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	<title>Blog sobre Português</title>
	
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	<description>Língua - Tradução - Culturas - História</description>
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		<title>As Bibliotecas Nacionais Digitais do Brasil e Portugal</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 17:01:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<div id="tweetbutton607" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Ftransportuguese.com%2Fblog_traducao%2Fas-bibliotecas-nacionais-digitais-do-brasil-e-portugal%2F&amp;text=As%20Bibliotecas%20Nacionais%20Digitais%20do%20Brasil%20e%20Portugal&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Ftransportuguese.com%2Fblog_traducao%2Fas-bibliotecas-nacionais-digitais-do-brasil-e-portugal%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://transportuguese.com/blog_traducao/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><div align="right" style="float:right;padding:10px 0px 0px 5px;margin-top: 0;"><a name="fb_share" type="button_count" share_url="http://transportuguese.com/blog_traducao/as-bibliotecas-nacionais-digitais-do-brasil-e-portugal/"></a></div><p>Dentre os principais portais para pesquisa e acesso a conteúdo sobre o idioma e culturas plasmadas em português estão os sites dos serviços das bibliotecas digitais nacionais do Brasil e de Portugal. Dedicam-se à circulação e preservação digital da memória a partir de áreas e temas relevantes.</p>
<p>A Biblioteca Nacional Digital do Brasil-BNDB, integrada à estrutura da Fundação Biblioteca Nacional, desborda a sua atuação através de projetos, base de dados para pesquisa, constituição de uma rede para aglutinar e promover acervos de valor reconhecido, e promoção de exposições.</p>
<p>Relativamente aos projetos, além do corporificado sob a denominação “Rede Memória Virtual Brasileira” que responde pela política digital em sua dimensão mais ampla, são disponibilizados pelo site do BNDB acesso a “200 Anos da Biblioteca Nacional”, “A França no Brasil”, “Projetos Literários” (‘Periódicos e Literatura’). “Guerra do Paraguai”, “Coleção Thereza Christina Maria” (‘Álbuns Fotográficos’), “Coleção Alexandre Rodrigues Ferreira (‘Viagem Filosófica’), “Memória dos Presidentes da República”, “Brasil e Estados Unidos”, “Tráfico de Escravos no Brasil”, “Arquivo Mário Pedrosa”, e “Cartografia Histórica dos Séculos XVI ao XVIII”.</p>
<p>O projeto da Rede Memória Virtual Brasileira se divide em áreas como: Administração, Alteridades, Artes, Ciências, Costumes, Escravidão, Imprensa, Literatura, Política e Religião.</p>
<p>As Exposições em destaque, neste momento, no portal: “Medeiros e Albuquerque, João do Rio e Benjamim Costallat: Livros”, “O Centenário de Caio Prado Júnior”, e “Dom João VI”.</p>
<p><a href="http://transportuguese.com/blog_traducao/wp-content/uploads/2012/01/BDigitalBrasil.jpg"><img class="alignright  wp-image-608" title="Biblioteca Nacional Digital Brasil" src="http://transportuguese.com/blog_traducao/wp-content/uploads/2012/01/BDigitalBrasil.jpg" alt="" width="803" height="387" /></a></p>
<p><a href="http://bndigital.bn.br/">http://bndigital.bn.br/</a></p>
<p>A Biblioteca Digital de Portugal-BDP, por sua vez, integra a estrutura de sua Biblioteca Nacional. Como destaques do site da BDP, temos suas “Colecções Digitalizadas”, seus “Sítios Temáticos”, seu “Programa de Cultura Portuguesa”, e seu “Dicionário de Historiadores”.</p>
<p>Dentre essas seções, para se ter uma ideia do que pode ser encontrado, vale a pena saber a que se referem seus sites temáticos: “Os mais antigos jornais republicanos”, “Os ‘hinos nacionais’”, “Arte médica e Imagem do Corpo”, “Estrelas de papel: livros de astronomia dos séculos XIV a XVIII”, “Canonização de D. Nuno Álvares Pereira”, “Colecção José Saramago”, “A Voz do Chão: Miguel Torga”, “As mãos da escrita: 25 anos do Arquivo de Cultura Portuguesa Contemporânea”, “António é o meu nome: Rómulo de Carvalho”, “O livro de dentro para fora”, “Eis Bocage&#8230;”, “António José da Silva: o Judeo”, “Ilustradores de Quixote na Biblioteca Nacional”, “Hans Christian Andersen”, “Os Portugueses e o Oriente 1840-1940”, “Maria Keil: ilustradora na Biblioteca Nacional”, “Antes das playstations: 200 anos do romance de aventuras em Portugal”, “Pedro Nunes”, “A rotação da memória: Vitorino Nemésio”, “Verdi em Portugal”, “A ciência do desenho”, “A cartografia do Brasil (1700-1822)”, “António Feliciano de Castilho”, “25 de Abril: da efemeridade à História”, “Eça de Queirós”, e “Almeida Garret”.</p>
<p><a href="http://transportuguese.com/blog_traducao/wp-content/uploads/2012/01/BDigitalPortug.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-609" title="Biblioteca Digital Portugal" src="http://transportuguese.com/blog_traducao/wp-content/uploads/2012/01/BDigitalPortug.jpg" alt="" width="765" height="220" /></a></p>
<p>http://purl.pt/index/livro/PT/index.html</p>
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		<title>Apoio financeiro para traduções de obras de autores brasileiros</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 15:28:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<div id="tweetbutton601" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Ftransportuguese.com%2Fblog_traducao%2Fapoio-financeiro-para-traducoes-de-obras-de-autores-brasileiros%2F&amp;text=Apoio%20financeiro%20para%20tradu%C3%A7%C3%B5es%20de%20obras%20de%20autores%20brasileiros&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Ftransportuguese.com%2Fblog_traducao%2Fapoio-financeiro-para-traducoes-de-obras-de-autores-brasileiros%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://transportuguese.com/blog_traducao/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><div align="right" style="float:right;padding:10px 0px 0px 5px;margin-top: 0;"><a name="fb_share" type="button_count" share_url="http://transportuguese.com/blog_traducao/apoio-financeiro-para-traducoes-de-obras-de-autores-brasileiros/"></a></div><div id="SearchKey_Text1">
<p>A ministra da Cultura, Ana de Hollanda, anunciou na abertura da Festa  Literária Internacional de Paraty (Flip), no Rio de Janeiro, o Programa  de Apoio à Tradução e Publicação de Autores Brasileiros no Exterior. Até  2020, o governo promete investir R$ 12 milhões no programa para  estimular a presença da literatura brasileira no mercado editorial  internacional.</p>
<p>&#8220;Acho essencial que os livros sejam traduzidos para o inglês, o  espanhol, línguas mais universais. Só assim vai se poder mundialmente  reconhecer o valor da literatura brasileira&#8221;, destacou a ministra,  dizendo que, em viagens ao exterior, principalmente à Europa, tem visto o  &#8220;entusiasmo&#8221; com o Brasil e o interesse em conhecer melhor a cultura  nacional. &#8220;A gente só está atendendo a uma demanda que já existe&#8221;.</p>
<p>O dinheiro será disponibilizado ano a ano em valores crescentes, sendo  R$ 1 milhão este ano, R$ 1,1 milhão em 2012 e 2013, até se chegar a R$  1,4 milhão em 2020, totalizando a quantia de R$ 12 milhões. A Fundação  Biblioteca Nacional, vinculada ao Ministério da Cultura, vai conceder  bolsas de US$ 2 mil a US$ 8 mil por obra. As reedições de obras já  traduzidas há pelo menos três anos receberão entre US$ 500 e US$ 4 mil  por obra selecionada.</p>
<p>As propostas serão analisadas no fim de cada trimestre e, a partir daí, o  anúncio das obras selecionadas será feito em até 30 dias. Para o edital  2011/2012, as obras deverão ser publicadas até agosto de 2013.</p>
<p>Fonte: <a title="Terra" href="http://diversao.terra.com.br/arteecultura/noticias/0,,OI5227149-EI18344,00-Governo+investira+R+mi+na+traducao+de+autores+brasileiros.html" target="_blank">Terra</a></p>
</div>
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		<title>Um Manual para saber pontuar bem o discurso</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jun 2011 00:47:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<div id="tweetbutton596" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Ftransportuguese.com%2Fblog_traducao%2Fum-manual-para-saber-pontuar-bem-o-discurso%2F&amp;text=Um%20Manual%20para%20saber%20pontuar%20bem%20o%20discurso&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Ftransportuguese.com%2Fblog_traducao%2Fum-manual-para-saber-pontuar-bem-o-discurso%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://transportuguese.com/blog_traducao/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><div align="right" style="float:right;padding:10px 0px 0px 5px;margin-top: 0;"><a name="fb_share" type="button_count" share_url="http://transportuguese.com/blog_traducao/um-manual-para-saber-pontuar-bem-o-discurso/"></a></div><p>De “Pequeno” no nome (assim intitulado em comparação com os rombudos manuais dedicados ao assunto), na verdade se converte, pela propriedade das exemplificações e conhecimentos oferecidos, em auxílio enorme para quem deseja saber como pontuar bem o discurso escrito. Nos referimos ao <em>Pequeno Manual de Pontuação em Português</em>, escrito por José Augusto Carvalho, cujos links para o seu conteúdo indicaremos aqui, segundo a sua disponibilização em nove partes, veiculadas na revista online <em>Cronópios</em>.<em> </em>É<em> </em>trabalho que revela desde as primeiras linhas a experiência ímpar e multifacetada do seu autor no universo da língua portuguesa.</p>
<p>O autor, mestre em linguística pela Universidade Estadual de Campinas e doutor em letras pela Universidade de São Paulo, lecionou durante quatro décadas na Universidade Federal do Espírito Santo. Além do magistério, e da autoria de livros paradidáticos e didáticos (<em>Aprendendo a ler, Por uma política do ensino da língua,</em> <em>Do pensamento à palavra</em>, dentre outros), escreveu romances (<em>A ilha do vento sul </em>e <em>Candaína)</em>, contos (<em>Órfã de filha</em>, <em>O braço e o cutelo </em>e <em>A fama e a cama)</em> e crônicas (<em>Entre a cruz e a caldeirinha </em>e <em>Pedagogia da trapaça</em>). Paralelamente, veio se dedicando ainda à tradução, a partir do francês, inglês e italiano.</p>
<p>Para ter acesso ao conteúdo do <em>Manual,</em> basta clicar em cada link a seguir:</p>
<p>- Parte I:   Palavras prévias e Introdução</p>
<p><a href="http://www.cronopios.com.br/site/artigos.asp?id=4971">http://www.cronopios.com.br/site/artigos.asp?id=4971</a></p>
<p>- Parte II:  Gramáticos versus Escritores</p>
<p><a href="http://www.cronopios.com.br/site/artigos.asp?id=4979">http://www.cronopios.com.br/site/artigos.asp?id=4979</a></p>
<p>- Parte III: O Ponto no texto e o Ponto nas abreviaturas</p>
<p><a href="http://www.cronopios.com.br/site/artigos.asp?id=4988">http://www.cronopios.com.br/site/artigos.asp?id=4988</a></p>
<p>- Parte IV:  Vírgula</p>
<p><a href="http://www.cronopios.com.br/site/artigos.asp?id=4997">http://www.cronopios.com.br/site/artigos.asp?id=4997</a></p>
<p>- Parte V:   Ponto e vírgula, Interrogação e Exclamação</p>
<p><a href="http://www.cronopios.com.br/site/artigos.asp?id=5012">http://www.cronopios.com.br/site/artigos.asp?id=5012</a></p>
<p>- Parte VI:  Reticências, Parênteses e Travessão</p>
<p><a href="http://www.cronopios.com.br/site/artigos.asp?id=5016">http://www.cronopios.com.br/site/artigos.asp?id=5016</a></p>
<p>- Parte VII: Barra oblíqua, Colchetes, Parênteses quebrados ou angulares</p>
<p><a href="http://www.cronopios.com.br/site/artigos.asp?id=5026">http://www.cronopios.com.br/site/artigos.asp?id=5026</a></p>
<p>- Parte VIII: Chaves, Aspas simples e duplas, Pontuação intravocabular, Asterisco</p>
<p><a href="http://www.cronopios.com.br/site/artigos.asp?id=5037">http://www.cronopios.com.br/site/artigos.asp?id=5037</a></p>
<p>- Parte IX:   Palavras finais</p>
<p><a href="http://www.cronopios.com.br/site/artigos.asp?id=5057">http://www.cronopios.com.br/site/artigos.asp?id=5057</a></p>
<p>O <em>Manual</em> poderá ser adquirido em versão impressa editada pela <em>Thesaurus</em><em>.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Quem dá as cartas sobre o que a gente quer e pode com nossa Língua?</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 18:23:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<div id="tweetbutton578" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Ftransportuguese.com%2Fblog_traducao%2Fquem-da-as-cartas-sobre-o-que-a-gente-quer-e-pode-com-nossa-lingua%2F&amp;text=Quem%20d%C3%A1%20as%20cartas%20sobre%20o%20que%20a%20gente%20quer%20e%20pode%20com%20nossa%20L%C3%ADngua%3F&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Ftransportuguese.com%2Fblog_traducao%2Fquem-da-as-cartas-sobre-o-que-a-gente-quer-e-pode-com-nossa-lingua%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://transportuguese.com/blog_traducao/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><div align="right" style="float:right;padding:10px 0px 0px 5px;margin-top: 0;"><a name="fb_share" type="button_count" share_url="http://transportuguese.com/blog_traducao/quem-da-as-cartas-sobre-o-que-a-gente-quer-e-pode-com-nossa-lingua/"></a></div><p>Quem, no Brasil, seria o legislador máximo sobre a nossa, inculta e bela, última flor do Lácio, ou quem deveria dar as cartas sobre o atual estágio de nossa modalidade de Latim em pó? A discussão volta à tona no país.</p>
<p>Em meados de maio, a Academia Brasileira de Letras-ABL, sem indicar exatamente a quais livros estaria se referindo, através de nota oficial ensejadora de polêmica que perdura na imprensa e demais meios de comunicação, emitiu alarme relativamente a obras didáticas, postas em ampla circulação pelo Ministério da Educação-MEC, que seriam detratoras do ‘padrão’ desejável para o ensino da língua.  A nota oficial da Academia foi divulgada em seu site dias após. Eis o seu conteúdo:</p>
<p><a href="http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=11763&amp;sid=727">http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=11763&amp;sid=727</a></p>
<p>O estopim da polêmica foi <strong><em>Por uma vida melhor</em></strong>, obra editada pela Global. Trata-se de livro escrito por vasta equipe pedagógica multidisciplinar, concebido para um programa de Educação de Jovens e Adultos-EJA. O programa tem como foco um público que não obteve acesso à escola durante os tenros anos da infância. A obra integra a coleção “Viver, Aprender” da mencionada editora. Sua concepção vem a ser uma das iniciativas promovidas pela ONG Ação Educativa em prol da educação como meio de inclusão social.  Com o intuito de distribuí-lo gratuitamente aos estudantes do EJA nas escolas públicas, o livro foi adquirido com fundos do Programa Nacional do Livro Didático-PNLD, um dos pilares de ação do governo federal dentro da estrutura do Ministério da Educação.</p>
<p><img class="  " title="Capa do livro adotado pelo Ministério da Educação e desaprovado pela Academia de Letras" src="http://sul21.com.br/jornal/wp-content/uploads/2011/05/1885771-1050-atm14-7.jpg" alt="Capa do livro adotado pelo Ministério da Educação e desaprovado pela Academia de Letras" width="250" height="339" /></p>
<p>A polêmica foi instaurada a partir do conteúdo de seu primeiro capítulo, intitulado “Escrever é diferente de falar”. A ONG Ação Educativa disponibiliza o teor do capítulo mediante o seguinte link:</p>
<p><a href="http://www.acaoeducativa.org.br/downloads/V6Cap1.pdf">http://www.acaoeducativa.org.br/downloads/V6Cap1.pdf</a></p>
<p>A partir do alarme acionado pela Academia de Letras, alguns viram nas afirmações e exemplos oferecidos nesse capítulo uma incitação a atentados contra o idioma. Os postulados linguísticos e as ilustrações de usos se baseariam em uma visão que preconizaria a expressão de um  &#8211;  como diz Roberto Carlos, na canção <em>Detalhes</em>,<em> </em>valorizando seus erros &#8211; “português ruim”.</p>
<p><span style="font-size: x-small;"><em>“&#8230;Eu sei que um outro<br />
Deve estar falando<br />
Ao seu ouvido<br />
Palavras de amor<br />
Como eu falei<br />
Mas eu duvido!<br />
Duvido que ele tenha<br />
Tanto amor<br />
E até os erros<br />
Do meu português ruim<br />
E nessa hora você vai<br />
Lembrar de mim&#8230;”</em></span></p>
<p>Discussão que sempre volta à baila, é por demais instigante conhecer a presente a fundo, para tentarmos, quem sabe desta vez, aguçar a consciência sobre preconceito linguístico, variantes linguísticas, padrão culto, dentre outros tópicos que importam a todos que nos dedicamos à língua portuguesa. Acompanhe no portal do Ministério da Educação, a partir de seleção que justificaria a decisão governamental da adoção de tal obra para o EJA, um status da polêmica por ordem das repercussões mais recentes. Dela já participaram, além do professor Ataliba de Castilho (que está também no vídeo, abaixo), outros nomes que lançam luz sobre o tema, como Dante Lucchesi, Sírio Possenti, José Miguel Wisnik e Carlos Alberto Faraco:</p>
<p><a href="http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=16649">http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=16649</a></p>
<p><iframe width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/DROHTF4iaiQ" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Outro espaço que vem fazendo excelente acompanhamento da questão, e tomando partido pela visão defendida no livro, é o blog de Luisandro Mendes:</p>
<p><a href="http://luisandromendes.wordpress.com/tag/mec/" target="_blank">http://luisandromendes.wordpress.com/tag/mec/</a></p>
<p>E, por fim&#8230;</p>
<p>.<em>..</em><br />
<em> Vamos atentar para a sintaxe dos paulistas</em><br />
<em> E o falso inglês relax dos surfistas</em><br />
<em> &#8230;</em><br />
<em> Vamos na velô da dicção choo-choo de Carmem Miranda</em><br />
<em> &#8230;</em><br />
<em>Adoro nomes</em><br />
<em>&#8230;</em><br />
<em>Flor do Lácio Sambódromo Lusamérica latim em pó</em><br />
<em>O que quer<br />
O que pode esta língua?</em><br />
<em>&#8230;</em><br />
<em>A língua é minha pátria<br />
E eu não tenho pátria, tenho mátria<br />
E quero frátria<br />
Poesia concreta, prosa caótica<br />
Ótica futura<br />
Samba-rap, chic-left com banana<br />
<strong>– Será que ele está no Pão de Açúcar?</strong><br />
<strong> – Tá craude brô</strong><br />
<strong> – Você e tu</strong><br />
<strong> – Lhe amo</strong><br />
<strong> – Qué queu te faço, nego?</strong><br />
<strong> – Bote ligeiro!</strong><br />
<strong> – Ma’de brinquinho, Ricardo!? Teu tio vai ficar desesperado!</strong><br />
<strong> – Ó Tavinho, põe a camisola pra dentro, assim mais pareces um espantalho!</strong><br />
<strong> – I like to spend some time in Mozambique</strong><br />
<strong> – Arigatô, arigatô!</strong><br />
Nós canto-falamos como quem inveja negros<br />
Que sofrem horrores no Gueto do Harlem</em></p>
<p><em><em>[Caetano Veloso, canção ' Língua', dos álbuns Velô, de 1984, e Noites do Norte ao Vivo, de 2001]</em></em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Por que salvar uma Língua?</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Jun 2011 15:32:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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<p>Nesse idioma, “quase não se usam pronomes pessoais do caso reto (eu, tu, ele)”, pois “bem mais importantes são os do caso oblíquo (mim, te, ti)”. A par disso, “não existem os verbos ‘ter’ ou ‘saber’ – dois pilares das línguas (e da vida) no Ocidente.</p>
<p>Alguns exemplos eloquentes do idioma, mediante transposição ou tradução aproximativa ao português:</p>
<p>“Se um falante de manx, incomodado com os latidos de um cão desconhecido, for perguntar ao novo dono da casa ao lado ‘você tem um cachorro?’, dirá: ‘há um cachorro em ti?’ Ao que o incômodo vizinho responderá: ‘há um cachorro em mim’.</p>
<p>“‘Estou com fome não existe’. O certo é ‘há fome em mim’. ‘Estou com raiva’ é ‘há raiva em mim’. ‘Eu sei isso’ é ‘há conhecimento em mim sobre isso’.</p>
<p>“Não há como responder simplesmente ‘sim’ ou ‘não’ a questões simples. Então, quem pergunta ‘Você deu dinheiro a ele?’ diz, ao pé da letra, ‘dinheiraste nele?’. E precisa do verbo para entender a resposta: ‘sim’ é ‘dinheirei’; ‘não’ é ‘não dinheirei’.</p>
<p>“‘Eu te amo’, literalmente [é]: ‘há amor em mim por ti’.”</p>
<p>Foi durante um pioneiro Festival Internacional de Línguas na Grã-Bretanha que a singularidade e sobrevida do manx tiveram a sua mais recente repercussão mundial, graças à participação de um escritor de apenas 19 anos, Christopher Lewin, nascido e criado na Ilha de Man, situada entre o Reino Unido e a Irlanda, aonde um dia floresceu esse idioma, derivado do celta, e que foi a língua mais falada ali até o século XIX, e que quase se extinguiu quando a expansão industrial retirou a ilha de seu isolamento.</p>
<p>Conheça a tocante história da salvação (em andamento) de um idioma, lendo na íntegra o informe de Ricardo Sangiovanni aqui:</p>
<p><a href="http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-55/esquina/ta-graih-aym-ort">http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-55/esquina/ta-graih-aym-ort</a></p>
<hr /><small><a href="http://www.transpanish.biz">Transpanish.biz</a> Copyright &copy; 2008.<br /> </small>]]></description>
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		<title>Debate em Lisboa sobre as línguas portuguesa e espanhola diante da economia</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogPortugues/~3/_3i0N-P0EgE/</link>
		<comments>http://transportuguese.com/blog_traducao/debate-em-lisboa-sobre-as-linguas-portuguesa-e-espanhola-diante-da-economia/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 May 2011 18:16:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Língua portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[<div id="tweetbutton565" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Ftransportuguese.com%2Fblog_traducao%2Fdebate-em-lisboa-sobre-as-linguas-portuguesa-e-espanhola-diante-da-economia%2F&amp;text=Debate%20em%20Lisboa%20sobre%20as%20l%C3%ADnguas%20portuguesa%20e%20espanhola%20diante%20da%20economia&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Ftransportuguese.com%2Fblog_traducao%2Fdebate-em-lisboa-sobre-as-linguas-portuguesa-e-espanhola-diante-da-economia%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://transportuguese.com/blog_traducao/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><div align="right" style="float:right;padding:10px 0px 0px 5px;margin-top: 0;"><a name="fb_share" type="button_count" share_url="http://transportuguese.com/blog_traducao/debate-em-lisboa-sobre-as-linguas-portuguesa-e-espanhola-diante-da-economia/"></a></div><p>Académicos, gestores, agentes culturais e jornalistas vão debater em 19  de maio, na sede do <a title="Instituto Camões (IC)" href="http://transportuguese.com/blog_traducao/?p=405">Instituto Camões</a>, em Lisboa, as ligações entre  línguas e economia, num fórum promovido conjuntamente pelo Instituto  Camões (IC), Instituto Cervantes, de Espanha, e Casa da América Latina,   com o apoio da <a title="Comunidade dos Países de Língua Portuguesa" href="http://transportuguese.com/blog_traducao/?p=421">Comunidade dos Países de Língua Portuguesa</a>, da  Secretaria-geral Ibero-Americana e da União Latina.</p>
<p>O fórum, que ocorrerá entre as 9:30 e as 18:00, será encerrado por  Ana Paula Laborinho, Presidente do Instituto Camões, e por Carmen  Pérez-Fragero, Secretária-geral do Instituto Cervantes, que falarão da  promoção conjunta das línguas portuguesa e espanhola.</p>
<p>A Presidente do IC e o Diretor do Instituto Cervantes de Lisboa, José  María Martín Valenzuela, farão as intervenções de abertura do  seminário, tal como o Secretário-geral da Casa da América Latina,  Alberto Laplaine Guimarães.</p>
<p>De acordo com os organizadores, o fórum tem «o objetivo de lançar o  debate sobre o valor da língua portuguesa e da língua espanhola,  considerando as suas estratégias de internacionalização e de cooperação  no sentido da afirmação do espaço ibero-americano e demais territórios  das duas línguas no mundo». «As dimensões em análise serão o  investimento e o comércio externo, as indústrias da língua, da cultura e  da comunicação», acrescentam.</p>
<p>No seminário, os participantes poderão ouvir responsáveis pelas  equipas que, em Portugal e Espanha, fizeram estudos sobre o valor  económico do português e do espanhol.</p>
<p>Luís Reto, reitor do ISCTE-IUL, dirigiu a equipa de investigadores do  seu instituto que apresentou em 2008 o estudo relativo a Portugal,  encomendado pelo IC em 2007, e que revelou representar a língua  portuguesa 17% do PIB nacional.</p>
<p>Do lado espanhol estará presente o economista José Luís Garcia  Delgado, catedrático da Universidade Complutense, que juntamente com os  professores José Antonio Alonso e Juan Carlos Jiménez publicou um estudo  sobre a importância económica do espanhol, na sequência de  investigações realizadas desde 2005.</p>
<p>A primeira sessão do seminário, sobre ‘línguas, comércio externo e  investimento estrangeiro’ terá como moderador Adriano Moreira e  compreenderá dois painéis, o 1º sobre perspetivas institucionais, com  representantes do ICEX espanhol e da AICEP portuguesa, e o 2º sobre  perspetivas empresariais, com representantes da GALP, Repsol, Santander e  BES.</p>
<p>À tarde, depois da sessão sobre o ‘valor económico das línguas  portuguesa e espanhola’, que terá moderação de Maria de Lurdes  Rodrigues, Presidente da FLAD, seguir-se-á a sessão relativa a ‘línguas,  cultura e comunicação’, moderada pelo deputado José Ribeiro e Castro,  Presidente da Comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades  Portuguesas da Assembleia da República.</p>
<p>O 1º painel desta sessão, sobre ‘economia da cultura’, contará com a  participação de José Pedro Ribeiro, Diretor do ICA (Portugal) e Benito  Burgos, assessor técnico do Diretor do ICAA, Instituto de Cinematografia  de Espanha. O 2º painel, sobre ‘informação e cultura’, terá como  oradores Manuel Lucena Giraldo, do CSIC (Consejo Superior de  Investigaciones Científicas, a maior instituição pública espanhola  dedicada à investigação) e membro do Conselho do ABC Cultural, e José  Carlos Vasconcelos, Diretor do Jornal de Letras.</p>
<p>Durante os trabalhos estará patente ao público, uma exposição  bibliográfica de obras sobre a língua portuguesa e língua espanhola.</p>
<p><a title="Programa" href="http://www.instituto-camoes.pt/images/stories/DIPTICO_ECONOMIA_DAS_LINGUAS.pdf">Programa Completo</a></p>
<p>Extraído de <a title="Instituto Camões (IC)" href="http://www.instituto-camoes.pt/noticias-ic-portugal/economia-das-linguas-portuguesa-e-espanhola-debatida-em-lisboa.html">Instituto Camões </a></p>
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		<title>Tudo vale a pena quando a alma não se apequena</title>
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		<comments>http://transportuguese.com/blog_traducao/tudo-vale-a-pena-quando-a-alma-nao-se-apequena/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 08 May 2011 14:55:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<div id="tweetbutton561" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Ftransportuguese.com%2Fblog_traducao%2Ftudo-vale-a-pena-quando-a-alma-nao-se-apequena%2F&amp;text=Tudo%20vale%20a%20pena%20quando%20a%20alma%20n%C3%A3o%20se%20apequena&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Ftransportuguese.com%2Fblog_traducao%2Ftudo-vale-a-pena-quando-a-alma-nao-se-apequena%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://transportuguese.com/blog_traducao/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><div align="right" style="float:right;padding:10px 0px 0px 5px;margin-top: 0;"><a name="fb_share" type="button_count" share_url="http://transportuguese.com/blog_traducao/tudo-vale-a-pena-quando-a-alma-nao-se-apequena/"></a></div><p>Encontra-se disponibilizado no Portcom, Portal de Livre Acesso à Produção das Ciências de Comunicação, um estudo, da autoria de Luíza Beatriz Amorim Melo Alvim, mestre em Letras pela Universidade Federal Fluminense, do Rio de Janeiro, publicado originalmente no Anuário Internacional de Comunicação Lusófona 2006, e intitulado “Reafirmação da identidade e da cultura portuguesas em Manoel de Oliveira e José Saramago”.</p>
<p>O estudo desenvolve uma análise de dois filmes de Manoel de Oliveira, “Um filme falado” (2003) e “O Quinto Império – Ontem como Hoje” (2004), e ainda do livro “A jangada de pedra”, de Saramago, buscando, no entrecruzamento dessas obras, os rastros dos anseios de grandeza de Luís de Camões e Fernando Pessoa em relação ao idioma e ao Estado portugueses.</p>
<p>No resumo de seu texto, a autora começa chamando a atenção para o estatuto ainda “minoritário” do idioma no mundo, a despeito de ser uma das 10 línguas mais faladas na atualidade. Para sumular sua exposição, segue desfiando:</p>
<p><em>Porém o atual Estado português não se equipara ao seu passado de império ultramar. Revendo essa situação, o cineasta Manoel de Oliveira  e o escritor José Saramago costumam tematizar em suas obras a dificuldade de lidar com o esse estatuto minoritário e buscam defender a dignidade portuguesa. Dois temas estão marcadamente presentes nas suas obras: a valorização da identidade e da língua portuguesa e a viagem como forma de sua reafirmação, seja refazendo caminhos de antigos exploradores portugueses dos séculos XV e XVI ou revisitando momentos importantes da história de Portugal. </em></p>
<p>O texto pode ser obtido neste link:</p>
<p><a href="http://revcom2.portcom.intercom.org.br/index.php/anuariolusofono/article/viewFile/1215/960">http://revcom2.portcom.intercom.org.br/index.php/anuariolusofono/article/viewFile/1215/960</a></p>
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<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span lang="PT-BR">Encontra-se disponibilizado no Portcom, Portal de Livre Acesso à Produção das Ciências de Comunicação, um estudo, da autoria de Luíza Beatriz Amorim Melo Alvim, mestre em Letras pela Universidade Federal Fluminense, do Rio de Janeiro, publicado originalmente no Anuário Internacional de Comunicação Lusófona 2006, e intitulado “Reafirmação da identidade e da cultura portuguesas em Manoel de Oliveira e José Saramago”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span lang="PT-BR">O estudo desenvolve uma análise de dois filmes de Manoel de Oliveira, “Um filme falado” (2003) e “O Quinto Império – Ontem como Hoje” (2004), e ainda do livro “A jangada de pedra”, de Saramago, buscando, no entrecruzamento dessas obras, os rastros dos anseios de grandeza de Luís de Camões e Fernando Pessoa em relação ao idioma e ao Estado portugueses.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span lang="PT-BR">No resumo de seu texto, a autora começa chamando a atenção para o estatuto ainda “minoritário” do idioma no mundo, a despeito de ser uma das 10 línguas mais faladas na atualidade. Para sumular sua exposição, segue desfiando: </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 1in; text-align: justify;"><em><span lang="PT-BR">Porém o atual Estado português não se equipara ao seu passado de império ultramar. Revendo essa situação, o cineasta Manoel de Oliveira<span> </span>e o escritor José Saramago costumam tematizar em suas obras a dificuldade de lidar com o esse estatuto minoritário e buscam defender a dignidade portuguesa. Dois temas estão marcadamente presentes nas suas obras: a valorização da identidade e da língua portuguesa e a viagem como forma de sua reafirmação, seja refazendo caminhos de antigos exploradores portugueses dos séculos XV e XVI ou revisitando momentos importantes da história de Portugal. </span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span lang="PT-BR"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span lang="PT-BR">O texto pode ser obtido neste link: </span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"><a href="http://revcom2.portcom.intercom.org.br/index.php/anuariolusofono/article/viewFile/1215/960"><span lang="PT-BR">http://revcom2.portcom.intercom.org.br/index.php/anuariolusofono/article/viewFile/1215/960</span></a></span></div>
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		<title>Algumas Diferenças entre o espanhol e o português</title>
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		<pubDate>Sun, 01 May 2011 16:02:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Língua portuguesa]]></category>
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		<category><![CDATA[Para tradutores]]></category>

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		<description><![CDATA[<div id="tweetbutton552" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Ftransportuguese.com%2Fblog_traducao%2Falgumas-diferencas-entre-o-espanhol-e-o-portugues%2F&amp;text=Algumas%20Diferen%C3%A7as%20entre%20o%20espanhol%20e%20o%20portugu%C3%AAs&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Ftransportuguese.com%2Fblog_traducao%2Falgumas-diferencas-entre-o-espanhol-e-o-portugues%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://transportuguese.com/blog_traducao/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><div align="right" style="float:right;padding:10px 0px 0px 5px;margin-top: 0;"><a name="fb_share" type="button_count" share_url="http://transportuguese.com/blog_traducao/algumas-diferencas-entre-o-espanhol-e-o-portugues/"></a></div><p>O espanhol e o português são línguas indo-europeias derivadas do latim que se desenvolveram na Península Ibérica durante aproximadamente o mesmo período. Embora as duas línguas estejam intimamente relacionadas pela origem e região de seu desenvolvimento, entre elas existem diferenças importantes que podem criar problemas para falantes de uma ao tentar aprender a outra.</p>
<p>Apesar do fato de seus léxicos conterem bastantes elementos similares, os idiomas diferem significativamente na pronúncia e na semântica ou uso das palavras. Foneticamente, o português é mais próximo ao francês ou ao catalão, enquanto que a pronúncia do espanhol está muito mais perto do italiano. O português inclui um inventário fonêmico maior do que o espanhol, o que explica ser o primeiro geralmente mais difícil de entender para os falantes do outro do que vice-versa, apesar da grande quantidade de semelhança léxica entre ambos os idiomas. Justamente nesse aspecto do léxico, conjugado com a semântica, reside uma das principais barreiras entre as duas línguas, que são os falsos cognatos ou cognados, os “falsos amigos”.  Alguns parágrafos mais abaixo, forneceremos uma ilustração a respeito desses amigos não ‘muy’ amigos.</p>
<p>Para revelar que a estruturação fonêmica do espanhol apresenta menos variedade que o português, basta saber que neste existe muito mais sons vocálicos. Enquanto no primeiro as vogais não apresentam qualquer alteração, ou seja, permanecem fixas na sua pronunciação, no outro há enorme gama de alterações admitidas, por conta da sua pronúncia aberta ou fechada, e nasalizada ou não nasalizada, assim enriquecidas de nuances no Brasil pela importante mescla com línguas africanas.</p>
<p>As diferenças linguísticas entre o espanhol e o português se revelam ainda mais marcantes na língua escrita do que na língua oral, por causa das diferenças nas convenções ortográficas. Contudo, as duas línguas compartilham muito vocabulário que se escreve exatamente ou quase igual (mas pode pronunciar-se em muitos casos de modo um tanto diferente, como nos casos de alteração do lugar da sílaba tônica, e nos casos do som próprio que certas consoantes e encontros consonantais têm em cada idioma).</p>
<p>As diferenças em matéria de vocabulário entre ambas as línguas evoluíram por causa de vários motivos:</p>
<ul>
<li>Enquanto o espanhol reteve a maior parte do seu vocabulário moçárabe, ou seja, de origem moura, a influência do substrato moçárabe no léxico do português foi menor. Ao longo do tempo e em muitos casos, palavras de origem árabe foram substituídas no português pelas correspondentes formadas de suas raízes no latim.</li>
<li>Durante o desenvolvimento dessas línguas na Idade Média e Renascimento, o espanhol manteve-se mais autônomo, enquanto que o português foi mais influenciado por outras línguas europeias, a exemplo do francês.</li>
<li>O espanhol e o português incorporaram diferentes influências das línguas ameríndias, africanas e asiáticas.</li>
</ul>
<p>O espanhol e o português compartilham vários cognatos ou cognados, palavras cujos significados podem ser mais amplos em uma língua do que em outra. Por exemplo, o espanhol diferencia entre o adjetivo <em>mucho</em> e o advérbio <em>muy</em>. O português usa a forma <em>muito</em> para essas duas categorias gramaticais. Dentro desse universo dos cognatos, há uma série de termos, chamados de “falsos amigos”, que representam uma das principais barreiras a serem transpostas pelos falantes de um idioma quando passam a aprender o outro.</p>
<p>Como ilustração desses “falsos amigos”, ou seja, palavras de ambas as línguas que “traiçoeiramente” se escrevem de maneira igual ou quase semelhante, mas possuem significados ou usos bem distintos, vejam-se alguns casos:</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Português</strong></td>
<td valign="top" width="319"><strong>Espanhol</strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Abono</strong>: garantia gratificação.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Abono</strong>: assinatura, mensalidade; adubo. <strong> </strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Aceite</strong>: aceitação, endosso.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Aceite</strong>: óleo, azeite; óleo lubrificante.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Acordar</strong>: despertar.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Acordar</strong>: lembrar(-se); decidir, combinar.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Acreditar</strong>: crer</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Acreditar</strong>: comprovar; creditar.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Ano</strong>: ano</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Ano</strong>: ânus.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Apelido</strong>: alcunha (Brasil)</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Apellido</strong>: sobrenome.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Balcão</strong>: mostrador, barra divisória.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Balcón</strong>: sacada.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Barata</strong>: inseto pestilento.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Barata</strong>: coisa de pouco valor financeiro.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Borrar</strong>: manchar.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Borrar</strong>: apagar.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Borracha</strong>: goma de apagar.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Borracha</strong>: bêbada.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Botequim</strong>: bar.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Botiquín</strong>: estojo de primeiros socorros.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Carpete</strong>: tapete.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Carpeta</strong>: pasta.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Cena</strong>: cena.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Cena</strong>: jantar.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Cola</strong>: substância para unir por contato.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Cola</strong>: rabo, cauda; fila.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Embaraçada</strong>: confundida, atordoada.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Embarazada</strong>: grávida</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Emborrachar</strong>: engomar.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Emborrachar(se):</strong> embriagar(-se).</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Engraçado</strong>: gracioso, divertido.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Engrasado</strong>: lubrificado, engordurado.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Esquisito</strong>: raro, estranho.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Exquisito</strong>: excelente, delicioso.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Faro</strong>: olfato.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Faro</strong>: farol.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Fechar</strong>: cerrar.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Fechar</strong>: datar.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Ganância</strong>: ambição.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Ganancia</strong>: ganho, lucro.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Graxa</strong>: betume.<br />
<strong>Graça: </strong>favor; benefício; perdão; estado abençoado; nome da pessõa.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Grasa</strong>: gordura.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Oi</strong>: Olá.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Hoy</strong>: hoje.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Jugo</strong>: submissão ao poderio e violência de um, vários ou muitos.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Jugo</strong>: suco.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Largo</strong>: amplo.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Largo</strong>: comprido, longo.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Latido</strong>: Comunicação dos cães.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Latido</strong>: batida do coração.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Ligar</strong>: chamar por telefone; unir coisas.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Ligar</strong>: paquerar.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Logro</strong>: fraude, trapaça.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Logro</strong>: sucesso, êxito.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Mala</strong>: valise.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Mala</strong>: má.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Ninho</strong>: Abrigo ou casa de pássaros e aves.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Niño</strong>: criança, menino.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Oficina</strong>: Estabelecimento especializado em consertos.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Oficina</strong>: escritório.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Osso</strong>: matéria dura do esqueleto dos vertebrados.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Oso</strong>: urso.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Polvo</strong>: denominação comum a diversos moluscos.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Polvo</strong>: pó, poeira.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Prender</strong>: deter; sujeitar.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Prender</strong>: acender.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Rascunho</strong>: esboço.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Rasguño</strong>: arranhão.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Rato</strong>: camundongo.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Rato</strong>: momento, curto espaço de tempo.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Reto</strong>: sem curva ou que segue em linha reta, não torto; ânus.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Reto</strong>: desafio.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Risco</strong>: perigo.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Risco</strong>: penhasco.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Saco</strong>: Bolsa ou outro invólucro feito de papel, plástico, tecido etc. para guardar coisas.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Saco</strong>: paletó.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Salada</strong>: Prato de verduras ou legumes.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Salada</strong>: salgada.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Solo</strong>: chão; superfície.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Solo</strong>: só, sozinho.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Taça</strong>: Copo provido de pé, especial para champanhe, vinho.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Tasa</strong>: taxa.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Tirar:</strong> retirar; despir, descalçar.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Tirar</strong>: jogar fora; chutar; atirar; esticar; esbanjar; abrir (uma porta)</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Todavia</strong>: no entanto; mas, porém, contudo.</td>
<td valign="top" width="319"><strong>Todavia</strong>: ainda.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span>Algumas diferenças gramaticais.</strong></p>
<p>Em termos gerais, as gramáticas do português e do espanhol não variam consideravelmente. Entretanto, existem diferenças relevantes quanto ao uso de artigos, possessivos e outros pronomes, de preposições e de alguns tempos verbais.</p>
<p><strong>O espanhol não admite <em>artigo definido</em> diante de seus ‘possessivos átonos’, ao contrário do que se passa com seus pronomes correspondentes em português.</strong></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Português</strong></td>
<td valign="top" width="319"><strong>Espanhol</strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319">Esta é <strong><em>a</em> minha casa.</strong></td>
<td valign="top" width="319">Esta es <strong>mi casa.</strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319">Não quis me emprestar <strong><em>o</em> seu</strong> <strong>carro</strong>.</td>
<td valign="top" width="319">No quiso prestarme <strong>su coche</strong>.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Ele/Ela</strong> não quis me emprestar <strong><em>o</em> carro</strong> <strong>dele/dela.</strong><strong> </strong></td>
<td valign="top" width="319"><strong>Él/Ella</strong> no quiso prestarme <strong>su coche</strong>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Diferentemente do espanhol, o português admite emprego dos possessivos para se referir às partes do corpo, a acessórios e à roupa.</strong></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Português</strong></td>
<td valign="top" width="319"><strong>Espanhol</strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319">A<strong> minha </strong>cabeça está doendo.</td>
<td valign="top" width="319">Me duele la cabeza.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319">João, põe/ponha o <strong>seu </strong>agasalho.</td>
<td valign="top" width="319">Juan, ponte el abrigo.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span><strong>Colocação pronominal</strong></p>
<p>Enquanto no espanhol as regras são fixas e idênticas tanto na língua escrita como na falada, em português a colocação pronominal pode variar.</p>
<p><strong>Em português, na língua oral há a tendência de omitir os pronomes em função de seus complementos.</strong></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Português</strong></td>
<td valign="top" width="319"><strong>Espanhol </strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319">- Não sei onde coloquei as chaves.- Então procure (<strong>procure-as</strong>). Mas não procure (<strong>as procure</strong>) agora porque temos que ir embora.</td>
<td valign="top" width="319">- No sé dónde he puesto las llaves- Pues <strong>búscalas</strong>. Pero no <strong>las busques</strong> ahora que nos tenemos que ir.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>O português admite pronomes entre o verbo flexionado e o gerúndio e o infinitivo, fato que não se dá no espanhol (neste, somente antes do verbo flexionado, ou agregado ao final das formas do gerúndio e infinitivo). </strong></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="319"><strong>Português </strong></td>
<td valign="top" width="319"><strong>Espanhol </strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="319">A Rosa ligou. Disse que está <strong>te</strong>esperando na lanchonete.Tenho que <strong>te</strong> contar uma novidade.</td>
<td valign="top" width="319">Ha llamado Rosa, dice que <strong>te</strong> está esperando / dice que está <strong>esperándote</strong>en la cafetería.Tengo que <strong>contarte</strong>/<strong>Te</strong> tengo que contar una novedad.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Preposições </strong></p>
<p>Em português existem muitas contrações de preposições e artigos. Algumas delas:</p>
<p><strong>da</strong> = de + a</p>
<p><strong>no</strong> = em + o</p>
<p><strong>numa</strong> = em + uma</p>
<p><strong>pelo</strong> = per + o</p>
<p><strong>dessa</strong> = de + essa</p>
<p><strong>naquela</strong> = em + aquela</p>
<p><strong>nisto</strong> = em + isto</p>
<p><strong>neste</strong> = em + este</p>
<p><strong>deste</strong> = de + este</p>
<p>Em espanhol somente são admissíveis em dois casos:</p>
<p><strong>al</strong> = a + el</p>
<p><strong>del</strong> = de + el</p>
<p>Em outros posts, para os quais &#8211; oportunamente &#8211; indicaremos os links diretos para o seu conteúdo aqui, abordaremos mais aspectos distintivos ou contrastivos entre os dois idiomas, por demais úteis para evitar equívocos frequentes quando o falante natural de um passa aprender o outro.</p>
<p>*<em>Todos os exemplos acima foram selecionados, com algumas adaptações, de <strong>Gramática Contrastiva Del Espanhol Para Brasileños</strong>, escrita por Concha Moreno e Gretel Eres Fernández, editado pela Sociedad General Española de Librería, em 2007 </em></p>
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		<title>Português poderá ser língua oficial das Nações Unidas</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 13:27:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Língua portuguesa]]></category>
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		<description><![CDATA[<div id="tweetbutton548" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Ftransportuguese.com%2Fblog_traducao%2Fportugues-podera-ser-lingua-oficial-das-nacoes-unidas%2F&amp;text=Portugu%C3%AAs%20poder%C3%A1%20ser%20l%C3%ADngua%20oficial%20das%20Na%C3%A7%C3%B5es%20Unidas&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Ftransportuguese.com%2Fblog_traducao%2Fportugues-podera-ser-lingua-oficial-das-nacoes-unidas%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://transportuguese.com/blog_traducao/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><div align="right" style="float:right;padding:10px 0px 0px 5px;margin-top: 0;"><a name="fb_share" type="button_count" share_url="http://transportuguese.com/blog_traducao/portugues-podera-ser-lingua-oficial-das-nacoes-unidas/"></a></div><p>O linguista João Malaca Casteleiro disse hoje à Agência Lusa em Macau  acreditar que o português se possa tornar na sétima língua oficial das  Nações Unidas nos próximos cinco anos, considerando “inevitável” uma  reforma daquela organização.</p>
<p>“Portugal está a atravessar uma  situação económica difícil e, portanto, o investimento que faz na  promoção da língua portuguesa no estrangeiro é enorme”, disse João  Malaca Casteleiro, da Academia de Ciências de Lisboa, à margem do 15.º  Colóquio da Lusofonia em Macau.</p>
<p>Ao observar que o Brasil “tem uma  capacidade maior” para projetar o português a nível internacional, o  linguista que participou na redação do novo Acordo Ortográfico considera  que hoje a preocupação é “harmonizar as duas intervenções”.</p>
<p>“Neste  momento, espera-se que, com a grande projeção do Brasil no plano  internacional e uma possível entrada no conselho permanente das Nações  Unidas, a língua portuguesa se acrescente às seis línguas oficiais  daquela organização, o que poderá acontecer nos próximos três, quatro,  cinco anos”, disse.</p>
<p>Malaca Casteleiro admite essa possibilidade ao  considerar ser “inevitável uma reforma das Nações Unidas” e ao realçar  que existe uma maior “cooperação entre povos e países, como os Estados  Unidos, Rússia e a China, que esbateram muitos atritos, o que favorece  essa reforma”.</p>
<p>O português é a terceira língua europeia mais  falada no mundo, depois do inglês e do espanhol, por 240 milhões de  pessoas nos quatro continentes.</p>
<p>Continue lendo em <a href="http://www.lusa.pt/lusaweb/user/showitem?service=310&amp;listid=NewsList310&amp;listpage=1&amp;docid=12420429" target="_blank">Lusa</a></p>
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		<title>Conheça o programa “Cuidado com a Língua!”</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Apr 2011 15:46:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Língua portuguesa]]></category>
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<p>A vertente didáctica e ao mesmo tempo informativa e lúdica, divertida e com algum humor deste programa, é contextualizada com uma descrição dos conteúdos de cada episódio, o que facilita a sua utilização para auto-aprendizagem.</p>
<p>Cada episódio tem seis/sete temas («LÍNGUA VIVA», «CURIOSIDADES LINGUÍSTICAS», «CONFUSÕES LINGUÍSTICAS», «PORTUGUÊS MALTRATADO», «COMO DIZ», «PALAVRAS COM HISTÓRIA», «PALAVRAS MUTANTES», e «EM PORTUGUÊS NOS (DES)ENTENDEMOS»), mas com a flexibilidade de se tratar um só assunto.</p>
<p>Apresentado pelo actor Diogo Infante, que faz a apresentação/ligação de cada programa, com textos em off ou complementares (diálogos, etc.) lidos pela jornalista Maria Flor Pedroso, o programa combina cenas ficcionadas, com imagens de actualidade e outras (arquivo, filmes, etc.), o grafismo, a animação, os diagramas, o vídeo e efeitos sonoros apropriados, misturados com imagens de depoimentos de especialistas ou em inquéritos de rua. A montagem acentua a vivacidade de uma língua tão variada como a nossa.</p>
<p>&#8220;Cuidado com a língua&#8221; tem a autoria de José Mário Costa, com a participação da professora Maria Regina Rocha e do jornalista João Lopes Marques, que escreveu os guiões de cada um dos 13 programas, produzidos e realizados integralmente pela produtora “Até ao Fim do Mundo”. Encontra mais episódios deste programa no <a href="http://ww1.rtp.pt/play/index.php?tvprog=21216&amp;idpod=" target="_blank">Centro Multimédia da RTP</a> em sistema Podcast.</p>
<p>Fonte: http://cvc.instituto-camoes.pt/aprender-portugues/a-falar/cuidado-com-a-lingua.html</p>
<p>Um dos programas &#8220;Cuidado com a língua!&#8221;, episódio sobre o galego.</p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">
<p><span style="font-size: 10pt; color: #333333; font-family: arial;"><span class="testo_guia_dstq">O Centro Virtual Camões disponibiliza, em colaboração com a RTP, episódios seleccionados do programa &#8220;Cuidado com a Língua!&#8221;. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: #333333; font-family: arial;"><span class="testo_guia_dstq">A  vertente didáctica e ao mesmo tempo informativa e lúdica, divertida e  com algum humor deste programa, é contextualizada com uma descrição dos  conteúdos de cada episódio, o que facilita a sua utilização para  auto-aprendizagem.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: #333333; font-family: arial;"><span class="testo_guia_dstq">Cada  episódio tem seis/sete temas («LÍNGUA VIVA», «CURIOSIDADES  LINGUÍSTICAS», «CONFUSÕES LINGUÍSTICAS», «PORTUGUÊS MALTRATADO», «COMO  DIZ», «PALAVRAS COM HISTÓRIA», «PALAVRAS MUTANTES», e «EM PORTUGUÊS NOS  (DES)ENTENDEMOS»), mas com a flexibilidade de se tratar um só assunto. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; color: #333333; font-family: arial;"><span class="testo_guia_dstq">Apresentado pelo actor Diogo Infante, que faz a apresentação/ligação de cada programa, com textos em <em>off</em> ou complementares (diálogos, etc.) lidos pela jornalista Maria Flor  Pedroso, o programa combina cenas ficcionadas, com imagens de  actualidade e outras (arquivo, filmes, etc.), o grafismo, a animação, os  diagramas, o vídeo e efeitos sonoros apropriados, misturados com  imagens de depoimentos de especialistas ou em inquéritos de rua. A  montagem acentua a vivacidade de uma língua tão variada como a nossa.</span></span></p>
<p>&#8220;Cuidado com a língua&#8221; tem a autoria de José Mário Costa<span style="font-size: 10pt; color: #333333; font-family: arial;"><span class="testo_guia_dstq">,  com a participação da professora Maria Regina Rocha e do jornalista  João Lopes Marques, que escreveu os guiões de cada um dos 13 programas,  produzidos e realizados integralmente pela produtora “Até ao Fim do  Mundo”.</span> Encontra mais episódios deste programa no <a title="Centro Multimédia da RTP" href="http://ww1.rtp.pt/multimedia/index.php?tvprog=21216" target="_blank">Centro Multimédia da RTP</a> em sistema <em>Podcast</em>.</span></p>
<p>O Centro Virtual Camões disponibiliza, em colaboração com a RTP, episódios seleccionados do programa &#8220;Cuidado com a Língua!&#8221;.A  vertente didáctica e ao mesmo tempo informativa e lúdica, divertida e  com algum humor deste programa, é contextualizada com uma descrição dos  conteúdos de cada episódio, o que facilita a sua utilização para  auto-aprendizagem.</p>
<p>Cada  episódio tem seis/sete temas («LÍNGUA VIVA», «CURIOSIDADES  LINGUÍSTICAS», «CONFUSÕES LINGUÍSTICAS», «PORTUGUÊS MALTRATADO», «COMO  DIZ», «PALAVRAS COM HISTÓRIA», «PALAVRAS MUTANTES», e «EM PORTUGUÊS NOS  (DES)ENTENDEMOS»), mas com a flexibilidade de se tratar um só assunto.</p>
<p>Apresentado pelo actor Diogo Infante, que faz a apresentação/ligação de cada programa, com textos em <em>off</em> ou complementares (diálogos, etc.) lidos pela jornalista Maria Flor  Pedroso, o programa combina cenas ficcionadas, com imagens de  actualidade e outras (arquivo, filmes, etc.), o grafismo, a animação, os  diagramas, o vídeo e efeitos sonoros apropriados, misturados com  imagens de depoimentos de especialistas ou em inquéritos de rua. A  montagem acentua a vivacidade de uma língua tão variada como a nossa.</p>
<p>&#8220;Cuidado com a língua&#8221; tem a autoria de José Mário Costa,  com a participação da professora Maria Regina Rocha e do jornalista  João Lopes Marques, que escreveu os guiões de cada um dos 13 programas,  produzidos e realizados integralmente pela produtora “Até ao Fim do  Mundo”. Encontra mais episódios deste programa no <a title="Centro Multimédia da RTP" href="http://ww1.rtp.pt/multimedia/index.php?tvprog=21216" target="_blank">Centro Multimédia da RTP</a> em sistema <em>Podcast</em>.</p>
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<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="390" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/uNpACtIlv8g?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/v/uNpACtIlv8g?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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