updated>2015-06-17T01:49:57Z</updated>
		<published>2015-06-13T01:46:51Z</published>
		<category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Linguagem C" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Linux" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Linux Embarcado" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Sistemas Embarcados" />
		<summary type="html"><![CDATA[<p>Neste artigo eu irei falar sobre desenvolvimento Device Drivers para Linux Embarcado. Há certa carência de documentação ou tutoriais sobre o assunto. Espero com este artigo preencher um pouco essa lacuna. Introdução Aplicações em espaço de usúario não podem se comunicar diretamente com o hardware porque o Linux não permite. O Linux divide a memória RAM em duas regiões: espaço de kernel (kernel space) e espaço de usúario (user space). O kernel space é onde o Linux executa e provêm seus serviços, e onde os device drivers residem. Já o user space é a região de memória onde os processos de usuários são executados. O kernel space pode ser acessado por processos de usuário somente através do uso de system calls (chamadas de sistema). Desta forma, preferencialmente processos em espaço de kernel podem se comunicar com o hardware e acessar os periféricos. Você também pode usar drivers em espaço de usuário para acessar o hardware. Esse mecanismo permite aos desenvolvedores escreverem o código do software sem ter que se preocupar com detalhes de hardware. E protege o usúario de, inadvertidamente, acessar os dispositivos e de alguma maneira danificá-los. Isso tem funcionando bem até agora. O que é Device Driver? É um programa [&#8230;]</p>
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		<title type="html"><![CDATA[Instalando Java SE 8 SDK no Debian 8]]></title>
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		<updated>2015-05-03T19:32:20Z</updated>
		<published>2015-05-03T19:29:38Z</published>
		<category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Dicas" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Linux" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Java" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="SDK" />
		<summary type="html"><![CDATA[<p>Em 29 de março de 2014 eu havia publicado no meu blog pessoal um passo a passo para auxiliar os meus alunos de Linux e demais visitantes a instalar o Oracle Java SE 7 SDK no Debian 7.0 e hoje, após instalar o novíssimo Debian 8.0 (Jessie) Lançado oficialmente em 25 de Abril, resolvi replicá-lo aqui, atualizado. Leiam abaixo: Instalando Java SE 8 SDK no Debian 8 (Atualizado) Apesar de estar disponível no repositório oficial do Debian uma versão do Java OpenJDK, openjdk-7-jdk, muita gente prefere usar a versão da Oracle por ter melhor compatibilidade com softwares não Debian e daí, os menos experientes em Linux, se deparam com inúmeras dificuldades para colocá-lo em funcionamento de forma correta; Mas, fique tranquilo, não é tão complicado assim. Primeiro baixe o pacote jdk-8u45-linux-x64.tar.gz – esta é a versão atual nesta data – ou equivalente em versão mais atual ou adequada a sua arquitetura de processador (32 ou 64 bits, no meu caso uso 64), no endereço http://www.oracle.com/technetwork/pt/java/javase/downloads/index.html e depois siga o passo a passo abaixo: Descompacte-o no local de sua preferência. No meu descompactei em /opt/java por ser o local designado a programas de terceiros. Exemplo: [crayon-630d8174be01c874474714/] [crayon-630d8174be025020398345/] Em seguida rode os [&#8230;]</p>
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		<title type="html"><![CDATA[Programação multi-thread em Linux]]></title>
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		<updated>2015-02-08T23:28:27Z</updated>
		<published>2015-02-08T22:51:16Z</published>
		<category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Desenvolvimento" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Linguagem C" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Linux" />
		<summary type="html"><![CDATA[<p>O padrão POSIX POSIX é um conjunto de padrões que objetiva a portabilidade de programas para que eles pudessem rodar em qualquer sistema operacional baseado em Unix. O Linux implementa em grande parte o padrão POSIX no que se refere à interface de programação de processos e threads, o que ajuda bastante na portabilidade do código entre sistemas Unix. O POSIX 1c se refere especificamente a padrões referentes a threads como: criação, controle e limpeza de threads; sicronização de threads; manipulação de sinais. Programação multi-thread em Linux Em Linux há basicamente duas formas de criar programas capazes de realizar multiprocessamento: através da criação de vários processos associado a um processo principal ou através da criação de várias threads associadas à um único processo, conhecida como multi-thread. Atualmente a abordagem mais utilizada é a multi-thread, devido à vantagens como compartilhamento de espaço de memória pelas threads, menos recursos de memória alocada, divisão de tarefas em várias threads, entre outras. Nesse tipo de programação é necessário levar em consideração o acesso simultâneo a recursos de hardware que podem gerar erros no sistema. Precisa-se usar formas de sincronização entre elas. A forma de programação também muda com a possibilidade de realizar várias tarefas [&#8230;]</p>
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		<title type="html"><![CDATA[Sincronização com Rsync]]></title>
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		<updated>2014-10-01T02:26:10Z</updated>
		<published>2014-10-01T02:26:10Z</published>
		<category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Comandos" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Debian" /><category scheme="https://softwarelivre.blog.br" term="Linux" />
		<summary type="html"><![CDATA[<p>O Rsync é um utilitário Open Source (licença GPL) de linha de comando que objetiva sincronizar arquivos e diretórios local e remotamente em Sistemas Operacionais diversos: Linux, BSD, MacOS, etc.. A aplicabilidade desta ferramenta é bem diversificada, vai desde copias de arquivos (é meu programa preferido para cópia de arquivos grandes), a sincronização de diretórios inteiros de local para local e remoto. Boa pedida para uso em Backups de sistemas. Há Rsync, devidamente empacotado, para diversas distribuições Linux e também está disponível para download os códigos fontes para compilação, bem como binários, inclusive para Windows, em http://rsync.samba.org/download.html. Exemplos com comandos Rsync Copiando uma imagem.iso de um diretório para outro na máquina local: [crayon-630d8174be65c862572101/] Copiando uma imagem.iso de um diretório para outro na máquina local mostrando o progresso da operação: [crayon-630d8174be664045566375/]  Também é possível efetuar transferências de arquivos entre máquinas, para tanto é necessário que o host remoto tenha instalado o rsync e o ssh server (openssh-server no Debian e derivações). Veja um exemplo transferindo uma imagem iso do damn small linux do diretório /tmp da máquina local para o mesmo diretório de uma máquina remota: [crayon-630d8174be667790873876/]  Durante a operação de transferência a senha do usuário remoto será solicitada. O mesmo exemplo [&#8230;]</p>
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